Economia Conceitos e Exercícios Noções gerais. Economia é a

Propaganda
Economia
Conceitos
e
Exercícios
A
Macroeconomia
estuda
os
fenômenos que afetam a economia
como um todo: os níveis de consumo
das famílias, os investimentos das
empresas, as políticas fiscais e
monetárias do governo, a inflação e a
moeda, os níveis de desenvolvimento
econômico e o comportamento do
mercado de trabalho.
A Microeconomia estuda principalmente
como as empresas e os consumidores
agem e interagem no mercado:
• As famílias procurando maximizar
seus níveis de satisfação e utilidade;
• As empresas buscando maximizar seus
lucros.
Noções gerais.
Economia é a Ciência que estuda como
os Agentes Econômicos (Empresas,
Famílias, Governo) decidem utilizar
recursos produtivos escassos para
atender as necessidades humanas
(ilimitadas).
O estudo e análise da Economia dividemse
em
Macroeconomia
e
Microeconomia.
A
Microeconomia
analisa
o
comportamento das unidades de
consumo (indivíduos, famílias e
empresas) e os mecanismos de
formação de preços dos bens
oferecidos ao mercado, serviços em
geral e fatores produtivos.
O estudo da microeconomia abrange:
Teoria do Consumidor: Estuda as
preferências dos consumidores, suas
escolhas e as restrições quanto a valores
e a demanda de mercado.
Teoria de Empresa: Estuda a integração
do capital e do trabalho de uma empresa
visando disponibilizar produtos para
atender a demanda do mercado e a
oferta dos consumidores dispostos a
consumi-los.
O estudo da microeconomia abrange:
Teoria da Produção: Estuda o processo
de transformação da matéria-prima em
produtos específicos para a venda no
mercado. A teoria da produção envolve
serviços como transportes, atividades
financeiras, comércio e outros.
Problemas econômicos:
Fatores de produção:
– Capital;
– Trabalho;
– Recursos naturais;
– Tecnologia.
Custo de oportunidade:
São as perdas econômicas resultantes
de nossas escolhas. A cada escolha
abrimos mão de outras opções. A
mensuração econômica das perdas
determina o custo de oportunidade.
O que e quanto produzir?
Como produzir?
Para quem produzir?
A que preço oferecer?
Movimento circular da economia
1. A Ação do Governo na Economia
MERCADO DE BENS E SERVIÇOS
Demanda
Oferta
Famílias
EMPRESAS
Oferta
Demanda
MERCADO DE FATORES DE PRODUÇÃO
1.1 Funções econômicas do governo
Para ser eficaz o governo executa quatro
funções econômicas:
Função Alocativa,
Função Distributiva e
Função Estabilizadora.
Função Reguladora
Função alocativa:
Refere-se à alocação de recursos visando
a oferta de bens públicos (transportes,
estrutura de segurança), bem estar social
(educação, cultura, saúde, combate à
fome), e infraestrutura (saneamento,
habitação popular, energia elétrica);
Função estabilizadora:
É a aplicação de políticas públicas
visando a geração de empregos, o
desenvolvimento social e a convivência
pacífica entre os cidadãos.
1.2 Ações da atividade econômica
desempenhadas pelo Setor Público.
• Incentivos
e
investimentos
em
atividades que geram grande número
de empregos: construção civil, rodovias
e geração de energia; áreas da saúde,
saneamento e educação, entre outras.
Função distributiva:
É a redistribuição da renda e da riqueza
nacional
realizada
através
das
transferências de recursos as parcelas
carentes da população (reforma agrária,
bolsa família, energia elétrica subsidiada,
previdência
social,
saúde
pública,
habitação popular, quotas estudantis,
bolsas de estudos, etc.)
Função reguladora:
O governo regula a atividade econômica
utilizando-se de leis e dispositivos
administrativos (controle de preços, leis
de proteção ao consumidor, etc.)
visando otimizar o uso de recursos em
favor do bem comum.
1.2 Ações da atividade econômica
desempenhadas pelo Setor Público.
• Ações de transferências de recursos
para a população de baixa renda
visando, o atendimento imediato de
necessidades e a busca de uma melhor
distribuição da riqueza e da renda.
1.2 Ações da atividade econômica
desempenhadas pelo Setor Público.
1.2 Ações da atividade econômica
desempenhadas pelo Setor Público.
• O combate à formação de monopólios,
e ao abuso do poder econômico,
estimulando a existência da livre
concorrência.
• A preocupação com o impacto social
dos investimentos realizados, e não
apenas com a maximização do lucro
como ocorre na maioria das empresas
privadas.
1.2 Ações da atividade econômica
desempenhadas pelo Setor Público.
1.2 Ações da atividade econômica
desempenhadas pelo Setor Público.
•A
fixação
e
fiscalização
do
cumprimento de regras claras e amplas
nos
contratos
firmados
entre
consumidores
e
fornecedores,
nacionais ou internacionais.
• A aplicação de políticas econômicas,
fiscais e tributárias visando o combate
à inflação e à concentração de renda e
riqueza.
