configuraçõs das paisagens no brasil e no

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CONFIGURAÇÕS DAS PAISAGENS NO BRASIL E NO MUNDO.
A IMPORTÂNCIA DA GERAÇÃO DE ENERGIA
E O DESENVOLVIMNTO INDUSTRIAL.
Elementos naturais e culturais
É nas paisagens que estão inseridos todos os elementos presentes no
espaço geográfico: os elementos naturais (vegetação, relevo, clima,
hidrografia...) e os elementos humanos ou culturais (que são os produzidos
pela sociedade: carros, edifícios, estradas...).
Quando observamos um lugar, podemos descrever os elementos que
formam a paisagem desse lugar: florestas, campos, indústrias, vilas, etc. No
entanto, para que essa paisagem possa ser vista como dado geográfico, temos
que estabelecer as relações econômicas e sociais, responsáveis pelo "retrato"
de um lugar no espaço geográfico (a paisagem). Como consequência, as
paisagens modificam-se, conforme as relações econômicas e sociais que
ocorrem nesse espaço.
Fonte: disponível em: http://geografiapelomundo.blogspot.com.br/2010/11/elementos-naturaise-elementos.html. Acesso em: 30 de junho de 2012 às 8h.
Bacia Hidrográfica
A bacia hidrográfica é usualmente definida como a área na qual ocorre
a captação de água (drenagem) para um rio principal e seus afluentes devido
às suas características geográficas e topográficas.
A história do homem sempre esteve muito ligada às bacias hidrográficas:
a bacia do Rio Nilo foi o berço da civilização egípcia; os mesopotâmicos se
abrigaram no valo dos Rios Tigre e Eufrates; os hebreus, na bacia do Rio
Jordão; os chineses se desenvolveram as margens dos rios Yang–Tsé e
Huang Ho; os hindus, na planície dos Rios Indo e Ganges. E isso, apenas para
citar os maiores exemplos.
Os principais elementos componentes das bacias hidrográficas são os
“divisores de água” – cristas das elevações que separam a drenagem de uma
outra bacia, “fundos de vale” – áreas adjacentes a rios ou córregos que
geralmente sofrem inundações, “sub-bacias” – bacias menores, geralmente de
alguma afluente do rio principal, “nascentes” – local onde a água subterrânea
brota para a superfície formando um corpo d’água, “áreas de descarga” – locais
onde a água escapa para a superfície do terreno, vazão, “recarga” – local onde
a água penetra no solo recarregando o lençol freático, e “perfis
hidrogeoquímicos” ou “hidroquímicos” – características da água subterrânea no
espaço litológico.
Às vezes, as regiões hidrográficas são confundidas com “bacias
hidrográficas”. Porém, as bacias hidrográficas são menores – embora possam
se subdividir em sub-bacias (por exemplo: a bacia amazônica contém as subbacias hidrográficas dos rios Tapajós, Madeira e Negro), e as regiões
hidrográficas podem abranger mais de uma bacia.
Fonte: disponível em: http://www.infoescola.com/hidrografia/bacia-hidrografica/. Acesso em: 30
de junho de 2012 às 9h.
1
Principais bacias hidrográficas do Brasil
Bacia Hidrográfica, também conhecida como bacia de drenagem,
consiste numa porção da superfície terrestre drenada por um rio principal, seus
afluentes e subafluentes. O Brasil, em virtude da sua grande extensão
territorial, apresenta 12 grandes bacias hidrográficas, de acordo com o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Conselho Nacional de
Recursos Hídricos (CNRH), que são os órgãos nacionais responsáveis pelo
planejamento ambiental e o uso racional da água. Essas bacias de drenagem
são delimitadas pela topografia do terreno.
Bacia Hidrográfica Amazônica: com 7 milhões de quilômetros
quadrados, essa é a maior bacia hidrográfica do mundo. No Brasil, ela
compreende uma área de 3.870.000 km², estando presente nos estados do
Acre, Amapá, Amazonas, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Pará.
