Referente ao Parecer COFEN 197/2014 Manifesto relacionado ao parecer COFEN 197/2014, sobre a liberação de procedimentos estéticos realizados pelo Enfermeiro, apresenta contrastes relacionados ao mérito do objeto em questão com os pareceres exarados pela Câmara Técnica do Conselho Regional de São Paulo (COREN- SP). Seguindo a linha de raciocínio abordada na fundamentação e análise, é lícito enfatizar que na Lei8080 de 2009, não existe menção quanto às competências do Enfermeiro na realização de procedimentos estéticos invasivos. Ao se tomar como referencia o pensamento de Souza, Sartor, Padilha e Prado, (2005), o cuidado em enfermagem reflete no sentido de qualidade de vida e bem estar, [...], se pensarmos a saúde como sentimento de segurança na vida, que por si só não impõe nenhum limite, este sentimento viabiliza viver e prosperar. Observe-se que uma vida não-saudável (sofrimento, dor e mal-estar) torna-se indefinida e sem atributos. Se o ser humano revela um valor em si e a vida em sociedade requer a promoção da saúde para o desempenho de suas atividades na polis, o cuidado em enfermagem potencializa as possibilidades do viver e as construções sociais da vida humana associada. O cuidado de enfermagem promove e restaura o bem-estar físico, o psíquico e o social e amplia as possibilidades de viver e prosperar, bem como as capacidades para associar diferentes possibilidades de funcionamento factíveis para a pessoa. Nessa perspectiva, o cuidar em enfermagem insere-se no âmbito da intergeracionalidade, pois se revela na prática com um conjunto de ações, procedimentos, propósitos, eventos e valores que transcendem ao tempo da ação. Abraça, pois, diferentes gerações, imprimindo-lhes realização e bemestar. Para Gonzalez, Ruiz, 2014, a estética dos cuidados de enfermagem é descrita sob a seguinte perspectiva, [...] As novas fronteiras do conhecimento da enfermagem são abordadas em uma perspectiva que assume a complexidade dos cuidados. Outros pesquisadores têm estudado e analisado dialeticamente a enfermagem como uma arte. Também são vários os autores que olharam a estética dos cuidados sob diversos pontos de vista, por exemplo: desde a ética e filosofia, explicitando a necessidade de que a enfermagem desenvolva e aplique espaços e estratégias profissionais para a expressão subjetiva dos sentimentos, a poesia, a sociopoética e a prosa escrita como forma de expressar e armazenar o conhecimento estético produzido na intensidade dos processos de interação enfermeira/paciente. Outros estudos enfocaram a contemplação, análise e reflexão de obras de arte iconográficas como instrumento de construção do conhecimento estético dos cuidados. A estética dos cuidados e sua função coadjuvante na adoção de um modelo social, de valores, tradições e sentimentos tem sido estudada em um meio com grande potencial de transmissão e pressão cultural – o cinema. Antes de afirmar que a história cultural da enfermagem tem que se ocupar de tal e qual parcela da vida humana (neste caso do mundo dos sentimentos), é preciso esclarecer as suas características através do estudo epistemológico e etimológico pertinente. A íntima conexão entre sentimento maternal e estética dos cuidados (pré-profissionais) é comprovada ao se analisar a palavra empregada no âmbito anglo-saxão para identificar “enfermagem”, que é nurse, derivada de nutrix e nutrire (ama de leite, nutrir). A manifestação estética do sentimento de alimentar a criança, mediante o aleitamento materno, é tão universal quanto cheia de simbologia e significados estéticos, por exemplo: Vênus de diferentes lugares (na pré-história), Virgens dando de mamar ou cuidando da criança (Antiguidade, Idade Média e Renascimento), mulheres dando de mamar ou cuidando de crianças (desde a Antiguidade até nossos dias), entre outras. A teoria estética se integra à ciência filosófica como teoria do conhecimento vulgar (do sensível). Também, o conhecimento estético está separado do racional porque está fundamentado na individualidade da sensibilidade humana. Porém, as ideias estéticas são necessárias para dotar de representação as ideias racionais, mediante o desenho de uma forma estética (sensível). [...]A estética supera a hermenêutica, que constitui uma ponte para salvar a distância histórica, humana ou cultural entre as pessoas, enquanto a estética rompe