Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium

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PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium
Araçatuba - SP
MISSÃO SALESIANA DE MATO GROSSO
PROJETO PEDAGÓGICO
Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas
Araçatuba – São Paulo
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PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Índice Geral do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
1. DADOS GERAIS DO CURSO...............................................................................................3
2. CONCEPÇÃO DO CURSO ....................................................................................................3
2.1. Missão / Finalidade do curso........................................................................................................... 5
2.2. Objetivos do curso .......................................................................................................................... 5
2.3. Justificativas do curso ..................................................................................................................... 7
3. CORPO DOCENTE ................................................................................................................9
4. COMPONENTES CURRICULARES ................................................................................ 11
4.1. Grade Curricular – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas .................................. 12
4.2. Critérios de Aproveitamento e Procedimento de Avaliação de Competências Profissionais
Anteriormente Desenvolvidas ............................................................................................................. 15
4.3. Certificações ................................................................................................................................. 16
4.4. Ementários .................................................................................................................................... 17
5. SINTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO ........................................................................ 38
5.1. Perfil do Curso............................................................................................................................... 38
5.1.1. Programa de Apoio Didático/Pedagógico ao Docente ................................................................. 39
5.2. Perfil do Egresso............................................................................................................................ 39
5.2.1. Áreas de Atuação ......................................................................................................................... 40
5.3. Forma de Acesso ao Curso ............................................................................................................ 41
5.4. Atividades Complementares Institucionais ................................................................................... 43
5.4.1. Atividades Complementares do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas ................................................................................................................................................. 43
5.5. Estágio Curricular ......................................................................................................................... 45
5.6. Trabalho de Conclusão de Curso .................................................................................................. 45
5.6.1. Avaliações do Projeto Final de Curso ........................................................................................... 46
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PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
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1. DADOS GERAIS DO CURSO
Denominação do curso: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Tipo: Tecnólogo
Modalidade: Presencial
Local de Oferta: Campus de Araçatuba
Nº Total de Vagas ao Ano: 120 noturno
Carga Horária total do curso: 2640 horas-aula
Turno de Funcionamento: Noturno
Coordenadora do Curso: Professora Msc. Maria Aparecida Teixeira
Regime: Integral Dedicação Exclusiva
2. CONCEPÇÃO DO CURSO
Os avanços tecnológicos em várias áreas do conhecimento têm introduzido
mudanças radicais em todo o mundo, em um ritmo cada vez mais acelerado. No que diz
respeito à área de computação e informática, o mercado de trabalho tem exigido a
formação de profissionais capacitados a promover o desenvolvimento científico e
tecnológico da computação através de pesquisas inovadoras e da aplicação de
conhecimentos técnicos e científicos adquiridos.
A Tecnologia da Informação compreende os conceitos, métodos, ferramentas e
sistemas usados para criar, armazenar, administrar, transmitir e analisar a informação.
Essa tecnologia, que acompanha o homem desde os primórdios da civilização, está
passando atualmente por um processo acelerado de transformação, devido
principalmente ao uso intensivo dos computadores e das redes de comunicação.
Os impactos sociais e econômicos decorrentes da introdução da tecnologia da
informação computadorizada são enormes, razão que explica o grande volume de
investimentos e, consequentemente, pessoas engajadas no seu desenvolvimento e uso.
Nesse contexto, novos conceitos, métodos e ferramentas são introduzidos
constantemente, levando os profissionais que atuam na área, tanto em instituições
acadêmicas como em empresas do setor produtivo, a se envolver num processo de
aprendizado e atualização contínuos.
A grande procura por profissionais de informática é uma tendência que vem se
mantendo há vários anos. O desenvolvimento de novas aplicações e a consolidação do
uso do computador em praticamente todos os ramos da atividade humana sinalizam para
a manutenção destas boas perspectivas de colocação profissional. O curso de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas visa formar profissionais com
bases científicas e tecnológicas para atuar na área de informática, utilizando e/ou
desenvolvendo recursos computacionais.
A sociedade contemporânea vem sofrendo mudanças estruturais muito
acentuadas, em relação à criação e dependência de novas necessidades de informação e
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mudanças no paradigma de atuação profissional. Isto está implicando em uma maior
demanda por profissionais, com formações muito diferenciadas daquelas
tradicionalmente oferecidas. Esse quadro tem propiciado o surgimento de novas
oportunidades profissionais e exigido um nível de qualificação e capacitação de
excelência por parte daquelas pessoas que resolveram se dedicar as atividades da área.
Vale considerar que o mundo moderno está inserido num ambiente altamente
complexo, dependente de tecnologias sofisticadas, além da busca incessante por
informação. Tudo isto exige recursos tecnológicos imprescindíveis ao desempenho das
mais diversas atividades sócio-econômicas.
Cabe ressaltar que a computação é uma área em acelerado processo de evolução,
tendo experimentado um assustador crescimento nas últimas décadas, dificilmente
verificado em outra área tecnológica.
As tendências, hoje vislumbradas para o futuro da tecnologia, apontam para um
desenvolvimento cada vez mais intenso de novas tecnologias. A Internet, que se mostra
como uma grande ferramenta para as empresas e de enorme utilidade no uso doméstico
e até mesmo escolar, depende de novos e enormes recursos computacionais e
tecnológicos. O impacto dessa tecnologia está mudando tanto o comportamento das
pessoas quanto as estruturas das empresas.
O desenvolvimento da ciência e da tecnologia nos dias atuais, de um modo geral,
deve-se em muito à utilização, em maior ou menor grau, de recursos computacionais, os
quais têm permitido aos pesquisadores exercitarem incursões em muitas áreas até então
inatingíveis.
Nesse contexto, é inequívoca a existência de um imenso mercado para
profissionais de Tecnologia nos mais variados segmentos da economia, incluindo os
profissionais do ensino.
A grade curricular deste curso cobre os conteúdos básicos da Matemática e da
Computação, mas buscando sempre uma maior ênfase na aplicação das teorias do que
no desenvolvimento das mesmas.
A procura pelo curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
advém também da crescente presença da tecnologia eletrônica de controle em todos os
aspectos da vida atual, como por exemplo: equipamentos mecânicos, industriais,
eletrodomésticos, equipamentos hospitalares, agroindústrias, usinas hidroelétricas,
gasodutos, veículos automotores, semáforos, elevadores, equipamentos de
telecomunicações, equipamentos em geral e até mesmo de prédios ditos inteligentes,
incluindo hospitais, com sensores e atuadores para uma melhor segurança e utilização
de energia.
A automação de todas as atividades, principalmente industriais, é essencial para
o desenvolvimento econômico do país e região. Com o passar dos anos e a crescente
industrialização do estado e da região, inclusive agroindústrias, além das outras áreas de
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PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
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atuação, cresce a necessidade de profissionais que possam atuar no desenvolvimento,
projeto, instalação e manutenção de tais controladores, bem como na implantação de
projetos de automação comercial.
Assim, faz-se necessária a formação de profissionais com a visão interdisciplinar
indispensável ao processo de automação e com a capacidade de utilizar adequadamente,
neste processo, as novas tecnologias da informática em uma interação com o mundo
físico.
2.1. Missão / Finalidade do curso
O UniSALESIANO de Araçatuba ao oferecer o curso de Tecnologia em Análise
e Desenvolvimento de Sistemas se compromete com a comunidade regional e com a
sociedade em geral, em formar um profissional para atuar junto a comunidade usando a
tecnologias da informação para integrar os sistemas computacionais e seus órgãos
administrativos. A nossa missão é incentivar a cultura e o profissionalismo, buscando o
desenvolvimento do ser humano nas mais variadas áreas do conhecimento.
2.2. Objetivos do curso
O curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem por
objetivo a formação de profissionais para atuação em planejamento, análise, utilização e
avaliação de modernas tecnologias de informação aplicadas às áreas administrativas e
industriais, em organizações públicas e privadas.
Para atingir este objetivo, um curso de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas deve propiciar formação multidisciplinar que permita a
compreensão dos novos paradigmas tecnológicos, tal formação deve permitir ao egresso
deste curso planejar e implementar sistemas integrados de informação.
Com isso, a estrutura curricular documentada neste projeto pedagógico divide as
disciplinas em três grandes áreas:
• A1: Área de formação Básica
- Lógica e Algoritmos
- Lógica Computacional
- Matemática Computacional
- Estrutura de Dados
- Linguagens de Programação
- Arquitetura de Computadores
- Hardware
- Análise e Projeto Essencial e Orientado a Objetos
•
A2: Área de formação tecnológica
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•
Sistemas Operacionais
Redes de Computadores
Gerência Integrada de Redes
Modelagem de Sistemas
Banco de Dados
Engenharia de Software
Técnicas de Segurança em Redes
A3: Área de formação complementar
- Comunicação e Expressão
- Inglês Instrumental
- Doutrina Social Cristã
- Computação Gráfica
- Computação Gráfica aplicada a Internet
- Metodologia do Trabalho Cientifico
- História e Cultura Afro-Brasileira
- Libras
3.1 Objetivos por área disciplinar
A1: Área de Formação Básica
As disciplinas desta área tem como objetivo:
Aperfeiçoar o raciocínio exato do aluno, buscando e estimulando a aquisição do
raciocínio lógico, necessário para a construção de programas;
Adquirir conhecimentos de matemática discreta, cálculo diferencial e integral e
probabilidade e estatística.
A aquisição dos conhecimentos básicos de informática, hardware ou software;
Aquisição da lógica necessária para programação de computadores;
Desenvolvimento de técnicas para estruturação de programas;
Conhecimento de Linguagens de programação;
Manipulação de Estruturas de Dados e métodos de ordenação e pesquisa;
Conceber, especificar, projetar, construir, avaliar e adaptar sistemas digitais;
Adquirir conhecimentos quanto a organização de computadores: convencionais, não
convencionais e arquiteturas paralelas.
A2: Área de Formação Tecnológica
As disciplinas deste grupo auxiliam a formação do profissional nos seguintes aspectos:
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Análise, projeto, desenvolvimento e administração de redes de computadores;
Instalação e Gerenciamento de Sistemas Operacionais;
Análise e implantação de projetos de segurança em sistemas de computação;
Adquirir conhecimentos referentes a arquivos quanto a organização, forma de
acesso e armazenamento;
Desenvolver programas utilizando conceitos de banco de dados;
Conhecer as tendências do mercado no que se refere a Banco de Dados;
Conhecer os métodos de engenharia de software;
A3: Área de Formação Complementar
Estudo dos mecanismos e procedimentos para criação de pequenas e microempresas;
Conhecer técnicas de gerenciamento e marketing empresarial;
Leitura e interpretação de textos, adequação gramatical e produção de textos na
língua portuguesa;
Leitura e interpretação de textos da língua inglesa;
Conhecer o direito fundamental que rege o profissional de informática;
Adquirir métodos para desenvolvimento e escrita de pesquisa acadêmica;
Formação humanística e Cristã;
Conhecer as tendências tecnológicas em voga;
Conhecer ferramentas de computação gráfica.
2.3. Justificativas do curso
De acordo com os números do IBGE, referente ao censo de 2008, no Brasil o
setor de Informática somava 65.754 empresas, gerando um total 673.024 de postos de
trabalho e envolvendo recursos num total aproximado de 162,2 bilhões de reais.
