diabetes - projeto brasil

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DIABETES
Meu nome é Leonardo Aguiar, você me conhece do dia a dia na Jolivi.
Sou médico, cirurgião e neste seu Dossiê Saúde Essencial vou falar sobre um trio que configura uma
das maiores ameaças para a saúde pública do planeta.
Mais do que isso.
O assunto da nossa aula de hoje é uma ameaça real ao seu plano de previdência.
Até porque, se você estiver na casa entre os 40 e 50 anos, provavelmente, não estará muito
preocupado com isso.
E, então, quando estes problemas de saúde cobrarem a fatura, poderá ser tarde demais.
Estou falando da obesidade
Do diabetes
E do Alzheimer
Se você não sabe, estas três doenças têm uma ligação muito íntima.
Não só isso. São problemas que exigem ações imediatas para garantir um plano futuro de qualidade.
O fato das pessoas e das instituições deixarem “para depois” as estratégias que previnem estas três
doenças é uma das razões para:
A falência dos planos de saúde;
O rombo dos planos de previdência;
A superlotação de hospitais.
Isso porque, na hora de justificar a crise que assola a saúde, muitos gestores colocam a
responsabilidade “no envelhecimento natural da população”, como se o aumento da expectativa de
vida não fosse algo a se comemorar.
O que estas instituições não te contam, e talvez mantenham este segredo porque desconhecem
mesmo, é que prevenir o diabetes, o Alzheimer e a obesidade desde sempre promoveria uma
revolução nos indicadores previdenciários e de mortalidade.
Ajudaria a preencher de vida os seus anos extras conquistados nas últimas décadas.
E é sobre isso que eu quero falar.
Preparei esta aula para te ajudar nesta missão e te digo que você pode começar exatamente agora.
E a primeira coisa que vamos abordar é um novo nome que ganhou o meio médico:
DIABESIDADE, que une diabetes e obesidade.
Vamos abordar também um conceito que veio à tona mais recentemente.
As últimas pesquisas têm endossado que o Alzheimer pode ser chamado de Diabetes tipo 3.
Isso significa que o cérebro também está no alvo desta nossa vida sedentária e com alimentação
açucarada.
E significa, principalmente, que o cérebro pode ser protegido por um novo jeito de se alimentar.
Porque constatar isso nos faz dar um passo em direção à prevenção.
Se por um lado é um pouco assustador identificar que as nossas escolhas alimentares podem nos
adoecer tanto, por outro isso nos mostra que, por meio da nossa nutrição e hábitos de vida,
podemos mudar o nosso destino.
Nesta minha jornada na Jolivi, tenho ainda mais certeza que:
Definitivamente, o Alzheimer não é uma sentença imutável que basta envelhecer para
desenvolvê-lo;
Definitivamente, o diabetes tipo 2 não é uma doença que exige remédio para vida toda sem
que você tenha nada a fazer;
E definitivamente, a obesidade não precisa continuar sendo um problema de crescimento
descontrolado em que a solução não está em suas mãos.
Nesta nossa aula de hoje, vou te mostrar como as três doenças estão interligadas dentro do corpo e
como as recomendações em saúde natural podem te tirar do alvo delas.
É simples e é efetivo.
Vem comigo?
Bom, primeiro eu preciso que você tenha noção do crescimento avassalador destas três doenças no
mundo:
Se considerarmos as pessoas que estão com excesso de peso chegamos a marca atual de 52,5% da
população.
Ou seja. A maioria de nós hoje está com peso em desacordo com a altura.
Em 1975, as pessoas com excesso de peso eram pouco mais de 10% no Brasil.
Nessas últimas 4 décadas não houve tempo o suficiente para que mudanças genéticas justificassem
tamanha explosão de casos.
Mas o que mudou de forma substancial?
Sem dúvida, foi a qualidade do que colocamos no prato.
Nossa alimentação já não é mais a mesma.
Vamos fazer um exercício de comparação.
De verdade, me diga, quantas vezes por semana você come algum produto industrializado?
