Pesquisa para disciplina de banco de dados

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Pesquisa para disciplina de banco de dados - UMC.
Noções de rede de computadores
 Evolução de redes de computadores;
 Internet e Web;
 Construção de páginas para Web.
Sistemas de software e noções de qualidade



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Conceito de qualidade de produtos e serviços;
Conceitos de garantia de qualidade de software;
Revisões de projeto;
Normas de qualidade de software.
Noções de rede de computadores
 Evolução de redes de computadores
Redes de computadores são estruturas físicas (equipamentos) e lógicas (programas,
protocolos) que permitem que dois ou mais computadores possam compartilhar suas
informações entre si.Imagine um computador sozinho, sem estar conectado a nenhum outro
computador: Esta máquina só terá acesso às suas informações (presentes em seu Disco
Rígido) ou às informações que porventura venham a ele através de CDs ou Pen drives.
Quando um computador está conectado a uma rede de computadores, ele pode ter acesso às
informações que chegam a ele e às informações presentes nos outros computadores ligados
a ele na mesmo rede, o que permite um número muito maior de informações possíveis para
acesso através daquele computador.
 Classificação das redes quanto à extensão física
As redes de computadores podem ser classificadas como:
 LAN (Rede Local): Uma rede que liga computadores próximos (normalmente em um
mesmo prédio ou, no máximo, entre prédios próximos) e podem ser ligados por cabos
apropriados (chamados cabos de rede). Ex: Redes de computadores das empresas
em geral.
 WAN (Rede Extensa): Redes que se estendem além das proximidades físicas dos
computadores. Como, por exemplo, redes ligadas por conexão telefônica, por satélite,
ondas de rádio, etc. (Ex: A Internet, as redes dos bancos internacionais, como o
CITYBANK).
 Equipamentos necessários para a conexão em rede
Para conectar os computadores em uma rede, é necessário, além da estrutura física
de conexão (como cabos, fios, antenas, linhas telefônicas, etc.), que cada computador possua
o equipamento correto que o fará se conectar ao meio de transmissão.
O equipamento que os computadores precisam possuir para se conectarem a uma
rede local (LAN) é a Placa de Rede, cujas velocidades padrão são 10Mbps e 100Mbps
(Megabits por segundo).
Ainda nas redes locais, muitas vezes há a necessidade do uso de um equipamento
chamado HUB (lê-se “Râbi”), que na verdade é um ponto de convergência dos cabos
provenientes dos computadores e que permitem que estes possam estar conectados. O Hub
não é um computador, é apenas uma pequena caixinha onde todos os cabos de rede,
provenientes dos computadores, serão encaixados para que a conexão física aconteça.
Quando a rede é maior e não se restringe apenas a um prédio, ou seja, quando não
se trata apenas de uma LAN, são usados outros equipamentos diferentes, como Switches e
Roteadores, que funcionam de forma semelhante a um HUB, ou seja, com a função de fazer
convergir às conexões físicas, mas com algumas características técnicas (como velocidade e
quantidade de conexões simultâneas) diferentes dos primos mais “fraquinhos” (HUBS).
 Integrações de Serviços
Na década de 90, com o surgimento das redes corporativas baseadas em sistemas
abertos, tornou-se possível a interligação das diversas tecnologias de redes de computadores
e a integração das mesmas com os mainframes e minicomputadores. A padronização
proposta pelas redes corporativas permitiu que os diversos computadores se comunicassem
independentemente das suas arquiteturas de hardware e software.
As redes corporativas motivaram uma reengenharia das aplicações, que começaram
a fazer uso dos recursos de distribuição de dados e de processamento. Este aumento de
demanda de tráfego inter-redes estimulou o desenvolvimento de novas tecnologias de
telecomunicação como o Frame-Relay, ISDN ou RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados),
ATM (Asynchronous Transfer Mode), VPNs (Virtual Private Network), etc...
O tráfego local também cresceu, levando ao desenvolvimento de tecnologias de redes
locais de alta velocidade como o Fast-Ethernet, o Gigabit Ethernet (1000BASE-LX), o ATM em
rede local (LATM) e mais recentemente o 10 Gigabit Ethernet.
Ainda nos anos 90, a primeira década do século XXI pôde-se assistir as mudanças
estruturais nas redes, onde a Telefonia compartilha a mesma rede com a Comutação de
Dados a alta velocidade e, integrou serviços tradicionais ou prestados por redes segregadas,
como por exemplo:Voz sobre IP,Videoconferência,TV interativa,Ensino à Distância,Realidade
Virtual,etc.
 Internet
A Internet (com I maiúsculo) é um imenso sistema de redes gateways e de
computadores permanentemente interligados entre si a nível mundial e que funcionam como
emissores e receptores de informação, utilizando para isso um conjunto de protocolos de
comunicação denominados TCP/IP. A Internet permite interligar sistemas informáticos de todo
o mundo, possibilitando a comunicação e a troca de informação de uma forma fácil e rápida.
Os meios para efetuar essas ligações são diversos, e incluem rádio, linhas telefônicas, linhas
digitais, satélite, ISDN, fibra-óptica, etc.
No centro da Internet existe um backbone de linhas de comunicação de dados entre
nós principais ou computadores host, composto por milhares de sistemas de computadores um ou mais desses nós da Internet ou sistemas de computadores podem parar de funcionar
