Folha de Sala

Propaganda
Just Friends
Big Band Júnior
capa © f l á v i o pe r e i r a
20 Junho 2015
21h
Pequeno Auditório
M ⁄ 6 anos
Just Friends
5 Anos de Big Band Júnior
Orquestra-Escola de Jazz
Coprodução CCB/ Hot Clube de Portugal
Direção artística João Godinho e Alexandra Ávila Trindade
Direção musical e direção pedagógica Claus Nymark
Assistência de produção Ricardo Maia
Som Suse Ribeiro
Big Band Júnior
Matilde Madeira Lopes voz / André Simões saxofone alto / Bernardo Tinoco saxofone alto
Sofia Sena saxofone alto / Ricardo Neto saxofone alto / Frederico Araújo clarinete / Thomas Childs trompete
Tomás Ferreira trombone / Afonso Lourenço guitarra / Diogo Lopes piano / Francisco Gomes piano
Pedro Rodrigues baixo / Tomé Ferreira bateria
Convidados: António Roldão bateria / Dinis Costa piano / Hugo Henriques voz / Ivo Soares voz
Pedro Pereira saxofone alto / Rodrigo Lopes violino / Virgile Henriques trompete / Pedro Finisterra baixo elétrico
Claus Nymark direção musical
Programa
Bye Bye Blackbird (Ray Henderson/arr. Claus Nymark)
Black and Tan Fantasy (Duke Ellington/adaptação Claus Nymark)
Boplicity (Miles Davis e Gil Evans)
Blue Bossa (Kenny Dorham/arr. Claus Nymark)
It Don’t Mean a Thing if it Ain’t Got That Swing (Duke Ellington/arr. Claus Nymark)
Linus and Lucy (Vince Guaraldi/arr. Tom Davis)
Just Squeeze Me (Duke Ellington/arr. Claus Nymark)
Raggle-Taggle (João Godinho/arr. João Godinho)
A Lua Partida ao Meio (Mário Laginha/arr. Mário Laginha)
Pegadas Azuis (Claus Nymark/arr. Claus Nymark)
Maiden Voyage (Herbie Hancock/arr. Mark Taylor)
Just Friends (John Klenner e Sam M Lewis/arr. Mike Carubia)
Entre 2010 e 2015, cerca de 45 músicos entre os 12 e os 16 anos tiveram na BBJ
o seu primeiro contacto com o jazz. Hoje, um pouco por todo o país, há cada
vez mais jovens músicos a incluírem o jazz no seu percurso de aprendizagem e
sabemos que a Lisbon Jazz Summer School e a Big Band Júnior foram em grande
medida responsáveis por esta mudança de paradigma no ensino da música em
Portugal. Ao apoiar estes projetos, o Centro Cultural de Belém tem sido um dos
grandes impulsionadores desta mudança.
Decorridos cinco anos sobre a primeira edição da Big Band Júnior, constatamos
que vários dos alunos que tiveram na BBJ o seu primeiro contacto com o jazz
descobriram aqui a sua vocação, encontrando-se alguns a frequentar o curso
superior de jazz. Mas o sucesso deste projeto não se mede apenas pelo número
de alunos que descobre no jazz o seu caminho. Reside também no facto de
muitos destes jovens e seus familiares passarem a ser público habitual do jazz.
Acreditamos que o empenho e a produtividade dos músicos que integram
esta orquestra estão diretamente relacionados com o facto de a BBJ ser um
espaço de inclusão, um ambiente de convívio entre amigos que partilham os
mesmos interesses e que acabam por se sentir parte de uma família. Em tom de
celebração, entendemos que este era o momento para reunir em palco parte
desta já extensa família.
Alexandra Ávila Trindade
João Godinho
D i reção Artíst ica
Decorridos cinco anos
sobre a primeira edição
da Big Band Júnior,
constatamos que vários
dos alunos que tiveram
na BBJ o seu primeiro
contacto com o jazz
descobriram aqui a sua
vocação.
Tem sido um privilégio e igualmente uma grande responsabilidade estar à frente
da Big Band Júnior (BBJ) nestes últimos cinco anos. Um privilégio, em primeiro
lugar, pela confiança que a Alexandra Ávila e o João Godinho demonstraram
ter em mim e na minha capacidade de liderar uma orquestra de jovens músicos.
