Nº 627 - Segunda feira, 27 de setembro de 2004 O BDE on-line é um suplemento da Enciclopédia de Legislação e Jurisprudência da Educação Brasileira Atos do Poder Executivo Retificação - Medida Provisória nº 213, de 10 de setembro de 2004 Ministério da Educação Gabinete do Ministro - Portarias de nºs 2.988 a 3.031, de 24 de setembro de 2004 Gabinete do Ministro - Despachos do Ministro - Em 23 de setembro de 2004 Jurisprudência Conselho Nacional de Educação Parecer nº: CNE/CES 211/2004 Assunto: Aprecia pedido de reconsideração do Parecer CNE/CES 55/2004 e manifesta-se favorável à aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Direito Atos do Poder Executivo RETIFICAÇÃO MEDIDA PROVISÓRIA Nº 213, DE 10 DE SETEMBRO DE 2004 Institui o Programa Universidade para Todos - PROUNI, regula a atuação de entidades beneficentes de assistência social no ensino superior, e dá outras providências. (Publicada no Diário Oficial de 13 de setembro de 2004, Seção 1) No art. 5º: onde se lê: “§ 4º ... observado o disposto nos §§ 2º e 3º.” leia-se: “§ 4º ... observado o disposto nos §§ 1º e 3º. ” onde se lê: “§ 6º ... e as proporções estabelecidas nos §§ 2º e 3º do mesmo artigo.” leia-se: “§ 6º ... e as proporções estabelecidas nos §§ 1º e 3º.” (DOU de 27/09/2004 – Seção I – p.1) Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.988, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, e nº 3.860, de 9 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 4 de setembro de 2001, e tendo em vista o Parecer nº 069/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, conforme consta dos Processos nºs 23000.002247/2003-17 e 23000.011250/2002-41, Registros SAPIEnS nºs 20031001166 e 703142, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Psicologia, a ser ministrado no campus fora de sede, situado no município de Ipameri, no Estado de Goiás, pela Universidade Católica de Goiás, mantida pela Sociedade Goiana de Cultura, ambas com sede na cidade de Goiânia, no Estado de Goiás. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.989, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, e nº 3.860, de 9 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 4 de setembro de 2001, e tendo em vista o Parecer nº 114/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, conforme consta dos Processos nºs 23000.010485/2002-15 e 23000.010486/2002-60, Registros SAPIEnS nºs 701857 e 701858, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Psicologia, a ser ministrado à Rua Professor Orlando França de Carvalho, nº 325, Centro, na cidade de Bebedouro, no Estado de São Paulo, pelas Faculdades Integradas FAFIBE, mantidas pela Associação de Educação e Cultura do Norte Paulista, com sede na cidade de Bebedouro, no Estado de São Paulo. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.990, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, e nº 3.860, de 9 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 4 de setembro de 2001, e tendo em vista o Parecer nº 215/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, conforme consta do Processo nº 23000.013636/2002-97, Registro SAPIEnS nº 707450, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Psicologia, a ser ministrado à Rua João Goulart, n° 666, Bairro Mato Grosso, na cidade de Porto Velho, Estado de Rondônia, pelo Instituto Luterano de Ensino Superior de Porto Velho, mantido pela Comunidade Evangélica Luterana São Paulo - CELSP, com sede na cidade de Canoas, no Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.991, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, e nº 3.860, de 9 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 4 de setembro de 2001, e tendo em vista o Parecer nº 229/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, conforme consta do Processo nº 23000.008807/2002-66, Registro SAPIEnS n° 143197, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Teologia, bacharelado, a ser ministrado na unidade de ensino localizada na Rua Pio XI, n° 1.100, Bairro Alto da Lapa, na cidade de São Paulo, pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, com sede na cidade de Americana, mantido pelo Liceu Coração de Jesus, com sede na cidade de São Paulo, todos no Estado de São Paulo. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.992, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e o Despacho nº 482/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs 23000.008114/2003-54, 23000.008115/2003- 07, 23000.009134/2002-61 e 23000.009132/2002-72, Registros SAPIEnS nºs 700172 e 700174, 20031004852 e 20031004853, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, as habilitações Supervisão Escolar e Magistério das Séries Iniciais do Ensino Fundamental, do curso de Pedagogia, licenciatura, ministrado pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal, em sua sede, na cidade de Campo Grande, e no campus no município de Rio Verde de Mato Grosso, mantida pelo Centro de Ensino Superior de Campo Grande, com sede na cidade de Campo Grande, no Estado de Mato Grosso do Sul. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.993, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.005/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs 23000.011991/2002-21 e 23000.011992/2002-76, Registros SAPIEnS nºs 704291 e 704292, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de quatro anos, as habilitações Produção Editorial e Rádio e Televisão, do curso de Comunicação Social, bacharelado, ministrado pelo FIAM-FAAM - Centro Universitário, com sede na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, mantido pela Associação de Cultura e Ensino, com sede na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.994, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.243/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013174/2002-16, Registro SAPIEnS nº 706248, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Arquitetura e Urbanismo, bacharelado, com 90 (noventa) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pelo Instituto Superior Tupy - IST, na Rua Albano Schmidt, nº 3333, Bairro Boa Vista, na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina, mantido pela Sociedade Educacional de Santa Catarina, com sede na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.995, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1312 /2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.010364/2002-73, Registro SAPIEnS nº 701669, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, o curso de Sistemas de Informação, bacharelado, com 120 (cento e vinte) vagas totais anuais, no turno noturno, ministrado pelo Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara, com sede na Avenida Beira Rio, nº 1001, Bairro Nova Aurora, na cidade de Itumbiara, no Estado de Goiás, mantido pela Comunidade Evangélica Luterana “São Paulo”, com sede na cidade de Canoas, no Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2º O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.996, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 9 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 4 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.431/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.010677/2002-21, Registro SAPIEnS nº 702107, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Retificar o Art. 1º da Portaria Ministerial nº 2.269, de 03 de agosto de 2004, publicada no Diário Oficial da União de 05 de agosto de 2004, seção 1, pág. 11, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º Autorizar o aumento de 100 (cem) vagas totais anuais no turno matutino e 100 (cem) vagas totais anuais no turno vespertino, do curso de Enfermagem, bacharelado, ministrado no turno diurno, pela Faculdade Santa Marcelina, na Rua São João das Duas Barras, nº 95, Bairro Itaquera, na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, mantida pela Associação Santa Marcelina, com sede na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo.” Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.997, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.445/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.012400/2002-33, Registro SAPIEnS nº 704939, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Matemática, licenciatura, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto de Ensino Superior de Ouro Fino, no âmbito do instituto superior de educação, na Avenida Professor Dr. Antônio Eufrásio de Toledo, nº 100, Bairro Jardim dos Ipês, na cidade de Ouro Fino, no Estado de Minas Gerais, mantido pela Sociedade Sul Mineira de Educação e Cultura S/C Ltda., com sede na cidade de Ouro Fino, no Estado de Minas Gerais. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.998, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.456/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013073/2002-37, Registro SAPIEnS nº 706040, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Engenharia Mecânica, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto Superior Tupy - IST, na Rua Albano Schmidt, nº 3333, Bairro Boa Vista, na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina, mantido pela Sociedade Educacional de Santa Catarina, com sede na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.999, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.457/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013109/2002-82, Registro SAPIEnS nº 706123, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Engenharia de Controle e Automação, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto Superior Tupy - IST, na Rua Albano Schmidt, nº 3333, Bairro Boa Vista, na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina, mantido pela Sociedade Educacional de Santa Catarina, com sede na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.5) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.000, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.458/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013090/2002-74, Registro SAPIEnS nº 706095, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Engenharia de Produção Mecânica, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto Superior Tupy - IST, na Rua Albano Schmidt, nº 3333, Bairro Boa Vista, na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina, mantido pela Sociedade Educacional de Santa Catarina, com sede na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.001, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.459/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013158/2002-15, Registro SAPIEnS nº 706230, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Engenharia de Plásticos, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto Superior Tupy - IST, na Rua Albano Schmidt, nº 3333, Bairro Boa Vista, na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina, mantido pela Sociedade Educacional de Santa Catarina, com sede na cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.002, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.479/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.011002/2003-81, Registro SAPIEnS nº 20031007066, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Credenciar o Instituto Superior de Educação Santa Cruz, a ser estabelecido na Rua Júlia Aragão, nº 307, Centro, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco, mantido pelo Centro de Ensino Superior Santa Cruz Ltda., com sede na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco, aprovando neste ato o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, pelo período de cinco anos, e o seu Regimento. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.480/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.010997/2003-62, Registro SAPIEnS nº 20031007059, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do Curso Normal Superior, licenciatura, habilitação Magistério para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, com 150 (cento e cinqüenta) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto Superior de Educação Santa Cruz, na Rua Júlia Aragão, nº 307, Centro, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco, mantido pelo Centro de Ensino Superior Santa Cruz Ltda., com sede na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.004, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 9 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 4 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.569/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.009626/2002-57, Registro SAPIEnS nº 700931, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Retificar o Art. 1º da Portaria Ministerial nº 2.367, de 11 de agosto de 2004, publicada no Diário Oficial da União de 12 de agosto de 2004, seção 1, pág. 11, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, a habilitação Administração de Empresas, do curso de Administração, bacharelado, com 150 (cento e cinqüenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, ministrado pela Faculdade Carlos Drummond de Andrade, na Rua Professor Pedreira de Freitas, nº 415, Bairro Tatuapé, na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, mantida pela Escola de Educação Superior São Jorge, com sede na cidade de São Paulo, no Estado do São Paulo.” Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.005, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 9 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 4 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.582/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs 23000.012398/200201, 23000.012392/2002-25, 23000.012371/2002-18 e 23000.012367/2002-41, Registros SAPIEnS nºs 704941, 704928, 704894 e 704891, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Retificar o Art. 1º da Portaria Ministerial nº 2.969, de 22 de outubro de 2003, publicada no Diário Oficial da União, DE 23 DE outubro de 2003, seção 1, pág. 12, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, as habilitações Gestão de Negócios do Mercosul, Gestão Industrial, Comércio Exterior e Gestão Ambiental, do curso de Administração, bacharelado, com 80 (oitenta) vagas totais anuais para cada habilitação, nos turnos diurno e noturno, ministrado pelas Faculdades SPEI, na Alameda Doutor Carlos de Carvalho, nº 256 e na Avenida República Argentina, nº 1285, Bairro Água Verde, na cidade de Curitiba, no Estado do Paraná, mantidas pela Sociedade Paranaense de Ensino e Informática, com sede na cidade de Curitiba, no Estado do Paraná.” Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.006, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.592/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.007091/2003-61, Registro SAPIEnS nº 20031004144, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Credenciar a Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida, a ser estabelecida no nº 71, Rua 03, Km 15, Bairro Setor Morada da Paz, Rodovia PA-287, no município de Redenção, no Estado do Pará, mantida pela Sociedade de Educação, Cultura e Tecnologia da Amazônia S/C Ltda., com sede no município de Redenção, no Estado do Pará, aprovando neste ato o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, pelo período de cinco anos. Art. 2º Aprovar o regimento da Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida, o qual prevê o instituto superior de educação como unidade acadêmica específica. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.007, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.607/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013392/2002-42, Registro SAPIEnS nº 706948, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Zootecnia, bacharelado, com 120 (cento e vinte) vagas totais anuais, no turno diurno, a ser ministrado pela Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida, no nº 71, Rua 03, Km 15, Bairro Setor Morada da Paz, Rodovia PA-287, no município de Redenção, no Estado do Pará, mantida pela Sociedade de Educação, Cultura e Tecnologia da Amazônia S/C Ltda., com sede no município de Redenção, no Estado do Pará. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.008, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.608/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013519/2002-23, Registro SAPIEnS nº 707227, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Pedagogia, bacharelado, com 240 (duzentas e quarenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida, no nº 71, Rua 03, Km 15, Bairro Setor Morada da Paz, Rodovia PA-287, no município de Redenção, no Estado do Pará, mantida pela Sociedade de Educação, Cultura e Tecnologia da Amazônia S/C Ltda., com sede no município de Redenção, no Estado do Pará. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.009, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.609/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013187/2002-87, Registro SAPIEnS nº 706283, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Administração, bacharelado, com 240 (duzentas e quarenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida, no nº 71, Rua 03, Km 15, Bairro Setor Morada da Paz, Rodovia PA-287, no município de Redenção, no Estado do Pará, mantida pela Sociedade de Educação, Cultura e Tecnologia da Amazônia S/C Ltda., com sede no município de Redenção, no Estado do Pará. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.010, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.610/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013459/2002-49, Registro SAPIEnS nº 707101, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do Curso Normal Superior, licenciatura, com a habilitação Magistério para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, com 240 (duzentas e quarenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida, no âmbito do instituto superior de educação, no nº 71, Rua 03, Km 15, Bairro Setor Morada da Paz, Rodovia PA-287, no município de Redenção, no Estado do Pará, mantida pela Sociedade de Educação, Cultura e Tecnologia da Amazônia S/C Ltda., com sede no município de Redenção, no Estado do Pará. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.011, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.621/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013244/2002-28, Registro SAPIEnS nº 145311, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Credenciar a Faculdade Vizcaya, a ser estabelecida na Rua 14, s/nº Loteamento Balneário Princesa do Mar, na cidade de Itapoá, no Estado de Santa Catarina, mantida pela Vizcaya Sociedade de Ensino Ltda., com sede na cidade de Itapoá, no Estado de Santa Catarina, aprovando neste ato o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, pelo período de cinco anos, e o seu regimento. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.012, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.622/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013492/2002-79, Registro SAPIEnS nº 707165, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Turismo, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade Vizcaya, na Rua 14, s/nº Loteamento Balneário Princesa do Mar, na cidade de Itapoá, no Estado de Santa Catarina, mantida pela Vizcaya Sociedade de Ensino Ltda., com sede na cidade de Itapoá, no Estado de Santa Catarina. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.6) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.013, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.623/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013468/2002-30, Registro SAPIEnS nº 145342, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Administração, bacharelado, com a habilitação Gestão Ambiental, com 100 (cem) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade Vizcaya, na Rua 14, s/nº Loteamento Balneário Princesa do Mar, na cidade de Itapoá, no Estado de Santa Catarina, mantida pela Vizcaya Sociedade de Ensino Ltda., com sede na cidade de Itapoá, no Estado de Santa Catarina. Art. 2º A Instituição deverá adotar as providências necessárias para adaptar o projeto do curso ao disposto na Resolução CES/CNE nº 1, de 02 de fevereiro de 2004 Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.014, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.625/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.004696/2003-08, Registro SAPIEnS nº 20031002800, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Credenciar a Faculdade José Augusto Vieira, a ser estabelecida na Praça Nossa Senhora Aparecida, s/nº, no município de Lagarto, no Estado de Sergipe, mantida pela Fundação José Augusto Vieira, com sede no município de Lagarto, no Estado de Sergipe, aprovando neste ato o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, pelo período de cinco anos. Art. 2º Aprovar o regimento da Faculdade José Augusto Vieira, o qual prevê o instituto superior de educação como unidade acadêmica específica. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.015, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.626/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.013426/2002-07, Registro SAPIEnS nº 707007, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Biomedicina, bacharelado, com 120 (cento e vinte) vagas totais anuais, no turno diurno, a ser ministrado pela Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida, no nº 71, Rua 03, Km 15, Bairro Setor Morada da Paz, Rodovia PA-287, no município de Redenção, no Estado do Pará, mantida pela Sociedade de Educação, Cultura e Tecnologia da Amazônia S/C Ltda., com sede na cidade de Redenção, no Estado do Pará. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.016, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.627/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.004697/2003-44, Registro SAPIEnS nº 20031002801, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Administração, bacharelado, com 150 (cento e cinqüenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade José Augusto Vieira, na Praça Nossa Senhora Aparecida, s/nº, no município de Lagarto, no Estado de Sergipe, mantida pela Fundação José Augusto Vieira, com sede no município de Lagarto, no Estado de Sergipe. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.017, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.628/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.004698/2003-99, Registro SAPIEnS nº 20031002802, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Geografia, licenciatura, com 50 (cinqüenta) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade José Augusto Vieira, no âmbito do instituto superior de educação, na Praça Nossa Senhora Aparecida, s/nº, no município de Lagarto, no Estado de Sergipe, mantida pela Fundação José Augusto Vieira, com sede no município de Lagarto, no Estado de Sergipe. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.018, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.629/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.008558/2002-17, Registro SAPIEnS nº 144024, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Credenciar a Faculdade Iteana de Botucatu, a ser estabelecida na Avenida Alcides Cagliare, nº 2.601, Bairro Jardim Evelyn, na cidade de Botucatu, no Estado de São Paulo, mantida pela Instituição Toledo de Ensino, com sede na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo, aprovando neste ato o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, pelo período de cinco anos, e o seu Regimento. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.019, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.630/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs 23000.008561/2002-22, 23000.008559/2002-53 e 23000.008560/2002-88, Registros SAPIEnS nºs 144026, 144247 e 144248, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Administração, bacharelado, com as habilitações Administração de Empresas, Comércio Exterior e Gestão de Sistemas de Informação, com 120 (cento e vinte) vagas totais anuais para cada habilitação, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade Iteana de Botucatu, na Avenida Alcides Cagliare, nº 2.601, Bairro Jardim Evelyn, na cidade de Botucatu, no Estado de São Paulo, mantida pela Instituição Toledo de Ensino, com sede na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo. Art. 2º A Instituição deverá adotar as providências necessárias para adaptar o projeto do curso ao disposto na Resolução CES/CNE nº 1, de 02 de fevereiro de 2004 Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.020, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.631/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.004730/2003-36, Registro SAPIEnS nº 20031002845, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Letras, licenciatura, com a habilitação Português e Inglês e respectivas Literaturas, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade José Augusto Vieira, no âmbito do instituto superior de educação, na Praça Nossa Senhora Aparecida, s/nº, no município de Lagarto, no Estado de Sergipe, mantida pela Fundação José Augusto Vieira, com sede no município de Lagarto, no Estado de Sergipe. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.021, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.639/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.004729/2003-10, Registro SAPIEnS nº 20031002843, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de História, licenciatura, com 50 (cinqüenta) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade José Augusto Vieira, no âmbito do instituto superior de educação, na Praça Nossa Senhora Aparecida, s/nº, no município de Lagarto, no Estado de Sergipe, mantida pela Fundação José Augusto Vieira, com sede no município de Lagarto, no Estado de Sergipe. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.022, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.652/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.018604/2002-88, Registro SAPIEnS nº 20023001641, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Educação Física, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade Fênix de Bauru, na Rua Anhanguera, nº 9-19, Bairro Vila Silva Pinto, na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo, mantida pela União Fênix de Educação e Cultura Ltda., com sede na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.023, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.653/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.018620/2002-71, Registro SAPIEnS nº 20023001661, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Ciências Biológicas, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade Fênix de Bauru, na Rua Anhanguera, nº 9-19, Bairro Vila Silva Pinto, na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo, mantida pela União Fênix de Educação e Cultura Ltda., com sede na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.024, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.654/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.018626/2002-48, Registro SAPIEnS nº 20023001668, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Enfermagem, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade Fênix de Bauru, na Rua Anhanguera, nº 9-19, Bairro Vila Silva Pinto, na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo, mantida pela União Fênix de Educação e Cultura Ltda., com sede na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.025, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.655/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.018628/2002-37, Registro SAPIEnS nº 20023001670, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Fisioterapia, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais no turno diurno e 100 (cem) vagas totais anuais no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade Fênix de Bauru, na Rua Anhanguera, nº 9-19, Bairro Vila Silva Pinto, na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo, mantida pela União Fênix de Educação e Cultura Ltda., com sede na cidade de Bauru, no Estado de São Paulo. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.026, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.668/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.008552/2002-31, Registro SAPIEnS nº 144223, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Credenciar o Instituto Superior de Filosofia Berthier, a ser estabelecido na Rua Senador Pinheiro, nº 304, Bairro Vila Rodrigues, na cidade de Passo Fundo, no Estado do Rio Grande do Sul, mantido pelo Instituto da Sagrada Família, com sede na cidade de Passo Fundo, no Estado do Rio Grande do Sul, aprovando neste ato o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, pelo período de cinco anos, e o seu Regimento. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.7) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.027, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.669/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.008562/2002-77, Registro SAPIEnS nº 144927, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Filosofia, bacharelado, com 55 (cinqüenta e cinco) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto Superior de Filosofia Berthier, na Rua Senador Pinheiro, nº 304, Bairro Vila Rodrigues, na cidade de Passo Fundo, no Estado do Rio Grande do Sul, mantido pelo Instituto da Sagrada Família, com sede na cidade de Passo Fundo, no Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.8) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.028, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.670/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.011001/2003-36, Registro SAPIEnS nº 20031007065, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do curso de Administração, bacharelado, com a habilitação Gestão de Pequenas e Médias Empresas, com 150 (cento e cinqüenta) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade Santa Cruz, na Rua Júlia Aragão, nº 307, Centro, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco, mantida pelo Centro de Ensino Superior Santa Cruz Ltda., com sede na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco. Art. 2º A Instituição deverá adotar as providências necessárias para adaptar o projeto do curso ao disposto na Resolução CES/CNE nº 1, de 02 de fevereiro de 2004 Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.8) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.029, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.671/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº 23000.011003/2003-25, Registro SAPIEnS nº 20031007067, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Credenciar a Faculdade Santa Cruz, a ser estabelecida na Rua Júlia Aragão, nº 307, Centro, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco, mantida pelo Centro de Ensino Superior Santa Cruz Ltda., com sede na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco, aprovando neste ato o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, pelo período de cinco anos, e o seu Regimento. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.8) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.030, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, e nº 3.860, de 09 de julho de 2001, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 04 de setembro de 2001, e tendo em vista o Despacho nº 1.183/2004, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs 23000.000911/2003-93 e 23000.000912/2003-38, Registros SAPIEnS nºs 20031000349 e 20031000348, do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Autorizar o funcionamento do Curso Normal Superior, licenciatura, habilitações em Magistério da Educação Infantil e Magistério dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, com 140 (cento e quarenta) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto Superior de Educação Geremário Dantas, na Rua Cândido Benício, nº 159, Bairro Jacarepaguá, na cidade do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro, mantido pela Sociedade das Filhas de Nossa Senhora do Sagrado Coração, com sede na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.8) GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.031, DE 24 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro de Estado da Educação, no uso de suas atribuições e considerando o disposto na Resolução CNE/CES n. 10/2002, de 11 de março de 2002; no Decreto nº 3.860/2001, de 9 de julho de 2001; na Portaria nº 1.217, de 12 de maio de 2004, e considerando ainda a necessidade de adequação dos procedimentos técnico-administrativos para o credenciamento de novas instituições e autorização de novos cursos, resolve Art. 1º As entidades mantenedoras que tenham processos em trâmite na Secretaria de Educação Superior, na situação de análise no setor de Protocolo (Fase DCP do Sistema de Acompanhamento de Processos das Instituições de Ensino Superior - SAPIEnS), deverão atender à exigência de apresentação integral da documentação de habilitação prevista no art. 20 do Decreto nº 3.860/2001, até a data de 11 de outubro do corrente ano. Parágrafo Único. Os processos referidos no caput encontram-se no Anexo desta Portaria e incluem as seguintes solicitações: I.Credenciamento ou recredenciamento de Instituições de Ensino Superior; II.Credenciamento para oferta de cursos superiores na modalidade a distância; III.Autorização de cursos superiores presenciais ou na modalidade a distância; IV.Autorização de cursos fora de sede. Art. 2º As entidades mantenedoras que não atenderem ao disposto no Art.1º desta Portaria terão seus processos Arquivados ao final do prazo definido. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 - Seção I - p.8) GABINETE DO MINISTRO ANEXO Relação de Processos de Autorização e Credenciamento no DCP (Protocolo) - 22/09/2004 PROCESSO TIPO DE PROCESSO COD. IES 3515 143749 Autorização de Curso (IES Credenciada) 143757 Autorização de Curso (IES Credenciada) 3515 143760 Autorização de Curso (IES Credenciada) 3515 143771 Autorização de Curso (IES Credenciada) 3515 20023000225 Autorização de Curso (IES Credenciada) 374 20023000285 Autorização de Curso (IES Credenciada) 2086 NOME DA IES Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão NOME DA MANTENEDORA ASSOCIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO Faculdades Integradas da ASSOCIAÇÃO DO ENSINO Vitória de Santo Antão SUPERIOR DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO Faculdades Integradas da ASSOCIAÇÃO DO ENSINO Vitória de Santo Antão SUPERIOR DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO Faculdades Integradas da ASSOCIAÇÃO DO ENSINO Vitória de Santo Antão SUPERIOR DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO FACULDADES DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS – METROPOLITANAS UNIDAS ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL Instituto de Ensino Superior Associação Educacional Iguaçu de Foz do Iguaçu 20023000398 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 1420 20023001114 Autorização de Curso (IES Credenciada) 652 20023001445 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 1591 20031004292 Autorização de Curso (IES Credenciada) 909 20031004856 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 1592 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 1615 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 728 20023000860 20023002004 20023002005 20023002247 20023002248 20023002251 20023002253 20023002254 20023002485 20023002548 20023002616 20031000840 20031001067 20031006105 20031006142 20031006421 20031006478 20031007032 20031007464 20031007465 20031007660 20031007963 20031008297 20031008544 20031008546 1092 1019 1019 2336 2336 2336 2336 2336 1516 3174 1539 1435 2223 728 2270 1675 2279 1280 1280 729 1712 1712 1642 FACULDADES DE DRACENA FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU FUNDAÇÃO DRACENENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA ASSOCIAÇÃO RANIERI DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/C LTDA FACULDADE SANTA SOCIEDADE EDUCADORA E CECÍLIA INSTRUTORA DE PINDAMONHANGABA Faculdade SEAMA Associação Educacional da Amazônia Faculdade de Ciências e Associação de Ensino e Tecnologia de Unaí - FACTU Pesquisa de Unaí - AEPU Faculdade de Ciências e Associação de Ensino e Tecnologia de Unaí - FACTU Pesquisa de Unaí - AEPU Faculdade Montes Belos Associação de Educação e Cultura Centro Oeste Ltda. Faculdade Montes Belos Associação de Educação e Cultura Centro Oeste Ltda. Faculdade Montes Belos Associação de Educação e Cultura Centro Oeste Ltda. Faculdade Montes Belos Associação de Educação e Cultura Centro Oeste Ltda. Faculdade Montes Belos Associação de Educação e Cultura Centro Oeste Ltda. FACULDADE DE VINHEDO H.C. ORGANIZAÇÃO EDUCACIONAL Instituto Superior de H.C. ORGANIZAÇÃO Educação de Vinhedo EDUCACIONAL FACULDADE ÍTALO FUNDAÇÃO HONÓRIO BRASILEIRA REGGIANI FACULDADE DE VILA INSTITUTO EDUCACIONAL DO VELHA ESPÍRITO SANTO Faculdade de Ciências Sociedade Educacional do Leste Sociais e da Saúde de Teófilo de Minas Ltda. Otoni FACULDADE DE BELFORD SOCIEDADE DE ENSINO ROXO SUPERIOR PROFESSORA FERNANDA BICCHIERI SOARES Faculdade de Odontologia de Centro de Ensino, Pesquisa e Manaus Pós-Graduação do Norte FACULDADE DE CIÊNCIAS FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE HUMANAS DE CURVELO CURVELO Faculdade de Ciências Sociedade Unificada de Sociais Aplicadas de Extrema Educação de Extrema Faculdade Metropolitana da União das Escolas Superiores de Grande Recife Jaboatão Faculdade Integrada Sociedade Metropolitana de Metropolitana de Campinas Educação, Cultura e Tecnologia S/C Ltda. Instituto Superior do Litoral do CAEDRHS - Associação de Paraná Ensino INSTITUTO DE ENSINO ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E SUPERIOR DE COTIA EDUCAÇÃO DE COTIA INSTITUTO DE ENSINO ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E SUPERIOR DE COTIA EDUCAÇÃO DE COTIA FACULDADE DE FILOSOFIA AEPREVE - Associação de CIÊNCIAS E LETRAS DE Ensino de Presidente Venceslau PRESIDENTE VENCESLAU FACULDADE DE CIÊNCIAS FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE HUMANAS DE CURVELO CURVELO Faculdade de Ciências e Associação Piauiense de Ensino Tecnologia de Teresina Superior Ltda. Faculdade de Ciências e Associação Piauiense de Ensino Tecnologia de Teresina Superior Ltda. Faculdade de Tecnologia e Sociedade Mantenedora de Ciências de Itabuna Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB 20031008547 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 1712 20031008549 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1645 Faculdade de Tecnologia e Ciências de Jequié 20031008550 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1645 Faculdade de Tecnologia e Ciências de Jequié 20031008568 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1461 Faculdade de Tecnologia e Ciências 20031008569 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1053 20031008570 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1364 20031008571 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1364 20031008578 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1642 FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DE FEIRA SANTANA FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DE VITÓRIA CONQUISTA FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DE VITÓRIA CONQUISTA Faculdade de Tecnologia e Ciências de Itabuna 20031008580 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1645 Faculdade de Tecnologia e Ciências de Jequié 20031008584 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1364 20031008585 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1053 20031008774 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 2402 20031008778 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1642 FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DE VITÓRIA CONQUISTA FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DE FEIRA SANTANA Faculdade Cidade do Salvador FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DE VITÓRIA CONQUISTA Faculdade de Tecnologia e Ciências de Itabuna 20031008781 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1645 Faculdade de Tecnologia e Ciências de Jequié 20031008853 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 1 20031009151 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1123 20031009153 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1123 20031009156 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1123 20031009161 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1123 20031009163 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1123 20031009173 Autorização de Curso 1123 Universidade Federal de Mato Grosso Faculdade de Odontologia de Manaus INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE SALVADOR INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE SALVADOR INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE SALVADOR INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE SALVADOR INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE SALVADOR INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE SALVADOR INSTITUTO DE EDUCAÇÃO 20031008548 20031008776 20031008990 20031009150 1642 1364 1592 1123 Faculdade de Ciências e Tecnologia de Teresina Faculdade de Tecnologia e Ciências de Itabuna Associação Piauiense de Ensino Superior Ltda. Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Instituto Mantenedor de Ensino Superior Metropolitano S/C Ltda. Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. - SOMESB FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO Centro de Ensino, Pesquisa e Pós-Graduação do Norte ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL (IES Credenciada) 20031009176 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1124 20031009178 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1124 20031009179 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1124 20031009181 Autorização de Curso (IES Credenciada) 1124 20031009358 Autorização de Curso (IES Credenciada) 2917 20031009359 Autorização de Curso (IES Credenciada) 2917 20031009362 Autorização de Curso (IES Credenciada) 2150 20031009447 Autorização de Curso (IES Credenciada) 2293 20031009563 Autorização de Curso (IES Credenciada) 2624 20031009716 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 1579 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) 234 Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso 1948 20031009876 20031009877 20031009929 20041000012 20041001281 20041001285 20041001289 20041001659 20041001767 20041001769 20041001973 20041001975 20041001993 20041001996 704380 704510 705086 705100 2402 2402 1617 3148 3148 3148 1589 1090 1090 2368 2368 2368 826 2693 1966 1966 SUPERIOR UNYAHNA DE SALVADOR INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE BARREIRAS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE BARREIRAS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE BARREIRAS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE BARREIRAS Instituto de Ensino e Cultura do Amapá UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL UNYAHNA S/C SOCIEDADE UNIFICADA PAULISTA DE ENSINO RENOVADO OBJETIVO Instituto de Ensino e Cultura SOCIEDADE UNIFICADA do Amapá PAULISTA DE ENSINO RENOVADO OBJETIVO Instituto Teresina de Ensino e SOCIEDADE UNIFICADA Cultura PAULISTA DE ENSINO RENOVADO OBJETIVO Faculdade de Ciências União das Faculdades de Humanas, Biológicas e da Roraima Saúde Faculdade do Litoral ISEPE - Instituto Superior de Paranaense Ensino, Pesquisa e Extensão S/C Ltda FACULDADE DE CIÊNCIAS INSTITUTO EDUCACIONAL DO SOCIAIS DE IBIRAÇU ESPÍRITO SANTO Faculdade Cidade do Instituto Mantenedor de Ensino Salvador Superior Metropolitano S/C Ltda. Faculdade Cidade do Instituto Mantenedor de Ensino Salvador Superior Metropolitano S/C Ltda. Faculdade de Ciências Faculdades Associadas de Santa Econômicas da Região Catarina S/C Ltda. Carbonífera Faculdades Oswaldo Cruz Instituto Educacional Oswaldo Quirino S/C Ltda. Instituto Superior de Organização de Ensino Superior Educação Anchieta Anchieta - OESA Instituto Superior de Organização de Ensino Superior Educação Anchieta Anchieta - OESA Instituto Superior de Organização de Ensino Superior Educação Anchieta Anchieta - OESA Faculdade de Cascavel Sociedade Civil de Ensino do Oeste do Paraná S/C Ltda. FACULDADE SÃO LUÍS ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL CULTURAL SERGIPE DEL REY FACULDADE SÃO LUÍS ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL CULTURAL SERGIPE DEL REY Faculdade de Odontologia Sociedade Regional de Ensino e São Leopoldo Mandic Saúde S/C Ltda. Faculdade de Odontologia Sociedade Regional de Ensino e São Leopoldo Mandic Saúde S/C Ltda. Faculdade de Odontologia Sociedade Regional de Ensino e São Leopoldo Mandic Saúde S/C Ltda. Faculdades Integradas do Associação Educacional do Planalto Central - FIPLAC Planalto Central - AEPC Faculdades Integradas do SOCIEDADE DE ENSINO, Triângulo Mineiro CULTURA, E PESQUISA SUPERIOR DE BRASILIA Faculdade de Ensino Sociedade Educacional da Superior da Paraíba Paraíba Ltda. Faculdade Albert Einstein União Brasiliense de Ensino Superior e Pesquisa S/C Ltda. Faculdade Albert Einstein União Brasiliense de Ensino 705105 7 0 6 111 707267 707291 707542 704244 (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Curso (IES Credenciada) Autorização de Cursos Seqüenciais 1966 Faculdade Albert Einstein 1308 1966 FACULDADE NOVO MILÊNIO Faculdade Albert Einstein 1966 Faculdade Albert Einstein 1966 Faculdade Albert Einstein 846 FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE TERESINA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE TERESINA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE TERESINA FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADES INTEGRADAS DE AMPARO FACULDADES INTEGRADAS DE AMPARO FACULDADE PIAUIENSE DE PROCESSAMENTO DE DADOS FACULDADE PIAUIENSE DE PROCESSAMENTO DE DADOS FACULDADE PARAIBANA DE PROCESSAMENTO DE DADOS FACULDADE PIAUIENSE DE PROCESSAMENTO DE DADOS FACULDADE PARAIBANA DE PROCESSAMENTO DE DADOS FACULDADE PIAUIENSE DE PROCESSAMENTO DE DADOS FACULDADE PARAIBANA DE PROCESSAMENTO DE DADOS Faculdade de Economia e Processamento de Dados de Foz do Iguaçu FACULDADE PARAIBANA DE PROCESSAMENTO DE 704248 Autorização de Cursos Seqüenciais 846 704253 Autorização de Cursos Seqüenciais 846 704263 Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais 908 705143 Autorização de Cursos Seqüenciais 847 705146 Autorização de Cursos Seqüenciais 848 705147 Autorização de Cursos Seqüenciais 847 705148 Autorização de Cursos Seqüenciais 848 705149 Autorização de Cursos Seqüenciais 847 705150 Autorização de Cursos Seqüenciais 848 705151 Autorização de Cursos Seqüenciais 877 705152 Autorização de Cursos Seqüenciais 848 704267 704269 704272 704312 704313 704317 704319 704323 704594 704603 705137 908 908 908 908 908 908 908 908 1225 1225 847 Superior e Pesquisa S/C Ltda. União Brasiliense de Ensino Superior e Pesquisa S/C Ltda. FUNDAÇÃO NOVO MILENIO União Brasiliense de Ensino Superior e Pesquisa S/C Ltda. União Brasiliense de Ensino Superior e Pesquisa S/C Ltda. União Brasiliense de Ensino Superior e Pesquisa S/C Ltda. ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação de Ensino Superior de Alagoas ASSOCIAÇÃO ACADÊMICA AMPARENSE ASSOCIAÇÃO ACADÊMICA AMPARENSE ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO Associação Educacional Iguaçu ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO 705154 Autorização de Cursos Seqüenciais 877 705156 Autorização de Cursos Seqüenciais 877 705158 Autorização de Cursos Seqüenciais 877 705242 Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais 840 705706 Autorização de Cursos Seqüenciais 847 705785 Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais 840 705892 Autorização de Cursos Seqüenciais 846 706303 Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais Autorização de Cursos Seqüenciais 908 Autorização de Curso Fora de Sede (Inst.Univ.) Autorização de Curso Fora de Sede (Inst.Univ.) Autorização de Curso Fora de Sede (Inst.Univ.) Credenciamento de Faculdades Integradas Credenciamento de Faculdades Integradas Credenciamento de Faculdades Integradas 6 20041000338 Credenciamento de Faculdades Integradas 192 145116 Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não 2487 705266 705278 705355 705652 705878 706347 706370 20023001726 20023001727 20023001729 20031000024 20031000027 20031002890 145331 20023000276 20023000482 20023000505 840 840 840 848 846 908 877 6 6 2773 2773 866 DADOS Faculdade de Economia e Processamento de Dados de Foz do Iguaçu Faculdade de Economia e Processamento de Dados de Foz do Iguaçu Faculdade de Economia e Processamento de Dados de Foz do Iguaçu FACULDADE VITORIANA DE TECNOLOGIA FACULDADE VITORIANA DE TECNOLOGIA FACULDADE VITORIANA DE TECNOLOGIA FACULDADE VITORIANA DE TECNOLOGIA FACULDADE PARAIBANA DE PROCESSAMENTO DE DADOS FACULDADE PIAUIENSE DE PROCESSAMENTO DE DADOS FACULDADE VITORIANA DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE TERESINA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE TERESINA FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE ALAGOANA DE ADMINISTRAÇÃO Faculdade de Economia e Processamento de Dados de Foz do Iguaçu UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Faculdade de Macapá Associação Educacional Iguaçu Associação Educacional Iguaçu Associação Educacional Iguaçu Associação Vitoriana de Ensino Superior - AVIES Associação Vitoriana de Ensino Superior - AVIES Associação Vitoriana de Ensino Superior - AVIES Associação Vitoriana de Ensino Superior - AVIES ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DE ENSINO RENOVADO ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ Associação Vitoriana de Ensino Superior - AVIES ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação de Ensino Superior de Alagoas Associação Educacional Iguaçu FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO União de Faculdades do Amapá Ltda. Faculdade de Macapá União de Faculdades do Amapá Ltda. FACULDADE DE ASSOCIAÇÃO INFORMÁTICA DE CUIABÁ METROPOLITANA DE ENSINO SUPERIOR FACULDADE DE FILOSOFIA FUNDAÇÃO TÉCNICO CIÊNCIAS E LETRAS EDUCACIONAL SOUZA SOUZA MARQUES MARQUES LOGOS LTDA. FACULDADE EXÍMIA Mônica Virgínia Souza Fernandes 2503 Faculdade de Integração Nacional Leda Jesuíno FACULDADES CATHEDRAL 2958 Faculdade de Ciências Biológicas, Humanas e Saúde Faculdade Emmanuel Kant Centro de Ensino Pesquisa e Extensão Emmanuel Kant Ltda. 2614 2984 FACULDADE ABRAHAN LINCON SEPEAL - SOCIEDADE DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ABRAHAN LINCON UNIDADE DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SÃO 20023000513 20023000572 20023000591 20023000743 20023000856 20023001350 20023002116 20023002252 20023002473 20023002554 20023002576 20023002584 20023002603 20023002608 20023002644 20031000001 20031000354 20031000467 20031001105 20031002199 20031002973 20031004045 20031004188 Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não VICENTE LTDA Faculdade Tomaz de Aquino Ltda. 2983 FACULDADE SÃO VICENTE 2588 Falculdade Mercator 3062 FACULDADE COMERCIAL DE SERRINHA UNIDADE DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DE SERRINHA LTDA Seminário Teológico Batista do Nordeste 2329 Faculdade Batista do Nordeste SOCIEDADE BLUMENAUENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA. 2390 INSTITUTO BRUSQUENSE DE ENSINO SUPERIOR 2691 Faculdade Associada da Bahia - FAB Fundação de Experimentos, Pesquisas e Planejamentos Educacionais e Comunitários - FEPPEC 2956 Faculdade de Ciências Juridicas, Sociais e Tecnológica-FACITE Faculdade Joaquim Machado 2335 FACULDADES CATHEDRAL Fundação Educacional Joaquim Machado 3074 Faculdade do Extremo Sul da CENTRO DE ENSINO Bahia SUPERIOR SANTA AMÉLIA 3272 Faculdade de Direito de Petrolina Escola Nacional de Educação e Cultura - ENEC 3275 Faculdade Juridica de Salvador Faculdade Juridica de Salvador Ltda 3276 Faculdade Fortaleza Faculdade de Fortaleza LTDA 3273 Faculdade do Recife Faculdade do Recife Ltda 3272 Faculdade de Direito de Petrolina Escola Nacional de Educação e Cultura - ENEC 3274 Faculdade Psicologia Escola Nacional de Educação e Cultura 3275 Faculdade Juridica de Salvador Faculdade Juridica de Salvador Ltda 3138 Faculdade Dinâmica de Itaipulândia União Dinâmica de Faculdades Cataratas - UDC 2179 Faculdade de Turismo do Estado do Rio de Janeiro Centro Educacional Professor João Rodrigues 3064 Faculdade de Ciências União das Faculdades de Exatas e Agrarias de Roraima Roraima 3416 Faculdade JK do Gama JK Sociedade Educacional S/C Ltda. 3091 CENTRO DE ENSINO LEIDE TORRES CENTRO DE ENSINO LEIDE TORRES LTDA. 3219 Faculdade Evangélica de Indaiatuba 3201 Faculdade de Educação e Ensino Superior do CEEC - Centro Evangélico de Educação e Cultura, Pr. Raimundo Soares de Lima UNIÃO DE EDUCAÇÃO E ENSINO SUPERIOR DO 20031006440 20031007570 20031007571 20031007653 20031008221 20031008433 20031008691 20031008701 20031008703 20031009227 20031009258 20031009288 20031009291 20031009305 20031009320 20031009364 20031009826 20041000474 20041000684 20041001471 20041001520 20041001549 703247 Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Abranches Faculdade de Ensino Superior do Litoral Sul FASUL Instituto Superior de Educação Domingos Sávio ABRANCHES S/C LTDA Sociedade de Desenvolvimento do Ensino Superior do Litoral Sul LTDA. Colégio Domingos Sávio 2618 Faculdade Domingos Sávio Colégio Domingos Sávio 3598 Faculdade de Irati UNIRATI - Instituição de Ensino Superior Irati S/C Ltda 3398 Faculdade de Ciências do Estado do Ceará Colégio 19 de Abril S/C Ltda 2913 FACULDADE DO VALE DO PARAGUAÇU 2295 Instituto Medicense de Educação Superior UNIDADE DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO DO VALE DO PARAGUAÇU LTDA União das Escolas Superiores de Presidente Médici 2300 Instituto de Educação Superior de Rolim de Moura Centro Marechal Rondon de Educação e Cultura 2262 Instituto de Educação Normal Superior de Pimenta Bueno Associação de Ensino Superior de Pimenta Bueno 3700 Faculdade de Ciências Jurídicas de Porto Velho UNIPAN - União Panamericana de Ensino Superior 3783 Instituto Paraense de Ensino e Cultura - IPEC 3777 Instituto de Ensino Superior de Curitiba - IESC SOCIEDADE UNIFICADA PAULISTA DE ENSINO RENOVADO OBJETIVO SOCIEDADE OBJETIVO DE ENSINO SUPERIOR 3785 Instituto Maranhense de Ensino e Cultura - IMEC 3788 Instituto Juiz de Fora de Ensino Superior - IJF SOCIEDADE UNIFICADA PAULISTA DE ENSINO RENOVADO OBJETIVO SOCIEDADE OBJETIVO DE ENSINO SUPERIOR 3787 Instituto Macapá de Ensino Superior - IMES SOCIEDADE OBJETIVO DE ENSINO SUPERIOR 3524 UNIBUSINESS - Faculdade Internacional de Educação e Gerência INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE POUSO ALEGRE Faculdade Vale do Cariri IEGE - Instituto Internacional de Educação e Gerência 3817 Faculdade Metropolitana da Paraiba - FAMEP CENESUP - Centro Nacional de Ensino Superior 3573 FACULDADE TEOLÓGICA BATISTA DE BRASÍLIA 3772 Centro Sinodal de Educação Tecnológica Pastor Dohms JUNTA ADMINISTRATIVA DA FACULDADE TEOLÓGICA BATISTA DE BRASÍLIA Comunidade Evangélica de Porto Alegre - CEPA 3846 Faculdade de Ciências e Cultura da Liberdade Instituto de Estudos da Alma IDEAL 2817 Faculdade de Iuna Instituto Superior de Ensino do Espírito Santo 3576 2621 3823 3418 Sociedade Sul Mineira de Educação e Cultura S/C Ltda. Sociedade de Ensino Superior do Cariri Ltda - SESUC 703664 704710 705231 706288 706742 707301 20023002045 20031005289 20041001371 20041002360 705467 20031008722 20031009815 20041001313 704376 Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias 2419 FACITALGO - FACULDADE DE CIENCIAS E TECNOLOGIA DE AGUAS LINDAS DE GOIAS FACULDADES INTEGRADAS LOGOS FILOGOS Faculdades Caiçaras IESAL - Instituto de Ensino Superior de Águas Lindas Ltda. 3013 Instituto Superior de Educação Cidadania Fundação Educacional de Ação Popular 3050 FACULDADE DE TEOLOGIA DA ASSEMBLÉIA DE DEUS FATEAD Faculdade de Ciencias Agrarias e Exatas do Leste Matogrossense INSTITUTO SUPERIOR UNIFELI IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS 1790 Instituto Superior de Educação do Sul da Bahia Fundação Francisco de Assis 953 UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS IES teste 123456 CENTRO DE ESTUDOS UNIFICADOS BANDEIRANTE 40 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA AUTARQUIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA 500 FACULDADE DE MEDICINA DE CATANDUVA FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Faculdade EuroPanamericana de Humanidades e Tecnologias Faculdades Integradas do Triângulo Mineiro FUNDAÇÃO PADRE ALBINO Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições Não Universitárias Credenciamento de Instituições para Educação à Distância Credenciamento de Instituições para Educação à Distância Credenciamento de Instituições para Educação à Distância Credenciamento de Instituições para Educação à Distância Credenciamento de Instituições para Educação à Distância Credenciamento de Instituições Universitárias Credenciamento de Instituições Universitárias Credenciamento de Instituições Universitárias 2690 Credenciamento de Instituições Universitárias 2693 2899 2959 2994 1560 1055 1457 SOCIEDADE EDUCACIONAL E CULTURAL LOGOS S/C LTDA Centro Educacional e Cultural Caiçaras Sociedade Civil Ltda Sociedade Mantenedora de Ensino Superior de Barra do Garcas INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA UNIFELI Mantenedora de teste - TESTE2 ASSOCIAÇÃO BAIANA DE ENSINO SUPERIOR Instituto Euro-Latino-Americano de Cultura e Tecnologia S/C Ltda. - EUROLAM SOCIEDADE DE ENSINO, CULTURA, E PESQUISA SUPERIOR DE BRASILIA GABINETE DO MINISTRO DESPACHOS DO MINISTRO Em 23 de Setembro de 2004 Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação HOMOLOGA o Parecer nº 069/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, favorável à autorização para o funcionamento do curso de Psicologia, a ser ministrado no campus fora de sede, situado no município de Ipameri, no Estado de Goiás, pela Universidade Católica de Goiás, mantida pela Sociedade Goiana de Cultura, ambas com sede na cidade de Goiânia, no Estado de Goiás, com cem vagas totais anuais, conforme consta dos Processos nºs 23000.002247/2003- 17 e 23000.011250/2002-41, Registros SAPIEnS nºs 20031001166 e 703142. Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação HOMOLOGA o Parecer nº 114/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, favorável à autorização para o funcionamento do curso de Psicologia, a ser ministrado à Rua Professor Orlando França de Carvalho, nº 325, Centro, na cidade de Bebedouro, no Estado de São Paulo, pelas Faculdades Integradas FAFIBE, mantidas pela Associação de Educação e Cultura do Norte Paulista, com sede na cidade de Bebedouro, no Estado de São Paulo, com cento e vinte vagas totais anuais, em período integral, conforme consta dos Processos nºs 23000.010485/2002-15 e 23000.010486/2002-60, Registros SAPIEnS nºs 701857 e 701858. Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação HOMOLOGA o Parecer nº 120/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, referente ao recurso interposto por PAULO CÉSAR DE OLIVEIRA em face da decisão da Universidade Federal do Paraná, que indeferiu o pedido de revalidação de diploma de pós-graduação, Doutor em Ciências Jurídicas, outorgado pela Universidad Del Museo Social Argentino, de Buenos Aires, Argentina, em programa ministrado em convênio com a Universidade Católica de Pelotas, esclarecendo- se que, de acordo com o § 3°, do artigo 48, da Lei n° 9.394/96, cabe à Universidade, no exercício de sua autonomia técnicocientífica e administrativa, definir os critérios e procedimentos para o reconhecimento dos diplomas de Mestrado e Doutorado expedidos por universidades estrangeiras, observadas as normas pertinentes, não cabendo, no caso, nenhuma intervenção do Conselho Nacional de Educação, conforme consta do Processo nº 23001.000181/2003-11. Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação HOMOLOGA o Parecer nº 121/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, referente ao recurso interposto por ELIANNE MARIA MEIRA ROSA em face da decisão da Universidade Federal do Paraná, que indeferiu o pedido de reconhecimento de seu diploma de Doutorado em Ciências Jurídicas e Sociais, conferido pela Universidad Del Museo Social Argentino, de Buenos Aires, Argentina, em programa ministrado em convênio com a Universidade Católica de Pelotas, esclarecendo-se que, de acordo com o § 3°, do artigo 48, da Lei n° 9.394/96, cabe à Universidade, no exercício de sua autonomia técnicocientífica e administrativa, definir os critérios e procedimentos para o reconhecimento dos diplomas de Mestrado e Doutorado expedidos por universidades estrangeiras, observadas as normas pertinentes, não cabendo, no caso, nenhuma intervenção do Conselho Nacional de Educação, conforme consta do Processo nº 23001.000177/2003-52. Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação HOMOLOGA o Parecer nº 126/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, desfavorável à alteração da Resolução CNE/CES n° 1, de 28 de janeiro de 2002, que trata da revalidação dos diplomas de graduação obtidos por estudantes brasileiros em instituições estrangeiras, proposta pelo então Secretário de Educação Superior, do Ministério Ministério da Educação, conforme consta do Processo nº 23001.000162/2003-94. Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação HOMOLOGA o Parecer nº 127/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, referente à solicitação de apostilamento do direito ao exercício da docência nas quatro primeiras séries do Ensino Fundamental, no diploma de VIVIAN REPESSOLD CASTANHO, do curso de Pedagogia, ministrado pela Faculdade de Educação e Ciência Administrativa de Vilhena, mantida pela Associação Vilhenense de Educação e Cultura, ambas com sede na cidade de Vilhena, no Estado de Rondônia, esclarecendo-se que a interessada não atingiu o mínimo de horas necessárias de Prática de Ensino para fazer jus ao direito de lecionar nas séries iniciais do Ensino Fundamental, conforme consta do Processo nº 23001.000004/2004-15. Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação HOMOLOGA o Parecer nº 215/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, favorável à autorização para o funcionamento do curso de Psicologia, a ser ministrado à Rua João Goulart, n° 666, Bairro Mato Grosso, na cidade de Porto Velho, Estado de Rondônia, pelo Instituto Luterano de Ensino Superior de Porto Velho, mantido pela Comunidade Evangélica Luterana São Paulo - CELSP, com sede na cidade de Canoas, no Estado do Rio Grande do Sul, com cinqüenta vagas semestrais para o turno vespertino e cinqüenta vagas semestrais para o turno noturno, conforme consta do Processo nº 23000.013636/2002- 97, Registro SAPIEnS nº 707450. Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação HOMOLOGA o Parecer nº 224/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, referente à obrigatoriedade ou não de estágio para o curso de Ciências Sociais, esclarecendo-se que, no que se refere à modalidade bacharelado, fica a critério de cada instituição a inclusão do estágio no respectivo projeto pedagógico do curso. Quanto à modalidade licenciatura, o estágio é obrigatório, conforme consta do Processo nº 23001.000086/2004-06. Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação HOMOLOGA o Parecer nº 229/2004, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, favorável à autorização para o funcionamento do curso de Teologia, bacharelado, com duzentas vagas totais anuais, sendo cem para o turno diurno e cem para o turno noturno, distribuídas em turmas de cinqüenta alunos, a ser ministrado na unidade de ensino localizada na Rua Pio XI, n° 1.100, Bairro Alto da Lapa, na cidade de São Paulo, pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, com sede na cidade de Americana, mantido pelo Liceu Coração de Jesus, com sede na cidade de São Paulo, todos no Estado de São Paulo, conforme consta do Processo nº 23000.011491/2002-90, Registro SAPIEnS nº 143197. TARSO GENRO (DOU de 27/09/2004 – Seção I – p.16) Jurisprudência MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho nacional de educação/Câmara de Educação Superior UF: DF ASSUNTO: Aprecia pedido de reconsideração do Parecer CNE/CES 55/2004 e manifesta-se favorável à aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Direito RELATOR: Edson de Oliveira Nunes Processo: 23001.000074/2002-10 Anexos: 23001.000303/2001-15 23001.000150/2003-60 PARECER N.