As matrículas na educação profissional cresceram 74,9% entre 2002 e 2010,
segundo dados oficiais do Censo Escolar. Em 2010, o país tem 1,1 milhão de jovens na
educação profissional, enquanto em 2002 eles somavam 652.073.
No mesmo período, a rede federal de educação profissional passou de 77.190
alunos para 165.355, o que representa crescimento de 114%. A trajetória de expansão da
educação profissional também pode ser vista entre 2007 e 2010. Em 2007, as matrículas
eram 780.162. Ao alcançar 1.140.388 em 2010, o crescimento é de 46% no intervalo.
Estes números indicam que há um grande número de potenciais alunos para o
ensino profissional tecnológico no país, pois esta modalidade de curso tem grande
capacidade de se adaptar às mudanças do mercado por ter seu currículo focado no
objeto do curso. Outra vantagem é a possibilidade de formação em menos tempo o que
leva muitos egressos da educação básica e profissional (técnico) a optarem por eles.
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PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
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A partir da análise da evolução do mercado na área da informática se apresenta
de forma evidente o enorme crescimento do setor, com seus efeitos compreendendo
todos os demais setores econômicos, tornando-se condição indispensável para a
evolução dos negócios, talvez para a viabilização destes, num mercado cada vez mais
globalizado.
Para fazer frente a esta realidade o trabalhador brasileiro deve buscar no ensino
profissional tecnológico a sua qualificação, para não ficar a margem dos índices da
economia formal, na informalidade ou, ainda, no desemprego.
A ampliação e a melhoria contínua da qualidade dos cursos da educação
profissional são fundamentais para que os trabalhadores brasileiros possam aumentar a
sua empregabilidade e disputar as novas oportunidades que o mercado globalizado
oferece.
De acordo com o último censo da Educação Superior, o crescimento em seis
anos nesta modalidade de formados foi de 577%, sendo que 85.794 alunos receberam o
diploma de tecnólogo em 2008 contra 12.673 em 2002.
Os números mostram que os cursos superiores de tecnologia continuam em
crescimento. De acordo com o último censo, realizado pelo Inep, 412 mil estudantes
estão matriculados em um curso do tipo, quantidade 19% maior que a do ano anterior e
correspondente a 7% dos estudantes do ensino superior
De acordo com o último censo realizado pelo Inep, em 2008, o Brasil dispunha
de 4.355 cursos superiores de tecnologia. Existem 105 (cento e cinco) modalidades
diferentes, sendo ofertadas em todas as áreas profissionais.
O volume de processos nos quais é solicitada autorização para oferta de cursos
superiores de tecnologia e os dados do censo do ensino superior indicam que há
demanda substancial pela oferta de cursos superiores de tecnologia.
Na condição de modalidade educacional, a educação profissional ocupa um
capítulo específico dentro do título que trata dos níveis e modalidades de educação e
ensino, sendo considerada como um fator estratégico de competitividade e
desenvolvimento humano na ordem econômica mundial.
O mercado de trabalho está se transformando com muita velocidade e exigindo
uma rápida adaptação da sociedade. A demanda por mão de obra especializada explica a
crescente oferta de cursos superiores de tecnologia. Pesquisa do ministério do Trabalho
indica que 93% dos formados em cursos tecnológicos começam a trabalhar em até um
ano após a conclusão do curso, sendo que mais de 70% na área em que se graduaram.
O curso de Tecnologia existente na instituição desde 1993, Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas, é bastante procurado pelos alunos do curso
Técnico de Informática do Colégio Salesiano que ao terminarem o 2° grau
profissionalizante seguem num curso superior na mesma instituição e por alunos da
região de Araçatuba que encontram nesta instituição um referencial de qualidade. Os
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alunos demonstram grande interesse em cursos na área de desenvolvimento de jogos o
que nos despertou para a possibilidade de criação de um curso especifico nesta área.
A região de abrangência da instituição agrega aproximadamente 43 municípios,
fora a influência exercida em outras regiões. A cidade de Araçatuba possui na sua
totalidade, 63 cursos de Formação Superior, isso a transforma em um potencial pólo de
Educação e Ensino, sendo procurado por estudantes da região e de outras localidades do
estado e do país.
Outro fator importante a ser citado é o valor acessível da mensalidade, pois esta
instituição é uma entidade filantrópica e como tal além de praticar valores acessíveis
também oferece bolsas de estudo.
A grade curricular do curso, para o qual pedimos a reconhecimento neste
documento, Tecnologia em Jogos Digitais, fundamentou-se no Parecer CNE/CES
436/2001 que estabelece o caráter dos cursos tecnológicos como cursos de graduação de
duração reduzida, possibilitando o ingresso de profissionais especializados no mercado
de trabalho.
Nossa instituição fez uma análise de tais documentos e assim, visando o atender
a carência deste profissional, principalmente regional, criou o currículo proposto neste
relatório.
O curso de Tecnologia em Jogos Digitais, com foco nas atividades de projeto e
desenvolvimento, é um curso de graduação tecnológica que atenderá a dois perfis de
aluno: o profissional que necessita aperfeiçoar-se rapidamente e o egresso do ensino
médio (normal ou técnico), que deseja obter uma qualificação profissional para uma
inserção competente, e de curto prazo, no mercado de trabalho de produção de jogos de
computador.
3. CORPO DOCENTE
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NOME
DO
TITULAÇÃO
DOCENTE
Alexandre
Marcelino
Silva
Mestre
REGIME
DE
TRABALHO
DISCIPLINAS LECIONADAS
Parcial
Programação Visual
Programação Visual-Banco de Dados
Programação Visual-Cliente Servidor
Programação Visual-SAD
Linguagem para Aplicações Internet
Linguagem Avançada para Internet
Técnicas de Segurança em Redes
Programação
para
Dispositivos
Móveis
Amadeu zanon Especialista
Neto
Parcial
Carlos
Mestre
Eduardo
de
Souza Zambon
Parcial
Computação Gráfica
Computação Gráfica aplicada
Internet
Sistemas Operacionais
Redes de Computadores
Gerência de Redes
Francisco
Antonio
Souza
Especialista
Parcial
Mestre
Integral
Doutor
Parcial
Hardware
Mestre
Parcial
Comunicação e Expressão
Mestre
Parcial
Lógica e Algoritmos
Lógica Computacional
Linguagem Cientifica
Estrutura de Dados
da
de
Gabriela
Cristina
Mendes Rahal
Giuliano Pierri
Stevan
Hercules
Farnesi Cunha
Karina Mitiko
Toma
Introdução a Banco de dados
Banco de Dados-Cliente Servidor
TCC
Projeto Final de Curso
Lógica Computacional
Matemática Computacional
a
11
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Lucilena
Lima
de Mestre
Luigi Favero
Maria
Aparecida
Teixeira
Marisa Geralda
Barbosa
Patricia
Corazza
Corassa
Pedro Pereira
de Souza
Sérgio
Tonsig
Mestre
Mestre
Integral
Integral
Doutora
Parcial
Especialista
Horista
Especialista
Parcial
Programação Visual
Programação Visual-Banco de Dados
Programação Visual-Cliente Servidor
Programação Visual-SAD
Parcial
Linguagem de Script I e II
Análise e projeto Essencial
Análise e Projeto de Sistemas OO
Modelos de Qualidade para Gestão de
TI
Modelagem de Sistemas
Engenharia de Software
Horista
Libras
Luis Mestre
Sueli
do
Nascimento
Lógica e Algoritmos
Arquitetura de Computadores
Linguagem Cientifica
Linguagem de Programação Orientada
a Objetos
Doutrina Social Cristã
Lógica e Algoritmos
Linguagem Cientifica
Especialista
4. COMPONENTES CURRICULARES
Metodologia Cientifica
História e Cultura Afro-Brasileira
Inglês Instrumental
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4.1. Grade Curricular – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
O Currículo Pleno proposto ao curso assim se estrutura, com identificação de conjuntos,
componentes didáticos e duração específica:
1º termo
Disciplina
1
2
3
4
5
6
Créditos
Teórica
Prática
Total
Lógica Computacional
Comunicação e Expressão
Inglês Instrumental
Lógica e Algoritmos
Doutrina Social Cristã
Computação Gráfica
4
80
---
80
2
40
---
40
2
40
---
40
6
60
60
120
2
40
---
40
4
---
80
Total
20
260
140
400
Créditos
Teórica
Prática
Total
4
80
---
80
4
80
---
80
4
---
80
80
6
60
60
120
2
---
40
40
20
220
180
400
Créditos
Teórica
Prática
Total
PréRequisito
2º termo
Disciplina
Arquitetura de Computadores
8
Matemática Computacional
9
Computação Gráfica aplicada a
Internet
10 Linguagem Cientifica
11 Hardware
7
Total
PréRequisito
4
3º termo
Disciplina
PréRequisito
13
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12
Programação Visual
Linguagens de Script I
14 Análise e Projeto Essencial
15 Linguagem de Programação Orientada
a Objetos
16 Sistemas Operacionais
13
Total
4
40
40
80
4
40
40
80
4
40
40
80
6
60
60
120
2
40
---
40
20
220
180
400
Créditos
Teórica
Prática
Total
10
4º termo
Disciplina
17
Programação Visual-Banco de Dados
4
40
40
80
18
Análise e Projeto de Sistemas
Orientado a Objetos
Introdução à Banco de dados
Modelos de Qualidade para Gestão de
TI
Redes de Computadores
Estrutura de Dados
Linguagens de Script II
4
40
40
80
3
30
30
60
2
40
---
40
3
60
---
60
4
40
40
80
2
--
40
40
22
250
190
440
Créditos
Teórica
Prática
Total
19
20
21
22
23
Total
PréRequisito
12
5º termo
Disciplina
24
Programação Visual Cliente-Servidor
4
40
40
80
PréRequisito
17
25
Banco de Dados Cliente-Servidor
Linguagem para Aplicações Internet
Trabalho de Conclusão de Curso
Gerência Integrada de Redes
Metodologia do Trabalho Cientifico
Modelagem de Sistemas
História e Cultura Afro-Brasileira
4
40
40
80
19
4
40
40
80
4
---
80
80
2
---
40
40
2
40
---
40
2
---
40
40
2
40
---
40
24
200
280
480
26
27
28
29
30
31
Total
14
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6º termo
Disciplina
Créditos
Teórica
Prática
Total
32
Programação Visual – Sistemas de
apoio à Decisão
4
40
40
80
33
Engenharia de Software
Programação Avançada para Internet
Projeto Final de Curso
Técnicas de Segurança em Redes
Língua Brasileira de Sinais
Programação para Dispositivos
Móveis
Atividades Complementares (Meio
Ambiente)
4
40
40
80
4
40
40
80
4
---
80
80
4
40
40
80
2
40
---
40
2
---
40
40
2
40
---
40
Total
26
240
280
520
Atividades Complementares extracurriculares a serem cumpridas a
partir do 3º termo
4
---
80
34
35
36
37
38
39
PréRequisito
17,24
27
Carga Horária Total : 2640 h/a
Carga Horária sem TCC e Atividades Complementares: 2440 h/a ou 2033h/r
Integralização: Mínima: 3 anos Máxima: 5 anos
Atividades Complementares fora da grade curricular: 80 h/a distribuídas em 4 (quatro)
semestres (20 h/a cada semestre a serem cumpridas na Semana de Seminários)
Todas as disciplinas propostas na grade curricular possuem objetivos em comum:
transmitir compromisso, seriedade, responsabilidade, senso crítico, ética, capacidade
para trabalhar em equipe e estímulo a pesquisa e leitura. Nas tabelas abaixo serão
comentados objetivos técnicos e individuais vinculados a cada disciplina.
