Filosofia - colégio estadual padre josé canale

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COLÉGIO EST. PADRE JOSÉ CANALE
ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
PROPOSTA PEDAGÓGICA
CURRICULAR
Disciplina: FILOSOFIA
Ano: 2012
APUCARANA - PR
APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
Ano de 1889. proclamação da República. O ideal republicano era latente entre os
que assumiram o poder, o sentimento de republicanismo e a necessidade de disseminar
no país uma nova idéia de nação, marcam o primeiro período da análise. Em 1891, pela
primeira vez no Brasil [e proposta na Reforma Benjamim Constant, a disciplina de
Filosofia no ensino “secundário”. O Brasil, ainda sob governo provisório, visava
implementar a laicização dos currículos de todos os níveis escolares, e ainda, a constitui
da identidade do “ensino secundário”, como momento de formação básica geral dos
adolescentes.
A Filosofia surge neste momento não só como disciplina indispensável a esses
interesses, mas também, como uma das disciplinas obrigatórias e responsáveis pela
preparação de advogados, médicos, engenheiros, arquitetos (cursos intitulados
complementares) e professores (curso normal). A implantação da Filosofia nesse período
fundamentava-se pela crença em seu pensamento renovador por parte daqueles que
eram os responsáveis pelos projetos pedagógicos nacionais, e também pela convicção,
por parte daqueles que lutaram pela sua institucionalização de que tanto a Filosofia
quanto a Sociologia teriam muito a contribuir para o desenvolvimento em seus jovens
estudantes de um novo ideal de nação, de progresso, de capacidade de interpretação e
intervenção em sua própria realidade, do pensamento critico e da individualização. O
último período da análise traz algumas curiosidades. Permanece a luta pelo retorno,
definitivo, na forma de disciplina obrigatória, porque indispensável, tanto da Sociologia
quanto da Filosofia ao ensino médio. E com sensatez, rechaça-se a idéia de “diluição”
dos conteúdos de ambas Ciências em outras áreas do saber tais como a História e a
Geografia, disciplinas que se entende ser tão indispensáveis quanto a Sociologia e a
Filosofia, mas por suas especificidades, não como um “sobrado” onde como querem
alguns – seria lançados de modo estéril teorias e conceitos sociológicos e filosóficos.
Não se preconiza a fragmentação do conhecimento, muito pelo contrário, acredita-se não
só na importância, mas nas possibilidades da interdisciplinariedade e do trabalho
transversal dos temas pilares seja da LDB, seja dos PCNs, seja da UNESCO, que têm
por fim, o exercício pleno da cidadania, direito de todos. Contrários a fragmentação, a
luta é marcada pela tentativa de se oferecer aos educandos um ensino de boa qualidade,
e pelo desejo de garantir de modo institucional enquanto cientistas sociais e por meio da
educação, uma cota de contribuição direta, empregando os conceitos, métodos e
tecnologias que são específicos às Ciências Sociais, no processo de formação social do
Brasil. Contextualizando alguns fatos, com a abertura democrática intensificaram-se as
lutas pela Filosofia no ensino médio, e importantes vitórias foram alcançadas. Em 1982 a
Lei 7.044 de 18 de outubro torna-a optativa para as escolas a profissionalização no
ensino médio.
A presença da Filosofia no currículo do Ensino Médio justifica-se pelo valor
historicamente consagrado, de formação. Cumpre, entretanto, esclarecer qual é a
formação a que se refere quanto pensada como disciplina educativa, ou seja, qual sua
contribuição especifica para efetivação dos objetivos gerais da educação em nível médio.
Considera-se que a Filosofia é requisito indispensável para a elaboração de
referencias que permitam a articulação entre conhecimentos, a cultura, as linguagens e
as experiências dos alunos. Segundo Franlin Leopoldo e Silkva, “a Filosofia tem a função
de articulação cultural e, ao desempenhá-la realiza também a articulação do indivíduo
enquanto personagem social, se entendermos que o autêntico processo de socialização
requer consciência e o reconhecimento da identidade social e uma compreensão critica
da relação homem-mundo. A disciplina de Filosofia tem como objetivo conduz\ir o aluno
a repensar a natureza, o ser humano e as divindades com olhar critico. Procurar saber a
validade dos próprio conhecimentos. Até que ponto a cultura é fruto de fantasias e
crenças dos antepassados? O que garante que as tradições que recebemos são
verdadeiras? A Filosofia, portanto questiona os fundamentos da cultura, da política e da
conjuntura sócio-econômica.
REFERÊNCIAS:
ARANHA . Maria L. Filosofando. 1989.
ARANHA . Maria L. Temas de Filosofia . Sem Data.
CORDI – Para Filosofar. SP. Scipione. 2000.
CHAUI. Marilena. Filosofia. SP. 2004.
CHAUI. Marilena. Convite a Filosofia. SP. 1995.
SOUZA. Sônia Maria Ribeiro. Um outro olhar. SP.
CONTRIN, Gilberto. Fundamentos da Filosofia. SP, 1993.
DCE- Filosofia
PCNEM, 1999.
DEM, Filosofia, 07/2005.
Secretaria de Estado da Educação – Superintendência da Educação – GOVERNO DO
PARANA. Diretrizes Curriculares de Filosofia para o Ensino Médio. Fevereiro de 2007.
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