programa geral e ementas - Pós

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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO
“BIODIVERSIDADE VEGETAL E
MEIO AMBIENTE”
INSTITUTO DE BOTÂNICA
ÁREA: BIODIVERSIDADE
NÍVEIS: MESTRADO E DOUTORADO
2014
APRESENTAÇÃO
O Programa de Pós-Graduação do Instituto de Botânica, em BIODIVERSIDADE
VEGETAL E MEIO AMBIENTE – Área Botânica, é o único do país que abrange desde
plantas avasculares até vasculares, incluindo fungos e cianobactérias. O objetivo do
Programa é formar e aperfeiçoar profissionais para interpretar as situações de impacto
ambiental que afetam os ecossistemas terrestres e aquáticos visando sua preservação ou
recuperação e enfrentando, para tanto, os desafios e avanços científicos e tecnológicos nas
áreas de Botânica e Meio Ambiente.
O Programa foi aprovado pelo Conselho Técnico Científico da CAPES, com
conceito 4, em reunião realizada em 25-26 de julho de 2002, cujo resultado foi publicado
em Diário Oficial da União (DOU) de 21 de dezembro de 2002, Seção 1, página 43. Foi
reconhecido pelo MEC através da Portaria no. 3949, de 30/12/2002, como “Stricto Sensu”,
Mestrado e Doutorado, publicada em DOU de 31/12/2002, Seção I - página 31. Em 2005
tal reconhecimento foi reafirmado pela Portaria MEC no. 2878 de 24/08/2005, DOU de
26/08/2005, e, em 2008, pela Portaria MEC no. 524 de 29/04/2008, publicada no DOU de
30/04/2008.
O primeiro Regimento do Programa, Portaria IBt 006 de 12 de setembro de 2002,
foi publicado em 13 de setembro de 2002. O atual Regimento em vigor, Portaria IBt 011 de
15 de junho de 2007, foi publicado em 16 de junho de 2007 no Diário Oficial do Estado,
Seção I - página 33 e seu conteúdo pode ser consultado ao final das ementas das
disciplinas.
A Comissão de Pós-Graduação (CPG) é assim constituída:
 Coordenadora Geral / Presidente
o Dra. Celia Leite Sant’Anna
 Vice-Coordenador Geral / Vice-Presidente
o Dr. Regina Maria de Moraes
 Coordenadora da Área de Plantas Avasculares e Fungos em Análises Ambientais
(PAF)
o Dra. Carla Ferragut
 Vice-Coordenadora da Área de Plantas Avasculares e Fungos em Análises Ambientais
o Dra. Nair Sumie Yokoya
 Coordenador da Área de Plantas Vasculares em Análises Ambientais (PVA)
o Dr. Fabio de Barros
 Vice-Coordenadora da Área de Plantas Vasculares em Análises Ambientais
o Dra. Edenise Segala Alves
Secretaria da Pós-Graduação
Fone: 0xx11-5067 6038
www.biodiversidade.pgibt.ibot.sp.gov.br
2
CONTEÚDO
pg
CORPO DOCENTE
04
REGIME DIDÁTICO
07
ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO
07
DISCIPLINAS COMUNS ÀS DUAS ÁREAS
08
DISCIPLINAS PAF - PLANTAS AVASCULARES E FUNGOS
65
DISCIPLINAS PVA – PLANTAS VASCULARES
84
ANEXO - REGIMENTO DO CURSO
125
3
CORPO DOCENTE
ORIENTADORES – NÚCLEO PERMANENTE E
COLABORADORES
Plantas Avasculares e Fungos em Análises Ambientais (PAF)
Andréa Tucci – Núcleo de Pesquisa em Ficologia
Adriana de M. Gugliotta – Núcleo de Pesquisa em Micologia
Carla Ferragut – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Carlos E. de M. Bicudo – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Carmen L.A. Pires-Zotarelli – Núcleo de Pesquisa em Micologia
Célia L. Sant’Anna – Núcleo de Pesquisa em Ficologia
Denise de C. Bicudo – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Luciana R. de Carvalho – Núcleo de Pesquisa em Ficologia
Marina Capelari – Núcleo de Pesquisa em Micologia
Mutue T. Fujii – Núcleo de Pesquisa em Ficologia
Nair S. Yokoya – Núcleo de Pesquisa em Ficologia
Plantas Vasculares em Análises Ambientais
Armando R. Tavares – Núcleo e Pesquisa em Plantas Ornamentais
Catarina de C. Niévola – Núcleo e Pesquisa em Plantas Ornamentais
Cláudio J. Barbedo – Núcleo de Pesquisa em Sementes
Cynthia F. Pinto da Luz – Núcleo de Pesquisa em Palinologia
Edenise S. Alves – Núcleo de Pesquisa em Anatomia
Eduardo L. M.Catharino – Núcleo de Pesquisa Orquidário do Estado
Eduardo P. C. Gomes – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Fábio de Barros – Núcleo de Pesquisa Orquidário do Estado
Gerleni L. Esteves – Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São Paulo
Inês Cordeiro – Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São Paulo
Luiz M. Barbosa – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Márcia R. Braga – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Marcos P. M. Aidar – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Maria Angela M. Carvalho – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Maria Cláudia M. Young – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Maria das Graças L. Wanderley – Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São
Paulo
Maria Tereza G. Guaratini – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Marília Gaspar – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Marisa Domingos – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Regina M. de Moraes – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Rita de Cássia L.Figueiredo-Ribeiro – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Rosangela Simão-Bianchini – Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São Paulo
Sérgio Romaniuc Neto – Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São Paulo
Silvia R. de Souza – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Vivian Tamaki – Núcleo de Pesquisa em Plantas Ornamentais
4
COLABORADORES EM DISCIPLINAS E/OU
ORIENTADORES PONTUAIS
Pesquisadores, Visitantes e Pós-Doutorandos do Instituto de Botânica
Adriana H. Hayashi – Núcleo de Pesquisa em Anatomia
Agnes E. Luchi – Núcleo de Pesquisa em Anatomia
Andréa M. Corrêa – Núcleo de Pesquisa Orquidário do Estado
Carla Z. S. Camargo – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Cintia Kameyama - Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São Paulo
Clovis J. F. de Oliveira Junior – Núcleo de Pesquisa em Plantas Ornamentais
Dácio R. Matheus – Núcleo de Pesquisa em Micologia
Danilo C. Centeno – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Denilson F. Peralta – Núcleo de Pesquisa em Briologia
Diclá P. Santos – Núcleo de Pesquisa em Ficologia
Domingos S. Rodrigues – Núcleo de Pesquisa em Plantas Ornamentais
Edison P. Chu – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Emerson A. da Silva – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Fábio Pinheiro – Núcleo de Pesquisa Orquidário do Estado
Iracema H. Schoenlein-Crusius – Núcleo de Pesquisa em Micologia
José I. de Souza – Núcleo de Pesquisa em Micologia
José M. Barbosa – Núcleo de Pesquisa em Sementes
Kelly Simões – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Luce M. B. Torres – Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Bioquímica
Luciano M. Esteves – Núcleo de Pesquisa em Palinologia
Marcia I. M. S. Lopes – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Maria Amélia V. Cruz Barros – Núcleo de Pesquisa em Palinologia
Maria Beatriz R. Caruzo – Universidade Federal de São Paulo – Campus de Diadema
Maria Candida H. Mamede – Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São Paulo
Maria Margarida R. Fiuza de Melo – Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São
Paulo
Marie Sugiyama – Núcleo de Pesquisa - Curadoria do Herbário de São Paulo
Michel N. Benatti – Núcleo de Pesquisa em Micologia
Nelson Augusto dos Santos Junior – Núcleo de Pesquisa em Sementes
Olga Yano – Núcleo de Pesquisa em Briologia
Patricia Bulbovas – Núcleo de Pesquisa em Ecologia
Patricia C. P. da Silva – Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São Paulo
Rogério M. Suzuki – Núcleo de Pesquisa Orquidário do Estado
Rosely A. P. Grandi – Núcleo de Pesquisa em Micologia
Shoey Kanashiro – Núcleo de Pesquisa em Plantas Ornamentais
Silvia M. P. B. Guimarães – Núcleo de Pesquisa em Ficologia
Solange C. Mazzoni-Viveiros – Núcleo de Pesquisa em Anatomia
Tarciso Filgueiras – Núcleo de Pesquisa Curadoria do Herbário de São
Paulo/Universidade de Brasília, DF
Vera L. R. Bononi – Núcleo de Pesquisa em Micologia
Vera M. V. Vitali – Núcleo de Pesquisa em Micologia
5
Docentes de Outras Instituições
Ana M. B. Iseppon – Universidade Federal de Pernambuco
Arsenio J. A. Mallea – Instituto de Oceanografia – Recife/PE
Bruno Tomio Goto – Universidade Federal de Pernambuco
Décio L. Semensatto Junior – Universidade Federal de São Paulo – Campus de
Diadema
Eduardo Leãno – Universidade de Bangkok, Tailândia
Elaine Malosso – Universidade Federal de Pernambuco
Eric C. Smidt – Universidade Federal do Paraná
Gilson L. Volpato – Universidade Estadual Paulista – Campus de Registro
Gladstone Alves da Silva – Universidade Federal de Pernambuco
Iuri Goulart Baseia – Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Jhoana D. Larrea – Universidade Autonoma Metropolitana-Izpalapa, México
João Semir – Universidade de Campinas
João V. C. Nunes – Universidade Estadual Paulista – Campus de Registro
John P. Smol – Queen's University, Canadá
Leonardo C. Mazza – Universidade de Alcalá, Espanha
Leonor Costa Maia – Universidade Federal de Pernambuco
Luís M. Bini – Universidade Federal de Goiás
Martin F. Pareja – Universidade Federal de Lavras
Patrícia G. Morgante – Universidade Estadual Paulista – Campus de Botucatu
6
REGIME DIDÁTICO
MESTRADO
 Duração máxima de 26 meses:
 Disciplinas (mínimo de 25 créditos);
 Dissertação e defesa (85 créditos);
 Proficiência na língua inglesa;
 Exame de qualificação entre 12 e 18 meses.
DOUTORADO
 Duração máxima de 48 meses;
 Disciplinas (mínimo de 40 créditos, incluindo 30 créditos equivalentes à
homologação do título de mestre);
 Tese e defesa (165 créditos);
 Proficiência na língua inglesa;
 Exame de qualificação entre 18 e 30 meses.
ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO
PLANTAS AVASCULARES E FUNGOS EM ANÁLISES AMBIENTAIS (PAF)
Linhas
 Ecologia e Biomonitoramento de Ambientes Terrestres e Aquáticos
 Diversidade e Sistemática
PLANTAS VASCULARES EM ANÁLISES AMBIENTAIS (PVA)
Linhas
 Ecologia e Biomonitoramento de Ambientes Terrestres e Aquáticos
 Fisiologia e Bioquímica
 Florística e Sistemática
DISCIPLINAS
As disciplinas do Programa de PG estão organizadas em três grupos:
BMA - comuns às duas áreas de concentração do Programa em “Biodiversidade Vegetal e
Meio Ambiente (BMA)”;
PAF - disciplinas específicas da área de Plantas Avasculares e Fungos em Análises
Ambientais (PAF);
PVA - disciplinas específicas da área de Plantas Vasculares em Análises Ambientais
(PVA).
Informações pormenorizadas sobre cada uma delas podem ser obtidas nas ementas
que se seguem.
7
DISCIPLINAS
COMUNS ÀS DUAS ÁREAS
8
BMA 01 - BIOSSEGURANÇA
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Edison Paulo Chu
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
2h
1h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
15 semanas
60 horas
4
EMENTA
A disciplina visa fornecer conhecimento teórico e prático que desperte os discentes à uma
conduta profissional e individual que garanta a biossegurança em laboratórios e meio
ambiente, estabelecendo procedimentos de segurança individual, atividades técnicas (boas
práticas laboratoriais) e aspectos gerais (arquitetura de laboratório, gerenciamento de
produtos químicos e uso de equipamentos científicos).
PROGRAMA RESUMIDO
1. Conceito de Biossegurança – descrição e boas práticas laboratoriais
2. Caracterização dos agentes físicos, químicos e biológicos que atuam no meio ambiente
e em laboratórios – riscos em laboratórios de saúde, ensino e pesquisa
3. Métodos de prevenção de ocorrências de acidentes e suas características – montagem
de laboratórios seguros, equipamentos de proteção individual e coletiva
4. Legislação Brasileira e Internacional de Biossegurança
5. Gerenciamento de resíduos químicos e biológicos - reciclagem
6. Biossegurança em laboratórios e meio ambiente
7. Biossegurança e organismos geneticamente modificados (OGM)
8. Bioindicadores naturais de poluição
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Commitee on Prudent Practices for Handling, Storage, and Disposal of Chemicals in
Laboratories 2000. Prudent Practices in the Laboratory: Handling and disposal of
Chemicals, 3a. ed., Washington: National Research Council and National Academy
Press, 444pp. (disponível em www.nap.edu/catalog/4911.html)
Coyne, G. S. 1992 The Laboratory Handbook of Materials, Equipment, and Technique.
Englewood Cliffs: Prentice Hall, 468pp.
Custers, R. (Ed) 2004. Biosafety in the Laboratory, Zwijnaarde: Flanders Interuniversity
Institute for Biotechnology, 71pp (disponível na rede internet)
Hirata, M. H. & J. Mancini Filho 2002 Manual de Biossegurança. Barueri: Editora Manole,
496pp.
Minister of Health (Canada) 2004. The Laboratory Biosafety Guidelines, 3a. ed., Ottawa:
Minister of Health Canada, 125pp. (disponível na rede internet)
Richmond, J.Y. (Ed) 1998. Bioseguridad em Laboratórios de Microbiologia y
Biomedicina, 4ª. Ed., Atlanta: Centro de Control y Prevencion de Enfermedades e
Washington: CDC/NIH (disponível em www2.umdnj.edu, biosafety)
World Health Organization (WHO) 2004. Laboratory Biosafety Manual, 3ª. Ed., Genova:
WHO/ONU, 186pp (disponível na rede internet)
9
Zubrick, J. W. 1997. The Organic Chem Lab Survival Manual. A Student´s Guide to
Techniques. New York: John Wiley & Sons, 381 pp.
10
BMA 02 – NOMENCLATURA TAXONÔMICA VEGETAL
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Carlos Eduardo de Mattos Bicudo
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
25h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
5h
1 semana
45 horas
3
EMENTA
Visa a fornecer conhecimento teórico e prático sobre a nomenclatura taxonômica e os
princípios do Código que regem sua aplicação em botânica.
PROGRAMA RESUMIDO
1. O CINB: o que é, como está constituído e como utilizá-lo.
2. Princípios, artigos, recomendações e notas.
3. Publicação efetiva e publicação válida.
4. Tipos nomenclaturais e tipificação.
5. Prioridade e limitação do princípio.
6. Retenção, escolha e rejeição de nomes e epítetos.
7. Nomes conservados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIVRO
Código Internacional de Nomenclatura Botânica. (IMPORTANTE: última edição
disponível = Código de Vienna, 2006).
PERIÓDICO
Taxon
11
BMA 04 - SEMINÁRIOS GERAIS
PROFESSORA RESPONSÁVEL
Coordenadora do Curso: Dra. Celia Leite Sant’Anna
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
Estudos
(por semana)
Duração
Distribuição a ser definida em cada semestre
Total
Créditos
30 horas
2
EMENTA
Esta disciplina será ministrada em conjunto para os alunos de todas as linhas e áreas de
concentração, permitindo maior integração e motivação entre alunos e docentes do curso,
intercâmbio de conhecimentos e divulgação de resultados de pesquisa.
A disciplina visa a propiciar uma visão holística da ciência, abordando temas atuais e
temas polêmicos sobre as origens, os conceitos e a situação atual da biodiversidade.
Serão convidados para apresentar os seminários especialistas desta e de outras instituições
para os temas mais abrangentes e será dada oportunidade aos alunos do curso para
apresentarem seus proprios resultados quando já suficientes para essa finalidade.
PROGRAMA RESUMIDO
O programa será variável em função dos temas selecionados e da disponibilidade dos
palestrantes.
12
BMA
05 - TÓPICOS ESPECIAIS EM BIODIVERSIDADE
CONSERVAÇÃO DE AMBIENTES NATURAIS
E
PROFESSORA RESPONSÁVEL
Coordenadora do Curso: Dra. Celia Leite Sant’Anna
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
Estudos
(por semana)
A definir de acordo com cada disciplina
Duração
Total
Créditos
30 horas
(mínimo)
2
(mínimo)
EMENTA
A disciplina será oferecida por professores colaboradores, nacionais e do exterior,
especialmente convidados, visando a fornecer conhecimentos teóricos sobre aspectos da
biodiversidade e da conservação de recursos e ambientes naturais não abordados no elenco
de disciplinas ofertadas pelo Curso.
PROGRAMA RESUMIDO
A ser definido em cada caso pelo professor responsável, em conjunto com o coordenador
da disciplina.
BIBLIOGRAFIA
A ser definida em cada caso pelo professor responsável, em conjunto com o coordenador
da disciplina.
OBSERVAÇÃO
Seguem abaixo ementa, programa resumido e bibliografia básica das disciplinas aprovadas
pelo Conselho do curso de Pós-Graduação para ser ministrada Tópicos Especiais.
13
BMA 05.1 – ECOLOGIA DA DISPERSÃO
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra Maria Tereza Grombone Guaratini
PROFESSORES COLABORADORES:
Dr. João Semir e Dra. Valéria Forni Martins
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
20h
10h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
8h
2 semanas
76 horas
5
EMENTA
Esta disciplina, com aulas teóricas e práticas, têm por objetivo introduzir os conceitos
fundamentais e hipóteses de dispersão, como a influência da dispersão na dinâmica de
populações e na estrutura de comunidades, agentes dispersores, evolução da dispersão, e
invasões biológicas, além de promover a discussão sobre trabalhos recentes na literatura. A
parte prática envolverá a discussão de métodos envolvidos no estudo de dispersão e o
desenvolvimento de projeto em grupo, em campo, e sobre dispersão de sementes.
PROGRAMA RESUMIDO
TEORIA
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
O significado do movimento entre os organismos.
Curvas de dispersão; a hipótese de Janzen-Connell
Padrões de distribuição; dispersão e abundância
O desenvolvimento da teoria de metapopulações
Agentes dispersores
Dispersão primária e secundária
Invasões biológicas
Metodologia de estudo de dispersão: métodos clássicos e genéticos
Evolução de frutos
PRÁTICA
Serão realizadas práticas na área florestal da Reserva do Parque Estadual das Fontes do
Ipiranga, São Paulo, SP.
AVALIAÇÃO
Participação 15% da nota final
Apresentação de projeto em duplas 35 % da nota final
Avaliação de monografia 50% da nota final
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Begon, M., Townsend, C.R. E Harper, J. 2007. Ecologia; de indivíduos a Ecossistemas. 4ª
edição. Artmed, Porto Alegre. 752p.
Harper, J. 1977. Population Biology of Plants. Academic Press, London. 892p.
14
Forget, P.-M., Lambert, J.E., Hulme, P.E. E Vander Wall S.B. 2005. Seed fate: predation,
dispersal and seedling establishment. CABI, Cambridge. 41p.
Levine, J.M. & Murrell, D. 2003. The community-level consequences of seed dispersal
patterns. Annals Review of Ecology Evolution and Systematic 34: 549-574.
Nathan, R. & Muller-Landau, C. 2000. Spatial patterns of seed dispersal, their
determinants and consequences for recruitment. TREE 15: 278-285.
Martins V. F., Guimarães, P.R., Haddad, C.R.B. & Semir, J. 2009.The effect of ants on the
seed dispersal cycle of the typical myrmecochorous Ricinus communis. Plant Ecology
205: 213-222.
Vinha, D., Alves, L.F. Zaidan, L.B.P. & Grombone-Guaratini, M.T. The soil seed bank
after 7 years of bamboo dominance in a Tropical Forest in SE Brazil. 2011. Landscape
and Urban Planning 99: 178-185
15
BMA 05.2 – ECOLOGIA E BIOTECNOLOGIA DE FUNGOS
PROFESSORAS RESPONSÁVEIS:
Dra. Vera L.R. Bononi, Dra. Adriana M. Guigliotta e Dra. Vera Vitali
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
3h
10 semanas
90 horas
6
EMENTA
Preparar o aluno para atuar no campo da micologia, com enfoque principal em ecologia e
biotecnologia, fornecendo uma visão dos grupos de fungos, de suas relações com os
demais seres vivos e sua aplicação atual em processos biotecnológicos, incluindo
princípios teóricos, técnicas e tendências atuais da biotecnologia.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Noções gerais de fisiologia e ecologia de fungos e seu papel na absorção e ciclagem
de nutrientes e processos de fermentação sólida e em meio líquido
2. Produção de biomassa: zigomicetos na indústria de alimentos, farmacêutica,
biorremediação e controle biológico
3. Bioconversão de resíduos lignocelulósicos: cogumelos comestíveis
4. Micorrizas: endo e ectomicorrizas, taxonomia e ecologia
5. Aplicações de micorrizas na produção de mudas e recomposição de áreas
degradadas
6. Metabólitos secundários de fungos e suas aplicações
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Anke, T. Fungal biotechnology. Chapman & Hall, 1997, 409p.
Arora,D.K, ELANDER, R.P.& MUKERGI, K.G. 1992. Handbook of Applied Mycology
Vol.4: Fungal Biotetechnology Mareel Dekker, New York 1114p.
Boddy, L.; Frankland, J.C.; West, P.V. ( eds.) 2008. Ecology of Saprotrophic
Basidiomycetes. Londo:Elseveir 372p.
Bononi, V.L.R. (org.) 1998. Zigomicetos, basidiomicetos e deuteromicetos: noções
básicas de taxonomia e aplicações biotecnológicas, São Paulo: Instituto de Botânica,
Secretaria de Estado do Meio Ambiente, 184p.
Bononi, V.L.R.; Capelari M.; Maziero,R.;Trufem,S.F.B. 1995. Cultivo de Cogumelos
Comestíveis São Paulo: Ícone, 1995 206p
Burnet, J. 2003. Fungal Population and Species. University Press, Oxford. 348p.
Cannon, P.F,; Kirk, P.M. 2007 Fungal Families of the World. Cabi, Wallingford, 456p.
Dighton, J.; White, J.F.; Oudemans, P. (eds.) 2005. The Fungal Community: Its
Ofrganization and Role em the Ecosystem. Mycology, 3ª ed. New York:CRC Press,
volume 23, 936p.,
Glaszer, A.N. & Nikaido,H. (2007) Microbial Biotecnology: Fundamentals of applied
Microbiology 2ª ed. New York:Cambridge University Press, 554p.
Heijden, M.G.A.; Sanders I.R. 2003. Mycorrhizal Ecology. Heidelberg: Verlag
Berlin.469p.
16
Khachatourians, G.G. & Dilip, K.A. 2001-2002. Applied Mycology and Biotechnology.
Amsterdam: Elsevier, vol. 1 e 2, 435 e 347.
Melo, I. S. & Azevedo, J.L. (eds.) 2008. Microbiologia Ambiental 2ª Ed. Ver ampl.
Jaguariuna:Embrapa. 647p.
Mueller, G.M., Bills, GF, Foster, M.S. Biodiversity of Fungi: Inventory and Minitoring
Methods. Elsevier academic press. 2004
Pfleger , F.L.; Linderman, R.G. 1996. Mycorrhizae and plant health. St. Paul: APS Press.
344p.
Schenck, N.C. ed. 1982. Methods and principles of Mycorrhizal Research. St.Paul: The
Ameriican Phytopathological Society. 234p.
Smith, J.E. 2004. Biotechnology, Studies in Biology, 4ª ed. Cambridge New
York:University Press, 271p.
Söderström, B.& Wicklow, D.T. 1997. The Mycota: Environmental and Microbial
Relationship. New York: Springer 373p.
17
BMA 05.3 – FUNDAMENTOS DE QUÍMICA ORGÂNICA E
PRÁTICAS LABORATORIAIS
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Luciana Retz de Carvalho
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
0h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
15 semanas
60 horas
4
EMENTA:
Conceitos básicos sobre concentração e dilução de soluções, química de compostos do
carbono e seus principais grupos funcionais, pH e polaridade alem de princípios de
cromatografia e de técnicas para extração, isolamento e purificação de substancias
orgânicas.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Conceito de concentração e de dilução. Moralidade.
2. Concentração hidrogênica. pH.
3. Introdução à Química dos compostos de carbono
4. Principais classes funcionais dos compostos orgânicos
5. Eletronegatividade. Estruturas de Lewis. A polaridade na Química.
6. Conceito de reação química.
7. Técnicas cromatográficas.
8. Técnicas para extração, isolamento e purificação de substancias orgânicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Bauer, K., Gros, L. & Sauer, W. 1990. Thin layer chromatography. – Na introduction.
Merck.
Collins, C.H., Braga, G. & Bonato, P.S. 2006. Fundamentos de Cromatografia. Editora
Unicamp.
Malone, L.J. 2008. Basic concepts of Chemistry. Editora Wiley
Scude, P.H. Eletron flow in organic chemistry. John Wiley & Sons, Inc.
Silva, R.R. 2006. Calculos basicos da Química. Editora Edufscar.
18
BMA 05.4 - LATIM INSTRUMENTAL PARA BOTÂNICOS
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Tarciso S. Filgueiras
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
15h
2 semanas
60 horas
4
0h
EMENTA
A disciplina tem por objetivos: fornecer elementos básicos da estrutura gramatical do latim
botânico; ensinar o uso de literatura especializada para tradução e versão do latim; permitir
a elaboração de textos de descrições e diagnoses de táxons novos; ensinar a composição de
nomes novos em latim.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Língua latina: importância, história, evolução.
2. Latim botânico: importância, história.
3. Gramática latina: declinações, verbos, preposições, conjunções.
4. Exercícios práticos sobre os conteúdos abordados
5. Tradução e versão de textos latinos históricos e contemporâneos.
6. Descrições e Diagnoses: teoria e prática.
7. Elaboração de descrições e diagnoses
8. Composição de nomes novos em latim
PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Aulas teóricas sobre a gramática latina .
Técnicas de como utilizar a bibliografia especializada
Leitura e análise de textos clássicos de latim botânico
Tradução de textos científicos botânicos
Versão de textos científicos botânicos
Elaboração de diagnoses latinas
Exercícios orais e escritos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Baranov, A. 1971. Basic Latin for Plant Taxonomists. Lehe.
Brown, R.W. 1979.Composition of scientific words. Washington, DC.
Cabrera , A. L. 1946. Nociones sobre redacción de diagnosis y terminologias botánica
empleada en la misma. Bol. Soc. Argent. Bot. 1: 253-279.
Ferreira, A. G. 1983. Dicionário de Latim-Português, Porto, Porto Editora Ltda.
Ferreira, A. G. 1983. Dicionário de Português-Latim, Porto, Porto Editora Ltda.
Filgueiras, T.S. 1997. In defense of Latin for describing new taxa. Taxon 46: 747-749.
Filgueiras, T.S. & Prado, J. 2009. Proposal do maintain the terminations of plant names
citing in validadting Latin description or diagnosis in a new protologue. Taxon
58(2):658-672.
Manara, B. 1989. Latín básico para botánicos. Ernstia 55: 1-155.
19
Rizzini, C.T. 1979. Latim para biologistas. Rio de Janeiro. Academia Brasileira de
Ciências.
stern, w. t. 1983. Botanical Latin, London, David & Charles.
20
BMA 05.5 – MÉTODOS DE ESTUDO PARA AVALIAÇÃO DA
QUALIDADE AMBIENTAL, UTILIZANDO AS ALGAS
MARINHAS BENTÔNICAS COMO INDICADORAS
PROFESSORES RESPONSÁVEIS:
Dr. Arsenio José Areces Mallea e Dra. Mutue Toyota Fujii
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
25h
15h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
5h
1 semana
45 horas
3
EMENTA
Aplicação dos princípios básicos para o uso de uma categoria biológica na diagnose
ambiental, levando em conta as escalas de organização biológica: vantagens e limitações
de seu uso para a bioindicação e monitoramento de qualidade ambiental.
PROGRAMA RESUMIDO
1. As algas marinhas bentônicas como ferramenta de trabalho e seu modo de
emprego: características ecofisiológicas, características fitogeográficas e
características ecológicas;
2. Identificação da severidade e extensão dos processos de eutrofização mediante
o uso de macrofitobentos;
3. Elaboração de mapas de sensibilidade;
4. Algas marinhas bentônicas na conformação da linha base durante a
implementação do processo de gestão integrada da zona costeira (GIZC).
SISTEMA DE AVALIAÇÃO:
Elaboração de relatório com resultados da pesquisa para posterior publicação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Alcolado, P.M.; García, E.E. Y Espinosa, N. 1999. Protección de la Biodiversidad y
Desarrollo Sostenible en el Ecossistema Sabana-Camagüey, Proyecto GEF/PNUD
Sabana-Camagüey CUB/92/G31, CESYTA S.L., Madrid.
Brodie, J. & Lewis, J. 2007. Unravelling the Algae: the past, present, and future of algal
systematics. The Systematics Association. CRC Press, Boca Ratton, 376 p.
Hoek, C. van den, Mann, D.G. & Jahans, H.M. 1997, Algae: an introduction to
Phycology. Cambridge University Press, Cambridge, 627 p.
Littler, M.M., Littler, S.D. 1985. Handbook of Phycological Methods. Ecological Field
Methods: Macroalgae. Cambridge University Press, 633 p.
Lobban, C. S. & Harrison, P. J. 1994. Seaweed Ecology and Physiology. Cambridge
University Press, Cambridge, 366 p.
Lüning, K. 1990, Seaweeds. Their Environmental, Biogeography, and Ecophysiology.
Wylwy-Interscience Publication, New York, 527 p.
Murray, S.N., Ambrose, R.E. & Dethier, M.N. 2006. Monitoring Rocky Shores.
University of California Press, Berkeley, 220 p.
21
Pereira, R. C. & Soares-Gomes, A. (org.) 2002. Biologia Marinha. Editora Interciência
Ltda, Engenho Novo, 382 p.
Schmitt, R.J.& Osenberg, C.W. 1996. Detecting Ecological Impacts – Concepts and
Applications en Coastal Habitats. Academic Press, San Diego. 401 p.
Zar, J.H. 1996. Biostatistical Analysis. Prentice-Hall, New Jersey, 300 p.
22
BMA 05.6 – POACEAE: MORFOLOGIA,
FILOGENIA E DISTRIBUIÇÃO
TAXONOMIA,
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Tarciso de Sousa Filgueiras
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
20h
20h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
5h
2 semanas
90 horas
6
EMENTA
A disciplina tem por objetivos: fornecer conhecimentos básicos de morfologia, sistemática,
taxonomia, filogenia, ecologia, distribuição geográfica e importância econômica de
representantes da família Poaceae; identificar representantes da família com o uso de
chaves de identificação e textos especializados; reconhecer os principais grupos de
Poaceae.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Breve história da domesticação de plantas. Origens da agricultura de grãos
2. Poaceae ou Gramineae. Importância econômica, ecológica e cultural.
3. Morfologia da família: Sistema radicular, rizomas, colmos, folhas e apêndices,
4. Sinflorescências. A espigueta e suas partes. A flor. O fruto (cariopse). O embrião.
A plântula.
5. Anatomia dos órgãos vegetativos.
6. Filogenia. Sistemas de classificação. Uso de chaves de identificação.
7. Coleta de plantas para estudos científicos. Herbário. Coleções vivas. Bambusetum.
8. Excursão (Reserva do PEFI e de Paranapiacaba) para observação e coleta de
material.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Chase, A. & Sendulsky, T. 1991. Primeiro Livro de Gramíneas. Instituto de Botânica. São
Paulo.
Clayton, W.D. & Renvoize, S. A. 1986. Genera Graminum: Grasses of the World. Her
Majesty´s Stationary Office. Kew.
