java -indonésia -tempo usado

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Criando uma loja virtual baseada no conceito de e-commerce
JACKSON ANDRÉ DA SILVA
PALOMA MARIA SANTOS
Universidade Federal de Santa Catarina
Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa
Catarina
Resumo
Este trabalho apresenta as principais etapas envolvidas na criação de uma loja virtual.
Foram criadas nove perguntas estratégicas para conceituar e exemplificar os passos a serem
seguidos para o desenvolvimento de uma loja na web baseada no conceito de comércio
eletrônico.
Palavras-chave: Criação, Loja Virtual, Comércio Eletrônico.
Abstract
This work presents the main stages involved in the creation of a virtual store. Nine
strategical questions had been created to appraise and to give examples of the steps to be
followed for the development of a web ´store based in the concept of e-commerce.
Keywords: Creation, Virtual Store, Electronic Commerce.
1. Introdução
O objetivo deste documento é desmistificar o comércio eletrônico e mostrar que
qualquer pessoa, que saiba os caminhos certos, pode montar uma página de e-commerce com
baixo custo. Através das respostas apresentadas sobre um questionário formulado, o leitor terá
todas as ferramentas para montar sua própria loja virtual na web. Ao final deste artigo será
apresentado um exemplo prático de e-commerce.
2. Comércio Eletrônico
O comércio eletrônico é onde as transações comerciais - compra e venda de produtos,
serviços e informação - se realizam através de um meio eletrônico.
O comércio, de maneira simplificada, é a troca de bens e serviços, em geral por
dinheiro. Dentro dele, existem três papéis distintos: compradores, vendedores e produtores
[1].
Para fazer comércio eletrônico é preciso: um produto, um lugar para vender o produto,
uma forma de fazer com que as pessoas visitem o site, uma forma de aceitar os pedidos, uma
forma de aceitar dinheiro, uma forma de finalização para enviar produtos para cliente, uma
forma de aceitar devoluções, uma forma de lidar com as solicitações de garantia e uma forma
de oferecer atendimento ao cliente [1].
3. Perguntas formuladas
Para criar um site de comércio eletrônico é necessário levar em conta os diversos
aspectos envolvidos neste processo: a definição da tecnologia utilizada, o perfil dos usuários,
a segurança das transações, a qualidade e quantidade das informações e a estrutura de suporte
[2].
2
Para este artigo foram propostas nove perguntas estratégicas (itens de 3.1 a 3.9) que
abrangem todos os conceitos e caminhos a serem seguidos por quem deseja implementar uma
loja virtual na web.
3.1 Você já definiu o que quer vender?
De maneira geral, os produtos que vendem bem na internet são [3]:
-
Produtos com uma boa marca;
Produtos que podem ser digitalizados;
Itens que garantam segurança dada por vendedores confiáveis e conhecidos;
Itens relativamente baratos;
Itens que são comprados de forma repetitiva;
Produtos com especificações padrões;
Itens cuja operação pode ser demonstrada efetivamente por um vídeo;
Itens empacotados conhecidos dos clientes que não podem ser abertos, mesmo
nas lojas.
Como exemplo, podemos citar: produtos de informática, livros, música, serviços
financeiros, entretenimento, eletrodomésticos, vestuário, presentes, flores, viagens,
brinquedos, ingressos e informações.
3.2 Já definiu a sua marca e logomarca? Já registrou junto aos órgãos competentes?
Para o registro de marcas recomenda-se efetuar primeiramente uma busca para não ter
problema de colidência de nomes. Depois, é preciso definir se o registro a ser efetuado será de
marca figurativa, nominativa ou mista e atribuir um logotipo ao nome da empresa [4].
As marcas figurativas correspondem somente ao desenho da logomarca. As
nominativas, somente ao nome da empresa e as marcas mistas, correspondem ao desenho da
logomarca + nome por extenso.
O valor das taxas pode variar de R$ 160,00 a R$ 800,00, dependendo do tipo e porte de
sua empresa. Você pode registrar sua marca em nível estadual ou nacional.
É recomendada a contratação de um profissional ou escritório de marcas e patentes para
efetuar esse registro no INPI.
O INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) é uma autarquia federal vinculada
ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, responsável por registros
de marcas, concessão de patentes, averbação de contratos de transferência de tecnologia e de
franquia empresarial, e por registros de programas de computador, desenho industrial e
indicações geográficas, de acordo com a Lei da Propriedade Industrial (Lei n.º 9.279/96) [5].
O registro de marca vigorará pelo prazo de dez anos, contados da data da concessão do
registro, prorrogáveis por períodos iguais e sucessivos. O pedido de prorrogação deverá ser
formulado durante o último ano de vigência do registro, instruído com o comprovante do
pagamento da respectiva retribuição [5].
3
Para conseguir o registro da sua marca, algumas regras são indispensáveis. Deve-se
tomar o cuidado de evitar que a marca não seja considerada impedida de registro pela
legislação vigente.
