Os Mistérios da Atlântida Esse texto são anotações minhas feitas

Propaganda
Os Mistérios da Atlântida
Esse texto são anotações minhas feitas durante uma palestra que assisti de um filósofo.
São palavras dele e meu conseqüente desenvolvimento sobre o tema abordado.
Antes de iniciar o estudo, quero dizer que Galileu Galilei, disse que qualquer
coisa que estudarmos e formularmos é uma hipótese, e só passa a ser teoria depois da
parte experimental. Pois bem, no presente texto, tem momentos que vou falar de
hipóteses e outras vezes de teorias.
Talvez, o título adequado para o tema abordado seria: “Atlântida: mito ou
realidade?” Pois hoje nós vemos muitas teorias e hipóteses para esse tema, muita
informação, e hoje a palavra mito é associada como algo fantasioso, quando na verdade
os mitos eram considerados pelos antigos com algo próximo a realidade. Temos muito
material de culturas que aparentemente não tiveram contato uma com a outra, mas que
falavam que eram originárias desses povos do mar que era os atlantes e essas culturas,
principalmente as que se julgam ser originárias desses povos do mar, apresentam
semelhanças em suas culturas. Exemplos de alguns desses povos: sumérios, egípcios,
maias, astecas, incas e etc. Bons livros que abordam esse tema da Atlântida, vou citar 3:
“As Digitais dos Deuses”, de Graham Hancock; “Timeu e Crítias”, de Platão; e o livro
“Reflexões Sobre Mundos, Homens e Mistérios”, de Michel Echenique Isasa.
Quando foram falar para Isaac Newton a sua grande contribuição que deixou
para a ciência, ele, Isaac Newton, falava que era um anãozinho que estava apoiado nos
ombros de gigantes. Valorizando assim, os estudos dos antepassados. Assim sendo,
Platão que escreveu “Timeu e Crítias” se baseou na histórias contadas por um ancião
egípcio a Solón, que era seu parente. E assim sendo, também, Platão escreveu toda sua
obra se baseado nos pré-socráticos, como Pitágoras, Parmênides... Dizem até que Platão
pagou uma fortuna para adquirir um manuscrito pitagórico muito raro. Além, é claro, de
se basear no seu mestre, Sócrates, que foi um divisor de águas para a filosofia.
Porém, a história dar muitas voltas, e na idade média se passou a acreditar que a
Terra era plana e não redonda, e muito do conhecimento da antiguidade foi perdido ou
esquecido ou simplesmente ignorado. Vejamos o assunto da Atlântida da seguinte
forma: hoje muitas teorias podem ser ridicularizadas e Platão ser considerado ficção,
pelo menos quando ele falou da Atlântida. Mas agora me responde uma coisa, leitor: se
você considera a obra de Platão fantástica e acha que só na história da Atlântida ele ia
fantasiar, então, por que ele iria fazer isso colocando em risco toda a credibilidade de
sua vasta obra? Não seria a história da Atlântida baseada em fatos reais?
Solón era um parente próximo de Platão e esteve no Egito. Solón era
considerado na época dele um dos 7 grandes sábios da Grécia. Então Solón foi ao Egito
falar da história da Grécia para os egípcios, maravilhado com a história da Grécia, como
se fosse uma história bem antiga. E os egípcios riram dele e consideraram os gregos
como crianças, pois os egípcios sabiam mais da antiguidade da Grécia mais do que os
próprios gregos e que a história é muito mais antiga do que se pensava os gregos, do
que se pensava Solón. Os egípcios inclusive falaram para Solón, que depois disse a
Platão, da guerra entre gregos e atlantes, na qual os gregos venceram. Algo
desconhecido pelos próprios gregos. Segundo a tradição esotérica, na Atlântida tiveram
3 grandes cataclismos, sendo o último causado por causa humanas, e os outros dois por
causas naturais. A cada cataclismo o continente da Atlântida que se estendia do leste da
América do sul, entre a América do sul e a África, no meio do oceano atlântico, indo até
o oceano atlântico do norte, entre a Europa e a América do Norte; então, a cada
cataclismo o continente diminuía de tamanho. Até que no último cataclismo, onde só
restava uma ilha com círculos concêntricos localizada entre a Europa e América do
Norte, segundo Platão, essa ilha “afundou em um dia e uma noite de infortúnio”. Era
onde estava localizada a capital da Atlântida. Os atlantes eram povos que na época de
ouro da humanidade procuravam conciliar o crescimento espiritual e material, mas na
Atlântida antediluviana, eles priorizavam mais o crescimento material e a moral dos
seus líderes estava corrompida, assim como a moral do seu povo. Porém, a tecnologia
que eles tinham era semelhante à tecnologia atual, com um diferencial na tecnologia
atômica. A maneira que eles lhe davam com a tecnologia atômica era diferente da nossa,
mas eles tinham conhecimento dessa tecnologia, assim como nós. E há quem diga que
eles tinham um grande conhecimento dos cristais, e engenharia genética. Há quem diga
que eles criaram o que conhecemos hoje como cavalos... Mas voltando... Então, eles
previram que um cataclismo iria acontecer e isso iria destruir a capital da Atlântida, e
por vaidade, eles quiseram mudar o eixo da Terra para salvar a capital da Atlântida
desse cataclismo, o que ocasionou o grande dilúvio, deu tudo errado, eles tentaram
evitar um cataclismo e acabaram criando um muito maior de dimensões mundiais.
