Faculdade de Medicina da UFPE
Tecido Nervoso I
Professor: “A CARIOCA”
[Parte I - transcrita por Romanti Ezer Tertuliano
Então existem neurônios que recebem terminações de outros neurônios e que fazem
sinapse, sinapse que é aquela continuação membrana-membana, entre o neurônio que estava
chegando e o outro que está continuando aquela rede, as redes neurais que são formadas aqui.
Então terminações de neurônios fazem conexões com dendritos; terminações de neurônio
também fazem conexão com pericário, podem ser as duas coisas. E finalmente tem um outro
prolongamento do neurônio, só que esse agora é um prolongamento único, enquanto que os
outros são muitos dendritos, mas no neurônio você tem apenas um axônio, tanto que ele está
aqui no singular, embora esse axônio possa se ramificar, mas ele se ramifica em geral apenas
como uma colateral só, ele não vai fazer aquela árvore, como se fossem vários dendritos; então
ele é único, a gente diz que ele é único. Nós não vamos entrar na cinética da sinapse porque
vocês vão ver isso em fisiologia.
O axônio no final ele também se ramifica, emitindo os terminais axônicos que a gente
chama em conjunto de telodendros, telodendros são os terminais axônicos, e que contém as
vesículas com neurotransmissores – acetilcolina, noradrenalina etc. – que vão ser responsáveis
pela transmissão da informação, do impulso elétrico, desse axônio para a próxima célula.
Bom, como é que é o citoplasma dessa célula? Uma característica da microscopia
óptica interessante, vocês têm que anotar isso, são esses grânulos ou Corpúsculos de Nissl.
Então os Corpúsculos de Nissl são manchas basófilas que nós observamos na microscopia
óptica, eu não posso falar de grânulos de Nissl se eu não tiver no microscópio óptico, somente aí
nesse caso é que eu posso falar. Então são manchas basófilas que correspondem as cisternas do
RE rugoso, com aqueles ribossomos todos em volta, na sua superfície citoplasmática, e no meio
das cisternas você tem uma coisa chamada polirribossomo. O que é que é polirribossomo?
[silêncio na sala] Polirribossomo, quem dá mais? Quem dá menos? Ninguém se lembra? [ela faz
um desenho no quadro e vai perguntando o que é, aí a turma responde o que ela queria]. Ah
salvou-se minha aula! Então polirribossomo é o conjunto formado por uma molécula de RNA
mensageiro mais os ribossomos unidos né? Está saindo um molécula de proteína, que está sendo
traduzida das informações do RNA mensageiro para a proteína, gera proteína né? Então uma
grande quantidade de polirribossomos misturada com uma grande quantidade de cisternas do RE
rugoso e Complexo de Golgi também tem uma grande quantidade de ribossomos, né isso? Ora, o
que é que é RNA? Ácido ribonucléico, não é isso? Se eu tenho uma grande quantidade de ácido,
então eu vou pegar aqui o meu corante, por isso que fica roxo, aquela cor rubra, e você diz que
isso daqui é uma mancha basófila. Então se eu pegar o grânulo de Nissl e correr com ele pra
microscopia eletrônica, então eu vou ver isso aqui que eu estou desenhando, vou ver as
cisternas, vou ver os polirribossomos. Conclusão: o que é que essa célula deve estar fazendo se
ela tem tantos grânulos de Nissl, o que é que ela faz? Proteína. Então é uma célula que
certamente está produzindo uma grande quantidade de proteína, uma grande atividade de síntese
de proteína.
Bom, o que mais deve ser mencionado no citoplasma? Essa estrutura chamada cone de
implantação, que eu vou mostrar no desenho depois, tá?
Neurofibrilas. Quando a gente inicia o estudo da citologia, uma das primeiras coisas que
se aprende é que o citoesqueleto é formado por microtúbulos, microfilamentos e filamentos
intermediários. Então essas neurofibrilas aqui são os filamentos intermediários, característicos do
neurônio, e que vão ser importantíssimos para a infra-estrutura desse neurônio; e mais ainda
porque muitos desses neurônios vão ter axônios extremamente longos. Então, eu não que sou
baixinha, mas se você tem 1,79m 1,80m sei lá quanto, você certamente tem aí axônios de 1m de
comprimento. Então pra você ter uma célula de 1m de comprimento você precisa reforçar a
estrutura dela, se não ela se quebra com qualquer movimento. Então as neurofibrilas, que são
filamentos intermediários, sempre estão presentes em grande quantidade nessas células para
reforçar a sua estrutura; os microtúbulos também.
Bom, os neurônios vão ser classificados tanto pela morfologia quanto pela função. A
morfologia eu vou mostrar no próximo slide, são três ou quatro tipos, dependendo de como ele é
formado. A funcional é mais em termos de se esse neurônio está numa posição de receber
informação ou se ele é um neurônio que dentro daquele circuito está numa posição de levar a
informação como uma resposta. Então se o neurônio está na parte que recebe a informação ele é
um neurônio aferente, ou neurônio sensitivo, ou neurônio sensorial; se ele está na parte que está
levando a resposta então ele é um neurônio eferente, ou motor, ou efetor.