1.2 Ações da atividade econômica
desempenhadas pelo Setor Público.
• A disponibilização de recursos “a fundo
perdido” ou com taxas de juros mais
favoráveis para a população enfrentar e
superar desastres de origem climáticas
ou causados por guerras ou distúrbios
sociais.
1.3 Política Fiscal
O governo atua na economia:
- Arrecadando impostos e
- Efetuando gastos públicos.
1.3 Política Fiscal
O governo arrecada dinheiro para cobrir
seus gastos, efetuar investimentos na
economia em estradas, pontes,
escolas, hospitais, pagamentos dos
servidores públicos e para alterar o
processo de distribuição de renda.
.3 Política Fiscal
O foco da Política Fiscal é atuar com
eficiência sobre a administração da
arrecadação e dos gastos visando:
Promover o bem-estar da população
através
de
investimentos
de
necessidade coletiva e
Manter
um
orçamento
público
equilibrado.
.3 Política fiscal
A maneira como o governo efetua seus
gastos pode determinar o crescimento
da economia, através de investimentos
em infra-estrutura por exemplo, ou sua
estabilização, através de ajustes fiscais
restritivos
.3 Política Fiscal
Os gastos públicos dividem-se em
quatro grupos:
- O consumo do próprio governo em
custos para o seu funcionamento.
- Transferências.
- Juros da dívida pública e
- Subsídios ao setor privado
1.3 Política Fiscal
A arrecadação é efetuada a partir de
impostos diretos, como o IR, IPVA,
IPTU, e de impostos indiretos como IPI,
ICMS, ISS.
A princípio, à medida que a alíquota de
impostos aumenta, a arrecadação
tende a elevar. Entretanto, há um
limite.
1.3 Política Fiscal
Quando há um aumento na alíquota de
imposto, a arrecadação se eleva,
mas existe um patamar máximo.
Após esse patamar a arrecadação
tende a decrescer, pois um
expressivo aumento na alíquota irá
provocar a sonegação, bem como o
desestímulo à atividade produtiva.
1.3.1 Conceitos de Déficit e Superávit.
Déficit é uma situação em que o
governo gasta mais do que arrecada,
Isso significa que parte de seus gastos
não foi financiada pela arrecadação.
Superávit ocorre quando a arrecadação
do governo é maior que os seus gastos.
1.3.1 Déficit e Superávit.
No primeiro caso, - emissão de
moeda
O
governo
efetua
empréstimos junto ao Banco Central.
No segundo caso, - emissão de
títulos - O governo vende títulos da
dívida pública através do open market
(compra e venda de títulos da dívida
pública efetuadas pelo BACEN).
1.3.3 Política Fiscal Restritiva
Com a redução dos gastos públicos e
aumento da carga tributária, ocorre:
- Redução nos investimentos
- Queda no nível de emprego
- Queda na renda
- Queda no consumo.
- Recessão
1.3.1 Déficit e Superávit.
Quando os gastos são maiores que a
arrecadação – déficit público - o
governo pode elevar a carga tributária
e reduzir seus gastos.
Se o déficit persistir o governo costuma
emitir moeda e fazer empréstimos
emitindo mais títulos da dívida pública.
1.3.2 Política Fiscal Expansiva
Com um Aumento dos gastos públicos
e redução da carga tributária, ocorre:
- Aumento nos investimentos
- Aumento no nível de emprego
- Aumento na renda
- Aumento no consumo
- Crescimento Econômico
1.4 – Política Monetária
O governo detém o monopólio da
emissão de moeda através do BACEN.
Então, a Política Monetária pode ser
definida como a forma que as
autoridades monetárias controlam a
oferta de moeda, controlando assim a
liquidez no sistema econômico e,
consequentemente, as taxas de juros.
1.4 – Política Monetária
1.4 – Política Monetária
A Política Monetária possui três
“instrumentos” para oferecer moeda:
a) Depósito Compulsório;
b) Open Market;
c) Operação de Redesconto.
.4 – Política Monetária
Quanto maior for o volume de moeda
disponibilizada no mercado, maior a
liquidez do sistema econômico, e
menor será o preço da moeda – menor
será a taxa de juro. Logo, quanto
menor for a liquidez maior será a taxa
de juro.
1.5.1 Fiscalidade e extrafiscalidade
A extrafiscalidade caracteriza-se pelo
exercício da cobrança para atender a
outros interesses que não os de mera
arrecadação de recursos financeiros. O
interesse geralmente é a correção de
situações sociais ou econômicas
específicas.
Através
desses
“instrumentos”
as
autoridades
monetárias
(BACEN),
controlam o volume de moeda em
circulação, logo controlam a taxa de juro.
Qual a relação entre moeda em circulação e
taxa de juro?
Todas as mercadorias possuem um preço,
como o dinheiro também é uma mercadoria
ele tem preço: seu preço é a taxa de juro.
