NEUROCIÊNCIA E APRENDIZAGEM – UTILIZANDO OS CONHECIMENTOS SOBRE O CÉREBRO PARA MELHORAR O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS NAS EMPRESAS A vida dita moderna, a globalização, as crises financeiras e o atual desenho dos mercados mundiais, têm exigido das empresas e de seus colaboradores diferenciais competitivos que demandam muito além de flexibilidade e poder de adaptação, mas sim uma gestão de conhecimento no qual este, juntamente com a inovação, se transformou em algo de extremo valor. O conhecimento embora seja um bem intangível, passou a ser considerado como patrimônio das empresas e sua gestão passa, não só pela preservação de procedimentos antigos, mas pelo aprendizado de novos conceitos e práticas e por esse motivo, grandes empresas reconhecem o valor do treinamento e desenvolvimento de suas equipes. E para que se tenha um melhor proveito do que é ensinado aos seus colaboradores, torna-se importante identificar qual a melhor forma de se ensinar, apresentar ou disponibilizar informações e oportunizar que ela seja realmente apreendida por quem a recebe e transformada em ação de mudança. Para se entender como o processo de aprendizado acontece, pode-se começar a estudar o órgão fundamental para o processamento de toda a informação: o cérebro. Assim, esse artigo tem por objetivos apresentar estudos sobre a importância dos sentidos para a aprendizagem, o comportamento do cérebro quando alguém aprende algo novo e como instrutores podem aproveitar esses conhecimentos para treinar e desenvolver melhor as equipes das organizações. O CÉREBRO Embora os últimos anos tenham apresentado grandes novidades no estudo desse órgão humano, é sabido que muito ainda há de se descobrir. Conforme Lucia Oliveira apresenta em artigo digital da revista Super Interessante, intitulado 2 Cérebro Humano, com a ajuda da câmara de pósitrons (aparelho que permite visualizar o cérebro em atividade), foi possível verificar que: ...as últimas descobertas aconselham apagar da memória a gasta analogia do computador. Parece muito mais adequado comparar o cérebro humano a um movimentado pregão da Bolsa ou a um igualmente agitado debate estudantil em que as informações pipocam de forma desorganizada e muitas vezes prevalece quem fala mais alto. No ano passado, cientistas americanos concluíram que qualquer estímulo que chega ao cérebro não segue uma rota definida, mas percorre diversos caminhos de neurônios, e alguns vão levar a dados que nada têm a ver com o assunto tratado. Esse órgão espetacular que apresenta aproximadamente 86 bilhões de neurônios (células nervosas) é dividido em dois hemisférios, o esquerdo e o direito, sendo que cada lado é responsável por determinadas funções, mas embora seja muito difundida a teoria de que o lado esquerdo é mais racional e lógico e o direito mais ligado às emoções e a criatividade, sabe-se que o cérebro trabalha em conjunto e a ligação entre os dois lados é feita por uma fissura que é composta por fibras nervosas brancas (axônios envolvidos em mielina) a qual faz uma ponte para a troca de informações entre as muitas áreas do cérebro. Além dos dois lados, que coordenam a inteligência e o raciocínio do indivíduo, o cérebro é formado por mais dois componentes, isso em sua estrutura básica, o cerebelo e o tronco cerebral, sendo o primeiro o coordenador geral da motricidade, da manutenção do equilíbrio e da postura corporal, segundo compartilhou Marcelo Oliveira, outras partes ainda ligam o cérebro à medula espinhal, o que faz a sua ligação com o restante do corpo. O CÉREBRO E OS CINCO SENTIDOS O conhecimento está intrinsecamente ligado aos sentidos. Aprende-se ouvindo, vendo, escutando e sentindo. Nenhum aprendizado é processado pelo cérebro antes de ter passado por um dos órgãos dos sentidos. Por esse motivo compreender-se que o estimulo de cada um deles é importante, e como eles combinados podem ser mais bem utilizados para se assimilar um novo processo. Desde a infância é através dos órgãos dos sentidos (olhos, nariz, ouvido, boca, pele) que as crianças passam a descobrir o mundo e interagir com ele. Em cada uma das fases as crianças desenvolvem determinadas aptidões até que em determinado período, segundo WADSWORTH (1996) as estruturas cognitivas 3 passam a permitir uma abstração total das representações. Ela passa a ser capaz de pensar logicamente, formulando hipóteses e buscando soluções não só dependendo da observação do real. Assim, suas percepções passam a ser um conjunto das informações captadas pelos sentidos e processadas pelo cérebro. Esse processamento, é claro, não acontece de forma sistêmica e igual para todos. Pois as condições ambientais, hereditárias