Filgueiras, T.S. & Santos-Gonçalves, A.P. 2004. A checklist of the basal grasses and
bamboos in Brazil. Bamboo Science & Culture 18: 7-18.
Filgueiras, T.S. No prelo. Gramíneas dos Cerrados do Brasil.
GPWG (The grass phylogeny working group). 2001. Phylogeny and subfamiliar
classification of grasses (Poaceae). Annals of the Missouri Botanical Garden 88: 373457.
Judziewicz, E.J., Clark, L.G., Londoño, X. & Stern, M.J. 1999. American bamboos.
Smithsonian Institution, Washiington, DC.
Longhi-Wagner, H.M. 1990. Flora da Serra do Cipó, Minas Gerais: Gramineae I.
Chloridoideae (1). Boletim de Botânica, Universidade de São Paulo 12: 15-42.
23
Longhi-Wagner, H.M. 1999. O gênero Aristida (Poaceae:Choridoideae) no Brasil. Boletim
de Botânica, Universidade de São Paulo 12: 113-179.
Longhi-Wagner, H.M. (ed.) Poacae. In: Wanderley, M.G.L., Shepherd, G.J. & Giulietti,
A.M. (orgs.) Flora Fanerogàmica do Estado de São Paulo. vol. 1.
Soderstrom, T.R., Hilu, K. W. H., Watson, L. & Dallwitz, M.J. 1992. The Grass Genera of
the World. C.A.B. International. Wallingford.
Zuloaga, F. O., Morrone, O., Davidse, G., Filgueiras, T.S., Peterson, P.M., Soreng, R.
J. & Judziewicz, E. 2003. Catalogue of the New World grasses. Contrib. U.S. Natl. Herb.
46:1-662.
24
BMA 05.7 – SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDÔNEAS COM
ÊNFASE NA ORDEM POALES
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Maria das Graças L. Wanderley
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
15 semanas
90 horas
6
EMENTA
Propiciar aos alunos o conhecimento teórico-prático das Monocotiledôneas visando o
reconhecimento das principais famílias do grupo, especialmente da ordem Poales sensu
APG II. A disciplina fornecerá os seguintes aspectos: a) noções e conceitos básicos sobre
os estudos em taxonomia de fanerógamas; b)caracterização geral e sistemas de
classificação em monocotiledôneas; c) caracterização morfológica das principais famílias,
especialmente da ordem Poales; d) treinamento do uso de chaves de identificação ao nível
de família, gênero e espécies, com ênfase nas espécies ocorrentes no estado de São Paulo.
PROGRAMA RESUMIDO
1. A importância dos inventários florísticos, floras e revisões taxonômicas no
conhecimento e conservação da diversidade vegetal;
2. Conceitos básicos, técnicas de coleta, preparação de descrições e uso de chaves de
identificação em taxonomia de fanerógamas;
3. Caracterização e sistemas de classificação em Monocotiledôneas;
4. Caracterização morfológica das principais famílias de Monocotiledôneas;
5. Morfologia e taxonomia das principais famílias da ordem Poales;
6. Treinamento do uso de chaves de identificação, especialmente das espécies de
Monocotiledôneas ocorrentes no estado de São Paulo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
APG II. 2003. An update of the angiosperm phylogeny group classification for the orders
and families of flowering plants: APG II. Botanical Journal of the Linnean Society 141:
399-436.
Cronquist, A. 1981. An integrated system of classification of flowering plants. Columbia
University Press.
Dahlgren, R. & Clifford, T. H. 1982. The Monocotyledons. A comparative Study.
Academic Press, London.
Dahlgren, R.; Clifford, T. H. & Yeo, P. E. 1985. The Families of the Monocotyledons:
Structure, Evolution and Taxonomy. Springer-Verlag, Berlin.
Judd,W. S., Campbell, C.S., Kellogg, E.A. & Stevens, P.F. 1999. Plant Systematics: a
Phylogenetic approach. Sinauer Associates Inc., Sunderland.
Longhi-Wagner, H.M. et al 2001. Poaceae In Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo.
FAPESP/HUCITEC .
25
Wanderley, M.G.L. et al 2002. Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo.Vol. 2
FAPESP/HUCITEC
Wanderley, M.G.L.et al 2003. Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Vol. 3
FAPESP/RIMA.
Wanderley, M.G.L. et al 2005. Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Vol. 4
FAPESP/RIMA.
26
BMA 05.8 – TAXONOMIA DE BROMELIACEAE
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Maria das Graças Lapa Wanderley
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
13h
13h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
4h
2 semanas
60 horas
4
EMENTA
Fornecer aos alunos o conhecimento teórico e prático sobre morfologia e taxonomia de
Bromeliaceae, permitindo a identificação nos níveis de subfamília, gênero e espécie, com
ênfase aos táxons nativos no estado de São Paulo. Dar informações sobre os sistemas de
Classificação na família. Permitir ao aluno conhecer aspectos da distribuição geográfica,
endemismos e conservação das bromélias.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Caracterização, distribuição geográfica e importância econômica
2. Sistemas de classificação
3. Adaptações ecológicas e plasticidade dos caracteres morfológicos
4. Métodos de coleta e importância das coleções de herbário
5. Descrições e preparação de chaves de identificação
6. A importância de floras regionais e revisões genéricas
7. Aulas práticas para o reconhecimento e identificação de gêneros e espécies
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Benzing, D.H. 2000. Bromeliaceae: profile of an adaptive radiation. Cambridge University
Press, Cambridge, United Kingdom.
Smith, L. B. & Downs, R. J. 1974. Pitcairnioideae (Bromeliaceae). Flora Neotropica
Monograph 14 (1) New York, Hafner Press. 1-658p.
Smith, L.B. & Downs, R.J. 1977. Tillandsioideae (Bromeliaceae). Flora Neotropica
Monograph 14 (2) New York, Hafner Press. 663-1492p.
Smith, L.B. & Downs, R.J. 1979. Bromelioideae (Bromeliaceae). Flora Neotropica
Monograph 14 (3). New York, Halfner Press. 1493-2141p.
Wanderley, M. G. L. & Mollo, L. 1992. Flora fanerogâmica da Ilha do Cardoso (são Paulo,
Brasil) Bromeliaceae. In: Melo, M. M. R. F. et al. (eds.). vol. 3: 89-140.
Wanderley, M. G. L. & Moreira, B. A. 2000. Flora Fanerogâmica do Parque Estadual das
Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): 178-Bromeliaceae. Hoehnea 27(3): 259-278.
Wanderley, M.G.L. & Forzza, R.C. 2003. Flora de Grão Mogol – Bromeliaceae. Boletim
de Botânica da Universidade de São Paulo 21(1): 131-139.
27
BMA 05.9 - TAXONOMIA DE ORCHIDACEAE, COM ÊNFASE
EM GÊNEROS E ESPÉCIES DO BRASIL
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Fábio de Barros
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
13h
13h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
4h
2 semanas
60 horas
4
EMENTA:
Fornecer base teórica e prática sobre morfologia e taxonomia de orquídeas permitindo a
identificação em níveis de gênero e espécie, principalmente para os téxons ocorrentes no
Brasil. Dar informações sobre sistemas de classiicação e filogenia da família.
PROGRAMA RESUMIDO:
1. Introdução às orquídeas
2. Características morfológicas de importância taxonômica
3. Principais sistemas de classificação da família Orchidaceae
4. Identificação de gêneros de orquídeas
5. Identificação de espécies de orquídeas ocorrentes no Brasil
6. Filogenia da família Orchidaceae
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Cameron, K.M., Chase, M.W., Whiten, W.M., Kores, P.J., Jarrell, D.C., Albert, V.A.,
Yukawa, T., Hills, H.G. & Goldman, D.H. 1999. A phylogenetic analysis of the
Orchidaceae: evidence from rbcL nuceleotide sequences. American Journal of Botany.
86(2): 208-224.
Cogniaux, A. 1893-1896. Orchidaceae. In C.F.P. Martius, A.W. Eichler & I. Urban (eds.)
Flora brasiliensis. Lipsiae, Monachii, vol. 3, pars 4, p. 1-672.
Cogniaux, A. 1898-1902. Orchidaceae In C.F.P. Martius, A.G. Eichler & I. Urban (eds.)
Flora brasiliensis. Lipsiae, Monachii, vol. 3, pars 5, p. 1-663.
Cogniaux, A. 1904-1906. Orchidaceae. In C.F.P. Martius, A.G. Eichler & I. Urban (eds.)
Flora brasiliensis. Lipsiae, Monachii, vol. 3, pars 6, p. 1-604.
Dressler, R.L. 1981. The Orchids. Natural History and Classification. Harvard University.
Cambridge.
Dressler, R.L. 1993. Phylogeny and Classification of the Orchid Family. Dioscorides
Press. 314p.
Hoehne, F.C. 1940. Orchidaceas. In F.C Hoehne (ed.) Flora Brasilica. Secretaria da
Agricultura, São Paulo, vol. 12, fasc. 1, p. 1-254.
Hoehne, F.C. 1942. Orchidaceas. In F.C Hoehne (ed.) Flora Brasilica. Secretaria da
Agricultura, São Paulo, vol. 12, fasc. 6, p. 1-128.
Hoehne, F.C. 1945. Orchidaceas. In F.C Hoehne (ed.) Flora Brasilica. Secretaria da
Agricultura, São Paulo, vol. 12, fasc. 2, p. 1-389.
Hoehne, F.C. 1949. Iconografia das Orchidaceas do Brasil. Secretaria da Agricultura. São
Paulo.
28
Hoehne, F.C. 1953. Orchidaceas. In F.C Hoehne (ed.) Flora Brasilica. Secretaria da
Agricultura, São Paulo, vol. 12, fasc. 7, p. 1-397.
Pabst, G.F.J. & Dungs, F. 1975. Orchidaceae Brasilienses I. Kurt Schmersow.
Pabst, G.F.J. & Dungs, F. 1977. Orchidaceae Brasilienses II. Kurt Schmersow.
Pridgeon, A.M.; Cribb, P.; Chase, M. & Rasmussen, F.N. 1999 Genera Orchidacearum.
vol. 1. General Introduction, Apostasioideae, Cypripedioideae. Oxford University
Press.
Pridgeon, A.M.; Cribb, P.; Chase, M. & Rasmussen, F.N. 2001 Genera Orchidacearum.
vol. 2. Orchidoideae (Part 1). Oxford, Oxford University Press.
Pridgeon, A.M., Cribb, P., Chase, M. & Rasmussen, F.N. 2003. Genera Orchidacearum.
vol. 3. Orchidoideae (Part 2), Vanilloideae. Oxford University Press. Oxford.
29
BMA 05.10 - ÍNDICES DE DIVERSIDADE E ANÁLISE DE
ESTRUTURA DE COMUNIDADES
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Prof. Dr. Décio Luis Semensatto Junior
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
25h
25h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
5h
1 semana
45 horas
3
EMENTA
A disciplina visa capacitar os alunos no planejamento e execução de análises de estruturas
de comunidades empregando índices de diversidade. Abrangerá: conceitos fundamentais
de ecologia de comunidades; abundância e riqueza de espécies; índices de diversidade;
índices de similaridade aplicados a comunidades; Análise Hierárquica de Cluster (AHC) e
introdução à utilização de softwares para análise de estrutura de comunidades.
PROGRAMA
Conceitos fundamentais de Ecologia de Comunidades;
Padrões de distribuição de abundâncias;
Índice alfa-Fisher (α);
Índice de Simpson (S);
Equitatividade de Simpson (E);
Índice de Shannon (H’);
Equitatividade de Pielou (J’);
Índice de McIntosh (D);
Equitividade de McIntosh (E);
Índice de Brillouin (B);
Índices de similaridade para comparação de comunidades (Jaccard, Dice-Sorensen e
Bray-Curtis);
Análise Hierárquica de Cluster (AHC ou HCA) aplicada à análise de comunidades;
Diversidade beta;
Introdução ao software PAST e ao uso do Excel para execução de cálculos.
Exercícios práticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecology: from individuals to ecosystems. 4th ed.
Oxford: Blackwell Publishing, 2006, 738p.
KREBS, C.J. Ecology: the experimental analysis of distribution and abundance. 4th ed. New York:
Harper Collins College Publishers, 1994, 801p.
KREBS, C.J. Ecological Methodology. 2nd ed., Addison-Wesley Educational Publishers, Inc.,
1999, 620 p.
MAGURRAN, A.E. Measuring Biological Diversity. Blackwell Publishing, Oxford, UK. 2004.
256 p.
McINTOSH, R.P. An index of diversity and the relations of certain concepts of diversity. Ecology,
v. 48, p. 392-404, 1967.
30
PIELOU, E. C. An Introduction to Mathematical Ecology. New York: Wiley-Interscience, 1969.
286 p.
PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000. 252p.
31
BMA 05.11 - REDAÇÃO CIENTÍFICA INTERNACIONAL
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Gilson Luiz Volpato
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
16h
-----
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
14h
3 dias
30 horas
2
EMENTA
A disciplina visa capacitar os alunos na estruturação e redação científica visando
publicação em periódicos de nível internacional. Para isso, inicialmente será discutida base
teórica e filosófica da construção do conhecimento científico, o que guiará a prática da
estrutura de cada parte do texto científico, incluindo a construção de frases.
PROGRAMA
Bases sobre Ciência (Ciência empírica, objetividade científica, ciência e tecnologia);
Bases sobre Publicação Científica (Porque publicar, O que publicar, Critérios e
Avaliação da Atividade Científica, Onde aprender a publicar, A Escolha do Periódico,
Passos para a Publicação);
A Lógica da Pesquisa Científica;
A Criatividade no Processo Científico (A escolha do objetivo da pesquisa);
Delineamento Experimental;
Bases teóricas para redação (A Arte da redação, O texto como argumento lógico,
Seqüência da redação e Autoria científica);
Estruturação das partes do texto científico (Resumo, Conclusões, Resultados, Material
e Métodos, Discussão, Introdução, Título e Citações);
A construção de frases.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Barber B. Resistência dos cientistas à descoberta científica. Ciência e Cultura, v.28, p.4050, 1976.
Beveridge, W.I.B. Sementes da descoberta científica. TA Queiroz Editores e Edusp: São
Paulo, 1981.
Bickenbach, J.E.; Davies, J.M. Good reasons for better argument; an introduction to the
skill and values of critical thinking. Broadview Press: Toronto, 1997.
Bornmann, L., Nast, I., Daniel, H-D. Do editors and referees look for signs of scientific
misconduct when reviewing manuscripts? A quantitative content analysis of studies
that examined review criteria and reasons for accepting and rejecting manuscripts for
publication. Scientometrics v.77, p.415-432, 2008.
Chalmers, A.F. O que é ciência afinal? Editora Brasiliense: São Paulo, 1993. Davis, M.
Scientific papers and presentations. Academic Press: San Diego, London, 1997.
Day, R.A. How to write and publish a scientific paper. 5 ed. Oryx Press: Phoenix, 1998.
Gopen, G.D.; Swan, J. The science of scientific writing. Am. Sci., v.78, p.550-558, 1990.
Hacker, D. The Bedford Handbook, 7ª ed. Bedford: New York, 2006.
Hirsch, J.E. An index to quantify an individual's scientific research output. PNAS Proc.
Nat. Acad. Sci. U. S. A., v.102, p.16569-16572, 2005.
32
Kuhn, T.S. A estrutura das revoluções científicas. 2 ed. Editora Perspectiva: São Paulo,
1978.
Maddox, J. Making publication more respectable. Nature, v.369, p.353, 1994.
Magnusson, W.E. How to write backwards. Bull. Ecol. Soc. Am., v.77, p.88, 1996.
Popper, K.R. Conhecimento objetivo. Editora da USP/Livraria Itatiaia Editora: São
Paulo/Belo Horizonte, 1975.
Popper, K.R. A lógica da pesquisa científica. 9 ed. Editora Cultrix: São Paulo, 1993.
Russel, B. História da filosofia ocidental. v.1-3. Companhia Editora Nacional: São Paulo,
1977.
Timpane, J. How to convince a reluctant scientist. Sci. Am., Jan, p. 84, 1995.
Volpato, G.L. Pérolas da Redação Científica. Cultura Acadêmica: São Paulo, 2010.
Volpato, G.L. Administração da vida científica. Cultura Acadêmica: São Paulo, 2009.
Volpato, G.L. Publicação Científica. 3 ed. Cultura Acadêmica: São Paulo, 2008.
Volpato, G.L. Bases teóricas para a redação científica. Cultura Acadêmica/Scripta Editora:
São Paulo/Vinhedo, 2007.
Volpato, G.L. Ciência: da filosofia à publicação. 5 ed. Cultura Acadêmica/Scripta Editora:
São Paulo/Vinhedo, 2007.
Volpato, G.L. Dicas para Redação científica. 3 ed. Cultura Acadêmica, São Paulo, 2010.
Zar JH. Biostatistical Analysis. 4ª ed. Prentice Hall, New Jersey, 1999.
Zugman, F. O mito da criatividade. Campus: São Paulo, 2008.
33
BMA 05.12 – CITOTAXONOMIA BÁSICA
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Andréa Macedo Corrêa
PROFESSORES COLABORADORES
Dra. Ana Paula de Moraes e Dr. Fábio de Barros
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
20h
Número de Vagas: mínimo 03
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
10h
1 semana
45 horas
3
máximo 10
EMENTA
Serão abordados caracteres cariotípicos: número cromossômico, morfologia e tamanho
cromossômico, distribuição de eucromatina e heterocromatina e de seqüências de DNA
(hibridação de DNA in situ). Principais seqüências de DNA utilizadas na hibridação in
situ. Metodologia para estudos cromossômicos: coloração convencional, bandamentos
diversos e hibridação in situ. Evolução cariotípica: alterações cromossômicas numéricas
(poliploidia, aneuploidia/disploidia, agmatoploidia) e estruturais (adição, deleção, inversão,
translocação, transposição, etc). O uso da citogenética como ferramenta para a taxonomia
de plantas.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Apresentação. Estrutura do cromossomo / Mitose e Meiose / Estrutura da
cromatina (teórico/prático)
2. Bandeamento/Cariótipo e Ideograma / FISH (teórico/prático)
3. Alterações cromossômicas / Alterações numéricas / Alterações estruturais
(teórico/prático)
4. Citotaxonomia e evolução (Seminário) - discussão de artigos (teórico/prático)
5. Apresentação dos seminários e resultados das práticas
Forma de ensino: aulas expositivas e discussão de trabalhos recentes da área, aulas
práticas em laboratório.
Seminário: Dr. Fábio de Barros – Uso da citogenética como ferramenta para a taxonomia
de grupos de Orchidaceae.
Avaliação: Apresentação de seminários sobre trabalhos relacionados às aulas ministradas;
apresentação dos resultados obtidos nas aulas práticas.
Observação: Os alunos que tiverem interesse em utilizar seu material de tese ou
dissertação, para a confecção de lâminas nas aulas práticas, devem procurar a Dra. Andréa,
no núcleo do Orquidário, no momento da matrícula na disciplina.
34
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APPLES, R.; MORRIS, R.; GILL, B.S. & MAY, C.E. 1998. Chromosome Biology.
Boston, Kluwer Academic Publishers.
BORZAN, Z. & SCHLARBAUM, S.E. (ed.)1993. Cytogenetic studies of Forest trees and
shrubs species – contributions by members of the IUFRO cytogenetics Working Party.
Zagreb, Hrvatske Sume, Sumarski fakultet Sveucilista.
CLARK, M.S. & WALL, W.J. 1996. Chromosomes – the complex code . Oxford,
Chapman & Hall.
DARLINGTON, C.D. & LA COUR,L.F. 1976. The handling of chromosomes. London,
George Allen & Unwin Ltda.
DYER, A. 1979. Investigating chromosomes . London, Edward Arnold.
GUERRA, M. 1988. Introdução à Citogenética Vegetal. Rio de Janeiro, Editora Guanabara
S.A.
GUERRA, M. & SOUZA, M.J. 2002. Como observar cromossomos. Ribeirão Preto,
FUNPEC.
HENRIQUESGIL, N.; PARKER, J.S. & PUERTAS, M.J. (eds.). 1997. Chromosomes
today, vol 12. London, Chapman & Hall.
JAHIER, J. 1996. Techniques of Plant Cytogenetics. Enfield, Science Publishers, Inc.
JOHN, B. & LEWIS, K.R. 1979. Hierarquia cromossômica: introdução à Biologia dos
cromossomos . Rio de Janeiro, LTC; São Paulo, EDUSP.
JONES, R.N. & REES, H. 1982. B Chromosomes. London, Academic Press.
KING, M. 1995. Species evolution – the role of chromosome change . Cambridge,
Cambridge University Press.
LEITCH, A.R.; SCHWARZACHER, T.; JACKSON, D. & LEITCH, I.J. 1994. In situ
hybridization: a practical guide . Oxford, BIOS Scientific Publishers Limited.
LEVIN, D.A. 2002. The role of chromosomal change in plant evolution . Oxford, Oxford
University Press.
MOORE, D.M. 1976. Plant Cytogenetics. London, Chapman and Hall.
RIEGER, R.; MICHAELIS, A.; GREEN, M.M. 1976. Glossary of Genetics and
Cytogenetics . 4 a ed. Berlin, SpringerVerlag.
SHARMA, A. & SEN, S. 2002. Chromosome Botany. Enfield, Science Publishers, Inc.
SHARMA, A.K. & SHARMA, A. 1994. Chromosome techniques: a manual . Chur
(Switzerland), Hardwood Academic Publishers.
SHARMA, A.K. & SHARMA, A. 1999. Plant chromosomes – analysis, manipulation and
engineering. Amsteldijk, Harwood Academic Publishers.
SCHWARZACHER, T. & HESLOPHARRISON, P. 2000. Practical in situ hybridization .
Oxford, BIOS Scientific Publishers Limited.
STEBBINS, G.L. 1971. Chromosomal evolution in higher plants . London, Edward Arnold
Publishers, Ltda.
SUMNER, A.T. 1990. Chromosome banding . London, Unwin Hyman.
SUMNER, A.T. 2003. Chromosomes – organization and function . Malden, Blackwell
Publishing.
SWANSON, C.P.; MERZ, T.; YOUNG, W.J. 1969. Citogenética . São Paulo, Editora da
Universidade de São Paulo.
SWANSON, C.P.; MERZ, T.; YOUNG, W.J. 1981. Cytogenetics. The chromosomes in
division, inheritance and evolution . Englewood Cliffs, PrenticeHall, Inc.
WHITE, M.J.D. 1977. Os cromossomos . São Paulo, Editora da Universidade de São
Paulo.
35
Periódicos:
Serão selecionados artigos para leitura em diversos periódicos, como:
Annals of Botany
/ American Journal of Botany
Botanical Journal of the Linnean Society / Caryologia / Cytologia
Cytogenetic and Genome Research / Chromosome Research
/
Molecular Biology
Plant Systematics and Evolution
Genetics
and
Índices de Números Cromossômicos:
http://www.mobot.org
36
BMA 05.13 – BIOSSISTEMÁTICA MOLECULAR E VEGETAL
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Ana Maria Benko Iseppon
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
-
2 semanas
45 horas
3
30h
Necessário que o aluno tenha computador
EMENTA
A disciplina visa introduzir o discente aos princípios da sistemática molecular, com o uso
de marcadores moleculares, sequências de DNA e/ou proteínas, associados ou não a
caracteres morfológicos e fisiológicos. Desdobramentos, vantagens, desvantagens e
limitações dos procedimentos existentes serão discutidos no que tange à evolução dos mais
diversos grupos de eucariotos, com enfoque em vegetais. O aluno será introduzido às bases
teóricas e práticas para o adequado desenho experimental de um projeto envolvendo
sistemática molecular, incluindo discussões e simulações conduzidas em conjunto.
PROGRAMA











Sistemática e Diversidade Biológica
Métodos Numéricos (Fenética)
Métodos Filogenéticos (Cladística)
Tempo e Forma: Pleisiomorfia e Apomorfia
Grupos Monofiléticos e Merofiléticos
Sinapomorfias, Homoplasias, Simplesiomorfias e Reversões
Organismos Modelo: Por que, para que e como eles contribuem para o entendimento
do “todo”?
Desenhando um projeto
Matrizes de Informação
Grupo de Estudo & Grupo Irmão/Externo
Tipos de Dados
- Morfológicos
- Fisiológicos
- Marcadores Moleculares
Marcadores Protéicos
Isoenzimas
Marcadores de DNA
Polimorfismos no comprimento dos fragmentos de restrição
Marcadores baseados em locos hipervariáveis de minisatélites
Polimorfismos de DNA amplificado ao acaso
Marcadores baseados na amplificação de microsatélites
Polimorfismo de comprimento de fragmentos amplificados
SNPs

Sequências de DNA/Proteínas
Sequências extra-nucleares
Sequências nucleares
37
Relógios biológicos macro e microevolutivos

Construção de Cladogramas

Principais programas computacionais

Marcadores e Sequencias de Macromoléculas em Sistemática Molecular
Taxonomia de grandes grupos
Diferenciação em nível de espécie, subespécie, raças, populações e linhagens.
 Discussão de Protocolos
Avaliação: Interesse nas discussões e nas práticas; Seminários de Artigos e Relatório de
Práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Amorim, D.S. (2002). Fundamentos de Sistemática Filogenética. Holos Editora, Ribeirão
Preto, SP. 154 pp.
Eça et al. (2004). Biologia Molecular. Guia Prático e Didático. Livr. E Edit. Revinter Ltda.
262pp.
Hillis, D.M., Moritz, C. & Mable, B.K. (1996). Molecular Systematics, Second Edition.
Massacchusetts: Simauer Assoc. Publ. 628 pp.
Kahl, G. (2004): Dictionary of Gene Technology. VCH Science for the Culture. 550 pp.
Lesk, A.M. (2002). Introduction to Bioinformatics. Oxford University Press. 283 pp.
Meinke, D. & Tanksley, S. (2000). Genome studies and molecular genetics the maturation
and specialization of plants genomics. Curr. Opin. Plant Biol. 3: 95-96.
Stearns, S.C. & Hoekstra, R.F. (2003). Evolução, uma introdução. Atheneu Editora, São
Paulo. 379 pp.
Weising, K., Nybom, H., Wolff, K. & Kahl, G. (2004). DNA fingerprinting in plants and
fungi. CRC Press, Boca Raton.
Observações:
. Serão discutidos artigos recentes envolvendo análises de organismos de diferentes grupos
taxonômicos para apresentação de seminários pelos participantes.
. Alunos que tenham dados próprios serão encorajados a trazê-los para análise em
conjunto.
. Alunos que não tenham dados próprios serão instruídos para minerá-los em bancos de
dados para realização de suas próprias análises.
38
BMA 05.14 – FERRAMENTAS MOLECULARES
ANÁLISE GENÉTICA DE PLANTAS
PARA
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Patrícia Gleydes Morgante
PROFESSOR COLABORADOR:
Dr. João Vicente Coffani-Nunes
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
20h
15h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
10h
1 semana
45 horas
3
EMENTA
DNA – conceitos básicos da estrutura e função da molécula. Métodos simples e rápidos
envolvidos na análise genética – extração de DNA vegetal, PCR e eletroforese em gel de
agarose. Uso de marcadores moleculares no estudo da estrutura e diversidade genética das
plantas. Filogenia molecular.
PROGRAMA
1. Revisão da estrutura e função da molécula de DNA. Introdução aos métodos
moleculares usados em análise genética (aula teórica).
2. Extração de DNA vegetal, PCR e eletroforese em gel de agarose (aula teórica); Extração
de DNA vegetal (aula prática).
3. PCR e eletroforese em gel de agarose (aula prática).
4. Uso de marcadores moleculares no estudo da estrutura e diversidade genética das
plantas. Introdução à filogenia molecular (aula teórica).
5. Apresentação de seminários pelos estudantes, avaliação e encerramento do curso.
Avaliação: Os estudantes serão avaliados pela participação nas discussões e execução das
aulas práticas, pela apresentação de seminários e por relatório escrito sobre as aulas
práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Amorin, D.S. Fundamentos de Sistemática Filogenética. Ribeirão Preto: Editora HOLOS.
2009.
APG II. Angiosperm Phylogeny Website. www.mobot.org/MOBOT/research/APWeb/.
Acesso 23 de setembro de 2009.
Ferreira, M. E.; Grattapaglia, D. Introdução ao uso de marcadores moleculares em análise
genética. 2. ed. Brasília: EMBRAPA-CENARGEN, 1995.
Frankham, R.; Ballou, J. D.; Briscoe, D. A. Fundamentos da genética da conservação.
Ribeirão Preto: Editora SBG, 2008.
Frankham, R.; Ballou, J. D.; Briscoe, D. A. Introduction to conservation genetics.
Cambridge: Cambridge University Press, 2006.
Futuyma, D. Biologia evolutiva. 2. ed. Ribeirão Preto: FUNPEC-RP, 2002.
39
Griffiths, A. J. F.; Gelbart, W. M.; Miller, J. H.; Lewontin, R. C. Genética moderna. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
Griffiths, A. J. F.; Wessler, S. R.; Lewontin, R. C.; Carrol, S. B. Introdução à genética. 9.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
Judd, W. S; Campevell, C. S; Kellog, E. A; Stevens, P. F.; Donoghue, M.J. Sistemática
Vegetal – um Enfoque Filogenético. Artmed, Porto Alegre. 2009.
Junqueira, L. C. U.; Carneiro, J. Biologia celular e molecular. 7. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000.
Lewin, B. Genes VII. Porto Alegre: Artmed, 2001.
Matioli, S.R. Biologia Molecular e Evolução. Ribeirão Preto: Editora HOLOS. 2001.
Sambrook, J.; Russell, D. W. Molecular cloning: a laboratory manual. 3. ed. New York:
Cold Spring Harbor Laboratory, 2001.
Snustad, P.; Simmons, M. J. Fundamentos de genética. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001.
Snustad, P.; Simmons, M. J. Principles of Genetics. 3. ed. [S. L.]: John Wiley & Sons,
2003.
Zaha, A. Biologia molecular básica. 3. ed. Porto Alegre: Ed. Mercado Aberto, 2001.
40
BMA 05.15 – GENÉTICA DE POPULAÇÕES APLICADA A
DELIMITAÇÃO DE ESPÉCIES
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Clarisse Palma da Silva
PROFESSOR COLABORADOR:
Dr. Fabio Pinheiro
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
40h
40h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
10h
10 semanas
90 horas
6
EMENTA
Origem, quantidade e organização da diversidade genética presente nas populações e o
destino desta variação no tempo e no espaço. A importância da variação genética e suas
conseqüências evolutivas. Fatores que influenciam os níveis de diversidade genética nas
populações. Conceitos de espécie e variação intra-específica. Isolamento reprodutivo e
especiação.
PROGRAMA
Historia da evolução e Neodarwinismo
Introdução e importância da Genética de População
A natureza da variabilidade genética populacional
Características e dinâmica das populações
Parâmetros de variabilidade populacional
Estrutura genética das populações e filogeografia
Forças Evolutivas: mutação; seleção natural e migração
Teorema de Hardy-Weinberg
Viabilidade populacional e extinção
Conceitos de espécie
Microevolução e especiação
Variação geográfica e adaptação
Mecanismos de isolamento reprodutivo
Avaliação: os alunos serão avaliados através da presença e da participação nas discussões
de artigos em aula; apresentação de seminário sobre a aplicação da genética de populações
com ênfase nos Neotrópicos e apresentação de projeto de pesquisa relacionado aos tópicos
discutidos em aula incluindo o grupo vegetal de interesse do estudante.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Frankham, R.; Ballou, J. D.; Briscoe, D. A. Fundamentos da genética da conservação.
Ribeirão Preto: Editora SBG, 2008.
Frankham, R.; Ballou, J. D.; Briscoe, D. A. Introduction to conservation genetics.
Cambridge: Cambridge University Press, 2006.
