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LAUDO TÉCNICO qualy química timbrado

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LAUDO TÉCNICO MISTO CONCLUSIVO
QUALY QUÍMICA IND. E COMÉRCIO DE PRODUTOS S.A.
LAUDO TÉCNICO MISTO CONCLUSIVO PARA
AVALIAÇÃO DAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM GERAL
QUALY QUÍMICA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
Cidade Ocidental – GO, Junho de 2017.
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LAUDO TÉCNICO MISTO CONCLUSIVO
QUALY QUÍMICA IND. E COMÉRCIO DE PRODUTOS S.A.
INDÍCE
1 - OBJETIVO
2 - NORMAS APLICÁVEIS
3 - GENERALIDADES
4 - LAUDO TÉCNICO PARA O SPDA - ADERÊNCIA À NORMA ABNT
5419
4.1 - CONSIDERAÇÕES INICIAS
4.2 - METODOLOGIA
4.3 - CONCLUSÃO QUANTO AO SPDA
4.4. RECOMENDAÇÕES
5 - LAUDO TÉCNICO PARA AS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS –
ADERÊNCIA
ÀS
NORMAS
ABNT
5410
E
NORMA
REGULAMENTATÓRIA NR 10
5.1 - CONSIDERAÇÕES INICIAS
5.2 - METODOLOGIA
5.3 - DESENVOLVIMENTO
5.4.- CONSIDERAÇÕES FINAIS
5.5. - CONCLUSÃO QUANTO ÀS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
6 - RECOMENDAÇÕES GERAIS
7 – SUGESTÃO DE AÇÕES
8 – ANEXOS: VIA DA ART E AS BUILT INST. ELÉTRICAS.
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1. OBJETIVO.
Elaboração de LAUDO TÉCNICO MISTO CONCLUSIVO PARA AVALIAÇÃO DAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM GERAL da edificação onde funciona a empresa Qualy
Química Indústria e Comércio de Produtos Químicos S.A.
2. NORMAS APLICÁVEIS.
Norma Técnica Brasileira NBR-5410 (Instalações elétricas em baixa tensão);
Norma Técnica Brasileira NBR-5419 (Proteção de estruturas contra descargas
atmosféricas) e,
NR – 10 (Segurança em instalações e segurança em eletricidade).
3. GENERALIDADES.
3.1. O presente Laudo Técnico Misto Conclusivo é um documento em que se
apresentam diversos documentos e imagens em que se apontam não conformidades e
sugestão para a provável solução, de modo a eliminar tal (is) não conformidade (s);
3.2. O presente laudo se refere a edificação situada à Qd 09 Lt 15 Recreio Mossoró
Cidade Ocidental – GO (Vide imagem via satélite disponível ao final deste item e
subitens);
3.3. O edifício em questão é composto por bloco único, contendo térreo e mezanino na
parte anterior, destinado à administração e facilidades funcionais tais como vestiários,
escritório, cantina, etc. e a parte posterior destinada à planta de produção
propriamente dita;
3.4. O presente Laudo observa entre outras diretrizes, as normas aplicáveis
anteriormente citadas, bem como projetos apresentados à entidades tais como CELG,
CBMGO, Plantas de arquitetura, Laudo Técnico de Aterramento de SPDA. Toda a
documentação citada foi fornecida pela Qualy Química Indústria e Comércio Ltda.;
3.5. Há no corpo deste Laudo Técnico Misto Conclusivo outro laudo, referente às
condições do SPDA – Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas;
3.6. Este Laudo foi possui ART – Anotação de Responsabilidade Técnica devidamente
registrada junto ao CREA-MG sob o número 14201700000003852580, ao qual
anexamos uma via original assinada da mesma.
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Na imagem anterior a edificação está realçada dentro do retângulo amarelo.
4. LAUDO TÉCNICO PARA O SPDA
O presente documento tem por objetivo atestar as condições técnicas do Sistema de
Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), instalado na edificação onde funciona
a empresa Qualy Química Indústria e Comércio de Produtos Químicos S.A., conforme
qualificada nos itens 1 e 3 do presente Laudo.