e as experiências de cada pessoa, fazem com que os dados sejam armazenados, eliminados ou reorganizados de forma bastante distinta de pessoa para pessoa. Desse modo, a maneira como as informações “entram” no cérebro são determinantes para que sejam armazenadas e processadas de forma que produzam uma mudança de comportamento e uma memória mais facilmente recuperada quando necessária. Portanto é interessante saber que o cérebro retém apenas 5% daquilo que ouve; 10% do que lê, 20% do que vê, 30% do que demonstra, 50% do que discute em grupo, 75% do que pratica e 90% do que ensina aos outros. Assim sendo, se depois de se ler, ouvir ou ver, houver uma prática dialética, haverá um processamento maior dos dados e uma mudança comportamental que é comandada pelo cérebro. E embora estudiosos como Heckman (2004) considerem que a infância e a adolescência sejam determinantes para a qualidade do aprendizado e mesmo do sucesso do ser humano, sempre se está aprendendo algo novo e descobrindo novas capacidades do cérebro e sua plasticidade. Segundo Pantano (2009), a plasticidade é um termo usado referindo-se as capacidades adaptativas do Sistema Nervoso Central, sendo sua habilidade para modificar sua organização estrutural e seu funcionamento. É o que permite o desenvolvimento de alterações estruturais em resposta a estímulos. A plasticidade acontece em nível de neurônios, das conexões sinápticas e das áreas corticais. Ainda segundo Flor (2012) “A propriedade de plasticidade também diz respeito à aprendizagem através da adição ou remoção de conexões ou adição de células, existindo uma relação dinâmica entre plasticidade, memória e aprendizagem”. Assim, a capacidade do cérebro tem de se remodelar a partir do que guarda ou não na memória e os milhões de conexões que é capaz de criar, determinam a aprendizagem tornando o ser humano uma espécie única. 4 O QUE ACONTECE NO CÉREBRO QUANDO APRENDEMOS ALGO NOVO Quanto mais conhecimento se adquire, mais fácil é a adaptação e a busca por diferencial no mercado de trabalho, o qual passa por uma liquidez bastante elevada nos dias atuais. Porém, aprender algo novo não é tão simples como parece, por esse motivo, entender como nosso cérebro aprende é tão fundamental. No seu livro Desafiando o Talento, Colvin (2008) reforça a importância da repetição para que o cérebro passe a efetuar determinada tarefa com maior rapidez e eficácia. Usando exemplos do esporte e da música ele defende o treino e o foco como determinantes para um aprendizado real. Quando se está realizando uma tarefa, usam-se várias regiões do cérebro, segundo explica o empresário Jason Shen. “Nosso cérebro coordena um complexo conjunto de ações que envolvem funções motoras, processamento visual e auditivo, habilidades de linguagem verbal, e outros”. Ainda segundo Souza: Quando você aprende como executar um novo tipo de tarefa (seja tocar guitarra ou dirigir), normalmente é difícil no começo, mas com o passar do tempo, as coisas se tornam mais naturais, mais fáceis de realizar. “O que a prática realmente faz é ajudar o cérebro a aperfeiçoar esse conjunto de atividades coordenadas, por meio de um processo chamado mielinização”. Mielina é uma espécie de “capa” que cobre parte dos neurônios e aumenta a intensidade e a velocidade de transmissão de impulsos elétricos entre um neurônio e outro. A mielinização ocorre naturalmente, em especial na infância e na adolescência, quando o cérebro tem mais facilidade em formar novas ligações entre neurônios. http://hypescience.com/o-que-acontececom-seu-cerebro-quando-voce-aprende-algo/ Acesso em 8 de Nov. de 2015. Essa substância gordurosa, chamada mielina, é a responsável pelo impulso elétrico saltar de um nódulo para outro, ao invés de ter que viajar a distância inteira do axônio. Que permite a agilidade da comunicação neural, permitindo assim que com a prática de alguma atividade específica, como por exemplo, lances de basquete, ao longo do tempo aja um aumento da quantidade de mielina no cérebro potencializando a velocidade e a força desse, proporcionando que a atividade se torne mais fácil e eficaz. No entanto, quando o cérebro recebe uma informação há uma mudança não somente químico-biológica, mas por vezes comportamental comandada por ele. É quando, por exemplo, identifica-se a gravidade de um ferimento, como quando colocamos a mão em uma panela quente e os neurônios receptores da dor são 5 estimulados emitindo impulsos elétricos que seguem pela medula espinhal até o cérebro. No cérebro várias regiões processam a informação de forma paralela como mencionado em artigo online da Revista Super Interessante: No sistema límbico é atribuído à dor o caráter desagradável e