literatura de mulungu

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LITERATURA DE MULUNGU
Nome Científico: Erythrina mulungu Mart. ex Benth
Sinônimos Científicos: Corallodendron mulungu (Mart. ex Benth) Kuntze
Nomes Populares: Mulungu, amansa-senhor, árvore-de-coral, bico-de-papagaio,
canivete, capa-homem, corticeira, flor-de-coral, suína, suína-suina, tiricero.
Família Botânica: Fabaceae
Parte Utilizada: Cascas
Descrição:
Árvore de copa arredondada, um tanto espinhenta, decídua, de 10 a 14 m de
altura, com o tronco revestido por grossa casca corticosa e fissurada, com 40 a 50
cm de diâmetro. Folhas compostas trifolioladas, com folíolos coriáceos medindo de
7 a 10cm de comprimento. Flores reunidas em amplas panículas terminais, que
surgem quando a de 6 a 12 cm de comprimento, com 1 até 6 sementes de cor
parda. É nativa da parte central do Brasil, desde São Paulo e Mato Grosso do Sul
até Tocantins e Bahia.
Constituintes Químicos Principais: Alcalóides, erisodina, eritrina, flavonoides,
triterpenos.
Naturell Indústria e Comércio Ltda.
Av. Dom Pedro I, número 957 Vila Conceição
CEP: 09991 000 - Diadema – SP
LITERATURA DE MULUNGU
Indicação e Usos:
Várias espécies de Erythrina são empregadas com fins medicinais, como inseticidas
e como veneno para peixes. Na medicina tradicional brasileira a casca do mulungu
tem sido usada há muito tempo pelas populações indígenas, como sedativo. Na
medicina herbária é considerada um excelente sedativo para acalmar ansiedade,
tosses nervosas e outros problemas do sistema nervoso incluindo agitação
psicomotora e insônia. É também largamente empregada contra asma, bronquite,
hepatite, gengivite, inflamações hepáticas e esplênicas, febres intermitentes e
insônia. Nos Estados Unidos é usada por práticos e herbalistas para acalmar crises
de histeria proveniente de trauma ou choque, como sedativo hipnótico brando,
calmante do sistema nervoso, inclusive para eliminar palpitações do coração
(extrasistole), insônia e contra problemas hepáticos e hepatite. Nos casos de
ansiedade, tensão nervosa e insônia é recomendado tomar uma xícara das médias
uma ou duas vezes ao dia, ou uma xícara antes de deitar, do chá preparado
adicionando-se água fervente e uma xícara das médias contendo uma colher das de
sobremesa do pó feito de sua casca e ramos bem secos. Sua propriedade
reguladora dos batimentos cardíacos foi atribuída a um grupo de alcaloides contido
nos seus tecidos em estudos farmacológico em que observou-se também a
existência de atividade hipotensora. Os alcaloides desta planta são encontrados
também na maioria das espécies de Erythrina e, por representarem um grupo
químico de substâncias muito ativas e com várias propriedades de importância
médica, têm sido muito estudado na última década. As sementes são tóxicas. O
amplo emprego desta planta nas práticas caseiras da medicina popular e, inclusive
na indústria de fitoterápicos, é motivo suficiente para sua escolha como tema de
estudos químicos, farmacológicos e clínicos visando completar sua validação como
medicamento eficaz e seguro.
O mulungu é uma planta usada na medicina natural como um sedativo e calmante
natural para problemas do sistema nervoso, incluindo o estresse, ansiedade e
depressão. O mulungu tem longo uso na medicina popular brasileira. Como sonífero
natural, possui efeito hepatônico, ou seja, tonifica, equilibra e fortalece o fígado,
além de combater hepatite, obstruções, alto níveis de enzima presentes no fígado e
esclerose. A planta também alivia a tosse e os sintomas do estresse, ansiedade,
depressão, histeria, ataques de pânico e transtornos compulsivos, ainda sendo útil
para pessoas que sofrem de insônia e agitação durante o sono. O efeito calmante
da planta também pode beneficiar algumas pessoas que sofrem de abstinência de
nicotina (cigarro) ou uso de drogas.
Estudos estão sendo conduzidos para verificar sobre os possíveis benefícios do
mulungu para o coração, sobretudo para controle da hipertensão arterial e
palpitações do coração. Os alcaloides presentes nas espécies do gênero Erythrina
estão sendo estudados como possíveis regulamentadores de hipotensores do
coração. Acredita-se que baixas doses de mulungu auxiliam no processo de
memória, enquanto doses mais altas atuam como bloqueadores neuromusculares e
possuem ação sedativa como principais efeitos.
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LITERATURA DE MULUNGU
Efeitos Colaterais: Sedativo do sistema nervoso central.
Contraindicações: O uso excessivo pode
hipotensão, astenia e paralisia muscular.
provocar
depressão,
sonolência,
Revisão de Interação: O mulungu pode potencializar o efeito de alguns
medicamentos ansiolítico e medicamentos para controle de pressão arterial.
Referências Bibliográficas:
1. LORENZI, Harri; ABREU MATOS, F.J. Plantas Medicinais no Brasil
Nativas e Exóticas. Instituto Plantarum, 2ª Edição, Nova Odessa – SP Brasil, 2008.
2. MULUNGU.
Disponível
em:
<http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Erythrina_mulungu.h
tm>
3. MULUNGU.
Disponível
em:
<http://azarius.pt/smartshop/herbs/dried_herbs/mulungu/>
4. MULUNGU.
Disponível
em:
<http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com/plantas-medicinaiserythrina-mulungu.html>
5. MELLO, F.B.; LANGELOH, A.; MELLO, J.R.B.. Toxicidade Pré-Clínica de
Fitoterápico contendo Passiflora alata, Erythrina mulungu, Leptolobium
elegans e Adonis vernalis. Latin American Journal of Pharmacy, v.26, n.2,
2007.
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