Estado do Rio quer Cartão Saúde para pacientes

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Clipping - Departamento DST/AIDS e Hepatites Virais
ÍNDICE
O GLOBO ONLINE
Pesquisadores identificam nova doença semelhante à Aids ( Saúde) ..........................................................4
Estado do Rio quer Cartão Saúde para pacientes ( Rio) ................................................................................5
AGÊNCIA BRASIL
Campanha de atualização da caderneta de vacinação infantil acaba amanhã em todo o país....................5
TERRA
Doença semelhante a aids é descoberta por cientistas ................................................................................6
G1
Registro de agressões a mulheres cresce 90% em um ano, diz GDF ............................................................7
FOLHA ONLINE
MAM banca mostra com balada psicodélica em São Paulo ..........................................................................8
"Veneno" contra carrapato na USP de Ribeirão Preto (SP) dispensa licença ...............................................9
Governo lança plano para reduzir mortes de vítimas do trânsito ..............................................................10
Operação-tartaruga de servidores do TSE pode prejudicar eleições ..........................................................10
180 GRAUS
Cojuv firma parcerias para realização de formações educativas ................................................................12
24HORAS NEWS
5% da população cuiabana sofre de Diabetes .............................................................................................12
A NOTÍCIA - SC / EDIÇÃO ONLINE
Em Jaraguá do Sul, pais tem até sexta-feira para atualizar carteira de vacinação dos filhos (Geral ) .......13
AGÊNCIA PARÁ NOTÍCIAS - PA
Sespa e Ministério da Saúde avaliam o controle da tuberculose ...............................................................14
AGORA MS
Mais de três milhões de crianças já comparecem aos postos ....................................................................15
AQUIDAUANA NEWS - MS
Estado terá que fornecer medicamento a portador de Hepatite ...............................................................17
CENÁRIO MT
5% da população cuiabana sofre de Diabetes .............................................................................................17
DIÁRIO CATARINENSE ONLINE
Em Jaraguá do Sul, pais tem até sexta-feira para atualizar carteira de vacinação dos filhos .....................18
DIÁRIO DO GRANDE ABC ONLINE - SP
Donisete cobra curso de Medicina na UFABC .............................................................................................19
EXTRA ONLINE - RJ
Estado do Rio quer Cartão Saúde para pacientes .......................................................................................19
IDEST
São Gabriel: Mais de 160 crianças tiveram a carteira de vacinação atualizada ..........................................20
JORNAL NOVO TEMPO
Programa municipal realiza exames de brucelose e tuberculose ...............................................................21
MIDIAMAX - MS
Estado terá que fornecer medicamento de R$ 13 mil ao mês para portador de Hepatite ........................21
MS NOTÍCIAS ONLINE
Estado terá que fornecer medicamento a portador de Hepatite ...............................................................22
O DIA ONLINE - RJ
"Sexo oral é bom para a mulher", dizem cientistas ....................................................................................23
PANTANALNEWS
Mais de três milhões de crianças já comparecem aos postos ....................................................................23
PAROUTUDO.COM
Ativistas criticam situação da ......................................................................................................................25
PORTAL UNIVERSIDADE
UFRJ: Software desenvolvido pela universidade ajuda detectar a tuberculose .........................................25
VEJA ONLINE
Nelson Rodrigues, aos 100, ainda é a cara do Brasil real ............................................................................26
YAHOO NOTÍCIAS
Estado do Rio quer Cartão Saúde para pacientes .......................................................................................28
Candidata em Porto Seguro debocha sobre desvio de verba .....................................................................28
ZERO HORA ONLINE
Ministério da Saúde seguirá em 2013 com a mesma estratégia de prevenção à gripe A deste ano (Geral)
.....................................................................................................................................................................29
O GLOBO ONLINE |
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/08/2012 02:40
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Pesquisadores identificam nova doença semelhante à Aids ( Saúde)
Enfermidade que atinge sistema imunológico é mais comum em adultos da Ásia
WASHINGTON - Pesquisadores identificaram uma nova doença misteriosa que tem causado sintomas semelhantes aos da
Aids em dezenas de pessoas na Ásia e em algumas nos Estados Unidos, mesmo quando não estão infectados pelo HIV.
Os sistemas imunológicos dos pacientes foram danificados, o que os deixou incapazes de se defender de germes como faria
uma pessoa saudável. A causa da doença é desconhecida, mas parece não ser contagiosa.
- Este é um outro tipo de imunodeficiência adquirida que não se herda e ocorre em adultos, mas não se propaga da forma
como a Aids por meio de um vírus - disse a doutora Sarah Browne, cientista do Instituto Nacional de Alergias e Doenças
Infecciosas dos Estados Unidos.
Browne ajudou a realizar o estudo com pesquisadores na Tailândia e em Taiwan, onde foi detectada a maioria dos casos
desde 2004. O relatório foi publicado no "New England Journal of Medicine".
- É provável que algum tipo de infecção possa desencadear a doença, embora pareça que não se propaga de pessoa para
pessoa - disse o doutor Dennis Maki, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Wisconsin.
A doença se desenvolve por cerca de 50 anos em média, mas não é característica de grupos familiares, o que torna
improvável a causa genética, afirmou Browne. Alguns pacientes morreram de infecções fortes, entre eles asiáticos que vivem
atualmente nos Estados Unidos.
Kim Nguyen, de 62 anos, uma costureira originária do Vietnã que vive no estado do Tennessee desde 1975, ficou gravemente
doente com uma febre persistente, infecções nos ossos e outros sintomas em 2009. Esteve enferma de forma recorrente por
vários anos e visitou o Vietnã em 1995 e em 2009.
- Ela estava com um infecção sistêmica, que primeiramente parecia ser uma Tuberculose, mas não era - disse o médico
Carlton Hays.
Deferente do HIV, o vírus que causa a Aids, a nova doença não afeta os linfócitos T, mas provoca um tipo diferente de dano
no sistema imunológico. O estudo de Browne com mais de 200 pessoas de Taiwan e da Tailândia descobriu que a maioria dos
doentes criava anticorpos que bloqueavam o Interferon gama, um sinal químico que ajuda o corpo a se desfazer de infecções.
Ao bloquear esse sinal, as pessoas ficam vulneráveis a vírus, fungos e parasistas, mas especialmente a microbactérias, um
grupo de germes semelhantes aos da Tuberculose, que pode causar graves danos aos pulmões.
Os antibióticos não são sempre eficazes no combate à doença. Os médicos têm tentado outros métodos, incluindo drogas
contra o câncer que ajudam a suprimir a produção de anticorpos. A doença desaparece assim que a infecção é controlada,
mas com o envolvimento do sistema imunológico se torna uma condição crônica, acreditam os pesquisadores.
O fato de que quase todos os pacientes identificados até agora serem da Ásia ou asiáticos que vivem em outros continentes
sugere que fatores genéticos ou ambientais podem desencadear a doença, concluíram os pesquisadores.
O GLOBO ONLINE |
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012 23:18
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Estado do Rio quer Cartão Saúde para pacientes ( Rio)
Secretário se reunirá com prefeituras para discutir melhorias no transporte de doentes
RIO - A implantação do projeto Cartão Saúde, que registra o tipo de procedimento que cada paciente realiza e o local onde
isso ocorre, é a aposta do secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, para fazer com que o processo de regionalização do
atendimento funcione de forma mais eficiente no Estado do Rio. Segundo Côrtes, atualmente há uma demora de três meses
em média até que prefeituras comuniquem seus dados, o que prejudica uma eventual redistribuição de verbas. Desde
domingo, na série de reportagens "O expresso da dor", O GLOBO mostra como o sistema centralizado, principalmente na
capital, obriga os doentes a fazerem longas viagens, em condições precárias, em busca de tratamento.
- Se conseguíssemos ter um acompanhamento rápido, poderíamos remanejar com mais facilidade para outros municípios os
recursos de uma cidade que, por exemplo, só compra ambulâncias e manda os pacientes para a cidade vizinha. O cartão
também será um instrumento importante para o combate a fraudes. Hoje, o que acontece é que quem oferece um bom
atendimento acaba punido, porque é sobrecarregado pelas cidades que não fazem o dever de casa - disse o secretário.
Côrtes também afirmou que se reunirá na semana que vem com a diretoria do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde,
para discutir melhorias no atual sistema de transporte de pacientes do interior para a capital. A ideia é pensar em alternativas
para casos como o da dona de casa Angélica Conceição Germano, mostrado no domingo pelo GLOBO: ela precisou viajar
mais de 24 horas de Porciúncula, no Noroeste Fluminense, para fazer um exame no filho recém-nascido no HemoRio.
O secretário contou ainda que vem conversando com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que o governo do Rio seja
um dos primeiros a adotar, como programa estadual, o Cartão Saúde, que é um projeto federal ainda em fase de
desenvolvimento. Ele lembrou que o sistema das Unidades de Pronto Atendimento já é informatizado e que a adaptação deve
ser simples:
- O Rio pode ser um estado-piloto nesse projeto. Não podemos fazer um cartão próprio, porque o sistema tem que se adequar
ao federal, para que seja formada uma base de dados única.
Mais de 1.300 cidades já têm cartão
O Ministério da Saúde, por sua vez, informou, através de sua assessoria de imprensa, que já foram distribuídos 20 milhões de
cartões para 1.313 municípios brasileiros. Sem especificar dados do Rio de Janeiro, o órgão disse que tem a meta de dar a
todos os brasileiros o cartão ou o número do documento até 2014, incluindo até mesmo os usuários de planos de saúde.
Em fevereiro deste ano, o ministério tornou obrigatório o registro do cartão para atendimentos de média e alta complexidade,
como internações, transplantes e quimioterapia.
AGÊNCIA BRASIL | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/08/2012 08:49
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Campanha de atualização da caderneta de vacinação infantil acaba amanhã em todo o
país
Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A campanha de atualização da caderneta de vacinação infantil termina amanhã (24) em todo o país. De acordo com o
último balanço do Ministério da Saúde, mais de 3 milhões de crianças menores de 5 anos já compareceram aos postos de
saúde.
Desse contingente, 845.455 mil foram vacinadas contra doenças como a poliomielite, o sarampo, a rubéola, caxumba,
coqueluche e meningite. O número representa 28% do total de crianças que visitaram os postos de vacinação, sendo que nem
todas precisaram tomar alguma vacina porque já estavam com a caderneta em dia.
O objetivo da ação, segundo o governo, é reduzir as taxas de abandono do esquema vacinal e, consequentemente, diminuir o
risco de transmissão de doenças que podem ser prevenidas.
Estão disponíveis todas as vacinas do calendário básico infantil, incluindo a pentavalente e a Vacina Inativada Oral contra a
Poliomielite (VOP), lançadas este ano. A primeira reúne em uma única aplicação a tetravalente (que protege contra a difteria, o
tétano, a coqueluche e meningite) e a dose contra a Hepatite B. Já a VOP é indicada para crianças que nunca foram
imunizadas contra a pólio.
Durante a campanha, menores de 5 anos que vivem nas regiões Norte e Nordeste, no Vale do Jequitinhonha e no Vale do
Mucuri, ambos em Minas Gerais, também vão receber suplemento de vitamina A. A ação faz parte do Programa Brasil
Carinhoso, lançado em maio deste ano, que tem como meta a superação da extrema pobreza na primeira infância.
Edição: Graça Adjuto
TERRA | VIDA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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Doença semelhante a aids é descoberta por cientistas
A doença deixa a pessoa vulnerável a vírus, infecções por fungos e parasitas, mas especialmente micobactérias
Pesquisadores identificaram uma doença misteriosa que causa sintomas semelhantes aos da Aids e já afetou pessoas na Ásia
e nos Estados Unidos, embora elas não estejam infectadas pelo HIV. Com a doença, o sistema imunológico dos pacientes fica
frágil e incapaz de se defender de germes e possíveis problemas. A causa da doença é desconhecida, mas parece não ser
contagiosa.
Esse é um outro tipo de imunodeficiência adquirida que não é hereditária e afeta os adultos, mas não espalha da mesma
maneira como a Aids por meio de um vírus, disse Sarah Browne, cientista do Instituto Nacional de Alergia e Doenças
Infecciosas. Ela ajudou a conduzir o estudo com pesquisadores na Tailândia e Taiwan, onde a maior parte dos casos foram
encontrados desde 2004. O relatório está na New England Journal of Medicine.
