Produção e Consumo do Espaço Urbano - FCT

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UNIDADE UNIVERSITÁRIA
PROGRAMA
DE
ENSINO
DA
GRADUAÇÃO
2016
Faculdade de Ciências e Tecnologia
CURSO DE
Arquitetura e Urbanismo
HABILITAÇÃO
OPÇÂO
DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL
Departamento de Geografia – Profa. Titular MARIA ENCARNAÇÃO BELTRÃO SPOSITO
IDENTIFICAÇÃO
CÓDIGO
DISCIPLINA OU ESTÁGIO
PRODUÇÃO E CONSUMO DO ESPAÇO URBANO
OBRIG./OPT./EST.
OPTATIVA
CRÉDITO
04
SERIAÇÃO IDEAL
4o ANO
PRÉ E CO-REQUISITO
CARGA
HORARIA
TOTAL
TEÓRICA
PRÁTICA
060
45
15
ANUAL/SEM.
1o Semestre
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA:
AULAS TEÓRICAS AULAS PRÁTICAS
TEÓRICO/PRATICA
45
AULAS TEÓRICO/PRÁTICAS
OBJETIVOS (ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de:)




Compreender a cidade em suas dimensões: social, política e cultural.
Apreender as formas de consumo na cidade e consumo da cidade.
Entender os embates entre diferentes grupos sociais.
Compreender os processos de segregação e fragmentação socioespacial.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (título e discriminação das Unidades)
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
O consumo como elemento estruturador e reestruturador do urbano e da cidade;
Centro principal e multiplicação das centralidades;
Segregação e fragmentação socioespacial;
O público e o Privado no espaço urbano: conflitos e contradições;
Valores urbanos: desigualdades e identidades socioespaciais;
O lazer na cidade, como forma de consumo e suas contradições;
Trabalho de Pesquisa sobre as centralidades e formas de comércio em Presidente Prudente.
OUTRAS
Prát. Pedagóg.
OUTRAS
METODOLOGIA DE ENSINO
1.
2.
3.
4.
aulas expositivas;
discussão das leituras obrigatórias;
seminários;
Estudo de caso
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ACSELRAD, H. (org.). A duração das cidades: sustentabilidade e risco nas políticas urbanas. Rio de Janeiro: Lamparina
2009.
ARANTES, A. A. (org.). O espaço da diferença. Campinas: Papirus, 2000.
ARANTES, A. A. Paisagens paulistanas: transformações do espaço público. Campinas-SP: Editora da UNICAMP; São
Paulo: Imprensa Oficial, 2000.
BORGES, Flávia Cristina Paixão. Implantação de um Shopping Center em Presidente Prudente [recurso eletrônico].
Presidente Prudente : [s.n.], 2009
BORJA, Jordi. La ciudad conquistada. Madrid: Alianza, 2005.
CALDEIRA, T. P. do R. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Ed. 34/Edusp, 2000.
CALIXTO, Maria José Martinelli Silva. Produção, apropriação e consumo do espaço urbano: uma leitura geográfica da
cidade de Dourados-MS. Campo Grande: Ed. UFMS, 2004.
CANCLINI, N. G. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Editora
da UFRJ, 2006.
CARLOS, A.F.A.; CARRERAS, C. (org.). Urbanização e mundialização: estudos sobre a metrópole. São Paulo: Contexto,
2005.
CARLOS, A.F.A. (org.). Novos caminhos da geografia. São Paulo: Contexto, 1991.
CARRANO, P. C. R. Os jovens e a cidade: identidades e práticas culturais em Angra de tantos reis e rainhas. Rio de
Janeiro: Relume Damurá: FAPERJ, 2002.
CORRÊA, R. L. O espaço urbano. São Paulo: Ática, 2002.
CUENYA, B.; FIDEL, C.; HERZER, H. (coord.). Fragmentos sociales: problemas urbanos de la Argentina. Buenos
Aires: Siglo XXI Editores Argentina, 2004.
DAL POZZO, Clayton Ferreira. Territórios de autossegregação e de segregação imposta: fragmentação socioespacial em
Marília e São Carlos. Dissertação – Programa de Pós-Graduação em Geografia da FCT/UNESP, 2011.
DIÓGENES, G.. Cartografias da cultura e da violência: gangues, galeras e movimento hip hop.
São Paulo: Annablume; Fortaleza: Secretaria da Cultura e do Desporto, 1998. 247p.
DAMIANI, A. L.; CARLOS, A. F. A.; SEABRA, O. C. de L. (org.). O espaço no fim de século, a nova raridade. São
Paulo: Contexto, 1999.
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MAGNANI, J. G. C. A rua e a evolução da sociabilidade. Os Urbanistas (Revista Digital de
Antropologia Urbana), ano 1, v. 1, n. 0, outubro de 2003. Disponível em
<http://www.osurbanitas.org/>, Acessado em janeiro de 2007. paginação indefinida.
