Enviado por benjamim005

Fibra Optica e Fisica moderna

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1. Introdução
O presente trabalho é um relatório para exame de conclusão do curso, elaborado pelo estudante
da Universidade Pedagógica, curso de Licenciatura em Ensino de Física com habilitações em
Ensino de Electróncia. Durante o percurso estudantil nos quatro anos o proponente teve a
oportunidade de receber instruções construtivas por parte dos docentes em diversas unidades
temáticas nas diversas cadeiras que compõe a Física, das quais teve uma paixão pelo estudo das
Oscilações Ondas e Ópticas, razão pela qual o proponente escolheu este tema, e é este que
compõe o relatório.
Na parte inicial do trabalho, encontramos seguidamente os tópicos desenvolvidos, Óptica
Geométrica ou dos raios como caso limite da Óptica Ondulatória, onde foca-se os aspectos
relacionados com a divergência que existia entre as duas correntes (teorias corpuscular e
ondulatória da luz) e a que consensos chegaram, a Óptica das Fibras ou Fibra Óptica, sua
função e princípio de funcionamento, Espelhos Ópticos (tipos de espelhos, suas fórmulas e
procedimento na obtenção de imagens), Lentes Ópticas (tipos de lentes, suas fórmulas e
procedimento na obtenção de imagens), e finalmente o espectro da luz branca.
Esses tópicos são apresentados sob forma de resumo, simplesmente dando-se ênfase aos
conceitos básicos, características gerais. Algumas imagens foram inseridas para ter uma ideia
geral do assunto e para se deduzir algumas expressões matemáticas e equações, depois disso
encontramos as fontes bibliográficas e os sites da internet consultados, e eles estão devidamente
citados, finalmente na parte II do trabalho está anexado uma proposta de um plano de aula da
10ªclasse, sobre as grandezas que caracterizam uma onda mecânica.
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Parte I
1. Óptica Geométrica ou dos raios como caso limite da Óptica Ondulatória
Na história da física, existiram vários exemplos de conceitos que exigiram revisão ou mesmo
substituição, quando novos dados experimentais se opuseram a elas. Contudo, no caso da luz, foi
a primeira vez em que duas teorias, completamente diferentes são simultaneamente necessárias,
completando-se mutuamente: As Teorias corpuscular e ondulatória da luz.
De acordo com as duas formas possíveis de transmissão de acção da fonte para o receptor,
surgiram e começaram a desenvolver-se duas teorias completamente diferentes sobre a luz e a sua
natureza. E o mais interessante é que elas surgiram quase ao mesmo tempo no século XVII. Uma
dessas teorias está ligada ao nome Newton, e a outra ao Huygens 1. Newton era adepto da teoria
corpuscular da luz de acordo com a qual a luz é um fluxo de partículas que saem da fonte em
todas as direcções (transmissão de substância). De acordo com as ideias de Huygens, a luz são
ondas que se propagam num hipotético meio especial -o éter- que ocupa todo o espaço e penetra
no interior de todos os objectos. Durante muito tempo ambas as teorias existiram paralelamente.
Nenhuma delas conseguia sair vitoriosa sobre a outra. Só o prestígio de Newton obrigava a
maioria dos cientistas a concordar com a teoria corpuscular. As leis de propagação da luz, até
então conhecidas, eram mais ou menos explicadas através de ambas as teorias. Com base na
teoria corpuscular era difícil explicar por que razão os raios luminosos, que se intersectavam no
espaço, não actuavam uns sobre os outros, visto que as partículas luminosas deveriam chocar e
dispersar-se. A teoria ondulatória facilmente explicava o facto. As ondas, por exemplo na
superfície da água passam livremente umas através das outras sem interactuarem entre si. No
entanto a propagação rectilínea da luz, provocando o aparecimento das sombras dos objectos,
dificilmente se explicava através da teoria ondulatória. Mas segundo a teoria corpuscular a
propagação rectilínea da luz é apenas uma consequência da lei de inércia.
Christiaan Huygens (Haia, 14 de Abril de 1629 — Haia, 8 de julho de 1695) foi um físico, matemático, astrônomo
e horologista neerlandês. Em física, é bastante lembrado por seus estudos sobre luz e cores, percepção do som,
estudo da força centrífuga, o entendimento das leis de conservação em dinâmica equivalentes ao moderno conceito
de conservação de energia, o estudo da dupla refração no cristal da Islândia, e a teoria ondulatória da luz baseada na
concepção de que a luz seria um pulso não periódico propagado pelo éter.
