Língua Portuguesa – parte 2 – p. 6 Interpretação de Textos Nas questões de 01 a 40, marque C caso julgue o item CERTO ou E caso julgue o item ERRADO. Intermediação, comissões, desperdício simples, roubo escancarado, tudo contribui para emagrecer as verbas tornando-as tão minúsculas que, ao chegarem ao destino, já quase nada representam. Essa situação reproduz o comportamento do Brasil como um todo, que age como um país rico, ou como presume que deva se comportar um país rico, jogando fora por imprevidência, má-fé ou incompetência, recursos materiais e humanos. Calculou-se já que se perdem 40 bilhões de dólares por ano com desperdícios que vão do banho demorado, ao ano escolar repetido, à televisão ligada para ninguém e à construção civil, na qual a cada dez andares construídos, dois vão para o lixo sob forma de entulho. (Jornal do Brasil, 20.7.96, p. 8, com adaptações) 01. Em tornando-as (linha 3) o pronome enclítico as se refere a verbas. 02. Em que age (linha 6) o que poderia ser substituído por onde e o texto permaneceria de acordo com as exigências da língua escrita padrão. 03. A palavra presume (linha 6) significa, no texto, supõe, entende, imagina. 04. Em Calculou-se (linha 9) o sujeito é indeterminado. 05. A palavra desperdício pode ser substituída pela forma esperdício, também aceita na língua escrita padrão. “O Brasil é um dos maiores países da América, não apenas pelo tamanho, mas pela importância econômica, pelo esforço em estabelecer e manter a democracia.” (Kofi Annan, secretário-geral da ONU, in: Época, 26 fev. 2001, p. 74) 06. O Brasil, um dos maiores países da América apenas em razão de seu tamanho e importância econômica, continua fazendo esforços para estabelecer e manter a democracia. 07. Um dos maiores países da América em extensão e importância econômica, o Brasil falha em seus esforços de estabelecer e manter a democracia. 08. Apesar de seu tamanho e importância econômica na América, o Brasil ainda precisa fazer esforços para estabelecer e manter a democracia. . 09. O Brasil é o maior país da América em extensão e importância econômica, e é grande seu empenho em estabelecer e manter a democracia. 10. O Brasil é um dos maiores países da América, não só por sua extensão, mas também por ser economicamente importante e por empreender esforços em estabelecer e manter a democracia. “Se o Brasil quer efetivamente ingressar no Primeiro Mundo, não basta combater a inflação, coibir os cartéis e abrir a economia ao exterior. É preciso, antes de tudo, investir na educação, treinando os recursos humanos necessários para operar a nova era industrial, e valorizar a mão de obra nacional.” (SIMONSEN, Mário H., Revista EXAME, abril-97, p. 13-14) 11. Cresce, a olhos vistos, o número de empresas que decidiram investir mais na escolaridade de seus funcionários. 12. As melhores universidades brasileiras nada ficam a dever às de países com economia compatível ou mesmo às da França e Espanha. 13. Um funcionário com mais preparo intelectual entende melhor os processos de trabalho e resolve problemas inesperados com mais facilidade. 14. Com a modernização, muitas atividades desaparecerão. Um funcionário com boa formação escolar terá mais chances de reciclar-se e ser aproveitado em outras funções. 15. Dados o gigantismo do país e os problemas sociais daí decorrentes, é natural que investimentos na área da educação fiquem relegados a um segundo plano. “Surpresa no Pantanal. Uma pesquisa da ONG Conservation International descobriu nada menos que 36 novas espécies de peixes, duas de anfíbios e duas de crustáceos. O estudo reforça a importância da região, declarada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco no ano passado.” (Galileu, mar. 2001, p. 11) 16. A organização Conservation International descobriu menos de 36 novas espécies de peixes no Pantanal. 17. Ao todo, foram descobertas pela organização Conservation International 36 novas espécies no Pantanal. 18. Pesquisadores da Conservation International descobriram mais de 36 espécies de peixes no Pantanal. UEPG – Curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo Língua Portuguesa – parte 2 – p. 7 19. Em pesquisa realizada no Pantanal, houve a descoberta de 36 novas espécies de peixes, anfíbios e crustáceos. 