Bacia Hidrográfica do Tocantins-Araguaia: é a maior bacia de
drenagem exclusivamente brasileira (767.059 quilômetros quadrados). Os
principais rios são o Tocantins, que nasce em Goiás e desemboca na foz do rio
Amazonas; e o rio Araguaia, que nasce na divisa de Goiás com Mato Grosso e
se junta ao rio Tocantins na porção norte do estado do Tocantins.
Bacia Hidrográfica do São Francisco: com aproximadamente 640 mil
quilômetros quadrados, essa bacia hidrográfica tem como principal rio o São
Francisco, que nasce na Serra da Canastra (MG) e percorre os estados da
Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe até a foz, na divisa entre esses dois
últimos estados.
Bacia Hidrográfica do Paraná: essa é a principal porção da bacia
Platina (compreende os países da Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e
Uruguai). No Brasil, a bacia hidrográfica do Paraná possui 879.860 quilômetros
quadrados, apresentando rios de planalto e encachoeirados, características
2
elementares para a construção de usinas hidrelétricas: Furnas, Água Vermelha,
São Simão, Capivari, Itaipu (a maior usina do mundo), entre tantas outras.
Bacia Hidrográfica do Parnaíba: está presente nos estados do Piauí,
Maranhão e na porção extremo oeste do Ceará, totalizando uma área de
344.112 quilômetros quadrados.
Bacia Hidrográfica do Atlântico Nordeste Oriental: com extensão de
287.348 quilômetros quadrados, a bacia hidrográfica do Atlântico Nordeste
Oriental está presente em cinco estados nordestinos: Piauí, Ceará, Rio Grande
do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
Bacia Hidrográfica Atlântico Nordeste Ocidental: seus principais rios
são o Gurupi, Pericumã, Mearim, Itapecuru Munim e Turiaçu. Essa bacia de
drenagem possui 254.100 quilômetros quadrados, compreendendo áreas do
Maranhão e Pará.
Bacia Hidrográfica Atlântico Leste: com extensão de 374.677
quilômetros quadrados, essa bacia hidrográfica engloba os estados de Sergipe,
Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. Em sua região é possível encontrar
fragmentos de Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e vegetação costeira.
Bacia Hidrográfica Atlântico Sudeste: presente nos estados do
Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná, a região
hidrográfica Atlântico Sudeste apresenta 229.972 quilômetros quadrados. Ela é
formada pelo rio Doce, Itapemirim, São Mateus, Iguape, Paraíba do Sul, entre
outros.
Bacia Hidrográfica Atlântico Sul: com área de 185.856 quilômetros
quadrados, essa bacia hidrográfica nasce na divisa entre os estados de São
Paulo e Paraná, percorrendo até o Rio Grande do Sul. Com exceção do Itajaí
e Jacuí, os rios que formam essa bacia de drenagem são de pequeno porte.
Bacia Hidrográfica do Uruguai: é composta pela junção dos rios Peixe
e Pelotas. Com área de 174.612 quilômetros quadrados, essa bacia
hidrográfica está presente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Possui grande potencial hidrelétrico, além de ser importante para a irrigação
nas atividades agrícolas da região.
Bacia Hidrográfica do Paraguai: no Brasil, essa bacia hidrográfica está
presente nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, englobando uma
área de 361.350 quilômetros quadrados. Tem como principal rio o Paraguai,
que nasce na Chapada dos Parecis (MT). Possui grande potencial para a
navegação.
Fonte: disponível em: http://www.brasilescola.com/brasil/principais-bacias-hidrograficasbrasil.htm. Acesso em: 30 de junho de 2012 às 17h.
Recursos Energéticos
A natureza oferece uma série de recursos indispensáveis ao homem,
dentre eles podemos citar os minerais.
