Direcção-Geral da Saúde

Propaganda
Digitally signed by Francisco Henrique
George
Francisco Henrique Moura
DN: c=PT, o=Ministério da Saúde,
ou=Direcção-Geral da Saúde,
Moura George
cn=Francisco Henrique Moura George
Date: 2008.09.29 11:11:16 +01'00'
Direcção-Geral da Saúde
Assunto:
Para:
Contacto na DGS:
Circular Informativa
Vacinação contra a gripe sazonal em 2008/2009
Nº: 30/DSCS/DPCD
DATA: 25/09/08
Todos os médicos, enfermeiros e farmacêuticos
Dr.ª Maria da Graça Freitas
INSA: Dr.ª Helena Rebelo de Andrade
Destaques para a época da gripe 2008/2009:
• Grupos alvo prioritários:
- Pessoas com idade igual ou superior a 65 anos;
- Doentes crónicos e imunodeprimidos, com mais de 6 meses de idade;
- Profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados (lares de idosos,
designadamente);
• A prescrição da vacina deve ser criteriosa, prioritariamente para as pessoas que mais
dela beneficiam e de acordo com os critérios definidos na presente Circular.
1.Cobertura vacinal contra a gripe em épocas anteriores
Nas três últimas épocas gripais estimou-se que a proporção de indivíduos com idade
superior a 65 anos vacinados contra a gripe foi de 42% na época gripal de 2005/2006, de
50% na de 2006/2007 e de 51% na de 2007/20081.
Considerando o número de doses comercializadas em Portugal nos últimos anos, estima-se
uma cobertura vacinal contra a gripe da ordem dos 15% da população.
Na época gripal de 2007/2008 e a nível nacional, a cobertura vacinal dos profissionais dos
centros de saúde foi de 45% nos médicos, 54% nos enfermeiros e 50% nos outros grupos
profissionais. Nos hospitais públicos2 a cobertura vacinal dos profissionais foi inferior,
atingindo 28% nos médicos, 37% nos enfermeiros e 36% nos outros grupos profissionais.
Verificam-se variações acentuadas entre as instituições e globalmente entre as
Administrações Regionais de Saúde.
2. A vacina contra a gripe sazonal para a época 2008/2009
2.1 Composição
A OMS recomenda que, para a época de Inverno de 2008-2009 no Hemisfério Norte, as
vacinas trivalentes contra a gripe, tenham a seguinte composição:
• uma estirpe viral A(H1N1) idêntica a A/Brisbane/59/2007;
• uma estirpe viral A(H3N2) idêntica a A/ Brisbane /10/2007;
• e uma estirpe viral B idêntica a B/Florida/4/2006.
1
Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. Departamento de Epidemiologia. Observatório Nacional de Saúde. Vacina
antigripal: Cobertura da população portuguesa entre 1998/1999 e 2007/2008. Relatório. Junho 2008.
2
Dados referentes apenas aos hospitais das Administrações Regionais de Saúde do Norte e do Algarve.
Alameda D. Afonso Henriques, 45 - 1049-005 Lisboa - Portugal - Tel 218 430 500 - Fax: 218 430 530 - E-mail: [email protected]
1
Direcção-Geral da Saúde
Circular Informativa
2.2 Disponibilidade
A quota de vacinas contra a gripe sazonal atribuída a cada país é limitada. As orientações
da presente Circular, destinam-se a assegurar a disponibilidade de vacinas para os grupos
populacionais que mais dela beneficiam.
As receitas médicas com prescrição exclusiva de vacina contra a gripe, para a época gripal
2008/2009, emitidas a partir de 1 de Setembro de 2008, são válidas até 31 de Dezembro do
corrente ano.3
2.3. Posologia
As vacinas são inactivadas e estão licenciadas para administração a partir dos 6 meses de
idade, à excepção de uma marca comercial (Fluad®, licenciada para administração a
pessoas com idade igual ou superior a 65 anos).
Dose indicada, de acordo com a idade:
• Crianças dos 6 aos 35 meses: 0,25 mL4;
• Crianças a partir dos 36 meses de idade e adultos: 0,5 mL.
Número de doses:
Idade
6 meses a 8 anos
≥ 9 anos e adultos
Nº doses
Anos seguintes
1º ano de vacinação
2 doses*
1 dose**
1 dose
1 dose
* As 2 doses devem ser administradas com um intervalo de, pelo menos, 4 semanas, recomendando-se que a 2ª
dose seja administrada antes de Dezembro.
** As crianças vacinadas apenas com uma dose no primeiro ano de vacinação deverão fazer 2 doses no ano
seguinte. A partir do 3º ano de vacinação (inclusive) as crianças devem ser vacinadas com 1 dose,
independentemente do número de doses administradas nos anos anteriores.
2.4. Vacinas comercializadas
A lista das vacinas licenciadas e comercializadas em Portugal em 2008/2009 é apresentada
no Anexo 1.
2.5 Contra-indicações e precauções
As contra-indicações e precauções à vacina contra a gripe são:
• Antecedentes de uma reacção grave a uma dose anterior da vacina;
• Antecedentes de reacção anafiláctica a qualquer dos componentes da vacina,
nomeadamente aos excipientes ou às proteínas do ovo;
• Antecedentes de Síndroma de Guillain-Barré nas 6 semanas seguintes a uma dose
anterior da vacina são considerados contra-indicação relativa. A decisão de vacinar
deverá ser ponderada caso a caso.
O conteúdo desta Circular não substitui a consulta dos respectivos Resumos das
Características do Medicamento (RCM).
3. Recomendações para vacinação
A vacinação contra a gripe é o método mais eficaz para prevenir a infecção e as suas
complicações.
A Organização Mundial de Saúde estabeleceu como objectivo para 2010 vacinar 75% das
pessoas com idade superior a 65 anos.
3
Despacho nº 21082/2008 de 12 de Agosto do Ministério da Saúde (Diário da República, 2ª Série)
Segundo informação dos RCM das vacinas Chiroflu®, Fluarix®, Inflexal V®, Influvac 2008/2009®, Istivac® “os dados clínicos
são limitados; têm sido usadas doses de 0,25mL ou de 0,5 mL”.
4
Alameda D. Afonso Henriques, 45 - 1049-005 Lisboa - Portugal - Tel 218 430 500 - Fax: 218 430 530 - E-mail: [email protected]
2
Direcção-Geral da Saúde
Circular Informativa
A vacina, sob prescrição médica, deve ser administrada, preferencialmente, em Outubro,
podendo ser administrada durante todo o Outono/Inverno.
3.1 Grupos alvo prioritários
a) Pessoas consideradas com alto risco de desenvolver complicações pós-infecção gripal
(ver Anexo 2, Quadro 1.);
b) Pessoas com probabilidade acrescida de contrair e transmitir o vírus às pessoas
consideradas em a):
Coabitantes e prestadores de cuidados a crianças que tenham risco elevado de
desenvolver complicações, cuja idade não permita a vacinação (idade <6 meses);
• No âmbito da saúde ocupacional (alínea c));
•
c) Saúde ocupacional
•
Pessoal dos serviços de saúde (públicos e privados) e de outros serviços prestadores
de cuidados (domiciliários ou em instituições) e com contacto directo com as pessoas
consideradas na alínea a), mesmo que estas estejam vacinadas.
Profissionais que possam vir a estar envolvidos em operações de abate sanitário de
aves potencialmente infectadas com vírus da gripe aviária, visando reduzir o risco
teórico de recombinação genética do vírus, por co-infecção, entre o vírus da gripe
aviária e o da gripe humana.