diretamente essa separação devido à universalidade dos sentimentos. O conhecimento estético dos cuidados supera o potencial de comunicação da hermenêutica em termos de urgência. As ideias estéticas estão no meio do caminho entre o instinto e o conceitual, entre a sensibilidade e o entendimento, não produzem conhecimento, mas sim o regulam, dotando-o de forma; consequentemente, os conceitos de cuidado, doença, saúde, dor, morte e outros são regulados pelas suas correspondentes formas estéticas. A estética dos cuidados se ocupa daquela parte do conhecimento vulgar (sensível) que provém da prática dos cuidados e que está muito interrelacionada às capacidades perceptivas integradas nos cinco sensos do ser humano(40-41). A enfermeira que está cuidando de um idoso vive sentimentos individuais que não são mais que seus, na sua particularidade, e brotam dessa pessoa idosa da qual está cuidado, mas, quando tem a ocasião de observar uma pintura, assistir um filme, ler um romance ou escutar uma canção, cujas mensagens ou tramas contenham representação da ideia racional “cuidado de idosos”, em qualquer uma das suas infinitas variedades espaciais, temporais, pessoais, culturais, lhe sobrevirão sentimentos que no fundo são partilhados universalmente. [...] A consideração do padrão de conhecimento sociopolítico contribui para contextualizar a interpretação do papel da estética na evolução e organização dos cuidados, porém, dita contextualização requer estudos focados em contextos culturais mais específicos que permitam superar o etnocentrismo potencial deste trabalho, cuja natureza mais genérica e essencial oferece uma visão global do fenômeno. Embora sejam muitos os autores que atribuem natureza fundamentalmente técnica ao padrão de conhecimento estético, neste estudo, interpreta-se a estética dos cuidados como um padrão de conhecimento integrador das dimensões sensualistas, correspondentes ao mundo dos sentimentos e às racionalistas mais próprias do contexto técnico. [...] Os fatores sociais, culturais e estéticos são imprescindíveis para a construção da história da enfermagem. Estruturas sociais como a família, os grupos religiosos e os colégios corporativos têm potenciado valores e sentimentos pré-profissionais (maternidade, altruísmo, piedade, caridade) e profissionais (profissionalismo, tecnicismo, humanismo nos cuidados); esses constituíram os pilares básicos que têm dotado de significado, servindo para organizar, fundamentar e potenciar a motivação e a estética dos cuidados em diferentes fases históricas. Os padrões estéticos têm incidido na organização dos cuidados préprofissionais e profissionais, através da história. A história cultural e estética da enfermagem contribui com visão integradora das estruturas e dos padrões estéticos que, devido à sua natureza dialética, têm funcionado como dinamizadores e obstaculizadores dos cuidados, segundo as conjunturas históricas. Os conceitos de cuidado e enfermagem constituem valores que geram sentimentos - “ressonâncias subjetivas” - integradas em símbolos que os têm representado e projetado sobre uma sociedade dinâmica, sujeita a variações históricas e culturais. Conceitos como habitus e conformismo lógico contribuem à compreensão do lento processo de passagem dos cuidados do plano doméstico/religioso, marcado por sistemas simbólicos/estéticos com categorias como maternidade, feminidade, religiosidade, para o contexto profissional e científico. Segundo SANTOS et al., 2012 o significado de cuidar da integralidade do ser, nesse sentido: [...] Para transcender o paradigma de cuidar em enfermagem centrado no modelo biomédico refletiu-se sobre a possibilidade de implementação da perspectiva estética/sociopoética, na área da saúde. Tal perspectiva privilegia o cuidar da integralidade do ser, contemplando suas quatro dimensões corporais. Isso significa romper com um modelo instituído, apresentando formas instituintes de cuidados criativos e libertadores para clientes e profissionais. Acredita-se que essa proposta fortalecerá a autonomia das enfermeiras através da aplicação de sua competência e habilidade ao cuidar, considerando a criatividade, intuição, pensamento/razão. Enquanto a dos clientes dependerá do compartilhamento de saberes, compreensão de valores, crenças, culturas e espiritualidade por parte de ambos, expressando-se as