Efeito de extratos de folhas e do óleo de nim sobre o oídio do

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Efeito de extratos de folhas e do óleo de nim sobre o oídio do tomateiro
Solange Monteiro de Toledo Piza Gomes Carneiro1
1
Área de Proteção de Plantas, Instituto Agronômico do Paraná, CP 481, CEP 86001-970, Londrina, PR., e.mail: [email protected]
Aceito para publicação em: 15/04/2003.
RESUMO
Carneiro, S.M. de T.P.G. Efeito de extratos de folhas e do óleo de nim sobre o oídio do tomateiro. Summa Phytopathologica, v.29, p.262-265,
2003.
Várias alternativas aos fungicidas têm sido avaliadas nos últimos
anos na busca por produtos que controlem satisfatoriamente as doenças, tenham pequeno impacto ambiental e baixa toxicidade aos seres
humanos. O nim, Azadirachta indica, é uma árvore que apresenta
compostos com propriedades contra vários insetos. Alguns trabalhos
têm mostrado que aqueles compostos também são eficientes no controle de fitopatógenos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de
extratos de folhas de nim e de uma formulação de óleo de nim no
controle do oídio do tomateiro, causado por Oidium lycopersici, em
casa de vegetação. Folhas recém coletadas foram usadas para produzir
o extrato de folhas, que foi avaliado nas concentrações de 2%, 4%, 8%
e 16%. Um extrato de folhas comercial também foi testado nas concentrações de 0,25% e 0,5%. O óleo emulsionável de nim foi avaliado
nas concentrações de 0,25%, 0,5%, 1% e 2%. Foram conduzidos
quatro experimentos e os produtos do nim foram pulverizados após o
aparecimento dos sintomas da doença. Com base nas condições deste
trabalho, os extratos de folhas de nim não foram eficientes no controle
do oídio do tomateiro. Por outro lado, o óleo emulsionável de nim
controlou a doença mesmo nas menores concentrações avaliadas e foi
similar ao fungicida utilizado como controle.
Palavras-chave adicionais: Azadirachta indica, Oidium lycopersici, controle alternativo.
ABSTRACT
Carneiro, S.M. de T.P.G. Effect of neem leaf extracts and neem oil on tomato powdery mildew. Summa Phytopathologica, v.29, p.262-265, 2003.
In recent years, there has been a search for alternatives to fungicides
that provide satisfactory disease control with low environmental impact
and low toxicity to human beings. Neem, Azadirachta indica, is a plant
species with natural insecticide compounds. It has been demonstrated
that the ingredients of neem are also effective in controlling some plant
pathogens. The objective of this study was to evaluate the effect of
extracts of neem leaves and a neem oil formulation on the control of
tomato powdery mildew caused by Oidium lycopersici under greenhouse
conditions. Fresh leaves were used to produce the neem leaf extract,
which was evaluated at four concentrations: 2%, 4%, 8%, and 16%. A
commercial neem leaf extract was also tested at the concentrations of
0,25% and 0,5%. The emulsified neem oil was evaluated at 0,25%, 0,5%,
1%, and 2%. Four experiments were carried out and the neem products
were sprayed always after the appearance of the disease symptoms. The
results of this work demonstrated that none of the neem leaf extracts were
efficient for controlling the powdery mildew. However, the neem oil,
even at the lower concentrations tested, was as effective as the fungicide
normally used for the powdery mildew control.
Additional keywords: Azadirachta indica, Oidium lycopersici, alternative control.
O tomate é uma das hortaliças de maior consumo e área
plantada no Brasil. Quando em cultivo protegido, o oídio pode,
juntamente com outras doenças, se tornar limitante à cultura do
tomateiro (6, 15).
O oídio do tomateiro, causado por Oidium lycopersici, é uma
doença relativamente comum nos anos de inverno seco, caracterizando-se pelo aspecto pulverulento de cor branca a cinza nos
folíolos, pecíolos e caules e posterior amarelecimento das áreas
afetadas (7). O tomateiro é uma cultura que demanda grande aplicação de fungicidas em cultivo convencional. Apesar de amplamente utilizado pelos agricultores, o controle químico é um método
que eleva o custeio da cultura podendo também causar efeitos
262
nocivos ao próprio homem e ao meio ambiente. O aumento da
resistência de fitopatógenos aos ingredientes ativos, a redução da
biodiversidade, e a crescente busca do consumidor por produtos
sem resíduos de pesticidas e produzidos em sistemas que preservam o meio ambiente têm levado à necessidade de se buscar formas alternativas de controle de doenças de plantas.
Os extratos e produtos derivados de vegetais têm sido estudados quanto à eficácia no controle de doenças de plantas,
para uso em sistemas de produção que buscam a redução ou
eliminação do uso de agrotóxicos (2, 5, 12, 16). Na agricultura
orgânica, os preparados à base de vegetais são utilizados para
o controle de doenças, quando necessário (4).