A vacinação de outros profissionais de cuja actividade resulte um risco acrescido de contrair
e/ou transmitir gripe, deverá seguir os critérios definidos pelos respectivos Serviços de
Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho.
Os encargos resultantes desta vacinação são da responsabilidade da respectiva entidade
empregadora (pública ou privada), de acordo com a legislação em vigor.
Caso a vacina seja recusada por um profissional que não tenha uma contra-indicação
médica, o próprio deverá assinar uma declaração de recusa, que será arquivada.
•
4. Registo da vacinação
As vacinas administradas aos utentes e aos profissionais nos centros de saúde devem ser
registadas no módulo de vacinação do SINUS.
As vacinas fornecidas e administradas aos profissionais das instituições do Serviço Nacional
de Saúde, devem ser alvo de um registo específico no âmbito da Saúde Ocupacional, de
forma a permitir calcular a cobertura vacinal por grupo profissional.
De igual forma, as vacinas administradas aos residentes e profissionais em instituições
privadas de saúde e de apoio social deverão ser alvo de registo de forma a permitir a avaliar
a cobertura vacinal.
5. Avaliação
Em cada instituição de saúde, deverá ser feita uma avaliação da cobertura vacinal por grupo
profissional e, eventualmente, por serviço que será enviada para as Administrações
Regionais de Saúde respectivas no final da época gripal.
Os Serviços de Saúde Pública deverão avaliar a cobertura vacinal dos indivíduos com 65 ou
mais anos residentes em instituições e dos trabalhadores.
6. Vigilância epidemiológica
No âmbito do Programa de Vigilância Integrada, Clínica e Laboratorial, da Síndroma Gripal,
qualquer médico que detecte casos suspeitos de gripe, em particular no decurso de um
surto, pode contactar o Centro Nacional da Gripe do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo
Jorge (tel./fax: 21 752 64 55) para efeitos de diagnóstico laboratorial.
Alameda D. Afonso Henriques, 45 - 1049-005 Lisboa - Portugal - Tel 218 430 500 - Fax: 218 430 530 - E-mail: [email protected]
3
Direcção-Geral da Saúde
Circular Informativa
Os profissionais de saúde que detectem a ocorrência de surtos de gripe, principalmente em
instituições, devem, de imediato, comunicá-los à respectiva Autoridade de Saúde.
Bibliografia
Centers for Disease Control and Prevention (US). Prevention and control of influenza: recommendations of the
Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP), 2008. MMWR 2008;57(RR-7):1-60
(http://www.cdc.gov/mmwr/PDF/rr/rr5707.pdf)
Department of Health (UK). The influenza immunization programme 2008/2009. March 2008
(http://www.dh.gov.uk/en/Publicationsandstatistics/Lettersandcirculars/Professionalletters/Chiefmedicalofficerlette
rs/DH_083812)
ECDC. Priority groups for influenza vaccination. August 2008
(http://www.ecdc.europa.eu/en/files/pdf/Publications/priority_risk_groups_forinfluenza_vaccination.pdf)
ECDC. Infant and children seasonal immunization against influenza on a routine basis during inter-pandemic
period. Technical report of the scientific panel on vaccines and immunisation. Stockholm, January 2007
(http://www.ecdc.eu.int/documents/pdf/Flu_vacc_18_Jan.pdf)
Fukuda K, Lewandowski RA, Bridges CB et al. Influenza vaccine - Inactivated vaccines. In Plotkin SA, Orenstein
WA, Offit PA, eds. Vaccines 4th ed. Philadelphia, PA: WB Saunders Company, 2004;339-370