Dizem que as ilhas dos açores eram picos de montanhas da Atlântida, assim
como as ilhas canárias. E os habitantes das ilhas canárias têm nomes totalmente
incomuns para aquela cultura, como o nome “Ankor”, dizem que isso tem haver com
lembranças de seus antepassados atlantes. Existe um grupo de pássaros que migram e
passam por aquela região das ilhas dos açores e eles ainda mantêm o instinto de voar em
círculos concêntricos procurando frutas naquelas regiões, comprovando uma teoria que
diz que a ilha da Atlântida era rica em frutas onde até os pássaros migratórios faziam
uma parada e se abastecia por lá. O deserto do Saara era mar, isso foi comprovado
cientificamente. E dizem que surgiu depois do dilúvio, depois do cataclismo atlante.
Assim como a atual configuração da costa do mediterrâneo, assim como dizem que a
cordilheira dos Andes surgiu depois desse cataclismo, mas isso é uma hipótese ainda a
ser comprovada e virar teoria.
Dizem também que os atlantes tinham colônias civilizatórias por todo o mundo e
é encontrado semelhanças entre essas culturas. Quando vamos estudar não só a
mitologia grega, mas qualquer mitologia devemos olhar com um olhar simbólico e não
levar as coisas ao pé da letra. Por exemplo, quando na mitologia grega diz que o titã
Cronos, o senhor do tempo, devora seus filhos por que existe uma profecia que diz que
um dos seus filhos o derrotará, e Zeus, o Deus dos Deuses, o filho que a mãe protege
nas suas coxas, escondido das vistas de Cronos, que depois derrota Cronos; devemos
entender que isso simboliza o próprio tempo que a tudo consome inclusive os próprios
homens, e que devemos utilizar a sabedoria, que no caso é simbolizado por Zeus, para
não deixar isso acontecer. Na mitologia grega, os titãs simbolizam forças da natureza, e
os Deuses simbolizam forças do homem para agir sobre essas forças da natureza e saber
lidar com elas e até dominar-las. Helena Blavatsky diz que qualquer coisa que formos
estudarmos com um olhar simbólico, devemos olhar seu lado mítico, místico e histórico.
Todos esses lados com igual importância. Para estudar a parte mítica, temos que pegar a
chave simbólica para entender. Como compreendemos os sonhos? Com chave
simbólica, pois bem, devemos usar essas chaves para entender os mitos. Já o aspecto
místico deve-se estudar a moral, que na história da Atlântida antediluviana, os atlantes
aparecem com a moral corrompida que se voltou contra a divindade, contra os deuses. E
o aspecto histórico deve estar apoiado em algum fato. Por exemplo: na história da
guerra entre Pandavas e Kuravas na Índia acreditava-se que era apenas uma história
fantasiosa, até que na região que se acredita que aconteceu a guerra, encontrou vestígios
de uma batalha que aconteceu há milênios e que realmente os povos hindus foram
formados de povos indo-europeus, hoje sabemos que são os arianos que migraram da
Europa para atual região do subcontinente indiano e se misturaram com os povos
nativos de lá. Já no caso de Tróia, até aquele arqueólogo encontrar os vestígios de Tróia,
os catedráticos consideravam a história de Tróia fantasiosa, e ridicularizavam aquele
arqueólogo europeu, até que um belo dia se baseando em Homero, ele encontrou
material que indicava que ali viveu realmente os troianos, pois esse material era
antiguíssimo e carregava o nome dos antigos líderes de Tróia.
