Psicologia hospitalar e transplantes de orgãos

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
UNIDADE SÃO GABRIEL
INSTITUTO DE PSICOLOGIA
PSICOLOGIA HOSPITALAR E TRANSPLANTES DE ÒRGÃOS: PRÁTICAS
"PSI" NO ACOMPANHAMENTO À PACIENTES E FAMILIARES
Anita Pereira Gil1
Luciana Kind ²
Neste estudo discorro sobre as práticas do psicólogo com pacientes pré e póstransplantados, no âmbito da psicologia hospitalar. Na análise dessas práticas, a
intenção era, identificar quais as possíveis demandas que são endereçadas ao psicólogo
com a finalidade de possibilitar esse sujeito uma melhor qualidade de vida, além
daquelas que produzem o atendimento a família e também as relações entre a equipe
multiprofissional. Também como objetivo específico, buscou-se de conhecer sobre o
psicólogo hospitalar e suas práticas dentro de um hospital com o paciente, família e
equipe. No referencial teórico foram discutidas questões relativas à psicologia
hospitalar, práticas “Psi”, a ética do profissional, a psicologia e os transplantes, o
funcionamento das centrais de doação e sobre o paciente. Para tanto, alguns teóricos e
teóricas que discutem sobre o assunto foram utilizados(as), tais como: Belkiss Wilma
Romano (1999), Aline Maria Tonetto e Willian Barbosa Gomes (2007), Magda Diniz
Bezerra Dimenstein (1998), Fausto Eduardo Menon Pinto (2004), em meio a outros(as).
Assim, esse estudo faz uma menção à área da Psicologia Hospitalar, ao abordar as
práticas do profissional “Psi” nessa especialidade. Foi utilizada a abordagem qualitativa,
e a metodologia empregada foi a entrevista semi-dirigida com uma profissional da área
que trabalha em um hospital da região metropolitana de Belo Horizonte. Após a
transcrição da entrevista e escolha para categorização de dados, construindo-se uma
análise temática. A análise dos dados corroborou, apesar da possibilidade de
aprofundamento sobre o tema, o conhecimento dessas práticas com pacientes, família e
equipe multidisciplinar. Segundo a entrevistada, há uma grande mediação entre o
profissional “psi”, quer seja com a família, quer seja com a equipe de saúde, uma vez
que ambas procuram o proporcionar ao paciente e sua família uma melhor qualidade de
vida nesse processo. Ainda a partir da entrevista, foi possível constatar as práticas do
1
Aluna do curso de Psicologia da PUC Minas - Unidade São Gabriel. Resumo da Monografia
apresentada no 1º semestre de 2010, como requisito parcial para conclusão de curso. Contato:
[email protected].
² Mestre em Psicologia Social (UFMG), Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social
(IMS/UERJ), com Pós-Doutorado em Psicologia Social (UFMG), orientadora desta Monografia.
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