EPI EM CTI: UM DESAFIO PARA O ENFERMEIRO Fábia Gonçalves

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EPI EM CTI: UM DESAFIO PARA O ENFERMEIRO
Fábia Gonçalves Martins Veríssimo
RESUMO
O centro de terapia intensiva (CTI), por agrupar pacientes críticos que necessitam de
diferentes e invasivos procedimentos é considerado um ambiente altamente periculoso
para os profissionais que ali executam sua atividade laboral, principalmente para a
equipe de enfermagem por assistenciar diretamente ao paciente. Nesse contexto, faz-se
necessário que os profissionais se conscientizem da relevância e façam uso dos
equipamentos de proteção individual (EPI) fornecido pela instituição. Desta forma, o
presente estudo emerge tal assunto com o intuito de evidenciar a relevância do uso de
equipamentos de proteção individual (EPI) durante a execução de atividades laborais
em centros de tratamento intensivo no intuito de prevenir os agravos e acidentes, além
de identificar o papel do enfermeiro na prevenção destes. A abordagem é de natureza
qualitativa e caráter descritivo, cujo levantamento bibliográfico foi realizado em bases
de dados como o Lilacs, Scielo e ABen.
Palavras-chave: CTI; Riscos ocupacionais; Equipamento de proteção individual (EPI).
1. INTRODUÇÃO
No Brasil, a força-de-trabalho da enfermagem é constituída de mais de um
milhão de pessoas. São enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, atendentes e
auxiliares operacionais de serviços diversos assemelhados à mercê de condições de
trabalho capazes de ameaçar a própria sobrevivência da profissão (ABEn1, 2006).
Especificamente no centro de tratamento intensivo (CTI), pelo fato de agrupar
pacientes extremamente graves, portadores de diferentes patologias e realizar inúmeros
e invasivos procedimentos que predispõe o colaborador a se acidentar e adoecer
constitui um ambiente laboral insalubre, cujos profissionais convivem cotidianamente
com riscos de caráter físico, ergonômico e principalmente biológico.
Refletindo sobre a possibilidade de comprometimento da saúde sofrido pelo
profissional exposto a tais riscos, emerge a necessidade de garantir o acesso e o uso de
equipamentos de proteção individual (EPI), que previnem e minimizam a probabilidade
de desenvolvimento de algum agravo ou acidente proveniente do ambiente laboral. No
entanto, a realidade vivenciada determina que a problemática do presente estudo está
vinculada não apenas à ausência dos EPIs no ambiente de trabalho, mas principalmente,
à não adoção destes pelos profissionais, seja por ignorância quanto à sua relevância ou
por esquecimento.
Tal situação é demonstrada por Correa e Donato2 (2007), no qual foi revelado,
em um estudo realizado em uma UTI em São Paulo, que apenas 40% dos profissionais
referiram fazer uso de EPI, enquanto 60% informaram ao contrário, sendo evidenciado
ainda pelos mesmos autores, que a maioria dos acidentes foi ocasionado por manuseio
inadequado de perfurocortantes, atingindo os profissionais da enfermagem durante a
realização dos procedimentos à beira do leito.
Diante da afirmativa supracitada, faz-se necessário explanar sobre a relevância
do uso de equipamentos de proteção individual (EPI) durante a execução de atividades
laborais em centros de tratamento intensivo no intuito de evitar os agravos e identificar
o papel do enfermeiro na prevenção destes.
Como metodologia aplicada, o presente estudo consta de uma abordagem
qualitativa e descritiva, tendo como bases de dados o Lilacs, ABEn e Scielo, de modo a
trazer veracidade ao assunto abordado.
2. DESENVOLVIMENTO
2.1 O CTI e os riscos aos quais os profissionais estão propensos
As unidades de terapia intensiva constituem locais onde se internam pacientes
graves, em situação limite, que ainda têm um prognóstico favorável para viver, embora
necessitem de recursos técnicos e humanos especializados para sua recuperação; um
ambiente onde são utilizados técnicas e procedimentos sofisticados, para tratar doenças
com risco potencial à vida (MIRANDA & STANCATO3, 2008).
