Relatório Monitoramento 3º Ciclo - Prefeitura Municipal de Belo

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Monitoramento do
Estado de Saúde da
População de BH
Relatório do 3º Ciclo
Dezembro 2016
1
Monitoramento do Estado de Saúde da População de Belo Horizonte – Terceiro Ciclo
SUMÁRIO
1- INTRODUÇÃO..............................................................................................................
COMPARAÇÃO ENTRE OS CICLOS....................................................................................
2- ANÁLISE CENTRAL INICIAL
3- ANÁLISE DISTRITAL INICIAL
4- ANÁLISE DOS CENTROS DE SAÚDE
5- ANÁLISE DISTRITAL DE CONSOLIDAÇÃO DOS CENTROS DE SAÚDE...............................
Bloco 1: Atenção Materno Infantil...................................................................................
Bloco 2: Atenção às Condições Crônicas..........................................................................
Bloco 3: Atenção às Doenças Infecto-Contagiosas...........................................................
Bloco 4: Saúde Bucal.......................................................................................................
Bloco 5: Promoção à Saúde.............................................................................................
Bloco 6: Ações de Prevenção em Saúde..........................................................................
Bloco 7: Atenção às Urgências........................................................................................
Bloco 8: Eventos Sentinela.............................................................................................
6 – ANÁLISE DO NÍVEL CENTRAL DE CONSOLIDAÇÃO
7- ANEXOS
ANEXO 1 – Fichas de Qualificação dos Indicadores.........................................................
ANEXO 2 - Comparação no Fornecimento das Informações referentes aos indicadores
do terceiro ciclo com relação ao segundo, por parte dos Centros de Saúde...................
ANEXO 3 – Comparação do Consolidado da Análise Distrital...........................................
ANEXO 4 – Responsáveis pela análise dos Indicadores...................................................
2
Monitoramento do Estado de Saúde da População de Belo Horizonte – Terceiro Ciclo
1 - INTRODUÇÃO
A decisão de realização do Terceiro Ciclo do Monitoramento Quadrimestral foi decorrente de
algumas questões concomitantes: a finalização do Curso Gestão do Cuidado no Território, que
propiciou uma grande discussão sobre os indicadores na SMSA e que tinha a intenção de
permeabilizar essa discussão nos distritos; e a finalização de mais um ciclo de gestão
municipal, cujo gestor sempre foi um estimulador do monitoramento.
Desta forma, foram realizadas algumas reuniões preparatórias envolvendo a GPLD, GEAS
(xx/xx/xxxx), GTIS (xx/xx/xxxx) e GVSI (xx/xx/xxxx), inicialmente de forma separada por
Gerência e depois reunindo o corpo técnico das mesmas (xx/xx/xxxx). O objetivo destas
reuniões era estabelecer um acordo sobre quais os indicadores seriam monitorados, qual a
temporalidade que estaria envolvida (qual ou quais quadrimestres seriam analisados) e as
atribuições das áreas com seus responsáveis. O resultado dessas reuniões foi apresentado na
reunião da alta direção da SMSA (chamado de G1), que apontou algumas fragilidades nos
indicadores (particularmente na promoção – atividades físicas) e algumas ausências de setores
a serem monitorados, como a rede complementar; mas a direção da SMSA-BH destacou a
importância de realização do monitoramento com indicação de sugestões de aprimoramento
ainda antes de finalização da gestão.
O passo seguinte foi reunir com as GERASAs e GEREPIs de todos os distritos, além do corpo
dirigente e técnico dos setores envolvidos no nível central, o que aconteceu em xx/xx/xxxx.
Novas críticas às insuficiências dos indicadores foram feitas, além de alguns questionamentos
referentes a extração dos dados e o pouco tempo que foi destinado ao nível local (que, depois
da reunião, foi estendido para três semanas no lugar de duas).
Foi estabelecida, informalmente, uma comissão de acompanhamento com os seguintes
participantes: Eliana Sá, pela GEAS; Vanessa xxxx e Lenice xxxx, pela GVSI; Sandra Mitraud,
pela GTIS; e Lêda Vasconcelos, pela GPLD. Esta Comissão ficou com as atribuições de discutir a
anualização e extração dos dados, além de coordenar o MQ na sua respectiva área.
As áreas ficaram com as seguintes atribuições:
- GEAS: Análise dos dados e aprimoramento das Fichas de Qualificação dos indicadores da APS
-GTIS: extração dos dados
-GVSI: extração de dados, algumas análises e validação das fichas de qualificação
-GPLD: distribuição e sistematização das informações das planilhas, elaboração de relatório,
articulação das áreas envolvidas
Quadrimestres a serem analisados no Terceiro Ciclo
3
Para o Terceiro Ciclo foram definidos os seguintes quadrimestres para serem analisados: o
último quadrimestre (setembro, outubro, novembro e dezembro) de 2015, e o primeiro
(janeiro, fevereiro, março e abril) e segundo (maio, junho, julho e agosto) quadrimestres de
2016. Mas para a discussão completa do Ciclo (envolvendo os três níveis de gestão – central,
distrital e local) apenas o segundo quadrimestre de 2016, já que apenas este possibilitaria uma
análise mais próxima com possibilidade de realização de auditorias e proposições para
mudanças no processo de trabalho das equipes locais. Tanto o terceiro quadrimestre de 2015
quanto o primeiro de 2016, ficaram com a análise restrita aos níveis central e distritais.
