CLIPPING - Notícias

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- Representação Brasileira -
CLIPPING - Notícias
09 e 10.04.2015
Edição e Seleção
Eliza Barreto
Fernando Leão
Maria Elisabete da Costa
Yana Araújo
Sumário
JORNAL DO SENADO ........................................................................................ 2
Tasso defende representações em nações com comércio bilateral ....................................... 2
ESTADÃO......................................................................................................... 3
Economia ............................................................................................................... 3
Com fim de sanções, Brasil põe mercado iraniano no radar ................................................. 3
FOLHA DE SÃO PAULO ..................................................................................... 4
Mundo ................................................................................................................... 4
Cúpula empresarial discute impacto da tecnologia na economia das Américas ...................... 4
VALOR ECONÔMICO ......................................................................................... 5
Internacional .......................................................................................................... 5
Sem dinheiro, Venezuela faz corte recorde de importação ................................................... 5
O GLOBO ......................................................................................................... 7
Economia ............................................................................................................... 7
Argentina denuncia penalmente petroleiras estrangeiras nas Malvinas ................................. 7
Mundo ................................................................................................................... 8
Argentina convoca embaixador britânico por disputa das Malvinas ....................................... 8
Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul
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1
Brasil
JORNAL DO SENADO
http://www12.senado.gov.br/jornal
Tasso defende representações em nações com comércio bilateral
Ao defender a instalação de embaixadas em países que tenham relacionamento comercial com o
Brasil, Tasso observou que as exportações brasileiras para a Bósnia e Herzegóvina limitaram-se a
US$ 1,6 milhão em 2012.
Porém, o embaixador indicado para representar o Brasil naquele país, Manoel Antonio da Fonseca
Couto Gomes Pereira, lembrou que a Bósnia ainda é um “país em construção”, cuja economia se
encontra em período de transição, com desemprego de 44%.Ele informou ainda que o Brasil tem
promovido grande esforço de divulgação cultural naquele país.
O embaixador designado para a Austrália, Manuel Innocencio de Lacerda Santos Junior,
apresentou números bem diferentes. A economia australiana cresceu 3,1% em 2014 e o
desemprego limitou-se a 6% da população económicamente ativa. Mas os números relativos ao
comércio bilateral têm sido desfavoráveis ao Brasil. Dos US$ 2,7 bilhões do intercâmbio em 2011,
US$ 1,9 bilhão foi de exportações da Austrália e apenas US$ 800 milhões de exportações
brasileiras. Ele pretende promover uma missão comercial, além de estimular a cooperação na área
de educação e meio ambiente.
O diplomata indicado para o Mali, João Alberto Dourado Quintaes, ressaltou a “exemplar
cooperação Sul-Sul” sobre a produção agrícola, especialmente de algodão. Segundo ele, técnicos
locais têm sido treinados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Além disso,
existem contatos para a venda ao Mali de aviões da Embraer.
— Somente esse contrato já garantiría a embaixada, onde inicialmente serei o único funcionário —
afirmou.
Ana Amélia (PP-RS) manifestou interesse em promover o aumento das exportações para a Bósnia
de productos como carnes e calçados. Antonio Anastasia (PSDB-MG) classificou a Austrália como
“parceiro fundamental” para o Brasil, por sua posição sobre direitos humanos e democracia. Por
sua vez, Cristovam Buarque (PDT-DF) observou que o custo de instalação de novas embaixadas é
pequeno diante dos resultados obtidos. Raimundo Lira (PMDB-PB) pediu que o Itamaraty promova
a venda de productos industrializados brasileiros em todo o mundo. Por último, Lindbergh Farias
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(PT-RJ) disse ter esperança de aumento das exportações depois da queda do valor do real diante
do dólar.
Lira foi relator da mensagem presidencial de indicação do embaixador brasileiro na Bósnia e
Herzegóvina. Luiz Henrique (PMDB-SC) foi relator da indicação do embaixador na Austrália e Ana
Amélia foi relatora da mensagem de indicação do embaixador no Mali.
