A CÉLULA VIVA – Quem a Criou e a Concebeu?

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A CÉLULA VIVA – Quem a Criou e a Concebeu?
Observar a célula viva através do tipo de microscópio acessível a Darwin suscitaria uma imagem
decepcionante. A célula pareceria um modelo de massa e partículas lançadas em todas as direções
por forças invisíveis e incontroláveis.
Para compreender o que realmente ocorre na célula, como é revelado pela biologia molecular, nós
devemos ampliá-la cem milhões de vezes até que o seu diâmetro chegue a vinte quilômetros de
comprimento. Nestas dimensões, a célula pareceria uma bolha imensa, aproximadamente do
tamanho de Londres ou Nova Iorque. O que nós veríamos é a entidade mais complexa que se pode
imaginar. No revestimento da célula, nós veríamos milhões de orifícios controlados por sensores.
Estes orifícios abrem e fecham de acordo com a necessidade para permitir a transição bidirecional
de uma substância específica em dosagens precisas. A substância é transportada por bolhas
microscópicas, que percorrem itinerários que levam as matérias-primas para os seus destinos e
eliminam os resíduos. Se nós entrássemos na célula, nós nos encontraríamos em um mundo de alta
tecnologia e surpreendentemente complexo com corredores intermináveis em uma ordem
espantosa e com tubos que se estendem em todas as direções, do revestimento externo da célula
até o seu interior, alguns levando a um banco de memória central no núcleo da célula e a outros, às
várias áreas de agrupamentos e unidades processadoras de substâncias.
Quando é ampliado centenas de milhões de vezes, o núcleo da célula se parece com um auditório
grande, redondo, cujo diâmetro é um quilômetro e que armazena fileiras ordenadas de moléculas de
DNA, enroladas em cilindros. Estas fitas de DNA contêm a informação que ativa o corpo, importa
matéria, processa e acumula substâncias químicas e as conduz para as destinações desejadas.
Uma grande variedade de produtos e matérias-primas fluem de uma forma muito ordenada e
incrível dos vários centros de agrupamentos de e para as células. Tudo isto funciona de uma forma
espantosamente sistemática por meio de diversos transportadores.
Os componentes mais básicos da célula são as moléculas de proteínas. Elas são parte dos sistemas
moleculares, cada um composto de aproximadamente três milhares de átomos, que são organizados
em estruturas complexas tridimensionais. A ciência moderna, com o seu enorme conhecimento de
ciência e física, é incapaz de criar mesmo um sistema molecular assim. No entanto, a célula humana
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é dependente da atividade coordenada de dezenas de milhares e talvez inclusive centenas de
milhares de moléculas de proteínas.
Quase todos os nossos sistemas avançados possuem duplicatas na célula, como linguagens
substitutas com os seus próprios sistemas de códigos, bancos de memória para o armazenamento e
acesso a informação, sistemas de controle elegantes e métodos de regulamentos que supervisionam
as atividades automáticas de agrupamentos das partes e dos compostos químicos, dispositivos para
detecção de erros, mecanismos de controle de qualidade e processos de agrupamento conectados
aos princípios do pré-planejamento e formação modular. A maioria da terminologia que nós
usaremos para descrever a atividade molecular que ocorre na célula é adotada do mundo da
tecnologia do final do século vinte.
Quando ela é ampliada um bilhão de vezes, uma única célula parece ser um complexo atómico
enorme, maior do que uma cidade inteira. As atividades que ocorrem dentro dela incluem quase
todas as atividades industriais da Terra. No entanto, à diferença das máquinas mais sofisticadas do
mundo, esta fábrica incrível é capaz de duplicar toda a sua estrutura dentro de algumas horas.
Observar esta atividade em tamanhas dimensões é um espetáculo impressionante.
O que aconteceria se nós tentássemos construir um modelo atómico de uma célula? Uma célula
típica contém milhões de átomos. Vamos supor que nós decidimos criar uma cópia fiel da célula, em
que cada átomo é do tamanho de uma bola de tênis. Se nós produzíssemos um átomo por minuto,
nós levaríamos dezenas de milhões de anos para terminar esta tarefa, e o modelo terminado
pareceria uma planta enorme de vinte quilômetros de comprimento, cujo volume é mil vezes maior
do que a maior pirâmide egípcia.
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Se, no lugar de átomos, nós representássemos modelos de um aminoácido e de um ácido
nucleônico, nós levaríamos aproximadamente cinquenta milhões de anos para terminar o projeto.
Mesmo se nós produzíssemos as massas dos componentes encontrados em várias duplicatas, nós
ainda teríamos acesso a somente um quarto substância da célula, que é feita principalmente de
componentes que aparecem uma ou duas vezes, e nós teríamos que produzí-los individualmente. A
complexidade da célula não permite que nós facilitemos a sua produção, nem a dividamos em uma
série de atividades simples que se repetem. Mesmo se nós trabalhássemos dia e noite para terminar
de construir o modelo, seria difícil terminá-lo em milhões de anos. Vamos nos lembrar que uma
célula viva é de um centésimo a um milésimo de um milímetro, embora ela seja mais avançada e
moderna do que uma nave espacial ou um computador moderno.
