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Modelo para Metodologia de projeto de produto V1 2018

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CURSO SUPERIOR DE
ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROJETO DO TRABALHO DE METODOLOGIA DE PROJETO DE
PRODUTO
TÍTULO DO TRABALHO
NOME DO ACADÊMICO
Chapecó, SC, Brasil.
Xº SEMESTRE – 20XX
PROJETO DE METODOLOGIA DE PROJETO DE PRODUTO
NOMES DOS ACADÊMICOS DO GRUPO
Orientador:
NOME DO ORIENTADOR
Resumo Coloque aqui o texto do resumo (que consiste de um único parágrafo que apresente de
forma concisa: o tema da pesquisa, o objetivo geral, a metodologia, os resultados e a principal implicação do
estudo). Estilo: <Resumo>
Sumário
1. Introdução (Estilo: <Título 1>, 12pt)................................................................................................................... 5
2. Objetivos Específicos .......................................................................................................................................... 5
3. Métodos ............................................................................................................................................................... 5
4. Recursos Necessários .......................................................................................................................................... 5
5. Cronograma de Atividades .................................................................................................................................. 5
6. Elementos Gráficos .............................................................................................................................................. 6
6.1. Fonte Utilizada (Estilo: <Seção> 10pt) ...................................................................................................... 6
6.1.1. Figuras e Tabelas ................................................................................................................................ 6
6.2. Equações .................................................................................................................................................... 6
7. Citações ............................................................................................................................................................... 6
1. Introdução (Estilo: <Título 1>, 12pt)
Este documento tem por objetivo padronizar os trabalhos acadêmicos do curso de Engenharia de
Controle e Automação do Instituto Federal de Santa Catarina, câmpus Chapecó. A formatação é mantida
utilizando os estilos corretos. Por exemplo, o estilo deste parágrafo é <Normal> e do título é <Título 1>1.
A introdução deve apresentar o problema de investigação, explicar sua relevância e expor as
possíveis soluções conhecidas (estado da arte).
Lembre-se que ao final de cada fase do projeto, tem-se um documento descrevendo seu resultado,
sendo para o projeto informacional as especificações de projeto, para o projeto conceitual a concepção do
produto, para o projeto preliminar o layout do produto e sua documentação.
2. Demanda do projeto
Deve descrever, registrar e interpretar os desejos e necessidades dos solicitantes do projeto e as
informações preliminares para o desenvolvimento do sistema.
3. Projeto Informacional
Pesquisar informações sobre o tema de projeto. Aqui deve descrito o fenômeno físico que reje o
projeto.
As informações são o embasamento fundamental para o trabalho do projetista e, consequentemente, ao
resultado que é gerado ao final do trabalho [1]. Utilizando as informações, os processos e os meios de projeto
1
Note que não é necessário utilizar “enter” entre as divisões no texto
são executados e aplicados. No desenvolvimento desta metodologia as informações estão associadas ao
conhecimento de especialistas de distintos campos de conhecimento envolvidos no projeto de sistemas
mecatrônicos. Os meios são o embasamento teórico e prático disponibilizados para os projetistas para facilitar o
processo de desenvolvimento de sistemas mecatrônicos. São, portanto, o como o projetista deve fazer para
conceber o produto. Podem ser usados como meios papel e lápis, por exemplo, para representar uma ideia, um
programa de computador para auxiliar nos cálculos e documentação das informações do projeto.
As informações técnicas são obtidas, principalmente, na bibliografia disponível e que teve diferentes
aspectos abordados na revisão bibliográfica. Nessa fase do projeto as informações técnicas obtidas são
importantes em varias etapas, desde a identificação de necessidades, até o estabelecimento final das
especificações do projeto, quando será necessária a fixação de metas quantitativas e a forma de avaliação destas.
Estabelecer o ciclo de vida do produto
Aqui deve ser descrito as fases ciclo de vida do projeto.
Identificar e descrever as informações técnicas sobre o tema
Identificar e descrever as informações técnicas sobre o tema e analisar sistemas similares.
Identificar as necessidades dos clientes do projeto
Definir os clientes do projeto ao longo do ciclo de vida do produto e coletar as necessidades dos
clientes. Analisar sistemas similares.
A identificação das necessidades dos clientes pode ser feita com o auxilio de pesquisa bibliográfica,
análise de sistemas técnicos similares, consulta a especialistas e simulações de uso.
