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TORÁ – Retirado de um site JUDEU !!!
A palavra Torá tem dois sentidos na tradição judaica. No sentido lato, é a Torá o nosso
modo de viver, ou,
conforme disse Milton Steinberg, "Toda a vastidão e variedade da tradição judaica". É
sinônimo de ciência, sabedoria, amor a D'us. Sem ela, a vida não tem sentido nem
valor.
Em senso mais estrito, a Torá é o mais reverenciado e sagrado objeto do ritual judaico,
o belo rôlo manuscrito dos Cinco Livros de Moisés (a Bíblia, do Gênesis até o
Deuteronômio) que se conserva na Arca da Sinagoga.
Uma parte da Torá, iniciando-se com o livro do Gênesis, é lida em voz alta todo sábado
durante o culto, logo a partir dos Grandes Dias Santos, prosseguindo até o fim do ano
judaico, até que tenha sido lida. O fiel mantém-se de pé quando a Torá é retirada da
Arca. Um judeu piedoso beija a Torá colocando seu xale de orações sobre o
pergaminho (assim os dedos não tocam o rôlo) e erguendo então aos lábios as franjas
do xale.
Parashiot – parte da torá lida a cada dia !
TALMUD
O Talmud consiste em sessenta e três tratados de assuntos legais, éticos e históricos,
escritos pelos antigos rabis. Foi publicado no ano de 499 D.C., nas academias
religiosas da Babilônia, onde vivia a maior parte dos judeus daquela época. É uma
compilação de leis e de erudição, e durante séculos foi o mais importante compêndio
das escolas judias. O Judaísmo ortodoxo baseia suas leis geralmente nas decisões
encontradas no Talmud.
Parte considerável dessa obra enciclopédica só oferece interesse a estudiosos
profundos da lei. Mas o Talmud é muito mais do que uma série de tratados legais.
Intercalados nas discussões dos eruditos há milhares de parábolas, esboços
biográficos, anedotas humorísticas e epigramas que fornecem uma visão íntima da vida
judaica nos dias que antecederam e seguiram de perto a destruição do Estado judeu. É
um reservatório de sabedoria tão valioso hoje quanto o foi há mil e oitocentos anos.
Os mesmos sábios rabis que nos deram o Talmud, compilaram também o Midrash,
coleção de comentários rabínicos sobre os ensinamentos morais da Bíblia,
freqüentemente citados em sermões e na literatura judaica. Em torno de cada verso
das Escrituras, os eruditos teceram considerações morais, muitas vezes em forma de
parábola. Os rabis estudaram a Bíblia com a convicção de que toda a verdade estava
encerrada em suas páginas, bastando lê-la para desvendar-lhe o opulento acervo de
sabedoria.
TORÁ ORAL
O judaísmo se diferencia de todas as outras religiões pelo fato de não se ter originado
de uma única pessoa. Todas as outras começaram a partir de um indivíduo que,
através de seus ensinamentos, arregimentava adeptos e convertidos. Apenas o
judaísmo foi criado por D’us, ao reunir três milhões de pessoas no sopé do Monte
Sinai, ocasião em que, pela primeira e única vez, revelou-Se abertamente. Essa
Revelação Divina, que se seguiu ao Êxodo do Egito, forjou um vínculo entre D’us e o
povo judeu em todas as gerações. Este vínculo foi estabelecido pela Torá. Portanto, é
claro que a Torá é o pilar do judaísmo, e quem sem a mesma não haveria religião
judaica.
Apesar de o termo Torá abranger todos os fundamentos, leis e ensinamentos do
judaísmo, literalmente refere-se aos 5 livros que nos foram transmitidos por D’us – letra
por letra – a Moisés no Monte Sinai. Os cinco livros de Moisés – Bereshit (Gênese),
Shemot (Êxodo), Vayikra (Levítico), Bamidbar (Números), Devarim (Deuteronômio) –
compõem o que conhecemos como a Torá Escrita, ou Torah she-Bichtav.