Um privilégio pelo grande apoio dado pelo Centro Cultural de Belém, não só
em termos financeiros, como também em termos de apoio anímico através dos
constantes convites para estar presente com a BBJ na Casa Mãe. E, por último,
um privilégio de, ano após ano, merecer a confiança dos jovens músicos – e dos
seus pais – no desenvolvimento da sua aprendizagem de uma língua musical
complexa, num ambiente que igualmente procura promover os valores da
inclusão e do trabalho em equipa, assim valorizando as pessoas.
A responsabilidade resulta principalmente do facto de se tratar de jovens que
estão a iniciar o seu percurso na vida e na música e que, por isso, precisam
de bons fundamentos. Acredito que a música feita em conjunto é uma ótima
maneira de promover os valores de amizade, partilha e camaradagem, ao mesmo
tempo que ensina responsabilidade e compromisso entre as pessoas.
É assim com uma enorme sensação de alegria e de “missão cumprida” que, ao
ler os testemunhos dos alunos e ex-alunos da BBJ, verifico que são exatamente
estes, alguns dos valores que eles mais realçam. Não pretendo com isto dizer que
seja só mérito meu, muito pelo contrário! O empenho constante da Alexandra
e do João em promover a amizade e a valorização dos alunos é um exemplo a
seguir. Conseguiram criar uma verdadeira sensação de família: a família BBJ da
qual me orgulho muito de pertencer. Obrigado!
Claus Nymark
D i reção Mus ica l e Direção Pedagógica
Acredito que a música
feita em conjunto é
uma ótima maneira de
promover os valores
de amizade, partilha
e camaradagem, ao
mesmo tempo que
ensina responsabilidade
e compromisso entre as
pessoas.
© f l á v i o pe r e i r a
Afonso Lourenço / 17 anos / Guitarra
Há cinco anos que vivo ótimas experiências nesta orquestra. Saliento, como
trompetista e como guitarrista, a enorme emoção de estar em palco e em conjunto
com todos os elementos desta Big Band. Dentro do palco parece que o tempo corre
mais depressa, damos por nós a terminar mais um concerto inesquecível.
Recordo-me de um concerto que me ficará na memória: em pleno concerto, ao ar
livre, inesperadamente as luzes apagaram-se durante o meu solo, mas tudo correu
bem. A confiança que estabelecemos entre nós é impressionante.
© R i ta D e l i l l e
© f l á v i o pe r e i r a
André Simões / 16 anos / Saxofone Alto
A Big Band Júnior faz-me viver uma experiência nova todos os anos, mudando o
seu repertório e parte da sua “família”. Esta é a principal razão que me motiva
a continuar nela. A honra de poder tocar numa das melhores salas do país,
acompanhado por boa música e óptima camaradagem, torna a Big Band, na minha
opinião, a melhor experiência que um jovem músico da minha idade pode ter.
Convidado António Roldão / 18 anos / Bateria
Pouco tempo após a minha descoberta deste estilo musical, juntei-me à BBJ com
o objetivo de saber e conhecer mais sobre o jazz. Foi por ter entrado neste projeto
que consegui aprofundar o meu conhecimento técnico (jazzístico) e que desenvolvi
bastante vocabulário musical nesta área. Foram dois anos muito bons dos quais
ficaram muito boas memórias e se criaram grandes amizades. Foi uma ótima
experiência fazer parte da big band e orgulho-me disso, porque mesmo sendo
“Júnior”, as responsabilidades são grandes e uma pequena amostra daquilo que
iremos enfrentar na nossa carreira profissional.
© f l á v i o pe r e i r a
Bernardo Tinoco / 15 anos / Saxofone Alto
Conheci a BBJ em 2012 durante um curso de verão associado à mesma. Adorei o
curso, foi a minha primeira experiência intensiva com o Jazz. Apenas este ano a
pude integrar e ainda bem que o fiz. Sinto-me mesmo bem a tocar com tão bons
jovens músicos dirigidos pelo nosso maestro Claus. Ouve-se o Swing e é isso que se
quer! Foi-nos dada também a oportunidade de tocar com o SuperMário (Laginha),
momento que vai ser sempre recordado. Concluindo, o facto de pertencer à mais
jovem Orquestra de Jazz do país tem sido fantástico!
© f l á v i o pe r e i r a
Diogo Lopes / 17 anos / Piano
Foi aos 12 anos que encontrei a BBJ, e desde então, largá-los tem sido impossível. Foi com eles que aprendi a andar sobre as fundações do Jazz. Foi a partir da BBJ que
eu conheci as pessoas com quem mais tarde viria a iniciar o meu próprio projeto.