Consideram-se marcas impedidas [6]:
-
-
-
-
-
-
-
Sinais ou termos de caráter genérico, necessários, comuns, vulgares ou
simplesmente descritivos, quando têm relação com o produto ou serviço a
distinguir, ou aquele empregado comumente para designar uma característica
do produto ou serviço;
Brasão, armas, medalha, bandeira, emblema, distintivo e monumento oficiais,
públicos, nacionais, estrangeiros ou internacionais, bem como a respectiva
designação, figura ou imitação;
Letra, algarismo e data, isoladamente, salvo quando revestidos de suficiente
forma distintiva;
Expressão, figura, desenho ou qualquer outro sinal contrário à moral e aos bons
costumes ou que ofenda a honra ou imagem de pessoas ou atente contra
liberdade de consciência, crença, culto religioso ou idéia e sentimento dignos
de respeito e veneração;
Designação ou sigla de entidade ou órgão público, quando não requerido o
registro pela própria entidade ou órgão público;
Reprodução ou imitação de elemento característico ou diferenciador de título
de estabelecimento ou nome de empresa de terceiros, suscetível de causar
confusão ou associação com estes sinais distintivos;
Cores e suas denominações, salvo se dispostas ou combinadas de modo
peculiar e distintivo;
Indicação geográfica, sua imitação suscetível de causar confusão ou sinal que
possa falsamente induzir indicação geográfica;
Sinal que induza a falsa indicação quanto à origem, procedência, natureza,
qualidade ou utilidade do produto ou serviço a que a Marca se destina;
Reprodução ou imitação de cunho oficial, regularmente adotada para garantia
de padrão de qualquer gênero ou natureza;
Reprodução ou imitação de sinal que tenha sido registrado como Marca
coletiva ou de certificação por terceiro;
Nome, prêmio ou símbolo de evento esportivo, artístico, cultural, social,
político, econômico ou técnico, oficial ou oficialmente reconhecido, bem como
a imitação suscetível de criar confusão, salvo quando autorizados pela
autoridade competente ou entidade promotora do evento;
Reprodução ou imitação de título, apólice, moeda e cédula da união, dos
estados, do distrito federal, dos territórios, dos municípios, ou de país;
Nome civil ou sua assinatura, nome de família ou patronímico e imagem de
terceiros, salvo com consentimento do titular, herdeiros ou sucessores;
Pseudônimo ou apelido notoriamente conhecidos, nome artístico singular ou
coletivo, salvo com consentimento do titular, herdeiros ou sucessores;
Obra literária, artística ou científica, assim como os títulos que estejam
protegidos pelo direito autoral e sejam suscetíveis de causar confusão ou
associação, salvo com consentimento do autor ou titular;
Termo técnico usado na indústria, na ciência e na arte, que tenha relação com o
produto ou serviço a distinguir;
4
-
-
-
Dualidade de Marcas de um só titular para o mesmo produto ou serviço, salvo
quando, no caso de Marcas de mesma natureza, se revestirem de suficiente
forma distintiva;
A forma necessária, comum ou vulgar do produto ou de acondicionamento, ou,
ainda, aquela que não possa ser dissociada de efeito técnico;
Objeto que estiver protegido por registro de desenho industrial de terceiro;
Sinal que imite ou reproduza, no todo ou em parte, Marca que o requerente
evidentemente não poderia desconhecer em razão de sua atividade, cujo titular
seja sediado ou domiciliado em território nacional ou em país com o qual o
Brasil mantenha acordo ou que assegure reciprocidade de tratamento, se a
Marca se destinar a distinguir produto ou serviço idêntico, semelhante ou afim,
suscetível de causar confusão ou associação com aquela Marca alheia;
Reprodução ou imitação, no todo ou em parte, ainda que com acréscimo, de
Marca alheia registrada, para distinguir ou certificar produto ou serviço
idêntico, semelhante ou afim, suscetível de causar confusão ou associação com
Marca alheia.
3.3 Possui um domínio?
Domínio é um nome que serve para localizar e identificar conjuntos de computadores
na Internet. O nome de domínio foi concebido com o objetivo de facilitar a memorização
dos endereços de computadores na internet. Sem ele, teríamos que memorizar uma
seqüência grande de números [7]. Exemplos de domínio: www.terra.com.br
(200.176.3.142), www.google.com.br (74.125.47.99), www.uol.com.br (200.221.2.45).
O custo para registrar um domínio COM.BR pelo período de 1 ano é de R$ 30,00 e
pode ser feito através do site http://registro.br [8].
3.4 Sabe qual tecnologia usar?
As tecnologias mais utilizadas em desenvolvimento de sites de comércio eletrônico são
PHP e ASP. O Java também é bastante utilizado, mas por ser mais complexo, é utilizado em
menor número que os anteriores [9].
O quadro abaixo apresenta uma comparação entre essas duas tecnologias.
FONTE: http://nobios.por.com.br
Figura 1: Comparativo das tecnologias PHP e ASP
O PHP é, sem dúvida, a linguagem web mais popular e que mais cresce no mercado.
5
Exemplos de empresas cujos sites usam PHP: Pepsi, Jornal A Gazeta e UOL.
3.5 Vai desenvolver o site ou vai usar um template?
Desenvolver o site implica em fazer toda a programação e design desde o início. É
vantajoso para projetos que possuem um modelo de negócio específico, onde os templates
existentes não atendem a demanda. Neste caso, é necessário contratar programadores e
designers para desenvolverem o projeto. Tende a ter um custo mais elevado.
Os templates são modelos que servem de base para o desenvolvimento do seu próprio
site. Existem vários modelos disponíveis na internet. Alguns são de código aberto e grátis e
outros são pagos. Exemplos de templates: OSCOMMERCE (www.oscommerce.com),
SHOPFACTORY (www.shopfactory.com) e ZENCART (www.zencart.com).
3.6 Já possui serviço de hospedagem?
O serviço de hospedagem a ser utilizado pode ser próprio ou terceirizado.
Utilizando a hospedagem própria, você terá que montar um servidor (Apache
(www.apache.org) ou IIS (www.iis.net)) e disponibilizar seu site através dele.
