2. Grupo de Especialização em Arquitetura de Sistemas

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GRUPOS DE ESPECIALIZAÇÃO
Grupo
Arquitetura de Sistema




Ferramentas de

Desenvolvimento




Internet/Intranet





Workflow





Metodologia de

Desenvolvimento


Segurança em Informática 


Interface com o Usuário

BRS



Integrantes
Olival Gomes Barboza Júnior
Ricardo da Silva Lima
Fernando Antonio Teixeira
Marcus Vinícius Chevitarese Alves
Fabiano Schwartz;
Fernando Antonio Teixeira
Liliana de Moura Brito
Marcelo Cássio Melhorança
Robson Barros
Fabiano Peruzzo Schwartz
Homero de Oliveira Martins
Luciano Luis Dias
Moacir Franco Rogério
Ricardo Oliveira Santos
Carlos William Peixoto
Christiano Vitor de Campos Lacorte
Fernando Luis Brito da Silva
Luciano Alberto Rocho
Sérgio Dagnino Falcão
Olival
Marcus
Lage
Itabajara
Tiago
William
Cássio
Roseline
PROJETOS INTERNOS PARA O ANO 2000
Projeto
Aquisição de Case para a COENS
Revisar o Ambiente de Desenvolvimento da Coens
Elaborar Política de Segurança em Informática para a Câmara
Automatizar a instalação de Produtos de Informática
Estabelecer Critérios para Utilização de Thin-Client (cliente Web)
Padronizar Relatórios (ferramentas de design)
Disponibilizar Manual de Usuário na Intranet
Implantar o Laboratório da COENS
Desenvolver Base de conhecimento
Padrões para Uso de Recursos Especiais (Leitora Óptica, Código de Barra, etc.)
Desenvolver Sistema de Informações para Acompanhamento de Projetos da COENS
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PROPOSTAS DE TRABALHO
1. GRUPO DE ESPECIALIZAÇÃO EM INTERNET/INTRANET (ESPECIALISTAS
EM TECNOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES WEB)
INTRODUÇÃO
A difusão crescente dos conceitos e da utilização da Internet e do seu modelo
corporativo – Intranet – aliada à necessidade iminente da disponibilidade de
informações nestes meios, fomenta a tendência de migração/criação de sistemas para
estes ambientes. A WEB está rapidamente deixando de ser um mero repositório de
informações estáticas para começar a interagir com bancos de dados e aplicações
corporativas,
abrindo
novas
oportunidades
para
suportar
os
negócios
das
organizações.
Por se tratar de um recurso relativamente novo e ainda pouco explorado, faz-se
necessário o estudo de tecnologias que propiciem a construção de sistemas seguros e
confiáveis dentro dos padrões vigentes da engenharia de sistemas atual (Orientação a
Objetos, UML, Arquitetura em Camadas, entre outros).
OBJETIVOS
Pesquisar e implementar tecnologias para o desenvolvimento de aplicações
WEB, com acesso a múltiplos bancos de dados e arquitetura em camadas
independentes (Interface, Negócios e Dados).
Estudar conceitos da Orientação a Objetos e sua aplicação na construção de
componentes, obedecendo os padrões de mercado (COM, DCOM, CORBA, ...)
visando maior produtividade e facilidade de manutenção através do reuso e
modularização.
Avaliar ferramentas, linguagens e tecnologias existentes, tais como Java, Java
Script, ActiveX, ASP, CGI, HTML, DHTML, XML, VB Script e outros.
Concentrar esforços no estudo do desenvolvimento de aplicações em Java e
ASP.
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VANTAGENS E BENEFÍCIOS
O desenvolvimento de sistemas baseados em arquitetura WEB oferece vários
benefícios, entre os quais podemos destacar:

não é necessário instalação e customização das máquinas clientes;

as atualizações de versões dos sistemas ocorre somente no servidor, o que,
praticamente, elimina o custo de distribuição de software;