Estabelecer os requisitos dos clientes
Desdobrar as necessidades dos clientes, caso ainda não tenham uma definição claro de quais são as
necessidades dos clientes. Aplicar a lista de verificação.
No desenvolvimento de produtos para a comercialização as necessidades dos clientes identificadas na
etapa anterior não podem ser empregadas diretamente no desenvolvimento do produto. Os clientes geralmente
fornecem as necessidades expressas de forma subjetiva, de difícil aproveitamento, sendo necessário traduzi-las
para a linguagem técnica. Contudo, no desenvolvimento de um equipamento para utilização de pessoas com
conhecimentos técnicos avançados, ou quando a utilização do produto será feita apenas pela equipe de projeto,
esta etapa se torna, muitas vezes, desnecessária ou as respostas obtidas são quase iguais às necessidades dos
clientes.
Estabelecer os requisitos do projeto
Definir os requisitos do projeto. Aplicar a lista de verificação.
Hierarquizar os requisitos de projeto
A hierarquização dos requisitos de projeto é feita aplicando-se a matriz da casa da qualidade ou primeira
matriz do QFD (Quality Function Deployment – Desdobramento da Função Qualidade). O QFD é uma
ferramenta que auxilia a transformação das necessidades dos clientes em características mensuráveis, que ao
serem incorporadas no projeto constituem-se nos requisitos da qualidade.
Estabelecer as especificações de projeto
Aplicar o quadro de especificações. Os valores desejados devem ser valores definidos nos requisitos
dos clientes ou valores referenciados na bibliografia ou em equipamentos concorrentes.
Obtem-se de forma qualitativa os requisitos de projeto hierarquizados nas etapas anteriores, e estes
são os objetivos do projeto, mas ainda é necessário estabelecer as metas e como essas metas serão avaliadas e é
preciso saber quais as restrições que devem ser observadas. O objetivo desta etapa é aplicar o quadro de
especificações de projeto aos requisitos, resultando nas especificações de projeto.
O quadro de especificações de projeto é o local onde são associadas mais três informações aos
requisitos de projeto [3]:
a) meta a ser atingida pelo requisito expressa quantitativamente;
b) forma de avaliação da meta estabelecida a fim de verificar o seu cumprimento;
c) aspectos que devem ser evitados durante a implementação do requisito.
Juntam-se ao quadro de especificações os objetivos de projeto, as restrições gerais observadas e uma
descrição resumida do produto a ser projetado.
Como resultados desta fase tem-se, entre outros, as especificações de projeto, o conhecimento da
concorrência, o conhecimento das tecnologias de projeto e do processo que serão necessárias e o ciclo de vida
do produto.
4. Projeto Conceitual
No projeto conceitual são realizados vários processos para encontrar as melhores soluções para
concretizar os desejos dos clientes. Ao final desta fase são documentadas as soluções conceituais desenvolvidas
e avaliadas [2]. A fase de projeto conceitual é aceita como a fase mais importante no processo de projeto de
produto, pois é nesta fase que são tomadas as decisões que influenciam os resultados das fases subsequentes [3].
Ao final desta fase obtém-se a concepção do produto, que é uma proposta de solução fundamental que satisfaz a
função global e que supostamente realizara as tarefas desejadas.
Verificar o escopo do problema
Esta etapa tem por objetivo estudar o problema abstratamente, de forma a possibilitar soluções
melhores [3].
Estabelecer a estrutura funcional
Esta etapa tem por objetivo obter a formulação abstrata do problema, através das funções que o
produto deve realizar, independente de qualquer solução particular. A partir da abstração feita na etapa anterior
é realizado estabelecimento da função global do sistema e ao final desta etapa temos a estrutura de funções
elementares.
Estabelecer a função global
Com o uso de diagramas de blocos, formula-se a função global do sistema baseado no fluxo de
energia material e sinal e se expressa às relações entre entradas e saídas do sistema independente de uma
solução [3].
Estabelecer estruturas funcionais alternativas
Esta etapa visa facilitar a busca por princípios de solução, pela subdivisão da função global. As
necessidades dos clientes podem orientar o estabelecimento da estrutura funcional. O desenvolvimento de
estruturas funcionais não é um fim, mas uma forma que facilita a descoberta de soluções úteis para o problema.
Um cuidado a mais deve ser tomado para não detalhar desnecessariamente a função global, evitando desperdício
de tempo.
Selecionar a estrutura funcional
Com as diversas estruturas funcionais geradas, é necessário estabelecer os critérios de escolha par
selecionar a melhor alternativa. A dificuldade principal é estabelecer critérios de solução objetivos para um
modelo de produto ainda abstrato [3].
A escolha da melhor estrutura funcional alternativa para função global identificada faz o uso das
informações já levantadas sobre sistemas técnicos semelhantes.
Pesquisar por princípios de solução
É nesta etapa que o projeto do produto ocorre à transformação do abstrato no concreto, da função a
forma. A cada subfunção da estrutura funcional escolhida na etapa anterior é atribuído um principio de solução.
Para possibilitar isso são usados um efeito físico e um portador de efeito físico, que realizam o objetivo da
subfunção em questão. Assim, a possibilidade de se chegar a uma solução otimizada é aumentada. Um efeito
físico (ou biológico ou químico) é caracterizado por poder ser descrito quantitativamente através das leis físicas
que regem as quantidades envolvidas [4]. É necessário idealizar um sistema físico definido qualitativamente,
capaz de realizar o efeito físico esperado, este é o portador do efeito físico [3]. Quando é definido um efeito
físico, define-se um princípio de solução.
Combinar princípios de solução
Com os princípios de solução selecionados para cada uma das subfunções da estrutura funcional do
produto, devem-se realizar combinações de forma a tender a função global do sistema. Baseado na matriz
morfológica são estabelecidas combinações de princípios de solução entre as subfunções da estrutura funcional
(linhas da matriz). As combinações dos princípios de solução geralmente provem inúmeras possibilidades, para
minimizar a análise de combinações esdrúxulas pode-se aplicar três critérios [4]:
Combinar subfunções com princípio de solução combatíveis;
Procurar por soluções que atendam a especificação de projeto e de orçamento;
Concentrar em combinações promissoras estabelecendo as razões da escolha.
Selecionar combinações
A grande quantidade de soluções alternativas geradas é considerado bom pelo grande numero de
soluções consideradas, mas é difícil de apreciar adequadamente estas soluções alternativas [3]. Para evitar que
seja eliminada uma combinação de soluções satisfatória, deve-se aplicar métodos sistemáticos de seleção que se
adaptem a pequena quantidade de informações disponíveis nesta etapa. Para fazer uma seleção das combinações
geradas e reduzir a um número satisfatório de possibilidades, mas promissoras, é recomendado à utilização de
quatro técnicas diferentes, conforme a Figura 1 [3].
Evoluir em variantes de concepção
O detalhamento de uma concepção deve permitir que o projeto continue a partir desta etapa de
desenvolvimento e a avaliação de sua viabilidade [3]. Por tanto, as combinações obtidas ao final da Etapa 2.4
precisam ser melhor representadas, para a decisão sobre qual delas deve ser seguida para iniciar o projeto
preliminar. São empregados nessa fase desenhos em escalas simplificados de possíveis layouts, formas,
requisitos espaciais, compatibilidade entre funções, entre outros.
Avaliar concepções
Esta fase é desenvolvida de maneira muito similar à descrita na Etapa 2.5. Entretanto, nesta fase
dispomos de poucas combinações de soluções e é empregada apenas a matriz de avaliação e utilizará como
critérios de avaliação as especificações de projeto. A escolha não deve ser apenas na avaliação numérica, pois é
possível que uma combinação de concepções possua uma pontuação alta e um ponto fraco pronunciado,
tornando seu perfil de valores de avaliação irregular [4]. Em casos como este deve-se escolher uma combinação
de concepções com uma pontuação um pouco menor, mas que possua um perfil de valores de avaliação mais
uniforme, ou seja, deve ter valores equilibrados entre as avaliações dos requisitos (ausência de pontos fracos
pronunciados) [3].
5. Projeto Conceitual
Utilizando a concepção escolhida na fase de projeto conceitual desenvolvem-se processos para configurar
o layout do produto. Este layout consiste no arranjo geral dos elementos que caracterizam o produto em suas
mais importantes geometrias e formas [2].
Na fase de projeto preliminar, utilizando-se a concepção escolhida, faz-se o desenvolvimento de cada um
dos projetos mecânico, eletrônico e de programação de comando.
Nesta fase deve-se dividir os componentes em duas partes, os componentes a serem adquiridos devem ser
especificados e os componentes a serem fabricados, devem ser detalhados.
6. Cronograma de Atividades
Utilizar o diagrama de Gantt, conforme Figura 2, que relaciona o tempo aos recursos e às etapas
necessárias.
