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modelo de mapa geologico cprm

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MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA
SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL
CPRM - SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL
FOLHA SE.23-X-C-II - JEQUITAÍ
568
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Engenheiro
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560km
568
Braquissinclinal ou braquissinforme
44°20'
576
Escola
Estrada pavimentada
Igreja
Estrada sem pavimentação de tráfego permanente
Cemitério
Estrada sem pavimentação de tráfego periódico
Rio perene
Caminho ou trilha
Rio intermitente
Estrada de ferro
Lago perene
Área urbana
Lago intermitente
N4a
584
44°10'
MAPA GEOLÓGICO
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Braquianticlinal ou braquiantiforme
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Anticlinório
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Anticlinal ou antiforme normal com caimento indicado
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Lineamentos estruturais: traços de superfícies S
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Falha indiscriminada
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Falha extensional aproximada
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Falha extensional (normal)
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Contato transicional
Depósito
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Clivagem de fratura
Ocorrência
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Contato aproximado
Veio
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Acamadamento Horizontal
Foliação
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Contato definido
Estrias glaciais
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Acamadamento
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CONVENÇÕES GEOLÓGICAS
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17°10'
Quartzo-metarenitos finos, localmente micáceos, ocorrendo em placas espessas de alguns centímetros e apresentando altos graus de pureza e
de selecionamento. As estruturas sedimentares são comuns, destacando-se as estratificações cruzadas tabulares e tangenciais à base, de portes médio a grande, em geral de alto ângulo. A única área de exposição da unidade encontra-se ao centro-sul da folha, na porção central da Serra do Cabral, onde compõe o núcleo basal da estrutura anticlinória dada pela serra
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SUPERGRUPO ESPINHAÇO
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Metassiltitos e metargilitos, com delgadas intercalações de quartzo-metarenitos finos, em geral bastante intemperizados. Estruturas sedimentares
são raras, destacando-se as microlaminações cruzadas nas rochas metapelíticas. Aflora restrita e exclusivamente na parte central da Serra do
Cabral, ao centro-sul da folha
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FORMAÇÃO SANTA RITA
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Quartzo-metarenitos finos a médios, laminados, imaturos, localmente micácios, ricos em estruturas sedimentares como marcas onduladas e estratificações cruzadas tabulares, de pequeno porte. Intercalações delgadas de filitos são comuns, em geral na base da unidade. Lentes de metaconglomerados, com menos que 1 m de espessura podem também ocorrer de modo localizado. As melhores exposições dessa seqüência estão
no núcleo externo da Serra do Cabral (centro-sul da folha) e no “miolo” compreendido entre as serras da Porteiras e da Água Fria (centro-oeste
da mesma). Nesta última área, a parte de capa da unidade é marcada em diversos locais por possantes pavimentos estriados, originados pelo arraste de geleiras
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SUPERGRUPO ESPINHAÇO
FORMAÇÃO GALHO DO MIGUEL
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Sills e diques de rochas básicas. Rochas em geral bastante intemperizadas e apresentando metamorfismo incipiente, sobre as quais desenvolve-se solo laterítico típico. Essas rochas ocorrem de modo bastante esparso no âmbito da folha, onde seccionam exclusivamente litotipos pertencentes ao Supergrupo Espinhaço
MESOPROTEROZÓICO
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Metadiamictitos cinza-escuros, altamente compactados, com variada composição granulométrica e litológica. A matriz dessas rochas varia de síltica a arenosa fina, e os clastos incluem seixos, blocos e raros matacões de quartzito, quartzo e granito, além de rochas carbonáticas (às vezes
lixiviadas ou parcialmente lixiviadas) e vulcânicas básicas. Localmente, ocorrem ainda na unidade intercalações de conglomerados e quartzo-metarenitos. Suas principais áreas de exposição encontram-se nas bordas das estruturas anticlinais compostas pelas serras do Cabral, no centrosul da folha, e da Porteiras-Água Fria, a oeste da mesma. Nas proximidades da cidade de Jequitaí as principais áreas de garimpagem diamantífera desenvolvem-se sobre litotipos desta formação, que tem sido assim considerada como a fonte de tal mineralização
FORMAÇÃO CÓRREGO DOS BORGES
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FORMAÇÃO JEQUITAÍ
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Metassiltitos e folhelhos ardosianos intercalados, em geral bastante intemperizados. De modo característico na base da unidade, ocorrem lentes
de calcários puros, de colorações cinza-escura a preta. Essa unidade predomina homogeneamente por toda a a extensão da folha
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Calcilutitos e calcarenitos predominantes. Na base da unidade ocorrem regionalmente ritmitos que mostram alternâncias de níveis argilo-siltosos