Empresas
como
LOCALWEB
(www.locaweb.com.br),
UOLHOST
(www.uolhost.com.br) e TERRA (www.terra.com.br) oferecem o serviço de hospedagem
terceirizada. Este tipo de serviço pode ser gratuito ou pago e o custo varia conforme a sua
necessidade, iniciando em R$ 3,90 e podendo chegar a R$600,00 (com servidor dedicado).
Os fatores que influenciam no preço do serviço de hospedagem são: espaço em disco,
email, domínios e sub-domínios, transferência de dados, banco de dados e tecnologia.
3.7 Quais as formas de pagamento? Já possui convênio com as empresas de cartão de crédito
e boleto bancário?
Caso você queira fazer as parcerias diretamente com essas empresas, é necessário levar
em conta as três formas de pagamento existentes para utilização no comércio eletrônico:
-
-
-
Boleto bancário: utilizado na maioria das transações, é uma forma segura de
oferecer o pagamento. O custo para cada boleto pago no banco é de
aproximadamente R$ 2,00;
Cartão de crédito: forma de pagamento em ascensão, prejudicada pelo quesito
segurança. Taxa mensal de aproximadamente R$ 50,00 mais 4,5% do valor de
cada transação;
Transferência bancária: o cliente deposita na conta da empresa e envia o
comprovante.
Outra opção é contratar uma empresa que já possua todas essas parcerias fechadas,
evitando burocracias e falhas na segurança.
Depois do surgimento do PayPal, que era um site que não trabalhava com a nossa
moeda, inúmeras empresas desenvolveram este sistema de pagamento no Brasil. Uma das
6
percussoras foi o BrPay, que recentemente foi comprada pelo UOL e integrada ao PagSeguro
[10].
Desde então, tornou-se possível que vários sites de comércio eletrônico de pequeno e
médio porte oferecessem soluções de pagamento de qualidade e de maneira simples, segura e
confiável.
Estes sites oferecem as mais diversas formas de pagamento, como boletos bancários,
transferências on-line, cartões de crédito nacional e internacional e transferências entre contas
internas dos serviços [10].
Segue abaixo a descrição de alguns sites que trabalham com essa modalidade de
serviço.
PAGSEGURO (www.pagseguro.com.br): O PagSeguro, do UOL, é uma maneira
simples e eficiente de realizar pagamentos. Esta adquiriu recentemente uma outra grande
empresa do mesmo ramo, chamada BRPay, que foi feita inspirada no famoso PayPal, que é o
principal sites de pagamento on-line dos EUA e do mundo [10].
Figura 2: Logo do PagSeguro
Por ser de uma empresa de nome, traz mais confiança, tanto para o desenvolvedor
quanto para o comprador.
As principais vantagens do PagSeguro são: baixo custo (você só paga se vender), fácil
implantação (não é necessário alterar a programação do seu site), segurança e programa de
bônus por indicação.
SENDEP (www.sendep.com.br): O Sendep oferece diversas alternativas para que um
comerciante possa vender seus produtos online com segurança e facilidade, mesmo com
pouco ou nenhum conhecimento técnico.
Figura 3: Logo do Sendep
Para o caso de você ter uma empresa de revenda de hospedagem web, o Sendep possui
também ferramentas que criarão automaticamente as contas em seu servidor, mediante
pagamento de seu cliente, tudo sem você precisar fazer nada. (Necessária integração com
WHM / cPanel). Você também poderá emitir faturas automáticas e periódicas (mensal,
semanal, bimestral) que serão pagas pelo seu cliente com muita facilidade. O Sendep lhe
oferece ainda [10]:
-
Bens digitais como software, ebooks, informação;
Cpanel / WHM - Empresas de hospedagem na Web/Revendedores;
7
-
Assinaturas / Mesadas / Pagamentos Periódicos;
Itens ou Serviços Únicos;
Leilões, Doações.
F2B (www.f2b.com.br): A solução de cobrança F2b permite criar, enviar e administrar
cobranças por email e/ ou correio. A configuração é feita pelo próprio usuário e o sacado pode
escolher a forma de pagamento [10].
Figura 4: Logo do F2B
Você pode usar a Cobrança F2b para [10]:
-
Vendas Online;
Inscrições de cursos, treinamentos ou palestras;
Cobranças Periódicas (mensalidades/ anuidades);
Doações.
3.8 Como serão realizadas as entregas?
Boa parte das lojas tradicionais não precisa se preocupar com a entrega da mercadoria,
uma vez que o próprio cliente se encarrega de levar a sua compra [11].
Para os negócios na internet, no entanto, o processo de embalar, despachar e colocar a
mercadoria na mão do cliente, com segurança e no prazo contratado, é uma rotina de
importância estratégica. O custo de entrega está diretamente relacionado às características do
produto, como peso, dimensão e perecividade, podendo variar imensamente [11].
As entregas podem ser feitas das seguintes maneiras: frota própria, transportadora
terceirizada, correios ou download (quando o produto for digital, como o caso de um
wallpaper para celular).
3.9 Como será divulgada sua loja?
Seguem abaixo (itens 3.9.1 a 3.9.6) os meios mais comuns de divulgação de uma loja
virtual.
3.9.1 Mail marketing (mala direta por email)
Este talvez é o melhor, mais barato e mais utilizado meio de divulgação no mundo. Um
cuidado que se deve tomar é que, caso a divulgação seja mal feita, você estará provavelmente
criando um spam (mensagem eletrônica não-solicitada enviada em massa) ao invés de estar
divulgando seu produto ou serviço.
Seguem algumas dicas para que seu mail marketing tenha o efeito esperado:
8
-
-
A sua base de e-mails é o segredo do sucesso. Não adianta nada mandar um
milhão de e-mails, sem ter uma base segmentada, direcionada [12].
O conteúdo do seu e-mail tem de ser profissional e bem desenvolvido. Uma
arte pesada, e com design errado, pode prejudicar e passar uma imagem ruim
de sua empresa. Procure ajuda de profissionais da área para desenvolver uma
arte bacana com conteúdo objetivo que gere interesse do seu cliente [12].
A periodicidade do envio é muito importante. Um e-mail por semana está
ótimo. Se você começar a enviar dois ou três por semana, o cliente começará a
se desinteressar pelo seu e-mail, e nem o olhará mais [12].
Existem empresas especializadas nisso, e também sistemas ótimos disponíveis no
mercado para o envio desses emails em massa. Um exemplo é o Carteiro da LinkWs
(www.linkws.com.br).
3.9.2 Sites de busca
Existem empresas e profissionais especializados em posicionar bem sua empresa nos
sites de busca. Para aparecer na primeira página, provavelmente você precisará contratar um
CEO para realizar essa tarefa, e isso pode sair um pouco caro [12].
Mas é muito importante ao menos tentar aparecer nas 4 primeiras páginas das pesquisas
do Google, Yahoo e MSN. Seguem abaixo os links para adicionar a sua página a esses
buscadores [12].
Para divulgar o seu site de forma gratuita no Google, acesse:
http://www.google.com/addurl/?continue=/addurl. Em seguida, preencha o campo URL com
o endereço completo de seu site, como por exemplo (http://www.sitesdebusca.org). Preencha
o campo comments com uma breve descrição de seu site. Em seguida, copie o texto exibido
na forma de imagem no campo opcional abaixo e envie a inclusão de seu site clicando no
botão Add URL [12].
Pronto! O sistema do Google acaba de tomar conhecimento da existência de seu site e
nas próximas semanas, quando ele estiver varrendo a internet em busca de informações, ele
irá considerar também o conteúdo de seu site, e elevará seu site no resultado das buscas
baseado na quantidade de outros sites que contém link para o seu [12].
Incluir o seu site no MSN é uma excelente oportunidade para conseguir melhores
posições globalmente na internet. Para incluir a URL de seu site acesse:
http://search.msn.com.br/docs/submit.aspx?FORM=WSDD2. Basta incluir a sua URL,
confirmar digitando o código exibido na imagem e pronto, seu site está incluído [12].
Para
divulgar
seu
site
de
forma
gratuita
no
Cadê
acesse:
http://cade.search.yahoo.com/free/request. Para poder incluir a URL de seu site no Cadê ou
Yahoo é necessário que você seja um usuário cadastrado no Yahoo, mas isto não é problema.
Basta você realizar um cadastro gratuito conforme as orientações da própria página e, assim
que terminar o cadastro, basta incluir a sua URL e aguardar algumas semanas para que os
robôs do Yahoo comecem a varrer o seu site para publicação [12].
O mesmo procedimento pode ser
http://br.search.yahoo.com/free/submit [12].
feito
no
Yahoo
através
da
URL:
9
Outro site que liderou absolutamente na área de buscas na internet é o Altavista,
atualmente também do grupo do Yahoo e que mesmo após o surgimento de novos buscadores,
continua estável e apresenta-se como uma excelente opção para divulgação de seu site [12].
No
Altavista
seu
site
pode
ser
http://submit.search.yahoo.com/free/request [12].
incluído
através
da
URL:
3.9.3 Comparadores de preço
Segundo informações dos sites Buscapé e Bondfaro, os sites comparadores de preços
possuem atualmente um tráfego de mais de 8 milhões de visitantes únicos mensalmente.
Nestes tipos de sites, os internautas podem comparar preços de diversos produtos, das
mais variadas categorias, entre várias lojas virtuais [12].
Mas a verdade é que nem tudo é uma maravilha. O custo de anunciar em sites
comparadores de preço é muito alto e pode até mesmo se tornar um prejuízo para o lojista se
ele não cuidar muito bem de sua campanha [12].
Os sites comparadores de preço visitam as lojas virtuais de seus clientes e capturam via
XML os produtos a serem anunciados. Esse arquivo XML é gerado pelo sistema da loja
virtual. Caso a sua loja virtual não gere um XML de produtos compatível com o comparador
de preço, você terá que fazer a inclusão manual dos produtos [12].
Na sua grande maioria, os comparadores de preço cobram por clique, ou seja, a cada
clique em seu produto lhe será cobrado um valor que você pode definir, a partir de um preço
mínimo definido pelo site. Em geral, o preço mínimo por clique varia entre R$ 0,25 e 0,40
centavos. Obviamente você pode informar um preço superior para aparecer melhor nas
pesquisas.
Os comparadores de preço oferecem painéis de administração de campanhas bem
completos, recheados de opções e adicionais, sempre cobrando a parte. Mas no geral pode-se
administrar muito bem uma campanha e acompanhar bem os resultados. Vale a dica do uso do
Google Analytics, para cruzar as informações [12].
Seguem algumas dicas de como utilizar esse meio de divulgação [12]:
-
-
-
Procure analisar os melhores dias para veicular os seus anúncios. Finais de
semana e feriados no geral são dias que não geram muitas vendas positivas;
Não permita a captura de todos os itens que você vende na loja virtual.
Anuncie somente os produtos que você realmente quer anunciar e vender.
