Material da Aula - Primeira Igreja Batista em Barueri

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BUDISMO
“A PAZ VEM DE DENTRO DE VOCÊ
MESMO. NÃO A PROCURE À SUA
VOLTA .”
SIDDHARTHA GAUTAMA
Siddhartha
Gautama
A IDÉIA INICIAL
 O budismo foi a primeira religião do mundo que chegou a ser
internacional, por mais que a princípio sempre fosse negado
que esta não era uma “religião”.
 O budismo é originário de Buda. Pelo menos na sua forma
primitiva e verdadeira, não era certamente uma religião em
absoluto; e sim um mero sistema de moralidade e filosofias.
Este sistema moralista-filosófico é baseado inteiramente
numa teoria e cosmovisão pessimista da vida.
 Sem dúvidas seu fundador “Sidarta Gautama” não se
preocupou em fundar uma nova religião. Seu interesse
primário foi salvar o homem, de um mundo totalmente
miserável.
BUDA
 Sidarta Gautama, popularmente dito e escrito
simplesmente Buda
 Foi um príncipe da região do atual Nepal que se tornou
professor espiritual, fundando obudismo. Na maioria
das tradições budistas, ele é considerado como o
"Supremo Buda" de nossa era, Buda significando "o
desperto“.
NEPAL
 O Nepal é um país pobre, situado na encosta da cordilheira do Himalaia, no centro
da Ásia.
 Tem uma das maiores densidades demográficas do continente, com 184
habitantes por quilômetro quadrado.
 A população nepalesa é composta de 12 etnias, que convivem harmoniosamente.
 A agricultura emprega 90% da mão de obra, tornando o país grande fornecedor de
arroz para a região.
 Outrora uma monarquia (absoluta na maior parte da história), o Nepal tornou-se
uma república parlamentarista em 2008, após um acordo entre os partidos
políticos e as facções guerrilheiras rebeldes, tendo, como pano de fundo, a
crescente insatisfação popular com o autoritarismo do último rei, Gyanendra
O QUE BUDA PREGAVA?
 Sem dúvidas seu fundador “Sidar ta Gautama” não se preocupou em fundar
uma nova religião. Seu interesse primário foi salvar o homem, de um mundo
totalmente infestado pela miséria.
 Ele não ensinou a fé em um “Deus” pessoal, até mesmo por não crer que tal
divindade de fato existisse; tão pouco ensinou como deveria ser a forma
cultual.
 Também não ensinou normas religiosas de adoração.
 O que pregou então?
 Uma lei moral e univer sal eticamente superior ao “Supremo Ser”, ensinado
pelo hinduísmo, contra ao qual se opôs ferrenhamente.
 Foi justamente por não conseguir aceitar o conceito hinduísta de um deus
impessoal e absoluto, que Gautama resolveu afastar-se da tal religião.
 Depois de muito tempo de meditação e reflexão desenvolveu o seu sistema
religioso, o qual leva seu nome. O budismo surgiu como uma contra
proposta ao hinduísmo. Tanto Gautama, quanto seu contemporâneo Jaina,
se rebelaram contra o hinduísmo. Os motivos para tal revolta estavam
alicerçados numa “teologia” e numa “filosofia”, que via o homem e “Deus”
de uma maneira diferente daquela empregada pelo hinduísmo.
NO QUE ACREDITA O HINDUÍSMO
 Os hindus acreditam num espírito supremo cósmico, que é
adorado de muitas formas, representado por divindades
individuais.
 O hinduísmo é centrado sobre uma variedade de práticas que
são vistos como meios de ajudar o indivíduo a experimentar a
divindade que está em todas as partes, e realizar a verdadeira
natureza de seu Ser.
 O hinduísmo é um sistema diversificado de pensamento, com
crenças que abrangem o monoteísmo,politeísmo, panenteísmo,
panteísmo, monismo e ateísmo, e o seu conceito de Deus é
complexo, e está vinculado a cada uma das suas tradições e
filosofias.
A teologia hinduísta se fundamenta no culto
aos avatares (manifestação corporal de um
ser imortal) da divindade suprema, Brâman.
Particular destaque é dado à Trimurti - uma
trindade constituída por Brama(Brahma), Xiva
(Shiva) e Vixnu (Vishnu).
Os hindus cultuam
divindades diferentes.
cerca
de
330 mil
Às crenças hinduístas incluem o darma
(dharma, ética hindu), samsara (samsāra, o
contínuo ciclo do nascimento, morte e
renascimento), carma (karma, ação e
consequente reação), mocsa (moksha,
libertação do samsara), e as diversas Iogas
(caminhos ou práticas).
A DEIFICAÇÃO DE BUDA
 Mesmo que o budismo primitivo não pregasse a idéia de um
“Deus pessoal” , após a morte de Gautama “Buda”, seus
seguidores o deificaram.
 A maioria absoluta dos budistas, crêem em muitos deuses e
desenvolveram não só um sistema de culto, mas todo um
aparato de adoração religiosa.
 Os adeptos posteriores do budismo desenvolveram também
um sistema de organização eclesiástica, que depois do
Jainismo, é a mais antiga organização religiosa do mundo, em
que se pode ingressar voluntariamente.