De acordo com Dennis Maki, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Wisconsin, em Madison, é possível que
algum tipo de infecção desencadeie a doença, mesmo que a doença em si não se propague de uma pessoa para outra.
No geral, a doença se desenvolve em torno de 50 anos de idade, mas não é uma característica de grupos familiares, o que
torna improvável a causa genética, disse Browne. Alguns pacientes morreram de fortes infecções, entre eles alguns asiáticos
que vivem nos Estados Unidos.
Kim Nguyen, de 62 anos, uma costureira do Vietnã que viveu no Tennessee desde 1975, estava gravemente doente quando
procurou ajuda para uma febre persistente, infecções ao longo de seus ossos e outros sintomas estranhos em 2009. Ela
esteve doente por vários anos e visitou o Vietnã em 1995 e em 2009. "Ela estava com uma infecção sistêmica, que a princípio
parecia Tuberculose, mas não era", disse o Carlton Hays Jr, um médico de família na Clínica Jackson em Jackson, em
Tennessee. "Ela é uma mulher pequena, seu peso foi de 91 kg para 69 kg".
Nguyen foi encaminhada para especialistas do Instituto Nacional de Saúde e está fazendo tratamento. "Eu me sinto muito bem
agora, mas sentia tonturas, dores de cabeça e não conseguia comer nada", contou a costureira.
O HIV destrói células T, responsável por defender o sistema imunológico. Por outro lado, a nova doença não afeta as células,
mas causa um tipo diferente de danos no organismo. Em um estudo feito com mais de 200 pessoas, Browne descobriu que a
maioria dos pacientes criava anticorpos que bloqueavam o Interferon gama, um sinal químico que ajuda o corpo a eliminar as
infecções.
Assim, a doença deixa a pessoa vulnerável a vírus, infecções por fungos e parasitas, mas especialmente micobactérias, um
grupo de germes semelhantes a Tuberculose, que pode causar danos graves nos pulmões.
Como os antibióticos nem sempre são eficazes, os médicos têm tentado várias abordagens, incluindo medicamentos contra o
câncer que ajudam a suprimir a produção de anticorpos. A doença desaparece assim que a infecção é controlada, mas como
afeta o sistema imunológico, se torna uma condição crônica, dizem os especialistas.
O fato de que quase todos os pacientes afetados com a doença viverem na Ásia ou serem de origem asiática sugere que
fatores ambientais ou genéticos podem desencadeá-la, segundo os pesquisadores.
G1 | DISTRITO FEDERAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/08/2012 07:00
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Registro de agressões a mulheres cresce 90% em um ano, diz GDF
Secretaria de Saúde contabilizou 1.221 casos em 2010 e 2.319 em 2011. Coordenadora afirma que índice reflete esforço para
aumentar denúncias.
O número de registros de agressões a mulheres cresceu 89,9% em um ano no Distrito Federal. De acordo com a Secretaria de
Saúde, foram 1.221 casos em 2010, contra 2.319 em 2011. A maior parte das vítimas tem entre 20 e 29 anos e sofreu violência
física.
Coordenadora do Núcleo de Estudos e Programas para Acidentes e Violência, Lucimeire Cavalcanti disse acreditar que o
índice reflete mais um esforço para que as agressões sejam notificadas do que uma maior quantidade de agressões. "É por
isso que houve um aumento tão significativo. Desde o ano passado estamos fazendo um trabalho de conscientização em
relação a isso", afirmou.
No início do mês, o Ministério da Saúde anunciou o investimento de R$ 31 milhões no estímulo às notificações. Desse
montante, R$ 100 mil serão repassados ao DF depois que o governo enviar um projeto demonstrando como pretende
aumentar o combate à violência.
Segundo Lucimeire, a ação tem que levar em conta a proteção a quem faz a denúncia, que pode temer uma nova agressão, e
questões culturais. "Esses 'mitos' estão arraigados na nossa sociedade e a gente vem trabalhando muito para mudar isso: de
que pai e mãe podem bater nos filhos se não a polícia vai bater ou que ninguém mete a colher em briga de casal."
Atualmente o DF conta com 14 programas de ajuda e atendimento especializado para mulheres vítimas de violência, todos em
hospitais regionais. Além disso, todas as 31 delegacias da capital do país têm uma sessão para suporte ao público feminino e
em 1986 foi criada a Delegacia da Mulher.
Ranking
Dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal apontam o DF como o líder em denúncias de agressões
contra mulheres por meio do Ligue 180. Entre janeiro e março deste ano, foram 303,14 ligações a cada grupo de 100 mil.
Em seguida aparecem os estados do Espírito Santo, Pará, Mato Grosso do Sul e Bahia. No dia 7 de agosto a Lei Maria da
Penha completou seis anos.
De acordo com a psicóloga da secretaria Vivian Dayrell, a violência contra a mulher não se refere apenas à agressão física.
"Geralmente a mulher chega ao centro de atendimento quando sofreu violência física, mas o que eu observo é que a mais
comum é a violência psicológica, que seria sofrer ameaça, desqualificação", disse.
Uma dona de casa que preferiu não se identificar passou sete anos sendo agredida pelo marido. Da última vez, depois que
levou um soco no olho, decidiu denunciar. "Eu me sentia muito humilhada, ficava com vergonha porque ele me xingava na
frente de todo mundo. Ele ficava me xingando de tudo o que é nome", contou.
FOLHA ONLINE | ILUSTRADA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/08/2012 07:00
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MAM banca mostra com balada psicodélica em São Paulo
Desmontada a mostra de gravuras soturnas de Oswaldo Goeldi (1895-1961), uma invasão de cores psicodélicas vai tomar o
Museu de Arte Moderna de São Paulo para uma festa hoje à noite.
Quem se lembra do encerramento da Bienal de São Paulo, a poucos metros dali, em 2008, vai sentir um gostinho de "déjà-vu",
já que é a mesma dupla de artistas, Eli Sudbrack e Christophe Hamaide Pierson, do Avaf, que comanda o visual da pista.
Mas a festa tem motivo para além do hedonismo que marca o trabalho da dupla, que já levou um carro alegórico, Travestis
sambando e frutas gigantes à Bienal.
Na tentativa de garantir verbas para a edição 2013 do tradicional Panorama da Arte Brasileira, mostra bienal que o museu faz
para destacar artistas emergentes na cena nacional, a festa já vendeu 600 convites a R$ 1.000 e teve uma doação direta de
outros R$ 160 mil --estratégia que instituições gigantes como o MoMA, em Nova York, já usam há algum tempo.
"Essa festa do MAM é bem ambiciosa, quase uma exposição numa noite só", conta Sudbrack à Folha. "Eles me convidaram
para fazer todo o "décor", digamos assim."
Travestis CICLOPES
Nesse "décor", haverá um adesivo imenso colado de fora a fora na fachada de vidro do prédio, balões gigantes sobre a pista
de dança, que vão receber projeções de vídeos do Avaf, painéis coloridos que serão leiloados depois da festa e --a cereja no
bolo-- uma projeção sobre uma lateral da Oca, o prédio-óvni de Niemeyer no Ibirapuera.
De longe, são motivos geométricos e cores abstratas, mas Sudbrack explica que a animação estampada sobre a Oca são
Travestis ciclopes que ele desenhou numa obra.
Chiara Banfi, artista que, como o Avaf, já participou de um Panorama, será a DJ da noite. Os convites dão direito a entrar na
festa e também valem por um múltiplo de um dos sete criadores escalados para incrementar a soirée, entre eles Lucia Koch,
Luiz Braga, Mônica Nador e Cabelo.
Foram as galerias desses artistas que bancaram a produção dos múltiplos, liberando toda a renda deles para os cofres do
MAM, que já bateu a meta de R$ 700 mil para bancar o próximo Panorama.
"Existem outras festas para arrecadar recursos, não só no mundo da arte", diz Flávia Velloso, do núcleo contemporâneo do
museu, que armou a balada. "Mas a novidade é chamar esses artistas para fazer obras-convite."
"É uma coisa comum no exterior os artistas se envolverem com o museu para financiar sua programação", diz Sudbrack.
FOLHA ONLINE | COTIDIANO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/08/2012 06:15
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"Veneno" contra carrapato na USP de Ribeirão Preto (SP) dispensa licença
A aplicação de um produto químico para acabar com a infestação de carrapatos no campus da USP (Universidade de São
Paulo) de Ribeirão Preto (313 km de SP) não depende de licenciamento ou autorização de órgãos ambientais.
A informação é do Ministério Público Estadual, que pediu ao Conselho Superior do órgão, em São Paulo, o arquivamento do
inquérito que avalia a situação das capivaras, hospedeiras do carrapato-estrela --transmissor da febre maculosa, doença que
pode até matar-- na unidade de Ribeirão Preto.
O campus, uma antiga fazenda com vários pontos de vegetação, sofre um excesso de capivaras --até uma contagem chegou a
ser cogitada.
Como a Folha publicou em julho, a USP aguarda aval da Promotoria para poder aplicar o "veneno" que exterminará o
carrapato-estrela.
Não há prazo para que o conselho da Promotoria dê uma resposta --a previsão é de até quatro meses.
Questionada pela Promotoria de Ribeirão, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) informou que a
substância Lambdacyalotrine, cogitada para a aplicação, possui registro no Ministério da Saúde.
O promotor Sebastião Sérgio da Silveira disse que, apesar de a lei não exigir licenciamento para a aplicação, ele não deixará
de cobrar da universidade caso aconteça algum dano ambiental.
A assessoria da USP disse que o coordenador do campus, Osvaldo Luiz Bezzon, não poderia atender nesta quarta-feira (22) a
reportagem. O assunto deve ser debatido em reunião na próxima segunda-feira (27).
FOLHA ONLINE | COTIDIANO
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23/08/2012 05:30
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Governo lança plano para reduzir mortes de vítimas do trânsito
O Ministério da Saúde criará novas regras para o atendimento ao trauma no SUS (Sistema Único de Saúde). Estão previstos
o credenciamento de mais hospitais especializados, a adoção de diretrizes clínicas para atender o paciente e a criação de um
banco de dados nacional.
O primeiro passo será a publicação hoje de uma consulta pública no "Diário Oficial da União". O documento ficará disponível
para sugestões durante 30 dias. A previsão é que as regras passem a valer a partir de janeiro.
Segundo o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a proposta é que haja mudanças desde o primeiro socorro pelo Samu
(serviço de ambulâncias), ou pela unidade básica de saúde, até a forma como o paciente será atendido dentro do hospital.
"Nossa avaliação é que o atendimento das urgências e emergências é o espaço mais crítico, de baixa qualidade, no SUS",
afirmou à Folha.
A meta, segundo ele, é reduzir as taxas de mortalidade de traumatizados de acidentes de trânsito em 17%, mesmo percentual
obtido pelos EUA após a implantação de um sistema organizado de atendimento ao trauma.
Em 2010, o SIM (Sistema de Informação de Mortalidade) notificou 42.884 mortes por acidente de trânsito.
Padilha diz que a proposta é organizar a nova rede em três diferentes níveis de complexidade de atendimento (hospitais que
fazem neurocirurgia, por exemplo).
Esses hospitais receberão mais recursos, mas, segundo ele, os valores só serão definidos após o fim da consulta pública e de
acertos com Estados e municípios.
"Será mais atrativo para os hospitais se organizarem e garantirem a qualidade do atendimento ao trauma."
Muitas vezes, diz Padilha, o Samu faz um bom atendimento, mas tem dificuldade de encaminhar o paciente ao hospital
especializado. Outra situação comum é o acidentado ficar dias em uma maca, esperando por um leito.
QUALIFICAÇÃO
Segundo Milton Steinman, professor colaborador de cirurgia-geral e do trauma da USP, uma questão central é que o país
garanta o financiamento dos recursos necessários para atender o trauma.
Na sua opinião, antes de lançar um programa nacional, o ministério deveria fazer um projeto-piloto, menor, com o intuito de
criar um modelo a ser seguido.
Steinman afirma que, para garantir qualidade, é preciso, antes, qualificar médicos e hospitais. "É um caminho longo. Não é em
três meses que se faz isso."
