Consulte as comunicações apresentadas

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Projetos de inovação tecnológica da GNR
1ª Parte
A GNR
Principais
Projetos
SIVICC
Apresentação à AFCEA dos
projetos e capacidades
tecnológicas da GNR
SGO, SGR
SGS e GNR
Mobile
STM
Interoperabilidade
TETRATETRAPOL
SIG-SIRESP
CAPGNR
16 de julho de 2013
Projetos de âmbito europeu
2ª Parte
EUROSUR
Projetos
FP7
(Closeye,
Airbeam e
Perseus)
TISPOL,
RAILPOL e
AQUAPOL
Programa
Pol-PRIMETT
INTRODUÇÃO
Visita
16 de julho de 2013
SUMÁRIO
3
VISÃO DO COMANDANTE-GERAL
1. Introdução
2. O que é a Guarda Nacional Republicana
Atingir os mais elevados padrões
de segurança e de tranquilidade
públicas
na sociedade portuguesa,
afirmando-se como uma instituição de
referência no conjunto
das forças militares
e das forças e serviços de segurança.
a. Quem somos ?
b. Onde estamos ?
c. Que fazemos ?
d. Quantos somos ?
3. Cooperação Internacional
2
4
Forças militares
Defesa Nacional
AP
EP
Segurança Interna
FAP
GNR
PSP
PJ
SEF
SIS
GNR
6
8
Forças e serviços de segurança
Defesa Nacional
AP
EP
Segurança Interna
FAP
PSP
PJ
Defesa Nacional
SEF
SIS
GNR
AP
EP
Segurança Interna
FAP
PSP
PJ
SEF
SIS
GNR
7
9
Força de Segurança de Natureza
Militar
Defesa Nacional
Segurança Interna
O QUE É A GUARDA ?
AP
EP
FAP
PSP
PJ
SEF
SIS
GNR
Proteção Civil
3
10
DEFINIÇÃO
FATORES DISTINTIVOS DA GUARDA
Disponibilidade
FORÇA DE SEGURANÇA DE NATUREZA MILITAR,
Prontidão
CONSTITUÍDA POR MILITARES ORGANIZADOS NUM CORPO ESPECIAL DE TROPAS.
Disciplina
Flexibilidade
Mobilidade
Modularização
Choque
Massa
11
13
MISSÃO
ATRIBUIÇÕES
No âmbito dos sistemas nacionais de
segurança e protecção,
FISCALIZAÇÃO
RODOVIÁRIA
• assegurar a legalidade
TRIBUTÁRIA:
FISCAL E
ADUANEIRA
INVESTIGAÇÃO
CRIMINAL
VIGILÂNCIA E
CONTROLO
COSTEIRO
democrática,
• garantir a segurança interna e os
NATUREZA E
AMBIENTE
direitos dos cidadãos,
• colaborar na execução da política
PROTECÇÃO E
SEGURANÇA
de defesa nacional,
nos termos da Constituição e da lei.
SEGURANÇA E
ORDEM
HONRAS DE GARANTIR
PÚBLICA
A
ORDEM
E
A
ESTADO
TRANQUILIDADE
PÚBLICAS
A SEGURANÇA E A
PROTECÇÃO
DAS PESSOAS E
PROTECÇÃO EDOS BENS DEFESA
SOCORRO
NACIONAL
BUSCA E
RESGATE
COOPERAÇÃO
INTERNACIONAL
14
16
Âmbito Territorial
DEPENDÊNCIAS
Em todo o território nacional e no mar territorial
ÁREA: 86 600 Km 2 (~94%)
Ministro da Administração Interna
POPULAÇÃO: 5 580 187 (~54%)
CIDADES: 40 %
Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas
• LDNFA e em Estado de Sítio e Estado de Emergência
VILAS: 96%
CONCELHOS: Presente em 270 dos 278
REDE ITINERÁRIA: 98 500 Km (~98%)
Ministro da Defesa Nacional
COSTA: 1850 Km
• Na uniformização e normalização da doutrina militar,
do armamento e do equipamento
Z O N A D E R E S P ON S A B I L I D A D E :
Guarda Naciona l Republicana
P olíc ia de S egu ranç a P úblic a
15
17
ESTRATÉGIA DE AÇÃO
Estrutura GNR 2008-2012
Comandante
Geral
2º
Comandante
Geral
Órgãos de
Conselho
Inspecção
da Guarda
Secretaria
Geral
Comando
Operacional
Comando de
Administração
dos Recursos
Internos
Prevenção
Intervenção
Comando
Comando
Comando
Comando
Comando
Territorial
Comando
Territorial
Comando
Territorial
Comando
Territorial
Comando
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
Comando
(20)
Territorial
(20)
Territorial
(20)
Territorial
(20)
Territorial
(20)
Territorial
(20)
(20)
(20)
(20)
(20)
Investigação
Unidade
de Controlo
Costeiro
Unidade
de Acção
Fiscal
Unidade
Nacional
de Trânsito
Unidade de
Segurança
e Honras do
Estado
18
COMANDO SUPERIOR DA
GUARDA
Comando de
Doutrina e
Formação
Unidade
de
Intervenção
Escola
da Guarda
20
VALÊNCIA TERRITORIAL
ORGANIZAÇÃO E
DISPOSITIVO
COMANDO TERRITORIAL
VALÊNCIA DE PROTEÇÃO
DA NATUREZA E
AMBIENTE
22
DISPOSITIVO TERRITORIAL
SERVIÇO DE PROTEÇÃO DA NATUREZA E AMBIENTE
Comandos Territoriais
20
Destacamentos Territoriais
87
Destacamentos de Trânsito
2+21
Destacamentos de Intervenção
18
Postos Territoriais
516
Postos de Trânsito
15
23
Assegurar o cumprimento das disposições legais e
regulamentares referentes à proteção e conservação da
natureza e do ambiente, bem como prevenir e investigar
os respectivos ilícitos;
25
VALÊNCIA DE
INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
VALÊNCIA DE TRÂNSITO
E SEGURANÇA
RODOVIÁRIA
UNIDADE NACIONAL DE TRÂNSITO
INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
Órgão de Policia Criminal de competência genérica:
Desenvolver as acções de investigação criminal e
contra-ordenacional que lhe sejam atribuídas por lei,
delegadas pelas autoridades judiciárias ou solicitadas
pelas autoridades administrativas.
27
COM COMPETÊNCIA ESPECÍFICA
• no âmbito da fiscalização, do ordenamento e da
disciplina do trânsito, sendo responsável pela
uniformização de procedimentos e formação contínua
dos seus militares, podendo realizar, com carácter de
excepcionalidade, acções especiais de fiscalização em
qualquer parte do território nacional.
29
VALÊNCIA COSTEIRA
VALÊNCIA FISCAL E
ADUANEIRA
UNIDADE DE CONTROLO COSTEIRO
UNIDADE DE AÇÃO FISCAL
COM COMPETÊNCIA ESPECÍFICA
• Vigilância, patrulhamentos e intercepção terrestre
ou marítima em toda a costa e mar territorial do
continente e das regiões autónomas.
• Gerir e operar o sistema integrado de vigilância,
comando e controlo (SIVICC), distribuído ao longo
da orla marítima.