A MORTE DO BUDISMO GENUÍNO
 Hoje o budismo primitivo se encontra morto sobre a terra, desde
seu começo glorioso na Índia inglesa. Existem poucos focos
sobreviventes do genuíno budismo índio.
 Este remanescente não ultrapassa a casa de alguma dezenas de
milhares de pessoas. Muito do que foi idealizado por Gautama,
para ser o cerne do budismo se perdeu. O que restou foi uma
multiplicidade de escolas budistas, cada uma com ênfase
naquilo que considera ser o melhor para o budismo e seus
seguidores.
 A religião que traria libertação e independência para seus
adeptos, transformou-se em um labirinto religioso, muito fácil de
entrar porém impossível de se achar o caminho que conduz a
libertação.
 Como movimento monástico, originou-se dentro da tradição
bramânica
dominante
daquela
época
e
espalhou-se,
rapidamente, para outras direções, adquirindo características
próprias. Atualmente, o budismo divide-se em dois grandes
ramos: o Theravada ou Caminho dos Sábios e o Mahaiana ou
Grande Veículo.
ORIGENS
A VIDA DO FUNDADOR “BUDA” 560 A . C À 460 A . C.
 Seu nascimento, em uma família real, foi cercado de grandes
maravilhas e milagres. Um “santo” hindu profetizou a respeito da
grandeza daquele infante, que haveria de nascer do ventre de
uma rainha de 45 anos de idade.
 O nome do menino era “Sidarta Gautama”, filho único e herdeiro
do poderoso rajá do clã de Sakya, da cidade de Kapicavartu.
 O menino foi criado no palácio em condições luxuosas. Ao
completar 16 anos de idade, seu pai lhe edificou três palácios.
Casou-se aos 19 anos, com uma princesa das cercanias e não
teve filhos durante os 10 primeiros anos de seus casamento. Aos
29 anos, o então Príncipe Gautama durante um passeio pelos
arredores de seu reino, ficou impressionado por quatro situações
as quais presenciou pessoalmente.
 Durante este passeio ele viu um velho decrépito, um cadáver, um
doente e indiferente a tudo isso; a figura de um asceta religioso,
na qual não se percebia nenhum tipo de sofrimento. Gautama
compreendeu que eventos como a morte e as vicissitudes da
vida, afetam a todos os homens.
 Concluiu que só levando uma vida semelhante a daquele
asceta a quem presenciara indiferente a dor e as mazelas
humanas, é que poderia encontrar a paz. Ele abandonou a sua
mulher, o filho recém nascido, bem como seus bens, cortou os
cabelos e adotou uma vida de monge.
 Dos 29 aos 35 anos, militou pela salvação dos homens e
mulheres que viviam uma vida miserável. Se entregou a
resolver o problema do sofrimento humano, usando o método
hinduísta de salvação, a saber a especulação filosófica no
tocante a relação mútua do ser humano com deus “Ser
Supremo”. Provou o ascetismo corporal, método de salvação
recomendado pelo Jainismo; chegando ao extremo de se
alimentar com um grão de arroz por dia. Esse período asceta
da vida de Gautama perdurou por seis anos e nada aconteceu
em relação a tão sonhada paz!
SOLUÇÃO PARA O SOFRIMENTO HUMAN0
 Uma noite enquanto meditava sozinho, encontrou
uma
solução para a causa de tantos sofrimentos, que acometem a
existência humana. Naquela inusitada noite ele descobriu o
antídoto para todo mal que afeta a vida humana, esta solução
ficou conhecida como: “as quatro verdades”. Vejamos o que
dizem:
 1ª- Toda existência implica em sofrimento.
 2ª- Todos os sofrimentos provem dos desejos insaciáveis aos
quais cedemos.
 3ª- Portanto o sofrimento só cessa com a supressão de todo
desejo humano.
 4ª- Consegue-se a supressão de todo desejo humano,
seguindo o caminho óctuplo, controlando o pensamento e a
crença.
ANATMÁN
NEGAÇÃO DA EXISTÊNCIA ALMA PERMANENTE
 O budismo ensina a doutrina de Anatmán, ou negação da
existência de uma alma permanente, a doutrina do Carma —
que determina o tipo de reencarnação — e o Nirvana ou
estado de Iluminação perfeito.
 Devido à morte de Buda — e na falta de um sucessor — a
ordem monástica decidiu reunir-se periodicamente para obter
um consenso, tanto sobre assuntos da doutrina como de
práticas religiosas. Dentro da tradição budista, houve quatro
conselhos considerados Conselhos Superiores, sendo o último
realizado por volta do ano 100.
CONFLITOS E NOVOS GRUPOS
 O Budismo foi muito difundido nos primeiros anos de sua
existência, o que provocou conflitos de interpretação.
Enquanto os monges mais conservadores continuaram
honrando
Buda
como
o
Perfeito
Iluminado,
os
mahasanghikas, mais liberais, desenvolveram um conceito
novo: considerar Buda como um ser eterno, onipresente e
transcendente.
