UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM EDIFICAÇÕES RELATÓRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA TIPOLOGIAS CONSTRUTIVAS DE EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIO NA CIDADE DE FLORIANÓPOLIS-SC Bolsista: PRISCILA MEI MINKU, graduanda em Arquitetura e Urbanismo Orientador: Prof. ENEDIR GHISI, PhD Florianópolis, outubro de 2005 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM EDIFICAÇÕES PRISCILA MEI MINKU TIPOLOGIAS CONSTRUTIVAS DE EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIO NA CIDADE DE FLORIANÓPOLIS-SC Relatório de Iniciação Científica realizado sob a orientação do Professor Enedir Ghisi, PhD. Florianópolis, Outubro de 2005 ii RESUMO O comportamento energético de um edifício depende das componentes escolhidas para formar o envelope. Isto se deve ao fato de cada material possuir reações distintas a fenômenos que nele ocorrem, como a inércia térmica, trocas de calor por condução, convecção e radiação. As propriedades térmicas dos materiais utilizados nas fachadas externas e a ação dos raios solares influenciam nas cargas térmicas da edificação. Para se obter um bom desempenho termo-energético, é preciso uma conjugação racional entre os detalhes construtivos e fatores externos, tais como o clima local, a ação do vento e a interferência de edificações do entorno e da orientação solar. Considerando-se a grande influência que o envelope traz para a eficiência energética, este trabalho tem como principal objetivo fazer um levantamento sobre os detalhes construtivos de 47 edifícios de escritório (12 públicos e 35 privados), situados na malha urbana central da cidade de Florianópolis-SC. Através da Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos (SUSP), foi possível o acesso a todos os projetos dos edifícios de escritório situados em Florianópolis. A partir de então se iniciaram os levantamentos, obtendo-se o nome dos projetistas e construtores, início de ocupação, localização do edifício, as espessuras das lajes, pé-direito, área média dos escritórios, número de pavimentos-tipo, área de janelas, entre outros. No decorrer dos levantamentos houve a necessidade de se entrar em contato com os projetistas e os construtores responsáveis pelas obras para obter detalhes construtivos que não estavam disponíveis na SUSP. Mais tarde, também houve a necessidade de se conferir in loco a orientação solar dos edifícios e de fazer a medição da refletância de suas fachadas. Concluídos os levantamentos, observou-se que, em geral, os edifícios possuíam áreas de janela pequenas em relação às suas fachadas. As cores das edificações mostraram-se bastante diversificadas. Considerando-se as cores de todos os edifícios, conjuntamente, observou-se que 52% delas apresentaram reflexão abaixo de 50%, o que pode ser um fator negativo para o clima de Florianópolis. Notouse uma falta de preocupação por parte dos projetistas e engenheiros, em criar elementos de proteção solar em fachadas voltadas para orientações solares hostis e em implantar janelas que garantam ventilação dos ambientes internos. iii AGRADECIMENTOS Agradeço à minha mãe, Carmen Born Schenberger, por me incentivar e me apoiar em todos os momentos, com muito carinho e dedicação. Ao meu pai, Nelson Reis Minku, por ajudar em minha formação. À minha irmã querida, Fernanda, a quem sempre me serviu de exemplo. À SUSP, pela eficiência e boa vontade no fornecimento dos materiais que precisava para este trabalho e pelo espaço que me dispôs para trabalhar. Aos arquitetos e engenheiros que me ajudaram a completar o levantamento das tipologias construtivas. Aos profissionais que proporcionaram acesso às fachadas externas dos edifícios para a medição das refletâncias. Aos integrantes do LabEEE, em especial à Marina Vasconcelos Santana, por sua ajuda. Ao professor Enedir Ghisi, por ter me aberto oportunidades e por sua orientação, persistência e dedicação em todas as etapas deste trabalho. À Eletrobrás, pelo auxílio através do fornecimento de uma bolsa de estudo. iv SUMÁRIO RESUMO ........................................................................................................................iii AGRADECIMENTOS...................................................................................................iv ÍNDICE DE FIGURAS.................................................................................................vii ÍNDICE DE TABELAS ..................................................................................................x 1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 1 1.1 JUSTIFICATIVAS ........................................................................................................1 1.2 OBJETIVOS ...............................................................................................................4 1.2.1 Objetivo geral ..................................................................................................4 1.2.2 Objetivos específicos........................................................................................4 1.3 ESTRUTURA DO TRABALHO ......................................................................................5 1.4 O CONTEXTO DO PROJETO ........................................................................................5 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA...................................................................................6 2.1 A IMPORTÂNCIA DAS TIPOLOGIAS CONSTRUTIVAS PARA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 6 2.2 AS FASES DE PROJETO E AS DECISÕES ARQUITETÔNICAS ...........................................7 2.3 TÉCNICAS PASSIVAS E ATIVAS ..................................................................................9 2.4 A FORMA ................................................................................................................11 2.5 A COR .....................................................................................................................12 2.6 A COBERTURA ........................................................................................................14 2.7 AS PAREDES ...........................................................................................................15 2.8 OS VIDROS ..............................................................................................................16 2.9 OS BRISES ...............................................................................................................18 2.11 A IMPORTÂNCIA DE UMA NORMA .........................................................................19 2.11.1 Iniciativas em Salvador-BA..........................................................................20 3 METODOLOGIA ......................................................................................................21 3.1 EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIO SITUADOS NA CIDADE DE FLORIANÓPOLIS .....................21 3.2 DISTINÇÃO DOS EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIO..............................................................21 3.3 LEVANTAMENTO DAS TIPOLOGIAS CONSTRUTIVAS .................................................21 3.4 LEVANTAMENTO DE TIPOLOGIAS JUNTO AOS PROFISSIONAIS ..................................22 3.5 ORIENTAÇÃO SOLAR DOS EDIFÍCIOS .......................................................................22 v 3.6 DETERMINAÇÃO DA FORMA....................................................................................23 3.7 ELEMENTOS DE PROTEÇÃO SOLAR ..........................................................................23 3.8. REFLETÂNCIA ........................................................................................................23 3.9 ANÁLISE DOS DADOS ..............................................................................................24 4. RESULTADOS..........................................................................................................26 4.1 LOCALIZAÇÃO ........................................................................................................26 4.2 NÚMERO DE EDIFÍCIOS ...........................................................................................26 4.3 NÚMERO DE PAVIMENTOS ......................................................................................27 4.4 A FORMA................................................................................................................27 4.5 ORIENTAÇÃO DAS FACHADAS PRINCIPAIS ...............................................................29 4.6 ORIENTAÇÃO E ÁREA DAS ABERTURAS ...................................................................35 4.7 BRISES ....................................................................................................................38 4.8 COR ........................................................................................................................40 4.9 ANÁLISE DE DETALHES CONSTRUTIVOS.................................................................47 4.9.1 Paredes...........................................................................................................48 4.9.2 Sistemas de Abertura .....................................................................................48 4.9.3 Vidros .............................................................................................................50 4.9.4 Coberturas .....................................................................................................50 5. CONCLUSÃO ........................................................................................................... 52 5.1 CONCLUSÕES GERAIS .............................................................................................52 5.2 LIMITAÇÕES DO TRABALHO ....................................................................................53 5.3 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS ................................................................54 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................55 APÊNDICES..................................................................................................................59 APÊNDICE 1 – Planilha utilizada nos levantamentos na Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos ............................................................................................................59 APÊNDICE 2- Tipologias construtivas de 35 edifícios privados de escritório ..............63 APÊNDICE 3- Tipologias construtivas de 12 edifícios públicos de escritório ..............98 APÊNDICE 4- Refletância das cores de 39 edifícios ...................................................105 vi ÍNDICE DE FIGURAS Figura 3.1- Bússola utilizada nos levantamentos............................................................22 Figura 3.2- Limite de abrangência para cada orientação solar........................................23 Figura 3.3- Aparelho utilizado para a medição das refletâncias. ....................................24 Figura 4.1- Mapa do Brasil indicando a localização de Florianópolis e dos edifícios analisados. .......................................................................................................................26 Figura 4.2- Formas encontradas em 47 edifícios públicos e privados. ...........................28 Figura 4.3- Proporção da dimensão dos edifícios retangulares.......................................28 Figura 4.4- Declinação magnética...................................................................................29 Figura 4.5- Fachada principal do edifício do Ibama. ......................................................31 Figura 4.6- Fachada principal do Centro Executivo Casa do Barão. ..............................31 Figura 4.7- Porcentagem de área de janela em relação à fachada principal de 47 edifícios de escritório. .....................................................................................................35 Figura 4.8- Fachada principal do edifício Palas..............................................................36 Figura 4.9- Porcentagem de área de janela em relação à fachada de 47 edifícios de escritório..........................................................................................................................37 Figura 4.10- Edifício Granemann ...................................................................................37 Figura 4.11- Edifício Comercial Ilha ..............................................................................37 Figura 4.12- Centro Empresarial Barão do Rio Branco................................................38 Figura 4.13- Edifício Comercial Saint James. ................................................................38 Figura 4.14- Edifício Palas..............................................................................................38 Figura 4.15- Edifício Pedro Xavier.................................................................................39 Figura 4.16- Edifício Emedaux. ......................................................................................39 Figura 4.17- Centro Executivo Maxim’s. .......................................................................39 Figura 4.18- Edifício Aldo Beck.....................................................................................40 Figura 4.19- Edifício do Ibama. ......................................................................................40 Figura 4.20- Centro Executivo Via Vênetto ...................................................................40 Figura 4.21- Incidência de cores em 43 edifícios de escritório.......................................40 Figura 4.22- Edifício Antero F. de Assis ........................................................................41 Figura 4.23- Edifício Comercial Ilha ..............................................................................41 Figura 4.24- Centro Empresarial Barão do Rio Branco..................................................41 Figura 4.25- Edifício Alexander Fleming .......................................................................41 Figura 4.26- Centro Executivo Via Venneto ..................................................................41 vii Figura 4.27- Edifício Carlos Meyer ................................................................................41 Figura 4.28- Centro Executivo Maxim’s ........................................................................41 Figura 4.29- Edifício Torre da Colina.............................................................................41 Figura 4.30- Edifício Regency Tower.............................................................................41 Figura 4.31- Edifício Emedaux .......................................................................................42 Figura 4.32- Edifício Idelfonso Linhares ........................................................................42 Figura 4.33- Edifício Mares do Sul.................................................................................42 Figura 4.34- Edifício Manhattan .....................................................................................42 Figura 4.35- Edifício Sudameris .....................................................................................42 Figura 4.36- Centro Comercial Granemann....................................................................42 Figura 4.37- Centro Executivo Velloso ..........................................................................42 Figura 4.38- Edifício Dom Jaime Camara ......................................................................42 Figura 4.39- Centro Comercial Saint James ...................................................................42 Figura 4.40- Edifício Olmiro Faraco...............................................................................43 Figura 4.41- Edifício Mirage Tower ...............................................................................43 Figura 4.42- Centro Executivo Barra Sul........................................................................43 Figura 4.43- Edifício Royal Tower .................................................................................43 Figura 4.44- Edifício Pedro Xavier.................................................................................43 Figura 4.45- Edifício Office Square................................................................................43 Figura 4.46- Edifício Golden Tower...............................................................................43 Figura 4.47- Edifício Aliança..........................................................................................43 Figura 4.48- Edifício Alexandre Carioni ........................................................................43 Figura 4.49- Centro Executivo Ilha de Santorini ............................................................44 Figura 4.50- Centro Executivo Casa do Barão ...............................................................44 Figura 4.51- Edifício Alpha Centauri .............................................................................44 Figura 4.52- Edifício Planel Towers ...............................................................................44 Figura 4.53- Edifício Trajano..........................................................................................44 Figura 4.54- Centro Empresarial Belo ............................................................................44 Figura 4.55- Edifício Aldo Beck.....................................................................................44 Figura 4.56- Edifício Palas..............................................................................................44 Figura 4.57- Edifício do Ibama .......................................................................................44 Figura 4.58- Edifício Dona Iracema ...............................................................................45 Figura 4.59- Edifício Atlantis .........................................................................................45 Figura 4.60- Edifício Brasília..........................................................................................45 viii Figura 4.61- Edifício Adolfo Zigueli ..............................................................................45 Figura 4.62- Edifício Top Tower Center.........................................................................45 Figura 4.63- Centro Empresarial Hoepke .......................................................................45 Figura 4.64- Edifício Leatrice .........................................................................................45 Figura 4.65- Refletância de 52 cores. .............................................................................46 Figura 4.66- Refletância média das 52 cores encontradas nas fachadas dos edifícios. ..47 Figura 4.67- Edifício Regency Tower.............................................................................48 Figura 4.68- Centro Executivo Via Vênneto ..................................................................48 Figura 4.69- Centro Empresarial Barão do Rio Branco..................................................48 Figura 4.70- Edifício Idelfonso Linhares ........................................................................49 Figura 4.71- Centro Comercial Granemann....................................................................49 Figura 4.72- Edifício Dom Jaime Câmara ......................................................................49 Figura 4.73- Edifício Office Square................................................................................49 Figura 4.74- Edifício Royal Tower .................................................................................49 Figura 4.75- Centro Executivo Barra Sul........................................................................49 Figura 4.76- Edifício Emedaux .......................................................................................49 Figura 4.77- Edifício Mirage Tower ...............................................................................49 Figura 4.80- Centro Executivo Casa do Barão ...............................................................49 Figura 4.81- Tipos de vidro utilizados em 14 edifícios privados de escritório...............50 Figura 4.82- Tipos de coberturas utilizadas em 14 edifícios privados de escritório.......51 ix ÍNDICE DE TABELAS Tabela 4.1- Número de edifícios e datas de início de ocupação. ....................................27 Tabela 4.2- Número de pavimentos tipo. ........................................................................27 Tabela 4.3- Porcentagem da orientação das fachadas principais de 47 edifícios............30 Tabela 4.4- Orientação das fachadas principais dos edifícios retangulares. ...................32 x 1 INTRODUÇÃO 1.1 Justificativas Desde os tempos mais remotos, quando nem se ouvia falar em conforto térmico e eficiência energética, a adequação ao clima induzia, quase que instintivamente, a forma de o homem organizar seus espaços para garantir sua sobrevivência. As soluções para o problema desta adequação estavam na arquitetura, através da escolha de materiais, técnicas construtivas e a maneira em que a edificação era inserida na paisagem. De acordo com Sayegh (2001), em climas frios o homem desenvolveu, entre outros, os iglus; para climas quentes e secos utilizou-se o barro; para climas temperados, a madeira. Estas construções atendiam as expectativas de luz e calor necessárias para as latitudes em que foram empregadas, fazendo-se gerar uma grande versatilidade arquitetônica em todo o planeta. Após muitos anos de aprendizados com a própria prática da vivência, adquiriu-se uma grande quantidade de conhecimentos, agora estudados de forma técnica e minuciosa no vasto campo da eficiência energética e conforto térmico. Para uma construção ser energeticamente eficiente e fornecer conforto térmico, deve haver uma conjugação racional entre os materiais nela empregados e os fatores externos, tais como o clima da região, ventos e a radiação solar incidente. Estes fatores agem diretamente no desempenho do envelope, onde ocorrem fenômenos como a inércia térmica, trocas de calor por condução, convecção e radiação, e incidência de radiação solar através das aberturas, sendo que estes fenômenos, dentre outros, estão ligados às propriedades termo-físicas de cada material. Tendo em vista esse conjunto de fatores, ao se projetar um edifício, deve haver a preocupação com sua forma, orientação e com os componentes do envelope (paredes, aberturas, cobertura), pois eles têm relação com as cargas térmicas e a eficiência energética de uma edificação. Compreende-se carga térmica como a quantidade de energia gasta para aquecer ou resfriar um ambiente, devido aos ganhos de calor vindos de equipamentos, pessoas e radiação solar. As paredes e coberturas influenciam no desempenho termo-energético da edificação como um todo. Uma parede construída com materiais inadequados pode funcionar como um painel radiante em horários indesejáveis. Um importante parâmetro para a tomada de decisões sobre a escolha de tipos de paredes e coberturas é a transmitância térmica. Projetistas devem fazer análises que considerem a variação periódica dos parâmetros climáticos externos e a capacidade de armazenamento térmico de coberturas e paredes, fazendo uso desta energia armazenada nos horários oportunos (GRANJA e LABAKI, 2004). Em estudos feitos por Vittorino et al. (2003), sobre desempenho térmico de isolantes reflexivos e barreiras radiantes aplicados em coberturas, considerou-se a temperatura interna do telhado com 70°C, a temperatura radiante média do ambiente igual a 25°C e as emissividades da face interior do telhado e do ambiente iguais a 0,9. Verificou-se que a presença de um forro com alta emissividade nas duas faces, entre o telhado e o ambiente, reduz em 50% o fluxo de calor que é irradiado para o ambiente em relação à situação sem forro. O vidro é um componente da fachada que apresenta um comportamento muito especial e é de extrema importância nas decisões para se obter eficiência energética, pois são transparentes à radiação de onda curta (luz e calor emitidos pelo sol) e opacos à radiação de onda longa (calor emitido por fontes de baixa temperatura). Devido à esta propriedade, ele pode gerar o fenômeno do efeito estufa. Portanto, é fundamental o estudo de sua orientação, cor e espessura, assim como a correta adoção de medidas, tais como a relação entre área de janela e área da fachada e o coeficiente de sombreamento dos vidros, sendo este, a porcentagem de radiação que passa pelo vidro analisado em relação a um vidro incolor, de 3mm de espessura (SIGNOR, 1999). Questões arquitetônicas, como as citadas anteriormente, são de grande impacto para a eficiência energética e conforto térmico de um edifício e devem ser pensadas logo na concepção do projeto, pois na fase de detalhamento há uma série de limitações quanto a alterações. Atualmente, há inúmeras ferramentas de apoio, tais como as máscaras solares e programas computacionais, tais como o VisualDOE e o EnergyPlus. Apesar da grande evolução do campo da eficiência energética, ainda é realidade a falta de preocupação de vários projetistas em relação ao tema em questão. Isto se deve a questões políticas e econômicas, ao alto custo das ferramentas computacionais, à inexistência de normas brasileiras sobre eficiência energética e a falta de conhecimento dos clientes. 