Cronograma do Terceiro Ciclo
Após algumas modificações, ficou pactuado, então, o seguinte cronograma a ser cumprido
para o Terceiro Ciclo, referente ao segundo quadrimestre de 2016:
- Nível Central (extração e análise) - 2ª quinzena de setembro.
- Nível Distrital (extração e primeira análise) - 1ª quinzena de outubro.
- Nível Local (auditorias e análise): 2ª quinzena de outubro e 1ª semana de novembro
- Nível Distrital(consolidação dos CS com análise): 2ª e 3ª semanas de novembro
- Nível Central (consolidação com análise): 4ª semana de novembro e 1ª semana de dezembro
- Apresentação G1: 2ª semana de dezembro
INDICADORES DO TERCEIRO CICLO
Inicialmente foram definidos os seguintes indicadores, já com a identificação da análise se
Central, Distrital ou Local:
NÍVEL CENTRAL
NÍVEL DISTRITAL
NÍVEL LOCAL
BLOCO 1: Atenção Materna e
Infantil
1.1 Razão de Mortalidade
Materna.
1.2 Taxa de Mortalidade
Infantil.
1.3 Número de óbitos
potencialmente evitáveis em
menores de um ano.
1.4 Proporção de gestantes
com captação precoce no prénatal (1º trimestre).
1.5 Número de óbito materno
evitável.
1.6 Proporção de gestantes
com 6 ou mais consultas de
pré-natal.
1.7 Média de atendimento de
puericultura em menores de 2
anos.
BLOCO 1: Atenção Materna e
Infantil
1.1 Razão de Mortalidade
Materna.
BLOCO 1: Atenção Materna e
Infantil
1.2 Taxa de Mortalidade Infantil.
x-x-x
1.3 Número de óbitos
potencialmente evitáveis em
menores de um ano.
1.4 Proporção de gestantes com
captação precoce no pré-natal
(1º trimestre).
1.5 Número de óbito materno
evitável.
1.3 Número de óbitos
potencialmente evitáveis em
menores de um ano.
1.4 Proporção de gestantes com
captação precoce no pré-natal
(1º trimestre).
1.5 Número de óbito materno
evitável.
1.6 Proporção de gestantes com
6 ou mais consultas de pré-natal.
1.6 Proporção de gestantes com
6 ou mais consultas de pré-natal.
1.7 Média de atendimento de
puericultura em menores de 2
anos.
1.7 Média de atendimento de
puericultura em menores de 2
anos.
x-x-x
4
1.8 Proporção de crianças com
idade até 03 meses e 29 dias
em aleitamento materno
exclusivo.
BLOCO 2: Atenção às Doenças
Crônicas
2.1 Percentual de egressos de
internação por Diabetes
Mellitus acompanhados na APS.
2.2 Percentual de casos Novos
de Doença Renal Crônica que
iniciaram a hemodiálise na
internação acompanhados no
Centro de Saúde.
BLOCO 3: Doenças InfectoContagiosas
3.1 Percentual de Cura de casos
novos de tuberculose, com
confirmação laboratorial, em
Residentes de BH
1.8 Proporção de crianças com
idade até 03 meses e 29 dias em
aleitamento materno exclusivo.
1.8 Proporção de crianças com
idade até 03 meses e 29 dias em
aleitamento materno exclusivo.
BLOCO 2: Atenção às Doenças
Crônicas
2.1 Percentual de egressos de
internação por Diabetes Mellitus
acompanhados na APS.
2.2 Percentual de casos Novos
de Doença Renal Crônica que
iniciaram a hemodiálise na
internação acompanhados no
Centro de Saúde.
BLOCO 3: Doenças InfectoContagiosas
3.1 Percentual de Cura de casos
novos de tuberculose, com
confirmação laboratorial, em
Residentes de BH
BLOCO 2: Atenção às Doenças
Crônicas
2.1 Percentual de egressos de
internação por Diabetes Mellitus
acompanhados na APS.
2.2 Percentual de casos Novos
de Doença Renal Crônica que
iniciaram a hemodiálise na
internação acompanhados no
Centro de Saúde.
BLOCO 3: Doenças InfectoContagiosas
x–x-x
x–x-x
x–x-x
3.1.1 Número de casos novos de
tuberculose, com confirmação
laboratorial que obtiveram cura,
na AA do CS
3.2Percentual de Abandono de
casos novos de tuberculose,
com confirmação laboratorial,
em Residentes de BH
3.2Percentual de Abandono de
casos novos de tuberculose, com
confirmação laboratorial, em
Residentes de BH
x–x-x
x–x-x
x–x-x
3.2.1 Número de casos novos de
Tuberculose com confirmação
laboratorial que abandonaram o
tratamento, na AA do CS.