 O pensamento mahasanghika pode ser visto como precursor
do pensamento Mahaiana, formado entre os séculos II a.C. e
I d.C. Este conceito introduziu, no budismo, idéias sobre a
graça divina e revelação contínua, além de outro aspecto
mais importante: o bodhisattva (ser iluminado) como um ideal
a ser alcançado pelos budistas devotos.
 Por volta do século VII d.C., desenvolveu-se uma nova forma
de budismo conhecida como tantrismo (ver Tantra) que se
formou a partir da união entre o Mahaiana e as crenças e
magias populares do norte da Índia.
EXPANSÃO
 Durante o século VI, o Theravada (ramo d o budismo conhecido como “Caminho
dos Sábios”) estendeu -se de Myanmar (ex -Birmânia) até a região da atual
Tailândia. Co m o crescimento d o reino tailandês, este ramo foi adotado como
religião ofici al . Durante o sécul o XIV, o T heravada também foi adotado pel a
casa real d o Laos. No i níci o da era cri stã, o budi smo foi l evado para a Ásia
Central . De l á — e durante o sécul o I d .C. —, entrou na China seguindo as rotas
d o comérci o . A par tir dali, continuou sua expansão asiática e chegou à Coréia
em 372. Em 552, foi introduzido no Japão.
 O budismo chegou ao Tibete no início do século VII d.C. Nos meados do século
seguinte, j á havia se transformado em uma força significati va dentro d a
cultura tibetana . Aproximadamente sete sécul os mai s tarde, os budi stas
tibetanos adotaram a idéia de que os abades dos grandes monastéri os eram
reencarnações dos famosos bodhi sattvas . Com base nesta crença, o abade
principal passou a ser conhecido como Dalai Lama . Desde meados d o sécul o
XVII até 1950 — ano em que a China se apoderou do Tibete —, os Dalai Lamas
governaram o país como uma teocracia (ver Lamaísmo ).
 Na China, Japão e toda Ásia ocidental , muitas seitas budistas foram criadas e
desenvol vidas . Dentre elas, as mai s impo r tantes foram a Ch'na ou Zen e a
Terra Pura ou Ami dismo . A seita Zen pratica a meditação como o cami nho
para descobrir, intuiti vamente, a naturez a i nteri or de Buda. Em vez de meditar,
a doutrina da Terra Pura enfatiza a fé e a devoção a Buda Amitabha ou Buda
da Luz Infinita, o que significa renascer em um paraíso eterno conhecido como
a Terra Pura.
INSTITUIÇÕES E PRÁTICAS
 Desde o princípio, os seguidores mais devotos de Buda
organizaram-se em um grupo monástico chamado sangha. Os
membros podem ser facilmente identificados por suas
cabeças raspadas e túnicas alaranjadas.
 Cada comunidade é independente e organizada democraticamente.
 Entre as funções mais tradicionais dos monges budistas, está a
de realizar celebrações fúnebres para honrar os mortos.
 No budismo, os atos de veneração realizados pelos leigos são mais
individuais do que coletivos. Nos países Mahaiana, os rituais são
mais importantes do que nos Theravada. As diversas imagens de
Buda nos altares dos templos e casas dos devotos servem como
objetos de adoração
O BUDISMO HOJE
 Uma das características mais notáveis que, por mais tempo,
perdurou no budismo, é sua capacidade de adaptar-se às
diversas condições e culturas distintas.
 Filosoficamente, o Budismo é contra os bens materiais, mas
não entra em conflito com as ciências modernas.
 O crescente interesse manifestado pelo budismo nas culturas
ocidentais levou à criação de muitas instituições dedicadas
ao estudo e à prática desta religião que influenciou não
somente a Índia, mas, também, o Sri Lanka, Tailândia,
Camboja, Myanmar e Laos, onde o ramo predominante é o
Theravada (O Caminho dos Sábios). Já o ramo Mahaiana (O
Grande Veículo) teve influência especial na China, Japão,
Taiwan, Tibete, Nepal, Mongólia, Coréia e Vietnã, assim como
na Índia. Estima-se que, no mundo, o número atual de
budistas oscile entre 150 e 300 milhões de fiéis.
AS ESCRITURAS BUDISTAS
 Tripitaka (escrita), o cânone fundamental do budismo,
dividido por temas em três coleções de escritos.
 A escritura Tripitaka é considerada pelos budistas
Theravada como a coleção de escritos completa dos
ensinamentos de Buda.
 Segundo as fontes cingalesas, a língua pali tripitaka
formou-se na segunda metade do século I a.C. Ao que
parece, Buda preferia as línguas vernáculas como o pali,
um dialeto popular, em vez do sânscrito, língua minoritária,
associada aos círculos cultos e sacerdotais da Índia.
 Depois da morte de Buda, seus seguidores aceitaram a
língua sânscrita e traduziram os ensinamentos a princípio
expressos na língua dialetal, para o sânscrito. Esta coleção
de escritos é conhecida como o Tripitaka sânscrito.
 Na sua estrutura atual, o c ânone Tripitaka compreende o Vinaya pitaka, o
Sutra pitaka e o Abhidharma pitaka.