2 No Brasil, as decisões de projeto devem ser balanceadas da melhor forma possível, visto que o país possui um clima muito diversificado. De acordo com a norma NBR15220-3 (ABNT, 2005), seu território é dividido em oito zonas bioclimáticas diferentes. Para cada zona dever-se-ia adotar um tratamento diferenciado de tipologias construtivas para que as edificações obtivessem um desempenho termo-energético o mais próximo do ideal, através do apoio de tecnologias passivas. Porém, ao analisar-se as edificações da atualidade, nota-se que, em sua maioria, não há a conjugação das componentes do envelope com o clima local. Muito disso deve-se ao fato de, com a vinda da arquitetura moderna, muitas mudanças arquitetônicas terem ocorrido, tais como o uso de edifícios completamente envidraçados, o que deixou as edificações muito mais vulneráveis a ganhos ou perdas de calor. De acordo com Sayegh (2001), são classificados como edifícios com pele de vidro aqueles que apresentam a relação entre área de janela e área de fachada superior a 75%. Atualmente, a arquitetura internacional transformou-se em um modelo estético muito idealizado por arquitetos brasileiros. Ela é encontrada freqüentemente em edifícios de escritório, o que é um grande problema, pois este estilo apresenta detalhes construtivos inadequados ao clima do país. Isto reflete no aumento do consumo de energia elétrica através de meios mecânicos que buscam amenizar os problemas de conforto térmico e de iluminação. Análises feitas por Mascarenhas et al. (1995), em Salvador, evidenciam o quanto uma componente do envelope pode atuar de forma positiva ou negativa no desempenho energético da edificação. Foi realizado um estudo relacionando a área de janela e os consumos de energia de 30 edifícios de escritório. Concluiu-se que edifícios com área de janela superior a 40% apresentavam um consumo de energia aproximadamente 50% maior que edifícios com áreas de janela inferiores a 20%. Pedrini e Lamberts (2003), criaram uma ferramenta para simular edifícios de escritório em Brisbane, Austália, cujo clima é quente e úmido no verão e temperado no inverno. Deste modo, foram feitas simulações de 36864 casos de edifícios. Constatou-se que as decisões arquitetônicas podem ser mais influentes do que as decisões pertinentes à instalação predial. Dentre 36864 edifícios criados com as mais diversas combinações arquitetônicas, concluiu-se que com fachadas voltadas para o Oeste, o consumo de energia poderia variar em até 354kWh/m² por ano (72%) entre a melhor e a pior 3 combinação de tipologias. Para o Norte, 306kWh/m² (69%), para o Leste, 247kWh/m² (64%) e para o Sul, 157kWh/m² (53%). Frente à importância das decisões arquitetônicas, como um dos fatores determinantes do consumo de energia elétrica e conforto térmico de uma edificação, o estudo segue com a análise de tipologias construtivas de edifícios de escritório na malha urbana central da cidade de Florianópolis-SC. 1.2 Objetivos 1.2.1 Objetivo geral Este trabalho tem como objetivo geral o levantamento das tipologias construtivas de 47 edifícios de escritório, sendo destes 35 privados e 12 públicos, localizados na malha urbana central da cidade de Florianópolis. 1.2.2 Objetivos específicos Os objetivos específicos deste trabalho são: • Desenvolvimento de uma metodologia de trabalho para o levantamento das tipologias construtivas; • Obtenção, através da SUSP (Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos), do número de edifícios públicos e privados que possuam a partir de 5 pavimentos tipo; • Determinação da orientação solar dos edifícios; • Levantamento de tipologias construtivas através da pesquisa de projetos arquitetônicos arquivados na SUSP; • Obtenção de detalhes construtivos através de engenheiros e projetistas, quando possível; • Medição da refletância das cores utilizadas nas fachadas dos edifícios; • Determinação da porcentagem de área de janela dos edifícios em relação à área de suas fachadas; • Determinação da forma e proporções dos edifícios. 4 1.3 Estrutura do trabalho O primeiro capítulo possui uma introdução sobre o tema do trabalho, seguindo com os objetivos gerais e específicos. O segundo capítulo possui uma revisão bibliográfica que aborda temas relacionados ao envelope, ao consumo de energia dos edifícios de escritório, às fases de projeto e as decisões arquitetônicas, às técnicas passivas e ativas, bem como a necessidade de uma norma brasileira para a eficiência energética de edificações. A metodologia é apresentada no terceiro capítulo e explica como se seguiu o processo para o levantamento dos dados, tais como os projetos dos edifícios e os detalhes construtivos. O quarto capítulo apresenta os resultados do trabalho, visando expor as tipologias construtivas dos edifícios de escritório como elemento de influência no consumo de energia. O quinto capítulo é referente à conclusão, seguida de recomendações para trabalhos futuros e limitações deste. 1.4 O contexto do projeto Este relatório apresenta conteúdo referente à primeira etapa de estudo do projeto de pesquisa Impactos da Adequação Climática sobre a Eficiência Energética e o Conforto Térmico de Edifícios de Escritório no Brasil, financiado pelo CT-Energia/CNPq. Neste projeto estão participando oito instituições federais de ensino superior, sendo que cada uma localiza-se em uma das oito zonas bioclimáticas do território brasileiro (ABNT, 2005). A metodologia desta pesquisa está dividida em três etapas: a primeira é o levantamento das tipologias construtivas de edifícios de escritórios privados existentes nas oito cidades. A segunda etapa é o monitoramento da temperatura e umidade relativa do ar por um período de quinze dias, próximo aos solstícios de inverno e verão, e junto a isso haverá o monitoramento do consumo de energia dos equipamentos existentes em alguns escritórios e as atividades neles realizadas. A terceira etapa é a de simulações computacionais de edifícios com tipologias predominantes. 5 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Este capítulo apresenta informações sobre a importância das tipologias construtivas para a eficiência energética. Há a exposição resumida de alguns estudos feitos por outros autores, que relacionam as tipologias construtivas, usos de técnicas passivas e ativas, assim como as fases do projeto, com a eficiência energética. Os dois últimos itens abordam um tema muito importante, que é a necessidade de uma norma de eficiência energética no Brasil e as iniciativas da cidade de Salvador em aplicar normas de eficiência energética em seu código de obras. 2.1 A importância das tipologias construtivas para a eficiência energética Segundo European Comission Directorate-General for Energy (1995), o edifício precisa ter um balanço energético para o seu bom funcionamento. As variáveis que influenciam neste balanço são características técnicas da construção, microclima, temperatura externa, radiação solar, vento, perdas de calor por transmissão das paredes do prédio, perdas de calor por ventilação natural ou mecânica, ganho de calor através da radiação solar, ganhos no interior dos escritórios através da transmissão de calor vinda do corpo dos ocupantes, iluminação e equipamentos eletrônicos. As variáveis construtivas influenciam muito no comportamento energético dos edifícios. Para um edifício ser eficiente energeticamente e ter conforto térmico, todas estas variáveis devem ser pensadas conjuntamente. Para que isso seja possível, os arquitetos e engenheiros devem preocupar-se logo na fase de projeto com soluções construtivas que adequem o edifício ao clima da região. São várias as soluções, tais como a criação de átrios, ventilações induzidas, sombreamento através das paisagens, aquecimento solar da água, integração de sistemas fotovoltaicos, brises, formatos e dimensões das janelas, formato e posicionamento das fachadas, controles automáticos de luz e uso de lâmpadas eficientes (DOE, 2004). De acordo com European Comission Directorate-General for Energy (1995), se não é possível construir baseando-se no clima, ou e as condições climáticas não são favoráveis, deve-se fazer modificações no entorno, como plantar vegetações, criar ou preencher lagos ou integrar construções com espaços públicos. 6 Tzikopoulos e Karatza (2005), afirmam que um edifício bioclimático, além de melhorar a iluminação e o conforto no interior dos ambientes, pode consumir até 10 vezes menos energia para aquecimento comparado com um edifício convencional europeu, sendo que o gasto com esta estrutura aumenta apenas de 3 a 5% do custo de um edifício, o qual é absorvido em poucos anos. Segundo European Comission Directorate-General for Energy (1995), a forma da construção modifica o comportamento térmico e a iluminação do edifício. As variáveis relacionadas à forma do edifício são a porosidade, o quão compacto ele é, a sua esbeltez e sua forma. Para um mesmo volume, quanto mais compacto for o edifício, menor a área de sua superfície e menor será a possibilidade de ocorrerem trocas de energia com o exterior, fazendo com que aumente sua estabilidade térmica. A porosidade de uma edificação é a quantia de espaços vazios sem ter comunicação com o exterior. Quanto maior a porosidade do edifício, maior a superfície de contato com o pátio e maior será a ventilação, iluminação e resfriamento em seu interior. A esbeltez é definida como um parâmetro que quantifica a altura do edifício comparada com sua base. Quanto maior a esbeltez, maiores serão as trocas de energia, ventilação natural e iluminação natural do edifício. 2.2 As fases de projeto e as decisões arquitetônicas De acordo com Pedrini e Szokolay (2004), as decisões arquitetônicas são de grande impacto para a eficiência energética e conforto térmico de um edifício. Por isso, é muito importante que essas decisões sejam conscientes e ocorram logo nos primeiros esboços de um projeto, caso contrário, será difícil uma intervenção tardia, visto que a fase de detalhamento do projeto apresenta uma série de limitações quanto a futuras alterações. Na primeira fase do projeto devem ser feitas tais análises: entendimento do clima local, das limitações físicas do terreno, do código de obras, do plano diretor e de projetos anteriores que apresentaram problemáticas similares. Esta fase inicial é facilitada com o apoio de máscaras solares e programas computacionais (PEDRINI e SZOKOLAY, 2004). De acordo com Bataglia e Akutsu (2001), a carta bioclimática proposta por Givoni (1997) é um elemento muito importante para a concepção do projeto, pois permite comparar as condições climáticas com as condições desejáveis de conforto e com 7 possíveis diretrizes do projeto. O método é composto pela justaposição dos dados meteorológicos de temperatura de bulbo seco e umidade relativa da região com algumas diretrizes do projeto, tais como a possibilidade de dispensar sistemas passivos, a utilização de sistemas passivos de aquecimento e resfriamento e a utilização de condicionamento artificial. Segundo Pedrini e Szokolay (2004), na segunda fase iniciam-se os primeiros esboços, importantes para testar e selecionar as hipóteses levantadas anteriormente a serem aplicadas no projeto e implantadas no edifício. Para não haver transtornos, desde os primeiros lançamentos de idéias, os critérios de energia devem ser feitos juntamente com os demais, tais como circulação, estrutura, viabilidade de construção e estética. A análise dos efeitos térmicos sobre a forma e o sistema construtivo pode ser feita, teoricamente, através de programas simplificados de simulação. Quando se define a implantação do edifício, pode-se considerar edifícios vizinhos ou a própria vegetação como uma forma de sombreamento e proteção do sol do verão. Para proteger o edifício do vento do inverno, no caso de terrenos acidentados, deve-se evitar que o edifício seja implantado em topo de morro ou fundo de vale, situações com ventos permanentes (BATAGLIA e AKUTSU, 2001). Na terceira fase, ocorre o detalhamento do projeto, dos sistemas construtivos e suas propriedades termo-físicas. Esta etapa pode ser facilitada através de ferramentas computacionais, tais como DOE2.1E, o EnergyPlus e o ESP-r, sendo possível a quantificação dos impactos que os materiais podem causar sobre o desempenho energético do edifício (PEDRINI e SZOKOLAY, 2004). Definidas as características físicas da edificação durante a concepção do projeto, é possível analisar o desempenho térmico do edifício e a ventilação de forma quantitativa, prevendo a temperatura interna do ambiente no período de verão e de inverno, assim como a taxa de renovação de ar. Os programas computacionais NBSLD (National Bureal of Standards Load Determination) e o AIOLOS podem servir de base para tais análises (BATAGLIA e AKUTSU, 2001). Na última fase do projeto, devem ser feitas as avaliações finais e verificação se o desempenho energético final condiz com as expectativas do cliente e com os códigos de eficiência energética (LAMBERTS et al., 1997). 8 2.3 Técnicas passivas e ativas Geller (1990), ao realizar levantamentos no setor comercial de São Paulo, verificou que em edifícios de escritórios a iluminação é responsável por 50% do consumo de eletricidade, em bancos a iluminação é responsável por 52%, em shopping centers por 49% e em restaurantes por 20%. O consumo de energia elétrica vem aumentando nos últimos tempos, muito disso devese ao mau uso da iluminação. Segundo PROCEL (1993), o uso final em iluminação pode chegar a 70% do consumo de eletricidade em edificações condicionadas naturalmente no Brasil. Uma boa solução para este problema seria o uso de controle de iluminação (técnica ativa) integrado com a iluminação natural, que de acordo com Li e Lam (2001), é um sistema útil e é uma importante estratégia para a eficiência energética de um edifício. Um edifício que possui tecnologias ativas aliadas às passivas pode reduzir em até 70% seu consumo energético. A aplicação de tecnologias ativas em um edifício já existente e com arquitetura mal resolvida, possibilita uma redução no consumo energético em até 30% (SAYEGH, 2001). As técnicas passivas são um conjunto de soluções arquitetônicas que compõem o envelope de um edifício. Elas são muito importantes para a eficiência energética, pois envolvem custos menores e o retorno é imediato, mas para seu bom funcionamento devem ser pensadas logo na primeira fase de projeto. Para obter-se uma boa arquitetura bioclimática devem ser feitos estudos sobre o clima local, topografia e entorno, partindo deste princípio partem as escolhas sobre a orientação da edificação, forma, cromatismo, materiais que a compõem, uso de brises, refletores, aberturas com dimensões que permitam a circulação do ar, uso correto de vidros e iluminação zenital para o maior aproveitamento da iluminação natural. Em Brasília, cujo clima é Tropical de Altitude, foi realizado um estudo sobre técnicas passivas no edifício da Câmara Legislativa do Governo Federal. Esta edificação possui orientação Norte-Sul, sombreamento através de vegetação e de extensos beirais, além do uso de sistema de renovação de ar por diferença de temperatura. Também há um pátio interno com vegetação de grande porte e pérgulas verticais que permitem a passagem dos ventos. O edifício não possui sistema de refrigeração artificial. As 9 técnicas passivas, de estudo, implantadas, foram a de sistema de resfriamento evaporativo direto por microaspersão, isolamento térmico da cobertura com poliuretano jateado, bem como a pintura das telhas de cimento amianto na cor branca. Foram escolhidas 14 salas para fazer as intervenções. A temperatura e a umidade interna foram registradas com data loggers portáteis (MACIEL e LAMBERTS, 2003). O limite de sensação térmica acusado pelos usuários foi entre 23°C e 26°C. O pátio interno foi indicado pela maioria das pessoas como o ambiente mais agradável termicamente. No mês de abril, verificou-se que a temperatura do pátio interno chegava a 2,6°C abaixo da temperatura externa. Isto foi possível devido à presença de árvores, pois quando elas foram podadas, as temperaturas do ambiente externo e as do interior do pátio praticamente se igualaram. O sistema de resfriamento evaporativo foi estudado na sala F, do andar térreo, cuja orientação é a Norte, pois era o ambiente que apresentava as maiores temperaturas internas. Quando o sistema foi instalado, observouse a queda de temperatura entre 2,5°C e 1,4°C, ficando cerca de 1 a 1,5°C abaixo das demais salas. As telhas de cimento amianto foram pintadas de branco somente em cima da sala G, entre os dias 3 e 4 do mês de maio. Os resultados mostraram que, após a pintura, a sala G apresentou redução em sua temperatura máxima interna ao comparar com as demais (MACIEL e LAMBERTS, 2003). Miyazaki et al. (2005) fizeram um estudo investigando janelas fotovoltaicas, sistema ativo, para o clima do Japão. Este sistema consiste no uso de vidro duplo, transparente, sendo o exterior com espessura de 6mm e o interior com 10mm. O espaço entre eles é de 6mm, onde é instalada a célula fotovoltaica. Este tipo de janela proporciona a transmissão de luz natural, bem como a produção de eletricidade. Um andar padrão de edifício de escritórios foi modelado por simulação computacional da energia anual através do programa computacional Energy Plus. Resultados mostraram que com o sistema de controle de luz, as células solares otimizadas têm 80% de transmitância para 30% de área de janela em relação à da fachada, 60% para 40% de área de janela em relação à da fachada e 40% para 50% de área de janela em relação à área da fachada. A célula solar de 40% de transmitância e 50% de área de janela em relação à da fachada obteve o menor consumo de energia (economia de 54%), no caso de transmitância uniforme para qualquer orientação de janela e iluminação artificial controlada com a luz natural, comparando com um sistema padrão. Usando uma janela fotovoltaica otimizada e com controle de luz, o consumo de 10 energia reduziu em 55% comparando-se com uma janela de vidro simples com 30% de área de janela em relação à da fachada e sem controle de luz. Estudos revelaram que sem o sistema de controle de luz, células com pequena transmitância provocam um menor consumo de eletricidade, independente da área da janela em relação à da fachada (MIYAZAKI et al.,2005). 2.4 A forma Segundo Pedrini e Lamberts (2003), edifícios com formas alongadas permitem redução de até 11% do consumo de energia em relação às formas quadradas se forem utilizadas práticas adequadas. Segundo Gratia e De Herde (2003), as perdas de calor são proporcionais à superfície do envelope. Quanto mais compacto for o edifício, menores serão as perdas de calor. Foram realizados estudos de edifícios de 5 pavimentos com as mais variadas formas, para o clima da Bélgica, considerando-se as seguintes transmitâncias: 0,5W/m²K para as paredes, 3,6W/m²K para as janelas e 0,3W/m²K para o telhado. As áreas de janela nas paredes voltadas para o Sul são de 14m², 7m² para o oeste e 7m² para o leste, sendo que todas as fachadas têm 60% de suas superfícies envidraçadas. O edifício mais compacto, cuja razão do volume em relação à área de sua superfície foi 1,24 obteve uma redução de 7% em sua carga de aquecimento, contra um acréscimo de 17,9% para o menos compacto, cuja razão do volume em relação à área de sua superfície foi de 0,84. Segundo Ghisi e Tinker (2001), através de simulações com o apoio do programa computacional VisualDOE, feitas para as cidades de Florianópolis (BR) e Leeds (RU), foram obtidos consumos de energia em kWh/m²/ano. Percebeu-se que quanto maior o cômodo, menor o consumo de energia por área de piso, e quanto maior for o cômodo e menor for sua fachada, maior poderá ser a área de janela ideal. Através de proporções entre a área da fachada e volume foi possível utilizar um índice (K) para comparar o consumo de energia de cômodos de diferentes tamanhos. De acordo com estudos feitos por Ghisi e Tinker (2005), através de simulações computacionais para a cidade de Florianópolis, tendo como base um edifício de dez andares, foram obtidos consumos de energia para índices (K) de 0,6 a 5,0. Estes índices representam, respectivamente, menores e maiores cômodos que possuam uma mesma proporção. Para um ambiente pequeno (índice K de 0,6), proporção de 2:1 (sendo a 11 maior fachada, a que possui janela) e orientação Norte, a área de janela ideal foi de 11% em relação à área da fachada. Para um ambiente grande (índice K de 5,0), com a mesma proporção de 2:1 e orientação Norte, a área de janela ideal foi de 24%. Para salas pequenas (índice K de 0,6) de proporção 1:2 (sendo a menor fachada, a que possui janela) voltadas para a orientação Norte, a área de janela ideal foi de 25% em relação à área da fachada. Para salas grandes (índice K de 5,0), com a mesma proporção de 1:2 e orientação Norte, a área ideal foi de 51% (GHISI e TINKER, 2005). Para cômodos pequenos (índice K de 0,6), de proporção 2:1 (sendo a maior fachada, a que possui janela), voltados para o Sul, a área de janela ideal é de 18% em relação a área da fachada. Para cômodos grandes (índice K de 5,0), com a mesma proporção de 2:1 e orientação Sul, a área ideal é de 33%. Para cômodos na mesma orientação, porém, com a proporção 1:2 (sendo a menor fachada, a que possui janela), de acordo com as simulações feitas, o menor consumo de energia em ambientes pequenos (com índice K de 0,6) foi para a área de janela correspondendo 31% da área da fachada e 81% para ambientes grandes, com índice K de 5,00 (GHISI e TINKER, 2005). 