FOLHA ONLINE | COLUNISTAS
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23/08/2012 03:00
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Operação-tartaruga de servidores do TSE pode prejudicar eleições
Contra o relógio Além de afetar o calendário de licitações para a eleição, a operação-tartaruga dos servidores do TSE congelou
a análise de processos encaminhados pelos tribunais regionais. Ministros e procuradores temem que deságuem na corte
milhares de pedidos de registros de candidaturas às vésperas do pleito, com exigência de deliberação em 48 horas. Com o
atraso, candidatos indeferidos em segunda instância seriam impedidos de ir às urnas, trazendo insegurança jurídica ao
resultado.
Dupla jornada O cronograma de atividades do tribunal é prejudicado também pelo julgamento do mensalão. José Antônio Dias
Toffoli, Cármen Lúcia e Marco Aurélio Mello conciliam as extenuantes sessões do STF com a pauta eleitoral. As reuniões,
contudo, têm durado uma hora menos que o normal.
Ainda é cedo O voto de Ricardo Lewandowski condenando Henrique Pizzolato não desanimou advogados dos réus do
mensalão. Eles ainda depositam no ministro a expectativa de que José Dirceu e outros expoentes do PT sejam inocentados.
Afinidades Eleito em 2010, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) contratou no ano seguinte para o seu gabinete três
funcionários que prestaram serviços à sua campanha, segundo dados do TSE. Eles participaram de jantares de campanha do
então candidato. Um deles recebeu R$ 3.000 pelo trabalho.
Outro lado A assessoria do petista, que disputa a eleição em Osasco e enfrentará hoje jornada decisiva no Supremo, afirma
que eles foram admitidos "em reconhecimento a seu desempenho".
Na fila Enquanto o STF se dedica ao mensalão petista, oficiais da Justiça Federal começaram a citar os 37 denunciados na
Operação Caixa de Pandora para apresentar defesa. O "mensalão do DEM" derrubou o então governador José Roberto Arruda
(DF).
Deixa estar Demonstrando irritação com as imagens de filas nos aeroportos e a faixa de grevistas da Polícia Rodoviária
Federal que anuncia passagem livre ao tráfico de drogas, Dilma Rousseff diz a interlocutores que aguarda punição "exemplar"
do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) aos envolvidos.
Fica na sua Dilma vetou a participação da ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) em palanques do PT onde a base
governista está dividida, como Recife e Belo Horizonte. Ideli recebeu o recado após viagem a Fortaleza e abortou agenda na
capital pernambucana. O governo quer blindá-la de eventuais crises com aliados.
Pupila A presidente pretende inspecionar hoje na Bahia mutirão para cirurgia de cataratas, um dos projetos da gestão de José
Serra no Ministério da Saúde mais explorados por ele nas campanhas presidenciais. O nome da cidade: Serrinha.
Cofre vazio Embora PT e PSDB reclamem da tímida arrecadação para a campanha paulistana, tesoureiros de outros partidos
garantem que as grandes corporações, sobretudo as do setor financeiro, mantêm a polarização. "Eles dizem que só vão doar
para Serra e Fernando Haddad", diz um tesoureiro.
Mais-valia Serra receberá o apoio de ala dissidente da Força Sindical e da UGT em setembro. Já a CUT quer inaugurar seu
comitê pró-Haddad na segunda-feira.
Visita à Folha Paulo Sérgio Kakinoff, presidente da Gol Linhas Aéreas, visitou ontem a Folha, onde foi recebido em almoço.
Estava com Marcus de Barros Pinto, gerente de comunicação externa, e José Schiavoni, assessor de imprensa.
*
TIROTEIO
Mesmo não sendo candidato, Paulo Maluf aparece na TV e na fala dos que cospem no prato que já comeram. É dor de
cotovelo.
DO SECRETÁRIO-GERAL DO PP-SP, JESSE RIBEIRO, sobre as críticas do ex-aliado Celso Russomanno e o uso da imagem
do ex-governador no horário do PSTU.
*
CONTRAPONTO
Onde mesmo?
Durante sabatina da Folha, ontem, Celso Russomanno respondia a uma pergunta sobre a conduta do PRB acerca dos ataques
homofóbicos em São Paulo. O candidato disse que seu partido tem militantes da causa LGBTT.
--Temos, inclusive, um candidato gay no Pará que foi barrado. E ele é do PRB, com muito orgulho.
Na plateia, o presidente nacional da sigla, Marcos Pereira, corrigiu o aliado, em tom de brincadeira:
--A resposta foi boa, mas ele errou o Estado.
O candidato a que se referia Russomanno é o promotor de eventos Gerson Neto, de Manaus (AM).
Com FÁBIO ZAMBELI e ANDRÉIA SADI.
180 GRAUS | GERAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/08/2012 04:57
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Cojuv firma parcerias para realização de formações educativas
As ações abrangem formações educativas de prevenção as drogas, Sexualidade juvenil
A Coordenadoria Estadual da Juventude (Cojuv), através da diretoria de políticas sociais, firmou na manhã desta quarta-feira
(22), uma parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi) e com a Faculdade de Ciências Médicas (Facime) da
Universidade Estadual do Piauí (Uespi), para a realização de atividades do projeto Falando Sobre Mim. As ações abrangem
formações educativas de prevenção as drogas, Sexualidade juvenil e bullying na adolescência. A iniciativa abrange duas
etapas: a primeira contempla a realização de palestras sobre temáticas relacionadas a juventude: já a segunda oportuniza a
realização de oficinas de primeiros socorros, educação no trânsito e sustentabilidade. "É um conjunto de ações afirmativas que
buscam combate e prevenir as drogas, o bullying nas escolas e a violência juvenil", afirma a diretora de políticas sociais da
Cojuv, Samara Marins. Para o diretor da Facime, José Adail, o projeto tem, sim, grande impacto, envolvendo toda a juventude
do Estado do Piauí em um processo de diálogo. "As ações desencadeiam uma reflexão crítica sobre os temas abordados pelos
especialistas", assegura. Participaram do encontro, o diretor Facime, José Adail, o representante da Sesapi, George , a diretora
de politicas sociais da Cojuv, Samara Martins e a gerente de saúde e educação, Luciana Hipólito.
24HORAS NEWS | NOTÍCIAS
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
Veja a matéria no site de origem
5% da população cuiabana sofre de Diabetes
Cedic Cedilab
Cerca de 5% da população cuiabana, maior de 18 anos, é diagnosticada com Diabetes, revela a pesquisa de Vigilância de
Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde.
Alerta a esse número, o Cedic Cedilab promove no próximo sábado, 25 de agosto, das 8h30 às 11h30, um Encontro Científico
para discutir os avanços do controle glicêmico do paciente diabético.
A palestra voltada à classe médica da região será ministrada pelo Dr. Mauro Scharf, endocrinologista e pediatra com
especialização no International Diabetes Center, nos Estados Unidos, atual diretor do Departamento de Diabetes no Jovem da
Sociedade Brasileira de Diabetes, e diretor-médico da DASA no Sul do Brasil. "É uma excelente oportunidade para debater o
melhor tratamento da doença, que tem um comportamento epidêmico em todo o mundo, melhorando assim a prática no
tratamento do Diabetes", avalia Scharf. De acordo com o Ministério da Saúde, mundialmente, mais de 200 milhões de
pessoas sofrem com a doença.
No encontro, o médico falará da importância do exame CGMS (Continuos Glucose Monitoring System), um aparelho de
monitorização contínua de glicose, que permite a identificação das alterações dos níveis glicêmicos do paciente. "Este aparelho
oferece ao especialista a oportunidade de compreender o comportamento glicêmico do diabético, possibilitando o ajuste das
doses de insulina e medicamentos ou até mesmo modificar o horário de administração dos remédios", explica o
endocrinologista. Este aparelho é uma inovação para o tratamento de diabéticos, pois enquanto o paciente checa o nível de
glicemia capilar cerca de quatro vezes ao dia, o CGMS tem capacidade para realizar 288 medições a cada 24 horas.
Para que esta monitorização seja possível, o médico implanta no tecido subcutâneo do paciente um sensor, que medirá a cada
10 segundos o nível de glicose na corrente sanguínea. O sensor armazena no CGMS a média das leituras glicêmicas
realizadas em um intervalo de cinco minutos, o que possibilitará ao especialista detectar hipoglicemias assintomáticas. "O
paciente ficará com o aparelho de três a sete dias, dependendo da necessidade. Após este período o médico avaliará o
histórico dos níveis de glicose, podendo assim, identificar as oscilações irregulares, como, por exemplo, as hipoglicemias
noturnas, das quais o diabético não tem conhecimento", esclarece Scharf.
O CGMS pode ser feito em pacientes com Diabetes tipo 1 e 2 ou em pacientes não-diabéticos, desde que haja suspeita de
alterações no equilíbrio da glicose. O teste é indicado ainda na avaliação de situações particulares como: níveis elevados de
hemoglobina glicada (HbA1C), episódios de hiperglicemia e hipoglicemia com perda de consciência, avaliação de indivíduos
submetidos à cirurgia bariátrica (para confirmação da suspeita da Síndrome de Dumping) e na verificação da existência de
diabetes gestacional. "Este exame não modifica a rotina do paciente. Pelo contrário, ele deverá manter seu dia a dia normal,
para que o médico possa identificar com precisão os horários, a alimentação e as atividades que estão desencadeando os
picos glicêmicos", finaliza Mauro Scharf.
A NOTÍCIA - SC / EDIÇÃO ONLINE |
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/08/2012 04:31
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Em Jaraguá do Sul, pais tem até sexta-feira para atualizar carteira de vacinação dos
filhos (Geral )
Desde sábado a cidade participa junto com a campanha Nacional de Multivacinação
Os pais que tem filhos até cinco anos de idade, podem levar os pequenos em qualquer unidade de saúde de Jaraguá do Sul
até sexta-feira, para verificar a carteirinha de vacinação e atualizar as imunizações que faltam. Desde sábado Jaraguá participa
junto com a campanha Nacional de Multivacinação, de atualização da caderneta de vacinação, que termina na sexta-feira. Mas
na cidade, a campanha é ainda mais abrangente, os pais também podem levar as carteirinhas e tomar as vacinas que tenham
passado despercebido ao longo dos anos. As unidades de saúde ficam abertas das 7h às16h30, mas o posto do Centro fecha
mais tarde, às 17h45. "Muita gente acha que vacina não é coisa de gente grande, mas tem muitas que são muito importantes
que só tomamos quando adultos", destaca o diretor de vigilância em saúde, Walter Clavera. Segundo ele, se outras pessoas
tiverem interesse podem aproveitar a campanha. ? Os que não tiverem o registro em mãos, tem a alternativa de ir até a
unidade que mais frequenta e ver se há registro da última vacina que tomou ? sugere o diretor. No primeiro dia de campanha,
no sábado, foi feito o dia D. Mais de 3.370 mil crianças de zero a cinco anos foram levadas pelos pais para serem atendidas
nas unidades de saúde. ? Esta quantia representa 30% da população infantil de Jaraguá. Pelo menos 10% deste número
precisou tomar alguma vacina ? destaca. Conforme dados do IBGE, o município tem hoje, 9.980 crianças até cinco anos. As
principais vacinas nesta fase são as que previnem contra a paralisia infantil, diarreias graves, rubéola, caxumba, sarampo,
meningite tipo C, dez tipos de pneumonia, difteria, tétano, coqueluche, meningite e Hepatite B. De acordo com Clavera é até
os cinco anos que o organismo tem menos resistência e se prepara para criar as defesas necessárias para se proteger de
diversas doenças. ? Por isso imunizar é tão importante. Entre as vacinas que não podem deixar de faltar na fase adulta são as
que previnem contra a rubéola, caxumba, antitetânica, Hepatite B e febre amarela, em caso de viagem.Unidades de saúde de
Jaraguá do Sul Amizade - Tifa SchubertPosto de Saúde Luiz Martins GonçalvesRua: Annieta Mathias Enke, 550Telefone:
3376-6233Horário de atendimento: 7h às 16h30 Barra do Rio CerroPosto de Saúde Wolfgang Weege - Pama 2Rua: Pastor
Albert Schneider, 249Telefone: 3376-1329 - 3376-1467Horário de atendimento: 7h às 16h30 CentroUnidade Básica
CentralRua: Reinoldo Rau, 123Telefone: 3276-8900Horário de atendimento: 7h15 às 17h45Sábados: 08h às 11:45 Estrada
NovaPosto de Saúde Mathilde Sebold BlunkRua: Ingo Blunk, s/nTelefone: 3276-0690Horário de atendimento: 7h às 16h30 Ilha
da FigueiraPosto de Saúde Ilha da FigueiraRua: João Sanson, 156Telefone: 3370-4014Horário de atendimento: 7h às 16h30
João PessoaPosto de Saúde Germano SachtRua: Manoel Francisco da Costa, 4.390Telefone: 3370-2299Horário de
atendimento: 7h às 16h30 Nereu RamosPosto de Saúde Padre Antônio EchelmeyerRua: André Voltolini, 915 (fundos da
igreja)Telefone: 3276-0211Horário de atendimento: 7h às 16h30 Rau - CohabPosto de Saúde Dr. Alexander OtsaRua: Prefeito
José Bauer, 557Telefone: 3371-9686Horário de atendimento: 7h às 16h30 Rio Cerro IIPosto de Saúde Ricardo RoederRua:
Rodovia SC 416 Km 16Telefone: 3273-1077Horário de atendimento: 7h às 16h30 Rio da LuzPosto de Saúde Cirilo ReinkeRua:
Georg Reinke, s/nTelefone: 3276-3163Horário de atendimento: 7h às 16h30 Santa LuziaPosto de Saúde Anna Preti PedriRua:
Emídia Prestini Gascho, 85Telefone: 3274-8149Horário de atendimento: 7h às 16h30 Santo AntônioPosto de Saúde Dr.