subjetividades do lidar com a humanidade das pessoas. Cuidar da integralidade do ser significa, para a enfermeira, reconhecer o domínio de saberes, conhecimentos para guiar uma prática independente das prescrições de outros profissionais de saúde. Tal decisão torna-se um desvio tomado pela ideologia ética através dos sentimentos dos profissionais desde o significado e sentidos da profissão para reaparecer como prática social. Uma prática que favorece ao enfermeiro usufruir do sentimento de utilidade ao empregar seu dom, sua força física, mental e espiritual no cotidiano de trabalho junto ao cliente; elevando sua autoimagem e autoestima para conviver no mundo, consigo e com os outros. Compartilhamos com Kahlow, 2012, no que se refere às competências e habilidades dos profissionais em relação à segurança: [...] A busca pela especialização em estética facial e corporal para enfermeiros é uma oportunidade de complementação de conhecimentos aprimoramento das técnicas e maior de segurança de atuação prática e legal. A pós graduação também proporciona aos clientes dos enfermeiros especialistas maior segurança, pois reafirma as habilidades e competências dos profissionais. Em relação ao interesse dos Profissionais de Enfermagem na realização de procedimentos estéticos, devemos considerar que: A estetização da saúde e da vida cotidiana permite o crescimento de diversas atividades comerciais ligadas às indústrias da estética, da cosmética e da metamorfose, para atender a uma demanda crescente, oferecendo serviços, medicamentos, equipamentos, profissionais (qualificados ou não), financiamentos, seguros, atividades físicas (esportivas ou recreativas), publicidade na grande imprensa, revistas especializadas, spas e hotéis especializados em tratamento estético, ou seja, os interesses comerciais desse setor não devem ser menosprezados (FERREIRA, 2010, p.70). A execução de procedimentos em estética abrasivos ou invasivos, que colocam em risco a segurança e os resultados esperados realizados em clínicas privadas e em estabelecimentos de saúde, está regulamentada pela Portaria Centro de Vigilância Sanitária (CVS-15), de 19 de novembro de 1999 (SÃO PAULO, 1999). De acordo com este regulamento, estes procedimentos são de competência Médica. [...] I.1.1- PROCEDIMENTOS EM ESTÉTICA: excluídas as correções de deformidades adquiridas e congênitas que afetam as relações biopsicossociais dos indivíduos, os procedimentos em estética constituem-se em intervenções, executadas por profissional médico, destinadas a corrigir ou alterar conformações anatômicas ou a eliminar partes de tecidos orgânicos vitalizados, por desejo expresso dos indivíduos que aos mesmos se submetem, com o emprego de técnicas cirúrgicas, medicamentosas e/ou mediante auxílio de meios físicos, tais como: utilização de equipamentos dotados de tecnologias do tipo laser, dentre outros. [...] V.7- DOS RECURSOS HUMANOS [...] V.7.2.2- ENFERMEIRO V.7.2.2.1-As Clínicas de Estética II e III, que realizarem procedimentos invasivos envolvendo equipamentos eletromédicos específicos ou procedimentos médico-cirúrgicos ambulatoriais, bem como as Unidades de Cirurgia Estética, obrigatoriamente, contarão com enfermeiros, em conformidade com o disposto nesta Norma e na legislação em vigor. V.7.2.2.2-As Unidades de Saúde SPA que contarem com técnicos ou auxiliares de enfermagem deverão contar com a orientação e supervisão de Enfermeiros. [...] (SÃO PAULO, 1999). A Lei nº 12842 de 10 de julho de 2013, que dispõe sobre o Exercício da Medicina estabelece em seu artigo 4º, que são atividades privativas do Médico: a indicação da execução e execução de procedimentos invasivos sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos (BRASIL, 2013). Ressalta-se que os procedimentos em dermatologia são divididos em: Não invasivos – realizados no extrato córneo e epiderme; Minimamente invasivos – chegam até a derme superficial; Invasivos – chegam até a derme profunda e tecido subcutâneo A Sociedade Brasileira de Medicina Estética aponta que os procedimentos aplicados na Medicina Estética são considerados atos médicos que requerem uma abordagem do paciente de forma abrangente, que pressupõe uma anamnese especial, exame físico e formulação de diagnóstico clínico e diferencial, indicação e realização de tratamento clínico e/ou cirúrgico, mediante análise