Os recursos minerais foram extraídos de maneira mais intensa a partir
da Primeira Revolução Industrial. Uma vez que para o funcionamento da
indústria é preciso ter abundância de matéria-prima e energia, nesse
seguimento produtivo os recursos mais utilizados são os minérios, que podem
ser renováveis e não renováveis e metálicos ou não metálicos.
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Os minerais fósseis, de origem orgânica, tiveram sua utilização difundida
a partir da Revolução Industrial com a invenção da máquina a vapor, que era
movida a carvão mineral, de origem fóssil. Em geral, esses minerais têm seu
uso vinculado à produção de energia, de maneira que movimenta, além de
máquinas, aviões, carros, caminhões, entre outros. Os recursos energéticos
fósseis possuem outros usos, pois são agregados na produção de inúmeros
produtos. Os principais são: petróleo e carvão. Esses são de importância
fundamental para o desenvolvimento de qualquer nação, tendo em vista que
países desprovidos de tais recursos enfrentam muitas dificuldades nos
seguimentos industriais, comerciais e agrícolas.
O petróleo se formou há milhões de anos, a partir de matéria orgânica
(restos de animais, vegetais e microrganismos) que se armazenou no fundo
dos oceanos. Em razão da temperatura e da pressão sofrida, a matéria
orgânica se transformou em um líquido viscoso, de coloração escura.
Esse importante recurso mineral é extraído todos os dias em várias
partes do mundo, a unidade de medida usada é o barril, que equivale a 159
litros de petróleo. Após a extração do petróleo do subsolo ou do fundo do mar,
ele é transportado para as refinarias, onde o minério bruto é beneficiado e
transformado em produtos como: gasolina, óleo diesel e querosene. A partir do
petróleo são fabricados ainda: plásticos, borrachas sintéticas, asfalto,
fertilizantes, fibras e muitos outros.
O carvão formou-se há milhões de anos através da decomposição de
matéria orgânica (vegetais e animais) que se transformou, em face da
abundância em carbono, num elemento rochoso, o próprio carvão mineral.
Uma das principais utilizações desse minério é de servir de energia em fornos
siderúrgicos, nos quais é produzido o aço. O carvão também é agregado na
fabricação de corantes, inseticidas, plásticos, medicamentos, entre outros.
Recursos energéticos são todos aqueles recursos que direta ou
indiretamente originam ou acumulam energia.
Os combustíveis fósseis, têm reservas limitadas e a sua utilização tem
causado graves consequências para o ambiente, como o efeito estufa,
destruição da camada de ozônio e chuvas ácidas. Agora também existe a
obtenção de energia a partir do vento, das ondas do mar, do Sol, entre outras.
A mais utilizada no Brasil, é a hidráulica, onde a energia é gerada por uma
hidrelétrica através da força da água.
Fontes:
Disponível
em:
http://www.brasilescola.com/geografia/recursos-energeticos-fosseis.htm.
Acesso em: 30 de junho de 2012 às 10h.
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Recursos_energ%C3%A9ticos. Acesso em: 30 de
junho de 2012 às 11h.
Fontes de Energia
Em nosso planeta encontramos diversos tipos de fontes de energia. Elas
podem ser renováveis ou esgotáveis. Por exemplo, a energia solar e a eólica
(obtida através dos ventos) fazem parte das fontes de energia inesgotáveis.
Por outro lado, os combustíveis fósseis (derivados do petróleo e do
carvão mineral) possuem uma quantidade limitada em nosso planeta, podendo
acabar caso não haja um consumo racional.
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Principais fontes de energia
- Energia hidráulica – é a mais utilizada no Brasil em função da grande
quantidade de rios em nosso país. A água possui um potencial energético e
quando represada ele aumenta. Numa usina hidrelétrica existem turbinas
que, na queda d`água, fazem funcionar um gerador elétrico, produzindo
energia. Embora a implantação de uma usina provoque impactos
ambientais, na fase de construção da represa, esta é uma fonte
considerada limpa.