Summa Phytopathologica, Vol.29, Nº 3, 2003
O nim (Azadirachta indica) pertence à família Meliaceae
e é originário da Índia, onde é usado há séculos na produção
de madeira, como planta medicinal, e mais recentemente como
inseticida. Muitos compostos ativos já foram isolados da
árvore nim, dos quais destacam-se a salanina, azadiractina e
nimbolina, entre outros. O composto mais potente, a
azadiractina, concentra-se nos frutos, mas quantidades muito baixas são também encontradas nas outras partes da planta. A azadiractina é biodegradável e tem persistência bastante curta no ambiente (8).
Os extratos de nim, em especial o composto azadiractina,
têm ação comprovada sobre grande número de insetos, inibindo a alimentação dos mesmos, afetando o desenvolvimento
das larvas, reduzindo a fecundidade e fertilidade dos adultos
entre outros efeitos (9). Alguns autores têm mostrado a possibilidade de controle de fitopatógenos com produtos do nim, o
que seria bastante vantajoso considerando-se o efeito simultâneo sobre pragas e doenças, reduzindo assim o número de produtos usados na lavoura. Diferentes produtos do nim (torta,
extrato de folhas, óleo) têm sido testados para o controle de
doenças do sistema radicular, parte aérea e pós-colheita, com
resultados positivos em vários casos (3).
Sindhan et al. (12) testaram o extrato de folhas de nim, produzido com folhas frescas moídas em água na proporção 1:1 (p/
v), para controle do oídio em ervilha em casa de vegetação. O
extrato foi filtrado, diluído nas concentrações de 10%, 20% e
30% e pulverizado no início do surgimento dos sintomas, sendo eficiente no controle da doença. Erysiphe pisi foi controlado em casa de vegetação (13) e em campo (11) com NeemAzal,
um produto feito de nim contendo 5% de azadiractina. Para o
controle do míldio da videira foi testado o extrato de sementes
de nim em água (25 g de sementes/L), apresentando efeitos
protetor e curativo com alta eficiência quando comparado à
testemunha. O mesmo extrato controlou o oídio (Sphaerotheca
fuliginea) do pepino, sendo mais eficiente quando aplicado
curativamente (14).
Pasini et al. (10) controlaram o oídio da roseira utilizando o
extrato de nim FU-3 a 0,5%, com pulverizações semanais a partir
do aparecimento dos primeiros sintomas da doença. O resultado foi semelhante ao obtido com o fungicida utilizado.
O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de
extrato de folhas e do óleo emulsionável de nim na severidade
do oídio do tomateiro em casa de vegetação.
MATERIAL E MÉTODOS
Instalação e condução dos experimentos
Sementes da cultivar Santa Clara Miss Brasil foram semeadas
em caixas plásticas contendo uma mistura de terra, areia e esterco
de curral na proporção 2:1:1. Cerca de 15 dias após a semeadura, as
plântulas foram transplantadas para vasos plásticos contendo a
mesma mistura e mantidas em casa de vegetação com ocorrência
natural de oídio. Quando as plantas estavam com quatro a cinco folhas foram utilizadas nos experimentos.
Para garantir infecção adequada para o início dos ensaios,
as plantas dos experimentos 1, 2 e 3 foram inoculadas com Oidium
lycopersici. Os esporos foram coletados de tomateiros com
infecção natural do patógeno mantidos como fonte de inóculo.
As suspensões foram preparadas recolhendo-se os conídios
em água destilada e esterilizada acrescida de uma gota de Tween
Summa Phytopathologica, Vol.29, Nº 3, 2003
80 para cada 100 mL, e ajustando-se a concentração para 3x104
conídios/mL.
Após a inoculação, as plantas foram transferidas para sala
climatizada a 21ºC, com regime de 12 horas de luz/12 horas de
escuro e umidade relativa entre 70 e 95% por 24 horas. Após
este período as plantas foram transferidas de volta para a casa
de vegetação. As plantas usadas no experimento 4 apresentavam alta severidade da doença e não foram inoculadas.
Efeito dos extratos de folhas e do óleo de nim sobre a severidade
da doença
No primeiro experimento o óleo emulsionável de nim (ACENim, contendo 5% de azadiractina) foi pulverizado nas concentrações de 0,25%, 0,5%, 1,0% e 2% em água destilada, sendo o
controle pulverizado apenas com água destilada. Para o segundo experimento foi preparado extrato de folhas de nim utilizando-se folhas verdes, recém coletadas. As folhas foram lavadas
em água corrente e trituradas com água destilada em liqüidificador. Após 24 horas o extrato foi filtrado em dupla camada de
gaze obtendo-se o extrato inicial na concentração de 16%. Foram feitas diluições para obter-se as demais concentrações testadas de 8%, 4% e 2%. A testemunha foi pulverizada com água
destilada. No oitavo dia após a inoculação, quando as plantas
dos experimentos 1 e 2 apresentavam os primeiros sintomas de
oídio foi feita a primeira aplicação dos tratamentos, e quatro dias
após foi feita a segunda pulverização. O delineamento experimental dos dois experimentos foi inteiramente casualizado com 5 tratamentos e 7 repetições, sendo cada repetição representada
por 1 vaso com uma planta.
