Enviado por Do utilizador4907

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Leia estas instruções :
1
C on fi ra s e os dad os con ti dos n a p arte i n fe rio r des ta ca pa es tão corre tos e , em segu ida , assine no
esp aço reserva do p ara isso .
2
3
Es te Cad erno con tém vinte e se te qu estões , se ndo 2 5 de múl ti pla escol ha e 2 discurs i vas , assim
d istri bu íd as: Discursi vas , C onh e cimen tos Espe cífi cos → 01 a 20 e Edu ca ção Pro fissio nal → 21 a 25 .
Se o C ade rn o co n ti ve r al guma impe rfe ição g rá fi ca que imp eça a le i tu ra , comuni qu e isso
ime dia tamen te ao Fis cal .
4
C ada ques tã o de mú l tip la esco lha , ap resen ta ap enas uma resp osta corre ta .
5
Os rascu nhos e as ma rca ções fe i tas nes te Cad erno n ão se rão co nside ra dos pa ra e fei to de
a va lia çã o .
6
In terpre ta r as qu estões fa z pa rte da a va lia çã o ; po rta n to , não adi an ta ped ir escl arecimen tos aos
Fis cais .
7
8
U tili ze qua lqu er espa ço em bran co d este Ca de rno pa ra rascunh os e nã o des ta qu e ne nhuma folh a .
Vo cê d ispõe de , no má ximo , q ua tro h oras pa ra resp ond er às ques tõ es de múl tipl a es col ha e
p re en che r as Fo lhas d e Res pos tas .
9
Use e xclusi vame n te cane ta esferog rá fi ca , con fe ccion ada em ma te ria l tra nspa ren te , de tin ta pre ta ou
a zu l .
10
O p re en chime n to d as Folh as de Respos tas é de sua in te ira responsa bil ida de .
11
R e ti ran do -se a ntes de dec or rer em dua s hora s do iníc io da pr ova , de vo l va , também , es te
C ade rn o ; caso con trá rio , po de rá l e vá-lo .
12
An tes d e re ti ra r-se definitivame nte da sa la , d e vol va a o Fiscal a Folh a de Respos tas .
As si nat ura do Can did ato :________________________________________________
Q u e stõe s D i sc u r si v a s
ESTAS QU ESTÕES DEVER ÃO SER RESPOND ID AS N A FOLHA DE R ESPOSTAS D AS QU ESTÕES
D ISC UR SIVAS, MAN TEN D O O MEMOR IAL D E C ÁLCU L O, QU AND O FOR O C ASO.
Questã o 1
A part ir do período de abert ura polít ic a, nos anos 80 do s éc ulo XX, a educ aç ão bras ileira
inc orporou no vos paradigmas que imprimiram mudanç as epist emológic as , t eóric as e
met odológic as à aç ão educ at iva. S ob o predomínio de um ideário c rít ic o da educ aç ão, delineou s e uma nova prát ic a pedagógic a.
Cons iderando o panorama ant eriorment e desc rit o, analis e c rit ic ament e o impac t o dess as
mudanç as no c ont ext o educ ac ional bras ileiro, ex plic it ando:
a) as abordagens de ens ino vigent es ant es da abert ura polít ic a;
b) as abordagens pedagógic as s urgidas ness a c onjunt ura t eóric a;
c ) as es pec ific idades da formaç ão, da prát ic a e da ident idade profiss ional doc ent e ness a nova
c onjunt ura polít ic o-pedagógic a.
Questã o 2
P ara realiz ar uma prátic a int egradora e des venc ilhada t ant o da divis ão e d a fragment aç ão do
t rabalho quant o do c ont role hierárquic o, a ins tit uiç ão esc olar nec ess it a c riar c ondiç ões geradoras
de uma out ra forma de organiz aç ão do t rabalho pedagógic o c apaz de romper c om prátic as
educ at ivas fragment adas .
Nes s a pers pec tiva, analis e c rit ic ament e a organiz aç ão pedagógic a do c urríc ulo esc olar, que
fa voreç a a rupt ura de prátic as educ ativas s egment adas, ant idemoc rátic as e disc riminat órias .
IFRN – Conc urso Públic o 2010– Didátic a
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IFRN – Concurso Públic o 2010- Didática
Q u e stõe s d e M úl ti p la E sco l ha
DI DÁT I CA
01. Os princ ípios s ubjac ent es ao ideal pedagógic o de Comenius, educ ador do s éc ulo XV II,
s ust ent am -s e nos ideais de uma esc ola na qual t odas as c lass es s oc iais s ejam educ adas,
ist o é, onde o ens ino s eja des tinado a t odos s em qualqu er tipo de dis c riminaç ão. As
c ont ribuiç ões do pedagogo Comenius impuls ionaram reflex ões s obre a esc ola e o papel da
educ aç ão na s ociedade, inst igando naquele c ont ex t o his t óric o a
I
II
III
IV
bus c a por um mét odo de ens ino mais rac ional, ordenado e mais apropriado pa ra
garant ir aos indivíduos o ac es s o aos c onhec iment os produzidos pela s oc iedade
moderna.