Fonte: http://www12.senado.gov.br/jornal/edicoes/2015/04/10/jornal.pdf#page=1
ESTADÃO
http://www.estadao.com.br/
Economia
Com fim de sanções, Brasil põe mercado iraniano no radar
Governo brasileiro espera aumentar as exportações para o Irã assim que restrições ao
comércio sejam retiradas
JAMIL CHADE - O ESTADO DE S.PAULO
10 Abril 2015 | 02h 04
GENEBRA - O governo brasileiro vai pôr o Irã como uma de suas prioridades na promoção
comercial, depois que o acordo nuclear entre as potências internacionais e Teerã indicou que as
sanções contra os iranianos serão gradualmente retiradas.
O país terá um lugar de destaque no novo plano nacional de exportações que está sendo
desenhado pelo governo e que será anunciado nos próximos meses. "O Irã tem um grande
potencial e certamente estará entre nossas prioridades", declarou ao Estado o secretário de
Comércio Exterior, Daniel Godinho.
Na semana passada, em Lausanne, o governo iraniano cedeu e aceitou um controle internacional
de seu programa nuclear por 25 anos. Em troca, recebeu garantias de Estados Unidos, Europa e
ONU que as sanções que estrangulam a economia nacional serão gradualmente retiradas.
Os detalhes do pacto ainda precisam ser negociadores e líderes iranianos alertam que existe um
risco de que o tratado final não seja estabelecido. Mas, para analistas e diplomatas, o acordo não
foi apenas sobre o dossiê nuclear e será principalmente um entendimento sobre a reinserção de
uma economia de 40 milhões de pessoas ao cenário internacional.
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A partir de 2012, o endurecimento das sanções conduziu a economia local a uma profunda
recessão. Entre os jovens, o desemprego superou a marca de 50% e, em 2013, um novo governo
venceu as eleições prometendo dar um fim a essa situação. Isso passava, porém, por uma
negociação com os EUA e uma aproximação inédita em quase 40 anos.
Missões comerciais da França, da Alemanha e de dezenas de outros países têm feito fila para
serem recebidos por Teerã, já planejando um retorno ao país assim que as sanções começarem a
ser retiradas.
Alcance. Para especialistas, o fim das sanções representará a maior abertura de uma fronteira à
economia mundial desde a queda dos regimes comunistas no Leste Europeu, nos anos 90.
Segundo Mehrdad Emadi, consultor da Betamatrix, em Londres, os governos europeus já estão em
negociações avançadas com os iranianos para permitir a volta de suas empresas, como a Renault.
Sua previsão é de que a taxa de expansão da economia iraniana poderia chegar a 5% no ano
seguinte ao fim das sanções, saltando até mesmo para 8% dois anos depois.
Missões comerciais brasileiras já começam a ser montadas. Nos últimos anos, a participação do
Brasil no mercado iraniano sofreu uma importante queda, em grande parte por conta das sanções.
O auge das exportações nacionais foi atingido em 2011, quando o Brasil vendeu US$ 2,3 bilhões
aos iranianos. Esse mercado chegou a ser o segundo maior destino para a carne bovina brasileira,
com vendas de 191 mil toneladas.
Mas, desde então, o endurecimento das sanções a partir de 2012 levou a uma queda importante
no comércio. Em 2014, por exemplo, as vendas somaram apenas US$ 1,4 bilhão.
Fonte:
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,com-fim-de-sancoes-brasil-poe-mercado-
iraniano-no-radar-imp-,1667107
FOLHA DE SÃO PAULO
http://www.folha.uol.com.br/
Mundo
Cúpula empresarial discute impacto da tecnologia na economia das
Américas
SYLVIA COLOMBO, ENVIADA ESPECIAL AO PANAMÁ
09/04/2015 12h16
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"Precisamos criar um ecossistema no qual as start-ups consigam acesso a capital de alto risco",
disse na quarta-feira (9) o presidente do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Luis
Alberto Moreno, na inauguração da Cúpula Empresarial das Américas, na cidade do Panamá.
O discurso de Moreno focalizou o cenário atual de dificuldades econômicas que atravessa o
continente, bem como o impacto da internet e das redes sociais na economia da região.