 O Vinaya pitaka expli ca as regras d a vida para os monges e religiosa s
budi stas . Consi ste em três grupos de textos: o Sutta-vibhanga (tipos d e
regras), os Khandhakas (seções) e o Parivara (acessóri os) .
 O Sutta -vibhanga divide -se em Mahavibhanga, explicações das regras para os
monges, e Bhi kkhuni -vibhanga, que explica para as reli giosas. O Pati mokkha
(código de regras) constitui o núcleo d o Sutta -vibhanga e se compõe de 227
regras para os monges e 311 para as reli giosas. Cada regra é acompanhada
por uma história que explica as circunstânci as em que foi estabelecida por
Buda.
 Os 22 Khandhakas expli cam as regras que dizem respeito à estrutura, função
e vida dos sangha . Ocupam-se de assuntos como ordenação, calendári o
monásti co, a comi da e as roupas. Uma grande par te d o primeiro Khandhaka
traz uma bi ografia parcial de Buda e os doi s últimos tratam dos primeiros
concílios budistas.
 Em geral , considera -se que o Pari vara é um supl emento d o Vi naya . Co mposto
em forma d e cateci smo com perguntas e respostas, condensa as regras e lei s
explicadas de maneira mai s extensa no Sutta-vi bhanga e nos Khandhakas .
Além d o Vinaya pali , seguido pel os monges da tradi ção Theravada, existem
outros Vinayas com número diferente de regras.
AS DIVERSAS ESCOLAS BUDISTAS.
A ESCOLA ZEN BUDISMO
 Zen, escola budista que se desenvolveu na China e mais tarde no Japão
como resultado de uma fusão entre a forma mahayana do budismo
original da Índia e a filosofia chinesa do taoísmo.
 Foi introduzido na China no ano 520 pelo monge Bodhidharma . Os dois
ramos principais do zen, o rinzai zen e o soto zen, que se instalaram no
Japão, foram levados à ilha por japoneses que haviam estudado na
China. Zen e Chan são as formas japonesa e chinesa de pronunciar o
termo sânscrito dhyana, que designa um estado mental equivalente à
meditação; é o estado de consciência de Buda, aquele que está livre da
crença de que a individualidade diferenciada de uma pessoa e das
outras coisas é real.
 O Zen é a maneira chinesa de conseguir a meta budista de ver o mundo
tal como é, com uma mente que não tem sentimentos de apego.
 Por isso, abandona tanto as teorias como os sistemas de prática
espiritual e comunica sua visão da verdade por um método conhecido
como indicação direta.
 Estuda-se em comunidades semi-monásticas, que são escolas de
treinamento que combinam a meditação com o trabalho manual. Os
estudantes prestam especial atenção às ar tes e aos ofícios. No Japão,
também se pratica o arco, a esgrima e o jiu-jitsu.
T H E R AVA DA
 T h er av ad a, um a d a s du as pr i nc ip ai s c o r r e nte s d o b ud i s m o , a m a i s po pul ar no S r i L a n ka,
M ya nm ar, L ao s , C am b o j a e Tai l â n d i a . S eu o b j et i vo é p erp et u ar o s e n s i n am e nto s e a s
p r át i c a s v er d ad e i r as d e B ud a . A m ai o r c o r r en te r i v al , o b ud i s m o M a h ai a na , a fi r m a
m a nter as m es m as p r ete ns õ e s . O T h er ev ad a ten d e a u m c o ns er v ad o r i s m o d o ut r i n al e a
u m a i nterp r et açã o c autel o s a d e s eu c â no n . D as d ez o i to e s c o la s o r i g i n ai s d o b ud i s m o
p r i m i ti vo , fo i a ú ni c a qu e s o b r ev i v eu p a s s ad o s o s p r i m ei ro s s éc ul o s ap ó s a m o r te d e
B ud a . A T h er av ad a m a n tev e s u a i d e nt i d ad e , e n qu a nto out r a s s ei t a s p r i m i ti v as
d e s a p a r ec e r a m o u s e c o nv e r te r a m a o b u d i s m o M a h a i a n a .
 A o r g a ni z aç ão T h er av ad a b a s ei a - s e no s e n s i na m e nto s o r i g i na i s d e B ud a . S e n d o a
s a n g h a (c o m uni d ad e m o n ás t i c a ) a i n s t i t ui ç ão c e nt r al d o b ud i s m o , é n el a qu e a
T h er ev a d a b as ei a s u a e s t r ut ur a . Os fi éi s ac r ed i ta m qu e ap e n a s o s m o ng e s al c an ç am a
I l um i n aç ão e que o s l ei g o s s ó p o d em a s p i r ar a vo l t ar a n a s c er c o m o m o ng e s , d e p o i s d e
m ui t a s r e e nc ar na ç õ es . A m ai o r ia d o s p aí s e s que s e g u e o b ud i s m o T h er av ad a m a nt ém
fo r te s l aç o s hi s t ó r i c o s e nt r e a hi er ar qui a b ud i s t a e o s r es p ec t i vo s g ov er no s . O E s t ad o e
o sangha, muitas vezes, consideraram-se complementares e colaboradores.