bus c a pela democ ratiz aç ão do s aber, c ons iderando a ex c eç ão dos que não t inham
apt idão e inc linaç ão para os est udos s egundo a s ua nat urez a humana.
defes a de um a es c ola univers al, partindo do press upos t o da nat urez a educ ável do
homem e da nec ess idade de uma educ aç ão esc olariz ada para ele.
c onst ruç ão de um projet o educ at ivo que inc lua t odos os homens e a dis pos iç ão de
um s aber univers aliz ant e que s e enc ont ra n a bas e da formaç ão humana.
A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as.
A) II, III e IV .
C) I, III e IV.
B) I, II e IV .
D) I, II e III.
02. Jean-Jac ques Rouss eau, um dos ex poent es t eóric os para a pedagogia c ont emporânea,
propôs alguns modelos educ ativos para formaç ão do homem, defendendo alguns princ ípios
que foc aliz am
I
a infânc ia c omo idade aut ônoma e dot ada de c arac t eríst ic as es pec ífic as.
II
a import ânc ia da int er-relaç ão ent re mot ivaç ão e aprendiz agem na formaç ão
int elec t ual.
a at enç ão à ant inomia e à c ont radit oriedade da relaç ão educ at iva (liberdade vers us
aut oridade).
a import ânc ia da educ aç ão lit erária e erudit a que prioriz a a educ aç ão nat ural da
c rianç a e t em o adult o c omo modelo.
a at enç ão à formaç ão aut ônoma do s ujeit o, c omo bas e da s oc iedade democ rátic a.
III
IV
V
A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as.
A) I, III e IV.
C) II, III e IV .
B) I, II, III e V.
D) I, II, IV e V.
03. A his t ória da educ aç ão brasileira é marc ada fort ement e pela impla nt aç ão da c ult ura europeia
no B ras il, c om int uit o de impor novas formas de c onví vio, c ost umes, id eias e valores
c ult urais e ideológic os. No período c olonial, a Companhia de Jes us, uma inst it uiç ão de
origem ibéric a, deix ou-nos, at ravés de s ua aç ão miss ionár ia, es pirit ual e educ at iva, um
grande legado his t óric o -c ult ural. No que s e refere es pec ific ament e ao c urrícilo esc olar, é
c orret o afirmar que a Companhia de Jes us prioriz ava
A) a dout rina religios a e o ensino enc ic lopédic o, humaníst ic o e lit erário.
B) a ex periênc ia e os c os t umes loc ais dos nat ivos bras ileiros, relac ionando os s aberes
vi vidos aos s aberes sist emat iz ados.
C) a formaç ão religios a e humanís tic a ass oc iada à qualific aç ão para o t rabalho .
D) a dout rina c rist ã, o ensino enciclopédic o e os s aberes d a ex periênc ia, c om finalidade de
des envol ver uma formaç ão int egral nos nat ivos .
IFRN – Conc urso Públic o 2010– Didátic a
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04. A part ir dos anos 30 do s éc ulo XX, o ens ino brasileiro apres ent ou alt o índic e de ex pans ão.
Um dos fat ores res pons áveis por es s e fenômeno foi o aument o não t ão ex press ivo, d a
demanda s oc ial de educ aç ão, influenciado pelo proc es s o de urbaniz aç ão e ex pans ão
demográfic a. Quant o à ex pans ão quant it ativa do ens ino, é c orret o afirmar:
A) oc orreu um des c ompass o ent re o sist ema educ ac ional e a ex pans ão do s et or ec onômic o;
no ent ant o, houve equiparaç ão ent re nec es sidades s oc iais e nec ess idades ec onômic as da
s ociedade brasileira.
B) houve ex pans ão releva nt e do ens ino bras ileiro, ac ompanhando as mudanç as no s is t ema
ec onômic o e prevalec endo c orres pondênc ia s ignific at iva ent re educ aç ão e s et or
ec onômic o.
C) houve ex pans ão do ens ino, mes mo que ins ufic ient e para s uprir a demanda, ent ret ant o, o
s is t ema educ acional apres ent ou baix os índic es de rendiment o e exc lus ão s oc ial
ac ent uada.
D) oc orreu grande e e fic ient e ex pans ão do ens ino bras ileiro, t ant o nos as pect os
quant it at ivos , quant o est rut urais, o que oc as ionou maior democ rat iz aç ão do
c onhec iment o.
