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História: Grécia e Roma Antiga...

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CONTEÚDO REVISIONAL
REFERENTE A GINCANA
DA ÁREA DE HUMANAS...
Logo, este apresenta uma revisão complementar, a fim de auxiliá-los
no desenvolvimento da gincana...
TÓPICOS DE ESTUDO:
História: Roma Antiga e Grécia
Antiga;

Geografia:
A Dinâmica Litosférica e
as Paisagens Terrestres;
Sociologia:
Filosofia:
Modos de Produção;
Sócrates.
 HISTÓRIA: ROMA E GRÉCIA
ANTIGA...
HISTÓRIA: ROMA ANTIGA
 Localização Geográfica:

A cidade de Roma situa-se no centro
da PENÍNSULA ITÁLICA;

Região mediterrânea do continente europeu;

A península tem ao norte os ALPES, a leste o MAR
ADRIÁTICO, a oeste TIRRENO e
ao sul MAR MEDITERRÂNEO.
FUNDAÇÃO: ROMA ANTIGA...
 Segundo
a lenda, Roma foi fundada pelos
irmãos Rômulo e Remo no ano 753 a.C. Esta
mesma lenda informa que os dois eram filhos
da princesa Reia Silvia, filha do rei de Alba
Longa, uma cidade às margens do rio Tibre.
 CIVILIZAÇÃO ROMANA I:

No séc. VIII a.C., quando Roma foi fundada,
a península era habitada por diversos povos;

Nas planícies do RIO PÓ viviam
os GAULESES;

Mais abaixo CISALPINA GÁLIA.
 CIVILIZAÇÃO ROMANA II:

Entre os rios Arno e Tibres,
estavam os ETRUSCOS;

O centro da península era o território dos
ITALIOTAS, que abrangia dos
grupos os LATINOS e SABINOS;

Montanhas ao sul, localiza-se os
SAMNITAS;

Ao sul e nas ilhas encontra-se
os gregos.
 CIVILIZAÇÃO ROMANA III:

Roma foi fundada na região do Lácio pelos
latinos;

A história de Roma está dividida em 3 grandes
períodos:

MONARQUIA (753 a.C. – 509 a.C.);

REPÚBLICA (509 a.C. – 27 a.C.);

IMPÉRIO (27 a.C. – 476 d.C.).
 MONARQUIA (753 A.C. – 509 A.C.):
 POLÍTICA DA MONARQUIA:

Durante o período monárquico o rei tinha um
poder QUASE ABSOLUTO, limitado apenas pelo
CONSELHO DOS ANCIÃOS, ou SENADO;

Este órgão pertencia aos chefes das famílias
(gens ou clãs);

ASSEMBLÉIA CURIATA – função apenas
consultiva;

No final do período monárquico Roma foi
dominada pelos Etruscos.
 SOCIEDADE NA MONARQUIA:

A sociedade estava dividida em quatros categorias básicas:

PATRÍCIOS – Estes pertenciam a elite que governava a cidade, se diziam
descendentes do pater famílias, faziam parte do Senado e eram os únicos que
participam das decisões políticas;

PLEBEUS – Formavam a massa de trabalhadores. Homens livres mas sem
direitos políticos. Eram os agricultores, comerciantes, artesãos e pequenos
proprietários. Grande parte deles era descendente de famílias estrangeiras e,
portanto, na época da Monarquia, não detinham direito a participação política.

CLIENTES – Destacavam-se como plebeus que viviam sob a proteção de um
patrício e prestavam serviços aos mesmo. Eram seus dependentes e, de igual
forma, deviam prestar total fidelidade e respeito;