Na definição transcrita anteriormente, descreve-se as principais características,
evidenciando o lado benéfico do ambiente de alta complexidade para o prognóstico do
paciente internado, entretanto, omite-se os inúmeros riscos aos quais os profissionais
estão expostos, principalmente do âmbito da enfermagem, pelo fato destes assistirem ao
paciente de forma direta.
Neste contexto, emerge-se a necessidade de explicitar a respeito da ausência de
dados e informações específicas sobre os acidentes ocorridos nos CTIs, tanto em nível
nacional quanto internacional, sendo explanado por alguns autores apenas os acidentes
ocorridos na instituição de saúde no geral.
A dificuldade em se encontrar dados pode se dá principalmente por ausência de
notificação, visto que ao analisar a literatura, principalmente no âmbito legislativo, este
se encontra extenso, ou seja, existem inúmeras leis, cartilhas e NRs que protegem os
trabalhadores, sendo algumas específicas da área da saúde como a NR 32.
A situação relacionada a poucos dados, apresentada anteriormente, dificulta
elaborar uma análise crítica a respeito das medidas de prevenção adotadas neste setor,
bem como visualizar um aumento ou redução das taxas de acidente de trabalho.
Entretanto, conforme já mencionado, existem dados que demonstram a realidade
vivenciada pelo âmbito da saúde quando o tema abordado são os acidentes de trabalho.
“Dados estatísticos retratam que a incidência de acidentes na área da saúde teve
um acréscimo entre o ano 2002 a 2004 de 25,5% o que equivale a um aumento de
25.906 para 32.779 casos” (VIEGAS, 2007 apud BARBOSA4 et al, 2009).
Já segundo o site do Ministério da Previdência Social no ano de 2010 tiveram
58.252 acidentes de trabalho só na área de saúde e serviços sociais.
Pode-se dizer que inúmeros são os riscos ocupacionais existentes na área de
saúde, sendo sublinhados por Nishide e Benatti5 (2004): a presença de sangue,
secreções, fluidos corpóreos por incisões, sondagens, cateteres, expondo os
colaboradores a esse contato; elevado número de procedimentos e intervenções
terapêuticas que necessitam utilizar materiais perfuro cortantes e equipamentos;
dependência dos pacientes, que exige esforço físico dos trabalhadores; investigação
diagnóstica devida a patologias diversas, expondo os trabalhadores a infecções e
doenças não confirmadas.
Assim, Campos e Gutierrez6 (2005) exprimem como motivação muitas vezes do
absenteísmo ou presenteísmo, riscos como: cargas de trabalho extensa, exposição a
condições insalubres, posições incômodas, inadequação dos recursos de ventilação e
iluminação.
Relata-se que além da variedade de riscos ocupacionais voltados ao
comprometimento físico do colaborador, ainda existe a exorbitante carga negativa sobre
o psíquico, provocada pela frieza, complexidade e agrupamento de pacientes que por
sua condição necessitam de assistência contínua, refletindo o CTI como um local
laboral que necessita de atenção cotidianamente e composto por pacientes instáveis,
situação nas quais provocam fadiga e tensão respectivamente.
Visto os riscos existentes no CTI – físico, químico, ergonômico, mecânico e
principalmente biológico – pode-se, particularmente, explicitar como conseqüência
agravos como: lombalgia por posições, mobiliário e equipamentos inadequados; HIV,
hepatites B e C por contato com fluidos corpóreos; tuberculose e outras patogenias de
transmissão aérea; e problemas psíquicos ocasionados por características específicas do
ambiente e cargas de trabalho acentuadas.
Além destes riscos, muitas outras variáveis contribuem para a
ocorrência de acidentes com a equipe de enfermagem: falta de
capacitação, inexperiência, indisponibilidade de equipamento de
segurança, cansaço, dupla jornada de trabalho, distúrbios
emocionais, excesso de autoconfiança, falta de organização do
serviço, trabalho em turnos, desequilíbrio emocional em
situações de emergência, tecnologia crescente de alta
complexidade (MARZIALE; RODRIGUES, 2002 apud
BARBOSA4 et al, 2010).