20. Além de crustáceos e anfíbios, foram descobertas 36 novas espécies de peixes no Pantanal. 21. “Conservation International” é o nome de uma ONG, ou seja, de uma “organização nãogovernamental”. 22. No ano 2000, a Unesco declarou o Pantanal Patrimônio Natural da Humanidade. 23. O estudo da organização Conservation International motivou a Unesco a declarar o Pantanal Patrimônio Natural da Humanidade. 24. No texto considera-se grande o número de novas espécies descobertas no Pantanal. 25. O resultado da pesquisa, segundo opinião expressa no texto, reforça a importância atribuída ao Pantanal pela Unesco. Cientistas tentam cura para o ciúme Pesquisadores norte-americanos fizeram, em 1966, experiências para descobrir uma injeção contra o ciúme. Eles inocularam em gatos, animais considerados extremamente ciumentos, um tranquilizante. A experiência não deu certo em humanos. (Folha de São Paulo, 12 de junho de 1994) 26. A expressão “extremamente ciumentos” determina o nome “humanos”. 27. As palavras para, contra, em, não, um são preposições essenciais. 28. A palavra composta norte-americano é um adjetivo pátrio, indicando nacionalidade ou origem, que nunca apresenta flexão em gênero. 29. “...animais considerados extremamente ciumentos” exerce função sintática de aposto. 30. O tempo verbal empregado nos verbos do texto é o pretérito perfeito do subjuntivo que indica uma ideia de ação finita totalmente realizada no passado. Julgue os itens quanto à norma culta. 31. Não consegui evitar meu repúdio às palavras de um político conservador, ao qual o problema dos menores abandonados devem ser resolvidos com maior repressão policial. 32. Em toda eleição surgem candidatos oportunistas, cujas promessas o povo pode acreditar. 33. A ampliação do tempo livre do trabalhador, a liberação do homem de ocupações penosas e a melhor distribuição dos frutos do desenvolvimento econômico somente ocorreram acompanhados por . fortes movimentos sociais favoráveis à homogeneização dos ganhos do progresso para todos. 34. Uma revolução científica raramente inutiliza por completo as teorias precedentes. A validade aproximada dessas teorias no domínio em que já haviam sido testadas experimentalmente garante, em geral, sua sobrevivência nesse domínio. 35. É necessário criar instrumentos para uma política social efetiva cujo principal objetivo seja a erradicação da miséria. 36. A Universidade é mais eficiente do que a indústria porque ela é o único organismo da sociedade que pode especular sem grande ônus. A Universidade é o único organismo que você pode abandonar uma pesquisa sem nenhum trauma. 37. Pode-se argumentar, é certo, que eram previsíveis os percalços que enfrentariam qualquer programa de estabilização (...) necessário no Brasil. 38. Não são os poetas quem faz as grandes coisas, nem grandes as coisas, mas são os cantos dos poetas que as guardam e preservam. 39. O transporte ferroviário é uma alternativa que sempre se esquecem os que fazem planejamento neste país. 40. Boa parte da infância brasileira que muita gente tem medo não tem direito a uma vida digna. 41. Assinale a opção que mantém o mesmo sentido do trecho sublinhado a seguir. Uma das grandes dificuldades operacionais encontradas em planos de estabilização é o conflito entre perdedores e ganhadores. Às vezes reais, outras fictícios, estes conflitos geram confrontos e polêmicas que, com frequência, podem pressionar os formuladores da política de estabilização a tomar decisões erradas e, com isto, comprometer o sucesso das estratégias anti-inflacionárias. (Folha de São Paulo, 7/5/94) a) Estes conflitos, reais ou fictícios, geram confrontos e polêmicas que, frequentemente podem pressionar os formuladores da política de estabilização a tomar decisões erradas, sem, com isso, comprometer o sucesso das estratégias anti-inflacionárias. b) O sucesso das estratégias anti-inflacionárias pode ficar comprometido se, pressionados por conflitos, reais ou fictícios, os formuladores da política de estabilização gerarem confrontos e polêmicas ao tomarem as decisões