D’us também transmitiu a Moisés a Torá Oral, Torah she-Be’alpeh, que consiste das
interpretações e explicações dos mandamentos da Torá Escrita. Moisés possuía o mais
alto grau de profecia e, por isso, D’us pode ensinar-lhe a Torá Oral de forma
abrangente e detalhada. Pois está escrito: "Falava D’us a Moisés face a face, como um
homem qualquer fala a seu amigo" (Êxodos 33:11). Ao mencionar especificamente a
transmissão da Torá Oral, D’us disse: "Boca a boca falo com ele, claramente e não por
enigmas" (Números 12:8).
A transmissão da Torá Oral é claramente revelada na Torá Escrita. Pois está escrito:
"São estes os estatutos, juízos e leis (Torá) que deu o Senhor entre si e os filhos de
Israel no Monte Sinai, pela mão de Moisés" (Levítico 26:46). É importante notar que a
palavra Torá está no plural, pois se refere tanto à Torá Escrita quanto à Oral (Rashi;
Sifra). Em outra parte da Torá Escrita, D’us diz a Moisés: "Dar-te-ei tábuas de pedra, e
a lei e os mandamentos que escrevi" (Êxodo 24:12). As tábuas de pedra são os Dez
Mandamentos, a lei (Torá) significa a Torá Escrita e os mandamentos referem-se à
Torá Oral. De fato, a Torá Escrita faz inúmeras alusões à Torá Oral. Por exemplo, está
escrito: "Então matarás as tuas vacas e tuas ovelhas...como te ordenei" (Deuteronômio
12:21). Isto implica na transmissão das instruções sobre o abate casher de animais,
apesar de que não são dadas explicações. De fato, a maioria de nossos mandamentos
nunca são explicados na Torá Escrita. A mitzvá da guarda do Shabat é um dos Dez
Mandamentos, mas não há nenhuma instrução sobre o significado de guardar o
Shabat. São mencionados, também, outros mandamentos tais como a colocação de
mezuzot, de tefilin, o cumprimento das festas judaicas, mas não são discutidos, de fato,
na Torá Escrita. Está bem claro que todas as instruções são encontradas na Torá Oral.
Mas, por que razão, D’us não teria transmitido a totalidade da Torá por escrito? O Rabi
Aryeh Kaplan comenta em sua obra Guia do Pensamento Judaico, que a Torá Oral
tinha o propósito de ser transmitida do mestre para o discípulo.
Desta forma, o aluno não confiaria em sua própria interpretação de um texto escrito, e
buscaria esclarecimento para suas dúvidas com seu mestre. Se a totalidade da Torá
tivesse inicialmente sido escrita, as pessoas iriam interpretá-la como o desejassem, e
isso iria causar importantes desavenças no seio do povo judeu. E já que a Torá Oral
não podia ser escrita, dependeria de autoridades centrais para preservá-la e ensiná-la
sem dar margem a ambigüidades.
Há uma razão ainda mais forte para a necessidade de uma Torá Oral. Apesar de a
Bíblia Hebraica originalmente ter sido dada apenas ao povo judeu, foi adotada por
grande parte da humanidade. A Divina Providência utiliza-se da Bíblia Judaica para
pouco a pouco levar a humanidade até mais perto da Verdade Suprema. Se a Torá
tivesse sido totalmente escrita, outros povos a teriam adotado, e o povo de Israel
deixaria de ser único e singular. Em um dos livros de nossa Bíblia, D’us confirma-o
através desta frase: "Embora eu lhe escreva a minha Torá em 10 mil preceitos, estes
seriam tidos como coisa estranha" (Oséias 8:12). Assim sendo, a Torá Oral não apenas
define a Torá Escrita, mas é o fator que realmente distingue o judaísmo de toda a
outras religiões.
A Mishná
Antes de falecer, Moisés escreveu os 13 rolos da Torá e ensinou a Torá Oral ao profeta
Josué bin Nun. A Torá Oral foi então transmitida por Josué aos anciãos de Israel, a
seguir aos profetas e, por fim, ao Sanhedrin. Este, ou sinédrio, era a corte suprema de
Israel, e tinha a missão de guardar, interpretar e legislar sobre todos os assuntos
acerca das leis da Torá. Durante o período do Segundo Templo, o Sanhedrin codificou
a Torá Oral. Essa codificação tornou-se conhecida como a Mishná. Uma razão para
esse nome foi o fato de revelar que o propósito da codificação da Lei Oral era o de que
seria revista (em hebraico, shaná) continuamente, até que fosse memorizada. Os
sábios que originalmente ensinavam a Mishná eram conhecidos como os Tanaim.