Conforme abordado até o momento, situações estressantes estão comumente
presentes no âmbito do CTI, tornando-o um ambiente de trabalho bastante periculoso
aos profissionais. Para tanto, existem medidas preventivas que quando utilizadas,
transformam a probabilidade de desenvolvimento de agravos ou acidentes,
minimizando-as, fato este que influenciará na saúde do colaborador, da organização e
do paciente assistido.
2.2 Os principais EPIs a serem usados e sua relevância para evitar agravos
Atualmente, com a exacerbada divulgação a respeito da relevância de se manter
um ambiente laboral salubre e isento o máximo possível de periculosidade, reconhecese que um número elevado de organizações encontra-se adeptas de medidas de
prevenção.
De acordo com a NR-32, os Equipamentos de Proteção Individual - EPI,
descartáveis ou não, deverão estar à disposição em número suficiente nos postos de
trabalho, de forma que seja garantido o imediato fornecimento ou reposição, sendo este
fornecimento garantido pelo empregador (BRASIL7, 2008).
Não é com frequência que o fornecimento do EPI pela instituição de saúde
garante o uso pelos profissionais, no qual estes, seja por vício adquirido ao longo dos
anos de trabalho, por autoconfiança, ou mesmo por esquecimento e falta de
conscientização não utilizam os equipamentos de proteção durante a execução da
atividade laboral, ficando propensos a adquirir alguma doença ou sofrer acidente.
Segundo a Norma Regulamentadora (NR-6), o EPI consiste em todo dispositivo
de uso individual destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador,
sendo responsabilidade do empregador o fornecimento do EPI adequado ao risco e o
treinamento dos trabalhadores quanto à forma correta de uso e conservação7.
O Ministério da Saúde8 (2006) explicita sobre os EPI’s, citando-os:
Luvas, máscaras, gorros, óculos de proteção, capotes (aventais) e botas,
atendendo às seguintes indicações: Luvas - sempre que houver possibilidade
de contato com sangue, secreções e excreções, com mucosas ou com áreas de
pele não íntegra (ferimentos, escaras, feridas cirúrgicas e outros); Máscaras,
gorros e óculos de proteção - durante a realização de procedimentos em que
haja possibilidade de respingo de sangue e outros fluidos corpóreos, nas
mucosas da boca, nariz e olhos do profissional; Capotes (aventais) - devem
ser utilizados durante os procedimentos com possibilidade de contato com
material biológico, inclusive em superfícies contaminadas; Botas - proteção
dos pés em locais úmidos ou com quantidade significativa de material
infectante (centros cirúrgicos, áreas de necropsia e outros).
Diante da presença dos pacientes mais críticos, o que por sua vez demanda da
equipe de saúde e principalmente da equipe de enfermagem um ritmo de trabalho
intenso; inúmeras intervenções com manuseio constante de material biológico e perfuro
cortante, o que consequentemente aumenta o risco de exposição9; da alta complexidade
característica do CTI e da magnitude que este ambiente tem em relação aos riscos
ocupacionais, não somente aos voltados aos perfuro cortantes, por executar inúmeros e
diferenciados procedimentos, faz-se necessário o uso regular e contínuo dos EPIs, visto
sua relevância na minimização da possibilidade de se desenvolver uma doença ou
acidente proveniente do trabalho.
Como principais EPIs de um CTI citam-se: luvas, máscara de proteção
biológica, avental de mangas longas, óculos de proteção, máscara N96, sapatos
fechados, capote p/ raios-X, protetor de tireóide, dentre outros, cuja escolha depende do
procedimento executado e dos riscos existentes neste.
Autoras como Souza e Vianna apud Barboza10 et al (2004) demonstram a
relevância de tais equipamentos ao relacionar o seu não uso aos acidentes de trabalho,
enfocando principalmente os provenientes do manuseio de materiais perfuro cortantes,
visto que a equipe de enfermagem encontra-se cotidianamente diante de escalpes e
agulhas.
Complementando a informação anterior, Pereira11 et al (2004) demonstra que em
um estudo realizado com profissionais de enfermagem no Acre, foi constatado que a
maior incidência de acidentes de trabalho ocorre com materiais perfuro cortantes, sendo
que 52,2% ocorreram com agulha de seringa, 28,3% com scalps e 19,5% por abocath,
bisturi, ampola, agulha de raqui, gilete, instrumental cirúrgico e lanceta.