Agostinho Luís BianchiRua: Maximino Beber, 595Telefone: 3276-0570Horário de atendimento: 7h às 16h30 Santo
EstêvãoPosto de Saúde Santo EstêvãoRua: Rodovia JGS 461 - Estrada GaribaldiTelefone: 3055-8330Horário de atendimento:
7h às 16h30 São Luís - CaicPosto de Saúde Renato Pradi - CaicRua: Carlos Tribess, 150Telefone: 3370-8710Horário de
atendimento: 7h às 16h30Vila LalauPosto de Saúde Dr. Álvaro BatalhaRua: Dona Matilde, 375Telefone: 3371-8243Horário de
atendimento: 7h às 16h30 Vila LenziPosto de Saúde Dr. Erich KauffmannRua: Onélia Horst, 208Telefone: 3371-6495Horário de
atendimento: 7h às 16h30 Vila NovaPosto de Saúde Adilson BassaniRua: 25 de Julho, 576Telefone: 3372-1594Horário de
atendimento: 7h às 16h30
AGÊNCIA PARÁ NOTÍCIAS - PA | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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Sespa e Ministério da Saúde avaliam o controle da tuberculose
José Pantoja/ Sespa
O secretário de Saúde Pública, Helio Franco (centro), participou, com outras autoridades, da reunião que discutiu estratégias
de controle da doença
Da Redação
Agência Pará de Notícias
Com objetivo de analisar a situação da Tuberculose no Pará, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e o Ministério
da Saúde reuniram-se nesta terça-feira (21) para discutir estratégias de controle da doença. Durante a reunião, o secretário de
Estado de Saúde Pública, Helio Franco, e o coordenador adjunto do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Fábio
Moherdaui, articularam as ações para as visitas de monitoramento e avaliação que ocorrerão nos municípios da Região
Metropolitana de Belém.
Até sexta-feira (24), técnicos da Sespa, Ministério da Saúde e das secretarias municipais de saúde percorrerão unidades
hospitalares, coordenação estadual e municipal do programa de Belém e Ananindeua, sistema de informação estadual,
assistência farmacêutica estadual, Unidades Básicas de Saúde e Estratégias de Saúde da Família, laboratório estadual e
municipal, Hospital Universitário João Barros Barreto e o complexo penitenciário de Marituba.
O trabalho recebe o apoio de técnicos das coordenações estaduais e municipais de Santa Catarina, São Paulo e Ceará, que
fazem parte da Rede de Monitoramento. Também participam do processo profissionais do Ministério Público e do Comitê
Metropolitano. Segundo Fabio Moherdaui, além da avaliação, o encontro também possibilita integração e troca de experiências
com os demais profissionais de saúde. "A partir das visitas, são identificadas áreas críticas nos aspectos técnicos e
administrativos em relação à estratégia e às atividades de controle da Tuberculose", acrescentou.
O coordenador destacou que no último ano houve melhorias nas ações em todo o Pará, principalmente nas áreas endêmicas.
"Os indicadores apontam evolução no Programa Estadual de Controle da Tuberculose. O comprometimento do Governo do
Pará tem sido fundamental. Observamos o fortalecimento das ações e a reestruturação das equipes que trabalham
diretamente com o monitoramento estadual. Isso nos deixa satisfeitos", avaliou.
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem elevadas taxas de incidência e de mortalidade por Tuberculose, e por esta
razão figura entre os 22 países que respondem por 80% dos casos novos que ocorrem no mundo. Dados do ministério de 2011
mostra que foram registrados 3.804 casos no Pará. Em 2010, a taxa de cura em bacilíferos foi de 73,3%, sendo que o
preconizado pelo Ministério da Saúde é no mínimo 85%.
O abandono do tratamento no mesmo período foi de 8,3%, quando o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
é inferior a 5%. Belém é a segunda capital em incidência de casos e a décima em taxa de mortalidade do Brasil. Os números
apontam que a capital contribui com cerca de 40% dos casos novos registrados no Estado e que a taxa de mortalidade por
Tuberculose em 2010 foi de 3,4 por 100 mil habitantes.
Segundo a coordenadora estadual do Programa de Controle da Tuberculose, Lúcia Monteiro, com o apoio do 1º Centro
Regional de Saúde, ao longo do ano são intensificadas as atividades para o monitoramento e a avaliação das ações dos
municípios que abrangem a região. "Nosso papel é discutir e encontrar junto com os municípios estratégias para as ações.
Também ajudamos para corrigir distorções encontradas", explicou. Após as visitas, haverá uma reunião devolutiva, com as
recomendações para o Estado e municípios.
Texto:
Edna Sidou - Sespa
Fone: (91) 4006-4822 - 4006-4823 /
Email: [email protected]
AGORA MS | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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Mais de três milhões de crianças já comparecem aos postos
Desde o início da campanha, 845 mil crianças foram vacinadas contra várias doenças. A ação segue até sexta-feira (24) e tem
o objetivo de melhorar a cobertura vacinal do público infantil
Nos primeiros quatro dias da campanha de atualização da caderneta, 845.455 mil crianças, menores de cinco anos, foram
vacinadas contra doenças, como poliomielite, sarampo, rubéola, caxumba, coqueluche, meningite, entre outras. Este número
representa 28% do contingente de três milhões de crianças que compareceram a um dos 34 mil postos de vacinação
espalhados por todo o país. Contudo, nem todas precisaram tomar vacinas porque já estavam com a caderneta em dia.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, destacou a importância desta ação. "É a primeira vez que realizamos no
Brasil um tipo de campanha como esta, com a oferta de todas as vacinas para atualizar o cartão da criança. Como o Programa
Nacional de Imunizações oferece um número grande de vacinas - que são aplicadas em períodos diferentes - não é raro as
crianças estarem com o calendário atrasado", ressaltou.
De acordo com o secretário, se o calendário de vacinação não estiver em dia, a criança fica desprotegida até que ocorra a
atualização. "Por isso esta campanha é importante. Se a criança está com o calendário totalmente atualizado, não vai tomar
vacina, mas se estiver com alguma atrasada, precisa receber as doses naquele momento", afirmou o secretário.
A ação tem como objetivo reduzir as taxas de abandono do esquema vacinal e, consequentemente, diminuir o risco de
transmissão de doenças que podem ser prevenidas. Estão disponíveis todas as vacinas do calendário básico da criança. São
elas: BCG, Hepatite B, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), rotavírus,
pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP
(difteria, tétano e coqueluche).
Até o final da tarde desta terça-feira, foram aplicadas 1.339.946 doses de vacinas nas crianças menores de cinco anos de
idade. A vacina tríplice bacteriana (DTP) foi a mais utilizada, com 298.120 doses administradas. Também foram aplicadas
237.216 doses da vacina oral poliomielite, 239.547 doses da vacina tríplice viral e 152.989 doses da vacina pneumocócica
conjugada 10 valente. Os dados são preliminares e representam o que foi registrado pelos municípios até este momento.
Do total de doses aplicadas, a maior parte foi em crianças menores de um ano (477.848). Foram ainda aplicadas 316.075 em
crianças de um ano de idade. Outras 38.449 doses foram administradas em crianças de dois anos de idade. Já na faixa etária
de três anos, foram aplicadas 28.040. Entre aquelas com quatro anos de idade, foram administradas 482.654 doses.
A campanha é realizada em conjunto entre o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o
país. Para a operacionalização desta estratégia, o Ministério da Saúde repassou R$ 18,6 milhões do Fundo Nacional de
Saúde (FNS) aos fundos estaduais e municipais.
Pentavalente - É injetável e reúne em uma única aplicação a proteção de duas vacinas distintas, a tetravalente - que deixa de
ser ofertada e protege contra difteria, tétano, coqueluche e doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, como
meningite, e a vacina Hepatite B. Significa uma picada a menos para as crianças. A vacina pentavalente será aplicada aos
dois, aos quatro e aos seis meses de vida. Se a criança tiver começado o calendário com a tetravalente, sem que tenha
terminado o esquema vacinal, deverá tomar a pentavalente. Contudo, caso o município tenha estoque remanescente da
tetravalente, a criança poderá concluir o esquema com esta vacina.
Além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a DTP. O primeiro reforço deverá ser administrado aos 12
meses e o segundo aos quatro anos. Os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina Hepatite B nas
primeiras 24 horas de vida, preferencialmente nas 12 horas, para prevenir a transmissão vertical.
Pólio inativada - As crianças que nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil, irão tomar a primeira dose aos dois meses
e a segunda aos quatro meses, com a vacina inativada poliomielite, de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses), e o
reforço (aos quinze meses) continuam com a vacina oral, ou seja, as duas gotinhas. As crianças que já começaram o
calendário básico com a vacina oral continuam o esquema antigo com as gotinhas: dois meses, quatro meses, seis meses e 15
meses.
Enquanto a pólio não for erradicada no mundo, o Ministério da Saúde continuará a utilizar a vacina oral poliomielite (VOP),
pois ainda existem três países (Nigéria, Afeganistão e Paquistão) endêmicos para a doença. As doses da VOP visam manter a
imunidade populacional (de rebanho) contra o risco potencial de introdução de poliovírus selvagem através de viajantes
oriundos de localidades que ainda apresentam casos autóctones da poliomielite, por exemplo.
O Brasil já está se preparando para utilizar, apenas, a vacina inativada quando ocorrer a erradicação da doença no mundo. A
VIP será incluída na pentavalente junto com a vacina meningocócica C (conjugada) transformando-se na vacina heptavalente.
Os laboratórios Bio-Manguinhos, Butantan e Fundação Ezequiel Dias (FUNED) estão desenvolvendo este projeto. A previsão é
que a vacina heptavalente esteja disponível no Programa Nacional de Imunizações daqui a quatro ou cinco anos.
AQUIDAUANA NEWS - MS | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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Estado terá que fornecer medicamento a portador de Hepatite
Em julgamento realizado pela 3ª Seção Cível do Tribunal de Justiça, os desembargadores decidiram que o Estado de Mato
Grosso do Sul terá que fornecer, gratuitamente, dois frascos do medicamento Sorafenid 200 mg, até o 5º dia útil de todo mês,
para R.B.S., que é portador de Hepatite crônica C, Cirrose hepática e Hepatocarcinoma.
O impetrante, com 76 anos, na inicial do pedido, solicitou o fornecimento da medicação Nexavar 200 mg. Segundo consta da
justificativa médica para a solicitação do medicamento, R.B.S. encontra-se em tratamento clínico, já tendo sido submetido ao
procedimento de quimioembolização dos nódulos e a outros procedimentos. Não foi possível inclui-lo em lista de transplante
hepático em razão da idade e pelo tamanho dos nódulos.
O medicamento contém o princípio ativo necessário para seu tratamento, mas se fosse custeado pelo paciente custaria
mensalmente R$ 13.512,92, correspondendo ao valor anual de R$ 162.155,04, sendo tal quantia inviável para seu orçamento.
R.B.S. já havia conseguido, em liminar, o fornecimento do Sorafenid, que contém o mesmo princípio ativo do medicamento
solicitado. O Estado impetrou recurso contra a decisão da liminar, mas não obteve êxito.