- Energia fóssil – formada a milhões de anos a partir do acúmulo de
materiais orgânicos no subsolo. A geração de energia a partir destas fontes
costuma provocar poluição, e esta, contribui com o aumento do efeito estufa
e aquecimento global. Isto ocorre principalmente nos casos dos derivados
de petróleo (diesel e gasolina) e do carvão mineral. Já no caso do gás
natural, o nível de poluentes é bem menor.
- Energia solar – ainda pouco explorada no mundo, em função do custo
elevado de implantação, é uma fonte limpa, ou seja, não gera poluição nem
impactos ambientais. A radiação solar é captada e transformada para gerar
calor ou eletricidade.
- Energia de biomassa – é a energia gerada a partir da decomposição, em
curto prazo, de materiais orgânicos (esterco, restos de alimentos, resíduos
agrícolas). O gás metano produzido é usado para gerar energia.
- Energia eólica – gerada a partir do vento. Grandes hélices são instaladas
em áreas abertas, sendo que, os movimentos delas geram energia elétrica.
È uma fonte limpa e inesgotável, porém, ainda pouco utilizada.
- Energia nuclear – o urânio é um elemento químico que possui muita
energia. Quando o núcleo é desintegrado, uma enorme quantidade de
energia é liberada. As usinas nucleares aproveitam esta energia para gerar
eletricidade. Embora não produza poluentes, a quantidade de lixo nuclear é
um ponto negativo. Os acidentes em usinas nucleares, embora raros,
representam um grande perigo.
- Energia geotérmica – nas camadas profundas da crosta terrestre existe
um alto nível de calor. Em algumas regiões, a temperatura pode superar
5.000°C. As usinas podem utilizar este calor para acionar turbinas elétricas
e gerar energia. Ainda é pouco utilizada.
- Energia gravitacional – gerada a partir do movimento das águas
oceânicas nas marés. Possui um custo elevado de implantação e, por isso,
é pouco utilizada. Especialistas em energia afirmam que, no futuro, esta,
será uma das principais fontes de energia do planeta.
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Alguns dados importantes sobre fontes de energia:
- Cerca de 40% de CO 2 (dióxido de carbono) produzido no mundo é
resultante da geração de energia e calor. Isto ocorre, pois o carvão mineral
ainda é a principal fonte utilizada.
- Atualmente, a China é o país que mais lança CO2 na atmosfera. Isto ocorre,
pois o carvão mineral é muito utilizado na geração de energia. Porém, o
governo chinês vem desenvolvendo, nos últimos anos, uma política de geração
de energia limpa. Este fato faz da China o país que mais produz eletricidade a
partir de fontes de energia limpa.
- Um dado positivo é que, desde 2006, os investimentos globais em energias
renováveis aumentaram mais de 500%.
Você sabia?
- A ONU (Organização das Nações Unidas) declarou 2012 o Ano Internacional
da Energia Sustentável para todos.
Fonte: disponível em: http://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/fontes_energia.htm.
Acesso em: 30 de julho de 2012 às 12h.
Saiba mais...
 As fontes de energia são extremamente importantes nas atividades
humanas, pois originam combustíveis e eletricidade que servem para
iluminar, movimentar máquinas, caminhões entre outras aplicações.
 As energias facilitam o trabalho do homem que em outras circunstâncias
teria uma grande dificuldade, utiliza-se a energia para levantar peso,
apertar parafuso, mover veículos, ferver água, etc.
 No Brasil as principais energias utilizadas são: Petróleo, hidrelétrica,
carvão mineral e biocombustíveis.
 Petróleo: a partir desse minério fóssil são processados vários subprodutos
utilizados como fonte de energia como a gasolina, óleo diesel, querosene,
além de gerar eletricidade nas usinas termoelétricas.
 Energia hidrelétrica: produz energia elétrica em usinas hidrelétricas,
gerada a partir da movimentação de turbinas impulsionadas por água de
rios acumulados em barragens.
 Carvão Mineral: esse minério oferece calor para os grandes fornos
contidos nas indústrias siderúrgicas e contribui para geração de eletricidade
nas usinas termelétricas.