2.5 A cor Segundo Rosado e Pizzutti (1997), a cor utilizada nas fachadas externas de uma edificação pode influenciar no comportamento energético da mesma, pois a camada de tinta age como um filtro das radiações solares, determinando o comportamento das condições térmicas do interior, conforme o índice de reflexão da cor usada. De acordo com Cheng (2003), a influência da cor no desempenho termo-energético está relacionada à massa térmica dos cômodos e à inércia térmica de fechamentos opacos analisados isoladamente, se este fenômeno for racionalmente resolvido, paralelo a isso se resolverá o problema da escolha cromática das paredes externas. Gratia e De Herde (2003) fizeram um estudo sobre a iluminação natural, na altura de uma escrivaninha, no interior de escritórios para o clima da Bélgica, orientação Sul e início de uma tarde de céu claro do dia 15 de março. Para paredes de 45% de refletância e 15% para o piso, foram feitos estudos para três escritórios, o primeiro apresentando teto com 70% de refletância, o segundo com 80% e o terceiro com 0%. O primeiro obteve a média de 7552 lux, o segundo, 7617 lux e o terceiro, 7127 lux. Concluiu-se que o teto, no geral, influencia relativamente pouco na distribuição de luz por receber a 12 luz natural de forma indireta. No caso do uso das cores nas paredes, descobriu-se que elas possuem uma grande influência na distribuição de luz. Para tetos com 70% de reflexão e pisos de 15%, foram feitos estudos de três escritórios, o primeiro apresentando paredes com 45% de refletância, o segundo com 80% e o terceiro com 0%. O primeiro obteve a média de 7552 lux, o segundo, 8149 lux e o terceiro, 7105 lux. No caso do estudo da reflexão do piso, este é muito complicado, pois geralmente há a influência de móveis com grandes superfícies, cujas características fotométricas influem bastante ao comparar-se a um piso livre de obstáculos. Para paredes com 45% de reflexão e tetos com 70%, sendo o primeiro escritório com 15% de reflexão no piso, o segundo com 80% e o terceiro com 0%, obteve-se os seguintes valores de iluminância: 7552 lux, 9080 lux e 7314 lux, respectivamente. Em estudos feitos por Shaviv et al. (1996), para a cidade de Jerusalém, comparou-se o consumo de energia para aquecimento de um edifício pintado de cor clara com um de cor escura. De acordo com os resultados, o consumo de energia para aquecimento pode reduzir em aproximadamente 41%. Verificou-se que o fator cor não tem grande influência em edifícios com boa insolação e bem ventilados, apesar de a cor clara sempre ser preferível em condições de verão. Segundo Gratia e De Herde (2003), no geral, pode-se dizer que se o fator de reflexão das paredes internas de um cômodo é menor que 50%, a luz penetrará com dificuldade no interior do volume. Para melhorar a iluminação no interior de uma sala, é preferível o uso de pisos e superfícies de trabalho relativamente claras, com reflexão superior a 50%. Em um estudo feito por Cheng et al. (2005), em um edifício residencial de 42 andares e 8 apartamentos por andar, situado na cidade de Hong Kong, cujo clima é subtropical, verificou-se que a energia requerida de resfriamento anual tinha uma relação quase sempre linear com a absortância solar das superfícies externas. Quanto menor a absortância solar, maior a economia. Uma redução de 30% na absortância solar poderia provocar uma economia de 12,6% na energia requerida para resfriamento. 13 2.6 A cobertura De acordo com Vittorino et al. (2003), um telhado sem forro pode ser modelado como um elemento que irradia todo o seu calor para o ambiente sob ele. A introdução de um forro entre o telhado e o ambiente interno faz com que o fluxo de calor incidente seja reduzido como se ocorresse uma blindagem térmica. Se a barreira radiante for instalada de forma inadequada, o desempenho térmico será afetado, além de causar uma série de problemas de segurança ao ambiente, tais como: incêndio, choque elétrico e deterioração da estrutura na qual o material foi instalado. Segundo estudos feitos por Vittorino et al. (2003), a eficácia de uma barreira radiante pode ser medida considerando a redução nas trocas de calor por radiação que ocorrem entre o telhado e um ambiente com a aplicação desse produto em uma cobertura sem forro. Considerando-se a temperatura da superfície interna do telhado igual a 70°C, a temperatura radiante média do ambiente igual a 25°C e as emissividades da face inferior do telhado e do ambiente igual a 0,9, concluiu-se que a simples inserção de um forro com alta emissividade em suas duas faces, entre o telhado e o ambiente interno, reduz em 50% o fluxo de calor que é irradiado para o ambiente em relação a situação sem forro. Caso a face superior e a inferior do forro tenham baixa emissividade (0,15), a redução do fluxo de calor seria de 91% em relação à situação sem forro. Raessi e Taheri (1996) fizeram, para o clima de Shiraz (Irã), estudos para prever a performance térmica de uma casa-modelo de 14x12x3m³, através do uso de técnicas passivas de coberturas. Determinou-se emissividade de 0,88 para a cobertura e 0,5 para as paredes e espessura de 32cm para a laje da cobertura. A técnica de sombreamento distava 70cm da cobertura e apresentava 0,3 de absortividade; e o sistema de tanque com água apresentava 0,05 de absortividade e 5cm de altura. Os resultados mostraram que a casa popular exige 79%, 58,1% e 43% menos de carga para resfriamento usando tanques sombreados, tanques e telhados sombreados, respectivamente. Em relação ao sistema de tanque de água, descobriu-se que quanto menor a profundidade da água, maior é a extração de calor vindo da cobertura, pois a temperatura da água com baixa profundidade aumenta mais que a mais profunda, que contém uma maior massa de água, obtendo assim, uma maior quantidade de evaporação. Uma taxa fixa de evaporação por unidade de área extrai mais calor de um tanque menos profundo e também havendo mais evaporação por unidade de volume para um tanque menos profundo. 14 O sistema de telhado micro-ventilado consiste no uso de um duto para circulação do ar. O fluxo de ar dentro do duto é obtido através de uma abertura contínua ao longo do curso do beiral e ao longo da cumeeira. Em um estudo feito por Ciampi et al. (2005) para o verão, dois tipos de telhados ventilados foram estudados, um de cobertura de placas de cobre e outro de telha de terracota. Os dois telhados têm a mesma resistência térmica de 1,905m²W e, portanto, o mesmo comportamento energético quando o duto está fechado. Considerando-se uma corrente de ar turbulenta e uma intensidade de radiação de 600W/m² em um duto de 8cm de altura, para o telhado de terracota, a economia de energia é de 34%. Com um duto de 10cm de altura, a economia de energia é de 36%. Para a mesma intensidade de radiação e corrente de ar turbulenta, o telhado de cobre obteve valores menores de economia de energia. Para uma altura de 8cm, a economia foi de 27% e para uma altura de 10cm, houve uma economia de 29%. De acordo com Ciampi et al. (2005), a porcentagem de economia de energia aumenta quanto maior for o ângulo de inclinação do telhado. Com circulação turbulenta de ar, dutos de 12cm de altura e 20° de inclinação, o telhado de terracota obteve 25% de economia de energia, ao passo que o de cobre obteve 21%. Para uma inclinação de 60°, o telhado de terracota obteve 32% de economia, contra 28% para o de cobre. Os estudos também revelaram que, para uma corrente de ar laminar, a presença de caibros nos dutos de ventilação prejudica a eficiência energética em até 12%. A economia de energia no caso de telhados bem desenhados e valores de insolação usual pode ser maior que 30%; no caso de pequena espessura do duto do ar e circulação laminar do ar a economia de energia pode chegar a 15%. Em alturas de dutos inferiores a 15cm, notou-se que em qualquer caso, a economia de energia aumentou quando a altura do duto aumentava. De acordo com Ciampi et al. (2005), o telhado de terracota foi melhor sucedido que o de cobre. 2.7 As paredes Granja e Labaki (2004) fizeram um estudo para um dia típico de verão em Campinas sobre o desempenho térmico de duas paredes, a de concreto e a de concreto argila expandida, sendo que esta possui uma menor massa. Concluiu-se que fechamentos mais leves tendem a adiantar sensivelmente o pico de carga térmica para dentro do cômodo 15 em relação a fechamentos de massa mais elevada. Os dois sistemas de paredes possuíam comportamento distinto relativos à onda térmica, sendo que ela pode gerar graus de desconforto ao usuário em diferentes horas do dia. De acordo com as análises feitas, as paredes leves orientadas para o Leste apresentaram seus picos de carga térmica, obviamente, no período da manhã, fator que pode gerar desconforto e ineficiência energética em edificações com período de ocupação neste período, como salas de aula. Paredes de massa elevada, como a de concreto, revelaram uma maior transferência de calor no fim da tarde. Isto pode ser positivo ou negativo, dependendo do local a ser aplicado tal material. No caso de dormitórios, esta situação causaria desconforto, pois o ambiente atingiria o pico de aquecimento justo no horário de maior uso. Segundo Granja e Labaki (2004), para salas comerciais, esta orientação e material seriam ideais, pois geralmente estes espaços têm baixa ocupação durante a noite. De acordo com estudo feito em edifícios de escritório em Istambul, por Yilmaz e Çetintas (2005), as fachadas duplas são usadas em muitos edifícios para fins estéticos, iluminação e desempenho energético. Este sistema funciona com a adição de uma camada de vidro em frente à parede usual. Isto permite a maximização da luz natural para o interior do cômodo e uma melhora no desempenho energético. No inverno, a fachada dupla age como uma zona amortecedora entre o edifício e o exterior, minimizando as perdas de calor e melhorando a transmitância térmica. No verão, a fachada dupla pode reduzir o ganho solar, pois carga térmica para a parede interna é reduzida devido à cavidade de ventilação existente entre as duas fachadas. Porém, este efeito é bastante questionável, devido ao efeito estufa que pode ser criado entre as duas fachadas. No inverno, verificou-se que fachadas duplas têm um efeito positivo para as perdas de calor dos edifícios. Utilizando-se uma mesma amostra, concluiu-se que fachadas simples têm 40% de perda de calor acima das que possuem a adição de uma camada exterior de vidro. Isto se deve à existência de uma zona amortecedora entre as duas fachadas. 2.8 Os vidros Uma avaliação da área de janela na fachada de uma edificação é essencial no estágio de projeto para otimizar a eficiência energética, principalmente quando há integração entre a luz natural e a artificial. De acordo com CIBSE (1998), para minimizar o consumo de 16 energia de um edifício, a área de janela deve ser limitada a 30% da área da fachada principal. Gratia e De Herde (2003) constataram que escolhas da forma do edifício, a profundidade e altura dos edifícios, e o tamanho das janelas podem, juntos, dobrar o consumo de energia. De acordo com Ghisi e Tinker (2005), grandes áreas de janela têm a inconveniência de permitir ganhos ou perdas excessivos de calor. Para amenizar estes problemas térmicos ocorre o uso mais intenso de ar-condicionado e sistemas de aquecimento, tendo como conseqüência o aumento do consumo de energia. De acordo com Ghisi (2002), no Brasil, a área ideal de janela tende a ser maior na orientação Sul, onde a carga térmica solar é menor, dependendo da proporção geométrica e das dimensões dos ambientes internos e a área de janela ideal tende a ser menor na orientação Oeste, por ser uma orientação com condições solares severas. Segundo Cetiner e Özkan (2004), em estudos feitos em Istambul, a pele de vidro duplo pode ser 22,84% mais eficiente energeticamente que pele de vidro simples. Segundo um estudo feito por Bodart e De Herde (2002), para o clima da Bélgica, em um edifício comercial com vidros de 20% de transmitância, o crescimento da proporção de área de janela em relação à área de piso de 16 para 32% pode reduzir o consumo de iluminação em 12%. Para vidros com 8% de transmitância o consumo de iluminação pode reduzir em 36%. De acordo com estudos feitos por Ghisi e Tinker (2005), através de simulações com o VisualDOE, verificou-se que o consumo de energia aumenta quando a área de janela utilizada é diferente da área de janela ideal, sendo que isto agrava-se quanto menor forem as fachadas de um cômodo em relação a um de maiores fachadas, com a mesma proporção. Em simulações para a cidade de Florianópolis, para uma proporção de 2:1 (sendo a maior fachada, a que possui janela), na orientação Norte, utilizando-se uma área de janela de 30% em relação à área da fachada, para um índice (K) de 0,6 (o que indica ser um cômodo pequeno), o consumo de energia foi 35,6% maior que o consumo utilizando-se a área de janela ideal (neste caso, 11%). Continuando os estudos, concluiu-se que se a área de janela fosse aumentada para 100%, o consumo de energia agravar-se-ia ainda mais. Ele seria 195,6% maior que o consumo utilizando-se área de 17 janela ideal. Porém, considerando-se um cômodo grande (índice K de 5,00), com uma área de janela de 30% em relação à área da fachada, também para a orientação Norte e com a proporção de 2:1, verificou-se que o consumo de energia seria apenas 1,5% maior que o consumo com área ideal de janela. 2.9 Os brises Os brises são elementos de proteção solar que têm a função de evitar o ganho excessivo de calor através das janelas. De acordo com Givoni (1976), elementos de sombreamento externo permitem a passagem de 5% a 30% de calor, contra o ganho de 40% a 80% em janelas com vidro comum desprotegidas. De acordo com estudos feitos por Gratia e De Herde (2003), para edifícios de escritório situados na Bélgica em que seja possível o uso de brises horizontais, a carga de resfriamento reduz-se em 45%. Esta solução é melhor que em edifícios com aberturas voltadas para o Norte sem o uso de brises horizontais, pois a carga de resfriamento é de 33%. Segundo estudos feitos por Cheung et al. (2005), para o clima subtropical de Hong Kong, simulações indicaram que quanto maior a sombra, maiores as reduções de energia anual requerida para resfriamento. Para o primeiro comprimento de 0,5m de brise, há uma economia anual de 100kWh. Quando o brise é estendido para 1m, há uma adição de 109% na economia. Um estudo sobre opções de brises para resfriamento passivo de uma casa popular, para a Cidade de Shiraz, Irã, latitude de 29,6°, Norte, foi realizado através de simulações computacionais de consumo de energia. Resultados indicaram que utilizando brises horizontais que garantissem sombreamento ideal em todas as janelas, a carga de resfriamento, no verão, poderia reduzir em 12,7% (RAESSI e TAHERI, 1998). Os efeitos da aplicação de brises foram estudados através de simulações com o programa TRNSYS para as condições climáticas de um edifício na Ilha de Chipre. Concluiu-se que quanto maior a extensão do brise, maior a economia na carga de resfriamento. A extensão de 1,2m foi a que obteve melhor benefício, sendo a carga de resfriamento de 150kWh, contra 600kWh para uma situação sem elemento de proteção solar (KALOGIROU et al., 2002). 18 2.11 A importância de uma norma Em uma análise de edifícios comerciais e públicos, com e sem sistema de ar condicionado, Geller (1990) verificou que a iluminação era responsável por 44% do consumo de energia elétrica e o ar-condicionado por 20%. Porém, em Salvador, cidade de clima tropical atlântico, levantamentos feitos em salas de edifícios de escritório mostraram que o consumo de energia por equipamentos de ar-condicionado chegava a 70%, contra 15% de iluminação (MASCARENHAS et al., 1988). De acordo com o Balanço Energético Nacional de 2000 (MME, 2001) o crescimento do consumo de energia no país é maior que o crescimento do seu Produto Interno Bruto. Isto é um fato muito negativo, pois indica que o consumo de energia está aumentando sem a economia gerar um retorno. Este aumento do consumo de energia em contraste com o tímido desenvolvimento da economia mostra quão necessária é a racionalização da energia, afim de também preservar os recursos naturais (CARLO et al., 2003). Segundo Akutsu e Vittorino (2001), há uma certa resistência em adotar, no Brasil, novos procedimentos que levem em conta o caráter dinâmico das trocas térmicas que ocorrem nas edificações. Isto se deve a complexidade conceitual e operacional de métodos que avaliem o desempenho térmico das edificações brasileiras. Também há muitos profissionais que insistem em utilizar métodos tradicionais de avaliação do desempenho térmico em edificações. A avaliação tradicional não é ideal para o clima do Brasil, visto que visa a economia de energia em sistemas de aquecimento de ambientes. Todos estes fatores têm contribuído para retardar o desenvolvimento de uma normatização brasileira. No Brasil, já se verificam iniciativas municipais de combate ao consumo desenfreado de energia elétrica. Em Salvador, a prefeitura está propondo modificações no seu código de obras visando incluir critérios que garantam o uso racional da energia em edifícios. Porém, o combate ao desperdício de energia em edificações deveria ser visto como algo a ser aplicado em todo o território brasileiro, para isso é imprescindível a criação de uma norma padrão ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) (CARLO ET AL., 2003). A normatização deve atender os interesses nacionais. De acordo com Akutsu e Vittorino (2001), para que isto ocorra, as trocas térmicas em edificações condicionadas devem ser 19 levadas em consideração, bem como o fornecimento de regulamentações básicas sobre eficiência energética dos sistemas de condicionamento térmico. 2.11.1 Iniciativas em Salvador-BA De acordo com Carlo et al. (2003), a prefeitura de Salvador iniciou em 2001 um processo para incluir em seu código de obras alguns parâmetros de eficiência energética. As idéias estão baseadas na Standard 90.1, da ASHRAE (1999), uma norma Americana que define parâmetros mínimos de eficiência energética a serem atendidos nos projetos de novos edifícios, ou em reformas ou ampliações. Atualmente os resultados a serem implementados estão em discussão na Câmara de Vereadores. As exigências de eficiência energética a serem adotadas estão relacionadas com a envoltória da edificação e com alguns sistemas prediais, tais como: sistema de iluminação, aquecimento de água e elevadores (CARLO et al., 2003). Para se obter o melhor uso destes elementos, Signor et al. (2001) realizaram estudos de consumo de energia através de simulações computacionais de edifícios situados em Salvador. Deste modo, foram definidos limites de transmitância térmica para paredes e coberturas, limites de área de vidros, limites do fator de projeção da janela e do fator solar e limites para a densidade de potência de iluminação. De acordo com Carlo et al. (2003), também foram definidos parâmetros que visam o conforto térmico e luminoso, tais como o uso obrigatório de brises que permitam a ventilação natural para o interior dos quartos e relações entre a profundidade máxima do ambiente e a altura da janela. Os parâmetros de eficiência energética foram pensados de modo tal a não interferir em aspectos culturais e econômicos da região, tais como o uso de cobertura com telhas cerâmicas sem forro ou parede de tijolos maciços em edifícios residenciais unifamiliares. O que há, na verdade, é uma intenção de alterar gradativamente certos hábitos da população, como o aumento do uso de sistemas de aquecimento solar da água e instalação de proteções solares nas janelas dos quartos (CARLO et al., 2003). 20 3 METODOLOGIA 3.1 Edifícios de escritório situados na cidade de Florianópolis A primeira etapa do trabalho foi a obtenção do número total de edifícios de escritório situados na cidade de Florianópolis a partir de cinco pavimentos tipo, restrição esta que garantisse a presença de elevador nos edifícios, seguindo a metodologia do citado projeto. A obtenção destas informações foi possível com o auxílio da Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos- SUSP, a qual forneceu um catálogo que continha todos os edifícios comerciais existentes na cidade. É importante frisar que no catálogo também constavam prédios cujos pavimentos tipo eram destinados a atividades comerciais; com isso houve a necessidade de se certificar com os proprietários dos imóveis sobre a utilização das construções. 3.2 Distinção dos edifícios de escritório Tanto edifícios públicos quanto privados foram considerados neste trabalho, porém no projeto de pesquisa Impactos da Adequação Climática sobre a Eficiência Energética e o Conforto Térmico de Edifícios de Escritório no Brasil serão considerados apenas os edifícios privados. A distinção foi realizada através de visitas in loco, pois o catálogo da SUSP fornecia dados duvidosos quanto aos usos dos edifícios. Entre os edifícios públicos também foram considerados os que possuíam a partir de quatro pavimentos tipo com a condição de que possuíssem elevador. 3.3 Levantamento das tipologias construtivas Planilhas foram criadas para levantar informações sobre as tipologias construtivas de cada edifício. No Apêndice 1 há uma amostra delas. As planilhas foram preenchidas a partir de projetos analisados na SUSP. Deste modo, foi possível organizar as informações, tais como: o nome dos edifícios, suas localizações, arquitetos e engenheiros responsáveis pelas obras, ano de início de ocupação, número total de pavimentos, pés-direitos, área de cada pavimento, área média de cada escritório, orientação das fachadas e suas áreas, área das janelas por fachada e sistemas de abertura. No total, foram analisados 47 edifícios, sendo destes, 12 públicos e 35 privados. 21 3.4 Levantamento de tipologias junto aos profissionais Detalhes construtivos como tipos de coberturas, lajes, paredes, assim como seus materiais e espessuras não foram encontrados nos projetos dos arquivos da SUSP. A partir disso, houve a necessidade de se buscar estas informações junto aos engenheiros e arquitetos responsáveis pelas obras. Os recursos utilizados foram telefone, e-mails conseguidos pela internet, lista telefônica e serviço de informações. Vários fatores dificultaram o contato com muitos profissionais, dentre eles, falecimento, indisponibilidade de tempo no escritório e falta de outras formas de contato. Portanto, neste presente trabalho serão apresentados os detalhes construtivos de 14 edifícios privados (dentre os 47), dos quais foi possível a complementação do levantamento dos dados. 3.5 Orientação solar dos edifícios A posição dos edifícios em relação às ruas foi determinada através das orientações solares de suas quatro fachadas principais, tendo como base as orientações indicadas nos projetos arquivados na SUSP. No decorrer dos estudos, gerou-se uma incerteza quanto a real orientação dos edifícios. Não havia como saber se a orientação dada nos projetos tinha como base o Norte magnético ou o verdadeiro. Assim houve a necessidade de se conferir, em campo, com o apoio de um mapa do centro da cidade e uma bússola (Figura 3.1) o Norte verdadeiro de todos os edifícios estudados. Para se obter o Norte verdadeiro utilizou-se o programa computacional Declinação Magnética 2.0, disponível no site www.labeee.ufsc.br. Figura 3.1- Bússola utilizada nos levantamentos. 22 Para definir a orientação das fachadas, foi determinado, para cada ponto cardeal, um limite de abrangência de 22,5 graus no sentido horário e anti-horário, como mostra a Figura 3.2. Figura 3.2- Limite de abrangência para cada orientação solar. 