31
COM COMPETÊNCIA ESPECÍFICA
• de investigação para o cumprimento da missão
tributária, fiscal e aduaneira, cometida à Guarda
33
VALÊNCIA DE HONRAS E
SEGURANÇA DO ESTADO
VALÊNCIA DE
INTERVENÇÃO
UNIDADE DE SEGURANÇA
E HONRAS DO ESTADO
UNIDADE DE INTERVENÇÃO
vocacionada para as missões de manutenção e restabelecimento da
COM COMPETÊNCIA ESPECÍFICA
• responsável pela protecção e segurança às
instalações dos órgãos de soberania e de outras
entidades que lhe sejam confiadas
• e pela prestação de honras de estado.
ordem pública, resolução e gestão de incidentes críticos, intervenção
táctica em situações de violência concertada e de elevada perigosidade,
complexidade e risco, segurança de instalações sensíveis e de grandes
eventos, inactivação de explosivos, protecção e socorro e
aprontamento e projecção de forças para missões internacionais.
35
37
COOPERAÇÃO TÉCNICO-POLICIAL
A GUARDA NO MUNDO
ANGOLA
MOÇAMBIQUE
TIMOR-LESTE
GUINÉ-BISSAU
CABO-VERDE
SÃO TOMÉ
MACAU
BRASIL
LESOTO
ÁFRICA DO SUL
BOTSWANA
NAMIBIA
SUAZILANDIA
40
EUROGENDFOR
Força de Gendarmerie Europeia
MISSÕES INTERNACIONAIS
ROMÉNIA (UEO)
ANGOLA
- UNAVEM III
- MONUA
PALEST INA
- EUBAM
- EUPOL COPPS
IRAQUE
T IMOR-LEST E
- UNTAET – CIVPOL
- UNOTIL
Portugal
- UNMIT
BÓSNIA
- EUFOR/ALTHEA
- IRAQUI FREEDOM
- EUPM
- EUJUST LEX
KOSOVO
LIBÉ RIA
- EULEX
- UNMIL
R. D. CONGO
C. DO MARFIM
- MONUC
- UNOCI
- EUPOL CONGO
HAIT I
GUINÉ-BISS AU
- MINUSTAH
- EUSSR
MACEDÓNIA
- EUPOL PRÓXIMA
- “SKOPJE” (OSCE)
GESTÃO DE CRISES
- UNMISET – CIVPOL
Itália
Roménia
PARCEIROS
LIT
POL
Espanha
França
OBSERVADOR
GEÓRGIA
TUR
-EUMM
AFEGANIST ÃO
- NTM-A
39
http://www.eurogendfor.eu/
Holanda
41
FIEP (França, Itália, Espanha e Portugal)
Cooperação
entre Forças
de Segurança
de natureza
militar
INDICADORES DIÁRIOS
2012
Portugal
Itália
Espanha
Roménia
França
ASSOCIADOS
ARG
http://www.fiep.org/
Marrocos
Holanda
CHL
Jordânia
42
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
UM DIA DE ATIVIDADE OPERACIONAL
(MÉDIA DIÁRIA
2012)
PATRULHAMENTOS
3035
EFECTIVOS EMPENHADOS
6068
ACÇÕES
POLÍCIA GERAL
1368
TRÂNSITO
460
FISCAL E ADU ANEIRO
265
PROTECÇÃO NATUREZA AMBIENTE
225
ESCOLA SEGURA
157
PROTECÇÃO E SOCORRO
25
DETENÇÕES
TOTAL
76
APREENSÕES
ARM AMENTO
6
VIATUR AS
4
ESTUPEFACIENTE S (Kg)
43
79
45
RECURSOS MATERIAIS
RECURSOS HUMANOS
Recursos Materiais
Recursos Humanos
Tipo
Viaturas
Quant
4.670
Motociclos
928
Outras
170
Blindados
20
SUBTOTAL
(terrestres)
5.788
Tipo
22 131 Militares
1009 Civis
Civis
4%
Quant
Embarcações
Militares
96%
68
205.505 Km/dia
a 31 de Dezembro 2012
47
49
Recursos Humanos
764 Oficiais
2 554 Sargentos
18 813 Guardas
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Oficiais
3%
Sargentos
12%
Guardas
85%
a 31 de Dezembro 2012
50
Evolução nos Recursos Humanos
2001-2010
3000
GNR
PSP
SEF
PJ
Diferença para os efetivos em 2001
2000
1000
0
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
-1000
-2000
-3000
Fonte: Balanços Sociais, in DN 08 Maio 2011
51
53
A utilização das TIC na GNR
Alinhamento dos Projetos Tecnológicos
A utilização das TIC na
GNR
Requisitos operacionais GNR
Plano Setorial TIC MAI
Plano Global Estratégico de racionalização e
redução de custos nas TIC, na AP (RCM n.º
12/2012 de 7 fevereiro)
3
A utilização das TIC na GNR
3
2
A utilização das TIC na GNR
Principais Projetos Tecnológicos em curso
na GNR
As TIC na GNR
Controlo Operacional
A utilização das tecnologias de informação e de
SIG-SIRESP
comunicações representam na Guarda um vetor
SGO
crítico no apoio ao cumprimento da sua missão,
SGR
tendo em vista a prestação de um serviço de
SGS
excelência ao cidadão.
Vigilância Costeira
SIVICC
2
4
2
A utilização das TIC na GNR
A utilização das TIC na GNR
Principais Projetos Tecnológicos em curso
na GNR
Cooperação União Europeia
Novos Desafios
Gestão Documental
CLOSEYE
Informatização do Processo Clínico
PERSEUS
AIRBEAM
Processamento Mensagens ACP 127
Sistema Tráfego de Mensagens (STM)
5
A utilização das TIC na GNR
Principais Projetos Tecnológicos em curso
na GNR
Interoperabilidade Redes Rádio (GNR – Guardia
Civil)
Cooperação com Entidades não governamentais
Common Alerting Protocol da GNR (CAPGNR)
6
7
7
Sumário
Sistemas Internos de Gestão e Controlo de
Ocorrências Operacionais, Rodoviário e de
Sistemas Internos de Controlo e
Gestão de Ocorrências Operacionais
(SGO, SGR, SGS e GNR Mobile)
Proteção Ambiental:
Sistema de Gestão Operacional (SGO)
Sistema de Gestão Rodoviário (SGR)
Sistema de Gestão SEPNA (SGS)
GNR Mobile
AFCEA
16 de julho de 2013
Sumário
Sistemas SGO, SGR e SGS
Sistemas SGO, SGR e SGS
Sistemas SGO, SGR e SGS
A GNR tem em funcionamento 3 sistemas internos para apoio da
atividade operacional: Sistema de Gestão Operacional (SGO),
Sistema de Gestão Rodoviária (SGR) e Sistema de Gestão
SEPNA (SGS).
CCCO
DO
DI
DIC
DCRP
Posto
Os três sistemas utilizam tecnologia open-source e destinam-se a
gerir toda a atividade operacional diária da GNR.
No SGO são inseridas todas as ocorrências criminais, detenções,
diligências, etc.
Outros
UUSSOO
MSG
Comando
Territorial
Destacamento
Relim
No SGR são inseridas todas as ocorrências de sinistralidade
rodoviária.
MSG
No SGS são inseridas todas as ocorrências ambientais e de proteção
da natureza.
