atividade_presencial_experimentos_fotossintese1

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ –UESC
COLEGIADO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS – MODALIDADE EAD
CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA – MODALIDADE EAD
Módulo II. Processos biológicos na captação e transformação de matéria e energia –
Bloco II
Eixo Temático: Biológico
Unidade 12. Metabolismo energético I: Fotossíntese e quimiossíntese
Prof. Raúl René Valle
ATIVIDADE PRÁTICA: FOTOSSÍNTESE
INTRODUÇÃO
Em plastos dos vegetais superiores, encontram-se pigmentos como as clorofilas e os
carotenóides. Estes pigmentos têm a capacidade de absorver energia em determinadas faixas
do espectro luminoso. A radiação absorvida pelas clorofilas participa ativamente do processo
fotossintético, possibilitando duas etapas distintas: etapa fotoquímica e a etapa enzimática.
Para a realização da fotossíntese, além dos pigmentos fotossintetizantes, são indispensáveis
luz, água e CO2. Na etapa fotoquímica, ocorre a transformação da energia luminosa em
energia química, pela formação de NADPH e ATP, enquanto na etapa enzimática, esta
energia é utilizada para a redução do CO2 a carboidrato.
OBJETIVOS
Observar a formação de clorofila;
Relacionar a presença de amido com a de clorofila em folhas variegadas;
Demonstrar a importância da luz para que o amido se acumule nas folhas;
Verificar o efeito de fatores externos sobre a fotossíntese.
EXPERIMENTO 1: FORMAÇÃO DE CLOROFILA
Materiais:
Seis plântulas de milho com 8 dias de desenvolvimento, 6 tubos de ensaio, 2 galerias para
tubos de ensaio
Procedimento:
Coloque cada plântula em um tubo de ensaio com água, de maneira que possa continuar o
crescimento.
Etiquete cada dois tubos com as indicações: claro (1o lote), escuro (2o lote) e escuro-claro
(3o lote).
Disponha, inicialmente, os dois últimos lotes no escuro, e o primeiro no claro, deixando-os
por 48 horas.
Retire o 3o lote do escuro e coloque no claro, por 24 horas, mantendo os demais nos meios
respectivos.
Questões:
1. Compare os três lotes. Como se comportou cada um dos lotes nos diversos meios?
2. Como se justifica o comportamento das plântulas do 3o lote?
3. O comportamento apresentado por estas plântulas é igual para todos os vegetais?
EXPERIMENTO 2: FATORES QUE INFLUEM NA FOTOSSÍNTESE (a)
Materiais:
Pinça metálica, pipeta, álcool a 80º, placa aquecedora ou fogão, 1 béquer de 100 mL, 1
béquer de 250 mL, lugol, placa de Petri, folhas variegadas (Coleus).
Procedimento:
1. Retire uma folha variegada do vegetal, que deve ter sido iluminado por algumas horas.
2. Faça o desenho esquemático da folha, indicando as áreas verdes e as de outras cores.
3. Ferva a água no béquer maior e mergulhe a folha por um minuto. Observe sua
coloração após retirá-la da água.
4. Coloque a folha em um béquer contendo álcool e deixe-a ferver em banho-maria, até
que esteja completamente descorada. Observe como se apresenta a folha, ao ser
retirada do álcool.
5. Distenda, cuidadosamente, a folha em uma placa de Petri contendo água fria. Escorra
bem a água da placa.
6. Coloque, sobre a folha distendida, várias gotas de lugol (iodeto de potássio).
Questões.
1. Justifique a alteração da folha, quando da imersão em água fervente.
2. Explique o porquê da descoloração e do endurecimento da folha, após haver sido
colocada no álcool.
3. Compare a folha, depois de ter sido colocado o lugol, com o desenho feito
anteriormente. A reação do lugol ocorreu em toda a folha? Por quê?
4. Vários fatores são indispensáveis a realização da fotossíntese. Que fator foi evidenciado
por esta experiência?
EXPERIMENTO 3: FATORES QUE INFLUEM NA FOTOSSÍNTESE (b)
Materiais:
Planta herbácea envasada, de folhas totalmente verdes (gerânio, feijão, alfavaca de cobra,
etc.); anteparo de luz ou papel laminado; álcool a 80º; placa de Petri; placa aquecedora ou
fogão; béquer de 100 mL; béquer de 250 mL; pinça metálica; lugol; pipeta.