sem que isso impeça a Internet de funcionar como um todo, porque ela não é controlada por
nenhum computador ou rede individual.
 Serviços disponíveis na Internet
Os serviços disponíveis na Internet são diversos e vão desde a World Wide Web (WWW) ao
Email ou correio eletrônico, passando pelo FTP - File Transfer Protocol, IRC - Internet Relay
Chat, Newsgroups ou grupos de discussão, Gopher, telnet e ICQ.
 Web
Chama-se “Web” (nome inglês que significa “tela”), contração de “World Wide Web”
(onde o acrónimo www), uma das possibilidades oferecidas pela rede Internet que navegue
entre documentos ligados por relações hipertextos. O conceito do Web foi posto ao ponto ao
CERN (Centro Europeu de Investigação Nuclear) em 1991 por uma equipe de investigadores
ao qual pertencia Tim-Berners LEE, o inventor do conceito de hiperligação, considerado hoje
como o pai fundador do Web.
O princípio de web esta no ponto de utilização de hiperligações para navegar entre
documentos (chamados “páginas web”) graças a um "software" chamado navegador (ou em
inglês motor de pesquisa). Uma página web é um simples arquivo de texto escrito numa
linguagem (chamado HTML), permitindo descrever um conteúdo numa página e incluir
elementos gráficos ou relações para outros documentos.
Para além das relações de ligar documentos formais, a web toma qualquer direção
com o protocolo HTTP que permite vincular documentos alojados por computadores distantes
(chamados servidores web, em oposição ao cliente que representa o navegador). na Internet
os documentos assim são localizados por um endereço único, chamado URL, permitindo
localizar um recurso sobre qualquer servidor da rede Internet.
 Construção de páginas para Web.
As páginas da Web são arquivos armazenados em computadores que, estando em
qualquer lugar do mundo, se conectam a Internet. Embora sua aparência seja complexa, cheia
de gráficos e cores (e até sons e vídeo), no fundo elas são apenas texto. Este texto, no entanto
não é um texto normal, como o que você editaria no Bloco de Notas do Windows, por exemplo,
ou mesmo no Word. As páginas da WWW são escritas em uma linguagem especial, chamada
HTML, que contém todas as informações necessárias para que o seu navegador seja ele o
Internet Explorer, Netscape, Opera ou outro qualquer, exiba o seu conteúdo corretamente. HTML
não é uma linguagem de programação (ufa!), e nem tampouco você precisa conhecê-la para
criar páginas da Web. Há vários programas que permitem que você edite e "desenhe" suas
páginas, coloque figuras nela, etc., enquanto ele vai "por trás das cortinas", criando os códigos
HTML para que a página funcione na Internet.
Sistemas de software e noções de qualidade
 O Conceito de Qualidade
Existem diversas definições para o termo qualidade, o que torna impossível ter-se uma
postura em definitivo para a idéia do que seja realmente qualidade. O certo é que a mesma
chegou para ficar, seja no trabalho, em casa, na produção de bens ou na prestação de serviços.
Enfim, em qualquer atividade humana, a qualidade tornou-se consenso. A qualidade num
primeiro momento era vista fundamentalmente sob a ótica da inspeção, na qual, através de
instrumentos de medição, tentava-se alcançar a uniformidade do produto. A sintetização abaixo
dada ao conceito de qualidade se encaixa nos padrões de hoje: “Um produto ou serviço de
qualidade é aquele que atende perfeitamente, de forma confiável, de forma acessível, de forma
segura e no tempo certo às necessidades do cliente”. Isso significa para o mesmo: um projeto
perfeito; sem defeitos; baixo custo; segurança do cliente, entrega no prazo certo, no local certo e
na quantidade certa.
 Conceito de garantia de qualidade de software
Se um software com muitos erros e falhas perde parte do valor para o usuário, um
software isento de erros não é, necessariamente, um software de qualidade para seu usuário
(programa certo para o problema errado). As necessidades do usuário são expressas nos
requisitos explícitos, mas também nos requisitos implícitos, que normalmente não são
declarados, como: flexível, fácil de operar, barato, construído no prazo etc (resumindo: mais
prático, mais rápido, mais fácil, mais seguro e mais barato em relação ao processo convencional
– antes da informatização).
A ausência de funções necessárias (requisitos declarados), não pode ser compensada
por funções auxiliares genéricas não solicitadas, como: calculadora, agenda, cor de tela etc.
Abaixo duas frases que sintetizam garantia de qualidade em software.
“Um software de Qualidade deve encantar o cliente e não somente funcionar direito e não ter
erros”.
Bill Gates
“Software de Qualidade é aquele que, não apenas satisfaz as exigências, mas também é
implementado a tempo e de acordo com o orçamento”.
Juran
 Revisões de projeto
O processo de revisão do projeto é analisado do ponto de vista da segurança. Caso
tenha concluído o projeto, a documentação do mesmo pode ajudar nesse processo.
Independentemente da abrangência da documentação do projeto, deve ser possível decompor o
aplicativo e identificar os itens principais, incluindo os limites confiáveis, o fluxo de dados, os
pontos de entrada e o código privilegiado. É preciso conhecer também a configuração de
implantação física do aplicativo. Prestar atenção às abordagens do projeto que você adotou para
essas áreas que apresentam vulnerabilidades mais comumente.