E a sua avó? Quantas vezes ela comia pizza por mês 30 anos atrás?
Pois é.
Está tudo muito diferente, embalado e artificial.
Se a alimentação mudou o tamanho da população brasileira, o que a gente coloca no prato também
trouxe desafios extras para o nosso organismo.
O excesso de carboidratos e produtos ultraprocessados trouxe uma carga extra para o nosso
pâncreas, rins, coração e pulmões.
Isso também fez crescer de forma exponencial a quantidade de diabéticos no Brasil e no mundo.
OS NÚMEROS DO DIABETES
✔ Hoje são 387 milhões de diabéticos no mundo;
✔ Somente nos últimos anos, ingressaram para esta turma 200 milhões de pessoas;
✔ No Brasil, são 12 milhões de diabéticos;
✔ A cada 7 segundos, alguém morre por conta desta doença no país;
✔ 50% dos pacientes descobrem o diabetes com uma complicação no rim, nos olhos ou após um
infarto.
O diabetes é uma das doenças que mais cresce no mundo e, se nada for feito, para 2030, teremos
438 milhões de diabéticos no planeta.
Da mesma forma que o diabetes, também é grande a quantidade de pessoas que foram traídas pela
memória e estão com Alzheimer.
A doença registrou aumento de 75% nos casos de internação nos hospitais brasileiros entre 2012
e 2015.
Atualmente, estima-se haver cerca de 35,5 milhões de pessoas com este tipo de demência no
mundo.
Este número praticamente irá dobrar a cada 20 anos, chegando a 65,7 milhões em 2030 e a 115,4
milhões em 2050, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Se nada for feito e o crescimento das doenças degenerativas continuar nesta escala, os sistemas
econômicos de todos os países do mundo vão ruir.
O custo estimado só com estes problemas é de 1 trilhão de dólares.
E a indústria farmacêutica ainda pena para encontrar soluções medicamentosas (que renderiam
retornos financeiros imensos para os laboratórios).
Para cada nova droga terapêutica chegar ao mercado, eles levam de 10 a 15 anos e gastam mais de
R$ 1 bilhão de dólares.
E enquanto as farmacêuticas não conseguem isso, permanecem pactuando com o discurso de que
não há nada que você possa fazer para prevenir o Alzheimer
E, depois de saber disso, veja se não concorda comigo.
Não é um alento saber que todas estas estatísticas podem sofrer alterações importantíssimas se a
gente mudar o nosso padrão nutricional?
Isso porque, eu tenho uma teoria.
Se hoje os principais problemas de saúde são desencadeados pela nutrição falha, por que a solução
dos mesmos estaria só em uma caixa de remédio e não na própria nutrição?
É por isso que agora eu preciso que você preste atenção e entenda como tudo isso funciona dentro
do corpo.
Porque quando a gente enxerga a revolução, para o bem ou para o mal, que a comida faz dentro da
gente, penso mesmo que a gente fica convencido sobre o quanto importa aquilo que escolhemos
para comer.
A RELAÇÃO ENTRE DIABETES E OBESIDADE
Primeiro, eu queria desmistificar a alimentação que resulta em obesidade.
Porque de alguma forma, quando as revistas, os jornais ou os programas de televisão falam em
alimentação nociva, qual imagem eles usam?
Um hambúrguer e uma batata frita, não é mesmo?
Não que a dupla seja isenta de todos os pecados alimentares.
Mas nem só de fast food tradicional se alimenta um país de obesos.
Por exemplo, sabe aquele suco de caixinha integral feito do mais puro “néctar” da fruta?
Lembra daquela lasanha congelada que fica pronta em 12 minutos e já salvou tantos jantares?
Sabe o caldo de galinha, rápido e fácil, que dá um sabor extra ao cozimento e, dizem, traz até uma
pitada de amor para a refeição?
E o que dizer sobre a barrinha de cereal que te disseram ser uma ótima opção entre as refeições?
A bolacha “Fitness” que a mocinha da novela faz propaganda parece inofensiva?
E o cereal rico em fibras que te ajuda a começar o dia, não seria um problemão?