Sistemas SGO, SGR e SGS
Sistema Aplicacional
Implementação
CCCO até ao nível de Destacamento Territorial
Mais de 15.000 Incidentes registados por ano
CCCO
Mais de 2000 Incidentes de Sinistralidade
registados por ano
DSEPNA até ao nível de Núcleo de Proteção
Ambiental
Mais de 300 registos diários
GNR Mobile
GNR Mobile
GNR Mobile
É um sistema computacional que através de uma plataforma
Android permite a consulta de informação operacional relativa
às operações (SGO), gestão rodoviária (SGR) e gestão da
proteção da natureza e ambiente (SGS), em tempo real.
O Sistema de Informação
Geográfica dos meios SIRESP
(SIG-SIRESP )
OBJECTIVOS do GNR Mobile:
● Aumentar a acessibilidade da informação de acordo com as
necessidades do utilizador.
GNR
● Proporcionar aos comandantes um rápido acesso à
informação sobre as operações em curso.
POSSIBILIDADES:
AFCEA
● Controlar a qualidade da informação.
● Diminuir os tempos de espera do processo de decisão.
16 de julho de 2013
GNR Mobile
Tabulador para
a área do SGO
Tabulador para
a área do SGR
Tabulador para a
área do SGS
Tabulador para
Configuração
Sumário
SIG-SIRESPGNR
Common Operational Picture (COP)
Alvos: rádios, infraestruturas, ocorrências,…
Common Operational Picture (COP)
Ruas
Enquadramento geográfico
Parcelas
Enquadramento rádio
Elevação
O SIG-SIRESP
Uso do Terreno
Exemplos de utilização
Mundo real
Um sistema de apoio à decisão requer uma capacidade de análise de informação com
características espaciais, de modo a proporcionar a COP representada em diagramas e mapas.
Common Operational Picture (COP)
Enquadramento geográfico
SIG
Sumário
Enquadramento geográfico
SIG (SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA)
É um sistema computacional para a manipulação, consulta e análise de
informação referenciada a um dado espaço geográfico.
Enquadramento geográfico
Possibilidade de Localizar Unidades e indicar as respetivas Zonas de
Ação de:
● Comandos
● Destacamentos
POSSIBILIDADES DO SIG:
● Postos
● Uma visão mais ubíqua sobre os dados;
● Obtenção de informação com base em atributos
alfanuméricos;
● Dedução de relações de proximidade, vizinhança,
sobreposição e envolvimento entre dados.
A base de trabalho geográfico é conseguido com o SIG-GNR, a funcionar na
intranet da GNR, e preparado para receber informação geográfica oriunda de
fontes internas e externas à GNR.
Enquadramento geográfico
Cartografia base oriunda de fontes internas e externas residente
numa base de dados na GNR:
Exemplo:
Destacamento Territorial de Sintra
Enquadramento geográfico
Permite mostrar a divisão administrativa do Território:
● Distritos
● Concelhos
● Freguesias
● CCDR
● NUTS
Exemplo:
Visualização dos Concelhos e área do distrito de Coimbra
Enquadramento geográfico
Permite mostrar informação adicional como por exemplo a
localização de:
● Ocorrências de Incêndios
● Ocorrências de sinistralidade
● Postos de Vigia
● Corporações de Bombeiros
● Hospitais
● Faróis
● Barragens
● Rede Ferroviária
● Aeroportos
● Áreas protegidas
● Tribunais
● Etc.
Enquadramento rádio
Exemplo:
Postos de Vigia e ocorrências
de Incêndios em 2012
Enquadramento geográfico
Capacidades do SIG-GNR:
 Aceder a várias cartografias base (SITAI, IGeoE e outras);
 Disponibilizar dados geográficos e alfanuméricos online;
 Aceder a bases de dados georreferenciados externos (SITAI);
 Permitir o planeamento de operações;
 Apoiar o comando e controlo;
 Melhorar a capacidade de decisão.
3
Enquadramento rádio
Rádios SIRESP
● A comunicação por voz é o principal meio de transmissão de
informação em caso de Emergência.
● O SIRESP é o Sistema Integrado de Redes de Emergência e
Segurança de Portugal, que tem como suporte a tecnologia
TETRA (TErrestre Trunked RAdio).
● Os rádios SIRESP são o principal meio de comunicação
operacional da GNR.
Enquadramento rádio
Fatores Técnicos/Operacionais
● A GNR tem responsabilidade sobre cerca de 94% do Território
Nacional;
● A rede rádio SIRESP tem cobertura nacional;
● Determinação de zonas sombra para melhoria do desempenho
operacional das comunicações da GNR;
Enquadramento rádio
Especificações Técnicas de Base ao SIG-SIRESP:
● Visualizar as áreas de responsabilidade da GNR (e PSP).
● Georreferenciar terminais rádio.
● Pesquisar rádios, Estações Base de comunicações e instalações.
● Visualizar o histórico de localizações de rádios.
● Visualizar alertas internos e externos.
● Comando e controlo e rapidez de actuação;
● Introduzir ocorrências.
● Coordenação de operações conjuntas;
● Criar acessos diferenciados / níveis de segurança.
● Segurança e apoio próximo do utilizador.
Enquadramento rádio
A localização dos rádios:
● Atualmente existem na GNR cerca de 10.000 terminais rádio.
● Os rádios podem obter a sua localização através do respectivo
módulo GPS.
● A localização dos rádios é vista de forma centralizada, mediante
parametrização de tempo e distância percorrida.
O SIG-SIRESP
3
O SIG-SIRESP
O SIG-SIRESP


Ponto de vista Operacional – Conceito COP (Common Operational
Picture ):

Auxilio à tomada de decisão

Análise dos meios SIRESP

Visualização em tempo real

Conceito operacional da GNR

Comando e Controlo
Cenário
Operacional
Intenções e
Ordens
Operacionais
Informação
Compreensão
Ponto de vista tecnológico:

Aplicação Distribuída

Ambiente Web

Baseado num Sistema de Informação Geográfica

Escalável e interoperável

Sistemas não proprietários (Open-Source)
O SIG-SIRESP
O SIG-SIRESP
Forma de funcionamento
IGeoE
SITAI
Mapas
Base de Dados
Emissor
SIG-SIRESP
Recetor
Comandantes
Emissor
Salas de Situação
O SIG-SIRESP
O SIG-SIRESP
Conceito de inserção de alertas no SIG-SIRESP:
Os alertas das ocorrências podem chegar ao SIG-SIRESP por:
● Fontes internas ou externas à GNR (públicas e privadas).
● Processos manuais ou automáticos.
Conceito de Utilização do SIG-SIRESP:
● Atualmente:
Comandantes de unidades e Salas de Situação (ou SOIIRP).
● No futuro:
Incluir os Comandantes de Destacamentos.
O SIG-SIRESP
O SIG-SIRESP
Capacidades do SIG-SIRESPGNR :
 Aceder a várias cartografias base (SITAI, IGeoE e outras);
 Disponibilizar dados geográficos e alfanuméricos online;
 Aceder a bases de dados georreferenciados externos (SITAI);
 Permitir o planeamento de operações;
 Apoiar o comando e controlo;
 Melhorar a capacidade de decisão;
 Recolha e partilha de informação operacional;
 Implementar o conceito de “Lições Aprendidas”;
 Disponibilizar ferramentas BI para análise correlacional.