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Esta indefinição da situação em relação à natureza da luz prolongou-se até ao princípio do séc.
XIX, quando se descobriu o fenómeno de difracção da luz (contorno de obstáculos de luz), e
interferência de luz (aumento ou enfraquecimento da luminosidade quando se sobrepõe aos
feixes luminosos). Esses fenómenos são específicos do movimento ondulatório. Explicá-los com
o auxílio da teoria corpuscular não é possível. Por isso pensou-se que a teoria ondulatória tinha
saído definitivamente vitoriosa. Tal ideia tornou-se mais forte quando Maxwell, na segunda
metade do séc. XIX, demostrou que a luz é um caso particular das ondas electromagnética. Nos
trabalhos de Maxwell foram lançadas as bases da teoria electromagnética da luz. Depois da
descoberta das ondas electromagnética por Hertz2, não restaram mais dúvidas sobre o facto de
que, a luz ao propagar-se se comporta como uma onda. No entanto no início do séc. XX as
ideias sobre a natureza da luz começaram a mudar radicalmente. Inesperadamente verificou-se
que a teoria corpuscular da luz rejeitada tinha algo a ver com a realidade. Quando se dá a
radiação e absorção da luz ela comporta-se de maneira semelhante a um fluxo de partículas.
Foram descobertas propriedades intermitentes também designadas quânticas da luz. Os
fenómenos de interferência e difracção, como anteriormente, podiam explicar-se considerando a
luz como uma onda, os fenómenos de radiação e absorção considerando-a um feixe de partículas
luminosas. Essas duas ideias sobre a natureza da luz, que pareciam incompatíveis entre si, nos
anos 30 do séc. XX acabaram por se combinar sem contradição numa nova teoria físicaeletrodinâmica quântica.
Para conciliar tais factos, apresentou-se a natureza dual da luz, isto é, em determinados
fenómenos, a luz se comporta como se tivesse natureza ondulatória e, em outros, natureza de
partículas. O mesmo raio de luz pode difratar ao redor de um obstáculo e daí incidir na
superfície de um metal, provocando a emissão de fotoeletrões. Porem em 1924, Louis De
Broglie3 lançou a hipótese de que a luz apresenta natureza dual, mostrando pela equação: 𝜆 =
ℎ
𝑄
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HERTZ, Heinrich Rudolf (Hamburgo, 22 de Fevereiro de 1857 — Bonn, 1 de Janeiro de 18941) foi um físico
alemão. Hertz demonstrou a existência da radiação electromagnética, criando aparelhos emissores e detectores de
ondas de rádio. Hertz pôs em evidência em 1888 a existência das ondas eletromagnéticas imaginadas por James
Maxwell em 1873.
DE BROGLIE, Louis Victor (1892-1987), físico francês, apresentou em 1924 sua tese de doutorado sobre teoria
quântica, em que estabelece os princípios da Mecânica Ondulatória, pela qual viria a receber o premio nobel de
Física de 1929. É neste trabalho que estabelece a natureza dupla de crepúsculos e ondas
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2. Óptica das Fibras
“Uma fibra óptica é um meio de transmissão composta basicamente de material dielétrico (sílica
ou plástico), e por um filamento de vidro ou de materiais poliméricos, com capacidade de
transmitir luz, ela possui uma longa estrutura cilíndrica transparente e flexível, podendo ser
microscópicas (comparáveis a um fio de cabelo).
A fibra óptica é basicamente composta por três componentes:
 Núcleo: O núcleo é um fino filamento de vidro ou plástico, medido em micra (1μm =
0,000001m), por onde passa a luz.
 Casca: Camada que reveste o núcleo. Por possuir índice de refração menor que o núcleo
ela impede que a luz seja refratada, permitindo assim que a luz chegue ao dispositivo
receptor.
 Revestimento: Camada de plástico que envolve o núcleo e a casca, protegendo-os contra
choques mecânicos e excesso de curvatura.