41
Futuyma, D. Biologia evolutiva. 2. ed. Ribeirão Preto: FUNPEC-RP, 2002.
Ridley, M. Evolução. 3° Ed. Porto Alegre. Editora Artmed. 2008.
42
BMA 05.16 – ECOLOGIA DE DISTÚRBIOS
PROFESSORAS RESPONSÁVEIS
Dra Carla Zuliani Sandrin Camargo e Dra Patricia Bulbovas
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
10h
30h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
20h
2 semanas
60 horas
4
EMENTA
A raiz de muitos problemas ambientais, se não de todos, decorre dos efeitos de uma
população humana grande e em crescimento. Mais pessoas significa um aumento da
demanda por energia, um maior consumo de recursos não renováveis, mais pressão sobre
recursos renováveis e mais necessidade de produção de alimentos. Dessa forma, os fatores
físicos relacionados aos grandes compartimentos dos ecossistemas (atmosfera, solo e água)
e às respectivas interfaces vão sendo significativamente alterados, podendo modificar a
estrutura de comunidades vegetais, animais e microbiológicas. Embora os ecossistemas
possam recuperar-se após muitas perturbações antrópicas, distúrbios em sua estrutura e
dinâmica podem ser observados quando sua capacidade de resistência e/ou elasticidade não
são mais capazes de manter a homeostase. Em conseqüência, a biodiversidade fica
ameaçada. É com esta abordagem que a presente disciplina visa discutir a importância dos
fatores físicos como reguladores da vida e da qualidade dos ecossistemas, assim como
compreender os distúrbios a eles relacionados, enfatizando suas causas, efeitos e possíveis
medidas de mitigação.
PROGRAMA RESUMIDO
a) Estrutura e dinâmica de ecossistemas brasileiros:
- conceitos de estrutura trófica;
- conceitos e exemplos de fluxo de matéria e energia;
- conceitos de sucessão ecológica.
b) Fatores limitantes em ecossistemas:
- conceituação e exemplificação dos fatores limitantes nos diferentes ecossistemas
brasileiros, incluindo: temperatura, luz, radiações ionizantes, água, gases atmosféricos,
nutrientes, correntes e pressões, solos e fogo.
- conceituação da estabilidade dos ecossistemas (resistência e elasticidade) frente às
alterações dos fatores físicos do ambiente;
c) Distúrbios na estrutura e dinâmica de ecossistemas brasileiros:
- conceituação e exemplificação de distúrbios, em escalas local e global, causados pela
agropecuária, urbanização e industrialização;
- estudos de caso sobre os distúrbios causados pelos diferentes usos da terra:
monocultura, agrotóxicos, desmatamento, fogo, erosão, fragmentação da vegetação nativa,
invasão de espécies exóticas, eutrofização, poluição (ar, água e solo), construção de
rodovias, mineração, energia nuclear, poluição térmica e perda da biodiversidade;
- estudos de caso sobre possíveis medidas de mitigação dos distúrbios antrópicos.
43
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Freedman B. 1993. Environmental ecology: the ecological effects of pollution, disturbance,
and other stresses. San Diego: Academic Press, 606 p.
Gurevitch J., Scheiner S.M., Fox G.A. 2009. Ecologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed, 592
p.
Malhi Y., Phillips O. 2005. Tropical forests & global atmospheric change. London: Oxford
University Press, 260 p.
Odum E.P. 1988. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 434 p.
Raven P.H., Berg L.R., Johnson G.B. 1993. Environment. Orlando: Saunders College
Publishing, 569 p.
Ricklefs R.E. 2003. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 503 p.
Spurr S.H., Barnes B.V. 1980. Forest Ecology. John Wiley & Sons, 687 p.
Townsend C.R., Begon M., Harper J.L. 2010. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre:
Artmed, 576 p.
44
BMA 05.17 – MORFOMETRIA APLICADA AO ESTUDO DE
COMPLEXOS DE ESPÉCIES E POPULAÇÕES
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Fábio Pinheiro
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
18h
24h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
18h
8 semanas
60 horas
4
EMENTA
Morfometria pode ser definida como o estudo de variáveis quantitativas que definem a
forma e o tamanho de organismos. A disciplina pretende oferecer uma introdução aos
métodos mais utilizados em morfometria, dentre eles a análise multivariada. Será
enfatizada a utilização destes métodos em estudos que tenham como objetivo investigar a
variação morfológica em complexos de espécies e populações naturais de plantas. As aulas
teóricas compreenderão a discussão de temas como: conceitos de espécie, origem e
significado da variação morfológica em populações naturais de plantas, aplicação da
morfometria em estudos populacionais e em complexos de espécies, métodos de
agrupamento, ordenação e análise discriminante. As aulas práticas têm como objetivo
apresentar aos alunos programas de análise multivariada utilizados em estudos de
morfometria, incluindo detalhes de sua operação, aplicação de análises e interpretação dos
resultados obtidos.
PROGRAMA
Histórico da morfometria e sua aplicação na classificação dos organismos
Conceitos de espécie e variação populacional
Introdução à análise multivariada.
Coeficientes de distância. Métodos de agrupamento
Métodos de ordenação
Análise de variáveis canônicas
Análise discriminante
Teste não paramétrico (Kruskal-Wallis)
Avaliação: A forma de avaliação proposta esta dividida em duas partes: a) a participação
dos alunos nas discussões dos textos sugeridos; b) elaboração de um projeto de pesquisa
utilizando morfometria, de preferência abordando o grupo de organismos com o qual o
aluno trabalha ou já possui experiência. Ao final da disciplina, os alunos serão avaliados
através de uma apresentação do projeto proposto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Curi, P.R. 1983. Análise de agrupamento: métodos seqüenciais, aglomerativos e
hierárquicos. Ciência e Cultura 35:1416-1429.
Duncan, T. & Baum, B.R. 1981. Numerical phenetics: its uses in botanical systematics.
Annual Review of Ecology and Systematics 12:387-404.
45
Jensen, R.J. 2003. The conundrum of morphometrics. Taxon 52:663-671.
Manly, B.F.J. 1994. Multivariate Statistical Methods, a primer. London, Chapman & Hall.
215p.
Rohlf, F.J. 1990. Morphometrics. Annual Review of Ecology and Systematics 21:299-316.
Sneath, P.H.A. & Sokal, R.R. 1973. Numerical Taxonomy: the Principles and Practice of
Numerical Classification. W. H. Freeman and Company, San Francisco. 573p.
46
BMA 05.18 – FISIOLOGIA E BIOQUÍMICA DE FUNGOS
FILAMENTOSOS
PROFESSORES RESPONSÁVEL:
Dra. Kelly Simões e Dr. Mauricio Batista Fialho
PROFESSORA COLABORADORA:
Dra. Rita de Cássia Leone Figueiredo-Ribeiro
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
20h
60h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
11h
10 semanas
90 horas
6
EMENTA
A disciplina Fisiologia e Bioquímica de Fungos Filamentosos tem como objetivo capacitar
os alunos no entendimento dos aspectos fisiológicos e bioquímicos envolvidos no ciclo de
vida de fungos e aplicação destes conhecimentos na obtenção de enzimas de interesse
biotecnológico. A disciplina contará com aulas teóricas e práticas, e apresentação de
relatos de trabalhos científicos por parte dos alunos.
PROGRAMA
1
Teórica: Fungos: aspectos gerais, bioquímica e fisiologia (Teórica)/ Preparo do
meio de cultura e cultivo do fungo (Prática)
2
Crescimento e reprodução (Teórico-Prática)
3
Requerimentos nutricionais (Teórico-Prática)
4
Requerimentos físicos (Teórico-Prática)
5
Metabolismo primário e secundário (Teórico) /Preparo de soluções/ Obtenção
dos filtrados de culturas e micélio (Prática)
6
Extração e quantificação de proteínas (Teórico-Prática)
7
Quantificação de açúcares totais e redutores (Teórico-Prática)
8
Produção de exoenzimas/ Atividade enzimática (Teórico-Prática)
9
Eletroforese/ TLC (Teórico-Prática)
10
Seminários
AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada através da apresentação de seminários e relatórios das aulas
práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALEXOPOULOS, C.J.; MIMS, C.W. & BLACKWELL, M. Introductory mycology. 4.ed.
New York, John Wiley & Sons, 1996.
CARLILE, M.J., WATKINSON, S.C. & GOODAY, G.W. The fungi. 2nd edition. San
Diego, Academic Press, 2001. 588p. GRIFFIN, D.H. Fungal Physiology. 2.ed. New York,
Wiley-Liss, 1994.
47
JENNINGS, D.H. The physiology of fungal nutrition. Cambridge, Cambridge University
Press, 1995.
MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M. & PARKER, J. Microbiologia de Brock, São Paulo,
Prentice Hall. 2004.
MOORE-LANDECKER, E. Fundamentals of fungi. 4 ed. Englewood Cliffs, Prentice-Hall,
1996.
NELSON, D.L. & COX, M.M. Lehninger - Principles of biochemistry. 4ª ed. New York,
Freeman and Company. 2005.
PATERSON, R.R.M. & BRIDGE, P.D. Biochemical techniques for filamentous fungi. St.
Paul, APS Press. 2000.
48
BMA 05.19 - USO ECONÔMICO DA BIODIVERSIDADE
VEGETAL E DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL
PROFESSORES RESPONSÁVEIS:
Dr. Clovis José Fernandes de Oliveira Júnior e Dr. Domingos Sávio Rodrigues
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
1h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
-
15 semanas
60 horas
4
EMENTA
A disciplina tem como objetivos capacitar os alunos para compreensão dos aspectos
relativos à produção agrícola e suas conseqüências e impactos sobre os ecossistemas e
recursos naturais, realizando análise da sustentabilidade do atual modelo de produção
agrícola. É também objetivo da disciplina capacitar para o entendimento de como envolver
a flora nativa na cadeia produtiva, através de modelos agroecológicos e de sistemas
agroflorestais. A disciplina será constituída de aulas teóricas e práticas com visitas a áreas
de produção com agricultura orgânica e ecológica e a áreas com sistemas agroflorestais
implantados.
PROGRAMA
AULA
01
02
03
04
05
06 e 7
08
AULA
Introdução
Revolução verde
Impactos do modelo agrícola na saúde humana
Impactos do modelo agrícola sobre a biodiversidade e
ecossistemas naturais
Impactos do modelo agrícola sobre aspectos socioeconômicos e
culturais
Agricultura “industrial” (modelo revolução verde) e modelos de
agricultura alternativa (ecológica)
Agroecologia
Agricultura familiar
Agricultura urbana
Agrobiodiversidade
Plantas alimentícias não convencionais
Economia solidária
Economia ecológica
Valoração econômica da biodiversidade
Pagamentos serviços ambientais
Sistemas agroflorestais
Visita a área de produção com sistemas agroecológicos
Etnobotânica
49
09
10
11 e 12
13
14 e 15
Utilização de recursos naturais por populações locais
Biorregionalismo
Pesquisa ação
Metodologias participativas
Diagnóstico rural participativo
Extensão rural agroecológica
Seminários
Acesso ao conhecimento tradicional e repartição de benefícios
Visita área de produção com sistemas agroflorestais
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita mediante participação nas aulas, apresentação de seminários e
relatórios das visitas.
BIBLIOGRAFIA
Albuquerque, UP; Lucena, RFP; Cunha, LVFC. 2008. Métodos e técnicas na pesquisa
etnobotânica (2a. Ed.). Recife : Cominigraf, 323p.
Altieri, M. 2009. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 5.ed.
Porto Alegre: Editora da UFRGS. 120p.
Araújo, EL; Moura, AN; Sampaio, EVSB; Gestinari, LMS; Carneiro, JMT. 2002.
Biodiversidade, conservação e uso sustentável da flora do Brasil. Recife : UFRPE,
Arruda, M. 2009. Educação para uma economia do amor: educação da práxis e economia
solidária. Aparecida, SP: Idéias & Letras, 344p.
Caporal, FR; Costabeber, JA. 2000. Agroecologia e desenvolvimento rural sustentável:
perspectivas para uma nova extensão rural. Agroecologia e Desenvolvimento Rural
Sustentavel, 1(1):16-37.
Diegues, AC. 2000. Etnoconservação: novos rumos para a proteção da natureza nos
trópicos. São Paulo : Hucitec,
Diegues, AC; Viana, VM. 2004. Comunidades tradicionais e manejo dos recursos naturais
da Mata Atlântica. São Paulo : NUPAUB,
Ehlers, E. 1996. Agricultura sustentável: origens e perspectivas de um novo paradigma.
São Paulo: Livros da Terra. 178p.
Freire, P. 1975. Extensão ou comunicação. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 93p.
Kishi SAS; Kleba, JB. 2009. Dilemas do acesso a biodiversidade e aos conhecimentos
tradicionais - direito, política e sociedade. Belo Horizonte : Fórum, 329p.
May, P.H.; Lustosa, M.C.; Vinha, V. (Orgs.). 2003. Economia do Meio Ambiente: teoria e
prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 318p.
Ming, L.C.; Amorozo, M.C.M.; Kffuri, C.W. (Orgs.). 2010. Agrobiodiversidade no Brasil:
experiências e caminhos da pesquisa. 308p.
Moran, EF.; Ostrom, E. 2009. Ecossistemas florestais: Interação homem-ambiente. Trad.
Alves, DS; Batistela, M. São Paulo: Editora Senac: Edusp. 544p.
Padua, JA. 2009. Desenvolvimento justiça e meio ambiente. Belo Horizonte : UFMG,
325p.
Sachs, I; Vieira, PF (org.). 2007. Rumo a ecossocioeconomia: teoria e pratica do
desenvolvimento. São Paulo : Cortez, 472p.
Schmitz, H. 2010. Agricultura familiar: extensão rural e pesquisa participativa. São Paulo:
Annablume, 352p.
Shiva, V. 2003. Monoculturas da mente: perspectivas da biodiversidade e da biotecnologia.
São Paulo: Editora Gaia, 240p.
50
Silva, V.A.; Almeida, A.L.S.; Albuquerque, UP. 2010. Etnobiologia e etnoecologia:
pessoas & natureza na América Latina. Recife: NUPEEA, 382p.
Singer, P. 2002. Introdução a economia solidaria. São Paulo : Fundação Perseu Abramo,
Thiolent, M. 2007. Metodologia da pesquisa-ação (15ª edição). São Paulo : Cortez. 132p.
51
BMA 05.20 – FORMAÇÃO E ELIMINAÇÃO DE ESPÉCIES
ATIVAS DE OXIGÊNIO (ROS) EM PLANTAS. ANÁLISES DOS
PRINCIPAIS COMPONENTES DO SISTEMA DE PROTEÇÃO
ANTIOXIDANTE
PROFESSORES RESPONSÁVEIS:
Dr. Leonardo Casano Mazza (Universidade de Alcalá, Alcalá de Henares, Espanha) e Dra.
Marcia Regina Braga
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
8h
16h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
6h
03 dias
30 horas
2
EMENTA
Serão estudados os principais processos metabólicos que resultam na formação de ROS e
como as plantas se protegem do estresse oxidativo.
PROGRAMA
TEORIA
1. Geração de ROS em células fotossintetizantes e não-sintetizantes. O transporte
fotossintético de elétrons e a cadeia respiratória como sítios de formação de ROS.
Outras fontes de ROS.
2. Formação de ROS sob condições de estresse biótico e abiótico. Estresse oxidativo.
Degradação de componentes celulares. ROS como sinalizadores de respostas frente
ao estresse.
3. Sistema de proteção antioxidante. Antioxidantes não enzimáticos hidrossolúveis e
lipossolúveis. Enzimas antioxidantes. Codificação, localização sub-celular,
regulação. Análises de antioxidantes não enzimáticos e enzimáticos.
PRÁTICA
Serão analisados os padrões enzimáticos de superóxido dismutase e de glutationa redutase
e os resultados serão comparados com as medidas espectrofotométricas de atividade dessas
enzimas, em materiais trazidos pelos alunos.
Aqueles alunos que desejarem realizar as práticas com material de seu interesse deverão
trazê-lo na primeira aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
N. CARRILLO & EM VALLE. 2008. El lado oscuro del Oxígeno. Monografía de la
Sociedad Argentina de Fisiología Vegetal. http://www.safv.com.ar/Carrillo%200305.pdf
S. SINGH GILL AND N. TUTEJA. 2010. Reactive oxygen species and antioxidant
machinery in abiotic stress tolerance in crop plants. Plant Physiol. Biochem. 48: 909-930.
R. RELLÁN-ÁLVAREZ ET AL. 2006. Direct and simultaneous determination of reduced
and oxidized glutathione and homoglutathione by liquid chromatography–
electrospray/mass spectrometry in plant tissue extracts. Anal. Biochem. 356: 254–264.
52
VIVES-BAUZA ET AL. 2008. Measurements of the Antioxidant Enzyme Activities of
Superoxide Dismutase, Catalase, and Glutathione Peroxidase. Methods in Cell Biology 80:
379-393.
53
BMA 05.21 – ECOLOGIA QUÍMICA EM AMBIENTE POLUÍDO
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Silvia Ribeiro de Souza
PROFESSOR COLABORADOR:
Dr. Martín Francisco Pareja
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
10h
10h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
05 semanas
90 horas
2
EMENTA
Esse curso visa apresentar os conceitos gerais de ecologia química, abordando os
fundamentos teóricos envolvidos na comunicação intra e interespecífica e nas relações
tróficas. É objetivo do curso também apresentar os principais efeitos da poluição aérea nas
interações tróficas mediadas pelos compostos químicos. Dessa forma, espera-se
proporcionar ao aluno conhecimento sobre a importância dos compostos químicos nas
interações comportamentais e ecológicas entre seres vivos. Ainda, o aluno poderá aplicar
esses conceitos em suas pesquisas, especialmente àquelas relacionadas com poluição
atmosférica e vegetação.
PROGRAMA
1. Conceitos básicos de ecologia química
2. Comunicação química intraespecífica e interespecífica
3. Origem e produção dos semioquímicos
4. Recepção e percepção dos semioquímicos Feromônios
5. Aleloquímicos
6. Cross talk em ambiente limpo e poluído
7. Defesa induzida em ambiente limpo e poluído
8. Métodos de análises (Cromatografia gasosa (GC) Espectrometria de massas (MS)
Microextração em fase sólida (SPME) )
9. Apresentação de seminários
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Wink, M., editor. 2010. Biochemistry of Plant Secondary Metabolism. Second edition.
Wiley Blackwell, Chichester.
Freedman B. 1995. Environmental ecology. The ecological effects of pollution,
disturbance, and other stresses. 2nd ed. Academic Press, New York.
Wyatt, T. D. 2003. Pheromones and Animal Behaviour. Cambridge University Press,
Cambridge.
Haynes, K. F., and J. G. Millar, editors. 1998. Methods in Chemical Ecology. Volume 2:
Bioassay Methods. Kluwer Academic Publishers, Norwell.
Karban, R., and I. T. Baldwin. 1997. Induced Responses to Herbivory. University of
Chicago Press, Chicago.
Herrmann, A., 2010. The Chemistry and Biology of Volatiles. Wiley, Chichester.
54
BMA 05.22 – CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE FÍSICO SOLOS
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Márcia Inês Martin Silveira Lopes
Carga Horária
Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
5h
3h
2h
09 semanas
90 horas
6
EMENTA
Por meio de aulas teóricas e práticas de campo e de laboratório, apresentar os principais
indicadores de qualidade do solo de áreas com vegetação natural, bem como, os principais
métodos de caracterização física e química do solo e suas interpretações. Desta forma
espera-se que o aluno possa caracterizar o ambiente biofísico como subsídio aos próprios
estudos e à gestão ambiental.
PROGRAMA RESUMIDO
Teórica
1. Solo: definição, formação, componentes e organização
2. O solo nos grandes domínios morfoclimáticos do Brasil: relação solo/paisagem,
classificação e atributos físicos e químicos
3. Fertilidade do solo e nutrição mineral de plantas
4. Avaliação da fertilidade e indicadores da qualidade do solo
5. Ciclos biogeoquímicos em ambientes preservados e degradados
Prática:
1. Levantamento dos indicadores visuais da qualidade do solo, localização de parcelas
de trabalho e pontos amostrais na floresta do PEFI;
2. Descrição morfológica de perfis de solo e amostragens para fins pedológicos e de
fertilidade do solo em ambiente de Cerrado (Reserva Biológica de Mogi-Guaçu) e
de Mata Atlântica (Reserva Biológica de Paranapiacaba e floresta do PEFI)
3. Avaliação das principais propriedades químicas e físicas dos solos e critérios para
interpretação dos resultados nas relações solo-planta nos laboratórios do Núcleo de
Ecologia.
Estudos:
1. Levantamento e interpretação dos principais descritores ambientais de áreas com
vegetação natural, por meio de pesquisa bibliográfica a ser realizada em
publicações disponíveis na Biblioteca do Instituto de Botânica, principalmente,
e/ou de interesse do aluno.
Avaliação:
Relatório sobre os trabalhos práticos de campo e de laboratório e apresentação dos
descritores ambientais de áreas com vegetação natural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
55
Álvares V, V.H., Fontes, L.E.F. & Fontes, M.P.F. 1996. O solo nos grandes domínios
morfoclimáticos do Brasil e o desenvolvimento sustentado. Viçosa, Sociedade
Brasileira de Ciência do Solo, Universidade Federal de Viçosa, 1996, 930p.
Epstein, E. & Bloom, A.J. Nutrição mineral de plantas: princípios e perspectivas. 2ªed.,
Londrina, Planta, 2006, 403p.
Fernandes, M.S. (ed.). Nutrição mineral de plantas. Viçosa, Sociedade Brasileira de
Ciência do Solo, Universidade Federal de Viçosa, 2006, 432p.
Killham, K. Soil ecology. Cambridge, Cambridge University, 2001, 242p.
Lepsch, I.F. Formação e conservação de solos. São Paulo, Oficina de Textos, 2002, 178p.
Malavolta, E. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo, Agronômica Ceres, 2006,
631p.
Moniz, A. C. (coord.). Responsabilidade social da ciência do solo. Campinas, Sociedade
Brasileira de Ciência do Solo, 1988, 525p.
Novais, R.F., Alvarez V., V.H., Barros, N.F., Fontes, R.L., Cantarutti, R.B.& Neves, J.C.
Fertilidade do solo. 1ª ed., Viçosa, Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2007,
1017p.
Oliveira, J.B. Pedologia Aplicada. 2ª ed., Piracicaba, FEALQ, 2005, 574p.
Raij, B. Van. Análise química para avaliação da fertilidade de solos tropicais. Campinas,
Instituto Agronômico, 2001, 285p.
Resende, M., Curi, N. Rezende, S.B. & Corrêa, G.F. Pedologia: base para distinção de
ambientes. 5a ed., Lavras, Universidade Federal de Lavras, 2007, 322p.
Santos, R.D, Lemos, R.C., Santos, H.G., Ker, J.C. & Anjos, L.H.C. Manual de descrição e
coleta de solo no campo. 5ª ed. Viçosa, Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2005,
92p.
Siqueira, J.O., Moreira, F.M.S., Lopes, A.S., Guilherme, L.R.G., Faquin, V., Furtini Neto,
A.E. & Carvalho, J.G. Inter-relação fertilidade, biologia do solo e nutrição de plantas.
Lavras, Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Universidade Federal de Lavras, 1999,
818p.
Periódico importante: Revista Brasileira de Ciência do Solo
56
BMA 05.23 – BIOINFORMÁTICA APLICADA ÀS ANÁLISES
MOLECULARES E EVOLUTIVAS
PROFESSORAS RESPONSÁVEIS:
Dra. Jhoana Díaz Larrea (Universidad Autônoma Metropolitana, México) e Dra. Mutue
Toyota Fujii
Carga Horária
Teórica
(por dia)
Prática
(por dia)
Estudos
(por dia)
Duração
Total
Créditos
2h
4h
2h
07 dias
60 horas
4
EMENTA
A Bioinformática é a disciplina que se encarrega de estudar o conteúdo e o fluxo de
informações em sistemas e processos biológicos. Está entre a informática e a biología, e
surgiu, principalmente, como resposta às necessidades computacionais de análise de dados
genéticos produzidos nos estudos do projeto “Genoma Humano”. Hoje, a bioinformática
oferece grandes possibilidades para o avanço da ciência. O presente curso se dará tanto
no âmbito teórico como prático, com ênfase no uso da Bioinformática para análise de
resultados em biología molecular, cujos principais objetivos são: conhecer e capacitar os
alunos no uso de programas de bioinformática aplicados à biología molecular, para análise
de seqüências de DNA e de Proteínas e treinar os estudantes no uso das ferramentas
básicas de bioinformática e no desenvolvimento de propostas de pesquisas mediante o uso
destas ferramentas.
PROGRAMA RESUMIDO
Introdução à Biología Molecular;
Genes e genomas do cloroplasto, mitocondria e núcleo;
Extração de DNA, amplificação dos marcadores moleculares por PCR e
Sequenciamento
Bases teóricas sobre métodos de inferência filogenética;
Definição de caracteres, estados de caráter; codificação de caracteres e construção
de matrizes.
Conceitos críticos do paradigma: grupos mono, para e polifiléticos. Plesiomorfía,
apomorfía e conceitos relacionados. Sinapomorfía e homologia.
Inferência filogenética. Método de Parsimonia;
Inferência filogenética. Método de Distancia;
Inferência filogenética. Método de Máxima Verosimilhança;
Seleção de modelos de evolução molecular;
Análise de Regiões codificantes e regiões não codificantes: implicações na
filogenia;
Considerações filogenéticas;
Análise, identificação e caracterização de espécies da ficoflora brasileira.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
Participação em aulas e execução de exercícios.
57
Leitura, apresentação e discussão de trabalhos científicos relacionados ao tema.
Elaboração de relatórios e apresentação dos resultados obtidos.
OBSERVAÇÃO:
Cada aluno deve estar munido de um computador.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Abascal F., Zardoya R. & Posada D. 2005. ProtTest: Selection of best-fit models of protein
evolution. Bioinformatics 21(9):2104-2105.
Edgar R.C. 2004. MUSCLE: multiple sequence alignment with high accuracy and high
throughput. Nucleic Acids Research (32)5: 1792-1797.
Goloboff P.A. 1999. Analyzing large data sets in reasonable times: solutions for composite
optima. Cladistics 15(4): 415-428.
Hall T.A. 1999. BioEdit: a user-friendly biological sequence alignment editor and analysis
program for Windows 95/98/NT. Nucleic Acids Symposium Series 41: 95-98.
Huelsenbeck J.P. & Ronquist F.R. 2001. MrBayes. Bayesian inference of phylogeny.
Biometrics 17: 754-755.
Larkin M.A., Blackshields G., Brown N.P., Chenna R., McGettigan P.A., McWilliam H.,
Valentin F., Wallace I.M., Wilm A., Lopez R., Thompson J.D., Gibson T.J. &
Higgins D.G. 2007. Clustal W and Clustal X version 2.0. Bioinformatics 23: 29472948.
Librado P. & Rozas J. 2009. DnaSP v5: A software for comprehensive analysis of DNA
polymorphism data. Bioinformatics 25: 1451-1452.
Posada D. & Crandall K.A.. 1998. Modeltest: testing the model of DNA substitution.
Bioinformatics 14: 817-18.
Swofford D.L. 2001. PAUP. Phylogenetic analysis using parsimony (and other methods).
Version 4. Sinauer Associates, Sunderland, Massachusetts.
Tamura K., Peterson D., Peterson N., Stecher G., Nei M. & Kumar S. 2011. MEGA5:
Molecular Evolutionary Genetics Analysis using Maximum Likelihood,
Evolutionary Distance, and Maximum Parsimony Methods. Molecular Biology and
Evolution 28: 2731-2739.
58
BMA 05.24 – FILOGENIA DE PLANTAS ATRAVÉS DE
CARACTERES MORFOLÓGICOS
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Eric de Camargo Smidt
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
30h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
-
1 semana
45 horas
3
EMENTA
Disciplina prático-teórica com o objetivo de propiciar ao aluno a familiarização com a área
do conhecimento de inferências filogenéticas e teoria cladística, visando a sua utilização
em estudos de evolução dos diferentes grupos de plantas através de caracteres
morfológicos, tanto quantitativos quanto qualitativos.
PROGRAMA
1. Introdução ao pensamento filogenético
2. Princípio da sistemática filogenética
a. Homologia e homoplasia
b. Grupos monofiléticos, parafiléticos, polifiléticos
c. Caracteres primitivos e derivados, polaridade e enraizamento
3. Técnicas de análise filogenética
a. Dados morfológicos: obtenção e codificação
b. Métodos de codificação de caracteres qualitativos
c. Métodos de codificação qualitativos (Thiele, Wiens)
d. Parcimônia, Análise Baiesiana
e. Grupo externo e interno
f. Árvores não enraizadas
g. Árvores de consenso
h. Métodos de suporte: bootstrap, Jacknife, Índice de Decaimento
4. Príncipios de classificação fiologenética
a. Reconstrução e análise de cladogramas
5. Programas para geração e análise de árvores fiolgenéticas: NDE, PAUP, PHYLIP,
MrBayes, Treeview, Winclada
6. Análises combinadas, obtenção de seqüências no GenBank
AVALIAÇÃO
Presença em aula, questionários sobre temas e artigos científicos indicados em aula,
relatório de atividades.
59
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
60
BMA 05.25 – MARINE OOMYCETES: ABUNDANCE,
DIVERSITY AND ECOLOGICAL IMPORTANCE
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Eduardo Leãno (Universidade de Bangkok, Tailândia)
Carga Horária
Teórica
Prática
Estudos
Duração
Total
Créditos
10h
15h
05h
5 dias
30 horas
2
EMENTA
A disciplina visa oferecer aos alunos conhecimentos sobre a biodiversidade de organismos
zoospóricos do Filo Oomycota presentes nos ecossistemas marinhos. Serão enfocados
parâmetros morfológicos e ecológicos, com ênfase no papel dos mesmos como sapróbios e
parasitas. Técnicas específicas para coleta, estudo e preservação dos grupos serão também
tratados. O curso será ministrado em inglês.
PROGRAMA RESUMIDO
Lecture
Introduction to marine Oomycetes: species composition, distribution
Ecological role and importance: Saprobic Halophytophthoras and Thraustochytrids
Ecological role and importance: Pathogenic marine Oomycetes
Laboratory
Sample collection, isolation and identification of Halophytophthoras and
Thraustochytrids
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALEXOPOULOS, C.J., MIMS, C.W. & BLACKWELL, M. 1996. Introductory Mycology.
New York, John Wiley & Sons, Inc., 4th Edit., 869 p.
DICK, M.W. 2001. Straminipilous Fungi: systematics of the Peronosporomycetes
including accounts of the marine straminipilous protists, the plasmodiophorids and
similar organisms. Kluwer Academic Publishers, Holanda, 670p.
DIX, N.J.& WEBSTER, J. 1995. Fungal ecology. Cambridge: Chapman & Hall, 549p.
FULLER, M.S. & JAWORSKY, A. 1987. Zoosporic fungi in teaching and research.
Athens, Ga., Southeastern Publishing Co, 303p.
HO, H.H. & JONG, S.C. 1990. Halophytophthora, gen. nov., a new member of the family
Pythiaceae Mycotaxon 36: 377-382.
KOHLMEYER, J., VOLKMANN-KOHLMEYER, B. & NEWELL, S.Y. 2004. Marine
and estuarine mycelia Eumycota and Oomycota. In: Müeller GM, Bills GF, Foster MS
(eds). Biodiversity of fungi: Inventory and monitoring methods. Elsevier Academic
Press, San Diego, pp 533-545
LEAÑO, E.M. 2001. Straminipilous organisms from fallen mangrove leaves from Panay
Island, Philippines. Fungal Diversity 6:75-81
61
LEAÑO, E.M. 2002. Haliphthoros spp. from spawned eggs of captive mud crab, Scylla
serrata, broodstocks. Fungal Diversity 9:93-103
NEWELL S.Y. & FELL L. W. 1992. Distribution and experimental responses to substrate
of marine oomycetes (Halophytophthora spp.) in mangrove ecosystem. Mycological
Research 96: 851-856.