1.5 Tributação
1.5.1 Fiscalidade e extrafiscalidade
Um tributo é fiscal (fiscalidade)
quando a sua cobrança visa apenas a
arrecadação de recursos financeiros,
com o objetivo de sustentar os
encargos que são próprios dos órgãos
da Administração.
1.5.2
Cumulatividade
e
não
cumulatividade
Tributo cumulativo – É o tributo que
incide
em
todas
as
etapas
intermediárias dos processos produtivo
e/ou de comercialização de um bem,
inclusive sobre o próprio tributo já
pago, da origem até o consumidor
final, influindo na composição de seu
custo e, em conseqüência, na fixação
de seu preço de venda.
1.5.2
Cumulatividade
e
não
cumulatividade
Tributo não-cumulativo – É o tributo
que, na etapa subseqüente dos
processos
produtivos
e/ou
de
comercialização, não incide sobre o
mesmo tributo pago/recolhido na etapa
anterior. Exemplo: ICMS.
2. Lei da Oferta e da Demanda
Oferta é a quantidade do produto
disponibilizado ao mercado.
Demanda é o grau ou volume de
interesse de compra verificado no
mercado
2. Lei da Oferta e da Demanda
O resultado desse processo são os
preços de equilíbrio; é o patamar no
qual consumidor e produtor realizam
seus interesses.
2. Lei da Oferta e da Demanda
O preço de um produto ou serviço é
determinado pela oscilação contínua
entre as quantidades ofertadas e
demandadas, e é fixado a partir da
relação entre a intensidade da procura
e o grau de necessidade do
comprador.
2. Lei da Oferta e da Demanda
A oferta de um produto ou serviço é
função da perspectiva de lucro de
quem oferece.
A procura é influenciada pela preferência
do consumidor final, a compatibilidade
entre preço e qualidade, a facilidade de
compra do produto e o poder de
compra do consumidor.
2.1 Lei da Demanda
A Lei da Demanda estabelece que
considerando constantes os demais
fatores (ceteris paribus), a quantidade
demandada de um bem ou serviço
varia no sentido inverso do seu preço;
Então: a quantidade demandada é
tanto maior quanto menor for o seu
preço e vice-versa.
Representação
Demanda.
gráfica
da
Curva
de
2.2 Lei da Oferta.
A Oferta de um produto refere-se às
quantidades que os produtores estão
dispostos a produzir e ofertar a um
determinado preço e por um
determinado tempo.
2.2 Lei da Oferta.
A Lei Geral da Oferta estabelece que
quanto maior o preço maior será a
quantidade produzida e ofertada pelos
produtores, e vice-versa: quanto
menor o preço de mercado, menor a
quantidade ofertada. Então a oferta é
diretamente proporcional ao preço.
Representação gráfica da curva da Oferta.
2.3 O preço de equilíbrio.
O preço de equilíbrio entre oferta e
procura ocorre no ponto do gráfico em
que acontece a plena satisfação da
oferta e da procura a um determinado
preço. Em qualquer outro ponto haverá
excesso de oferta ou excesso de
procura.
Representação gráfica do equilíbrio entre
Oferta e Procura (Demanda).
2.4 A lógica dos mercados
Os preços no mercado são a
expressão monetária do valor das
mercadorias e dos serviços e refletem o
equilíbrio entre os interesses dos
vendedores e as expectativas dos
compradores.
A concorrência é importante para a
existência de um mercado saudável.
2.4 A lógica dos mercados
Os mercados caracterizam-se pela
seguinte estrutura:
• concorrência perfeita;
• monopólio e
• oligopólio.
2.4.1 Concorrência perfeita
Existe concorrência perfeita quando:
O
número
de
compradores e
vendedores é tão grande que nenhum
deles, individualmente, tem condições
para influir nos preços praticados.
Os produtos são homogêneos podendo
ser fabricados por muitos produtores.
2.4.1 Concorrência perfeita.
Os produtores e consumidores têm
mobilidade e não há acordo de preço
entre os participantes do mercado.
O preço é definido de maneira
impessoal, ninguém individualmente o
estabelece.
Há transparência no mercado. Não há
informações privilegiadas para qualquer
agente econômico.
2.4.2 Monopólio
A situação de monopólio ocorre quando:
• Há no mercado apenas um vendedor.
• O produto do vendedor não tem
substituto próximo. Não há alternativas
para os consumidores.
• A entrada de concorrentes no mercado
é muito difícil.
• O único vendedor tem poder total sobre
a formação dos preços.
2.4.3 Oligopólios
É o atual modelo dominante:
• Há um pequeno grupo de grandes
vendedores que dominam um ou vários
ramos de produção e dividem entre si o
mercado.
• Há grandes obstáculos para a entrada
de concorrentes
• Há acordo de preços entre os
fornecedores.
3 – Inflação
Inflação
é
um
fenômeno
macroeconômico, se caracteriza pelo
aumento contínuo e generalizado dos
preços.
Os movimentos inflacionários não
devem ser confundidos com aumentos
esporádicos de preços, devido a
flutuações sazonais.
