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Instalações Elétricas - Parte 01

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Instalações Elétricas
Instalações Prediais – Elétrica e Hidráulica
Em relação ao projeto
O projeto de instalações elétricas prediais:
• é uma representação gráfica e escrita, com todos os seus
detalhes e com a localização dos pontos de utilização;
• nele esta especificado a distribuição elétrica geral,
indicando a colocação dos conduítes e condutores, com a
designação de suas bitolas, posicionamento de luminárias,
tomadas e interruptores, caixas de distribuição;
Em relação ao projeto
• também onde ficam os disjuntores de proteção, a
quantidade de condutores dentro dos conduítes e seus
calibres, a potencia de cada lâmpada e demais
equipamentos;
• quando bem elaborado e corretamente dimensionado gera
significativa além de evitar: super ou subdimensionamento
de circuitos, disjuntores desarmados, falta de segurança
nas instalações;
• dificulta a execução das instalações desconformes com as
normas vigentes.
Em relação ao projeto
• O tempo despendido na compatibilização do projeto
arquitetônico com o projeto de instalações elétricas será
recuperado quando na execução de ambos.
• Para facilitar a manutenção o ideal é que o arquiteto
proponha soluções a partir do projeto.
• Para a elaboração dos projetos deve ser consultada a
concessionária de energia elétrica.
• Também devem ser consultadas as Normas Técnicas da
ABNT, principalmente a NBR 5410.
Lembrando a boa e velha Física
• O que é ELETRICIDADE?
A eletricidade é a forma de energia mais utilizada na sociedade atual. Ela
é transformada facilmente em outros tipos de energia - mecânica,
térmica, luminosa, etc.
Isso nos leva a outros três conceitos: matéria, molécula e
átomo.
Para simplificarmos vamos dizer que a matéria é formada por
moléculas, que por sua vez é formada por átomos.
Lembrando a boa e velha Física
• Modelo atual do átomo
Lembrando a boa e velha Física
• A que isso nos leva?
Pegamos um
punhado de
elétrons livres
Submetemos a
uma diferença de
potencial (ddp) e
voilá !
Temos um
movimento
ordenado de
elétrons
Lembrando a boa e velha Física
• Certo, você ainda não entendeu...
Elétrons livres
Força que os empurra
E daí?!
Elétrons em movimento ordenado
Lembrando a boa e velha Física
• A força que “empurra” os elétrons livres é a tensão
elétrica. Ela é uma grandeza elétrica, também chamada de
ddp (diferença de potencial), fem (força eletromotriz) e
queda de tensão.
Tensão elétrica é a capacidade que a
carga elétrica tem de realizar trabalho!
Lembrando a boa e velha Física
• A tensão elétrica é uma grandeza mensurável,
ou seja, quando você desejar medi-la, poderá
utilizar um instrumento chamado voltímetro.
• No sistema internacional (SI), a unidade da
tensão elétrica é o volt (V). Vamos utilizar a
letra U como símbolo da tensão elétrica.
• As fontes de tensão elétrica ou geradores de
tensão são elementos capazes de transformar
energia (química, nuclear, térmica, hidráulica)
em energia elétrica, mantendo uma diferença
de potencial (tensão elétrica) em seus
terminais.
Voltímetro é
o nome que
se dá ao
instrumento
utilizado
para medir a
tensão
elétrica.
Lembrando a boa e velha Física
• Já o movimento ordenado dos elétrons é chamado de
corrente elétrica.
A corrente elétrica é a movimentação
ordenada de cargas elétricas num condutor.
• No sistema internacional, a unidade de corrente elétrica é o
ampère (A). Utilizaremos a letra i ou I para simbolizar a
corrente elétrica. Mas, se você desejar medir a corrente
elétrica, poderá utilizar um instrumento chamado
amperímetro.
Lembrando a boa e velha Física
• Certo, agora vamos juntar tudo...
A tensão elétrica movimenta os elétrons livres dando origem a
corrente elétrica. Se tenho corrente posso, por exemplo,
acender uma lâmpada. Uma vez acessa, essa lâmpada gera
uma intensidade de luz e uma certa quantidade de calor. Esses
efeitos (luz e calor) que nós percebemos nada mais são do que
a potência elétrica que se transformou em potência luminosa e
potência térmica.
Para existir potencia elétrica é necessário que haja tensão
elétrica e corrente elétrica.
Lembrando a boa e velha Física
• Ou seja:
• Então, a potência elétrica P é o produto da ação da tensão
elétrica U e da corrente elétrica I. Desta forma sua unidade
será o volt-ampère (VA). A essa potência nós chamamos de
potência aparente.
Lembrando a boa e velha Física
• A potência aparente é composta pela potência ativa e
potência reativa.
Potência Ativa
Potência Reativa
Lembrando a boa e velha Física
• Portanto, agora que sabemos que:
Potência Ativa é a que se transforma em movimento, calor e
luminosidade e Potencia Reativa é a que se transforma em
campo magnético,
podemos falar de Fator de Potência.