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PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
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4.2. Critérios de Aproveitamento e Procedimento de Avaliação de Competências
Profissionais Anteriormente Desenvolvidas
A flexibilização curricular no curso de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas é obtida através de mecanismos como: Aproveitamento
de Estudos e Prova de Suficiência em disciplinas da grade.
Como preceitua o Art 9º da resolução CNE/CP nº3/2002 que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Tecnologia: As competências
profissionais adquiridas em cursos regulares serão reconhecidas mediante análise
detalhada dos programas desenvolvidos, à luz do perfil profissional de conclusão do
curso; e as competências profissionais adquiridas no trabalho serão reconhecidas
mediante a avaliação individual do aluno.
O aproveitamento de estudos consiste no aproveitamento de disciplinas cursadas
anteriormente em outras instituições ou na própria instituição. È realizado através da
análise do histórico e ementário da disciplina que devem corresponder ao conteúdo e à
carga horária da grade curricular vigente, a análise é realizada pelo professor da
disciplina e/ou coordenador do curso.
A Prova de Suficiência foi regulamentada pelo Conselho de Curso de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas desde 2004 e é utilizada nos
mesmos moldes para os cursos de Engenharia da Computação e Tecnologia em Jogos
Digitais. O regulamento está transcrito a seguir.
REGULAMENTO
PROVAS DE SUFICIÊNCIA
CAPÍTULO I
DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Art.1º. O presente Regulamento disciplina o funcionamento das Provas de Suficiência
do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Centro
Universitário Católico Salesiano Auxilium.
Art.2º. Este mecanismo tem por finalidade a implantação da flexibilização curricular
amplamente recomendada pelos órgãos governamentais na área de avaliação da
educação.
CAPÍTULO II
DA APLICAÇÃO DA PROVA
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Art.3º. O Conselho de Curso define como regras gerais para a aplicação da prova:
O candidato a Prova de Suficiência deve protocolar seu pedido junto à secretaria da
instituição apresentando os seguintes documentos:
• se aluno da instituição deve apresentar seu histórico escolar;
• se aluno novo deve apresentar o histórico de curso técnico ou documento que
prove sua comprovada experiência na matéria em que pleiteia a prova;
O pedido será analisado pelo Conselho de curso para a aprovação ou não da aplicação
desta prova, uma vez ouvido o Conselho o pedido é encaminhado ao Diretor
pedagógico.
CAPÍTULO III
DA ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DA PROVA
Art. 4º. A elaboração da prova fica a cargo do professor titular da disciplina e constará
de todo o conteúdo aplicado regularmente em sala de aula;
Art.5º. A avaliação da prova será feita por uma banca composta pelo professor titular da
disciplina e mais dois professores do curso escolhidos pela coordenação do curso.
Art.6º. A aprovação será obtida mediante a obtenção da média 7,0 (sete) sem direito a
revisões.
CAPÍTULO IV
DO REGISTRO DA PROVA
Art. 7º. A aplicação desta prova será registrada em Ata que deve ser assinada pelo
aluno e pelos componentes da banca examinadora;
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 8º. Os casos omissos serão resolvidos pela coordenação do curso ou órgão
superior, de acordo com a competência dos mesmos.
4.3. Certificações
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A integralização da grade curricular na sua totalidade (2600h/a) confere o direito
à titulação em Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
A integralização da grade até o módulo 3 (3º termo) cuja carga horária é de 1200
h/a confere o direito à Qualificação Profissional em Projetista de Aplicações Web.
4.4. Ementários
1º TERMO
Lógica Computacional
Ementa
Introdução à Lógica. Lógica Proposicional e Cálculo de Predicados: Sintaxe, Regras de
Inferências, Prova de Teoremas.
Bibliografia Básica:
DAGHLIAN, J. Lógica e álgebra de Boole. São Paulo : Atlas, 1995.
ALENCAR FILHO, Edgard de; Iniciação a Lógica Matemática; SP; Ed. Nobel; 2002.
Bibliografia Complementar:
OLIVA, Alberto et al; Introdução a Lógica; Ed. Zahar, 1980.
GALLIER, J. Logic for computer science. New York : J. Wiley & Sons, 1993.
Comunicação e Expressão
Ementa
Produção e reescrita de diferentes tipos de texto usando corretamente as regras
gramaticais da língua portuguesa, principalmente o sistema ortográfico e os recursos de
pontuação, expressando-se de maneira adequada. Leitura e interpretação de textos para
apreender a mensagem principal e para verificar as funções e elementos da teoria da
comunicação. Adequação gramatical nas diferentes e variadas modalidades redacionais:
argumentativa, reflexiva, narrativa e descritiva. Experiências de liberação da linguagem
e pensamento em práticas de técnicas redacionais diversas.
Aprofundar os conhecimentos no uso da linguagem escrita para a criação de roteiros de
histórias.
Bibliografia Básica:
CEGALLA, Domingos P. Novíssima gramática da Língua Portuguesa. 30ª. ed. São
Paulo: Nacional, 1988.
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PLATÃO & FIORIN. Lições de texto: leitura e redação. 2ª. ed. São Paulo: Ática,
1997.
SAVIOLI, Francisco P.; FIORIN, José L.; Para Entender o Texto:Leitura e Redação;
Ed.Atica.
Bibliografia Complementar:
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 8ª. ed. São Paulo: Ática,
1990.1 ex
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 13ª. ed. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 1996.
MEDEIROS, João Bosco. Correspondência: técnicas de comunicação criativa. 11ª.
ed. São Paulo: Atlas, 1996.1 ex-1985
Inglês Instrumental
Ementa:
Técnicas básicas para compreensão da língua inglesa mediante aquisição progressiva
das estruturas lingüísticas elementares e de maior freqüência. Sistematização do uso de
tempos verbais simples e dos mais empregados. Leitura, entendimento e interpretação
de textos específicos, da área de informática, visando à exploração dos termos técnicos
e a compreensão global da mensagem. Emprego correto e ampliação do vocabulário
técnico elementar relacionado com a informática
Bibliografia Básica:
ED. CAMPUS; Dicionário de informática: Inglês-Português, Português-Inglês; RJ;
Ed.Campus;1993.
GALANTE, Terezinha P. & LÁZARO, Svetlana P; Inglês básico para informática;
3ªed.; SP; Ed.Atlas; 1996.
GALLO, L.R.; Ingles Instrumental Para Informática - Modulo 1; 1ª.ed.;Icone
Editora, 2008
Bibliografia Complementar:
SILVA, Ivanete T. A.; Michaelis; ed. Melhoramentos; 2006.
XIMENES, Fernando B.; Dicionário de Informática: Inglês-Português/PortuguêsInglês; Ed. Campus; 1993.
MUNHOZ, R.; Inglês Instrumental: Estratégias de leitura; 2ªed.; SP; Ed.Centro
Paula Souza; 2003.
Lógica e Algoritmos
Ementa:
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Conceitos Básicos de Lógica de Programação. Tipos de Dados Primitivos.Variáveis e
Constantes. Estrutura Genérica de um Algoritmo. Atribuição de valores. Operadores
matemáticos, relacionais e lógicos. Expressões Lógicas e Aritméticas. Entrada e Saída
de Dados. Blocos de Execução. Estruturas de Decisão. Estruturas de Repetição.
Estruturas de Dados Básicas. Modularização. Estilo e Qualidade de Programação.
Bibliografia Básica
ASCENCIO, A. F. G.; CAMPO, E.A.V.; Fundamentos da Programação de
Computadores; 3ed; RJ; Prentice-Hall; 2002.
FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPACHER, Henri Frederico; Lógica de
Programação - A Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados; 2ED; SP;
Makron Books; 2000.
MISRAHI, Viviane Victorine; Treinamento em Linguagem C++ - Curso Completo –
Módulo 1; SP; Ed.McGraw Hill; 1992.
Bibliografia Complementar
SALIBA, Walter Luiz Caram ; Técnicas de programação: uma abordagem
estruturada; SP; Makron Books; 1992
GUIMARÃES, A. M., LAGES, A. C.; Algoritmos e Estrutura de dados; RJ; LTC;
1985
DAWSON, M.; Beginning C++ Through Game Programming; Ed. Thomson; 2007.
Doutrina Social Cristã
Ementa:
Introdução à Teologia. Fenomenologia religiosa. Religião, Ciência e Espiritualidade. As
religiões no mundo. Iniciação à Bíblia. Jesus Cristo. Início e propagação do
Cristianismo.
Introdução geral à teologia. A ciência teológica, sua significação e importância.
Fenomenologia Religiosa. O fenômeno religioso. Religião. Elementos constitutivos da
religião. Religião, Ciência e Espiritualidade. As Religiões no Mundo: Religiões
Sapienciais: Hinduísmo, Budismo, Confucionismo, Taoísmo e Xintoísmo; Religiões
Proféticas: Judaísmo, Islamismo e Cristianismo; Religiões Espirituais: Espiritismo,
Cultos Afro-brasieliros; Atitudes Filosóficas: Maçonaria, Seicho-No-Iê. Iniciação À
Bíblia. Estruturação e história da Bíblia. Chaves de leitura e interpretação dos escritos
bíblicos. Jesus Cristo. Evangelhos. A doutrina do cristianismo. Vida Cristã e a
Atividade Profissional.
Bibliografia Básica:
JORGE, J; Cultura Religiosa: O homem e o fenômeno religioso; São Paulo, Loyola;
1994.
WILGES, I; Cultura Religiosa: as religiões no mundo; 18ªed ; Petrópolis; Vozes;
2008.
20
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BALANCIN, E. M; História do povo de Deus; 7ªed;
São Paulo; Paulinas; 2005.
Bibliografia Complementar:
HELLERN, V.; NOTAKER, H.; GAARDER, J; O livro das religiões; São Paulo; Cia
das Letras; 2000.
PIXLEY, J.; A história de Israel a partir dos pobres; 8ªed; Petrópolis; Vozes; 2002.
MARIN, Jerri R.; Religiões, Religiosidade e Diferenças Culturais; Ed. UCDB; 2005.
Computação Gráfica
Ementas:
Introdução à computação gráfica. Tipos e formatos binários para armazenamento de
imagens. Softwares para criação, edição e refinamento de imagens. Gráficos para
Internet. Aplicações.
Bibliografia Básica:
DAMASCENO,Anielle; Adobe Photoshop CS:Utilizando; Ed. Visual Books; 2004.
Bibliografia Complementar :
PRIMO, Lane; Estudo Dirigido de Photoshop CS3; Ed. Érica; 2008.
MCCLELLAND, Deke; Photoshop CS: A Biblia; Ed. Campus; 2004.
VIEIRA, Marcos; Photoshop CS: Guia Autorizado Adobe; Ed. Campus; 2004.
2º TERMO
Arquitetura de Computadores
Conceituação de sistemas numéricos e mudança de base. Tecnologias e perspectiva
histórica. Caracterização da organização de sistemas de computação e detalhamento de
subsistemas - memória, processador e barramentos. Caracterização e análise das formas
de tradução de programas de uma linguagem de alto nível para um programa
executável. Projeto básico de um processador formalizando um conjunto de instruções e
de endereçamento utilizados por um sistema de computação. Caminho dos dados (ciclobusca-decodificaçao-execuçao). Modos de Endereçamento. Caracterização de
processamento pipeline e paralelo. Memórias – Subsistema de memórias. Memória
Cachê – Políticas de Substituição de Páginas. Caracterização de arquiteturas RISC e
CISC .
