GEOGRAFIA VESTIBULAR ENEN

Propaganda
GEOGRAFIA
VESTIBULAR
ENEN - 2011
GEOGRAFIA FÍSICA
Era Arqueozóica
Período: 3,8 bilhões a 2,5
bilhões de anos atrás.
- No começo o planeta Terra
era até 3 vezes mais quente
do que hoje.
-(organismos unicelulares).
- A Terra é constantemente
atingida por meteoros.
- Milhares de vulcões
estavam em atividade
Era Proterozóica
Período: de 2,5 bilhões a 540 milhões de anos atrás.
- Por volta de 2 bilhões de anos atrás começa a se
formar a camada de ozônio, gerando uma camada
protetora contra os raios solares. Este fato
favoreceu o surgimento de formas de vida mais
complexas (organismos multicelulares).
- Formação dos continentes.
- Ocorre o acúmulo de oxigênio na litosfera.
ERA PALEOZÓICA
Período: de 540 milhões de anos a 250 milhões de anos atrás.
- Começam a surgir nos mares os primeiros animais vertebrados,
são peixes bem primitivos.
- Por volta de 350 milhões de anos atrás, os peixes começam,
durante um longo processo, a sair da água. Começou, desta forma,
surgirem os primeiros animais anfíbios.
- Nesta era os continentes estavam juntos, formando a Pangéia;
- O planeta começa a ser tomado por muitas espécies de plantas
primitivas;
- No final desta fase começam a surgir diversas espécies de répteis
que deram origem aos dinossauros;
- Milhares de espécies de insetos surgem nesta era.
ERA PALEOZÓICA

De tempo em tempo a vida na Terra sofre um grande golpe e
ocorre uma extinção em massa.

Foi assim há meio bilhão de anos, boa parte sumiu de repente
e pouco se sabe a respeito, mas a prova de que ela aconteceu
são as conchas fossilizadas de animais marinhos, cuja a
diversidade teve uma brusca redução.

Há 230 milhões de anos ocorreu outra grande extinção.

Das espécies marinhas 96% basicamente sumiram, teorias
especulam que grandes erupções vulcânicas tenham provocado
isso. Essa extinção conhecida como o fim do permiano, foi
muito pior do que a que acabou com os dinossauros.
ERA MEZOZÓICA
Período: 250 milhões de anos a 65,5 milhões de
anos atrás.
- Nesta era as plantas começam a desenvolver
flores.
- Os dinossauros dominam o planeta (Período
Jurássico).
- Por volta de 200 milhões de anos atrás surgem
os animais mamíferos.
ERA CENOZÓICA
Período: 65,5 milhões de anos atrás até o presente.
- Formação de cadeias montanhosas (Dobramentos Modernos);
- No começo desta era, há 65 milhões de anos, ocorre a extinção
dos dinossauros.
- Grande desenvolvimento das espécies de animais mamíferos, que
se tornam maiores, mais complexos e diversificados;
- Após o término da deriva continental (migração dos
continentes), o planeta assume o formato atual;
- Surgimento do homo sapiens por volta de 130 mil a 200 mil anos
atrás.
SERÁ QUE FOI UM METEORO?
A
culpa pela extinção em massa que
assolou o planeta há 65 milhões de anos,
matando os dinossauros, geralmente é
atribuído a um meteoro, embora ainda há
dúvidas.
 Paradoxalmente
o cataclismo foi um
impulso para a vida, abriu espaço para que
outras espécies se desenvolvessem.
SERÁ QUE FOI O HOMEM?
 Vivemos
hoje outra imensa extinção em massa,
esta com uma causa bem diferente das outras:
a ação humana.
 Centenas
de espécies somem todos os dias,
devido a perda de habitat, principalmente nas
florestas tropicais.
O
Homem já é a maior força transformadora do
planeta, supera tempestades, furacões e
terremotos.

Conceito de lugar: esta ligado a espaços que nos são
familiares ex.: local onde nasci, moro, trabalho, me divirto,
lugares que formam minha história.

Espaço: “É um conjunto indissociável de sistemas de
objetos e de sistemas de ações” Milton Santos .

O que é sistema? É o meio rural, econômico, político,
ecológico, climático...

O que é rede para a geografia? O que depende dos
transportes e comunicações.

Conceito de território: A concepção mais comum de
território (na ciência geográfica) é a de uma divisão
administrativa.

Através de relações de poder, são criadas fronteiras entre
países, regiões, estados, municípios, bairros e até mesmo
áreas de influência de um determinado grupo.

Para Friedrich Ratzel, o território representa uma porção
do espaço terrestre identificada pela posse, sendo uma
área de domínio de uma comunidade ou Estado.
LOCALIZAÇÃO DE LUGARES NO
ESPAÇO GEOGRÁFICO.