de eventuais contra-indicações relativas ou absolutas, formulação de prognóstico, orientações individuais e gerais quanto à prevenção de doenças, alteração de função de órgãos ou agravos à saúde relacionados com fatores geradores de inestetismo (SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA ESTÉTICA, 2012). O PARECER COREN-SP 020/2014 – sobre Abertura de clínicas de estética e formação necessária do Profissional de Enfermagem para atuar nestes locais, esclarece que: O Enfermeiro ao assumir a execução do tratamento estético poderá responder pelos resultados esperados e arcar com todas as responsabilidades decorrentes do Código Civil, Penal e Ético pelo resultado adverso ao pretendido ou oferecido. Lembrando que o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem em seu artigo 33 proíbe ao profissional de Enfermagem prestar serviços que por sua natureza competem a outro (CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM, 2007). Na atuação em Dermatologia relacionada a procedimentos estéticos, a enfermagem desempenha as seguintes atividades: Independente: atividades próprias do profissional, de acordo com a legislação vigente e mediante adequado preparo técnico, supervisão e reciclagem contínua (por exemplo, procedimentos relativos ao preparo da pele para realização de procedimento). Interdependente: atividades realizadas em colaboração e cooperação com os diversos membros da equipe multidisciplinar (por exemplo, atividades educativas relacionadas aos cuidados com a pele antes e após procedimentos) Dependente: atividades que dependem de indicação ou prescrição médica, ou delegadas mediante protocolos autorizados, sempre em consonância com a legislação (por exemplo, administração de medicamentos prescritos) (MANDELBAUM, 2011, p.1827). O PARECER COREN-SP 021/2014 – sobre realização de procedimentos estéticos invasivos, por profissionais de enfermagem, conclui que: [...] procedimentos estéticos invasivos, como: aplicação de Enzima Hyalozima (Mesoterapia), Hidrolipoclasia e Carboxiterapia, são procedimentos médicos e que nos documentos que regem a prática de enfermagem não existe amparo legal para suas realizações pelos Profissionais de Enfermagem. (PARECER COREN-SP 021/2014) Considerando a magnitude do assunto, solicitamos o devido posicionamento. Referências: BRASIL. Decreto nº. 94.406, de 08 de junho de 1987. Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da enfermagem, e dá outras providências. Presidência da República, Brasília, DF, 21 set. 2009. Disponível em:<https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1980 1989/d94406.htm>. Acesso em: 20 jan. 2014. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução nº. 311, de 8 de fevereiro de 2007. Aprova a reformulação do código de ética dos profissionais de enfermagem.Rio de Janeiro: COFEN, 2007. Disponível em: < http://se.corens.portalcofen.gov .br/codigode-etica-resolucao-cofen-3112007>. Acesso em: 20 jan. 2014. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução nº. 389, de 18 de outubro de 2011. Atualiza, no âmbito do Sistema Cofen /Conselhos Regionais de Enfermagem, os procedimentos para registro de título de pós-graduação lato e stricto sensu concedido a enfermeiros e lista as especialidades. Brasília, COFEN, 2011. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-n-3892011_8036.html Acesso em: 02 dez. 2014. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Parecer COREN-SP 020/2014. Abertura de clínicas de estética e formação necessária do Profissional de Enfermagem para atuar nestes locais. 19 de março de 2014. Disponível em http://portal.corensp.gov.br/sites/default/files/parecer_coren_sp_2014_020.pdf. acesso em 02 dez. 2014. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Parecer COREN-SP 020/2014. Realização de procedimentos estéticos invasivos, por profissionais de enfermagem.19 de março de 2014. Disponível em http://portal.coren sp.gov.br/sites/default/files/parecer_coren_sp_2014_021.pdf. acesso em 02 dez. 2014. FERREIRA, F. R. Algumas considerações acerca da medicina estética. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 15, n. 1, p. 67-76, jan. 2010 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141381232010000100012&l ng=pt&nrm=iso>. acesso em 11 fev. 2014. GONZALEZ JS, RUIZ SMC. 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