NEWELL S.Y., MILLER J.D., FELL J.W. 1987. Rapid and pervasive occupation of fallen
mangrove leaves by marine zoosporic fungus. Applied and Environmental
Microbiology 53: 2464-2469.
TAN T.K., PEK C.L. 1997. Tropical mangrove leaf litter fungi in Singapore with an
emphasis on Halophytophthora. Mycological Research 101: 165-168.
62
BMA 05.26 – PALEOLIMNOLOGY AS A TOOL FOR THE
STUDY AND MANAGEMENT OF LAKES AND RESERVOIRS
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. John P. Smol (Paleoecological Environmental Assessment and Research Lab; Dept.
Biology, Queen's University)
Carga Horária
Teórica
Prática
Estudos
Duração
Total
Créditos
18h
-
12h
3 dias
30h
2
EMENTA
Introduzir as técnicas básicas utilizadas por paleolimnólogos e cientistas correlatos
interessados nas mudanças ambientais de longo termo; e revisar estudos-chave
especialmente relevantes para o entendimento de problemas ambientais atuais
(eutrofização, mudanças climáticas globais).
PROGRAMA RESUMIDO
1. Paleolimnologia e técnicas relacionadas (sedimentos, recuperação do arquivo
sedimentar, estabelecimento da geocronologia, marcadores ambientais, introdução
aos modelos de função de transferência).
2. Acidificação, eutrofização e erosão.
3. Mudanças climáticas globais.
4. Novas aplicações da paleolimnologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Smol, J.P. 2008. Pollution of Lakes and Rivers: A Paleoenvironmental Perspective – 2nd
Edition. Blackwell Publishing, Oxford. 383 pp.
Textbook website: http://post.queensu.ca/~pearl/textbook.htm
63
BMA 05.27 – SISTEMÁTICA MOLECULAR E
RECONSTRUÇÃO FILOGENÉTICA
PROFESSORES RESPONSÁVEIS:
Dra. Elaine Malosso e Dr. Gladstone Alves da Silva (Universidade Federal de Pernambuco,
Departamento de Micologia, Recife, PE)
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
30h
30h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
--
02 semanas
60h
4
EMENTA
Teoria e prática da inferência filogenética com dados moleculares, introdução a alguns dos
métodos mais úteis e programas computacionais, discussão e encorajamento de uma
atitude crítica em relação aos dados e sua análise.
PROGRAMA RESUMIDO
Teórico:
1. Introdução e Conceitos básicos
2. Alinhamento de seqüências múltiplas
3. Métodos com matriz de distância
4. Método de máxima parcimônia
5. Método de máxima verossimilhança
6. Teste de modelos
7. Robustez de dados e hipóteses
8. Discussão
Prático:
1. Edição de seqüências
2. Alinhamento de seqüências
3. Análise filogenética usando PHYLIP
4. Análise filogenética usando PAUP*
5. Análise de dados dos alunos e esclarecimentos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Matioli, S.R., 2001. Biologia molecular e evolução. Holos Editora, Ribeirão Preto, 202p.
Amorim, D.S., 2002. Fundamentos de sistemática filogenética. Holos Editora, Ribeirão
Preto, 156p.
Altschul, S.F., Gish, W., Miller, W., Myers, E.W., Lipman, D.L., 1990. A basic local
alignment search tool. Journal of Molecular Biology 215, 403-410.
Bruns, T.D., White, T.J., Taylor, J.W., 1991. Fungal molecular systematics. Annual Review
of Ecology and Systematics 22, 525-564.
Felsenstein, J., 1985. Confidence-limits on phylogenies – an approach using the bootstrap.
Evolution 39, 783-791.
Felsenstein, J., 1988. Phylogenies from molecular sequences: inference and reliability.
Annual Review of Genetics 22, 521-565.
64
Galtier, N., Gouy, M., 1995. Inferring phylogenies from DNA-sequences of unequal base
compositions. Proceedings of the National Academy of Science of the USA 92, 1131711321.
Hibbett, D.S. et alli, 2007. A higher-level phylogenetic classification of the Fungi.
Mycological Research 111, 509-547.
James, T.Y. et alli, 2006. Reconstructing the early evolution of Fungi using a six-gene
phylogeny. Nature 443, 818-822.
Lutzoni, F. et alli, 2004. Assembling the fungal tree of life: progress, classification, and
evolution of subcellular traits. American Journal of Botany 91, 1446-1480.
Saitou, N., Nei, M., 1987. The neighbour joining method: a new method for constructing
phylogenetic trees. Molecular Biology and Evolution 6, 514-525.
Swofford, D.L., 2002. PAUP*. Phylogenetic Analysis Using Parsimony (*and Other
Methods). Versão 4. Sinauer Associates, Sunderland, Mass. USA.
Thompson, J.D., Gibson, T.J., Plewniak, F., Jeanmougin, F., Higgins, D.G., 1997. The
CLUSTAL_X windows interface: flexible strategies for multiple sequence alignment
aided by quality analysis tools. Nucleic Acids Research 25, 4876-4882.
van de Peer, Y., De Wachter, R., 1997. Construction of evolutionary distance trees with
TREECON for Windows: Accounting for variation in nucleotide substitution rate among
sites. Computer Applications in the Biosciences 13, 227-230.
65
BMA 05.28 – MICORRIZAS (COM ÊNFASE NOS FUNGOS
MICORRÍZICOS ARBUSCULARES - GLOMEROMYCOTA)
PROFESSORES RESPONSÁVEIS:
PROFESSORES RESPONSÁVEIS:
Dra. Leonor Costa Maia e Dr. Bruno Tomio Goto (Universidade Federal de Pernambuco,
Departamento de Micologia, Recife, PE)
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
30h
30h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
--
02 semanas
60h
4
EMENTA
Micorrizas. Tipos e características morfológicas. Plantas e fungos que constituem a
associação. Fungos micorrizícos arbusculares: germinação, formação de esporos,
caracteres taxonômicos, classificação e distribuição. Métodos de estudo e identificação
taxonômica. Aplicação prática..
PROGRAMA RESUMIDO
Teórico:
1. Conceito, histórico, origem e importância das micorrizas.
2. Distinção entre os tipos de micorriza.
3. Ectomicorrizas
3.1. Aspectos morfológicos
3.2. Fungos e plantas associados
4. Ectendomicorrizas: Pinus, Arbutóide, Monotropóide
4.1. Aspectos morfológicos
4.2. Fungos e plantas associados
5. Endomicorrizas: Ericóide, Orquidóide, Arbuscular
5.1. Aspectos morfológicos
5.2. Fungos e plantas associados
6 - Fungos micorrízicos arbusculares (FMA)
6.1. Ciclo de vida
6.2. Formação de esporos
6.3. Germinação
6.4. Classificação – características de ordens, famílias e gêneros.
6.5. Efeitos sobre as plantas (crescimento e proteção contra estresses
bióticos e abióticos) e potencial de uso agrícola e na preservação ambiental.
Prático:
1. Coleta de solo e de raízes para exame de FMA.
2. Extração e contagem de esporos do solo.
3. Preparo de lâminas para estudo morfológico de esporos visando à identificação.
4. Exame de esporos de espécies representativas dos diversos gêneros de FMA.
5. Técnicas para coloração de raízes colonizadas com FMA.
6. Observação e quantificação da colonização micorrízica.
66
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Bentivenga, S.P.; Morton, J.B. A monography of the genus Gigaspora incorporating
developmental patterns of morphological characters. Mycologia, 87:720-732, 1995.
Brundrett, M.; Melville, L.; Peterson, L. Practical Methods in Mycorrhiza Research.
Ontario, Mycologue Publ., 1994. 161p.
Cardoso, E.J.B.N.; Tsai, S.M.; Neves, M.C.P. 1992.Microbiologia do solo. Campinas,
Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. 360p.
de SOUZA, F.A. DA SILVA, I.C.L. & BERBARA, R.L.L. 2008. Fungos micorrízicos
arbusculares: muito mais diversos do que se imaginava. Pp. 483 – 536. In: Moreira,
F.M.S.; Siqueira, J.O.; Brussaard, L. Biodiversidade do solo em Ecossistemas
Brasileiros. Ed. UFLA.
Colozzi-Filho, A., Balota, E. L. (1994) Micorrizas arbusculares. Pp.383-418. In: Manual de
métodos empregados em estudos de microbiologia agrícola. M. Hungria & R. S. Araújo,
Eds.) EMBRAPA. Brasília.
Gerdemann, J.W. & Nicolson, T.H. 1963. Spores of mycorrhizal Endogone species
extracted from soil by wet sieving and decanting. Trans. Br. Mycol. Soc. 46: 235-244.
Giovannetti, M. & Mosse, B. 1980. An evaluation of techniques for measuring vesicular
arbuscular mycorrhizal infection in roots. New Phytol. 84: 489-500.
Hibbett, D. S.; Binder, M.; Bischoff, J.F.; Blackwell, M.; et al. A higher-level phylogenetic
classification of the Fungi. Mycol. Res. 2007.
Jastfer, A.G. & Sylvia, D.M. 1992. Inoculum production and inoculation strategies for
vesicular-arbuscular mycorrhizal fungi. Pp. 349-377. In: Soil Microbial Tecnologies:
Applications in Agriculture, Forestry and Environmental Management. B. Metting (Ed.)
Marcel Dekker, New York.
Jenkins, W.R. 1964. A rapid centrifugal-flotation technique for separating nematodes from
soil. Pl. Dis. Rep. 48, 692.
Koske, R.E. & Gemma, J.N. 1989. A modified procedure for staining roots to detect VA
mycorhhizas. Mycol. Res. 92(4): 486-488.
Mehrotra, V.S. (Ed.) 2005. Mycorrhiza: Role and Applications. Allied Publ., New Delhi.
Moreira, F.M.S.; Siqueira, J.O. 2002. Microbiologia e Bioquímica de Microrganismos.
UFLA, Lavras.
Morton, J.B.; Benny, G. Revised classification of arbuscular mycorrhizal fungi
(Zygomycetes): A new order, Glomales, two new suborders, Glomineae and
Gigasporineae, and two new families, Acaulosporaceae and Gigasporaceae, with an
emendation of Glomaceae. Mycotaxon 37: 471-491, 1990.
Norris, J.T.; Read, D.J.; Varma, A.K. Methods in Microbiology. London, Academic Press,
1992.
v.24.
450p.
Newman, E. I. 1966. A method of estimating the total length of root in a sample. J.
Appl. Ecol. 3: 139.
Oehl, F.; Sieverding, E. 2004. Pacispora, a new vesicular arbuscular mycorrhizal fungal
genus in the glomeromycetes. J. Appl. Bot. Food Quality 78: 72-82.
Oehl, F.; de souza, F.A.; Sieverding, E. 2008. Revision of Scutellospora and description of
five new genera and three new families in the arbuscular mycorrhiza-forming
Glomeromycetes. Mycotaxon 106: 311–360.
Peterson, R. L.; Massicotte, H.B.; Melville, L.H. 2004. Mycorrhizas: anatomy and cell
biology. CABI Publishing, Wallingford.
Phillips, J.M. & Hayman, D. 1970. Improved procedures for clearing roots and staining
parasitic and vesicular arbuscular mycorrhizal fungi for rapid assessment of infection.
Trans. Br. Mycol. Soc. 55: 158- 161.
67
Redecker, D.; Raab, P.; Oehl, F.; Camacho, F.J. & Courtecuisse, R. 2007. A novel clade of
sporocarp-forming species of glomeromycotan fungi in the Diversisporales lineage.
Mycol. Prog. 6: 35 – 44.
Schenck, N.C. & Pérez, Y. 1990. Manual for the identification of VA mycorrhizal fungi.
3rd edition.Gainesville, Synergistic Publications. 286p.
Schü ler, A; Schwarzott, D; Walker, C. 2001. A new fungal phylum, the Glomeromycota:
phylogeny and evolution. Mycol. Res. 105(12): 1413-1421.
Siqueira, J. O. 1994. Micorrizas arbusculares. Pp. 235-249. In: Microrganismos de
importância agrícola. Ed. R. S.Araújo, M. Hungria. EMBRAPA-SPI. Brasília.
Smith, S.E. & Read, D.J. 1997. Mycorrhizal Symbiosis. 2nd ed.Academic Press, San Diego.
Sturmer, S.L. & Siqueira, J.O. 2008. Diversidade de Fungos Micorrízicos Arbusculares em
Ecossistemas Brasileiros. In: Moreira, F.M.S.; Siqueira, J.O.; Brussaard, L. (Org.).
Biodiversidade do Solo em Ecossistemas Brasileiros. UFLA, Lavras p. 537-583, 2008.
Stutz, J.C. & Morton, J.B. 1996. Sucessive pot cultures reveal high species richness
of arbuscular endomycorrhizal fungi in arid ecosystems. Can. J. Bot. 74: 18831889.
68
BMA 05.29 – SISTEMÁTICA Y FILOGENÍA DE LA SUBTRIBU
PLEUROTHALLIDINAE (ORCHIDACEAE)
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Rodolfo Solano Gómez (Centro Interdisciplinario de Investigación para el Desarrollo
Integral Regional, Unidad Oaxaca, México)
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
15h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
-
1 semana
30 horas
2
EMENTA
Esta disciplina, cuja duração será de uma semana, pretende apresentar uma introdução
sobre a diversidade morfológica e taxonômica deste grupo de orquídeas, abordando seus
padrões biogeográficos, as relações filogenéticas entre seus gêneros e a necessidade de
contar com um sistema de classificação no qual os gêneros da subtribo sejam reconhecidos
de acordo com os critérios da cladística.
PROGRAMA RESUMIDO
1) Introdução à subtribo Pleurothallidinae
2) Padrões biogeográficos na subtribo
3) Relações filogenéticas na subtribo
4) Identificação dos gêneros pertencentes à subtribo
OBS: A disciplina ministrada em Espanhol
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMERON, K.M., CHASE, M.W., WHITEN, W.M., KORES, P.J., JARRELL, D.C., ALBERT,
V.A., YUKAWA, T., HILLS, H.G. & GOLDMAN, D.H. 1999. A phylogenetic analysis of the
Orchidaceae: evidence from rbcL nuceleotide sequences. American Journal of Botany. 86(2):
208-224.
CHASE, M.W., CAMERON, K.M., BARRETT, R.L. & FREUDENSTEIN, J.V. 2003. DNA data
and Orchidaceae systematics: A new phylogenetic classification. In K.W. Dixon, S.P. Kell,
R.L. Barrett & P.J. Cribb (eds.)Orchid Conservation.: Kota Kinabalu, Natural History
Publications, Sabah, p. 69-89.
CHIRON, G.R., GUIARD, J. & VAN DEN BERG, C. 2012. Phylogenetic relations in Brazilian
Pleurothallis sensu lato (Pleurothallidinae, Orchidaceae): evidence from nuclear ITS rDNA
sequences. Phytotaxa 46: 34-58.
KARREMANS, A.P.; BAKKER, F.T.; PUPULIN, F.; SOLANO-GÓMEZ, R.; SMULDERS, J.M.
2013. Phylogenetic of Stelis and closely related genera (Orchidaceae: Pleurothallidinae). Plant
Systematics and Evolution 299: 151-176.
PRIDGEON, A.M. & CHASE, M.W. 2001. A phylogenetic reclassification of Pleurothallidinae
(Orchidaceae). Lindleyana 16: 235-271.
69
PRIDGEON, A.M., SOLANO, R. & CHASE, M.W. 2001. Phylogenetic relationships in
Pleurothallidinae (Orchidaceae): combined evidence from nuclear and plastid DNA sequences.
American Journal of Botany 88: 2286-2308.
PRIDGEON, A.M., CRIBB, P.J., CHASE, M.W. & RASMUSSEN, F.N. (eds.). 2005. Genera
Orchidacearum vol 4. Epidendroideae (Part 1). Oxford University Press, New York.
70
BMA 08 - FUNDAMENTOS TEÓRICOS E APLICAÇÕES DA
BIOLOGIA MOLECULAR
PROFESSORA RESPONSÁVEL:
Dra. Marília Gaspar
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
3h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
13 semanas
90 horas
6
EMENTA
Esta disciplina teórico-prática tem por objetivo introduzir os conceitos fundamentais da
genética molecular e as técnicas básicas de biologia molecular, além de promover a
discussão sobre alguns assuntos de atualidade na área, como transgênicos, biossegurança,
clonagem, projetos genoma. A segunda parte da disciplina terá um enfoque mais aplicado,
mostrando de que forma a biologia molecular pode ser uma ferramenta para os estudos de
diversidade, filogenia e para o entendimento das respostas aos estresses bióticos e
abióticos.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Histórico da Biologia Molecular
2. Bases do DNA: estrutura e características, organização, replicação
3. Bases do RNA: estrutura, diferentes tipos, transcrição
4. Bases de proteínas: estrutura, tradução
5. Introdução às técnicas básicas de biologia molecular: purificação de ácidos
nucléicos, digestão do DNA com enzimas de restrição, clonagem em vetores,
transformação de bactérias, eletroforese, entre outras
6. Reação de Polimerase em Cadeia (PCR): definição, etapas, condições, aplicações,
tecnologias baseadas na PCR
7. Marcadores Moleculares e aplicações em estimativa de biodiversidade e filogenia
8. Expressão gênica: northern blot, cDNA AFLP, ddRT-PCR, SAGE, Real Time
PCR, RNAi, transcritômica e proteômica.
9. Aplicação das técnicas de biologia molecular para a identificação e estudo de genes
atuando nos mecanismos de resposta das plantas a estresses bióticos e abióticos
10. Bibliotecas genômicas e de expressão
11. Técnicas de sequenciamento de DNA e projetos genoma
12. Transformação de plantas e melhoramento genético
13. OGMs: alimentação, saúde e riscos para a biodiversidade e o meio ambiente
14. Introdução à Bioinformática
OBS: O curso será complementado com palestras de especialistas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Alberts, B. et al. 2002. Molecular Biology of the Cell. Garland, New York. 1616 p.
Brown, T.A. 2006. Gene Cloning and DNA Analysis: An Introduction. 5a ed. Blackwell
Scientific
71
Hawkesford, M.J. & Buchner, P. 2001. Molecular Analysis of Plant Adaptation to the
Environment. Springer. Heidelberg. 276 p.
Lajolo & Nutti. 2003. Transgênicos: bases científicas da sua segurança. SBAN. São Paulo.
112 p.
Lewin, B. 2001. Genes VII. 8 ed. Artmed Editora. Porto Alegre. 955 p. (versão em
português).
Lewin, B. 2008. Genes IX. Jones and Bartlett Publishers, Massachusetts. 892 p. (versão em
ingles).
Mir, L. 2004. Genômica. Editora Atheneu, São Paulo, 1114 p.
Watson, J.D., Gilman, M., Witkowski, J. & Zoller, M. 1992. Recombinant DNA. 2 ed.
W.H. Freeman and Company. New York. 626 p.
Watson et al. 2008. Molecular Biology of the Gene. 6 ed. CSH Press, USA. 841 p.
Artigos científicos e de revisão, selecionados de periódicos tais como: NATURE,
NATURE GENETICS, SCIENCE GENOMICS, CELL, TRENDS IN GENETICS,
TRENDS IN BIOTECNOLOGY, PLANT PHYSIOLOGY, PLANT MOLECULAR
BIOLOGY E OUTROS.
72
BMA 09 – O USO DE BANCOS DE DADOS EM TAXONOMIA (2008)
PROFESSORA RESPONSÁVEL
Dra. Maria Candida Henrique Mamede
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
15h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
15h
2 semanas
90 horas
6
EMENTA
Noções básicas sobre bancos de dados. Programas para gerenciamento de coleções
científicas e informações biológicas. Programas para gerenciamento de informações sobre
taxonomia, morfologia, distribuição geográfica, bibliografia. Principais padrões utilizados
em bancos de dados. Desenho de um banco de dados.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Estrutura de banco de dados
2. Desenho de um banco de dados
3. Padronização das informações (dicionários e descritores)
4. Bases de dados na web
5. Ferramentas na web
6. Espécies vs. Espécimes
7. Chaves interativas
8. Elaboração de mapas
9. BRAHMS: instalação, utilização, produção de relatórios
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Allkin, R. & Bisby, F.A. 1984. Databases in Systematics. The Systematic Association,
Special Volume n. 26. London: Alden Press.
Ministério de Ciência e Tecnologia. 2006. Diretrizes e estratégias para a modernização de
coleções biológicas brasileiras e a consolidação de sistemas integrados de informação
sobre biodiversidade. Brasília: Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, MCT.
Bases de dados na web (2008):
W3TROPICOS: http://mobot.mobot.org/W3T/Search/vast.html
IPNI: http://www.ipni.org/ipni/plantnamesearchpage.do
CRIA: http://www.cria.org.br/projetos
MOBOT LIBRARY: http://www.mobot.org/MOBOT/molib/
BOTANICUS: http://www.botanicus.org/
ITIS: http://www.cbif.gc.ca/pls/itisca/taxaget?p_ifx=cria&p_lang=pt
COLEÇÕES:
http://sciweb.nybg.org/science2/hcol/allvasc/index.asp
http://www.ibot.sp.gov.br/Herbario/tipos.htm
http://www.jbrj.gov.br/jabot/formularios/frmfiltroespecimes_pub.php
http://projects.bebif.be/enbi/martius/voucher?collection=m&barecode=0086083
http://splink.cria.org.br/tools?criaLANG=pt
73
BMA 10 – PLANEJAMENTO E ANÁLISES QUANTITATIVAS EM
ESTUDOS DA BIODIVERSIDADE
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Eduardo Pereira Cabral Gomes
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
8 semanas
60 horas
4
EMENTA
A disciplina apresenta os métodos de planejamento, coleta, descrição, tratamento, análise e
interpretação de dados de pesquisa ou monitoramento. O modo de pensar estatístico é
exposto mostrando a aplicação dos conceitos fundamentais e das técnicas estatísticas de
análise de dados com vistas a capacitar o pós-graduando para a análise de problemas e
decisão.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Necessidade de planejamento e questões científicas;
2. Coleta, organização, descrição e resumo de dados;
3. Distribuições de probabilidade;
4. Estimação;
5. Acúmulo de erros em comparações simples;
6. Teste de hipóteses:
7. Erros de tipo I e II;
8. Análise de regressão e correlação;
9. Transformação de dados;
10. Análise multivariada;
11. Pseudoreplicação e experimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Dancey, C.P. & J. Reidy. 2004. Estatística sem matemática para psicologia. 608 pp.
Artmed. Porto Alegre.
Lapponi, J.C. 2003. Estatística usando excell. São Paulo: Editora Lapponi. 450 pp.
Levin, B. & Stephan. 2000. Estatística: teoria e aplicações. LTC. Rio de Janeiro.
Magnusson, W. & Mourão, G. 2003. Estatística Sem Matemática: a ligação entre as
questões e a análise. Londrina: Editora Planta. 126pp.
Vieira, S. 1991. Introdução à bioestatística. Editora Campus. Campinas.
Vieira, S. 2004. Bioestatística. Editora Campus. Campinas.
74
DISCIPLINAS
PAF
ÁREA DE PLANTAS
AVASCULARES E FUNGOS
75
PAF 01 - AMBIENTES AQUÁTICOS CONTINENTAIS:
LIMNOLOGIA
PROFESSORAS RESPONSÁVEIS
Dra. Denise de C. Bicudo e Dra. Carla Ferragut
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
6h
6h
Estudos
(por semana)
3h
Duração
12 dias
(não condensados)
Total
Créditos
90 horas
6
EMENTA
A disciplina visa fornecer conhecimentos básicos sobre a estrutura e o funcionamento dos
ecossistemas continentais de águas doces, incluindo a integração da limnologia com outras
ciências. Também serão tratados temas sobre uso, disponibilidade, principais impactos
antropogênicos, recuperação e conservação dos ecossistemas aquáticos, bem como sobre o
papel da Limnologia no gerenciamento dos recursos hídricos.
PROGRAMA RESUMIDO
TEORIA
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Considerações históricas sobre a Limnologia e sua Importância como Ciência.
Principais ecossistemas de águas doces: caracterização, origem e distribuição.
Bacia Hidrográfica como unidade de estudo.
Características do meio físico: luz, temperatura, regime de circulação da água.
Características químicas da água e ciclos biogeoquímicos.
Comunidades aquáticas: principais características, dinâmica e interação.
Principais impactos nos ecossistemas de águas doces, com ênfase em eutrofização e
mudanças climáticas globais.
8. Desafios do século XXI: uso, conservação, recuperação e gerenciamento.
PRÁTICA
1. Coleta em reservatório.
2. Determinação, em campo ou no laboratório, de variáveis limnológicas bióticas e
abióticas.
3. Avaliação do regime de mistura e do estado trófico a partir de dados coletados e/ou
banco de dados.
4. Apresentação e discussão dos resultados sob a forma de seminário.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Bicudo, C.E.M. & Bicudo, D.C. (eds.) 2004. Amostragem em Limnologia. São Carlos:
RIMA Editora. 253p.
Dodds, W.K. 2002. Freshwater Ecology: concepts and environmental applications.
London: Academic Press. 569p.
Kalff, J. 2002. Limnology. New Jersey: Prentice Hall. 592p.
Rebouças, A., Braga, B. & Tundisi, J.G. (Eds.) 1999. Águas doces no Brasil: capital
ecológico, uso e conservação. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. 763p.
76
Roland, F., Cesar, D. & Marinho, M. (eds.). 2005. Lições de Limnologia. São Carlos:
RiMa. 517p.
Smol, J.P. 2008. Pollution of lakes and rivers: a paleoenvironmental perspective. 2 ed.
383p.
Tundisi, J.G. 2005. Água no Século XXI: enfrentando a escassez. São Carlos: RiMa, IIE.
248p. (2ª edição).
Tundisi, J.G. & Tundisi, T.M. 2008. Limnologia. São Paulo: Oficina de Textos. 631p.
Wetzel, R.G. 2001. Limnology: lake and river ecosystems. San Diego: Elsevier. 1006p.
Wetzel, R. G. & G. E. Likens, 2000. Limnological analyses. Springer-Verlag, New York.
429p.
77
PAF 02 - BIOLOGIA DE ALGAS MARINHAS BENTÔNICAS
PROFESSORAS RESPONSÁVEIS
Dra. Silvia Maria Pita de Beauclair Guimarães e Dra. Mutue Toyota Fujii
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
20h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
10h
2 semanas
90 horas
6
EMENTA
As algas marinhas são importantes componentes dos ecossistemas marinhos
desempenhando um papel ecológico fundamental para a manutenção destes ecossistemas.
Do ponto de vista econômico, as algas marinhas são importantes na alimentação humana,
além de fornecerem matéria prima para inúmeros produtos industrializados.
O curso pretende fornecer informações básicas sobre as algas marinhas bentônicas visando
a formação e a capacitação de recursos humanos nesta área.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Biodiversidade das algas marinhas bentônicas brasileiras;
2. Introdução à taxonomia e biologia de Rhodophyta, Chlorophyta e Phaeophyta;
3. Metodologia geral de estudos taxonômicos;
4. Caracterização morfológica e anatômica: organização do talo e estruturas de
reprodução;
5. Tipos morfológicos mais simples e mais complexos;
6. Caracteres gerais da reprodução sexuada, assexuada, alternâncias de gerações;
7. Tipos de históricos de vida;
8. Critérios para definição de ordens, famílias, gêneros e espécies;
9. Considerações filogenéticas;
10. Análise, identificação e caracterização de espécies da flora brasileira.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
Participação nas aulas.
Leitura, apresentação e discussão de trabalhos científicos relacionados ao tema.
Elaboração de relatórios.
OBSERVAÇÕES:
O curso prevê a realização de uma excursão para observação das comunidades de algas,
coleta de material para estudo do material.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Brodie, J. & Lewis, J. 2007. Unraveling the Algae: the past, present, and future of algal
systematics. CRC Press, London, 376 p.
Cole, K.M. & Sheath R.G. 1990. Biology of the Red Algae. Cambridge University Press.
Cambridge, 517p.
Dawes, C.J. & Mathieson, A.C. 2008. The Seaweeds of Florida. University Press of
Florida. Gainesville, 591p.
Graham L.E. & Wilcox, L.W. Algae. 2000. Prentice-Hall, Inc. NJ,640p.
78
Hoek, C. van den, Mann, D.G. & Jahns, H.M. 1997. Algae. An Introduction to Phycology.
Cambridge University Press, United Kingdom. 627pPERIÓDICOS:
Phycologia, Journal of Phycology, Phycological Research.
Lee, R.E. 2008. Phycology. Cambridge University Press. Cambridge,
Maggs, C.A. & Hommersand, M.H. 1993. Seaweeds of the British Isles. Volume 1
Rhodophyta. Part 3 A Ceramiales. The Natural History Museum, London, 444 p.
Schneider, C.W. & Searles, R.B. 1991. Seaweeds of the Southeastern United States. Cape
Hatteras to Cape Canaveral. Duke University Press, Durham and London, 533 p.
Womersley, H.B.S. 2003. The marine benthic flora of Australia. Rhodophyta – Part III D.
Australian Biological Resources Study, Canberra and the State Herbarium of South
Australia, Adelaide.
Wynne, M.J. 2005. A checklist of the benthic marine algae of the tropical and subtropical
western Atlantic: second revision. Nova Hedwigia 129: 1-152.
Teses e dissertações sobre a flora marinha brasileira.
Periódicos: Phycologia, Journal of Phycology, Botanica Marina, etc.
79
PAF 03 - CYANOBACTERIA: BIOLOGIA, ECOLOGIA E
TOXICOLOGIA
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dra. Célia Leite Sant'Anna
PROFESSORES COLABORADORES
Dra. Maria Teresa de Paiva Azevedo e Dra. Luciana Retz de Carvalho
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
18h
30h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
12h
2 semanas
120 horas
8
EMENTA
Conhecimento da variabilidade morfológica, reprodução, identificação, distribuição
geográfica e desenvolvimento das espécies de cianobactérias, bem como suas relações com
fatores ambientais, formação de florações, produção e análise de toxinas e biotecnologia.
.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Sistemas de classificação
2. Morfologia e reprodução
3. Estudos biológicos em cultura
4. Fatores ambientais interferindo na distribuição das cianobactérias
5. Eutrofização
6. Dominância e florações
7. Contagem de células
8. Cianotoxinas
9. Espécies tóxicas
10. Metodologia de análise de cianotoxinas
11. Biotecnologia
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Anagnostidis, K. & Komárek, J. 1990. Modern approach to the classification system of
Cyanophytes, 5: Stigonenatales. Algological Studies 59: 1-73.
Carvalho, L.R., Haraguchi, M. & Górniak, S.L. 2008. Intoxicação produzida por algas de
água doce. In: H.S. Spinosa, S.L.Górniak & J. Palermo-Neto (Eds.). Toxicologia
aplicada à Medicina Veterinária. Editora Manole, Barueri, SP, p. 621-640.
Carvalho, L.R. 2006. Cianotoxinas. In: C.L. Sant’ Anna, M.T.P.Azevedo, L.F. Agujaro,
M.C. Carvalho, L.R. Carvalho, & R.C.R. Souza (Eds.). Manual Ilustrado para
Identificação e Contagem de Cianobactérias Planctônicas de Águas Continentais
Brasileiras. Editora Interciência, Rio de Janeiro, p. 9 -19.
Chorus, I. & Bartram, J. 1999. Toxic Cyanobacteria in Water. E & FN Spon. 416p.
Hoffmann, L., Kastovskii, J. & Komárek, J. 2005. System of Cyanoprokariotes
(Cyanobacteria). Algological Studies 117: 95-115.
Komárek, J. & Anagnostidis, K. 1989. Modern approach to the classification system of
Cyanophytes, 4: Nostocales. Archiv für Hydrobiologie, Suppl.. 82, Algological Studies
56: 247-345.