Conclusões da utilização
Recolha de Dados
Produção de Informação
Interoperabilidade com entidades
externas à Guarda através do CAPGNR
(Common Alerting Protocol da GNR)
Aumentar o Conhecimento
Rapidez de Atuação
Melhores Resultados
AFCEA
16 de julho de 2013
Sumário
3
Sumário
Interoperabilidade
Partilha de informação através do CAP
Common Alerting Protocol da GNR (CAPGNR)
Os Furtos de Metal e o CAP Light
Interoperabilidade com o SIVICC
Partilha de informação através do CAP
A GNR necessita de trocar dados com diversas entidades internas e
externas (públicas e privadas).
A troca de dados pode ser realizada através de meios automáticos ou
manuais.
A nível internacional, o Protocolo CAP (Common Alerting Protocol) tem
sido cada vez mais utilizado para efetuar a partilha automática de Alertas
entre Sistemas de Informação.
O CAP é um protocolo baseado em XML (Extensible Markup Language),
facilitando a partilha automática de dados de alertas e avisos de
emergência entre sistemas distintos.
Desta forma é permitido haver um aumento da eficácia dos sistemas de
alertas tornando a ativação dos meios mais simplificada.
Partilha de informação através do CAP
O CAP é uma norma Internacional
É um protocolo criado pela OASIS com base num modelo de
publicação/subscrição sendo usado para a troca de alertas de
emergência, perigos e avisos da segurança pública, defesa, riscos da
natureza, etc., para funcionar sobre qualquer tipo de redes.
Partilha de informação através do
CAP
Entre outras, é adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU)
e pela International Telecommunications Union (ITU).
Common Alerting Protocol da GNR
(CAPGNR)
Historicamente, existem dois momentos distintos na forma da GNR
fazer fluir informação relativa a eventos:
1º Momento de Intervenção – (Reagir)
Alerta Imediato
•
•
Envio rápido de dados abreviados do Incidente;
Reação Imediata e Oportuna.
Common Alerting Protocol da
GNR (CAPGNR)
2º Momento – (Prevenir)
Aditamento de
Informação
Common Alerting Protocol da GNR
(CAPGNR)
● O perfil CAPGNR tem por base o CAP da OASIS
•
•
•
Qualificar a Informação;
Prever cenários de evolução deste tipo de crime;
Melhorar a intervenção policial com parceiros.
Common Alerting Protocol da GNR
(CAPGNR)
Com o CAPGNR todo o processo passa a ser automatizado:
Constituindo-se uma especificação para envio de comunicações de
alertas de emergência adaptadas às necessidades da GNR num
formato digital normalizado.
Protocolo CAP na versão mais elementar
•
Alerta Imediato
● O CAPGNR surge na sequência do aumento dos furtos
•
•
de metais não preciosos e à necessidade de:
Uso de serviços WEB, Email, SMS, ficheiro Excel,
outros;
Necessidade de fornecer 8 elementos de
informação obrigatórios e 1 opcional;
Sentido de informação é das entidades para a GNR.
Encurtar os tempos de intervenção da GNR.
Definir um standard para a receção de alarmes oriundos dos
vários parceiros.
Estudar de forma integrada o fenómeno do furto de metais não
preciosos.
Protocolo CAP
Aditamento de
Informação
•
•
•
Uso de WebServices, Email, ficheiros, ou outros
protocolados.
Troca de informação pode ser nos dois sentidos;
Potenciador de Business Intelligence.
Common Alerting Protocol da GNR
(CAPGNR)
Através da utilização do CAP garante-se:
● A interoperabilidade entre dispositivos e entidades;
● A uniformização dos dados e a qualidade da informação;
● Georreferenciar, tipificar e partilhar ocorrências criminais;
● Visualizar no SIG-SIRESP alertas provenientes de
entidades externas;
● A reutilização para cenários de alertas fora do âmbito dos
furtos de metais;
Os Furtos de Metal e o CAP Light
Os diversos parceiros da GNR, vitimas de furtos de metais não
preciosos, têm de realizar adaptações nos seus sistemas de
informação para implementar o CAP.
Devido aos custos necessários ao desenvolvimento, foi encontrada
uma solução intermédia para implementar o CAPGNR.
A forma encontrada denomina-se CAP Light:
Protocolo CAP na versão mais elementar
Alerta Imediato
•
•
•
● A redução de custos através de racionalização e
otimização de meios dos diversos atores.
Envio de Email tipificado com os elementos essenciais;
Onde são fornecidos os 8 elementos de informação
obrigatórios e 1 opcional;
Sentido de informação é só das entidades para a GNR.
Os Furtos de Metal e o CAP Light
Informação a ser partilhada à GNR deve conter no mínimo 9 campos:
1. IDMensagemAlerta: (código a atribuir pela entidade)
Os Furtos de Metal e o CAP Light
2. IDRemetente:
(entidade)
3. Evento:
(descrição do incidente)
4. DescriçãoArea:
(local da ocorrência/Concelho/Distrito)
5. DataHoraEfectiva:
(yyyy-mm-ddThh:mm:ss)
6. Coordenadas:
(pontos ou polígonos em coordenas WGS-84)
7. TipoDeObjeto:
(tipo de objeto furtado – predefinido em tabela)
8. MedidasAdotadas:
(local de apresentação de queixa ou outras medidas)
9. ContactoInfo:
(número de telemóvel e nome de contacto)
Os Furtos de Metal e o CAP Light
Os Furtos de Metal e o CAP Light
Exemplo com recuperação de material furtado:
Exemplos:
Os Furtos de Metal e o CAP Light
Exemplo com recuperação de material furtado:
Fita do Tempo:
● 03h15 – receção de email com mensagem CAP.
● 03h32 – envio de info ao CTer de Setúbal.
● 03h34 – envio de info ao DTer de Setúbal.
● 03h35 – envio de info ao PTer do Poceirão.
● 03h40 – a patrulha de ocorrências do PTer do
Poceirão deslocou-se ao local (em 5 a 10min
chegou ao local).
● Os suspeitos ao avistar a patrulha puseram-se
em fuga, deixando o material furtado no local
(120 metros de cabo telefónico).
● 10h19 – receção de email de agradecimento.
Interoperabilidade com o SIVICC
Interoperabilidade com o SIVICC
O SIG-SIRESP é o sistema que implementa o conceito COP (Common
Operational Picture) da GNR.
O SIVICC é o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo que
destina-se a garantir a segurança da costa portuguesa no território
continental.
Ambos os sistemas são exclusivamente operados pelos militares da
GNR.
Existe a possibilidade, através do CAP, que o SIG-SIRESP possa trocar
dados com o SIVICC, sobre informação operacional.