3.1 Tipos de Inflação
b) Inflação de Custo: Está associada a
uma inflação de oferta, a partir de
aumentos nos custos dos fatores de
produção,
gerando
retração
da
produção. As causas podem ser:
3.1 Tipos de inflação.
c) Inflação Inercial: Ocorre quando os
agentes econômicos adaptam suas
expectativas a uma determinada taxa
de inflação. Esta taxa esperada é
denominada de “Inflação Inercial”...
3.1 Tipos de Inflação
a) Inflação de Demanda: Ocorre
quando a demanda agregada supera a
oferta agregada. Para combater a
inflação de demanda as autoridades
monetárias utilizam: Redução nos
gastos do governo, aumento da carga
tributária, arrocho salarial, aumento na
taxa de juros.
Causas da Inflação de Custo: Salários
- Aumentos nos salários que superem os
aumentos na produtividade eleva o
custo unitário de produção. Matériasprimas - Ocasionado por fatores
exógenos (externos) como problemas no
fornecimento
de
matérias-primas:
transporte, energia, inundações, secas.
Estrutura de Mercado - Poder de
oligopólios e monopólios sobre os
preços do mercado.
3.1 Tipos de inflação.
c) Inflação Inercial: Incorpora-se, a
contratos e acordos informais.
A tendência é ela se elevar no
decorrer do tempo pelo aumento nos
preços superiores às expectativas,
devido à falta de credibilidade na
moeda corrente. Provoca distorção
nos preços e uma caminhada para a
hiperinflação.
3.2 – Efeitos da Inflação
a) Distribuição de Renda: Provoca a
redução do poder aquisitivo das
classes
que
dependem
de
rendimento fixo (classe assalariada).
Na
população
com
baixos
rendimentos, a inflação funciona
como
um
“imposto”
(imposto
inflacionário), pois “suga” parte do
rendimento mensal.
3.2 – Efeitos da Inflação
c) Corrosão da receita do governo: O
governo
busca
alternativas
(indexação) para corrigir o valor dos
tributos.
d)
Expectativa
de
Agentes
Econômicos: O setor empresarial é
sensível às distorções de preços
causadas
pela
inflação,
comprometendo assim as suas
decisões de novos investimentos.
4. Crescimento Econômico
Crescimento Econômico é o aumento
contínuo do Produto Interno Bruto
(PIB) e per capita ao longo do tempo.
3.2 – Efeitos da Inflação
b) Balança Comercial: encarece os
produtos nacionais, estimulando a
importação, o que poderá aumentar o
déficit na Balança (o volume em US$
das importações é maior que das
exportações)...
3.3 Medição da Inflação
O índice utilizado para medir a inflação é o
IPCA (Índice de Preços ao Consumidor
Amplo) publicado pelo IBGE. O IPCA é
um instrumento de medição da inflação
cujo universo da pesquisa abrange
pessoas com rendimento entre 1 a 40
salários mínimos, a partir de 7 cestas de
consumo:
Alimentação,
Artigos
de
Residência, Habitação, Transporte e
Comunicação,
Vestuário,
Saúde
e
Despesas Pessoais.
4.1 PIB PER CAPITA
O PIB per capita é o principal
indicador de crescimento econômico
de uma nação.
A fórmula do PIB per capita é:
PIB per capita = PIB/População
4.1 PIB PER CAPITA
O produto (PIB) gerado em uma
economia é igual à renda. Logo, PIB
per capita é igual a Renda per capita.
À medida que o produto cresce, cresce
também a renda média da população.
Logo, a expansão do mercado interno
ocorre a partir do crescimento do
produto.
4.2 Crescimento Sustentado
Para que uma economia tenha
crescimento econômico sustentado é
necessário:
a) Acumulação de Capital, acontece
com o aumento de máquinas,
equipamentos e indústrias; obras em
infra-estrutura:
estradas,
usinas;
investimentos em pessoas com melhor
produtividade da mão-de-obra.
4.2 Crescimento Sustentado
4.2 Crescimento Sustentado
b) Crescimento da População – O
aumento na população gera um
contingente
de
mão-de-obra
e,
conseqüentemente,
consumidores
para uma nação, ou seja, conduz para
a formação de um mercado interno.
c) Progresso Tecnológico – O
crescimento econômico deve trazer
consigo significativas mudanças no
padrão de tecnologia de uma nação.
4.2 Crescimento Sustentado
O Crescimento Econômico depende de
consumo por parte das famílias por
bens e serviços; por parte das
empresas por investimento; por parte
do governo em gastos, e por
exportações.
5 - Investimento
Enquanto a estrutura de gastos das
famílias não sofre alterações ao longo
do tempo, o investimento das empresas
é volátil e sujeito a oscilações, inclusive
no
curto
prazo.
São
fatores
determinantes da decisão de investir:
5 – Investimento
a) Capacidade Ociosa – a capacidade
ociosa refere-se a não utilização plena
do potencial de uma empresa.
