TUTOR FILOSOFIA - Università degli Studi di Perugia

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SOCIETÀ FILOSOFICA ITALIANA — Sezione di Perugia
SFIPERUGIA NEWSLETTER
Foglio di collegamento per gli appassionati di filosofia, a cura del Direttivo
(se desiderate riceverlo per mail, richiedetelo all’indirizzo qui sopra)
Numero venti
Aprile 2005
[email protected] — www.unipg.it/difilile/sfiperugia.htm
SOMMARIO
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Si stanno chiudendo le iscrizioni per il 2005
Giornata mondiale del libro
Il caffè filosofico in aprile e maggio
Il convegno FILOSOFARE
XIII Olimpiade della filosofia
Apertura delle Graduatorie permanenti
Novità in libreria.
1. Si stanno chiudendo le iscrizioni per il 2005
Probabilmente non pochi nostri soci virtuali stanno pensando che per iscriversi c’è
sempre tempo, ma non è esattamente così. Ci sono dei limiti, c’è qualche regola da
rispettare. Pertanto…
Ricordiamo che quota di iscrizione alla SFI, sezione Perugia, comporta
l’abbonamento al Bollettino della SFI (che esce ogni quattro mesi) ed è rimasta
invariata anche per il 2005. Si tratta di 25 € da versare:
— alla posta sul conto corrente postale è 37163821, intestato a Piergiorgio Sensi,
e nella causale va indicato Iscrizione SFI anno 2005;
— oppure in banca sul conto N. 37163821 (CIN= W, ABI= 07601, CAB=
03000);
— oppure brevi manu prendendo contatto con la nostra segreteria attraverso
[email protected] oppure [email protected]
Ricordiamo inoltre che è stata istituita la possibilità di ADERIRE alla SFI perugina, e
così pure ad AMICA SOFIA, versando (con le stesse modalità) una quota ridotta
pari ad € 10. Questa forma di adesione ha un valore prettamente locale e non
comporta l’abbonamento alla rivista della SFI.
2. Giornata mondiale del libro
Come è noto, l'UNESCO ha lanciato la Giornata Mondiale del Libro. La SFI di Perugia
partecipa alle celebrazioni con una iniziativa congiunta dell'«Istituto Giancarlo Conestabile
della Staffa e Luigi Piastrelli» di Perugia e della SFI perugina, iniziativa che ha luogo con il
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patrocinio della Commissione Nazionale Italiana UNESCO. Il 21 aprile alle ore 18,
nell'Oratorio dell'Annunziata di Perugia (Piazza Mariotti 1), il Dott. Gabriele De Veris,
Direttore della Biblioteca Giuseppe Toniolo di Perugia (è la biblioteca del "Conestabile")
illustrerà il tema: WALTER ONG. LA PRESENZA DELLA PAROLA AL TEMPO DI INTERNET.
Con l'occasione verrà inaugurato il prezioso Fondo Walter Ong della Biblioteca Toniolo.
I soci SFI sono cordialmente invitati a partecipare.
3. Il caffè filosofico in aprile e maggio
Per ragioni che non conosciamo, WPerugia di aprile è priva della pagina dedicata
a convegni e conferenze, e quindi non dà notizia dei nostri caffè.
Il 6 aprile era previsto un intervento del Prof. Antonio Livi, preside della Facoltà di
Filosofia dell’Università Lateranense a Roma. Mons. Livi si è trovato nella condizione
di non poter onorare il suo impegno a causa della mobilitazione generale connessa
con la morte del Papa, e così ha provveduto il nostro prof. Aurelio Rizzacasa a
introdurre un tema alternativo: “Fare filosofia… ma fuori dall’Università”.
Il prossimo appuntamento è per il prossimo 20 aprile (sempre alle 18 al Bar
Pasticceria Accademia di via dei Priori) e a introdurre la conversazione provvederà il
prof. Domenico A. Conci, filosofo di spicco dell’Università di Arezzo. Il tema
dell’incontro sarà: “l’ovvio”. Viene subito in mente la domanda: perché l’ovvio è
ovvio?