Estão aí vários neurônios que estão sendo apresentados aqui pra vocês com uma
coloração especial, que é uma coloração com ouro. Então nós usamos metais pesados, ouro,
prata e ferro, para nós evidenciarmos, enfatizarmos, a morfologia geral do neurônio. Então aqui o
pericário, com seus dendritos e um axônio aqui. Se eu quiser observar os detalhes internos, eu
não posso mais usar os metais pesados. Por outro lado, se eu utilizar colorações adequadas para
o citoplasma, para o núcleo etc. eu vou perder a morfologia geral do neurônio. Então ou eu tenho
uma coisa ou eu tenho outra, eu vou ter que escolher qual é o tipo de coloração que eu quero
usar. Então aqui eu tenho a H.E., uma coloração rotineira básica [aponta para a figura], aqui eu
perdi os detalhes do axônio, dos dendritos, aqui eu só tenho o pericário, uma parte dele, que é o
que eu estou circulando aqui; aqui dentro eu tenho o núcleo - um núcleo bem grande, esférico, um
núcleo claro - e um nucléolo que é esse mais escuro aqui, muito bem marcado. Então núcleo
claro e um nucléolo muito marcado é a mesma coisa de eu dizer que essa célula está em intensa
atividade de síntese protéica; se o núcleo dela está claro significa que a maior parte dos
cromossomos está {...} [não consegui entender esses 2 segundos, me perdoem] porque os genes
estão sendo expostos a RNA polimerase para fazer RNA mensageiro pra depois fazer proteína.
Então quase nada aqui está condensado, porque se estivesse condensado a basofilia estaria
muito mais intensa.
Qual a função do nucléolo? O que é que está acontecendo na célula quando você vê o
nucléolo? O que é nucléolo? [silêncio na turma, então ela continua por si mesma] O nucléolo
aparece sempre numa célula quando você tem a formação dos ribossomos, o nucléolo é como se
fosse um local onde os ribossomos estão sendo feitos em grande quantidade. Então uma coisa é
você produzir o RNA mensageiro, que é isso aqui que está acontecendo no núcleo, mas mRNA
sozinho não vai gerar proteína, eu só consigo fazer proteína se tiver o ribossomo aderido a uma
molécula de mRNA. Então núcleo claro e nucléolo muito bem marcado é igual a grande atividade
de síntese protéica.
Sim, então como eu dizia, aqui na H.E. eu não consigo nem progredir aqui pra saber
para onde está indo o axônio, eu não posso acompanhar os dendritos; na verdade quando eu uso
esse tipo de coloração eu perco a morfologia geral. Aqui no citoplasma eu vou encontrar os
grânulos de Nissl, são manchas basófilas que representam essas cisternas do RE rugoso de
polirribossomos; eu não consigo ver esses detalhes do citoplasma se não usar o tipo de coloração
específica.
Olhe esse núcleo aqui, agora compare o tamanho dos núcleos. Esses núcleos menores
aqui, que na verdade eu só estou vendo o núcleo, essas são as células da neuroglia, que estão
em volta do neurônio, que são bem menores do que ele e que estão nessa proporção de mais ou
menos dez pra um, geralmente são dez células da neuroglia para cada neurônio.
Outra coloração aqui onde eu perco novamente a morfologia geral, mas pelo menos eu
estou vendo o Cone de Implantação. Cone de Implantação é uma área do citoplasma [ela se
interrompe], porque aqui é o pericário, aqui está o nucléolo, o núcleo eu não vejo muito bem
porque essa coloração não é ideal para a visualização do núcleo. Mas o que eu estou vendo aqui
é que tem uma basofilia muito grande no citoplasma - perfeito né? São os grânulos de Nissl – mas
chega num certo ponto da célula onde essa basofilia está muito mais fraca, então aqui eu sei que
está acontecendo de sair o axônio, então o axônio certamente está saindo daqui. Então esse é o
Cone de Implantação. Cone de Implantação é aquela área do neurônio muito menos basófila a
partir da qual começa a sair o axônio, que é o prolongamento maior. Então aqui tem outro
neurônio [alguém interrompe perguntando algo sobre o pericário na figura e sei lá o que mais (não
dá pra ouvir direito, parece que a professora se afastou do gravador); ela então começa a explicar
por uns 2 minutos apontando regiões específicas na projeção, tais como pericário, núcleo,
nucléolo etc. Valeu povo!].
Então como eu estava falando, esse desenho aqui é o que a gente quer que vocês
façam na prova. Pode pedir assim: faça um esquema do neurônio como visto na microscopia
eletrônica, com sua estrutura, que é isso aqui que a gente vê [mostra figura]. Então o que é que é
essa coisinha aqui? É a membrana plasmática, em volta do pericário. Toda essa estrutura aqui é
o núcleo; o núcleo em geral é grande, embora existam neurônios de vários tipos, tamanhos de
corpos etc., mas muitos dos neurônios são células grandes com núcleos grandes.
[Parte II - transcrita por Niedjon Peixoto
(...) e esse aqui, são os neurônios. E aqui, no citoplasma, é onde estão espalhadas as
organelas. É onde encontramos as cisternas do Golgi, mitocôndrias, microtúbulos,
microfilamentos, etc.
Agora se eu pedir para você fazer um esquema do neurônio à microscopia óptica, não
vai poder desenhar essas coisas, porque eu não vejo todas essas estruturas na microscopia
óptica, então atentem ao detalhe na hora de for responder na prova, para ver se foi pedido o
esquema à microscopia óptica ou eletrônica. Na óptica, na ultra-estrutura, aí sim, eu desenho.
Porque eu vejo as mitocôndrias. As cisternas do rugoso. Mesmo no cone de implantação. Então
aqui temos o golgi espalhado... Em geral nós vemos todas essas organelas.
Nos axônios você encontra muitos filamentos, de tubulina, microtúbulos... Encontra tb
mitocôndrias e etc... Prestem atenção a esses detalhes, pq a gt pode perguntar sobre esse
esquema.
Depois de uma forma geral sobre a estrutura, vamos ver a classificação.
Esse aqui, esse desenho, esquema, mostra o neurônio unipolar que não está incluído
em nossa fase adulta. Neurônio unipolar a gt encontra em nossa fase embrionária, quando o
sistema nervoso está se formando. Mas ele não entra em nossa classificação, já que estamos
estudando o tecido nervoso, que jah está formado, não em formação.
Então de acordo com a morfologia, eu vou ter, primeiro: neurônio bipolar. Bi quer dizer
2. Bipolar, dois pólos, 2 prolongamentos. Ambos funcionam na sinapse, sendo que um funciona
como dendrito, que vai receber o impulso elétrico, e outro funciona como axônio, que vai transmitir
o impulso. É preciso que vocês saibam dizer pelo menos uns dois exemplos de onde eu encontro
o neurônio bipolar. Então aqui jah tah escrito: no olho, na retina, eu encontro neurônios bipolares.
Você encontra também no meio dos gânglios trocleares e vestibulares do ouvido, na audição e
relacionado com o equilíbrio.
Vamos ver agora o neurônio que tem muitos prolongamentos, então ele é agora o
neurônio MULTIPOLAR. Então ele tem aqui os seus vários dendrito, a partir do cone de
implantação ele tem também um axônio e com várias ramificações. Então multipolar, porque ele
tem muitas ramificações de neurônios e dendritos. Exemplo: a grande maioria do neurônios é
assim, mas o exemplo que a gt dá é o neurônio motor, que realmente é grande.
E finalmente o neurônio que é chamado de PSEUDO-UNIPOLAR. Pseudo quer dizer
falso, então ele é como se fosse um neurônio unipolar. Entretanto esse prolongamento tem um
lado que vai para a periferia, e o outro que vai ao sistema nervoso central. Da mesma maneira
que os outros estão organizados aqui, uma lado dele funciona como dendrito, e o outro funciona
como axônio. E quando passa o impulso elétrico, ele passa diretamente d um para o outro, sem
passar ou se importar com o pericário, pelo corpo. Morfologicamente, quando você olha para ele,
parece que ele tem dois axônios, mas funcionalmente, um funciona como se fosse dendrito,
porque ele ta aferente, recebendo informações, o outro vai funcionar como se fosse axônio tb,
repassando as informações. Morfologicamente, vc olha para os dois, e eh como se fossem
axônios, pq eh longo e cumprido, mas funcionalmente naum eh bem assim. A partir de um bipolar,
acaba se formando um pseudo-unipolar, eh assim que acontece. O pseudo unipolar não eh assim
porque essa ramo se dividiu em dois, pelo contrário, ele era bipolar, e daih os dois pólos
aproximaram-se, houve uma fusão e aih formou-se o pseudo-unipolar. Na verdade eh o multipolar
que da origem a todos os outros tipos de neurônios. Lembrando que os neurônios sempre tem 1
axônio. O impulso que chega, ainda no pseudo-unipolar, ele naum precisa ser mexido, inibido,
modificado, ou algo do tipo. Ele vai passar na íntegra ed um lado para o outro. Então, encontro os
neurônios pseudo-unipolares nos gânglios da raiz dorsal. São os que trazem informações da
periferia diretamente ao sistema nervoso central, e que vão, por exemplo, criar o arco reflexo esse
eh um exemplo bem básico. Então o arco reflexo, não precisa de modificação nenhuma. Se eu
pisei em um prego, akela resposta ao estímulo vai ateh a medula e tem que voltar diretamente
para o músculo
Então jah taum sabendo.. procurem os exemplos, mais exemplos, dos tipos de
neurônios, pelo menos 2 de cada tipo.
