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PROJETO
VISÃO SAUDÁVEL É FUNDAMENTAL
Detecção de baixa acuidade visual e prevenção de problemas
visuais em crianças matriculadas em Escolas do Ensino
Fundamental no Município de Alagoinhas-Ba
Alagoinhas, Bahia
Junho de 2016
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SUMÁRIO
1. Identificação
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2. Introdução
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3. Justificativa
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4. Aspectos visuais a serem considerados
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5. Objetivos
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6. Metodologia
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7. Recursos
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8. Referências
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9. Anexos
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1. IDENTIFICAÇÃO
OPTO CENTRO DE OPTOMETRIA
O OPTO Centro de Optometria, inscrito sob o CNPJ 23.364.517/0001-65, é um Centro
Optométrico especializado em exames de vista computadorizados, adaptação de lentes de contato,
ortóptica e reabilitação visual.
RESPONSÁVEL
Wellington Sales Silva O.D., Pós-Graduando em Ortóptica e Reabilitação Visual, Bacharel em
Optometria, Técnico em Óptica e Optometria, Administrador de Empresas.
IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL
CBOO 00408/BA
ENDEREÇO
Rua Conselheiro Moura, 18, Edf. João & Maria, Sala 4, Centro Alagoinhas-BA.
Tel: (75) 3421-8728
Celular: 75 9 9291-887 (tim/zap)
Site: www.centrodeoptometria.com
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2. INTRODUÇÃO
É notório que muitos fatores interferem na aprendizagem de crianças em idade escolar e a
redução da capacidade visual se constitui um destes fatores. E isto, consequentemente, compromete o
desenvolvimento psicossocial e a qualidade de vida. Entretanto, a capacidade visual desenvolvida na
infância pode apresentar alterações reversíveis, geralmente durante os primeiros anos escolares.
Neste sentido, a detecção precoce de problemas visuais é uma medida de atenção primária da
saúde visual. Estudos indicam que a detecção da baixa acuidade visual e a prevenção de problemas
visuais apresentam custos relativamente menores do que aqueles em função do atendimento a
portadores de distúrbios oculares (Luna et al, 2000; Bernal, 1998; Verrone e Simi, 2008).
Pensando nisso, visando contribuir para a identificação e prevenção de alterações visuais, o
Projeto Visão Saudável é Fundamental, desenvolvido pelo OPTO Centro de Optometria, pretende
avaliar crianças matriculadas em escolas de Ensino Fundamental do municipal de Alagoinhas.
Segundo a Organização Mundial da Saúde - OMS, a profissão de Optometrista é a primeira
barreira contra a cegueira reversível no mundo. Apesar de a Optometria ainda ser pouco conhecida e
pouco difundida do Brasil, é uma profissão da saúde com mais 120 anos de existência presente em mais
de 130 países.
A Optometria é uma ciência da área da saúde, com base na física óptica, que estuda e avalia o
sentido da visão, o estado refrativo dos olhos e suas alterações, e determina soluções para compensar
as alterações visuais não patológicas como miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia, disfunções
acomodativas e binoculares. A Optometria é uma profissão livre, sanitária, não médica, independente
na assistência visual primária, que estuda o complexo sistema visual com a finalidade de obter da visão a
máxima eficácia.
É da competência do Optometrista determinar cientificamente o estado refrativo dos olhos,
avaliar a visão binocular, a acomodação, e, obviamente, prescrever as soluções para melhorar a
capacidade visual, quer sejam óculos, lentes de contato ou exercícios terapêuticos em casos de
ambliopia, desvios oculares e diplopias. Ele também orienta normas de higiene e ergonomia visual. Em
sua rotina, o Optometrista busca oferecer ao indivíduo o máximo de rendimento visual com a menor
fadiga, por métodos objetivos e subjetivos.
O Optometrista tem a competência de avaliar o estado da saúde ocular do paciente para
detectar precocemente possíveis alterações oculares, de maneira que se evite a consequente perda de
acuidade visual e de qualidade de vida do sujeito. O Optometrista exerce a função assistencial primária
da saúde visual. Muitas alterações oculares não são processos graves que provocam perda de acuidade
visual irreversível, mas, devem ser conhecidas precocemente para serem diferenciadas daquelas que
realmente podem provocar tais alterações.