Seguirà, il 4 maggio, un intervento del Prof. Ambrogio Santambrogio, sociologo
della Facoltà di Scienze Politiche che suole avere un orecchio molto attento al
versante filosofico dei temi che di volta in volta studia. Egli introdurrà il tema
“Eguaglianza e diversità”.
4. Il convegno FILOSOFARE
A Villa Montesca di Città di Castello si sono appena svolte le “giornate di
studio” sul tema FILOSOFARE CON I BAMBINI E I RAGAZZI, promosse dalla
sezione perugina SFI in collaborazione con molti altri enti.
Possiamo riprodurre qui di seguito una cronaca assai significativa, scritta però
in portoghese. La cronaca è dovuta a uno dei partecipanti più autorevoli, il
Prof. Walter O. Kohan, che ci ha cortesemente autorizzato a distribuire il suo
scritto. Il testo è in portoghese-brasiliano. Chi desidera leggerlo in italiano
sappia che una traduzione figurerà quanto prima nella Newsletter di AMICA
SOFIA.
Uma oportunidade ao pensamento
A propósito de alguns dias de estudo sobre o ensino de filosofia em Vila Montesca, Itália
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Walter Omar Kohan
Universidade do Estado do Rio de Janeiro – CNPq
Realizaram-se, de 31 de março a 3 de abril de 2005, no “Centro de Estudos e Formação
Villa Montesca”, Città di Castello, Umbria, umas Jornadas de Estudo chamadas Filosofar
com crianças e jovens. A organização do evento coube à seção Perugia da Sociedade
Italiana de Filosofia e à Faculdade de Ciências de Formação da Universidade de Perugia.
Diversas instituições apoiaram a organização do evento, presidida pelo prof. Livio Rosetti,
de excelente trabalho, à frente de uma equipe de incansáveis colaboradores (a
programação completa está em www.filosofare.info).
É difícil pensar num contexto e cenário mais adequados para o evento: uma vila
tranqüila e inspiradora com ótimas condições de infraestrutura para o trabalho de diálogo
e reflexão da centena de participantes que assistiram regularmente aos quatro dias do
evento. Basta lembrar que, neste mesmo cenário, Maria Montessori ofereceu seu primeiro
curso de “Pedagogia Científica” em 1909. Como bem destacou o professor Raniero
Regni, da Universidade Livre Maria SS (LUMSA) de Roma, na mesa de abertura das
jornadas, nada podia ser mais inspirador para filósofos-educadores preocupados também
com a infância.
Interessa-me destacar alguns aspectos das Jornadas, a começar pela diversidade
das posições filosóficas e pedagógicas afirmadas durante o mesmo. Os trabalhos,
concentrados em torno da temática do ensino de filosofia, compreenderam diversas
mesas, comunicações e relatos de experiências, desde o nível infantil até o superior de
escolarização, em instituições não especificamente educativas e inclusive algumas
realizadas fora de todo marco institucional. Os congressistas eram basicamente
professores de escolas, estudantes e professores universitários, e funcionários do
Ministério Italiano da Instrução, da Universidade e da Pesquisa (MIUR).
Num país com a tradição e a vitalidade filosóficas da Itália, as intervenções tiveram,
de modo geral, um alto nível de reflexão e problematização da própria prática. No âmbito
da filosofia para crianças, um dos eixos centrais do evento, as comunicações foram
realizadas tanto por prestigiosos pedagogos e filósofos da educação italianos quanto
pelos principais representantes do movimento que trabalha, há mais de quinze anos, para
levar a filosofia à formação dos mais pequenos.
Vale a pena destacar que, a diferença de Brasil e outros países, a filosofia tem uma
presença bastante forte, em particular na escola média italiana, onde é obrigatória nos
últimos três anos – basicamente como uma formação clássica na história da filosofia – e
com alguns projetos atuais de inserção nos dois primeiros anos de mesmo (o ensino
médio tem uma duração de cinco anos na Itália), em particular um deles do próprio
ministério italiano já citado, com um amplo programa de formação de professores,
produção de materiais e acompanhamento e avaliação do trabalho em diversas escolas
de todo o país.
Na Itália, as experiências na escola fundamental se iniciaram no início dos anos 90
com a tradução e implementação do programa filosofia para crianças de Matthew Lipman.
Os principais impulsores da proposta, Antonio Cosentino e Marina Santi, ambos presentes
em Montesca, preferiram manter o nome em inglês, philosophy for children, o que da uma
sensação um pouco estranha cada vez que pronunciada naturalmente na bela língua
italiana e também uma sensação bastante clara de que o que se faz em seu nome é uma
filosofia bastante particular e específica, com “selo próprio”. Atualmente o Centro de
Pesquisa para o ensino filosófico (CIRF, Cetraro) acompanha a implementação do
programa em instituições de todo o país com um trabalho de forma bastante clássica com
os materiais de Lipman e Sharp. No marco das Jornadas, crianças de uma escola
fundamental da região, I circolo didáttico di Foligno, fizeram uma mostra deste trabalho
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numa sessão com base um episódio da novela Pimpa. As crianças discutiram questões
ligadas à relação entre percepção, pensamento e realidade, perguntando-se, por
exemplo, se as coisas que não percebemos podem ser igualmente reais como as que
percebemos. Outros expositores importantes que trabalham com este programa na Itália,
como Francesca Pulvirenti da Universidade de Catania e Maria Lupia da Universidade de
Calábria, também apresentaram consistentes intervenções.
Diversos participantes ofereceram outras opções teóricas e metodológicas para se
pensar e praticar a filosofia com crianças. Por exemplo, Alfonso Iacono, professor da
Universidade de Pisa, apresentou vivamente, numa comunicação intitulada “aprender a
aprender”, uma experiência não institucionalizada com crianças de diversas idades a
partir de textos poéticos. Por sua vez, Giuseppe Ferraro, professor da Universidade de
Napoli, apresentou uma das comunicações mais comoventes e estimulantes a propósito
de seu trabalho num cárcere e com crianças da periferia de Napoli. A pergunta central
que colocou Ferraro é “por que de fato levamos a filosofia às crianças (ou aos outros, aos
extremos, aos confins)?”. No cárcere, a filosofia pode ser “uma arte da fuga” que ajuda a
pensar, por exemplo, que “eu que estou aqui não sou eu”. Com crianças excluídas pode
ajudar a encontrar os novos legados que sustentem uma vida sem muito sustento
material. De um modo mais geral, segundo Ferraro expus bela e enfaticamente, a filosofia
deconstrói o lugar disciplinar da escola e tem como função “suster a vida que se é e
restituir a vida que não se é”.
Em outras sessões, diversos modos e sentidos foram afirmados para a filosofia e
seu ensino. De modo geral, uma certa tensão entre dois modos opostos –
complementares ou mutuamente excludentes? - parece ter perpassado as jornadas: de
um lado, a filosofia é apresentada no centro da instituição escolar como habilidade e
competência de um pensamento que afirma a lógica da razoabilidade, a responsabilidade,
enfim, uma certa legalidade cidadã e democrática, uma inserção mais ou menos tranqüila
do filosofar na ordem instituída; de outro lado, a filosofia é situada nas margens da
instituição, nos extremos, como indisciplina de um pensar que afirma a desconstrução e a
ilegalidade da ordem dominante, seu caráter ilógico e a necessidade de uma urgente
mudança.
Nas Jornadas houve também espaço para um bom número de propostas de trabalho
com adolescentes e jovens bem como para reflexões sobre questões metodológicas e
conceituais sobre o ensino de filosofia com essas faixas etárias. Mario de Pasquale, do
Centro Regional para a formação de professores de ensino médio (SSIS) de Puglia,
destacou as dimensões estética e cognitiva de filosofar com jovens. Andrea Porcarelli, da
Universidade de Bérgamo, apresentou um projeto de trabalho vigente entre jovens de um
liceu de Bologna e outros de um liceu em Palermo, Sicília que compartem uma
comunicação virtual através de um blog. Muitos trabalhos se concentraram na utilização
de diversos recursos informáticos. Dentre os programas que merecem especial atenção
destacam-se os elaborados no laboratório de informática da Universidade de Perugia:
“Um Kant interativo”, “Spinoza em hypertexto”, “O tutor de filosofia” e “Um Eutifron
interativo”. Este último programa permite uma série de movimentos interativos e
dialógicos a partir da reconstrução conceitual da conversação entre Eutífron e Sócrates
no diálogo platônico em torno da piedade.