*perguntas inaudíveis.. respostas mais ou menos entendíveis: Então eh soh uma
questão de... por exemplo... esses neurônios multipolares estão na medula, ele recebe
informações de muitos lugares do corpo. Esse bipolar naum, estah na retina e soh conecta um
ponto ao outro.
Então vemos aki.. São fotos do livro. Esse neurônio eh importante vcs saberem, porque
vai ser objetivo da prova prática, eh o neurônio chamado ??????...kinje ??? do cerebelo. Ele tem
toda essa parte aqui extremamente ramificada. Por q ele tem isso? Porque certamente essa
célula recebe uma quantidade enorme de sinapses e conexões por neurônio. E eh isso mesmo. O
cerebelo integra uma quantidade enorme de informações, de posição, postura, e tudo isso tem
que integrar e depois mandar uma resposta.
Células de Purkinje, eh um objetivo da prática. É um neurônio que possui vários
detalhes, mas que não temos aqui, pq esses detalhes são vistos na microscopia óptica. Essa
células não tem relação com as do coração, essas aqui são neurônios, do cerebelo.
Neurônio piramidal estah no cérebro.. eh multipolar, como os outros. Na parte pratica
vcs vão ver uma célula que dá pra ver o núcleo.
Então agora que temos um poukinho da noção dos neurônios, vamos falar agora das
células que estão em volta, as neuroglias. Então neuroglia naum eh nome de UMA célula, eh o
nome genérico de várias células diferentes mas que tem em conjunto akelas funções de suporte,
sustentação, nutrição metabólica e que juntos dão ao neurônio condições mínimas necessárias
para sua funcionalidade.
São 4 tipos de célula que os compõem Primeiro temos os astrócitos, vamos falar tb dos
oligodendrócitos, as micróglias, e as células ????????? Tudo no plural, porque na verdade eles
podem se subdividir em tipos.
Os astrócitos podem ser protoplasmáticos... ????? no caso do fibroso, ele eh uma
célula estrelada, que possui pprolongamentos bem longos, a partir do centro, então possui
MUITAS miofibrilas, grandes filamentos intermediários tb. E essas neurofibrilas possuem uma
proteína especial, própria que eh a proteína ácida fibrilar glial.
[Parte III - transcrita por Flavia Andreza
Essas proteínas estão presentes em grandes quantidades nos astrocitos fibrosos que constituem
a substancia branca. Os protoplasmaticos também são células bem grandes que possuem muitos
prolongamentos, so que esses prolongamentos não são assim tão numerosos mas são bem
ramificados. Exemplo de um astrocito fibroso, ele se apresenta como uma célula estrelar, com o
núcleo no centro e vários prolongamentos. Os vários prolongamentos desta proteína cistica
fibrosa, isso é na substancia branca. Na substancia cinzenta, os astrocitos também tem
prolongamentos, também é como se fosse uma esterla, so que sao muitos mais ramificados do
que estes, é como se fosse um cilindro em volta de____. Então a função do astrocito é essa que a
gente já falou, aqueles núcleos que eu já mostrei de neurônios, muitos deles são de astrocitos,
mas como a gente usa uma coloração muito básica, não temos condições de dizer: isso é um
astrócito, isso é um oligodendrócito. São células da glia, pode ser microglia, pode ser astrocito.
Aqui neste desenho está uma característica dos astrocitos, que é o pé vascular, que é quando o
astrocito pega um dos prolongamentos dele e envolve, abraça o vaso sanguineo. Esse pe
vascular entra em um dos componentes que a gente chama de barreira hematoencefalica, que o
pessoal gosta de perguntar em concurso. È impostante porque, o astrocito envolve o neurônio,
que é a célula que vai gerar o estimulo. Então, o que passa aqui pelo sangue é perigoso para o
neurônio, é tóxico. Então não pode haver contato entre sangue e neurônio,mpor isso é uma
barreira hemato-encefalica: o astrocito envolve o vaso sanguineo e não deixa jamais o sangue
entrar em contato com o neurônio. Por outro lado também, o astrocito faz um coisa boa, que é
pegar do sangue o que é bom para o neurônio. Então ele capta substancias nutritivas a ser
repassadas para o neurônio, passa pelo citoplasma do astrocito e sao repassadas ao neurôni,
mas muito bem selecionado porque o sangue, de uma maneira geral, não contem coisas boas
para o neurônio. E a gente sabe hoje que o cérebro, mesmo no adulto, contem células que
podem se transformar em neurônios e que podem muito bem reformular áreas que foram
perdidas, o que está se fazendo hoje tranqüilamente e mesmo sem as células-tronco, no próprio
cérebro a gente sabe que acontece isso. Antigamente a gente pensava o contrário, que ele tinha
mesmo que ser muito bem protegido, por que se ele morresse ele não seria substituído. E a gente
sabe que hoje não é bem assim. (Alguém faz uma pergunta que não da para entender, nem a
resposta (outra pergunta que não dá para entender e ela responde) Pode sim, outra função do
astrocito, e também das outras células da glia, mas principalmente dos astrocitos é se multiplicar,
ocupando o tecido lesado, e formar aquilo que a gente chama de gliose, uma proliferação dessas
celulas e tambem há um aumento de volume, elas ficam hiperplasiadas e hipertróficas,as duas
coisas, e aí elas conseguem fechar aquela área ali, então isso aqui também está no sentido de
reparação. (Pergunta:)
Então esse pe vascular estaria recobrindo todo o capilar?