erradas. c) Os conflitos, às vezes reais, outras fictícios, que podem pressionar os formuladores da política de estabilização a confrontos e polêmicas, comprometem UEPG – Curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo Língua Portuguesa – parte 2 – p. 8 o sucesso das estratégias anti-inflacionárias, se as decisões tomadas forem erradas. d) Os formuladores da política de estabilização podem tomar decisões erradas se os conflitos, gerados por confrontos e polêmicas, os pressionarem; o sucesso das estratégias anti-inflacionárias fica, com isto, comprometido. e) O sucesso das estratégias anti-inflacionárias pode ficar comprometido se os formuladores da política de estabilização, pressionados por confrontos e polêmicas decorrentes de conflitos, tomarem decisões erradas. Qualquer governo funcionará, se a autoridade e a responsabilidade forem iguais e coordenadas. Isto não garante “bom” governo: garante simplesmente que ele funcionará. Mas esses governos são raros. A maioria das pessoas querem dirigir as coisas, mas não querem nenhuma parte da culpa. Isto costumava ser chamado de “síndrome do motorista do banco de trás”. 42. Com base no texto, é possível afirmar que a) não há bons governos. b) bons governantes são exemplos da “síndrome do motorista do banco de trás”. c) num governo, as medidas tomadas implicam a responsabilidade de quem as tomou. d) há uma perfeita consonância entre a ideia de bom governo e governo que funciona. e) dirigir as coisas é isentar-se da responsabilidade que esse ato acarreta. Na escrita escolar estão em jogo necessariamente três polos: alunos, professor e texto. O aluno com seus antecedentes culturais e linguísticos, o professor com sua concepção de linguagem, atitudes e práticas pedagógicas, e a criatividade problemática de produção textual conhecida como redação. Na medida em que se avalia essa produção escrita como muito problemática, a busca de soluções deveria abarcar os três elementos em jogo. O que tem ocorrido, no entanto, é tão somente a penalização do aluno. Afinal é ele que escreve mal, a despeito dos esforços do mestre para sanar as deficiências. De maneira geral, resistimos em admitir que o fracasso dos alunos atesta o fracasso de nosso ensino e, portanto, da instituição escolar. 43. (F.C.Chagas) De acordo com o texto, a) o domínio da escrita resulta da prática efetiva da linguagem. . b) a produção textual representa um tipo de exercício cuja realização implica dificuldades. c) o sucesso do professor em sala de aula condicionase à sua experiência pedagógica. d) no universo escolar da escrita, é consensual a ideia de que os alunos não gostam de escrever. e) a despeito dos esforços do mestre para sanar as deficiências do aluno, a queda do nível de ensino continua palpável. 44. (F.C.Chagas) Infere-se do texto que a) a instituição escolar impõe-se como força suficiente para evitar a queda do nível de ensino. b) o objetivo específico da aula de redação é a aplicação da língua em seus aspectos textuais. c) a pouca disposição do aluno para estudar explica o baixo rendimento do trabalho com a linguagem. d) a produção de texto vem sendo considerada como uma das mais importantes atividades escolares. e) há um meio capaz de facilitar a solução dos problemas ligados à produção do texto escrito. 45. (F.C.Chagas) Infere-se ainda do texto que a) os antecedentes culturais e linguísticos do aluno são fatores irrelevantes no processo de ensino/aprendizagem. b) a produção de texto é atividade vista como artificial, por isso, secundária na prática escolar. c) a concepção de linguagem do professor impõe-se como parâmetro de sua autoridade em sala de aula. d) alunos, professor e texto perfazem o quadro necessário ao prestígio da instituição escolar. e) a penalização do aluno é medida insuficiente para sanar as deficiências da escrita escolar. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados. 46. Conclui-se do texto que: a) O julgamento e as críticas dos vivos não incomodam os mortos; o que lhes dói é o esquecimento ou o desdém sem limites a que se veem relegados. b) Quando alguém morre, perde a faculdade de julgar o mundo dos vivos, mas estes continuam a pesar e medir, por seus padrões de valores, aqueles que se foram. c) Se os vivos, assim como os mortos, analisassem seus preconceitos, estariam mais habilitados a distin- UEPG – Curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo Língua Portuguesa – parte 2 – p. 9 guir os valores essenciais, sem interferência da opinião alheia. d) Os preconceitos e padrões éticos dos vivos continuam a pesar na consciência dos mortos, que não conseguem desligar-se dos vigentes na terra. e) Libertos do temor do julgamento alheio, os mortos consideram com infinito desprezo a opinião que deles possam fazer os que ainda vivem. No mundo, tal como a Física o descreve, nada pode ocorrer que seja verdadeira e intrinsecamente novo. Inventar-se-á, talvez, um novo engenho, mas sempre será possível, através de análise, ver nele uma nova combinação de elementos que serão isto ou aquilo, mas não serão novos. Novidade, em Física, é simples novidade de arranjos e combinações. Em oposição a esse ponto, insiste o historicismo, a novidade social, assim como a novidade biológica, é espécie intrínseca de novidade. É novidade real, irredutível real, irredutível ao novo dos arranjos. Na vida social, os mesmos velhos fatores, postos em arranjo novo, nunca são realmente os mesmos velhos fatores. Onde nada se pode repetir com exatidão, a novidade real estará sempre emergindo. E sustenta-se que esse é um significativo traço a ter em conta quando se focaliza o desenvolvimento de novos estágios ou períodos da História, cada um dos quais diferirá intrinsecamente de qualquer outro. (POPPER, Karl. A miséria do historicismo. São Paulo: Atlas, 1998.) 47. Com base no texto acima, podemos inferir que: a) No mundo, nada pode ocorrer que seja verdadeira e intrinsecamente novo. b) Em Física, nada é novo. c) No mundo, tal como a Física o descreve, é possível ver o novo como simples novidade de arranjos e combinações. d) As novidades intrínsecas das leis da Física implicam novidades na vida social. e) Na Física, a diferença entre o que é extrínseco e o que é intrínseco só pode ser observada à luz das leis sociais. 48. Podemos também concluir que: a) O historicismo se opõe às novidades da Física. b) As novidades da vida social obrigam os físicos a rever suas posições. c) A vida dos físicos é complicada pelas novidades sociais, pois eles estão habituados ao rigor de imutáveis leis da Física. . d) Na vida social, o novo não é realmente novo, mas apenas rearranjo de fatores antigos. e) De acordo com o historicismo, a novidade social é novidade real, irredutível ao novo dos arranjos. Tradição é a fidelidade ao que houve de bom no passado. Rotina é todo empecilho ao que há de bom no novo, com base numa falsa fidelidade ao que houve de mau no velho. 49. De acordo com o texto: a) o futuro se constrói apoiado numa revisão dos valores passados. b) a tradição não é apego aos valores ultrapassados, mas continuidade dos verdadeiros. c) a rotina da vida só é má quando impede que o homem cultive as boas tradições. d) o cultivo do passado impede o movimento renovador das gerações mais jovens. e) todo apego ao passado é um entrave ao desenvolvimento futuro. O homem enreda-se em descobertas enriquecedoras e em aventuras intelectuais fascinantes, mas esquece que o peso desse saber nunca se equilibra com o peso do que ignora. 50. Conclui-se do texto que: a) a ignorância torna o homem desequilibrado diante da vida. b) o intelectual é aquele que desconhece o que ignora. c) o conhecimento do homem compensa o que ele ignora. d) o homem é um aventureiro pretensioso, porque ignorante. e) a ignorância do homem sobrepuja o seu conhecimento. Não cabe ao analista do texto identificar este ou aquele autor pelo estilo de época a que está ligado. Um autor é tanto menos original quanto mais se identificar com determinado gosto estético. E será original na medida em que suplantar a forma dominante de pensar e escrever em determinada fase. 51. De acordo com o texto: a) a originalidade do autor implica sua maior aceitação por parte do analista de texto. b) convém distinguir, na análise de texto, não só o estilo de época como também o estilo