05. No B ras il, s ob influênc ia do Moviment o Esc olanovis t a na E duc aç ão nas primeiras déc adas do
s éc ulo XX, a legis laç ão educ ac ional e os c urs os de fo rmaç ão doc ent e abs orvem os ideários
do mo viment o, pondo em paut a os modelos s oc iais t radic ionais , reafirmando no vos valores ,
c omo os direit os do s er humano, a dignidade, a just iç a e a liberdade de pens ament o. A
didát ic a, ness a c onjunt ura, t em s eus fundamen t os rec onfigurados , pass ando a c ent rar -s e
A) nos pres s upos t os t eóric os da ps ic ologia do des envol viment o e da t eoria c ons t rutivis t a da
aprendiz agem.
B) nos pres s upos t os do s ocioint erac ionis mo e da t eoria pedagógic a t ec nicist a.
C) nos fundament os da filos ofia da educ aç ão e da ps ic ologia da aprendiz agem.
D) nos fundament os da ps ic ologia evolut iva e da ps ic ologia da aprendiz agem.
06. No iníc io da déc ada de 30 d o s éc ulo pas s ado, c onfigurou -s e no B ras il um moviment o de
educ adores , c uja at uaç ão foi import ant e n a formulaç ão da polít ic a educ ac ional brasileira,
na legis laç ão e na prát ic a es c olar. A dept os des s e moviment o educ acional, c omo A nís io
Teix eira, Fernando de A z evedo, Lourenç o Filho, Carneiro Leão, dent re out ros , lanç aram o
Manifes t o dos Pioneiros da E duc aç ã o Nova, c ujo c ont eúdo,
A) c ria um plano de rec onst ruç ão educ ac ional regional, objetivando a aut onomia ent re os
divers os níveis de ensino e uma educ aç ão renovada e de qualidade .
B) propõe mudanç as na legis laç ão do ens ino da époc a, que definia pri vilégios p ara o grup o
polít ic o de es querda e das class es populares , vis ando a democ rat iz aç ão da educ aç ão.
C) es t abelec e uma diss oc iaç ão ent re educ aç ão e des envol viment o, repres ent ando os valores
ideológic os de grupo de es querda e da ala c at ólic a, em prol de uma E duc aç ão No va e
democ rát ic a.
D) propõe um plano de rec onst ruç ão educ ac ional em nível nac ional, objet ivando a
art ic ulaç ão ent re t odos os níveis de ensino e a democ ratiz aç ão da educ aç ão.
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IFRN – Concurso Públic o 2010- Didática
07. Durant e a dit adura milit ar, as reformas no c ampo educ acional es t enderam -s e t ambém para o
ens ino primário e médio na époc a. O marc o princ ipal foi a Lei 5. 692. 71, fix ando as diret riz es
e bas es para o ens ino de primeiro e s egundo graus , nomenc lat ura us ada na époc a. No que
diz res peit o, a ess a lei, é c orret o afirmar que o ens ino profis sionaliz ant e nas esc olas de
s egundo grau,
A) inst it uiu o ensino profiss ionaliz ant e de qualidade no B ras il c onc orrendo c om as ant igas
es c olas t éc nic as e garant indo, c omo públic o, priorit ário, os alunos de baix a renda.
B) provoc ou o enfra quec i ment o da rede pri vada, na medida em que ela per deu es paç o de
at uaç ão para as inst it uiç ões públic as, que ofert aram o ensino profis sionaliz ant e.
C) frac ass ou,
devido
aos
baix os
rec urs os
financ eiros
inves t idos
nas
esc olas
profis s ionaliz ant es e por adot ar a pr ofiss ionaliz aç ão univers al e c ompuls ória de c arát er
t erminal.
D) frac ass ou devido ao des int eress e da populaç ão pelo ens ino profis sionaliz ant e, apes ar dos
inves t iment os do governo, bus c ando implant ar c om êx it o o ens ino no âmbit o da rede
públic a.
08. A filos ofia da educ aç ão des empenha papel relevant e na formaç ão do doc ent e no s ent ido de
fundament ar a s ua práx is , c ont ribuindo para que ele p os s a reflet ir c rit ic ament e s obre as
divers as formas de pens ar a realidade educ acional. Nes s e s ent ido, a filos ofia da educ aç ão
pos sibilit a ao profess or:
I
II
III
IV
formular princ ípios e objet ivos para a educ aç ão e res umir a filos ofia a uma t eoria
geral da educ aç ão.
ac ompanhar reflex iva e c ritic ament e a atividade educ ac ional para ex plic it ar os s eus
fundament os .
reflet ir s obre esc olhas, objet ivos e finalidades educ at ivas , t ornando a aç ão
pedagógic a mais c oerent e c om o fim que s e des eja atingir.
fundament ar t eoric ament e a s ua prátic a, no preparo t éc nic o e na fundament aç ão
filos ófic a de s ua atividade.
A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as.
A) I, III e IV.
B) I e II e IV.
C) I, II e III.
D) II e III e IV .