Tenho a inestimável oportunidade de tocar em grandes casas de música, com
grandes músicos a meu lado. Chegamos desconhecidos mas saímos sempre todos
amigos, com a confiança para mostrar ao mundo o que aprendemos a tocar. É uma
experiência inesquecível.
© R i ta D e l i l l e
Convidado Dinis Costa / 18 anos / Piano
A BBJ foi um elemento essencial no meu percurso como estudante de música,
mais particularmente quando comecei a tocar jazz. As bases que adquiri nessa
altura foram essenciais para que conseguisse evoluir e continuar a estudar música
improvisada. Sem dúvida, a experiência que tive na BBJ foi o que me fez decidir
dedicar-me mais à música e estudar mais intensivamente. Acho que esta ideia é
genial, na medida em que se consegue divulgar o jazz e iniciar jovens nesta viagem
que é a música. Desculpem não ter mandado o texto mais cedo, espero que ainda
vá a tempo.
© f l á v i o pe r e i r a
Francisco Gomes / 16 anos / Piano
Até há cerca de um ano, a Big Band Júnior (bem como quase todo o panorama
do Jazz) era algo desconhecido para mim. Soube da sua existência após participar
na Lisbon Jazz Summer School - Férias com Jazz, numa semana que foi, para mim,
muito importante enquanto estudante de música. Gostei muito de integrar a BBJ
pois nunca tinha estado numa Big Band e penso que aprendi muito no último ano.
O ambiente é muito bom, o que é ótimo na minha fase da aprendizagem, pois
sendo o Jazz algo ainda muito recente na minha vida, é importante ter abertura para
falhar e aprender com isso.
© f l á v i o pe r e i r a
Frederico Araújo / 13 anos / Clarinete
Eu acho o ambiente da Big Band mais descontraído e diferente (de forma positiva
claro) do que as outras orquestras em que já toquei. Pude aprender coisas que
nunca tinha aprendido antes. Apenas neste ano, a Big Band ajudou-me a evoluir
muito a nível da música e acredito que me ensinem muito mais nos próximos anos
(a solar, ler as cifras e a aprender as diferentes tipologias da música, além da clássica
que sempre aprendi). Obrigado por me terem dado a oportunidade de ter uma
experiência muito diferente das que já tinha tido. © R i ta D e l i l l e
Convidado Hugo Henriques / 19 anos / Voz
Quando entrei na BBJ tocava saxofone. Foi para mim uma excelente experiência
porque, pela primeira vez, integrei-me no meu mundo, o mundo do jazz. Nunca vou
esquecer os ensaios e os concertos, nem a grande oportunidade que tive de tocar
com músicos do calibre do Mário Delgado, por exemplo. Agora faço este concerto
com o meu instrumento atual, a voz, e espero sinceramente que não seja a última
vez que trabalho com estas pessoas que fazem excelente música. Obrigado BBJ.
© R i ta D e l i l l e
Convidado Ivo Soares / 20 anos / Voz
A minha experiência na Big Band Junior foi de pura aprendizagem. Através do Claus,
da Alexandra e do João, e da oportunidade que eles me deram, consegui evoluir
muito na área do Jazz, e na área da interpretação, e de conhecer o meu instrumento
melhor. Tocar/cantar em grupo também foi importante porque aprendi a colaborar
musicalmente com outros colegas e a ouvir opiniões e perspetivas diferentes. É um
ambiente de grande amizade, de grande criatividade, e adorei fazer parte desta
orquestra.
© f l á v i o pe r e i r a
Matilde Madeira Lopes / 14 anos / Voz
Estudo música desde os 7 anos e aos 12 enveredei pelo Curso de Canto, numa
abordagem sobretudo clássica. Como eu queria muito cantar jazz, que é uma
realidade completamente diferente do canto lírico, nada melhor do que integrar a
Big Band Júnior. Gosto imenso do ambiente da BBJ, o grupo é fantástico e estou a
aprender muitas coisas novas, nomeadamente ao nível da estrutura musical e das
técnicas de improviso.
© f l á v i o pe r e i r a
Pedro Rodrigues / 15 anos / Baixo
O que me levou a integrar a Big Band Júnior foi o facto de ter ouvido falar muito
bem da organização, do sucesso que este grupo teve noutros anos e o facto de
eu gostar bastante de tocar com outras pessoas. Aqui, na banda, aprendi muito,
conheci artistas e músicas muito boas, e aprendi a ler cifra, o que antes me parecia
impossível. O maestro Claus é um ótimo músico e um excelente professor, e sem ele
seria muito difícil eu conseguir tocar estas músicas. A orquestra é muito boa. Apesar
de não passarmos de adolescentes, aprendemos música e divertimo-nos. © R i ta D e l i l l e
Convidado Pedro Pereira / 18 anos / Saxofone Alto
Ingressei na bbj quando tinha 14 anos e desde o primeiro momento adorei todo
o conceito de trabalhar em big band. Este projeto ajudou-me a crescer muito
enquanto músico, não só por ter que aprender a encarar o palco, mas também para
saber como trabalhar em orquestra.