Interoperabilidade com o SIVICC
O CAP pode facilitar a interoperabilidade entre os sistemas:
SIG-SIRESP
Informação operacional sobre os meios rádios
envolvidos nas operações
Ocorrências com interesse mais alargado que o do
âmbito da Unidade de Controlo Costeiro da GNR
INTRODUÇÃO
Projeto de interoperabilidade
TETRA-TETRAPOL
3
INTRODUÇÃO: Acordos de Schengen
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
REDE RÁDIO DIGITAL ( Espanha
Acordos entre a República Portuguesa e o Reino de Espanha,
Portugal)
INTEROPERABILIDADE- SIRESP E SIRDEE
A perseguição transfronteiriça no território da outra Parte pode
realizar-se até 50 Km da fronteira comum
Art. 3º do Decreto nº 49/1999 de 09 de novembro, do MNE
CONCLUSÕES
-se-ão mutuamente todas as facilidades
utilização de meios de
comunicações, garantindo nomeadamente, a compatibilidade
dos meios rádio de ambas as Partes
Art. 7º do Decreto nº 13/2007 de 13 de julho, do MNE
INTRODUÇÃO: Centros de Cooperação Policial e Aduaneiro (CCPA)
Tuy
Quintanilha
Vilar Formoso
Rede telefónica
Rede GSM
FAX
Intranet
Rádio
REDE RÁDIO DIGITAIS
7
Caia
Castro Marim
3
INTRODUÇÃO: Ligações Rádio
REDES RÁDIO DIGITAIS: SIRESP & SIRDEE
SIRESP
11 ligações Rádio
1
2
3
VHF (Banda 80Mhz e 150MHz)
Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal
1. VALENÇA - TUY
2. CHAVES - VERIN
4
3. BRAGANÇA ALCAÑICES
6
4. V. FORMOSO - F.OÑORE/C.RODRIGO
7
5. IDANHA - VALENCIA ALCANTARA
5
SIRDEE
6. D.Trans GUARDA - Sub Sec. SALAMANCA
7. FUNDÃO / IDANHA - Compª CÓRIA
9
8. V.FORMOSO - MÓVEL/SALAMANCA
9. ELVAS
CAYA / BADAJOZ
10
10. MOURA - CORTEGANA
11. TAVIRA - AYAMONTE
11
Sistema de Radiocomunicaciones Digitales de Emergencia del Estado
REDES RÁDIO DIGITAIS: TETRA versus TETRAPOL
INTEROPERABILIDADE- SIRESP & SIRDEE
3
REDES RÁDIO DIGITAIS: Problemas de :interoperabilidade
Modo de Rede (TMO) ou Modo directo (DMO)
INTEROPERABILIDADE: Possíveis soluções
Então como solucionar o problema da interoperabilidade ?
1- Utilizar a rede rádio analógica para comunicações conjuntas;
Compatibilidade de Protocolo (TETRA TETRAPOL)
Encriptação das redes são distintas;
Custos elevados de manutenção dos equipamentos, necessidade de se operarem dois
2- Através de uma ligação dedicada entre as duas redes (filar);
Banda de frequências são distintas.
.
3- Utilização de interfaces/gateways.
A melhor solução. ( Menor custos e garantia de confidencialidade das comunicações)
INTEROPERABILIDADE: Desenvolvimento Interface/gateway
INTEROPERABILIDADE: Ligações Rádio Digital
CCPA
CTER GUARDA COMANDANCIA de SALAMANCA
( DTER de Vilar Formoso)
CTER FARO - COMANDANCIA de HUELVA
( CCPA de Castro Marim)
Interface
Terminal
Português
Terminal
Espanhol
INTEROPERABILIDADE: Interface/gateway desenvolvido
Armário
Antenas
CONCLUSÕES
Interface
Terminal
( SIRESP)
Terminal
(SIRDEE)
FA/ UPS
3
CONCLUSÕES : Testemunho
CONCLUSÕES
Cumprir com os acordos estabelecidos;
Garantia da segurança nas comunicações ( encriptação
e autenticação);
Utilizar o conceito noutro tipos de interoperabilidade
(digital / analógica):
•
•
Banda Aérea – SIRESP ( GIPS; ANPC);
Banda de VHF – SIRESP ( FA).
Comunicações rádio em voz - Portugal/ Espanha.
INTEROPERABILIDADE: Prática
CTER GUARDA – COMANDANCIA de SALAMANCA
( DTER de Vilar Formoso)
CTER FARO - COMANDANCIA de HUELVA
( CCPA de Castro Marim)
“Em resultado dos testes entretanto efetuados, conclui-se que o equipamento
de interconexão corresponde às necessidades atuais, permitindo a
interoperabilidade dos dois sistemas de comunicações, com boas
condições de emissão e de receção…”
Cmdt do CTER Guarda
(Ref: 006/CMDT/2013
CTER - Relatório de 26 de Junho de 2013)
Aumentar a Eficiência do processamento das Mensagens
Transmissão e receção de informação Just-in-Time entre todo o dispositivo
da Guarda através da rede da GNR.
Racionalização de Custos
Redução de gastos de papel, toner, duplicação de documentos; pessoal.
Sistema de Tráfego
de
Mensagens
Maior eficiência no Armazenamento e Pesquisa da informação
Resposta rápida aos pedidos de informação, com pesquisas inteligentes
sobre os dados.
Garantir elevados níveis de Segurança
Processamento de
com classificação até ao nível de Reservado
Hora de depósito
Objetivos
Mudança de Paradigma
Conceito de Funcionamento
Principais Áreas
MENSAGEM
Precedência-Acção
Precedência-info
Via a seguir
Grupo Data-hora:
Número de série
Instruções para a mensagem
DE
Prefixo
GR
Classificação de segurança
PARA
Número de origem
Instruções complementares
I NFO
Ordem, ideia, instrução ou informação, expressa de forma concisa, em
linguagem clara ou secreta, utilizando procedimentos para transmissão, por
qualquer meio de comunicações
Mensagem de referência
pg
(a)
de
Data
pgs Classificação
Hora
CEGRAF/GNR n.º 362
3
Sistema
sim
Operador
Nome do redactor
Unidade/Entidade
Telef.
não
Oficial expedidor
Hora
Assinatura e posto
Telef.
l / Tm (a) E ou R
Remetente
O comando sob cuja autoridade é
enviada a msg
Rede
Informática
Unidade Remeten te
Oficial Expedidor A pessoa que pode
autorizar a transmissão de uma msg em vez e
nome do remetente
Redator
Redação
Validação
Destinatário(s)
Expedição
Receção
Difusão
A pessoa que de facto redige a
msg
MENSAGEM
Contextos
de
utilização
diferentes, dependendo dos
Perfis dos Utilizadores
Administrador;
MEIOS DE
Tm
Unidade Remetente
Direção/Divisão;
Destinatário(s)
Remetente/Oficial expedidor;
Chefe/Adjunto STIE;
Redação
Validação
Operador TIE;
Expedição
Receção
Difusão
Operador Cripto;
Redator.
Faz o Registo de Históricos de
utilização
Área Principal
Área da Administração
Área de Ajuda
3
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
O QUE É?
Sistema de apoio à deteção e combate a ameaças no âmbito das missões
atribuídas à UCC/GNR, designadamente no domínio das:
fraudes fiscais e aduaneiras,
terrorismo,
tráfico de droga,
PROJETO SIVICC - SISTEMA INTEGRADO
catástrofes ambientais e proteção do ambiente,
DE VIGILÂNCIA, COMANDO E CONTROLO
proteção de atividades económicas,
combate ao tráfico de migrantes por via marítima
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
Dados Cronológicos:
SUMÁRIO
Até DEC07 - Levantamento de requisitos e elaboração de Caderno de Encargos
Introdução
DEC07 - Consulta ás empresas fornecedoras se sistemas semelhantes
Dados Cronológicos
MAR08 – Receção de propostas para análise
Conceitos e Requisitos Operacionais
Até JUN09 – Análise das Propostas
Subsistema de Deteção e Identificação
Análise – Esclarecimentos – Relatórios – Testes Reais – Seleção das 3
Subsistema de Comando e Controlo
melhores – Sessões de Negociação – Questões Jurídicas.
Subsistema de Comunicações
OUT09 - Visto do Tribunal de Contas (Contagem de prazos)
Sustentação
JAN10 – Plano Geral de Execução aprovado.