emocional de sofrimento. Quando chega ao córtex, essa sensação emocional de dor é interpretada. Ele consegue localizar a dor, classificá-la, dar significado afetivo, pensar em como reagir - por exemplo, chamar a ambulância. Ao mesmo tempo, diferentes partes do cérebro liberam quantidades maiores de substâncias que aliviam a sensação dolorosa: encefalinas (opioides naturais), serotonina e endorfinas. Se o tecido for lesionado, a produção de prostaglandinas será acelerada. Isso deixa a área mais suscetível, inclusive ao toque. Embora esse processo complexo aconteça em milésimos de segundos, é possível identificar quantas partes de nosso corpo e especialmente do cérebro estão envolvidos. E ainda mais, algumas pessoas podem se importar menos com uma queimadura na mão, outras podem considerar isso uma tragédia. Aí entram as memórias afetivas. E a memória é algo fundamental para o aprendizado. A MEMÓRIA Não é sabido exatamente porque determinada coisa interessa mais a alguém do que outras tantas ou como o cérebro coordena aquilo que lhe é mais propício, no entanto sabe-se que, segundo Pantano (2009), uma seleção acontece, ou pela intensidade dos estímulos que os receptores sensoriais recebem ou por mecanismos de memória, os quais são baseados nas experiências vividas pelos indivíduos. No entanto, aquilo que o cérebro grava começa a ser processado a partir da atenção que se dá a determinado fato, objeto, história, movimento. Segundo Willian James (1890 apud FERREIRA, 2014, p.106) a atenção é o processo pelo qual a mente se ocupa de algo, o que implica em se afastar de outras coisas a fim de trabalhar com o objeto considerado. Depois da atenção obtida é que o cérebro vai determinar se memoriza ou não aquilo que registrou. Assim passa-se a memória propriamente dita, a qual pode ser dissociada em relação ao tempo, sendo de curta ou de longa duração, no qual está última, ainda é dividida em explícita ou declarativa ou implícita ou de procedimentos. Ou seja, aquela que pode ser declarada de forma verbal ou aquela que tem haver mais com 6 atos motores. Por esses motivos, tanto a linguagem quanto a memória estão diretamente ligados à aprendizagem. E um aprendizado complexo só é possível porque o cérebro armazena informações em sua memória e permite que ele seja revisitado e remodelado para que haja um novo processo. Sem a memória seria impossível se aprender a ler, pois uma vez esquecidas às primeiras sílabas como dar continuidade a palavra? O nosso cérebro processa memórias de curta duração na parte frontal (lóbulo pré-frontal), já as de longa duração são processadas no hipocampo, uma área mais interna do órgão. É importante destacar que essas regiões cerebrais não fazem tudo sozinhas, elas dependem das conexões neurais de outras partes do cérebro e dependem de proteínas e outras substâncias químicas para manterem ligações com outras partes do sistema. Segundo compartilhou Natasha Romanzoti no site hypescience.com/como-ocerebro-armazena-nossas-memorias/: “As conexões de uma lembrança entre os neurônios podem se tornar uma combinação fixa. Por exemplo, quando você ouve uma música, pode associá-la com algum episódio que lhe aconteceu enquanto você a ouvia”. Portanto, não só é importante que o cérebro guarde uma memória, mas possa revisitá-la quantas vezes for necessário e reorganizá-la conforme novos acontecimentos ou aprendizados forem ocorrendo. E essa é uma capacidade fundamental do cérebro para que aja uma mudança comportamental, a qual tenha sido estimulada independente dos sentidos utilizados para que fosse processada. Aprendizado e mudança de comportamento estão intrinsecamente ligados. PRATICANDO Para Peter Drucker, “O conhecimento e a informação são os recursos estratégicos para o desenvolvimento de qualquer país. Os portadores desses recursos são as pessoas”. E para desenvolver essa potencialidade humana dentro das empresas instrutores (podem ser especificamente pedagogos empresariasis) que junto com uma equipe multidisciplinar é responsável por procurar estratégias e métodos que proporcionem uma melhor aprendizagem, apropriação de conhecimentos, “tendo como alvo principal gerar mudanças no comportamento das pessoas de modo que estas melhorem tanto a qualidade da sua atuação profissional quanto pessoal”. (Cassimiro, acesso em 7 nov. 2015). 