No julgamento do Mandado de Segurança , por unanimidade foram afastadas as preliminares e, no mérito, concedida a
segurança, nos termos do voto do relator , Des. João Maria Lós.
Mandado de Segurança nº 0016043-85.2012.8.12.0000
Ms Noticias
CENÁRIO MT | MATO GROSSO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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5% da população cuiabana sofre de Diabetes
Cerca de 5% da população cuiabana, maior de 18 anos, é diagnosticada com Diabetes, revela a pesquisa de Vigilância de
Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde.
Alerta a esse número, o Cedic Cedilab promove no próximo sábado, 25 de agosto, das 8h30 às 11h30, um Encontro Científico
para discutir os avanços do controle glicêmico do paciente diabético.
A palestra voltada à classe médica da região será ministrada pelo Dr. Mauro Scharf, endocrinologista e pediatra com
especialização no International Diabetes Center, nos Estados Unidos, atual diretor do Departamento de Diabetes no Jovem da
Sociedade Brasileira de Diabetes, e diretor-médico da DASA no Sul do Brasil. "É uma excelente oportunidade para debater o
melhor tratamento da doença, que tem um comportamento epidêmico em todo o mundo, melhorando assim a prática no
tratamento do Diabetes", avalia Scharf. De acordo com o Ministério da Saúde, mundialmente, mais de 200 milhões de
pessoas sofrem com a doença.
No encontro, o médico falará da importância do exame CGMS (Continuos Glucose Monitoring System), um aparelho de
monitorização contínua de glicose, que permite a identificação das alterações dos níveis glicêmicos do paciente. "Este aparelho
oferece ao especialista a oportunidade de compreender o comportamento glicêmico do diabético, possibilitando o ajuste das
doses de insulina e medicamentos ou até mesmo modificar o horário de administração dos remédios", explica o
endocrinologista. Este aparelho é uma inovação para o tratamento de diabéticos, pois enquanto o paciente checa o nível de
glicemia capilar cerca de quatro vezes ao dia, o CGMS tem capacidade para realizar 288 medições a cada 24 horas.
Para que esta monitorização seja possível, o médico implanta no tecido subcutâneo do paciente um sensor, que medirá a cada
10 segundos o nível de glicose na corrente sanguínea. O sensor armazena no CGMS a média das leituras glicêmicas
realizadas em um intervalo de cinco minutos, o que possibilitará ao especialista detectar hipoglicemias assintomáticas. "O
paciente ficará com o aparelho de três a sete dias, dependendo da necessidade. Após este período o médico avaliará o
histórico dos níveis de glicose, podendo assim, identificar as oscilações irregulares, como, por exemplo, as hipoglicemias
noturnas, das quais o diabético não tem conhecimento", esclarece Scharf.
O CGMS pode ser feito em pacientes com Diabetes tipo 1 e 2 ou em pacientes não-diabéticos, desde que haja suspeita de
alterações no equilíbrio da glicose. O teste é indicado ainda na avaliação de situações particulares como: níveis elevados de
hemoglobina glicada (HbA1C), episódios de hiperglicemia e hipoglicemia com perda de consciência, avaliação de indivíduos
submetidos à cirurgia bariátrica (para confirmação da suspeita da Síndrome de Dumping) e na verificação da existência de
diabetes gestacional. "Este exame não modifica a rotina do paciente. Pelo contrário, ele deverá manter seu dia a dia normal,
para que o médico possa identificar com precisão os horários, a alimentação e as atividades que estão desencadeando os
picos glicêmicos", finaliza Mauro Scharf.
DIÁRIO CATARINENSE ONLINE |
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
23/08/2012 04:31
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Em Jaraguá do Sul, pais tem até sexta-feira para atualizar carteira de vacinação dos
filhos
Desde sábado a cidade participa junto com a campanha Nacional de Multivacinação
Os pais que tem filhos até cinco anos de idade, podem levar os pequenos em qualquer unidade de saúde de Jaraguá do Sul
até sexta-feira, para verificar a carteirinha de vacinação e atualizar as imunizações que faltam. Desde sábado Jaraguá participa
junto com a campanha Nacional de Multivacinação, de atualização da caderneta de vacinação, que termina na sexta-feira. Mas
na cidade, a campanha é ainda mais abrangente, os pais também podem levar as carteirinhas e tomar as vacinas que tenham
passado despercebido ao longo dos anos. As unidades de saúde ficam abertas das 7h às16h30, mas o posto do Centro fecha
mais tarde, às 17h45. "Muita gente acha que vacina não é coisa de gente grande, mas tem muitas que são muito importantes
que só tomamos quando adultos", destaca o diretor de vigilância em saúde, Walter Clavera. Segundo ele, se outras pessoas
tiverem interesse podem aproveitar a campanha. - Os que não tiverem o registro em mãos, tem a alternativa de ir até a
unidade que mais frequenta e ver se há registro da última vacina que tomou - sugere o diretor. No primeiro dia de campanha,
no sábado, foi feito o dia D. Mais de 3.370 mil crianças de zero a cinco anos foram levadas pelos pais para serem atendidas
nas unidades de saúde. - Esta quantia representa 30% da população infantil de Jaraguá. Pelo menos 10% deste número
precisou tomar alguma vacina - destaca. Conforme dados do IBGE, o município tem hoje, 9.980 crianças até cinco anos. As
principais vacinas nesta fase são as que previnem contra a paralisia infantil, diarreias graves, rubéola, caxumba, sarampo,
meningite tipo C, dez tipos de pneumonia, difteria, tétano, coqueluche, meningite e Hepatite B. De acordo com Clavera é até
os cinco anos que o organismo tem menos resistência e se prepara para criar as defesas necessárias para se proteger de
diversas doenças. - Por isso imunizar é tão importante. Entre as vacinas que não podem deixar de faltar na fase adulta são as
que previnem contra a rubéola, caxumba, antitetânica, Hepatite B e febre amarela, em caso de viagem.Unidades de saúde de
Jaraguá do Sul Amizade - Tifa SchubertPosto de Saúde Luiz Martins GonçalvesRua: Annieta Mathias Enke, 550Telefone:
3376-6233Horário de atendimento: 7h às 16h30 Barra do Rio CerroPosto de Saúde Wolfgang Weege - Pama 2Rua: Pastor
Albert Schneider, 249Telefone: 3376-1329 - 3376-1467Horário de atendimento: 7h às 16h30 CentroUnidade Básica
CentralRua: Reinoldo Rau, 123Telefone: 3276-8900Horário de atendimento: 7h15 às 17h45Sábados: 08h às 11:45 Estrada
NovaPosto de Saúde Mathilde Sebold BlunkRua: Ingo Blunk, s/nTelefone: 3276-0690Horário de atendimento: 7h às 16h30 Ilha
da FigueiraPosto de Saúde Ilha da FigueiraRua: João Sanson, 156Telefone: 3370-4014Horário de atendimento: 7h às 16h30
João PessoaPosto de Saúde Germano SachtRua: Manoel Francisco da Costa, 4.390Telefone: 3370-2299Horário de
atendimento: 7h às 16h30 Nereu RamosPosto de Saúde Padre Antônio EchelmeyerRua: André Voltolini, 915 (fundos da
igreja)Telefone: 3276-0211Horário de atendimento: 7h às 16h30 Rau - CohabPosto de Saúde Dr. Alexander OtsaRua: Prefeito
José Bauer, 557Telefone: 3371-9686Horário de atendimento: 7h às 16h30 Rio Cerro IIPosto de Saúde Ricardo RoederRua:
Rodovia SC 416 Km 16Telefone: 3273-1077Horário de atendimento: 7h às 16h30 Rio da LuzPosto de Saúde Cirilo ReinkeRua:
Georg Reinke, s/nTelefone: 3276-3163Horário de atendimento: 7h às 16h30 Santa LuziaPosto de Saúde Anna Preti PedriRua:
Emídia Prestini Gascho, 85Telefone: 3274-8149Horário de atendimento: 7h às 16h30 Santo AntônioPosto de Saúde Dr.
Agostinho Luís BianchiRua: Maximino Beber, 595Telefone: 3276-0570Horário de atendimento: 7h às 16h30 Santo
EstêvãoPosto de Saúde Santo EstêvãoRua: Rodovia JGS 461 - Estrada GaribaldiTelefone: 3055-8330Horário de atendimento:
7h às 16h30 São Luís - CaicPosto de Saúde Renato Pradi - CaicRua: Carlos Tribess, 150Telefone: 3370-8710Horário de
atendimento: 7h às 16h30Vila LalauPosto de Saúde Dr. Álvaro BatalhaRua: Dona Matilde, 375Telefone: 3371-8243Horário de
atendimento: 7h às 16h30 Vila LenziPosto de Saúde Dr. Erich KauffmannRua: Onélia Horst, 208Telefone: 3371-6495Horário de
atendimento: 7h às 16h30 Vila NovaPosto de Saúde Adilson BassaniRua: 25 de Julho, 576Telefone: 3372-1594Horário de
atendimento: 7h às 16h30
DIÁRIO DO GRANDE ABC ONLINE - SP | POLÍTICA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/08/2012 07:57
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Donisete cobra curso de Medicina na UFABC
Normal 0 21 Apesar de envolta a imbróglio, a construção do campus Mauá da UFABC (Universidade Federal do ABC) é tratada
com entusiasmo pelo candidato a prefeito pelo PT, Donisete Braga. Ontem, o petista recebeu apoio do Ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, para que a unidade ofereça o curso de Medicina. Caixa Econômica Federal e Ministério da Educação
negociam junto ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) a compra de terreno de 130 mil metros quadrados no Parque
São Vicente por R$ 42,6 milhões. A expectativa é a de que a aquisição seja concluída ainda neste ano, dando início a obra que
deverá se arrastar por 36 meses. Prefeitura e União estudam iniciar as aulas da UFABC antes de findar este período, em local
provisório. "Em dois ou três anos de funcionamento a universidade já deverá ter o curso de Medicina", projeta o prefeiturável. A
UFABC é vista por Donisete como "ponto crucial" para o desenvolvimento de Mauá, já que, por meio da graduação, qualificaria
mão de obra e geraria receita à cidade. O petista vislumbra abertura de 400 vagas para Engenharia (curso que deverá ser o
carro-chefe da instituição em Mauá) e, pelo menos, 60 para Medicina, entre outras áreas. "Cursar Medicina em faculdades
particulares chega a custar R$ 3.000 por mês. Se o poder público não assumir esse protagonismo, deixará os jovens que
querem ser médicos em situação muito difícil", avalia. "Vamos trabalhar diuturnamente para que o filho do mauaense tenha
esta oportunidade." Também ontem, Donisete Braga caminhou pela Vila Falchi, onde lembrou os tempos de pedreiro:
empunhou pá, encheu a carriola e despejou areia na quadra de futebol Anna Schmidt Veszeley. Ele prometeu, se eleito,
colocar piso sintético na praça esportiva.
EXTRA ONLINE - RJ | RIO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012 23:24
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Estado do Rio quer Cartão Saúde para pacientes
RIO - A implantação do projeto Cartão Saúde, que registra o tipo de procedimento que cada paciente realiza e o local onde
isso ocorre, é a aposta do secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, para fazer com que o processo de regionalização do
atendimento funcione de forma mais eficiente no Estado do Rio. Segundo Côrtes, atualmente há uma demora de três meses
em média até que prefeituras comuniquem seus dados, o que prejudica uma eventual redistribuição de verbas. Desde
domingo, na série de reportagens "O expresso da dor", O GLOBO mostra como o sistema centralizado, principalmente na
capital, obriga os doentes a fazerem longas viagens, em condições precárias, em busca de tratamento.
- Se conseguíssemos ter um acompanhamento rápido, poderíamos remanejar com mais facilidade para outros municípios os
recursos de uma cidade que, por exemplo, só compra ambulâncias e manda os pacientes para a cidade vizinha. O cartão
também será um instrumento importante para o combate a fraudes. Hoje, o que acontece é que quem oferece um bom
atendimento acaba punido, porque é sobrecarregado pelas cidades que não fazem o dever de casa - disse o secretário.