FEV10 – Arranque.
3
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
FINALIDADE:
Vigiar os movimentos de embarcações de pequena dimensão associadas a
atividades ilícitas e atuar em tempo oportuno com os meios adequados 24/24 de
forma centralizada a nível nacional com disponibilidade operacional de 99,5%.
ÁREA DE ACTUAÇÃO:
A zona marítima sob a responsabilidade da GNR é de cerca de
128.300 km² que corresponde à área entre a zona costeira e uma
distância mínima de 24 milhas náuticas numa extensão de 1.187
quilómetros de linha costeira do território continental de Portugal
Composição
Subsistema de Deteção e Identificação;
Subsistema de Comando e Controlo;
Subsistema de Comunicações;
Subsistema Aplicacional e de Gestão;
Subsistema de Localização.
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
CARACTERÍSTICAS:
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
DESCRIÇÃO
QTD
Nacional (Centralizado com PO
remotos)
Centro de Comando e Controlo Nacional (Alcântara/Lisboa).
1
Elevada Disponibilidade (99,5%)
Centro de Comando e Controlo Regional (Alternativo)
(Ferragudo/Portimão).
1
Flexibilidade (cerca de 30% PO Móveis
integráveis no backbone)
Postos de Observação Tipo I – Contentorizados, partilhando infraestruturas fixas num local pré-determinado, em operação normal.
9
Interoperabilidade ( Partilha de Bases
de Dados de outra entidades)
Postos de Observação Tipo II – Fixos e a instalar em infraestruturas
físicas já existentes da UCC/GNR.
11
Expansível (Capacidade de Expansão
de mais PO’s e Consolas Operação)
Postos de Observação Tipo III – Móveis, instalados em viaturas.
8
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
CCCN e CCCR/A
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
 RADAR;
 Sistema eletro-ótico;
 Estação de Trabalho;
 Sistema de comunicações;
 Estação meteorológica;
 Sistema GPS;
PO Fixo
 Aplicações do sistema de
Comando e Controlo com fusão de
PO Móvel
dados e cartografia digital (GIS);
Sistema de backup de dados;
Sistema de Segurança Perimétrica
e Anti-Intrusão das instalações;
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
RADAR - RADIO DETECTION AND RANGING
SUBSISTEMA DE DETECÇÃO E IDENTIFICAÇÃO
Postos de Observação dotados de meios tecnológicos que permitam a deteção e
identificação de ameaças marítimas, nomeadamente de embarcações de reduzida
dimensão, deslocando-se a alta velocidade e tipicamente não cooperantes.
O Subsistema de Deteção e Identificação é constituído por um dispositivo de
Elemento do PO, destinado a cumprir a função de vigilância, deteção e seguimento
de alvos de interesse (RCS), metálicos e não metálicos, parados ou deslocando-se
com velocidades até 70 nós.
Cobertura e Alcances:
Horizonte RADAR
Postos de Observação (PO) Tipo I (Contentorizados),
Postos de Observação Tipo II (Fixos),
Postos de Observação Tipo III (Móveis) e
Câmaras Portáteis de Visão Noturna.
O RADAR deve permitir a inibição de sectores de cobertura considerados sem
interesse.
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
Equipamento Electro-Ótico
Sub-sistema de Comando e Controlo: CCCN e CCCA/R
O equipamento electro-ótico (EO), integrado com o RADAR na função de
vigilância e observação diurna e noturna de longo alcance, constitui o
elemento fundamental para a persecução dos objetivos do SIVICC.
CCCN e CCCR/A
Destina-se essencialmente ao Seguimento, Reconhecimento e Identificação
dos alvos detetados pelo RADAR, para possibilitar a classificação das
embarcações e outros alvos e permitir a tomada de decisão perante
situações de ameaça.
Composição por PO:
• Uma câmara noturna digital de 3ª geração (FLIR).
• Uma câmara diurna (CCD – Change Coupled Device).
• Sistema de Pedestal (pan & tilt) estabilizado.
• Uma câmara portátil de visão noturna
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
Subsistema de Comunicações - Links Microondas
CCC – Requisitos
Centralização de toda a informação fornecida pelos PO;
Apresentação da informação Multi-RADAR, gerada pelos sensores RADAR,
Apresentação, sobre mapa digital, da posição de todos os elementos disponíveis;
Processamento das imagens;
Deteção e identificação, automática e manual;
Comunicação com as unidades disponíveis para operações de interceção;
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
EXECUÇÃO – 4 FASES
SIVICC - SISTEMA INTEGRADO DE VIGILÂNCIA,
COMANDO E CONTROLO
QUESTÕES ?
Projeto EUROSUR
AGENDA
Conceitos
Âmbito e Objeto
Implementação
Arquiteturas
Tecnológica
Projeto EUROSUR
Aplicacional
Informacional
Políticas de acesso
Perfis
Condicionalismos
Partilha de Informação
Processo de partilha de Informação
Tipos de partilha de Informação
3
Projeto EUROSUR
Conceitos
NCC Portugal
3
3
Projeto EUROSUR
Projeto EUROSUR
Âmbito e Objeto
Implementação
Sistema
de
Informação
patrocinado
pela
Comissão
Europeia
e
operacionalizado pela Agência Europeia de Gestão da Cooperação
Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União
Estão implementados Centros de Coordenação Nacionais em 17 países,
a que acresce um NCC na FRONTEX, com sede em Varsóvia mas
independente do NCC Polaco
Europeia (FRONTEX), para estabelecer uma ligação permanente entre
os Estados Membros (EM) e a FRONTEX, para partilha de informação.
Pretende estabelecer mecanismos de cooperação entre os EM com
fronteiras externas da UE para:
Redução do número de imigrantes ilegais não detetados nos espaço europeu e
espaço Shengen
Redução do número de mortes associadas à imigração ilegal (por via marítima)
Incrementar a segurança interna da UE, prevenindo ameaças nas suas
fronteiras externas
5
7
Projeto EUROSUR
Projeto EUROSUR
Âmbito e Objeto
Permite a partilha de informação em tempo quase-real entre os NCC dos
EM e a FRONTEX, de uma forma descentralizada e assente em
comunicações seguras (VPN)
NODE
SPAIN
NODE
SPAIN
A troca de informação ocorre conforme acordos bilaterais entre os EM,
podendo ser partilhada informação sobre:
Alertas/Incidentes
Ethnicities
Informação analítica
Informação Operacional
Refugees
Camps
6
8
Projeto EUROSUR
Arquitetura de Rede
Ligação entre NCC’s é garantida através de VPN P2P entre os NCC com
Arquiteturas
quem se pretende partilhar informação
Configuração das VPN são responsabilidade do EM responsável pelo nó,
sob coordenação técnica do ETO
Segurança das VPN garantida pelo protocolo IPSEC e pela ausência de
componentes de comunicação intermédios
3
11
Projeto EUROSUR
Projeto EUROSUR
Arquiteturas
Arquitetura Aplicacional
Arquitetura aplicacional de cada NCC idêntica em todos os EM
Cada nó (NCC) é independente e idêntico, incluindo o nó na FRONTEX
Solução completa de HW e SW, fornecido pelo projeto EUROSUR
Ambiente
aplicacional
monitorização,
ETO (EUROSUR Technical Office) é
permite
utilização,
a
gestão,
autenticação
e
segurança dos sistemas e informação
apenas responsável pelo suporte e
manutenção técnica
Assente numa arquitetura de três camadas:
Apresentação – DMZ – (Frontend)
Troca de informação depende de
Lógica (Backend)
políticas de partilha configuradas em
BD - Dados (Backend)
cada NCC e acordos entre os EM
10
12
Projeto EUROSUR
Projeto EUROSUR
Arquitetura Informacional
Em cada NCC existem três tipos de atores para acesso à informação:
Nós EUROSUR
Por defeito, a informação de cada NCC é local
Sistemas NCC
Qualquer “peça” de informação pode ser consultada e/ou editada,
Utilizadores NCC
segundo os conceitos de “Owner” ou “Contributor”
Existem 5 perfis de utilizador com diferentes níveis de acesso:
Utilizador Visualizador (apenas consulta informação do(s) NCC(s))
Qualquer alteração de uma “peça” de informação é automaticamente
Utilizador Operador (Consulta, regista e modifica informação do(s) NCC(s))
propagada entre os NCC, de acordo com as regras definidas
Gestor de Informação (Gere as políticas de partilha de informação)
Gestor Aplicacional (Configura as aplicações e gere os logs de atividade)
As “peças” de informação (artefactos) podem ser de 3 tipos:
Administrador de IT (Configura e administra o hardware, os perfis de acesso –
Eventos georreferenciados (informação principal)
LDAP, a instalação de certificados e a configuração das VPN para comunicação
Documentos ou ficheiros (relatórios, ficheiros, etc)
com outros NCC)
Elementos gráficos (traçado de rotas, itinerários, vetores, etc)
13
15
Projeto EUROSUR
O
acesso
ao
EUROSUR
e
à
informação
obedece
aos
seguintes
condicionalismos:
Políticas de Acesso
Qualquer acesso às aplicações ou informação ocorre dentro da rede EUROSUR
Integração de informação de sistemas externos sempre através de um interface de
integração
A responsabilidade tecnológica e funcional da FRONTEX extingue-se na fronteira
da rede interna do NCC
É responsabilidade de cada EM o desenvolvimento dos mecanismos de integração
dos seus sistemas no sistema EUROSUR no seu NCC
3
16
Projeto EUROSUR
Tipos de partilha de Informação
A partilha de informação pode ocorrer entre os seguintes atores:
Partilha de Informação
Nós EUROSUR
Sempre “empurrada” (PUSH) de um EM para outro EM.
Sistemas locais do NCC e nó EUROSUR
Pode ser do tipo PUSH/PULL, e depende de autorização da FRONTEX.
Entre nós EUROSUR e ETO (EUROSUR Technical Office)
Apenas do tipo PUSH (informação estatística respeitante ao desempenho
dos sistemas).
3
19
Projeto EUROSUR
Processo de partilha de Informação
Regras de partilha de informação criadas no sistema, em conformidade
com os acordos bilaterais estabelecidos entre os EM a este respeito
Ocorre em dois níveis:
Nível Político
Projeto EUROSUR
Nível Tecnológico
É competência de cada NCC a
operacionalização no sistema das
regras de partilha estabelecidas
por decisão política
18
7th Framework Programme
Enquadramento
Principal ferramenta financeira da UE para pesquisa e
desenvolvimento de atividades científicas
PROJETOS FP7
Implementados em 1984
Atual
FP7 (2007-2013)
7th Framework Programme
Estrutura
7th Framework Programme
Cooperação
Ideias
Pessoas
Capacidades
3
7th Framework Programme
Temas
AIRBEAM
Saúde
Alimentação, agricultura, pescas e biotecnologia
Tecnologias da informação e comunicação
Nano-ciência, nano-tecnologia
Energia
Ambiente
3
7th Framework Programme
Temas
Transportes
Ciências socio-económicas e humanitárias
Espaço
Segurança
AIRBEAM
Enquadramento
Restauração da segurança (Security + Safety) em caso
de crise
Aquisição de informações a partir de plataformas
Projeto de integração
Início em 01/01/2012 (4 anos)
Orçamento de 15,5 M
AIRBEAM
Âmbito
AIRBEAM
Demonstrador
Aplicação da Lei em caso de emergência
Incêndios Florestais
4 Cenários Simulados
2 Demonstrações Reais
Inundações
Bélgica
Terramotos
Portugal
Sequestros
Ataques Terroristas
AIRBEAM
Objetivos
Demonstração de soluções tecnológicas
AIRBEAM
Demonstrador
Arquitetura multiplataforma
Integração de informações numa aplicação
EO/IR
Alavancar o mercado emergente de plataformas UAV
Radar
Necessidade e urgência em regular a utilização destas
plataformas
Multiespectral
Acústico
AIRBEAM
AIRBEAM
AIRBEAM
AIRBEAM
Cenário Português
Transporte de valores entre Beja e Carregado
Cenário Português
O vôo é cancelado devido a problemas técnicos
AIRBEAM
Cenário Português
GNR escolta a viatura de transporte de valores
AIRBEAM
Cenário Português
Acidente de viação envolvendo matérias perigosas
AIRBEAM
Cenário Português
Plataformas garantem segurança do local
AIRBEAM
Cenário Português
Viatura de valores adota caminho alternativo
AIRBEAM
Cenário Português
PERSEUS
Fugitivos barricam-se dentro de casa
3
AIRBEAM
Cenário Português
Fugitivos são capturados
PERSEUS
Enquadramento
Protection of European Seas and borders through the
intelligent use of surveillance
Projeto de demonstração (Sistemas de Vigilância
Mediterrâneo)
Início em 01/01/2011 (4 anos)
Orçamento de 42 M
PERSEUS
Âmbito
PERSEUS
Demonstrador
Controlo das fronteiras Europeias
Integração de sistemas existentes e futuros
871 Pontos de fronteira marítima
Diversas Plataformas
Abordagem através do EUROSUR
UAV
Sensores
Meios Marítimos
Radares
PERSEUS
Objetivos
Demonstrar e validar recomendações para um sistema
integrado de controlo marítimo
Integração de sistemas existentes
Permitir a criação de uma ferramenta colaborativa e
uniforme de vigilância e controlo das fronteiras
Manter as prerrogativas nacionais
PERSEUS
Demonstrador
2 Campanhas
Ocidental (2013)
Oriental (2014)
PERSEUS
PERSEUS
Exercício 3
PERSEUS
Exercício 3
Campanha Ocidental
PERSEUS
Campanha Ocidental
Exercício 3
Campanha Ocidental
PERSEUS
Exercício 3
CLOSEYE
Campanha Ocidental
Enquadramento
Collaborative evaluation of border surveillance
technologies in maritime environment by pre-operational
validation of innovative solutions
Início em 01/04/2013 (3 anos)
Orçamento de 12 M