Produtos onde você não tem preços competitivos, só vão lhe gerar cliques e
custos;
Estabeleça limites diários de custos com campanhas;
Compare os relatórios de cliques do portal de administração do comparador de
preços com o número de visitas reais provenientes do portal em seu site. E
cobre as diferenças;
Não permita jamais a recarga automática de créditos nos sites comparadores de
preço;
10
-
Não se preocupe em aparecer em primeiro no site de busca, oferecendo preço
alto por clique. Se você tiver um bom produto e um preço competitivo, o
consumidor irá te achar.
3.9.4 Sites de classificados
Existem dezenas de sites que permitem classificados online. Alguns até geram bons
resultados de visitação para sua loja virtual. Dentre os mais conhecidos estão o Que Barato
(www.quebarato.com.br) e o Viva Street (www.vivastreet.com.br). Podemos citar alguns
outros exemplos como: MercadoLivre, LanceFinal, ListaOnLine, AloNegocios, Classificados
de Jornais e HagaH.
3.9.5 Links patrocinados
Os links patrocinados são uma ótima ferramenta de divulgação para sua loja virtual. A
administração dela é muito parecida com a administração dos sites comparadores de preço, no
entanto você alimenta e orienta os resultados através de palavras chave [12].
A grande vantagem é que só se paga quando seu anúncio é clicado, e você pode definir
valores por clique bem abaixo dos valores dos sites comparadores de preço. A partir de R$
0,12 por clique é possível anunciar. Obviamente quanto mais se pagar por clique melhor vai
ser a sua posição no resultado das buscas [12].
Então o grande segredo para ter bons resultados nos links patrocinados está nas palavras
chave corretas e no acompanhamento das pesquisas mais realizadas [12].
3.9.6 Sites regionais ou temáticos
Este meio de divulgação pode ser o mais barato de todos. A idéia básica consiste em
encontrar um portal temático, ou até mesmo portal regional, que contemple assuntos
relacionados a seu ramo de atuação [12].
Exemplificando, se você vende em sua loja virtual equipamentos para pesca, procure
um site que fale somente sobre pesca, pesca esportiva, pesca como hobby. Anunciar em um
portal assim muitas vezes é mais barato e mais vantajoso do que as outras formas de
divulgação apresentadas.
Pesquise no Google sites que aparecem bem colocados na pesquisa gratuita, sobre o seu
tema, e se forem sites colaborativos ou que não sejam de uma empresa, consulte quanto sai
para anunciar [12].
4. Criando uma loja virtual: modelo prático
Para exemplificar a teoria apresentada, segue abaixo um modelo desenvolvido passo a
passo de como criar uma loja virtual.
4.1 Criar um domínio e hospedá-lo.
Neste passo é necessário que o criador do site já saiba qual tecnologia irá utilizar (passo
3.4). No nosso exemplo, criamos uma loja utilizando Linux, Apache, linguagem de
programação PHP e banco de dados MySQL. Como a nossa necessidade é criar uma loja
11
exemplo, não registramos um domínio “com.br”. Utilizamos o servidor de hospedagem grátis
hostdegraca. O endereço para registro é http://www.hostdegraca.com/signup.php.
O site irá solicitar que você preencha os seguintes campos:
-
-
-
Username: nome que será usado para identificar o site. No nosso caso
utilizamos o username “modelo”. Nosso site ficou com o seguinte endereço:
http://www.modelo.hostdegraca.com.
Password: senha de acesso ao painel de controle do site.
Email Address: email para receber o arquivo com os dados de acesso ao painel
de controle e ao banco de dados. Estes dados são utilizados para configurar a
loja e o banco de dados.
Site Category: categoria do site.
Site Language: idioma
Security code: código que deverá ser inserido no campo “Enter Security Code”.
Após preencher estes campos, clique no botão “Register”.
FONTE: www.hostdegraca.com
Figura 5: Criando uma conta de hospedagem
O site solicitará que seja confirmado o cadastro informando as letras e números visíveis
na imagem de verificação conforme foto abaixo:
FONTE: www.hostdegraca.com
Figura 6: Confirmando o cadastro
12
Preencha o campo “Note” e clique em “Register”.
Feito isso, você receberá um email com os dados de acesso ao seu novo site. Os dados
estão transcritos no Anexo1, ao final deste documento.
4.2 Acessar o painel de controle do site
Com os dados de acesso em mãos, iremos acessar o painel de controle. Para acessá-lo,
utilize o link http://www.cpanel.hostdegraca.com e preencha os campos “Username” e
“Password” com os dados recebidos por email, no momento da finalização do seu cadastro.
FONTE: www.cpanel.hostdegraca.com
Figura 7: Acessando o painel de controle
4.3 Criar o banco de dados
Devemos ter em mente que o banco de dados é o local onde serão armazenadas todas as
informações da loja virtual. Nele serão gravados os dados dos clientes, dos produtos, preços,
promoções, pedidos, formas de pagamento, enfim, todas as informações necessárias para que
o cliente consiga se cadastrar e gerar um pedido on-line.
Ao acessar o painel de controle, o primeiro passo é “criar o banco de dados”. Para criálo, devemos clicar em “MySQL databases” conforme indicação em vermelho abaixo:
FONTE: www.cpanel.hostdegraca.com
Figura 8: Criando o banco de dados: etapa I de III
13
Agora iremos preencher o nome que será dado ao nosso banco de dados no campo
“Make a new database”. Em nosso exemplo, utilizamos o nome “loja”. Em seguida, clique
em “Create Database”.
FONTE: www.cpanel.hostdegraca.com
Figura 9: Criando o banco de dados: etapa II de III
Observe na figura abaixo que o nome que o site http://www.hostdegraca.com criou para
o nosso banco de dados é “hostd_1805174_loja”, ou seja, ele juntou o Username de acesso ao
painel de controle com o nome que informamos ao criar o banco de dados. É muito
importante anotar esta informação, pois necessitaremos dela para instalar a loja e criar as
tabelas de acesso ao site.