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 4 ed. LTC, 1999.
WEBER, Raul Fernando, Fundamentos de arquitetura de computadores. Porto
Alegre: Instituto de Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000.
STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 2006.
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Bibliografia Complementar:
MONTEIRO, Mário, A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
PATTERSON, D.A., HANNESSY, J.L. Computer Organization and Design; The
Hardware/Software Interface, 1997, 2nd Edition.
TORRES, Gabriel. Hardware. Rio de Janeiro : Axcel Books, 1998.
Matemática Computacional
Conjuntos numéricos, Funções, Limite, Continuidade, Derivada, Aplicações de
derivada, Integral indefinida.
Bibliografia Básica:
HUGHES-HALLET, D. Cálculo. Rio de Janeiro : LTC, 1997, v. 1 e 2.
SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo Makron Books,
1987. v.1.
Bibligrafia Complementar:
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra,
1994. v. 1 e 2.
SIMMONS, George F. O Cálculo com geometria analítica. São Paulo Makron
Books, 1987. v.3 e 4.
Computação Gráfica aplicada à Internet
Ementa:
Introdução às linguagens de script. HTML. Linguagem de script do Flash – Action
Script.
Bibliografia Básica:
ADOBE PRESS; Programação do Adobe® ActionScript® 3.0 para Adobe®
Flash®; 2008.
RODHES, Glen; Desenvolvimento de Games com Macromedia Flash Professional
8; 1ªed.; Ed.Cengage; 2008.
PERKINS, Todd; Flash® Professional CS5 Bible; 1ª.ed.; Ed.John WileyConsumer;
2010.
Bibliografia Complementar :
LOTT, Joey; PATTERSON, Danny; Advanced ActionScript 3 with Design Patterns;
1a.ed.; Ed. Adobe Press; 2006.
CHYTEMA, Paul; Design de Games – Uma Abordagem Prática; 1ªed.; Ed.Cengage;
2007.
PERUCIA, Alexandre Souza ET AL; Desenvolvimento de Jogos Eletrônicos – Teoria
e Prática; 2ª.ed.; Ed. Novatec; 2007
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Linguagem Cientifica
Conceitos de lógica de programação. Conceitos fundamentais para construção de
algoritmos estruturados. Construção de algoritmos por refinamentos sucessivos.
Linguagem de programação estruturada (Linguagem C). Tipos Primitivos de Dados:
inteiro, real, caracter, lógico e cadeia de caracteres. Entrada e saída - Atribuição Decisão – Repetição. Estruturas de Dados Compostos Homogêneas do tipo Vetor/
Matriz. Modularização de Algoritmo: Função. Passagem de Parâmetro: Por valor e por
referencia.
Bibliografia Básica:
SHILDT, HERBERT, C Completo e Total, Makron Books, SP, 1991.
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C - Curso
Completo - Módulo 1, MacGraw-Hill, SP, 1990.
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C - Curso
Completo - Módulo 2, MacGraw-Hill, SP, 1990.
Bibliografia Complementar:
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C – Módulo
Profissional, Makron Books, SP, 1993.
SHILDT, HERBERT, Programando em C e C++ com Windows95, Makron Books,
SP, 1995.
SHILDT, HERBERT, Turbo C++: Guia do Usuário, Makron Books, SP, 1992.
Hardware
Ementa:
Componentes Internos. Periféricos. Memória. Dispositivos de armazenamento.
Montagem e Manutenção.
Bibliografia Básica:
ROSCH, W. L.; Desvendando o Hardware do PC; RJ; Ed.Campus; 1993.
NORTON, Peter; Introdução à Informática; SP; ed.Makron Books;1997.
Bibliografia Complementar:
BRAGA, Newton; Manutenção de Computadores: Guia para futuros profissionais;
SP; Ed.Saber; 2003.
BRAGA, Newton; Reparo e Manutenção de Monitores; SP; Ed.Saber; 2002.
3º TERMO
23
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Programação Visual
Ementa:
Ambiente Integrado de Desenvolvimento Orientado a Objeto Delphi; módulos que
compõem o ambiente; principais objetos (visual e não visual); Construção de solução
Automatizada com o Delphi; Tratamento de erro; trabalhando com banco de dados
desktop.
Bibliografia Básica:
MANZANO, J. A et al.; Estudo Dirigido de Delphi 8; SP; Ed.Érica;2004.
Bibliografia Complementar:
CANTÚ, Marco; Dominando o Delphi 7 – A Bíblia;SP; Ed.Makron Books; 2003.
CANTÚ, Marco; Dominando o Delphi 4;SP; Ed.Makron Books; 1999.
BORATTI, Isaias Camilo; Programação Orientada a Objetos usando o Delphi; SC;
Ed.Visual Books; 2002.
Linguagens de Script I
Ementa:
Funcionamento do Ambiente Web, características de um sistema client-server.
Linguagem de Marcação para criação de Hipertextos e suas Tags. Definição de
linguagens de programação do tipo script e seus ambientes de execução. Comandos da
linguagem de programação do tipo script. Aspectos de segurança na Web empregando a
linguagem de programação do tipo script. Criação de um pequeno sistema aplicando os
conceitos abordados.
Bibliografia Básica:
TONSIG, S.L.; PHP com AJAX na WEB 2.0.; RJ; Ciência Moderna, 2008.
TONSIG, S.L.; Recursos Visuais na Web com PHP; Ed. Ciência Moderna; 2009.
Bibliografia Complementar:
WELLING, Luke; THOMSON, Laura; Php e Mysql - Desenvolvimento Web; Ed.
Campus; 2003.
CONVERSE, T.; PARK, J; Php 4 - A Bíblia; ed. Campus; 2003.
SOARES, W.; PHP5 conceitos, programação e integração com banco de dados;
Érica, São Paulo, 2004.
MENEZES, M.A.F.; Introdução à HTML e PHP; Ciência Moderna, Rio de Janeiro,
2008.
Análise e Projeto Essencial
Ementa:
Abordagem sistêmica; ciclo de vida de sistemas de informação; metodologias para o
desenvolvimento de sistemas; levantamento dos requisitos; projeto lógico de um
sistema: objetivos do sistema, diagrama de fluxo de dados do contexto, lista de eventos,
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diagrama de fluxo de dados particionado por eventos, especificação da lógica dos
processos, dicionários de dados; estudo de caso: elaboração de um projeto lógico de
sistema.
Bibliografia Básica:
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software. São Paulo : Makron Books, 1995.
TONSIG, Sérgio L.; Engenharia de Software: Análise e Projeto de Sistemas; Ed.
Futura; 2003.
POMPILHO, S. Análise Essencial Guia Prático de Análise de Sistemas; Rio de
Janeiro: Ciência Moderna, 2002.
Bibliografia Complementar:
YOURDON, Edward. Análise estruturada moderna. Rio de Janeiro : Campus, 1992.
DEMARCO, T.; Análise Estruturada e Especificação de Sistemas; Ed. Campus;
1989.
Linguagem de Programação Orientada a Objetos
Conceituação de Classe, Objeto, Atributos e Métodos. Atributos e Métodos de classe e
objeto. Visibilidade de atributos e métodos. Tipos de Métodos (construtores e
destrutores). Polimorfismo por sobrecarga e redefinição. Abstrações, generalizações,
super e sub-classes e instanciações. Herança - simples e múltipla e suas consequências.
Classes e métodos abstratos. Aplicação de conceitos O.O. em Linguagem de
Programação C++. Desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório.
Bibliografia Básica:
JAMSA, K.; Programando em C/C++ - A Biblia; São Paulo : Makron Books, 1999.
MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C++: Módulo I e II. São Paulo :
Makron Books, 1992.
Bibliografia Complementar:
ALVES, William Pereira; C++ Builder 6: Desenvolva Aplicações para Windows; Ed.
Èrica; 2007.
DAWSON, M.; Beginning C++ Through Game Programming; Ed. Thomson; 2007
MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C++: Módulo I e II. São Paulo :
Makron Books, 1992.
SCHILDT, Herbert. Turbo C++. São Paulo : McGraw-Hill, 1992.
PAPPAS, C., MURRAY, W.; Turbo C++ Completo e Total; Ed. Makron Books ;
1991.
Sistemas Operacionais
Ementa:
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Objetivos e evolução do Sistema Operacional/ Estrutura e Contexto do Sistema
Operacional dentro do software básico / Estrutura de Sistema de Computação /
Estruturas de Sistemas Operacionais / Gerenciamento de processos, memória principal,
CPU e arquivos / Processos / Threads.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. Rio de Janeiro:
Prentice-Hall, 2003.
SILBERSCHASTZ, Abraham Sistemas Operacionais : Conceitos e Aplicações / Rio
de Janeiro: Campus, 2000.
Bibliografia Complementar:
SHAY, William A. Sistemas Operacionais. São Paulo: Makron Books, 1996.
BADDINI, Francisco; Windows 2000 Server; Ed. Érica; 2003.
4º TERMO
Programação Visual – Banco de Dados
Ementa:
Ambiente Integrado de Desenvolvimento Orientado a Objeto Delphi; módulos que
compõem o ambiente; principais objetos (visual e não visual); Construção de solução
automatizada com o Delphi; Tratamento de erro; trabalhando com banco de dados
desktop.
Bibliografia Básica:
MANZANO, J. A et al; Estudo Dirigido de Delphi 8; SP; ed.Érica;2004.
Bibliografia Complementar:
CANTÚ, Marco; Dominando o Delphi 7 – A Bíblia; SP; Ed.Makron Books; 2003.
LEÃO, Marcelo; Borland Delphi 6: Curso Completo; RJ; Axcel Books; 2001.
GOLDBERG, W.; Delphi 6: Proteção contra Pirataria; SP; Érica; 2001.
MECENAS, I.; Delphi 5: Objetos e Herança; RJ; Books Express; 2001.
VOZIKIS, C. C.; Delphi 6: Desenvolvendo Aplicações; SP; Érica; 2001.
MACIEL, F. M. B.; Delsphi 5 com SQL Server 7.0: cliente-servidor; SP; Érica; 2001.
Análise e Projeto Orientado a Objetos
Ementa:
Conceitos de orientação a objetos; Linguagem de Modelagem Unificada (UML); Uso
de ferramentas CASE para modelagem com UML.
Bibliografia Básica:
BEZERRA, E.; Principios de Análise e projetos de Sistemas com UML; Ed. Campus;
2004.
26
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RUMBAUGH, James. Modelagem e projetos baseados em objetos. Rio de Janeiro:
Campus, 1994.
BOOCH, Grady et AL; UML: Guia do Usuário. Rio de Janeiro. Campus. 2000.
Bibliografia Complementar:
PAGE-JONES, M.; Fundamentos do desenho Orientado a Objetos com UML;
Ed.Makron Books; 2001.
FURLAN, José Davi. Modelagem de objetos através da UML: análise e desenho
orientados à objeto. São Paulo: Makron Books, 1998.