 Biocombustíveis: correspondem, por exemplo, ao álcool e o biodiesel,
sendo o primeiro um dos principais, seu uso é bastante difundido no Brasil
como combustível em veículos automotores, utilização iniciada na década
de 70.
Outras não citadas fazem parte de fontes de energia, o gás natural, energia
nuclear, xisto betuminoso, lenha, carvão vegetal e energia solar.
Os seres humanos, para o desenvolvimento de suas atividades, necessitam
efetivamente dos recursos naturais, as fontes energéticas não são diferentes,
dessa forma elas podem ser classificadas em dois tipos: fontes renováveis e
não renováveis.
A primeira corresponde a todo recurso que tem a capacidade de se refazer
ou não é limitada, nessas destacam os biocombustíveis, hidrelétricas, energia
6
solar, eólica entre outras. No entanto, esses tipos de fontes de energia não são
isentos de provocar impactos na natureza, os biocombustíveis produzem
devastação ambiental no desenvolvimento de culturas que servem de matériasprimas tais como a cana-de-açúcar, eucalipto, mamona entre outros, para o
cultivo dessas são necessárias imensas propriedades rurais, denominadas de
monoculturas, essa prática retira as coberturas vegetais, sem contar o uso de
insumos agrícolas (fertilizantes, inseticidas, herbicidas entre outras).
No caso das hidrelétricas os problemas na geração de energia estão na
construção das usinas, pois é necessário represar uma grande quantidade de
água cobrindo imensas áreas de florestas, dessa forma coloca em risco a
fauna e a flora, além da emissão de gases provenientes da decomposição de
animais e vegetais contidos no fundo das represas. As energias solar e eólica
produzem impactos quase insignificantes e são pouco utilizadas no Brasil.
As fontes não renováveis correspondem a todo recurso natural que não tem
capacidade de se renovar ou refazer, ou seja, que podem acabar (finitos).
Entre os recursos finitos com previsões para esgotar totalmente em
pequeno, médio e longo prazo estão o petróleo, carvão, urânio, xisto e muitos
outros.
Os recursos energéticos classificados como não renováveis geralmente
produzem poluentes superiores aos renováveis. Os impactos podem surgir a
partir da emissão de gases dos veículos automotores, vazamentos em
oleodutos, vazamentos de navios petroleiros e muitos outros.
Fonte: disponível em: http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/fontes-energia-1.htm.
Acesso em: 30 de junho de 2012 às 15h.
Geração de energia no Brasil
O Brasil possui cerca de 560 usinas e subestações e 1079 linhas de
transmissão que formam a Rede de Operação do Operador Nacional do
Sistema.

Fazem parte desse sistema 98% do mercado brasileiro de energia
elétrica. Até 2005 a capacidade instalada dessas usinas alcançou a potência
total de 84.177 MW, dos quais 70.014 MW em usinas hidrelétricas e 14.163
MW em usinas térmicas.

Considerando o acréscimo de geração e a desativação de usinas
térmicas emergenciais, a capacidade total instalada cresceu 2,52% em relação
a dezembro de 2004.

A rede básica de transmissão, que leva a energia gerada pelas usinas
até as redes de distribuição, compreendendo as tensões de 230 kV a 750 kV,
atingiu em dezembro de 2005 uma extensão de 83.049 km.
Formas de geração de energia

Usina hidrelétrica
Esta é a forma de geração mais utilizada no Brasil. Está associada à vazão do
rio, a quantidade de água disponível em um determinado período de tempo e à
altura de sua queda. Quanto maiores são o volume, a velocidade da água e a
altura de sua queda, maior é seu potencial de aproveitamento na geração de
eletricidade.
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Usina termoelétrica
A termoeletricidade é produzida por um gerador. Este gerador é impulsionado
pela energia resultantes da queima de um combustível. Ao queimar, o
combustível aquece a caldeira com água, produzindo vapor com uma pressão
tão alta que move as pás de uma turbina, que por sua vez aciona o gerador.