Fig 1. Representação de uma fibra Óptica
Fonte: informatica.hsw.uol.com.br/fibras-opticas2.htm
2.1. Função e funcionamento das fibras ópticas
As fibras ópticas são utilizadas como meio de transmissão de ondas eletromagnéticas, temos
como exemplo a luz uma vez que é transparente e pode ser agrupada em cabos. Para transmitir
luz pela fibra óptica é lançado um feixe de luz numa extremidade da fibra e, pelas características
ópticas do meio (fibra), esse feixe percorre a fibra por meio de reflexões sucessivas. E, é
necessário equipamentos especiais, que contém um componente fotoemissor, que pode ser um
díodo emissor de luz (LED) ou um díodo laser. O fotoemissor converte sinais elétricos em pulsos
de luz que representam os valores digitais binários (0 e 1).
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3. Espelhos Ópticos
A reflexão especular é predominante quando o meio 2 é opaco e a superfície de separação é
polida. Nessas condições a superfície é denominada de espelho ou superfície refletora. “Os
espelhos podem ser planos ou curvos (esféricos, parabólicos, hiperbólicos, elípticos...)”
(Ramalho et al., 1991).
Um espelho pode ser simplesmente um pedaço de vidros ou uma superfície metálica polida que
reflecte regularmente a luz que recebe. E um espelho esférico é formado por uma calota esférica
refletora, com raio de curvatura definido. Se a superfície refletora for interna ou externa, o
espelho é côncavo ou convexo, respectivamente.
Fig.2. Ilustração de calotas esféricas refletoras de luz
Fonte: www.sofisica.com.br/conteudos/Otica/Reflexaodaluz/espelhoesferico.php
3.1. Fórmulas de espelhos
Para obtermos as fórmulas começaremos a deduzir o espelho mais complexo que é o esférico, a
partir da figura abaixo;
Fig.3. Representação de um espelho esférico côncavo
Fonte: O proponente, 04-03-2014, 10:00PM
̅̅̅̅
𝑉𝑃
̅̅̅̅
𝐶𝑃
A partir dos segmentos orientados teremos: ̅̅̅̅̅′ = ̅̅̅̅̅
↔
𝐶𝑃′
𝑉𝑃
𝑃
𝑃−𝑅
=
↔ P (R-P’) = P’(P-R) ↔
𝑃′ 𝑅−𝑝′
PR-PP’ = PP’-P’R ↔ P’R + PR = 2PP’, dividindo a expressão por PP’R, obtemos:
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P’R
PP’R
PR
+ PP’R =
2PP’
PP’R
e finalmente:
𝟏
𝑷
+
𝟏
𝑷′
=
𝟐
𝑹
; esta importante expressão constitui a conjugação
de Gaus.
Esta equação mostra que espelho plano é um caso particular do espelho esférico, no qual R→ ∞.
𝟐
𝟏
Se R→ ∞, então 𝑹 → 0, e a equação reduz-se a: 𝑷 +
𝟏
𝑷′
𝟏
𝟏
= 𝟎 ↔ 𝑷 = − 𝑷′ ↔ P= -P’
Ou seja a imagem para um objecto real é virtual e simétrica do objecto real em relação ao plano
do espelho e vice-versa.
3.2. Procedimentos na obtenção de imagens nos espelhos esféricos e planos
Existem regras práticas que permitem a construção da posição da imagem (p'), que pode ser real
(formada pela intersecção de raios refletidos) ou virtual (formada pela intersecção dos
prolongamentos dos raios refletidos), a partir do conhecimento da posição do objeto (p) e da
direção de incidência de dois quaisquer dos três raios principais.
Os três raios principais de um espelho côncavo e convexo são: 1. Um raio paralelo ao eixo
principal reflete-se passando pelo foco; 2. Um raio que passe pelo centro de curvatura é refletido
sobre si mesmo; 3. Um raio que passe pelo foco reflete-se paralelamente ao eixo principal.
Podemos resumir isso por: (1) Todo o raio que percorre o eixo óptico (eixo que passa pelo centro
de curvatura do espelho e pelo vértice) não é desviado; (2) Raios incidentes paralelos ao eixo
óptico passam pelo (ou divergem do) ponto focal após a reflexão; (3) Raios incidentes que
passam pelo (ou convergem para) ponto focal, emergem, após a reflexão, paralelamente ao eixo
óptico; (4) Raios que incidem exatamente no vértice são refletidos sob o mesmo ângulo em
relação ao eixo óptico. (Isto porque o eixo óptico passa pelo centro de curvatura do espelho e é,
portanto, normal à superfície).