Introdução a Banco de Dados
Ementa:
Conceito de Banco de dados; Evolução histórica, tipos de bancos de dados, modelagem
de dados, normalização, ferramentas case para automação do processo de definição e
modelagem de dados. Conceito da linguagem SQL; seus principais comandos e
funcionalidades; Instalação, configuração e utilização de um SGDB, Criação de Bancos
e Tabelas, Manipulação de dados e Métodos de Segurança.
Bibliografia Básica:
DATE, C. J. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro : Campus,
1991.
TONSIG, Sérgio L.; MYSQL; Ed. Futura; 2006.
COUGO, P.; Modelagem Conceitual e projeto de Banco de Dados; Ed. Papirus;
1997.
RAMALHO, José A.A.; SQL Server 7; Ed. Makron Books; 1999.
Bibliografia complementar:
SILBERSCHATZ, Abrahan, KORT, Henry F.;, SUNDARSHAN, S. Sistemas de
banco de dados. Makron Books, 1999, 3ª Edição.
DATE, C. J. Banco de dados: Fundamentos. Rio de Janeiro : Campus, 1985.
DATE, C. J. Banco de dados: Tópicos Avançados. Rio de Janeiro : Campus, 1988.
ELSMARI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de Banco de Dados. Pearson
Education. 4ª. Edição.
FURMANKIEWICZ, Edson et al; Aprenda em 21 dias Microsoft SQL Server 7; Ed.
Campus; 1999.
UTLEY, Craig; Desenvolvendo Aplicativos para Web com SQL Server 2000: Guia
Prático; Ed. Makron Books; 2002.
Modelos de Qualidade para Gestão de TI
Ementa:
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Abordar aspectos Gerais de Gestão em TI. Apresentar modelos relativos ao processo de
desenvolvimento do software. Apresentar métricas que determinam o esforço de
desenvolvimento de software. Apresentar modelos de qualidade no processo de
desenvolvimento. Abordar modelos de Gerenciamento de Projetos e suas técnicas.
RUP; PMI/PMBOOK; SW-CMM/CMMi; COBIT; ETIL e Métricas de Software
(COCOMO).
Bibliografia Básica:
MAGALHÃES, I.L.; Gerenciamentos de Serviços de TI na prática.; Ed. Novatev;
2007.
NOCÊRA, Rosaldo de Jesus; Gerenciamento de Projetos – Teoria e Prática; Ed.Santo André:do Autor; 2009.
MATOS, M.; Bermejo, P.; Gerencia de Riscos em Projetos de Software; 1ª. Ed.;
Ciência Moderna, 2010.
Bibliografia Complementar:
VIEIRA, M. F.; Gerenciamento de Projetos de Tecnologia da Informação; Ed.
Novatec; 2003.
VARGAS, Ricardo; Gerenciamento de Projetos – Estabelecendo Diferenciais
Competitivos; Ed.6 RJ:Brasport Livros, 2005.
HELMAN, K.; Gerencia de Projetos. 5ª. Ed.; Campus, 2009.
Redes de Computadores
Conceitos Básicos sobre Redes de Computadores; Topologias; Arquitetura de Redes de
Computadores; Arquitetura OSI da ISO; Arquitetura INTERNET (TCP/IP); Meios
Físicos de Transmissão ; Protocolos Padrão para Redes Locais; Interconexão de Redes;
Sistemas Operacionais para Redes; Desempenho, Custos e Segurança em Redes de
Computadores; Redes ATM; Projeto Físico e Lógico de uma rede.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S., Redes de Computadores. Rio de Janeiro : Campus,
1997.
SOARES, L. F., LEMOS, G., COLCHER, S. Redes de computadores: das Lans,
Mans e Wans às redes ATM. Rio de Janeiro : Campus, 1998.
Bibliografia Complementar:
RUFINO, Nelson Murilo de; Segurança em redes sem Fio; Ed. Novatec; 2005.
SOARES NETO, Vicente; Telecomunicações: Convergência de Redes e Serviços;
Ed.Érica; 2003.
SILVA, Adelson de Paula; Telecomunicações: Redes de Alta Velocidade
Cabeamento Estruturado; Ed. Érica; 2005.
Estrutura de Dados
Ementa:
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Conceito de estrutura de dados. Distinção entre a especificação de uma estrutura de
dados e a sua implementação. Tipos de dados abstratos. Tipos de dados primitivos.
Conceitos e terminologia para estruturas de dados não primitivas. Listas lineares e suas
generalizações: listas ordenadas, listas encadeadas, pilhas e filas. Aplicações de listas.
Árvores e suas generalizações: árvores binárias, árvores de busca, árvores balanceadas
(AVL), árvores B e B+. Aplicações de árvores. Percursos.
Bibliografia Básica:
TENENBAUM, A., LANGSAM, Y., AUGENSTEIN, M. Estruturas de dados usando
"C". São Paulo: McGraw-Hill, 1995.
GUIMARÃES A. et al. Algoritmos e estrutura de dados. São Paulo : LTC. 1985.
Bibliografia Complementar:
HOROWITZ, E., SAHNI, S. Fundamentos de estrutura de dados. Rio de Janeiro :
Campus, 1986.
SCHILDT H. C - completo e total. São Paulo : Makron Books, 1997.
CELSO ROBERTO MORAES – Estruturas de Dados e Algoritmos – uma
Abordagem didática – Editora Futura, 2003
Linguagens de Script II
Ementa:
Aspectos avançados da linguagem PHP. PHP orientada a objetos. Criação e utilização de
webservices com PHP. Técnicas de Interação da linguagem script com sistemas legados.
Aspectos de segurança na Web com a linguagem PHP. Integração de Ajax com PHP
para Web 2.0 e o desenvolvimento de sistemas de informação.
Bibliografia Básica:
TONSIG, S.L.; PHP com AJAX na WEB 2.0.; RJ; Ciência Moderna, 2008.
TONSIG, S.L.; Recursos Visuais na Web com PHP; Ed. Ciência Moderna; 2009.
Bibliografia Complementar:
WELLING, Luke; THOMSON, Laura; Php e Mysql - Desenvolvimento Web; Ed.
Campus; 2003.
CONVERSE, T.; PARK, J; Php 4 - A Bíblia; ed. Campus; 2003.
SOARES, W.; PHP5 conceitos, programação e integração com banco de dados;
Érica, São Paulo, 2004.
MENEZES, M.A.F.; Introdução à HTML e PHP; Ciência Moderna, Rio de Janeiro,
2008.
5º TERMO
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Programação Visual - Cliente-Servidor
Ementa:
Trabalhando com banco de dados; Acessando conjunto de dados; Apresentando conjunto
de dados; Estudo de caso (construção de sistemas de cliente-servidor de pequeno porte).
Bibliografia Básica:
MANZANO, J. A et al; Estudo Dirigido de Delphi 8; SP; ed.Érica;2004.
Bibliografia Complementar:
CANTÚ, Marco; Dominando o Delphi 7 – A Bíblia; SP; Ed.Makron Books; 2003.
LEÃO, Marcelo; Borland Delphi 6: Curso Completo; RJ; Axcel Books; 2001.
GOLDBERG, W.; Delphi 6: Proteção contra Pirataria; SP; Érica; 2001.
MECENAS, I.; Delphi 5: Objetos e Herança; RJ; Books Express; 2001.
VOZIKIS, C. C.; Delphi 6: Desenvolvendo Aplicações; SP; Érica; 2001.
MACIEL, F. M. B.; Delsphi 5 com SQL Server 7.0: cliente-servidor; SP; Érica; 2001.
Banco de Dados Cliente-Servidor
Ementa:
Conceitos básicos de desenvolvimento em Banco de Dados, Comandos de manipulação
de tabelas (criação, alteração, exclusão), Comandos de Manipulação de Visões (criação,
exclusão), Comandos de manipulação de dados (inserção, alteração, exclusão),
Comandos de consultas de dados, Comandos de manipulação de relatórios, Comandos
de controle de concorrência e controle de transações, Comandos de manipulação de
dados, Criação de Triggers e Procedures, Comandos básicos de administração de banco
de dados.
Bibliografia Básica:
DATE, C. J. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro : Campus, 1991.
TONSIG, Sérgio L.; MYSQL; Ed. Futura; 2006.
COUGO, P.; Modelagem Conceitual e projeto de Banco de Dados; Ed. Papirus; 1997.
RAMALHO, José A.A.; SQL Server 7; Ed. Makron Books; 1999.
Bibliografia complementar:
SILBERSCHATZ, Abrahan, KORT, Henry F.;, SUNDARSHAN, S. Sistemas de banco
de dados. Makron Books, 1999, 3ª Edição.
DATE, C. J. Banco de dados: Fundamentos. Rio de Janeiro : Campus, 1985.
DATE, C. J. Banco de dados: Tópicos Avançados. Rio de Janeiro : Campus, 1988.
ELSMARI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de Banco de Dados. Pearson
Education. 4ª. Edição.
FURMANKIEWICZ, Edson et al; Aprenda em 21 dias Microsoft SQL Server 7; Ed.
Campus; 1999.
30
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
UTLEY, Craig; Desenvolvendo Aplicativos para Web com SQL Server 2000: Guia
Prático; Ed. Makron Books; 2002.
Linguagem para Aplicações Internet
Ementa:
Conceitos básicos do paradigma da programação orientada a objetos; sintaxe da
linguagem Java; classes; objetos; métodos e atributos; instanciação; atributos; métodos;
mensagens; abstração; encapsulamento; herança; polimorfismo; especificadores de tipos
de dados; ponteiros para referência de objetos; expressões; métodos de entrada e saída
de dados; classes abstratas; tratamento de exceções; programação para Internet através
de applets; programação visual; banco de dados com Java.
Bibliografia Básica:
HELLER, P.; ROBERTS, S.; Guia Completo de Estudos para Certificação em Java
2; Ed. Ciência Moderna; 2004.
Deitel, H. M.; Deitel, P. J; Java – Como Programar, SP, Bookman,2002.
Bibliografia Complementar:
Walnum, C.; Java em Exemplos, RJ, Makron Books, 1997.
Thompson, M. A.; Java 2 e Banco de dados, SP, Érica, 2002.
RAMON, F.; Java 2; Ed. Novatec; 2001.
UMRYSH, Cary E.; AHMED, K.Z.; Desenvolvendo Aplicacoes Comerciais Em Java
com J2eetm E Uml, Ed. Ciência Moderna; 2002.
Trabalho de Conclusão de Curso
Ementa:
Especificação do sistema. Elaboração do cronograma do projeto. Construção do
diagrama de fluxo de dados. Modelagem de dados. Projeto de interface do sistema.
Construção dos diversos módulos do sistema. Realização dos testes de integridade e
funcionalidade do sistema. Construção do manual do sistema.
Bibliografia Básica:
Toda a bibliografia do curso.
Bibliografia Complementar:
Toda a bibliografia do curso.
Gerência de Redes
Ementa:
Projeto e implantação de cabeamento estruturado, Tipos de cabos: cabo coaxial, par
trançado e fibra ótica; Características do cabo; Configuração da rede física;
Características dos conectores e terminadores; Climpagem dos conectores; Instalação
31
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
física e configuração da placa de rede; Demonstração do processo de fusão e clinpagem
da fibra; Equipamentos de Cabeamento Estruturado; Instalação, configuração e
administração de um sistema operacional UNIX em rede; Instalação, configuração e
administração do sistema operacional Windows Server 2003.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S., Redes de Computadores. Rio de Janeiro : Campus,
1997.
