instituto federal de são paulo

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INSTITUTO FEDERAL DE SÃO PAULO
CAMPUS PRESIDENTE EPITÁCIO
CURSO TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES
ARQUITETURA GREGA
Autores
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Almir Corrêa de Souza
Sidney A. Bernardo de Oliveira
Evandro Cecato
Alexsandro Santos do Nascimento
Solange Aparecida da Silva
Marcelo A. Gouveia da Silva
Professora: Verônica
Objetivos
• Apresentar as principais realizações do povo
grego na arquitetura.
• Entender a relação entre a arquitetura e
religião grega.
• Conhecer alguns templos gregos.
• Saber reconhecer as ordens arquitetônicas.
• Conhecer a Acrópole de Atenas.
Localização
História da Grécia
• Divide-se em:
• Período Homérico (1200 a 800 a. C)
• Período Arcaico ( 800 a 500 a. C)
• Período Clássico ( 500 a 336 a. C)
• Período Helênico ( 336 a 146 a. C)
• A civilização grega, influenciada pelas culturas
fenícia e mesopotâmica, inaugurou o
pensamento ocidental. A maneira de pensar, o
raciocínio, a lógica e as diferentes formas de
governo são algumas das influências que
permanecem até hoje.
• A Grécia é o berço da Democracia.
Arquitetura Grega
• Os templos gregos foram a
expressão e a principal
manifestação da arquitetura
Grega e na Coluna sua
peculiaridade. A coluna
marca a proporção e o estilo
dos templos, provas de
poder político e religioso,
construídos nos níveis mais
altos e visíveis das cidades
Arquitetura x Religião
• Para os gregos, os deuses do Olimpo era
a personificação da natureza, dotados de
poderes,
eram
também
seres
anatomicamente perfeitos, ainda que
possuidores
de
várias
fraquezas
humanas. Para eles, fizeram estátuas e
construíram santuários para a sua
moradia: o templo.
• A sua construção variava de acordo com
as preferências locais. No exterior ficava
o altar, destinado a sacrifícios de animais.
Os templos
• No início, o templo era constituído por uma única
sala ou cabana e as paredes eram de tijolos secos ao
sol, lintéis de madeira (vigas horizontais) e os vãos
não podiam ser grandes.
O templo: formas e elementos
• A matemática tem forte influência nas artes gregas,
para eles os números eram uma expressão da
linguagem fundamental que ligava os homens e os
deuses.
• Consideravam que quando os rácios e as proporções
eram devidamente aplicadas, poderia se chegar a
beleza, a perfeição, e a simetria como equilíbrio
perfeito entre as partes.
Planta
• Embora a planta baixa do templo tivesse evoluído,
as suas formas e os seus elementos pouco ou nada
se alteraram. Podemos dividir as plantas dos
templos gregos em dois grupos:
• a) dependências – pronaos, cela, opistódomo,
ádito e pteroma.
• b) elementos associativos - eutintério, crepidoma,
rampa, estilóbato, plataforma, peristilo, pórticos
internos e vãos de circulação.
• Crepidoma (plataforma),
geralmente com três
degraus ou mais:
estilóbato e estereóbato
• Peristilo
(fileira
de
colunas coberta)
• Pronave (pórtico)
ou pronaos
• Opistódomo
• Antas
• Nave (ou naos)
Elevação
• um templo grego era quase
invariavelmente em termos
de elevação a um pórtico
sobre colunas. Dividido
esquematicamente
em:
Crepidoma,
coluna,
entablamento, frontão.
Características
• simetria
• equilíbrio
• proporção
• linhas retas
Ferramentas utilizadas na construção
dos templos
• Compasso
• Compasso de espessura
Régua
Esquadro
Unidade de Medidas
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4 dedos = 1 palmo
4 palmos= 1 pé
1 braça=4 antebraços=6 pés
Régua: 327mm=1 pé
As Ordens Arquitetônicas
• No caminho do intelectualismo, os gregos concebem
a arquitetura, tal como outras artes, sob a forma de
ciência. Assim, também a arquitetura, possui regras
objetivas, e à estas regras, convencionou-se chamar
de ordens: ordem dórica, ordem jônica e ordem
coríntia. As ordens não eram vínculos mecânicos que
reduziam a espontaneidade do artista, eram regras
ideais que podiam traduzir-se concretamente nos
modos mais diversos na busca do artista pela
perfeição e do belo.
• As ordens eram sistemas estruturais para organizar as partes
componentes do edifício grego. Desempenharam um papel
fundamental na procura da perfeição da proporção.
• A coluna, o fuste o capitel e o entablamento eram medidos e
ornamentados de acordo com um dos três modos.