Procedimento:
1. Coloque a planta no escuro, por 24 horas.
2. Recubra, com o anteparo de luz ou papel laminado, partes do limbo de algumas folhas.
3. Deixe a planta exposta à luz por 24 horas.
4. Destaque do vegetal uma das folhas e retire o anteparo ou papel laminado.
5. Proceda como no experimento anterior a partir do terceiro item.
Questões:
1. Por que se deve deixar a planta no escuro por varias horas, no inicio da experiência?
2. A reação do lugol ocorreu em todas as partes da folha? Por quê?
3. Nesta experiência, a ação de outro fator indispensável à fotossíntese foi observada. Qual
foi o fator?
EXPERIMENTO 4: FATORES QUE INFLUEM NA FOTOSSÍNTESE (c)
Materiais:
Planta herbácea envasada, de folhas totalmente verdes; vaselina; álcool a 80º; placa de
Petri; placa aquecedora ou fogão; béquer de 100 mL; béquer de 250 mL; pinça metálica;
lugol; pipeta.
Procedimento:
1. Coloque a planta no escuro, por 24 horas.
2. Recubra, com vaselina, algumas folhas, da seguinte maneira:
A. A face dorsal de uma;
B. A face ventral de outra.
C. Ambas as faces de uma terceira.
1. Exponha a planta à luz por 24 horas.
2. Destaque uma das folhas do vegetal. Retire a vaselina com algodão.
3. Proceda como no experimento 2, a partir do terceiro item.
4. Faça o mesmo com as outras duas folhas (uma de cada vez).
Questões:
1. Justifique o porquê do emprego da vaselina e de que modo foi usada nas folhas.
2. Qual o comportamento de cada uma das folhas quanto à reação do lugol?
3. Os resultados obtidos nesta experiência são aplicáveis a folhas de qualquer planta? Por
quê?
EXPERIMENTO 5: FATORES QUE INFLUEM NA FOTOSSÍNTESE (d)
Materiais:
Três plantas de gerânio (mesmo tamanho, forma e cor); 3 sacos plásticos transparentes de
10 L de capacidade; 2 béquer de 250 mL; 1 béquer de 500ml; 1 placa aquecedora o fogão;
1 pinça de madeira; 4 placas de Petri; 250 mL de álcool isopropílico a 90%; 3 pacotes de
Sonrisal ou sal de frutas; 50 mL de solução de carbonato de cálcio a 50%; 30 mL de lugol;
3 pedaços de papelão; 1 litro de água
Procedimento
1. Marcar as plantas A, B e C.
2. Colocar a planta A em um saco com um béquer de 250 mL cheio de água até a metade.
Colocar o Sonrisal ou sal de frutas na água e vedar o saco
3. Colocar a planta B em outro saco. Colocar 50 mL de carbonato de cálcio em uma placa
de Petri dentro do saco e vedar
4. Colocar a planta C no terceiro saco. Vedar. (Esta é a planta controle)
5. Encontrar um lugar ensolarado na sala de aula para colocar todas as três plantas. As
plantas devem ter a mesma quantidade de luz e água. As plantas são deixadas por um
dia.
6. Depois de um dia, retirar as plantas dos sacos. Retirar uma folha de cada planta,
colocando-as em placas de Petri marcadas A, B e C.
7. Encher até a metade o béquer de 500 mL com água
8. Encher o béquer de 250 mL com álcool.
9. Colocar o béquer com álcool no béquer com água, na chapa quente.
10. Pegar as folhas, uma de cada vez, e colocá-las no béquer com álcool quente. Deixar
por 10 minutos.
11. Remover a folha com a pinça, colocá-la em folhas de papel toalha para secar e, em
seguida na placa de Petri, respectiva, enxugada.
12. Colocar algumas gotas de Lugol em cada folha.
13. Observe a mudança de cor das três folhas. (Quanto mais escura a cor (roxa), mais
amido. Quanto mais clara a cor, menos amido.
Questões
1. Quais foram os resultados da planta A, com Sonrisal? O dióxido de carbono aumentou,
diminuiu ou permaneceu o mesmo? Justifique.
2. Quais foram os resultados da planta B, com a cal? O dióxido de carbono aumentou,
diminuiu ou permaneceu o mesmo? Justifique.
3. Quais foram os resultados da planta C, a planta "controle"? O dióxido de carbono
aumentou, diminuiu ou permaneceu o mesmo? Justifique.
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