A queima de combustível, carvão ou produtos como bagaço de cana aquece a
água que gera vapor. O vapor move as turbinas que acionam o gerador de
energia
Usina nuclear
Nas reações nucleares, determinados átomos convertem-se em outros, por
modificações que alteram seus núcleos. Quando o núcleo de um átomo
pesado, como o urânio ou o plutônio, é rompido para produzir núcleos de
elementos mais leves, ele emite partículas denominadas nêutrons que se
deslocam com altíssimas velocidades, colidindo com outros núcleos e
provocando novos rompimentos com fissões. A reação em cadeia envolve um
número cada vez maior de átomos liberando uma quantidade cada vez maior
de energia. Nesse tipo de geração a fissão emite uma grande quantidade de
calor, aquece a água que está em caldeiras. O vapor que sai das caldeiras
move as turbinas que acionam os geradores de energia.
Energia solar
Existem duas maneiras de gerar energia solar. No primeiro caso a conversão é
realizada em usinas que recebem a denominação geral de torres de energia
onde a energia é obtida através de uma grande área de espelhos que refletem
a luz solar dirigindo-a para uma caldeira de aquecimento de água situada em
uma estrutura elevada. Um outro sistema é o das chamadas células
fotovoltaicas, construídas de material que transforma a energia radiante do sol
diretamente em corrente elétrica. Esses sistemas não provocam qualquer tipo
de poluição, trabalham na temperatura ambiente, têm larga duração, quase não
necessitam manutenção e são fabricados de silício, o segundo mais abundante
elemento da crosta terrestre.
Energia eólica
A energia dos ventos é uma abundante fonte de energias renováveis, limpas e
disponíveis em todos os lugares. A força do vento move grandes hélices. O
movimento dessas hélices move um gerador, que converte em energia elétrica.
A energia vai para as linhas de transmissão, depois para a distribuição até
chegar ao consumidor final.
Fonte: disponível em: http://www.ienergia.com.br/energia/geracao.aspx. Acesso em: 30 de
junho de 2012 às 18h.
Desenvolvimento Industrial
A indústria é tão antiga quanto à civilização humana. Em aldeias
pessoas com habilidades especiais eram escaladas para produzir bens para a
comunidade em troca de dinheiro ou outros bens. A revolução industrial surgiu
a partir do advento de máquinas que podiam dispensar o trabalho de vários
8
artesãos. Teares mecânicos substituíram os tecelões, concentrando a atividade
em fábricas. Logo as máquinas a vapor puderam ser utilizadas para acionar
novas indústrias e a crescente demanda de operários introduziu uma migração
em massa do campo para as novas cidades por parte da população em busca
do trabalho. O pioneiro do princípio de produção em série foi o britânico Mark
Bruenel, que no começo de 1803, desenvolveu uma série de máquinas, para
produzir polias para navios veleiros da Marinha Real Britânica. Em 1835, nos
EUA, Samuel Colt (1814-62), introduziu a fabricação de peças mecânicas para
a fabricação de revólveres. Henry Ford introduziu a técnica de linha de
montagem na fábrica de higland Park, Detroit, em 1913.
Fontes: disponíveis em:
http://pt.shvoong.com/books/dictionary/1630507-desenvolvimento-ndustrial/#ixzz27VL0VO1z
http://pt.shvoong.com/books/dictionary/1630507-desenvolvimento-industrial/
Acesso em: 30 de junho de 2012 às 19h.
Processo Industrial
Enquanto o Brasil foi colônia de Portugal (1500 a 1822) não houve
desenvolvimento industrial em nosso país. A metrópole proibia o
estabelecimento de fábricas em nosso território, para que os brasileiros
consumissem os produtos manufaturados portugueses. Mesmo com a chegada
da família real (1808) e a Abertura dos Portos às Nações Amigas, o Brasil
continuou dependente do exterior, porém, a partir deste momento, dos
produtos ingleses.