ESCRAVOS – Em sua maioria, plebeus endividados e constituíam uma camada
pouco expressiva da população romana no período Monárquico. Também eram
os vencidos de guerra, eram poucos e a crucificação era a pena máxima para
os insubordinados.
 FIM DA MONARQUIA:
 Na
final do século VI a.C., os Etruscos envolveram-se
em conflito com os gauleses, o que determinou o seu
enfraquecimento;
 Os
romanos que a muito tempo faziam oposição aos
etruscos, tiraram o rei TARQUINIO, o Soberbo, do poder
e proclamaram a República;
 Entrou
 Na
no lugar do rei DOIS CONSULES;
monarquia os QUATRO primeiros reis foram LATINOS
e SABINOS, os TRÊS últimos ETRUSCOS;
 REPÚBLICA (509 A.C.–27 A.C.)
 ESTRUTURA POLÍTICOADMINISTRATIVA
(REPÚBLICA):

A República trouxe uma nova estrutura
administrativa, comandada pelos patrícios;
•
CONSULADO – dois membros da Assembleia
Centurial p/ o mandato de 1 ano;
•
SENADO – órgão mais importante e poderoso de
Roma, só havia participação dos patrícios;
•
ASSEMBLÉIA CENTURIAL – órgão de representação
popular onde participavam patrícios e plebeus;
•
ASSEMBLÉIA CURIATA – cuidava dos assuntos
religiosos.
 CONFLITO ENTRE CLASSES:





Apesar dos PLEBEUS serem a maioria da sociedade ,
sempre sofriam MARGINALIZAÇÃO e não tinham
DIREITOS POLÍTICOS, mesmo se enriquecessem;
Em TEMPO DE GUERRA eram obrigados a abandonar suas
propriedades;
A ESCRAVIDÃO POR DIVIDA, era uma ameaça constante
para os plebeus;
Em 494 a.C., os plebeus se retiravam para o MONTE
SAGRADO, exigindo direitos;
Este momento foi a PRIMEIRA GREVE social da
humanidade;
 A PLEBE E SUAS REVOLUÇÕES:








A partir do século V a.C. a importância social dos plebeus aumentara
consideravelmente, entretanto, a opressão dos patrícios sobre eles também;
Quando serviam nas guerras, suas terras ficavam abandonadas. Ao retornarem, se
endividavam com os patrícios. Quando não conseguiam pagar viravam escravos;
As revoltas plebeias conquistaram uma magistratura para eles, o Concílium Plebis
(Tribunato da Plebe);
O Tribunato da Plebe reivindicava muitos direitos para os plebeus;
Em 450 a.C. os plebeus conseguiram implantar o 1º código romano escrito, a Lei
das Doze Tábuas;
Apesar de beneficiar os patrícios, a Lei da Doze Tábuas continha algumas
reivindicações dos plebeus, por exemplo, o fim da escravidão por dívida.
Em 445 a.C. a Lei Canuleia tornava legal o casamento entre patrícios e plebeus.
Em 366 a.C. foi eleito o 1º cônsul plebeu.
 A PLEBE E SUAS REVOLUÇÕES II:
 Em
300 a.C. o sacerdócio poderia ser exercido por um plebeu.
 As
leis plebeias fizeram com que alguns plebeus enriquecessem. O
que fez surgir a nobilitas, fusão da classe dos patrícios com os
plebeus.
•
Apesar das conquistas jurídicas a situação da maioria dos plebeus
continuava a mesma de antes.
•
Com o tempo o Tribunato da Plebe se corrompe e se torna um
instrumento da aristocracia patrícia.
•
Apesar de todos os conflitos internos entre patrícios e plebeus,
Roma estava firme no propósito de se expandir.
•
Até o final do século III a.C. os romanos já haviam conquistado toda
a península.
 PRINCIPAIS CONQUISTAS
DOS PLEBEUS:
 Tribunos
senado;
da Plebe – imunidade + veto sobre o
 450
a.C. – Lei das 12 Tábuas – primeiras leis
escritas de Roma;
 367
a.C – Leis Licínias – Cônsul plebeu + partilha
de conquistas com plebeus;
 Lei
Canuléia – permissão para casamentos
mistos entre patrícios e plebeus (diferenças
sociais passam a ser financeiras e militares em
detrimento do nascimento);
 326
a.C. – fim da escravidão por dívidas.
 EXPANSIONISMO ROMANO:

Do séc. V ao III a.C., Roma viveu uma fase de GRANDES CONQUISTAS no
INTERIOR da Península Itálica;

Tomada a península, Roma dirigiu-se para o Mar Mediterrâneo;

Roma, na sua progressiva expansão, teve que enfrentar um grande adversário,
a cidade de CARTAGO;

Cartago localizava-se no norte da África e tinha várias colônias na região
mediterrânea;

A disputa pelo controle no mar Mediterrâneo entre ROMA e CARTAGO levaram
as GUERRAS PÚNICAS (púnicos, era como os romanos chamavam os
cartagineses);

A 1ª Guerra Púnica aconteceu entre 264 e 241 a.C. = Com esta guerra, a Córsega, a
Sardenha e a maior parte da Sicília caíram em poder dos romanos;

A 2ª Guerra Púnica ocorreu entre 218 e 201 a.C. = No seu final, a cidade africana
deixou de ser uma potência rival, grande parte da península ibérica caiu e suas
riquezas minerais ficaram em poder de Roma;

A 3ª Guerra Púnica aconteceu em 146 a.C. = Esta guerra terminou com a destruição
definitiva de Cartago que foi incorporada a Roma;
 CONSEQUÊNCIAS DO
EXPANSIONISMO ROMANO:
 Grandes
riquezas para Roma, devido as conquistas;
 Grande
aumento do números de escravos, base da
mão de obra romana;
 Êxodo
rural, pois os camponeses não tinham
condições de permanecer no campo e vinham para a
cidade;
 Cada
vez que Roma fica mais rica, mais
desigualdade social ocorre, isto vai provocar a crise
da República Romana.
 CONSEQUÊNCIAS DO
EXPANSIONISMO ROMANO II:





Apesar da enorme quantidade de riqueza conquistada por Roma
com as guerras, a população em geral estava cada vez mais
pobre.;
As guerras arruinavam os camponeses que deixavam suas
terras abandonadas, enquanto os patrícios acumulavam cada
vez mais riquezas, inclusive as ager publicus, terras
conquistadas.
Os patrícios se apropriavam cada vez mais das terras, formando
os latifúndios.
Esses latifúndios eram formados por terras descontínuas
trabalhadas por escravos.
Dessa forma, o trabalho escravo foi aos poucos se tornando a
base do sistema produtivo romano.
 CONSEQUÊNCIAS DO
EXPANSIONISMO ROMANO III

Tratava-se de um círculo vicioso: quanto mais escravos
conquistados, mais camponeses poderiam ser liberados
para as guerras e quanto mais guerras, mais escravos
eram conquistados;

O escravo era considerado res (coisa), uma propriedade,
entretanto, podia ganhar ou comprar sua liberdade...;

Com o crescimento dos latifúndios, os pequenos
proprietários tinham cada vez mais dificuldade de
permanecer no campo, o que fazia com que migrassem
para as cidades, principalmente Roma, e se tornassem
proletários (aqueles que não têm nada, somente sua
prole).

A superpopulação de Roma era consequência direta do
latifúndio.
 CONSEQUÊNCIAS DO
EXPANSIONISMO ROMANO IV
 Apesar
de todo o crescimento econômico de Roma,
a riqueza conquistada era concentrada nas mãos
dos patrícios;
 Esse
fato gerava nas cidades, principalmente Roma,
clima de grande tensão social;
 Para
acalmar o povo era distribuído trigo de graça
para o povo, que com isso, deixava de lutar por
melhores condições.
 CONSEQUÊNCIAS PARA A
EFETIVAÇÃO DAS REFORMAS DO
IRMÃOS GRACO:
A
situação militar romana era confusa e estava
minando a República;
A
situação era: despovoamento do campo,
proletarização e ruína dos pequenos
proprietários, violência e todos os tipos de
mazelas sociais que o empobrecimento da
população pode proporcionar;
 Por
isso alguns políticos queriam reformas.
 REFORMA DOS IRMÃOS GRACO I:

o

o
Os irmãos Graco:
Tibério Graco achava que aquela situação que Roma vivia levaria ao
fim da república. Por isso, como tribuno da plebe, criou um projeto de
reforma agrária. Dessa maneira, os proletários voltariam a ser
camponeses.
Os senadores e os latifundiários reagiram violentamente e Tibério foi
assassinado em 133 a.C.
Caio Graco, irmão de Tibério, propôs também a reforma agrária. Eleito
tribuno da plebe em 123 a.C., sua proposta era ainda mais radical do
que a do seu irmão.

Sua proposta provocou a ira dos ricos, senadores, latifundiários e
desocupados contratados.

Caio foi assassinado.
 REFORMA DOS IRMÃOS GRACO II:

Ações e consequências enfrentadas pelos irmãos
Graco:

Cresce o descontentamento com as propostas
defendidas pelos irmãos Graco;

TIBÉRIO GRACO – propôs a REFORMA AGRÁRIA,
terras distribuídas aos pobres;

Esta reforma não foi aceita pelo SENADO e este
foi assassinado;

CAIO GRACO – continuador da obra de Tibério,
apresentou propostas para melhorar a vida dos
plebeus;

LEI FRUMENTÁRIA – obrigava a distribuição de
trigo para a população mais pobre;
 A PASSAGEM DE REPÚBLICA
PARA IMPÉRIO:
 Em
107 a.C., MÁRIO, general de grande prestígio
popular, foi eleito cônsul e implantou reformas no
exército;
 Em
86 a.C., com a morte de Mário, o general SILA
assumiu o poder. Sila reprimiu revoltas de origem
popular e concedeu poderes ao Senado;
 Em
78 a.C., com a morte de Sila, destacaram-se
CRASSO e POMPEU, que tiveram importantes
vitórias militares e ACABARAM COM A REVOLTA
DOS ESCRAVOS LIDERADOS POR ESPÁRTACO;
 Neste
período, outro oficial começa a se destacar
na política, tornando-se Cônsul, JÚLIO CESAR.
 PRIMEIRO TRIUNVIRATO I:
 Nesse
clima de caos, três generais romanos se
destacaram: Pompeu, César e Crasso.
 Na
disputa pelo poder entre eles, César saiu-se
vencedor: implantando uma ditadura.
 Por
não admitir perder o poder a aristocracia tramou
seu assassinato em 44 a.C.
O
objetivo era tentar salvar a república, fato que já
era impossível.
 PRIMEIRO TRIUNVIRATO II:
 Em
60 a.C., POMPEU, CRASSO e JÚLIO CESAR fizeram
uma aliança apoiados pelo exército;
 Reduziram
governo;
o poder do SENADO e assumiram o
 Em
53 a.C., Crasso morreu e Pompeu e Júlio César
começaram a disputa pelo poder;
 Em
confronto direto Júlio César saiu-se vitorioso;
 Júlio
César tornou-se ditador supremo no mundo
romano;
 Em
44 a.C., Júlio César foi assassinado a punhaladas
no Senado;
 SEGUNDO TRIUNVIRATO I:
 Após
a morte de Júlio César formou-se o segundo
triunvirato;
 Era
composto por MARCO ANTÔNIO, OTÁVIO e
LÉPIDO;
 Em
seguida houve uma disputa política entre eles;
 Lépido
foi afastado e Otávio venceu Marco Antônio,
concentrando em suas mãos todo o poder.
 SEGUNDO TRIUNVIRATO II:
O
segundo Triunvirato foi formado por Marco Antônio,
Otávio (partidários e César) e Lépido;
 Em
36 a.C. Otávio vence Lépido e em 31 a.C. vence as
tropas de Marco Antônio, tornando-se o único governante
de Roma;
 Em
27 a.C. concentra todos os poderes em suas mãos e se
torna o 1º imperador.
 IMPÉRIO ROMANO:

Após vencer Marco Antônio, Otávio recebeu vários títulos
que lhe deram vários poderes;

Em 27 a.C., o Senado atribuiu a Otávio o título de AUGUSTO
(consagrado, majestoso e divino);