4.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Sistema: A palavra designa um substantivo masculino que, entre outros significados,
admite que sistema é um conjunto de elementos, concretos ou abstratos,
intelectualmente organizados.
Um SPDA– Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas é exatamente isso e, de
maneira simplificada poderíamos dividir este Sistema em seis conjuntos de elementos
distintos:
1º) Captor – Responsável pela troca de elétrons e, em última análise, por receber
eventuais descargas atmosféricas. Os captores, convencionalmente, são do tipo vertical
ou Franklin, podendo ser instalados separadamente ou de forma combinada,
dependendo da filosofia que o projetista adotar;
2º) Malha aérea – Responsável pela interconexão entre os captores e as descidas, bem
como desempenha papel na troca de elétrons;
3º) Descida – Responsável pela interconexão da malha aérea, malha de térrea,
vinculação de elementos passíveis de equalização, entre outras funções. De modo geral
é classificada como descida natural (Quando utilizamos elementos estruturais da
edificação) ou descida forçada (Quando especificamos a confecção de descidas em
cordoalha de cobre nu, fitas ou outros materiais admitidos em norma) dispostas
conforme possibilidades de aplicação e da filosofia que o projetista adotar;
4º) Ponto (Ou caixa) de inspeção – São elementos que nos permitem, entre outras
ações, a desconexão provisória e proposital entre as malhas aérea e de terra;
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5º) Barra ou caixa de equalização – São elementos que nos permitem, em face de
necessidade ou conveniência, manter o mesmo potencial entre malhas de terra ou
anéis diferentes;
6º) Malha de terra – É composta, por sua vez, de elementos imprescindíveis ao
escoamento de transientes, com ênfase às hastes. Ela é responsável pela conexão de
todas as hastes de aterramento entre si, bem como a conexão entre malhas ou anéis
diferentes via barra de equalização. Em um SPDA a malha de terra desempenha a
função primordial de promover o escoamento de eventual ddp – diferença de potencial
decorrente de uma descarga atmosférica dentro do menor tempo possível. Diante da
exposição das funções essenciais desses conjuntos de elementos, segue:
4.2. METODOLOGIA.
O procedimento utilizado na elaboração do Laudo Técnico deveria seguir os seguintes
passos:
a) Efetuar a ART – Anotação de Responsabilidade Técnica junto ao CREA –
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de qualquer unidade da
federação, relativa ao teor do mesmo;
b) Localizar em Projeto ou em outras referências a quantidade e a localização de
pontos que fossem representativos para realização de medições;
c) Efetuar e registrar as medições;
d) Efetuar registro fotográfico por amostragem das medições de acordo com os
pontos referidos no item b;
e) Indicar o método da medição adotado (p.e. Wenner);
f) Elaborar planilha demonstrativa;
g) Proceder ao tratamento dos dados coletados;
h) Emitir o Laudo Técnico.
Assim, por se tratar de um relatório misto:
 De acordo com o descrito no subitem 3.5. o item “a” descrito na metodologia
será atendido mediante registro da ART pelo Laudo Misto, o que é permitido em
conformidade com a legislação vigente;
 Obtivemos acesso: Ao memorial descritivo no que concerne ao SPDA, elaborado
pelo profissional Sérgio de Oliveira, habilitação não apresentada, inscrito no
CREA sob o número 4644/DF-GO. O memorial preconiza a observância às
normas vigentes sob todos os aspectos, conforme Norma Técnica 01/2014 –
Procedimentos Administrativos – Anexo B da CBMGO; Ao projeto original do
SPDA elaborado pela profissional Maria Abadia Catarina, engenheira eletricista,
inscrita no CREA sob o número 9504/D-DF. O projeto é composto por 4 (Quatro)
pranchas, constando como data de elaboração o mês de agosto de 2007, em
observância às normas vigentes naquela data e, ainda na fase de coleta de
documentos, acesso aos originais de Laudo Técnico de Aterramento / SPDA
emitido pelo profissional Ademar Tomaz dos Santos, engenheiro eletricista,
inscrito no CREA sob o número 9920/D-GO. O laudo possui 3 (três) páginas não
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numeradas e anexa uma via da ART número 0720160020390 constando como
data de elaboração o dia 14 de abril de 2016 e a data de registro da ART o dia
17 de abril de 2016, conforme evidenciamos a seguir com imagens por
amostragem:
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Em que:
Foto 1 =
Foto 2 =
Foto 3 =
Foto 4 =
Amostra representativa do memorial descritivo;
Amostra representativa do projeto de SPDA;
Amostra representativa do Laudo Técnico de Aterramento / SPDA
Cópia da ART do Laudo Técnico de Aterramento / SPDA.
