POP Antissepsia sitio cirurgico MAIO 14

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SUMÁRIO
1. OBJETIVO: Remover a microbiota da pele no local onde está planejada a incisão cirúrgica.
2. APLICAÇÃO: Centros Cirúrgicos do HSP.
3. RESPONSABILIDADE: cirurgião.
4. MATERIAIS: Gaze estéril, pinça Cheron, solução fisiológica, solução antisséptica (Clorexidina alcoólica
0,5%).
DESCRIÇÃO
AÇÕES (passos)
AGENTES
REFERÊNCIAS
1
Confirme o paciente e o procedimento a ser realizado.
Cirurgião
Pulseira de identificação.
2
Confirme o sítio cirúrgico.
Cirurgião
3
Reúna ou solicite o material para antissépsia.
Cirurgião
4
Realize a degermação das mãos.
Cirurgião
POP de “Degermação com
escovação das mãos e
antebraços”.
5
Paramente-se (opa, luvas estéreis).
Cirurgião
POP de “Paramentação
Cirúrgica”
6
Conecte a gaze estéril à pinça Cheron.
Cirurgião
7
Umedeça a gaze na solução antisséptica.
Cirurgião
8
Realize, no mínimo, três aplicações do antisséptico
com pressão moderada, movendo da área de incisão
para a periferia (utilize cada lado da gaze apenas uma
vez e a descarte).
Cirurgião
9
Aguarde que a pele seque espontaneamente.
Cirurgião
Manual de Cirurgia Segura
da ANVISA
RISCOS
Avaliação
(G; P)
Mitigação
(nº passo)
Assistenciais:
•
Infecção do sítio cirúrgico
(3; 3)
4, 5, 6,7,8,9
•
Efeitos adversos por hipersensibilidade à solução antisséptica.
(2; 2)
1
(4;1)
1-9
Financeiros:
• Prejuízo: aumento do tempo de internação e do custo do tratamento, por
complicações infecciosas.
*Gravidade (G): 1 a 4 e a Probabilidade (P): 1 a 4
OBSERVAÇÕES
● A aplicação do antisséptico deve ser ampla (30 cm ao redor da área da incisão prevista), incluindo áreas onde se
pretende inserir drenos.
● Após a aplicação do antisséptico degermante utilize sempre uma solução antisséptica alcoólica com o mesmo
princípio ativo do degermante utilizado.
● Para antissepsia de região ocular ou mucosas, realize antissepsia com Clorohexidine Aquoso 0,2% (mucosa oral,
utilizar solução bucal de gluconato de clorexidina 0,12%). Realizar duas aplicações e aguardar 02 minutos após a
última aplicação para início da cirurgia.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1.
2.
Organização Mundial de Saúde. Segundo desafio global para a segurança do paciente:
Cirurgias seguras salvam vidas (orientações para cirurgia segura da OMS). Trad. Marcela
Sánchez Nilo e Irmã Angélica Duran. Rio de Janeiro, 2009.
Monte AC, Costa MR, Vasconcelos SPS. Rotina para o controle de infecção de sítio
cirúrgico. Santa Casa de Misericórdia de Goiânia. Comissão de Controle de Infecção
Hospitalar. Goiás, 2011.
ELABORAÇÃO
Elaborado por:
Maraisa Kiilian - Coren: 2332762
Revisado por:
Aprovado por:
Flávio Trevisani Fakih – COREN: 29226
Prof. Dr. Eduardo Medeiros CRM: 53440
Escritório da Qualidade/HSP e Comitê de Enfermagem Comissão de Epidemiologia Hospitalar –
em Segurança do Paciente/HSP
HSP/UNIFESP
Priscilla Nascimento – aluna do 4º Luciana Perdiz – COREN: 100800
ano de Enf
Serviço Controle de Infecção Hospitalar/HSP/UNIFESP
Daniela Escudero - COREN: 100767
Serviço Controle de Infecção Hospitalar/HSP/UNIFESP
Juliana Oliveira - CRM: 146533
Serviço Controle de Infecção Hospitalar/HSP/UNIFESP
Silvana Torres – COREN: 27457
Pós- graduanda da Disciplinca de Infectologia/ UNIFESP
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