Foi somente no final do século XIX que começou o desenvolvimento
industrial no Brasil. Muitos cafeicultores passaram a investir parte dos lucros,
obtidos com a exportação do café, no estabelecimento de indústrias,
principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. Eram fábricas de tecidos,
calçados e outros produtos de fabricação mais simples. A mão-de-obra usada
nestas fábricas era, na maioria, formada por imigrantes italianos.
Era Vargas e desenvolvimento industrial: foi durante o primeiro
governo de Getúlio Vargas (1930-1945) que a indústria brasileira ganhou um
grande impulso. Vargas teve como objetivo principal efetivar a industrialização
do país, privilegiando as indústrias nacionais, para não deixar o Brasil cair na
dependência externa. Com leis voltadas para a regulamentação do mercado de
trabalho, medidas protecionistas e investimentos em infra-estrutura, a indústria
nacional cresceu significativamente nas décadas de 1930-40. Porém, este
desenvolvimento continuou restrito aos grandes centros urbanos da região
sudeste, provocando uma grande disparidade regional.
Durante este período, a indústria também se beneficiou com o final da
Segunda Guerra Mundial (1939-45), pois, os países europeus, estavam com
suas indústrias arrasadas, necessitando importar produtos industrializados de
outros países, entre eles o Brasil.
Com a criação da Petrobrás (1953), ocorreu um grande desenvolvimento
das indústrias ligadas à produção de gêneros derivados do petróleo (borracha
sintética, tintas, plásticos, fertilizantes, etc).
Período JK: durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956 -1960) o
desenvolvimento industrial brasileiro ganhou novos rumos e feições. JK abriu a
9
economia para o capital internacional, atraindo indústrias multinacionais. Foi
durante este período que ocorreu a instalação de montadoras de veículos
internacionais (Ford, General Motors, Volkswagen e Willys) em território
brasileiro.
Últimas décadas do século XX: nas décadas 70, 80 e 90, a
industrialização do Brasil continuou a crescer, embora, em alguns momentos
de crise econômica, ela tenha estagnado. Atualmente o Brasil possui uma boa
base industrial, produzindo diversos produtos como, por exemplo, automóveis,
máquinas,
roupas,
aviões,
equipamentos,
produtos
alimentícios
industrializados, eletrodomésticos, etc. Apesar disso, a indústria nacional ainda
é dependente, em alguns setores, (informática, por exemplo) de tecnologia
externa.
Fonte: disponível em: http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/industrializacao_brasil.htm.
Acesso em: 1º de julho de 2012 às 9h.
Industrialização
Diversos países, como Argentina, México e Brasil, iniciaram o processo
de industrialização efetiva a partir da segunda metade do século XX, no
entanto, o embrião desse processo no Brasil ocorreu ainda nas primeiras
décadas de 30, momentos depois da crise de 29. Crise essa que ocasionou a
falência de muitos produtores de café, com isso, a produção cafeeira entrou em
declínio.
Quando se fala em industrialização do Brasil é bom ressaltar que tal
processo não ocorreu em nível nacional, uma vez que a primeira região a se
desenvolver industrialmente foi a Região Sudeste.
A industrialização brasileira nesse período estava vinculada à produção
cafeeira e aos capitais derivados dela. Entre o final do século XIX e as
primeiras décadas do século XX o café exerceu uma grande importância para a
economia do país, até por que era praticamente o único produto brasileiro de
exportação, o cultivo dessa cultura era desenvolvido especialmente nos
Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e algumas áreas de
Minas Gerais.
Após a crise que atingiu diretamente os cafeicultores, esses buscaram
novas alternativas produtivas, dessa maneira, muitas das infraestruturas
usadas anteriormente na produção de transporte do café, passaram, a partir
desse momento, a ser utilizadas para a produção industrial.