CLOSEYE
Âmbito
CLOSEYE
Quadro técnico e operacional de forma a aumentar a
capacidade de reação das autoridades relativamente às
fronteiras externas
Relação entre Capacidade, tecnologia e obstáculos
Pre-Operational Validation
3
CLOSEYE
Objetivos
Validação de serviços, aplicados à vigilância das
fronteiras marítimas da UE
CLOSEYE
Fase 1
Definição das necessidades
Definição dos obstáculos
Estado da Arte
CLOSEYE
Estrutura
Fase 1
Análise das Necessidades
Fase 2
Contratação
Fase 3
Recomendações / Avaliação
CLOSEYE
Fase 2
Fase contratual de acordo com as especificações
Validação das soluções em Operações Combinadas (JO)
Operabilidade entre novos sistemas e sistemas existentes
CLOSEYE
Fase 3
7th Framework Programme
Q&A
Análise e avaliação da eficiência das soluções
Valor operacional
Definição de referências
Recomendações para uso futuro
3
CLOSEYE
Papel da GNR
Elaboração das necessidades operacionais
Júri do procedimento aquisitivo
Police – Private Partnership to Tackle Metal Theft
Projeto Pol-PRIMETT
Three year project: September 2010 – August 2013
Pol-PRIMETT
The international phenomenon of metal theft
Police-Private Partnership
to Tackle Metal Theft
2010-2013
With the financial support from the Prevention of and Fight against Crime Programme of the European Union,
European Commission - Directorate-General Home Affairs
3
Estrutura do Projeto
Finalidades
 Desenvolver uma parceria entre os setores policial-privados para reduzir o furto
de metal em toda a Europa
 Melhorar a colaboração entre forças de segurança e o setor privado para
fornecer uma melhor compreensão do fenómeno do furto de metais
Legislação
Desenvolvimento
de Guias de boas
práticas
Desenvolvimento
de estratégias de
comunicação
Compreender o
envolvimento de
MOGC
Identificar as
lacunas de
conhecimento e
informações
Incentivar a
colaboração
público – privada
 Criar um grupo de Peritos das forças de segurança e do setor privado para
melhorar a comunicação e a partilha de informação e de boas práticas
 Fornecer um legado de colaboração e uma redução no furto de metais
With the financial support from the Prevention of and Fight against Crime Programme of the European Union,
European Commission - Directorate-General Home Affairs
Objetivos
 Reduzir riscos e melhorar a segurança das organizações
que utilizam metais nas suas operações diárias
 Desenvolver soluções tecnológicas e operacionais para
combater o furto de metais
 Influenciar as políticas e a legislação nacional e europeia
Promover trabalho
colaborativo internacional
Evitar a duplicação, trabalho isolado ou 'reinventar a roda'
Pol-PRIMETT I
2010-2013
Resultados
As parcerias público-privadas oferecem oportunidades
para definir e redefinir os problemas,
em vez de aceitar soluções predefinidas e isoladas
3
Parcerias
público-privadas
SETOR PÚBLICO
• Forças de Segurança
• Sistema judicial
• Agências ambientais
• Alfândegas
• Normas comerciais
• Autoridades locais
• Governo
• Europol
• RAILPOL
SETOR PRIVADO
• Telecomunicações
• Energia (gás e
eletricidade)
• Água
• Transportes
• Agricultura
• Culto e património
• Reciclagem
• Fabricantes de Metal
Resultados de Parcerias
eficazes
• Abordagem colaborativa para a resolução de
problemas
• Serviços mais ágeis – troca de informação
• Esforço conjunto – melhores resultados
• Comunicação mais rápida e mais precisa
• “Weltanshauung" do problema
• Melhorias nos serviços e na eficiência
• Ganhos de reputação
• Partilha das melhores práticas
Boas práticas
europeias
• Boas práticas recolhidas de toda a UE
• Coordenação de conteúdo da PolPRIMETT
• Informações disponíveis num repositório
central
Pol-PRIMETT II
Out 2013 – Set 2015
• Área Stakeholders - website Pol-PRIMETT
www.pol-primett.org
3
Resultados Pol-PRIMETT
•
•
•
•
•
•
•
Levantamento da Legislação nos Estados-Membros
Fornecimento de Modelos de colaboração público-privada
Facilitação de comunicação entre Forças de Segurança de diversos
Estados-Membros
Facilitação de comunicação entre Forças de Segurança e setor
privado
Incorporou a indústria da reciclagem no debate
Pesquisou o fenómeno em detalhe em 5 Estados-Membros
Estabeleceu uma panorâmica do furto de metal em 11 EstadosMembros
Police – Private Partnership to Tackle Metal Theft II
Projeto 2 anos : Out 2013 – Set 2015
• Expandir da rede de troca de informações
• Analisar os resultados da aplicação de nova legislação
• Compreender o envolvimento do crime organizado
With the financial support from the Prevention of and Fight against Crime Programme of the European Union,
European Commission - Directorate-General Home Affairs
Estrutura do Projeto
WP1 - Gestão do Projeto
WP1 - Gestão do Projeto
WP2 – Crime organizado
ISEC
FUNDING BID
WP2 – Crime organizado
WP3 – Legislação e CoP
WP3 – Legislação e CoP
WP4 – Promoção de boas práticas
WP4 – Promoção de boas práticas
WP5 – Identificação de lacunas no
conhecimento e informação
WP5 – Identificação de lacunas no
conhecimento e informação
WP6 – Colaboração Público-Privado
WP6 – Colaboração Público-Privado
WP7 – Comunicação, disseminação
e avaliação
WP7 – Comunicação, disseminação
e avaliação
Programa de Eventos
Event
Venue
Host
Month
Meeting type
1
London, UK
SOCA
2
Kick off IMG and EUG meeting
2
Rome, Italy
Agenfor Italia
6
IMG and EUG meeting
3
Lisbon, Portugal
Guarda Nacional Republicana
10
IMG and EUG meeting
Annual Conference
4
Sofia, Bulgaria
5
Paris, France
6
London, UK
European Institute
14
IMG and EUG meeting
Gendarmerie OCLDI
18
IMG and EUG meeting
British Transport Police
22
IMG and EUG meeting
Final Conference
Rede de membros
AQUAPOL-RAILPOL-TISPOL
Projetos
TISPOL
RAILPOL
AQUAPOL
Ref Fevereiro de 2013
Princípios de funcionamento
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
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Troca de informação estratégica e operacional
Troca de boas práticas
Cooperação transnacional
Operações, inspeções e atividades conjuntas
Harmonização de procedimentos
Harmonização europeia de legislação
Ações de formação e treino conjuntos
TISPOL –
Security e Safety
European Traffic Police Network
 A TISPOL trabalha na área da FISCALIZAÇÃO RODOVIÁRIA e tem
por objeto a redução dos mortos, feridos graves e crime nas estradas
2
da Europa.
 Age como plataforma de APRENDIZAGEM e TROCA DE BOAS
PRÁTICAS entre forças de segurança com responsabilidade no
trânsito na Europa.
 As suas atividades são orientadas pela investigação, informação e
experiência para produzir resultados mensuráveis.
 Pretende a EDUCAÇÃO DOS UTILIZADORES DAS ESTRADAS
apoiada pela FISCALIZAÇÃO, produzindo efeitos significativos na
redução das vítimas de acidentes rodoviários.
 Trabalha com parcerias num esforço contínuo de tornar as estradas
da europa mais seguras.
2
TISPOL
3
RAIPOL
3
RAILPOL –
International Railway Police Network
 A RAILPOL trabalha na área da FISCALIZAÇÃO FERROVIÁRIA e
tem por objeto a uniformização de procedimentos e .
 Age como plataforma de APRENDIZAGEM e TROCA DE BOAS
PRÁTICAS entre forças de segurança com responsabilidade na
fiscalização ferroviária na Europa e na América do Norte.
 As suas atividades são orientadas pela investigação, informação e
experiência para produzir resultados mensuráveis.
 Trabalha com parcerias num esforço contínuo de tornar as ferrovias
da Europa mais seguras.
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AQUAPOL
3
FIM
3
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