 A do ut r i n a T h er av ad a v e n er a B ud a c o m o u m m e s t r e s up r em o , m as m o r t al . C o n si der a
q u e o s e n s i n am e nto s (d h ar ma ) d o B ud a h i s t ó r i c o e nc o nt r am - s e g u ar d ad o s no s
Tr i p i t a ka , p r i m ei ro g r a nd e c o mp ê nd i o d a s e s c r i t ur as b ud i s t a s . O d h ar m a d es t a e s c o l a
c o ntem p l a a ex i s t ê nc i a hum a n a at r av és d e d i ve r s o s a s p ec to s t r a n s i t ó r i o s , c r ê em u m
s e r c o m p o s to , n ã o u ni d o p el a al m a o u i d e nt i d ad e eter n a : n ã o ex i s te u m eu . O s
t h er av ad a s e s fo r ç am - s e p ar a l i d a r c o m o d h ar m a a fi m d e s us p e n d er a aç ão d o C ar m a e
a l c a nç ar o ni r va n a . O o b j et i vo d o s t h er av ad a é c o nv e r ter em - s e em ar at , s áb i o s qu e
a l c a n ç a m o n i r v a n a e n ã o v o l t am a n a s c e r.
ESCOLA MAHAYANA .
 Budismo Mahayana (em sânscrito, Grande Veículo) – Surge no
século II a.C como uma evolução da escola Theravada.
 O Mahayana considera que, embora a aspiração final do ser
humano seja o nirvana, o sábio que já o alcançou, chamado de
bodhisattva (ou candidato a alcançar o mesmo nível de Buda),
pode e deve adiar sua morte e libertação do samsara, para
dedicar-se a ensinar aos outros o caminho do nirvana, por
compaixão aos demais seres humanos.
 Fazem parte dessa corrente duas das escolas budistas mais
conhecidas no Ocidente, o budismo tibetano – que muitos
consideram na verdade uma terceira corrente – e o zen-budismo.
 O budismo tibetano surge no fim do século VIII, da fusão das
tradições budista e hinduísta com a primitiva religião do Tibet.
Seu chefe espiritual, o dalai -lama, é considerado um
bodhisattva. O zen-budismo nasce na China, no século VI, e
difunde-se, sobretudo, no Japão, a partir do final século XII.
Baseia-se na prática da meditação e nos exercícios de postura e
respiração. Acredita que o corpo é dotado de uma sabedoria
própria que deve nortear a vida cotidiana.
Embora a princípio a intenção de Sidarta Gautama, tenha
sido a de libertar seus patrícios e contemporâneos dos
cultos á infindáveis deidades e reagir contra uma
sociedade que divide seus membros por castas, com o
apoio da religião, depois de sua morte a história mudou.
Na ânsia de libertar o povo da servidão a inúmeras
divindades o budismo não declarou a existência de um
Deus pessoal. Como sabemos que o ser humano foi criado
para adorar a “Deus” na ausência de um deus pessoal na
religião budista, seu fundador acabou por ser deificado,
virando objeto de culto e idolatria. Assim sendo a religião
que intentara libertar, tornou-se um labirinto religioso
perigoso, cercado por um misto de sofismas, filosofias e
religiosidade vaga.
CONFRONTEMOS ALGUNS ENSINAMENTOS
BUDISTAS COM A PALAVRA DE DEUS.
 A LEI DO KARMA

Segundo a crença budista, o karma é o poder sumo que opera
no mundo. O homem é o único responsável pelos seus atos.
Qualquer que for a sua ação ele o faz por livre e espontânea
vontade, não existe interferência de deuses ou demônios, nem tão
pouco a sociedade pode influenciar o homem. O que o homem faz
trará para ele retribuições na próxima reencarnação.
 A bíblia contradiz esta afirmação
 A bíblia delata que o homem caído sofre influência não só de sua
mentalidade carnal, mas também dos espíritos malignos, e da
sociedade na qual vive. Também ensina que Deus pode influenciá-lo
e é isso que faz quando o indivíduo se volta para Ele procurando
ajuda.
 Lc 8: 26-39; Rm 1:18-32;
 Ef 4: 14-“ O propósito é que não sejamos mais como crianças,
levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para
cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e
esperteza de homens que induzem ao erro”.
 2ª Pe 2: 18-“ pois eles, com palavras de vaidosa arrogância e
provocando os desejos libertinos da carne, seduzem os que
estão quase conseguindo fugir daqueles que vivem no erro”.
 2ª Pe 3: 17-“ Portanto, amados, sabendo disso, guardem-se
para que não sejam levados pelo erro dos que não têm
princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam”.
O BUDISMO ENSINA QUE O HOMEM
É UM CONGLOMERADO TEMPORAL E SEM VALOR.
 Para o pensamento budista o homem é um ser temporal e sem
valor, na melhor das hipóteses, a melhor situação em que um
homem pode se encontrar é justamente a “não existência”. Toda
existência implica em sofrimento, logo para que existir?