como existem Browsers para a maioria das plataformas de mercado, podemos
dizer que o acesso às aplicações é universal, não importando o ambiente do
cliente;

um sistema desenvolvido para acesso na Intranet da Câmara (interno) pode ser
migrado para a Internet (pública) de forma semi-automática;

a interface gráfica da WEB é amigável e intuitiva, principal razão da
popularização da Internet nos últimos anos;

a arquitetura de sistemas WEB é baseada em modelos e padrões abertos
(HTML, HTTP, TCP/IP, etc), o que não deixa o desenvolvedor dependente de
nenhum fornecedor e propicia um vasto campo de escolha para ferramentas e
linguagens.
A razão da escolha da linguagem Java como um dos focos do estudo não vem do
acaso. Entre as características técnicas desta linguagem, ressalta-se:

Orientada a Objeto - implementa os principais conceitos que o paradigma OO
propõe: encapsulamento, herança e polimorfismo;

portável - Java executa em múltiplas plataformas (Wintel, Unix, etc);

simples – Vários recursos complexos disponíveis em outras linguagens e pouco
utilizados não estão presentes, como manuseio de ponteiros e herança múltipla;

pode ser utilizada tanto na camada cliente (através da construção de applets)
como na camada das regras de negócio (onde pode ser compilada para a
linguagem de máquina nativa do servidor, abdicando-se da portabilidade mas
ganhando-se em desempenho).
Outros dois assuntos a serem priorizados nos estudos são as tecnologias ASP
(Active Server Pages) e ADO (Active Data Objects), que correspondem à solução
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apresentada pela Microsoft para disponibilizar informações de forma prática e fácil na
Web. Por meio delas é possível o acesso a praticamente qualquer banco de dados e
pode-se construir páginas de consulta dinâmicas e/ou transacionais.
AMBIENTE E FERRAMENTAS
Para a realização deste estudo faz-se necessária a criação de um ambiente de
testes, envolvendo hardware e software.
Software sugeridos:

MS-Internet Information Server 4.0 (Servidor Web);

MS-Visual Interdev (para criação de páginas ASP);

JBuilder, Visual Café, Visual J++ ou outro ambiente de desenvolvimento Java;

algum
Object
Request
Broker
como
o
VisiBroker
da
Inprise
para
desenvolvimentos de objetos distribuídos utilizando CORBA.
Hardware sugerido:

Rede local workgroup constituída de dois ou mais computadores com senha de
administrador para os integrantes do grupo de estudos.
A disponibilização de bibliografia acerca dos assuntos propostos será de grande
importância para a evolução dos estudos.
ESTUDO DE CASO:
Criação de aplicação composta por formulários eletrônicos para marcação de
consultas no DEMED, disponibilização de informações do Sistemas de Contratos na
WEB ou outro sistema considerado apropriado.
PROPOSTA DE HORÁRIO DE ESTUDO:
O grupo pretende dedicar seis horas semanais aos estudos dos assuntos
propostos, sem prejuízo do andamento dos projetos em execução.
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2. GRUPO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ARQUITETURA DE SISTEMAS
Motivação:

Diversos Sistemas desenvolvidos pela COENS contam com classes idênticas
(como Deputado, etc.) , as quais são refletidas sob a forma de tabelas
redundantes nos bancos de dados do CENIN, com os conseqüentes problemas
de redundância, consistência e etc.

Não existe separação entre classes de Interface, de Processo (ou Controle), de
Negócio, de Persistência e de Sistema, implicando em implementação
redundante de diversas classes ou implementação diferenciada da mesma
classe de Negócio, por exemplo.

O porte e a complexidade das aplicações desenvolvidas pela COENS está
atingindo um nível tal que exige um tratamento dedicado de serialização e
balanceamento de carga.