O período imperial é dividido em duas partes:
•
ALTO IMPÉRIO – período de esplendor de Roma;
•
BAIXO IMPÉRIO – várias crises que conduzem a
desagregação do império;

Otávio Augusto (caráter sagrado) o primeiro imperador de
Roma;

O senado e as magistratura continuaram existindo, mas
sem poderes de fato. Os poderes estavam com o imperador.
 AÇÕES DE OTÁVIO AUGUSTO
NO EXERCÍCIO DE IMPERADOR:

Otávio tomou uma série de medidas internas que
aumentou sua popularidade:
1.
Distribuição de terras para combatentes.
2.
Aposentadoria para soldados.
3.
Revogação do recrutamento obrigatório;
4.
Distribuição gratuita de trigo;
5.
Construção de obras para melhorar a situação da
plebe urbana.
 AÇÕES DE OTÁVIO AUGUSTO
NO EXERCÍCIO DE IMPERADOR
II:
 No
plano externo, Otávio consolidou a Pax Romana
(paz romana):
1.
Pacificação das províncias;
2.
Diminuição dos impostos;
3.
Fim da pirataria nos mares;
4.
Criação de um serviço postal que interligava o
império;
5.
Definição das fronteiras do império.
 ALTO IMPÉRIO (I A.C. – III
D.C.) I:

Esta época foi chamada de SÉCULO DE OURO;

Ele adotou várias medidas como a POLÍTICA PÃO E
CIRCO para controlar os conflitos sociais,
solucionando problemas financeiros, este período
ficou conhecido como PAX ROMANA (paz romana);

Durante o governo de Otávio, numa província romana,
JUDÁ, nasceu JESUS;

O primeiro imperador romano morreu no ano 14 d.C.,
com 76 anos de idade e foi substituído por Tibério;
 IMPÉRIO (DE 27 A.C. ATÉ 476 D.C.).
II:
 Com
a morte de Otávio, seu genro Tibério assumiu o
poder, dando início a primeira das três dinastias que
se seguiriam:
 Dinastia
Júlio-Cláudiana (14 – 68): Tibério, Calígula,
Cláudio e Nero;
 Dinastia
Flaviana (69 – 96): Vespasiano, Tito e
Domiciano. = Oriunda da dinastia Vespasiana. São
estes que reprimem violentamente os JUDEUS NA
PALESTINA, ocasionando a Diáspora;
 Dinastia
Antoninos (96 – 192): Trajano, Adriano, Marco
Aurélio e Cômodo. = Após esta dinastia o grande
Império entra em desintegração.
 ALTO IMPÉRIO (I A.C. – III D.C.) III:
 TIBÉRIO
– governo com crescimento da corrupção e da
imoralidade;
 Durante
o seu governo é que Jesus foi crucificado;
 CALÍGULA
– tinha desequilíbrio mental, além das orgias que
promovia, chegou a nomear seu cavalo, cônsul romano;
 CLAUDIO
– intrigas no palácio e caos moral foram as principais
características, tendo sido envenenado pela sua própria
esposa;
 NERO
– foi o clímax desregramento moral e político, ele ateou
fogo em Roma e culpou os cristãos, pois estes recusavam-se a
adorá-lo como Deus;
 Teve
início a perseguição dos cristãos, eles ordenou a morte de
sua mãe, irmãos e esposas;
 IMPÉRIO (DE 27 A.C. ATÉ 476
D.C.). 1:
 Toda
a riqueza do Império havia sido produzida graças à
implantação maciça de mão-de-obra escrava, que
liberava camponeses para o exército, que por
conseguinte, conquistava mais riquezas e escravos;
A
contradição era que a população escrava só
aumentava com as guerras. Entretanto, desde o governo
de Trajano, que as conquistas vinham diminuindo.
 BAIXO IMPÉRIO (III D.C. – V D.C.)
I:
O
século III foi o período de ANARQUIA
MILITAR, quando várias legiões do exército
romano proclamaram seus comandantes
imperadores;
 Isto
trouxe grandes conflitos armados que
afetaram a produção agrícola, o comércio e
toda a economia imperial;
 Do
ano 235 a 285, Roma teve 26 imperadores,
25 morreram assassinados.
 A TETRARQUIA E A
TRANSFERÊNCIA DA CAPITAL:
 No
governo de Diocleciano (284-305 ) ocorreram
algumas medidas importantes:

Reintroduziu o serviço militar obrigatório;

Admitiu soldados bárbaros no exército;

Eliminou o poder dos senadores;

Dividiu o império em Oriental (governado por ele) e
Ocidental (Maximiano) cada um com um sobimperador. Era a tetrarquia.

Em 305 quem assume é Constantino.
A TETRARQUIA E A
TRANSFERÊNCIA DA CAPITAL II:

Com a abdicação de Diocleciano e de Maximiano
em 305, seus generais os substituíram.

No entanto, uma onda de guerra civis afetou o
Império, e só cessaram quando Constantino
assumiu o podo como Imperador.

Ele desfez a Tetrarquia e reunificou o poder em
suas mãos, transferindo, em 330, a capital do
Império para o Oriente, na cidade de
Constantinopla ( antiga Bizâncio)
 BAIXO IMPÉRIO (III D.C. – V
D.C.) II:
A
bagunça militar facilitava a penetração dos estrangeiros, que
os romanos chamavam de BÁRBAROS;
 Estes
bárbaros foram ocupando o território romano pacifica ou
militarmente ;
 Neste
momento teremos a força e a extensão do
CRISTIANISMO, reconhecido como parte do Império Romano;
 CONSTANTINO
em 313 publicou o EDITO DE MILÃO,
concedendo liberdade de culto aos cristãs;
 Constantino
ira fundar uma SEGUNDA ROMA a cidade de
CONSTANTINOPLA;
BAIXO IMPÉRIO (III D.C. – V D.C.) III:
 Constantino
implementou várias reformas,
entretanto, os gastos excessivos minavam cada
vez mais a economia escravista;
 Foi
em seu governo que as invasões bárbaras se
intensificaram;
 Alguns
bárbaros eram pacíficos, entretanto
outros como os hunos e os germanos eram
violentos.
BAIXO IMPÉRIO (III D.C. – V D.C.) IV:
O
fim do Império Romano estava próximo. A base
escravista não se reproduzia.
 As
pessoas abandonavam as cidades e iam para o
campo, onde se colocavam sob a proteção de algum
proprietário poderoso em troca de trabalho.
 Escravos,
camponeses e pequenos proprietários
trabalhavam nas terras de um proprietário rico em
troca de 50% da produção. Esse sistema chamava-se
colonato.
 IMPÉRIO ROMANO EM CRISE.
2:
A
crise só piorava. A violência interna aumentava. Um dos
sintomas dessa crise era o fato de que dos 20 imperadores
que sucederam Sétimo Severo, 18 foram assassinados. Outro
sintoma da crise foram as ameaças de invasões dos bárbaros.
 Em
meio ao caos social uma seita religiosa de origem judaica
ganha força: o cristianismo.
 A DIVISÃO DO IMÉRIO E AS
INVASÕES GERMANICAS –
BAIXO IMPÉRIO.
o
Depois de Constantino, volta a crescer a
decadência de Roma;

O imperador TEODÓSIO faz a DIVISÃO DO IMPÉRIO
ROMANO:

IMPÉRIO ROMANO DO OCIDENTE: com capital em
Roma;

IMPÉRIO ROMANO DO ORIENTE: com capital em
Constantinopla;
o
Teodósio fará do CRISTIANISMO A RELIGIÃO
OFICIAL DO IMPÉRIO;
 A DIVISÃO DO IMÉRIO E AS
INVASÕES GERMANICAS – BAIXO
IMPÉRIO.
O
expansionismo dos bárbaros determinou o
fim do Império Romano do Ocidente em 476;
 No
Oriente o império manteve-se até 1453,
quando Constantinopla foi tomada pelos
TURCOS – OTOMANOS;
 EXERCÍCIOS REFERENTE AO
CONTEÚDO REVISIONAL
DESTACADO: ROMA ANTIGA E
GRÉCIA ANTIGA...
 HISTÓRIA: GRÉCIA ANTIGA