No terceiro experimento foram comparados os tratamentos mais promissores dos ensaios anteriores, a saber: extrato de folhas de nim nas concentrações de 4% e 8%, óleo
emulsionável à 0,25% e 0,5%, e as testemunhas água destilada e triforine a 3mL/L. Os tratamentos foram pulverizados
uma única vez, no oitavo dia após a inoculação quando as
plantas apresentavam os primeiros sintomas da doença, e a
avaliação foi feita cinco dias após a pulverização. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 6 tratamentos e 5 repetições, sendo cada repetição representada
por 1 vaso com uma planta.
No experimento 4 avaliou-se a eficácia de um extrato de
folhas comercial (Dalquim) nas concentrações de 0,25% e 0,5%
em comparação ao óleo emulsionável (0,25% e 0,5%), água destilada e ao fungicida triforine a 3mL/L. Foram feitas duas pulverizações dos tratamentos em intervalo de 7 dias, sendo feita a
primeira aplicação dos tratamentos quando as plantas apresentavam cerca de 15% de severidade da doença. Foram utilizadas
6 repetições para cada tratamento, sendo cada repetição representada por 1 vaso com uma planta. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado. Em todos os experimentos a
avaliação da doença foi feita através de estimativa visual da
porcentagem de área foliar coberta pelo patógeno em 2 ou 4
folhas da planta.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O óleo emulsionável de nim foi eficiente no controle do
oídio quando comparado à testemunha pulverizada com água
(Figura 1). Todas as concentrações testadas mantiveram a porcentagem de área foliar afetada igual ou abaixo de 1% com duas
263
% Área foliar afetada
30
após a primeira pulverização, ou seja, um dia após a segunda
pulverização, enquanto que na testemunha a severidade foi de
6,2%. A partir do quinto dia, a porcentagem de área foliar afetada aumentou rapidamente nas concentrações de 2%, 4% e 8%
sendo que apenas o extrato a 16% manteve a doença em níveis
baixos até o término do experimento. Entretanto, o extrato aquoso
de folhas a 16% ficou muito espesso dificultando a pulverização e alterando a cor e textura da parte aérea do tomateiro, cujas
folhas ficaram mais grossas, brilhantes e escurecidas pelo depósito do extrato.
Na Figura 3 observa-se que o óleo de nim nas concentrações
de 0,25% e 0,5% diferiu significativamente da testemunha tratada
30
% Área foliar afetada
pulverizações em 7 dias. A testemunha apresentou, ao final do
ensaio, mais de 23% de área foliar doente. No entanto, foram
observados sintomas de fitotoxicidade na concentração de 1%
e principalmente a 2%. A temperatura máxima na casa de vegetação durante a condução do experimento foi de 33ºC e a mínima de 10ºC.
Existem relatos de fitotoxicidade causados por extratos de
nim utilizados em concentrações altas. Essa reação depende da
espécie de planta sobre a qual são aplicados, sua idade e estádio de desenvolvimento. Soluções aquosas de óleo
emulsionável acima de 1% ou 2%, dependendo da espécie vegetal, têm provocado efeito fitotóxico (8). A fitotoxicidade observada neste experimento se manifestou através de folhas mais
enrijecidas e quebradiças e brotações novas com escurecimento
das nervuras.
A severidade média do oídio nas quatro concentrações do
extrato aquoso de folhas de nim (Figura 2) foi de 0,3% aos 5 dias
A
0,25%
0,5%
1,0%
2,0%
20
a
5 d.a.p.
20
10
A
b
b
b
E4
E8
0,25
0,5
F
Tratamentos
3
4
5
6
7
Dias após a primeira pulverização
Figura 3. Efeito de extrato de folhas e óleo emulsionável de nim sobre a
severidade do oídio 5 dias após a pulverização (d.a.p.). A = água; E4 =
extrato de folhas a 4%; E8 = extrato de folhas a 8%; 0,25% = óleo a
0,25%; 0,5% = óleo a 0,5%; F = fungicida triforine a 3 mL/L. As barras
representam as médias ± erro padrão. Médias seguidas pela mesma
letra não diferem entre si pelo teste Tukey a 5%.