Segundo a teosofia que se baseou na história contada a Helena Blavatsky, pelos
tibetanos, esses atlantes eram gigantes. Inclusive, essas escolas de mistérios, depois da
invasão chinesa no século 20, não permaneceram mais lá. Então, se a milhões de anos
atrás, se tudo era gigante, plantas, animais, e existem hoje indícios, ainda que tímido,
que o homem é muito mais antigo do que se pensa, como o homem poderia sobreviver
nesse meio? Tinham que se adaptar ao meio, e tinham que ser gigantes que foram
diminuindo de estatura com o passar dos milenares anos. No século 20 foi achada no
Peru uma ossada de um desses gigantes, porém essa ossada foi levada rapidamente para
a Área 51, no deserto dos Estados Unidos.
Segundo a teoria do conhecimento de Platão, primeiramente nós temos um
opinião, estamos cheio delas, e quando admitimos que “Só sabemos que nada sabemos”,
como diria Sócrates, passando dos campos da opinião, para a reta opinião, nesse estado
de espírito, se assim podemos dizer, sabemos que não sabemos, mas procuramos imitar
Isaac Newton, se apoiando nos ombros de gigantes, procurando quem sabe. Mas como
saber quem é sábio para nos apoiarmos neles? Usando o bom senso. Exemplo: se
queremos aprender a pilotar o avião, e aparece uma pessoa dizendo que sabe pilotar,
perguntamos a ela o diploma dela, o currículo, investigamos a trajetória de estudo dessa
pessoa, e etc. Fazermos uma investigação para sabermos se essa pessoa que vai nos
ensinar a pilotar um avião se sabe realmente pilotar um avião. Depois quando
aprendemos bem algumas coisas e sabemos lidar com elas, passamos ao campo do
conhecimento, para por fim, chegar ao campo da sabedoria. É quando passamos a olhar
a vida com nossos olhos, e não só através dos olhos desses sábios. Como um músico
que depois de tanto se aprofundar na música, e assim sendo, procurando mais e mais a
interdisciplinaridade, como associar matemática a música, esse homem acaba se
tornando um especialista não só na música, mas na vida. Assim, criando um mito em
torno de sua vida. Aliais, um mito é chegar a um senso comum de várias interpretações
de um história. Hoje a gente está muito preocupado com evidências históricas e acaba
negligenciando o mito. Divida o homem em três partes: espírito (que seria a idéia), alma
(que seria algo de mim, um mito) que seria aquilo que move a história, e por último o
físico ou o corpo, onde está a história. Agora eu pergunto, a história é só o corpo ou o
físico? Não, tem uma alma e um espírito.
Voltando um pouco ao assunto da Atlântida, foi encontrado o chamado mapa de
Pires Reis, um almirante turco... Esse mapa é do ano de 1500 d.C. e descobriu-se que
esse mapa era cópia de muitas outras edições desse mapa, então o original era muito,
muito antigo. E nesse mapa vemos o leste da América do Sul, o oeste da África e parte
da Antártida com seu litoral recortado como se estivesse em degelo. E descobriram que
o último degelo que aconteceu foi entre 6.000 a.C. e 13.000 a.C. E pela história atual, a
Antártida foi descoberta pelos europeus por volta de 1800 d.C. Outro exemplo
enigmático é as pirâmides, que quando a datam, na verdade estão datando a época que
foi desenterrada, e que elas são muito mais antigas do que se pensa. E como algo tão
complexo como as pirâmides do Egito foram construídas há milênios e milênios atrás, e
tem historiador hoje que data a história da humanidade como se tivesse começado bem
mais recentemente, quando na verdade a data provável que foi desenterrada as
pirâmides, veja bem, eu disse desenterradas, e ela sofreu outros desenterramentos... E a
data desses desenterramentos é até mais antiga do que a própria história oficial do início
da humanidade... O próprio criador do método do carbono 14 que é usado para
descobrir a datação de um achado arqueológico, disse que a única obra que não se podia
usar esse método, seria com as pirâmides. Aprenda uma coisa, no início da história da
humanidade vivemos uma época mágica, depois uma época religiosa, depois uma época
filosófica, e hoje estamos vivemos a época da ciência, mas nossa época científica não é
superior a essas épocas anteriores em termos morais, é até inferior e há quem considere
que os atlantes eram até superiores a nós em algumas áreas científicas, pois bem, fica ai
o mistério de unirmos a magia, religião, filosofia e ciência, para sairmos do buraco que
se encontra hoje a humanidade, um buraco da decadência da moral, não falo da moral
temporal, passageira, mas da moral atemporal, eterna.
Autor: Victor da Silva Pinheiro
WWW.recantodasletras.com.br/autores/victorgeo10
WWW.victorgeo10.blogspot.com
WWW.myspace.com/victorgeo10
WWW.twitter.com/victorgeo10
WWW.fotolog.com.br/victorgeo10
www.facebook.com/victorgeo10
www.youtube.com/victorgeo10
[email protected]
Download