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LIVRO
MANUAL DE TRATAMENTO DE EFLUENTES
INDUSTRIAIS
2ª EDIÇÃO AMPLIADA
AUTOR: Engº JOSÉ EDUARDO W. de A. CAVALCANTI
Anunciamos o seu lançamento
A finalidade deste Manual é proporcionar aos profissionais interessados em conhecer
as nuances que envolvem o tratamento de efluentes industriais um rol de informações
acerca das potencialidades e limitações dos vários processos e operações unitárias
utilizados na depuração de diferentes tipos de águas residuais industriais, ao mesmo
tempo orientar na elaboração de estudos e projetos visando a aquisição, implantação,
reabilitação e operação de sistemas de tratamento.
O Manual , prioritariamente dirigido à industria , é constituído por 18 capítulos
distribuídos em 499 páginas abordando temas especialmente selecionados em função
das necessidades dos usuários industriais na condução do processo de controle de
poluição no que tange particularmente a tratamento de efluentes e reuso de água.
Logo após o lançamento da 1ª Edição do Manual em setembro de 2009, no 25º
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental realizado no Recife,
decidimos iniciar a preparação de uma nova edição na esperança de que o livro tivesse
uma boa aceitação entre os técnicos do setor, o que de fato felizmente ocorreu.
Nesta 2ª Edição ampliada procuramos manter a formatação original do livro ampliando
porém o conteúdo de determinados temas, aliás por si só inesgotáveis, constantes nos
capítulos inerentes aos tratamentos clássicos e avançados de efluentes industriais.
Isto redundou no acréscimo de 40 novas páginas ao livro que ganhou também algumas
atualizações e uma edição com todas as ilustrações impressas a cores.
Com este novo trabalho esperamos ter contribuído para a divulgação das tecnologias
que permitem tratamento e reuso das águas residuais.
CONTEÚDO TEMÁTICO
O Capítulo 1 – CONCEITOS GERAIS discorre sobre uma nova visão quanto à conceituação
de despejos industriais, envolvendo a prevenção à poluição e a minimização
de despejos; aborda alternativas de disposição final de efluentes,
além de uma breve descrição dos processos físicos, químicos e biológicos
de depuração.
O Capítulo 2 – LEGISLAÇÃO BÁSICA RELATIVA AOS EFLUENTES INDUSTRIAIS discorre
sobre a legislação básica ambiental aplicada ao controle de poluição industrial.
Inicia com um histórico sobre as normas ambientais , citando os principais
diplomas que nortearam o arcabouço jurídico ambiental brasileiro.
Trata de aspectos ligados ao licenciamento ambiental e identifica os órgãos
afetos ao Sisnama.
O Capítulo 3 – AMOSTRAGEM DE AGUAS SUPERFICIAIS E EFLUENTES aborda as
técnicas de amostragem de águas superficiais e efluentes, consoantes às normatizações
os protocolos pertinentes de certificação.
O Capítulo 4 – AMOSTAGEM DE AGUAS SUBTERRANEAS apresenta toda uma
metodologia para a realização de amostragens do sub solo em poços de monitoramento.
.
O Capítulo 5 – ENSAIOS DE TRATABILIDADE discorre sobre ensaios de tratabilidade ,
físicos, físico- químicos e biológicos, envolvendo, floculação, flotação, ozonização,
lodos ativados, toxidade e outros, destinados à obtenção de parâmetros
de projeto e avaliação da performance de tratamento.
O Capítulo 6 – AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE DESPEJOS INDUSTRIAIS trata da
avaliação quantitativa de despejos industriais e águas pluviais contaminadas.
Apresenta os vários tipos de dispositivos de medição de vazão e a formulação
necessária para o cálculo das vazões.
O Capítulo 7 – AVALIAÇÃO QUALITATIVA DE DESPEJOS INDUSTRIAIS envolve a
identificação e a descrição dos vários poluentes convencionais e emergentes potencialmente
contidos em águas residuais industriais, bem como os diversos parâmetros
de avaliações de natureza física, química e biológica.
O Capítulo 8 – GRAU DE TRATAMENTO fornece informações acerca do grau de tratamento
requerido para o efluente tratado em função dos padrões de emissão
e de qualidade. Apresenta metodologia para a a avaliação do perfil sanitário
de um corpo de água receptor.
O Capítulo 9 – TRATAMENTOS CONVENCIONAIS POR MEIOS FÍSICOS dá início às
informações acerca dos processos de tratamento de efluentes, abordando tratamentos
preliminares com a adoção de métodos físicos de depuração como gradeamentos,
peneiramentos, equalização e separação de fases.
O Capítulo 10 – AJUSTE DE pH discorre sobre os processos de ajuste de pH, incluindo
neutralização fornecendo, inclusive, as principais características dos produtos
alcalinizantes e acidificantes utilizados.
O Capítulo 11 – PROCESSOS CONVENCIONAIS DE TRATAMENTOS FÍSICO-QUÍMICOS
aborda os processos de tratamentos físico- químicos, enfatizando os mecanismos
de coagulação, floculação e a capacidade destes métodos na remoção
de carga orgânica e poluentes específicos, (metais pesados, cianeto,
arsênico, boro, fluoreto, fósforo etc.). Apresenta também as características
dos principais coagulantes e floculantes utilizados no processo.
O Capítulo 12 – TRATAMENTOS BIOLÓGICOS adentra ao tratamento biológico,
particularmente no processo de lodos ativados como depuradores de matéria carbonácea,
nitrogenada e até de muitos compostos orgânicos persistentes.
Ensina a marcha de cálculo para determinar consumos de oxigênio
e equipamentos de aeração.Aborda também tratamentos anaeróbios
alem de outras formas biológicas de depuração.
O Capítulo 13 – TRATAMENTO POR ADSORÇÃO aborda os mecanismos de separação por
adsorção de constituintes indesejáveis de despejos industriais.
O Capítulo 14 – TRATAMENTO POR MEMBRANAS adentra no campo dos processos de
separação envolvendo membranas de micro, ultra e nanofiltração, além da
osmose reversa.
O Capítulo 15 – TROCA IÔNICA E TRATAMENTO ELETROQUÍMICO trata de processos
eletrolíticos avançados de depuração incluindo resinas trocadora de íons
eletrodialise reversa e eletrodeionização.
O Capítulo 16 – TRATAMENTO POR PROCESSOS QUIMICOS OXIDATIVOS aborda
processos oxidativos, incluindo cloração, ozonização, peróxidos e ultravioleta, assim
como a combinação deles como geradores do íon hidroxila.
.
O Capitulo 17 – DESTINAÇÃO FINAL DE RESIDUOS SÓLIDOS ORIÚNDOS DE SISTEMAS
DE TRATAMENTO DE EFLUENTES aborda os resíduos sólidos gerados no tratamento
de efluentes, e seus processos de desidratação e destinação final.
O Capitulo 18 – GARANTIA DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS, aborda as melhores
práticas ambientais e processos de certificação.
Engº José Eduardo W. de A. Cavalcanti
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