PGS para alterações cromossômicas estruturais.

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 PGS para alterações cromossômicas estruturais.
1. Apresentação. O que é? É um procedimento que nos permite detectar desequilíbrios cromossômicos nos embriões de pacientes portadores de alterações cromossômicas estruturais tais como, Translocações (Robertsonianas e Recíprocas) e Inversões (Pericêntricas e Paracêntricas) 2. Objetivo. Para que serve? Permite seleção dos embriões cromossomicamente normais ou equilibrados entre todos os embriões desenvolvidos de um casal em que um dos membros apresenta uma alteração cromossômica estrutural equilibrada. 3. Indicações. Para quem e por quê? Embora os portadores de alterações cromossômicas estruturais equilibradas não apresentam uma patologia, eles podem apresentar um risco elevado de infertilidade, aborto ou embriões com desequilíbrios no material genético que podem implicar em uma patologia. A seleção de embriões cromossomicamente normais ou equilibrados em tais pacientes reduz o risco de descendentes com material genético em desequilíbrio e aborto, além de aumentar, de forma total, a taxa de sucesso reprodutivo. 4. Amostra. Como? As amostras a serem analisadas podem ser células embrionárias ou uma fração do trofectoderma, obtidas através de uma biopsia embrionária no terceiro ou quinto dia (respectivamente) do desenvolvimento embrionário. 5. Metodologia Dependendo do tipo de alteração e do tamanho dos fragmentos cromossômicos envolvidos na alteração podemos utilizar as seguintes técnicas: 5.1 “Hibridização in situ Fluorescente” (FISH) Consiste na hibridização do núcleo de uma ou mais células embrionárias com sondas de DNA marcadas com moléculas fluorescentes para a determinação do número de cópias do fragmentos cromossômicos envolvidos na alteração. Para isso, os blastômeros obtidos pela biopsia são fixados em uma lâmina. A escolha das sondas utilizadas para a análise depende de cada alteração, por isso há necessidade de um estudo prévio personalizado. Tal estudo é realizado com linfócitos do portador da alteração e permite a criação de um protocolo personalizado com a seleção de sondas de DNA que nos permite detectar os desequilíbrios para os cromossomos envolvidos. Denominado “Estudo Prévio de Translocação” www.igenomix.com.br 5.2 CGH Arrays (aCGH) Consiste na extração e amplificação do DNA de um blastômero ou de várias células de trofectoderma, que são inseridas em um microtubo. Posteriormente à amplificação o DNA de cada embrião e um DNA de indivíduos controles normais são marcados com diferentes Fluorocromos (Cy3 e Cy5). Este DNA marcado é hibridizado com os micro‐arrays de DNA 24sure+TM. A análise da imagens obtidas é realizada através do software BlueFuse Multi 2.6 Antes de começar qualquer tratamento, devemos consultar sempre o laboratório para a indicação de qual metodologia é a mais apropriada. Para as translocações Robertsonianas recomendamos a técnica de aCGH, que além de detectar a translocação, nos permite também detectar aneuploidias para todos os cromossomos. Para os outros tipos de alterações estruturais, sempre poderemos utilizar a técnica de FISH específico para os cromossomos envolvidos na alteração, porém podemos optar também pela técnica de aCGH em alguns casos, casos estes que apresentem fragmentos cromossômicos de tamanho de médio‐grande. 6. Processamento de amostras e entrega de resultados. Quando? A amostra é transportada em um recipiente especial a frio e bem protegido para evitar qualquer ocorrência. A amostra deve ser enviada imediatamente ao endereço de IGENOMIX Brasil, que pode ser consultado em www.igenomix.com.br São necessárias de 24‐48hs para a análise do estudo e emissão dos resultados. 7. Como começar? Contate‐nos [email protected] www.igenomix.com.br 
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