As bilhões de fibras nervosas não são uma massa aleatória e caótica, mas um
sistema organizado, em que cada fibra constitui parte de um canal de comunicação
estruturado, e, juntos, eles formam uma rede dentro do cérebro.
No que diz respeito a complexidade, uma única célula é rudimentar em comparação com o sistema
cerebral. A mente humana é composta de um bilhão de neurônios. No prolongamento de cada
neurônio, há entre dez mil e cem mil aglomerados de nervos através dos quais ela se comunica com
outros neurónios no cérebro. Há bilhões destes aglomerados de nervos no cérebro – uma
quantidade praticamente ininteligível. Tente imaginar uma área de um milhão de quilômetros
quadrados cobertos por uma floresta que inclui dez mil árvores em cada quilômetro quadrado, cada
árvore contendo cem mil folhas. A quantidade de folhas desta floresta seria bilhões, que é similar a
quantidade de conectores de nervos na mente humana.
A despeito da quantidade descomunal de conectores, a floresta das fibras nervosas não é uma
massa sem propósito e caótica, mas sim uma rede extremamente organizada, na qual muitas fibras
atuam como canais de comunicação bem coordenados, equipados para a comunicação através do
cérebro. Isto poderia ter se desenvolvido aleatoriamente? O professor Fred Hoyle, um dos melhores
astrônomos britânicos, diz: “A possibilidade que uma forma de vida tão desenvolvida tenha surgido
aleatoriamente é como a possibilidade de um furacão imenso com uma sorte absurda poder criar
um Boeing 747 a partir da desordem que se encontra lá (Nature, 21 de Janeiro de 1982, p.184).”
De acordo com Hoyle, a crença em formação autômona de seres vivos é similar à crença que um
avião sofisticado e complexo possa ser feito ao acaso a partir da combinação aleatória de entulhos e
fragmentos.
A quem nós devemos agradecer?
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Um adulto é um acúmulo de 100 trilhões de células. A célula humana é pequena demais para ser
vista pelo olho. Cada célula contém uma fita muito fina composta de seis bilhões de fases de
combinações químicas, que constituem um programa completo para a constituição de todo o corpo
humano. Esta fita – o DNA – é dobrado em um espiral localizado dentro do núcleo da célula e mede
um milésimo de milímetro. Dentro dele, há códigos químicos que determinam a cor dos olhos,
impressões digitais, tipo de cabelo, sensibilidade para doenças da pessoa, etc. O DNA não só inclui
um plano de tudo o que há no corpo humano, mas também instruções precisas de como produzí-lo.
Algumas das instruções são copiadas do código químico do DNA e outras são transferidas pelos
nossos movimentos. As fitas finas do DNA se dobram e se enrolam com uma velocidade de um
bilhão de vezes por segundo. Desta forma, eles transferem instruções que posteriormente executam
o programa, e, desta maneira, eles também se duplicam na preparação para a divisão da célula em
duas outras idênticas. Um controle de sistema especial identifica erros no processo de duplicação e
os corrige.
Cada célula possui estações de força que fornecem à célula a energia que ela precisa. Outras partes
da célula, que absorvem esta energia, produzem proteínas, algumas para consumo da célula e
outras para a importação. A linha de produção das proteínas é uma das muitas maravilhas da
natureza, bem como o “empacotamento” de proteínas para importação, o seu transporte para a
área interna da célula e o seu método sofisticado de transferência através da membrana da célula
para fora dela. Em um segundo, o corpo humano produz 500 bilhões de cópias precisas da
hemoglobina, que é composta de 600 aminoácidos. Estes ácidos são combinações nucleares de
carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio. Um sistema especial produz enzimas que destroem
bactérias e elementos indesejáveis que conseguiram entrar na célula.
Um fornecimento constante de elementos que são absorvidos pelo sistema digestivo flui no sistema
de produção e é transportado através da corrente sanguínea. Este sistema de transporte
surpreendentemente sofisticado traz para cada célula no corpo os elementos que ela precisa. Um
sistema de coleta genial e abrangente também chega a cada célula individual para coletar os
resíduos que ela criou e eliminá-los. Tudo isto e muito mais ocorre dentro da célula em uma forma
impecável, desde o momento que a pessoa nasce até a sua última respiração. Esta é uma prova
infalível, um sistema incomparável que nenhum dispositivo humano pode reproduzir. Cada célula
declara: Ele, Que me criou, possui uma sabedoria superior. Ele é todo-poderoso e Ele te ama,
homem. Você não reconhece?
De acordo com o livro “EVOLUTION: A THEORY IN CRISIS” (Evolução: Uma Teoria em Crise) e outros
textos científicos.
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