 Nesta etapa, esse profissional se deparou com diversas inconsistências. De
acordo com o item 4 – Considerações iniciais e seus desdobramentos, não se
pode afirmar que exista um SPDA instalado, na acepção do conceito. Não
localizei o 4º conjunto de elementos descrito nas considerações iniciais, ou seja,
pontos apropriados para inspeção, sem os quais não é possível a desconexão
provisória e proposital entre as malhas aérea e de terra, o que compromete os
resultados das medições. Também existem diversas não conformidades graves
quanto à execução do projeto referido no subitem b do item 4, projeto original
do SPDA elaborado pela profissional Maria Abadia Catarina, engenheira
eletricista. Diante de tais inconsistências, e em observância ao código de ética
(Sistema CONFEA 8ª Edição-2014), com especial atenção aos Princípios éticos
Artigo 8º: A prática da profissão é fundada nos seguintes princípios éticos aos
quais o profissional deve pautar sua conduta: Da honradez da profissão III) A
profissão é alto título de honra e sua prá- tica exige conduta honesta, digna e
cidadã; Da eficácia profissional IV) A profissão realiza-se pelo cumprimento
responsável e competente dos compromissos profissionais, munindo-se de
técnicas adequadas, assegurando os resultados propostos e a qualidade
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satisfatória nos serviços e produtos e observando a segurança nos seus
procedimentos; Do relacionamento profissional V) A profissão é praticada
através do relacionamento honesto, justo e com espírito progressista dos
profissionais para com os gestores, ordenadores, destinatários, beneficiários e
colaboradores de seus serviços, com igualdade de tratamento entre os
profissionais e com lealdade na competição; Dos deveres Artigo 9º No
exercício da profissão são deveres do profissional: II) ante a profissão: a)
identificar-se e dedicar-se com zelo à profissão; 31 b) conservar e desenvolver a
cultura da profissão; c) preservar o bom conceito e o apreço social da profissão;
d) desempenhar sua profissão ou função nos limites de suas atribuições e de sua
capacidade pessoal de realização; IV) nas relações com os demais profissionais:
a) atuar com lealdade no mercado de trabalho, observando o princípio da igualdade de condições; b) manter-se informado sobre as normas que regulamentam
o exercício da pro- fissão; c) preservar e defender os direitos profissionais; Das
condutas vedadas Artigo 10º No exercício da profissão são condutas vedadas
ao profissional: II) ante a profissão: a) aceitar trabalho, contrato, emprego,
função ou tarefa para os quais não tenha efetiva qualificação; b) utilizar indevida
ou abusivamente do privilégio de exclusividade de direito profissional; c) omitir
ou ocultar fato de seu conhecimento que transgrida à ética profissional; IV) nas
relações com os demais profissionais: a) intervir em trabalho de outro
profissional sem a devida autorização de seu titular, salvo no exercício do dever
legal; b) referir-se preconceituosamente a outro profissional ou profissão; c) agir
discriminatoriamente em detrimento de outro profissional ou profissão; d)
atentar contra a liberdade do exercício da profissão ou contra os direitos de
outro profissional; entre outros preceitos, esse profissional entrou em contato
por meio telefônico com o profissional Ademar Tomaz dos Santos, engenheiro
eletricista, inscrito no CREA sob o número 9920/D-GO e o solicitou
esclarecimentos quanto ao conteúdo do Laudo por ele elaborado, haja vista que
não consegui aplicar metodologia confiável para declarar que o SPDA está apto