FONTE: www.cpanel.hostdegraca.com
Figura 10: Criando o banco de dados: etapa III de III
4.4 Baixar o template da loja virtual Oscommerce
Agora que já temos acesso ao painel de controle e já criamos o nosso banco de dados,
precisamos do software para instalação de nossa loja. Existem vários modelos disponíveis na
internet, alguns pagos e outros grátis. Em nosso exemplo utilizamos o template Oscommerce.
14
Os requisitos necessários para funcionamento são: Linux, Apache, PHP e Banco de
Dados MySQL, os mesmos disponibilizados pelo servidor de hospedagem
http://www.hostdegraca.com. Ao escolher seu template é muito importante saber qual a
tecnologia e banco de dados eles utilizam para não ter problemas de compatibilidade na hora
de instalar o software.
O site oficial do Oscommerce é http://www.oscommerce.com. Nele existem várias
versões da loja e também existem módulos para personalizar seu site. A loja vem no idioma
“Inglês”, mas existem vários sites que oferecem o Oscommerce traduzido para português. Em
nosso exemplo utilizamos o arquivo disponível no site http://www.phpmania.org. Este site
possui vários arquivos em português e um excelente fórum de discussões para auxiliá-lo na
instalação
de
sua
loja.
Para
baixar
o
arquivo
acesse
http://www.phpmania.org/modules.php?name=Downloads&d_op=viewdownload&cid=2
e
clique no link “Loja virtual osCommerce 2.2 Milestone 2 BR”.
Esta loja virtual vem com vários recursos tais como, cadastro de clientes, carrinho de
compras, opções de pagamento (boleto, cartão, depósito bancário, contra entrega), opções de
entrega (encomenda normal, registrada e sedex), cálculos dos fretes, novos blocos InfoBoxes
exclusivos (favoritos, login e estatísticas), página administrativa, gerenciador de banners e
sistema de backup.
FONTE: www.phpmania.org
Figura 11: Download OSCommerce
Salve o arquivo, pois precisamos enviá-lo ao site onde a loja será instalada.
Descomprima o arquivo salvo em seu computador. Será criada uma pasta com o nome
“osCommerce2.2-MS2-BR-PHPmania.org”. Clique duas vezes nela para abri-la. Aparecerá a
pasta “Loja”. Clique duas vezes nela também. Serão exibidos todos os arquivos da loja.
Selecione todos os arquivos e pastas (ctrl + a) e em seguida clique com o botão direito do
mouse, “enviar para”, “pasta compactada”.
Em nosso exemplo demos o nome de “loja_modelo.zip” para o arquivo. Caso este
passo não seja realizado e o arquivo seja incluído direto no site, o endereço mudaria para
http://www.modelo.hostdegraca.com/osCommerce2.2-MS2-BR-PHPmania.org/loja/ deixando
o nome da loja muito comprido e difícil de memorizar.
15
4.5 Fazer o upload da loja Oscommerce para o site
Assim que o arquivo estiver salvo em seu computador, iremos enviá-lo ao site. Para este
passo, iniciamos abrindo novamente o painel de controle (onde criamos o banco de dados) e
clicamos em “File manager” conforme indicação na figura abaixo:
FONTE: www.cpanel.hostdegraca.com
Figura 12: Upload da loja OSCommerce: etapa I de V
Este local é onde gerenciamos os arquivos disponíveis ou que serão enviados ao site. É
importante saber que o site é divido por diretório (pastas) e arquivos.
O site http://www.hostdegraca.com exige que os arquivos sejam armazenados na pasta
htdocs. Clique na pasta “htdocs” e em seguida no botão “Upload” conforme indicação na
figura abaixo:
FONTE: www.cpanel.hostdegraca.com
Figura 13: Upload da loja OSCommerce: etapa II de V
Na tela seguinte, poderemos incluir os arquivos da nossa loja virtual utilizando o campo
“Archives (zip, tar, tgz, gz)” localizado a direita. Procure o arquivo comprimido (.zip) que
acabamos de baixar do site http://www.phpmania.org e clique no botão
conforme a
figura abaixo:
16
FONTE: www.cpanel.hostdegraca.com
Figura 14: Upload da loja OSCommerce: etapa III de V
Na seqüência será apresentada a tela a seguir para que possamos conferir se o nome do
arquivo selecionado é igual ao que salvamos em nosso computador. No nosso exemplo foi
utilizado o nome “loja_modelo.zip”. Clique no botão
para que todos os arquivos sejam
salvos no servidor de hospedagem.
FONTE: www.cpanel.hostdegraca.com
Figura 15: Upload da loja OSCommerce: etapa IV de V
Ao finalizar a transferência dos arquivos será apresentada a tela, já dividida por
diretórios, conforme abaixo.
FONTE: www.cpanel.hostdegraca.com
Figura 16: Upload da loja OSCommerce: etapa V de V
17
4.6 Fazer a instalação da loja virtual
Para fazer a instalação da loja virtual é necessário acessar o seguinte endereço:
www.modelo.hostdegraca.com/install/install.php.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com/install
Figura 17: Instalando a loja OSCommerce: etapa I de VIII
Clique no botão “Install a new online store”.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com/install
Figura 18: Instalando a loja OSCommerce: etapa II de VIII
Marque os campos “Importar Banco de dados da Loja” e “Configuração Automática” e
clique no botão “Continue”.