individual. c) o analista de texto deve levar em consideração o estilo do autor para sugerir determinado gosto estético. UEPG – Curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo Língua Portuguesa – parte 2 – p. 10 d) a maneira de pensar e de escrever reflete diferenças de pontos de vista. e) o mérito do autor está em sublinhar o estilo da época em que vive. Partindo da unidade básica de funcionamento do cérebro, que é uma célula conhecida como neurônio, e comparando-a com a memória de um computador, percebe-se que as diferenças entre este e aquele são muitas. Isto porque o computador é um processador determinístico, operando sempre de acordo com as entradas. Já o cérebro humano é uma espécie de computador probabilístico, que funciona através de associações. 52. De acordo com o texto: a) o computador, ao contrário do cérebro humano, determina as entradas de informação. b) o cérebro humano tem seu funcionamento determinado pela entrada de informações na memória. c) a semelhança entre o computador e a memória humana está em que ambos funcionam de acordo com as probabilidades das informações neles armazenadas. d) a diferença fundamental entre o cérebro humano e o computador reside nos princípios básicos de funcionamento de um e de outro. e) o cérebro humano e o computador, apesar das muitas diferenças entre eles, funcionam com a mesma unidade básica, o neurônio. 53. Infere-se do texto que: a) o computador poderá funcionar como um cérebro humano, se se conseguir acoplar neurônios a ele. b) o cérebro e o computador são igualmente aptos a processar informações, ainda que a partir de comportamentos diferentes. c) o neurônio iguala, em seu funcionamento, a memória de um computador d) o cérebro humano, diferindo do computador em sua constituição, funciona, no entanto, da mesma maneira que este. e) é possível criar máquinas copiando o funcionamento do cérebro humano. A defasagem é muito grande entre o moderno ambiente do lar, impregnado de informação, e a sala de aula. Hoje, a criança da era da televisão, sintonizada para as notícias adultas de última hora (inflação, desordens de rua, guerras, impostos, beldades em biquíni), fica desnorteada quando penetra no ambiente do século XIX que ainda caracteriza o organismo educacional, onde a informação é mais . escassa e ordenada em assuntos e programas fragmentados. Esse é, naturalmente, um ambiente muito semelhante ao de uma fábrica com seus depósitos e linhas de montagem. 54. De acordo com o texto: a) Há um hiato muito grande entre a escola moderna e a escola do século XIX, onde a informação era escassa e os assuntos e programas fragmentados e classificados. b) Há uma diferença muito grande entre o ambiente saturado de informação, em que vive a criança, e a sala de aula, onde a informação é fracionada e mais reduzida. c) Há um divórcio muito grande entre a escola e o moderno ambiente do lar, pois este é um ambiente muito semelhante ao de uma fábrica com seus depósitos e linhas de montagem. d) Há uma defasagem tão grande entre o lar moderno e o organismo educacional, que uma criança compara a escola a um ambiente do século XIX. e) Há um distanciamento cada vez maior entre a educação tradicional, caracterizada por programas fragmentados com informação escassa, e a educação moderna, comparável a uma fábrica com suas linhas de montagem. Se o homem fosse do tamanho de uma pulga, teria de ter o número de neurônios que compõem o cérebro reduzido várias dezenas de milhões de vezes e, como a capacidade intelectual está ligada ao número dessas células, a inteligência do homem seria reduzida proporcionalmente. 55. Infere-se do texto que a) o tamanho das células cerebrais aumenta ou diminui de acordo com o tamanho do cérebro. b) o nível de inteligência atingido pela espécie humana nada tem a ver com o tamanho do cérebro. c) o cérebro humano não contém mais do que algumas dezenas de milhões de neurônios. d) o cérebro das pulgas tem apenas algumas dezenas de neurônios. e) a inteligência das pulgas seria proporcional ao seu tamanho, caso seu cérebro fosse estruturado como o do homem. UEPG – Curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo