P–065G Diferenciando queratoacantoma e carcinoma espinocelular

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3.º Congresso da Faculdade de Odontologia de Araçatuba
33º Jornada Acadêmica “Prof.Dr.Edmur Aparecido Callestini”
9ºSimpósio de Pós-Graduação “Prof.Dr.Antônio César Perri de Carvalho”
5º Encontro do CAOE
UNESP – Câmpus de Araçatuba
22 a 25 de maio de 2013
P–065G
Diferenciando queratoacantoma e carcinoma espinocelular
Dias* CA, Boos FBDJ, Coléte JZ, Francisconi GB, Veltrini VC, Hochuli Vieira E, Garcia
Junior IR
UNESP – Univ Estadual Paulista - Câmpus de Araçatuba – SP
A denominação queratoacantoma foi empregada primeiramente por Rook, Winster
(1950), descrevendo o curso clínico e histológico da lesão. Historicamente, esta
entidade tem sido incluída como sinônimo de carcinoma espinocelular com cura
própria.É definida como uma neoplasia epitelial benigna de crescimento rápido,
originária da porção superior da glândula sebácea do folículo piloso. Clinicamente
apresenta-se como um nódulo exofítico, crateriforme, com tampão queratótico central
pequeno, geralmente não excedendo 1,5 cm de diâmetro, firme, recoberto por epitélio
normal de crescimento rápido. No lábio inferior faz-se necessário realizar o diagnóstico
diferencial do carcinoma espinocelular, já que esta é uma área de grande prevalência
desta patologia e que o queratoacantoma apresenta uma forte semelhança clínica e
histopatológica com o mesmo. O queratoacantoma requer biópsia excisional ou
incisional profunda, com inclusão do epitélio adjacente clinicamente normal. Como
forma de tratamento a excisão cirúrgica apresenta melhores resultados estéticos
quando comparada a uma possível regressão espontânea desta. O objetivo deste
trabalho é relatar o caso clínico de um paciente de 53 anos, leucoderma que
apresentava um nódulo solitário bem circunscrito, localizado em lábio inferior, onde foi
realizada uma biópsia incisional. Após o diagnóstico histopatológico foi realizada a
remoção total da lesão. Os autores discutem a etiologia, características clínicas e
histológicas e ainda o diagnóstico diferencial do carcinoma espinocelular e as
possíveis formas de tratamento.
[email protected]
Arch Health Invest 2013; 2 (Especial 2 - Proceedings of the 3º Congresso da FOA - Unesp/Annual Meeting)
ISSN 2317-3009 ©- 2013
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