Apresentação do PowerPoint

Propaganda
Iatrogenia
Medicamentosa
Numa
População De Doentes Com Doença
Inflamatória Intestinal
D. Martins, J. Pinho, P. Sousa, E. Cancela, R. Cardoso, R. Araújo, A. Castanheira, P.
Ministro, A. Silva
Serviço de Gastrenterologia, Centro Hospitalar Tondela-Viseu
INTRODUÇÃO:
A
doença
inflamatória intestinal (DII) é uma
doença crónica caracterizada por
períodos de atividade e remissão.
Vários fármacos, com diferentes
perfis de segurança e eficácia, estão
disponíveis para a DII e devem ser
judiciosamente utilizados por se
associarem
a
iatrogenia
não
desprezível. Objetivo: Avaliar os
efeitos adversos (EA) das diferentes
terapêuticas utilizadas na DII e as
suas
implicações
clínicas
e
terapêuticas numa população de
doentes.
Frequência e gravidade do
EA por fármaco (gráf.2):
Frequência relativa
Graves ou incapacitantes com necessidade de suspensão da
terapêutica
73,30%
N=11
46,60%
14,60%
RESULTADOS: População com 465
doentes com DII, com idade de
47±16,2 anos; ♀50%.
Tipo de DII na população com
EA (gráf.1):
Doença de Crohn
Colite ulcerosa
Colite indeterminada
10%
32% 58%
Características do EA (Tab.1):
Total EA
N=103
1 EA
16,3% do total de doentes (N=76)
≥2 EA
5,8% (N=27)
N=48
N=15
•
•
MÉTODOS:
Estudo unicêntrico
prospetivo em que se analisaram os
EA de fármacos utilizados na DII na
população seguida na consulta de DII
nos últimos 9 anos. Dados
demográficos, fármaco em curso,
gravidade do EA, evolução clínica e
terapêutica foram registados.
70,80%
N=34
•
•
•
57,10%
71,40%
N=5
80,00%
N=4
N=12
20,40%
N=21
6,80%
N=7
4,90%
N=5
1 dos EA secundário ao Infliximab causou
perigo de vida.
Os restantes 6,8% (n=7) EA foram
secundários à Isoniazida, Metotrexato,
Óxido ferroso e Metilprednisolona,
implicando suspensão do fármaco em
todos os casos.
70,9% (n=73) do total de EA implicaram
suspensão do fármaco, destes 74% (n=54)
dos
casos
deveram-se
a
imunossupressão/anti-TNF. Um doente
faleceu (sob Infliximab biossimilar –
linfoma difuso grandes células B).
Relação definitiva/provável com o
fármaco em 76,2% dos EA (N=77).
Evolução para cura em 79,1% dos EA
(N=68).
CONCLUSÃO:
A terapêutica para a
DII associa-se a elevada e diversa
iatrogenia, com necessidade de
suspender a terapêutica. A terapêutica
com TG implicou o maior número
absoluto de EA e suspensões de
fármaco. A maioria dos EA graves com
implicações terapêuticas aconteceram
em doentes sob imunossupressão. É
portanto importante conhecer o perfil
de segurança dos diferentes
fármacos utilizados na DII para
um diagnóstico precoce e
orientação adequada.
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