"Quando nos reunirmos outra vez na próxima cúpula, a grande maioria dos latino-americanos terá
à sua mão um computador mais complexo do que o que tinha a Nasa quando o homem chegou à
Lua".
Moreno declarou que um dos principais temas do encontro será discutir o impacto dos avanços
tecnológicos na economia da região e na criação e manutenção do emprego. "A tendência é
imaginar que muitos perderão seus postos de trabalho nessa nova economia, precisamos discutir
como transformar isso em progresso".
"Temos de trabalhar pela equidade. A participação ativa das empresas trará benefícios sociais
como a redução da pobreza e a inclusão", acrescentou, apontando a necessidade de as empresas
apostarem em capacitação.
"O problema é que isso ainda é exceção, temos de investir na parceria público-privada. Os casos
de êxito que conhecemos são pontuais", citando Uruguai, Chile e Brasil como cenário de alguns
poucos exemplos.
Participam do encontro hoje, na parte da tarde, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, e o
empresário mexicano Carlos Slim. A cúpula empresarial, reunindo mais de 700 empresários, ocorre
paralela à Cúpula das Américas, com participação de presidentes da região, a partir de amanhã.
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/04/1614336-em-cupula-banco-interamericano-
defende-estimulo-a-start-ups.shtml
VALOR ECONÔMICO
http://www.valor.com.br/
Internacional
Sem dinheiro, Venezuela faz corte recorde de importação
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Com os cofres vazios, a Venezuela está fazendo o mais drástico corte de importações em três
décadas para compensar a queda dos preços do petróleo. Desta forma, e evitando outros ajustes
mais ortodoxos, o país tenta preservar a capacidade de honrar seus compromissos externos, em
meio ao temor de que possa dar calote em sua dívida já neste ano.
Em relatório divulgado nesta semana, o venezuelano Francisco Rodriguez, economista para a
região andina do Bank of America (BofA), estimou que as importações venezuelanas cairão de US$
45,9 bilhões, em 2014, para US$ 31 bilhões em 2015. A redução compensaria em parte a queda na
receita obtida com as exportações, de US$ 75 bilhões no ano passado para US$ 41,5 bilhões neste
ano.
Os números ficam ainda mais impressionantes se comparados ao desempenho de 2012, quando o
barril do petróleo venezuelano atingiu o preço médio recorde de US$ 103,40. Naquele ano, a
Venezuela faturou US$ 97,3 bilhões com exportações, e as importações atingiram o volume
recorde de US$ 59,3 bilhões. Para este ano, a previsão de Rodriguez se baseia em um preço médio
do petróleo venezuelano em US$ 47,3 o barril.
A Venezuela não divulga dados de seu comércio exterior desde o terceiro trimestre de 2014.
Compilando dados de seis dos sete principais fornecedores externos de produtos para a Venezuela
(Alemanha, Brasil, Colômbia, China Estados Unidos e México), Rodriguez estima que as
importações venezuelanas recuaram 18,2% entre janeiro e março, após um recuo de 11,6% ao
longo do ano passado e de 21,9% em 2013. A Argentina ficou de fora pela falta de dados
detalhados de seu comércio exterior.
O Brasil já vem sofrendo os impactos do corte das importações venezuelanas. Segundo dados do
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), as exportações para o país
vizinho caíram de US$ 864,7 milhões no primeiro trimestre de 2014 para US$ 643,2 milhões este
ano. No mesmo período de 2012, as exportações para a Venezuela chegaram a US$ 1,076 bilhão.
Essa queda nas importações tem provocado uma elevada escassez de produtos básicos na
Venezuela. Isso tem impacto direto na sensação de bem-estar da população e, consequentemente,
na popularidade do presidente, o chavista Nicolás Maduro.
O dólar fixo usado pelo governo para importar produtos essenciais - a uma taxa irreal, de 6,30
bolívares, em comparação à do paralelo, de 251 bolívares - também obriga o governo a imprimir
mais dinheiro, o que se reflete em uma inflação mais alta. Os preços ao consumidor devem subir
174% em 2015, segundo o relatório do BofA, após aumento estimado em 68,5% no ano passado o governo também não divulgou esse dado.