º: CNE/CES 211/2004 COLEGIADO: CES APROVADO EM: 8/9/2004 I - RELATÓRIO Trata o presente de pedido de reconsideração do Parecer CNE/CES 5 5/2004, encaminhado a este Conselho pela Associação Brasileira de Ensino de Direito (ABEDi) por meio eletrônico, em 4 de março de 2004 e protocolado sob o n° 021419.2004-37. O Parecer supra citado se refere às Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Direito, relatado pelos Conselheiros José Carlos Almeida da Silva e Lauro Ribas Zimmer. . Mérito No histórico do pedido de reconsideração, a ABEDi relata sua participação no processo de construção das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para a graduação em Direito, como consta do texto do Parecer CNE/CES 55/2004 e descreve todos os fatos relacionados com a trajetória do debate que foi construída ao longo da elaboração das diretrizes. Neste item, destaca-se que em face da existência e das impugnações dos Pareceres CNE/CES 100 e 146/2002, o foco do debate entre a ABEDi e os Conselheiros, se concentrou em quatro itens específicos: carga horária e duração do curso; conteúdos curriculares; monografia; e, estágio curricular. Em relação ao primeiro item, se verifica que tanto na primeira reunião, com a presença dos Conselheiros José Carlos de Almeida, Éfrem de Aguiar Maranhão, Edson de Oliveira Nunes, Arthur Roquete de Macedo e Lauro Ribas Zimmer, além do Secretário Executivo, Raimundo Miranda, como na segunda, com a presença dos Professores Paulo Medina e José Geral de Souza Júnior, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ficou evidenciado que a carga horária e a duração do curso seriam objeto de regulamentação própria reforçada pela revisão do Parecer CNE/CES 100/2002, e, portanto não incorporada a sua deliberação nas diretrizes. Quanto ao Estágio Curricular, item de mais fácil conciliação, segundo o documento da ABEDi, que insistia na necessidade de que ele fosse realizado no âmbito da própria IES, o que se tornou consensual em torno de seu caráter curricular na linha da proposta, durante a 2ª reunião. Em referência aos Conteúdos Curriculares, foi sugerida a retirada dos adjetivos antes inseridos para os do Eixo Fundamental e discutido o Eixo Profissional, relativamente quanto à "Introdução ao Direito", matéria interpretada pelos Conselheiros como mais próxima de disciplina e considerada impertinente no âmbito das diretrizes. De qualquer forma, o Conselheiro Relator à época, segundo o documento mostrou-se sensível à necessidade de se ter um corpo comum no ensino jurídico, com ampla margem para se ousar nos espaços possíveis. O item Monografia foi objeto de defesa da manutenção de sua concepção, independente do nome que viesse a lhe ser atribuída, porque no entendimento da ABEDi há um momento concentrado em que o aluno é solicitado a demonstrar as habilidades e competências que lhes foram fornecidas ao longo do curso. Por todos estes argumentos, a ABEDi insistiu na necessidade de uma audiência pública para estender à comunidade condições de apresentar suas opiniões, o que foi reafirmado por ocasião do II Congresso Brasileiro de Ensino do Direito, organização pela própria Associação e com a presença, à época, do Conselheiro-Relator. Assim, no final de 2003, foram realizadas duas audiências públicas, sendo que a primeira destinada à duração dos cursos da área de Ciências Sociais Aplicadas e, a segunda, específica para as DCN's do curso de Direito, optando este Relator por registrar some nte os fatos relacionados à 2ª audiência, cujo tema é objeto deste Parecer. Nesta, por ser relativa ao Direito, o debate ficou restrito à OAB e a ABEDi. Transcrevemos abaixo a posição da ABEDi, centrada nos seguintes itens: "(a) elogiar a existência de elaboração de um projeto pedagógico para os cursos jurídicos; (b) questionar o que significa a idéia de pós-graduação ‘lato sensu' integrada, uma vez que o Eixo de Formação Concentrada (existente na proposta de 2000 encaminhada pela Secretaria de Educação Superior (SESu) fora suprimido; (c) sugerir que os conteúdos fundamentais não fossem adjetivados, mas mantenham o espírito da Portaria MEC 1.886/94; (d) insistir na necessidade de inclusão dos conteúdos profissionalizantes, recuperando a sugestão da proposta de 2000 para reunião de ‘Processo Civil' e ‘Processo Penal' em um conteúdo de Processo'; (e) enfatizar a importância da monografia; e, (f) o insistir na necessidade de se trabalhar o estágio como uma etapa curricular no âmbito da própria instituição de ensino. " Ao término dos debates a ABEDi, em sua participação conclusiva, ressaltou a necessidade de se insistir na construção de um estágio curricular a ser realizado na própria IES sem se confundir com o estágio profissional, e na de realização de um exercício concentrado em que o aluno venha a demonstrar as habilidades e competências desenvolvidas ao longo do curso. Segundo o documento da ABEDi, embora houvesse todo esse árduo trabalho de construção de consensos e superação de divergências, o Parecer CNE/CES 55/2004 não traduziu as expectativas construídas pela comunidade a partir do debate, o que justificou o presente pedido de reconsideração, a seguir explicitado na permanência dos pontos de divergência relacionados ao item conteúdos curriculares, com somente duas ponderações sobre a inclusão de Antropologia no Eixo de Formação Fundamental e, que poderia ser acompanhada de uma referência à história e à Introdução ao Direito, que já tinha sido transformada de disciplina em matéria pela P.M 1.886/94 e que agora virou conteúdo. Restaram, portanto, aos dois últimos itens: Monografia e Estágio Curricular, as divergências nas quais passam a se concentrar as ponderações da ABEDi a favor de sua revisão. Segundo a ABEDi, no momento inicial do debate foram identificad as duas posições antagônicas: uma, favorável à monografia obrigatória e outra, contrária à sua própria existência, que se constavam da proposta das DCN's, elaborada pela Comissão de Especialistas e no Parecer CNE/CES 1.070/99. Ainda, segundo o relato do documento da ABEDi, esse antagonismo seria resolvido pelo Parecer CNE/CES 146/2002 e respectiva proposta de Resolução, que tornava a monografia opcional para as IES.Entretanto, com as diversas contestações apresentadas ao Parecer citado e buscando a conciliação entre as três posições que constavam dos documentos: ausência, existência opcional e existência obrigatória -, foi apresentada proposta baseada no reconhecimento da necessidade de realização, preferencialmente em algum momento mais próximo do final do curso, de um exercício pedagógico concentrado em que o aluno fosse instado a exibir as habilidades e competências obtidas ao longo de sua formação, na qual se procurou flexibilizar e admitir outras modalidades, desde que mantido o seu caráter obrigatório. O Parecer CNE/CES 55/2004 não considera que com a realização da monografia, os egressos demonstrarão autonomia intelectual e de conhecimento, critica, raciocínio jurídico, etc, transferindo para a pós-graduação, onde, segundo os relatores se justifica pelo aprofundamento de estudos autônomos e continuados, enriquecidos pela experiência profissional e com a execução de projetos de pesquisa, tão necessários na contínua perene construção da ciência jurídica. Finalmente a ABEDi registra que concorda com a proposta de um trabalho de curso, de caráter obrigatório. Quanto ao Estágio Curricular, a ABEDi destaca que a P.M 1.886/94 trouxe nesse campo avanços para o ensino jurídico, permitindo a integração dos conteúdos teóricos com as atividades práticas, especialmente quanto à concepção do estágio curricular como Prática Jurídica e não somente como Prática Forense. Entendem, que se o estágio for realizado fora da IES, haverá o esvaziamento do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) e estabelecerá novamente impasse, segundo ela, já superado pela P.M 1.886/99 e que diz respeito à mistura entre estágio curricular e estágio profissional. Reconhece a importância dos convênios somente para serem utilizados parcialmente, de modo a suprir as atividades que não são oferecidas na IES. Finalmente, critica a constituição do Eixo de Formação Prática, constituído essencialmente pelo estágio supervisionado, pelas atividades complementares e pelo trabalho de curso, quando exigido. . Considerações Finais Tendo em vista o pedido de reconsideração em tela, as análises e debates subseqüentes, quanto aos itens: Conteúdos Curriculares (Introdução ao Direito), Trabalho de Curso e Estágio Supervisionado - este Relator submete à apreciação do Câmara de Educação Superior (CES) o texto adaptado do Parecer CNE/CES 55/2004 e do Projeto de Resolução anexo. A Lei 9.131, sancionada em 24 de novembro de 1995, deu nova redação ao art. 9°, § 2°, alínea "c", da então LDB 4.024/61, conferindo à CES do Conselho Nacional de Educação (CNE) a competência para "a elaboração do projeto de Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), que orientarão os cursos de graduação, a partir das propostas a serem enviadas pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação ao Conselho Nacional de Educação", tal como viria a estabelecer o inciso VII do art. 9° da nova Lei de Diretrizes Básicas 9.394/96, publicada em dezembro de 1996. Para orientar a elaboração das propostas de DCN, o CNE/CES editou os Pareceres 776/97, e 583/2001. Por seu turno, a SESu/MEC publicou o Edital 4 , de 4 de dezembro de 1997, convocando as instituições de ensino superior para que realizassem ampla discussão com a sociedade científica, ordens e associações profissionais, associações de classe, setor produtivo e outros envolvidos que resultassem propostas e sugestões para a elaboração das DCNs dos Cursos de Graduação, contribuições essas, significativas, a serem sistematizadas pelas Comissões de Especialistas de Ensino de cada área. A Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação aprovou também, Parecer CES 67, de 11 de março de 2003, contendo todo um referencial para as DCNs dos Cursos de Graduação, inclusive para o efetivo entendimento da transição entre o regime anterior e o instituído pela LDB 9.394/96, como preceitua o seu art. 90°, tendo, por razões de ordem metodológica, estabelecido um paralelo entre Currículos Mínimos Nacionais e as Diretrizes Curriculares Nacionais. Constata-se que, quanto aos Currículos Mínimos, o Referencial enfocou a concepção, abrangência e objetivos dos referidos currículos, fixados por curso de graduação, ensejando as respectivas formulações de grades curriculares cujo atendimento implicava fornecer diplomas profissionais, assegurado o exercício das prerrogativas e o direito de cada profissão. No entanto, quanto às DCNs o Parecer alentou os princípios que lhes embasam a formulação, disto resultando o nítido referencial entre o regime anterior e o proposto para nova ordem jurídica. Ainda sobre o referencial esboçado no Parecer CNE/CES 67/2003, verifica-se que existem diretrizes que poderiam ser consideradas comuns aos cursos de graduação, enquanto outras atenderiam à natureza e às peculiaridades de cada curso, desde que fossem contempladas as alíneas "a" a "g" do item II do Parecer CNE/CES 583/2001, "litteris" a - perfil do formando/egresso/profissional - conforme o curso, o projeto pedagógico deverá orientar o currículo para um perfil profissional desejado; b - Competência/habilidades/atitudes. c - Habilitações e ênfase; d - Conteúdo curriculares. e - Organização do curso. f - Estágios e atividades complementares. g - Acompanhamento e Avaliação. É evidente que as DCNs, longe de serem consideradas como um corpo normativo, rígido e engessado, para não se confundirem com os antigos currículos mínimos profissionalizantes; objetivam ao contrário "servir de referência para as instituições na organização de seus programas de formação, permitindo flexibilidade e priorização de áreas de conhecimento na construção dos currículos plenos. Devem induzir à criação de diferentes formações e habilitações para cada área do conhecimento, possibilitando ainda definirem múltiplos perfis profissionais, garantindo uma maior diversidade de carreiras, promovendo a integração do ensino de graduação com a pós-graduação, privilegiando, no perfil de seus formandos, as competências intelectuais que reflitam a heterogeneidade das demandas sociais". Assim, as DCNs para o curso de graduação em Direito devem refletir uma dinâmica que atenda aos diferentes perfis de desempenho a cada momento exigido pela sociedade, nessa "heterogeneidade das mudanças sociais", sempre acompanhadas de novas e mais sofisticadas tecnologias, novas e mais complexas situações jurídicas, a exigir até contínuas revisões do projeto pedagógico do curso jurídico, que assim se constituirá a caixa de ressonância dessas efetivas demandas, para formar profissionais do direito adaptáveis e com a suficiente autonomia intelectual e de conhecimento para que se ajuste sempre às necessidades emergentes, revelando adequado raciocínio jurídico, postura ética, senso de justiça e sólida formação humanística. Considerando que outros pareceres desta Câmara já enfatizaram as peculiaridades do currículo mínimo, no Brasil, como ponto de partida do efetivo entendimento da transição para diretrizes curriculares nacionais em cada curso de graduação, em face do marco legal estabelecido a partir da Lei 9.131/95 e, em especial, da LDB 9.394/96, torna-se relevante realizar uma incursão na história da educação superior no Brasil, enfocando os diferentes momentos estruturais dos cursos de Direito, para que se verifiquem cinco principais mudanças nesse contexto: a) "currículo único" para todos os cursos de Direito, no Brasil, de 1827 (Império) a 1889 (início da República), e até 1962; b) mudança de "currículo único" , vigente no período anterior, para "currículo mínimo" nacional e " currículo pleno", por instituição de ensino, coma flexibilização regional, embora permanecesse rígido o "currículo mínimo"; c) de "currículo mínimo" em 1962, perpassando por 1972 c om as Resoluções 3/72 e 15/73, mantendo-se as concepções simultâneas de "currículo mínimo" nacional e "currículos plenos" institucionais; d) "currículo mínimo" nacional e "currículo pleno" das instituições com flexibilização para habilitações e especializações temáticas, em 1994, com a Portaria Ministerial 1.886/94, para implantação a partir de 1996 posteriormente diferido para 1998, ainda que a ementa da referida Portaria estivesse assim redigida, com um equívoco ou contradição em seus termos: "Fixa as diretrizes curriculares e o conteúdo mínimo do curso jurídico", posto que, se "diretrizes" fossem, amplas e abertas, não haveria a exigência expressa de determinado e limitado "conteúdo mínimo do curso jurídico" nacional, ainda que sem embargo dos "currículos plenos" das instituições; e, e) de "currículo mínimo" / "conteúdo mínimo do curso jurídico", para "diretrizes curriculares nacionais" da graduação em Direito, em decorrência das Leis 9.131/95, 9.394/96 e 10.172/2001, desse conjunto normativo resultando os Pareceres CES/CNE 776/97, CES/CNE 583/2001, 146/2002 (revogado), 67/2003, Edital 4/97, e, em particular, o Parecer CES/CNE 507/99, culminando com o presente Parecer ora submetido à deliberação da Câmara de Educação Superior. Promovendo-se a incursão histórica para a identificação das peculiaridades de cada época, com repercussão no ensino jurídico brasileiro, até os dias atuais, verifica-se que os primeiros cursos de Direito no Brasil, de 1827 a 1962, tiveram um "currículo único", nacional, rígido e invariável constituído de nove cadeiras (cathedra), a ser cumprido em cinco anos, refletindo os aspectos políticos e ideológicos do Império (com a forte influência do Direito Natural e do Direito Público Eclesiástico), durante o qual, até a Proclamação da República, só foi possível uma alteração curricular, em 1854, com a inclusão das cadeiras de Direito Romano e do Direito Administrativo. Durante o Império, portanto, com a inclusão, em 1854, das duas cadeiras supra citadas, o currículo único para os cursos de Direito, tinha a seguinte estrutura: 1 ° ano – 1º cadeira Direito Natural Público Análise da Constituição do Império Direito das Gentes Diplomacia 2 ° ano – 1ª cadeira Continuação das matérias do ano antecedente 2ª cadeira Direito Público Eclesiástico 3 ° ano – 1ª cadeira Direito Pátrio Civil 2ª cadeira Direito Pátrio Criminal, com teoria do processo criminal 4° ano – 1ª cadeira Continuação do Direito Pátrio Civil 2ª cadeira Direito Mercantil e Marítimo 5 ° ano – 1ª cadeira Economia Política 2ª cadeira Teoria e prática do Processo Adotado Pelas Leis do Império Advindo a Proclamação da República, alterações curriculares foram introduzidas, decorrentes das modificações políticas e no campo das ciências, sob a influência da corrente pos itivista. Com efeito, não prevalecendo a or ientação decorrente do Direito Natural (o jus naturalismo) e desvinculando-se a Igreja do Estado, especialmente sob a influência do período Pombalino, extinguiu-se o Direito Público Eclesiástico em 1890, logo após a Proclamação da República, criando-se também as cadeiras de Filosofia e História do Direito e de Legislação Comparada sobre o Direito Privado, até que, adveio, já no período Republicano, a Lei 314, de 30/10/1895, fixando um novo currículo para os cursos de Direito, assim constituído: 1 ° ano – 1ª cadeira Filosofia do Direito 2ª cadeira Direito Romano 3ª cadeira Direito Público Constitucional 2° ano – 1ª cadeira Direito Civil 2ª cadeira Direito Criminal 3ª cadeira Direito Internacional Público e Diplomacia 4ª cadeira Economia Política 3 ° ano – 1ª cadeira Direito Civil 2ª cadeira Direito Criminal, especialmente Direito Militar e Regime Penitenciário 3ª cadeira Ciências das Finanças e Contabilidade do Estado 4ª cadeira Direito Comercial 4 ° ano – 1ª cadeira Direito Civil 2ª cadeira Direito Comercial (especialmente Direito Marítimo, Falência e Liquidação Judiciária) 3ª cadeira Teoria do Processo Civil, Comercial e Criminal 4 ª cadeira Medicina Pública 5 ° ano – 1ª cadeira Prática Forense 2ª cadeira Ciência da Administração e Direito Administrativo 3ª cadeira História do Direito e especialmente do Direito Nacional 4ª cadeira Legislação Comparada sobre Direito Privado Com algumas poucas modificações decorrentes da influência do positivismo no período Republicano, o currículo se manteve com o mesmo núcleo fixado na Lei 314/1895 até 1962 quando o Conselho Federal de Educação avançou da concepção até então vigente de "currículo único", rígido, uniforme, para todos os cursos, inalterado até em razão da lei, para a nova concepção de "currículo mínimo" para os cursos de graduação, incluindo-se, portanto, o bacharelado em Direito, na forma e sob as competências previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 4.024/61. Esses enfoques revelam, dentre outros motivos, corno o curso de Direito esteve, durante o Império e no período republicano até 1962, sob forte e incondicional controle político.ideológico, constituindo-se "currículo único", com as poucas alterações já apontadas, o que explica a enraizada resistência às mudanças, somente incentivadas, ainda que de forma tênue, a partir de 1962, com a implantação do primeiro currículo mínimo nacional, para o curso de Direito. 