Côrtes também afirmou que se reunirá na semana que vem com a diretoria do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde,
para discutir melhorias no atual sistema de transporte de pacientes do interior para a capital. A ideia é pensar em alternativas
para casos como o da dona de casa Angélica Conceição Germano, mostrado no domingo pelo GLOBO: ela precisou viajar
mais de 24 horas de Porciúncula, no Noroeste Fluminense, para fazer um exame no filho recém-nascido no HemoRio.
O secretário contou ainda que vem conversando com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que o governo do Rio seja
um dos primeiros a adotar, como programa estadual, o Cartão Saúde, que é um projeto federal ainda em fase de
desenvolvimento. Ele lembrou que o sistema das Unidades de Pronto Atendimento já é informatizado e que a adaptação deve
ser simples:
- O Rio pode ser um estado-piloto nesse projeto. Não podemos fazer um cartão próprio, porque o sistema tem que se adequar
ao federal, para que seja formada uma base de dados única.
O Ministério da Saúde, por sua vez, informou, através de sua assessoria de imprensa, que já foram distribuídos 20 milhões de
cartões para 1.313 municípios brasileiros. Sem especificar dados do Rio de Janeiro, o órgão disse que tem a meta de dar a
todos os brasileiros o cartão ou o número do documento até 2014, incluindo até mesmo os usuários de planos de saúde.
Em fevereiro deste ano, o ministério tornou obrigatório o registro do cartão para atendimentos de média e alta complexidade,
como internações, transplantes e quimioterapia.
IDEST | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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São Gabriel: Mais de 160 crianças tiveram a carteira de vacinação atualizada
Dados correspondem apenas ao primeiro dia de campanha de atualização da caderneta de vacinação, realizada no sábado
Mais de 160 crianças já atualizaram a caderneta de vacinação
Aproximadamente 325 crianças compareceram as unidades de saúde de São Gabriel do Oeste para atualizar a caderneta de
vacinação. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde, e corresponde apenas ao primeiro dia da Campanha de
Atualização da Caderneta de Vacinação, lançada pelo Ministério da Saúde na última semana.
De acordo com os dados, destas 325 crianças, 165 tiveram a caderneta atualizada, as outras 160 já estavam com as vacinas
em dia. Os números se referem apenas ao sábado (18), considerado pelo Governo o Dia D da campanha. A ação segue até a
próxima sexta-feira (24).
A campanha de atualização da caderneta de vacinação tem como objetivo a melhoria da cobertura vacinal do público infantil e
está sendo realizada em conjunto entre o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o
País.
Em todo Mato Grosso do Sul foram disponibilizados 61.480 doses autorizadas da vacina Pentavalente e a Vacina Inativada
Poliomielite (VIP).
Caderneta de vacinação
Crianças menores de cinco anos de idade devem ser levadas a um posto de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS)
para que a caderneta de saúde seja avaliada e o esquema vacinal atualizado, de acordo com a situação encontrada. Estarão
disponíveis para esta ação todas as vacinas do calendário básico da criança. São elas: BCG, Hepatite B, pentavalente, Vacina
Inativada Poliomielite (VIP), Vacina Oral Poliomielite (VOP), rotavírus, pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada,
febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche).
JORNAL NOVO TEMPO | REGIONAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
22/08/2012
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Programa municipal realiza exames de brucelose e tuberculose
Iniciou nesta semana mais uma etapa do Programa Municipal de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose,
desenvolvido desde 2005.
Nesta fase, 1.238 animais de 85 propriedades rurais passarão por exames para identificar a incidência de brucelose e
Tuberculose, em que a Prefeitura de Pato Branco subsidiará 50% do valor das análises. O programa também garante a
vacinação contra brucelose de forma gratuita em bezerras de 3 a 8 meses de idade, processo que iniciará na segunda
quinzena de setembro.
Segundo o secretário municipal de Agricultura, José Nilton Sanguanini, o programa contribui diretamente para garantir a
sanidade da produção de gado de corte e de leite no Município, oportunizando economia aos agricultores através dos
subsídios. "Nossos agricultores familiares estão tendo uma economia considerável, pois o exame na iniciativa privada custa
aproximadamente R$ 20 por animal. Dentro do programa municipal, esse valor é de R$ 7,50", completa o secretário.
No total serão 2.459 animais leiteiros com idade acima de 24 meses examinados dentro do programa ao longo deste ano. Na
próxima etapa, com início previsto para setembro serão 1.238 animais, de 95 propriedades. "Este é mais um programa que deu
certo, pois com esse apoio nossos agricultores estão melhorando e aumentando a produção, gerando renda e comercializando
produtos de qualidade", evidencia o prefeito de Pato Branco, Roberto Viganó.
Além dos exames e da vacinação, o programa também desenvolve atividades de capacitação voltadas a técnicas de produção
e manejo na cadeia leiteira. Neste ano, os agricultores estão inseridos no Leite em Debate, evento promovido pela Prefeitura,
Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). A segunda etapa envolverá
95 produtores e acontecerá no dia 12 de setembro, na unidade do IAPAR Pato Branco.
MIDIAMAX - MS | GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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Estado terá que fornecer medicamento de R$ 13 mil ao mês para portador de Hepatite
TJMS/NG
Em julgamento realizado pela 3ª Seção Cível, os desembargadores decidiram que o Estado de Mato Grosso do Sul terá que
fornecer, gratuitamente, dois frascos do medicamento Sorafenid 200 mg, até o 5º dia útil de todo mês, para R.B.S., que é
portador de Hepatite crônica C, Cirrose hepática e Hepatocarcinoma.
O impetrante, com 76 anos, na inicial do pedido, solicitou o fornecimento da medicação Nexavar 200 mg. Segundo consta da
justificativa médica para a solicitação do medicamento, R.B.S. encontra-se em tratamento clínico, já tendo sido submetido ao
procedimento de quimioembolização dos nódulos e a outros procedimentos. Não foi possível inclui-lo em lista de transplante
hepático em razão da idade e pelo tamanho dos nódulos.
O medicamento contém o princípio ativo necessário para seu tratamento, mas se fosse custeado pelo paciente custaria
mensalmente R$ 13.512,92, correspondendo ao valor anual de R$ 162.155,04, sendo tal quantia inviável para seu orçamento.
R.B.S. já havia conseguido, em liminar, o fornecimento do Sorafenid, que contém o mesmo princípio ativo do medicamento
solicitado. O Estado impetrou recurso contra a decisão da liminar, mas não obteve êxito.
No julgamento do Mandado de Segurança , por unanimidade foram afastadas as preliminares e, no mérito, concedida a
segurança, nos termos do voto do relator , Des. João Maria Lós.
MS NOTÍCIAS ONLINE | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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Estado terá que fornecer medicamento a portador de Hepatite
Em julgamento realizado pela 3ª Seção Cível do Tribunal de Justiça, os desembargadores decidiram que o Estado de Mato
Grosso do Sul terá que fornecer, gratuitamente, dois frascos do medicamento Sorafenid 200 mg, até o 5º dia útil de todo mês,
para R.B.S., que é portador de Hepatite crônica C, Cirrose hepática e Hepatocarcinoma.
O impetrante, com 76 anos, na inicial do pedido, solicitou o fornecimento da medicação Nexavar 200 mg. Segundo consta da
justificativa médica para a solicitação do medicamento, R.B.S. encontra-se em tratamento clínico, já tendo sido submetido ao
procedimento de quimioembolização dos nódulos e a outros procedimentos. Não foi possível inclui-lo em lista de transplante
hepático em razão da idade e pelo tamanho dos nódulos.
O medicamento contém o princípio ativo necessário para seu tratamento, mas se fosse custeado pelo paciente custaria
mensalmente R$ 13.512,92, correspondendo ao valor anual de R$ 162.155,04, sendo tal quantia inviável para seu orçamento.
R.B.S. já havia conseguido, em liminar, o fornecimento do Sorafenid, que contém o mesmo princípio ativo do medicamento
solicitado. O Estado impetrou recurso contra a decisão da liminar, mas não obteve êxito.
No julgamento do Mandado de Segurança , por unanimidade foram afastadas as preliminares e, no mérito, concedida a
segurança, nos termos do voto do relator , Des. João Maria Lós.
Mandado de Segurança nº 0016043-85.2012.8.12.0000
22/08/2012 - 18:56
O DIA ONLINE - RJ | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
22/08/2012
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"Sexo oral é bom para a mulher", dizem cientistas
Substâncias do sémen alteram humor das mulheres, deixando-as mais relaxadas
Estados Unidos - De acordo com estudos recentes da Universidade de Nova York, o sexo oral é bom para a saúde da mulher e
a faz se sentir mais feliz. Pesquisadores afirmam que as mulheres que praticam o sexo oral sem Camisinha são menos
deprimidas e têm um melhor desempenho em testes cognitivos.
Foram entrevistadas 293 mulheres, que tiveram sua vida sexual e sua saúde mental avaliadas. Cientistas constataram que a
felicidade entre as mulheres sexualmente ativas e que não fazem uso da Camisinha, parece ser derivada de uma função das
composições químicas do sêmen que atuam no corpo. O plasma contém pelo menos três agentes anti-depressivos, como a
tireotrofina, hormônio associado ao aparelho reprodutor feminino, a melatonina, que induz o sono, e a serotonina, que melhora
o humor.
Por outro lado, o sexo oral com o uso da Camisinha indicou mulheres com um índice de depressão equivalente às que não
têm vida sexual ativa.
PANTANALNEWS | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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Mais de três milhões de crianças já comparecem aos postos
Por Redação Pantanal News/Agência Saúde
Desde o início da campanha, 845 mil crianças foram vacinadas contra várias doenças. A ação segue até sexta-feira (24) e tem
o objetivo de melhorar a cobertura vacinal do público infantil
Nos primeiros quatro dias da campanha de atualização da caderneta, 845.455 mil crianças, menores de cinco anos, foram
vacinadas contra doenças, como poliomielite, sarampo, rubéola, caxumba, coqueluche, meningite, entre outras. Este número
representa 28% do contingente de três milhões de crianças que compareceram a um dos 34 mil postos de vacinação
espalhados por todo o país. Contudo, nem todas precisaram tomar vacinas porque já estavam com a caderneta em dia.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, destacou a importância desta ação. "É a primeira vez que realizamos no
Brasil um tipo de campanha como esta, com a oferta de todas as vacinas para atualizar o cartão da criança. Como o Programa
Nacional de Imunizações oferece um número grande de vacinas - que são aplicadas em períodos diferentes - não é raro as
crianças estarem com o calendário atrasado", ressaltou.
De acordo com o secretário, se o calendário de vacinação não estiver em dia, a criança fica desprotegida até que ocorra a
atualização. "Por isso esta campanha é importante. Se a criança está com o calendário totalmente atualizado, não vai tomar
vacina, mas se estiver com alguma atrasada, precisa receber as doses naquele momento", afirmou o secretário.
A ação tem como objetivo reduzir as taxas de abandono do esquema vacinal e, consequentemente, diminuir o risco de
transmissão de doenças que podem ser prevenidas. Estão disponíveis todas as vacinas do calendário básico da criança. São
elas: BCG, Hepatite B, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), rotavírus,
pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP
(difteria, tétano e coqueluche).
Até o final da tarde desta terça-feira, foram aplicadas 1.339.946 doses de vacinas nas crianças menores de cinco anos de
idade. A vacina tríplice bacteriana (DTP) foi a mais utilizada, com 298.120 doses administradas. Também foram aplicadas
237.216 doses da vacina oral poliomielite, 239.547 doses da vacina tríplice viral e 152.989 doses da vacina pneumocócica
conjugada 10 valente. Os dados são preliminares e representam o que foi registrado pelos municípios até este momento.
Do total de doses aplicadas, a maior parte foi em crianças menores de um ano (477.848). Foram ainda aplicadas 316.075 em
crianças de um ano de idade. Outras 38.449 doses foram administradas em crianças de dois anos de idade. Já na faixa etária
de três anos, foram aplicadas 28.040. Entre aquelas com quatro anos de idade, foram administradas 482.654 doses.
A campanha é realizada em conjunto entre o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o
país. Para a operacionalização desta estratégia, o Ministério da Saúde repassou R$ 18,6 milhões do Fundo Nacional de
Saúde (FNS) aos fundos estaduais e municipais.
A partir de agora passam a fazer parte do Calendário Básico de Vacinação a pentavalente e a Vacina Inativada Poliomielite.