Rosa dos Ventos
LOCALIZAÇÃO DE LUGARES NO ESPAÇO
GEOGRÁFICO.

As coordenadas Geográficas
CARTOGRAFIA
1- Na projeção cônica, a representação é feita
como se um cone envolvesse o planeta e depois
fosse planificado. Essa projeção é utilizada para
mapas de latitudes médias, pois nessa região a
distorção é menor.
 2- Na projeção azimutal, o mapa é construído
sobre um plano que tangencia algum ponto da
superfície terrestre. Pode representar qualquer
ponto da Terra. Um uso comum é para retratar
regiões polares e suas proximidades.
 3- Na projeção cilíndrica, é como se um cilindro
envolvesse a esfera terrestre e fosse então
planificado. Esse tipo de projeção representa com
menos distorções as baixas latitudes.

1-Como se um cone envolvesse o planeta e
depois fosse planificado.
Essa projeção é utilizada para mapas de latitudes
médias, pois nessa região a distorção é menor.
2- Na projeção azimutal, o mapa é construído sobre
um plano que tangencia algum ponto da superfície terrestre.
Pode representar qualquer ponto da Terra.
Um uso comum é para retratar regiões
polares e suas proximidades.
3- Na projeção cilíndrica, é como se um cilindro
envolvesse a esfera terrestre e fosse então
planificado.
Esse tipo de projeção representa com menos
distorções as baixas latitudes.
HORÁRIOS MUNDIAIS

O meridiano de Greenwich ganhou esse nome
porque passa pelo Observatório Real Britânico, na
cidade de Greenwich na Inglaterra.
Ex. Horário de Brasília18h em Greenwich será
 21h.


A Terra realiza seu movimento de rotação girando de
oeste para leste em torno do seu próprio eixo, por esse
motivo os fusos a leste de Greenwich (marco inicial) têm
as horas adiantadas (+); já os fusos situados a oeste do
meridiano inicial têm as horas atrasadas (-).
Alguns países de grande extensão territorial no sentido
leste-oeste apresentam mais de um fuso horário:

A Rússia, por exemplo, possui 11 fusos horários distintos,
consequência de sua grande área.

O Brasil também apresenta mais de um fuso horário, pois
o país apresenta extensão territorial 4.319,4 quilômetros
no sentido leste-oeste, fato que proporciona a existência
de quatro fusos horários distintos, no entanto, graças ao
Decreto n° 11.662, publicado no Diário Oficial de 25 de
abril de 2008, o país passou a adotar somente três.
PLACAS TECTÔNICAS
Mergulhador fotografa divisão entre placas tectônicas na Islândia
O britânico Alexander Mustard documentou um mergulho entre as placas
tectônicas da América do Norte e da Eurásia, que se afastam a cada ano.
BIOSFERA

Geosfera - Parte superficial da Terra que se encontra
no estado sólido, bem como os materiais que se
encontram no seu interior.

Hidrosfera - Compreende toda a água no estado
líquido e sólido que se encontra na superfície
terrestre.

Atmosfera - É a camada de gases que envolve a
Terra.

Biosfera - Constituída por todos os seres vivos (que
ocupam a parte da Geosfera, Hidrosfera, Atmosfera).
CICLOS DAS ROCHAS
ROCHAS

Rochas Magmáticas ou Plutônicas: resfriamento
lento, forma cristais – Intrusivas: granito; Extrusivas ou vulcânicas: resfria rápido, basalto.

Rochas Sedimentares: sedimentos de outras
rochas depositadas e solidificadas, deriva de
rochas que sofrem processos erosivos, ex. areia,
calcário e arenito.

Rochas Metamórficas: originalmente foram rochas
magmáticas, sedimentares e metamórficas e pela
ação do calor e pela pressão existente no interior
da terra adquire outra estrutura.
DINÂMICA INTERNA DO RELEVO

Os agentes internos do relevo são formadores e
modificadores como: tectonismo, vulcanismo e
abalos sísmicos, todos aliados de alguma forma a
movimentação das placas tectônicas, causado pelo
calor e pela pressão do interior da terra.
TECTONISMO