09. Na t radiç ão filos ófic a, além das anális es ant ropológic as , ax iológic as e epis t emológic as, a
filos ofia apres ent a funç ão int erdisc iplinar na bus c a de int egrar o c onhec iment o. Na filos ofia,
a anális e ax iológic a da educ aç ão c ont ribui signific ativament e para pens armos o homem
c omo s ujeit o reflex ivo, que age int enc ionalment e em funç ão de finalidades a at ingir. A
ax iologia preoc upa-s e em
A) ent ender as regras e c ondut as s ociais e a ac eit aç ão ou não dos c os t umes e dos valores
pelos grupos s ociais .
B) ent ender a epis t emologia do c onhec iment o e o relativis mo dos valores s oc iais que s ão
at emporais.
C) vers ar s obre os valores e s ua nat urez a, s upondo a int ers ub jet ividade dos indivíduos nas
s uas aç ões s óc io-his t óric as e dialétic as .
D) definir os valores ont ológic os dos s ujeit os, s upondo indiferenç as c ult urais diant e das
aç ões humanas.
IFRN – Conc urso Públic o 2010– Didátic a
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10. Considerando as divers as dimens ões em que o proc ess o ens ino -aprendiz agem s e
des envol ve, é c orret o afirmar que a Didát ic a ass ume um c arát er p olític o-s ocial e t éc nic o
quando,
A) s e preoc upa, ess encialment e, c om as opç ões polític o-s ociais dos profis sionais que
t rabalham na esc ola e c om as s uas int eraç ões no meio esc olar.
B) c onsidera t ant o os fat ores que influenciam o aprendiz ado dis c ent e quant o a
democ rat iz aç ão do c onhec iment o, além de s e preoc upar c om a s eleç ão dos c ont eúdos ,
dos rec urs os , dos meios e da est rut uraç ão de uma aula .
C) c onsidera as t eorias que s e apres ent am válidas para s olucionar os problemas da prátic a
pedagógic a, exc lus ivament e os que s e referem aos es paç os de aula.
D) s e preoc upa, ess encialment e, c om as opç ões polític o-s ociais dos alunos e s uas
int eraç ões c om o meio es c olar, além de prioriz ar a formaç ão polít ic a dos profiss ionais da
es c ola.
11. A Didát ic a ex erc e import ant e funç ão na s is t ematiz aç ão e organiz aç ão do ens ino, no
es t abelec iment o de elos ent re as opç ões filos ófic as e polític o -pedagógic as do profes s or e na
aprox imaç ão ent re t eoria e prat ic a na formaç ão doc ent e. Nos c urríc ulos dos c urs os de
formaç ão de profess ores, a Didátic a t em a funç ão primordial de
A) c ont ribuir para a fundament aç ão de uma prát ic a reflexiva e c rít ic a, garant indo a unidade
ent re t eoria e prát ic a.
B) as s umir um c arát er pres c rit ivo da prát ic a doc ent e e indic ar t éc nic as apropriadas a o faz er
pedagógic o.
C) c ont ribuir c om uma prátic a normat iva, fundament ando -s e em modelos já ex is t ent es e de
c omprovada efic iênc ia.
D) c ont ribuir para a f ormaç ão t éc nic a da doc ênc ia, ac ent uando os as pect os da prát ic a,
s obret udo os de c arát er normat ivos .
12. Na c onc epç ão s ocioint erac ionist a, o aluno, em qualquer s it uaç ão de aprendiz agem, dis põe de
c apac idades ,
habilidades,
pot encialidades
e
ins t rument os
para
c onst ruir
s eus
c onhec iment os . De ac ordo c om ess a c onc epç ão, a aprendiz agem press upõe proc es s os
A) ex periment ais de es t ímulo e ins ight c uja int eraç ão res ult a na produç ão de no vos
c onhec iment os .
B) c ognit ivos inat os ao s er humano, es t rut urados em níveis diferenc iados independent es
ent re s i, os quais poss i bilit am maior int egraç ão ent re os novos c onhec iment os .
C) at ivos fundament ados na obs ervaç ão, c omo es t ímulo às c apacidades
pos sibilit ando a c onst ruç ão dos novos c onheciment os.
do s ujeit o,
D) c ent rados na relaç ão ent re s ujeit o, objet o e mediadores s oc iais , poss ibilit ando a
c onst ruç ão e rec onst ruç ão do c onheciment o.
13. A c ons t ruç ão do projet o polít ic o -pedagógic o da esc ola exige a definiç ão de princ ípios,
objet ivos , es t rat égias e, ac ima de t udo, um t rabalho c oletivo para a s ua operac ionaliz aç ão.
Numa pers pect iva c rític a e democ rátic a, o projet o polít ic o-pedagógic o da es c ola proporciona:
I
II
III
IV
melhoria da organiz aç ão pedagógic a, adminis t rat iva e financ eira da es c ola, bem
c omo o est abelec iment o de novas relaç ões pess oais e int erpes s oais na inst it uiç ão;
redimens ionament o da prátic a pedagógic a dos profess ores e formaç ão c ontinuada do
quadro doc ent e.
planejament o a c urt o praz o para definir aplic aç ão de medidas emergenc iais na
es c ola, de modo a s uperar c ert as dific uldades , det ect ar out ras e propor novas aç õ es.
a s uperaç ão de prátic as pedagógic as fragment adas e a garantia t ot al de um ensino
de qualidade.