7 Cabe aos profissionais desenvolverem uma sensibilidade e capacidade para apreender e aprender de forma a conhecer as diferenças culturais dos treinados reconhecendo a importância da gestão do conhecimento nas organizações, de forma a desenvolver estratégias não só fundamentais para a empresa, mas para seus colaboradores, os quais se sentindo motivados, valorizados, aprendem cada vez mais e utilizam esses conhecimentos para o desenvolvimento do seu ambiente de trabalho. UTILIZANDO OS CONHECIMENTOS Em um caso hipotético, um instrutor foi incumbido de dar um treinamento aos colaboradores do setor de RH que trabalham principalmente com atendimento interno. Detentor do conhecimento de como o cérebro processa informações, ele preparou um material levando em conta alguns pontos: - É preciso haver uma motivação inicial, para que o cérebro seja “capturado” a fim de que preste atenção no que será ensinado. Segundo Silva (apud Salla): "A cognição tem origem na motivação. Mas ela não brota espontaneamente, como se existissem algumas crianças com vontade - e naturalmente motivadas - e outras sem. Esse impulso para agir em direção a algo é também culturalmente modulado. O sujeito aprende a direcioná-lo para aquilo que quer estudar." - Quanto mais estímulos o cérebro receber mais sinapses irá realizar e isso beneficia a aprendizagem, um ambiente adequado é um bom começo de estímulo para qualquer treinamento; - O treinamento tem que levar em conta que o cérebro não processa nada que não tenha passado antes por pelo menos um dos cinco sentidos, e que pessoas têm diferentes sentidos desenvolvidos, pois algumas aprendem mais vendo, outras ouvindo. Dessa forma, a exposição tem que se utilizar de metodologias variadas; - Todos têm memórias prévias em menor ou maior grau em relação as suas funções na empresa, assim o ensino tem que ser capaz de revisitar essas memórias e solicitar a participação dos treinados é fundamental nesse ponto. Vale citar que: "Aprendemos com base no que já sabemos. Essa premissa é central na Teoria da Aprendizagem Significativa, de Ausubel. É preciso diferenciar 8 memória de aprendizagem significativa. A primeira é a capacidade de lembrar algo. Já a segunda envolve usar o saber prévio em novas situações - um processo pessoal e intencional de construção de significados com base na relação com o meio (social e físico)." - Lemos (apud Salla) - Embora se deva adequar o tempo dos treinamentos para seu melhor aproveitamento, sabe-se que em um curto período muitas coisas podem ser deixadas para trás, por isso é importante reforçar praticas, dinâmicas e técnicas que os participantes possam utilizar após as aulas para que o que foi ensinado seja realmente apreendido; - O que os treinados veem, cheiram, ouvem, tocam, degustam, passam por filtros intangíveis como: conhecimento, valores, crenças, cultura, e é por isso que é tão importante a etapa de feedback, para que o pedagogo possa perceber se está atingindo seu objetos. Utilizando esses pontos essenciais o instrutor não somente pode melhorar a qualidade de seus treinamentos, mas seu próprio conhecimento, pois é sabido, como foi apresentado na pirâmide do conhecimento, que aquele que ensina absorve 90% daquilo que está expondo. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com base nos autores referidos considera-se que a neurociência voltada à aprendizagem pode ajudar na compreensão desse processo e ser um estudo fundamental para a melhoria da qualidade dos treinamentos empresariais. Num mundo no qual o emprego e os mercados de trabalho passam por tantas mudanças, sejam tecnológicas, científicas, comportamentais, é preciso que os profissionais responsáveis pelo treinamento e desenvolvimento de equipes, se atenham que não é possível ensinar em blocos fechados, mas sim, é preciso se utilizar de toda a experimentação possível e toda capacidade cerebral do indivíduo, a fim de que ele possa obter habilidades e competências que o ajude a enfrentar situações inesperadas e incertas. E para isso, conhecer como o cérebro se comporta frente a novos aprendizados ou situações é solidificar o conhecimento e colocá-lo em pratica. Assim sendo, estimular o conhecimento, bem como o autoconhecimento é uma forma de dar-se uma real contribuição, não só para o benefício das empresas, mas para uma sociedade de maiores e melhores oportunidades. 9 REFERÊNCIAS A CIÊNCIA DO APRENDIZADO. Disponível em: < http://www.methodus.com.br/artigo/329/a-ciencia-do-aprendizado.html>. Acesso em 10 nov. 2015. CASSIMIRO, Patrícia Rocha. Pedagogia empresarial. Disponível em: < http://www.infoescola.com/profissoes/pedagogia-empresarial/>. Acesso em: 7 nov. 2015. COISAS QUE NOSSO CORPO FAZ. Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/coisas-que-nosso-corpo-faz. > Acesso em: 8 nov. 2015. COLVIN, Geoffrey. Desafiando o Talento. São Paulo: Editora Globo, 2009. FERREIRA, Maria Gabriela Ramos. Neuropsicologia e aprendizagem. Curitiba: Editora Intersaberes, 2014. Versão digital. 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