 A bíblia contradiz esta afirmação

A bíblia refuta esta afirmação pois ensina que Deus criou o
homem e pôs nele a sua “imago dei”. O homem é muito
importante para Deus de outra forma o que O motivaria a dar seu
único Filho como resgate pela humanidade, se todos os homens
fossem apenas seres sem nenhum valor? Mesmo que o corpo do
homem seja temporal ele é dotado de um espírito eterno. Deus
não só se preocupa com o espírito do homem como com seu
corpo, é por isso que Jesus Cristo alimentava, curava e expulsava
os demônios dos homens.
 Ec 3:11-“Ele fez tudo apropriado ao seu tempo. Também pôs
no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim
ele não consegue compreender inteiramente o que Deus fez”.
 Mt 5:29-“ Se o seu olho direito o fizer pecar, arranque-o e
lance-o fora. É melhor perder uma parte do seu corpo do que
ser todo ele lançado no inferno”.
 Mt 6:22-“ “Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos
forem bons, todo o seu corpo será cheio
 Mt 6:25-34; Lc 8:35
TODOS OS DESEJOS DO HOMEM SÃO MAUS E QUE SEU CORPO
É UM OBSTÁCULO MISERÁVEL
 Um dos pilares da fé budista está baseado no fato de que todas as
vontades e desejos do homem são maus e portanto lhe trazem
sofrimentos, sendo assim o corpo humano não passa de um
empecilho, um obstáculo miserável.
 A bíblia contradiz esta afirmação

Embora a bíblia afirme a mesma coisa que o budismo isto é,
que todos os desejos do homem sem Deus seja per verso e portanto
pecaminoso; existe uma grande diferença entre os dois pontos de
vistas. Para a bíblia, o homem, por ser criação de Deus é bom, o
problema é que depois do pecado este mesmo homem vive alienado
da vontade de Deus. Porém quando o homem caído é redimido por
Cristo ele passa a ter condições de escolher se vai praticar o bem
ou o mal. Para aqueles que estão sem Cristo a bíblia afirma que
seus desejos são maus continuamente. Sendo assim a bíblia não
ver o corpo humano como um empecilho, mas a falta de Cristo
como um empecilho que não deixa o homem escolher o que é bom
pois está cheio de pecados. Se todavia Deus desconsiderasse o
corpo do homem jamais colocaria nele o Seu Espírito!
 Rm 8:13-“Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão;
mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão”.
 1ª Co 6:19”- Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do
Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e
que vocês não são de si mesmos?” 20 Vocês foram comprados por
alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo.
 2ª Co 5:9-“Por isso, temos o propósito de lhe agradar, quer
estejamos no corpo, quer o deixemos.”
 Ef 5:29-“ Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo,
antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a
igreja”.
 Fp 1:20-“ Aguardo ansiosamente e espero que em nada serei
envergonhado. Ao contrário, com toda a determinação de sempre,
também agora Cristo será engrandecido em meu corpo, quer pela
vida, quer pela morte”.
OS BUDISTAS NEGAM A EXISTÊNCIA DE UM DEUS PESSOAL QUE
CRIOU, MANTEM E SUSTENTA TIODAS AS COISAS
 Querendo se libertar do politeísmo hindu, o budismo caminhou
para o extremo oposto, declarando não haver um Deus supremo,
que controla todas as coisas.
 A bíblia contradiz esta afirmação
 A bíblia nos ensina sobre um Deus que criou todas as coisas
inclusive nós mesmos. Ela também nos ensina que este Deus
criador e mantenedor de todas as formas de vidas, que ter um
relacionamento pessoal com os homens, para isso Ele enviou seu
Filho para resgatar a humanidade.
APOLOGÉTICA DIVINA
DEFINIÇÃO DE DEUS: DEUS É ESPÍRITO PESSOAL, PERFEITAMENTE BOM, QUE EM SANTO AMOR, C RIA,
SUSTENTA E DIRIGE TUDO. DEUS É AMOR (1 JO 4:7) DEUS É ESPÍRITO ( JO 4:24)
GÉTICA DIVINA


I- A EXISTÊNCIA DE DEUS.
A- PROVAS TRADICIONAIS DA EXISTÊNCIA DE DEUS.

1- ARGUMENTO COSMÓLOGICO: Este termo é derivado do substantivo grego “kosmos”, mundo, era. Este
argumento defende a idéia de que toda a coisa conhecida do universo tem necessariamente uma
causa. O próprio universo é um efeito que necessita de uma causa. A única causa suficiente é Deus (Sl
19:1).
2- ARGUMENTO TELEOLÓGICO: Termo derivado da palavra grega “telos” meta, fim, propósito. É na
verdade um subcategoria do “argumento cosmológico”. O universo não só prova a existência de um
criador, mas indica a existência de um arquiteto, um planejador (Rm 1:18-20). Há também um
propósito observável no universo, o que indica a existência de Deus como seu planejador.
3- ARGUMENTO ANTROPOLÓGICO:
Termo derivado da palavra grega “antropos” homem. Já que o
homem é um ser moral e intelectual, deve ter um criador que também seja moral e inteligente (At
17:29). A natureza moral, os instintos religiosos, a consciência e a natureza emocional do homem
argumentam em favor da existência de Deus.