Se a capacidade ociosa for muito
elevada, o investimento empresarial
não ocorre rápido caso ocorra uma
retomada no consumo.
5 – Investimento
c) Retorno – Quanto mais atrativas
forem as margens de lucro em uma
economia, maior será o retorno
esperado por um empreendimento e
maior a propensão para investir.
5 – Investimento
b) Ambiente de Negócios –
Projeções sobre o crescimento da
economia – taxa de crescimento do
PIB – são fundamentais para estimular
novos investimentos.
5 – Investimento
d) Gastos do Governo - Os gastos do
governo e a carga tributária, são
importantes
para
determinar
o
Crescimento Econômico.
O governo pode estimular a economia
a partir de seus gastos em obras de
interesse coletivo e reduzir a carga
tributária, estimular a economia.
5 – Investimento
e) Exportações - As exportações
também fazem parte do conjunto dos
determinantes
do
crescimento
econômico.
Questões de concursos
1. Na maioria dos países, o aumento
histórico da participação do gasto
público no PIB explica-se, em parte,
pelo
aumento
expressivo
das
demandas
sociais
gerado
pela
intensificação
do
processo
de
urbanização.
1. Na maioria dos países, o aumento
histórico da participação do gasto
público no PIB explica-se, em parte,
pelo
aumento
expressivo
das
demandas
sociais
gerado
pela
intensificação
do
processo
de
urbanização. Correta.
2. Uma das funções da moeda é servir
como instrumento ou meio de troca. A
disseminação de cartões de crédito, ao
permitir que as pessoas façam seus
pagamentos de uma só vez, contribui
para reduzir a demanda de moeda por
motivos transacionais.
2. Uma das funções da moeda é servir
como instrumento ou meio de troca. A
disseminação de cartões de crédito, ao
permitir que as pessoas façam seus
pagamentos de uma só vez, contribui
para reduzir a demanda de moeda por
motivos transacionais.
Gabarito: Correta.
3. O financiamento dos gastos do
governo pela criação de base
monetária provoca, no longo prazo,
aumento do(a):
a) Inflação
b) Nível de reservas internacionais
c) Endividamento externo
d) Endividamento público
e) Endividamento privado
3. O financiamento dos gastos do
governo pela criação de base
monetária provoca, no longo prazo,
aumento do(a):
a) Inflação
b) Nível de reservas internacionais
c) Endividamento externo
d) Endividamento público
e) Endividamento privado
4. A expansão dos gastos públicos
eleva
o
déficit
público,
cuja
monetização
aumenta
a
base
monetária, levando, assim, à frouxidão
das políticas monetárias.
5. Políticas de orçamento equilibrado
que implicam aumento simultâneo e da
mesma ordem de magnitude, das
despesas públicas e da arrecadação
eliminam déficits ou superávits fiscais e
são, por conseguinte, incompatíveis
com a gestão dos ciclos econômicos.
6. A noção de custo de oportunidade
relaciona-se estreitamente com o
conceito de escassez.
4. A expansão dos gastos públicos
eleva
o
déficit
público,
cuja
monetização
aumenta
a
base
monetária, levando, assim, à frouxidão
das políticas monetárias.
Gabarito: Correta.
5. Políticas de orçamento equilibrado
que implicam aumento simultâneo e da
mesma ordem de magnitude, das
despesas públicas e da arrecadação
eliminam déficits ou superávits fiscais e
são, por conseguinte, incompatíveis
com a gestão dos ciclos econômicos.
Gabarito: Errada.
6. A noção de custo de oportunidade
relaciona-se estreitamente com o
conceito de escassez.
Gabarito: Correta.
Custo de oportunidade:
São as perdas econômicas resultantes
de nossas escolhas. A cada escolha
abrimos mão de outras opções. A
mensuração econômica das perdas
determina o custo de oportunidade.
7. Políticas efetivas de fixação do
salário nominal mínimo exigem que ele
seja fixado acima do salário de
equilíbrio do mercado de trabalho,
porém essa política salarial poderá
causar desemprego, especialmente no
segmento não qualificado do mercado
de trabalho.
8. Políticas de controle de preços,
aplicadas a um determinado mercado,
procuram determinar o preço de
transação desse mercado, porém não
alteram a quantidade transacionada no
equilíbrio competitivo.
9. Caso um setor estratégico da
economia que produz um bem
comercializável encontre-se dominado
por um produtor monopolista, a
abertura internacional desse mercado
poderá trazer grandes ganhos de
produtividade e, consequentemente,
maior eficiência alocativa para o
conjunto da economia.
7. Políticas efetivas de fixação do
salário nominal mínimo exigem que ele
seja fixado acima do salário de
equilíbrio do mercado de trabalho,
porém essa política salarial poderá
causar desemprego, especialmente no
segmento não qualificado do mercado
de trabalho.
Gabarito: Correta
8. Políticas de controle de preços,
aplicadas a um determinado mercado,
procuram determinar o preço de
transação desse mercado, porém não
alteram a quantidade transacionada no
equilíbrio competitivo.
Gabarito: Errada.