A Mishná foi posteriormente colocada por escrito pelo Rabi Yehuda ha-Nasi, a quem
comumente nos referimos como Nosso Santo Rabino. Este erudito reuniu todas as leis,
tradições, explicações e comentários de toda a Torá e a seguir compilou-os na Mishná
que hoje conhecemos. Terminou seu trabalho no ano de 3948 (188 antes da era
comum).
Mas por que motivo o Rabi Yehuda ha-Nasi teria rompido com a tradição de não se
escrever a Torá Oral ? Porque, com a destruição do Segundo Templo, a Torá Oral
corria o perigo de ser esquecida. Diminuía o número de eruditos estudiosos da Torá e
os judeus se dispersavam por todo o mundo. O Rabi Yehuda ha-Nasi, portanto,
escreveu a Mishná para que mesmo que os judeus se afastassem de seus mestres,
ainda assim poderiam estudar e seguir a Torá Oral e, assim, preservar o judaísmo.
Além da Mishná, foram escritos outros volumes interpretativos da Torá Oral pelos
alunos do Rabi Yehuda ha-Nasi. Entre seus discípulos incluíam-se alguns de nossos
mais famosos sábios: o Rabi Chiya, Rav, Bar Kapara, Rabi Yochanan e Rabi Hoshia.
Rav redigiu a Sifra e o Sifri, que são comentários sobre três dos livros da Torá Escrita:
Levítico, Números e Deuteronômio. O Rabi Chiya escreveu a obra Tosefta que elucida
alguns dos conceitos da Mishná. O Rabi Hoshia e Bar Kapara escreveram Beraitot para
explicar as palavras da Mishná. Trezentos anos após a destruição do Segundo Templo,
o Rabi Yochanan redigiu o Talmud de Jerusalém, ou Talmud Yerushalmi. Este Talmud
basicamente trata das leis referentes à Terra de Israel. Mas quando as pessoas falam
do Talmud, geralmente não se estão referindo ao de Jerusalém, mas sim ao Talmud
Babilônico, também chamado de Guemará.
O Talmud Babilônico
Em tempos remotos, os sábios da Torá estudavam a Lei Oral para, a seguir, fazer a
análise de seu trabalho através de discussões. Após ter sido compilada a Mishná, tais
discussões – que se tornaram conhecidas como a Guemará – serviram para esclarecêla. A Guemará foi transmitida oralmente e preservada durante cerca de 300 anos após
ter sido escrita a Mishná. Quando surgiu claramente o perigo de que a Guemará fosse
esquecida, os dois maiores eruditos da época sobre Torá – Ravina e Rav Ashi –
redigiram a Guemará por escrito. Com a ajuda de seus discípulos, nas academias de
ensino da Babilônia, Ravina e Rav Ashi coletaram e ordenaram todas as discussões
que compunham a Guemará. Esta compilação da Guemará – que incluía a Mishná –
tornou-se conhecida como o Talmud Babilônico ou, em hebraico, Talmud Bavli. Foi
finalmente publicado no ano de 4265 (505 antes da era comum).
O Talmud, que literalmente significa "estudo" ou "aprendizado", é, portanto, composto
da Mishná – um livro de Halachá (lei judaica) escrito em hebraico – e da Guemará – o
comentário sobre a Mishná, que foi escrito em aramaico/hebraico. O Talmud Babilônico
foi aceito pelo povo judeu como a autoridade máxima e suprema em todas as questões
sobre a religião e a lei judaica. As leis da Torá só têm vínculo legal se forem baseadas
no Talmud.
A autoridade do Talmud
Muitas pessoas fazem uma perguntam aparentemente legítima: se a Torá Oral se
originou de D’us, por que houve a necessidade de ser a mesma contestada, discutida e
esclarecida?