Normas de qualidade de software
O número de empresas que estão buscando melhorias em seus processos de
desenvolvimento de software é crescente. A melhoria não consiste apenas no software em si,
mas envolve o relacionamento com o cliente também, por meio de planejamento e redução do
número de defeitos nos produtos vendidos.
Uma pequena falha de lógica num programa em sistema de um grande banco pode
causar desde pequenos problemas em contas correntes até prejuízos incalculáveis na conta
de grandes corporações.
Um defeito na linha de código de um software (seqüência de programação que
determina funções) pode causar desde pequenos problemas no funcionamento do
equipamento de comunicação entre tripulantes de um avião ou a queda dele.
As principais referências para melhoria de processos utilizadas pelas organizações
que desenvolvem ou adquirem produtos de software são:

CMM – Capability Maturity Model é um modelo desenvolvido pelo Software Engineering
Institute (SEI) para melhoria da maturidade dos processos de desenvolvimento de
software.

ISO 9001 – Sistemas de qualidade; é um modelo para garantir a qualidade em projetos,
desenvolvimento, instalação e serviços associados. São normas utilizadas como
referência por muitas empresas desenvolvedoras de software no mundo inteiro.

ISO 12207 – Tecnologia da Informação/Processo de ciclo de vida de software; esta
norma estabelece uma estrutura comum para os processos de ciclo de visa de um
software, cobrindo desde a concepção até a retirada do software do mercado.

ISO 15504 (SPICE) – Tecnologia da Informação/Avaliação de processos; norma
desenvolvida pela ISO IEC em conjunto com o projeto SPICE para avaliação de
processos.

CMMI – Capability Maturity Model Integration; também desenvolvido pela SEI (Software
Engineering Institute) visando a melhora da maturidade dos processos em uma
organização. Foi desenvolvido a partir de três modelos:
- SW-CMM (Capability Maturity Model for Software);
- EIA/IS (Eletronic Interim Alliance Interim Standard) 731
- IPD-CMM (Integrated Product Development Capability Maturity Model).

PMBOK – Project Management Body of Knowledge; conjunto de Conhecimento em
Gerência de Projetos. É utilizado como referência para que gerentes de projetos possam
compreender os ensinamentos e relacionamentos que, por meio das áreas de
conhecimento e de processos preconizados pela metodologia, traduzam os conceitos
mais atuais da prática de Gerenciamento de Projetos no mundo.
 Conclusão
Internet veio para ajudar ou atrapalhar nossa vida? O que temos visto hoje é um mundo de
informações acessíveis através de alguns cliques, o mais interessante é que através dela as
redes de computadores se tornaram mais eficientes e funcionais, diversos serviços antes
imaginados em filmes de ficção hoje ganham vida e fazem parte da vida de muitos. Mas não é
só de internet que vive a tecnologia, diversos softwares para diversas aplicações tem sido
largamente utilizados até mesmo por modestas “vendinhas” por assim dizer, isto motivou e
tornou importante a aplicação de diversos conceitos como qualidade dos serviços, qualidade
de software, a garantia de que este software atenderá as expectativas e a certeza de ter um
ótimo suporte para ele. Aqueles que tiverem essas qualificações e preocupações em seus
serviços prestados terão um melhor desempenho no mercado da tecnologia.
 Referencias bibliográficas:
AGILCOOP (Cooperativa de Desenvolvimento Ágil de Software);
Vicouto. wordpress.com
PUC – Campinas;
FATEC – FACULDADE DE TECNOLOGIA
Campus Baixada Santista Informática com Ênfase em Gestão de Negócios;
1. SOARES, L. F. G., LEMOS, G. e COLCHER, S.: “Redes de Computadores: das LANs,
MANs e WANs às Redes ATM”, 2ª Ed., Rio de Janeiro, Ed. Campus, 1995;
2. TANENBAUM, A. S.: “Redes de Computadores”, Tradução da 4ª edição, Rio de
Janeiro, Ed. Campus, 2003;
3. GALLO, MICHAEL A., HANCOCK, W. M.: “Comunicação entre Computadores e
Tecnologías de Rede”, São Paulo, 2003;
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