de coloração cinza-clara, com níveis carbonáticos de coloração cinza-escura. No topo da unidade, são comuns níveis de calcários maciços e puros. Sua mais importante faixa de distribuição encontra-se nas serras situadas na porção norte da folha. Apesar de tão ampla distribuição dessa
seqüência no âmbito da folha, calcários pertencentes à mesma só foram lavrados nas imediações de Engenheiro Dolabela, no extremo sudeste
da área
FORMAÇÃO SERRA DE SANTA HELENA
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MODELO DIGITAL DE TERRENO
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FORMAÇÃO LAGOA DO JACARÉ
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Conglomerados clasto-sustentados, polimíticos, com seixos de quartzito (predominantes), quartzo e metapelito, quase sem matriz e de cimento
silicoso. Delgados níveis arenosos, de granulometria grossa, são mais típicos na parte superior da unidade. Essa formação ocorre exclusivamente na porção sudoeste da folha, onde preenche entalhamentos naturais da Serra da Água Fria, aflorando nos entornos da mesma
SUPERGRUPO SÃO FRANCISCO
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FORMAÇÃO ABAETÉ
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Depósitos detrítico-lateríticos. Coberturas arenosas finas a médias, consolidadas ou semi-consolidadas, em geral de coloração vermelha denotando forte contribuição ferruginosa. Comumente associam-se a tais depósitos concreções ferruginosas centimétricas até decimétricas, em diversos locais formando níveis de laterita com até 1m de espessura. De modo característico, essas coberturas aparecem expostas recobrindo planarmente os maciços serranos arrasados, dados pela Serra do Cabral, na porção centro-sul da área, e pelas serras da Porteiras e da Água Fria,
na porção oeste da mesma. Na Serra da Porteiras, existe uma ocorrência de manganês do tipo supergênico no contato da unidade com a Formação Jequitaí
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Depósitos aluvionares. Sedimentos inconsolidados com predomínio de areias e cascalhos formados por seixos de quartzo arredondados. Podem
ainda ocorrer, de modo esporádico, sedimentos enriquecidos nas frações mais finas, com siltes e argilas predominantes. Os depósitos mais
representativos na escala ocorrem ao longo do Rio Jequitaí e em alguns afluentes diretos, na porção central da folha, como no Rio São Lamberto e no Córrego Fundo. No Rio Jequitaí, principalmente nas proximidades da cidade homônima, são verificados alguns garimpos de diamantes
sobre tais sedimentos
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PROGRAMA GEOLOGIA DO BRASIL
CARTA GEOLÓGICA - ESCALA 1:100.000
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44°30'
17°00'
SITUAÇÃO GEOTECTÔNICA
Mapa Geológico
Folha JEQUITAÍ - SE.23-X-C-II
Escala 1:100.000, CPRM - 2007
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44°00'
17°30'
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ESCALA 1:100.000
2
4
6
PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR
17°30'
44°00'
km
Origem da quilometragem UTM: equador e Meridiano Central 45°W.Gr.
acrescidas as constantes: 10.000km e 500km, respectivamente.
20 Km
Datum horizontal: WGS84
Declinação magnética do centro da folha 21°43'W, com variação anual de 4'W
SEÇÃO GEOLÓGICA A-B
17º00'S
JEQUITAÍ
SE.23-X-C-II
BOCAIÚVA
SE.23-X-C-III
17º30'S
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MONTES
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SE.23-X-A-VI
17º00'S
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SE.23-X-C-I
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CONTRATO - CPRM - UFMG 059/PR/2005
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Rio Jequitaí
CORAÇÃO
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LOCALIZAÇÃO DA FOLHA
43º30'W
Anticlinório da
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IBIAÍ
SE.23-X-A-IV
44º00'W
Ribeirão Espírito Santo
16º30'S
44º30'W
Anticlinal da
Serra da Água Fria
45º00'W
Rio Embassaia
ARTICULAÇÃO DA FOLHA
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18º00'S
43º30'W
W
Escala Vertical 1:25.000
E
AUTOR
SUPERVISÃO TÉCNICA
Luiz Carlos da Silva
COLABORADORES
APOIO TÉCNICO
DEGEO: Edilton José dos Santos
Mario Luiz de Sá Carneiro Chaves
Leila Benitez
Valdinei Alves Egger
Luciano Henrique G. de Magalhães
Carlos José E. Silva
Kerley W. Andrade
BASE CARTOGRÁFICA DIGITAL
BASE CARTOGRÁFICA
Base Planimétrica digital obtida da carta impressa Jequitaí publicada em 1972 pelo DSG (primeira edição),
ajustada às imagens do Mosaico GeoCover - 2.000, ortorretificado e georreferenciado segundo
o datum WGS84, de imagens ETM+ do Landsat 7 resultante da fusão das bandas 7, 4, 2 e 8, com
resolução espacial de 14,25 metros. Esta base foi editada e atualizada pela Divisão de Cartografia DICART, da CPRM, para atender ao mapeamento temático do Serviço Geológico do Brasil - CPRM
Álerson Falieri Suarez
Flávia Teixeira Chaves
Vladimir Diniz Vieira Ramos
Fernanda Ferreira Rolim
Karin Voll
GEOPROCESSAMENTO
Eliane Voll
Britaldo Soares-Filho
COORDENAÇÃO GERAL
Antônio Carlos Pedrosa-Soares
REVISÃO DA CARTOGRAFIA GEOLÓGICA
DIGEOB: Inácio Medeiros Delgado, Reginaldo Alves
dos Santos, Nelson Custódio Silveira Filho, Augusto Pedreira
Apoio Técnico de Campo: (SUREG-SA) José Torres Guimarães
REVISÃO DA CARTOGRAFIA DIGITAL E CONTROLE
DE ENTRADA DE DADOS NO GEOBANK
DIGEOP: João Henrique Gonçalves, Antonio Rabelo Sampaio,
Patrícia Duringer Jacques, Maria Angélica Silva B. F. Ramos,
Elias Bernard da S. do E. Santo, Adelina Aduína Magalhães,
Tatiana Santos Araújo
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