ao fim que se destina, constatação esta que confronta a conclusão emitida por
ele, como se pode averiguar na foto número 3 apresentada anteriormente,
destacada em retângulo de cor laranja. Ou seja, este profissional observou
rigorosamente o código de ética, permitindo ao colega que se posicionasse. O
senhor Ademar Tomaz dos Santos admitiu que poderiam haver equívocos no
julgamento dele e me autorizou via telefone que prosseguisse com o processo,
ciente de que haveriam divergências cruciais na conclusão;
 Neste item, como informado antes, não foi possível a realização de medições
pelo pretendido método Werner. Deste modo, optamos por apresentar aqui
registros fotográficos que corroboram as inconsistências:
Com relação á ausência de pontos de inspeção:
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Na foto:
1 = No detalhe do círculo amarelo verificamos ausência de acesso para inspeção; na
seta verde apontamos a descida confeccionada em cordoalha de cobre nu 50mm²;
2 = No detalhe do círculo amarelo verificamos ausência de acesso para inspeção; na
seta verde apontamos a descida confeccionada em cordoalha de cobre nu 16mm²;
3 = No detalhe do círculo amarelo verificamos ausência de acesso para inspeção; no
círculo azul verificamos a fixação inadequada da cordoalha e na seta verde apontamos
a descida confeccionada em cordoalha de cobre nu 16mm².
Com relação à execução do projeto:
Em que, na foto:
1 = No detalhe da seta verde verificamos malha de terra exposta, confeccionada em
bitola abaixo do recomendado (É de 16 mm² quando deveria ser de 50 mm²) e
também está enterrada em profundidade inferior ao recomendado (Está a menos de
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15cm quando deveria estar enterrada a no mínimo 50 cm de profundidade e se isto não
fosse o bastante, existem trechos em que sequer está enterrada, como se vê na foto
1);
2 = No detalhe do círculo azul, verificamos conflito entre o ponto de instalação da
descida e a abertura da porta. A descida está danificada devido à constantes colisões
da porta contra ela no momento da abertura. Também não está confeccionada na
bitola recomendada de 35 mm² (No local é 16 mm²) nem possui caixa de inspeção;
3 = No detalhe do círculo azul verificamos confecção de vinculação de massas (Porta
com a estrutura metálica do telhado) de forma inadequada e fora das boas técnicas,
além de bitola inferior à recomendada.
Na foto:
4 = As setas vermelhas apontam onde deveria haver captores verticais. Não existem
captores verticais instalados conforme solicitado em projeto;
5 = No círculo amarelo verificamos que a vinculação da tubulação metálica foi
confeccionada fora das boas técnicas e com material impróprio;
6 = No detalhe do círculo amarelo verificamos a conexão de um condutor de proteção
diretamente à cordoalha da malha de terra, que por sinal, nesse trecho possui bitola de
35 mm², sendo que em observação anterior (Vide foto 1) a cordoalha é de 16 mm²; no
detalhe do círculo azul fica evidente o compartilhamento da caixa de passagem de
circuitos elétricos com a suposta caixa de inspeção da malha de terra.
Em face de tantas não conformidades graves, não se pode afirmar que de fato exista
um Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas.
 O método de medição que este profissional pretendia adotar é o método
Wenner:
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 A planilha demonstrativa deveria resultar da aplicação do método de
interpolação:
 Tratamento dos dados coletados:
Na impossibilidade da coleta, não se pode desenvolver a planilha demonstrativa
e, portanto, de tratar dados.
 Emitir o Laudo Técnico.
Neste caso este já é o Laudo.