3.6 Determinação da forma Com relação à forma, as edificações foram classificadas em retangulares, quadradas e triangulares, através da aproximação do formato das plantas dos edifícios com as geometrias citadas. Por exemplo, um edifício que possui três fachadas será considerado com formato triangular, ou mesmo um edifício com quatro fachadas que estejam dispostas de forma que a planta baixa aparente um triângulo, também será considerado triangular. Quando a forma da edificação não apresentar semelhança com nenhuma forma geométrica, esta será classificada em irregular. A determinação da forma foi baseada nos projetos arquivados na SUSP. 3.7 Elementos de proteção solar Os elementos da fachada dos edifícios que sombreavam as janelas, ou partes destas, foram considerados para este estudo e denominados como elementos de proteção solar. Entre eles estão os brises e os edifícios que possuíam suportes contínuos para ar condicionado com profundidade superior a 40cm. 3.8. Refletância O estudo de cores de fachadas externas foi realizado para 43 edifícios de escritório, pois estes foram possíveis de serem encontrados em campo. Os restantes dos edifícios não tiveram suas cores analisadas, pois o endereço obtido através da SUSP estava errado. 23 A medição da refletância das fachadas externas dos edifícios foi realizada através do aparelho ALTA II e os resultados foram obtidos através do “método do papel branco”. O ALTA II possui 11 faixas de cores (azul, ciano, verde, amarelo, laranja, vermelho, infra-vermelho, infra-vermelho 1, infravermelho 2, infravermelho 3 e infravermelho 4), como pode ser observado através da Figura 3.3. Ao ligá-lo, aparece um primeiro valor. Este deve ser utilizado para ser subtraído dos valores encontrados pelas 11 faixas de cores. Feito isto, deve-se repetir o mesmo procedimento para o papel branco, cuja refletância adotada foi de 90%. Figura 3.3- Aparelho utilizado para a medição das refletâncias. A porcentagem de refletância de cada faixa de cor foi obtida através de regras de 3. Comparou-se os valores numéricos das cores, achados através das medições com o aparelho Alta II, com os valores numéricos referentes às mesmas faixas de cores, porém do papel branco, cujas refletâncias são 90%. Para se obter a refletância total da cor da fachada do edifício fez-se uma média das refletâncias das 11 faixas de cores. 3.9 Análise dos dados A análise dos dados obtidos foi realizada por meio da digitalização das informações, através dos seguintes programas computacionais, Adobe Photoshop 7.0, Autocad 2002 e Microsoft Excel. Deste modo, foram elaboradas tabelas e gráficos contendo o número de edifícios, suas datas de ocupação, número de pavimentos tipo, porcentagem de orientação das fachadas, área de janela em relação à área da fachada, tipos de coberturas 24 e cores das fachadas, entre outros. O programa Autocad 2002 foi utilizado para o desenho das plantas-baixas dos pavimentos tipo das edificações e suas respectivas orientações solares. 25 4. RESULTADOS As informações a seguir referem-se aos resultados obtidos neste presente estudo, iniciando-se com a localização dos 47 edifícios de escritório através de mapas, com a determinação da quantidade existente na malha urbana central e sua distribuição nesta. O estudo segue-se com levantamentos a respeito da forma, cor das fachadas externas, número de pavimentos, presença de brises, orientação das fachadas principais, orientação das aberturas e definição de suas áreas, para os 47 edifícios existentes no centro da cidade. Uma análise em separado será realizada para 14 edifícios privados (dentre os 47) nos quais foi possível o levantamento de detalhes construtivos mais específicos, tais como tipos de vidros, paredes, coberturas e sistemas de abertura. 4.1 Localização Neste trabalho foram considerados apenas os edifícios de escritório localizados no centro da cidade de Florianópolis. A Figura 4.1 mostra o mapa do Brasil, a localização de Florianópolis, do centro da cidade e a distribuição dos edifícios na malha urbana. Os pontos vermelhos representam os edifícios públicos e os azuis, os privados. Florianópolis Fortaleza Fortaleza Belém Belém NORTE NORTH São Luis São Luis Natal Natal Recife Recife Maceió Maceió NORTHEAST NORDESTE CENTRO-OESTE CENTRAL-WEST Brasília Brasília Salvador Centro SUDESTE SOUTHEAST Vitória São São Paulo Paulo SOUTH SUL SC SC Rio de de Janeiro Janeiro Florianópolis Florianópolis Porto Porto Alegre Alegre Figura 4.1 - Mapa do Brasil indicando a localização de Florianópolis e dos edifícios analisados. 4.2 Número de Edifícios Através dos arquivos da SUSP foi possível encontrar um total de 47 edifícios de escritório situados no centro da cidade de Florianópolis, sendo que, de acordo com a 26 Tabela 4.1, 12 são públicos e 35 são privados. A data de ocupação dos 47 edifícios varia entre 1974 e 2003. Tabela 4.1 – Número de edifícios e datas de início de ocupação. Número de edifícios Inícios de ocupação Públicos Privados Total 1974-1979 3 8 11 1980-1989 3 3 6 1990-1999 3 17 20 2000-2003 3 7 10 1974-2003 12 35 47 4.3 Número de pavimentos O número de pavimentos tipo entre os edifícios públicos e privados distribui-se de forma diferenciada, variando de 4 a 12 pavimentos, como pode ser observado na Tabela 4.2. Nos edifícios públicos, há predominância de 6 pavimentos, representando 33,5%, dentre os 12. Entre os privados, a maior incidência é de 11 pavimentos, representando 34,3%, dentre os 35. Tabela 4.2 – Número de pavimentos tipo. Número de Escritórios públicos Escritórios privados pavimentos Tipo Quantidade % Quantidade % 4 2 16,5 5 2 16,5 5 14,5 6 4 33,5 4 11,5 7 2 5,5 8 9 1 8,5 4 11,5 10 3 25,0 6 17,0 11 12 34,5 12 2 5,5 Total 12 100,0 35 100,0 4.4 A Forma Em Florianópolis, dentre os 47 edifícios, existem 32 retangulares, 9 quadrados, 3 triangulares e 3 irregulares. A Figura 4.2 mostra a porcentagem de formas retangulares, quadradas, triangulares e irregulares. 27 A Figura 4.3 mostra as proporções da planta baixa dos 32 edifícios retangulares existentes no centro da cidade de Florianópolis. Como pode se observar, a maioria destes edifícios (29) apresentou sua profundidade igual ou superior ao dobro da sua largura, contra apenas 2 para as proporções 1x1,5 e, para a proporção 1x1,33, apenas um. Dependendo da orientação solar do edifício, isso pode atuar de forma positiva ou negativa. Por exemplo, se as fachadas de maior dimensão estiverem voltadas para a orientação Leste-Oeste, estas estarão mais suscetíveis à incidência direta de raios solares indesejáveis. Lembrando, também, que em fachadas com grandes áreas há um maior contato da edificação com o ambiente externo e, conseqüentemente, maiores serão as trocas de calor. Retangular 6% 6% Quadrado 19% Triangular 69% Irregular Número de edifícios Figura 4.2- Formas encontradas em 47 edifícios públicos e privados. 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 1 x6 1 x5 1 x4 1 x3 1 x2 1 x 1,5 1 x 1,33 Proporção Figura 4.3- Proporção da dimensão dos edifícios retangulares. 28 4.5 Orientação das fachadas principais De acordo com os resultados obtidos através do programa computacional Declinação Magnética 2.0, a declinação magnética considerada para a cidade de Florianópolis foi de -17°30’, como mostra a Figura 4.4. Nmg Nv 17° Figura 4.4- Declinação magnética. Após o levantamento das orientações das fachadas, verificou-se que tanto os edifícios privados quanto os públicos possuíam o número de fachadas principais voltadas para as orientações principais (Norte, Sul, Leste e Oeste) muito próximo do número de fachadas principais voltadas para orientações secundárias (Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Noroeste). Tomando-se como fachada principal aquela em que se tem contato com a rua, observouse que dos 47 edifícios estudados, 27% possuíam mais de uma fachada principal, por serem de esquina ou estarem em contato com ruas paralelas. De acordo com a Tabela 4.3, a maioria das fachadas principais dos edifícios públicos está voltada para o Sul e Noroeste, representando, ambas, 20%. A maioria das fachadas principais dos edifícios privados (22%) está voltada para o Nordeste e em segundo lugar para o Sul, com 17%. A utilização de fachadas principais voltadas para a orientação Sul pode ser um fator vantajoso para o clima de Florianópolis, pois os raios solares agem sobre estas fachadas por um período de tempo muito curto. Para a latitude de Florianópolis, a entrada direta de raios solares no inverno é nula. Porém, no verão, a inclinação da Terra desfavorece estas fachadas, fazendo com que os ambientes internos recebam uma maior radiação justo na estação mais quente do ano. Deste modo, as fachadas voltadas para a orientação Sul devem ser trabalhadas com o apoio de brises verticais (de preferência móveis) para a proteção das janelas no verão. 29 Tabela 4.3- Porcentagem da orientação das fachadas principais de 47 edifícios. Total Edifícios NorteNordeste Leste Sudeste Sul Sudoeste Oeste Noroeste (%) Públicos 5,0 15,0 15,0 5,0 20,0 10,0 10,0 20,0 100,0 Privados 12,0 22,0 10,0 14,5 17,0 12,0 10,0 2,5 100,0 Total 10,0 19,5 11,5 11,5 18,0 11,5 10,0 8,0 100,0 A orientação da fachada principal encontrada com maior freqüência foi a Nordeste, representando 19,5%, e em seguida, a Sul, com 18%. Pôde-se notar, ao analisar a Tabela 4.4, que a orientação das fachadas principais dos edifícios retangulares encontrada com maior freqüência também foi a Nordeste, representando 8 edifícios (25%) num total de 32. Esta análise foi possível através das linhas espessas nas plantas-baixas dos pavimentos-tipo, as quais representam as fachadas principais. A proporção dos edifícios e a porcentagem de área de janela por fachada também são mostradas nesta tabela. Na mesma, pode-se observar que o número de edifícios é superior a 32 devido à existência de alguns com mais de uma fachada principal e que, portanto, aparecerão em mais de uma orientação solar. Ao projetar um edifício deve-se levar em consideração as orientações solares desejáveis e não desejáveis. No caso de Florianópolis, as orientações menos desejáveis são a Leste e a Oeste, visto que a radiação solar incide quase perpendicularmente às fachadas voltadas para tais orientações. Como se pode perceber, através da Tabela 4.4, a orientação de fachadas principais de edifícios retangulares encontradas em segundo lugar, com maior freqüência, é a Sul, representando 7 edifícios. Dentre os 7, 5 possuem fachadas Norte e Sul com menor dimensão que as restantes (as laterais). Se não forem consideradas as edificações do entorno, isto pode ser um fator muito negativo, pois haveria uma grande exposição de radiação solar nas fachadas Leste e Oeste. Isto também se aplica para os 4 edifícios retangulares que possuem suas fachadas principais voltadas para a orientação Norte. Verificou-se que dentre os 4, 2 possuem a fachada principal com a menor dimensão. Foram encontrados apenas 2 edifícios (Belo e Ibama) com fachadas principais voltadas para Leste, sendo que elas apresentaram menor dimensão que as laterais. Isto garante uma menor exposição do edifício às radiações solares indesejáveis, desde que a fachada principal não possua aberturas com grandes dimensões. Através da Figura 4.5, pode-se observar que o edifício do Ibama possui elementos de proteção solar em sua fachada principal. Isto seria um fator positivo para fachadas voltadas para o Leste, se não fosse o 30 inconveniente de seus brises estarem cobrindo uma grande parte da fachada, o que pode provocar a diminuição da qualidade da iluminação natural no interior dos cômodos. Ambientes mal abastecidos de iluminação natural requerem suprimento através da iluminação artificial, o que implica em maiores gastos de energia elétrica. Figura 4.5- Fachada principal do edifício do Ibama. Dentre os 5 edifícios retangulares com fachadas principais voltadas para Oeste, apenas um, o Centro Executivo Casa do Barão, a possuiu com maior dimensão ao comparar com suas laterais. As fachadas principais, normalmente, são menos afetadas pelo sombreamento de edificações do entorno porque elas fazem fronteira com a rua, e, portanto, estão mais suscetíveis à ação da radiação solar. O fato de o Centro Executivo Casa do Barão (Figura 4.6) possuir uma extensa fachada principal voltada para o Oeste, é muito negativo, pois haverá uma maior exposição de radiação solar na fachada justo no período da tarde, horário de expediente. Este problema seria reduzido com a instalação de brises verticais. Figura 4.6- Fachada principal do Centro Executivo Casa do Barão. 31 Tabela 4.4- Orientação das fachadas principais dos edifícios retangulares. Edificações, croqui do pavimento-tipo, fachada principal, área de janela Orientação por fachada e proporção entre largura e profundidade. N 99,8% N Top Tower Center 1:4 28,5% 36,7% 12,9% Dom Jaime Câmara 1:3 24,4% 99,8% 47,2% Norte 66,3% 72,3% 72,3% 33,5% 33,2% 47,2% 28,5% 36,7 66,3% % Barão do Rio Branco 1:4 Centro Executivo Maxim’s 2:1 6% 38, N 2,9 % 6 ,8 % 8 55, 0% 61 ,3% Carlos Meyer 1:2 N 1% 31, 69% 6% 30, 6% 94, 61 ,3% % 6% 38, Mares do Sul 1:3 Hoepke 3:1 N % % 53 Nordeste 6 ,8 % % ,4 61 46 ,7% Aliança 1:5 ,8 % 15 ,1 38 % 11 ,4% 0% 45 ,4 % 57 % 46 ,7 16 ,6 Fênix 1:3 % Golden Tower 1:3 79, 6% N 42, 8% 49, 3% % 100 18,2% N 100% 65% 100% Palas 1:2 Adolfo Zigueli 2:1 32 Tabela 4.4- Orientação das fachadas principais dos edifícios retangulares (continuação). Orientação Edificações, croqui do pavimento-tipo, fachada principal, área de janela por fachada e proporção entre largura e profundidade. N 90,4% 22,3% N 11,9% 90,4% Leste 53,6% 53,6% 21,3% 26,7% Belo 1:2 Ibama 1:2 38, ,9 % 44 6% 31 ,7% 16 ,1% % ,6 % 30 ,9 11 N ,9% 44 N 38, Sudeste Hoepke 1:3 0% 40, 6% Office Square 1:2 6% 0% 0% % 38, 8% 22 ,3 N N % % 40 5,8 Trajano 1:6 Zacarias 1:2 22% 17,5% N 22% 32,1% N N 18,7 % 99,8% Emedaux 1:6 Saint James 1:6 Mirage Tower 1:3 Top Tower Center 1:4 0% 19,9% 19,9% 1,1% 19% 39,5% 8,5% N 20,3% 26,5% 50,4% Sul 72,3% 72,3% 25,6 % 17,5 % 13,7% 99,8% 17,2% 16,5% N 15,1% 12,3 % 14,9% N N 64,4% Atlantis 1:2 Regency Tower 1:1,33 Cel. Câncdido A. Marinho 1:1,5 33 Tabela 4.4- Orientação das fachadas principais dos edifícios retangulares (continuação). Edificações, croqui do pavimento-tipo, fachada principal, área de janela Orientação por fachada e proporção entre largura e profundidade. 32 ,3 % 14 ,8 % ,8% 23 % 23 ,7 N % ,2 23 % 4,3 N 32 ,5 % 12 N 17 ,7 % 9% ,1 23 ,5 % 12 ,5% 61 ,4 % Antero F. De Assis 1:3 Alexandre Carioni 1:2 Aldo Beck 1:3 26 % ,5 27, 18 9 % ,4% Sudoeste 0% 6% 38, Hoepke 3:1 % ,3 22 N 6% N % 100 40 38, 0% 1% 31, ,6% 30 N % Olmiro Faraco 1:6 Zacarias 2:1 N 53,6% 31,1% 53,6% 4,3% N 22,3% Centro Empresarial Belo 1:2 32,9% 21,3% 3,4% Santa Edwige 1:1,5 13,54% 26,5% N 25,4% 1,1% 50,4% 31,6% 38,1% N 14,46% 24,4% N Oeste 15% 64,4% 18,7% Centro Ex. Casa do Barão 2:1 Centro Ex. Atlantis 2:1 Royal Tower 1:4 N 6% % 0% % 49, 3 21 % ,2% 30 ,1% 42 , 8% 12 40 ,4 Noroeste 65% 30 ,3% 52 ,8% 79, 6% N Sudameris 1:5 Adolfo Zigueli 1:2 Leatrice 1:3 34 4.6 Orientação e área das aberturas Estudando-se as dimensões das janelas por meio dos projetos dos edifícios, obteve-se as áreas totais de janelas por fachadas. Para esta análise, edifícios públicos e privados foram considerados conjuntamente. Deste modo, notou-se que 76% deles possuíam a maior área de janela situada nas fachadas principais, isto é, nas que se encontravam no alinhamento com a rua. Feito um estudo sobre porcentagem de área de janela em relação à área da fachada principal, notou-se que, dentre as 61 fachadas principais existentes, 59% apresentavam área de janela igual ou inferior a 50% da área da fachada. De acordo com a Figura 4.7, pode-se notar um valor relativamente alto para fachadas principais com área de janela superior a 50% da área da fachada, 41%. O maior número de fachadas principais, 29,5%, foram encontradas com área de janela em relação à área da fachada entre 30,1 e 40%. Em segundo lugar estão as fachadas totalmente envidraçadas. Através da Figura 4.7 percebe-se a existência de 13 fachadas (21%) cuja área de janela em relação à área da fachada varia entre 90,1 e 100%. Dentre estas 13 fachadas principais, apenas 2 possuem brises, a do edifício do Ibama (Figura 4.5) e a do Palas (Figura 4.8), ambos edifícios públicos. 20 Número de fachadas principais 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 0-10 10,1-20 20,1-30 30,1-40 40,1-50 50,1-60 60,1-70 70,1-80 80,1-90 90,1100 Porcentagem de área de janela em relação à fachada principal Fachada Norte Fachada Sudeste Fachada Oeste Fachada Nordeste Fachada Sul Fachada Noroeste Fachada Leste Fachada Sudoeste Total Figura 4.7- Porcentagem de área de janela em relação à fachada principal de 47 edifícios de escritório. 35 Figura 4.8- Fachada principal do edifício Palas. As quatro fachadas, de edifícios com orientações principais e secundárias, foram consideradas conjuntamente, podendo-se analisar as fachadas que possuem maiores e menores áreas de janelas, como mostra a Figura 4.9. As barras em azul-escuro representam o número total de fachadas (Norte, Nordeste, Leste, Sudeste, Sul, Sudoeste, Oeste ou Noroeste). A maior incidência de fachadas (38) ocorreu com áreas de janela em relação à área da fachada entre 10,1 a 20%. Verificou-se que a maioria das fachadas, 79%, apresentava área de janela inferior a 50% em relação à área da fachada, o que é, em geral, um fator positivo para o clima de Florianópolis. Ao multiplicar-se o número total de edifícios estudados (47) pelo número de fachadas que cada um possui (4), obtém-se o número total de fachadas existentes, que é 188. Porém, nem todos os edifícios estudados possuíam exatamente 4 fachadas, como é o caso do Edifício Granemann (Figura 4.10) e do Edifício Comercial Ilha (Figura 4.11). O primeiro possui 3 fachadas e o segundo, 5. Feito o somatório das fachadas de todos os edifícios, por coincidência, verificou-se que o número de fachadas continuava a ser 188, como mostram os resultados na Figura 4.9. De acordo com Ghisi (2002) a área ideal de janela tende a ser maior na orientação Sul, onde a carga térmica solar é menor, dependendo da proporção geométrica e das dimensões dos ambientes internos. Entretanto, no presente estudo, nota-se que a maioria dos edifícios com fachadas voltadas para o Sul possuem uma porcentagem de área de 36 janela pequena em relação à suas fachadas. Entre as fachadas Sul, 21 (num total de 26) possuem de 0 a 50% de área de janela em relação à fachada, contra apenas 5 fachadas possuindo área de janela superior a 50,1%. A área de janela ideal tende a ser menor na orientação Oeste, por ser uma orientação com condições solares severas (GHISI, 2002). Isto corresponde aos dados encontrados neste trabalho, no qual 22 fachadas Oeste (num total de 26) possuem de 0 a 50% de área de janela em relação à fachada, contra apenas 4 com área de janela de 50,1 a 100%. 40 35 Número de fachadas 30 25 20 15 10 5 0 0 -10 10 ,1-2 0 2 0 ,1-3 0 3 0 ,1-4 0 4 0 ,1-50 50 ,1-6 0 6 0 ,1-70 70 ,1-8 0 8 0 ,1-9 0 9 0 ,1-10 0 Porcentagem de área de janela em relação à fachada Fachada Norte Fachada Nordeste Fachada Leste Fachada Sudeste Fachada Sudoeste Fachada Oeste Fachada Noroeste T otal Fachada Sul Figura 4.9- Porcentagem de área de janela em relação à fachada de 47 edifícios de escritório. Figura 4.10- Edifício Figura 4.11- Edifício Granemann Comercial Ilha 37 4.7 Brises Em Florianópolis a distribuição de edifícios públicos e privados que possuem brises é praticamente a mesma. Deste modo, eles serão estudados conjuntamente. Frente à importância do uso dos brises, nota-se que em Florianópolis, apenas 19% dos 47 edifícios de escritório estudados possuem elementos de proteção solar, sendo que muitos deles foram usados para fins estéticos. Um exemplo disso é a fachada principal do Centro Empresarial Barão do Rio Branco (Figura 4.12), onde as dimensões das proteções solares variam do início ao final dos pavimentos, formando desenhos. Em suas fachadas laterais (voltadas para as orientações Leste e Oeste) foram utilizados suportes horizontais e contínuos para ar-condicionado com 60cm de profundidade, não correspondendo às necessidades por elementos de proteção solar verticais. No edifício Saint James (Figura 4.13), foram utilizados brises verticais com apenas 40cm de profundidade. Esta pequena dimensão influencia muito pouco no sombreamento de grandes áreas de janela. Estes brises também foram utilizados em paredes sem janelas, apenas por questões estéticas. O edifício Palas, Figura 4.14, apresenta brises horizontais metálicos em suas fachadas Nordeste, Norte e Sul. Por apresentarem apenas 80cm de profundidade e serem vazados, devem contribuir muito pouco para o sombreamento da fachada em pele de vidro. Figura 4.12- Centro Empresarial Barão do Rio Branco. Figura 4.13- Edifício Comercial Saint James. Figura 4.14- Edifício Palas. O edifício Pedro Xavier possui escritórios em balanço em sua fachada principal cuja orientação é Sudeste. Através da Figura 4.15 pode-se observar que poucos escritórios estão sombreados, além disto, a sombra atinge apenas uma pequena fração da janela. 38 Isto é um fator negativo, pois para a orientação Sudeste o ideal seria o uso de brises verticais para a proteção de raios solares que incidem perpendicularmente à fachada. O edifício Emedaux, na Figura 4.16, possui suportes para ar condicionado que se destacam 40cm das fachadas Norte, Sul e Leste. A profundidade deste elemento contribui muito pouco para o sombreamento das janelas, principalmente da Leste, que é a maior das fachadas e está sob a ação de raios solares indesejáveis. O Centro Executivo Maxim’s (Figura 4.17) possui placas de proteção que se destacam 60cm, perpendicularmente à fachada, circundando as janelas de todas as fachadas, as quais estão voltadas para as quatro orientações secundárias. Deste modo, este edifício possui elementos de proteção solar verticais e horizontais em todas as fachadas, o que pode ser considerado um fator positivo para o sombreamento do interior dos cômodos em quase todas as horas. Figura 4.15- Edifício Pedro Xavier. Figura 4.16- Edifício Emedaux. Figura 4.17- Centro Executivo Maxim’s. O edifício Aldo Beck (Figura 4.18), assim como o Emedaux, possui suportes para ar condicionado que se destacam 50cm, ao longo de todas as suas fachadas, cujas orientações são a Nordeste, a Sudeste, a Sudoeste e a Noroeste. Estes elementos horizontais ajudam a proteger as salas comerciais apenas em um período da tarde. Provavelmente, estes elementos devem agir de forma menos eficiente que o sistema adotado no edifício Maxim’s nos horários da manhã e no entardecer. O edifício do Ibama (Figura 4.19) como já foi comentado anteriormente, possui sua fachada principal completamente envidraçada. Porém, o uso demasiado de elementos de proteção solar podem estar influenciando negativamente na iluminação natural do interior dos cômodos. Isto pode provocar um aumento na demanda de iluminação artificial e, conseqüentemente, o aumento do consumo de energia elétrica. 39 O Centro Executivo Via Vênetto (Figura 4.20) assim como o Centro Executivo Barão do Rio Branco, possui brises meramente decorativos. Eles existem em uma pequena parcela da fachada, sombreando apenas uma janela em cada pavimento. Figura 4.18- Edifício Aldo Beck. Figura 4.20- Centro Executivo Via Vênetto Figura 4.19- Edifício do Ibama. 4.8 Cor Através de estudos em campo foi possível obter as cores de 43 edifícios, entre públicos e privados. As fotos destes edifícios são mostradas da Figura 4.22 à Figura 4.64. De acordo com a Figura 4.21, nota-se uma grande variedade de cores nos edifícios, bem como a presença de 12 (28%) com mais de 2 cores em suas fachadas. Quatro edifícios apresentaram suas fachadas cobertas de vidro, não apresentando, portanto, cor na fachada. Provavelmente a pele de vidro não atua positivamente para o desempenho energético, gerando o efeito estufa no interior dos cômodos. 7 5 4 3 2 1 Azul e cinza Concreto aparente e verde Concreto aparente Vinho Verde e laranja Bege e verde Bege e laranja Bege e rosa Bege e marrom Branco e azul Rosa Branco e preto Branco e marrom Bege Envidraçado Marrom Branco Cinza 0 Amarelo Número de edifícios 6 Cor Figura 4.21- Incidência de cores em 43 edifícios de escritório. 