plano ensino cinesioterapia i 2011

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PLANO DE ENSINO
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Fisioterapia
Professores: Raquel Amábile Schwengber [email protected]
Período/ Fase: 4º
Semestre: 2º
Ano: 2011
Disciplina: Cinesioterapia I
Carga Horária: 60 horas/aula
2. EMENTA
Introdução à cinesioterapia. Coordenação neuromuscular. Avaliação postural.
Aplicação dos diferentes tipos de exercícios físicos: passivo, ativo, ativo-assistido,
contra-resistido isocinético, concêntrico e excêntrico.
3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Iniciar o estudo da cinesioterapia, para que o acadêmico enha conhecimento de
todoas as bases teóricas e práticas que permeiam a terapia através do movimento
4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA
 Abordar os principais tipos de exercícios terapêuticos de forma a ensinar ao
acadêmico suas aplicações e indicações a partir da história de cada paciente,

Estimular a realização de conexões interdisciplinares com a revisão de conteúdos
importantes para o aprendizado da cinesioterapia;

Possibilitar o conhecimento de técnicas específicas para a solução de problemas
de cunho neuro-muscular bem como de desordens posturais;

Repassar conhecimentos teórico-prático cinesioterápico de tratamentos utilizados
na prática clínica com a finalidade de realizar a reabilitação do sistema músculoesquelético;

Desenvolver as técnicas específicas na
desenvolvimento teórico prático das mesmas
prática,
possibilitando
assim
o
1
5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Anatomia I e II – esqueleto ósseo, sistema muscular
 Cinesiologia – origem e funções de músculos, alavancas
 Métodos e técnicas de Avaliação – Avaliação musculoesquelética
6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO

Capacidade de definir através da avaliação cinesioterapia postural, qual a melhor
técnica a ser empregada em cada caso, respeitando as individualidades do ser
humano, bem como de definir e propor planos de tratamento cinesioterapeutico a
fim de solucionar a problemática existente. Criar soluções com flexibilidade,
adaptabilidade e com inovação; de selecionar estratégias adequadas de ação
visando a atender interesses interpessoais e institucionais;
7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução a Cinesioterapia
Amplitude de Movimento
ADMP-Amplitude de movimento passiva
Indicações para ADMP
Objetivos diretos da ADMP
Contra indicações
ADMA -Amplitude de movimento ativa
Indicações para ADMA
Objetivos diretos da ADMA
Contra indicações
ADMA-A – Amplitude de movimento ativo assistida
1.1.4.1
Indicações para ADMA-A
1.1.4.2
Objetivos diretos da ADMA-A
1.1.4.3
Contra indicações
1.1 Flexibilidade
1.2 Efeitos da Imobilização
1.3.1 Tecido Conjuntivo Periarticular
1.3.2 Cartilagem Articular
1.3.4 Ligamentos
1.3.5 Capsula Articular
2. Prática de exercícios passivos
2.1 Aula prática de exercícios passivos
3. Exercícios Resistidos
3.1 – Fatores que devem ser levados em conta ao realizar os exercícios resistidos
3.2 – Fatores que podem ser melhorados com o Exercício Resistido
3.2.1 Força
3.2.2 Potência
3.2.3 Resistência a Fadiga
4. Tipos de Fibras Musculares
4.1 Fibras tipo I – Contração Lenta
4.2 Fibras tipo II – contração Rápida
5. Princípio de Sobrecarga
5.1 Programa de treinamento de força
5.2 Programa de treinamento de resistência
2
5.3 Variáveis no Programa de Resistência
5.3.1 Intensidade
5.3.1.1 Carga Sub-máxima
5.3.1.2 Carga máxima
5.3.2 Repetição Máxima
5.3.3 Repetições
5.3.4 Freqüência
5.3.5 Séries
6. Técnica de Delorme
7. Técnica de Oxford
8. Treinamento para melhorar a Força Muscular
9 Treinamento para melhorar a Resistência a Fadiga
10. Fisiologia da Fadiga mulscular
10.1 Sinais e sintomas da fadiga muscular
10.2 Recuperação do Exercício
10.3 Alterações que ocorrem no músculo durante a recuperação
10.4 Alterações que ocorrem no desempenho muscular em decorrência da idade
10.4.1 Infância e Pré Adolecência
10.4.2 Puberdade
10.4.3 Idade Adulta
10.4.4 Idade Adulta avançada
11. Exercícios Isométricos
11.1 Fontes de Resistência para o Exercício Isométrico
11.2 Importância da Força Isométrica
11.3 Indicações para o Exercício Isométrico
11.4 Tipos de Exercícios Isométricos
11.4.1 Exercícios Isométricos Rápidos e Leves
11.4.2 Exercícios de Estabilização
11.4.3 Exercícios Isométricos em múltiplos ângulos
11.5 Considerações sobre os exercícios isométricos
11.5.1 Duração da atividade muscular
11.5.2 Contrações repetitivas
12. Exercícios Dinâmicos ( Isotônicos)
12.1 Contração Muscular Concêntrica
12.2 Contração Muscular Excêntrica
12.3 Exercícios em Cadeia cinética Aberta (CCA) e Exercícios em Cadeia Cinética
Fechada (CCF)
12.3.1 Características dos esercícios em CCA e CCF
12.3.1.1 Prós e Contras
12.3.1.2 Controle dos movimentos
13. Exercícios Isocinéticos
14.Exercícios Pliométricos
15. Propriocepção; Cinestesia; Controle neuromotor e Equilíbrio
16. Avaliação Postural
3
8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:





Aulas expositivas;
Aulas práticas na clínica escola;
Pesquisas bibliográficas com apresentação de trabalhos
Trabalhos em grupo
Filmes/Vídeos técnicos.
9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
 A verificação do rendimento pessoal compreenderá para fins de aprovação o
disposto na Resolução CONSUN Nº 13, que prevê especificamente em seu art. 6º, que
o aluno que obtiver na disciplina média igual ou superior a seis durante o período letivo
e assiduidade não inferior a 75% será considerado aprovado.
 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os
conhecimentos adquiridos possam ser analisados (M1, M2 e M3). Esta análise de
aprendizagem será feita em grupo e de forma individual, com pesos diferenciados,
conforme especificação a seguir:
 Assim a verificação se dará da seguinte forma: a constatação de pelo menos 75%
de freqüência nas atividades em sala de aula e no aproveitamento de três médias
parciais (M1, M2 e M3), conforme dispõe a referida Resolução, nos seguintes termos:
1ª Média – M1:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta, com uma questão bônus
de conhecimentos gerais, valendo 0,5 ponto = Peso 7,5 (75%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,5 (15%)
- Nota de participação, freqüência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
2ª Média – M2:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 8,0 (80%)
- Trabalhos em grupo = Peso 1,0 (10%)
- Nota de participação, freqüência e produção em sala = Peso 1,0 (10%)
3ª Média – M3:
- Prova de conhecimento parcial, individual, sem consulta = Peso 70,0 (70%)
(contemplando todo o conteúdo ministrado no semestre).
- Trabalhos em grupo = Peso 3,0 (30%)
Observações Importantes:
 As análises de aprendizagem individuais (provas) serão escritas, constituídas de pelo
menos 50% de questões discursivas, e aplicadas em data previamente marcada;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma) prova substitutiva no
semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues em sala de aula, em documento impresso;
 Não serão recebidos trabalhos entregues fora do prazo;
4
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos escritos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das idéias: fundamento das idéias, correlação de conceitos e
inferências, riqueza na argumentação, profundidade dos pontos de vista;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.
10. BIBLIOGRAFIA
10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KISNER, CAROLYN. Exercícios Terapêuticos : Fundamentos e Técnicas 3.
ed. São Paulo: Manole, 1998;
VIEL, ÉRIC ,O diagnóstico cinesioterapêutico ,concepção, realização e
transcrição na prática clínica e hospitalar ,Editora Manole ,2001;
DUFOUR, M. ,Cinesioterapia ,avaliações, técnicas passivas e ativas, tronco e
cabeça ,Medicina Panamericana Editora do Brasil Ltda. ,v.4 , ,1989.
10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SIMÃO, ROBERTO ,Fundamentos fisiológicos para o treinamento de força e
potência , Phorte Editora Ltda. ,2003;
KAPANDJI, ADALBERT IBRAHIM ,Fisiologia articular 5.ed. Conteúdo: v.1 Membro
inferior ; v.2 Membro superior ; v.3 Tronco e coluna vertebral , ,Medicina
Panamericana Editora do rasil Ltda. ,v.1 ,5.ed. ,2003;
GIANNICHI, RONALDO S. ,Avaliação e prescrição de atividade física 3.ed. ,guia
prático , Shape Editora e promoções LTDA, ,3.ed. ,2003;
HOWLEY, EDWARD T. ,Fisiologia do Exercício/6ªed. ,Teoria e Aplicação ao
condicionamento e ao Desempenho ,Manole , ,6ª ed. ,2009;
TRIBASTONE, FRANCESCO ,Tratado de exercícios corretivos aplicados à
reeducação motora postural , ,Editora Manole ,,2001.
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