4.3. CONCLUSÃO QUANTO AO SPDA
Diante das inúmeras não conformidades graves apontadas, diante da
impossibilidade de se obter medições confiáveis, não se pode afirmar que o
sistema de proteção contra descargas atmosféricas está apto à destinação de
uso. Portanto, fundamentado no princípio da segurança, este profissional
considera que o mesmo NÃO ESTÁ APTO para a destinação de uso.
4.4. RECOMENDAÇÃO
Uma vez que o projeto de SPDA existente foi elaborado em 2007 e, sabendo que
ocorreram RECENTES e significativas revisões na norma ABNT NBR 5419, recomendase que contratem a elaboração de novo projeto de SPDA e sua consequente execução.
5 LAUDO TÉCNICO PARA AS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS – ADERÊNCIA ÀS
NORMAS ABNT 5410 E NORMA REGULAMENTATÓRIA NR 10
5.1 - CONSIDERAÇÕES INICIAS
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A ABNT NBR 5410 é a norma técnica brasileira que preconiza uma série de cuidados
que devem ser observados tanto na elaboração de projetos de instalações elétricas em
baixa tensão, quanto a execução destes projetos, com vistas a preservar,
primordialmente, a segurança dos usuários da edificação em questão.
As normas podem interagir entre si, haja vista que, existem pontos em comum numa
instalação elétrica que são objetos de orientação de diferentes normas.
No caso específico, essa interação ocorre com relação à norma ABNT NBR 5419, que
trata, entre outros aspectos, da questão de aterramento elétrico, indispensável à
qualquer instalação elétrica.
Também há forte conexão com a Norma Regulamentatória 10 – NR10 – que trata da
segurança em instalações elétricas.
Portanto, sabendo-se que neste documento foi tratada anteriormente a situação do
SPDA, serão feitas referências a esse conteúdo.
5.2 – METODOLOGIA
O método adotado foi, de posse de cópia do projeto elétrico elaborado pela empresa
PROSERTEL CONSTRUÇÕES LTDA, tendo como autor o profissional João Marques Filho,
inscrito no CREA sob o número 1744/D-GO, a averiguação minuciosa da situação de
execução do referido projeto.
Durante as averiguações, simultaneamente procedeu-se à coleta de imagens e
medições instantâneas de grandezas elétricas, bem como de imagens que ilustram e
corroboram as observações apresentadas adiante neste documento.
5.3 – DESENVOLVIMENTO
No decorrer das inspeções, averiguaram-se diversas não conformidades consideradas
desde leves até graves.
A primeira observação que esta consultaria fará será quanto à caracterização do
profissional responsável técnico pela elaboração do projeto elétrico que serviu como
objeto de orientação e base para elaboração do assim chamado “As built”.
O CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agrimensura exige que todo trabalho
desenvolvido pelos profissionais da área seja devidamente registrado junto àquela
entidade por meio de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.
Caso haja essa anotação, não a localizamos na documentação solicitada e a nós
disponibilizada, de onde se infere que não há essa ART registrada junto ao CREA de
qualquer unidade federativa.
A falta de anotação é uma não conformidade considerada grave.
Ainda, relativo ao projeto elétrico, o CREA – Conselho Regional de Engenharia e
Agrimensura recomenda enfaticamente que, em todo e qualquer documento
desenvolvido e assinado pelos profissionais da área, este profissional, além de informar
seu número de registro junto ao conselho, tem a obrigação de informar sua área de
habilitação. Por exemplo, não basta o profissional que ora desenvolve este relatório
informar seu número de registro, como segue: Wygnes Albino da Silva – CREA 9651/DDF.
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O profissional deve informar também sua (s) área (s) de habilitação (ões) ou, no
mínimo a área de habilitação afeta ao objeto: Wygnes Albino da Silva – Engenheiro
Eletricista, engenheiro de Telecomunicações e de Segurança - CREA 9651/D-DF.
Aqui, bastaria a seguinte identificação: Wygnes Albino da Silva – Engenheiro EletricistaCREA 9651/D-DF, pois, engenheiros eletricistas estão habilitados a desenvolver tal
estudo.
Na documentação apresentada não é possível afirmar qual (is) a (s) habilitação (ões)
do profissional João Marques Filho, CREA 1744/D-GO.
Esta observação, embora em princípio soe como preciosismo, implica sérias
consequências.
No caso dos profissionais da área de engenharia civil, a habilitação à elaboração de
projetos elétricos é válida com limite de potência instalada ao máximo de 75KW, o que
não é o caso, uma vez que a potência instalada é de 300KVA, muito superior aos 75KW
regulamentares.
Sem em momento algum pretender desqualificar o profissional citado, esta consultoria
já se deparou com situações onde, ocorreram anotações de responsabilidade técnica de
projetos elétricos indevidamente por profissionais da área de engenharia civil, por
envolverem grandezas muito além da potência para qual estão habilitados.
Por conta da ética, não alongaremos no mérito dessas situações, as quais ocorrem com
uma frequência razoável, em virtude de alguns fatores, dentre eles a possibilidade de
inserção de observações no ato da geração da ART no sistema disponibilizado pelo
próprio CREA e ou desconhecimento dos limites por alguns profissionais.
Assim sendo, a esta consultoria restou inferir que o mesmo possui habilitação para
elaborar projetos elétricos de tal envergadura.
De modo geral, as instalações elétricas apresentam inúmeras não conformidades
consideradas graves.
Para corroborar tal afirmação, a seguir apresentaremos imagens acompanhadas de
comentários, que servem como exemplos por amostragem:
Foto 1: Vista externa do quadro geral de baixa tensão;
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Foto 2: Nos destaques dentro dos círculos vermelhos, observamos a execução fora das
boas práticas, o que oferece grande risco de graves acidentes;
Foto 3: Não há a observância da norma NBR 5410 quanto ao código de cores de
condutores. Como apontado pela seta vermelha, observamos um arranjo precário para
identificar o condutor Neutro. Ao invés de instalar o condutor na cor Azul sólida,
simplesmente foi marcado com fita isolante azul. Tal arranjo oferece grandes riscos de
graves acidentes àqueles que eventualmente executam alguma intervenção nas
instalações, uma vez que pode induzir o profissional ao erro;
Foto 4: Não há a observância da norma NBR 5410 quanto ao código de cores de
condutores. Como apontado pela seta vermelha, observamos um arranjo precário para
identificar o condutor Proteção (Ou Terra). Ao invés de instalar o condutor na cor Verde
sólida, simplesmente foi marcado com fita isolante verde. Tal arranjo oferece grandes
riscos de graves acidentes àqueles que eventualmente executam alguma intervenção
nas instalações, uma vez que pode induzir o profissional ao erro; também não há a
observância da norma NBR 5410 quanto à bitola recomendada para o condutor de
proteção. Na foto 5, apresentada a seguir, podemos observar que os condutores de
fase são duplicados, fazendo com que a bitola dos mesmos seja equivalente a
aproximadamente 500mm². De acordo com a tabela número 53 da norma, item
“Seções mínimas dos condutores de proteção”, recomenda que o condutor deve seguir
uma proporcionalidade, devendo, portanto, segundo a norma, ter a bitola mínima de
240mm². Na foto 4 fica evidente que o cabo instalado, além de não atender a cor
padrão, possui bitola muito inferior (120mm²);
Foto 5: No detalhe dentro do círculo vermelho podemos observar que os condutores de
fases são duplicados, equivalendo a 500mm²;
Foto 6: No detalhe dentro do retângulo vermelho podemos observar que há o
compartilhamento impróprio de conectores, além da execução da instalação em geral
fora das boas técnicas;
Foto 7: No detalhe dentro do círculo vermelho podemos observar que os terminais dos
DPS – Dispositivos de Proteção contra Surtos foram agrupados grosseiramente e que a
bitola do cabo que se conecta à barra de terra não obedece à regra de
proporcionalidade. Independentemente disso, a norma recomenda e o fabricante instrui
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que não é permitido tal arranjo. Cada supressor deve ter seu terminal conectado à
barra de terra por condutor exclusivo e proporcional;
Foto 8: O DPS – Dispositivo de Proteção contra Surtos, como o próprio nome diz, é um