Fig.4. Formação de imagem num espelho esférico côncavo e convexo respectivamente
Fonte: O proponente, 04-03-2014, 10:07PM
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Para o caso do espelho plano usa-se o mesmo procedimento, no caso de um ponto teremos:
Fig.5. Formação de imagem num espelho plano
Fonte: O proponente, 05-03-2014, 10:43AM
4. Lentes ópticas
Lente é todo o meio transparente limitado por duas superfícies reflectoras curvas ou por uma
superfície curva e outra plana cujos eixos centrais coincidem. Os instrumentos ópticos, tais como,
microscópio, máquina fotográfica, máquina de filmar e o olho humano são constituídos por uma
ou mais lentes.
4.1. Tipos de Lentes
4.1.1. Positivas (Lentes Divergentes ou Lentes esféricas delgadas)
Biconvexa
Côncavo-convexa
Plano-convexa
4.1.2. Negativas (Lentes Convergentes ou Lentes esféricas espessas)
Bicôncava
Plano-côncava
Convexo-côncava
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4.2. Fórmula de Lentes
Fig.6. Representação de obtenção da imagem numa lente esférico delgada bicôncavo
Fonte: O proponente, 05-03-2014, 11:31AM
Na fig. , os dois ângulos α são iguais, os dois ângulos , também são iguais. Os dois triângulos
retângulos OQE e IQ’E são semelhantes, os triângulos EAF2 e IQ’F2 também são semelhantes.
As razões entre os lados correspondentes dos triângulos semelhantes são iguais.
Logo:
𝒉𝒐
𝑷
=
𝒉𝒊
𝑷
𝒉
𝒊
ou ( 𝒉 𝒊 = - 𝑷 ) (a)
Igualando (a) e (b), temos:
𝟏
𝑷
=
𝟏
𝒊
=
𝟏
𝒇
𝒊
𝑷
=
𝐡𝐨
e
𝒐
𝒊−𝒇
𝒇
𝐟
𝐡
𝒉
= -𝐢−𝐟𝐢 ou ( 𝒉 𝒊 = -
𝒊−𝒇
𝒇
𝒐
) (b)
𝒊
= 𝒇 – 1, dividindo esta expressão por i teremos:
(equação da relação objecto-imagem em lentes delgadas ou equação de Gauss para
lentes delgadas)
𝒊
De acordo com (a), temos A = - 𝑷 (ampliação- lente delgada)
Equação de Halley ou equação dos fabricantes de lentes:
𝟏
𝑷
𝟏
𝟏
𝟏
+ 𝒊 = (𝒏𝟐,𝟏 – 1) (𝑹 - 𝑹 ), onde i=P’
𝟐
𝟏
4.3. Procedimento na obtenção geométrica das imagens da lente
Para se construir a imagem formada por uma lente poderíamos utilizar a equação das lentes.
Contudo muitas vezes isto não é muito prático uma vez que essa equação relaciona apenas as
distâncias do objeto e da imagem à lente e nada diz sobre a altura tanto dos mesmos. Por isso o
método geométrico, que se baseia em algumas propriedades conhecidas das lentes, é bastante útil
em muitas aplicações.
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Vejamos quais são estas propriedades: (1) Todo o raio que percorre o eixo óptico (eixo que passa
pelos dois centros de curvatura da lente) não é desviado, (2) Raios incidentes paralelos ao eixo
óptico, passam, após a refração, pelo (ou emergem do) ponto focal secundário, (3) Raios que
passam pelo (ou convergem para) o ponto focal primário, emergem, após a refração,
paralelamente ao eixo óptico, (4) Raios que atravessam o centro da lente (intersecção do eixo
óptico com a parte central da lente) não são desviados.
Por convenção, utiliza-se os símbolos
,
, para lentes convergentes e divergentes
respectivamente. Abaixo se encontram alguns exemplos de construção usando as propriedades
acima.