No caso dos capilares que estão penetrando no sistema nervoso central, sim, nao são muitos
astrocitos? São 10 astrocitos para cada neurônio, entao o que não falta é pe vascular para fechar
aquilo ali e não deixar o neurônio entrar em contato com o sangue.
(Ela mostra uns astrocitos corados com metal pesado) Eu posso verque essa xelula é estrelada,
que ela possue prolongamentos: são os astrocitos. Aqui é uma célula piramidal, um neurônio
piramidal. Aqui a gente não vê mais que a morfologia geral dele.
Então vamos voltar, para a gente ver as outras células da neuroglia. O segundo grupo são os
oligodendrócitos. Elas têm o núcleo bem basófilo, bem condensado, com o citoplasma em volta e
também prolongamentos. A característica principal delas, a função básica, é que elas vão ser as
responsáveis pela formação da bainha de mielina, muito importante para o neurônio. Isso daqui é
verdadeiro se eu estiver falando em sistema nervoso central. A gente vai ver que no sistema
nervoso periférico, quem produz a bainha de mielina são as células de Schuwann. Pronto, ta aqui
uma representação esquemática do oligodendrócito, ela é uma célula que não tem nenhuma
característica peculiar, tem alguns prolongamentos, mas poucos; e são esses prolongamentos
que vão fazer uma coisa parecida com aqueles que envolviam o capilar; eles vão envolver o
axônio, e esse envolvimento vai gerar a bainha de mielina. Então aqui nos temos o núcleo do
oligodendrócito e vários prolongamentos dele, e cada prolongamento desse envolve um axônio,
logo, um mesmo oligodendrocito é responsável pela bainha de mielina de vários axônios. Como é
que esse material, que na verdade é membrana plasmática e citoplasma do oligodendrócito, como
ele se transforma em bainha de mielina? É so você lembrar como é uma membrana plasmática,
qual é a substancia básica da membrana plasmática? Bom, a membrana plasmática é feita
basicamente de uma bicamada lipídica, ela possue duas camadas de lipídeos, as proteínas vão
se alojar nessa bicamada lipídica, o que é o alvo aqui é a bicamada lipídica. Quando essa célula
emite esses prolongamentos e faz esse pacote em volta do axônio, que não é uma volta só, ela
faz um movimento de espiralização, ela dá varias voltas; e é só você imaginar, uma membrana
plasmática deu varias voltas, se a gente der um corte transversal aqui, a gente vai ter aquilo
chamado de bolo de rolo; a gente vai ter essa sobreposição de membranas plasmáticas aqui,
empilhadas muitas vezes e então a fusão de bicamadas lipidicas e agora esse material aqui, em
conjunto, se chama mielina. (Alguém pergunta, mas não dá para entende nem a pergunta, nem a
resposta dela)... Eu estou lesionando o axônio, lembra que eu falei aqui, o oligodendrócito tem os
seus prolongamentos, que envolvem o axônio. (ela falou umas coisas que nao entendi
nada)...esta isolado pela bainha de mielina, um isolante elétrico, não está isolando termicamente
que de onde estiver a bainha de mielina, o impulso não vai poder passar, por que ela esta isolada
eletricamente. Essa mielina ocorre principalmente naqueles axônios que são muito longos (ela
fala algo relativo a localização desses axônios que eu não consegui entender). O impulso vai ter
que saltar, por que essa área aqui não está isolada eletricamente?Então ele faz o impulso
saltatório, ele pula de espaço em espaço que não tem mielina, daí ele pode ir mais rápido, se não
houvesse a mielina, ele teria de percorrer todo o axônio e aí já era, demoraria demais. Então a
mielina é um isolante elétrico.
[Parte VI - transcrita por Edda Eva Barros
Então aqui, eu tenho um desenho de um outro livro bem esquemático que mostra bem
tudo isso. Essa célula aqui em azul, isso aqui é o núcleo do neurônio. Em amarelo é o citoplasma
........ e aqui os prolongamentos dos neurônios..............o oligodendrócito que ta fazendo a mielina
em volta dos prolongamentos. Aqui é o astrócito que está....envolvendo o capilar, aqui é um
capilar cortado transversalmente. Por sua vez os astrócitos também estão em volta do neurônio, e
aqui estão também as células que são as últimas que falta a gente falar que são as células da
.......que são células também com o núcleo meio alongado, são células pequenas e que são as
células que fazem, entre aspas, desempenham as funções lá do tecido nervoso, daquilo que seria
função do tecido conjuntivo. Mas acontece que o tecido nervoso não tem tecido conjuntivo, então
quem desempenha as funções que seria do tecido conjuntivo é a micróglia. Então ela é uma
célula fagocitária, ela fagocita .......... restos celulares, ela é uma célula que ta envolvida também
em apresentação de antígenos, porque ela é uma célula que deriva, deriva não, a micróglia é um
componente do que a gente chama de “sistema fagocítico mononuclear”. O sistema fagocítico
mononuclear é o conjunto de células, várias espalhadas pelo corpo, por exemplo, macrófagos
alveolares, células de kupfer no fígado, macrófagos sinoviais, monócitos do sangue, macrófagos
do tecido conjuntivo, micróglia do tecido nervoso, tudo isso junto é o sistema fagocítico
mononuclear que deriva dos monócitos do sangue. Monócito é um dos leucócitos do sangue. Os
monócitos passam pro tecido conjuntivo..............e aí se transformam em micróglia, e aí a
micróglia vai desempenhar essa funções, fagocitose.......( alguem pergunta algo que não dá p
ouvir) a professora responde: não, ela é derivada dos monócitos, o monócito tem uma outra
derivação..aluno continua falando e ela responde: porque ela é componente do sistema fagocítica
mononuclear, ela não tem a mesma origem embriológica do neurônio, de uma neuroglia; neurônio
e neuróglia têm origem das mesmas células, ou seja, do ectoderma, claro, do tubo neural mas a
micróglia não..aluno interrompe...ela continua: é, seria uma origem conjuntiva só que ela perdeu
muito de suas características conjuntivas, porque o conjuntivo normal as células produzem muita
substância extracelular e aqui não tem, a micróglia não produz nada de substância extracelular,
mas ela ainda guardou algumas por.....fagocitose, que é uma coisa que a célula... faz. Por último,
eu falei em astrócitos, letra b, oligodendrócitos, letra c, micróglia, e letra d, células ependimárias.
Então as células ependimárias são células também, da glia que fazem...................todo o canal da
medula, os ventrículos cerebrais, primeiro, segundo, terceiro e quarto ventrículos, elas fazem uma
camada única, são essas células mais escurinhas aqui. Em alguns locais eles possuem cílios, e
esses cílios são responsáveis por movimentar esse lixo que ta aqui dentro, qual é o lixo que ta
aqui dentro? Isso aqui é a medula espinhal, eu fiz um corte transversal da medula espinhal, e no
centro tem esse canal, o canal central da medula. Então o canal central da medula é todo
revestido pelas células ependimárias, aqui estão os cílios, e que líquido é esse aqui? líquido
cefalorraquidiano; esse canal vai se continuar com quarto ventrículo, terceiro ventrículo, os dois
ventrículos laterais por dentro dos hemisférios. Tudo isso ta preenchido pelo líquido
cefalorraquidiano ou líquor, e esse líquor é movimentado pelo batimento ciliar dessas células
ependimárias que fazem parte da glia. E lá no teto dos dois ventrículos laterais e também no teto
do terceiro ventrículo, essas células mesenquimáticas elas se diferenciam um pouco e junto com
a pia-máter elas formam os plexos coróides, nesses estão as estruturas responsáveis pela
produção do líquor, então....células ependimárias têm tudo a ver com líquor; mais uma visão aqui
delas, células ependimárias aqui.....Bom, o último item então do que a gente vai ver na primeira
parte é o que a gente chama de fibras nervosas. Primeiro nós temos que definir o que é fibra
nervosa. Então toda vez que você tiver um axônio envolvido por alguma célula envoltória
formando uma bainha, esse conjunto, axônio mais a bainha que aquela célula envoltória formou, o
nome disso é fibra nervosa, certo? então veja que é o axônio não é o neurônio; se você disser
que fibra nervosa é um neurônio envolvido por uma célula tá errado, porque fibra não tem nada a
ver com....é só o axônio envolvido por uma célula. Quem é essa célula? Eu já falei um
pouquinho......; se você tá no sistema nervoso central essa célula necessariamente é o
oligodendrócito, é ele que vai envolver o axônio. Se você estiver no sistema nervoso periférico,
essa célula é a célula de shiwann. Eu me lembrei de um detalhe aqui de classificar (acho que é
isso) morfologicamente o sistema nervoso porque vocês vêem isso em anatomia então todo
mundo tá entendendo quando eu falo de periférico e central, né? Então sistema nervoso periférico
tem o nervo chamado periférico e fibra nervosa é o componente dos nervos, então fibra nervosa
nada mais é do que um feixe de fibras nervosas, quando você vir um feixamento de fibras
nervosas, isso é um nervo. Bom, os tratos, os feixes do sistema nervoso......todos eles são
tomados por essas fibras nervosas.................ela fala umas coisas que não dá p ouvir, e em
seguida aluna faz pergunta que tb não da p entender....e ela responde: se você tá falando mielina,
não, porque a mielina é isolante elétrico tanto lá como cá, certo? então substância branca que tem
mielina é isolante elétrica, mas no sistema nervoso central, se você for pro periférico,
ela..............elétrica; apenas é uma questão de localização, porque quando você vai p periferia aí
já fica muito longe da crista neural, e as células da crista neural elas se soltam então elas migram
muito mais, elas vão mais pra periferia, e aí elas dão origem......elas vão fazer a mielina do
periférico. Bom, então nós podemos classificar que existem fibras nervosas envolvidas por mielina
e fibras que não têm mielina, então são as fibras nervosas amielínicas. Então como você define a
fibra nervosa amielínica? Aliás, ambas como são fibras né, em primeiro lugar elas são fibras
nervosas; se elas são fibras, elas têm que de saída já ter um axônio envolvido por uma célula que
tem uma bainha, né, formando uma bainha, então na amielínica, a gente vai encontrar geralmente
axônios que são bem fininhos, enquanto que as amielínicas são bem grossas, e a célula
amielínica você só vai encontrar a célula envoltória fazendo uma volta, ela envolve uma vez sôo
axônio; então envolveu, fez uma bainha, só que não é uma bainha inteira, é uma bainha
incompleta; só fez essa volta uma vez, então isso não caracteriza mielina, não tem um
empilhamento de membranas.....então essa é uma fibra amielínica. Esse envoltório aqui, essa
célula que tá envolvendo, o oligodendróito ou célula de shiwann, depende se você tá no sistema
nervoso central ou periférico, ela pode envolver um axônio cada um, em particular, ou ela pode
pegar grupinhos de axônios, principalmente quando o axônio é bem fininho, pega grupinhos de
axônios e envolve de uma vez. Então, um axônio ou vários axônios existem para cada............de
axônio, você vai ter que passar pra esse desenho daqui. Então o que é um ....axônio? isso aqui é
uma fibra nervosa amielínica cortada transversalmente, e calhou de esse corte passar
exatamente pelo núcleo da célula; isso aqui é uma célula de shiwann, então eu tô no sistema
nervoso periférico, então esse aqui é o núcleo. Isso que você ta vendo aqui em amarelo é o
citoplasma da célula de shiwann, e todos esse desenhos aqui, as ......em azul, representam
secções de axônios que esta célula de shiwann está envolvendo. Então o que é um ....? um ....é
essa estrutura aqui, vamos primeiro observar, eu to vindo com essa membrana plasmática da
célula de shiwann e o axônio resolveu entrar aqui..........então o que é que a membrana
plasmática faz....como se fosse uma depressão né, pra receber aquele axônio. Então aqui é o
começo..........vinha aqui a membrana, ta aqui, aqui envolveu o axônio, só que quando chegou
aqui ele fez isso aqui ó, então isso daqui é um ........Vocês já viram falar em mesentério? É aquela
prega do peritônio que prende a alça intestinal lá no ...........Mesma coisa aqui, a gente tem como
se fosse uma ponte que prendesse esse axônio aqui dentro. Então, um mesoaxônio (acho) para
cada neurônio é possível, mas é possível também cada mesoaxônio ser de vários axônios num ta
aqui a foto, mas seria o seguinte aqui ó, é como se tivesse um mesoaxônio aqui, na membrana, e
aqui dentro tivesse um axônio, dois axônios, três axônios, quatro, cinco axônios; um mesoaxônio
só, que seria isso aqui, isso é um mesoaxônio, pra vários axônios. Então veja que uma única
célula de shiwann está envolvendo muitos axônios, individualmente..........isso é uma fibra nervosa
amielínica, não tem mielina nenhuma aqui, só tem a fibra da célula de shiwann mais o
axônio...aluno faz pergunta que não dá pra ouvir, e ela responde: de mesoaxônio? o mesoaxônio
é a membrana plasmática, é a junção da membrana plasmática da célula de shiwann ou dos
oligodendrócitos entra a superfície da célula e o axônio; ele......e vem daqui pra cá; é como se
fosse uma dobra da membrana plasmática da célula, do trajeto compreendido entre superfície da
célula e o axônio...aluno faz pergunta e ela responde: não, não chega a ser especialização não
porque a membrana ela não vai modificar, apenas o axônio se aprofunda aqui dentro do
citoplasma mas a membrana continua íntegra,a membrana da célula de shiwann não vaia se
fundir, não vai haver uma fusão aqui não, a membrana da célula continua ok,e a membrana do
axônio tb continua lá sem nenhum problema........o axônio, ta? ....aluno faz pergunta e ela: como?