SOARES, L. F., LEMOS, G., COLCHER, S. Redes de computadores: das Lans,
Mans e Wans às redes ATM. Rio de Janeiro : Campus, 1998.
Bibliografia Complementar:
RUFINO, Nelson Murilo de; Segurança em redes sem Fio; Ed. Novatec; 2005.
SOARES NETO, Vicente; Telecomunicações: Convergência de Redes e Serviços;
Ed.Érica; 2003.
SILVA, Adelson de Paula; Telecomunicações: Redes de Alta Velocidade
Cabeamento Estruturado; Ed. Érica; 2005.
Metodologia do Trabalho Cientifico
Ementa:
Ciência: Tipos de Conhecimento, Características da Ciência, Espírito Científico.
Método: Método em Geral, Método Científico, Processos do Método Científico.
Técnicas: Como Anotar, Como Buscar informações, Como Apresentar Trabalhos
Científicos. Pesquisa: Noções Gerais, Projeto de Pesquisa, Prática da Pesquisa.
Bibliografia Básica:
CERVO, A. L., BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo : PrenticeHall,2006.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade; Fundamentos de
Metodologia Cientifica; Ed. Atlas; 2003.
Bibliografia Complementar:
BARROS, A. J. P. Fundamentos de metodologia, um guia para a iniciação
científica. São Paulo : McGraw-Hill, 1986.
OLIVEIRA, Sílvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: Projetos de
Pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo : Pioneira, 1997.
Modelagem de Sistemas
Ementa:
Aplicar os conceitos da orientação a objetos na Análise de Sistemas, através da
elaboração de um projeto lógico de sistema, seguindo uma metodologia de análise
orientada a objetos. Comparar o modelo orientado a objetos e o modelo essencial de
32
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
sistemas.
Bibliografia Básica:
BEZERRA, Eduardo; Análise e Projeto de Sistemas com UML; RJ; Campus; 2002.
RUMBAUGH, J.; BLAHA, M.; PREMERLANI, W.; EDDY, F.; Lorensen W;
Modelagem e Projetos Baseados em Objetos; RJ; Campus; 1994.
TONSIG, Sérgio, L; Engenharia de Software-Análise e Projeto de sistemas; SP;
Futura; 2003.
Bibliografia Complementar:
FURLAN, J. D.; Modelagem de Objetos através da UML: the Unified Modeling
Language; SP; Makron Books;1998.
COAD, P.; Yourdon, E.; Projetos baseados em Objetos; RJ; Campus; 1992.
COAD, P.; Yourdon, E.; Análise Baseada em Objetos; RJ; Campus; 1996.
COLEMAN, D.; Meyer, B; Desenvolvimento orientado a Objetos: o método Fusion;
RJ; Campus; 1996.
PAGE-JONES, M.; Fundamentos orientados a objetos com UML; SP; Makron
Books; 2001.
PAGE-JONES, M.; FÉCHIO, M.; O que todo programador deveria saber sobre o
projeto orientado a objetos; SP; Makron Books;1997.
BOOCH, G.; RUMBAUGH, J.; JACOBSON, I; UML – Guia do Usuário; RJ;
Campus; 2000.
História e Cultura Afro-Brasileira
Período letivo:
5º
Carga Horária:
40 h/a
Ementa
O tráfico atlântico de escravos e a conexão África-Brasil nos quadros do Sistema
Colonial; as formas de apresamento dos africanos para a comercialização na América
portuguesa; a diversidade das origens étnicas e culturais dos escravos africanos na
América portuguesa; a “leitura” escrava do cativeiro; o problema da família escrava.
Rebeliões, fugas e formação de quilombos; negociações e conflitos no interior do
sistema escravista; resistências culturais e religiosas: sincretismos, permanências e
releituras; estratégias de obtenção da liberdade e espaços de exercício de autonomia
escrava.
Bibliografia Básica:
MARTINS, José de Souza; Cativeiro da Terra; Ed. Hucitec;2004.
GUIMARÃES, Alberto Passos; Quatro Séculos de Latifúndio; Ed.Paz e Terra; 1989.
PRADO JR, Caio; História Econômica do Brasil; Ed. Brasiliense; 2006.
São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
Bibliografia Complementar:
33
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
TIRADENTES, J. A.; Sociedade em Construção/História e Cultura AfroBrasileira/O negro na Formação da Sociedade Brasileira; Ed. Direção Cultural;
PRIORE, M. & VENÂNCIO, R. P. Ancestrais: uma introdução à história da África,
Rio de Janeiro: Editora Campus, 2004.
RODRIGUES, José Honório. Brasil e África: outro horizonte. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1983.
6º TERMO
Programação Visual – Sistemas de Apoio a Decisão
Ementa:
Objetos de impressão; impressão de dados; consistência da entrada de dados; filtragem
dos dados; apoio ao TCC (Trabalho de Conclusão do Curso).
Bibliografia Básica:
MANZANO, J. A et al; Estudo Dirigido de Delphi 8; SP; ed.Érica;2004.
Bibliografia Complementar:
CANTÚ, Marco; Dominando o Delphi 7 – A Bíblia; SP; Ed.Makron Books; 2003.
LEÃO, Marcelo; Borland Delphi 6: Curso Completo; RJ; Axcel Books; 2001.
GOLDBERG, W.; Delphi 6: Proteção contra Pirataria; SP; Érica; 2001.
MECENAS, I.; Delphi 5: Objetos e Herança; RJ; Books Express; 2001.
VOZIKIS, C. C.; Delphi 6: Desenvolvendo Aplicações; SP; Érica; 2001.
MACIEL, F. M. B.; Delphi 5 com SQL Server 7.0: cliente-servidor; SP; Érica; 2001.
Engenharia de Software
Ementa:
Objetivos e Histórico da Engenharia de Software. Ciclos de Vida do Software.
Caracterização de software enquanto produto e processo. Gerência de projetos de
software: planejamento; métricas; análise e gerência de riscos e acompanhamento de
projetos. Controle de qualidade de software. Testes. Operação e Manutenção de
Software. Custos de Desenvolvimento. Gerenciamento do Processo de Produção do
Software. Projeto e Implementação de um sistema(simples).
Bibliografia Básica:
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. Addison-Wesley, Oitava Edição,
2007.
PRESSMAN, Roger S.; Engenharia de Software; Ed. Makron Books; 1997.
Bibliografia Complementar:
Tonsig, Sérgio L.; Engenharia de Software: Análise e Projeto de Sistemas; Ed.
Futura; 2003.
34
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
KOSCIANSKI, André; SOARES, Michel dos Santos; Qualidade de Software; Ed.
Novatec; 2007.
Linguagem Avançada para Internet
Ementa:
Java: tratamento de exceções; programação para Internet através de applets;
programação visual; Banco de dados com Java.
Bibliografia Básica:
HELLER, P.; ROBERTS, S.; Guia Completo de Estudos para Certificação em Java
2; Ed. Ciência Moderna; 2004.
Deitel, H. M.; Deitel, P. J; Java – Como Programar, SP, Bookman,2002.
Bibliografia Complementar:
Walnum, C.; Java em Exemplos, RJ, Makron Books, 1997.
Thompson, M. A.; Java 2 e Banco de dados, SP, Érica, 2002.
RAMON, F.; Java 2; Ed. Novatec; 2001.
UMRYSH, Cary E.; AHMED, K.Z.; Desenvolvendo Aplicacoes Comerciais Em Java
com J2eetm E Uml, Ed. Ciência Moderna; 2002.
Projeto Final de Curso
Ementa:
Especificação do sistema. Elaboração do cronograma do projeto. Construção do
diagrama de fluxo de dados. Modelagem de dados. Projeto de interface do sistema.
Construção dos diversos módulos do sistema. Realização dos testes de integridade e
funcionalidade do sistema. Construção do manual do sistema.
Bibliografia Básica:
Toda bibliografia do Curso.
Bibliografia Complementar:
Toda bibliografia do Curso.
Técnicas de Segurança em Redes
Ementa:
Estudo de Protocolos (ARP; IP; ICMP; UDP e TCP); Comportamentos Normais de
Rede; Comportamentos Incomuns de Rede; Ataques aos Protocolos de Rede.
Sistemas de Proteção de Perímetro (Conceitos e Definições); Topologias de Segurança e
Arquiteturas de Firewall; Sistemas de Detecção de Intrusão (IDS). Atuação de Hackers;
Reconhecimento vulnerabilidades em softwares, serviços e protocolos; ferramentas de
monitoração e auditoria; Resposta a Incidentes; Política de Segurança.
WLAN, IPv6, Mobile IP. QoS em redes IP; Policy Based Networking; Redes Overlay.
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PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S., Redes de Computadores. Rio de Janeiro : Campus,
1997.
SOARES, L. F., LEMOS, G., COLCHER, S. Redes de computadores: das Lans,
Mans e Wans às redes ATM. Rio de Janeiro : Campus, 1998.
Bibliografia Complementar:
RUFINO, Nelson Murilo de; Segurança em redes sem Fio; Ed. Novatec; 2005.
SOARES NETO, Vicente; Telecomunicações: Convergência de Redes e Serviços;
Ed.Érica; 2003.
SILVA, Adelson de Paula; Telecomunicações: Redes de Alta Velocidade
Cabeamento Estruturado; Ed. Érica; 2005.
Libras
Ementa:
Compreensão do conceito de surdez e identidade surda. Introdução à língua de sinais e
seus aspectos linguísticos.
Bibliografia Básica:
QUADROS, R. e KARNOPP, L. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre: Artes
Médicas2004.1
FERREIRA BRITO, L. (1993); Integração Social e Educação de Surdos. Rio de
Janeiro: Babel Editora. n
Bibliografia Complementar:
LIBRAS ( CDS E DVDS)
INES-Instituto Nacional de Educação De Surdos, ; Educação de Surdos Educação
Infantil, Atendimento Fonoaudiológico e Uma Proposta De Atendimento
Alternativo Ao Surdo E..... Ed.- Brasília:Ministério Da Educação E Cultura, 2006.
INES-Instituto Nacional De Educação De Surdos; Educação de Surdos Sinalizando A
Sexualidade, Independência e Vida e Prevenção ao Abuso de Drogas. Ed.Brasília:Ministério Da Educação E Cultura, 2005.
INES-Instituto Nacional De Educação De Surdos; Educação de Surdos - Histórias
Infantis, Verbo Português, Operações Matemáticas e O Hino Nacional Em Libras.
Ed.- Brasília:Ministério Da Educação E Cultura, 2006.
INES-Instituto Nacional De Educação De Surdos; . Educação de Surdos Contando
Histórias Em Libras - Clássicos da Literatura Mundial. Ed.- Brasília:Ministério Da
Educação E Cultura, 2006.
INES-Instituto Nacional De Educação De Surdos; Educação de Surdos Informática
Educativa, Gramática Em Libras, Conhecendo e Aprofundando a Linguagem
Brasileira De Sinais. Ed.- Brasília:Ministério Da Educação E Cultura, 2006.
36
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
INES-Instituto Nacional De Educação De Surdos; Educação de Surdos -Curso Básico
de Libras 1 E 2: Ensinando Libras Na Rede de Ensino Regular: Noções Básicas
Para Professores e Alunos. Ed.- Brasília : Ministério Da Educação E Cultura, 2006.