Dentre os participantes também merecem destaque alguns dos mais destacados
professores atuais de filosofia da educação na Itália, Franco Cambi da Universidade de
Florença e Carlo Nanni da Pontifícia Universidade Salesiana de Roma. Este último teve,
durante todo o evento, uma missão singular: a do escuta; assim, foi registrando os pontos
mais interessantes e polêmicos do evento e apresentou uma criteriosa e profunda
reflexão de conjunto na mesa de encerramento.
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As Jornadas contaram com um esplêndido concerto musical de Maria Cecilia Berioli,
que interpretou, como se seu violoncelo fosse uma orquestra, composições extremamente
difíceis de J. S. Bach.
Para concluir, apresento o que constituem, na minha modesta opinião, desafios
atuais da prática filosófica com crianças e jovens. Embora eles estejam pensados
especificamente para o contexto italiano em função deste evento, não será difícil adequar
estes desafios a todos aqueles lugares onde essa prática tem já alguns anos de vida e
uma rica realidade:
a)
Superar a dependência a modelos rígidos e pré-determinados de
entender as relações entre filosofia, educação e infância: não confundir
um modo de fazer filosofia com crianças com o modo de fazê-la;
b)
Consolidar e fortalecer a diversidade de filosofias presentes na escola
bem como as condições para que estas filosofias possam potencializar
sua presença institucionalizada;
c)
Dispor de um espaço e de estratégias para que todos os docentes
interessados, com ou sem formação acadêmica em filosofia, disponham
de um contato mais amplo, intenso e persistente com a atividade
filosófica;
d)
Acentuar a dimensão de experiência da filosofia que, como enfatizou a
inspetora nacional de filosofia, Anna Sgherri, foi praticamente um lugar
comum entre os participantes das jornadas; talvez a categoria de
experiência permita superar as clássicas dicotomias entre
história/problemas; filosofia/filosofar, que ora privilegiam a forma ora o
conteúdo;
e)
Potencializar a presença não institucionalizada da filosofia ou sua prática
em instituições aparentemente esquivas ou pouco relevantes para o
pensar filosófico; em particular ampliar a função social da filosofia pondoa em contato com as mais diversas formas de confinamento e exclusão.
Esperamos que a nova edição das Jornadas, solicitada e prometida para 2007 seja
palco de nova energia intelectual para pensar estas e outras questões que interessam aos
que compartimos o interesse e o desejo de ver relações cada vez mais fecundas entre
educação e filosofia.
Rio de Janeiro, abril de 2005
5. XIII Olimpiade della filosofia
Il 21 marzo si sono svolte a Perugia le prove per partecipare alle selezioni
nazionali di Cosenza delle Olimpiadi della filosofia. Il tema di quest’anno è “L’arte
nelle filosofie”. Alla selezione hanno partecipato tre studenti del Liceo Scientifico
“Alessi” di Perugia e tre del Liceo Scientifico “Salvatorelli” di Marsciano. Questa la
graduatoria della fase regionale:
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1°
Cardoni Giorgia
2°
Cerati Maria Letizia
3°
Antonini Giulia
4°
Mariani Giacomo
5°
Mariotti Giulio
6°
Bolloni Corinna
6
Per indisponibilità della prima classificata, ha partecipato alla fase nazionale (10-12
aprile) Cerati Maria Letizia.