80
Komárek, J. & Anagnostidis, K. 1999. Cyanoprokaryota – 1: Chroococcales. In:
Süsswasserflora von Mitteleuropa 19/1 (Etti, H. et als. Eds.). Stuttgart, Gustav Ficher.
548p.
Komárek, J. & Anagnostidis, K. 2005. Cyanoprokaryota – 2: Oscillatoriales. In:
Süsswasserflora von Mitteleuropa 19/2 (B. Budel, l. Krienitz, G. Gardner & M.
Schagerl, eds.). Elsevier, Spektrum Akademischer Verlag, München. 759p.
Nicholson, B.C. & Burch, M.D. 2001. Evaluation of analytical methods for detection and
quantification of cyanotoxins in relation to Australian drinking water guidelines.
Cooperative Research Centre for Water Quality and Treatment, Sidney, Austrália.
Whitton, B. & Potts, M. 2000. The ecology of Cyanobacteria: their diversity in time and
space. Kluwer Academic Publishers, London. 669p.
81
PAF 04 - DIVERSIDADE DAS BRIÓFITAS NOS ECOSSISTEMAS
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dra. Olga Yano
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
20h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
10h
2 semanas
90 horas
6
EMENTA
Os estudantes deverão conhecer a morfologia e anatomia das briófitas e suas variações.
Irão adquirir conhecimento para diferenciar os grupos (musgos, hepáticas e antóceros) e os
ciclos de vida. Os tipos de reprodução, as associações entre si e com outros grupos
vegetais, sua importância como indicadores de diferentes ecossistemas e poluição
ambiental, bem como seu importante papel de conservação que exerce na natureza; ainda
algumas espécies tem importante papel na germinação de sementes. Deverão aprender
como preparar o material para a observação e também como acondicionar para o herbário.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Morfologia dos musgos, hepáticas e antóceros;
2. Anatomia dos musgos, hepáticas e antóceros;
3. Tipos de reprodução e ciclos de vida;
4. Taxonomia atual;
5. Identificação em nível específico;
6. Importância econômica;
7. Noções de ecologia das briófitas;
8. Noções de biologia molecular.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Buck, W.R. 1998. Pleucocarpous Mosses of the West Indies. Memoirs of the New York
Botanical Garden 82: 1-400.
Chopra, R. N. & Kumra, P. K. 1988 - Biology of Bryophytes. The New Delhi, Wiley
Eastern Limited. 350p.
Churchill, S. P., Balslev, H,. Forero, R. & Luteyn, J. L. 1995 - Biodiversity and
conservation of neotropical montane forests. Bronx, NY. 702p.
Clark, G. C. S. & Duckett, J. G. 1979 - Bryophyte systematics. London, Academic Press.
582p.
Dyer, A. F. & Ducket, J. G. 1984 - The experimental biology of Bryophytes. London,
Academic Press. 281p.
Geissler, P. & Greene, S. W. 1982 - Bryophyte taxonomy methods, practices and floristic
exploration. Beih. Nova Hedwigia 71: 1-558.
Goffinet, B. & Shaw, A.J. 2009. Bryophyte Biology. Cambridge University Press 2nd ed.
581 p.
Gradstein, S.R. & Costa, D.P. 2003. The Hepaticae and Anthocerotae of Brazil. Memoirs
of The New York Botanical Garden 87: 1-318.
Schofield, W. B. 1985 - Introduction to Bryology. New York, Macmillan Publishing
Company. 431p.
82
Schuster, R. M. (ed.). 1984 - New Manual of Bryology. Japan, The Hattori Botanical
Laboratory. v.1-2. 1295p.
Smith, A. J. E. (ed.) 1982 - Bryophyte ecology. New York, Chapman and Hall. 511p.
83
PAF 05 - DIVERSIDADE DE FUNGOS NOS ECOSSISTEMAS
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
Dra. Rosely Ana Piccolo Grandi e Marina Capelari
PROFESSORES COLABORADORES
Dra. Adriana de M. Gugliotta, Dra. Carmen L. A. Pires-Zottarelli, Iracema H. SchoaenleinCrusius, Dr. José Ivanildo de Souza, Dr. Michel N. Benatti e Vera M. V. Vitali
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
10h
15h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
5h
4 semanas
120 horas
8
EMENTA
O curso terá início com a situação dos fungos e organismos relacionados dentro da atual
classificação dos Reinos. Os alunos deverão conhecer estruturas de fungos, em diferentes
níveis de organização, desde as mais simples até as mais complexas, aprendendo a
diferenciar os grandes grupos de fungos e organismos relacionados, com a observação das
estruturas sexuadas e assexuadas, presentes em seus ciclos de vida. O conhecimento das
estruturas somáticas, modos de reprodução, relações com outros organismos e interações
nos diferentes ecossistemas deverão completar as informações de modo a capacitá-los na
visualização da importância dos fungos e organismos relacionados, em seus aspectos
benéficos e prejudiciais para o homem, bem como o papel que exercem na natureza.
Deverão aprender algumas técnicas de coleta, isolamento, herborização e cuidados em
laboratório. Disciplina voltada principalmente aos aspectos taxonômicos dos fungos.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Reino Fungi e suas relações com outros reinos – características gerais.
2. Estruturas somáticas: morfologia externa, microestruturas, citologia.
3. Aspectos bioquímicos, fisiológicos e de adaptabilidade ao meio ambiente.
4. Estruturas de reprodução sexuada e assexuada: tipos, fases haplóide, diplóide e
dicariótica.
5. Reino Fungi – Chytridiomycota, Blastocladiomycota e Neocallimastigomycota:
caracterização, reprodução, ciclos de vida, importância ecológica e econômica.
6. Reino Fungi – Zygomycota: caracterização, reprodução, ciclos de vida, importância
ecológica e econômica.
7. Reino Fungi – Ascomycota (incluindo leveduras): caracterização, reprodução,
ciclos de vida, importância ecológica e econômica.
8. Reino Fungi – Ascomycota (Liquens): caracterização, reprodução, ciclos de vida,
importância ecológica e econômica.
9. Reino Fungi – Basidiomycota (incluindo leveduras): caracterização, reprodução,
ciclos de vida, importância ecológica e econômica.
10. Reino Fungi – Fungos Anamorfos ou conidiais (incluindo leveduras):
caracterização, reprodução, ciclos de vida, importância ecológica e econômica.
11. Reino Fungi – Glomeromycota: caracterização dos fungos micorrízicos
arbusculares, importância ecilógica e econômica.
84
12. “Fungos Zoospóricos” (Reino Chromista – Oomycota e Hyphochytridiomycota) e
“Fungos palsmodiais” (Reino Protozoa – Plasmodiophoromycota, Myxomycetes:
caracterização, reprodução, ciclos de vida, importância ecológica e econômica.
13. Interação dos fungos com outros organismos: parasitismo e outras associações.
14. Aspectos relevantes dos fungos para o meio ambiente.
15. Esta disciplina envolve coleta de material, análises em laboratório, observação de
lâminas prontas e outras práticas importantes para discussão, integração do
conhecimento e avaliação. Os alunos deverão participar de todas as atividades.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Abarca, G.H. (Ed.). 2008. Tópicos sobre Diversidad: Ecologia y Usos de los Hongos
Microscopicos en Iberoamerica. REDEMIC, México D.F.
Alexopoulos, C.J., Mins, C.W. & Blackwell, M. 1996. Introductory Mycology. 4 ed. John
Wiley & Sons, New York.
Bononi, V.L.R. & Grandi, R.A.P. (coods.).1999. Zigomicetos, Basidiomicetos e
Deuteromicetos: noções básicas de taxonomia e aplicações biotecnológicas. Instituto de
Botânica, SMA, São Paulo.
Cannon, P.F. & Kirk, P.M. 2007. Fungal Families of the World. CAB International,
London.
Carlile, M.J. & Watkinson, S.C. 1996. The Fungi. Academic Press.
Dix, N.J. & Webster, J. 1995. Fungal Ecology. Chapman & Hall.
Guerrero, R.T. & Homrich, M.H. 1999. Fungos Macroscópicos comuns no Rio Grande do
Sul. 2 ed. Editora UFRGS, Porto Alegre.
Herrera, T. & Ulloa, M. 1990. El Reino de los Hongos. Universidad Nacional Autónoma
de México, Fondo de Cultura Econômica, México D.F.
Kirk, P.M., Cannon, P.F., Minter, D.W. & Stalpers, J.A. 2008. Dictionary of the Fungi. 10
ed. CAB International, Wallingford.
Moore-Landecker, E. 1996. Fundamentals of the Fungi. 4 ed. Prentice Hall, New Jersey.
Mueller, G.M., Bills, G.F. & Foster, M.S. 2004. Biodiversity of Fungi – Inventory and
monitoring methods. Elsevier Academic Press, Burlington.
Raven, P.H., Evert, R.F. & Eichhorn, S.E. 2007. Biologia Vegetal. 7 ed. Editora Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro.
Xavier Filho, L., Legaz, M.E., Córdoba, C.V. & Pereira, E.C. (eds.). 2006. Biologia de
Liquens. Âmbito Cultural, Rio de Janeiro.
85
PAF 06 - DIVERSIDADE E TAXONOMIA DE BASIDIOMYCOTA
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dra. Marina Capelari
PROFESSOR COLABORADOR
Dr. Iuri Goulart Baseia – Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
4h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1
15 semanas
120 horas
8
EMENTA
Conhecer a diversidade dos diversos grupos e ordens de Agaricomycotina (Basidiomycota)
com base na classificação filogenética recente; aprender técnicas de coleta e herborização;
identificar gêneros/espécies com base na morfologia; introduzir o uso de técnicas
moleculares na taxonomia do grupo.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Introdução: classificação atualizada, morfologia básica, trabalho de campo e
herborização, identificação e descrição morfológica, estudos moleculares
2. Phallomycetidae
3. Agaricomycetidae
4. Demais ordens de Agaricomycetes
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Alexopoulos, C.J., Mims, C.W. & Blackwell, M. 1996. Introductory Mycology. 4th ed.
John Wiley :& Sons, New York, 869 p.
Cannon, P.F. & Kirk, P.M. 2007. Fungal Families of the World. CABI, Egham.
Crous, P.W., Verkley, G.J.M., Groenewald, J.Z. & Samson, R.A. 2009. Fungal
Biodiversity. CBS-KNAW Fungal Biodiversity Centre, Utrecht.
Frisvad, J.C., Bridge, P.D. & Arora, D.K. 1998. Chemical Fungal Taxonomy. Marcel
Dekker, New York, 398 p.
Gilbertson, R.L. & Ryvarden, L. 1987. North American Polypores. Fungiflora, Oslo, 885
p.
Hibbett, D.S., Binder, M., Bischoff, J.F., Blackwell, M., Cannon, P.F., Eriksson, O.E.,
Huhndorf, S., James, T., kirk, P.M., Lücking, R., Thorsten Lumbsch, H., Lutzoni, F.,
Matheny, P.B., Mclaughlin, D.J., Powell, M.T., Redhead, S., Schoch, C.l., Stapaphora,
J.W., Stalpers, J.A., Vylgalys, R., Aime, M.C., Aptroot, A., Bauer, R., Begerow, D.,
Benny, G.L., Castlebury, L.A., Crous, P.W., Dai, Y-C., Gams, W., Geiser, D.M.,
Griffith, G.W., Gueidan, C., Hawksworth, D.L., Hestmark, G., HOsaka, K., Humber,
R.A., Hyde, K.D., Ironside, J.E., Kõljalg, U., Kurtzman, C.P., Larsson, K.-H.,
Lichtwardt, R., Longcore, J., Miadlikowska, J., Miller, A., Moncalvo, J.-M., MozlweyStandridge, V.S., Oberwinkler, F., Parmasto, E., Reeb, V., Rogers, J.D., Roux, C.,
Ryvarden, L., Sampaio, J.P., Schüβler, W.A., Sugiyama, J., Thorn, R.G., Tibell, L.,
Untereiner, W.A., Walker, C., Wang, Z., Weir, A., Weiss, M., White, M.M., Winka,
86
K., Yao, Y-J. & Zhang, N. 2007. A higher level phylogenetic classification of the
fungi. Mycological Research 111: 509-547.
Pegler, D.N. 1983. The Agaric Flora of the Lesser Antilles. Kew Bulletin Additional Series
9:1-668
Petersen, R. (ed.). 1989. Evolution in the Higher Basidiomycetes. U.M.I. Ann Arbor, 562
p.
Singer, R. 1986. The Agaricales in Modern Taxonomy. Koeltz Scientific Books,
Koenigstein, 981 p.
Spataphora, J.W., Hughes, K.W. & Blackwell, M. 2006. A phylogeny for kingdom Fungi –
Deep Hyphae issue. Mycologia 98: 829-1103.
Talbot. P.H.B. 1978. Principles of Fungal Taxonomy. The Macmillan Press, London, 274
p.
Vasilyeva, L. 1999. Systematics in Mycology. Bibliotheca Mycologica 178:1-253.
87
PAF 07 - ECOFISIOLOGIA DE ALGAS MARINHAS BENTÔNICAS
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dra. Nair Sumie Yokoya
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
10 semanas
90 horas
6
EMENTA
Tem como objetivos fornecer conhecimentos básicos sobre a fisiologia das algas
marinhas bentônicas, incluindo uma abordagem teórico-experimental sobre os efeitos de
fatores ambientais no desenvolvimento e distribuição destes organismos, e uma abordagem
da aplicação prática dos estudos fisiológicos nos processos tecnológicos das algas
marinhas bentônicas.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Introdução aos estudos fisiológicos das algas marinhas bentônicas;
2. Desenvolvimento das algas marinhas bentônicas: padrões de germinação e histórico
de vida;
3. Fatores controladores do desenvolvimento: temperatura, salinidade, irradiância,
fotoperíodo, nutrientes e reguladores de crescimento vegetal;
4. Técnicas de cultura unialgáceas (meios de cultura e isolamento de esporos ou de
ápices);
5. Leitura e discussão de textos especializados, analisando as tendências atuais nos
estudos ecofisiológicos na compreensão da distribuição das algas marinhas
bentônicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Andersen, R. A. 2005. Algal Culturing Techniques. Elsevier Academic Press, London,
578p.
Cole, K.M. & Sheath, R.G. 1990. Biology of red algae. Cambridge University Press,
Cambridge, 517p.
Littler, M. M. & Littler, D. S. 1985. Ecological Field Methods: Macroalgae. Handbook of
Phycological Methods. Cambridge University Press, Cambridge, 617p.
Lobban, C. S. & Harrison, P. J. 1994. Seaweed Ecology and Physiology. Cambridge
University Press, Cambridge, 366p.
Pereira, R.C. & Soares-Gomes, A.(Org.) 2002. Biologia Marinha. Editora Interciência,
Engenho Novo, 382p.
88
PAF 08 - ECOLOGIA DE COMUNIDADES DE ALGAS PERIFÍTICAS
DE ÁGUAS CONTINENTAIS
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
Dra. Denise de Campos Bicudo e Dra. Carla Ferragut
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
6h
6h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
3h
12 dias
(não condensado)
90 horas
6
EMENTA
Refere-se à ecologia da comunidade perifítica e do papel da mesma nos ecossistemas
aquáticos continentais. A estrutura e o funcionamento das algas perifíticas são abordados
em nível de microescala, ou seja, dentro dos limites do complexo perifíton/substrato e em
nível de macroescala (sistêmico).
PROGRAMA RESUMIDO
TEORIA
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Terminologia, mecanismos de fixação, colonização, sucessão, fisionomia.
Principais fatores que influenciam o desenvolvimento da comunidade de algas
perifíticas.
Interação metabólica perifíton/substrato.
Papel da região de interface terra/água nos ecossistemas aquáticos.
Uso do perifíton na qualidade da água.
PRÁTICA
1.
2.
3.
4.
Desenvolvimento de projeto.
Excursões a reservatórios do PEFI.
Amostragem, coleta e preservação.
Determinação e avaliação crítica de medidas estruturais e funcionais da
comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Azin, M.E., Verdegen, M.C.J., Van Dam, A.A. & Beveridge, C.M. 2006. Periphyton
ecology, explotation and management. Cabi Publishing, 273p.
Roland, F., Cesar, D. & Marinho, M. (eds.). 2005. Lições de Limnologia. São Carlos:
RiMa. 517p.
Stevenson, R.J., Bothwell, M.L. & Lowe, R.L. (eds.). 1996. Algal Ecology: freshwater
benthic ecosyyystems. New York: Academic Press. 753p.
Wetzel, R.G. 2001. Limnology: lake and river ecosystems. San Diego: Elsevier. 1006p.
Wetzel, R. G. & G. E. Likens, 2000. Limnological analyses. Springer-Verlag, New York.
429p.
PERIÓDICOS
Aquatic Botany
Ecology
Freshwater Biology
Hydrobiologia
Journal of The North American Benthodological Society.
89
PAF 09 – FUNGOS ZOOSPÓRICOS: DIVERSIDADE, ECOLOGIA E
APLICAÇÃO EM ESTUDOS AMBIENTAIS.
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
Dra. Carmen L. A. Pires-Zottarelli
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
2-3h
4h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
10 semanas
75 horas
5
EMENTA
A disciplina visa oferecer aos alunos aprofundamento dos conhecimentos sobre a
biodiversidade de organismos zoospóricos de importância ambiental, especialmente como
sapróbios e parasitas. Serão enfocados parâmetros morfológicos, fisiológicos e
bioquímicos utilizados na identificação de espécies, bem como, os avanços realizados por
meio de técnicas moleculares. Técnicas específicas para coleta, estudo e preservação dos
grupos serão também tratados.
PROGRAMA RESUMIDO
TEORIA
- Importância dos organismos zoospóricos, hoje inseridos nos Reinos Chromista, Fungi e
Protozoa, e suas eventuais aplicações ambientais;
- Taxonomia dos vários grupos de organismos zoospóricos:
Características de cada grupo
Parâmetros utilizados na taxonomia de cada grupo
Aspectos filogenéticos dos grupos
- Fatores abióticos e bióticos que interferem na ocorrência e distribuição destes
organismos;
- Técnicas especiais de coleta, isolamento e identificação:
Métodos de iscagem
Meios especiais de isolamento
Identificação de espécimes
Preservação de espécimes
PRÁTICA
As aulas práticas envolverão o preparo dos diferentes meios de cultura, coleta, isolamento
e identificação de espécimes, bem como, uso e construção de chaves de identificação. O
objetivo maior das aulas práticas será proporcionar aos alunos a oportunidade do
reconhecimento dos diferentes grupos de organismos zoospóricos presentes na água e no
solo, bem como, sua importância nos diferentes ecossistemas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALEXOPOULOS, C.J., MIMS, C.W. & BLACKWELL, M. 1996. Introductory Mycology.
New York, John Wiley & Sons, Inc., 4th Edit., 869 p.
DICK, M.W. 1990b. Key to Pythium. Reading, UK, University of Reading Press.
90
DICK, M.W. 2001. Straminipilous Fungi: systematics of the Peronosporomycetes
including accounts of the marine straminipilous protists, the plasmodiophorids and
similar organisms. Kluwer Academic Publishers, Holanda, 670p.
DIGHTON, J., WHITE, J.F. & OUDEMANS, P. (eds.). 2005. The fungal community: its
organization and role in the ecosystem. CRC Press. 3rd ed. 936p.
DIX, N.J.& WEBSTER, J. 1995. Fungal ecology. Cambridge: Chapman & Hall, 549p.
FULLER, M.S. & JAWORSKY, A. 1987. Zoosporic fungi in teaching and research.
Athens, Ga., Southeastern Publishing Co, 303p.
HEITMAN, J., KRONSTAD, J.W.; TAILOR, J.W. & CASSELTON, L.A. 2007. Sex in
fungi: molecular determination and evolutionary implications. ASM press. 542p.
JOHNSON, T.W. Jr. 1956. The genus Achlya: morphology and taxonomy. Ann Arbor,
MI., University of Michigan Press.
JOHNSON JR., SEYMOUR, R.L. & PADGETT, D.E. 2002. Biology and systematics of
Saprolegniaceae. Disponível em > www.uncw.edu/people/padgett/book. Acesso em
Novembro/2002.
JOHNSON JR., T.W., SEYMOUR, R.L. & D.E. PADGETT. 2005. Systematics of the
Saprolegniaceae: New taxa. Mycotaxon 92: 1-10.
KARLING, J.S. 1977. Chytridiomycetarum Iconographia. Vaduz: J. Cramer, 414p.
KARLING, J.S. 1981. Predominantly holocarpic and eucarpic simple biflagellate
phycomycetes. Vaduz: J. Cramer. 252p.
KIRK, P. M., CANNON, P. F., MINTER, D.W. & STALPERS, J. A. (EDS.). 2008.
Dictionary of Fungi. 10th edition.
MILANEZ, A.I. 1989. Fungos de águas continentais. In Fidalgo, O. & Bononi, V.L.R.
coords. Técnicas de coleta, preservação e herborização de material botânica. São
Paulo, Instituto de Botânica, p. 17-20 (SMA Série Documentos).
MILANEZ, A.I., PIRES-ZOTTARELLI, C.L.A. & GOMES, A.L. (eds.). 2007. Brazilian
zoosporic fungi. São Paulo. 112p.
MUELLER, G.M., BILLS, G.F. & FOSTER, M.S. (eds.). 2004. Biodiversity of fungi.
Inventory and monitoring methods. Elsevier Academic Press, San Diego. 777p.
PLAATS-NITERINK, A.J. van der. 1981. Monograph of the genus Pythium. Studies in
Mycology 21: 332p.
SCOTT, W.W. 1961. A monograph of the genus Aphanomyces. Technical Bulletin. Va.
Agr. Exp. Station, 151: 106p.
SEYMOUR, R.L. 1970. The genus Saprolegnia. Beihefte Nova Hedwigia, 19: 124p.
SPARROW, F.K., Jr. 1960. Aquatic Phycomycetes, 2nd. Edit. Ann Arbor, Mich, University
of Michigan Press, 1181p.
TSUI, C.K.M. & HYDE, K.H. (eds.). 1998. Freshwater Mycology. Hong Kong. Fungal
Diversity Press, 350p.
91
PAF 15 - TAXONOMIA DE ALGAS EUCARIONTES DE ÁGUAS
CONTINENTAIS.
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dr. Carlos Eduardo de Mattos Bicudo e Dra. Andrea Tucci
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
20h
2 semanas
120 horas
8
25h
EMENTA
Visa a fornecer conhecimento taxonômico teórico, sobre os principais grupos de algas
eucariontes que ocorrem nos ambientes continentais brasileiros, e prático para
identificação, no nível gênero, das formas mais comuns nesses ecossistemas.
PROGRAMA RESUMIDO
TEORIA
1. Definição de alga.
2. Análise crítica dos principais sistemas de classificação em níveis divisão e classe.
3. Critérios taxonômicos para definição de ordens, famílias e gêneros em
Chlorophyceae,
Charophyceae,
Zygnemaphyceae,
Oedogoniophyceae,
Euglenophyceae,
Dinophyceae,
Chrysophyceae,
Xanthophyceae,
Bacillariophyceae, Cryptophyceae, Raphidophyceae e Rhodophyceae; estudo dos
principais representantes de cada classe na flora brasileira.
4. Polimorfismo em algas e suas implicações taxonômicas.
5. História dos estudos de águas continentais no Brasil.
PRÁTICA
1. Excursões na área do PEFI para coleta de material.
2. Exame de material ao microscópio para identificações de gêneros.
3. Construção de chaves artificiais para identificação de gêneros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIVROS
Bicudo, C.E.M. & Menezes, M. 2006. Gêneros de algas de águas continentais do Brasil:
chave para identificação e descrições. São Carlos: RiMa Editora. 489p. (2ª edição).
Parra O.O. & Bicudo, C.E.M. 1996. Introducción a la biología y sistematica de las algas de
aguas continentales. Concepción: Ediciones Universidad de Concepción. 268p.
van den Hoek, C., Mann, D.G. &Jahns, H.M. 1997. Algae: an introduction to phycology.
Cambridge: Cambridge University Press. 627p. (reimpressão).
PERIÓDICOS
Journal of Phycology
Phycologia
Algological Studies
European Journal of Phycology
Hoehnea
92
PAF 18 - BIORREMEDIAÇÃO AMBIENTAL
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dr. Dácio Roberto Matheus
COLABORADORES
Drª Vera Maria V. Vitali
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
4h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
12 semanas
120 horas
8
EMENTA
A disciplina objetiva dar ao aluno uma visão atual dos principais problemas de
contaminação ambiental do Brasil e do Estado de São Paulo, bem como os princípios
teóricos e a tendência atual da biorremediação ambiental, abordando as relações entre os
diferentes grupos de microrganismos e plantas utilizados nestes processos e os diferentes
poluentes a serem degradados e os ambientes a serem restaurados.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Contaminação ambiental química: histórico e situação atual
2. Biodegradação, ciclos bio-geoquímicos e crescimento microbiano
3. Biodegradação e biosorção de poluentes orgânicos e inorgânicos
4. Efeitos do ambiente e das estruturas químicas dos poluentes na biodegradação
5. Métodos de avaliação da biodegradabilidade de poluentes
6. Tecnologias de biorremediação: fitorremediação, micorremediação, outras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Alexander, M. 1999. Biodegradation and bioremediation, London: Academic Press, 453p
Bononi, V.L.R. (org.) 1998. Zigomicetos, basidiomicetos e deuteromicetos: noções básicas
de taxonomia e aplicações biotecnológicas, São Paulo: Instituto de Botânica, Secretaria
de Estado do Meio Ambiente, 184p.
Dupont, R.R.; Bruell, C.J.; Marley, M.C.; Downey, D.C.; Norris, R.D.; Hulling, S.G.;
Pivets, B. 1997. Innovative site remediation technology: design & application,
Bioremediation (v.1). Annapolis: American Academy of Environmental Engineers and
USEPA, 596p.
Khachatourians, G.G.; Arora, D.K., 2001. Applied Mycology and Biotechnology,
Amsterdam: ELSEVIER, v.1, 435p.
Leeson, A., Foote, E.A., Banks, M.K., Magar, V.S. Phytoremediation, wetlands and
sediments (v.6). Columbus: Battelle Press, 383p.
93
DISCIPLINAS
PVA
ÁREA DE PLANTAS VASCULARES
94
PVA 01 - ASPECTOS FITOGEOGRÁFICOS NA GESTÃO DO MEIO
AMBIENTE
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dr. Sergio Romaniuc Neto
PROFESSOR COLABORADOR
Um professor será convidado (do Brasil ou estrangeiro) para aprofundar temas inerentes a
disciplina.
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
15 semanas
90 horas
6
EMENTA
Fornecer informações sobre a prática em gestão do meio ambiente nos países tropicais com
ênfase para a América Latina e especialmente para o Brasil. Capacitar o aluno a analisar os
aspectos taxonômicos e biogeográficos dos componentes bióticos, com ênfase para os
vegetais, como elementos fundamentais passiveis de serem utilizados nas políticas de
conservação de espaços e espécies. Propiciar ao aluno experimentar os conhecimentos
adquiridos através de ensaios práticos baseados em estudo de caso.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Biogeografia e fitogeografia: conceitos básicos;
2. Características e classificação dos ecossistemas tropicais: principais formações
vegetais brasileiras;
3. Analise taxonômica e fitogeográfica dos componentes bióticos, com ênfase para os
vegetais, como elementos fundamentais passíveis de serem utilizados nas políticas
de conservação de espaços e espécies;
4. Dispositivos científicos e legais de proteção dos espaços e das espécies;
5. Degradação dos meios naturais e a perda da biodiversidade;
6. Instrumentos para a conservação: metodologias aplicáveis na análise e classificação
de espaços e espécies;
7. Ensaio prático baseado em estudo de caso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Blondel, J. 1995. Biogéographie: approche écologique et évolutive. Masson, Paris. 297p.
Brow, J.H. & Lomolino, M.V. 2006. Biogeografia. Editora FUNPEC, Ribeirão Preto, 2a
ed. rev. ampl. 692p.
Carvalho, C.J.B. & Almeida, E.A. 2010. Biogeografia da América do Sul: padrões e
processos. Roca Editra, Sao Paulo. 306p.
Cox, C.B. & Moore, P.D. 2009. Biogeografia: uma abordagem ecológica e evolucionária.
Editora LTC, Rio de Janeiro. 398p.
Crisci, J.V. et al. 2003. Historical Biogeography. Harvard University Press, Cambridge.
250p.
95
Fernandes, A. 2007. Fitogeografia brasileira. Editora UFC, Fortaleza. 3a ed. 183p.
Hallam A. 1994. An outline of phanerozoic biogeography. Oxford Biogeography Series
10. Oxford University Press, Oxford. 246p.
Humphries C.J. & Parenti L.R. 1986. Cladistic biogeography. Clarendon Press, Oxford.
187p.
IUCN (The World Conservation Union). 1994. IUCN red list categories prepared by IUCN
Species Survival Commission, as approved by the 40th Meeting of IUCN Council.
Gland, Switzerland.
Lacoste, A. & Salanon, R. 1999. Éléments de biogéographie et d’écologie. Nathan
Université. Paris. 2a ed. 318p.
Lage, A. & Métalilé, G. 2005. Dictionaire de biogéographie végétale. CNRS, Paris. 579p.
Leadlay, E. & Jury, S. (eds.). 2006. Taxonomy and plant conservation. Cambridge
University Press., New York. 343p.
Lomolino, M.V. et al. (eds.). 2004. Foundations of biogeography. The University of
Chicago Press, Chicago. 1291p.
Nelson G.J. & Platnik N.I. 1981. Systematics and biogeography : cladistics and vicariance.
Columbia University Press, New York. 698p.
Prance G.T. 1982. A review of the Phytogeographic evidences for Pleistocene Climate
Changes in the Neotropics. Ann. Missouri Botanical Garden 69 : 594-624.
Rizzini C.T. 1979. Tratado de Fitogeografia do Brasil. HUCITEC/EDUSP, São Paulo,
Brasil. 747p.
Rocha, C.F.D. et l. 2006. Biogografia da conservação: Essências. Editora RiMa, São
Carlos. 582p.
Sampaio A.J. 1945. Fitogeografia do Brasil. Biblioteca Pedagógica Brasileira ser. 5a. v. 35
Companhia Editora Nacional, São Paulo. 372 p.
Schnell R. 1987. La Flore et la Végétation de l'Amérique Tropicale. Masson, Paris. Vol. 1:
480p. et vol. 2: 448p.
Singaravelou, M. 1997. Pratiques de gestion de l'environnement dans les pays tropicaux.
DYMSET & CRET, Talence. 558p.
Smith L.B. 1962. Origins of the flora of southern of the brazil. Contributions from the
United States National Herbarium 35(3/4): 215-250.
Zunino, M. & Zullini, A. 2003. Biogeografía: la dimensión especial de la evolución. Casa
Editrice Ambrosiana, México, DF. 359p.
96
PVA 03 - BIOLOGIA DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS
TROPICAIS
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dr. José Marcos Barbosa e Dr. Nelson Augusto dos Santos Junior
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
15 semanas
90 horas
6
EMENTA
A disciplina objetiva discutir os eventos biológicos do processo de formação, maturação e
germinação de sementes de formações vegetais tropicais, bem como associá-los à
tecnologia de produção de sementes de espécies florestais. As discussões serão
direcionadas considerando os conhecimentos nas áreas da tecnologia, ecofisiologia e
biologia de sementes, sob o foco da conservação e restauração de florestas e as interfaces
com outras áreas da botânica, como ferramenta para melhor compreender os diversos
eventos ocorrentes nestas formações vegetais.
PROGRAMA RESUMIDO
O programa envolverá:
1. Sistemas reprodutivos em plantas, ecologia floral e noções de seleção de matrizes
2. Origem, estrutura e formação dos diásporos
3. Maturação de frutos/ sementes
4. Tecnologia de produção de sementes tropicais (colheita ,beneficiamento, secagem e
armazenamento).