A civilização grega tem grande
importância na formação cultural e
política do Ocidente. Os gregos foram os
primeiros a falar em DEMOCRACIA, o
“governo do povo”.
 LOCALIZAÇÃO: GRÉCIA ANTIGA

Concentrou-se ao sul da Península Balcânica, nas
ilhas do Mar Egeu e no litoral da Ásia Menor.
LOCALIZAÇÃO...
O
relevo montanhoso e o consequente
isolamento das localidades facilitaram a
organização de cidades-estados autônomas,
característica marcante da Grécia Antiga.

A partir do século VIII a.C. estabeleceram
colônias gregas em diversos pontos da orla do
Mar Mediterrâneo, especialmente no sul da
Itália, na região conhecida como Magna Grécia.
 IMIGRAÇÃO INDO-EUROPÉIA
 Cretenses:
Vindos da Ilha de Creta formavam
uma civilização comercial que exerceu o
domínio sobre a Grécia Continental. Possuíam
uma sociedade matriarcal governada pelo Rei
Minos.
 Aqueus:
Vindos do Norte da Península Balcânica,
invadiram e dominaram os cretenses.
 Dórios:
Originários da mesma região dos aqueus,
expulsaram os Jônios e Eólios da Grécia para as
ilhas do Egeu e o litoral da Ásia menor. (Primeira
Diáspora Grega)
•
Os Dórios trouxeram a decadência para a
Grécia, provocaram um colapso comercial e
cultural, o que quase levou ao desaparecimento
da escrita nessa região.

Os refugiados da primeira diáspora grega fundaram pequenas
unidades auto-suficientes baseadas no coletivismo – os
genos, ou comunidades gentílicas.

Essas unidades eram compostas de membros de uma mesma
família, sob a chefia do pater.

Por volta do ano 800 a .C., as disputas por terras cultiváveis
e o crescimento populacional acabaram com o sistema
gentílico.

Alguns paters se apropriaram das melhores terras,
originando a propriedade privada, e muitas outras famílias se
dispersaram para o sul da Itália e para outras regiões,
ocasionando a segunda diáspora grega.

A desintegração dos genos provocou a formação das pólis
e a colonização da região correspondente ao sul da Itália
e à ilha da Sicília,área denominada Magna Grécia. Com as
mudanças foram reforçadas as diferenças sociais.
 PERÍODO ARCAICO:....
 Com
o surgimento da propriedade privada, iniciaram os conflitos
entre os grupos, e, para lidar com as constantes crises, os
proprietários de terra passaram a formar associações, as fatrias,
que formaram as tribos, que, por sua vez, se organizaram em demos.
 Os
demos deram origem às cidades-Estados, ou pólis – a principal
transformação do período Arcaico .
 A PÓLIS:

Cada cidade-Estado grega era um centro político, social e
religioso autônomo, com uma classe dominante, deuses e um
sistema de vida próprios.
 ATENAS:
 Conhecida
como a cidade exemplar da Grécia Antiga, por sua
cultura e prosperidade econômica, Atenas, se desenvolveu na
Ática, região cercada de montanhas. Por causa da falta de terras
férteis, os atenienses voltaram-se para a pesca, a navegação e o
comércio marítimo.
 ATENAS. COMPOSIÇÃO:
 Sociedade
= Eupátridas (grandes proprietários de terra),
georgóis (pequenos proprietários), demiurgos
(comerciantes) ,thetas (camponeses sem terra), thecnays
(thetas que viviam do artesanato), metecos (estrangeiros) e
escravos.
 Política
= Eclésia (assembléia popular que aprovava as
medidas da Bulé); Bulé (ou Conselho dos 500 que
elaboravam as leis a serem votadas pela assembléia
popular); Arcontado (exerciam a justiça e administração);
Estrategos (cuidavam do exército); Helieu (tribunal de
justiça popular).
 LEGISLADORES:
 Drácon
= redigiu as leis – até então orais -, dificultando
sua manipulação pelos eupátridas.
 Sólon
= Aboliu a escravidão por dívidas, libertou os
devedores da prisão e determinou a devolução de
terras confiscadas pelos credores eupátridas. Também
dividiu a sociedade de forma censitária em quatro
classes sociais e instituiu o princípio da eunomia. Criou
órgãos legislativos ; a Bulé (ou Conselho dos 500), que
preparava leis, e a Eclésia (Assembléia Popular), que as
votava.
• Pisístrato = estabeleceu a tirania. Procurou amenizar
as diferenças sociais, patrocinando várias obras
públicas, gerando emprego a thetas artístico. e
georgóis descontentes;
• Hiparco e Hípias = filhos de Pisístrato, não deram
seguimento as reformas;
• Clístenes = Foi neste contexto que ocorreu uma
grande revolta liderada por Clístenes, que instituiu a
democracia na cidade. Criou o princípio da
ISONOMIA;
• Péricles = Instituiu a remuneração para os
ocupantes de cargos públicos, assim como para
marinheiros e soldados, realizou várias obras
gerando empregos e estimulou o desenvolvimento
intelectual e artístico.
 DEMOCRACIA ATENIENSE:

A democracia ateniense era formada com a participação
de cidadãos atenienses (adultos, filhos de pai e mãe
ateniense) que correspondiam a uma minoria, pois eram
excluídos os estrangeiros, escravos e mulheres.
 ESPARTA:

Características: representou os valores de
austeridade, espírito cívico, submissão total do
indivíduo ao Estado. Sociedade conservadora,
patriarcal, aristocrática, guerreira e eugênica
(não se admite defeitos físicos nos cidadãos)
 GOVERNO E SOCIEDADE:
 MODELO EDUCACIONAL ESPARTANO:
 PERÍODO CLÁSSICO:
 Guerras Médicas : - gregos X persas . Causas: imperialismo persa (expansão persa
na Ásia Menor). Batalha em Maratona : vitória grega. Desfiladeiro de Termópilas : o
exército espartano comandado por Leônidas é derrotado por Xerxes. Batalha Naval
de Salamina : os persas são derrotados. Batalha de Platéia : Xerxes é derrotado.
Paz de Címon ou Calias : os persas se comprometiam a abandonar o mar Egeu.
 LIGA DE DELOS:
 GUERRA DO PELOPONESO:

A hegemonia ateniense, com a expansão de sua influência política,
foi combatida por Esparta, que não desejava que o império de Atenas
colocasse em risco as alianças de Esparta com outras cidades.
A formação da Liga do Peloponeso inseriu-se nesse contexto.

Foram 28 anos de lutas, que terminaram com a derrota ateniense.
A supremacia espartana teve curta duração, sendo seguida
pelo predomínio de Tebas e por um período de
perturbações generalizadas. As principais cidades gregas
estavam esgotadas por décadas de guerra. Eram alvos
fáceis para um inimigo exterior : a Macedônia.
 PERÍODO HELENÍSTICO:

Período caracterizado pela invasão da Grécia pelos
macedônios comandados por Filipe II (Batalha de Queronéia).

A política expansionista iniciada por Filipe II teve continuidade
com seu filho e sucessor Alexandre Magno, que consolidou a
dominação da Grécia e conquistou a Pérsia, o Egito e a
Mesopotâmia.

.Alexandre respeitou as instituições políticas e religiosas dos
povos vencidos e promoveu casamentos entre seus oficiais e
jovens das populações locais; ele próprio desposou uma
princesa persa.

A fusão dos valores gregos com as tradições das várias
regiões asiáticas conquistadas deu origem a uma nova
manifestação cultural, o helenismo .
 RELIGIÃO:
 REVISÃO–GRÉCIA...
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