INES-Instituto Nacional De Educação De Surdos; Educação de Surdos Contando
Histórias em Libras - Lendas Brasileiras e Clássicos Da Literatura Mundial Fábulas. Ed.- Brasília:Ministério Da Educação E Cultura, 2006.
INES-Instituto Nacional De Educação De Surdos; Educação de Surdos Educação
Infantil : Educação Precoce, Maternal e Jardim. Ed.- Brasília:Ministério Da
Educação E Cultura, 2006.
Programação de Dispositivos Móveis
Introdução a dispositivos móveis, comunicação sem fio, plataformas de hardware,
plataforma de software, ferramentas de desenvolvimento. Ambiente integrado de
desenvolvimentos pra desenvolvimento de aplicações móveis e sem fio. Componentes
Visuais. Estrutura de um sistema baseado em formulários. Layouts e organização de
formulários compactos. Usabilidade de um sistema. Organização visual de um sistema.
Arquitetura Padrão.
Bibliografia Básica:
DEITEL, P. et al; Android para Programadores; Ed. Bookman; 2012.
FAIRBAIRN, Christopher K. et al; Objective C Fundamental; Ed. Novatec; 2012.
LECHETA, Ricardo R.; Google Android – Aprenda a Criar Aplicações para; Ed.
Novatec; 2010.
Bibliografia Complementar:
LECHETA, Ricardio R.; Google Android para Tablets; Ed.Novatec; 2012.
KOCHAN, Stephen G.; Programming in Objective C; Ed. Pearson; 2010.
Atividades Complementares
Período letivo:
6º
Carga Horária:
40h/a
Ementa:
Para atender a Lei No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999, que dispõe sobre a
educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras
providências, trabalhamos os conteúdos relacionados ao tema como atividades
complementares, contempladas no último período.
Os módulos são trabalhados, em sala de aula, em forma de seminários e oficinas. A
ementa básica é descrita abaixo:
Módulo 1 - “Os Ciclos da Natureza”: Elementos da História da Educação Ambiental;
Visão geral sobre o Planeta Terra e seus ecossistemas; A constituição e o Meio
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PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Ambiente; Conceitos de ecologia, ambiente, poluição e qualidade de vida; Educação
ambiental, ética e formação da cidadania; A sociedade de consumo.
Módulo 2 - “Sociedade e Meio Ambiente”: Os conteúdos enfocam a diversidade
cultural e ambiental, o ambiente regional, as relações sociais com a paisagem, as
diferenças entre ambientes preservados e degradados, a responsabilidade quanto à
qualidade ambiental e as possibilidades de ação. Alguns temas: Estudo de problemas
ambientais que afetam o Planeta; A Água doce; O consumo; A escassez de alimentos;
Recursos naturais x conflitos; Os Oceanos; Mudanças climáticas e aquecimento global.
Módulo 3 - “Conservação Ambiental e Desenvolvimento Socialmente Sustentável”:
Aborda as interferências humanas sobre o ambiente, suas consequências, e as
alternativas para o desenvolvimento socialmente sustentável tais como: Conceituações
de Desenvolvimento Sustentável; Planejamento de projetos em Educação Ambiental;
Estratégias para as práticas de Educação Ambiental; Gestão de resíduos urbanos:
prevenção, redução e reutilização, reciclagem, incineração, eliminação de aterro
sanitário; Grandes problemas ambientais: ruído, rarefação da camada de ozônio e efeito
estufa; Desflorestamento: Mata Atlântica, Floresta Amazônica e Mata Ciliar; Poluição:
águas marinhas e terrestres e resíduos sólidos.
As Atividades Complementares previstas em regulamento próprio do curso, mas que
não fazem da grade, são cumpridas, no total de 80 h/a, conforme descrição abaixo:
Ementa:
Disciplinas não previstas no currículo do curso; Monitoria Institucional; Monitoria
Voluntária; Cursos de Certificação / realizados no UniSALESIANO e outras IES
(Atualização, Aperfeiçoamento, Complementação, Aprofundamento de Estudos,
outros); Cursos de Certificação / realizados em outras instituições que não IES
(Atualização, Aperfeiçoamento, Complementação, Aprofundamento de Estudos,
(outros)
Atividades de Pesquisa (Iniciação Cientifica Institucional; Iniciação Científica
Voluntária; Publicações: artigos completos / revistas ou anais de eventos internacionais;
Publicações: artigos completos / revistas ou anais de eventos nacionais; Publicações:
resumos / anais encontros; Produções culturais e artísticas (autoria) (Peças de teatro,
livros de literatura infanto-juvenil, poesia, etc.)
Atividades de Extensão (Seminários, Congressos, Simpósios, Conferências, Encontros,
Ações Comunitárias institucionais e similares; Estágios / Laboratórios Profissionais
Eletivos; Bolsas de Iniciação Profissional; Atividades Profissionais (Palestras, Cursos
de Extensão, Oficinas, etc.; exceto docência) – como ministrante.
Bibliografia Básica e complementar:
A bibliografia compreenderá todas as publicações relacionadas neste currículo,
inclusive periódicos.
38
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
5. SINTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO
5.1. Perfil do Curso
Fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
Tecnologia e na Pedagogia Salesiana que atualiza a tradição educativa de D. Bosco,
sintetizada pelo “Sistema Preventivo”, o curso de Tecnologia em Jogos Digitais do
UniSALESIANO assume como diretriz: formar um tecnólogo ético, crítico, reflexivo,
provido de competências e habilidades necessárias para o planejamento, execução,
avaliação e gestão de atividades em sua área de atuação, apoiado nos valores
evangélicos.
Por “Sistema Preventivo” entende-se a racionalidade das posturas, a retidão
interior marcada pela consideração das pessoas como filhas de Deus e pela bondade às
quais D. Bosco chamou de amorevolezza e ainda a relação de cada um com Deus,
chamada de religião.
Essas atitudes constituem a alma, o espírito da Pedagogia Salesiana que devem
perpassar todas as relações na universidade. Pedagogia que se torna expressão do amor
de Deus em meio às ações educativas, tornando-se referencial das virtudes humanas da
alegria, da esperança e da confiabilidade.
O Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é semestral,
está estruturado em 6 semestres (3 anos), no período noturno, totalizando 2600 horasaula sendo 160 horas-aula de Trabalho de Conclusão de Curso, 40 horas-aula de
Atividades Complementares na grade e as horas restantes em disciplinas. Cada horaaula equivale a um crédito.
Basicamente o curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
é constituído por disciplinas práticas, teóricas e teórico-práticas e os docentes usam da
combinação de aulas expositivas e práticas para transmitirem seus conhecimentos
técnicos e culturais a seus discentes.
As aulas expositivas serão utilizadas sempre que o professor precisar transmitir
conceitos novos, explorando assim seus conhecimentos técnicos e didáticopedagógicos, já as aulas práticas serão exploradas sempre que o assunto a ser abordado
não é novidade aos alunos, assim, o professor poderá aplicar o conhecimento já
difundido em sala de aula. Espera-se com isso, que o conteúdo programático proposto
seja ministrado de forma a facilitar o aprendizado pelo aluno.
Para aulas expositivas são usadas salas de aulas convencionais e quando
necessário a utilização de recursos audiovisuais (projetor multimídia, datashow,
projetores de slides, retroprojetores, etc). Quanto às aulas práticas, o UniSALESIANO
conta com um laboratório muito bem equipado e organizado, composto
39
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
aproximadamente por 180 microcomputadores que dão o suporte tecnológico necessário
para um ensino com qualidade.
5.1.1. Programa de Apoio Didático/Pedagógico ao Docente
O acompanhamento docente será sistematicamente realizado através de reuniões
ordinárias e extraordinárias, convocadas pela coordenação ou quando solicitadas por
docentes do departamento, visando incentivar e produzir melhorias continuas no ensino
das disciplinas.
Em todo início de período letivo, os docentes devem comunicar à coordenação
sobre os calendários de oferta de cursos de especialização, seminários voltados à área de
atuação, congressos, palestras, workshops, etc., e sua eventual participação como
ouvinte, apresentação de trabalhos, artigos, painéis, custos e tempo de ausência na sala
de aula.
Todas as solicitações são apreciadas pela direção do UniSALESIANO, em
conjunto com os coordenadores de cursos, e aprovados ou não para o custeio e
autorização de ausência sem prejuízo nos seus vencimentos.
O UniSALESIANO conta com mecanismos para que todos os docentes que
cumprem programas de pós-graduação lato-sensu ou stricto-sensu, sejam incentivados
com ajuda de custos para viagens, estadias, mensalidades, e afastamentos temporários,
quando previamente comunicado e autorizados.
Os projetos pedagógicos são elaborados em conjunto entre docentes e
coordenação, através do Núcleo Docente Estruturante – NDE, de forma que melhor
atendam as necessidades do curso e, semestralmente ao final do calendário letivo, os
docentes devem encaminhar à coordenação seus horários de disponibilidades para que
possam ser elaborados o horário de aulas previstos para o período seguinte, dentro das
possibilidades apresentadas. Facilitando assim seu eventual trabalho de docências em
outros cursos da IES ou em outras IES. Esta consulta prévia visa disponibilizar ao
docente a possibilidade de uma melhor distribuição e maior carga de horas-aulas
semanal.
Os docentes são orientados a realizarem adaptações necessárias dentro das
disciplinas que ministram sempre que houver necessidade visando à melhoria do
aprendizado por parte dos discentes.
5.2. Perfil do Egresso
O curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem como
objetivo capacitar o indivíduo para solucionar problemas do mundo real utilizando
recursos computacionais. A formação de um profissional neste âmbito não se
40
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
caracteriza apenas pela aquisição de conhecimentos técnicos, mas também pela
formação humanística do egresso.
As características psicofísicas fundamentais deste profissional envolvem:
Criatividade;
Método e disciplina de trabalho;
Senso crítico;
Ética;
Capacidade de trabalho em equipe;
Disposição para efetuar trabalho complexo e minucioso;
Seriedade e responsabilidade profissional;
Compromisso com o desenvolvimento tecnológico nacional;
Compromisso com o ser humano;
Compromisso com a produtividade;
Domínio de Linguagens e Técnicas de Programação;
Conhecimento dos Sistemas de Informação na organização da empresa;
Capacidade para aplicar seus conhecimentos para construir e projetar sistemas
computacionais.
São atribuições deste profissional as atividades e funções abaixo relacionadas:
• Realizar projetos e implementação de programas utilizando linguagens de
programação.
• Planejar, coordenar e executar Projetos de Sistemas de Informação que
envolvam recursos de Informática em qualquer setor da empresa;
• Verificar a viabilidade técnica e financeira para implantação de Projetos de
Sistemas de Informação;
• Implementar sistemas com o uso de banco de dados.
• Conceber, especificar, projetar, construir, avaliar e adaptar sistemas
computacionais junto aos estabelecimentos comerciais e/ou empresariais;
• Projetar e desenvolver sistemas que envolvam redes de computadores e Internet.
5.2.1. Áreas de Atuação
O campo de atuação do egresso do curso no mercado de trabalho será na
ocupação de vagas em análise de sistemas e programação de computadores, em
empresas desenvolvedoras e usuárias de sistemas informatizados, empresas produtoras
de software (software-house) e de prestação de serviços, em empresas de consultoria,
em agências provedoras de acessos à Internet e nos centros de processamento de dados
de empresas públicas e privadas. Com a ênfase dada ao curso, o profissional terá bons
41
PROJETO PEDAGÓGICO – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
conhecimentos das áreas de negócios e de administração das empresas e como usar a
tecnologia de informação para apoiá-las.