O site irá solicitar que você preencha os seguintes campos:
-
Servidor do banco de dados: preencha com o endereço do banco de dados
fornecido no email de cadastro ao site http://www.hostdegraca.com.
18
-
-
Username: usuário de acesso ao banco de dados, disponível no email fornecido
ao se cadastrar no site http://www.hostdegraca.com.
Password: senha de acesso ao banco de dados, disponível no email fornecido
ao se cadastrar no site http://www.hostdegraca.com.
Nome do Banco de Dados: nome do banco de dados criado no painel de
controle no início. O nome do banco de dados do nosso exemplo é
“hostd_1805174_loja”.
Conexões Persistentes: deixar em branco.
Memória de sessão: marcar “banco de dados”.
Clique no botão “Continue”.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com/install
Figura 19: Instalando a loja OSCommerce: etapa III de VIII
Neste momento o site tentará se conectar ao banco de dados e caso a conexão ocorra
com sucesso será exibida a tela abaixo:
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com/install
Figura 20: Instalando a loja OSCommerce: etapa IV de VIII
19
Clique no botão “Continue”.
O sistema irá importar as tabelas e campos necessários para o funcionamento da loja
virtual. Será apresentada a tela abaixo se este passo foi realizado com sucesso.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com/install
Figura 21: Instalando a loja OSCommerce: etapa V de VIII
Clique no botão “Continue”.
A tela abaixo já vem preenchida automaticamente, bastando apenas clicar no botão
“Continue”.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com/install
Figura 22: Instalando a loja OSCommerce: etapa VI de VIII
Clique novamente no botão “Continue”.
20
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com/install
Figura 23: Instalando a loja OSCommerce: etapa VII de VIII
Chegando até aqui significa que sua loja virtual Oscommerce foi instalada com sucesso.
A figura abaixo é demonstrada no final da instalação e possui dois botões:
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com/install
Figura 24: Instalando a loja OSCommerce: etapa VIII de VIII
-
Catalog: abre a loja virtual http://www.modelo.hostdegraca.com
Administration
Tool:
abre
a
parte
administrativa
http://www.modelo.hostdegraca.com/admin.
do
site
4.7 Configurando o site
Após finalizar a instalação, precisamos acessar a área administrativa do site e configurálo de acordo com a nossa necessidade.
A área administrativa do site dispõe das seguintes ferramentas:
-
Configuração: onde cadastramos o nome, endereço, email, CNPJ da loja, além
do nome e endereço do administrador do site. Pode-se configurar dados como
21
-
-
-
-
-
o número mínimo e máximo de caracteres que deve conter o nome do cliente,
endereço, o tamanho das fotos dos produtos, se o site vai controlar o estoque
dos produtos, opções de envio de emails, logs e cachê.
Produtos: é a área de administração dos produtos/serviços do site. Nela
podemos cadastrar as categorias, produtos/serviços, atributos (acessórios),
fabricantes, comentários para os produtos/serviços, promoções e novos
lançamentos.
Módulos: podemos incluir e configurar os módulos de pagamento e de envio de
mercadoria. O site já vem com o módulo de cartão de crédito
(www.aprovafacil.com), boleto bancário (www.cobrebem.com), pagamento
contra entrega e depósito bancário. A integração com o meio de pagamento
www.pagseguro.uol.com.br é simples, bastando realizar o cadastro no site do
uol, baixar o arquivo de integração, fazer o upload para o servidor de
hospedagem da loja (www.cpanel.hostdegraca.com), acessar a área
administrativa do site (www.modelo.hostdegraca.com/admin) e habilitar o
meio de pagamento. Para os módulos de envio, o template oscommerce já vem
com a opção de entrega via sedex, entrega normal e entrega registrada nos
correios.
Cliente: podemos alterar e excluir o cadastro dos clientes ou apenas enviar-lhes
um email diretamente do site. Além do cadastro dos clientes, nesta área
constam os pedidos efetuados no site.
Locais/Taxas: podemos incluir os países atendidos pelo site. Há uma tabela
com todos os estados brasileiros para o cliente selecionar na hora do cadastro e
taxas adicionais que podem ser cobradas por estado.
Localização: é onde constam as moedas aceitas pelo site e as línguas
disponíveis.
Estatísticas: é possível verificar as estatísticas de produtos mais vistos, mais
vendidos e o valor total de pedidos por cliente.
Ferramentas: podemos realizar a cópia do banco de dados do site (backup),
gerenciar as campanhas de banners (por clique, exibição ou data de
encerramento), enviar email para lista de clientes, verificar informações do
servidor e dos clientes que estão on-line.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com/admin
Figura 25: Painel de administração da loja
22
4.8 Navegar no site (www.modelo.hostdegraca.com)
Agora que já mostramos o que pode ser alterado na área administrativa, vamos focar
nossa atenção na parte mais importante do site de comércio eletrônico: a loja. É nela que o
cliente encontrará os produtos/serviços disponíveis e efetuará suas compras.
Para “entrar” na loja o cliente deverá acessar o site www.modelo.hostdegraca.com. No
lado esquerdo, ele encontrará as categorias do site, uma busca por fabricantes, as novidades,
um local para pesquisar produtos/serviços e um link para incluir nos favoritos. Na página
inicial, o cliente encontrará as informações de frete, devoluções, notas de privacidade,
condições de uso, rastrear pedido, fale conosco e quantos clientes estão on-line.
Na parte central há uma mensagem de boas vindas (pode ser alterada ou excluída) e a
vitrine da loja. A vitrine é onde são demonstrados os últimos produtos cadastros no site. Esta
área é muito importante, podendo ser comparada à vitrine de uma loja convencional.