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3. JUSTIFICATIVA
Considerando que pelo menos 285 milhões de pessoas no mundo vivem com baixa visão ou
cegueira; que desses, 39 milhões são cegas e 246 milhões têm moderada ou grave deficiência visual;
que até 80% dos casos de cegueira resultam de causas previsíveis e/ou tratáveis; que a cada cinco
segundos uma pessoa fica cega no mundo e uma criança perde a visão a cada minuto (CBO; SBO); a
prevenção se constitui a melhor medida contra os problemas visuais.
Existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual no Brasil, sendo 582 mil cegas e 6
milhões com baixa visão, segundo dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE). Segundo a OMS, também em função da falta de tratamento, 700 mil crianças não enxergam. 33
mil apenas no Brasil. Estima-se que cerca de 30 mil crianças ficaram cegas por doenças que poderiam ter
sido evitadas ou tratadas precocemente.
A literatura científica aponta que a visão é responsável por até 85% do processo de aprendizado.
Além disso, por volta de 20% dos episódios de baixo rendimento escolar estão relacionados a erros
refrativos. A prevalência de baixa acuidade visual em crianças varia de 10% a 50% segundos pesquisas
realizadas no Brasil e no Mundo, e os erros refrativos não corrigidos alcançaram proeminência como
uma das principais causas de cegueira funcional e problemas de visão (Verrone e Simi, 2008; Holden,
2002).
O erro de refração não corrigido é a causa mais comum de deficiência visual e a segunda
principal causa de cegueira tratável no mundo, cujos efeitos sociais e econômicos são graves em
indivíduos e em comunidades educacionais e de emprego, o que causa restrição de oportunidades de
pessoas saudáveis (Dandona, 2001).
Estudos têm demonstrado que os erros refrativos em crianças causam até 62,5% de cegueira no
Chile (Maul et al, 2000), 22% no Nepal (Pokharel, 2000), 77% na zona urbana da Índia (Murthy et al,
2002) e 75% na China (Zhao et al, 2002). Com relação à deficiência visual em crianças, os erros de
refração são responsáveis por 55% no Chile, 86% no Nepal, 93% na China, 70% na Índia rural (Dandona,
2002) e 83% na Índia urbana (Murthy et al, 2002).
Os problemas visuais influenciam diretamente o aprendizado e a socialização, prejudicando o
desenvolvimento psicossocial da criança. Em crianças com problemas visuais os saberes não são
totalmente absorvidos o que limita o aprendizado (Moura, 2000).
Os problemas visuais a rigor são passados sem atenção por parte de pais e educadores, os quais
podem ser uma das barreiras que impedem ou dificultam o aprendizado e o desenvolvimento
intelectual da criança. Segundo a Fundação Americana da Consciência Visual, 1 de cada 4 crianças são
mal diagnosticadas ou simplesmente não diagnosticadas. As desordens visuais são o quarto problema
mais comum e é a condição de falta de capacidade que mais prevalece na infância.
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Os problemas visuais podem levar ao fracasso escolar, frustrações, isolamento, braveza e baixa
autoestima. Cerca de 80% do que a criança percebe, compreende e recorda depende da eficácia do
sistema visual. Aproximadamente 74% das crianças com problemas de aprendizagem têm anomalias
visuais, de forma principal ou associada a outros problemas (Giménez, 2011).
Segundo o Senso Escolar de 2015, no Brasil têm-se pelo menos 22 milhões de crianças
matriculadas no ensino fundamental (INEP), na rede pública estadual e municipal de ensino. Em
Alagoinhas, no ano de 2012, no ensino fundamental, segundo o IBGE, tínhamos mais de 10 mil crianças
matriculadas na rede municipal e mais de 6,5 mil na rede estadual de ensino (INEP).
Considerando a importância da visão na educação e na vida psicossocial da criança, as ações de
prevenção e promoção da saúde e da educação em saúde são fundamentais (Fechini et al, 2000). A
prevenção e a detecção precoce de problemas visuais se constituem métodos eficazes no combate à
visão subnormal e cegueira, devendo ser feitas, preferencialmente, na infância (Oliveira et al, 2009).