Figura 1. Efeito do óleo emulsionável de nim sobre a severidade do
oídio. A = água; 0,25%, 0,5%, 1,0% e 2,0% são as concentrações de
óleo de nim utilizadas. A flecha indica o dia da segunda pulverização
dos tratamentos.
12
A
E2%
E4%
E8%
E16%
8
30
% Área foliar afetada
16
% Área foliar afetada
a
0
10
0
A
E-0,25%
E-0,5%
O-0,25%
O-0,5%
F
20
10
4
0
-1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Dias após a primeira pulverização
0
3
4
5
6
7
Dias após a primeira pulverização
Figura 2. Efeito do extrato de folhas de nim sobre a severidade do
oídio. A = água; E2%, E4%, E8%, E16% são as concentrações do
extrato de folhas utilizadas. A flecha indica o dia da segunda pulverização dos tratamentos.
264
a
Figura 4. Efeito de extrato de folhas comercial e óleo emulsionável de
nim sobre a severidade do oídio quando aplicados com intervalo de 7
dias. A = água; E-0,25% = extrato de folhas a 0,25%; E-0,5% = extrato
de folhas a 0,5%; O-0,25% = óleo a 0,25%; O-0,5% = óleo a 0,5%; F
= fungicida triforine a 3 mL/L. As flechas indicam os dias de pulverização dos tratamentos.
Summa Phytopathologica, Vol.29, Nº 3, 2003
com água, sendo semelhante ao fungicida triforine quando a avaliação foi realizada 5 dias após a pulverização. O óleo emulsionável
na concentração de 0,5% tem sido recomendado para o controle
de diversas pragas agrícolas (9). Por outro lado, o extrato de folhas
nas concentrações testadas foi ineficiente no controle do oídio,
sendo semelhante ao tratamento que recebeu água.
O extrato de folhas comercial nas concentrações de 0,25% e
0,5% foi semelhante à testemunha pulverizada com água (Figura
4), com severidade média de 17,5% nas plantas destes dois tratamentos ao final do experimento. Já o óleo emulsionável, nas concentrações de 0,25% e 0,5%, controlou a doença apresentando
resultado semelhante ao fungicida utilizado. Pasini et al. (10) também controlaram o oídio da rosa (Sphaerotheca pannosa var.
rosae) com extrato de nim a 0,5% em pulverizações semanais a
partir do aparecimento dos primeiros sintomas.
O óleo de nim tem sido testado com sucesso por alguns autores para o controle de fitopatógenos (3), e sua maior eficiência em
relação ao extrato de folhas deve-se provavelmente à presença da
azadiractina nas sementes (8). Diferentemente do encontrado neste trabalho, o extrato aquoso de folhas frescas de nim foi eficiente
para o controle do oídio da ervilha em casa de vegetação (12). Os
autores obtiveram redução na intensidade da doença em comparação com a testemunha e não observaram fitotoxicidade, seja no
uso do extrato de folhas nas concentrações de 10%, 20% e 30%
ou com o Neemadol a 0,25%, 0,5% e 1,0%.
Alguns fatores podem dificultar a comparação de resultados obtidos por diferentes autores, por exemplo, o uso de
folhas frescas ou secas na produção dos extratos, o solvente
utilizado e a concentração dos extratos, além de possíveis
diferenças no conteúdo dos compostos biologicamente ativos encontrados nas folhas, em função da variação genética
entre árvores ou da região geográfica de coleta do material,
fato este já comprovado no caso da azadiractina (8). Um exemplo é o trabalho de Amadioha (1), que estudou o efeito do
óleo extraído das sementes do nim e do extrato de folhas
produzido em etanol, em água fria e água quente sobre a
brusone do arroz. O autor constatou que o extrato de folhas
de nim em etanol foi mais eficiente que o extrato de folhas
produzido em água fria, que por sua vez foi mais eficiente
que o produzido em água quente na inibição do crescimento
radial do patógeno em meio de cultura e no controle da doença
em casa de vegetação. O óleo foi igual ou superior ao extrato de
folhas em etanol, dependendo do parâmetro avaliado.
Os resultados deste trabalho mostraram que os extratos de
folhas de nim, seja aquele produzido com folhas recém coletadas
ou o extrato comercial, não foram eficientes no controle do oídio
do tomateiro, nas condições destes experimentos.
Contudo, observou-se a eficácia do óleo emulsionável de
nim no controle do oídio, o que é bastante interessante considerando-se a possibilidade de uso de um produto de baixa
toxicidade e não agressivo ao meio ambiente.
AGRADECIMENTOS
A autora agradece à pesquisadora Sueli S. Martinez pelo
fornecimento dos produtos do nim, ao biólogo Rogério A.
Depieri pela produção do extrato e aos funcionários Euclides
Romano, Jurandir Bussolo e Cícera Martimiano pelo auxílio na
condução dos experimentos.
Summa Phytopathologica, Vol.29, Nº 3, 2003
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