0 estudo comparado desses marcos legais, incluindo o advento da LDB 4.024/61, revela que, embora "currículo mínimo nacional" e "duração do curso" ainda significassem dificuldades para alterações curriculares, as normas decorrentes da nova LDB, ao tempo em que instituíam "currículo mínimo", ensejavam, por seu turno, que as instituições de ensino elaborassem seus respectivos "currículos plenos", como forma de se adaptarem aos reclamos regionais. Foi, certamente, em relação aos marcos pretéritos, um avanço significativo, em 1963, com o surgimento dos "currículo mínimo" para todo o País e "currículos plenos" das instituições de ensino, revelando importante passo na flexibilização curricular, ainda que mantida fixa a duração de cinco anos. Sob a égide da LDB 4.024/61, o Conselho Federal de Educação, criado pela citada Lei em substituição ao até então existente Conselho Nacional de Educação, emitiu o Parecer 215, aprovado por aquele Conselho em 15/9/62 (publicado in Documenta nº 8 - Outubro de 1962, pág. 81/83, e republicado in Documenta n° 10 Dezembro de 1962, pág. 16/19), propondo um currículo mínimo de Direito, bacharelado, com duração de cinco anos, a ser implantado a partir do ano letivo de 1963, constituído das quatorze matérias seguintes: 1. Introdução à Ciência do Direito 2. Direito Civil 3. Direito Comercial 4. Direito Judiciário (com prática forense) 5. Direito Internacional Privado 6. Direito Constitucional (incluindo noções de Teoria do Estado). 7. Direito Internacional Público 8. Direito Administrativo 8. Direito Administrativo 9. Direito do Trabalho 10. Direito Penal 11. Medicina Legal 12. Direito Judiciário Penal (com prática forense) 13. Direito Financeiro e Finanças 14. Economia Política Registre-se que o Parecer 215/62, com o respectivo projeto de resolução, contendo o primeiro "currículo mínimo" do curso jurídico, no Brasil, em substituição ao "currículo único", e referencial para a elaboração de "currículo pleno" em cada instituição, foi homologado pelo então Ministro de Educação e Cultura, Prof. Darcy Ribeiro, de saudosa memória, nos termos da Portaria Ministerial de 4/12/62, publica da na Documenta 10 - Dezembro de 1962, às pág. 13/15, homologando, também, mais vinte e dois outros "currículos mínimos" decorrentes dos respectivos pareceres ali mencionados, fixando, assim, o "currículo mínimo" para vinte e três cursos de graduação, dentre eles o curso de Direito, que encabeça o elenco, naquele ato. Apesar do estímulo que se continha no novo modelo, para que as instituições de ensino superior tivessem mais liberdade, porque a elas incumbia a formalização e operacionalização do seu "currículo pleno", ainda assim o currículo de Direito se manteve rígido, com ênfase bastante tecnicista, sem a preocupação maior com a formação da consciência e do fenômeno jurídicos, não se preocupando com os aspectos humanistas, políticos, culturais e sociais, mantendo-se, assim, o citado tecnicismo, próprio do início e de boa parte do período republicano anterior. Para o entendimento das mudanças entre o regime acadêmico sob o ordenamento jurídico anterior (Leis 4.024/61 e 5.540/68) e o instituído pela atual LDB (9.394/96), torna-se necessário refletir sobre os fundamentos, concepção e princípios que nortearam, no Império, o currículo de 1827, o subseqüente estabelecido pela Lei 314/1895, no início da Velha República, perdurando até 1962, quando o então Conselho Federal de Educação emitiu o Parecer CFE 215/62, homologado pela Portaria Ministerial de 4/12/62, e, depois, o Parecer 162/72, que ensejou a Resolução CFE 3/72, com os acréscimos da Resolução 15/73, fixando, a cada época, currículo único e currículo mínimo com duração do curso para o bacharelado em Direito, como forma de cotejar com o que se preconiza para a fixação das Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Graduação em Direito, à luz da nova ordem jurídica educacional brasileira. Esses instrumentos normativos revelam a concepção dos cursos em cada época, como também ocorrera antes de 1961, quando ainda em funcionamento o então Conselho Nacional de Educação, transformado, a partir da LDB 4.024/61, em Conselho Federal de Educação, fixando-lhe competências, conforme art. 9° e seu § 1°, dentre outros transcritos nesse parecer, sem, contudo, nesses dois momentos, elas terem sido alteradas significativamente. A partir da LDB supra mencionada, os seus arts. 66, 68, parágrafo único, e 70, definem o objetivo da educação superior, a importância do diploma conferindo privilégio para o exercício das profissões e para admissão em cargos públicos, bem como a competência do então CFE para fixar currículo mínimo e duração dos cursos que habilitassem à obtenção do diploma, assim concebido, litteris: Art. 66. O ensino superior tem por objetivo a pesquisa, o desenvolvimento das ciências, letras e artes, e a formação de profissionais de nível universitário. Art. 68......................................................... ................... Parágrafo único - Os diplomas que conferem privilégio para o exercício de profissões liberais ou para a admissão em cargos públicos, ficam sujeitos ao registro no Ministério da Educação e Cultura, podendo a lei exigir a prestação de exames e provas de estágio perante os órgãos de fiscalização e disciplina das respectivas profissões. (...) Art. 70. O currículo mínimo e a duração dos cursos que habilitem à obtenção de diploma capaz de assegurar privilégios para o exercício da profissão liberal... vetado... serão fixados pelo Conselho Federal de Educação. Parágrafo único. Vetado. A remissão e subseqüente transcrição do "parágrafo único vetado" são valiosas para a contextualização dos elementos de controle a que estava submetida a educação s uperior, servindo "as razões de veto" como alerta daquela época para nossos dias: Art. 70 ..................................................................... Parágrafo único (vetado) - A modificação do currículo ou da duração de qualquer desses cursos em um ou mais estabelecimentos integrantes de uma universidade, depende de aprovação prévia do mesmo Conselho, que terá a faculdade de revogá-la se os resultados obtidos não se mostrarem vantajosos para o ensino. Assim, as "razões do veto" do transcrito parágrafo único, contemplam, já para aquela época, restrições ao "rigorismo formal (...) que nada contribui para a elevação dos padrões de ensino e para a sua adaptação às condições locais" O art. 70 (caput) já exige currículo mínimo e anos previstos de duraç ão fixados pelo Conselho Federal de Educação para os cursos cuja diplomação assegure privilégios, o que constitui o máximo de regulamentação admissível em face da autonomia universitária. Pelo parágrafo único as exigências atingem a extremos ao impor autorização prévia do mesmo Conselho para qualquer modificação no currículo ou na duração dos cursos. A experiência brasileira indica que nada ganhamos com a regulamentação rígida do ensino superior até agora vigente, pois dela só obtivemos um rigorismo formal no atendimento das exigências da lei em que nada contribui para a elevação dos padrões de ensino e para sua adaptação às condições locais. O ato normativo, portanto, diferenciados ou caracterizados dos sentidos de época ou da contextualização do processo educacional brasileiro não pode transformar-se em um fim em si mesmo, mas deve ser concebido como o instrumento com que se atendem às peculiaridades e, conseqüentemente, o novo tempo em que vivemos, a exigir dos profissionais maior autonomia na sua capacidade de incursionar, com desempenhos científicos, no ramo do saber ou na área do conhecimento onde se situa a sua graduação, no ritmo célere com que se processam as mudanças. Isto significa que era plenamente possível, àquela época, cogitar -se de currículos mínimos nacionais, com os conteúdos determinados para todo o País, reservando -se às instituições de ensino uma margem muito limitada para agregar, na composição do seu currículo pleno, algumas disciplinas optativas, dentre as relacionadas pelo próprio Conselho, a fim de que, também dentre elas, o colegiado de curso e, a seguir, os alunos escolhessem uma ou duas, segundo suas motivações ou se as instituições de ensino pudessem oferecer ou estivessem empenhadas por fazê-lo. De resto, na educação superior, em particular nos cursos de Direito, inicialmente de currículo único nacional, os currículos mínimos representaram, no período Republicano, o perfil nacional de um determinado profissional, que se considerava habilitado para exercer a profissão em qualquer parte do País desde que portador do diploma registrado, decorrente da conclusão do curso de graduação reconhecido, o que implicava em prévia constatação de que o currículo mínimo nacional estabelecido pela via ministerial fora cumprido. Em face, portanto, do que dispunham os arts. 9°, § 1º, e 70, da LDB vigente, em setembro de 1962 o Conselho Federal de Educação editou o Parecer 215/62, fixando os currículos mínimos e duração dos cursos de graduação em Direito, homologado, como se disse, por ato ministerial de 4/12/62 acolhendo também o projeto de resolução anexa ao mencionado parecer. Advindo, então, a Lei 5.540/68, foi alterado o currículo mínimo fixado em 1962, introduzindo mudanças nos termos das Resoluções 3/72 e 15/73, com flexibilizações relacionadas com a oferta de cursos de graduação em Direito, observadas, no entanto, sempre, as competências do Conselho Federal de Educação, estabelecidas no art. 9 ° , § 1 º , ainda vigente, da Lei 4.024/61, e as constantes da 5.540/68, para a fixação dos currículos mínimos nacionais e sua duração para os cursos de graduação. Esses níveis de competência do Conselho Federal de Educação, portanto, não se modificaram com o advento da Lei de Reforma Universitária, ao contrário, foram reiterados como se observa dos arts. 26 e 27 da mencionada Lei 5.540/68, até porque estava mantido o art. 9°, § 1 0, da LDE 4.024/61: Lei 5.540/68: Art. 26. O Conselho Federal de Educação fixará o currículo mínimo e a duração mínima dos cursos superiores correspondentes a profissões reguladas em lei e de outros necessários ao desenvolvimento nacional. Art. 27. Os diplomas expedidos por universidades federal ou estadual nas condições do art. 15 da Lei n° 4.024, de 20 de dezembro de 1961, correspondentes a cursos reconhecidos pelo Conselho Federal de Educação, bem como os de cursos credenciados de pós-graduação serão registrados na própria universidade, importando em capacitação para o exercício profissional na área abrangida pelo respectivo currículo, com validade em todo o Território Nacional. § 1 °. O Ministério da Educação e Cultura designará as universidades federais que deverão proceder ao registro de diplomas correspondentes aos cursos referidos neste artigo, expedidos por universidades particulares ou por estabelecimentos isolados de ensino superior, importando o registro em idênticos direitos. § 2°. Nas unidades da Federação em que haja universidade estadual, nas condições referidas neste artigo, os diplomas correspondentes aos mesmos cursos, expedidos por estabelecimentos isolados de ensino superior mantidos pelo Estado, serão registrados nessa Universidade. Mesmo vigente a Lei 5.540/68, o currículo mínimo anteriormente concebido, com duração de quatro anos, perdurou, em âmbito nacional, até o advento da Resolução CFE 3/72, decorrente do Parecer CFE 162/72, que fixou o novo currículo mínimo do curso de graduação em Direito, com duração de quatro anos, como se detalha, por época e pelo respectivo ato normativo, nos comentários aduzidos nos parágrafos pertinentes deste Relatório, convindo registrar que nesse ínterim foi editada a Lei 4.215/63, instituindo o exame de ordem para o exercício da profissão, ordenamento este alterado pela Lei 5.842/72, mantendo-se o disciplinamento da Resolução supra referida. Pela Resolução CFE 3/72, decorrente do Parecer CFE 162, aprovado em 27/1/72, o currículo mínimo nacional do curso de graduação em Direito, bacharelado, compreendia as matérias consideradas básicas e as profissionais, incluindo-se nestas a Prática Forense, sob a forma de estágio supervisionado, Educação de Problemas Brasileiros e Educação Física, estas duas decorrentes de legislação própria, constituindo os seguintes conjuntos curriculares obrigatórios: A - Básicas: 1. Introdução ao Estudo do Direito 2. Economia 3. Sociologia A - Profissionais 4. Direito Constitucional (Teoria do Estado - Sistema Constitucional Brasileiro) 5. Direito Civil (Parte Geral - Obrigações - Parte Geral e Parte Especial - Coisas - Família - Sucessão). 