Então, todos estes produtos são extremamente ricos em açúcar e contribuem para te colocar no
alvo da diabesidade.
As pessoas aprenderam a temer o arroz branco e a carne com gordura mas comem tudo que vem
nas caixinhas sem nem imaginar sobre o que se tratam.
E, pior: nem se importarem com isso.
As pobres das batatas ganharam má fama, porém a granola industrializada cheia de açúcar
“mascarado” reina absoluta nos carrinhos de supermercado.
O fato de nossa geração ter se afastado do que é comida de verdade nos deixou próximos de uma
“comida falsa” que exibe em suas embalagens nutrientes que nem sempre agregam vantagens reais.
Estes alimentos que passam por um processo industrial utilizam algumas substâncias em excesso
e isso é muito ruim.
Excesso de sódio e excesso de açúcares são os maiores problemas.
Fora que todos estes alimentos ultraprocessados e refinados são representantes da turma dos
carboidratos simples.
Ou seja, alimentos que têm pouca qualidade nutricional e servem apenas para liberar muito açúcar
na corrente sanguínea.
Este excesso de açúcar agrega uma sobrecarga para o funcionamento dos órgãos.
VEJA COMO SE DÁ O PROCESSO DENTRO DO
CORPO:
Toda vez que você ingere um carboidrato, ele vira glicose dentro do organismo.
Com isso, o açúcar produzido precisa ser levado para dentro da corrente sanguínea.
Quem faz este trabalho de transporte é um hormônio chamado insulina.
Cada refeição cheia de carboidratos e de açúcares significa carga extra de serviço para o pobre
pâncreas que vai precisar produzir muita insulina.
O órgão, então, fica cansado, exausto e começa a falhar na produção de insulina.
Esta falha é o início do diabetes do tipo 2.
Fora que, em organismos já com excesso de peso, a insulina também tem mais dificuldade para
transportar a glicose, devido ao estado de “inflamação” gerado pelos quilos a mais.
Este açúcar que não é transportado vira gordura branca e é estocado, especialmente na região da
barriga.
Olhando este ciclo dentro do corpo, fica claro que para interromper este processo você precisa
escolher alimentos que dão uma folga para o pâncreas.
E o ideal é fazer isso antes que o órgão entre em falência absoluta e pare definitivamente de
produzir um hormônio vital como a insulina.
E, sim, acredite: existem alimentos que exigem menos do nosso pâncreas.
Mas antes de falar sobre eles, queria te apresentar os tipos de diabetes e te contar por que o
Alzheimer é considerado o tipo 3 desta doença.
OS TIPOS DE DIABETES
Vamos lá.
Hoje o diabetes mais numeroso que existe no Brasil e o no mundo é o diabetes tipo 2.
É ele que é muito ligado à obesidade e que eu te contei ter recebido o apelido “Diabesidade”.
Segundo as pesquisas, este tipo de diabetes costuma ser diagnosticado a partir dos 50 anos.
Já o tipo 1 do diabetes dá as caras logo na infância ou início da adolescência
Este primeiro tipo é considerado um problema autoimune, ou seja, o organismo por algum motivo,
entende que o pâncreas precisa parar de produzir insulina e manda esta mensagem para o órgão.
Alguns ensaios científicos já começam a desvendar a origem do diabetes tipo 1 e, mais uma vez, os
hábitos nada saudáveis vão para a berlinda.
Existem hipóteses de que o padrão alimentar das mães na gravidez pode influenciar no nascimento
de crianças que terão diabetes tipo 1.
Sabendo disso, você percebe que apesar das diferenças entre o primeiro tipo e a diabesidade, as
escolhas alimentares são ponto em comum entre ambos.
Então, fica consolidado que uma boa alimentação, atrelada à prática de exercícios físicos formam o
caminho mais efetivo para evitar e melhorar estes dois tipos de diabetes.
Bom, se o que você coloca no prato e a forma como você mexe o corpo são tão efetivas para os
diabetes 1 e 2, por que seria diferente para o tipo 3?
Pois é. Por mais que te pareça estranho está cada mais evidente de que ele, o temido Alzheimer,
também é uma sequela de uma disfunção nutricional.
Vamos às explicações.
O diabetes tipo 3 A doença de Alzheimer foi descrita pela primeira vez em 1906.
De lá para cá, o Alzheimer pairou como um mistério para a medicina.
A expectativa de vida cresceu e as famílias começaram a conviver cada vez mais com pessoas que
iam perdendo a sua capacidade de lembrar e a sua identidade.
Mas ainda que o acúmulo de casos mostrasse ser bem possível que a doença tinha um fator
hereditário importante, não eram claras as evidências sobre o que ocorria no cérebro das pessoas
que tinham a doença.
Mais do que isso.
Até bem pouco tempo, faltavam indicadores sobre o que potencializava o risco de desenvolver
Alzheimer.
E quando a gente não sabe o que causa, é muito difícil falar sobre prevenção.
Além disso, quando a indústria farmacêutica não consegue desenvolver medicamentos para tratar
as sequelas de qualquer doença, o discurso disseminado é que tal problema não tem solução.
Essa foi a história do Alzheimer, problema de saúde que rouba a nossa memória.
A boa notícia é que este enredo começa a mudar. E para isso você precisa tomar atitudes hoje.
O Alzheimer acomete inicialmente a parte do cérebro que controla a memória, o raciocínio e a
linguagem.
Pesquisadores já identificaram que no cérebro dos doentes há maior concentração da proteína
beta-amiloide, sendo ela a responsável pela destruição da capacidade de lembrar.
É esta proteína que apresentou um elo importante entre Alzheimer e diabetes.
As pesquisas mais recentes indicam que a glicose elevada no sangue pode aumentar rapidamente
os níveis de beta-amiloide, abrindo o caminho para todos os fenômenos cerebrais que resultam na
perda de memória e funções cognitivas.
Além disso, os ensaios científicos também mostraram outras conexões entre as doenças.
Partículas tóxicas típicas da doença de Alzheimer (as ADDLs) deixam os neurônios resistentes à
insulina e isso prejudica a transmissão de dados entre eles.
Tantas semelhanças entre excesso de glicose e resistência à insulina deram ao Alzheimer o
codinome de diabetes tipo 3.
Mais do que isso.
Estes ensaios permitiram a abertura de uma estrada única.
O que protege as sequelas mais desastrosas do diabetes também vai prevenir o adoecimento
cerebral.
Incrível, não? Vamos então às recomendações.
Alimentação e nutrientes
Começo as recomendações falando de duas substâncias extremamente importantes: o ácido fólico
e a vitamina B12.
Encontrados em especial nos vegetais verde-escuro (espinafre, brócolis) e nos alimentos de origem
animal, elas protegem o cérebro e a concentração da proteína beta amiloide.
Indico também a vitamina B3, uma importante restauradora dos déficits cognitivos.
Ela está presente em grande parte dos legumes e das frutas, sendo as frutas secas, a batata doce e o
abacate exemplos de fornecedores naturais de B3.
O consumo destes nutrientes precisa ser diário. Todo o dia busque uma variedade nas refeições de
ao menos três legumes e verduras.
Troque os pães do café da manhã por batata doce ou outro carboidrato mais complexo, como a
mandioquinha.
E, no mínimo, consuma três frutas por dia.
Quando falamos do cérebro, estudos epidemiológicos sugerem que o aumento da ingestão
do ácido graxo DHA, integrante da família dos ômega-3, deva ser recomendado.
Ele atua na formação, no crescimento e no próprio funcionamento do cérebro.
Também é fundamental para a formação da bainha de mielina, uma capa de gordura que envolve
os neurônios e ajuda na comunicação entre eles.
Esta comunicação é conhecida como sinapses.
O DHA pode ser encontrado em lojas de suplementação, mas também está disponível em peixes de
qualidade.
Minha sugestão é a sardinha. Também recomendo o uso de linhaça.