Neste sentido, o Projeto Visão Saudável é Fundamental, promovido pelo OPTO Centro de
Optometria, propõe-se a contribuir para a melhoria da qualidade de vida tanto no âmbito escolar como
pessoal de crianças matriculadas em Escolas de Ensino Fundamental do Município de Alagoinhas, Bahia.
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4. ASPECTOS VISUAIS A SEREM CONSIDERADOS
4.1 Sinais e sintomas mais comuns de problemas visuais
Os sinais e sintomas mais comuns relacionados com problemas visuais são:
•
Franzir a testa para ver de longe (o quadro, por exemplo);
•
Visão embaçada de longe e de perto;
•
Visão dupla;
•
Dor de cabeça, dor ocular;
•
Coceira;
•
Ardência;
•
Lacrimejamento;
•
Sensibilidade à luz;
•
Redução do poder de concentração, pouca atenção;
•
Dificuldade para escrever;
•
Problemas com a leitura como sonolência ao ler, não entendimento do que lê, inversão
de letras, salto de linhas, e necessidade de usar o dedo como marcador;
•
Dificuldades para copiar de um lugar a outro (do quadro para o caderno, por exemplo);
•
Dificuldade no uso coordenado de olho e mão;
•
Olho vermelho;
•
Alteração ou confusão das cores;
•
Moscas volantes;
•
Tontura;
•
Náuseas etc.
4.2 Principais anomalias visuais e problemas que têm relação com a função visual
a) Principais anomalias ou disfunções da visão:
•
Defeitos refrativos como miopia, hipermetropia e astigmatismo;
•
Estrabismos;
•
Ambliopia (olho preguiçoso).
b) Problemas visuais pouco conhecidos:
•
Agnosia Visual;
•
Alterações da motilidade pupilar;
•
Daltonismo;
•
Disfunções acomodativas (foco);
•
Nistagmo;
7
•
Paralisias oculomotoras;
•
Problemas da visão binocular não estrábicas;
•
Síndrome de IRLEN;
•
Síndrome Visual do Computador;
•
Síndromes Alfabéticas;
•
Síndromes associadas a estrabismos etc.
c) Outros problemas que têm relação com a visão:
•
Dislexia;
•
Discalculia;
•
Transtorno de Desenvolvimento da Coordenação (TDC);
•
Transtorno Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
4.3 Quando realizar um exame visual?
O momento recomendado para realizar exames de vista, tendo em vista acompanhar e
comprovar o desenvolvimento visual da criança é:
•
Ao nascer;
•
Aos 6 meses de idade;
•
Aos 2 anos de idade;
•
Aos 4 anos de idade;
•
E, a partir dos 5 anos de idade, um exame ao ano.
4.4 Principais habilidades visuais essenciais para a aprendizagem
•
Acuidade visual: nitidez daquilo que se vê;
•
Controle dos movimentos oculares: seguimentos, sacádicos, fixação;
•
Capacidade de foco: manter e trocar o foco entre longe e perto;
•
Coordenação ocular: trabalho conjunto entre olhos, músculos e cérebro;
•
Coordenação olho-mão: trabalho conjunto entre olhos e mãos;
•
Conceitos direcionais: compreensão do corpo e habilidade para projetar;
•
Percepção visual de forma: discriminação imediata e precisa de igualdades e diferenças;
•
Memória visual e visualização: formar, reter e recordar imagens visuais.
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5. OBJETIVOS
5.1 Objetivo Geral
O Projeto Visão Saudável é Fundamental tem como objetivo avaliar, em forma de triagem,
crianças matriculadas em escolas de Ensino Fundamental do Município de Alagoinhas, detectando baixa
acuidade visual e a necessidade de avaliação visual completa, tendo em vista contribuir para a
prevenção de problemas visuais e consequente melhoria na qualidade de vida e aprendizagem escolar.