A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as:
6
A) I, II e III.
C) I, II e IV .
B) I e IV.
D) I e II.
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14. O proc ess o de ensino não é uma s imples variant e do proc es s o de c omunic aç ão, uma vez
que implic a informaç ões sist emat iz adas e est rut uradas c om int enç ão de produz ir
aprendiz agem. Ness e s ent ido, o t rabalho da es c ola (e part ic ularment e do doc ent e) de ve s er
direc ionado para o ens ino int e nc ional, objetivando priorit ariament e,
A) formular um c onjunt o de regras e mét odos de ens ino que garant em a qualidade d o
proc ess o ens ino-aprendiz agem e c ons equent ement e, o progres s o c ult ural do aluno.
B) c onsiderar os int eress es dos alunos e formular meios e mét odos de ensino que irão
garant ir de forma homogênea um aprendiz ado c om êxit o e s uc ess o.
C) formular prát ic as de ens ino inovadoras e hegemônic as de ac ordo c om s eus propós it os
inst it ucionais, a fim de garant ir a efic iênc ia de um ensino de qualidade , mesmo que não
at enda a t odos os int eres s es disc ent es.
D) c onsiderar os res ult ados des ejados , a aprendiz agem e o progres s o do aluno, numa
pers pec tiva s ignific at iva, organiz ando os meios e as c ondiç ões para s e ens inar e
aprender.
15. O planejament o do t rabalho esc olar deve s er c ompreendido c omo ex plic it aç ão de um projet o
polít ic o-pedagógic o, fundament ado em c onc epç ões que s it uam a educ aç ão c omo prát ic a
global, mediadora das relaç ões ent re os s ujeit os envolvidos no t rabalho educ at ivo. S endo
as sim, a parti r de uma vis ão c rít ic a das finalidades s oc iais da educ aç ão e do proc ess o
educ at ivo, os agent es dess e proc ess o devem des envol ver aç ões que
A) direc ionem as prátic as do planejament o esc olar para a realidade da ins t it uiç ão educ ativa
e des envol vam aç ões democ rát ic as que vis em mant er press upost os t eóric os
predominant es ent re part e dos agent es educ at ivos .
B) operac ionaliz em uma prát ic a es c olar, c onsiderando a dimens ão s oc ial do planejament o
em funç ão de objet ivos es pec ífic os da ins tit uiç ão que es t ejam c ondiz ent es c om os ans eios
do at ual modelo de s ociedade .
C) organiz em e operacionaliz em uma prátic a es c olar c ons iderando a relaç ão dialógic a e
dialét ic a ent re educ aç ão e s ociedade e, enfatiz e a dimens ão t éc nic o -polític a do
planejament o em prol da s uperaç ão de um m odelo c ons ervador de prát ic as educ at ivas .
D) s ist ematiz em prátic as educ at ivas int encionais que c ons iderem a realidade do c ont ext o
es c olar e enfat iz em a dimens ão t éc nic a do planejament o, t raç ando objetivos que at endam
à realidade c apit alist a predominant e.
16. Numa pers pect iva c rít ic a da educ aç ão, a esc ola deve propic iar a aquis iç ão de c onheciment os
que poss ibilit em ao aluno o ac ess o ao s aber elaborado. Es s es s aberes devem:
A) s er ent endidos c omo element os import ant es para a formaç ão dos s ujeit os e des vi nc ulados
das relaç ões ent re esc ola e realidade hist óric a.
B) s er emanados de um modo c oerent e de pens ar a educ aç ão e a hist ória, que s e es got a
numa objetividade hist óric a, port ant o, previs í veis de s erem ac eit os c omo reais.
C) s er ex plicit ados num projet o c onst ruído e ordenado por p rát ic as educ ativas e de uma
realidade objetiva, fundada numa provis oriedade his t óric a.
D) s er c onst it uídos na his t oric idade dos s ujeit os , inac abados, bem c omo na dinâmic a da
vida, na dialét ic a es c olar e na realidade hist óric o -s ocial e ac eit os c omo não ac abados.
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17. O papel mediador do pro fes s or no proc es s o de ens ino e aprendiz agem ex ige uma pos t ura
s ust ent ada em prát ic as de res peit o ao aluno, no que s e refere ao c onhec iment o, à vivênc ia
c ult ural e à realidade c onc ret a. Ness e s entido, a mediaç ão do profess or ex ige
A) s aberes nec ess ários a uma prátic a pedagógic a diretiva que pos s ibilit e mais aut onomia ao
aluno e menos res pons abilidade ao profess or.