Diante do processo, a indústria brasileira começou a diversificar, no
entanto, limitava-se somente à produção de produtos que empregava pouca
tecnologia, como setor têxtil, alimentício, além de fábricas de sabão e velas.
Vários foram os fatores que contribuíram para a intensificação da
indústria brasileira, dentre os principais: crescimento acelerado dos grandes
centros urbanos derivado do fenômeno do êxodo rural, promovido pela queda
do café. A partir dessa migração houve um grande aumento de consumidores,
apresentando a necessidade de produzir bens de consumo para a população.
Outro fator importante para a industrialização brasileira foi a utilização
das ferrovias e dos portos, anteriormente usados para o transporte do café, que
passaram a fazer parte do setor industrial. Além desse fator, outro motivo que
favoreceu o crescimento industrial foi a abundante quantidade de mão-de-obra
10
estrangeira, sobretudo de italianos, que antes trabalhavam na produção do
café.
Um dos fundamentais elementos para a industrialização brasileira foi a
aplicação de capitais gerados na produção de café para a indústria, a
contribuição dos estrangeiros nas fábricas, como alemães, italianos e
espanhóis.
O estado também exerceu grande relevância nesse sentido, pois
realizou elevados investimentos nas indústrias de base e infraestrutura, como
ferrovias, rodovias, portos, energia elétrica entre outros.
Mais tarde, após a Segunda Guerra Mundial, a Europa não tinha
condições de exportar produtos industrializados, pois todo o continente se
encontrava totalmente devastado pelo confronto armado, então o Brasil teve
que incrementar o seu parque industrial e realizar a conhecida industrialização
por substituição de exportação.
Nessa mesma década aconteceu a inserção de várias empresas
derivadas de países industrializados que atuavam especialmente no
seguimento
da
indústria
automobilística,
química,
farmacêutica,
eletroeletrônicas. A partir de então o Brasil ingressou efetivamente no processo
de industrialização, deixando de ser um país essencialmente produtor primário
para um estado industrial e urbano, no qual ambos estão ligados diretamente.
Fonte: disponível em: http://www.brasilescola.com/brasil/industrializacao-do-brasil.htm. Acesso
em: 1º de julho de 2012 às 10h.
Tipos de indústria
As indústrias fazem parte da humanidade desde a Primeira Revolução
Industrial que teve início no final do século XVIII e começo do século XIX na
Inglaterra. Desde aquela época até os dias atuais essa atividade econômica
passou por uma enorme evolução tecnológica, além das mudanças quanto aos
tipos de mercadorias produzidas.
A indústria está incumbida de transformar a matéria-prima em um
produto com a finalidade de ser comercializado para pessoas ou outras
indústrias, isso ocorre com a indispensável participação da força de trabalho
humana, incluindo as máquinas e a energia.
A atividade econômica em questão recebe inúmeras classificações,
porém podem ser divididas basicamente em dois tipos: indústria de base e de
bens de consumo.
Indústria de base: são aquelas que atuam na transformação de
matéria-prima bruta em matéria-prima para outras indústrias, com esse aspecto
temos o exemplo das indústrias siderúrgicas, de mineração, química e
petroquímica.
Indústria de bens de consumo: nessa categoria industrial o objetivo é
a produção direcionada ao consumidor final, para a fabricação de mercadorias
que atenda esse mercado é preciso utilizar matéria-prima oriunda da indústria
de base. Esse tipo de indústria divide-se em:
• Indústria de bens duráveis: responsável pela produção de mercadorias de
grande vida útil, ou seja, longa durabilidade, como automóveis e
eletrodomésticos.
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• Indústria de bens semi-duráveis: produzem artigos que oferecem uma vida útil
média, como roupas, calçados, celulares entre outros.
• Indústria de bens não-duráveis: encarregada pela produção de bens
perecíveis, cuja durabilidade é rápida, como o ramo de alimentos e
medicamentos.
Fonte: disponível em: http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/tipos-industria.htm. Acesso
em: 1º de julho de 2012 às 11h.
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