5. Germinação, dormência e vigor de sementes
6. Análise de sementes tropicais
7. Síndromes de dispersão de sementes em ecossistemas naturais
8. Sucessão ecológica e ecofisiologia de sementes
9. A pesquisa com sementes tropicais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Aguiar, I.B.; Piña-Rodrigues, F.C.M. & Figliolia, M.B. (coord.) 1993. Sementes Florestais
Tropicais. Brasília: ABRATES. 350p.
Bewley, J.D. & Black, M. 1985. Seeds: physiology of development and germination., New
York: Plenum Press. 367p.
Brasil. 2009. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Regras para análise de
sementes. Brasília. 399p.
Carvalho, N.M. & Nakagawa, J. 1988. Sementes: ciência, tecnologia e produção. 3 ed.
Campinas: Fundação Cargill. 424p.
Davide, A.C. & Silva, E.A.A. 2008. Produção de sementes e mudas de espécies florestais.
Lavras: UFLA. 180p.
Ferreira, A.G. & Borghetti, F. 2004. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre:
Editora Artmed. 324p.
Kigel, J. & Galili, G. 1995. Seed development and germination. New York: Marcel
Dekker. 853p.
97
Raven, P.H.; Evert, R.F. & Eichhorn, S.E. 2001. Biologia vegetal. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
Santana, D.G. & Ranal, M.A. 2004. Análise da germinação: um enfoque estatístico.
Brasília, Ed Universidade de Brasília. 248p.
98
PVA 04 - BIOMONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR COM
PLANTAS
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dra. Marisa Domingos
PROFESSORAS COLABORADORAS
Dra. Silvia Ribeiro de Souza, Dra. Edenise Segala Alves, Dra. Patricia Bulbovas, Dra.
Carla Zuliani Sandrin Camargo
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
15h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
10h
3 semanas
120 horas
8
EMENTA
Pretende-se mostrar como a qualidade do ar pode ser alterada pela emissão de poluentes,
como as plantas ou populações/comunidades vegetais reagem a esses poluentes e de que
forma tais reações podem ser utilizadas como indicadoras para a avaliação da qualidade do
ar, em centros urbanos e/ou industriais. Espera-se dar ao aluno base conceitual para
desenvolver pesquisas visando ao monitoramento biológico da qualidade do ar, utilizando
plantas.
PROGRAMA RESUMIDO
Por meio de aulas teóricas, os seguintes temas serão abordados:
Poluentes atmosféricos: conceitos e tendências globais;
Efeitos de poluentes atmosféricos em plantas, considerando os diferentes níveis da
organização biológica;
Biomonitoramento: conceitos e aplicações;
Plantas bioindicadoras: exemplos e aplicações;
Análise critica da aplicabilidade dos métodos físicos e químicos para
monitoramento de qualidade do ar;
Análise crítica sobre a eficiência de plantas para monitoramento qualidade do ar.
Em aulas práticas, os alunos terão oportunidade de conhecer alguns métodos aplicados
em biomonitoramento da qualidade do ar, utilizando plantas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Agrawal SB & Agrawal M (eds.). 2000. Environmental pollution and plant responses.
Lewis Publishers, Boca Raton.
Arndt U, Flores F & Weinstein L. 1995. Efeitos do flúor sobre as plantas. Diagnose de
danos na vegetação do Brasil. Editora da Universidade, Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre.
Arndt, U. & Schweiger, B. 1991. The use of bioindicators for environmental monitoring in
tropical and subtropical countries. In Ellenberg et al. Biological monitoring. Signals
from the environment. Vieweg. Eschborn. pp. 199-298.
Bray, E.A., Bailey-Serres, J. & Weretilnyk, E. 2000. Responses to abiotic stresses. In:
Biochemistry & Molecular Biology of Plants, B.B. Buchanan, W. Gruissen, R.L.
99
Jones (eds.). American Society of Plant Physiologists (USA), New York, pp. 11581203.
Dässler HG & Bortitz S. 1988. Air pollution and its influence on vegetation. Dr W. Jung
Publishers, Dordrecht.
De Temmerman, L., Bell, J.N.B., Garrec, J.P., Klumpp, A., Krause, G.H.M. & Tonneijck,
A.E.G. 2004. Biomonitoring of air pollutants with plants – considerations for the
future. In: Proceedings of Eurobionet 2002 – Urban Air Pollution, Bioindication and
Environmental Awareness, A. Klummp, W. Ansel & G. Klummp (eds.). pp. 337-373.
Ellenberg, H. 1991. Bioindicators and biological monitoring. In Biological Monitoring.
Signals from the environment (Ellenberg et al., eds.). Friedr. Vieweg & Sohn
Verlagsgesellschaft mbH, Braunschweig, p. 13-127.
Freedman B. 1995. Environmental ecology. The ecological effects of pollution,
disturbance, and other stresses. 2nd ed. Academic Press, New York.
ICP – Forest. 2004. United Nations Economic Commission for Europe Convention on
Long-range Transboundery Air Pollution – International Co-operative Programme on
Assessment and Monitoring of Air Pollution Effects on Forests. Manual on methods
and criteria for harmonized sampling, assessment, monitoring and analysis of the
effects of air pollution on forests Part I – Mandate of ICP Forests and Programme
Implementation.
ICP – Forest. 2004. United Nations Economic Commission for Europe Convention on
Long-range Transboundery Air Pollution – International Co-operative Programme on
Assessment and Monitoring of Air Pollution Effects on Forests. Manual on methods
and criteria for harmonized sampling, assessment, monitoring and analysis of the
effects of air pollution on forests Part X – A. Monitoring of Air Quality.
ICP – Forest. 2005. United Nations Economic Commission for Europe Convention on
Long-range Transboundery Air Pollution – International Co-operative Programme on
Assessment and Monitoring of Air Pollution Effects on Forests. Manual on methods
and criteria for harmonized sampling, assessment, monitoring and analysis of the
effects of air pollution on forests Part IV – Sampling and Analysis of needles and
leaves.
ICP – Forest. 2006. United Nations Economic Commission for Europe Convention on
Long-range Transboundery Air Pollution – International Co-operative Programme on
Assessment and Monitoring of Air Pollution Effects on Forests. Manual on methods
and criteria for harmonized sampling, assessment, monitoring and analysis of the
effects of air pollution on forests. Part III – A Sampling and Analysis of Soil
ICP – Forest. 2006. United Nations Economic Commission for Europe Convention on
Long-range Transboundery Air Pollution – International Co-operative Programme on
Assessment and Monitoring of Air Pollution Effects on Forests. Manual on methods
and criteria for harmonized sampling, assessment, monitoring and analysis of the
effects of air pollution on forests. Part VI – Sampling and Analysis of Deposition
ICP – Forest. 2006. United Nations Economic Commission for Europe Convention on
Long-range Transboundery Air Pollution – International Co-operative Programme on
Assessment and Monitoring of Air Pollution Effects on Forests. Manual on methods
and criteria for harmonized sampling, assessment, monitoring and analysis of the
effects of air pollution on forests. Part II – Visual Assessment of Crown Condition
Manning, W.J. & Feder, W.A. 1980. Biomonitoring air pollutants with plants. Applied
Science Publishers Ltd., London.
Markert B. 1994. Plants as biomonitors – potential advantages and problems. In
Biogeochemistry of trace elements (DC Adriano, ZS Chen & SS Yang, eds.). Science
and Technology Letters, Nrthwood, pp. 601-613.
100
Mulgrew A & Williams P. 2000. Biomonitoring of air quality using plants. WHO
Collaborating Centre for Air Quality Manegement and Air Pollution Control/Federal
Environmental Agency-Germany, Report 10, Berlin.
Rengel Z. 1997. Mechanisms of plant resistance to toxicity of aluminium and heavy
metals. In Mechanisms of environmental stress resistance in plants (AS Basra & RK
Basra, eds.). Hardwood Academic Publishers, Australia, pp. 241-276.
VDI – Verein Deutscher Ingenieure. 1999. Biological measuring techniques for the
determination and evaluation of effects of air pollutants on plants. Fundamentals and
aims. VDI 3957/1. VDI/DIN Handbuch Reinhaltung der Luft, Vol. 1a, Beuth, Berlin.
VDI - Verein Deutscher Ingenieure. 2003. Biological measuring techniques for the
determination and evaluation of effects of air pollutants on plants (bioindication).
Determination and evaluation of the phytotoxic effects of photooxidants. Method of
the standardized tobacco exposure. VDI 3957/6. VDI/DIN Handbuch Reinhaltung der
Luft, Vol. 1a, Beuth, Berlin.
VDI – Verein Deutscher Ingenieure. 2003. Biological measuring techniques for the
determination and evaluation of effects of air pollutants on plants (bioindication).
Method of standardised grass exposure. VDI-Guideline 3957/2 (draft). In: VDI/DIN
Handbuch Reinhaltung der Luft, Beuth Verlag, Berlin, Vol. 1a.
101
PVA 08 - DIVERSIDADE E TAXONOMIA DE FANERÓGAMAS COM
ESPECIAL ENFOQUE EM MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DE
SÃO PAULO
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
Dra. Inês Cordeiro e Dr. Eduardo Luís Martins Catharino
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
4h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
10 semanas
90 horas
6
EMENTA
Fornecer conhecimentos teórico-práticos sobre a taxonomia dos grupos de fanerógamas
que ocorrem em Mata Atlântica no Estado de São Paulo, capacitando o aluno a reconhecer
as principais famílias e gêneros ocorrentes nesse ecossistema.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Introdução à Sistemática Filogenética.
2. Morfologia e Taxonomia das principais ordens e famílias de Angiospermas com
base no APG III.
3. Taxonomia das principais famílias e gêneros de Angiospermas da Mata Atlântica
no Estado de São Paulo.
Avaliação: Os estudantes serão avaliados pela participação nas aulas teóricas e práticas, e
por relatório escrito sobre as aulas práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APG III. 2009. Un update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the
orders and families of flowering plants: APG III. Botanical Journal of the Linnean
Society 161:105-121.
Barroso, G.M. 1978. Sistemática de Angiospermas do Brasil v.1. Universidade de São
Paulo, São Paulo..
Barroso, G.M. 1984. Sistemática de Angiospermas do Brasil v. 2. Universidade Federal de
Viçosa, Viçosa.
Barroso, G.M. 1986. Sistemática de Angiospermas do Brasil v. 3. Universidade Federal de
Viçosa, Viçosa.
Judd, W. S; Campbell, C. S; Kellog, E. A; Stevens, P. F.; Donoghue, M.J. 2009.
Sistemática Vegetal – um Enfoque Filogenético. 3ª ed. Artmed, Porto Alegre.
Ferri, M.G., Menezes, N.L. & Monteiro, W.R. 2005. Glossário Ilustrado de Botânica.
reimpressão da 1ª ed. Nobel, São Paulo.
Gonçalves, E.G. & Lorenzi, H. 2007. Morfologia Vegetal. Instituto Plantarum, Nova
Odessa.
Souza, V.C. & Lorenzi, H. 2008. Botânica Sistemática, 2ª edição. Instituto Plantarum,
Nova Odessa.
Wanderley, M.G.L., Sheperd, G.J. & Giulietti, A,M. (coords.) 2001. Flora Fanerogâmica
do Estado de São Paulo v. 1. FAPESP/HUCITEC, São Paulo.
102
Wanderley, M.G.L., Sheperd, G.J. & Giulietti, A,M. (coords.) 2002. Flora Fanerogâmica
do Estado de São Paulo v. 2. FAPESP/HUCITEC, São Paulo.
Wanderley, M.G.L., Sheperd, G.J. & Giulietti, A,M. (coords.) 2003. Flora Fanerogâmica
do Estado de São Paulo v. 3. FAPESP/RIMA, São Paulo.
Wanderley, M.G.L., Sheperd, G.J. & Giulietti, A,M. (coords.) 2005. Flora Fanerogâmica
do Estado de São Paulo v. 4. FAPESP/RIMA, São Paulo.
Wanderley, M.G.L., Sheperd, G.J. & Giulietti, A,M. (coords.) 2007. Flora Fanerogâmica
do Estado de São Paulo v.5. FAPESP/Instituto de Botânica, São Paulo.
Wanderley, M.G.L., Sheperd, G.J. & Giulietti, A,M. (coords.) 2009. Flora Fanerogâmica
do Estado de São Paulo v. 6. FAPESP/Instituto de Botânica, São Paulo.
103
PVA 15 - MÉTODOS
FLORÍSTICOS
QUALITATIVOS
EM
INVENTARIOS
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dra. Gerleni Lopes Esteves
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
15h
10h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
5h
3 semanas
90 horas
6
EMENTA
Abordagem sobre a metodologia usual para a realização de inventários florísticos
fornecendo ao aluno conhecimentos básicos sobre coleta, identificação e descrição de
material botânico, bem como sua inclusão e manutenção no herbário.
PROGRAMA RESUMIDO
1.
Levantamento bibliográfico
2.
Coleta
3.
Herborização
4.
Identificação
5.
Descrição
6.
Ilustração
7.
Montagem de material
8.
Inclusão de material no herbário
9.
Manutenção no herbário
10.
Intercâmbio de material botânico
11.
Publicação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIVROS
Barroso, G.M.; Guimarães, E.F.; Ichaso, C.L.F.; Costa, C.G. & Peixoto,. A.L. 1978.
Sistemática de Angiospermas no Brasil. Livros técnicos e científicos, Rio de Janeiro,
Editora S.A.; São Paulo, EDUSP, vol. 1.
Barroso, G.M.; Peixoto, A.L.; Ichaso, C.L.F.; Costa, C.G.; Guimarães, E.F. & Lima, H.C.
1984/1986. Sistemática de Angiospermas no Brasil. Imprensa Universitária,
Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, vols 2, 3.
Holmgren, P.K.; Holmgren, N.H. & Barbett, L. 1990. Index herbariorum, 8th ed New York
Botanical Garden. New York. 693p.
Lawrence, G.H.M. 1951. Taxonomy of vascular plants, vol. 2. Macmillan Company, New
York, 855p.
Martius, C.F.P. (ed.) 1840-1906. Flora Brasiliensis. Typographia Regia. Monachii, 15 vol.
Mori, S. A.; Silva, L.A.M.; Lisboa, G & Coradin, L. 1985. Manual de manejo do herbário
fanerogâmico. Centro de Pesquisas do Cacau, Ilhéus-Itabuna. 97p.
Radford, A.E.; Dickison, W.C.; Massey, J.R. & Bell, C.R. 1974. Vascular plant
systematics. Haper & Row, publishers, New York, 891p.
PERIÓDICOS:
104
Annals of Missouri Botanical Garden - Flora of Panama.
Flora Fanerogâmica da Ilha do Cardoso, Cananéia, SP.
Flora Ilustrada Catarinense, Santa Catarina.
Hoehnea - Flora do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP.
105
PVA 16 - MÉTODOS QUANTITATIVOS EM INVENTÁRIOS
FLORÍSTICOS
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
Dra. Maria Margarida da Rocha Fiuza de Melo e Dr. Eduardo Pereira Cabral Gomes
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
3h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
10 semanas
90 horas
6
EMENTA
Oferecer aos alunos de pós-graduação conhecimentos básicos sobre os métodos
quantitativos utilizados em estudos de vegetação, visando subsidiar estudos de
preservação, recuperação e manejo de áreas naturais ou alteradas.
PROGRAMA RESUMIDO
TEORIA
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Conceituação
Evolução histórica
Métodos de levantamentos fitossociológicos
Parâmetros fitossociológicos
Estrutura vertical e de tamanho da floresta
Métodos de ordenação
PRÁTICA
Serão realizadas práticas na área florestal da Reserva do Parque Estadual das Fontes do
Ipiranga, São Paulo, SP.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Braun-Blanquet, J. 1979. Fitosociologia: bases para el estudio de las comunidades
vegetales. Trad. JO, J.L. Rosario, H. Blume. xx + 820 p.
Daubenmire, R. 1968. Plant communities. A textbook of plant synecology. New York:
Harper & Row.
Greig-Smith, P. 1983. Quantitative Plant Ecology. 3rd ed. Oxford, Blackwell. xiv + 359 p.
(Studies in Ecology vol. 9).
Kershaw, K.A. & Looney, J.H.H. 1985. Quantitative and Dynamic Plant Ecology. 3rd. ed.
London, Edward Arnold. vi + 282 p.
Krebs, C.J. 1989. Ecological metodology. Harper & Row, New York. 654p.
Martins, F.R. 1991. Estrutura de uma floresta mesófila. Editora da UNICAMP, Campinas.
246p.
Matteucci, S.D. & Colma, A. 1982. Metodologia para el Estudio de la vegetacion.
Washington, OEA. vi + 168 p. (série de biologia, monografia no 22).
Moore, P.D. & Chapman, S.B. 1986. Methods in Plant Ecology. 2nd. ed. New York, John
Wiley & Sons, xvii + 589 p.
Mueller-Dombois, D. & Ellenberg, H. 1974. Aims and Methods of Vegetation Ecology.
New York, John Wiley & Sons + 547 p.
106
Pielou, E.C. 1974. Population and community ecology. Principles and methods. New York,
Gordon and Breach Science Publ. viii + 424 p.
Kindt, R. & R. Coe. 2005. Tree diversity analysis. A manual and software for common
statistical metnhods for ecological and biodiversity studies. Nairuobi: World
Agroforestry Centre.
OBS: http://www.worldagroforestry.org/resources/databases/tree-diversity-analysis (livro
em pdf e software gratuitos, pelo Centro Mundial de Agroforestras da FAO)
PERIÓDICOS
Acta Amazônica; Acta Botanica Brasilica; American Naturalist; Biotropica; Boletim do
Instituto de Botânica; Ecological Monographs; Ecology; Forest Ecology and Management;
Journal of Ecology; Journal of Tropical Ecology; Oecologia; Oikos; Revista Brasileira de
Botânica; Science; Tropical Ecology; Vegetation
107
PVA 18 – PRINCÍPIOS, FERRAMENTAS E AÇÕES PARA A
RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁREAS DEGRADADAS
Disciplina intitulada “Princípios da recuperação vegetal de áreas degradadas” até 2010.
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dr. Luiz Mauro Barbosa
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
3h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
15 semanas
120 horas
8
EMENTA
A disciplina abordará os principais conhecimentos e técnicas sobre a restauração ecológica,
visando à recuperação ambiental de ecossistemas degradados, danificados ou destruídos.
Serão discutidos os processos ecológicos envolvidos na conservação e restauração,
destacando-se os conceitos, modelos, generalizações e predições, embasados em métodos
científicos ou técnicas validadas por meio da experimentação. Adicionalmente, serão
apresentadas e discutidas as implicações legais da conservação da biodiversidade e
restauração ecológica, com ênfase nas degradações de áreas de preservação permanente
(APP), na compensação ambiental de empreendimentos licenciados ou de passivos
ambientais e na constituição de reserva legal.
PROGRAMA RESUMIDO
AULAS TEÓRICAS
1. Introdução – histórico da restauração de áreas degradadas
2. Conceitos e referências sobre restauração e conservação
3. Situações e modelos de restauração de áreas degradadas
4. Dinâmica das florestas tropicais, biodiversidade e sucessão ecológica
5. Legislação ambiental básica (instrumentos legais e práticas de restauração)
6. Diagnóstico dos estágios e regeneração de florestas naturais
7. Restauração vegetal em floresta: Atlântica, Cerrado, Mata Ciliar, Restinga
8. Tecnologia e produção de sementes e mudas nativas
9. Formação de viveiros florestais de espécies nativas
10. Indicadores universais para monitoramento de áreas degradadas (a busca da
sustentabilidade das áreas restauradas e o resgate da biodiversidade em
paisagens fragmentadas e antropizadas)
AULAS PRÁTICAS
1. Aplicação de questionário para avaliação de conhecimento (início e final)
2. Elaboração de projetos de restauração de área degradada
3. Visitas a campo em áreas restauradas (casos de sucesso e insucesso)
4. Diagnóstico dos estágios de regeneração de florestas naturais
5. Visita a viveiro florestal
6. Tecnologia de colheita de sementes de espécies nativas.
7. Visita a unidade de pesquisa e tecnologia de sementes
8. Discussão de trabalhos práticos de restauração ecológica
108
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Aguiar, I.B.; Pinã-Rodrigues, F.C.M. & Figliolia, M.B. (coords.). Sementes Florestais
Tropicais Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes, Brasília (DF). 350p.
1993.
ARAUJO, F.S.; MARTINS, S.V.; MEIRA-NETO, J.A.A.; LANI, J.L. Florística da
vegetação arbustivo-arbórea colonizadora de uma área degradada por mineração de
caulim, em Brás Pires, MG. Revista Árvore, v.29, n.6, p.983-992, 2005.
BARBOSA, K.C. PIZO., M.A. Seed Rain and Seed Limitation in a Planted Gallery Forest
in Brazil. Restoration Ecology, v. 14 *n.4), p. 504-515, 2006.
BARBOSA, L.M. (Coord.). Modelos de repovoamento vegetal para proteção de sistemas
hídricos em áreas degradadas dos diversos biomas no Estado de São Paulo. São Paulo:
SMA/FAPESP. Relatório de Atividades Parcial da 2ª fase. Projeto FAPESP, Políticas
Públicas, 203p. 2002.
BARBOSA, L.M. (Coord.). Workshop sobre recuperação de áreas degradadas da serra do
mar e formações florestais litorâneas, 1., 2000, São Paulo. Anais... São Paulo:
Secretaria do Meio Ambiente, 2000.
BARBOSA, L.M. Estudos interdisciplinares do Instituto de Botânica em Mogi-Guaçu, SP.
In: Simpósio sobre mata ciliar, 1., 1989. Campinas. Anais... Campinas: Fundação
Cargill. p.171-191. 1989
BARBOSA, L.M. Inovação na geração e aplicação do conhecimento sobre a
biodiversidade para o desenvolvimento sustentado em São Paulo. In: Seminário
temático sobre recuperação de áreas degradadas, 1., São Paulo. Anais... São Paulo,
2003, p.13-20, 2003
BARBOSA, L.M. Manual para recuperação de áreas degradadas do Estado de Sâo Paulo:
Matas Ciliares do Interior Paulista. São Paulo: Instituto de Botânica, 129 p., 2006.
BARBOSA, L.M., Anais do II Simpósio sobre Recuperação de Áreas Degradada: MogiGuaçu: Faculdade Municipal Professor Franco Montoro (FMPFM), 161p. 2008.
BARBOSA, L.M., Anais do III Simpósio sobre Recuperação de Áreas Degradadas. São
Paulo: Instituto de Botânica, 290 p., 2009.
BARBOSA, L.M., (coord.), BARBOSA, K.C.
BARBOSA, J,M., FILDAGO,A.
RONDON, J. NEVES., JUNIOR, N. MARTINS.S., CASAGRANDE, J.C.,
CARLONE. N.P.. Estabelecimento de políticas públicas para recuperação de áreas
degradadas no Estado de São Paulo: o papel das instituições de pesquisa e Ensino.
Revista Brasileira de Biociências. Porto Alegre: Porto Alegre, v.5 p. 162-164., 2008.
BARBOSA, L.M., BARBOSA, K.C., BARBOSA, T.C., A importância da biodiversidade
nas ações de restauração florestal no Estado de São Paulo. Memórias do Conselho
Cientifico da Secretaria do Meio Ambiente. A Síntese de um ano de conhecimento
acumulado, p.118 – 141, 2009.
BARBOSA, L.M., J.M., BARBOSA, K.C., POTOMATI, A., MARTINS, S.E., ASPERTI,
L.M. Recuperação florestal com espécies nativas no Estado de São Paulo: pesquisa
apontam, mudanças necessárias. Florestar Estatístico , v.6 p. 28-34, 2003.
BARBOSA, L.M., MANTOVANI, W., Degradação ambiental conceituação e bases para o
repovoament6p vegetal In: Recuperação de área degradadas da Serra do Mar e
formações florestais litorâneas. Anais... São Paulo: SMA p. 33-49, 2000.
BARBOSA, L.M.; BARBOSA, T.C.; BARBOSA, K.C. Diversificando o reflorestamento
heterogêneo com espécies nativas para recuperação de matas ciliares: orientações,
ferramentas e procedimentos técnico-científicos disponibilizados pelo Instituto de
Botânica – SMA. In: SIMPÓSIO DE ATUALIZAÇÃO EM RECUPERAÇÃO DE
109
ÁREAS DEGRADADAS, 2., Mogi-Guaçu. Anais... Mogi-Guaçu , 2008. p.04-25.
2008
BARBOSA, L.M.; SANTOS JÚNIOR, N.A. (Orgs.). A Botânica no Brasil: pesquisa,
ensino e políticas públicas ambientais. São Paulo: Sociedade Botânica do Brasil, 2007.
BARBOSA, L.M.A situação atual da recuperação de áreas degradadas no Estado de São
Paulo e a importância da Resolução SMA 21 de 21/11/2000, p. 31-32. In: Manual
prático para recuperação de áreas degradadas e Anais do seminário regional sobre
recuperação de áreas degradadas: conservação e manejo de formações florestais
litorâneas. 2003, Ilha Comprida Anais... Ilha Comprida: Secretaria do Meio Ambiente
de São Paulo e Prefeitura de Ilha Comprida, 85p. 2003.
BARBOSA, L.M. (Org.). SIMPÓSIO SOBRE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS
DEGRADADAS, 3., 2009, São Paulo. Anais... São Paulo,. 289p. 2009.
BRANCALION, P.H., RODRIGUES, R.R, GANDOLFI S., KAGEYAMA, P.Y., NAVE
A.G., GANDARA, F.B., BARBOSA, L.M., TABARELLI, M. Instrumentos legais
podem contribuir para a restauração de florestas tropicais biodiversas, Revista Árvore,
Viçosa-MG, v.34, n.3, p.455-470, 2010.
Jansen D.H. Ecologia Vegetal nos Trópicos. EPU/EDUSP, São Paulo (SP) 79p. 1977
KAGEYAMA, P.Y.A biodiversidade como ferramenta em agroecossistemas. In:
BARBOSA, L.M.; SANTOS JR, N.A. (Orgs.). A Botânica no Brasil: pesquisa, ensino
e políticas públicas ambientais. São Paulo, p.83-87. 2007
KRICHER, J.C. Neotropical Companion: An Introduction to animals, plants and
ecosystems of the New World Tropics. Princeton University Press. New Jersey. 435 p.
1990.
RODRIGUES, R.R.; BONONI, V.L.R. Diretrizes para conservação e restauração da
biodiversidade no Estado de São Paulo. São Paulo: Instituto de Botânica, 248p. 2008.
7
RODRIGUES, R.R.; MARTINS, S.V.; BARROS, L.C. Tropical rain forest regeneration in
an area degraded by mining in Mato Grosso State, Brazil. Forest ecology and
management, v.190, p. 323-333, 2004.
SÃO PAULO. Resolução SMA 08 de janeiro de 2008. Altera e amplia as Resoluções SMA
21 de 21 de novembro de 2001, SMA 47 de 26 de novembro de 2003 e SMA 08 de
março de 2007. Fixa orientações para os reflAguiar, I.B.; Pinã-Rodrigues, F.C.M. &
Figliolia, M.B. (coords.). Sementes Florestais Tropicais Associação Brasileira de
Tecnologia de Sementes, Brasília (DF). 350p. 1993.
110
PVA 19 - TAXONOMIA E DISTRIBUIÇÃO DE PLANTAS EPÍFITAS
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
Dr. Fábio de Barros
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
15 semanas
90 horas
6
EMENTA
Tendo em vista a importância das plantas epífitas como indicadoras de modificações
ambientais, o curso tem por objetivo fornecer aos alunos uma base para o reconhecimento
delas, tanto no aspecto taxonômico (morfologia, coleta e identificação) quanto em relação
às características biológicas e ecológicas (distribuição, peculiaridades fisiológicas,
adaptações, etc.).
PROGRAMA RESUMIDO:
- Introdução ao epifitismo
- Principais classificações aplicadas às plantas epífitas
- Distribuição de epífitas e fatores condicionantes do epifitismo
- Plantas epífitas como indicadores ambientais
- Principais grupos vegetais com representantes epífitas
- Epífitas não vasculares: Briófitas e Liquens
- Samambaias epífitas
- Fanerógamas epífitas
- Caracterização morfológica e taxonômica das principais famílias com representantes
epifíticos
- Aulas práticas de identificação de famílias e gêneros de epífitas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BENZING, D.H. 1987. Vascular epiphytism: traxonomic participation and adaptative
diversity. Annals of the Missouri Botanical Garden 74: 183-204.
BENZING, D.H. 1990. Vascular epiphytes. General biology and related biota. Cambridge
University Press, Cambridge. 354p.
GENTRY, A.H. & DODSON, C.H. 1987. Diversity and Biogeography of Neotropical
Vascular Epiphytes. Annals of the Missouri Botanical Garden 74: 205-233.
KERSTEN, R.A. 2010. Epífitas vasculares - Histórico, participação taxonômica e aspectos
relevantes com ênfasee na Mata Atlântica. Hoehnea 37(1): 9-38.
KRESS, W.J. 1986. The systematic distribution of vascular epiphytes: an update. Selbyana
9: 2-22.
LÜTTGE, U. (Ed.). 1989. Vascular plants as epiphytes: Evolution and ecophysiology.
Ecological Studies v. 76. Springer-Verlag, Berlin. 270p.
111
PVA 20 - TÉCNICAS DE PROPAGAÇÃO IN VITRO DE
PLANTAS TROPICAIS
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dr. Edison Paulo Chu
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
2h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
12 semanas
60 horas
4
EMENTA:
A disciplina visa fornecer uma ampla visão da cultura de tecidos, seu potencial na
propagação vegetal permitindo desenvolver metodologias específicas para espécies não
produtoras de sementes viáveis, capacitando os alunos a conduzir experimentos básicos em
fisiologia vegetal (ensaios totalmente controlados a partir de clones de um único
indivíduo), a participar de programas de melhoramento genético com ênfase na sua
diversidade e potencial econômico além de bancos de germoplasma, produção de
compostos de interesse industrial envolvendo a biotecnologia e organismos geneticamente
modificados.
PROGRAMA RESUMIDO:
Apresenta os seguintes tópicos:
1. organização de um laboratório de cultura de tecidos vegetais;
2. seleção do meio de cultura e nutrientes para tecidos e células vegetais;
3. determinação da viabilidade e crescimento de explantes;
4. controle hormonal do crescimento e desenvolvimento;
5. organogênese e manutenção de calos, embriões somáticos, protoplastos e
suspenção de células vegetais;
6. micropropagação de gemas apicais, gemas axilares e embriões isolados;
7. micropropagação de briófitas, palmas, gimnospermas, gramíneas e orquídeas;
8. aclimatação de plantas micropropagadas;
9. armazenamento de germoplasma e criopreservação;
10. culturas específicas e biotecnologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Bhojwani & Razdan, M. K. 1996 Plant Tissue Culture: Theory and Practice, a Revised
Edition. Amsterdam: Elsevier, 779pp.
Davey, M. & Anthony, P. 2010 Plant Cell Culture. Essential Methods. Hoboken: John
Wiley & Sons, 341pp.
Debergh, P. C. & Zimmerman, R. H. (eds) 1991 Micropropagation. Technology and
Application, Dordrecht: Kluwer Academic Press, 484pp.
George, E. F.; Hall, M. A. & Klerk, G-J. D. 2008 Plant Propagation by Tissue Culture
Volume 1. The Background. 3rd Edition. Dordrecht: Springer, 504pp.
Jain, S. M. & Ochatt, S. J. (eds) 2010 Protocols for In Vitro Propagation of Ornamental
Plants. New York: Humana Press, 400pp.
112
Lindsey, H. (ed.) 1991 Plant Tissue Culture Manual. Fundamentals and Applications,
Dordrecht: Klumer Academic Publishers, 4 Seções.