40 Figura 4.22- Edifício Figura 4.23- Edifício Figura 4.24- Centro Antero F. de Assis Comercial Ilha Empresarial Barão do Rio Branco Figura 4.25- Edifício Figura 4.26- Centro Figura 4.27- Edifício Alexander Fleming Executivo Via Venneto Carlos Meyer Figura 4.28- Centro Figura 4.29- Edifício Torre Figura 4.30- Edifício Executivo Maxim’s da Colina Regency Tower 41 Figura 4.31- Edifício Figura 4.32- Edifício Figura 4.33- Edifício Emedaux Idelfonso Linhares Mares do Sul Figura 4.34- Edifício Figura 4.35- Edifício Figura 4.36- Centro Manhattan Sudameris Comercial Granemann Figura 4.37- Centro Figura 4.38- Edifício Dom Figura 4.39- Centro Executivo Velloso Jaime Camara Comercial Saint James 42 Figura 4.40- Edifício Figura 4.41- Edifício Figura 4.42- Centro Olmiro Faraco Mirage Tower Executivo Barra Sul Figura 4.43- Edifício Royal Figura 4.44- Edifício Pedro Figura 4.45- Edifício Tower Xavier Office Square Figura 4.46- Edifício Figura 4.47- Edifício Figura 4.48- Edifício Golden Tower Aliança Alexandre Carioni 43 Figura 4.49- Centro Figura 4.50- Centro Figura 4.51- Edifício Executivo Ilha de Santorini Executivo Casa do Barão Alpha Centauri Figura 4.52- Edifício Planel Figura 4.53- Edifício Figura 4.54- Centro Towers Trajano Empresarial Belo Figura 4.55- Edifício Aldo Figura 4.56- Edifício Palas Figura 4.57- Edifício do Beck Ibama 44 Figura 4.58- Edifício Dona Figura 4.59- Edifício Figura 4.60- Edifício Iracema Atlantis Brasília Figura 4.61- Edifício Adolfo Zigueli Figura 4.62- Edifício Top Tower Center Figura 4.63- Centro Empresarial Hoepke Figura 4.64- Edifício Leatrice 45 A refletância de todas as faixas de cores dos edifícios mostrados da Figura 4.22 a 4.64 podem ser analisadas no Apêndice 3. Considerando-se as cores de todos os edifícios para um mesmo estudo, verificou-se um total de 52. De acordo com os resultados as refletâncias variavam bastante, entre 4,8% e 88,0%. A cor encontrada com maior número de tonalidades, 9, foi a branca, cujas refletâncias apresentaram-se semelhantes, oscilando entre 77,4% e 88,0%, como pode ser observado através da Figura 4.65. Em segundo lugar está a cor cinza, com 8 tonalidades, sendo que elas variaram de 10,4% a 52,1%. As cores que possuíram a maior variação em suas refletâncias, devido às diferentes tonalidades existentes em diversos edifícios, foram a rosa, a cinza, a marrom e a verde. A primeira possui refletâncias entre 33,9% a 69,4%, a segunda entre 10,4% e 52,1%, a terceira entre 20,5% e 50,4% e a última, entre 8,2 e 24,3%. Ao fazer um estudo considerando todas as cores conjuntamente, pôde-se perceber que 52% delas possuíam refletância abaixo de 50%. Porém, isto não é o bastante para concluir que o maior número de edifícios em Florianópolis possui cores escuras, pois não se sabe, por exemplo, a porcentagem da cor preta em relação à fachada de um edifício que possui as cores branca e preta. 100 90 80 Refletância 70 60 50 40 30 20 10 0 Cor Branco Bege Verde Concreto aparente Cinza Amarelo Laranja Vinho Marrom Rosa Azul Preto Figura 4.65- Refletância de 52 cores. 46 As cores encontradas com maior freqüência (6 edifícios) foram a amarela e a cinza, como pôde ser observado através da Figura 4.21. De acordo com a Figura 4.66, a primeira apresentou uma refletância média de 60,4%, em uma variação de refletâncias de 31,6% a 68,8% (como pôde ser observado na Figura 4.65). A segunda apresentou uma refletância média de 37,6%, em uma variação de 10,4% a 52,1%. Em segundo lugar estão 4 edifícios com a cor branca e 4 com a cor marrom. A refletância média dos brancos foi de 82,6%, dentre uma variação de 77,4% a 88,0%. A refletância média dos marrons foi de 29,1%, em uma variação de 20,5 a 50,4%. Analisando-se isoladamente a média da refletância das cores de mesma tonalidade encontradas nos edifícios, pode-se observar que, dentre as 12 existentes, 67% apresentavam refletância inferior a 40%, o que é um fator muito negativo para o clima de Florianópolis. 90 Refletância média 80 70 60 50 40 30 20 10 Preto Verde Concreto aparente Azul Vinho Marrom Cinza Laranja Rosa Amarelo Bege Branco 0 Cor Figura 4.66- Refletância média das 52 cores encontradas nas fachadas dos edifícios. 4.9 Análise de Detalhes Construtivos Os detalhes construtivos, tais como tipos de vidros, coberturas, sistema de abertura e tipos de paredes apresentados a seguir referem-se aos 14 edifícios privados cujas tipologias foram possíveis de serem obtidas. 47 4.9.1 Paredes De acordo com os estudos feitos sobre o tipo de parede utilizada nos edifícios, notou-se que todos os 14 edifícios possuem paredes externas de tijolo cerâmico. Dentre eles, 13 possuem tijolo cerâmico de seis furos, sendo que 7 possuem a cerâmica assentada no sentido horizontal (totalizando uma parede com 20cm de espessura com reboco) e 6 a possuem assentada no sentido vertical (totalizando uma parede com 15cm de espessura com reboco). Apenas um edifício possui tijolo cerâmico de oito furos, totalizando com o reboco interno e externo, uma parede com 25cm de espessura. 4.9.2 Sistemas de Abertura Em relação ao sistema de abertura, dos 14 edifícios privados estudados, 13 possuem janelas do tipo máximo-ar e apenas um, o Regency Tower, possui janela de dois tipos, de correr e máximo-ar. Isto é um fator negativo, pois as janelas do tipo máximo-ar diminuem a área de entrada de vento, não sendo adequadas para o tipo de clima da cidade. As fotos das janelas podem ser observadas nas Figuras 4.67 a 4.80. Figura 4.67- Edifício Figura 4.68- Centro Figura 4.69- Centro Regency Tower Executivo Via Vênneto Empresarial Barão do Rio Branco 48 Figura 4.70- Edifício Figura 4.71- Centro Figura 4.72- Edifício Dom Idelfonso Linhares Comercial Granemann Jaime Câmara Figura 4.73- Edifício Figura 4.74- Edifício Figura 4.75- Centro Office Square Royal Tower Executivo Barra Sul Figura 4.76- Edifício Figura 4.77- Edifício Figura 4.78- Edifício Alpha Emedaux Mirage Tower Centauri Figura 4.79- Edifício Planel Towers Figura 4.80- Centro Executivo Casa do Barão 49 4.9.3 Vidros De acordo com a Figura 4.81, dos 14 edifícios analisados, 3 possuem vidro fumê float 6mm. Edifícios com vidro comum 4mm e com vidro fumê transparente, 4mm, estão em segundo lugar, ambos representando 2 entre os 14. O restante dos tipos de vidro, tais como: fumê float 4mm, laminado prata 8mm, película colorida 8mm, laminado marrom 8mm, pele de vidro laminado 8mm, laminado azul 8mm, e pele de vidro refletivo verde foram encontrados com a incidência de um edifício. Fumê float, 6mm Comum, 4mm Tipo de vidro Fumê transparente, 4mm Fumê float,4mm Laminado prata, 8mm Película colorida, 8mm Laminado marrom, 8mm Pele de vidro laminado 8mm Laminado azul, 8mm Pele de vidro refletivo verde 0 1 2 Número de edifícios 3 Figura 4.81- Tipos de vidro utilizados em 14 edifícios privados de escritório. 4.9.4 Coberturas Dentre os 14 edifícios estudados, a telha de fibrocimento foi encontrada em 5, enquanto que 7 deles possuíam apenas laje. A Figura 4.82 mostra os tipos de cobertura encontrados nos 14 edifícios. O sistema de cobertura mais encontrado foi o terraço com laje nervurada preenchida com concreto celular, representando 3 dos 14 edifícios privados. Em segundo lugar estão aqueles com lajes treliçadas sob telhados de fibrocimento (2 edifícios) e aqueles com lajes nervuradas preenchidas com tijolo cerâmico (2 edifícios). 50 Terraço com laje nervurada preenchida com concreto celular Telha de fibrocimento e laje treliçada Terraço com laje nervurada preenchida com tijolo cerâmico Tipo de cobertura Telha de fibrocimento e laje maciça de concreto Telha de fibrocimento e laje nervurada preenchida com tijolo cerâmico Telha de fibrocimento e laje mista Telha Maxiplac e terraço com laje nervurada preenchida com tijolo cerâmico Telha metálica e laje treliçada Laje mista preenchida com tijolos de isopor Terraço com laje nervurada preenchida com isopor 0 1 2 3 Número de edifícios Figura 4.82- Tipos de coberturas utilizadas em 14 edifícios privados de escritório. 51 5. CONCLUSÃO 5.1 Conclusões gerais O presente estudo consistiu no levantamento de tipologias construtivas de 47 edifícios de escritório, sendo 12 públicos e 35 privados, situados na malha urbana central da cidade de Florianópolis-SC. Os edifícios privados apresentaram, em média, maior número de pavimento-tipo que os públicos. Dentre os 47 edifícios, a maioria (69%) apresentou a forma retangular. Dentre as edificações com este formato, 90,5% possuía a planta baixa bastante alongada, com a profundidade igual ou superior ao dobro da largura. Isto pode atuar de forma positiva ou negativa, dependendo da orientação solar das fachadas mais extensas e do sombreamento das edificações do entorno. De acordo com os resultados, 25% dos edifícios retangulares possuíram suas fachadas mais profundas voltadas para uma orientação que deve ser evitada, a Leste-Oeste. Percebeu-se que 76% das fachadas principais apresentaram a maior área de janela em relação à área da fachada. A maioria das fachadas principais, 29,5%, apresentou um valor de área de janela em relação à da fachada entre 30,1% e 40%. Em segundo lugar, 18%, estavam aquelas com área de janela entre 90,1% e 100%. Dentre estas, apenas 2 fachadas principais apresentavam brises, sendo a funcionalidade destes muito questionável. Em relação ao uso de brises, pôde-se observar que apenas 19% das edificações o possuíam, sendo que a maioria deles não era funcional e, claramente, foram colocados para fins estéticos. Ao se considerar as fachadas de todos os edifícios, conjuntamente, para realizar um estudo de área de janela em relação à área da fachada, concluiu-se que a maioria delas, 79%, apresentava área de janela inferior a 50% em relação à área da fachada. Isto é, em geral, um fator positivo para o clima de Florianópolis. As cores dos edifícios apresentaram-se bastante variadas em sua tonalidade, obtendo-se um total de 52. A cor encontrada com maior número de tonalidades, 9, foi a branca. Em segundo lugar está a cor cinza, com 8 tonalidades. De acordo com os resultados, dentre as 12 cores existentes, considerando-se todas as tonalidades encontradas, observou-se que 52% delas apresentavam refletâncias abaixo de 50%. 52 Em relação aos 14 edifícios privados que tiveram o levantamento de suas tipologias construtivas complementadas, notou-se a predominância de paredes com tijolo cerâmico de seis furos, janelas do tipo máximo-ar, vidro fumê e cobertura apresentando apenas laje. 5.2 Limitações do trabalho No decorrer do trabalho houve uma série de limitações que levaram ao atraso e dificuldade em concluir os levantamentos. • Transtornos causados pelo tempo gasto para a definição da amostra; • Dificuldade em saber, inicialmente, quais edifícios eram de escritório na listagem da SUSP, pois nela também continham edifícios de lojas; • A listagem de edifícios arquivados na SUSP apresentava incoerência com os reais endereços das edificações; • Dificuldade em conseguir o telefone dos arquitetos e engenheiros responsáveis pelas obras; • Muitos edifícios eram antigos e, portanto, muitos arquitetos e engenheiros já haviam falecido ou não se lembravam das tipologias construtivas dos edifícios; • Muitos arquitetos e engenheiros não tinham tempo disponível para fornecer os dados necessários para complementar o levantamento das tipologias construtivas; • Vários projetos levantados na SUSP não estavam detalhados e não continham, até mesmo, informações básicas, tais como a orientação solar e cotas; • Muitas informações contidas nos projetos da SUSP não eram confiáveis e tiveram que ser verificadas in loco, como foi o caso de algumas áreas de janela e orientações solares. 53 5.3 Sugestões para trabalhos futuros • Este trabalho poderia ter continuidade ao relacionar as tipologias construtivas com o consumo anual e mensal de energia dos edifícios, bem como o de cada escritório, separadamente. Paralelo a isto, poderiam ser levantados os tempos de uso dos equipamentos eletrônicos encontrados nos escritórios, assim como os consumos de ar-condicionado e sistemas artificiais de iluminação. Deste modo seria possível a correlação destes, com as tipologias construtivas e consumos de energia; • O sombreamento causado pelo entorno de cada edifício levantado poderia ser analisado através de máscaras, sendo possível a melhor compreensão dos consumos de energia. A insolação dos edifícios poderia ser estudada através de simulações computacionais; • O mesmo estudo de tipologias construtivas poderia ser ampliado para o setor residencial; 54 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABNT (Associação Brasileira de normas Técnicas). (2005) NBR 15220-3. Desempenho térmico de edificações. Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes construtivas para habitações unifamiliares de interesse social. Rio de Janeiro. AKUTSU, M.; VITTORINO, F. 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Elsevier. 58 APÊNDICES APÊNDICE 1 – Planilha utilizada nos levantamentos na Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos CARACTERIZAÇÃO DA TIPOLOGIA Cidade Número total de edifícios de escritórios Nome do edifício Endereço Projetista Construtor Ano de início de operação Número total de pavimentos Área total do edifício (m2) Pavimentos no sub-solo Quantidade Pé-direito (m) Área de cada pavimento (m2) Pé-direito (m) Área de cada pavimento (m2) Pavimentos tipo Quantidade Número de escritórios por pavto tipo Área média de cada escritório (m2) Forma da edificação (fazer croqui, numerar as fachadas e indicar o Norte) 59 Tipo de cobertura (especificar todos os materiais e espessuras) Tipo de laje entre pavimentos (especificar todos os materiais e espessuras) Tipo de laje em contato com o solo (especificar todos os materiais e espessuras) Fachada 1 Largura (m) Altura (m) Área de janela (m2) Área de abertura para ventilação (m2) Área (m2) Cor Tipo de vidro Sistema de abertura (especifique se de correr, basculante, etc) Proteção solar externa nas janelas (fazer croqui indicando dimensões) Tipo de parede (materiais usados e espessuras) Fachada 2 Largura (m) Altura (m) Área de janela (m2) Área de abertura para ventilação (m2) Área (m2) Cor Tipo de vidro Sistema de abertura (especifique se de correr, basculante, etc) 60 Proteção solar externa nas janelas (fazer croqui indicando dimensões) Tipo de parede (materiais usados e espessuras) Fachada 3 Largura (m) Altura (m) Área de janela (m2) Área de abertura para ventilação (m2) Área (m2) Cor Tipo de vidro Sistema de abertura (especifique se de correr, basculante, etc) Proteção solar externa nas janelas (fazer croqui indicando dimensões) Tipo de parede (materiais usados e espessuras) 61 Fachada 4 Largura (m) Altura (m) Área de janela (m2) Área de abertura para ventilação (m2) Área (m2) Cor Tipo de vidro Sistema de abertura (especifique se de correr, basculante, etc) Proteção solar externa nas janelas (fazer croqui indicando dimensões) Tipo de parede (materiais usados e espessuras) 62 APÊNDICE 2- Tipologias construtivas de 35 edifícios privados de escritório EDIFÍCIO ALEXANDER FLEMING 1580 Tabela A2.1- Dados gerais E S C RI T Ó Endereço: Av. Othon Gama Deça. Ano de início de ocupação: 20/10/1989 Projetista: Jamir Simiema Push. Telefone: 48/ 335 02 53 Construtor: Helvécio Mauro Pereira Neves W C 12 20 Tabela A2.2- Tipologia arquitetônica LI X O CORREDOR ESCADA W C T U B UL EL A E Ç V. W C KI T. KI T. W C E S C RI T Ó Forma: quadrada Orientação da fachada principal: Leste Figura A2.1- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.3- Pavimentos No total de pavimentos: 7 Área total do edifício: 1293,1m² No de pavimentos no sub-solo: não tem Pé-direito: 2,80m No de pavimentos tipo: 5 Área de cada pavimento: 172,92m² No Total de escritórios: 10 Área média de cada escritório: 71,62m² No de escritórios por pavimento tipo: 2 Tabela A2.4- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada e telha de fibrocimento Laje em contato com o solo: maciça Laje entre pavimentos tipo: maciça Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado em sua menor dimensão Cor das fachadas externas: cinza Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Espessura: 7cm Espessura: 7cm Espessura: 7cm Espessura: 15cm Tabela A2.5- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Norte Leste Sul Oeste 16,75 14,80 17,70 14,80 14.60 14.60 14.60 14.60 Área de janela/ área da fachada (%) 51,1 3,6 51,1 3,5 63 IT Ó 5 98 R IO EDIFÍCIO ALEXANDRE CARIONI IT Ó R ES C C W R IT Ó ES C ES C R IT Ó R W IO C Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sudoeste W C ES C R Tabela A2.7- Tipologia arquitetônica R IO IT Ó R IO W C C O EL EV . R R R IO ED EL EV . O R ES C ES C R IT Ó R IO R IT Ó R IO W 18 95 C W Endereço: Av. Rio Branco, número 817 Ano de início de ocupação: 25/10/1993 Projetista: Zairo Cabral Luiz Telefone: 48/ 244 84 54 Construtor: Zairo Cabral Luiz C ES C R Tabela A2.6- Dados gerais Figura A2.2- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.8- Pavimentos No total de pavimentos: 12 Área total do edifício: 3905,44m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,60m Pé-direito: 2,70m No de pavimentos tipo: 11 Área de cada pavimento: 476,1m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 66 No de escritórios por pavimento tipo: 6 Área de cada pavimento: 195m² Área média de cada escritório: 22,82m² Tabela A2.9- Características construtivas gerais Cobertura Telhado com laje impermeabilizada Espessura: 15cm Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: verde e bege Esquadrias Material: Alumínio anodizado (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Tabela A2.10- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudoeste Noroeste Nordeste Sudeste 10,45 19,85 10,45 19,85 30,5 30,5 30,5 30,5 Área de janela/ área da fachada (%) 23,2 17,7 23,2 14,8 64 EDIFÍCIO ALIANÇA Tabela A2.11- Dados gerais Endereço: Felipe Schmidt, no 31 Ano de início de ocupação: 20/06/1975 Projetista: Antonio Paulo Heusi Miranda Construtor: Antonio Paulo Heusi Miranda ESCRITÓRIO Tabela A2.12- Tipologia arquitetônica WC 34 26 ,5 Forma: Retangular Orientação da fachada principal: Nordeste WC CO RR ED OR ES ELEV. ELEV. CA DA W C ESCRITÓRIO W C 67 0,6 3 Figura A2.3- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.13- Pavimentos No total de pavimentos: 12 No de pavimentos no sub-solo: não há No de pavimentos tipo: 10 Área total do edifício: 2858,4m² Pé-direito: não há Área de cada pavimento: não há Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 233,55m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 20 Área média de cada escritório: 95,18m² No de escritórios por pavimento tipo: 2 Tabela A2.14- Características construtivas gerais Cobertura Telhas de fibrocimento sobre laje. Laje em contato com o solo: maciça Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: amarelo Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 15cm Tabela A2.15- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Nordeste Sudeste Sudoeste Noroeste 9,70 37,25 9,70 37,25 29,65 29,65 29,65 29,65 Área de janela/ área da fachada (%) 46,7 11,4 46,7 0,0 65 EDIFÍCIO ALPHA CENTAURI Tabela A2.16- Dados gerais Endereço: Av. Hercilio Luz com Fernando Machado Ano de início de ocupação: 31/8/1977 Projetista: Adroaldo P.Pereira Telefone: 48/ 232 00 29 Construtor: Olavo Fontana Arantes Telefone: 48/ 224 11 21 7,3 RIO RIT Ó 35 90 C RIT Ó ES ES C R IT Ó R IO W C W C ES CR IT Ó RIO W ES C C RIT Ó R IO RIO ES W C R IT C Ó R IO W ES C C C RIT Ó R O RR IO ED ES O R C RIT W C Ó R IO W ES C C ES CA DA Forma: irregular Orientação da fachada principal: Sudeste e Nordeste R IO Ó ES C W C O Tabela A2.17- Tipologia arquitetônica RR ED O R EL EV . C RIT W C W C EL EV . W ES C C RIT Ó RIO ES C RIT Ó RIO 19 7 Figura A2.4- Planta-baixa do pavimento-tipo Tabela A2.18- Pavimentos No total de pavimentos: 11 Área total do edifício: 9396,38m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 683,2m² No de pavimentos tipo: 11 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 679,93m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 121 No de escritórios por pavimento tipo: 11 Área média de cada escritório: 45m² Tabela A2.19- Características construtivas gerais Cobertura: terraço com laje nervurada com enchimento de isopor Impermeabilização: manta asfáltica barbiculita Laje em contato com o solo: concreto simples Laje entre pavimentos tipo: laje nervurada com enchimento de isopor Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos Cor das fachadas externas: Verde-escuro e concreto aparente. Esquadrias: Material: Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: comum, 4mm Espessura: 30cm Espessura: 4cm Espessura: 5cm Espessura: 10cm Espessura: 30cm Espessura: 15cm Tabela A2.20- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Nordeste Sudeste Sudoeste Noroeste 27,20 37,70 19,37 36,40 30,40 30,40 30,40 30,40 Área de janela/ área da fachada (%) 30,5 63,4 4,0 3,8 66 EDIFÍCIO ANTERO F. DE ASSIS Tabela A2.21- Dados gerais ,6 26 12 3 31 C ES 0 C ES RIT 3 . IT CR ES Endereço: Conseilheiro Mafra, 220/ Centro. Ano de início de ocupação: 26/01/1979 Projetista: Onaldo Pinto de Oliveira Construtor: Afonso Veiga Filho . . RIT C W W C . IT CR ES CR ES IT C ES . . IT CR ES . EV EL CO C W . IT CR ES Forma: Retangular Orientação da fachada principal: Sudoeste C W C W C W . EV EL . IT CR ES Tabela A2.22- Tipologia Arquitetônica A AD O ED RR R C W C W Figura A2.5- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.23- Pavimentos No total de pavimentos: 11 No de pavimentos no sub-solo: não há No de pavimentos tipo: 10 Área total do edifício: 4418,25m² Pé-direito: não há Área de cada pavimento: não há Pé-direito: 2,78m Área de cada pavimento: 368,82m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 80 No de escritórios por pavimento tipo: 8 Área média de cada escritório: 39,39m² Tabela A2.24- Características construtivas gerais Cobertura Telha de fibrocimento, sobre laje Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: branca Esquadrias Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Espessura: 8cm Espessura: 10cm Espessura: 15cm Espessura: 20cm Tabela A2.25- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste 31,30 12,40 31,30 12,40 28,80 28,80 28,80 28,80 Área de janela/ área da fachada (%) 4,3 12,5 61,5 12,5 67 EDIFÍCIO CARLOS MEYER Tabela A2.26- Dados gerais JA NE L A JA NE LA Endereço: Felipe Schmidt, no 543/ Centro. Ano de início de ocupação: 20/10/1989 Projetista: Boris Tertschitsch Construtor: Reinaldo Damasceno da Silva [email protected] Construtora Aliança, telefone: 48/ 224 66 77 22 70 ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO WC WC CORREDOR ELEV. WC ESCADA ELEV. ESCRITÓRIO WC Tabela A2.27- Tipologia arquitetônica JA NE LA Forma: retangular Orientação da fachada principal: Nordeste ESCRITÓRIO 13 40 JA NE LA Figura A2.6- Planta baixa do pavimento tipo Tabela A2.28- Pavimentos No total de pavimentos: 14 Área total do edifício: 4270,5m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,25m Área de cada pavimento: 288,8m² No de pavimentos tipo: 11 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 442m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 44 No de escritórios por pavimento tipo: 4 Área média de cada escritório: 62,95m² Tabela A2.29- Características construtivas gerais Cobertura Laje pré-moldada sob telhas de fibrocimento Espessura: 10cm Laje em contato com o solo: concreto armado Laje entre pavimentos tipo: laje pré-moldada Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos Cor das fachadas externas: amarelo Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: comum Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 15cm Tabela A2.30- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Nordeste Sudeste Sudoeste Noroeste 13,40 25,75 13,40 25,75 31,2 31,2 31,2 31,2 Área de janela/ área da fachada (%) 61,3 3,0 61,3 6,8 68 CENTRO COMERCIAL GRANEMANN Tabela A2.31- Dados gerais WC ESCRITÓRIO ELEV. ESCADA ESCRITÓRIO Forma: triangular Orientação da fachada principal: Leste e Sul EDOR CORR 2462,83 Tabela A2.32- Tipologia arquitetônica WC ESCRITÓRIO Endereço: Av. Orthon Gama D'Eça com Presidente Coutinho, no 569/ Centro. Ano de início de ocupação: 2/6/1993 Projetista: Joela Pacheco e Elson Celestino de Oliveira. Construtor: Elson Celestino de Oliveira. Telefone: 48/ 223 52 26, ou 48/ 249 50 56 846,4 Figura A2.7- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.33- Pavimentos No total de pavimentos: 8 Área total do edifício: 1084,46 m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,40m Área de cada pavimento: 221,39 m² No de pavimentos tipo: 5 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 145,62 m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 15 No de escritórios por pavimento tipo: 3 Área média de cada escritório: 31,8 m² Tabela A2.34- Características construtivas gerais Cobertura Laje mista com preenchimento de tijolos de poliestireno Impermeabilização: manta asfáltica Laje em contato com o solo: maciça Laje entre pavimentos tipo: Laje mista com tijolos de isopor dentro dela. Paredes externas: Tijolo de 6 furos, assentado na menor dimensão Cor das fachadas externas: bege Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: 4mm, comum, bronze fumê (em todas as fachadas) Espessura: 20cm Espessura: 3mm Espessura: 15cm Espessura: 20cm Espessura: 15cm Tabela A2.35- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Orientação Largura (m) Altura (m) Leste Sul Oeste 23,5 8,7 27,6 29 29 29 Área de janela/ área da fachada (%) 51,0 21,3 15,8 69 EDIFÍCIO COMERCIAL ILHA Tabela A2.36- Dados gerais Endereço: Rua Prof. Sanches Bezerra da Trindade, no 69, esq. com Madalena Barbi/ Centro. Ano de início de ocupação: 11/04/2003 Projetista: Ana Maria G. Duarte e Leandro Bertolinet Telefone: 48- 224 08 21 Construtor: Levy Furtado Construtora Erasmo Furtado Júnior/Camboriú-SC. Telefone: 47/ 367 06 06, e-mail: [email protected] ESCRITÓRIO 1587,63 Tabela A2.37- Tipologia Arquitetônica WC WC CORREDOR ELEV. ELEV. Forma: triangular Orientação da fachada principal: Nordeste ESCADA ESCRITÓRIO WC WC 1123 Figura A2.8- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.38- Pavimentos No total de pavimentos: 11 Área total do edifício: 2097,39m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,50m Área de cada pavimento: 290,7m² No de pavimentos tipo: 7 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 133,6m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 14 No de escritórios por pavimento tipo: 2 Área média de cada escritório: 44m² Tabela A2.39Características construtivas gerais Cobertura Telha de fibrocimento (inclinação de 10%), sobre laje. Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: azul e cinza Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Tabela A2.40- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Fachada 5 Orientação Largura (m) Altura (m) Norte Nordeste Leste Sul Oeste 3,81 15 3,36 11,68 14,87 22 22 22 22 22 Área de janela/ área da fachada (%) 29,2 32,4 33,2 0,0 3,4 70 CENTRO EMPRESARIAL BARÃO DO RIO BRANCO Tabela A2.41- Dados gerais 1670 RIO ESCRITÓ Endereço: Av. Rio Branco, número 448/ Centro Ano de início de ocupação: 15/9/1998 Projetista: Moysés E.da S. Liz Construtor: Gilson K. Arantes Bautec. Telefone: 48/ 224 11 21 WC WC ELEV. OR CORRED ESCADA ELEV. WC WC Tabela A2.42- Tipologia arquitetônica 5970 ESCRITÓ RIO Forma: retangular Orientação da fachada principal: Norte WC WC RIO ESCRITÓ ESCADA OR CORRED ELEV. ELEV. WC WC ESCRITÓ RIO Figura A2.9 - Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.43- Pavimentos No total de pavimentos: 16 Área total do edifício: 7194,44 m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,70m No de pavimentos tipo: 11 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: Primeiro: 806,4 Segundo: 754,51 Área de cada pavimento: 343,73 m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 66 No de escritórios por pavimento tipo: 6 Área média de cada escritório: 41,99 m² Tabela A2.44- Características construtivas gerais Cobertura Telha de fibrocimento com inclinação de 5%, sobre laje maciça. Terraço com laje mista e revestimento cerâmico Impermeabilização: Laje em contato com o solo: maciça, com piso cimentado simples Laje entre pavimentos tipo: maciça Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado na maior dimensão Cor das fachadas externas: Laranja com cerâmica verde escura Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: pele de vidro refletivo verde (em todas as fachadas) Espessura: 7cm Espessura: Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 20cm Tabela A2.45- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Norte Leste Sul Oeste 8,90 40 8,90 40 30,40 30,40 30,40 30,40 Área de janela/ área da fachada (%) 66,3 24,4 66,3 12,9 71 CENTRO EMPRESARIAL FÊNIX Tabela A2.46- Dados gerais ES C R IT Ó C 29 W 10 75 15 Endereço: Rua Felipe Schmidt Ano de início de ocupação: 29/06/1989 Projetista: Celso Guimarães Construtor: Construtora e Imobiliária Coelho R IO W C ES C Tabela A2.47- Tipologia arquitetônica AD A A C NT AM E AR A H AL L Forma: retangular Orientação da fachada principal: Nordeste W EL C EV . W C EL EV . W C Figura A2.10 - Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.48- Pavimentos No total de pavimentos: 15 Área total do edifício: 6962,8m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,20m Área de cada pavimento: 723,65m² No de pavimentos tipo: 10 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 350,4m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 10 No de escritórios por pavimento tipo: 1 Área média de cada escritório: 272,35m² Tabela A2.49- Características construtivas gerais Cobertura dado não encontrado no projeto da SUSP Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Espessura: Espessura: Espessura: 25cm Espessura: 25cm Tabela A2.50- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Nordeste Sudeste Sudoeste Noroeste 14,60 28,90 9,90 29,60 28,40 28,40 28,40 28,40 Área de janela/ área da fachada (%) 53,0 38,0 61,4 45,4 72 CENTRO EMPRESARIAL HOEPKE Tabela A2.51- Dados gerais CR ES Endereço: Av. Hercílio Luz com João Pinto e Antonio Luz, no 255 Ano de início de ocupação: 22/08/2002 Projetista: Manoel Luiz Lopes Farias Construtor: Edy G. Luft Telefone: 48/ 9972 68 61 RIO ITÓ WC WC Tabela A2.52- Tipologia arquitetônica 330 0 CA ES . EV .EL EV EL DA Forma: retangular Orientação da fachada principal: Nordeste, Sudeste e Sudoeste WC WC CR ES RIO ITÓ 0 105 Figura A2.11- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.53- Pavimentos No total de pavimentos: 7 Área total do edifício: 5824,4m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 835,5m² No de pavimentos tipo: 5 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 340,2m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 10 No de escritórios por pavimento tipo: 2 Área média de cada escritório: 129,2m² Tabela A2.54- Características construtivas gerais Cobertura dado não encontrado no projeto da SUSP Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: Amarelo Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: vidro refletivo prata Espessura: 20cm Espessura: 18cm Espessura: 15cm Tabela A2.55- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Noroeste Sudoeste Sudeste Nordeste 10,20 33 10,20 33 14,58 14,58 14,58 14,58 Área de janela/ área da fachada (%) 38,6 30,6 38,6 31,1 73 CENTRO EXECUTIVO BARRA SUL Tabela A2.56- Dados gerais Endereço: Av. Rio Branco, no 159 Ano de início de ocupação: 12/1990 Projetista: Adroaldo P.Pereira Construtor: Gilson Kucker Arantes Bautec. Telefone: 48/ 224 11 21 RIO ITÓ CR ES WC WC C ES IO ÓR RIT WC WC OR ED RR CO WC Tabela A2.57- Tipologia arquitetônica RIO ITÓ CR ES Forma: quadrado . Orientação da fachada principal: Norte 4,5 189 C ES RIO ITÓ CR ES IO ÓR RIT RIO ITÓ CR ES WC WC RIO ITÓ CR ES WC DA CA ES RIO ITÓ CR ES V. LE . E EV EL 6 3,8 224 Figura A2.12 Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.58- Pavimentos No total de pavimentos: 12 Área total do edifício: 8672m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 1338m² No de pavimentos tipo: 11 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 419m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 88 No de escritórios por pavimento tipo: 8 Área média de cada escritório: 34,66m² Tabela A2.59- Características construtivas gerais Cobertura terraço com laje nervurada com enchimento de concreto celular Impermeabilização: manta asfáltica Laje em contato com o solo: maciça Laje entre pavimentos tipo: nervurada com enchim. de concreto celular Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado na maior dimensão Cor das fachadas externas: branco Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: fumê float, 6mm (em todas as fachadas) Espessura: 30cm Espessura: 4mm Espessura: 12cm Espessura: 30cm Espessura: 20cm Tabela A2.60- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Norte Leste Sul Oeste 20,45 23,30 20,45 23,30 33,30 33,30 33,30 33,30 Área de janela/ área da fachada (%) 100 16,3 48,8 8,4 74 CENTRO EXECUTIVO CASA DO BARÃO ESCADA ESCADA ELEV. CORREDOR ELEV. WC WC 4010 ESCRITÓRIO WC WC ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO WC WC Forma: retangular Orientação da fachada principal: Oeste ELEV. WC ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO Tabela A2.62- Tipologia arquitetônica ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO Endereço: Av. Prof. Othon Gama D'Eça com Bocaiúva, no 900. Ano de início de ocupação: 20/12/1995 Projetista: Alfred Biermann Telefone: 48/ 228 81 69 Construtor: Edson Carlos Teixeira Junior WC WC WC WC Tabela A2.61- Dados gerais WC WC ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO WC WC WC WC 1880 Figura A2.13- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.63- Pavimentos No total de pavimentos: 17 Área total do edifício: 28551,25m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,73m Área de cada pavimento: 2474,5m² No de pavimentos tipo: 10 Pé-direito: 2,80m Área de cada pavimento: 708,08m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 140 No de escritórios por pavimento tipo: 14 Área média de cada escritório: 35,63m² Tabela A2.64- Características construtivas gerais Cobertura Laje nervurada com 15cm de espessura e com enchimento de 20cm de espessura de concreto celular Telha Kahleta com laje macica de 7cm de espessura embaixo dela. Impermeabilização: manta asfáltica Laje em contato com o solo: maciça Laje entre pavimentos tipo: Laje mista Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado na maior dimensão Cor das fachadas externas: marrom e cerâmica branca. Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: fumê float, 6mm (em todas as fachadas) Espessura: 35cm Espessura: 4mm Espessura: 12cm Espessura: 24cm Espessura: 20cm Tabela A2.65- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Norte Leste Sul Oeste 20,70 40,10 20,70 40,10 31,85 31,85 31,85 31,85 Área de janela/ área da fachada (%) 13,5 31,5 18,7 38,1 75 CENTRO EXECUTIVO ILHA DE SANTORINI 1182 WC Tabela A2.66- Dados gerais Endereço: Dom Jaime Camara, no 77 Ano de início de ocupação: 06/07/1999 Projetista: Alberto Julian de santiago Construtor: Newton Atherino Szpoganicz Contato: Kátia, telefone: 48/ 223 03 94 COPA ESCRITÓRIO 1296 ELEV. CORREDOR ELEV. Tabela A2.67- Tipologia arquitetônica WC Forma: quadrada Orientação da fachada principal: Sul Figura A2.14- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.68- Pavimentos No total de pavimentos: 12 No de pavimentos no sub-solo: 2 Área total do edifício: 2537,7m² Pé-direito: 2,40m Área de cada pavimento: 350m² Pé-direito: 2,60m No de pavimentos tipo: 6 (primeiro ao quarto e do nono ao décimo pavimento) No Total de salas nos pavimentos tipo: 6 Área de cada pavimento: 150,5m² No de escritórios por pavimento tipo: 1 Área média de cada escritório: 108,21m² Tabela A2.69- Características construtivas gerais Cobertura Laje mista, impermeabilizada, sob telha de fibrocimento Laje em contato com o solo: maciça Laje entre pavimentos tipo: mista Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos e revestimento de massa corrida Cor das fachadas externas: beje e marrom Espessura: 20cm Espessura: 12cm Espessura: 30cm Espessura: 20cm Tabela A2.70- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sul Oeste Norte Leste 11,82 12,96 11,82 12,96 17 17 17 17 Área de janela/ área da fachada (%) 23,0 7,5 17,4 30,0 76 CENTRO EXECUTIVO MAXIM’S Tabela A2.71- Dados gerais ,63 ESC R ESC RIO RITÓ WC WC 1550 ITÓR Endereço: Av. Rio Branco, no 354 Ano de início de ocupação: 12/12/1990 Projetista: Jayme Antunes Teixeira Construtor: Jayme Antunes Teixeira IO WC ESC R ESC ITÓR RIO RITÓ WC IO WC R ESC ITÓR 900 IO Tabela A2.72- Tipologia Arquitetônica V. ELE Forma: retangular Orientação da fachada principal: Norte V. ELE COR RED OR V. ELE ADA ESC Figura A2.15 - Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.73- Pavimentos No total de pavimentos: 14 Área total do edifício: 7903,2m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 3m Área de cada pavimento: 874,9m² No de pavimentos tipo: 11 Pé-direito: 3m Área de cada pavimento: 434,2m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 110 No de escritórios por pavimento tipo: 10 Área média de cada escritório: 29,236m² Tabela A2.74- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: beje e laranja Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Espessura: 20cm Espessura: 10cm Espessura: 20cm Espessura: 15cm Tabela A2.75- Fachadas Orientação Largura (m) Altura (m) Área de janela/ área da fachada (%) Fachada 1 Oeste 38,75 35,40 28,5 Fachada 2 Norte 15,40 35,40 36,7 Fachada 3 Leste 38,75 35,40 28,5 Fachada 4 Sul 15,40 35,40 36,7 Brises Horizontais e verticais Horizontais e verticais Horizontais e verticais Horizontais e verticais 77 CENTRO EXECUTIVO VELLOSO ELEV. ESCAD Tabela A2.76- Dados gerais ELEV. WC A ESCRIT ÓRIO WC ESCRIT ÓRI O WC CORRED OR ESCRIT ÓRIO WC ESCRIT ÓRIO 1524 Endereço: Araújo Figueiredo, no 119, com Pedro Soares. Ano de início de ocupação: 12/11/1998 Projetista: Darlan Rozani Construtora Moro, telefone: 48/ 223 54 78 Construtor: Jarbas Najar Morro Telefone: 48/ 9982 0022 WC ESCRIT ÓRIO ESCRIT ÓRIO ESCRIT Ó WC Tabela A2.77- Tipologia arquitetônica RIO WC 1524,5 Forma: quadrada Orientação da fachada principal: Leste e Sul Figura A2.16- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.78- Pavimentos No total de pavimentos: 15 Área total do edifício: 5578,9m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,45m Área de cada pavimento: 553,2m² No de pavimentos tipo: 11 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 290,3m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 77 No de escritórios por pavimento tipo: 7 Área média de cada escritório: 24,3m² Tabela A2.79- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: branco e preto Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar e de correr Tipo de vidro: vidro liso, 4mm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Tabela A2.80- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sul Oeste Norte Leste 18,15 16 18,15 16 30,4 30,4 30,4 30,4 Área de janela/ área da fachada (%) 34,9 26,6 17,2 34,9 78 CENTRO EXECUTIVO VIA VENNETO Tabela A2.81- Dados gerais 6 1306,6 ESCR ELEV. DA WC Tabela A2.82- Tipologia arquitetônica ESCA ITÓR ESCR IO 1435 EDOR CORR ITÓRIO ELEV. WC Endereço: Adolfo Mello, no 35/ Centro Ano de início de ocupação: 30/11/1993 Projetista: Alfredo Biermann Telefone: 48/ 222 81 69 [email protected] Construtor: Gilson Kucker Arantes Bautec, telefone: 48/ 224 1121 Forma: quadrada Orientação da fachada principal: Leste Figura A2.17- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.83- Pavimentos No total de pavimentos: 14 Área total do edifício: 2807,33m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,40m Área de cada pavimento: 409,89m² No de pavimentos tipo: 12 Pé-direito: 2,975m Área de cada pavimento: 154,62m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 24 No de escritórios por pavimento tipo: 2 Área média de cada escritório: 49,99m² Tabela A2.84- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada maciça de concreto Telhado Kalheta Brasilit na maioria da cobertura, 10% de inclinação sobre laje mista com preenchimento em Siporex. Laje em contato com o solo: maciça Laje entre pavimentos tipo: laje mista com preenchimento dos em Siporex. Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado na maior dimensão Cor das fachadas externas: Cerâmica marrom e pintura da parede branca Esquadrias Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: fumê float, 4mm (em todas as fachadas) Espessura: 7cm Espessura: 24cm Espessura: 12cm Espessura: 24cm Espessura: 20cm Tabela A2.85- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Leste Norte Oeste Sul 12,85 14,35 12,85 14,35 39,73 39,73 39,73 39,73 Área de janela/ área da fachada (%) 21,1 44,7 21,1 8,6 79 EDIFÍCIO DOM JAIME CÂMARA Tabela A2.86- Dados gerais ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO Endereço: Dom Jaime Camara, no 66/ Centro. Ano de início de ocupação: 3/1/2000 Projetista: Odilon F. Monteiro. Monteiro Arquitetura, telefone: 48/ 222 4522 Construtor: Claudio Bianchini. WC WC 2566 ELEV. CORREDOR ELEV. ESCADA WC WC Tabela A2.87- Tipologia arquitetônica ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO Forma: retangular Orientação da fachada principal: Norte 740 Figura A2.18- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.88- Pavimentos No total de pavimentos: 16 No de pavimentos no sub-solo: 2 No de pavimentos tipo: 11 Área total do edifício: 4070,34m² Pé-direito:1°:2,35m 2°: 2,30m Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: Prim.: 506,66m² Seg.: 554,40m² Área de cada pavimento: 198,9 m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 44 No de escritórios por pavimento tipo: 4 Área média de cada escritório: 36,625m² Tabela A2.89- Características construtivas gerais Cobertura Terraço (A:124,944m2), com laje nervurada e piso cerâmico. Telha Maxiplax, 8,7% de inclinação. Laje em contato com o solo: maciça Laje entre pavimentos tipo: nervurada com enchim. de cerâmica Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado na menor dimensão Cor das fachadas externas: cinza Esquadrias Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: 4mm, com película colorida (em todas as fachadas) Espessura: 20cm de tijolo e 15 cm de capa de concreto Espessura: 12cm Esp.: 35cm Espessura: 15cm Tabela A2.90- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Norte Leste Sul Oeste 7,79 25,66 7,79 25,66 30,40 30,40 30,40 30,40 Área de janela/ área da fachada (%) 47,2 33,5 47,2 33,2 80 EDIFÍCIO EMEDAUX Tabela A2.91- Dados gerais ESC RIT ÓRIO COR RED OR WC WC ESC ADA Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sul ESC RIT ÓRIO Tabela A2.92- Tipologia arquitetônica WC WC ELE V. E LEV. ELEV . ESC ADA 5092 ESC RIT ÓRIO WC WC ESC RIT ÓRIO WC WC Endereço: Rua Santos Dumont. Praça Pereira Oliveira/ Centro Ano de início de ocupação: 19/12/1977 Projetista: Ascanio Riccio Telefone: 48/ 233 02 96 48/ 231 70 11 Construtor: Alvero Luiz P. Gonçalves 790 Figura A2.19- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.93- Pavimentos No total de pavimentos: 12 Área total do edifício: 6798,23 m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,60m No de pavimentos tipo: 10 Pé-direito: 2,80m Área de cada pavimento: Seg.sub.:639,51m² prim. Sub.: 634,39m² Área de cada pavimento: 375,68m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 40 No de escritórios por pavimento tipo: 4 Área média de cada escritório: xxm² Tabela A2.94- Características construtivas gerais Cobertura Laje mista nervurada com tijolo cerâmico Impermeabilização: manta asfáltica Laje em contato com o solo: concreto armado Laje entre pavimentos tipo: laje mista com tijolo cerâmico Paredes externas: tijolo cerâmico recozido de oito furos, do tipo leve Cor das fachadas externas: cinza Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: fumê, 4mm (em todas as fachadas) Espessura: 15cm Espessura: 4mm Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 25cm Tabela A2.95- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Leste Sul Oeste Norte 54 9,66 54 9,66 29,1 29,1 29,1 29,1 Área de janela/ área da fachada (%) 17,5 18,7 25,6 12,3 81 CR ITÓ RIO EDIFÍCIO GOLDEN TOWER ES CR IT WC AD OR EL EV 225 0 EL EV RIO WC CR ITÓ ES RIO CR ITÓ RIO ES CR ITÓ WC CO RR E DO R ES CR ITÓ RIO AD OR WC WC Endereço: Felipe Schmidt, no 657 Ano de início de ocupação: 16/07/2002 Projetista: Antonio Didone 48/ 225 68 66 [email protected] Construtor: Antonio Didone ÓR IO ES Tabela A2.96- Dados gerais ES Tabela A2.97- Tipologia arquitetônica Forma: retangular Orientação da fachada principal: Nordeste 915 Figura A2.20- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.98- Pavimentos No total de pavimentos: 15 Área total do edifício: 5626,54m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,45m Área de cada pavimento: 641m² No de pavimentos tipo: 6 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 223,45m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 30 No de escritórios por pavimento tipo: 5 Área média de cada escritório: 29,5m² Tabela A2.99- Características construtivas gerais Cobertura terraço com laje impermeabilizada Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: bege Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Espessura: 10cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Tabela A2.100- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Nordeste Noroeste Sudoeste Sudeste 9,60 23,60 9,60 23,60 16,95 16,95 16,95 16,95 Área de janela/ área da fachada (%) 57,8 6,8 16,6 15,1 82 EDIFÍCIO IDELFONSO LINHARES Tabela A2.101- Dados gerais 21 00 C W C Forma: irregular Orientação da fachada principal: Sudoeste e Sudeste ES CR IT ÓR IO W ES CR IT ÓR IO Tabela A2.102- Tipologia arquitetônica W C ES CR IT ÓR IO ES CR IT ÓR IO EL EV .EL EV . W CA FÉ C CO RR ED OR ES CA DA 29 30 ES CR IT ÓR IO ES CR IT ÓR IO Endereço: Jerônimo Coelho, no 33, com Vidal Ramos/ Centro Ano de início de ocupação: 6/5/1988 Projetista: Adroaldo P.Pereira Construtor: Buatec, telefone: 48/ 232 00 29 Figura A2.21- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.103- Pavimentos No total de pavimentos: 14 Área total do edifício: 6527,22 m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 983,8 m² No de pavimentos tipo: 9 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 1393,44 m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 54 No de escritórios por pavimento tipo: 6 Área média de cada escritório: 46,46 m² Tabela A2.104- Características construtivas gerais Laje nervurada preenchida com tijolo cerâmico Impermeabilização: manta asfáltica barbiculita Laje em contato com o solo: concreto simples Laje entre pavimentos tipo: Laje nervurada com preenchimento de tijolo cerâmico furado Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado na maior dimensão Cor das fachadas externas: concreto aparente, mas a maioria dele é em pele de vidro. Esquadrias Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: simples, 4mm (em todas as fachadas) Cobertura Espessura: 28cm Espessura: 4cm Espessura: 5cm Espessura: 10cm Espessura: 28cm Espessura: 15cm Tabela A2.105- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste 30,70 21 30,70 21 33,06 33,06 33,06 33,06 Área de janela/ área da fachada (%) 100 100 23,5 40,0 83 EDIFÍCIO MANHATTAN ESCRIT WC WC ÓRIO WC