O escalonamento das aplicações está limitado, no CENIN, atualmente, muito
mais pelo software do que pelo porte do hardware.
Visão e Objetivos:
Classes de Interface com o Usuário
Classes de
Controle/Processo
Classes de
Sistema
Operacional
Classes do Domínio do Negócio
Classes de Persistência
|Armazenamento Permanente
Figura 1 – Modelo de Classes em Camadas
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Na figura 1 temos um modelo de distribuição de classes em camadas. Vamos
descrever, de forma simplificada, o significado de cada camada.

Classes de Interface com o Usuário: encapsula as telas e relatórios que são
responsáveis pela interface com o usuário do sistema.

Classes de Domínio do Negócio: implementam os tipos do domínio do negócio
que fazem parte da aplicação.

Classes de Controle/Processo: implementam lógica complexa de negócio
pertinente a diversas classes.

Classes de Persistências: encapsulam acesso ao sistema de armazenamento
persistente (RDBMS, flat file, ODBMS, etc.).

Classes de Sistema Operacional: encapsulam características do sistema
operacional, tais como a abordagem à comunicação inter-processos (IPC), etc.
Os objetivos do grupo de Arquitetura Cliente/Servidor seriam concentrados, em um
primeiro momento, nas classes de persistência, a fim de desenvolver uma camada de
acesso comum ao Banco de Dados, utilizando tecnologias do tipo middleware
database-hiding, TP-Monitor e Object Request Broker.
Posteriormente, com a ajuda da SEADD, o grupo focaria as classes de Negócio
Corporativas, extendendo a implementação da camada de persistência (ou
implementado uma camada completamente distinta) para abranger determinados
aspectos dos Objetos de Negócio, permitindo aos desenvolvedores trabalhar com uma
interface comum para classes utilizadas amplamente na Câmara (como Deputados,
por exemplo, que hoje é replicada de forma distinta em diversas bases de dados e
possui vários métodos implementados de maneira redundante).
Assim, a visão que o grupo tem da Arquitetura Cliente/Servidor, na Câmara, daqui
a 6 a 12 meses, seria algo próximo da figura 1.
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3. GRUPO DE ESPECIALIZAÇÃO DE WORKFLOW
Abrangência
Estudar os assuntos técnicos, ferramentas e propor soluções para a automação
legislativa que envolvam GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, workflow,
groupware, XML, digitalização de imagens de documentos, COLD - Computer Output
to Laser Disk e Gestão do Conhecimento.
Motivação e propósitos
O processo legislativo é baseado no fluxo de informações e documentos, hoje
predominantemente na forma de papel. Para se informatizar o processo legislativo
através da automação de tarefas, compartilhamento de informações, geração de
documentos de autoria coletiva, trabalho colaborativo e rastreamento de documentos
é necessário que os documentos passem a existir em meio digital, seja na forma de
texto ou imagem, levando-se em conta a utilização prevista e os recursos disponíveis.
Para que estes documentos sejam criados, editados e disponibilizados (quando
for o caso) em formato digital e para se facilitar a circulação destes documentos, são
necessárias ferramentas de GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos,
workflow e groupware.
O padrão XML (Extensible Markup Language) pode ser utilizado para facilitar o
intercâmbio de informações entre aplicações internas à Câmara dos Deputados e
com aplicações externas à Casa.
O COLD - Computer Output to Laser Disk se propõe a resolver a questão de
arquivamento de documentos, cuja tramitação foi encerrada, em formato digital,
ganhando-se facilidade de pesquisa, recuperação e espaço de armazenamento.
Cada vez mais o conhecimento é reconhecido como o ativo mais importante
das organizações, o que faz com que elas procurem implantar uma política de Gestão
do Conhecimento. Este grupo de especialização se propõe a discutir os aspectos
conceituais relativos à Gestão do Conhecimento, quais os benefícios que a Câmara
dos Deputados pode esperar dela, como implementar uma política efetiva para se
chegar a estes benefícios e os aspectos tecnológicos envolvidos na implantação de
sistemas de gerenciamento de conhecimentos.
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