Questa la graduatoria finale della fase nazionale:
1°
Jutta Obertegger
Liceo Scientifico "Fallmerayer" - Bressanone
TRENTINO
100
2°
Di Nanni Roberta
Liceo Classico "Flacco" - Bari
PUGLIA
98
3°
Claudia Del Prete
CAMPANIA
94
4°
Dario Diofebi
Liceo Classico "Giulio Cesare" - Roma
LAZIO
92
5°
Isotta Mac Fadden
Liceo Classico "Gioacchino da Fiore"-Rende (CS)
CALABRIA
90
Liceo Scientifico "Fermi" - Aversa
La fase finale si terrà a Varsavia, dal 19 al 23 maggio.
6. Apertura delle Graduatorie permanenti.
Nei giorni scorsi è uscito il Decreto ministeriale con cui si apre l’accesso alle
graduatorie permanenti per l’insegnamento. Tutta la documentazione si può
reperire all’indirizzo
http://www.istruzione.it/reclutamento/reclutamento_princ_05.shtml
La scadenza è prevista per il 2 maggio 2005.
7. Novità in libreria
Tra le pubblicazioni di interesse filosofico uscite nel mese di aprile,
segnaliamo:
Democrazia, potere, narcisismo, Scardovelli Mauro, Liberodiscrivere, 15,00 Euro
La procreazione medicalmente assistita: attualità bioetica e attualità giuridica, Giannini 10,00 Euro
Le astuzie dell'intelligenza nell'antica Grecia, Detienne Marcel-Vernant Jean-Pierre, Laterza 16,00 Euro
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7
Il secolo geometrico. La questione del metodo matematico in filosofia da Spinoza a Kant, Basso Paola, Le Lettere, 26,00
Euro
L' occhio della compassione. Immaginazione narrativa e democrazia globalizzata in Martha Nussbaum , Abbate Fabrizia,
Studium, 22,00 Euro
L' uso della storia in Foucault. L'incontro tra «genealogia» e congiunzione «storia totale», Sabatino Ferdinando, CUEM,
16,00 Euro
Merleau-Ponty. Tra estetica e psicoanalisi. Ediz. italiana, francese e inglese, Mimesis, 22,00 Euro
R. Descartes, Opere filosofiche. Vol. 3: I principi della filosofia, Laterza, 22.00 Euro
Schelling Friedrich W., Sulla possibilità di una forma della filosofia in generale. Testo tedesco a fronte , Storia e
Letteratura, 16,00 Euro
M. Scheler, Etica. Una rassegna critica dell'etica contemporanea, CUEM, 8.00 Euro
I «Discorsi» e altri scritti, Verri Pietro, Storia e Letteratura, 59,00 Euro
Identita' comunita' trascendenza. La prospettiva filosofica di Charles Taylor, Genghini Nevio, Studium, 20,00 Euro
La religione dell'euforia. Il vicolo cieco dell'Occidente post cristiano, Serra Andrea, Marco Valerio, 12,00 Euro
La ricerca della verità. Dal senso comune alla dialettica, Livi Antonio, Leonardo da Vinci, 25,00 Euro
Conoscenza come dovere. Moralità distribuita in un mondo tecnologico, Magnani Lorenzo, AIAP, 26,70 Euro
Male e armonia nel pensiero del giovane Leibniz, Mormino Gianfranco, CUEM, 9,50 Euro
Una carezza per guarire. La nuova medicina tra scienza e coscienza, Veronesi Umberto; Pappagallo Mario, Sperling
Paperback, 9,20 Euro
Su verità e significato. Elementi della teoria di Davidson e loro controanalisi fenomenologica, Zhok Andrea, CUEM, 9,00
Euro
Autoritratto a settant'anni e Simone de Beauvoir interroga Sartre sul femminismo,
Sartre Jean-Paul, Il Saggiatore, 8,00 Euro
Lezioni sul concetto di raffigurazione, Spinicci Paolo, CUEM, 14,50 Euro
Lezioni sul tempo, la memoria e il racconto, Spinicci Paolo, CUEM, 17,00 Euro
Schopenhauer, Martinetti Piero, Il Nuovo Melangolo 20,00 Euro
M. Bastianelli e L. Rossetti in redazione — chiuso il 15 aprile 2005
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