6. Direito Penal (Parte Geral - Parte Especial) 7. Direito Comercial (Comerciantes - Sociedades - Títulos de Crédito - Contratos Mercantis e Falências) 8. Direito do Trabalho (relação do Trabalho - Contrato de Trabalho - Processo Trabalhista) 9. Direito Administrativo (Poderes Administrativos - Atos e Contratos Administrativos - Controle de Administração Pública -Função Pública) 10. Direito Processual Civil (Teoria Geral - Organização Judiciária - Ações Recursos - Execuções) 11. Direito Processual Penal (Tipo de Procedimento - Recursos - Execução) 12. Prática Forense, sob a forma de estágio supervisionado 13. Estudo de Problemas Brasileiros e a prática de Educação Física, com predominância desportiva, de acordo com a legislação específica 14/15. Duas opcionais dentre as seguintes: a) Direito Internacional Público b) Direito Internacional Privado c) Ciências das Finanças e Direito Financeiro (Tributário e Fiscal) d) Direito da Navegação (Marinha e Aeronáutica) e) Direito Romano f) Direito Agrário g) Direito Previdenciário h) Medicina Legal Após o currículo mínimo nacional fixado pela Resolução CFE 3/72, foi constituída pelo MEC, sob critério da representação regional, uma Comissão de Especialistas de Ensino Jurídico, em 1980, com a finalidade de refletir com profundidade a organização e o funcionamento dos cursos de Direito, no País, apresentando proposta de alteração do currículo implantado pela Resolução antes referida. É que se tornou assente, naquele curto período de 1972 até 1980, com a instalação, pelo MEC, da Comissão de Especialistas de Ensino Jurídico, que, por motivos diversos, o currículo até então introduzido não contemplava as necessárias mudanças estruturais que resolvessem os problemas em torno do ensino jurídico, no Brasil, considerado muito "legalista" e "tecnicista", pouco comprometido com a formação de uma consciência jurídica e do raciocínio jurídico capazes de situar o profissional do direito cem desempenhos eficientes perante as situações sociais emergentes. Desta forma, a Comissão de Especialistas de Ensino jurídico constituída em 1980 pelo MEC, alterada em 1981 com a substituição de dois de seus ilustres membros, apresentou proposta de currículo mínimo para o curso de graduação em Direito, bacharelado, constituído de quatro grupos de matérias, sendo o primeiro grupo pré-requisito para os três subseqüentes, como a seguir se detalha: 1. Matérias Básicas Introdução à Ciência do Direito Sociologia Geral Economia Introdução à Ciência Política Teoria da Administração 2. Matérias de Formação Geral Teoria Geral do Direito Sociologia Jurídica Filosofia do Direito Hermenêutica Jurídica Teoria Geral do Estado 3. Matérias de Formação Profissional Direito Constitucional Direito Civil Direito Penal Direito Comercial Direito Administrativo Direito Internacional Direito Financeiro e Tributário Direito do Trabalho e Previdenciário Direito Processual Civil Direito Processual Penal 4. Matérias Direcionadas a Habilitações Específicas O último grupo proposto, direcionado para habilitações específicas constituídas de conhecimentos especializados, deveria ser composto por disciplinas e áreas de conhecimento que atendessem à realidade regional, às possibilidades de cada curso, à capacitação do quadro docente e às aptidões dos alunos, lembrandose que estava ali prevista a implantação do Laboratório Jurídico, com carga horária mínima de 600 (seiscentas) horas/atividades, a serem cumpridas em até dois anos, substituindo o estágio curricular supervisionado e extracurricular, ensejando até a eliminação do Exame de Ordem, previsto na Lei 4.215/63, e mantidos nas Resoluções 3/72 e 15/73. A proposta não teve tramitação regular no CFE e no MEC, jamais tendo sido objeto de deliberação daquele Colegiado, sobretudo porque a Resolução 3/72, apesar de enfeixar um currículo mínimo nacional, permitia às instituições de ensino certo grau de autonomia para definirem seus currículos plenos, desde que fossem respeitados aqueles mínimos curriculares contidos na Resolução. Esta situação perdurou até 1996, prorrogada para 1998, com a implantação das "diretrizes curriculares e o conteúdo mínimo do curso jurídico" (sic), de âmbito nacional, fixados pela Portaria 1.886/94. O disposto no art. 15 daquele ato concedia o prazo de dois anos, contados daquela data, para o seu cumprimento, revogando, em seu art. 17, as disposições em contrário, especialmente as Resoluções 3/72 e 15/73, do extinto Conselho Federal de Educação, embora a Resolução 15/73, que tratava da Prática Forense e Organização Judiciária, já se encontrasse revogada com o advento da Lei 8.906/94 - Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil. A Portaria 1.886/94 trouxe inovações que se constituíam avanços para o ensino jurídico, especialmente pelo seu direcionamento à realidade social e integração dos conteúdos com as atividades, dando dimensão teórico - prática ao currículo e ensejando a formação do senso crítico dos alunos, além de contemplar mais flexibilidade na composição do currículo pleno, através de disciplinas optativas e diferentes atividades de estudos e de aprofundamento em áreas temáticas. Dentre os avanços, poder-se-á citar a concepção do estágio curricular supervisionado como Prática Jurídica e não simplesmente como Prática Forense; a manutenção da flexibilidade curricular, ensejando que as instituições de ensino adequassem seus currículos plenos às demandas e peculiaridades do mercado de trabalho e das realidades locais e regionais, ainda com a obrigatoriedade das atividades integradas das funções ensino, pesquisa e extensão. A Portaria Ministerial supra indicada fixou o currículo mínimo nacional do curso jurídico e sua duração de, no mínimo, 3.300 (três mil e trezentas) horas de atividades, integralizáveis em, pelo menos cinco anos, ampliando-se desta forma a carga horária mínima de 2.700 (duas mil e setecentas) (Resolução 3/72) para 3.300 (três mil e trezentas) horas/atividades e majorando a duração mínima de quatro para cinco anos e a máxima de sete para oito anos, parâmetros esses dentro dos quais cada instituição tem a liberdade de estabelecer a carga horária curricular e sua duração, para os controles acadêmicos relativos à sua integralização. À semelhança dos atos normativos anteriores, a Portaria Ministerial também estabeleceu, em seu art. 6°, "o conteúdo mínimo do curso jurídico, além do estágio", compreendendo as seguintes matérias, detalhadas e nominadas, "que podem estar contidas em uma ou mais disciplinas do currículo pleno de cada curso" (sic), assim distribuídas em dois grupos: I - Matérias Fundamentais Introdução ao Direito Filosofia (Geral e Jurídica) Ética (Geral e Profissional) Sociologia (Geral e Jurídica) Economia e Ciência Política (com Teoria do Estado) II - Matérias Profissionalizantes Direito Constitucional Direito Civil Direito Administrativo Direito Tributário Direito Penal Direito Processual Civil Direito Processual Penal Direito do Trabalho Direito Comercial e Direito Internacional ; Convém registrar que o parágrafo único do mencionado artigo assim estabelecia: As demais matérias e novos direitos serão incluídos nas disciplinas em que se desdobrar o currículo pleno de cada curso, de acordo com as peculiaridades e com a observância d a interdisciplinariedade. Além desses conteúdos, exigiu também a prática de Educação Física com predominância desportiva (art.7°), e permitiu que o curso, a partir do quarto ano ou do período letivo correspondente, desde que respeitado o conteúdo mínimo nacional contido no art. 6° transcrito, se direcionasse a "uma ou mais áreas de especialização segundo as vocações e demandas sociais e de mercado de trabalho" (sic.art.8°), retoma assim o que se concebia com as "habilitações específicas" nos atos normativos anteriores. Certamente, o art. 8° continha uma respeitável proposta pedagógica, além do caráter metodológico, na medida em que enseja o atendimento às vocações e demandas sociais e de mercado de trabalho, equivalendo dizer que as instituições têm a liberdade e até a responsabilidade de flexibilizar o seu currículo pleno para ensejar a formação de profissionais do Direito aptos a ajustar-se às mudanças iminentes, inclusive de caráter regional, de forma que o operador do direito possa, além do conhecimento geral da ciência do direito, aprofundasse em uma determinada área ou ramo específico a que pretenda dedicar-se preferencialmente, sob a forma de estudos de "especialização" integrados aos estudos da graduação, que podem culminar, posteriormente, com a pós-graduação lato senso, de acordo com os componentes do Núcleo de Especialização Temática, complementando a carga horária indispensável à citada pós-graduação. Ocorre, porém, que essa flexibilização se esbarra em uma rigidez do currículo mínimo nacional para a graduação do bacharel em Direito, uma vez que tal procedimento somente é possível se for, primeiramente, como um pré-requisito, "observado o currículo mínimo previsto no art. 6°" (sic), o que descaracteriza a definição de "diretrizes curriculares", expressão essa adotada na ementa da Portaria e que não corresponde ao que as Leis 9.131/95 e 9.394/96, com os conseqüentes Pareceres do Conselho Nacional de Educação, entendem como "Diretrizes Curriculares Nacionais para a Graduação" e "Diretrizes Curriculares para cada Curso de Graduação, "como ora se relata para o curso de graduação em Direito, bacharelado. Nesse sentido, o Conselho Nacional de Educação, através da Câmara de Educação Superior, aprovou o Parecer CES 507/99, contendo a Indicação para que o Senhor Ministro de Estado da Educação revogasse as Portarias 1.886/94 e 3/96, "para assegurar a coerência nas Diretrizes Curriculares" sob a nova concepção preconizada nas Leis supra referidas, para todos os cursos de graduação, inclusive, portanto, para a graduação em Direito, bacharelado, cujas propostas já estavam em tramitação no âmbito do Ministério e do próprio Conselho, em decorrência do Parecer CES 776/97 e do Edital SESu/MEC 4/97. No Parecer CES 507/99, alertara-se quanto à necessidade de que se observasse toda a metodologia traçada pelo Edital remetido, de tal forma que a Câmara de Educação Superior pudesse, no momento oportuno, deliberar sobre as Diretrizes Curriculares para o Curso de Graduação em Direito, de acordo com a nova ordem jurídica, de forma a permitir que as instituições definam "currículos adequados, capazes de se ajustarem às incessantes mudanças, não raro muito rápidas, a exigir respostas efetivas e imediatas das instituições educacionais". Aliás, outra não é o posicionamento definido no Parecer 776/97, a que se acrescenta a seguinte orientação geral extraída do próprio Edital 4/97 para a sua organização, enfocada no Parecer 507/99, litteris: As Diretrizes Curriculares têm por objetivo servir de referência para as IES na organização de seus programas de formação, permitindo uma flexibilidade na construção dos currículos plenos e privilegiando a indicação de áreas do conhecimento a serem consideradas, ao invés de estabelecer disciplinas e cargas horárias definidas. As Diretrizes Curriculares devem contemplar ainda a denominação de diferentes formações e habilitações para cada área do conhecimento, explicitando os objetivos e as demandas existentes na sociedade. Já à época do Parecer 507/99, a Câmara de Educação Superior enfatizou que A Flexibilização enfocada induz maior nível de responsabilidade das instituições de educação quando da ‘elaboração de sua proposta pedagógica coerente com essa nova ordem e com as exigências da sociedade contemporânea'. Nesse novo contexto, no entanto, não convivem bem a Portaria Ministerial n° 1.886/94, com a alteração que lhe introduziu a Portaria n ° 3/96, como se constata pela análise de cada dispositivo do referido ato normativo, que esposou uma visão do currículo do curso jurídico bem diversa daquela que, cinco anos depois, resulta da nova política educacional brasileira contida na Lei de Diretrizes e Bases n ° 9.394/96, construída sobre os pilares da nova Ordem Constitucional de 1988. Cotejando, portanto, o currículo constante da Resolução CFE 3/72 com o fixado pela Portaria 1.886/94, verifica-se que, em ambos os atos normativos, ficou prevista a oferta de habilitações específicas (registradas no anverso do diploma do bacharel em Direito), significando "intensificação de estudos em áreas correspondentes às matérias fixadas nesta Resolução (3/72) e em outras que sejam indicadas nos currículos plenos" (sic. art. 3°). Desta forma, conquanto o currículo mínimo fixado para todos os cursos de Direito no País, tanto pela Resolução 3/72, como pela Portaria Ministerial 1.886/94, significasse evidente limite à autonomia, responsabilidade e liberdade das instituições de ensino superior, as "habilitações específicas", a flexibilização da duração dos cursos; no primeiro ato, e a possibilidade dos "núcleos temáticos de especialização, segundo as vocações e demandas sociais e de mercado de trabalho", a partir do quarto ano, na forma prevista no art. 8° do segundo ato, certamente revelam o esforço para inovar na elaboração e na operacionalização do currículo pleno, a cargo de cada instituição. Diante desse quadro, como alertara a ABEDi, em outras ocasiões, nos subsídios encaminhados a estes Relatores e, sobretudo, no recente Congresso realizado em Florianópolis em 2003, os obstáculos do ensino jurídico somente serão superados se as Diretrizes Curriculares Nacionais para a graduação em Direito, bacharelado, encontrarem do corpo docente e das administrações das instituições de ensino superior, o total compromisso de atender aos reclamos de uma nova época, constituindo-se efetivas respostas às novas aspirações e às novas concepções jurídicas, ajustadas às necessidades locais, regionais, nacionais, internacionais, que estão a exigir uma diversificação curricular, nas instituições, na proporção direta das mudanças e das demandas regionais, atuais e emergentes. Nesse passo, importa conceber a graduação no ensino jurídico como uma "formação inicial" para o exercício da profissão, implicando, como reza a LDB, continuidade e aprofundamento de estudos, sempre renovados em decorrência dos avanços da ciência, da tecnologia e de novas escalas de valores, com implicações na constituição de novas e desafiadoras situações e relações jurídicas, que justificam e exigem especializações em diferentes áreas ou ramos jurídicos, atuais ou novos, e em núcleos temáticos específicos. Assim, o Direito retomará o seu papel de controle, construção e garantia do desenvolvimento da sociedade, evitando que se repita a postura cômoda de nada inovar, dandose as faculdades por satisfeitas com a simples execução do currículo mínimo em que já se transformara o "currículo pleno", como continua ocorrendo, bastando a realização e aprovação da monografia. O ensino jurídico não pode comprazer-se com a emissão de diploma de graduação para aqueles que concluíram com aproveitamento médio, regular, as matérias ou disciplinas jurídicas estabelecidas na norma, muitas vezes cursadas mediana e compulsoriamente, apenas porque a norma (grade curricular) o exigiu, no limite do quantum satis para a sua creditação acadêmica. Não raro, também, matérias e disciplinas se justificam tão somente pela satisfação tecnicista, dogmática e personalista de grande contingente dos que atuam nos cursos jurídicos, sem o indispensável comprometimento com a nova ordem política, econômica, social, e com seus pluralismos políticos, jurídicos, regionais e axiológicos que caracterizam a contemporaneidade brasileira e a comunidade das nações. Com efeito, esse contexto está a exigir bastante autonomia intelectual e lúcido raciocínio jurídico, com as visíveis características de cientificidade e criticidade, epistemologicamente sedimentados, centrados também em uma escala de valor dignificante para o Brasil, para a pessoa humana e para os cidadãos, no pluralismo anteriormente remetido. Outra, pois, é a atual concepção dos cursos de graduação, incluindo a graduação em Direito, bacharelado, a partir da Lei 9.394/96, incumbindo ao Conselho Nacional de Educação, através da Câmara de Educação Superior, fixar as diretrizes curriculares para cada curso de graduação, como, aliás, já estava estabelecido na anterior Lei 9.131/95, mantida no art. 92 da nova LDB, antes mesmo da implantação do currículo mínimo estabelecido pela Portaria Ministerial 1.886/94, diferida para 1996 e depois para 1998. Aliás, alguns comentários sobre a Portaria Ministerial 1.886/94, feitos anteriormente na Câmara de Educação Superior, quando da aprovação do Parecer 507/99 e da Indicação que o ensejou, devem ser aqui reprisados e outros, aduzidos, para melhor reflexão, especialmente do ponto de vista jurídico. As diretrizes curriculares, portanto, no curso de Direito, como nos demais, se voltam e se orientam para o devir, para o vir-a-ser, sem prejuízo da imediata inserção do profissional no mercado de trabalho, como coresponsável pelo desenvolvimento social brasileiro, irão se podendo direcioná-las a uma situação estática ou contextual da realidade presente. Trata-se, pois, de um novo marco legal estabelecido a partir da LDB 9.394/96, e confirmado pelo Plano Nacional de Educação, de acordo com a Lei 10.172/2001. Com efeito, coerente com os princípios e finalidades constantes dos arts. 3° e 43 da LDB, sem prejuízo de outros, o art. 9° incisos VII e VIII, se coadunam com o disposto na Lei 9.131/95, que confere, como privativa, a atribuição à Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação para deliberar sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação, a partir das propostas que fossem encaminhadas ao Conselho Nacional de Educação pela Secretaria de Educação Superior. Desta maneira, enquanto as precedentes Leis 4.024/61 e 5.540/68 atribuíram ao então Cons elho Federal de Educ aç ão com petênc ia para def inir "c urríc ulos m ínim os nac ionais e a duração dos cursos de graduação”, o marco legal estabelecido pelas Leis 9.131/95, 9.394/96 e 10.172/2001, apresenta nova configuração para as definições políticas da educação brasileira, coerentes com a Carta Política promulgada em 5/10/88. Para substituir os currículos mínimos obrigatórios nacionais, já neste novo contexto legal, advieram as Diretrizes Curriculares Nacionais, lastreadas pelos Pareceres 776/97, 583/2001 e 67/2003, os quais informam o presente relato em tomo de todas