9. Caso um setor estratégico da
economia que produz um bem
comercializável encontre-se dominado
por um produtor monopolista, a
abertura internacional desse mercado
poderá trazer grandes ganhos de
produtividade e, consequentemente,
maior eficiência alocativa para o
conjunto da economia.
Gabarito: Correta.
10. A tarifação pelo custo do serviço,
também conhecida como regulação da
taxa interna de retorno — utilizada para
a regulação tarifária dos setores de
monopólio natural —, requer que os
preços remunerem os custos totais e
contenham
uma
margem
que
proporcione uma taxa interna de retorno
atrativa ao investidor.
10. A tarifação pelo custo do serviço,
também conhecida como regulação da
taxa interna de retorno — utilizada para
a regulação tarifária dos setores de
monopólio natural —, requer que os
preços remunerem os custos totais e
contenham
uma
margem
que
proporcione uma taxa interna de retorno
atrativa ao investidor.
Gabarito: Correta.
11. Em economia a escassez é
considerada um fenômeno que: A) Não
pode ser eliminado; b) existe nas
economias pobres; c) existe nas
economias ricas; d) As três afirmações
estão corretas; e) as três afirmações
estão incorretas.
.
11. Em economia a escassez é
considerada um fenômeno que: A) Não
pode ser eliminado; b) existe nas
economias pobres; c) existe nas
economias
ricas;
d)
As
três
afirmações estão corretas; e) as três
afirmações estão incorretas.
.
12. O conceito de custo da
oportunidade em economia:
A) É o valor da próxima melhor
alternativa que é sacrificada quando se
faz uma escolha. B) É o custo da pior
alternativa a ser utilizada em uma ação
econômica. C) É o maior investimento
na implementação de uma alternativa.
D) É o prejuízo gerado por uma
oportunidade mal aproveitada.
.
12. O conceito de custo da
oportunidade em economia:
A) É o valor da próxima melhor
alternativa que é sacrificada quando se
faz uma escolha. B) É o custo da pior
alternativa a ser utilizada em uma ação
econômica. C) É o maior investimento
na implementação de uma alternativa.
D) É o prejuízo gerado por uma
oportunidade mal aproveitada.
.
13. A Lei da Demanda estabelece:
A)
Os
produtores
aumentam
a
quantidade ofertada de um bem quando
o seu preço aumenta, coeteris paribus.
B) Existe uma relação inversa entre o
preço de um bem e a quantidade
demandada desse bem, coeteris paribus.
C) Preço e quantidade demandada são
diretamente
relacionados,
coeteris
paribus. D) Nenhuma das alternativas
está correta.
13. A Lei da Demanda estabelece:
A)
Os
produtores
aumentam
a
quantidade ofertada de um bem quando
o seu preço aumenta, coeteris paribus.
B) Existe uma relação inversa entre o
preço de um bem e a quantidade
demandada desse bem, coeteris paribus.
C) Preço e quantidade demandada são
diretamente
relacionados,
coeteris
paribus. D) Nenhuma das alternativas
está correta.
14. A Lei da Oferta estabelece:
A) Preço e quantidade ofertada não são
diretamente relacionados. B) Preço e
quantidade
são
inversamente
relacionados. C) Preço e quantidade
ofertada são inversamente relacionados,
coeteris paribus. D) Preço e quantidade
ofertada são diretamente relacionados,
coeteris paribus.
.
14. A Lei da Oferta estabelece:
A) Preço e quantidade ofertada não são
diretamente relacionados. B) Preço e
quantidade
são
inversamente
relacionados. C) Preço e quantidade
ofertada são inversamente relacionados,
coeteris paribus. D) Preço e quantidade
ofertada são diretamente relacionados,
coeteris paribus.
.
15. O equilíbrio de mercado é: A) A
situação de mercado em que não há nem
excesso de oferta, nem excesso de
demanda. B) A situação de mercado em
que o preço e a quantidade de equílibrio
atendem simultaneamente às expectativas
dos consumidores e dos produtores. C)
representado
graficamente
pela
intersecção entre as curvas de oferta e
demanda. D) todas as alternativas
anteriores estão corretas.
15. O equilíbrio de mercado é: A) A
situação de mercado em que não há nem
excesso de oferta, nem excesso de
demanda. B) A situação de mercado em
que o preço e a quantidade de equílibrio
atendem simultaneamente às expectativas
dos consumidores e dos produtores. C)
representado
graficamente
pela
intersecção entre as curvas de oferta e
demanda. D) todas as alternativas
anteriores estão corretas.
16. Se o preço de um bem está acima
do preço de equilíbrio: A) A quantidade
ofertada é maior que a quantidade
demandada; b) a quantidade demandada
é maior que a quantidade ofertada; c) a
quantidade demandada é igual à
quantidade ofertada; d) está ocorrendo
excesso de demanda; e) nenhuma das
alternativas anteriores.