© f l á v i o pe r e i r a
Ricardo Neto / 12 anos / Saxofone Alto
Eu frequento uma escola de música desde pequeno. Durante todos estes anos, fui
aprendendo novas técnicas. Mas, até participar no Férias com Jazz, eu só conhecia
um lado desta arte à qual nós chamamos música. Foi aí que conheci esse lado
secreto e misterioso, o Jazz. A partir desses fantásticos dias comecei a preencher o
vazio que me habitava. Então decidi ir para a Big Band Júnior, que é uma orquestra
fantástica em que não temos de ter medo de fazermos o que mais queremos. Tocar! © R i ta D e l i l l e
Convidado Rodrigo Lopes / 16 anos / Violino
Durante o tempo que passei na Big Band Júnior e também nas duas últimas edições
da Lisbon Jazz Summer School, tive a oportunidade de conhecer o mundo do jazz de
uma forma mais rica e aprofundada do que me foi permitido até à altura. Conheci
uma grande variedade de estilos deste tipo de música e tive uma noção privilegiada
do que é tocar jazz em grupo, quer em combo, quer numa big band. O tempo que
cá passei foi tão educativo como divertido, pois existe um óptimo ambiente dentro
do grupo e um grande profissionalismo e dedicação.
© R i ta D e l i l l e
Convidado Pedro Finisterra / 21 anos/ Baixo Elétrico
Tive a honra de integrar a BBJ desde a sua génese até 2014, como baixista e
contrabaixista. Tive também a oportunidade de compor dois temas para a orquestra,
tendo um deles sido gravado no primeiro CD da Big Band Júnior. Actualmente
sou estudante de composição na Escola Superior de Música de Lisboa (música
contemporânea), mas tenho um forte laço com o jazz, o qual não tenciono largar. O
meu gosto musical vai desde o ancião organum duplum até às mais recentes bandas
sonoras de videojogos japoneses.
© f l á v i o pe r e i r a
Sofia Sena / 13 anos / Saxofone Alto
A BBJ foi-me recomendada, e é uma oportunidade para aprender com qualidade
técnica e artística outros temas para além do clássico. Há um ambiente relaxado e
calmo em que é fácil trabalhar, apesar da exigência...e, de vez em quando, o nosso
maestro Claus solta umas piadas que quebram o gelo entre pessoas que não se
conhecem... Aqui não só se tocam os temas mais antigos, como soam temas mais
recentes, e há ainda os especiais do amigo Mário Laginha e originais do Claus e do
João Godinho. No início, tocar jazz soou-me tão estranho como cantar o fado, mas
a BBJ deu-me conhecimentos necessários de jazz para estar aqui neste momento. E,
como a Big Band é fantástica, tem vários amigos. E viva os amigos, o jazz e a música.
© f l á v i o pe r e i r a
Thomas Childs / 14 anos / Trompete
Como aluno do Conservatório Nacional, que não tem, há já alguns anos, qualquer
Classe de Conjunto relacionada com o jazz, e tendo sempre sentido uma afinidade
especial com este tipo de música, candidatei-me à BBJ por ser a mais jovem
orquestra de jazz portuguesa. Depois destes meses de trabalho e prazer intensos e
em tudo recompensadores, posso afirmar com toda a convicção de que foi o melhor
que podia ter feito enquanto músico, pelo que aprendi e pelas dificuldades (como o
medo de improvisar ou solar) que fui “obrigado” a ultrapassar. Por tudo isto, estou
profundamente grato à BBJ.
© f l á v i o pe r e i r a
Tomás Ferreira / 14 anos / Trombone
Tudo começou na Lisbon Jazz onde dei os primeiros “toques” no Jazz. Foi uma
experiência completamente nova ao nível musical e, como tal, achei motivador
continuar a aprender Jazz mais regularmente. Ao integrar a BBJ comecei uma nova
etapa como músico e como pessoa. Comecei a aprender uma nova linguagem,
uma linguagem que cada vez me desperta mais curiosidade e interesse. Este meu
interesse deve-se também ao facto de toda a equipa da BBJ me proporcionar
experiencias únicas e bons desafios.