Srivastava, P.S. & Narula, A. (Eds) 2004 Plant Biotechnology and Molecular Markers.
New York: Kluwer Academic Publishers, 411pp.
Vasil, I. K (ed.) 1984 Cell Culture and Somatic Cell Genetics of Plants. Volume 1.
Laboratore Procedures and Their Application, Orlando: Academic Press, 825pp.
Wayne, R. 2009 Plant Cell Biology. San Diego: Elsevier, 392pp.
113
PVA 21 - BASES METODOLÓGICAS PARA PESQUISA COM
SEMENTES TROPICAIS
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dr. Claudio José Barbedo
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
4h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
12 semanas
120 horas
8
EMENTA
A disciplina objetiva fortalecer as bases para o desenvolvimento de pesquisa com sementes
de espécies tropicais, principalmente comparando-se os modelos desenvolvidos para
espécies domesticadas com a realidade da pesquisa com sementes de espécies das
formações vegetais brasileiras. São abordadas questões relativas à fundamentação da
pesquisa científica, bem como os cuidados necessários para a definição do delineamento
experimental. Os alunos são incentivados a elaborar e desenvolver projetos envolvendo
sementes de espécies nativas do Brasil, bem como conduzir um trabalho desde a sua
idealização até a redação final com vistas à sua publicação. Noções da utilização e
importância da análise estatística também são abordadas ao longo do curso. Ao final, os
alunos são conduzidos a transformar suas propostas científicas em projetos voltados aos
interesses da iniciativa privada.
PROGRAMA RESUMIDO
O programa envolverá:
1. Elaboração de hipóteses
2. Bases metodológicas para a pesquisa
3. Bases metodológicas para a pesquisa com sementes tropicais
4. Desenvolvimento experimental, obtenção de resultados científicos, análise e
interpretação desses resultados
5. Desenvolvimento de pesquisas voltadas aos interesses da iniciativa privada
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Adkins, S.W., Ashmore, S.E. & Navie, S.C. 2007. Seeds: biology, development and
ecology. Oxfordshire/Cambridge, CABI International.
Aguiar, I.B.; Pinã-Rodrigues, F.C.M. & Figliolia, M.B. coord. Sementes Florestais
Tropicais. Brasília, ABRATES, 1993. 350p.
Bewley, J.D. & Black, M. Seeds: physiology of development and germination. Plenum
Press, New York, 1985. 367p.
Black, M., Bradford, K.J. & Vázquez-Ramos, J. 2000. Seed Biology: advances and
applications. Oxfordshire/Cambridge, CAB International.
BRASIL. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para análise de sementes.
Brasília, 1992. 365p.
Carvalho, N.M. & Nakagawa, J. Sementes: ciência, tecnologia e produção. 3 ed.
Campinas: Findação Cargill, 1988. 424p.
114
Ferreira, A.G. & Borghetti, F. 2004. Germinação de sementes. Porto Alegre, Artmed.
Kigel, J. & Galili, G. 1995. Seed development and germination. New York, M. Dekker.
Marcos Filho, J. 2005. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba, Fealq.
Volpato, G. L. 2007. Ciência: da filosofia à publicação. São Paulo, Cultura Acadêmica/
Vinhedo, Scripta.
115
PVA 22- ECOFISIOLOGIA DOS METABOLISMOS DE CARBONO E
NITROGÊNIO EM PLANTAS SUPERIORES
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
Dr. Marcos Pereira Aidar e Dr. Marco Aurélio Tiné
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
25h
10h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
5h
3 semanas
120 horas
8
EMENTA
A disciplina visa contribuir para o conhecimento do metabolismo das plantas superiores
em diferentes ecossistemas, abordando os ciclos de carbono e nitrogênio e suas
implicações na conservação e manejo dos mesmos.
PROGRAMA RESUMIDO
TEORIA
1. Germinação de sementes e uso de reservas de carboidratos, proteínas e lipídeos;
2. Metabolismo de carbono: fotossíntese, respiração, metabolismo de amido, sacarose
e outros açucares solúveis, metabolismo da parede celular e de sinalização em
plantas;
3. Ecofisiologia do desenvolvimento: massa seca, área foliar; partição de recursos;
4. Ecofisiologia do metabolismo de nitrogênio: assimilação de nitrogênio (N2, NO3-,
NH4+) e as enzimas envolvidas (nitrogenase, nitrato e nitrito redutase; GS-GOGAT;
GDH);
5. Transporte de aminoácidos e utilização de nitrogênio em plantas arbóreas de
diferentes grupos funcionais;
6. Relação C:N: da célula ao ecossistema; ecofisiologia isotópica: assinatura isotópica
13
15
N) em plantas.
PRÁTICA
1. Efeito do enriquecimento de CO2 atmosférico na ecofisiologia de Sesbania
marginata;
2. Analise do crescimento (altura, área foliar e massa seca);
3. Fotossíntese e pigmentos fotossintéticos; composição de carboidratos da raiz, caule e
folhas;
4. Atividade de nitrato redutase foliar e radicular.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Brett, C. & Waldron, K. (1990) Physiology and Biochemistry of Plant Cell Walls. Topics
in Plant Physiology 2, M.Black and J.Chapman Eds. Unwin Hyman, London.
Chaplin, M.F. and Kennedy, J.F. (1986) Carbohydrate Analysis: a practical approach, IRL
Press, Oxford.
Dey, P.M. & Harborne, J.B. (1997). Plant Biochemistry. Academic Press, London.
Encyclopedia of Plant Physiology New Series (1976) A. Pirson & M.H. Zimmermann Eds.
(vários volumes) Springer-Verlag, Berlin.
116
Lodish, H., Baltimore, D., Berk, A., Zipursky, S.L., Matsudaira, P. & Darnell, J. Molecular
Cell Physiology. Scientific American Books. 3 ed.
Marschner H. 1995. Mineral nutrition of higher plants. Academic Press, London.
Nelson, D.L. & Cox, M.M. 2000. Lehninger Principles of Biochemistry. Worth Publ.
1232p. 3a. Ed. 1417p.
Stumpf, P.K. & Conn E.E. (1981) The Biochemistry of Plants: a comprehensive treatise
(vários volumes) Academic Press Inc. NY
Voet, D. & Voet, J.G. (1995). Biochemistry, (Second Ed.), John Wiley & Sons, Inc, New
York
Wilson, K. & Goulding, K.H. (1992) Principles and Techniques of Practical Biochemistry,
Cambridge Univ. Press
117
PVA 23 - IMPACTOS DA POLUIÇÃO AÉREA EM ECOSSISTEMAS
FLORESTAIS
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dra. Regina Maria de Moraes
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
2h
1h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
12 semanas
60 horas
4
EMENTA
Familiarizar o aluno com os princípios, conceitos, técnicas e literatura envolvidos na
pesquisa sobre os efeitos da poluição aérea em ecossistemas florestais.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Introdução e perspectiva histórica
2. Natureza, tipo e fontes dos principais poluentes aéreos
3. Dispersão e transporte na atmosfera
4. Deposição e “tomada” pela vegetação
5. Efeitos no ecossistema: fluxos de energia, ciclagem de nutrientes
6. Efeitos na comunidade vegetal: composição específica, estrutura espacial e
competição
7. Interação com outros estresses
8. Declínio de florestas nos Estados Unidos e Europa
9. A Mata Atlântica na região de Cubatão
10. Poluição aérea e Mudanças Climáticas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Bell JNB, Treshow M. 2003. Air pollution and plant life. John Wiley & Sons, Chichester.
Dässler HG & Börtitz S. 1988. Air pollution and its influence on vegetation. Dr. W. Jung
Publishers, Dordrecht.
Freedman B. 1995. Environmental ecology. The ecological effects of pollution,
disturbance, and others stresses. Academic Press, New York.
Krupa SV. 1997. Polution, people, and plants. APS, Minessota
PERIÓDICOS
Environmental Pollution; Environmental and Experimental Botany; Atmospheric
Environment; Water, Air and Soil Pollution; New Phytologist
118
PVA 24 - MORFOLOGIA E SISTEMÁTICA DE PLANTAS
RUDERAIS
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dra. Rosângela Simão Bianchini
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
2h
3h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
15 semanas
90 horas
6
EMENTA
O curso propiciará aos alunos o reconhecimento das principais plantas ruderais e
subespontâneas no Estado de São Paulo, diferenciando-as das nativas e das exóticas
invasoras. Serão avaliadas as principais dificuldades para identificação destas espécies
destacando a ampla variação morfológica, o grande número de híbridos e a distribuição
geográfica. Serão abordadas algumas adaptações e características que auxiliam o
crescimento e desenvolvimento e estabelecimento de algumas espécies em detrimento de
outras.
Aulas práticas de campo serão realizadas para reconhecimento de algumas famílias bem
representadas entre espécies subespontâneas ou ruderais, assim como aulas práticas de
laboratório, para identificação, uso de chaves, confecção de um herbário com amostras de
espécies ruderais.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Conceito e definição de plantas ruderais, subespontâneas e exóticas invasoras.
2. Sucesso na dispersão e colonização de ambientes: jardins, culturas, clareiras e orla
de matas.
3. Dificuldades na identificação: principais trabalhos e chaves para utilização na
identificação.
4. Espécies com ampla variedade morfológica.
5. Taxonomia e sistemática em híbridos.
6. Famílias com bem representadas entre as ruderais: Asteraceae, Convolvulaceae,
Cyperaceae, Euphorbiaceae, Fabaceae, Lamiaceae, Malvaceae, Poaceae, Rubiaceae
e Solanaceae.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Aranha, C., Leitão Filho, H.F. & Yahn, C.A. 1988. Sistemática de plantas invasoras.
Campinas, Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 174 p.
Bailey, L.H. 1951. Manual of cultivated plants. 2º ed. Mcmillan publ. Co. Inc. NY, 1116 p.
Basel, E.H. & Berlin, H.S. 1980. Grass weeds I. Ed. Ciba Geigi Ltda, Basle, Switzerland.
142p + 25 figs.
Basel, E.H. & Berlin, H.S. 1981. Grass weeds II. Ed. Ciba Geigi Ltda, Basle, Switzerland.
138p + 23 figs.
Correa, M.P. 1984. Dicionário das plantas úteis do Brasil 1-6. Ministério da Agricultura IBDF. Imprensa Nacional (reedição).
Cronk, Q.C.B. & Fuller, J.L. 2001. Plant invaders: The threat to natural ecosystems.
Eartscan, London. 240p.
119
Deuber, R. 1992. Ciência das plantas daninhas 1: Fundamentos. FUNEP, Ed. Legis Luma
Ltda, Jaboticanbal. 438p.
Holm, L.G., Plucknett, D.L., Pancho, J.V. & Herberger, J.P. 1977. The World´s worst
weeds. Honolulu, Hawaii Univ. press, 610 p.
Kissmann, K.G. 1997. Plantas infestantes e nocivas 1. São Paulo, 2a. ed. BASF, 826 p.
Kissmann, K.G. & Groth, D. 1995. Plantas infestantes e nocivas 3. São Paulo, BASF, 684
p.
Kissmann, K.G. & Groth, D. 1999. Plantas infestantes e nocivas 2. São Paulo. BASF,
978p.
Kuntschik, D.P. & Eduarte, M. 2010. Espécies Exóticas Invasoras. Cadernos da Mata
Ciliar 3. SMA, São Paulo. 30p.
Leitão Filho, H.F., Aranha, C. & Bachii, O. 1972. Plantas invasoras de cultura no Estado
de São Paulo, vol. 1-3. Campinas, Ed. Hucitec, 291p.
Lorenzi, H. 1990. Manual de Identificação e Controle de Plantas Daninhas. Ed. Plantarum,
Nova Odessa, SP. 240pp.
Lorenzi, H. 1991. Plantas Daninhas do Brasil. Nova Odessa , Ed. Plantarum Ltda, 2 ed.
440 p.
Stace, C.A. 1980. Plant Taxonomy and Biosystematics. Ed. Pitman Press. 280p.
120
PVA 26 – ECOFISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E
METABOLISMO DE CARBOIDRATOS DE PLANTAS NATIVAS
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
Dra. Maria Angela Machado de Carvalho e Dra. Rita de Cássia L. F. Ribeiro
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
3h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
10 semanas
90 horas
6
EMENTA
A disciplina visa a informar o aluno sobre os processos fisiológicos de crescimento e
desenvolvimento, relacionando-os, sempre que possível, ao metabolismo de carboidratos
de reserva. Serão abordados efeitos de fatores ambientais e dos ciclos fenológicos
predominantes no cerrado e na mata atlântica. Visa também proporcionar um treinamento
nos principais métodos de avaliação de crescimento e análise de carboidratos por meio de
aulas práticas em laboratório e em casa de vegetação.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Sazonalidade em plantas tropicais;
2. Fases fenológicas do desenvolvimento e as variações sazonais dos carboidratos de
reserva;
3. Crescimento vegetativo: métodos de análise;
4. Propagação vegetativa e floração;
5. Fatores ambientais que afetam o desenvolvimento e o metabolismo de carboidratos
de reserva em plantas;
6. Técnicas de extração, purificação e análises de açúcares solúveis por colorimetria e
cromatografia;
7. Principais carboidratos de reserva encontrados em órgãos subterrâneos de plantas
nativas brasileiras;
8. Potencial de utilização de carboidratos na indústria alimentícia e farmacêutica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Buchanan, B.B., Wilhelm, G. & Jones, R.L. 2001. Biochemistry and Molecular Biology of
Plants. American Society of Plant Physiologists, Rockville. 1367p.
Coutinho, L. M. 1990. Fire in the tropical biota – ecosystem process and global chalenges.
In: Ecological Studies vol. 84 (J. G. Goldammer, ed.) Springer-Verlag, Berlin, p.82105.
Dey, P.M. & Harborne, J.B. 1997. Plant Biochemistry. Academic Press, London.
Gupta, A.K. & Kaur, N. 2000. Carbohydrate Reserve in Plants – Synthesis and Regulation.
Elsevier, Amsterdam.
Hunt, R. 1978. Plant gowth analysis. Edward Arnold, London.
Lewis, D. H. 1984. Storage carbohydrates in vascular plants. Cambridge University Press,
Cambridge.
Medina, E. & Silva, J. 1990. The savannas of northern South America: a steady state
regulated by water-fire interactions on a background of low nutrient availability.
Journal of Biogeography 17: 403-413.
121
Monasterio, M. & Sarmiento, G. 1976. Phenological strategies of plant species in the
tropical savanna and the semi-deciduous forest of the Venezuelan llanos. Journal of
Biogeography 3: 325-355.
Sano, S. M. & Almeida, S. P. (ed.). 1998. Cerrado: ambiente e flora. Embrapa, Planaltina,
D.F.
Sarmiento, G. 1984. The ecology of neotropical savannas. Harvard University Press,
Cambridge.
Suzuki, M. & Chatterton, N.J. 1996. Science and Technology of Fructans. CRC Press.,
Boca Raton, 369p.
Taiz, L. & Zeiger, E. 2010. Plant Physisology. 5th Ed. Sinauer Associates Inc.,
Sunderland.
Thomas, B. & Vince-Prue, D. 1997. Photoperiodism in Plants. Academic Press, San Diego.
122
PVA 27 – A PALINOLOGIA E SUAS APLICAÇÕES NOS ESTUDOS
DA BIODIVERSIDADE VEGETAL
PROFESSOR RESPONSÁVEL: Dra. Maria Amélia Vitorino da Cruz-Barros
CORRESPONSAVEL: Dra. Cynthia Fernandes Pinto da Luz
PROFESSOR COLABORADOR: Dr. Luciano Mauricio Esteves
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
4h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
1h
10 semanas
90 horas
6
EMENTA:
Propiciar a aquisição de conhecimentos e aplicações relativos aos aspectos palinológicos
das Angiospermas, Gimnospermas e Pteridófitas; identificar caracteres palinológicos de
cunho taxonômico.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Importância e aplicabilidade da palinologia
2. Padronização de amostragem e normas de coleta;
3. Técnicas mais utilizadas para análises fotônicas e eletrônicas;
4. Diferentes métodos de preparação dos grãos de pólen e esporos: acetólise, Aclac,
Wodehouse;
5. Palinotaxonomia: estudo das principais famílias de Angiospermas, Gimnospermas
e Pteridófitas;
6. Aeropalinologia: alergias, sedimentação polínica (chuva polínica);
7. Melissopalinologia: estudo palinológico de amostras de mel e de produtos apicolas;
8. Palinologia do Quaternário: estudo palinológico de amostras de solo e testemunhos
de sondagem;
9. Banco de esporos;
10. Organização e apresentação de dados quali e quantitativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Barth, O.M. 1989. O pólen no mel brasileiro. Gráfica Luxor. Rio de Janeiro.
Erdtman, G. 1952. Pollen morphology and plant taxonomy - Angiosperms. Hafner
Publishing Company. New York
Hesse, M.; Halbritter, H.; Zetter, R.;Weber M.; Buchner, R.; A. Frosch-Radivo & Ulrich,
S. 2009. Pollen Terminology. An illustrated handbook. Wien. Springer-Verlag.
FAEGRI, K.; KALAND, P.E. & KRZYWINSKI, K. 1989. Textbook of pollen analysis.
Alden Press. London.
JUDD, W.S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A. & STEVENS, P. F. 1999. Plant
Systematics: a Phylogenetic approach. Sinauer Associates Inc. Sunderland.
LELLINGER, D.B. 2002. A modern multilingual glossary for taxonomic pteridology.
American Fern Society. Washington.
MELHEM, T.S., CRUZ-BARROS, M.A.V., CORRÊA, A.M.S., MAKINO-WATANABE,
H. SILVESTRE-CAPELATO, M.S.F. & ESTEVES, V.L.G. 2003. Variabilidade
123
polínica em plantas de Campos do Jordão (São Paulo, Brasil). Boletim do Instituto de
Botânica 16: 1-204.
RAVEN, P. H.; EVERT, R. F. & EICHHORN, S. E. 1999. Biology of plants. W. H.
Freeman. NewYork.
ROUBIK, D.W. & MORENO P., J.E. 1991. Pollen and spore of Barro Colorado Island.
Monographs in Systematic Botany 36: 1-268.
PUNT, W.; HOEN, P.P.; BLACKMORE, S.; NILSSON, S. & LE THOMAS, A. 2007.
Glossary of pollen and spore terminology. Review of Paleobotany and Palynology 143:
1-81.
SALGADO-LABOURIAU, M.L. 2007. Critérios e técnicas para o Quaternário. Editora
Edgard Blücher. São Paulo.
TRYON, R.M. & TRYON, A.F. 1982. Ferns and allied plants with special reference to
tropical America. Springer Verlag. New York.
TRYON, A.F. & LUGARDON, B. 1990. Spores of Pteridophyta: surface, wall structure
and diversity based on electron microscope studies. Springer Verlag. New York.
YBERT, J.P.; SALGADO-LABOURIAU, M.L.; BARTH, O.M.; LORSCHEITTER, M.L.;
BARROS, M.A.; CHAVES, S.A.M.; LUZ, C.F.P.; RIBEIRO, M.B.; SCHEEL, R. &
VICENTINI, K.F. 1992. Sugestões para padronização da metodologia empregada em
estudos palinológicos do Quaternário. Boletim Instituto de Geologia da Universidade de
São Paulo 13: 47-49.
124
PVA 28 - ESTRUTURA DOS ÓRGÃOS VEGETATIVOS E
IMPORTÂNCIA NA ADAPTAÇÃO AO AMBIENTE
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
Dra. Edenise Segala Alves e Dra. Adriana Hissae Hayashi
PROFESSORES COLABORADORES
Dra. Solange C. Mazzoni-Viveiros e Dra. Agnes Elisete Luchi
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
12,5h
12,5h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
15h
3 semanas
120 horas
8
EMENTA
1. Fornecer conhecimento da anatomia de órgãos vegetativos das fanerógamas
associando-o ao desenvolvimento do vegetal e ao seu significado adaptativo às
diferenças ambientais de ecossistemas e a fatores antrópicos diversos.
2. Adicionar ao conhecimento estrutural adquirido a correlação ecofisiológica,
buscando compreender e diagnosticar características de caráter adaptativo em
diferentes ecossistemas ou bioindicativos de alterações ambientais.
3. Ao final do curso o aluno estará apto a reconhecer as características estruturais da
madeira e demais órgãos vegetativos, a diagnosticar características de cunho
ecológico, bem como suas possíveis potencialidades para estimar alterações
ambientais pretéritas.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Padronização de amostragem, normas de coleta e organização e apresentação dos
dados (qualitativos e quantitativos);
2. Técnicas mais utilizadas para análises fotônicas e eletrônicas;
3. Estrutura, ultra-estrutura e função dos diferentes tipos de células e tecidos presentes
nos órgãos vegetativos;
4. Plasticidade fenotípica nos órgãos vegetativos, incluindo madeira e casca, e sua
importância na adaptação do vegetal a condições de estresses ambientais;
5. Aspectos morfológicos, estruturais e ultraestruturais dos órgãos vegetativos,
incluindo madeira e casca, que conferem adaptações às condições de estresses
ambientais em diferentes ecossistemas e em ambientais sob influência antrópica;
6. Aspectos estruturais e ultraestruturais em estudos de biomonitoramento ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Appezzato-da-Glória, B. 2003. Morfologia de sistemas subterrâneos, histórico e evolução
do conhecimento no Brasil. A.S. Pinto, Ribeirão Preto.
Appezzato-da-Glória, B. & Carmello-Guerreiro, S. M. 2006. Anatomia Vegetal.
Universidade Federal de Viçosa, Viçosa.
Carlquist, S. 1988. Comparative Wood Anatomy: systematic, ecological and evolutionary
aspects of dicotyledons wood. Springer Verlag, Berlin.
Dickson, W.C. 2000. Integrative plant anatomy. Academic Press, San Diego.
125
Evert R.F. 2006. Esau´s Plant Anatomy: meristems, cells, and tissues of the plantbody –
their structure, function, and development. 3rd ed. John Wiley & Sons, New Jersey.
Fahn, A. 1990. Plant anatomy. 4th ed. Pergamon Press, Oxford.
Holbrook, N.M. & Zwieniecki, M.A. 2005. Vascular transport in plants. Elsevier
Academic Press, Amsterdan.
Larcher, 2000. Ecofisiologia Vegetal. Rima Editora, São Carlos.
Metcalfe, C.R. (ed.) 1972 - Anatomy of the Monocotyledons. Claredon Press, Oxford.
Metcalfe, C.R. & Chalk, L. 1979/1983 - Anatomy of the Dicotyledons. v. 1 & 2. 2nd.ed.
Clarendon Press, Oxford.
Schweingruber, F.H. 2007. Wood Structure and Environment. Springer-Verlag,
Heildelberg.
Taiz, L. & Zeiger, E. 2004. Fisiologia Vegetal. Artmed Ed., Porto Alegre.
126
PVA 29 – PRÁTICAS EM LABORATÓRIOS DE BIOQUÍMICA
VEGETAL
PROFESSOR RESPONSÁVEL
Dra. Márcia Regina Braga e Marília Gaspar
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
2h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
15 semanas
90 horas
6
EMENTA
A disciplina visa fornecer subsídios para a prática de laboratório em bioquímica vegetal,
possibilitando ao aluno adquirir habilidades no manuseio de vidraria e equipamentos
rotineiramente utilizados em pesquisa na área, bem como introduzir os princípios da
metodologia de extração, quantificação e análise de compostos vegetais. As técnicas
apresentadas são de caráter geral e abrangente, podendo ser aplicadas para a obtenção e
interpretação de resultados com espécies dos diversos grupos taxonômicos, tais como
plantas, algas e fungos.
PROGRAMA RESUMIDO
A disciplina consta de três módulos:
1. Princípios básicos em bioquímica: medidas e micropipetagem, molaridade,
normalidade, pH e tampões, preparo de soluções e reagentes
2. Métodos de extração de compostos vegetais: preparo das amostras, métodos de
extração de carboidratos, proteínas, lipídeos, ácidos nucleicos e compostos
fenólicos
3. Métodos de quantificação e análise de compostos vegetais: métodos
espectrofotométricos para a quantificação de carboidratos, proteínas e compostos
fenólicos; análises cromatográficas em camada delgada, em coluna, líquida de alto
desempenho, a gás acoplada com espectrometria de massas; eletroforese de DNA,
RNA e proteínas; uso de reveladores químicos; ensaios enzimáticos e bioensaios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Albersheim, P. et al. 2010. Plant Cell Walls - From Chemistry to Biology. Garland
Science,Taylor & Francis Group, New York.
Amaral, L. I. V. ; Gaspar, M. ; Costa, P. M. F. ; Aidar, M. ; Buckeridge, M. S. 2007. Novo
Método Enzimático Rápido e Sensível de Extração e Dosagem de Amido em Materiais
Vegetais. Hoehnea 34: 425-433.
Bettelheim, F.A. & March, J. 1990. General, Organic & Biochemistry, Hartcourt Col. Pub,
New York.
Dashek, W. 1997. Methods in Plant Biochemistry and Molecular Biology, CRC Press,
New York.
Lenhinger, A.L. 1976. Bioquímica. Vol 1-4., Ed. Blucher Ltda, São Paulo.
Lenhinger, A.L. 1990. Princípios de Bioquímica, Sarvier ed., 725p.
Sambrook, J. & Russell, D. 2001. Molecular Cloning: A Laboratory Manual. 3a. ed., Cold
Spring Harbor Lab. Press, Cold Spring Harbor, New York.
127
Vários. Methods in Plant Biochemistry. Series, Academic Press, London.
Wilson, K. & Walker, J. 2000. Principles and Techniques of Practical Biochemistry,
Cambridge University Press, Cambridge.
128
PVA 30 - METABÓLITOS SECUNDÁRIOS: BIOSSÍNTESE, FUNÇÃO
E MÉTODOS DE ANÁLISE
PROFESSORES RESPONSÁVEIS:
Dra. Maria Cláudia Marx Young e Dra. Luce Maria Brandão Torres
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
3h
3h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
12 semanas
90 horas
6
EMENTA
O curso tem por objetivo dar ao aluno uma visão geral sobre a biossíntese, distribuição,
função e métodos de análise das principais classes de metabólitos secundários vegetais.
PROGRAMA RESUMIDO
TEORIA: Vias de biossíntese das principais classes de metabólitos secundários vegetais e
distribuição no Reino Vegetal.
Metabólitos secundários nas interações com animais, plantas e microorganismos.
Fundamentos dos métodos de análises: químicos – reações específicas de caracterização e
derivatização de grupos funcionais; físicos: cromatografia líquida em camada delgada, em
coluna, em sistemas de alta eficiência (HPLC) e em fase gasosa (CG e CG/EM).
Noções básicas de espectroscopia na região do ultravioleta – visível (UV/VIS), na região
do infravermelho (FT-IR), de ressonância magnética nuclear (RMN) e espectrometria de
massas (EM).
PRÁTICA: Extração e análise de óleos essenciais. Extração e detecção de alcalóides,
fenóis, taninos e flavonóides usando métodos químicos (reações específicas) e
espectrofotométricos (UV/VIS).
Ensaios biológicos com extratos para detecção de atividades antifúngica, antioxidante,
anticolinesterásica e inibidora de germinação e crescimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Harborne, J.B. 1993. Introduction to Ecological Biochemistry, Academic Press, London.
Mann, J. 1994. Chemical Aspec,ts of Biosynthesis, Oxford University Press, New York.
Sarker, S. D.; Latif, Z.; Gray, A. I. 2005. Natural Products Isolation, Second Edition.
Humana Press, Totowa, New Jersey.
Silverstein, R. M. Bassler, C. G.; Morril, T. C. 1991. Spectrometric Identification of
Organic Compounds. Fifth Edition, John Wiley & Sons. Inc.
Wagner, H.; Bladt, S. 1996. Plant Drug Analysis. Second Edition. Springer
Dewick, P.M. 2009. Medicinal Natural Products: a biosynthetic approach. Third Edition.
Wiley.
Bowsher, C.; Steer, M.; Tobin, A. 2008. Plant Biochemistry. Garland Science, New York.
129
PVA 31 – FUNDAMENTOS DE FISIOLOGIA VEGETAL
PROFESSOR RESPONSÁVEL:
Dr. Emerson Alves da Silva
PROFESSOR COLABORADOR:
Dr. Danilo da Cruz – Universidade Federal do ABC
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
4h
-
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos*
2h
15 semanas
90 horas
6
EMENTA
Abordar a importância dos processos fisiológicos através dos quais hereditariedade e
ambiente interagem para determinar e influenciar no crescimento e desenvolvimento de
plantas, com ênfase nos processos fisiológicos básicos como, relações hídricas,
fotossíntese, respiração, metabolismo de nitrogênio e fitorreguladores.
PROGRAMA RESUMIDO
Serão introduzidos conceitos básicos de grandezas físicas (termodinâmica) que regem
alguns processos fisiológicos. Em cada aula serão apresentados artigos para leitura e
discussão. As aulas expositivas abordarão os conceitos e definições baseados nas principais
funções, propiciando compreensão e integração dos diferentes níveis de organização
fisiológica pelos quais as plantas lidam com o ambiente físico, incluindo os recentes
avanços em cada assunto.
Tópicos abordados:
1. Relações hídricas: sistema solo-planta-atmosfera
2. Nutrição mineral
3. Fotossíntese
4. Transporte na planta: relações fonte e dreno
5. Metabolismo de nitrogênio
6. Respiração
7. Fotofisiologia: fitocromo e luz azul
8. Reguladores de crescimento
AVALIAÇÃO
Questionários periódicos referentes a cada aula, e três avaliações, sendo a ultima de caráter
substitutivo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Buchanan, B.B.; Gruissem, W.; Jones, R.L. 2000. Biochemistry and molecular biology of
plants.
American Society of Plant Physiologists, 1406p.
130
Prado, C.H.B. de A. & Casali, C.A. 2006. Fisiologia Vegetal: práticas em relações
hídricas, fotossíntese e nutrição mineral. Ed. Manole. 448p.
Heldt, H-W. 1997. Plant Biochemistry and Molecular Biology. Oxford University Press.
522p.
Kerbauy, G. B. 2008. Fisiologia Vegetal. 2º ed. Guanabara Koogan, 431p.
Koslowski , T.T. & Pallardy, S.G. 1997. Physiology of Woody Plants. 2º ed. Academic
Press. 411p
Larcher, W. 2000. Ecofisiologia Vegetal. Rima Editora, 531p.
Lambers, H; Chapin III, F.S; Pons, T. 1998. Plant Physiological Ecology. SpringerVerlag.. 540p.
Lambers, H.; Ribas-Carbo, M. 2005. Plant Respiration: from cell to ecosystem. Springer.
250p.
Raghavendra, A.S. 1998. Photosynthesis: a comprehensive treatise. Cambridge University
Press, 376p.
Raven, P.H.; Evert, R.F.; Eichhorn, S.E. 2007. Biologia Vegetal. Guanabara Koogan.
830p.
Smith, A.M. 2010. Plant biology. New York: Garland Science; Taylor & Francis, 664p.
Taiz, L. & Zeiger, E. 2008. Fisiologia Vegetal. 5ª ed. Sinauer, 820p.
131
PVA 32 – FISIOLOGIA DO ESTRESSE EM PLANTAS
PROFESSORES RESPONSÁVEIS:
Dra. Catarina C. Nievola e Dra. Vivian Tamaki
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
16h
2h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
6h
5 semanas
120 horas
8
EMENTA
Esta disciplina tem como objetivo apresentar noções básicas sobre processos fisiológicos
das plantas em condições de estresse como: falta ou excesso de água, alterações de
temperatura, alterações nutricionais, excesso de sais, exposição à radiação e presença de
poluentes. Visa também estudar as alterações fisiológicas, morfológicas e bioquímicas
induzidas pelos estresses, mencionando também a importância da influência de fatores
bióticos sobre as plantas.