as propostas recebidas da SESu/MEC, dos órgãos de representação profissional e de outros segmentos da sociedade brasileira, de cujas contribuições resultarão, em final, as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Direito. Este Parecer, portanto, contempla as orientações das Comissões de Especialistas e as da SESu/MEC, as quais, na sua grande maioria, foram acolhidas e reproduzidas na sua totalidade, não só por haver concordância com as idéias suscitadas no conjunto do ideário concebido, mas também como forma de reconhecer e valorizar a legitimidade do processo coletivo e participativo, que deu origem à elaboração dos documentos sobre Diretrizes Curriculares Gerais dos Cursos de Graduação, cujas propostas foram encaminhadas pela SESu/MEC para deliberação deste Colegiado. Foram também as contribuições da Ordem dos Advogados do Brasil, por sua Presidência, por seu Conselho Federal, por sua Comissão de Estudos Jurídicos, pelas Seccionais e Sub Seccionais dos Estados, de diversas entidades públicas e privadas, em particular da Associação Brasileira do Ensino do Direito - EBEDi, e de outras associações correlatas, além da profunda discussão em congressos e audiências públicas. (grifo nosso) Elas compõem o conjunto das propostas formuladas e permitiram a estes Relatores analisá-las de per si nos devidos aspectos constitutivos do roteiro adotado, culminando com a proposta de um projeto de resolução que contemple os anseios de todos os colaboradores e a c oerênc ia em relação ao entendim ento da nova conc epç ão educac ional que c ontém , em seu cerne e como proposta nova, as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Direito. Em segmento próprio, portanto, todas as propostas e contribuições foram objeto de acurada reflexão, não significando desapreço algum àquelas eventualmente não contempladas, posto que o presente Parecer deve revelar-se harmônico com os princípios e finalidades que informam a legislação e a política educacional brasileira. Cumpre agora, portanto, propor a Câmara de Educação Superior, o estabelecimento das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Direito, cujas especificações e detalhamento atenderam ao disposto nos Pareceres CES/CNE 776/97, 583/2001, 67/2003 e 55/2004, especialmente quanto à metodologia adotada, enfocando, pela ordem, organização do curso, projeto pedagógico, perfil desejado do formando, competências/habilidades/atitudes, conteúdos curriculares, organização curricular, estágio supervisionado, atividades complementares, acompanhamento e avaliação e trabalho de curso. . Organização do Curso A organização do curso de graduação em Direito, observadas as Diretrizes Curriculares Nacionais e os Pareceres desta Câmara, indicará claramente os componentes curriculares, abrangendo o perfil do formando, as competências e habilidades, os conteúdos curriculares e a duração do curso, o regime de oferta, as atividades complementares, o sistema de avaliação, o estágio supervisionado e o trabalho de curso, ambos como componentes obrigatórios da Instituição, sem prejuízo de outros aspectos que tornem consistente o Projeto Pedagógico. . Projeto Pedagógico As instituições de ensino superior deverão, na elaboração do projeto pedagógico do curso de graduação em Direito, definir, com clareza, os elementos que lastreiam a própria concepção do curso, com suas peculiaridades e contextualização, o seu currículo pleno e sua adequada operacionalização e coerente sistemática de avaliação, destacando -se os seguintes elementos estruturais, sem prejuízo de outros: I - concepção e objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política, geográfica e social; II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso, incluindo adequada e atualizada biblioteca; III - cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso; IV - formas de realização da interdisciplinaridade; V - modos de integração entre teoria e prática; VI – formas de avaliação do ensino e da aprendizagem; VII - modos da integração entre graduação e pós-graduação, lato senso e stricto senso quando houvera; VIII - atividades de pesquisa e extensão, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica; IX - regulamentação das atividades relacionadas com trabalho de curso, de inclusão obrigatória; X - concepção e composição das atividades de estágio supervisionado, de caráter obrigatório; ambiente e condições de realização, observado o respectivo regulamento, bem como a implantação, estrutura e funcionamento do Núcleo de prática Jurídica; e XI - concepção e modalidades das atividades complementares. • Perfil Desejado do Formando O curso de graduação em Direito deverá assegurar, no perfil do graduando, sólida formação geral, humanística e axiológica, capacidade de análise, domínio de conceitos e da terminologia jurídica, adequada argumentação, interpretação e valorização dos fenômenos jurídicos e sociais, aliada a uma postura reflexiva e de visão crítica que fomente a capacidade e a aptidão para a aprendizagem autônoma e dinâmica, indispensável ao exercício da Ciência do Direito, da prestação da justiça e do desenvolvimento da cidadania. • Competências e Habilidades Os cursos de graduação em Direito devem formar profissionais que revelem, pelo menos, as seguintes competências e habilidades: I - leitura, compreensão e elaboração de textos, atos e documen tos jurídicos ou normativos, com a devida utilização das normas técnico jurídicas; II - interpretação e aplicação do Direito; III - pesquisa e utilização da legislação, da jurisprudência, da doutrina e de outras fontes do Direito; IV - adequada atuação técnico-jurídica, em diferentes instâncias, administrativas ou judiciais, com a devida utilização de processos, atos e procedimentos; V - correta utilização da terminologia jurídica ou da Ciência do Direito; VI - utilização de raciocínio jurídico, de argumentação, de persuasão e de reflexão crítica; VII - julgamento e tomada de decisões; e VIII - domínio de tecnologias e métodos para permanente compreensão e aplicação do Direito. • Conteúdos Curriculares Os cursos de graduação em Direito deverão contemplar, em seus projetos pedagógicos e em sua organização curricular, conteúdos que revelem inter-relações com a realidade nacional e internacional, segundo uma perspectiva histórica e contextualizada dos diferentes fenômenos relacionados com o direito, utilizando tecnologias inovadoras, e que atendam aos seguintes eixos interligados de formação: I - Eixo de Formação Fundamental, que tem por objetivo integrar o estudante no campo do Direito, estabelecendo as relações do Direito com outras áreas do saber, abrangendo, dentre outros condizentes com o projeto pedagógico, estudos que envolvam conteúdos essenciais sobre Antropologia, Ciência Política, Economia, Ética, Filosofia, História, psicologia e Sociologia; II - Eixo de Formação Profissional, abrangendo, além do enf oque dogmático, o conhecimento e a aplicação do Direito, observadas as peculiaridades dos diversos ramos do Direito, de qualquer natureza, estudados sistematicamente e contextualizados segundo a evolução da Ciência do Direito e sua aplicação às mudanças sociais, econômicas, políticas e culturais do Brasil e suas relações internacionais, incluindo-se, dentre outros condizentes com o projeto pedagógico, conteúdos essenciais sobre, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Direito Penal, Direito Civil, Direito Empresarial, Direito do Trabalho, Direito Internacional e Direito Processual; e III - Eixo de Formação Prática, que objetiva a integração entre a prática e os conteúdos teóricos desenvolvidos nos demais eixos, especialmente nas atividades relacionadas com o estágio curricular supervisionado, as atividades complementares e trabalho de curso, de caráter obrigatório, com conteúdo desenvolvido pelas IES, em função de seus Projetos Pedagógicos. . Organização Curricular O Projeto Pedagógico do curso de graduação em Direito se reflete, indubitavelmente, na organização curricular, para a qual a instituição de ensino superior exercitará seu potencial inovador e criativo, com liberdade e flexibilidade, e estabelecerá expressamente as condições para a efetiva conclusão do curso, desde que comprovados a indispensável integralização curricular e o tempo útil fixado para o curso, de acordo com os seguintes regimes acadêmicos que as instituições de ensino superior adotarem: regime seriado anual; regime seriado semestral; sistema de créditos com matrícula por disciplina ou por módulos acadêmicos, observado o pré-requisito que vier a ser estabelecido no currículo, atendido o disposto na Resolução decorrente deste Parecer. . Estágio Curricular Supervisionado O Projeto Pedagógico do curso de graduação em Direito deve contemplar objetivamente a realização de estágios curriculares supervisionados, tão importantes para a dinâmica do currículo pleno com vistas à implementação do perfil desejado para o formando, não os confundindo com determinadas práticas realizadas em instituições e empresas, a título de "estágio profissional", que mais se assemelham a uma prestação de serviço, distanciados e das características e finalidades específicas dos estágios curriculares supervisionados. Voltado para desempenhos profissionais antes mesmo de se considerar concluído o curso , é necessário que, à proporção que os resultados do estágio forem sendo verificados, interpretados e avaliados, o estagiário esteja consciente do seu atual perfil, naquela fase, para que ele próprio reconheça a necessidade da retificação da aprendizagem nos conteúdos e práticas em que revelara equívocos ou insegurança de domínio, importando em reprogramação da própria prática supervisionada, assegurando-se-lhe reorientação teórico prática para a melhoria do exercício profissional. Dir-se-á, então, que estágio supervisionado é componente obrigatório direcionado à consolidação dos desempenhos profissionais desejados, inerentes ao perfil do formando, devendo cada instituição, por seus colegiados próprios, aprovar o correspondente regulamento, com suas modalidades de operacionalização. Convém ressaltar que o estágio, na graduação em Direito, deverá ser realizado, na própria instituição de ensino, através do Núcleo de Prática Jurídica, desde que este seja estruturado e operacionalizado de acordo com regulamentação própria aprovada pelo seu conselho superior acadêmico competente, podendo, em parte, contemplar convênios com outras entidades ou instituições e escritórios de advocacia; em serviços de assistência judiciária implantados na Instituição, nos órgãos do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública ou ainda em departamentos jurídicos oficiais, importando, em qualquer caso, na supervisão e elaboração dos relatórios que deverão ser encaminhados à Coordenação de Estágio das instituições de ensino, para a avaliação pertinente. . Atividades complementares As atividades complementares, por seu turno, devem possibilitar o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos, competências e atitudes do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente acadêmico, hipóteses em que o aluno alargará o seu currículo com experimentos e vivências acadêmicos, internos ou externos ao curso. Orientam-se, desta maneira, a estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de permanente e contextualizada atualização profissional específica, sobretudo nas relações com o mundo do trabalho e com as diferentes correntes do pensamento jurídico, devendo ser estabelecidas e realizadas ao longo do curso, sob as mais diversas modalidades enriquecedoras da prática pedagógica curricular, integrandoas às diversas peculiaridades regionais e culturais. Nesse sentido, as atividades complementares podem incluir projetos de pesquisa, monitoria, iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos, conferências, além de disciplinas oferecidas por outras instituições de ensino ou de regulamentação e supervisão do exercício profissional, ainda que esses conteúdos não estejam previstos no currículo pleno de uma determinada Instituição, mas nele podem ser aproveitados porque circulam em um mesmo currículo, de forma interdisciplinar, e se integram com os demais conteúdos realizados. Em resumo, as atividades complementares são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, mesmo que adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. Trata-se, portanto, de componentes curriculares enriquecedores e implementadores do próprio perfil do formando, sem que se confundam com estágio curricular supervisionado. Nesse mesmo contexto, estão as atividades de extensão, que podem e devem ser concebidas no projeto pedagógico do curso, atentando-se para a importante integração das atividades do curso de Direito com as experiências da vida cotidiana na comunidade, e nos diversos órgãos e instituições relacionadas ou envolvidas com a administração da justiça e com as atividades jurídicas. As Instituições de Educação Superior poderão adotar formas específicas e alternativas de avaliação, internas e externas, sistemáticas, envolvendo todos quantos se contenham no processo institucional e do curso, centradas em aspectos considerados fundamentais para a identificação e consolidação do perfil do formando, estando presentes o desempenho da relação professor x aluno, a parceria do aluno para com a instituição e o professor e a clara percepção das implicações sócio-econômicas do seu tempo, de sua região, da sociedade brasileira e das relações do Brasil com outros modelos e manifestações da economia mundial. Importante fator para a avaliação das instituições é a produção que elas podem colocar à disposição da sociedade e de todos quantos se empenhem para o seu desenvolvimento econômico-social, valendo-se do crescimento e no avanço da ciência e da tecnologia. Com efeito, a produção que uma Instituição divulga, publica, socializa, certamente será um forte e ponderável indicador para o acompanhamento e avaliação sobre a Instituição, sobre o curso e para os alunos em particular que, durante o próprio curso, já produzem, como reflexo da consciência que possuem quanto ao desenvolvimento de suas potencialidades e de seu comprometimento com o desenvolvimento político, econômico e social. Nesse passo, destacando-se, de logo, a exigência legal no sentido de que os planos de ensino, a serem fornecidos aos alunos antes do início do período letivo, deverão conter, além dos conteúdos e das atividades, a metodologia do processo de ensino-aprendizagem, os critérios de avaliação a que serão submetidos e a bibliografia básica. . Trabalho ele Curso É necessário que o projeto pedagógico do Curso de Direito contenha o trabalho de Curso como componente curricular obrigatório, ensejando ao aluno a oportunidade de revelar a sua apropriação, ao longo do curso, do domínio da linguagem científica na ciência do direito, com a indispensável precisão terminológica da referida ciência. Desta maneira, o trabalho de curso deve ser entendido como um componente curricular obrigatório da Instituição que, poderá desenvolvê-lo em diferentes modalidades, e em caráter individual, a saber: monografia, projetos de atividades centrada em determinadas áreas teórica - prática ou de formação profissional do curso, ou ainda apresentação de trabalho sobre o desempenho do aluno no curso, que reúna e consolide as experiências em atividades complementar e teórico - práticas. A IES deverá emitir regulamentação própria aprovada pelo seu respectivo conselho, contendo, obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação, além das diretrizes técnicas relacionadas com a sua elaboração. II - VOTO DO RELATOR Voto favoravelmente à aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Graduação em Direito, na forma deste parecer e do projeto de Resolução em anexo, do qual é parte integrante. Brasília-DF, em 8 de julho de 2004. Conselheiro Edson de Oliveira Nunes III- DECISÃO DA CÂMARA A Câmara de Educação Superior aprova por unanimidade o voto do Relator. Sala das Sessões, em 8 de julho de 2004. Conselheiro Edson de Oliveira Nunes - Presidente Conselheiro Antonio Carlos Caruso Ronca - Vice-presidente O BDE on-line é um suplemento da Enciclopédia de Legislação e Jurisprudência da Educação Brasileira em CD ROM, produzido pela EDITAU - Edições Técnicas de Administração Universitária. 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