Limites Convergentes: zonas de subducção, onde as
placas se encontram e colidem, uma delas sempre
mergulha debaixo de outra e retorna a astenosfera;
Limites Divergentes: chamados de cristais em expansão
ou margem construtiva, porque nesses limites está
sendo criada uma nova crosta oceânica a partir do
magma vindo do interior da Terra, ex. as cordilheiras
submarinas meso-atlântica e meso-pacífica.
Limites Transformantes: ou zonas de conservação as
placas deslizam horizontalmente uma do lado da
outra, geralmente encontram-se no fundo do oceano e
podem causar terremotos de grande proporções, uma
falha famosa no continente é a de San Andreas EUA.
FALHA DE SAN ANDREAS – CALIFORNIA
VULCANISMO
VULCÃO CHILENO
VULCÃO PUYEHUE NO CHILE
SISMOS - TERREMOTOS
Falha
Falha
TSUNAMIS – NO JAPÃO
DINÂMICA EXTERNA DA TERRA
Erosão pluvial: ação da chuva;
 Erosão fluvial: ação das águas dos rios e das
torrentes sobre a superfície terrestre;
 Erosão Marinha: o trabalho das águas do mar4
sobre os litorais: construtivas quando há acúmulo
ex. restingas, cordões arenosos, recifes;
destrutivas: chamados de abrasão marinha ex.
falésias ou costas altas.
 Erosão glacial: ação pelo gelo, desprende-se como
os icebergs ou por lixamento quando há
derretimento das geleiras.
 Erosão eólica: pelo vento, pela destruição ou
acumulação.

RELEVO CONTINENTAL
Planícies:São áreas da superfície relativamente
plana, formadas por rochas sedimentares e nas
quais predominam os processos de decomposição
e acúmulo de sedimentos. Na maior parte das
vezes, as planícies são encontradas em baixas
altitudes.
 Fique Atento: Não é a altitude de um relevo que
determina uma planície; o principal fator definidor é
o acúmulo de sedimentos. Nas regiões elevadas,
por exemplo, existem as planícies de montanhas,
que são formadas de rocha sedimentar e
delimitadas por aclives.

Depressões:Localizadas em altitude inferior à das
regiões próximas (depressão relativa) ou abaixo do
nível do mar (depressão absoluta). As depressões
podem ser formadas de várias maneiras: por
deslocamento do terreno, remoção de sedimentos,
dissolução de rochas ou até por queda de
meteoritos.
 Planaltos: Elevações de altitudes variadas, em que
predomina o processo de erosão e cuja
composição rochosa pode ser de rochas
sedimentares, cristalinas ou metamórficas. Os
planaltos apresentam superfície irregular, como
serras e chapadas, e são delimitadas por áreas
rebaixadas em um dos lados.


Montanhas: Também chamadas de dobramentos
modernos, são grandes áreas elevadas resultantes
do choque de placas tectônicas, como o da placa
Euroasiática Ocidental com a Indo-Australiana, que
deu origem ao conjunto de montanhas do Himalaia,
no sul da Ásia, onde há mais de 100 picos que
superam 7 mil metros de altura.
RELEVO SUBMARINO- PLATAFORMA
CONTINENTAL ATÉ 200M DE PROFUNDIDADE
Talude continental: declive acentuado;
 Região pelágica: 1.000m até 5.000m
 Região abissal: + de 5.000m

O SOLO É A CAMADA MAIS SUPERFICIAL DA
CROSTA TERRESTRE.
Alguns tipos de solos:
 LOESS : terra amarela, solo fértil das planícies
chinesas;
 PODZOL: solo ácido e fértil, regiões frias do norte
da Rússia;
 TCHERNOZIOM: solo escuro, muito fértil
encontrado na Europa Oriental, Rússia e Ucrânia;
 TERRA ROCHA: solo favorável à cultura do café
decomposição do basalto, estados do SP e PR.
 MASSAPÊ: decomposição do gnaisse e do
calcário, cana de açúcar, zona da Mata do
Nordeste.

ESCALAS GEOGRÁFICAS – GRÁFICAS E NUMÉRICAS

- Maior
denominador,
menor escala.

Escala gráfica
A escala gráfica é representada por um pequeno
segmento de reta graduado, sobre o qual está
estabelecida diretamente a relação entre as
distâncias no mapa, indicadas a cada trecho deste
segmento, e a distância real de um território.
Observe:
De acordo com este exemplo cada segmento de
1cm é equivalente a 3 km no terreno
CLIMOGRAMA
Clima Equatorial. Trata-se de um clima quente e úmido.
Região de baixa latitude, apresenta médias térmicas
mensais elevadas que variam de 24 °C a 27 °C.
 A amplitude térmica anual, isto é, as diferenças de
temperaturas entre as médias dos meses mais quentes e
mais frios, é bastante baixa (oscilações inferiores a 2 °C).
 Os índices pluviométricos são extremamente elevados,
de 1 500 a 2 500 mm ao ano, chegando a atingir 4 000
mm; o período de estiagens é bastante curto em
algumas áreas. A região é marcada por chuvas o ano
todo.


Clima Subtropical. Ao contrário dos demais climas
brasileiros, pode ser classificado como mesotérmico, isto
é, temperaturas médias, não muito elevadas.