5.3. Forma de Acesso ao Curso
O curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, em
conformidade com a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – LDB, será ofertado a
candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e que tenham sido
classificados em processo seletivo (vestibular) realizado pelo UniSALESIANO. Além
do vestibular, o curso de Tecnologia em Jogos Digitais oferece vagas aos portadores de
diploma de curso superior, transferência (interna ou externa) e reintegração de curso.
Estas orientações estão contidas no Regimento do UniSALESIANO.
CAPÍTULO IV
DO REGIME ACADÊMICO
Seção II
Do Processo Seletivo
Art. 71 – O processo seletivo tem por objetivo classificar os candidatos, no limite das
vagas fixadas para cada curso.
Art. 72 – O processo seletivo, nos cursos de graduação e seqüenciais de formação
específica, é aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente.
Art. 73 – O processo seletivo é planejado e executado pelo UNISALESIANO, sempre
precedido de edital, contendo condições e normas para a sua realização.
Seção III
Da Matrícula
Art. 74 – O ingresso no UNISALESIANO faz-se mediante matrícula nos diversos
cursos, obedecido ao número de vagas aprovado para cada curso.
§ 1º - A matrícula deve ser renovada a cada semestre letivo.
§ 2º - A matrícula é feita por disciplina.
§ 3º - As disciplinas são indicadas em requerimento fornecido pela Secretaria atendendo
os limites de carga horária e os pré-requisitos estabelecidos.
§ 4º - É permitido cancelamento de inscrição em uma ou duas disciplinas de qualquer
dos cursos ministrados pelo UNISALESIANO, resguardados os casos de
aproveitamento de estudo.
Art. 75 – É vedada a presença, em sala de aula, de alunos não matriculados.
Art. 76 – É permitida a reopção de cursos de áreas afins, desde que atendidas as normas
fixadas pelo Conselho Universitário.
Art. 77 – Na subsistência de vagas e a critério emanado pelo CONSU, podem ser
admitidos para a matrícula nos cursos de graduação, sem prestar Processo Seletivo, os
portadores de diploma de curso superior, devidamente registrado, desde que apresentem
a documentação exigida.
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Art. 78 – Mediante convênio cultural do Brasil com outros países e indicação do
Ministério da Educação, podem ser aceitos alunos estrangeiros.
Art. 79 – Terminado o prazo estabelecido no calendário, não é permitido ao aluno
substituir ou acrescentar disciplinas, exceto quando se tratar de disciplinas oferecidas
em períodos especiais.
Art. 80 – Perde o direito à vaga:
I. definitivamente, o aluno que solicitar o cancelamento de sua matrícula ou tenha
sofrido penalidade que implique em afastamento.
II. provisoriamente, o aluno que deixar de regularizar formalmente o seu afastamento,
por meio de trancamento de matrícula ou deixar de efetuar a matrícula em período
regulamentar.
Parágrafo único - No caso do inciso II, o retorno dependerá da existência de vaga e, se
necessário, de exame interno classificatório.
Art. 81 – Sem prejuízo das sanções cabíveis e perda de importâncias pagas, é nula, para
todos os efeitos, a matrícula obtida por meios ilícitos, inidôneos ou fraudulentos.
Seção IV
Da Matrícula em Disciplina Isolada
Art. 82 – Observadas as exigências de ordem didático-pedagógica e respeitado o
número de vagas autorizado, o UNISALESIANO abre matrícula em disciplinas dos
cursos ministrados, a alunos em regime especial, que demonstrem capacidade de cursálas com proveito, com a finalidade de propiciar-lhes campo para ampliação e
atualização de conhecimento e técnicas, mediante processo seletivo prévio.
§ 1º - A verificação da aprendizagem, na matrícula em disciplina isolada, obedece às
normas regimentais aplicáveis aos alunos regulares.
§ 2º - Ao concluinte de disciplina isolada é assegurada a declaração específica.
Seção VI
Da Transferência
Art. 84 – O ingresso no UNISALESIANO pode se dar, ainda, por aceitação de
transferência de aluno proveniente de curso idêntico ou afim, reconhecido ou
autorizado, feitas as necessárias adaptações curriculares, conforme normas fixadas pela
Reitoria, obedecida a legislação pertinente.
§ 1º - O UNISALESIANO promove seleção de candidatos às transferências interna
(reopção) ou externa, para o preenchimento de vagas existentes, segundo normas
aprovadas pelo Conselho Universitário.
§ 2º - O UNISALESIANO proporciona ao aluno transferido orientação e
aconselhamento, esclarecendo convenientemente diferenças curriculares e de conteúdo
e as adaptações a que se sujeitará na continuação dos estudos.
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Art. 85 – A transferência de aluno para o UNISALESIANO é realizada diretamente
entre as Instituições de Ensino Superior, dependendo de requerimento do interessado,
formalmente apresentado, à Seção de Secretaria Acadêmica de cada Unidade.
Art. 86 – As transferências ex-officio dar-se-ão na forma da lei.
Art. 87 – A transferência para outra Instituição suspende as obrigações financeiras do
aluno para com a Entidade Mantenedora, a partir do mês seguinte ao vincendo.
5.4. Atividades Complementares Institucionais
Oficinas de Reforço
Forma de estudo com encontros semanais, previstos no calendário acadêmico da
instituição, e quando solicitadas pelo docente e/ou aluno.
Acompanhamento psicopedagógico.
A atenção institucional sistemática está constantemente presente para que os
alunos sintam-se acolhidos e tenham respaldo para as possíveis necessidades.
Através da Pastoral universitária são oferecidas aos acadêmicos, oportunidades da vida
espiritual bem como encontros para a integração sócio-afetiva dos que necessitarem.
O acompanhamento psicopedagógico é feito de acordo com a pedagogia
salesiana. Esse acompanhamento é sistemático e realizado através de orientações
individuais pelos coordenadores e professores. Os alunos sentem-se orientados e
protegidos em suas necessidades psicopedagógicas e sociais.
5.4.1. Atividades Complementares do Curso de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas
As Atividades Complementares visam complementar a formação em sala de aula,
devendo se pautar, na sua oferta:
• pela finalidade de consolidar a vida acadêmica da Instituição;
• pelo tratamento de temas;
• pela interdisciplinaridade;
• pela contribuição para a formação humanística do aluno.
Serão consideradas Atividades Complementares toda aquela que contribua para a
formação técnica e humanística do estudante, notadamente:
• estágios de observação;
• monitoria;
• iniciação científica;
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participação em grupos de estudo, projetos de pesquisa ou projetos de extensão
coordenados
por professor;
• participação em congressos, conferências, simpósios, seminários e atividades
similares, na área do Curso ou em área afim;
• publicação de artigo;
• cursos de extensão ou atualização, na área do Curso ou em área afim;
• acompanhamento de disciplinas isoladas ou eletivas em outros cursos.
O controle das Atividades Complementares de Graduação será feito por Coordenador
do Curso, da forma prevista pelo regulamento específico.
•
NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DAS
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 1º As Atividades Complementares são opcionais e categorizam-se em três grupos:
Grupo 1 - Atividades de Ensino;
Grupo 2 - Atividades de Extensão;
Grupo 3 - Atividades de Pesquisa.
Parágrafo único: Os alunos, obrigatoriamente, deverão distribuir a carga horária das
atividades complementares em, pelo menos, dois dos grupos acima indicados.
Art. 2º As Atividades de Ensino compõem-se de:
a)disciplinas oferecidas pela própria Instituição, mas não previstas em seu currículo
pleno;
b)cursos e/ou disciplinas realizados em outras instituições desde que com anuência
prévia da Instituição;
c)monitoria em disciplina da área do curso.
Art. 3º As Atividades de Extensão dividem-se em:
a)participação em seminários, palestras, congressos, conferências, encontros, cursos de
atualização e similares;
b)estágios extracurriculares;
c)participação em ações de extensão patrocinada pela Instituição de Ensino.
Art. 4º As Atividades de Pesquisa incluem:
a)iniciação científica;
b)trabalhos publicados em periódicos da área do curso.
Art.5º As Atividades Complementares serão coordenadas pelo Núcleo de
Acompanhamento Didático Pedagógico ao qual caberá:
a)propor, para aprovação do Conselho de Curso, o Plano de Atividades
Complementares a ser desenvolvido anualmente pela Instituição;
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b)propor, para aprovação do Conselho de Curso, normas específicas para cada atividade
detalhando as exigências de certificado de frequência e participação, notas obtidas,
carga horária cumprida, relatórios de desempenho e outros;
c)divulgar o Plano de Atividades Complementares;
d)analisar o documento apresentado pelo aluno para comprovar a realização de cada
atividade complementar e, se considerá-lo suficiente, rubricá-lo e encaminhá-lo ao
Serviço de Ensino.
Parágrafo único. Os documentos comprobatórios das atividades complementares, após
rubricados pelo Coordenador do curso, que preside o NADP e encaminhados para
registro na ficha curricular do aluno, serão guardados pelo Serviço de Ensino até a
expedição do diploma.
5.5. Estágio Curricular
No curso não há estágio curricular, o aluno apresenta apenas o Trabalho de
Conclusão de Curso (monografia).
5.6. Trabalho de Conclusão de Curso
De acordo com o regimento do UNISALESIANO, Capitulo V, Do Regime
Didático, temos:
Seção III
Do Trabalho de Conclusão de Curso
Art. 101 – Os trabalhos de conclusão de curso e/ou monografia, quando exigidos, terão
regulamentação própria aprovada pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da
Sede/Campus.
O objetivo principal da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso e Projeto Final de
Curso é oferecer aos alunos a oportunidade de desenvolver sistemas computacionais,
aplicando os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso, possibilitando sua
integração junto ao mercado de trabalho. A carga horária total para as disciplinas é de
160 horas. Os trabalhos da conclusão do curso constam das atividades de iniciação
cientifica, desenvolvidas pelos alunos, com orientação de professores credenciados para
essa atividade, indicados pelo Coordenador de Curso e designados pelo Diretor Geral.
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5.6.1. Avaliações do Projeto Final de Curso
Todos os alunos serão avaliados da seguinte forma:
•
•
•
Sistema ou Equipamento Desenvolvido – Este item busca avaliar a funcionalidade e
a integridade do sistema/equipamento desenvolvido pelo aluno de acordo com a
documentação apresentada na disciplina Estágio Supervisionado, bem como, a
complexidade do mesmo.
Assiduidade e Interesse Individual/Entrevista Individual – Estes itens buscam
avaliar o desempenho individual de cada aluno e a entrevista visa verificar o grau de
conhecimento do aluno sobre o sistema desenvolvido, avaliando seu grau de
participação no projeto.
Para aprovação, o aluno deverá ter média final igual ou superior a 7.0 pontos.
Quanto ao trabalho de conclusão de curso, o aluno será avaliado em primeira instância
pelo seu professor orientador que lhe atribuirá uma nota mediante a sua dedicação na
pesquisa proposta e também pelo teor de complexidade abordado pelo aluno. Em
seguida, todos os alunos deverão expor através de um seminário os seus trabalhos de
pesquisa, onde uma banca examinadora composta por pelo menos 3 professores
definirão outra nota. A média aritmética entre estas notas será a média final do aluno,
que estará aprovado se obtiver média final maior ou igual a 7,0.
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