16. Se o preço de um bem está acima
do preço de equilíbrio: A) A quantidade
ofertada é maior que a quantidade
demandada; b) a quantidade demandada
é maior que a quantidade ofertada; c) a
quantidade demandada é igual à
quantidade ofertada; d) está ocorrendo
excesso de demanda; e) nenhuma das
alternativas anteriores.
17. Uma inovação tecnológica que
provoca um decréscimo no custo de
produção de um produto resulta em: A)
Decréscimo na quantidade ofertada; B)
Aumento na demanda; c) aumento na
oferta; D) aumento na quantidade
ofertada; E) nenhuma das alternativas
anteriores.
17. Uma inovação tecnológica que
provoca um decréscimo no custo de
produção de um produto resulta em: A)
Decréscimo na quantidade ofertada; B)
Aumento na demanda; c) aumento na
oferta; D) aumento na quantidade
ofertada; E) nenhuma das alternativas
anteriores.
18. Um decréscimo na demanda por um
bem inferior pode ser causado por: A)
Um aumento no preço; B) Uma
diminuição no preço; C) Um decréscimo
na renda dos consumidores; D) Um
aumento na renda dos consumidores; E)
Um aumento nos custos de produção.
18. Um decréscimo na demanda por um
bem inferior pode ser causado por: A)
Um aumento no preço; B) Uma
diminuição no preço; C) Um decréscimo
na renda dos consumidores; D) Um
aumento na renda dos consumidores; E)
Um aumento nos custos de produção.
19. Suponha que um aumento de 10% no
preço do bem X tenha provocado uma
diminuição de 5% na quantidade
adquirida do bem Y. Assumindo que os
demais
fatores
permaneceram
constantes, então os bens X e Y são:
a) complementares; b) substitutos; c)
inferiores; d) independentes; e) nenhuma
das alternativas anteriores.
20. O desenvolvimento de inseticidas
mais eficazes para combater gafanhotos
que ataquem as lavouras de milho
desloca a curva de oferta desse produto,
para baixo e para a direita, aumentando
assim, a oferta desse produto.
21. O binômio escassez/escolha, que
permeia
o
problema
econômico
correlato, ocorre somente quando,
dentro do processo produtivo, não existe
possibilidade de substituição entre
insumos.
19. Suponha que um aumento de 10% no
preço do bem X tenha provocado uma
diminuição de 5% na quantidade
adquirida do bem Y. Assumindo que os
demais
fatores
permaneceram
constantes, então os bens X e Y são:
a) complementares; b) substitutos; c)
inferiores; d) independentes; e) nenhuma
das alternativas anteriores.
20. O desenvolvimento de inseticidas
mais eficazes para combater gafanhotos
que ataquem as lavouras de milho
desloca a curva de oferta desse produto,
para baixo e para a direita, aumentando
assim, a oferta desse produto.
Gabarito: Correta.
É
um
caso
de
aumento
de
produtividade: há uma redução de
custos de produção e um aumento da
oferta.
21. O binômio escassez/escolha, que
permeia
o
problema
econômico
correlato, ocorre somente quando,
dentro do processo produtivo, não existe
possibilidade de substituição entre
insumos.
Gabarito: Errada. Binômio escassez
escolha ocorre quando há possibilidade
de substituição entre insumos; ex.
alumínio por plástico.
22. A função estabilizadora do
governo se justifica pela crença de
que o mercado tem capacidade de se
auto-ajustar ao nível de pleno
emprego da economia.
23. Quando o preço da gasolina cai, a
demanda de óleo de motor aumenta e
isso provoca, ceteris paribus, uma alta
de preço do óleo do motor, se esse
produto for um bem normal.
24. Supondo-se que a expansão do
efetivo policial conduza a um aumento
da necessidade de melhor equipá-los
com armamentos e viaturas, então as
exigências em termos de pessoal e
equipamentos são bens substitutos no
que diz respeito à provisão de serviços
de segurança pública.
22 A função estabilizadora do governo
se justifica pela crença de que o
mercado tem capacidade de se autoajustar ao nível de pleno emprego da
economia.
Gabarito: Errada. É o contrário. A
função estabilizadora se justifica pela
crença de que o mercado não tem
capacidade de se auto-ajustar.
Exemplo: Crises bancárias
E a lei da oferta e da procura?
Gabarito: Correta. Se o preço da
gasolina cai, aumenta o seu consumo,
roda-se mais e aumenta a demanda de
óleo de motor (bens complementares)
isso gera aumento do preço do óleo,
porque não vai aumentar a oferta
24. Supondo-se que a expansão do
efetivo policial conduza a um aumento
da necessidade de melhor equipá-los
com armamentos e viaturas, então as
exigências em termos de pessoal e
equipamentos são bens substitutos no
que diz respeito à provisão de serviços
de segurança pública. Gabarito Errada.
São bens complementares. Exemplo de
bens substitutos: Segurança pública ou
segurança privada.
25. A expansão da renda dos
consumidores brasileiros tende a reduzir
a demanda pelo consumo de feijão.
Então esse alimento é um bem inferior.