PENTAVALENTE - É injetável e reúne em uma única aplicação a proteção de duas vacinas distintas, a tetravalente - que deixa
de ser ofertada e protege contra difteria, tétano, coqueluche e doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, como
meningite, e a vacina Hepatite B. Significa uma picada a menos para as crianças. A vacina pentavalente será aplicada aos
dois, aos quatro e aos seis meses de vida. Se a criança tiver começado o calendário com a tetravalente, sem que tenha
terminado o esquema vacinal, deverá tomar a pentavalente. Contudo, caso o município tenha estoque remanescente da
tetravalente, a criança poderá concluir o esquema com esta vacina.
Além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a DTP. O primeiro reforço deverá ser administrado aos 12
meses e o segundo aos quatro anos. Os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina Hepatite B nas
primeiras 24 horas de vida, preferencialmente nas 12 horas, para prevenir a transmissão vertical.
PÓLIO INATIVADA - As crianças que nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil, irão tomar a primeira dose aos dois
meses e a segunda aos quatro meses, com a vacina inativada poliomielite, de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis
meses), e o reforço (aos quinze meses) continuam com a vacina oral, ou seja, as duas gotinhas. As crianças que já
começaram o calendário básico com a vacina oral continuam o esquema antigo com as gotinhas: dois meses, quatro meses,
seis meses e 15 meses.
Enquanto a pólio não for erradicada no mundo, o Ministério da Saúde continuará a utilizar a vacina oral poliomielite (VOP),
pois ainda existem três países (Nigéria, Afeganistão e Paquistão) endêmicos para a doença. As doses da VOP visam manter a
imunidade populacional (de rebanho) contra o risco potencial de introdução de poliovírus selvagem através de viajantes
oriundos de localidades que ainda apresentam casos autóctones da poliomielite, por exemplo.
O Brasil já está se preparando para utilizar, apenas, a vacina inativada quando ocorrer a erradicação da doença no mundo. A
VIP será incluída na pentavalente junto com a vacina meningocócica C (conjugada) transformando-se na vacina heptavalente.
Os laboratórios Bio-Manguinhos, Butantan e Fundação Ezequiel Dias (FUNED) estão desenvolvendo este projeto. A previsão é
que a vacina heptavalente esteja disponível no Programa Nacional de Imunizações daqui a quatro ou cinco anos.
PAROUTUDO.COM | SEXO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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Ativistas criticam situação da
Ministério da Saúde explica que aumento percentual de casos de Aids se deveu ao crescimento populacional
Ministério da Saúde explica que aumento percentual de casos de Aids se deveu ao crescimento populacional
Em manifesto, 54 pesquisadores, docentes e integrantes de ONGs criticaram a situação da Aids no Brasil. O alvo é o
Ministério da Saúde. De acordo com o documento, há desmobilização governamental em relação à epidemia, o que geraria a
impressão de que o HIV/Aids já não é um problema de saúde pública.
Dois dos argumentos utilizam porcentagens: a quantidade de casos de Aids anuais de 2010 em comparação a de 2005
aumentou 12%. Já o número de mortes ocorridas por decorrência da Aids anualmente nos períodos citados saltou 8,8%.
O Ministério da Saúde explicou que o aumento se deveu ao crescimento populacional e que o Brasil vive estabilização da
epidemia: em 2005, a taxa de incidência foi de 18 casos por 100 mil pessoas. Em 2010, o valor ficou em 17,9.
PORTAL UNIVERSIDADE | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/08/2012
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UFRJ: Software desenvolvido pela universidade ajuda detectar a tuberculose
Um software desenvolvido pela Coppe-UFRJ pode tornar mais rápido e eficiente o diagnóstico da Tuberculose, a partir da
análise de um questionário respondido pelo grupo de risco. O Sistema Neutral TB armazena dados sobre os diversos sintomas
dos pacientes com suspeita da Tuberculose e avalia as estatísticas das informações, assim como identifica os que têm alta
probabilidade de ter a doença e em que grau a enfermidade está.
- Com o sistema, as chances de erros do diagnóstico diminuem e fica mais fácil gerenciar recursos dos postos de saúde - diz o
engenheiro elétrico e matemático José Manoel de Seixas, professor da Coppe/UFRJ, coordenador do projeto financiado pela
Faperj.
A tecnologia vem sendo testada em seis estados do país. No Rio, o sistema está sendo avaliado em quatro unidades de
saúde: Policlínica de Guadalupe, Posto de Saúde do Santo Cristo, Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e Hospital
Geral da Santa Casa de Misericórdia.
O Brasil é um dos 22 países priorizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) nas ações de prevenção à Tuberculose,
porque está no grupo de nações que concentram cerca de 80% dos casos do mundo. Em 2009, foram notificados mais de 70
mil casos novos no Brasil, correspondendo a 38 casos por cem mil habitantes. O Rio de Janeiro, que em 2010 apresentava a
maior taxa de incidência da doença no país, desceu uma posição em 2011, de acordo com dados do Ministério da Saúde.
A Tuberculose, frequentemente associada à pobreza, ainda representa um desafio para a saúde pública. O bacilo da
Tuberculose é uma bactéria transmitida pelo ar, e as casas apertadas, úmidas e tomadas pelo mofo, comumente encontradas
nas favelas cariocas, podem acelerar o desenvolvimento da doença. A favela da Rocinha, por exemplo, tem um dos piores
resultados e uma das maiores taxas de Tuberculose no mundo. A incidência de 2010 foi de 386,7 casos por cem mil
habitantes.
VEJA ONLINE | CULTURA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/08/2012 07:32
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Nelson Rodrigues, aos 100, ainda é a cara do Brasil real
Nelson Rodrigues inventou o teatro brasileiro. Retratou a "nova classe média" antes até de ela existir oficialmente e criou tipos
que continuarão por aí. Eternamente moderno, será lembrado por muitos séculos
O dramaturgo Nelson Rodrigues inventou o teatro brasileiro em 1943, com a peça
O romancista, com o pseudônimo Suzana Flag ou sem camuflagens, devassou e simultaneamente seduziu o universo habitado
por aquela que muitos anos depois seria batizada de "nova classe média". O cronista do Brasil real - enquanto colecionava
achados metafóricos que o transformariam num frasista incomparável e concebia imagens magnificamente exatas - pariu
criaturas que, conjugadas, mostram não o que os nativos da terra gostariam de ser, mas o que efetivamente são. O torcedor
apaixonado do Fluminense descobriu que "a mais sórdida pelada é de uma complexidade shakespeariana" e foi o primeiro a
coroar Pelé. Ele foi e fez tudo isso - e muito mais - em apenas 68 anos de vida. É compreensível que o dia da morte física de
Nelson Rodrigues tenha sido também o primeiro dia do resto de sua eternidade.
A imortalidade de Nelson Falcão Rodrigues, nascido no Recife em 23 de agosto de 1912, é reafirmada pelo centenário do
gênio. Diferentemente das efemérides do gênero, desta vez não foi preciso reapresentar o país a outra vítima da amnésia
endêmica que chegou com as primeiras caravelas. Desde a década de 70, quando começou a transformar-se numa prova
contundente de que nem toda unanimidade é burra, Nelson está livre da temporada no limbo a que são condenados os
grandes mortos. De lá para cá, não se passou um só dia sem que estivessem em cartaz peças teatrais ou filmes baseados em
sua obra, ou sem que fossem vendidos exemplares dos livros que continuaram a multiplicar-se em edições sucessivas.
Também é certo que neste momento, em alguma esquina ou mesa de botequim, alguém está animando a roda de conversa
com a evocação de uma frase ou criatura de Nelson Rodrigues. Ou apenas Nelson, porque basta o prenome para a
identificação de um velho conhecido.
A admiração por Nelson hoje é compartilhada por todos os brasileiros com mais de dez neurônios - sejam quais forem a idade,
a filiação política, a tendência ideológica, o signo, o peso e a estatura. E assim sempre será, porque os muitos grandes
momentos de Nelson Rodrigues nunca ficarão grisalhos. A crítica de teatro Barbara Heliodora prevê que, como ocorre com a
obra de William Shakespeare, pelo menos quatro peças de Nelson e
- continuarão encantando plateias daqui a 500 anos. Os descendentes dos nossos tetranetos reconhecerão uma similar de
Engraçadinha na garota ao lado, ou dormirão imaginando que espécie de veículo estará transportando Solange, a dama que,
no Brasil do século XX, caçava aventuras no lotação.
"Ele será sempre um grande autor", afirma Barbara Heliodora, que atribui a Nelson Rodrigues a subida aos palcos dos diálogos
que reproduzem a língua falada pelas plateias. "Nelson era um repórter extraordinário, e foi muito influenciado pela experiência
como jornalista", diz. "Tinha um ouvido tão maravilhoso que conseguiu captar o brasileiro falando. Nós aprendíamos na escola
que poderíamos falar errado, mas deveríamos escrever corretamente. Os autores escreviam certo, esquecidos de que aquilo
era para ser falado." Só depois de
os atores começaram a falar o português das ruas. A descoberta do diálogo em brasileiro fez de Nelson Rodrigues, segundo o
crítico Sábato Magaldi, "um autor seminal, que fecundou a nossa dramaturgia".
Se Barbara Heliodora consegue distinguir o jornalista do dramaturgo, os amigos do singularíssimo pernambucano criado no
Rio de Janeiro sempre enxergaram um Nelson só, que parecia vários por ser, na definição do jornalista e escritor Otto Lara
Resende, um feixe de paradoxos. "É um profundo individualista e vive da emoção coletiva", disse Otto. "Foi um conservador e
tem uma obra revolucionária. Orgulha-se de ser um reacionário e foi um dos autores mais censurados do Brasil." O psicanalista
e escritor Hélio Pellegrino achava que todas as versões do amigo viviam sob "o império da fantasia, em que realidade e
invenção sempre se misturam". Se a opção se impunha, a realidade sofria outra derrota: "Nelson é fiel à sua imaginação".
Nelson Rodrigues era perigosamente imaginoso tanto com desafetos quanto com os mais íntimos amigos. Um deles só
descobriu que fora transformado no nome alternativo da peça que entraria em cartaz naquela noite ao ler o enorme letreiro em
neon: "
ou
A brincadeira que ultrapassara os limites do sarcasmo suspendeu por algumas semanas as conversas diárias entre o autor da
homenagem e o integrante do grupo que reunia o que a usina de superlativos qualificava de "amigos além da vida e além da
morte". Anistias concedidas por Nelson Rodrigues eram amplas e irrestritas, mas tinham prazo de validade. Consertado o
estrago, o parceiro ofendido não demorava a pousar em alguma história contada por quem sempre desprezou a fronteira que
separa o real do imaginado.
"A crônica policial piorou porque os repórteres de hoje não mentem", lastimava o homem que ainda menino enfeitava com
detalhes fantasiosos histórias de casais que se matavam por amor. Nas crônicas ou nos romances de Nelson, o verdadeiro
tirava o irreal para dançar o tempo todo. Com um sotaque lisboeta que nunca existiu, Otto Lara Resende era repatriado de
Portugal para contracenar com a cabra vadia, única espectadora de entrevistas imaginárias conduzidas em um suposto terreno
baldio - ou, ainda, para testemunhar mais um assombro provocado pelo Sobrenatural de Almeida, que alterava bruscamente
uma situação ou o resultado de um jogo do Botafogo. Passados mais de trinta anos, está claro que histórias e personagens
jamais ficarão datados. As criaturas que se tornaram inverossímeis num Brasil menos primitivo viraram documentos de época.
Tem lugar assegurado no Museu Nacional do Maniqueísmo, por exemplo, o padre de passeata, religioso que comparecia em
trajes civis às manifestações de rua contra a ditadura militar. Estará ao lado de sua versão feminina, a freira de minissaia, e a
poucos metros da estudante de psicologia da PUC, que queria saber o que o cronista achava da morte de Deus, e da
estagiária de calcanhar sujo, que se formara em jornalismo para esbanjar autossuficiência e mau humor nas redações. Todos
nascidos em 1968, são filhotes do direitista atormentado pelas atividades clandestinas do primogênito, engajado na luta
armada. Em alguns episódios, Nelson foi longe demais na louvação de uma ditadura que torturava e matava inimigos. Mas o
conjunto da obra é tão luminoso que revoga as manchas escuras.