B) c onsiderar o aluno c omo s ujeit o part ícipe do proc ess o de ens ino e apre ndiz agem,
t omando c omo pont o de part ida os c ont eúdos es t rut urados .
C) s aberes nec ess ários a uma prát ic a doc ent e mais det erminist a e menos preoc upada c om
as relaç ões ent re o c urríc ulo e as ex periênc ias c ult urais dos alunos.
D) pens ar no progres s o c ult ural do aluno, c om vis t as a res ult ados signific at ivos de
aprendiz agem, part indo dos s aberes vi vidos e dos c ont eúdos do c urríc ulo
c ont ex t ualiz ados.
18. A s t eorias pedagógic as c ujos press upost os epist emológic os opõem -s e às t endências
apriorist as e empiris t as s ão denominadas int erac ionist as e c ons t rut ivis t as . Es t as duas
últ imas fundament am -s e na pers pect iva de que
A) o c onheciment o est á no s ujeit o c ognosc ent e, um s er dot ado de c apac idade c ognit iva para
produz ir aprendiz ados.
B) o c onhec iment o est á no objet o a s er ex plorado. S endo as s im, o s ujeit o deve realiz ar o
máx imo de int eraç ões poss íveis c om ele.
C) o c onhec iment o não es t á no s ujeit o nem no objet o. E le é res ult ant e da int eraç ão ent re
ambos e na int eraç ão ent re os s ujeit os .
D) o c onhec iment o res ult a priorit ariament e da aç ão ent re o s ujeit o e o objet o, part indo do
pres s upost o bás ic o das aptidões inat as.
19. Na pers pect iva do mult ic ult uralis mo c rític o, ent ende -s e que o relevant e para a esc ola não é
apenas rec onhec er o direit o à diferenç a e a nec ess idade de res peit o às diferent es
manifes t aç ões c ult urais . Dess e modo, as referênc ias t eóric as do multic ult uralismo c rít ic o
implic am, det erminadas pos iç ões e des afios. Mediant e a c omplexidade que envol ve a
divers idade c ult ural , c abe à esc ola
I
II
III
IV
V
lanç ar propos t as pedagógic as em que os debat es não s e polariz em em c onc epç ões
univers alis t as e não int ens ifiquem a homogeneiz aç ão c ult ural, mas reafirmem o
direit o à diferenç a.
rec onhec er as diferenç as reais e s aber que é import ant e c ons iderá -las para que
func ione um proj et o de emanc ipaç ão humana, c om prátic as que afirmem a liberdade,
a aut onomia e o res peit o ao out ro .
viabiliz ar propos t as que t omem, c omo eix o princ ipal, a idéia de que uma c ult ura
dominant e pode as s imilar uma minorit ária, enc ont rada em des igualdade de c ondiç ões
e c om pouc a oport unidade de ins erir -s e no sist ema s oc ial e educ at ivo.
pos sibilit ar aos alunos a int eraç ão ent re diferent es c ult uras, s em que ess es perc am o
vínc ulo e a valoriz aç ão de s ua c ult ura de origem, deve ndo is s o oc orrer c omo
mec anis mo de c rít ic a e aut oc rít ic a às diferent es manifes t aç ões c ult urais.
ent ender c omo s e c onst roem os es paç os de dominaç ão e c ont est aç ão da c ult ura, e
t er papel import ant e para abrir es paç os para que as divers as c ult uras dos grupos
ex cluídos do c urríc ulo esc ol ar t enham c ondiç ões de t er art ic ulaç ão c ont ra qualquer
t ipo de opress ão e de ex ploraç ão.
Marque a opç ão em que t odas as afirmativas est ão c orret as .
A)
B)
C)
D)
8
II, III e IV .
I, II, IV e V.
I, III, IV e V.
III, IV e V.
IFRN – Concurso Públic o 2010- Didática
20. A avaliaç ão da aprendiz agem po de des empenhar várias funç ões nos proc ess os de ens ino e
aprendiz agem. Quando art ic uladas em uma prát ic a pedagógic a dinâmic a, propiciam o
des envol viment o do aluno, uma vez que pot enc ializ am a apropriaç ão de c ont eúdos
s ignific ativos , c ont ribuindo para a c onst ruç ão do c onhec iment o e para o des envol viment o de
habilidades e de c onvicç ões.
P ara que a a valiaç ão pos s a des empenhar s uas import ant es funç ões, o profes s or nec ess it a de
inst rument os para operac ionaliz ar a s ua prát ic a. S endo ass im, é nec ess ário
I
II
III
IV
res peit ar os rit mos de aprendiz ado do aluno e c onsiderar os inst rument os de
avaliaç ão c omo diagnóst ic os de c onhec iment os e de t roc as dialógic as .
art ic ular os inst rument os s elec ionados aos c ont eúdos t rabalhados s em exigir nos
inst rument os de avaliaç ão, uma apr endiz agem que não foi s olic it ada no dec orrer das
aulas .
es c olher os ins t rument os avaliat ivos , adequando -os às ex igências dos c ont eúdos,
s em prec is ar c ompat ibiliz á-los ao grau de dific uldade do aluno.
c onst ruir inst rument os avaliat ivos us ando uma l inguagem c ompreens ível, que indique
c larament e os objetivos a s erem at ingidos pelo aluno, enfoc ando part e s ignific at iva
dos c ont eúdos t rabalhados em s ala de aula.