Há várias respostas para isso, mas talvez a principal seja a de que a Torá Oral tinha
por objetivo cobrir a infinidade de casos que haveriam de surgir com o decorrer do
tempo. É impossível que qualquer código de lei cubra, explicitamente, qualquer caso ou
situação que surja durante os milênios. D’us deu a Moisés as duas tábuas da lei, mas a
aplicação dessas leis em qualquer cenário possível teria que ser determinada pelos
eruditos e juízes da Torá. Pois está escrito: "Quando algumas coisa te for difícil demais
em juízo... virás aos sacerdotes levitas e ao juiz que houver nesses dias, e inquirirás; e
te anunciarão a sentença do juízo" (Deuteronômio 17:8-9). Esses juízes da Torá eram
os membros do Sanhedrin que preservavam e interpretavam a Torá Oral e que mais
tarde a codificaram como a Mishná.
A Torá Escrita também ordena ao povo judeu obedecer o Sanhedrin em tudo o que diz
respeito às leis da Torá, pois que está escrito: "Segundo mandado da lei que te
ensinarem e de acordo com o juízo que te disserem, farás; da sentença que te
anunciarem não te desviarás nem para a direita nem para a esquerda" (Deuteronômio
17:11).
O povo judeu todo aceitou a autoridade do Talmud como sendo a fonte das leis da Torá
e, como tal, jamais poderá ser revogado por autoridade alguma. O Talmud inclui os
ensinamentos de nossos sábios que receberam a Lei Oral das gerações que os
antecederam, remontando-se até Moisés. Está claro que alguém que rejeite o Talmud,
está desrespeitando a Torá Oral, pedra fundamental do judaísmo. Sem o Talmud, seria
praticamente impossível entender e cumprir os mandamentos da Torá Escrita. A mera
aceitação da Bíblia Hebraica faria dos judeus um povo em nada diferente da maioria
dos outros povos, que também a aceitaram como sendo a Palavra de D’us.
À luz de tudo isso, não é de surpreender que aqueles que buscaram,
desesperadamente, converter todos os judeus, proibiram o estudo talmúdico. Em 1240,
1264 e 1553 antes da era comum, a Igreja Católica promulgou decretos que
ordenavam a queima das cópias do Talmud. Durante certos períodos, as autoridades
eclesiásticas "corrigiam" o Talmud, apagando passagens que consideravam ofensivas
a seu credo. Finalmente, em 1592, a Igreja proibiu o estudo do Talmud em qualquer de
suas versões ou edições. Este decreto foi promulgado como reconhecimento de que
uma sociedade que não estude nem siga o Talmud não tem chance real de sobreviver.
Ao longo da história, os inimigos de nosso povo tentaram obliterar o judaísmo tentando
destruir o Talmud. O povo judeu só conseguiu preservá-lo ao preço de inúmeras vidas,
mesmo a de alguns de nossos maiores sábios. Por terem preservado o Talmud, estes
salvaram o judaísmo.
A eternidade da Torá
Um dos pilares da religião judaica é o fato de a Torá ser eterna e ser a imutável Palavra
de D’us. Na Torá Escrita, D’us proclama a eternidade da Torá e de seus mandamentos:
"as coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso D’us, porém as reveladas nos
pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as
palavras desta lei (Torá) (Deuteronômio 29:28). Vemos, também, que na nossa Bíblia,
em meio às palavras finais dirigidas por D’us a um profeta, encontrava-se o seguinte:
"Lembrai-vos da lei (Torá) de Moisés, Meu servo, a qual lhe prescrevi em Horeb (Sinai)
para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos" (Malaquias 3:22).
Nenhum sábio ou profeta, muito menos um auto-proclamado Messias, pode modificar
ou anular nem a Torá Escrita nem a Oral. Aquele que alega ser profeta de D’us pode
realizar sinais ou milagres, mas se disser que D’us o enviou para alterar ou revogar a
Torá, esta pessoa é um falso profeta. Na Torá Escrita, D’us nos alerta sobre os falsos
profetas que iriam realizar milagres e tentar desviar o povo judeu dos mandamentos e
das tradições de Sua Torá.
Mas, por que motivo D’us permitiria que tais pessoas chegassem a ter o poder de
realizar milagres? A isto, D’us responde na Torá Escrita. Este será Seu teste para
determinar se somos leais a Ele e à Sua Torá, ou se seremos seduzidos pelos milagres
daqueles que virão, falando em nome de D’us, para tentar anular os mandamentos.