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De resto, o quadro pintado pelo economista para a economia venezuelana é desolador. O PIB
(Produto Interno Bruto) deve se contrair 4% neste ano, após uma queda estimada por ele de
3,8% em 2014 - também não há dados oficiais a respeito.
Para Rodriguez, o ajuste externo mais adequado a ser feito na Venezuela é o cambial, uma vez
que "o ajuste via quantidade de importações é "inviável no médio prazo". Desvalorizar o câmbio,
com impacto no poder aquisitivo do consumidor, afirma Rodriguez, seria uma medida impopular,
"mas o presidente Maduro já tem uma alta impopularidade por conta de sua atual política
econômica".
"Há duas maneiras de o consumidor perceber o ajuste. Uma é chegar ao supermercado e constatar
que não tem dinheiro para comprar determinado produto importado, pois a moeda
desvalorizou-se. A outra é ter o dinheiro, mas o produto não existir", disse ele ao Valor. "Esse
segundo caso é o que ocorre hoje na Venezuela."
Com compromissos da ordem de US$ 10 bilhões para honrar neste ano, e uma redução estimada
de US$ 25 bilhões no superávit comercial em 2015, esse ajuste via corte de importações
promovido pelo governo "é insuficiente", diz Rodriguez. Mas, para o economista, é improvável que
a a Venezuela dê um calote em sua dívida neste ano. O país, diz ele, tem US$ 75 bilhões em ativos
líquidos ou liquidáveis, que poderiam ser usados para efetuar os pagamentos. Nesse cálculo
entram desde as reservas internacionais do país, dois terços das quais estão em ouro, e o dinheiro
de diversos fundos extraorçamentários até ativos da estatal petrolífera PDVSA no exterior.
Fonte: http://www.valor.com.br/internacional/4000532/sem-dinheiro-venezuela-faz-corte-recordede-importacao
O GLOBO
http://www.globo.com/
Economia
Argentina denuncia penalmente petroleiras estrangeiras nas Malvinas
Soberania do arquipélago é reivindicada por Buenos Aires.
Denúncia foi feita contra empresas britânicas e norte-americanas.
Da AFP
09/04/2015 14h54 - Atualizado em 09/04/2015 14h55
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A Argentina denunciou ante a justiça local cinco petroleiras, três delas britânicas, que exploram e
exportam hidrocarbonetos perto das Ilhas Malvinas, arquipélago austral cuja soberania é reivindica
por Buenos Aires, informou a chancelaria.
A denúncia foi feita contra as empresas britânicas Rockhopper Exploration plc, Premier Oil plc,
Falkland Oil And Gas Limited e as norte-americanas Noble Energy Inc. e Edison International SpA
por "por conduzir atividades de exploração de hidrocarbonetos na plataforma continental argentina
sem ter obtido a correspondente autorização da Secretaria de Energia".
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/04/argentina-denuncia-penalmente-petroleirasestrangeiras-nas-malvinas.html
Mundo
Argentina convoca embaixador britânico por disputa das Malvinas
Londres já havia convocado antes representante argentina no Reino Unido.
A Argentina reivindica a soberania do arquipélago do Atlântico Sul.
Da EFE
09/04/2015 11h01 - Atualizado em 09/04/2015 11h01
O governo da Argentina convocou nesta quinta-feira (9) o embaixador do Reino Unido, John
Freeman, para exigir-lhe explicações por supostas ações de espionagem contra o país relacionadas
com a disputa sobre as ilhas Malvinas e antecipar a ele que denunciarão empresas petrolíferas por
"exploração ilegal" no arquipélago.
Através de um comunicado, a Chancelaria argentina informou da citação ao embaixador britânico
no mesmo dia que sua colega argentina, Alicia Castro, foi convocada por Londres.
A Argentina reivindica a soberania do arquipélago do Atlântico Sul, que está sob controle britânico
desde 1833, e enfrentou o Reino Unido em uma guerra por esse motivo em 1982, na qual
morreram 900 pessoas, em sua maioria combatentes das tropas argentinas que desembarcaram
nas ilhas.
Fonte:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/04/argentina-convoca-embaixador-britanico-por-
disputa-das-malvinas.html
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