A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as.
A) I, III e IV.
B) I, II e IV.
C) I, II e III.
D) II, III e IV .
IFRN – Conc urso Públic o 2010– Didátic a
9
EDUCA ÇÃ O PR OFI SSI ON AL
21. A Rede Federal de E duc aç ão P rofiss ional, Cient ífic a e Tec nológic a, inst it uída pela Lei nº
11. 892/ 2008, é formada por um c onjunt o de ins t it uiç ões de nat urez a jurídic a de aut arquia,
det ent oras de aut onomia adminis t rat iva, pat rimonial, financ eira, didát ic o -pedagógic a e
disc iplinar. A ess e res peit o, analis e as afirmativas abaix o.
A educ aç ão profissional, previst a pelo art. 39 da Lei 9. 394/ 1996 e regida pelas d iret riz es
definidas pelo Cons elho Nacional de E duc aç ão, é desenvolvida por meio de c urs os e
programas de formaç ão c ontinuada de t rabalhadores , de educ aç ão profis sional t éc nic a de
nível médio e de educ aç ão profiss ional t ecnológica de graduaç ão e de pós -graduaç ão.
A ofert a de c urs os e programas para a educ aç ão profis sional obs erva duas premis s as
bás ic as: a es t rut uraç ão em eix os merc adológic os, c ons iderando os divers os s et ores da
ec onomia loc al e regional, e a art ic ulaç ão c om as áreas profis sionais, em fun ç ão da
empregabilidade e do empreendedoris mo.
Os Ins tit ut os Federais s ão ins tit uiç ões de educ aç ão s uperior, bás ic a e profiss ional,
pluric urric ulares e mult ic ampi, es pecializ ados na ofert a de educ aç ão profissional e
t ec nológic a nas diferent es modalidad es de ens ino, c om bas e na c onjugaç ão de
c onhec iment os t éc nic os e t ec nológic os c om as s uas prátic as pedagógic as .
Uma das finalidades dos Ins t it ut os Federais é qualific ar -s e c omo c ent ro d e re fer ênc ia
no apoio à of ert a do ens ino de c iênc ias nas ins t it uiç õ es públic as de ens ino,
oferec en do c apac it aç ão t éc nic a e at ualiz aç ão pedagógic a aos doc ent es das redes
públic as de ensino.
E m s e t rat ando da art ic ulaç ão dos c urs os t éc nic os de ní vel médio e o ens ino médio,
es t ão previs t as , legalment e, as s eguint es formas de ofert as es pec ífic as para o
des envol viment o des s a art ic ulaç ão: divers ific ada, int egrada, c onc omit ant e, unific ada e
s ubs equent e.
I
II
III
IV
V
A ss inale a opç ão em que t odas as afirmat ivas es t ão c orret as.
A) III, IV e V.
B) I, II e IV .
C) II, III e V.
D) I, III e IV.
22. A legis laç ão educ ac ional que es t abelec e as orient aç ões c urric ulares para a educ aç ão
profis s ional permit iu, ent re out ras medidas, a c riaç ão do P rograma de Int egraç ão da E duc aç ão
P rofiss ional ao E ns ino Médio na modalidade E duc aç ão de Jovens e A dul t os – P ROE JA , c omo
uma polít ic a de inc lus ão.
Cons iderando as diret riz es nac ionais vigent es, julgue, s e fals os (c om F) ou verdadeiros (c om
V), os fundament os polític o -pedagógic os apres ent ados abaix o, nort eadores da organiz aç ão
c urric ular para o c umpriment o des s a polític a.
(
)
(
)
(
)
(
)
(
)
A int egraç ão c urric ular, vis ando a qualific aç ão s oc ial e profiss ional artic ulada à
elevaç ão da es c olaridade, c onst ruída a part ir de um proc es s o democ rátic o e
part icipativo de disc uss ão c olet iva.
A es c ola formadora de s ujeit os, art ic ulada a um projet o c oletivo de emanc ipaç ão
humana.
A valoriz aç ão de proc ediment os t éc nic os, vis ando a formaç ão para o merc ado de
t rabalho.
A c ompreens ão e a c ons ideraç ão dos t empos e dos es paç os de formaç ão dos
s ujeit os da aprendiz agem.
A es c ola vinc ulada à realidade dos s ujeit os.
(
)
A ges t ão democ rát ic a, em c ooperaç ão c om os projet os de governo.