Do lado direito ficam a área de login e cadastro de novos clientes, um histórico das
compras do cliente, os produtos mais vendidos, os produtos em promoção e comentários dos
clientes acerca dos produtos.
No rodapé do site encontra-se um banner que pode ser alterado através do caminho:
área administrativa, ferramentas, gerenciador de banners.
Esta configuração é padrão do sistema e pode ser alterada facilmente.
Para finalizar, vamos simular os passos que um cliente deve percorrer para comprar um
produto na loja www.modelo.hostdegraca.com. No nosso exemplo iremos simular a compra
de um DVD do filme Ameaça Subterrânea.
Selecionamos o produto a ser comprado clicando na sua foto disponível na vitrine do
site.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 26: Página inicial da loja
23
Para incluir no carrinho de compras devemos clicar no botão “Adicionar a Cesta”.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 27: Realizando uma compra: etapa I de IX
Agora vamos clicar no botão “Realizar Pedido” para nos cadastrarmos no site.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 28: Realizando uma compra: etapa II de IX
Nesta parte o cliente opta por fazer o login (caso já possua cadastro) ou se cadastrar no
site. Vamos clicar no botão “Continuar”.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 29: Realizando uma compra: etapa III de IX
Vamos preencher os dados do cliente e clicar em “Continuar”.
24
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 30: Realizando uma compra: etapa IV de IX
O site irá informar que sua conta foi criada com sucesso, clique no botão “Continuar”.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 31: Realizando uma compra: etapa V de IX
Na área de informações de entrega, o cliente poderá escolher um endereço de entrega
diferente do endereço do cadastro (pode ser presente para algum conhecido), escolher a
melhor opção de frete e adicionar um comentário ao pedido (um cartão para presente ou
detalhe do período da entrega, como entregar de manhã). Feito isso clique em “Continuar”.
25
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 32: Realizando uma compra: etapa VI de IX
Na área de informações de pagamento o cliente novamente poderá alterar o endereço de
entrega, escolher a opção de pagamento (no nosso caso escolhemos depósito bancário) e
adicionar comentário sobre o pagamento. Em seguida deverá clicar no botão “Continuar”.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 33: Realizando uma compra: etapa VII de IX
26
Antes de finalizar é demonstrado para o cliente um resumo de todos os dados
preenchidos, para que possa verificar e confirmar o pedido. Se todos os dados estiverem
corretos, deverá clicar no botão “Continuar”.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 34: Realizando uma compra: etapa VIII de IX
Será informado ao cliente que o pedido foi gerado com sucesso. Neste momento ele
receberá um email com instruções para o pagamento.
FONTE: www.modelo.hostdegraca.com
Figura 35: Realizando uma compra: etapa IX de IX
Pronto! Este é o fluxograma que o cliente deverá percorrer pra comprar um produto na
loja virtual.
27
Referências
[1] BRAIN, M. Como funciona o Comércio Eletrônico. Disponível
<http://informatica.hsw.uol.com.br/comercio-eletronico2.htm> Acesso em 05 abr 2008.
em
[2] MACORATTI, J. C. Criando a sua Loja Virtual - Objetivos e Modelagem de dados.
Disponível em <http://www.macoratti.net/aspnljv1.htm> Acesso em 05 abr 2008.
[3] TURBAN, E. et al. E-commerce: A Managerial Approach. Prentice Hall, 2nd edition,
2002.
[4] ISMAEL (Fórum Yahoo). Qual a vantagem de se ter uma marca registrada?
Disponível
em
<http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080310074620AAvtkIU> Acesso em 06
abr 2008.
[5] INPI. Disponível em <http://www.inpi.gov.br/menu-esquerdo/instituto> Acesso 09 abr
2008.
[6] Magalhães & Associados. Como escolher uma marca para registrar? Disponível em
<http://www.lcmagalhaes.com.br/marcas_copiando.asp> Acesso em 21 abr 2008.
[7] Wikipedia. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Dom%C3%ADnio> Acesso em
21 abr 2008.
[8] Registro por múltiplos anos e redução da anuidade do NOM.BR. Disponível em
<http://registro.br/anuncios/20070926.html> Acesso em 21 abr 2008
[9] ARAÚJO, E.; AGUIAR, T. PHP: Uma linguagem de programação WEB. Disponível
em <http://nobios.por.com.br/apresentacao/php-linguagem%20web.pdf> Acesso em 22 abr
2008.
[10]
BORGES,
L.
A.
Meios
de
pagamento.
Disponível
em
<http://leandro.interactionweb.com.br/index.php?p=pagamentos> Acesso em 22 abr 2008.
[11] Quanto custa montar um negócio na Internet. Disponível em
<http://www.lojavirtualbr.com.br/venda-de-loja-virtual-noticias-acao?id=38> Acesso em 22
abr 2008.
[12] SCHRODER, H. Como divulgar sua Loja Virtual. Disponível em
<http://lojavirtual.pro.br/portal/index.php/2007092413/Artigos-Sobre-E-commerce/ComoDivulgar-a-sua-Loja-Virtual.html> Acesso em 24 abr 2008.
28
ANEXOS
Anexo 1 – Arquivo recebido por email com os dados de acesso ao painel de controle e ao
banco de dados.
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Cpanel URL : http://cpanel.hostdegraca.com
Cpanel Username (FTP/SQL): hostd_1805174
Cpanel Password (FTP/SQL): 123456
MySQL Hostname: sql101.hostdegraca.com
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MySQL Password (FTP/SQL): 123456
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Document Root : /home/vol2/hostdegraca.com/hostd_1805174/htdocs
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