(Deuteronômio 41:2-5). O Talmud (Bava Metzia 59b), em uma de suas mais dramáticas
passagens, afirma que nem devemos dar ouvidos às vozes Celestiais, mas
simplesmente seguir a Torá de acordo com o que prescreve a Lei Oral. Mesmo se uma
voz dos Céus por ventura nos mandasse modificar nossa Torá e seus mandamentos,
não a deveríamos obedecer.
D’us prometeu que Seu vínculo com o povo judeu – como é ratificado pela Torá e seus
mandamentos – é eterno. Na Era Messiânica, a verdade será revelada e o mundo
inteiro irá reconhecer que a Torá é o verdadeiro ensinamento Divino à humanidade.
Pois foi dito que em determinado momento futuro, todas as nações do mundo alegarão
serem judias. E então, o Santo, Bendito seja, dirá que a única nação que detém o
mistério em suas mãos é o povo judeu. E qual este mistério? A nossa Mishná!
Os profetas (Neviim) – são livros históricos e proféticos que buscam uma interpretação
religiosa para a história. Os livros proféticos são: Isaías, Jeremias, Ezequiel e os Doze
Profetas Menores; Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc,
Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
Os escritos (Ketuvin) – demais livros escritos, Os Salmos, textos poéticos com grande
significado histórico. Grande parte desses livros foi escrita durante o período dos reis,
podendo ser divididos em vários tipos, sendo os três mais importantes: cânticos de
louvor (hinos), de lamentação (orações) e de ação de graças. O Livro de Jó – livro de
grande importância para a literatura mundial. O Livro de Daniel – a mais recente
escritura do Antigo Testamento, aproximadamente 165 a.c.
Eretz Israel
Os laços entre o Povo Judeu e a Terra, que chegou a ser conhecida como Eretz Israel A terra de Israel, remontam ao tempo de Avraham."E estabelecerei a Minha Aliança
entre Mi e Ti e entre tua semente depois de ti, numa aliança Eterna, para ser teu D'us e
de tua semente depois de ti. E darei a ti e à tua semente depois de ti a terra das tuas
peregrinações, toda a Terra de Canaã, para possessão perpétua." ( Bereshit 17 7-8),
Judeus em todas as partes da Diáspora sonhavam com o retorno à sua Terra, o
reestabelecimento de sua independência e a restauração de sua existência nacional.
Torá Israel
São os Cinco Livros de Moisés,chamados de Torá escrita ( Tora shebichtav ). O rolo (
de pergaminho) no qual é escrita a Torá e que fica guardado na Arca Sagrada da
sinagoga, é o rolo da Torá.De certa maneira é a constituição do Povo judeu.Porém,
esta Constituição foi promulgada não por homens, mas foi revelada por D'us.O nome
Torá inclui a Torá Oral ( Shebealpé ) , "que Moisés recebeu no Sinai e transmitiu a
Josué, e Josué aos anciãos eos anciãos aos profetas e os profetas aos Homens do
Grande Assembléia..."
A torá, tanto a Escrita como a Oral, é o grande ensinamento que instrui o homem como
deve viver. Embora se dirija, principalmente, a Israel, ela contém diretrizes para todos
os seres humanos.
O resto dos livros da Bíblia Hebraica, escritos durante um período de vários séculos,
consiste dos Profetas ( Neviim ) e das Escrituras sagradas ( Ketuvim ).
Am Israel
Israel foi o outro nome de Iaacov, neto de Avraham.Daí seus doze Filhos e seus
descendentes terem-se tornado conhecidos como os Filhos de Israel, a nação ou o
Povo Israelita.
A divisão da Bíblia em capítulos não é de origem judaica ? Foi feita por cristãos com
intuito de "reinterpretar" certas passagens e durante os debates religiosos da Idade
Média acabou tornando-se necessária para nós, suplantando o uso da divisão natural
da Torá em Parashiot pequenas e grandes
Moshe Rabeinu recebeu no monte Sinai, além das Luchot - Tábuas da Lei com os dez
mandamentos e parte da Torá escrita em pergaminho (igual a que nós temos hoje nas
sinagogas). A Torá oral, isto é, explicações e detalhes de tudo que estava escrito na
Torá, ele recebeu de D-us oralmente (mais tarde parte dela foi escrita no Talmud).
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