(
)
O t rabalho c omo princ ípio educ ativo.
A ss inale a opç ão em que a s equênc ia est á c orret a.
A) V, V, F, V, V, F e V.
B) F, V, F, V, V, F e V.
10
C) F, V, V, F, F, V e V.
.
D) V, F, V, V, V, V e F.
IFRN – Concurso Públic o 2010- Didática
23. A educ aç ão profiss ional t em uma dimens ão s ocial int ríns ec a que ext rapola a s imples
preparaç ão para uma oc upaç ão es pec ífic a no mundo do t rabalho. Nes s e s entido, t orna -s e
impresc indível a implement aç ão do c urríc ulo int egrado. Est e último t raduz -s e,
fundament alment e, num proc es s o de
A) art ic ulaç ão e c ont ex t ualiz aç ão das prát ic as educ at ivas c om as ex periênc ias dos doc ent es,
orient ado por uma pos t ura pluridisc iplinar relevant e para a c ons t ruç ão do c onhec iment o .
B) s ocializ aç ão e difus ão de c onhec iment os c ient ífic os nec ess ários à formaç ão propedêut ic a,
c om bas e em c onc eit os e habilidades c onst ruídos por meio de at ividades ac adêmic as .
C) art ic ulaç ão e diálogo c onst ant e c om a realidade, e m obs ervânc ia às c arac t eríst ic as do
c onhec iment o (c ient ífic as, his t óric as , ec onômic as e s ocioc ult urais ), dos s ujeit os e do
meio em que o proc es s o s e des envol ve.
D) uniformiz aç ão das prát ic as pedagógic as , definida nos c rit érios de s eleç ão e organiz aç ão
de c ont eúdos e de proc ediment os avaliat ivos , a fim de as s egurar o s uc es s o nos
res ult ados da aprendiz agem.
24. A aprendiz agem é ex plic ada por diferent es t eorias c ognitivas , t endo c omo referênc ia os
pres s upost os da P sic ologia E volut iva e da P sic ologia da A pren diz agem. A part ir dess e
referenc ial, relac ione c ada abordagem t eóric a apres ent ada na primeira c oluna ao s eu
res pect ivo proc es s o de des envolviment o da aprendiz agem humana ex plic it ado na s egunda
c oluna.
1 - B ehavioris mo
2 - S óc io-hist óric a
3 - Int eligências
múltiplas
4 - E pist emologia
genét ic a
a(
)O des envolviment o c ognitivo é pos sibilit ado pela
int eraç ão do s ujeit o c om o out ro e c om o grupo
s ocial, t endo c omo fat or princ ipal a linguagem,
num proc es s o de amadureciment o das funç ões
ment ais s uperiores.
b( )O proc ess o de aprendiz agem humana oc orre por
meio do desenvol viment o de es trut uras c ognitivas,
que s e modificam por meio da adaptaç ão,
envolvendo a ass imilaç ão e a ac omodaç ão, mediada
pela equilibraç ão dos es quemas cognit ivos.
c( )A aprendiz agem ac ont ec e pelo c ondic ionament o do
c omport ament o, por meio do proc ess o de
es t ímulo-res post a, dependendo das variá veis que
s e originam no ambient e.
d ( )P ara
que
oc orra
o
des envolviment o
da
aprendiz agem humana, é prec is o ident ific ar as
c apac idades
c ognitivas
mais
evident es
do
indivíduo, c om o objet ivo de ex plorá -las e
des envol vê-las .
A ss inale a alt ernat iva c uja relaç ão da primeira c oluna c om a s egunda est á c orret a.
A) 1a; 2b; 3c; 4d.
C) 1b; 2c; 3a; 4d.
B) 1c ; 2a; 3d; 4b.
D) 1d; 2b; 3c; 4a.
25. O educ ador precis a ut iliz ar divers as es t rat égias didát ic o -pedagógic as que favoreç am o
des envol viment o da aprendiz agem. Uma delas é es timular, no aluno, a met ac ogniç ão, um
proc ess o que diz res peit o ao des envol viment o da c apacidade de
A) aprender a aprender, por meio da aut orregulaç ão, da t omada de c ons c iênc ia e do c ont role
da própria aprendiz agem, c onhec endo os erros e os s uc es s os .
B) repres ent aç ão da realidade, c omo s uport e para aprender s emelhanç as e diferenç as ent re
vá rios modelos c ognit vos , poss ibilit ando ex p or, c ont ras t ar, c ons t ruir e redesc rever os
próprios modelos e os dos out ros.
C) as similaç ão dos c ont eúdos, por meio da anális e de s it uaç ões problemas , c onsiderando o
mét odo dialétic o do pens ament o.
D) aprender c ont eúdos c onc eit uais, proc ediment ais e at it ud inais, motivada po r c ent ros de
int eress es , em que a aquis iç ão do c onheciment o s e dá para além da c ooperaç ão, da t roc a
e do diálogo.
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