Isso aqui? isso aqui tudo é o núcleo da célula de shiwann, porque nesse caso eu to
representando o corte transversal e calhou exatamente de pegar no núcleo....aluna fala...e ela
responde: é porque você tem que imaginar isso, tridimensionalmente tem que fazer uma
coisa......esses axônios são estruturas.........., eles tão vindo pra cá ó, aqui, e de lá pra cá......, a
mesma coisa a célula de shiwann, a célula de shiwann tem um núcleo alongado, então o núcleo
dela não é do tamanho do axônio, então se eu tivesse cortado mais pra cá do núcleo, eu não teria
apanhado o núcleo, eu teria apenas uma visão clara com os mesoaxônios e os axônios, nesse
caso aqui.......um corte que passou pelo núcleo, podia não ser, podia ter passado mais pra frente
ou mais pra trás do núcleo. Aluna pergunta algo e ela responde: a célula de shiwann é uma célula
da glia, só que é uma célula da glia que ta no sistema nervoso periférico, ela não está no cérebro,
ponte, tronco cerebral, cerebelo e medula espinhal porque isso é sistema nervosos central, quem
faz esse papel é o oligodendrócito isso aqui né?...aluno pergnta algo que ta no quadro, ela
responde: tudo isso aqui é o mesoaxônio, embora ele esteja fazendo essa curva ele de jeito
nenhum..............dá até impressão que ela ta começando a espiralizar né, daí ele não vai passar
não; mielina é agora que a gente vai mostrar......aluno pergunta e ela responde: não, mesoaxônio
tem tanto na fibra mielínica quanto amielínica, esse exemplo aqui é amielínica né, agora ele vai
comparar com a mielínica, ó o mesoaxônio aqui ó, aliás, na fibra mielínica a gente fala de
mesoaxônio externo e mesoaxônio interno.......aluno faz pergunta e ela responde: quem pode
responder a dúvida dele? Ó, ele perguntou assim: na fibra nervosa amielínica, essa parte da
célula aqui que está envolvendo esse axônio não poderia funcionar como uma bainha de mielina?
Aí eu falei não, por quê?
[Parte V - transcrita por Paulo Lucena
(inicia-se com perguntas...)A mielina é um complexo lipoprotéico que resulta da fusão e do
empilhamento das membranas plasmáticas quando ocorreu a espiralização do prolongamento.
Ou vem do oligodendrócito ou vem da célula de shwam. Então vc tem duas fazes, uma fase vc
tem a membrana plasmática (aí ela se refere ao quando e fica: isso aki, isso ali, etc, e não da pra
entender) ... o aligadendrócito eh mais promíscuo, ele tem vários prolongamentos e cada
prolongamento agarra em um axônio, a célula de shwam só vai envolver um axônio, mas, claro,
se vc tem um axônio looongo, vc vai ter varias células de shwam ao longo daquele axônio. (...)
tudo na célula sofre processo de degeneração e é uma coisa contínua, não é uma coisa
instantânea.( ela começa a mostrar as fotos d microscópio e talz...) A célula de shwam vai dando
voltas e a camada lipídica vai se empilhando e forma a mielina. Existem lugares onde não existe
mielina, são chamados de nós de ranvier, são neles que se dá a despolarização da membrana
quando o impulso elétrico for transmitido. E é isso que agente chama de transmissão saltatória. O
impulso nervoso vai saltando em um espaço de tempo de milisegundos até percorrer todo aquele
axônio. Se não houvesse a mielina vc teria que despolarizar toooooda essa membrana. Cda
célula individualmente está envolvida pela célula de shwam e tem um tecido conjuntivo bem
frouxinho(???) que é formado pela propria célula é chamado de endoneuro. Então aki eu tenho
um envoltório de conjuntivo bem (???) produzido pela própria célula de shwam. Envolve cada
célula individualmente. Ah fenda de shimidt- ??? é o seguinte, quando vc vai espiralizando isso
aki, principalmente nas extremidades, acontece em alguns lugares onde o citoplasma fica em
quantidade um pouquinho maior, então quando vc vê isso na microscopia vc vê como que umas
falhas ou fissuras(???).Quando acontece no final da bainha se chama nós de ranvier e no meio
fendas de shimidt-??? . (ela começa a mostrar as microcopias) Então olha só: eu que vou fazer as
perguntas da prova, então, o que eu quero que vocês NÃO deixem de saber... 1) a morfologia
básica do neurônio, tanto na microscopia óptica, quanto na microscopia eletrônica. 2)classificação
morfológica do neurônio( 2 exemplos de cada um)onde eu encontro neurônio bipolar, multipolar,
etc; 3) fazer desenhos da microscopia eletrônica; 4)saber todas as células da glia e respectivas
funçoes; e o que vocês devem ler? Tudo...