© f l á v i o pe r e i r a
Tomé Ferreira / 17 anos / Bateria
O último concerto desta temporada da BBJ é também o meu último com este grupo
incrível de amigos. O título “Just Friends” adequa-se a tudo o que significou a BBJ
para mim nestes últimos 5 anos. Aprendi muito com o Claus, a Alexandra e o João e
com todas as experiências que eles me proporcionaram. Mas o melhor, sem dúvida,
foram os amigos que cá fiz e os músicos talentosos que conheci. Foram tempos
fantásticos que, por certo, serão repetidos por outros músicos no futuro. Fiquei fã da
BBJ e cá estarei sempre que puder para os apoiar e escutar. Obrigado BBJ!
© R i ta D e l i l l e
Virgile Henriques / 17 anos / Trompete
Entrei na Big Band Júnior em 2012. Desde que vi, um dia, no CCB, um concerto
da BBJ quis ter a oportunidade de tocar nesta orquestra. Em 2012 fui aceite. Tive
a oportunidade de gravar um CD, de tocar no CCB e em outros sítios em Portugal.
A BBJ permitiu-me gostar ainda mais de Jazz do que antes e também me permitiu
partilhar excelentes momentos com outros músicos que gostavam das mesmas coisa
que eu… A música e o jazz!
Claus Nymark / direção pedagógica e musical
Seja como professor, como diretor musical de Big Band ou como trombonista, Claus Nymark é um dos
músicos mais ativos e experientes no meio jazzístico em Portugal. Nasceu em 1966 na Dinamarca, começou
os seus estudos musicais aos dez anos de idade, tendo estudado trompete e posteriormente trombone.
Aos 15 anos teve os primeiros contactos com o jazz e, mais tarde, o próprio viria a ser aluno de uma
orquestra-escola de Big Band. Aos 19 anos muda-se para Portugal, onde, desde então, tem desenvolvido
uma intensa e multifacetada atividade enquanto músico. Lidera a sua própria orquestra, a Claus Nymark
Big Band. É membro fundador do grupo Dixie Gang, e toca com a Big Band do Hot Clube de Portugal e
com o Septeto do Hot Clube de Portugal. É cofundador da Orquestra AngraJazz e da Big Band Nacional
da Juventude, sendo também diretor musical da Reunion Big Jazz Band, da Lisbon Swingers e da Big
Band do Conservatório Regional de Palmela. (Orquestra de Jazz Humanitária). Como professor, leciona no
Departamento de Música da Universidade de Évora e no Conservatório Regional de Palmela. Foi formador
do curso Férias com Jazz na Lisbon Jazz Summer School no Centro Cultural de Belém nas edições de 2008 a
2010, dirigindo as aulas de Big Band e trombone. É diretor pedagógico e musical da Big Band Júnior desde
a sua génese em outubro de 2010. Encontra-se atualmente a tirar o Mestrado em Música e o Mestrado em
Educação de Música na Escola Superior de Música de Lisboa. www.clausnymark.com
f otos de © R i ta D e l i l l e
Alexandra Ávila Trindade / direção artística
Nasci em Angola em 1975 e fui para os Açores ainda não tinha um ano. Até aos cinco anos cresci em casa
dos meus avós paternos e foi, sem dúvida, aí que despertei para a música. A minha avó Olga tocava violino,
piano e tinha uma voz linda de soprano. Ensinou música aos seus nove filhos e sempre que havia reunião de
família, todos tocavam e cantavam. E é de certeza por isto que, para mim, música foi sempre sinónimo de
reunião, de festa, de alegria. Iniciei-me cedo no Conservatório e fiz parte de grupos corais, de tunas e de grupos
de música popular, até descobrir a Bossa Nova e formar com músicos amigos o grupo de originais Águas de
Março. Em Águas de Março encantei-me por cantar em português e gravei o meu primeiro disco como vocalista.
Concluída a minha licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, ingressei na Escola de Jazz do Hot Clube de
Portugal. Durante quatro anos dediquei-me profissionalmente ao Jazz e tive o privilégio de cantar acompanhada
por grandes músicos do jazz nacional. Ultimamente as subidas ao palco para cantar tornaram-se mais raras
porque o entusiasmo por criar e organizar projetos tornou-se mais forte. Com o João, companheiro de aventuras
profissionais, partilho a vontade de dar a conhecer, principalmente aos músicos mais jovens, o universo do jazz.