4- ARGUMENTO ONTOLÓGICO: Termo derivado da palavra grega “on” existente, ser. O homem tem uma
idéia inerente de um ser perfeito. Esta idéia naturalmente inclui o conceito de existência, já que um
ser, em tudo mais perfeito, que não existisse, não seria tão perfeito quanto um ser perfeito que
existe. Portanto, visto que a idéia de existência está contida na idéia de um ser perfeito, esse ser
perfeito deve necessariamente existir, pois maior é existir que não existir.
5- ARGUMENTO MORAL: Parte da idéia do senso humano sobre a idéia do “certo e errado”, e da
necessidade da imposição da justiça; e raciocina que deve necessariamente existir um Deus que é
fonte dos parâmetros para se distinguir o que é “certo e errado” , e que algum dia imporá sua justiça.
B- ARGUMENTOS BÍBLICOS PARA A EXISTENCIA DE DEUS.
Os autores bíblicos tanto presumem quanto defendem a idéia de que Deus de fato existe.
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D E F I N I Ç Ã O D E AT R I B U T O S D E D E U S : U M AT R I B U T O É U M A Q U A L I D A D E I N T R Í N S E C A
A SEU SUJEITO, PELA QUAL ELE PODE SER DISTINGUIDO OU IDENTIFICAD O.
 I I - AT R I B U TO S D E D E U S .
 A - C L A S S I F I C A Ç Õ E S D O S AT R I B U T O S D E D E U S .
 A maioria dos sistemas de classificações dos atributos de Deus, baseia -se no fato de que alguns
deles per tencem exclusivamente a Deus e outros se encontram de maneira limitada e num sentido
relativo, também no homem; assim a terminologia dessas classificações inclui incomunicáveis e
comunicáveis; absolutos e relativos; imanentes e transitivos; constitucionais e pessoais.
 1- ATRIBUTOS INCOM UNICÁVEIS:
S ã o o s a t r i b uto s d i v i n o s o s q u a i s E l e n ã o p a r t i l h a c o n o s c o o u n ã o n o s c o m un i ca .
 a- INDEPENDENCIA: Deus não precisa de nós, nem do restante da criação para nada; porém tanto
n ó s q u a n t o o r e s t a n t e d a c r i a ç ã o p o d e m o s g l o r i f i c a r - l h e e d a r - l h e a l e g r i a ( J ó 4 1 : 1 1 ; A t 17: 2 4 - 2 5 )
 b - I M U TA B I L I DA D E : D e u s é i m u t á v e l e m s e u s e r, n a s s u a s p e r f e i ç õ e s , n o s s e u s p r o p ó s i t o s e n a s
suas promessas; porém, Deus age e sente emoções, e age e sente de modo diversos diante de
s i t u a ç õ e s d i f e r e n t e s , e s t e a t r i b u t o d e D e u s é t a m b é m c h a m a d o d e i n a l t e r a b i l i d a d e ( S l 1 0 2 : 2 5 - 27 ;
Tg 1 : 17 ) .
 c - E T E R N I D A D E : D e u s n ã o t e m p r i n c í p i o n e m f i m n e m s u c e s s ã o d e m o m e n t o s n o s e u p r ó p r i o s e r, e
percebe todo tempo com igual realismo; ele, porém, percebe os acontecimentos no tempo e age no
tempo (Sl 90:2; Ap 1:8 ).
 d- ONIPRESENÇA: Deus não tem tamanhos nem dimensões espaciais e está presente em cada
ponto do espaço com todo o seu ser; ele, porém, age de modos diversos em lugares diferentes (Dt
1 0 : 4 ; 1 R s 8 : 2 7 ; I s 6 6 : 1 , 2 ; J r 2 3 : 2 3 , 24 ; A t 7: 4 8 , 4 9 ) .
 e- UNIDADE : Deus não está dividido em par tes; porém podemos perceber atributos diver sos de
Deus enfatizados em momentos diferentes( Dt 6:4 )
 f- SOBERANIA: Deus é o único e supremo governante do universo; a ele per tence todo
 domínio, governo (Ef 1).
 g- ONIPOTENCIA: Deus possui todo o poder sobre todas as coisas, que existem e que vierem a
existir (Ap 19:6).
2- ATRIBUTOS COMUNICÁVEIS:
São os atributos divinos os quais Ele compar tilha conosco ou nos comunica .
 a- JUSTIÇA: Em Deus há a perfeita equidade moral, imparcialidade no trato com as suas criaturas.