26
Setores
econômicos
monopolizados não justificam por
si
só
a
necessidade
de
intervenção
do
Estado
na
economia.
27. O livre funcionamento dos
mercados pode ocasionar problemas
como inflação e desemprego, o que
justifica a necessidade de intervenção
do Estado na economia.
25. A expansão da renda dos
consumidores brasileiros tende a reduzir
a demanda pelo consumo de feijão.
Então esse alimento é um bem inferior.
Gabarito: Correta.
26.
Setores
econômicos
monopolizados não justificam por si
só a necessidade de intervenção do
Estado na economia.
Gabarito: Errada.
27 O livre funcionamento dos
mercados pode ocasionar problemas
como inflação e desemprego, o que
justifica a necessidade de intervenção
do Estado na economia.
Gabarito: Correta.
Uma das funções do Estado (função
estabilizadora) o leva a intervir nessas
situações.
28. No que se refere à racionalidade
econômica do governo, assinale o que é
falso e o que é verdadeiro:
28.1 A função alocativa do governo
obriga-o a fornecer bens públicos à
sociedade, e o financiamento da
produção desses bens ocorre pela
obtenção voluntária de recursos.
28.2
A função distributiva do
governo
leva-o
impor
tributos,
subsídios ou transferências na
consecução de tal função.
28.3 Com base na função alocativa,
o governo pode impor alíquotas de
impostos mais altas para indivíduos
de alta renda.
28.1 A função alocativa do governo
obriga-o a fornecer bens públicos à
sociedade, e o financiamento da
produção desses bens ocorre pela
obtenção voluntária de recursos.
Gabarito: Errada.
A
obtenção
de
recursos
é
compulsória.
28.2
A função distributiva do
governo leva-o a impor tributos,
subsídios ou transferências na
consecução de tal função.
Gabarito: correta.
Exemplo: Tributa quem ganha mais.
Isenta de IR quem ganha menos.
Distribui subsídios como Bolsa
Família. Etc.
28.3 Com base na função alocativa,
o governo pode impor alíquotas de
impostos mais altas para indivíduos
de alta renda.
Gabarito: Errada.
Este texto caracteriza a função
distributiva do Estado.
29. O efeito das despesas públicas
sobre a atividade econômica varia com
as modificações na estrutura funcional
de gastos.
30. A função redistributiva do governo
está associada à provisão de bens e
serviços que, em virtude da existência
de falhas de mercado, não são
ofertados
adequadamente
pelos
mercados privados.
31. Quando o governo vende títulos
ao setor privado para financiar déficits
orçamentários, ocorre um processo de
monetização da dívida pública.
29. O efeito das despesas públicas
sobre a atividade econômica varia com
as modificações na estrutura funcional
de gastos.
Gabarito: Correta.
Exemplo de despesas públicas:
Pagamento de juros; investimentos em
obras públicas; gastos de custeio com
pagamento de pessoal.
30. A função redistributiva (distributiva)
do governo está associada à provisão
de bens e serviços que, em virtude da
existência de falhas de mercado, não
são ofertados adequadamente pelos
mercados privados.
Gabarito: Errada.
Prover é função alocativa: cobrir falhas
do mercado. Exemplo: CAIXA. BNDES.
31. Quando o governo vende títulos
ao setor privado para financiar déficits
orçamentários, ocorre um processo de
monetização da dívida pública.
Gabarito: Errada.
Ao vender títulos ao setor privado o
governo “enxuga” o mercado; reduz o
volume de moeda circulante, então há
uma desmonetização do mercado.
32 A inflação incentiva a poupança
doméstica porque aumenta a taxa
liquida de retorno das aplicações
financeiras.
33. Uma política de crédito
expansionista aumenta as taxas de
juros.
ECONOMIA:
Microeconomia
e
Macroeconomia. Recursos escassos e
necessidades
ilimitadas;
agentes
econômicos; o papel do governo; fluxos real e
nominal. Oferta e demanda; preço e
quantidade de equilíbrio; efeitos dos tributos
indiretos sobre o sistema de preços.
Concorrência
perfeita,
monopólio,
concorrência monopolista. Teoria quantitativa
da moeda; inflação efeito da inflação;
medição da inflação.
32. A inflação incentiva a poupança
doméstica (das famílias) porque
aumenta a taxa liquida de retorno das
aplicações financeiras.
Gabarito: Errada.
A
inflação
inibe
a
poupança
doméstica. O juro real é a diferença
entre o juro nominal (Caeteris Paribus)
e a taxa da inflação.
Exemplo: 8% - 5% = 3%.
33. Uma política de crédito
expansionista aumenta as taxas de
juros.
Gabarito: Errada.
Uma política de crédito expansionista
diminui as taxas de juros.
ECONOMIA: Investimento e poupança;
renda de equilíbrio; crescimento econômico; o
papel do governo: políticas fiscal e monetária;
financiamento do setor público e privatização;
tributação como instrumento de política
econômica
(fiscalidade,
extrafiscalidade,
cumulatividade, não-cumulatividade).
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