Assim nasceram a Lisbon Jazz Summer School e a orquestra-escola Big Band Júnior.
João Godinho / direção artística
Nasci em Lisboa, em 1976. Incentivado pelos meus pais, comecei a estudar música aos
seis anos e, seguindo as pisadas do meu irmão, escolhi o piano como instrumento.
Até aos vinte e poucos anos nunca pensei vir a ser músico profissional. Apesar de
praticamente ter completado o conservatório, não me identificava completamente
com o ensino na música clássica e ainda não conhecia outros tipos de ensino,
portanto a ideia de dedicar a minha vida à música ficou posta de parte. Entretanto,
a música foi sempre fazendo parte da minha vida. Sempre dediquei muito tempo
a tocar piano, mas praticamente desde os 12 anos a maior parte desse tempo
era passado ou a improvisar ou a tentar compor, em vez de estudar o Bach e o
Czerny... Um dia, durante um estágio no CCB, pouco tempo depois de ter concluído
uma licenciatura em gestão de empresas, conheci um músico da minha idade,
percussionista e compositor, que fazia disso a sua profissão. Fez-se um clique e na
semana seguinte estava a matricular-me no curso de composição da Escola Superior
de Música de Lisboa. Desde então, tenho dividido o meu tempo entre a composição
e outros projetos também ligados ao meio musical, de entre os quais a Big Band
Júnior e a Lisbon Jazz Summer School. Estes dois projetos, cuja criação e coordenação
partilho com a Alexandra, constituem em parte uma forma de proporcionar aos
músicos mais jovens aquilo de que senti falta na minha juventude.
www.joaogodinho.com
CCB
CONSELHO
DE ADMINISTRAÇÃO
antónio lamas
presidente
Daniel Silva
VOGAL
MIGUEL LEAL COELHO
VOGAL
DIREÇÃO DAS ARTES
DO ESPETÁCULO
TÉCNICOS EXECUTIVOS
F. CÂNDIDO SANTOS
CÉSAR NUNES
JOSÉ CARLOS ALVES
HUGO CAMPOS
MÁRIO SILVA
RICARDO MELO
RUI CROCA
HUGO COCHAT
daniel rosa estagiário
CHEFE TÉCNICO
DE AUDIOVISUAIS
NUNO GRÁCIO
ASSISTENTE
CHEFE DE EQUIPA
DE AUDIOVISUAIS
PAULA FONSECA
NUNO BIZARRO
CONSULTOR PARA A ÁREA
DA MÚSICA
TÉCNICOS DE AUDIOVISUAIS
ANDRÉ CUNHA LEAL
CONSULTOR PARA DANÇA
E MÚSICAS PLURAIS
FERNANDO LUÍS SAMPAIO
PRODUÇÃO
INÊS CORREIA
PATRÍCIA SILVA
HUGO CORTEZ
VERA ROSA
JOÃO LEMOS
DIRETOR DE CENA
COORDENADOR
JONAS OMBERG
DIRETORES DE CENA
PEDRO RODRIGUES
PATRÍCIA COSTA
JOSÉ VALÉRIO
RUI LEITÃO
EDUARDO NASCIMENTO
PAULO CACHEIRO
NUNO RAMOS
MIGUEL NUNES
TÉCNICOS DE AUDIOVISUAIS EVENTOS
CARLOS MESTRINHO
RUI MARTINS
TÉCNICOS DE MANUTENÇÃO
JOÃO SANTANA
LUÍS TEIXEIRA
VÍTOR HORTA
SECRETARIADO
DE DIREÇÃO TÉCNICA
SOFIA MATOS
DIREÇÃO DE CENA
TÂNIA AFONSO
angie gil estagiária
SECRETARIADO
YOLANDA SEARA
CHEFE TÉCNICO DE PALCO
RUI MARCELINO
CHEFE TÉCNICO DE GESTÃO
E MANUTENÇÃO
Estão abertas as inscrições para a Big Band Júnior 2015/16.
Será dada prioridade às candidaturas recebidas até ao dia 11
de setembro de 2015.
SIAMANTO ISMAILY
CHEFE DE EQUIPA DE PALCO
PEDRO CAMPOS
TÉCNICOS PRINCIPAIS
LUÍS SANTOS
RAUL SEGURO
Mais informações em:
www.bigbandjunior.org
[email protected]
tlm: 967 435 310
apo i o i nst i tuc i ona l
co f i nanc i amento
par cei r o m e dia pa ra a
tempo r ada C C B ⁄ 2015
apoio à programa ç ã o
Download