Outras invenções do ficcionista delirante são atemporais e continuarão por aí durante séculos. O idiota da objetividade, por
exemplo. A vizinha gorda e patusca. Palhares, tão definitivamente canalha que, na casa do irmão, beija à força o pescoço da
cunhada que passa pelo corredor. Esses seguirão contracenando com personagens que iluminam a face do Brasil que tenta,
inutilmente, esconder as taras, as vergonhas familiares, a guerra conjugal, o adultério, os preconceitos, a Sexualidade
reprimida, a mesquinhez patológica. "Se todo mundo conhecesse a vida íntima de todo mundo, ninguém cumprimentaria
ninguém", resumiu Nelson Rodrigues.
Os habitantes desse universo fantástico têm o olho rútilo e o lábio trêmulo, reagem à adversidade com arrancos de cachorro
atropelado, seu pensamento é tão raso que uma formiguinha poderia atravessá-lo com água pelas canelas. Grã-finas com
narinas de cadáver suportam maridos com três papadas e três bochechas em cada lado do rosto. A cabeça dos intelectuais
tem a aridez de três desertos, os especialmente infelizes se sentam no meio-fio para chorar lágrimas de esguicho, caem
tempestades de quinto ato do
há homens bonitos como havaiano de cinema, faz um calor de rachar catedrais e existe gente varada de luz como santo de
vitral. Um mundo assim, espalhado por dezessete peças, nove romances, sete livros de contos e crônicas e milhares de artigos
em jornais, merece mais que uma única vez sobre a face da Terra. O mundo maravilhoso que Nelson Rodrigues criou merece
existir para sempre.
Obsessivo confesso e sem cura, obcecado especialmente pela morte, Nelson jurava que, durante a infância, fugia da escola
para assistir a velórios. Aos 13 anos, estreou como repórter de polícia no jornal do pai, cobrindo um caso de suicídio passional.
Adolescente, ouviu o som do tiro de revólver disparado por uma mulher que, inconformada com o noticiário que lhe devassara
a vida íntima, resolveu vingar-se com o assassinato do dono do jornal, Mário Rodrigues, ou de algum de seus filhos. À morte
do irmão, o ilustrador Roberto Rodrigues, seguiu-se a do pai. Depois vieram os anos de pobreza, a Tuberculose que lhe impôs
duas internações em Campos do Jordão, as chuvas do trágico verão carioca de 1966 que mataram o irmão Paulo e toda a
família, o fim angustiante do primeiro casamento, as turbulências do segundo, o nascimento da filha cega, as torturas infligidas
ao seu filho Nelsinho no cárcere. Em 21 de dezembro de 1980, o homem que passou a vida inteira pensando na morte se foi.
Nunca se saberá se já tinha descoberto que era imortal.
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ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
23/08/2012 03:31
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Estado do Rio quer Cartão Saúde para pacientes
RIO - A implantação do projeto Cartão Saúde, que registra o tipo de procedimento que cada paciente realiza e o local onde
isso ocorre, é a aposta do secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, para fazer com que o processo de regionalização do
atendimento funcione de forma mais eficiente no Estado do Rio. Segundo Côrtes, atualmente há uma demora de três meses
em média até que prefeituras comuniquem seus dados, o que prejudica uma eventual redistribuição de verbas. Desde
domingo, na série de reportagens "O expresso da dor", O GLOBO mostra como o sistema centralizado, principalmente na
capital, obriga os doentes a fazerem longas viagens, em condições precárias, em busca de tratamento.
- Se conseguíssemos ter um acompanhamento rápido, poderíamos remanejar com mais facilidade para outros municípios os
recursos de uma cidade que, por exemplo, só compra ambulâncias e manda os pacientes para a cidade vizinha. O cartão
também será um instrumento importante para o combate a fraudes. Hoje, o que acontece é que quem oferece um bom
atendimento acaba punido, porque é sobrecarregado pelas cidades que não fazem o dever de casa - disse o secretário.
Côrtes também afirmou que se reunirá na semana que vem com a diretoria do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde,
para discutir melhorias no atual sistema de transporte de pacientes do interior para a capital. A ideia é pensar em alternativas
para casos como o da dona de casa Angélica Conceição Germano, mostrado no domingo pelo GLOBO: ela precisou viajar
mais de 24 horas de Porciúncula, no Noroeste Fluminense, para fazer um exame no filho recém-nascido no HemoRio.
O secretário contou ainda que vem conversando com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que o governo do Rio seja
um dos primeiros a adotar, como programa estadual, o Cartão Saúde, que é um projeto federal ainda em fase de
desenvolvimento. Ele lembrou que o sistema das Unidades de Pronto Atendimento já é informatizado e que a adaptação deve
ser simples:
- O Rio pode ser um estado-piloto nesse projeto. Não podemos fazer um cartão próprio, porque o sistema tem que se adequar
ao federal, para que seja formada uma base de dados única.
Mais de 1.300 cidades já têm cartão
O Ministério da Saúde, por sua vez, informou, através de sua assessoria de imprensa, que já foram distribuídos 20 milhões de
cartões para 1.313 municípios brasileiros. Sem especificar dados do Rio de Janeiro, o órgão disse que tem a meta de dar a
todos os brasileiros o cartão ou o número do documento até 2014, incluindo até mesmo os usuários de planos de saúde.
Em fevereiro deste ano, o ministério tornou obrigatório o registro do cartão para atendimentos de média e alta complexidade,
como internações, transplantes e quimioterapia.
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23/08/2012 02:24
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Candidata em Porto Seguro debocha sobre desvio de verba
BRASÍLIA - Conversas descontraídas durante um passeio podem custar a eleição da candidata do PSD à prefeitura de Porto
Seguro (BA), Cláudia Oliveira. Um vídeo obtido pelo GLOBO mostra Cláudia e o marido, Robério Oliveira, que é prefeito da
vizinha Eunápolis, caminhando em uma região de praia com amigos. Em dado momento, ao passar por uma pequena ponte de
madeira, ela, que é deputada estadual, ri e começa a simular um discurso. Ainda que em tom de brincadeira, Cláudia fala em
desviar verbas de emendas de parlamentares ao Orçamento.
- Estou visitando aqui meu povo, povo da periferia. Eu colocarei emendas, farei projeto para uma ponte que vai beneficiar aqui
toda a comunidade. Uma ponte onde serão investidos dois bilhões. Um bilhão eu fico - diz, em meio a risadas.
Robério, que está filmando, avisa:
- Ó rapaz, tá gravado, viu? Tá gravado tudo aqui. Tá tudo gravado e eu vou botar na Globo. Nessas coisas que sai...
O prefeito de Eunápolis ainda chama uma suposta assessora que acompanha o grupo e pergunta se ela concorda. Ela,
também em meio a gargalhadas, complementa:
- Eu tô de acordo. Eu concordo. Dois bilhões para investir, um bilhão para ficar.
A íntegra do vídeo está no site do GLOBO na internet. Cláudia é apontada por pesquisas locais como a favorita na disputa pela
prefeitura de Porto Seguro. A conversa, uma zombaria com as emendas parlamentares e com o dinheiro público, poderia não
ter maiores consequências. A questão é a biografia do casal. Cláudia foi acusada de compra de votos nas eleições de 2010 em
Buerarema, no sul da Bahia.
Já Robério é acusado por diversas irregularidades na prefeitura de Eunápolis. Ele responde a 19 ações de improbidade
administrativa na Vara de Fazenda Pública da cidade, oito ações no Tribunal de Justiça e três ações na Justiça Federal.
As ações contra Robério são nas mais diversas áreas. Há acusações de superfaturamento, de obras pagas que nunca saíram
do papel, de dispensa irregular de licitações e de contratação irregular de servidores. Em janeiro, ele foi condenado pela
Justiça Federal à perda dos direitos políticos por cinco anos por usar a verba do Ministério da Saúde para abastecer veículos
da empresa de trios elétricos Axé & Cia, que era administrada pela mulher, agora candidata. O prefeito recorreu da sentença,
que está suspensa.
Robério se mantém no cargo
Robério responde ainda a outras duas ações por possível desvio de verba federal. O Ministério Público o acusa de
superfaturamento na construção de um pequeno hospital e por utilização irregular de verba do Fundeb.
Em 2010, o Tribunal de Justiça da Bahia chegou a determinar a saída do prefeito e de um secretário municipal dos cargos por
outra acusação, a partir de denúncia do Ministério Público de que a prefeitura pagou por obras de infraestrutura que nunca
saíram do papel. Para que possa ressarcir os prejuízos, a Justiça também determinou a indisponibilidade de bens de Robério
no valor de R$ 1,9 milhão. O prefeito conseguiu se manter no comando do município com um recurso.
Procurada para comentar a gravação, a candidata Cláudia Oliveira afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o
vídeo seria montagem. Segundo a assessoria, a candidata estaria se referindo a peixes e diria que iria ficar com o "agulhão". O
GLOBO pediu que enviassem a suposta versão original do vídeo, que eles diziam ter em mãos, mas até o fechamento desta
edição as imagens não foram enviadas.
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23/08/2012 05:24
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Ministério da Saúde seguirá em 2013 com a mesma estratégia de prevenção à gripe A
deste ano (Geral)
Vírus já matou 59 gaúchos, mas governo federal avalia que a política de combate à doença é adequada
Se depender do Ministério da Saúde, em 2013 os gaúchos vão estar tão vulneráveis à gripe A quanto neste ano. As 59
mortes registradas até a semana passada, os apelos das autoridades estaduais por doses adicionais da vacina e os invernos
muito mais gelados do que os conhecidos em Brasília não foram capazes de sensibilizar o governo federal.Segundo o
ministério, a estratégia de prevenção à doença no Rio Grande do Sul será, no ano que vem, idêntica a deste ano: nada de
antecipação do período de vacinação, nada de aumento no número de vacinas, nada de ampliação dos grupos com direito a
imunização. É a política do "em time que está perdendo não se mexe". ZH solicitou entrevista sobre o assunto com o
ministério, mas não foi atendida.A manutenção da estratégia é uma notícia preocupante. Os dados históricos sugerem uma
relação entre o número de imunizados e a quantidade de mortes. Em 2009, quando ainda não havia vacina, morreram 297
gaúchos. No ano seguinte, as autoridades despejaram 5 milhões de doses no Estado, cobrindo praticamente metade da
população. O resultado é que não houve nenhum caso e nenhuma morte por gripe A naquele ano. Em 2011, no entanto,
Brasília reduziu drasticamente a prevenção. Enviou 1,5 milhão de vacinas - menos do que um terço do ano anterior. As mortes
voltaram a acontecer: foram 14. Neste ano, de novo, apenas uma minoria teve direito a proteção. Veio a tragédia: os óbitos
quadruplicaram em relação ao ano passado.Diante desse quadro, o secretário estadual da Saúde, Ciro Simoni, reivindicou
mudanças para o ano que vem. Pediu que a vacinação ocorresse mais cedo e que a cobertura aumentasse. Está sendo
ignorado pelo ministério.Para o chefe do serviço de infectologia do Hospital Conceição, Breno Riegel Santos, a Região Sul
precisa ter uma estratégia diferenciada, ou sofrerá de novo em 2013:- Quanto mais gente vacinada, melhor. O Sul tem cerca
de 80% dos casos, então tem de receber 80% das doses. A região não pode ter a mesma política de todo o país, ou
certamente vamos repetir as mortes deste ano. Aplicar uma política única para todo o Brasil parece preguiça.No dia 13 de
julho, Zero Hora publicou uma reportagem na qual indicava que pessoas saudáveis, com idades entre 20 e 50 anos e não
vacinadas foram as vítimas mais frequentes da gripe A neste ano, até aquela data. Dias depois, o ministério anunciou que
estava enviando uma equipe para analisar os dados. O relatório final da investigação está anunciado para 14 de setembro.
Dados preliminares, no entanto, estão disponíveis. Das 53 mortes analisadas, 52 foram efetivamente causadas pelo vírus da
gripe A. Do total, 44 pacientes receberam tratamento com Tamiflu, mas 40 teriam começado a medicação apenas depois de
passadas 48 horas. O levantamento também aponta que 23 das vítimas procuraram atendimento pelo menos uma vez antes
de conseguir internação e que 26 tinham algum tipo de comorbidade.Os dados sugerem que mortes poderiam ter sido evitadas
não só com ampliação da vacinação, mas também com um melhor manejo do tratamento. O ministério, no entanto, não
informou se promoverá no ano que vem alguma melhoria nas estratégias para medicar adequadamente os doentes.
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