MAGNANI, J. G. C.. Da periferia ao centro: pedaços & trajetos. Revista de Antropologia, São Paulo, v. 35,
p. 191 – 203, 1992.
MAGNANI, J. G. C. (org.). Na Metrópole: textos de Antropologia Urbana. São Paulo: Editora
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MONTESSORO, Cláudia. Shopping centers e (re)estruturação urbana em Presidente Prudente. Presidente Prudente,
1999 [dissertação de mestrado]
PINTAUDI, Silvana Maria. O templo da mercadoria. São Paulo: Editora da UNESP, 1989.
SOBARZO, Oscar. Os espaços da sociabilidade segmentada: a produção do espaço público em Presidente Prudente.
Presidente Prudente, 2005. Tese (Doutorado em Geografia) – Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual
Paulista.
SOUZA, Maria Julieta N. de e COMPANS, Rose. Espaços urbanos seguros. A temática da segurança no desenho da
cidade. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v.11, n.2, p.9 – 24, maio 2009.
SOUZA, M. A. A. (org.). Território brasileiro: usos e abusos. Campinas: Edições Territorial, 2003.
SPOSITO, M.E.B. (org.). Textos e contextos para a leitura geográfica de uma cidade média. Presidente
Prudente: [s.d.], 2001.
REVISTA CIDADES...
REVISTA ESPAÇO E DEBATES...
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, M. I. M. de; TRACY, M. de A. Noites nômades: espaço e subjetividade nas culturas jovens contemporâneas.
Rio de Janeiro: Rocco, 2003.
BAUDRILLARD, Jean. A sociedade de consumo. Lisboa : Edições 70, 2010
BAUMAN, Zigmunt. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro : Jorge
Zahar, 2008.
BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.
CANCLINI, N.G. Diferentes, desiguais, desconectados: mapas da interculturalidade. Rio de Janeiro: EDUFRJ,
2009.
CANCLINI, N. G. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 2003.
FEATHERSTONE, M . Cultura de consumo e pós-modernismo. São Paulo: Studio Nobel, 1995.
GIDDENS, A. Modernidade e identidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002.
GIDDENS, A. Mundo em descontrole: o que a globalização está fazendo de nós. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2000.
GIDDENS, A. As conseqüências da modernidade. São Paulo; ED. UNESP, 1991.
HARVEY, D. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural 11ª. ed.. São Paulo: Edições
Loyola, 2002.
MAFFESOLI, M. O tempo das tribos: o declínio do individualismo nas sociedades de massa. Rio de Janeiro: ForenseUniversitária, 1987.
PORTUGUEZ, Anderson Pereira. Consumo e espaço: turismo, lazer e outros temas. São Paulo: Roca, 2001.
PROST, A. Fronteiras e espaços do privado. In: PROST, A.; GÉRARD, V. (org.). História da vida privada, 5. São Paulo:
Companhia das Letras, 1992, p. 13 – 154.
SARLO, B. La ciudad vista. Buenos Aires: Siglo Veinteuno Editores, 2009.
VILLAÇA, Flávio. Espaço intra-urbano no Brasil. São Paulo: Studio Nobel/FAPESP/Lincoln Institute, 1998.
CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
1. Capacidade de elaborar, de forma escrita, seu entendimento dos conteúdos da disciplina;
2. Capacidade de articular referencial teórico e análise da realidade empírica, em atividade prática de pesquisa;
3. Capacidade de elaborar e expressar entendimento do conteúdo, por meio de seminários.
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO
-
Elaboração de relatório de pesquisa.
Seminário
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE REGIME DE RECUPERAÇÃO
Haverá uma prova escrita, na qual o aluno deverá responder com precisão questões sobre o conteúdo da disciplina:
definição de cidade enquanto localidade central, definição de centro, centralidade, falar sobre os processos de produção
do espaço urbano, sobre as transformações nas formas comerciais da cidade ao longo do tempo.
EMENTA (Tópicos que caracteriza as unidades dos programas de ensino)
- A produção da cidade: atores sociais. Produção territorial da cidade. Produção imobiliária na cidade. O papel da
iniciativa privada, O papel do poder público. O papel dos movimentos sociais e das organizações não governamentais.
- O consumo na e da cidade
- Uso territorial da cidade Necessidades individuais versus necessidades coletivas e Espaços privados versus espaços
públicos.
- Desigualdades e identidades socioespaciais, Novos padrões de centralidade urbana e novos padrões de uso do solo
residencial.
MATERIAL INSTRUCIONAL
Basicamente Material bibliográfico.
AUTO-AVALIAÇÃO
Será realizada ao final disciplina, a partir de uma conversa conduzida sobre o processo.
PEQUENOS PROJETOS
GRANDES PROJETOS
HORARIO DE ATENDIMENTO AO ALUNO:
A ser definido, de acordo com a demanda dos alunos matriculados e a disponibilidade de horários e agenda do docente.
APROVAÇÃO: DEPARTAMENTO
CONSELHO DE CURSO
COMISSÃO DE ENSINO
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