Fig.7. Representação de obtenção da imagem numa lente divergente e convergente respectivamente
Fonte: O proponente, 05-03-2014, 01:04PM
5. Espectro da Luz branca
A maioria das fontes luminosas emitem um feixe de luz branca. Este ao passar do ar para o
interior de um meio transparente, como, por exemplo, um prisma, um diamante ou uma gota de
água, refracta-se. Cada uma das radiações propaga-se a velocidades diferentes no interior do
material, e consequentemente, cada radiação (cor) refracta-se com uma banda contínua com 7
cores (vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta). Este fenómeno designa-se por
dispersão da luz branca.
O conjunto destas cores forma o espectro de luz branca, que pode ser também denominado
espectro da luz visível. Quando se faz rodar rapidamente o pião pintado com as 7 cores do arcoíris, este parece ser cor branca apenas durante a rotação. A este fenómeno chama-se
recomposição da luz.
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6. Conclusão
Já da para ter uma ideia que quando se estuda Física, a ideia que momentâneamente se tem é que
nem tudo o que é aprendido realmente tem alguma utilidade prática. No entanto, muito do que é
visto como idealização de modelos, tem grande aplicação no dia-a-dia, desde as atividades físicas
que realizamos até os equipamentos sofisticados que carregamos, como os telefones celulares e
relógios, Óculos de vista/contacto (lentes), etc….É por essa razão que a óptica geométrica tem
grande utilidade na nossa vida.
De acordo com as expressões encontradas para a fórmula de lentes e espelhos, a conversão de
sinais elétricos em pulsos de luz que representam os valores digitais binários (0 e 1), tudo isso é
graças a matemática também, por isso não se deve menosprezar a matemática ao falar da óptica,
pois, a geometria é uma peça fundamental para a demonstração dos fenômenos ópticos, e a
matemática tem que andar ao lado da física para haver um crescimento da comprovação de
acontecimentos físicos que ocorrem em nosso redor. A óptica geométrica ao tratar de raios que se
propaga em linha e desviam-se por ângulos bem definidos, representa um campo em que as leis
da geometria podem ser aplicadas diretamente, levando as muitas conclusões físicas importantes.
Não restam dúvidas de que as Oscilações, Ondas e Óptica é um assunto ou um tema de extrema
importância, e que contribuí maioritariamente no progresso do avanço tecnológico, por exemplo
as fibras ópticas, os espelhos planos e esféricos (usados nos veículos como retrovisores por
exemplo), as lentes (objectivas-usadas no microscópio, acromáticas, delgadas muitas delas são
usadas no fabrico de óculos de vista/contacto para a correção “pessoas que sofrem de
hipermetropia, miopia, daltonismo, etc…”), e existem ainda inúmeras aplicações cotidianas que
sem a óptica não seria possível tê-las.
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7. Referências Bibliográficas
1. BUKHOVTSEV, B. e G. Miakichev. Física 4. Traduzido do Russo para português por Ana
Manteigas Pedro. Impresso em U.R.S.S. 1987
2. HALLIDAY, David; Resnick, Robert; Walker Jearl; trad. de Biasi, Ronaldo Sérgio.
Fundamentos de Física. vol. 4. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
3. HECHT, Eugene. Óptica. 2ª ed Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Abril de 2002. pp.
186-290, 790.
4. NUSSENZVEIG, H. M. Ótica, Relatividade e Física, Curso de Física Básica: Quântica; vol.4.
São Paulo: Blucher 1998.
5. PAUL, Roland Ulysses (et al). Ondas Acústica Óptica, Física 3. Grupos dos editores dos
livros universitários. São Paulo. 1979-1980. pp. 190-301.
6. RAMALHO JÚNIOR, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo António de
Toledo. Os Fundamentos da Física. 5 ª ed. São Paulo: Moderna, 1991.
7. KCKEEVER, Susan (et al). Enciclopédia da Ciência. Física, Verbo. Edição nº2215.
7.1. Bibliografia auxiliar
Laboratório
ótica
geométrica:
lentes
delgadas.
Disponível
em:
http://www.if.ufrgs.br/fis183/exp10/experimento10.htm. Acesso em 04 de Março de 2014.
Reflexão
em
espelhos
esféricos:
Fundamentos
Teóricos.
Disponível
em:
<http://educar.sc.usp.br/otica/esferico.htm>. Acesso em: 02 de Março de 2014.
Fibra Óptica: Informatica.hsw.uol.com.br/fibras-opticas2.htm
Espelhos esféricos: Www.sofisica.com.br/conteudos/Otica/Reflexaodaluz/espelhoesferico.php
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