ÓRIO 1745 OR CORRED ESCADA Endereço: Adolfo Melo, no 38/ Centro Ano de início de ocupação: 10/01/1990 Projetista: Zairo Cabral Luiz Construtor: Carlos Augusto Belino EV. LIXO ELEV. EL ESCRIT Tabela A2.106- Dados gerais WC ESCRIT ÓRIO ESCRIT ÓRIO WC Forma: quadrada Orientação da fachada principal: Oeste WC Tabela A2.107- Tipologia arquitetônica 1399,01 Figura A2.22- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.108- Pavimentos No total de pavimentos: 12 Área total do edifício: 3478,53m² No de pavimentos no sub-solo:1 Pé-direito: 2,33m Área de cada pavimento: 504m² No de pavimentos tipo: 9 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 220,68m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 18 No de escritórios por pavimento tipo: 2 Área média de cada escritório: 87,25m² Tabela A2.104- Características construtivas gerais Cobertura terraço com laje impermeabilizada Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: preto e branco Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Espessura: 35cm Espessura: 27cm Espessura: 27cm Espessura: 15cm Tabela A2.110- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Oeste Norte Leste Sul 17,60 14,15 17,60 14,15 27 27 27 27 Área de janela/ área da fachada (%) 33,2 50,0 17,6 24,6 84 EDIFÍCIO MARES DO SUL Tabela A2.111- Dados gerais Endereço: Av. Prefeito Osmar Cunha, número 91 Ano de início de ocupação: 20/02/1992 Projetista: José Laércio Andrade Construtor: Amélio Aquinelio Nerizi e Luiz Vieira Júnior. Telefone: 48/ 282 00 98 IT CR ES WC LL HA WC ES 815 Forma: retangular Orientação da fachada principal: Nordeste DA CA EV EL Tabela A2.112- Tipologia arquitetônica LL HA LE . E V. IO ÓR 2 197 Figura A2.23- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.113- Pavimentos No total de pavimentos: 12 Área total do edifício: 2836,9m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 350m² No de pavimentos tipo: 6 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 158,63m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 6 No de escritórios por pavimento tipo: 1 Área média de cada escritório: 114,6m² Tabela A2.114- Características construtivas gerais Cobertura terraço com laje impermeabilizada Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado na maior dimensão Cor das fachadas externas: beje e rosa Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Espessura: 30cm Espessura: 10cm Espessura: 30cm Espessura: 20cm Tabela A2.115- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Nordeste Sudeste Sudoeste Noroeste 7,68 20,30 7,68 20,30 17,70 17,70 17,70 17,70 Área de janela/ área da fachada (%) 94,6 55,7 0,0 69,1 85 WC WC ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO WC WC WC WC ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO 2566 Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sul . ELEV. ELEV Tabela A2.117- Tipologia arquitetônica CORREDOR ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO WC Endereço: Av. Rio Branco, no 333. Ano de início de ocupação: 20/8/1999 Projetista: Dejalma Frasson Junior Magno Martins, telefone: 48/ 223 1919 Construtor: Telma R. Bento WC ESCRITÓRIO Tabela A2.116- Dados gerais ESCRITÓRIO EDIFÍCIO MIRAGE TOWER 930,62 Figura A2.24 Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.118- Pavimentos No total de pavimentos: 15 Área total do edifício: 5629,95m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,73m Área de cada pavimento: 628,63m² No de pavimentos tipo: 10 Pé-direito: 2,65m Área de cada pavimento: 272,55m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 80 No de escritórios por pavimento tipo: 8 Área média de cada escritório: 23,426m² Tabela A2.119- Características construtivas gerais Cobertura Terraço descoberto com piso cerâmico sobre laje treliçada. Telha metálica Impermeabilização: manta asfáltica Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: Laje treliçada Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado na menos dimensão Cor das fachadas externas: rosa Esquadrias Material: Alumínio anodizado (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: Laminado azul, com espessura de 8mm. (em todas as fachadas) Espessura: 12cm Espessura: 4mm Espessura: 15cm Espessura: 30cm Espessura: 15cm Tabela A2.120- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sul Oeste Norte Leste 9,72 28,04 9,72 28,04 28,15 28,15 28,15 28,15 Área de janela/ área da fachada (%) 32,1 13,7 17,5 17,2 86 EDIFÍCIO OFFICE SQUARE Tabela A2.121- Dados gerais Endereço: Victor Konder/Largo Benjamin Constant/ Centro. Ano de início de ocupação: 18/12/2003 Projetista: Renee Gonçalvez Construtor: Marco Aurelio Alberto Telefone: 48/ 324 1047 70 12 ,63 CR ES W PA CO IO ÓR IT C AC C ES 95 24 DA W RR CO AC C . EV EL W A PA OP C . EV CO EL IO CA ES R TÓ RI C OR W ED C CO PA ÓR RIT CO IO C ES R TÓ RI PA C ES Tabela A2.122- Tipologia arquitetônica W IO C W AC Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sudeste C C ES R TÓ RI IO Figura A2.25- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.123- Pavimentos No total de pavimentos: 17 Área total do edifício: 7856,84 m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,45m Área de cada pavimento: 1°:819,22;2°:833,91m² No de pavimentos tipo: 11 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 295,91m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 55 No de escritórios por pavimento tipo: 5 Área média de cada escritório: 36,62m² Tabela A2.124- Características construtivas gerais Telha de fibrocimento. Laje nervurada preenchida com tijolo cerâmico. Impermeabilização: vermiculita placas de isopor Laje em contato com o solo: concreto armado Laje entre pavimentos tipo: Lage nervurada preenchida com tijolos cerâmicos. Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado em sua maior dimensão Cor das fachadas externas: Revestimento cerâmico 5x5, cinza. Esquadrias Material: Alumínio anodizado (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: Laminado reflexivo prata, espessura de 8cm. (em todas as fachadas) Cobertura Espessura: 25cm Espessura: 10cm Espessura: 5cm Espessura: 15cm Espessura: 25cm Espessura: 25cm Tabela A2.125- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste 12,90 26,20 12,90 26,20 30,40 30,40 30,40 30,40 Área de janela/ área da fachada (%) 44,9 11,9 44,9 16,7 87 ÓR IO CR IT ES WC WC ES C RIT ÓR IO Tabela A2.126- Dados gerais CO PA EDIFÍCIO OLMIRO FARACO WC DA CO RR ED OR WC WC Tabela A2.127- Tipologia arquitetônica ES CR IT ÓR IO Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sudoeste CO PA ES CR ITÓ RIO CO PA EL EV . EL E V. 485 8 ES CA CO PA ES CR IT ÓR IO Endereço: Tenente Silveira, no 482 Ano de início de ocupação: 15/01/1993 Projetista: Rubens Bazzo Construtor: Rubens Bazzo 745 Figura A2.26 - Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2. 128- Pavimentos No total de pavimentos: 8 Área total do edifício: 2772,52m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 3,50m Área de cada pavimento: 311,6m² No de pavimentos tipo: 6 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 312,4m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 30 No de escritórios por pavimento tipo: 5 Área média de cada escritório: 42,78m² Tabela A2.129- Características construtivas gerais Cobertura terraço com laje impermeabilizada Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: branca Esquadrias Espessura: 45cm Espessura: 28cm Espessura: 28cm Espessura: 15cm Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tabela A2.130- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudoeste Noroeste Nordeste Sudeste 6,20 50,10 6,95 50,10 17,56 17,56 17,56 17,56 Área de janela/ área da fachada (%) 100 27,9 26,5 18,4 88 EDIFÍCIO PEDRO XAVIER Tabela A2.131- Dados gerais C ES C ES 90 C 10 W W RIT ÓR IO ES CR CA DA Endereço: Bento Gonçalves, no 183, Centro Ano de início de ocupação: 28/08/1995 Projetista: Éderson Antônio de Castro Construtor: Éderson Antônio de Castro e Carlos Augusto Bedim IT ÓR IO W C E LE V. EL EV . CO RR W ED OR ES C RI TÓ RIO W C W C ITÓ RIO 20 Forma: triangular Orientação da fachada principal: Sudeste ES CR C 31 Tabela A2.132- Tipologia arquitetônica W C W C Figura A2.27- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.133- Pavimentos No total de pavimentos: 12 No de pavimentos no sub-solo: 2 No de pavimentos tipo: 9 Área total do edifício: 6016m² Pé-direito: Segundo subsolo: 2,40m. Primeiro subsolo: 2,60m. Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 590m² Área de cada pavimento: 288,17m² No Total de salas nos pavimentos tipo:36 No de escritórios por pavimento tipo: 4 Área média de cada escritório: 52,25m² Tabela A2.134- Características construtivas gerais Cobertura Terraço e telhado com laje embaixo Laje em contato com o solo: dado não encontrado no projeto da SUSP Laje entre pavimentos tipo: dado não encontrado no projeto da SUSP Paredes externas: dado não encontrado no projeto da SUSP Cor das fachadas externas: cinza Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: fumê float, 6mm (em todas as fachadas) Espessura: 20cm Espessura: 15cm Espessura: 21cm Espessura: 15cm Tabela A2.135- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste 11,35 33,30 11,35 33,30 25,48 25,48 25,48 25,48 Área de janela/ área da fachada (%) 27,6 27,1 0,0 11,2 89 EDIFÍCIO PLANEL TOWERS Tabela A2.136- Dados gerais IO ÓR RIT ESC IO ÓR RIT ESC ESC WC WC ELE WC V. ELE A AD ESC IO IO ÓR RIT ESC V. WC OR ED RR CO WC ÓR RIT WC WC WC 9,16 219 IO ÓR RIT ESC Endereço: Av. Rio Branco no 72 ou 86/ Centro. Ano de início de ocupação: 20/10/1989 Projetista: Adroaldo P.Pereira Bautec, telefone: 48/ 232 0029 (Gilson Arantes) Construtor: Edson Carlos Teixeira Junior IO ÓR RIT ESC ESC Ó RIT RIO IO ÓR RIT ESC Tabela A2.137- Tipologia arquitetônica 0 212 Forma: quadrada Orientação da fachada principal: Norte Figura A2.28 Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.138- Pavimentos No total de pavimentos: 15 Área total do edifício: 17245,64m² (2 blocos) No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 2830m² No de pavimentos tipo: 12 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 442m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 96 No de escritórios por pavimento tipo: 8 Área média de cada escritório: 38,74m² Tabela A2.139- Características construtivas gerais Cobertura terraço com laje nervurada com enchimento de concreto celular Impermeabilização: manta asfáltica Laje em contato com o solo: maciça Laje entre pavimentos tipo: nervurada com enchim. de concreto celular Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado em sua maior dimensão Cor das fachadas externas: marrom Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: fumê float, 6mm (em todas as fachadas) Espessura: 30cm Espessura: 4mm Espessura: 12cm Espessura: 30cm Espessura: 20cm Tabela A2.140- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Oeste Norte Leste Sul 23,6 21,8 23,6 21,8 36,30 36,30 36,30 36,30 Área de janela/ área da fachada (%) 37,6 19,5 37,6 19,5 90 EDIFÍCIO REGENCY TOWER ESCRITÓRIO WC WC CORREDOR ESCRITÓRIO WC ESCRITÓRIO WC ESCRITÓRIO ESCADA ELEV. ELEV. ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO WC WC 1729 Endereço: Dom Jaime Camara, no 179 Ano de início de ocupação: 23/05/2000 Projetista: D Jalma F. Junior Magno Martins, telefone: 48/ 233 1919 Construtor: Marcelo de A. Garcia ESCRITÓRIO Tabela A2.141- Dados gerais WC ESCRITÓRIO 1430 Tabela A2.142- Tipologia arquitetônica Figura A2.29- Planta baixa do pavimento tipo. Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sul Tabela A2.143- Pavimentos No total de pavimentos: 15 Área total do edifício: 4820,65m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,73m Área de cada pavimento: 570,63m² No de pavimentos tipo: 11 Pé-direito: 2,65m Área de cada pavimento: 261,10m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 88 No de escritórios por pavimento tipo: 8 Área média de cada escritório: 22,79m² Tabela A2. 144- Características construtivas gerais Cobertura Telha de fibrocimento com inclinação de 10%. Laje treliçada sob o telhado e no terraço Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: laje treliçada Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado em sua menor dimensão Cor das fachadas externas: azul e cerâmica branca Esquadrias Material: Alumínio anodizado (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar e de correr (em todas as fachadas) Tipo de vidro: pele de vidro laminado com 8mm de espessura (em todas as fachadas) Espessura: 12cm Espessura: 12cm Espessura: 12cm Tabela A2.145- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sul Oeste Norte Leste 14,30 18,85 14,30 18,85 30,97 30,97 30,97 30,97 Área de janela/ área da fachada (%) 39,5 19,8 19,0 19,9 91 EDIFÍCIO ROYAL TOWER Tabela A2.146- Dados gerais Endereço: Esteves Junior, no 366 Ano de início de ocupação: 23/5/2000 Projetista: Dejalma F. Junior Magno Martins, telefone: 48/ 233 1919 Construtor: Edson Carlos Teixeira Junior 3209 WC RIO 874,9 ESCRITÓ WC ESCRITÓ RIO ESCADA ESCRITÓ RIO ESCRITÓ RIO WC CORRED OR WC ESCRITÓ WC WC ESCRITÓ RIO RIO ELEV. ELEV. ESCRITÓ RIO WC WC ESCRITÓ RIO Tabela A2.147- Tipologia arquitetônica Forma: retangular Orientação da fachada principal: Oeste Figura A2.30- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.148- Pavimentos No total de pavimentos: 13 Área total do edifício: 4318,04 m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,825 m Área de cada pavimento: 638,5 m² No de pavimentos tipo: 5 Pé-direito: 2,65m Área de cada pavimento: 291,75 m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 40 No de escritórios por pavimento tipo: 8 Área média de cada escritório: 25,22 m² Tabela A2.149- Características construtivas gerais Cobertura Laje treliçada Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: Laje treliçada Paredes externas: tijolo cerâmico de seis furos, assentado em sua menor dimensão Cor das fachadas externas: Amarela Esquadrias Material: Alumínio anodizado(em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar (em todas as fachadas) Tipo de vidro: Laminado marrom, com espessura de 8mm. (em todas as fachadas) Espessura: 12cm Espessura: 12cm Espessura: 12cm Espessura: 15cm Tabela A2.150- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Oeste Norte Leste Sul 10 24,95 6,95 33,90 14,15 14,15 14,15 14,15 Área de janela/ área da fachada (%) 25,4 14,4 24,4 15,0 92 EDIFÍCIO SAINT JAMES Tabela A2.151- Dados gerais WC WC CORREDOR ESCRITÓRIO COPA 4260 COPA WC WC ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO WC WC ESCRITÓRIO Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sul ESCRITÓRIO RECEPÇÃO Tabela A2.152- Tipologia arquitetônica WC ELEV. ESCADA CORREDOR WC ELEV. RECEPÇÃO ESCRITÓRIO CORREDOR WC WC ESCRITÓRIO Endereço: Presidente Coutinho Ano de início de ocupação: 11/01/19995 Projetista: Luis Antonio R. Teixeira Telefone: 48/ 234 8828 Construtor: Luis Antonio R. Teixeira ESCRITÓRIO 720,63 Figura A2.31- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.153- Pavimentos No total de pavimentos: 13 Área total do edifício: 4569,8m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,90m Área de cada pavimento: 277,7m² No de pavimentos tipo: 11 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 297m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 88 No de escritórios por pavimento tipo: 8 Área média de cada escritório: 25m² Tabela A2.154- Características construtivas gerais Cobertura Telha de fibrocimento sobre laje impermeabilizada Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: cinza-escuro e cinza-claro Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar e de correr Espessura: 10cm Espessura: 15cm Tabela A2.155- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sul Oeste Norte Leste 6,35 41,40 6,35 41,40 33 33 33 33 Área de janela / área da fachada (%) 22,0 16,5 22,0 15,1 Brises Verticais Verticais Verticais Não possui 93 EDIFÍCIO SANTA EDWIGE Tabela A2.156- Dados gerais Endereço: Endereço não confere. Ano de início de ocupação: 30/11/1976 Projetista: Ascanio Riccio Construtor: Odilon Furtado Filho 2480 WC ESC OR ESC RIO RITÓ V ELE . RED COR RIO RITÓ 1160 WC ADA ESC WC WC Tabela A2.157- Tipologia arquitetônica Forma: retangular Orientação da fachada principal: Oeste Figura A2.32 - Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.158- Pavimentos No total de pavimentos: 7 Área total do edifício: 2070m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,50m Área de cada pavimento: 283,4m² No de pavimentos tipo: 5 Pé-direito: 2,80m Área de cada pavimento: 260,5m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 10 No de escritórios por pavimento tipo: 2 Área média de cada escritório: 111,22m² Tabela A2. 159- Características construtivas gerais Cobertura Laje sob telhado Laje em contato com o solo: sem especificação Laje entre pavimentos tipo: sem especificação Paredes externas: sem especificação Cor das fachadas externas: sem especificação Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 15cm Tabela A2.160- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Oeste Norte Leste Sul 14,50 24,20 14,20 24,20 14,60 14,60 14,60 14,60 Área de janela/ área da fachada (%) 31,1 4,2 32,9 3,4 94 EDIFÍCIO SUDAMERIS Tabela A2.161- Dados gerais ES CR I TÓ RI O CO W C RR ED OR Endereço: Jerônimo Coelho, no 280/ Centro Ano de início de ocupação: 17/08/1982 Projetista: Luiz Beltrame Dal Molin Cota Empreendimentos, telefone: 48/ 3028 01 00 Construtor: Celso Mauro Miranda Carneiro 34 40 EL EV . ES CA DA W C TÓ RI O 65 0 ES CR I Tabela A2.162- Tipologia arquitetônica Forma: retangular Orientação da fachada principal: Noroeste Figura A2.33 - Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.163- Pavimentos No total de pavimentos: 12 Área total do edifício: 17245,64m² No de pavimentos no sub-solo: 3 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 650m² No de pavimentos tipo: 9 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 328m² Tabela A2.164- Características construtivas gerais Cobertura terraço Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: marrom Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 12cm Espessura: 15cm Tabela A2.165- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste 27,42 12,40 27,42 12,40 30,04 30,04 30,04 30,04 Área de janela/ área da fachada (%) 40,4 30,1 52,8 12,2 95 EDIFÍCIO TORRE DA COLINA Tabela A2.166- Dados gerais Endereço: Felipe Schmidt, no 649 Ano de início de ocupação: 08/11/1996 Projetista: André Fco C, Schmidt Construtor: Antônio Didoné RA Incorporações, telefone: 48/ 225 68 66 8,2 9 RIO ES C AD A 184 5 WC EL EV . E LE V. CO RR ED OR RIO ES Forma: quadrada Orientação da fachada principal: Nordeste CR ITÓ ES CR ITÓ Tabela A2.167- Tipologia Arquitetônica RIO ES CR ITÓ RIO WC WC ES WC CR ITÓ RIO ES CR ITÓ WC ES CR ITÓ RIO ES CR IT ÓR IO 135 Figura A2.34 - Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.168- Pavimentos No total de pavimentos: 12 Área total do edifício: 5860,9m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,40m Área de cada pavimento: 603,5m² No de pavimentos tipo: 10 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 280m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 70 No de escritórios por pavimento tipo: 7 Área média de cada escritório: 30,5m² Tabela A2.179- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: marrom Esquadrias Material: Alumínio (em todas as fachadas) Sistema de abertura: Máximo-ar e de correr Espessura: 20cm Espessura: 10cm Espessura: 20cm Espessura: 15cm Tabela A2.170- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Nordeste Sudeste Sudoeste Noroeste 15,72 16,25 14,73 16,25 30,8 30,8 30,8 30,8 Área de janela/ área da fachada (%) 100 26,4 62,0 24,4 96 EDIFÍCIO TRAJANO Tabela A2.171- Dados gerais ES C RIT Endereço: rua Trajano Ano de início de ocupação: 13/04/1975 Projetista: Helvécio Mauro P. Neves Construtor: Helvécio Mauro P. Neves ÓR IO WC EL E V.E LE V. ES CA CO RR KIT E DA DO R WC WC . WC CR ITÓ RIO 5 ES 443 675 WC Tabela A2.172- Tipologia arquitetônica Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sudeste Figura A2.35- Planta baixa do pavimento tipo. Tabela A2.173- Pavimentos No total de pavimentos: 8 No de pavimentos no sub-solo: não há No de pavimentos tipo: 7 Área total do edifício: 2947,1m² Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 299,3m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 14 No de escritórios por pavimento tipo: 2 Área média de cada escritório: 121,8m² Tabela A2. 174- Características construtivas gerais Cobertura Laje sob telhado Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: bege Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 15cm Tabela A2.175- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 38,8 5,8 40,6 0,0 97 APÊNDICE 3- Tipologias construtivas de 12 edifícios públicos de escritório EDIFÍCIO ADOLFO ZIGUELI Tabela A3.1- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Nordeste e Noroeste Tabela A3.2- Tipologia arquitetônica Endereço: Saldanha Marinho com rua dos Ilhéus, no 10. Ano de início de ocupação: 14/1/1976 Projetista: Luiz Emanuel Lueneberg Construtor: Jiro Shiota Tabela A3.3- Pavimentos No total de pavimentos: 13 No de pavimentos no sub-solo: 1 Área total do edifício: 5947,25m² Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 485,49m² No de pavimentos tipo: 1°ao 5° e Pé-direito: 2,70m 6° ao 11° No Total de salas nos pavimentos tipo: 42 Área de cada pavimento: 1°ao 5°= 417,67m²; 6° ao 11° = 404,09m² No de escritórios por pavimento tipo: 6° ao 11° = 7 Área média de cada escritório: 31m² Tabela A3.4- Características construtivas gerais Cobertura Telhado sem especificações Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações. Fachadas Noroeste e Sudeste com 20cm de espessura Cor das fachadas externas: amarelo Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 15cm Tabela A3.5- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 42,8 49,3 79,6 65,0 EDIFÍCIO ALDO BECK Tabela A3.6- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sudoeste e Noroeste Tabela A3.8- Pavimentos No total de pavimentos: 14 Tabela A3.7- Tipologia arquitetônica Endereço: Conseilheiro Mafra, no 658 Ano de início de ocupação: 12/1989 Projetista: Alcemir Medeiros da Silva Construtor: Valter Wolf Área total do edifício: 8244,2m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 817,42 m² No de pavimentos tipo: 10 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 457,40m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 80 No de escritórios por pavimento tipo: 8 Área média de cada escritório: 45m² Tabela A3.9- Características construtivas gerais Cobertura Telha com laje de 28cm sob ela. Terraço descoberto A=92,55m², com piso de 41cm de espessura. Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: marrom Sistema de abertura: máximo-ar, de alumínio anodizado. Vidro fumê. Espessura: 28cm Espessura: 28cm Espessura: 15cm 98 Tabela A3.10- Fachadas Orientação Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste Largura (m) Altura (m) 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 23,7 32,4 23,7 32,3 EDIFÍCIO BRASÍLIA Tabela A3.11- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Leste e Sul Tabela A3.12- Tipologia arquitetônica Endereço: Alvaro de Carvalho, no 220/ Centro. Ano de início de ocupação: 22/10/1982 Projetista: Edson Orlando Tavares Goeloner Construtor: Roberto Napoleão. Tabela A3.13- Pavimentos No total de pavimentos: 9 Área total do edifício: 3092,69 m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 3,06m Área de cada pavimento: 575 m² No de pavimentos tipo: 5 Pé-direito: 2,88m Área de cada pavimento: 265,39 m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 10 No de escritórios por pavimento tipo: 2 Área média de cada escritório: 97,74 m² Tabela A3.14- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada e terraço com piso cerâmico Espessura: 28cm de laje, mais 20cm Espessura: 28cm Espessura: 28cm Espessura: 18cm Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: rosa Tabela A3.15- Fachadas Orientação Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Norte Leste Sul Oeste Largura (m) Altura (m) 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 6,15 41,6 26,7 41,6 CENTRO EMPRESARIAL BELO, RECEITA FEDERAL Tabela A3.16- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Leste e Oeste Tabela A3.18- Pavimentos No total de pavimentos: 15 Tabela A3.17- Tipologia arquitetônica Endereço: Av. Presidente Osmar Cunha com Nereu Ramos, no126 Ano de início de ocupação: 30/08/1999 Projetista: Manoel Luiz Simões Lopes Farias Contato: 223 48 84 Construtor: Marcelo. Contato: 9981 3200 Área total do edifício: 13.491,22m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,88m No de pavimentos tipo: 10 Pé-direito: 2,65m Área de cada pavimento: Subsolo 1= 1176,64m² Subsolo 2= 1182,64m² Área de cada pavimento: 500,68m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 140 No de escritórios por pavimento tipo: 14 Área média de cada escritório: 26m² 99 Tabela A3. 19- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada e terraço com piso cerâmico. Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: amarelo Espessura: 28cm Espessura: 28cm Espessura: 12cm Espessura: 15cm Tabela A3.20- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Norte Leste Sul Oeste 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 21,3 53,6 22,3 53,6 CENTRO EXECUTIVO ATLANTIS Tabela A3.21- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sul e Oeste Tabela A3.22- Tipologia arquitetônica Endereço: Av. Rio Branco, número 691/ Centro Ano de início de ocupação: 5/2/2003 Projetista: Marcelo Ribas Pereira Construtor: Gilson K. Arantes Contato: 224 11 21. [email protected] Tabela A3.23- Pavimentos No total de pavimentos: 15 Área total do edifício: 4140,69 m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,88m Área de cada pavimento: 532,27m² No de pavimentos tipo: 10 Pé-direito: 2,88m Área de cada pavimento: 189.98 m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 20 No de escritórios por pavimento tipo: 2 Área média de cada escritório: 67,05 m² Tabela A3.24- Características construtivas gerais Cobertura Terraço com 87m² de área de telha metálica Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: branco Espessura: 38cm Espessura: 10cm Espessura: 28cm Espessura: 20cm Sistema de abertura: máximo-ar Tabela A3.25- Fachadas Orientação Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Norte Leste Sul Oeste Largura (m) Altura (m) 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 26,5 1,1 100 50,4 EDIFÍCIO CORONEL CÂNDIDO A. MARINHO Tabela A3.26- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sul Tabela A3.27- Tipologia arquitetônica Endereço: Tiradentes, no 31 Ano de início de ocupação: 16/12/1987 Projetista: Verônica Dall'orto Mello Construtor: Verônica Dall'orto Mello 100 Tabela A3.28- Pavimentos No total de pavimentos: 9 Área total do edifício: 1623,3m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,55m Área de cada pavimento: 245,79m² No de pavimentos tipo: 5 Pé-direito: 2,70m Área de cada pavimento: 155,23m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 15 No de escritórios por pavimento tipo: 3 Área média de cada escritório: 31,36m² Tabela A3.29- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada na casa de máquinas (A=32,86). Terraço A=108,74 Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Tabela A3.30- Fachadas Orientação Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Norte Leste Sul Oeste Largura (m) Altura (m) 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 20c Área de janela/ área da fachada (%) 0,0 8,6 14,9 20,3 EDIFÍCIO DONA IRACEMA Tabela A3.31- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Nordeste e Noroeste Tabela A3.32- Tipologia arquitetônica Endereço: Saldanha Marinho com Araújo Figueiredo, no 36 Ano de início de ocupação: 27/6/1990 Projetista: Roberto Napoleão Construtor: Roberto Napoleão Tabela A3.33- Pavimentos No total de pavimentos: 10 Área total do edifício: 3.150m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,40m Área de cada pavimento: 597,27m² No de pavimentos tipo: 6 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 318,10m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 6 No de escritórios por pavimento tipo: 1 Área média de cada escritório: 264,75m² Tabela A3.34- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada e terraço com piso cerâmico. Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: pele de vidro Espessura: 20cm Espessura: 12cm Espessura: 12cm Espessura: 15cm Sistema de abertura: máximo-ar, vidro fumê 6mm. Sistema de pele de vidro. Tabela A3.35- Fachadas Orientação Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste Largura (m) Altura (m) 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 7,7 23,8 100 100 101 EDIFÍCIO DO IBAMA Tabela A3.36- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Leste Tabela A3.37- Tipologia arquitetônica Endereço: av. Mauro Ramos Ano de início de ocupação: 15/07/1977 Projetista: Juarez Luiz Gobbi e Antônio Filippini Construtor: Jayme Antunes Teixeira Tabela A3.38- Pavimentos No total de pavimentos: 8 Área total do edifício: 1.875m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,60m Área de cada pavimento: 201 m² No de pavimentos tipo: 6 Pé-direito: 3,00m Área de cada pavimento: 239m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 24 No de escritórios por pavimento tipo: 4 Área média de cada escritório: 50,6m² Tabela A3.39- Características construtivas gerais Cobertura Telhado sobre laje. Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: laje nervurada Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: concreto aparente Espessura: 10cm Espessura: 10cm Espessura: 40cm Espessura: 25cm Sistema de abertura: janelas de alumínio, máximo-ar Tabela A3.40- Fachadas Orientação Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Norte Leste Sul Oeste Largura (m) Altura (m) 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 11,9 90,4 26,7 90,4 EDIFÍCIO LEATRICE Tabela A3.41- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Noroeste Tabela A3.42- Tipologia arquitetônica Endereço: Alvaro de Carvalho, no 220/ Centro. Ano de início de ocupação: 1/3/1996 Projetista: Odilon Monteiro Contato: 222 45 22 Construtor: Construtora e Imobiliária Irmãos Maia. Tabela A3.43- Pavimentos No total de pavimentos: 9 No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,60m Área total do edifício: 2397,16m² Área de cada pavimento: 351,38 m² No de pavimentos tipo: 4 (5°ao Pé-direito: 2,65m Área de cada pavimento: 151,92m² 8°) No Total de salas nos pavimentos tipo: 4 No de escritórios por pavimento tipo: 1 Área média de cada escritório: 110,58m² Tabela A3.44- Características construtivas gerais Cobertura Telha de fibrocimento (inclinação:2°) Laje no terraço (A=95,65m²), com piso de cerâmica. Laje em contato com o solo: Piso cimentado Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: vinho Espessura: 10cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Sistema de abertura: máximo-ar 102 Tabela A3.45- Fachadas Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Orientação Largura (m) Altura (m) Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 21,0 0,0 30,3 6,0 EDIFÍCIO PALAS Tabela A3.46- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Nordeste Tabela A3.47- Tipologia arquitetônica Endereço: Av. Prof. Orthon Gama D'Eça/ Centro. Ano de início de ocupação: 24/4/2002 Projetista: Emilia K. Okuda Construtor: Olavo K. Arantes Contato: 224 11 21 Tabela A3.48- Pavimentos No total de pavimentos: 10 Área total do edifício: 5304,19m² No de pavimentos no sub-solo: 2 Pé-direito: 2,68m No de pavimentos tipo: 4 Pé-direito: 2,80m Área de cada pavimento: Primeiro subsolo:743,04 m² Segundo subsolo:770,65m² Área de cada pavimento: 1382,2m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 16 No de escritórios por pavimento tipo: 4 Área média de cada escritório: XXm² Tabela A3.49- Características construtivas gerais Cobertura Terraço, laje impermeabilizada e telha metálica, i:5%. Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Sistema de abertura: máximo-ar, de alumínio. Pele de vidro. Tabela A3.50- Fachadas Orientação Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Norte Sul Oeste Nordeste Largura (m) Altura (m) 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Espessura: 28cm Espessura: 28cm Espessura: 28cm Espessura: 15cm Área de janela/ área da fachada (%) 100 100 18,0 100 EDIFÍCIO TOP TOWER CENTER Tabela A3.51- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Norte e Sul Tabela A3.53- Pavimentos No total de pavimentos: 19 Tabela A3.52- Tipologia arquitetônica Endereço: Esteves Junior com Adolfo Melo, número 50/ Centro. Ano de início de ocupação: 4/8/2000 Projetista: Clovis Ghiorzi Contato: 223 27 88) Construtor: Dirceu Sergio Tomasini Área total do edifício: 13391,22 m² No de pavimentos no sub-solo: 5 Pé-direito: 2,45m Área de cada pavimento: 2,445m² No de pavimentos tipo: 9 Pé-direito: 2,62m Área de cada pavimento: 298,72 m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 72 No de escritórios por pavimento tipo: 8 Área média de cada escritório: 27,59 m² 103 Tabela A3.54- Características construtivas gerais Cobertura Com heliponto. Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Cor das fachadas externas: vinho Espessura: 18cm Espessura: 18cm Espessura: 15cm Sistema de abertura: máximo-ar, de alumínio anodizado. Sistema de pele de vidro Tabela A3.55- Fachadas Orientação Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Norte Leste Sul Oeste Largura (m) Altura (m) 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 99,8 72,6 99,8 72,6 EDIFÍCIO ZACARIAS Tabela A3.56- Dados gerais Forma: retangular Orientação da fachada principal: Sudoeste e Sudeste Tabela A3.57- Tipologia arquitetônica Endereço: João Pinto esquina com Saldanha Marinho. Ano de início de ocupação: 10/1/1976 Projetista: Boris Tertschitschi Construtor: Boris Tertschitschi Tabela A3.58- Pavimentos No total de pavimentos: 7 Área total do edifício: 839,95 m² No de pavimentos no sub-solo: 1 Pé-direito: 2,80m Área de cada pavimento: 22,37 m² No de pavimentos tipo: 6 Pé-direito: 2,80m Área de cada pavimento: 108,56 m² No Total de salas nos pavimentos tipo: 6 No de escritórios por pavimento tipo: 1 Área média de cada escritório: 77,9 m² Tabela A3.59- Características construtivas gerais Cobertura Laje impermeabilizada Laje em contato com o solo: sem especificações Laje entre pavimentos tipo: sem especificações Paredes externas: sem especificações Tabela A3.60- Fachadas Orientação Fachada 1 Fachada 2 Fachada 3 Fachada 4 Sudeste Sudoeste Noroeste Nordeste Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 15cm Espessura: 25cm Largura (m) Altura (m) 11,85 46,55 10,40 46,55 19,70 19,70 19,70 19,70 Área de janela/ área da fachada (%) 32,3 40,0 0,0 0,0 104 APÊNDICE 4- Refletância das cores de 39 edifícios Tabela A4.1- Refletância da fachada externa do edifício Aldo Beck Faixa Refletância da cor marrom (%) Azul 36,9 Ciano 52,0 Verde 57,1 Amarelo 56,6 Laranja 54,4 Vermelho 48,5 Infravermelho 47,1 Infravermelho 1 46,1 Infravermelho 2 50,6 Infravermelho 3 51,5 Infravermelho 4 53,8 Média 50,4 Tabela A4.2- Refletância da fachada externa do edifício Torre da Colina Faixa Refletância da cor marrom (%) Azul 7,4 Ciano 13,5 Verde 16,4 Amarelo 15,2 Laranja 16,3 Vermelho 21,3 Infravermelho 27,1 Infravermelho 1 27,6 Infravermelho 2 39,0 Infravermelho 3 49,7 Infravermelho 4 53,9 Média 26,1 Tabela A4.3- Refletância da fachada externa do edifício Sudameris Faixa Refletância da cor marrom (%) Azul 16,5 Ciano 24,4 Verde 26,1 Amarelo 24,7 Laranja 22,1 Vermelho 19,0 Infravermelho 20,0 Infravermelho 1 18,0 Infravermelho 2 20,1 Infravermelho 3 19,4 Infravermelho 4 20,3 Média 21,0 105 Tabela A4.4- Refletância da fachada externa do edifício Planel Towers Faixa Refletância da cor marrom (%) Azul 23,1 Ciano 37,2 Verde 41,6 Amarelo 39,0 Laranja 35,3 Vermelho 30,8 Infravermelho 28,9 Infravermelho 1 27,4 Infravermelho 2 30,1 Infravermelho 3 29,0 Infravermelho 4 29,4 Média 32,0 Tabela A4.5- Refletância da fachada externa do edifício Leatrice Faixa Refletância da cor vinho (%) Azul 12,1 Ciano 15,6 Verde 19,8 Amarelo 20,4 Laranja 23,4 Vermelho 29,0 Infravermelho 35,0 Infravermelho 1 36,4 Infravermelho 2 43,4 Infravermelho 3 41,8 Infravermelho 4 40,4 Média 28,8 Tabela A4.6- Refletância da fachada externa do edifício Antero de Assis Faixa Refletância da cor branca (%) Azul 94,3 Ciano 95,8 Verde 104,4 Amarelo 94,6 Laranja 89,0 Vermelho 84,0 Infravermelho 74,6 Infravermelho 1 75,2 Infravermelho 2 79,6 Infravermelho 3 83,8 Infravermelho 4 85,7 Média 87,3 106 Tabela A4.7- Refletância da fachada externa do edifício Olmiro Faraco Faixa Refletância da cor branca (%) Azul 66,8 Ciano 77,3 Verde 85,0 Amarelo 78,6 Laranja 73,5 Vermelho 64,2 Infravermelho 61,7 Infravermelho 1 61,9 Infravermelho 2 67,0 Infravermelho 3 68,0 Infravermelho 4 69,5 Média 64,1 Tabela A4.8- Refletância da fachada externa do edifício Atlantis Faixa Refletância da cor branca (%) Azul 86,7 Ciano 87,6 Verde 85,9 Amarelo 77,8 Laranja 73,1 Vermelho 70,9 Infravermelho 68,5 Infravermelho 1 77,6 Infravermelho 2 76,2 Infravermelho 3 81,1 Infravermelho 4 84,7 Média 79,1 Tabela A4.9- Refletância da fachada externa do Centro Executivo Barra Sul Faixa Refletância da cor branca (%) Azul 86,7 Ciano 87,8 Verde 89,3 Amarelo 80,5 Laranja 78,3 Vermelho 77,5 Infravermelho 75,4 Infravermelho 1 82,7 Infravermelho 2 83,6 Infravermelho 3 81,5 Infravermelho 4 80,4 Média 82,1 107 Tabela A4.10- Refletância da fachada externa do edifício Trajano Faixa Refletância da cor bege (%) Azul 36,8 Ciano 50,9 Verde 57,1 Amarelo 55,7 Laranja 54,1 Vermelho 48,0 Infravermelho 47,8 Infravermelho 1 46,3 Infravermelho 2 48,8 Infravermelho 3 47,3 Infravermelho 4 47,0 Média 49,1 Tabela A4.11- Refletância da fachada externa do edifício Granemann Faixa Refletância da cor bege (%) Azul 57,2 Ciano 68,1 Verde 64,4 Amarelo 65,8 Laranja 65,0 Vermelho 63,4 Infravermelho 62,0 Infravermelho 1 66,4 Infravermelho 2 66,8 Infravermelho 3 70,5 Infravermelho 4 74,1 Média 65,8 Tabela A4.12- Refletância da fachada externa do edifício Golden Tower Faixa Refletância da cor bege (%) Azul 36,4 Ciano 51,02 Verde 57,5 Amarelo 55,7 Laranja 56,8 Vermelho 54,4 Infravermelho 58,7 Infravermelho 1 56,1 Infravermelho 2 64,2 Infravermelho 3 65,3 Infravermelho 4 65,4 Média 56,4 108 Tabela A4.13- Refletância da fachada externa do edifício Hoepke Refletância da cor amarela Faixa (%) Azul 39,3 Ciano 63,8 Verde 66,1 Amarelo 69,5 Laranja 72,9 Vermelho 68,6 Infravermelho 67,8 Infravermelho 1 68,7 Infravermelho 2 67,5 Infravermelho 3 68,6 Infravermelho 4 68,5 Média 65,6 Tabela A4.14- Refletância da fachada externa do edifício Aliança Faixa Refletância da cor amarela (%) Azul 43,4 Ciano 73,5 Verde 79,4 Amarelo 77,8 Laranja 85,4 Vermelho 64,8 Infravermelho 60,9 Infravermelho 1 63,5 Infravermelho 2 65,6 Infravermelho 3 68,1 Infravermelho 4 69,1 Média 68,3 Tabela A4.15- Refletância da fachada externa do edifício Carlos Meyer Faixa Refletância da cor amarela (%) Azul 43,4 Ciano 73,5 Verde 79,4 Amarelo 77,8 Laranja 85,4 Vermelho 64,8 Infravermelho 60,9 Infravermelho 1 63,5 Infravermelho 2 65,6 Infravermelho 3 68,1 Infravermelho 4 69,1 Média 68,3 109 Tabela A4.16- Refletância da fachada externa do edifício Adolfo Zigueli Faixa Refletância da cor amarela (%) Azul 41,6 Ciano 62,1 Verde 62,8 Amarelo 62,8 Laranja 62,0 Vermelho 59,1 Infravermelho 58,1 Infravermelho 1 65,5 Infravermelho 2 64,1 Infravermelho 3 62,9 Infravermelho 4 64,0 Média 60,5 Tabela A4.17- Refletância da fachada externa do edifício Centro Empresarial Belo Faixa Refletância da cor amarela (%) Azul 9,1 Ciano 27,9 Verde 34,6 Amarelo 37,6 Laranja 39,2 Vermelho 34,3 Infravermelho 31,9 Infravermelho 1 32,1 Infravermelho 2 34,1 Infravermelho 3 33,1 Infravermelho 4 33,2 Média 31,6 Tabela A4.18- Refletância da fachada externa do edifício Royal Tower Faixa Refletância da cor amarela (%) Azul 21,9 Ciano 65,3 Verde 67,2 Amarelo 71,3 Laranja 70,5 Vermelho 69,9 Infravermelho 71,2 Infravermelho 1 77,8 Infravermelho 2 78,2 Infravermelho 3 79,7 Infravermelho 4 83,7 Média 68,8 110 Tabela A4.19- Refletância da fachada externa do edifício Pedro Xavier Faixa Refletância da cor cinza (%) Azul 55,2 Ciano 52,7 Verde 57,3 Amarelo 51,6 Laranja 49,2 Vermelho 46,5 Infravermelho 43,7 Infravermelho 1 48,5 Infravermelho 2 52,1 Infravermelho 3 55,5 Infravermelho 4 60,4 Média 52,1 Tabela A4.20- Refletância da fachada externa do edifício Saint James Refletância da cor Refletância da cor cinzaFaixa cinza-claro (%) escuro (%) Azul 44,1 24,7 Ciano 51,3 27,8 Verde 56,0 29,5 Amarelo 48,9 26,1 Laranja 43,9 21,9 Vermelho 38,3 18,8 Infravermelho 35,8 17,7 Infravermelho 1 34,6 17,6 Infravermelho 2 37,1 19,2 Infravermelho 3 38,7 19,3 Infravermelho 4 40,7 20,6 Média 42,7 22,1 Tabela A4.21- Refletância da fachada externa do edifício Emedaux Faixa Refletância da cor cinza (%) Azul 25,8 Ciano 40,8 Verde 44,6 Amarelo 42,2 Laranja 39,1 Vermelho 32,2 Infravermelho 31,1 Infravermelho 1 29,4 Infravermelho 2 31,8 Infravermelho 3 29,1 Infravermelho 4 29,4 Média 34,1 111 Tabela A4.22- Refletância da fachada externa do edifício Alexander Fleming Faixa Refletância da cor cinza (%) Azul 7,8 Ciano 10,6 Verde 9,8 Amarelo 9,0 Laranja 7,4 Vermelho 7,4 Infravermelho 8,9 Infravermelho 1 12,1 Infravermelho 2 11,5 Infravermelho 3 13,9 Infravermelho 4 16,0 Média 10,4 Tabela A4.23- Refletância da fachada externa do edifício Dom Jaime Câmara Faixa Refletância da cor cinza (%) Azul 37,5 Ciano 45,2 Verde 50,7 Amarelo 47,9 Laranja 47,0 Vermelho 43,8 Infravermelho 51,5 Infravermelho 1 51,1 Infravermelho 2 60,6 Infravermelho 3 58,7 Infravermelho 4 58,2 Média 50,2 Tabela A4.24- Refletância da fachada externa do edifício Office Square Faixa Refletância da cor cinza (%) Azul 41,0 Ciano 47,2 Verde 52,3 Amarelo 46,4 Laranja 43,0 Vermelho 39,4 Infravermelho 44,3 Infravermelho 1 47,9 Infravermelho 2 50,5 Infravermelho 3 49,0 Infravermelho 4 49,2 Média 47,3 112 Tabela A4.25- Refletância da fachada externa do edifício Alpha Centauri Refletância do Concreto Refletância da cor Faixa aparente (%) verde escura (%) Azul 23,1 7,4 Ciano 34,3 10,9 Verde 39,6 11,0 Amarelo 39,3 10,1 Laranja 36,8 7,2 Vermelho 32,1 6,3 Infravermelho 30,6 7,1 Infravermelho 1 31,0 6,2 Infravermelho 2 31,8 7,8 Infravermelho 3 31,4 7,8 Infravermelho 4 31,6 8,6 Média 32,9 8,2 Tabela A4.26- Refletância da fachada externa do edifício Mirage Tower Faixa Refletância da cor rosa (%) Azul 45,3 Ciano 37,7 Verde 36,4 Amarelo 29,6 Laranja 25,2 Vermelho 25,6 Infravermelho 24,7 Infravermelho 1 27,5 Infravermelho 2 34,4 Infravermelho 3 41,1 Infravermelho 4 45,0 Média 33,9 Tabela A4.27- Refletância da fachada externa do edifício Brasília Faixa Refletância da cor rosa 9%) Azul 51,6 Ciano 70,1 Verde 76,5 Amarelo 82,2 Laranja 82,8 Vermelho 72,2 Infravermelho 70,4 Infravermelho 1 69,0 Infravermelho 2 72,2 Infravermelho 3 45,5 Infravermelho 4 71,2 Média 69,4 113 Tabela A4.28- Refletância da fachada externa do edifício Via Vênneto Refletância da cor Refletância da cor Faixa branca (%) marrom (%) Azul 83,5 15,9 Ciano 85,7 25,1 Verde 83,6 24,8 Amarelo 76,5 26,3 Laranja 72,5 24,7 Vermelho 70,2 24,5 Infravermelho 69,6 25,6 Infravermelho 1 68,7 26,2 Infravermelho 2 78,6 31,9 Infravermelho 3 81,0 32,4 Infravermelho 4 85,4 33,8 Média 77,8 26,4 Tabela A4.29- Refletância da fachada externa do edifício Casa do Barão Refletância da cor Refletância da cor Faixa marrom % branca % Azul 17,3 81,6 Ciano 26,4 90,8 Verde 28,6 83,0 Amarelo 29,0 79,4 Laranja 28,6 77,8 Vermelho 26,2 75,0 Infravermelho 29,0 71,4 Infravermelho 1 26,6 73,8 Infravermelho 2 30,9 71,9 Infravermelho 3 30,1 72,8 Infravermelho 4 30,2 73,6 Média 27,5 77,4 Tabela A4.30- Refletância da fachada externa do Centro Executivo Velloso Refletância da cor Refletância da cor preta Faixa branca % % Azul 82,7 4,4 Ciano 88,6 5,7 Verde 96,1 6,4 Amarelo 90,3 5,6 Laranja 85,5 4,9 Vermelho 74,9 6,3 Infravermelho 71,7 8,6 Infravermelho 1 72,0 7,7 Infravermelho 2 76,2 13,9 Infravermelho 3 75,7 22,9 Infravermelho 4 76,9 25,2 Média 81,0 10,1 114 Tabela A4.31- Refletância da fachada externa do edifício Manhattan Refletância da Refletância da Faixa cor preta % cor branca % Azul 5,3 85,4 Ciano 7,0 81,7 Verde 6,9 92,9 Amarelo 6,4 89,9 Laranja 4,2 87,6 Vermelho 3,8 85,1 Infravermelho 4,0 80,5 Infravermelho 1 3,4 83,1 Infravermelho 2 3,9 81,9 Infravermelho 3 3,6 84,8 Infravermelho 4 4,7 86,8 Média 4,8 85,4 Tabela A4.32- Refletância da fachada externa do edifício Mares do Sul Refletância da cor Refletância da cor Faixa bege (%) rosa (%) Azul 54,6 21,7 Ciano 72,8 31,4 Verde 80,2 37,5 Amarelo 76,9 38,7 Laranja 74,1 41,4 Vermelho 66,8 43,8 Infravermelho 69,1 46,2 Infravermelho 1 61,0 43,9 Infravermelho 2 68,9 51,1 Infravermelho 3 66,6 55,6 Infravermelho 4 60,5 57,5 Média 68,3 43,5 Tabela A4.33- Refletância da fachada externa do edifício Regency Tower Refletância da cor Refletância da cor Faixa azul (%) branca (%) Azul 37,9 83,3 Ciano 38,1 91,3 Verde 40,9 90,6 Amarelo 34,2 88,0 Laranja 28,6 88,2 Vermelho 25,1 82,5 Infravermelho 25,4 81,9 Infravermelho 1 23,8 79,4 Infravermelho 2 34,7 79,8 Infravermelho 3 35,5 80,2 Infravermelho 4 36,8 81,6 Média 32,8 85,2 115 Tabela A4.34- Refletância da fachada externa do edifício Ilha de Santorini Refletância da Refletância da cor Faixa cor bege (%) marrom (%) Azul 50,4 17,9 Ciano 66,5 23,2 Verde 73,9 25,9 Amarelo 74,1 24,2 Laranja 73,0 20,6 Vermelho 64,7 18,3 Infravermelho 66,2 17,9 Infravermelho 1 61,5 18,0 Infravermelho 2 67,7 18,0 Infravermelho 3 64,3 19,8 Infravermelho 4 64,2 22,2 Média 66,1 20,5 Tabela A4.35- Refletância da fachada externa do Centro Executivo Maxim’s Refletância da Refletância da cor Faixa cor bege (%) laranja (%) Azul 67,4 22,3 Ciano 69,8 39,8 Verde 68,7 40,6 Amarelo 62,2 42,3 Laranja 56,5 40,1 Vermelho 55,6 39,7 Infravermelho 51,9 41,1 Infravermelho 1 60,8 41,1 Infravermelho 2 61,8 47,1 Infravermelho 3 70,8 46,5 Infravermelho 4 75,7 49,8 Média 63,7 40,9 Tabela A4.36- Refletância da fachada externa do Centro Executivo Barão do Rio Branco Refletância da Refletância da Faixa cor verde (%) cor laranja (%) Azul 6,1 28,0 Ciano 11,7 36,9 Verde 14,1 42,3 Amarelo 8,8 41,0 Laranja 7,6 37,0 Vermelho 12,6 35,7 Infravermelho 23,3 35,2 Infravermelho 1 22,9 35,3 Infravermelho 2 51,2 40,2 Infravermelho 3 57,1 40,1 Infravermelho 4 58,0 42,6 Média 24,3 37,7 116 Tabela A4.37- Refletância da fachada externa do edifício Comercial Ilha Refletância da Refletância da Faixa cor azul (%) cor cinza (%) Azul 9,7 32,5 Ciano 7,1 39,6 Verde 8,5 44,7 Amarelo 6,3 41,8 Laranja 5,1 40,4 Vermelho 7,8 38,4 Infravermelho 19,2 41,6 Infravermelho 1 23,8 39,8 Infravermelho 2 37,7 46,0 Infravermelho 3 38,3 46,5 Infravermelho 4 37,1 46,8 Média 18,2 41,6 Tabela A4.38- Refletância da fachada externa do edifício Alexandre Carioni Refletância da Refletância da Faixa cor verde (%) cor bege (%) Azul 15,4 50,1 Ciano 7,8 58,7 Verde 8,2 60,4 Amarelo 5,6 60,4 Laranja 4,3 61,2 Vermelho 6,6 63,5 Infravermelho 17,2 65,7 Infravermelho 1 24,8 69,4 Infravermelho 2 33,8 55,8 Infravermelho 3 37,6 69,7 Infravermelho 4 44,1 70,7 Média 18,7 62,3 Tabela A4.39- Refletância da fachada externa do edifício do Ibama Refletância do concreto Faixa aparente (%) Azul 13,4 Ciano 19,5 Verde 20,1 Amarelo 18,2 Laranja 15,6 Vermelho 13,6 Infravermelho 13,2 Infravermelho 1 12,3 Infravermelho 2 13,6 Infravermelho 3 12,6 Infravermelho 4 13,5 Média 15,1 117