National Advisory Committee on Immunization (NACI) (Canada). Statement on influenza vaccination for the 20082009 season. CCDR 2008;34(ACS-3):1-46
(http://www.phac-aspc.gc.ca/publicat/ccdr-rmtc/08pdf/acs-3.pdf)
World Health Organization. Influenza fact sheet. WER 2003;78(11):77-80
(http://www.who.int/wer/2003/en/wer7811.pdf)
World Health Organization. Influenza vaccines, WHO position paper. WER 2005;80(33):279-287
(http://www.who.int/immunization/wer8033influenza_August2005_position_paper.pdf)
World Health Organization. Recommended composition of influenza virus vaccine for use in the 2008-2009
influenza season. (http://www.who.int/csr/disease/influenza/recommended_compositionFeb08FullReport.pdf)
A DGS agradece à Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P. a colaboração
prestada para elaborar a presente Circular, bem como aos peritos:
Ana Leça, Direcção-Geral da Saúde
António Mota Miranda, médico infecciologista
Carlos Daniel Pinheiro, Unidade Local de Saúde de Viana do Castelo
Filipe Froes, Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Helena Rebelo de Andrade, Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge
Kamal Mansinho, Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica
Maria Etelvina Calé, Centro de Saúde da Amadora e Direcção-Geral da Saúde
Mário Coelho, Hospital D. Estefânia
Raul Amaral Marques, pneumologista e imuno-alergologista, membro do European Scientific Working
group on Influenza (ESWI)
Teresa Fernandes, Direcção-Geral da Saúde
Coordenação: Paula Maria Valente (Centro de Saúde de Redondo e Direcção-Geral da Saúde)
Esta Circular está disponível no portal da DGS: http://www.dgs.pt
Revogada a Circular Informativa n.º35/DSCS/DPCD de 26/09/2007
O Director-Geral da Saúde
Francisco George
Alameda D. Afonso Henriques, 45 - 1049-005 Lisboa - Portugal - Tel 218 430 500 - Fax: 218 430 530 - E-mail: [email protected]
4
Direcção-Geral da Saúde
Circular Informativa
Anexo 1.
Vacinas contra a gripe comercializadas na época 2008/09
Nome
comercial
Dose
Tipo de vacina
Resumos das características do medicamento
(RCM):
0,5 mL
Inactivada
Antigénio de superfície
http://www.infarmed.pt/infomed/download_fi
cheiro.php?med_id=11072&tipo_doc=rcm
Fluad∗
0,5 mL
Inactivada
Antigénio de superfície
http://www.infarmed.pt/infomed/download_fi
cheiro.php?med_id=30061&tipo_doc=rcm
Fluarix
0,5 mL
Inflexal V
0,5 mL
http://www.infarmed.pt/infomed/download_fi
cheiro.php?med_id=3528&tipo_doc=rcm
http://www.infarmed.pt/infomed/download_fi
cheiro.php?med_id=32876&tipo_doc=rcm
Influvac
2008/2009
0,5 mL
Inactivada
Vírus fraccionado
Inactivada
Antigénio de superfície,
virossómico
Inactivada
Antigénio de superfície
Istivac
0,5 mL
Istivac Infantil
0,25 mL
Chiroflu
Inactivada
Vírus fraccionado
http://www.infarmed.pt/infomed/download_fi
cheiro.php?med_id=4504&tipo_doc=rcm
http://www.infarmed.pt/infomed/download_fi
cheiro.php?med_id=4709&tipo_doc=rcm
http://www.infarmed.pt/infomed/download_fi
cheiro.php?med_id=11041&tipo_doc=rcm
* Licenciada para administração a indivíduos com idade ≥ 65 anos
De acordo com os Resumos das Características do Medicamento, nenhuma das vacinas
comercializadas contém tiomersal.
Os Resumos das Características do Medicamento (RCM) e os Folhetos Informativos (FI) das
vacinas estão disponíveis no portal do INFARMED em:
http://www.infarmed.pt/infomed/inicio.php
Alameda D. Afonso Henriques, 45 - 1049-005 Lisboa - Portugal - Tel 218 430 500 - Fax: 218 430 530 - E-mail: [email protected]
5
Direcção-Geral da Saúde
Circular Informativa
Anexo 2.
