Registo nacional da infecção congénita por vírus citomegálico

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Registo nacional da infecção congénita
por vírus citomegálico humano
Resultados preliminares
Paulo Paixão, Maria Teresa Neto, Maria João Brito,
Graça Rocha, Teresa Marques
UVP/SPP
Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa
Hospital Dona Estefânia
Hospital Pediátrico de Coimbra
Introdução
O virus citomegálico humano (HCMV) é a principal
causa de infecção congénita em todo o mundo.
Estima-se que em Portugal a prevalência se situe
entre 0,7% e 1%.
Em Janeiro de 2006 teve início o registo nacional
de casos de infecção congénita por CMV realizado
através da UVP–SPP.
.
Objectivos, critérios de inclusão
Objectivo principal: conhecer a epidemiologia e a
evolução das crianças com infecção congénita por
CMV em Portugal
Objectivo secundário: preparar um protocolo de
diagnóstico e de estudo evolutivo nas crianças
afectadas.
Critérios de inclusão: crianças com infecção
confirmada por cultura viral na urina ou PCR positiva
nas primeiras 3 semanas de vida.
Resultados
Janeiro 2006 a Dezembro se 2010 (5 anos)
Notificadores
15
Casos registados
38
Incidência estimada
0.074/1000NV
Resultados
Infecção
congénita
Sintomáticos n=18
Assintomáticos n=20
Tipo de infecção materna
Primária
n=19
6/19
(31,6%)
13/19
(68,4%)
Recorrente Desconhecida
n=10
n=9
7/10
5/9
(70%)
3/10
4/9
(30%)
Na proporção de 10 a 15% de sintomáticos numa população de infectados,
os assintomáticos deviam ser 162 a 252 o que daria incidência máxima de
0,5/1000NV (NV de 5 anos – 513013)
Estudo evolutivo
n=11*
No seguimento
Ao nascer
Sintomático (n=4)
Assintomático (n=7)
Sintomático
Assintomático
2
2
1**
6
*Idade - mediana 6 meses (6-36+)
** Hepatomegália aos 12 meses
Conclusões
A incidência referida está longe da encontrada em
outros estudos nacionais.
Este facto pode ser devido a 3 factores principais:
•Baixa taxa de notificação de casos diagnosticados
•Baixa taxa de diagnóstico (de crianças sintomáticas)
•Percentagem mais elevada do que o esperado de
casos assintomáticos resultando de infecção primária
Foi observada uma elevada taxa de crianças
sintomáticas nascidas de mães com infecção
recorrente
Notificadores: Elisabete Coelho (H. Póvoa de Varzim), José
Gonçalo Marques (H.Stª Maria), Ana Nunes (H.S.Francisco Xavier),
Luís Pinto (M.Bissaya Barreto), José Luís Fonseca (H. Guimarães),
Eduardo Gonçalves, Licínia Lima (CHAM), Daniel Virella (H.Dona
Estefânia), Maria Teresa Neto (H.Dona Estefânia), Cristina Godinho
(M.Júlio Dinis), Teresa Martins (H. Pedro Hispano), Isabel Malta
(M.Alfredo da Costa), Maria João Brito (H. Fernando Fonseca), Flávia
Corrêa (H Feranando Fonseca), Ana Rodrigues (H. CUF Descobertas)
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