Ordem Dórica
• A ordem dórica desenvolveu-se
nos territórios ocupados pelos
Dórios, uma das duas principais
divisões da raça grega.
• Tornou-se o estilo preferido do
continente grego e das colônias
ocidentais (sul de Itália e Sicília),
a chamada Magna Grécia.
• O Dórico atingiu o apogeu em
meados do século V a.C., e foi
uma das ordens aceitas pelos
Romanos.
As suas características são a masculinidade, a força e a
solidez.
Exemplos de templos dóricos
Templo de Zeus, Olímpia –
470 a. C
Templo de Apolo, Bassai –
430 a. C
Templo de Posidon, Súnio –
435 a. C
Templo de Eféstion, Atenas – 450 a. C
Templo de Hera-Lacinia, Agrimento – 455 a. C
Ordem Jônica
• Ao que tudo indica, a ordem jônica desenvolveu-se ao mesmo
tempo que a dórica, embora só se tenha vulgarizado e
alcançado a sua forma final em meados do século V a.C. O
estilo prevaleceu nos territórios jônicos - a costa da Ásia
Menor e as ilhas do Mar Egeu. A forma da ordem era muito
menos definida do que a dórica e durante muitas décadas
subsistiram variantes locais. Mesmo quando se tornou mais
coerente, havia alternativas aceitas.
• Inicialmente, as ordens dórica e jônica confinaram-se às suas
regiões de origem, mas pouco a pouco os dois estilos
misturaram-se em alguns edifícios gregos.
As características principais da ordem jônica eram
a feminilidade, a elegância e a beleza, devido ao fato de ela se
inspirar nas proporções do corpo feminino.
Ordem Coríntia
• A terceira das ordens
gregas foi também a
última a surgir. A ordem
coríntia não era um
sistema estrutural, como
as ordens dórica e jônica.
Era pura e simplesmente
decorativo e distinguia-se
quase só pelo seu
requintado capitel com
motivos florais.
Base, coluna e entablamento semelhantes aos da ordem jônica. Capitel
decorado com folhas de acanto.
O nome foi dado em honra à cidade de Corinto, onde supostamente o
escultor Calímaco teria inventado esta ordem no final do século V a.C.
A Acrópole de Atenas
Devido ao constante estado de guerra
na Grécia antiga, quase todas as
cidades se dividiam em uma parte
baixa e uma acrópole, palavra que
literalmente significa uma "cidadela
(isto é, cidade fortificada) no alto", mas
que passou a se aplicar a qualquer
área mais defensável, fosse uma parte
densamente habitada ou uma mera
fortaleza que podia se transformar no
último refúgio durante um cerco.
Depois de ser incendiada pelos Persas, Péricles, o mais
importante governante ateniense, construiu um lugar que se
tornou símbolo dessa civilização amante das artes, da
filosofia e da religião. Foram os arquitetos Ictino, Calícrates e
Mnésicles e o escultor Fídeas que deram vida a seu sonho.
A Acrópole era o centro espiritual de Atenas e seus lugares
sagrados testemunhavam a função divina de salvaguarda do
Estado.
Partenon
Situado na Acrópole (“cidade alta”), em Atenas, era
dedicado à deusa Partenos Atenas, protetora da
cidade, pode ser praticamente vista de qualquer
ângulo da cidade.
Nas suas 46 colunas foram empregados 22 mil
toneladas de mármore, 1.130 quilos de ouro,
incrustada de marfim.
Erectéion
Foi erguido entre 421 e 425 a.C. pelo
Arquiteto
Filocletes,
vencendo
as
irregularidades do terreno. Foi construído
depois da morte de Péricles. Ordem
jônica. Por ser muito flexível, tinha, planta
retangular, vários compartimentos com
estrutura de 3 pórticos:
- Pórtico de acesso à cela de Posidon
Erecteu.
- Pórtico de 6 colunas jónicas que forma
um pronaos para a cela dedicada a Atenas
Polias.
- Voltado para o Parténon, o pórtico das
caratides com 6 figuras femininas
substituindo as colunas.
Referências:
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DISCOVERY. Disponível em: http://discoverybrasil.uol.com.br/guia_grecia/index.shtml >. Acesso
em:26/08/2012.
FERNANDES, Roberto et al. História do mundo. Editora e Gráfica Visor do Brasil Ltda. 2000.
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em:26/08/2012.
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Acesso em:26/08/2012.
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KLICK EDITORA. Maravilhas do Mundo. São Paulo: klick Editora, 2001.
WIKIPEDIA. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia> Acesso em 26/08/2012.
TEMPLOS GREGOS . Disponível em: <http://www.slideshare.net/crie_historia/templos-gregos>
Acesso em 26/08/2012.
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