Vacinação contra a gripe sazonal 2008/2009
Quadro 1. Grupos alvo prioritários aos quais se recomenda a vacinação
a) Pessoas consideradas com alto risco de desenvolver complicações pós-infecção gripal, nomeadamente:
• Idade igual ou superior a 65 anos, particularmente se residentes em lares ou outras instituições
• Residentes ou internados por períodos prolongados em instituições prestadoras de cuidados de saúde
(ex: deficientes, utentes de centros de reabilitação), desde que com idade superior a 6 meses
• Grávidas que, em Outubro, estejam no 2º ou 3º trimestre da gravidez, para protecção de uma eventual
evolução grave da doença durante a gravidez e para proteger os seus bebés durante os primeiros
meses de vida
• Doentes, com idade superior a 6 meses (incluindo grávidas em qualquer fase da gravidez e mulheres a
amamentar), que apresentem doenças crónicas cardiovasculares, pulmonares, renais, hepáticas,
hematológicas, metabólicas, neuromusculares ou imunitárias (Ver Quadro 2.)
b)
Pessoas com probabilidade acrescida de contrair e transmitir o vírus às pessoas consideradas em a):
• Coabitantes e prestadores de cuidados a crianças que tenham risco elevado de desenvolver
complicações, cuja idade não permita a vacinação (idade < 6 meses)
• Âmbito da Saúde Ocupacional
c)
Saúde Ocupacional
• Pessoal dos serviços de saúde (públicos e privados) e de outros serviços prestadores de cuidados
(domiciliários ou em instituições) e com contacto directo com as pessoas consideradas na alínea a),
mesmo que estas estejam vacinadas
• Profissionais que possam vir a estar envolvidos em operações de abate sanitário de aves
potencialmente infectadas com vírus da gripe aviária
Quadro 2. Patologias crónicas e condições para as quais se recomenda a vacina
Patologia/
Condição
Respiratória
Cardiovascular
Renal
Hepática
Diabetes
mellitus
Neuromuscular
Hematológica
Imunodepressão
Transplantação
Terapêutica com
salicilatos
Exemplos
- Asma sob terapêutica com corticóides inalados ou sistémicos
- Doença pulmonar obstrutiva crónica: bronquite crónica, enfisema pulmonar, fibrose quística,
fibrose pulmonar intersticial, pneumoconioses, displasia broncopulmonar
- Cardiopatia congénita
- Cardiopatia hipertensiva
- Insuficiência cardíaca crónica
- Cardiopatia isquémica
- Insuficiência renal crónica
- Síndrome nefrótica
- Cirrose
- Atresia biliar
- Hepatite crónica
- Tipo I
- Tipo II em tratamento com hipoglicemiantes orais
- Com comprometimento da função respiratória, da eliminação de secreções ou com risco
aumentado de aspiração de secreções
- Hemoglobinopatias
- Primária
- Secundária a doença:
o
Infecção por VIH
o Asplenia ou disfunção esplénica
- Secundária a terapêutica:
o Quimioterapia imunossupressora (antineoplásica ou pós-transplante)
o Tratamento actual ou programado com corticóides sistémicos por mais de 1 mês com:
Uma dose equivalente a ≥ 20 mg de prednisolona/dia (qualquer idade)
≥2mg/kg/dia para crianças com <20kg
Alguns doentes com imunodepressão poderão ter uma resposta imunológica diminuída à vacina
Órgãos sólidos ou medula óssea
Crianças e adolescentes (6 meses a 18 anos) em terapêutica prolongada com salicilatos (em risco
de desenvolver a síndroma de Reye após a infecção por vírus da gripe)
Adaptado de Department of Health (UK). The influenza immunization programme 2008/2009.
Alameda D. Afonso Henriques, 45 - 1049-005 Lisboa - Portugal - Tel 218 430 500 - Fax: 218 430 530 - E-mail: [email protected]
6
Download