Sabendo-se que o ambiente hospitalar é um local altamente periculoso, que
nenhum profissional está isento de um acidente ou doença ocupacional e que
principalmente, tais situações podem ser minimizadas durante o uso de EPI, julga-se útil
que os profissionais sejam incentivados ao uso frequente desse recurso durante a
atividade laboral, e o enfermeiro deve manter uma observação continua quanto a sua
utilização.
Mais uma vez, no decorrer do desenvolvimento da presente pesquisa, obteve-se
dificuldade em encontrar dados numéricos que demonstrassem com exatidão a
minimização dos índices de acidente de trabalho relacionados ao uso de EPI,
fomentando a necessidade de se explorar e discutir ainda mais sobre a temática.
Contudo, alguns autores afirmam a relevância do uso de EPI e sublinham o fato
de que, apesar da proteção possibilitada por este não impedir que o trabalhador sofra o
acidente, reduz o seu risco12. Correa e Donato2 (2007) relatam que em um manuseio de
materiais perfuro cortantes, por exemplo, o uso de EPI reduz a quantidade de
secreção/sangue inoculados em até 75% e, por consequência, o grau de infecção.
Balsamo e Felli13 (2006) contra-argumentam e sublinham que de fato, apenas a
aplicação das precauções não é suficiente para garantir as medidas de prevenção,
devendo estar associada a essas estratégias as reflexões a respeito das mudanças de
comportamento e as causas dos acidentes. Tal afirmativa reflete que a não adesão ou a
baixa adesão às recomendações da utilização de barreiras de proteção é uma realidade, o
que leva a indagar sobre outros fatores que podem estar contribuindo para esse tipo de
comportamento.
Outro fator importante consiste na identificação precoce dos riscos ocupacionais,
fato que exerce caráter prevencionista sobre as doenças e acidentes relacionados ao
trabalho, possibilitando, assim, uma diminuição na ocorrência de sinistros. Ressalta-se
ainda a importância do conhecimento sobre saúde ocupacional por parte dos
profissionais de enfermagem, visto que estes podem atuar como agentes de prevenção e
promoção na saúde da equipe de enfermagem (LEITÃO14 et al, 2008), auxiliando na
fiscalização quanto ao uso do EPI, condição que refletirá positivamente nos índices de
doença e acidente ocupacional.
É concreto que a equipe de enfermagem constitui de profissionais extensamente
propensos a acidentes laborais, principalmente por seu contato direto e contínuo com o
paciente e atuação constante em procedimentos invasivos.
Desta forma, o temor inexistente das periculosidades e riscos e a credibilidade
do “não acontecerá comigo” devem ser abandonados, no qual faz-se relevante que o
profissional assuma uma conduta diferenciada, ou seja, usufrua das medidas preventivas
e dos EPIs disponíveis, exijam o seu fornecimento quando não disponíveis e auxiliem
no incentivo da adoção destes pelos demais profissionais, permitindo que a manutenção
da saúde não constitua apenas meta a ser alcançada pelo seu trabalho, mas seja realidade
também vivenciada por ele no ambiente laboral.
3. CONCLUSÃO
Após a análise do presente assunto, obtiveram-se informações que evidenciaram
a relevância do equipamento de proteção individual (EPI), durante a execução da
assistência no centro de tratamento intensivo (CTI), e o enfermeiro deve atuar na
minimização da probabilidade de desenvolvimento de acidentes e doenças laborais,
garantindo um ambiente de trabalho seguro, saudável e uma assistência qualificada e
eficaz.
No entanto, ainda há instituições, cujos profissionais não aderiram ao uso deste,
sendo importante o conhecimento por parte do enfermeiro dos riscos provenientes por
tal ambiente, visando auxiliar na prevenção e promoção de toda a equipe. Para tanto, tal
estudo emerge no intuito de sensibilizar e fornecer ainda mais informação sobre o
assunto, além de atentar sobre a imprescindibilidade de gerar dados relevantes para a
análise dos benefícios do uso do EPI.
4.
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