elemento de extrema necessidade e importância em uma instalação elétrica. Os
mesmos devem receber especial atenção quanto à sua instalação, sob pena de não
desempenharem apropriadamente sua função. No detalhe dentro do retângulo
vermelho podemos observar a falta de terminais prensa cabo, o que compromete
seriamente o desempenho deles;
Foto 9: A infra estrutura executada não obedece às recomendações da norma. A
máxima taxa de ocupação dos eletrodutos, de maneira simplificada, não deve exceder a
40% da área útil dos mesmos. Como ressaltado pelas setas vermelhas, fica evidente
que os eletrodutos estão superlotados; Ainda nesta foto, como referido nos comentários
das fotos 3 e 4, é impossível discernir quais dos condutores são condutores do Neutro,
bem como não foi possível averiguar a existência do condutor de Proteção (Terra), ou
seja, aparentemente não foi instalado o condutor de proteção/terra ao longo de um
trecho interceptado por 12 caixas de passagens;
Foto 10: Na caixa de passagem denominada por esta consultoria como Caixa Nº 7
(Localização indicada no anexo “As built”), subitamente surge um condutor de
proteção/terra que vem em direção contrária ao encaminhamento dos demais cabos;
Foto 11: Ainda na Caixa 7 averiguamos que o condutor de proteção/terra adentra as
instalações compondo parte de um circuito vindo do quadro geral;
Foto 12: Na caixa de passagem denominada por esta consultoria como Caixa Nº 8
(Localização indicada no anexo “As built”), no detalhe dentro do círculo vermelho
podemos observar que a origem do condutor de proteção/terra referido na foto 10 é
uma conexão direta à malha de terra, arranjo este fora das boas práticas de execução;
também é possível verificar na Caixa Nº 8 o compartilhamento entre circuitos de
distribuição em baixa tensão com a malha de terra, o que também desobedece às
normas vigentes;
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Foto 13: Encaminhamento de circuito sem parte da infraestrutura. Na seta vermelha
podemos observar além da falta de infraestrutura, a superlotação do eletroduto;
Foto 14: A tubulação evidenciada no círculo vermelho é uma instalação hidráulica,
conectada a um boiler. Esta tubulação atinge temperatura alta, pois conduz água
quente. Podemos observar a ausência de isolante térmico e, também, a utilização da
mesma como suporte para condutores tanto de energia elétrica quanto cabos de
comando, caracterizando novamente a falta de observação às boas práticas na
execução, bem como inobservância às normas vigentes, oferecendo riscos de acidentes
graves, tanto de natureza elétrica quanto térmicas.
Foto 15: No detalhe do círculo vermelho, conexão da haste de aterramento à malha de
terra executada fora das boas técnicas e também uma derivação à guisa de condutor
de proteção, prática expressamente vetada em norma; a seta vermelha ressalta a
evidência de compartilhamento impróprio de infraestrutura na caixa de passagem
denominada por esta consultoria como Caixa Nº 10 (Localização indicada no anexo “As
built”);
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Foto 16: a seta vermelha ressalta a evidência de compartilhamento impróprio de
infraestrutura na caixa de passagem denominada por esta consultoria como Caixa Nº
11 (Localização indicada no anexo “As built”), bem como outras falhas graves, como
por exemplo a superlotação dos eletrodutos, a falta de escoamento da caixa, etc.;
Foto 17: Vista externa do Quadro 07. A norma exige que todo quadro de distribuição e
ou de comando deve ser “indevassável”, ou seja, não deve ser possível abrir sua porta
sem chave específica, conforme ressaltado no círculo vermelho. Todos os quadros
averiguados não atendem essa exigência, sendo muito fácil abrir e acessar o interior de
todos;
Foto 18: Ainda no Quadro 07, falta identificação do cabeamento, não há organização e
há a presença de sujeira. Não há vinculação efetiva da porta à barra de aterramento,
conforme exigência da norma;
Foto 19: Novamente o mesmo erro averiguado na Foto 7: Não há separação do
cabeamento nos terminais dos Dispositivos de Proteção contra Surtos, que é uma
recomendação do fabricante (Vide destaque no círculo vermelho);
Foto 20: A instalação de fusíveis do tipo NH não atende as boas práticas de execução e
oferece risco de acidentes. Ainda no detalhe do círculo vermelho, podemos melhor
averiguar a alegação feita na Foto 18, que refere-se a desordem e falta de
identificação, bem como de sujeira.