PROGRAMA RESUMIDO
1. Conceito e terminologia de estresse
2. Estresse hídrico: falta ou excesso de água
3. Estresse térmico: altas e baixas temperaturas. Congelamento.
4. Estresse nutricional: falta ou excesso de nutrientes
5. Estresse salino
6. Efeitos de poluentes sobre as plantas
7. Efeito da radiação ultra-violeta sobre as plantas
8. Interação dos diferentes tipos de estresse sobre a fisiologia das plantas
9. Fatores bióticos
10. Aulas práticas
11. Leitura e discussão de textos especializados
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Basra, A.S. & Basra, R. 1997. Mechanisms of environmental stress resistance in plants.
Harwood Academic Publishers.
Buchanan, B. B.; Gruissem, W.; Jones, R. L. 2000. Biochemistry and molecular biology of
plants. American Society of Plant Physiologists, Maryland.1367p.
Gurevitch, J., Scheiner, S. M. & Fox, G. A. 2009. Ecologia Vegetal 2ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 592p.
Kerbauy, G. B. 2004. Fisiologia Vegetal. Editora Guanabara Koogan S.A. Rio de Janeiro,
452p.
Larcher, W. 1995. Physiological plant ecology: ecophysiology and stress physiology of
functional groups. Berlin: Springer. 506p.
Lerner, H. R. 1999. Plant responses to environmental stresses: from phytohormones to
genome reorganization. Marcel Dekker. Inc. New York.
Levitt, J. 1980. Responses of Plants to Environmental Stresses. Academic Press New York.
Vol.I – Chilling, Freezing and High Temperature Stresses. Academic Press, Inc. New
York, 497p.
132
Levitt, J. 1980. Responses of Plants to Environmental Stresses. Vol.II – Water, Radiation,
Salt and Other Stresses. Academic Press New York, 607p.
Pessarakli, M. 2005. Handbook of Photosynthesis, New York, Taylor & Francis Group,
LLC, 928p.
Smallwood, M.F., Calvert, C.M. & Bowles, D.J. 1999. Plant responses to environmental
stress. BIOS Scientific, Oxford. 224p.
Taiz, L. & Zeiger, E. 2008. Plant Physiology, 3rd ed. Sinauer Associates, Inc., Publishers,
Sunderland, MA, USA. 792p.
133
PVA 33 – CONSERVAÇÃO DE EPÍFITAS NATIVAS DA MATA
ATLÂNTICA: COLEÇÕES BOTÂNICAS E ASPECTOS
HORTICULTURAIS (a partir de 2011)
PROFESSORES RESPONSÁVEIS:
Dr. Armando Reis Tavares e Dr. Shoey Kanashiro
Carga Horária
Teórica
Prática
(por semana) (por semana)
2h
1h
Estudos
(por semana)
Duração
Total
Créditos
2h
12 semanas
60 horas
4
EMENTA
O objetivo da disciplina é oferecer ao aluno uma visão sobre a conservação de plantas
vivas epífitas, propiciando a aquisição de conhecimentos teóricos e práticos abrangendo os
tópicos: a) Gerenciamento e documentação de coleções vivas, visando à conservação da
biodiversidade; b) Técnicas de conservação de plantas epífitas; c) Aspectos horticulturais
aplicados à conservação coleções “ex situ” e d) Conservação de germoplasma “in vitro”.
PROGRAMA RESUMIDO
Considerações gerais sobre coleções botânicas/ Manejo horticultural de coleções/ Registro
de plantas/ Considerações gerais sobre propagação/ Equipamentos e instalações/ Substratos
e recipientes/ Propagação: sexuada, assexuada e micropropagação/ Conservação in vitro de
recursos genéticos de plantas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Benzing, D.H. Bromeliaceae: profile of an adaptative radiation. Cambridge University
Press, Cambridge, 2000. 708 p.
Leadlay, E.; Greene, J. Manual Técnico para Jardins Botânicos. Instituto de Pesquisa
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1999. 154p.
Hartmann, T.H.; Kester, D.E. Plant propagation, Prentice/Hall, Englewood Cliffs, 1983,
4a. ed. 726p.
Valladares-Pádua, C. Manejo e Conservação de Vida Silvestre no Brasil. CNPq, Brasília,
1997. 296 p.
Morellato, L.P.C. História Natural da Serra do Japi: Ecologia e preservação de uma área
florestal no Sudeste do Brasil. Editora da UNICAMP, Campinas, 1992. 321 p.
Bunt, A.C. Modern potting composts. George Allen & Unwin, London, 1976. 277p.
Torres, C.A.; Caldas, L.S.; Buso, J.A. Cultura de tecidos e transformação genética de
plantas, EMBRAPA-CNPH, Brasília, v. 1 e 2, 1999. 864p.
Whitcomb, C.E. Plant production in containers. Lacebark Publ., Stillwater, 1984. 638p.
134
REGIMENTO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO
(PORTARIA IBT Nº 002/2013)
Válido para as turmas de 2012 em
diante e para discentes de turmas
anteriores que optaram por este
regimento
135
PORTARIA IBt Nº 002/2013
REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO
O DIRETOR TÉCNICO DE DEPARTAMENTO DO INSTITUTO DE BOTÂNICA,
DA SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE dentro das atribuições legais
conferidas pelo inciso IV do Artigo 378 da Seção V do Decreto no 11.138 de 03 de fevereiro de
1978, baixa a seguinte PORTARIA referente ao Regimento do Programa de Pós-graduação
“stricto sensu” em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente:
CAPÍTULO I – DOS OBJETIVOS
Artigo 1o – O Programa de Pós-graduação do Instituto de Botânica (IBt) destina-se à capacitação, à
atualização e ao aprimoramento de profissionais de nível superior, em aspectos científicos e
tecnológicos das áreas de botânica e microbiologia e suas interações com o meio ambiente.
Parágrafo único – O Programa, ou Curso, reger-se-á pelas normas ora baixadas e demais
disposições legais e regulamentares aplicáveis.
Artigo 2o – O Programa de Pós-graduação “stricto sensu” em Biodiversidade Vegetal e Meio
Ambiente compreende dois níveis de formação, Mestrado e Doutorado, conduzindo aos graus de
Mestre e Doutor, respectivamente.
§ 1o – O Mestrado tem como objetivo desenvolver e ampliar o conhecimento técnicocientífico do graduado e aprimorá-lo para a docência e pesquisa.
§ 2o – O Doutorado tem como objetivo aprimorar, ampliar e aprofundar a formação
científica do profissional proporcionando-lhe maior capacitação para o desenvolvimento de
pesquisa científica, estimulando a criatividade e a independência.
CAPÍTULO II – DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA
Artigo 3o – A Pós-graduação no Instituto de Botânica tem a seguinte organização geral:
136
I-
Comissão de Pós-graduação
II - Conselho de Curso
III - Corpo Docente
IV - Corpo Discente
§ 1o – A Comissão de Pós-graduação é o órgão de assessoramento do Diretor Técnico de
Departamento do Instituto de Botânica para a execução da política de capacitação e
atualização de recursos humanos, em nível de Pós-graduação, e o órgão superior de gestão
acadêmica e deliberação para questões relativas ao Programa.
§ 2o – O Conselho de Curso é o órgão de gestão acadêmica com representação docente e
discente de cada Área de Concentração do Programa.
§ 3o – O Corpo Docente é o conjunto de profissionais habilitados e de reconhecida
competência para o ensino e a pesquisa em suas especialidades.
§ 4o - O Corpo Discente é o conjunto dos alunos matriculados no Programa.
CAPÍTULO III – DA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO
Artigo 4o – A Comissão de Pós-graduação é composta de seis membros: um Presidente, um VicePresidente, um Coordenador e um Vice-coordenador de cada uma das duas Áreas de Concentração
do Programa.
§ 1o – O Presidente da Comissão de Pós-graduação será escolhido e designado pelo Diretor
Técnico de Departamento do Instituto de Botânica, a partir de uma lista de no máximo três
nomes votados pelos docentes.
§ 2o – O Presidente terá mandato de 4 (quatro) anos, permitida a recondução por igual
período.
§ 3o – O Vice-presidente é escolhido diretamente pelo Presidente, sendo o seu mandato
mantido por 4 (quatro) anos.
§ 4o - Os demais membros serão escolhidos por eleição direta pelos docentes e terão
mandato de até 3 (três) anos, permitida a recondução para qualquer cargo.
137
Artigo 5o – A Comissão de Pós-graduação reunir-se-á periodicamente, por convocação do
Presidente.
§ 1o – O quorum para a reunião será composto pelo Presidente ou Vice-presidente e, no
mínimo, três outros membros da Comissão de Pós-graduação.
§ 2o – As deliberações, exceto as complementações e modificações deste regimento, serão
tomadas por maioria simples dos presentes.
Artigo 6o – Compete à Comissão de Pós-graduação:
I. elaborar propostas de política de ensino de Pós-graduação do Instituto de Botânica para
apreciação e aprovação do Conselho de Curso e do Diretor Técnico de Departamento do
Instituto de Botânica, aplicando-as quando aprovadas;
II. elaborar propostas de criação ou desativação de áreas de concentração para aprovação do
Conselho de curso, ouvido o Diretor Técnico de Departamento do Instituto de Botânica;
III. deliberar sobre o Regimento do Curso e alterações propostas pelo Corpo Docente;
IV. deliberar sobre a estrutura curricular do Curso, bem como eventuais alterações propostas
pelo Corpo Docente e aprovadas pelo Conselho de Curso;
V. acompanhar e avaliar o desempenho do Programa;
VI. deliberar sobre o credenciamento e desligamento de docentes, ouvido o Conselho de
Curso;
VII. deliberar sobre o número máximo de orientandos por docente credenciado;
VIII. deliberar sobre o número máximo de vagas no Curso, proposto pelo Conselho, ouvido o
Diretor Técnico de Departamento;
IX. definir o processo de seleção de candidatos ao Curso;
X. definir o processo de avaliação da proficiência em Língua Inglesa;
138
XI. definir o processo de avaliação dos Exames de Qualificação;
XII. deliberar sobre a admissão de candidatos ao doutorado que não possuam título de Mestre
ou equivalente, ouvido o Conselho de Curso;
XIII. deliberar sobre o desligamento de discentes, ouvido o Conselho de Curso;
XIV. homologar a equivalência do título de Mestre outorgado a alunos de Doutorado, assim
como a equivalência de créditos já obtidos por estes alunos, ouvido o Conselho de Curso;
XV. deliberar sobre o trancamento justificado de disciplina;
XVI. deliberar sobre o trancamento temporário de matrículas;
XVII. propor ao Diretor Técnico de Departamento complementações e modificações no
regimento do Curso de Pós-graduação quando aprovadas por, no mínimo, 4 (quatro)
membros;
XVIII. zelar pelo cumprimento do presente regimento, das normas sobre o assunto e demais
disposições pertinentes;
XIX. deliberar sobre os casos omissos neste Regimento.
Artigo 7o – Atribuições do Presidente da Comissão de Pós-graduação:
I. representar o Curso de Pós-graduação do Instituto de Botânica nas diferentes instâncias;
II. convocar a Comissão de Pós-graduação, divulgando previamente a agenda de reunião;
III. convidar, quando necessário, pessoas não pertencentes à Comissão para esclarecimentos de
matérias em discussão;
IV. designar membros da Comissão de Pós-graduação para relatar processos a serem
encaminhados;
V. emitir documentação de implementação das deliberações da Comissão de Pós-graduação;
139
VI. fornecer informações sobre o Curso, quando solicitadas pela Comissão de Pós-graduação,
unidades do Instituto de Botânica e órgãos externos;
VII. cumprir e fazer cumprir o presente Regimento.
CAPÍTULO IV – DO CONSELHO DE CURSO
Artigo 8o – O Conselho de Curso é constituído de:
I.
Presidente, na qualidade de Coordenador Geral ou pelo Vice-presidente na ausência do
Presidente; pelo Coordenador da Área de Concentração em Plantas Vasculares ou pelo
Vice-coordenador na ausência do Coordenador; pelo Coordenador da Área de
Concentração em Plantas Avasculares e Fungos ou pelo Vice-coordenador na ausência do
Coordenador;
II.
Representante dos Docentes da Área de Concentração em Plantas Vasculares ou por seu
suplente na ausência do Representante; pelo Representante dos Docentes da Área de
Concentração em Plantas Avasculares e Fungos ou por seu suplente na ausência do
Representante;
III.
Representante dos Discentes da Área de Concentração em Plantas Vasculares ou por seu
suplente na ausência do Representante; pelo Representante dos Discentes da Área de
Concentração em Plantas Avasculares e Fungos ou por seu suplente na ausência do
Representante.
§ 1o – Os membros docentes e discentes do Conselho de Curso serão indicados pelo Corpo
Docente e Corpo Discente das respectivas áreas por processo eletivo.
§ 2o – No caso da inexistência de candidatos para qualquer área, a composição do Conselho
de Curso será reduzida.
Artigo 9o – O Presidente exerce a função de Coordenador Geral do Curso e, em seu impedimento,
esta será exercida por um dos membros do Conselho de Curso por ele escolhido.
Artigo 10 – Compete ao Conselho de Curso:
I. propor à Comissão de Pós-graduação modificações do Corpo Docente do Curso, respeitada
a regulamentação vigente;
140
II. propor à Comissão de Pós-graduação o número de vagas para cada ano letivo, ouvido o
Corpo Docente do Curso;
III. propor o credenciamento de docentes;
IV. assistir o Corpo Docente na elaboração das ementas de cada disciplina e da estrutura
curricular do Curso, para deliberação da Comissão de Pós-graduação;
V. deliberar sobre propostas de co-orientação;
VI. deliberar sobre Bancas de Exames de Qualificação, Dissertações, Teses e Comissões “ad
hoc”;
VII. deliberar sobre a homologação de matrículas e títulos;
VIII. submeter à Comissão de Pós-graduação o Regimento do Curso e suas alterações;
IX. acompanhar o desenvolvimento acadêmico dos membros do Corpo Docente e Discente do
Curso;
X. encaminhar à Comissão de Pós-graduação os casos omissos e considerados fora de sua
competência;
XI. zelar, no âmbito de sua competência, pelo fiel cumprimento deste Regimento, das normas e
disposições pertinentes.
Artigo 11 – Atribuições do Coordenador Geral:
I. exercer a coordenação das atividades acadêmicas do Programa;
II. convocar e presidir as reuniões do Conselho de Curso;
III. convocar e presidir reuniões dos Corpos Docente e Discente do Curso;
IV. designar as Bancas Examinadoras e Comissões “ad hoc” mencionadas no item VI do
Artigo 10;
141
V. emitir a documentação de implementação das deliberações do Conselho de Curso;
VI. cumprir e fazer cumprir o presente Regimento.
CAPÍTULO V – DO CORPO DOCENTE
Artigo 12 – O Corpo Docente do Curso é constituído por Doutores ou equivalente e, a juízo do
Conselho Nacional de Educação, por Mestre com experiência equivalente.
Artigo 13 – Compete aos membros do Corpo Docente do Curso:
I. ministrar e responsabilizar-se por disciplinas constantes do currículo do Curso;
II. exercer a orientação acadêmica de alunos e orientar os trabalhos de Dissertações e Teses;
III. participar das reuniões convocadas pelo Presidente do Curso de Pós-graduação ou, por
pelo, menos quatro membros do Conselho de Curso;
IV. informar à Comissão de Pós-graduação sobre a oferta de disciplinas para cada período
letivo;
V. propor modificações para o Regimento do Curso, junto ao Conselho de Curso, por meio do
representante dos docentes;
VI. elaborar as ementas de cada disciplina e a estrutura curricular do Programa, para
deliberação da Comissão de Pós-graduação;
VII. eleger um representante e um suplente docente de cada Área de Concentração para o
Conselho de Curso, com mandato de um ano, com direito à recondução;
VIII. opinar, junto ao Conselho de Curso, por meio dos representantes dos docentes, sobre
assuntos de interesse do Curso de Pós-graduação;
XII. fornecer, quando solicitado pela CPG, informações necessárias à elaboração do relatório
anual do Programa ou de outros documentos de interesse do Programa;
142
XIII.
apreciar, por solicitação da CPG, projetos e relatórios de alunos e outros processos de
interesse do Programa;
XIV. cumprir e fazer cumprir, no âmbito de sua competência, o Regimento, as normas e as
disposições pertinentes;
CAPÍTULO VI – DO CORPO DISCENTE
Artigo 14 – O Corpo Discente do Curso é constituído por alunos nele admitidos e regularmente
matriculados.
Artigo 15 – O Corpo Discente elegerá um representante de cada Área de Concentração para o
Conselho de Curso, com mandato de um ano, com direito à recondução.
Artigo 16 – Cada aluno deverá cumprir o Regimento, as normas e as disposições pertinentes.
CAPÍTULO VII – DA ADMISSÃO AO CURSO
Artigo 17 – Para admissão ao Curso, o candidato deverá ser aprovado em processo de seleção, a
ser definido pela Comissão de Pós-graduação e satisfazer os seguintes requisitos:
I – Para o Mestrado:
a) possuir diploma ou declaração de colação de grau superior pleno outorgado por instituição
nacional reconhecida pelo MEC, ou por instituição estrangeira, sendo a aceitação, no
segundo caso, dependente de aprovação da Comissão de Pós-graduação, ouvida a avaliação
do Conselho de Curso;
b) apresentar, quando do ato da matrícula e dentro dos prazos estabelecidos, a documentação
exigida.
II – Para o Doutorado:
a) ser portador do título de Mestre outorgado por instituição nacional reconhecida pelo MEC,
o qual poderá vir a ser dispensado, excepcionalmente, a critério da Comissão de Pósgraduação, ouvida a avaliação do Conselho de Curso;
143
b) o candidato que concluiu o Mestrado no próprio curso (aluno egresso) poderá vir a ser
dispensado do processo de seleção, a critério da Comissão de Pós-graduação e ouvido o
Conselho de Curso, desde que atenda o artigo 18;
c) apresentar, quando do ato de inscrição e dentro dos prazos estabelecidos, a documentação
exigida.
d)
Artigo 18 – O aluno egresso do Mestrado que tenha interesse em se matricular no Doutorado tem
o direito de requerer vaga, desde que atenda os itens abaixo relacionados:
I.
O aluno não poderá ter ultrapassado dois semestres letivos sem matrícula, incluindo o da
defesa;
II.
A solicitação de matrícula deverá ser entregue com dois meses de antecedência ao próximo
período regular de matrícula;
III.
O requerimento de vaga deverá conter: ofício do orientador solicitando avaliação do pedido
de matrícula pela Comissão de Pós-graduação, projeto de pesquisa completo, incluindo a
viabilidade financeira para a execução do mesmo, cronograma de atividades para 48
(quarenta e oito) meses e súmula curricular do aluno, com ênfase na produção oriunda do
Mestrado.
§ 1o – o aluno egresso do Mestrado que venha a receber bolsa de Doutorado de fonte
independente à Pós-graduação poderá requerer matrícula fora do período regular desde que
atenda aos itens I e III estabelecidos no “caput” deste Artigo e a critério da Comissão de
Pós-graduação.
Artigo 19 – Ao aluno de Mestrado matriculado no Programa poderá ser concedida a transferência
para o Doutorado Direto, por solicitação justificada do orientador, acompanhada de relatório
sucinto de desempenho para apreciação do Conselho de Curso. Neste caso o tempo já cumprido no
Mestrado será computado no tempo do Doutorado.
§ 1o – A solicitação de transferência para o Doutorado Direto deverá ser realizada antes do
aluno completar 20 (vinte) meses no programa.
§ 2o – O Exame de Qualificação para Doutorado deverá ser realizado novamente, caso o
aluno já o tenha feito durante o período em que esteve matriculado no Mestrado,
respeitando o disposto no Artigo 33.
144
Artigo 20 – No caso de alteração do regimento no decorrer do Curso, o aluno poderá permanecer
no mesmo regimento ou optar pelo novo regimento, mediante solicitação formal com anuência do
orientador.
Artigo 21 – A admissão do candidato ao Curso ficará vinculada ao aceite prévio do orientador e à
homologação da matrícula pelo Conselho de Curso.
CAPÍTULO VIII – DAS ATIVIDADES DE PÓS-GRADUAÇÃO
Artigo 22 – Os Cursos de Mestrado e de Doutorado do Programa compreendem, dentre outras
atividades, disciplinas, seminários, trabalhos de laboratório, trabalhos de campo e estudos
orientados tanto na Área de Concentração do Curso quanto em domínios conexos, prestação de
Exame de Qualificação e Exame de Língua, bem como atividades de pesquisa e defesa de
Dissertação ou Tese, atividades estas definidas neste Regimento.
Parágrafo único – É obrigatória a matrícula em Atividade de Pesquisa nos períodos em
que o aluno não estiver matriculado em disciplinas, exceto naqueles em que houver
trancamento de matrícula concedido pela Comissão de Pós-graduação.
Artigo 23 – Cada aluno terá um Orientador, aprovado pelo Conselho de Curso, dentre o Corpo
Docente.
§ 1o – O Orientador deverá fixar o programa de estudos do aluno, acompanhar e avaliar sua
atividade de pesquisa.
§ 2o – Os alunos de Doutorado poderão ter um co-orientador, desde que a participação seja
devidamente justificada pelo orientador e aprovada pela Comissão de Pós-graduação,
ouvido o Conselho de Curso.
Artigo 24 – O aproveitamento em cada disciplina de Pós-graduação será avaliado por meio de
provas, exames ou trabalhos, a critério do(s) Docente(s) e expresso pela atribuição de um dos
seguintes conceitos: A (excepcional), B (bom), C (regular) e D (deficiente).
§ 1o – o aluno será considerado aprovado em uma disciplina quando tiver os conceitos A, B
ou C e freqüência igual ou superior a 85%.
145
§ 2o – Quando não for aplicável um dos conceitos de aprovação mencionados no “caput”
deste Artigo como, por exemplo, em estudos orientados, seminários e atividades de
pesquisa, dever-se-á atribuir o conceito P – Aprovado ou R – Reprovado.
§ 3o – Para a obtenção do título o aluno deverá obter conceito global igual ou superior a B.
Artigo 25 – Das disciplinas obrigatórias:
§ 1o – A disciplina BMA 04 – Seminários Gerais, deve ser cursada pelo menos uma vez
pelos mestrandos e doutorandos, sendo que aqueles que concluírem o Mestrado no
Programa estão dispensados de cursá-la no Doutorado.
§ 2o – A disciplina BMA 05 – Tópicos Especiais, deve ser cursada no Mestrado e no
Doutorado, não havendo dispensa para os discentes que concluírem o Mestrado no
Programa.
Artigo 26 – O aluno terá direito a cancelar matricula em disciplina não condensada até, no
máximo, quatro semanas após o início do período letivo e em disciplina condensada somente até
transcorrido 15% das aulas da mesma.
Artigo 27 – O aluno de Mestrado deverá completar no mínimo 110 (cento e dez) créditos, sendo 25
(vinte e cinco) cursando disciplinas e 85 (oitenta e cinco) pela dissertação, e o de Doutorado deverá
completar no mínimo 205 (duzentos e cinco) créditos, sendo 40 (quarenta) em disciplinas e 165
(cento e sessenta e cinco) pela tese.
Parágrafo único – No caso de falta de 1 (um) ou 2 (dois) créditos para a conclusão total de
créditos exigidos para os níveis de Mestrado e Doutorado, o Conselho de Curso poderá
avaliar, com a solicitação formal do aluno e com a anuência do orientador, a possibilidade
de considerá-lo(s) realizado(s) mediante a comprovação de atividades extracurriculares
realizadas, ou de créditos excedentes do Mestrado no caso de Doutorado.
Artigo 28 - Cada 15 horas/aula correspondem a um crédito.
Artigo 29 – Poderá ser desligado do Curso o aluno que tiver conceito médio igual ou inferior ao
conceito C em duas disciplinas em um único período letivo, a critério da Comissão de Pósgraduação.
146
§ 1o – O conceito D poderá implicar no desligamento do aluno do Curso, mediante a
avaliação do orientador e a critério da Comissão de Pós-graduação.
§ 2o – O aluno que não se matricular em disciplina ou atividade de pesquisa, em dois
semestres sucessivos será desligado do Curso.
Artigo 30 – A critério do Conselho de Curso, poderão ser aceitos até 30% de créditos de
disciplinas obtidos em outros Programas de Pós-graduação “stricto sensu”.
Parágrafo único – Os créditos mencionados no “caput”c deste artigo deverão ser obtidos
somente após a matrícula na Pós-graduação.
Artigo 31 – Ao título de Mestre homologado pela Comissão de Pós-graduação, ouvido o Conselho
de Curso, correspondem 30 (trinta) créditos em disciplinas no cômputo para o Doutorado.
Artigo 32 – Todo aluno de Mestrado e Doutorado deverá submeter um Projeto de Pesquisa à
Comissão de Pós-graduação, que verificará a validade do projeto, podendo, inclusive, solicitar
parecer de consultor “ad-hoci”, selecionado pelos coordenadores de área.
§ 1o – O projeto deverá ser entregue no ato da primeira matrícula, ou excepcionalmente, até
30 (trinta) dias após a data da matrícula.
§ 2o – Os projetos serão considerados definitivos somente após sua aprovação integral,
levando em conta reformulações e correções solicitadas.
§ 3o – O não encaminhamento do projeto, dentro dos termos estabelecidos pela Comissão
de Pós-graduação, implicará no desligamento do aluno do Curso.
Artigo 33 – Todo aluno de Mestrado ou Doutorado deverá se submeter a um Exame de
Qualificação, perante uma Banca Examinadora, que evidencie a amplitude e a profundidade de
seus conhecimentos, bem como sua capacidade crítica e didática.
§ 1o – A Banca do Exame de Qualificação será constituída de três membros, sendo no
mínimo um deles Docente do Curso e um externo ao Curso.
§ 2o – O Exame de Qualificação deverá ser solicitado entre 12 (doze) e 18 (dezoito) meses
de curso para o Mestrado e entre 18 (dezoito) e 30 (trinta) meses para o Doutorado.
147
§ 3o – A não realização do Exame de Qualificação no prazo estabelecido poderá implicar
na reprovação do aluno, a critério da Comissão de Pós-graduação.
§ 4o – Ao aluno reprovado no Exame de Qualificação será concedida apenas uma nova
oportunidade adicional para prestá-lo até 2 (dois) meses após a data do primeiro exame.
Caso haja uma nova reprovação, o aluno será desligado do Curso.
Artigo 34 – Todo aluno de Mestrado e de Doutorado deverá demonstrar proficiência em Língua
Inglesa, mediante atestado emitido por entidade de reconhecida capacitação, selecionada entre
aquelas indicadas pela Comissão de Pós-graduação, ou outro processo de avaliação definido pela
Comissão de Pós-graduação.
Artigo 35 – Todo aluno de Mestrado deverá defender, perante uma Banca Examinadora, uma
Dissertação que represente trabalho individual, original, fruto de atividade de pesquisa e que
demonstre conhecimento do tema abordado.
Artigo 36 – Todo aluno de Doutorado deverá defender, perante uma Banca Examinadora, uma
Tese que represente trabalho individual, original, fruto da atividade de pesquisa, importando real
contribuição para a área do conhecimento.
Artigo 37 – A defesa final da Dissertação ou Tese deverá ser feita em sessão pública, em local e
hora previamente divulgados, perante uma Banca Examinadora de três membros titulares e dois
suplentes, para o Mestrado, e de cinco membros titulares e dois suplentes, para o Doutorado.
§ 1o – Pelo menos um dos membros da Banca Examinadora da defesa de Dissertação de
Mestrado e dois membros da defesa de Tese de Doutorado devem ser externos ao Programa
de Pós-graduação do Instituto de Botânica.
§ 2o – A Banca Examinadora, de Dissertação ou de Tese, emitirá parecer individual escrito,
devendo a aprovação do trabalho ser feita por mais de 50% dos membros da Banca e
constar de ata assinada pelos membros da Banca e pelo secretário do Curso.
§ 3o – A defesa poderá ser presencial ou virtual (videoconferência) a critério da Comissão
de Pós-graduação.
CAPÍTULO IX – DA CONCESSÃO DE TÍTULOS ACADÊMICOS
148
Artigo 38 – Para a obtenção do título são necessários:
I – de Mestre
a) mínimo de 25 (vinte e cinco) créditos em disciplinas;
b) proficiência em Língua Inglesa para Mestrado;
c) aprovação em Exame de Qualificação;
d) conceito global igual ou superior a B;
e) aprovação de uma Dissertação, correspondendo a 85 (oitenta e cinco) créditos;
f) solicitação de homologação do título em até 5 (cinco) meses, a contar da data da defesa,
improrrogável, acompanhada da seguinte documentação:
– versão definitiva da Dissertação, atendidas as eventuais recomendações da Banca
Examinadora;
– CD contendo versão definitiva da Dissertação em PDF com até 100 MB, arquivo em
Word com título, resumo e palavras-chave e arquivo com matéria informativa resumida
da defesa para ser divulgado na página “Web” do Programa;
– comprovante da submissão de artigo em periódico com seletiva política editorial;
– comprovação da inexistência de pendências junto à Biblioteca e às Curadorias de
Coleções Científicas, especialmente quanto à inclusão e devolução de material botânico;
– comprovação do cumprimento das exigências da legislação vigente quanto à coleta,
acesso e conservação do patrimônio genético.
II – de Doutor
a) mínimo de 40 (quarenta) créditos em disciplinas,
b) proficiência em Língua Inglesa para Doutorado;
c) conceito global igual ou superior a B;
d) aprovação em Exame de Qualificação;
e) aprovação de uma Tese, correspondendo a 165 (cento e sessenta e cinco) créditos;
f) solicitação de homologação do título em até 5 (cinco) meses, a contar da data da defesa,
improrrogável, acompanhada da seguinte documentação:
– versão definitiva da Tese, atendidas as eventuais recomendações da Banca Examinadora;
– CD contendo versão definitiva da Tese em PDF com até 100 MB, arquivo em Word com
título, resumo e palavras-chave e arquivo com matéria informativa resumida da defesa
para ser divulgado na página “Web” do Programa;
– comprovante da submissão de artigo em periódico com seletiva política editorial;
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– comprovação da inexistência de pendências junto à Biblioteca e às Curadorias de
Coleções Científicas, especialmente quanto à inclusão e devolução de material botânico;
– comprovação do cumprimento das exigências da legislação vigente quanto à coleta,
acesso e conservação do patrimônio genético.
Artigo 39 – A banca de defesa da Dissertação de Mestrado ou da Tese de Doutorado somente será
constituída após o cumprimento dos itens a, b, c e d do artigo 38, parte I - Mestre para Mestrado e
parte II - Doutor para Doutorado e dentro do prazo para defesa na unidade de pós-graduação de 26
(vinte e seis) meses para a Dissertação de Mestrado e de 48 (quarenta e oito) meses para a Tese de
Doutorado, improrrogáveis.
§ 1o – O prazo mencionado no “caput” deste Artigo será computado a partir do início da
primeira matrícula no Programa de Pós-graduação do aluno.
§ 2o – A Comissão de Pós-graduação poderá autorizar o trancamento temporário de
matrícula em casos especiais, plenamente justificados.
§ 3o – O trancamento, se concedido, não poderá exceder dois períodos letivos, consecutivos
ou intercalados.
§ 4o – O período em que o aluno estiver com matrícula trancada será computado no prazo
estabelecido neste Artigo.
CAPÍTULO X – DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Artigo 40 – Este Regimento poderá ser alterado por força de Lei ou conforme o estabelecido no
item III do Art. 6o deste Regimento.
Artigo 41 – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Pós-graduação, ouvido o
Conselho de Curso e o Diretor Técnico de Departamento, quando cabível.
Artigo 42 – A Portaria referente ao presente regimento entrará em vigor na data de sua publicação,
revogadas as disposições em contrário.
São Paulo, 19 de março de 2013
150
Luiz Mauro Barbosa
Diretor Técnico de Departamento
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