7. Elementos Gráficos
7.1. Fonte Utilizada (Estilo: <Seção> 10pt)

Times New Roman
7.2. Figuras e Tabelas
Figura 3– Marca IFSC câmpus Chapecó vertical
Fonte: www.ifsc.edu.br
Coluna 1
(Unidade)
1
4
Fonte: Autoria própria.
Tabela 1. Começo de uma Tabela.
Coluna 2
(Unidade)
2
5
Coluna3
(Unidade)
3
6
7.3. Equações
Equações são construídas com o editor correspondente. Equações são construídas com o editor
correspondente. O estilo de parágrafo é <Normal> e a justificação é centralizado.
D=
a+b
c+d+e
(1)
As equações são numeradas de forma consecutiva para referencia-la no texto utilize apenas seu
número entre parênteses. Exemplo: Como visto em (1), D é um valor obtido através de variáveis.
8. Citações
IMPORTANTE: Todas as referências citadas devem aparecer em algum outro ponto do texto. A
indicação da citação deverá ser realizada por numeração arábica, única para todo o documento e envolta por
colchetes. Caso utilize-se várias citações em um determinado texto deve-se numerar cada uma, se elas não
forem sequenciais.
Exemplo: Esta é uma citação que utiliza referências não sequenciais [1][3][7].
Caso as referências utilizadas estejam em sequência então pode-se utilizar os números da primeira e
da última citação separados por hífen. Exemplo: Está uma citação que utiliza referências sequências [2]-[5]
(neste caso as referências utilizadas são 2, 3 ,4 e 5).
CITAÇÃO DIRETA: transcrição literal do texto de outro(s) autor(es). Citações com menos de três
linhas deverão ser escritas normalmente dentro do texto, entre aspas e com a indicação da fonte que deverá
aparecer no texto, em notas ou em rodapé.
Exemplo A:
Norman [5] diz que “Os sistemas de controle são uma parte integrante da sociedade moderna”.
Citações longas, com mais de três linhas deverão ser digitadas em Fonte 9, espaçamento simples, sem
aspas, com recuo de 2cm e com indicação da fonte junto ao texto.
Exemplo B:
Ruído é qualquer sinal não desejado, natural ou produzido, que interfere com os sinais desejados
de um sistema. Algumas fontes de ruído são a radiação eletromagnética espacial, o movimento aleatório de
elétrons em componentes do sistema, a interferência devido a proximidade de estações de rádio e televisão,
transitórios produzidos pelo sistema de ignição de veículos e iluminação fluorescente [6].
CITAÇÃO INDIRETA é o resumo ou a síntese das ideias de um texto/autor. Aparece em forma
normal textual, porém a fonte de onde foi retirada a informação deverá ser indicada.
Exemplo A:
Em [5] são apresentadas técnicas de sistemas de controle.
Exemplo B:
As fontes de radiação eletromagnética espacial, ondas de rádio e televisão e iluminação
fluorescente que interferem em um sinal desejado podem ser denominadas de ruído [6].
Referências Bibliográficas
As referências são reunidas ao fim do manuscrito, e ordenadas numericamente de acordo com sua
aparição no texto. Elas devem ser alinhadas somente à margem esquerda do texto, de forma a se identificar cada
documento, em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo.
[1] C. V. Ferreira, Metodologia para as fases de projeto informacional e conceitual de componentes de
plástico injetados integrando os processos de projeto e estimativa de custos. 2002. 228 p. Tese (Doutorado
em Engenharia Mecânica) – CTC/EMC, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.
[2] A. OGLIARI, Sistematização de concepção de produtos auxiliada por computador com aplicações no
domínio de componentes de plástico injetados. 1999. 349 p. Tese (Doutorado em Engenharia Mecânica) –
CTC/EMC, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.
[3] A.V. REIS, Desenvolvimento de concepções para a dosagem e deposição de precisão para sementes
miúdas, 2003. Tese (Doutorado em Engenharia Mecânica) – CTC/EMC, Universidade Federal de Santa
Catarina, Florianópolis.
[4] G. PAHL and W. BEITZ, Engineering design: a systematic approach, 2nded. London: Springer-Verlag,
1996. 544p.
[5]
N. Nise and F. R. da Silva, Engenharia de sistemas de controle. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
[6]
B. Lathi, Sinais e sistemas lineares (2a. ed.). Grupo A - Bookman, 2000.
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