As chuvas ocorrem durante o ano todo; durante o verão
são provocadas pela massa de ar Tropical Atlântica (mPa).

No inverno, é freqüente a penetração da massa Polar
Atlântica (mPa) ocasionandochuvas frontais, precipitações
causadas pelo encontro da massa quente (mTa) com a fria
(mPa).

Os índices pluviométricos são elevados, variando de 1 250
a 2 000 mm anuais.

Massa equatorial continental (mEc):
É característica do verão, com o ar parado e muito
úmido.
 O ar é quente, propiciando alta evaporação e
conseqüentemente alto índice de chuvas.
 Essa massa expande-se pelo Brasil entre os
meses de Setembro e Março.


Massa tropical atlântica (mTa):

Essa massa permanece estacionária durante o
verão de hemisfério sul.

Ela se expande pelo Brasil devido a retração da
mEc. Com a sua proximidade com o oceano a mTa
ganha umidade, e ao chegar no nordeste ela se
choca com a massa de ar polar ocasionando
chuvas orográficas

Massa polar atlântica (mPa):

Tem sua origem no pólo

No Brasil ela ganha força com a retração da mEc
e, ao encontrar áreas de resfriamento provoca
chuvas frontais.
CORRENTES MARÍTIMAS
A formação das correntes marítimas, de acordo
com diversas pesquisas, é resultado, dentre outros
fatores, da influência dos ventos.
 Outro fator determinante na configuração das
correntes é em relação aos movimentos terrestres,
especificamente o de rotação, que faz com que as
correntes migrem para direções contrárias, ou seja,
no hemisfério norte movem-se no sentido horário e
no hemisfério sul no sentido anti-horário, essa
dinâmica das correntes é denominada de efeito de
Coriolis

CORRENTES MARÍTIMAS
As principais correntes marinhas do mundo são:
 a corrente do golfo, que se move no sentido sul-norte
pela costa oeste dos EUA e depois pela Europa.


a corrente do Brasil, que se move no sentido sul-norte
pela costa brasileira, a corrente de Humbolt, que se
move pelo oceano pacífico e, que está relacionada
com o acontecimento do efeito “El-Ninõ”.

e a corrente de Bengala, que se move no sentido
oeste-leste na direção do Oceano Índico.
EL NIÑO E LA NIÑA
El Niño e La Niña são alterações significativas de
curta duração (12 a 18 meses) na distribuição da
temperatura da superfície da água do Oceano
Pacífico, com profundos efeitos no clima.
 Estes eventos modificam um sistema de flutuação
das temperaturas daquele oceano chamado
Oscilação Sul e, por essa razão, são referidos
muitas vezes como OSEN (Oscilação Sul-El Niño –
ver acima).
 Seu papel no aquecimento e resfriamento global é
uma área de intensa pesquisa, ainda sem um
consenso.

EL NIÑO
É um fenômeno de aquecimento anormal das
águas superficiais do Pacífico leste, na costa da
América dos Sul; fruto do enfraquecimento dos
ventos alísios que normalmente sopram de leste
para o oeste pelo pacífico;
 Altera o clima de todo o planeta;
 Ocorre em média a cada sete anos;
 Altera o ecossistema marinho;

EL NIÑO NO

BRASIL
No Brasil, provoca seca no Nordeste e enchentes
no sul, além de chuvas na costa oeste sulamericana.
LA NIÑA

O la Niña é menos frequente, mas causa
alterações no comportamento climático, como as
chuvas que atingiram a Austrália em 2011.
VENTOS ALÍSIOS

Os ventos alísios são originados do deslocamento
das massas de ar quente das zonas de alta
(trópicos) para as zonas de baixa pressão
(equador). Devido a um efeito ocasionado pelo
movimento de rotação da Terra, o efeito de Coriolis,
os ventos nas faixas intertropicais sopram no
sentido leste-oeste no hemisfério sul, e no sentido
oeste-leste no hemisfério norte.
VENTOS CONTRA ALÍSIOS
Ao chegar á zona de baixa pressão do equador, os
ventos alísios ascendem provocando o
resfriamento dos níveis mais altos e perdendo
umidade por condensação e precipitação.
 É aí, então, que surgem os ventos “contra-alísios”,
quando estes movem-se em sentido contrário até
as zonas dos cinturões anticiclônicos mantendo-se
assim, o sistema de circulação entre zonas
tropicais e subtropicais e a zona equatorial.

VENTOS ALÍSIOS

Os ventos alísios são os responsáveis por
transportar umidade das zonas tropicais para a
zona equatorial provocando chuvas nessa região.

Enquanto que os ventos contra-alísios levam ar
seco para as zonas tropicais, ficando , os
maiores desertos da Terra justamente nessa zona,
principalmente no hemisfério norte.
Download