Se você pensar, as nozes parecem cérebros, não é mesmo?
Pois bem, são ótimas opções para evitar o adoecimento cerebral.
Entre três e cinco nozes por dia, no lugar da açucarada barra de cereal, já trazem vantagens
protetoras.
Já para o diabetes, sugiro que você próprio acrescente fibras à comida de verdade, em vez de
procurar produtos alimentícios industrializados que dizem, na caixinha, serem ricos neste
nutriente.
Uma forma bem eficiente de fazer isso é salpicar saladas, carnes e frutas com chia, linhaça, quinoa,
aveia ou amaranto, adquiridos em mercados naturais ou zonas cerealistas.
Esta técnica contribui ainda para dar uma aliviada no pâncreas.
Isso porque eles diminuem a velocidade que o carboidrato vira açúcar dentro do corpo.
Com isso, para que esta glicose seja levada para a corrente sanguínea, será exigido menos insulina.
Uma folga e tanto para o seu produtor, que anda exausto por causa dos nossos hábitos de vida.
Nossas refeições estão cheias de carboidratos.
Massas, pães e todos os biscoitos, bolachas e tal. Uma dica é incluir proteínas no café da manhã, no
almoço e no jantar.
Então, ovo, amaranto, carne e queijo, em moderação, devem estar no planejamento. Sempre.
Aumentar o consumo de proteína é um jeito de diminuir a ingestão de glúten, um nutriente que não
precisa ser completamente eliminado da dieta – obviamente se você não for alérgico ou intolerante
– mas que contribui bastante para a inflamação do corpo.
Aposte em farinhas de coco e de banana verde que podem substituir em alguns casos a farinha de
trigo tradicional.
A caseína do leite, uma proteína existente inclusive nos leites sem lactose, também é um indutor
inflamatório.
Por isso é indicada uma redução do consumo.
Uma opção é o leite de coco ou o leite de amêndoas, que além de saborosos, também servem para
preparar bolos, tortas e pães e têm menos componentes inflamatórios.
Não posso me despedir sem falar dos exercícios físicos.
Em geral, fala-se muito sobre a interferência das atividades físicas para a estética e o
emagrecimento e esquecem de alertar que a ginástica afeta o cérebro e os órgãos.
Caminhadas, corridas, dança, relação sexual, surfe, natação são exemplos de modalidades que
diminuem a inflamação e também contribuem para preservar as atividades cerebrais e
pancreáticas.
Neurologistas também não tem mais dúvidas de que o estímulo da leitura, palavras cruzadas e jogos
como dama e xadrez trazem benefícios para a preservação da memória e bom funcionamento do
organismo.
Comece aos poucos.
Você fortalece o cérebro e dá férias para o pâncreas.
Me despeço agradecendo a companhia e te dizendo que, neste dossiê, enviamos uma tabela com os
alimentos que exigem pouca insulina e também uma sugestão de filmes e atividades que promovem
uma verdadeira ginástica cerebral.
Obrigado e até a próxima.
OS ALIMENTOS CONTRA O DIABETES
Quando falamos sobre o diagnóstico do diabetes, logo pensamos que a pessoa terá que fazer uma
dieta totalmente restritiva.
Pensando bem, isso é relativo. Usamos o termo “restritiva” porque estamos acostumados a uma
alimentação com excesso de açúcar, ou seja, consumir essa substância de forma desvairada é o que
taxamos de normal.
De acordo com o nosso consultor Dr. Leonardo Aguiar, o diabetes é uma doença que tem relação
direta com nossas escolhas alimentares, pois alguns alimentos durante a digestão se transformam
em açúcar. Por este motivo, eles devem ser evitados.
Estamos acostumados também, entretanto, a falar apenas sobre o que não se pode fazer, o que não
se pode comer. Partindo desse ponto, o Dr. Leonardo elaborou uma lista de alimentos que os
diabéticos podem consumir com maior tranquilidade. Lembrando que toda e qualquer falta de
moderação ou desequilíbrio faz mal à saúde, seja você diabético ou não.
Vamos à lista:
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