Não foi localizado o esquema/diagrama do quadro.
5.4. – CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante de não conformidades que se repetem em todos os locais averiguados, esta
consultoria decidiu apresentar apenas alguns casos representativos.
Para tanto selecionou algumas dentre as dezenas de imagens coletadas para
sustentarem e ilustrarem os defeitos.
5.5. – CONCLUSÃO QUANTO ÀS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Conforme pode ser observado nas fotos e comentários anteriores, as instalações
elétricas em um todo estão comprometidas.
Esta consultoria conclui que, há grande risco de ocorrer acidentes graves, em virtude
do estado precário das instalações.
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Portanto, diante de tantas irregularidades, o ideal é que se elabore novo projeto
elétrico, tendo como referência a planta “real” da unidade, ou seja, verificando
minuciosamente todas as cargas, tais como maquinário, suas potências nominais,
correntes de partida, etc. e, a partir daí, executar o mesmo, observando as boas
práticas de execução.
Este procedimento eliminará definitivamente todos os erros e não conformidades
presentes na atual instalação.
6 - RECOMENDAÇÕES GERAIS
As não conformidades relatadas representam sérios riscos de acidentes graves,
especialmente se considerarmos a natureza da planta (Indústria de fertilizantes).
Logo, tanto ao que tange ao SPDA quanto ao que tange às instalações elétricas em
geral, a melhor forma de se eliminar tantas falhas executivas é partir do ponto inicial,
ou seja, elaboração criteriosa de todos os projetos com sua consequente execução.
O cenário atual inspira preocupação.
Os casos mais graves é a falta de um SPDA, propriamente dito e o compartilhamento
de infraestrutura por sistemas estranhos entre si, como por exemplo, cabeamento de
CFTV e iluminação.
Todos os quadros de distribuição parcial são confusos, não permitem a identificação
segura dos circuitos, não possuem vinculação efetiva de suas partes metálicas ao
sistema de aterramento, não possuem trancas que impeçam o acesso ao interior dos
mesmos e também permitem o compartilhamento de sistemas estranhos entre si.
Apenas uma das afirmações acima seria suficiente para recomendar que se inicie do
ponto zero as instalações atuais.
Se a empresa decidir acatar o que se recomenda, além de reduzir drasticamente a
chance de acidentes, perceberá muitos ganhos como retorno a tal investimento.
O primeiro impacto será quanto aos gastos com energia elétrica.
A atual instalação, com eletrodutos superlotados, condutores subdimensionados (A
bitola do condutor de proteção está bem abaixo do recomendado), entre outros erros,
propicia o desperdício de energia elétrica, que se dissipa sem produzir trabalho,
especialmente por conta de sobreaquecimento.
Sendo o que se apresenta para o momento,
Subscrevo-me
Cidade Ocidental - GO, 12 de Junho de 2017.
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Wygnes Albino da Silva
Engº Eletricista, de Telecomunicações e de Segurança.
CREA-DF 9651/D
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Qualy Química Indústria e Comércio de Produtos Químicos S.A.
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