5.2 Objetivos Específicos
•
Avaliar a saúde visual das crianças conforme protocolo de optometria;
•
Identificar os casos que necessitem de avaliação visual completa;
•
Identificar e encaminhar a outros profissionais da saúde os casos suspeitos de patologias.
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6. METODOLOGIA
Após autorização da Direção Escolar, será realizada uma palestra com professores e
pais/responsáveis interessados sobre a saúde visual na infância, com uma breve apresentação do
Projeto e de seu idealizador.
Tendo todos tomado conhecimento, serão agendados os dias para a avaliação visual das
crianças na escola. Nesta etapa, através de Ficha Clínica Específica e entrevista com alunos e
professores, pais/responsáveis, serão identificados sintomas e possíveis queixas dos alunos, bem como
seu histórico pessoal e familiar.
Considerando que a visão é fator fundamental no processo de aprendizagem, em seguida serão
avaliados 2 aspectos fundamentais:
1. A integridade das vias visuais
Neste aspecto será avaliada a saúde visual e ocular, bem como a obtenção da medida de
acuidade visual e a avaliação do estado refrativo.
2. A eficácia visual
Neste aspecto será avaliado o sistema acomodativo, o sistema pupilo-motor, a visão
binocular e a motilidade ocular.
Após esta análise, serão separados para avaliação completa da visão:
•
Crianças com acuidade visual igual ou menor do que 0,67 em pelo menos um dos
olhos, com ou sem sinais e sintomas (OMS);
•
Crianças com diferença de visão entre os olhos, de duas ou mais linhas da escala
optométrica;
•
Crianças que, apesar da visão normal em cada olho apresentar sinais ou sintomas
oculares;
•
Crianças portadoras de estrabismo.
Os casos suspeitos de patologias ou anomalias que fugirem da competência do Optometrista
serão encaminhados a outros profissionais da saúde como neurologistas, oftalmologistas, pediatras,
endocrinologistas, nutricionistas, psicólogos etc.
Todos os dados obtidos serão tabulados, tendo em vista contribuir para a formulação de
estatísticas em saúde visual, sendo preservados os dados pessoais dos alunos, bem como considerando
a Declaração de Helsinque relacionada à pesquisa em humanos (WMA, 2013).
Após a conclusão da avaliação visual será emitido um Relatório para conhecimento da escola e
dos pais/responsáveis sobre a acuidade visual das crianças, os casos que necessitam de atendimento
optométrico, bem como os casos suspeitos a serem encaminhados a outros profissionais da saúde.
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7. RECURSOS
7.1 Recursos utilizados pelo Optometrista
•
Kit diagnóstico (oftalmoscópio, retinoscópio, transluminador);
•
Caixa de provas;
•
Oclusor;
•
Tabelas Logarítmicas de optotipos (longe e perto);
•
Formulário de identificação da escola e aluno;
•
Ficha Clínica Específica.
7.2 Requisitos da escola
•
Uma sala adequada para avaliação visual;
•
Autorização da direção da Escola mediante assinatura do Formulário de Identificação Escolar.
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8. REFERÊNCIAS
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seres humanos. Adotada pela 18ª Assembleia Geral da WMA, Helsinque, Finlândia, Junho 1964, e emendada
pela: 29ª Assembleia Geral da WMA, Tóquio, Japão, Outubro de 1975; 35ª Assembleia Geral da WMA, Veneza,
Itália, Outubro de 1983; 41ª Assembleia Geral da WMA, Hong Kong, Setembro 1989; 48ª Assembleia Geral da
WMA, Somerset, West, África do Sul, Outubro 1996; 52ª Assembleia Geral da WMA, Edimburgo, Escócia,
12
Outubro de 2000; 53ª Assembleia Geral da WMA, Washington, EUA 2002 (Acrescentada Nota de Clarificação);
55ª Assembleia Geral da WMA, Tóquio, Japão, 2004 (Acrescentada Nota de Clarificação); 59ª Assembleia Geral
da WMA, Seul, Coréia do Sul, Outubro 2008; 64ª Assembleia Geral da WMA, Fortaleza, Brasil, Outubro 2013.
Disponível em: <http://www.amb.org.br/_arquivos/_downloads/491535001395167888_DoHBrazilianPortugue
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