O homem também pode ser justo, porém sua justiça depende de Deus e jamais será igual a de
D e u s . ( A t 17: 3 1 ; F p 3 : 9 ) .
 b- AMOR: Deus se doa eternamente aos outros, e o homem também pode amar aos seus
semelhantes com a ajuda de Deus (Ef 2:4,5; 1 Jo 4:7,8,11).
 c- VERDADE: Deus é verdadeiro, e todo o seu conhecimento e todas as suas palavras são ao mesmo
tempo verdadeiras e parâmetro definitivo da verdade, e o homem também pode ser verdadeiro e
f a l a r a v e r d a d e ( J r 1 0 : 1 0 ; J o 1 4 : 6 ; 17: 3 ; E f 4 : 1 5 ; 1 J o 3 : 1 9 ) .
 d- SABEDORIA: Deus sempre escolhe as melhores metas e os melhores meios para alcançar estas
m e t a s , e a t r a v é s d e D e u s o h o m e m t a m b é m p o d e s e t o r n a r s á b i o ( J ô 9 : 4 ; 1 2 : 1 3 ; R m 1 6 : 27 ; Tg
1:5).
 e - B O N D A D E : D e u s é o p a r â m e t r o d e f i n i t i v o d o q u e é b o m , e to d a s a s c o i s a s q u e E l e f a z é d i g n o d e
apreciação, e nós também podemos refletir esta bondade de Deus em nosso relacionamentos,
ainda que de forma limitada (Sl 34:8; 100:5; Gl 5:22).
 f- LIBERDADE : Deus é livre e independe de quaisquer coisas para exercer sua liberdade, e o homem
também pode ser livre por intermédio de Cristo (Is 40:1 3,14; Gl 5:1).
 h- SANTIDADE : Deus é a expressão da santidade absoluta, e por intermédio de Cristo também
p o d e m o s s e r s a n t i f i c a d o s ( E x 1 5 : 1 1 ; S l 47: 8 ; 6 0 : 6 ; 8 9 : 3 5 ; H b 1 2 : 1 0 ) .
 2 - AT R I B U TO S C O M U N I C Á V E I S :
 São os atributos divinos os quais Ele compar tilha conosco ou nos comunica .
 a- JUSTIÇA: Em Deus há a per feita equidade moral, imparcialidade no trato com as suas
criaturas. O homem também pode ser justo, porém sua justiça depende de Deus e jamais
s e r á i g u a l a d e D e u s . ( A t 17: 31 ; F p 3 : 9 ) .
 b- AMOR: Deus se doa eternamente aos outros, e o homem também pode amar aos seus
s e m e l h a n te s c o m a a j u d a d e D e u s ( E f 2 : 4 , 5 ; 1 J o 4 : 7 , 8 , 1 1 ) .
 c - V E R DA D E : D e u s é v e r d a d e i r o , e t o d o o s e u c o n h e c i m e n t o e t o d a s a s s u a s p a l av r a s s ã o a o
mesmo tempo verdadeiras e parâmetro definitivo da verdade, e o homem também pode ser
v e r d a d e i r o e f a l a r a v e r d a d e ( J r 10 : 10 ; J o 14 : 6 ; 17: 3 ; E f 4 : 1 5 ; 1 J o 3 : 1 9 ) .
 d- SABEDORIA: Deus sempre escolhe as melhores metas e os melhores meios para alcançar
estas metas, e através de Deus o homem também pode se tornar sábio (Jô 9:4; 12:13; Rm
16 : 27 ; Tg 1 : 5 ) .
 e - B O N DA D E : D e u s é o p a r â m e t r o d e fi n i t i v o d o q u e é b o m , e to d a s a s c o i s a s q u e E l e f a z é
digno de apreciação, e nós também podemos refletir esta bondade de Deus em nosso
r e l a c i o n a m e n t o s , a i n d a q u e d e fo r m a l i m i t a d a ( S l 3 4 : 8 ; 10 0 : 5 ; G l 5 : 2 2 ) .
 f - L I B E R DA D E : D e u s é l i v r e e i n d e p e n d e d e q u a i s q u e r c o i s a s p a r a e x e r c e r s u a l i b e r d a d e , e o
h o m e m t a m b é m p o d e s e r l i v r e p o r i n te r m é d i o d e C r i s to ( I s 4 0 : 1 3 , 1 4 ; G l 5 : 1 ) .
 h - S A N T I DA D E : D e u s é a e x p r e s s ã o d a s a n t i d a d e a b s o l u t a , e p o r i n t e r m é d i o d e C r i s t o
t a m b é m p o d e m o s s e r s a n t i f i c a d o s ( E x 1 5 : 1 1 ; S l 47: 8 ; 6 0 : 6 ; 8 9 : 3 5 ; H b 1 2 : 1 0 ) .
FOI DEUS QUEM CRIOU A TERRA E TUDO
QUE NELA HÁ
Gn 1:1
A DOUTRINA DA REENCARNAÇÃO OU VIDA CICLICA
 Os budistas acreditam que uma pessoa pode reencarnar diversas
vezes até se liberte do ciclo de reencarnações e deixe literalmente
de existir. Na verdade deixar de reencarnar é o desejo de todo
budista.
 A bíblia contradiz esta afirmação

A bíblia ensina que o homem só pode nascer fisicamente uma
única vez, vindo depois da morte o julgamento divino sobre todos .A
bíblia também ensina que ao crentes em Cristo “ressuscitaram”
uma única vez, e que possuirão corpos glorificados.
 Ec 12:7-“o pó volte à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus,
que o deu”.
 Hb 9:27-“ Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer
uma só vez e depois disso enfrentar o juízo”
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