Fator de Potência é a parcela (porcentagem)
da potência aparente que é efetivamente
transformada em potência mecânica, térmica
ou luminosa.
Lembrando a boa e velha Física
Bom, nossa pequena incursão pelo
mundo da Física Básica fica por aqui.
Vamos retomar nossos estudos sobre
as Instalações Elétricas.
Campo de Aplicação da NBR 5410
A NBR
Tensão”:
5410
–
“Instalações
Elétricas
de
Baixa
• fixa as condições que as instalações de baixa tensão devem
atender;
• aplica-se a instalações novas e a reformas em instalações
existentes;
• cobre praticamente todos os tipos de instalações de baixa
tensão.
Campo de Aplicação da NBR 5410
A NBR 5410 é complementada pelas normas:
• NBR 13570 – “Instalações elétricas em locais de afluência
de público – Requisitos específicos”;
• NBR 13534 – “Instalações elétricas em estabelecimentos
assistenciais de saúde – Requisitos para segurança”.
Definições e conceitos: instalações e
alimentação
Instalação Elétrica
• É um conjunto de componentes elétricos, associados e com
características coordenadas entre si, constituído para uma
finalidade determinada. No uso corrente do termo essa
finalidade é via de regra associada a utilização de energia
elétrica.
• As instalações elétricas podem ser classificadas quanto à
sua tensão nominal (UN) basicamente de duas formas:
baixa tensão (UN < 1000V em corrente alternada e UN < 1500V em
corrente contínua) e alta tensão (UN > 1000V em corrente
alternada e UN > 1500V em corrente contínua).
Definições e conceitos: instalações e
alimentação
Instalação de baixa tensão (BT):
• Em sua maioria as instalações BT situam-se total ou
parcialmente no interior das edificações, sejam de uso
comercial, industrial ou residencial.
• O termo “instalação predial” corresponde a qualquer tipo
de instalação contida em um prédio, seja ele destinado a
uso residencial, comercial ou industrial.
• As instalações pode ser: permanentes, temporárias, de
reparo, de trabalho e semipermanentes.
Definições e conceitos: instalações e
alimentação
Instalação de baixa tensão (BT):
• A alimentação de uma instalação BT pode ser feita:
diretamente em baixa tensão, em alta tensão (através de
subestação de transformação do usuário) ou por fonte
própria de baixa tensão.
• Os elementos básicos constituintes da alimentação de uma
instalação por parte de uma concessionária são: entrada de
serviço, ponto de entrega, entrada consumidora, ramal de
ligação, ramal de entrada e unidade de consumo.
Definições e conceitos: instalações e
alimentação
Esquema simplificado de entrada de serviço
Componentes típicos de entrada de energia elétrica
Definições e conceitos: instalações e
alimentação
• O fornecimento de energia
pela concessionária é feito
pelo ponto de entrega, que
na rede de distribuição
aérea corresponde ao ponto
de ancoragem do ramal de
ligação aéreo na estrutura
do cliente.
• O ponto de entrega deve
estar situado no limite com
a via pública (recuo máximo
de 1 m).
Limites para fornecimento
• As edificações são enquadradas em função da carga
instalada e demanda calculada. As concessionárias
atendem seus consumidores residenciais, fornecendo
energia elétrica na classe de tensão mono, bi ou trifásica,
de acordo com suas necessidades, em função da carga
total instalada na edificação.
• A carga total instalada é a soma das potências nominais,
em watts, de todos os aparelhos, equipamentos e
lâmpadas utilizados na edificação. A potência pode ser em
watts ou em kW; lembrando-se que: 1000 watts são iguais
a 1 kW.
Ligação monofásica
• Não é permitida, nesse tipo de atendimento, a instalação
de aparelhos de raios X ou máquinas de solda a
transformador.
Ligação bifásica
• Não é permitida, nesse tipo de atendimento, a instalação
de: máquina de solda e transformador classe 127 V com
mais de 2 kVA ou da classe 220 V com mais de 10 kVA;
aparelho de raios X da classe de 220 V com potência
superior a 1500 W.
Ligação trifásica
• Não é permitida, nesse tipo de atendimento, a instalação de:
máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA, e
da classe 220 V com mais de 10 kVA ou máquina de solda trifásica
com retificação em ponte com potência superior a 30 kVA; aparelhos
de raios X da classe de 220 V com potência superior a 1500 W, ou
trifásicos com potência superior a 20 kVA.
Entrada de energia elétrica
Componentes de entrada de serviço
Componentes de entrada de serviço
Padrão de entrada
Quadro de medição
DIAGRAMA UNIFILAR
Fim da aula
• Instalações Elétricas – Hélio Creder
• Instalações Elétricas e o Projeto de Arquitetura – Roberto
de Carvalho Junior
• NBR 5410
• NBR 5444
• Manual de Instalações Elétricas Residenciais – Prysmia
• Guia EM da NBR 5410
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