3.3 Incidência de Sífilis
Congênita em menores de um
ano.
3.4 Percentual de gestantes
com diagnóstico de sífilis
realizado durante o pré-natal.
3.5 Proporção de casos de
gestantes com VDRL positivos
tratados.
BLOCO 4: Atenção à Saúde
Bucal
3.3 Incidência de Sífilis
Congênita em menores de um
ano.
3.4 Percentual de gestantes com
diagnóstico de sífilis realizado
durante o pré-natal.
3.5 Proporção de casos de
gestantes com VDRL positivos
tratados.
BLOCO 4: Atenção à Saúde
Bucal
4.1 Proporção de usuários
classificados com o código 3 em
relação ao total de primeiras
consultas.
BLOCO 5: Promoção da Saúde
x–x-x
3.4 Percentual de gestantes com
diagnóstico de sífilis realizado
durante o pré-natal.
x-x-x
BLOCO 4: Atenção à Saúde Bucal
4.1 Proporção de usuários
classificados com o código 3 em
relação ao total de primeiras
consultas.
4.1 Proporção de usuários
classificados com o código 3 em
relação ao total de primeiras
consultas.
BLOCO 5: Promoção da Saúde
BLOCO 5: Promoção da Saúde
5
5.1 Percentual de
Acompanhamento das
Condicionalidades da Saúde das
famílias beneficiárias do
Programa Bolsa Família - PBF
5.2 Número de participação de
Atividades Físicas/Práticas
Corporais (Academia da Cidade,
NASF, Lian Gong e Outros
Pontos da Rede) de Belo
Horizonte por quadrimestre.
BLOCO 6: Ações de Prevenção
em Saúde
6.1 Percentual de pessoas com
diabetes fumantes.
BLOCO 7: Atendimento de
Urgência
7.1 Número de casos de óbitos
evitáveis nas UPA.
7.2 Percentual de Desistência
de Solicitação para
Atendimento nas UPA.
BLOCO 8: Eventos Sentinela
8.1 Taxa de mortalidade por
causas externas em crianças (0
a 9 anos).
x-x-x
8.2 Taxa de mortalidade por
causas externas em
adolescentes (10 a 19 anos).
x-x-x
8.3 Taxa de mortalidade por
causas externas em adultos
jovens (20 a 29 anos).
x-x-x
8.4 Taxa Mortalidade por
Síndrome Respiratória Aguda
(SRA) em 60 anos e mais.
5.1 Percentual de
Acompanhamento das
Condicionalidades da Saúde das
famílias beneficiárias do
Programa Bolsa Família - PBF
5.2 Número de participação de
Atividades Físicas/Práticas
Corporais (Academia da Cidade,
NASF, Lian Gong e Outros Pontos
da Rede) de Belo Horizonte por
quadrimestre.
BLOCO 6: Ações de Prevenção
em Saúde
6.1 Percentual de pessoas com
diabetes fumantes.
BLOCO 7: Atendimento de
Urgência
5.1 Percentual de
Acompanhamento das
Condicionalidades da Saúde das
famílias beneficiárias do
Programa Bolsa Família - PBF
5.2 Número de participação de
Atividades Físicas/Práticas
Corporais (Academia da Cidade,
NASF, Lian Gong e Outros Pontos
da Rede) de Belo Horizonte por
quadrimestre.
BLOCO 6: Ações de Prevenção
em Saúde
6.1 Percentual de pessoas com
diabetes fumantes.
BLOCO 7: Atendimento de
Urgência
x-x-x
x-x-x
x-x-x
x-x-x
BLOCO 8: Eventos Sentinela
8.1 Taxa de mortalidade por
causas externas em crianças (0 a
9 anos).
8.1.1 Número de mortes por
causas externas em crianças (0 a
9 anos).
8.2 Taxa de mortalidade por
causas externas em adolescentes
(10 a 19 anos).
8.2.1 Número de mortes por
causas externas em adolescentes
(10 a 19 anos).
8.3 Taxa de mortalidade por
causas externas em adultos
jovens (20 a 29 anos).
8.3.1 Número de mortes por
causas externas em adultos
jovens (20 a 29 anos).
8.4 Taxa Mortalidade por
Síndrome Respiratória Aguda
(SRA) em 60 anos e mais.
BLOCO 8: Eventos Sentinela
x-x-x
8.1.1 Número de mortes por
causas externas em crianças (0 a
9 anos).
x-x-x
8.2.1 Número de mortes por
causas externas em adolescentes
(10 a 19 anos).
x-x-x
8.3.1 Número de mortes por
causas externas em adultos
jovens (20 a 29 anos).
x-x-x
Após algumas discussões, particularmente com as áreas técnicas, houve as seguintes
alterações:
6
- (2.2) Percentual de casos Novos de Doença Renal Crônica que iniciaram a hemodiálise na
internação acompanhados no Centro de Saúde. Como aconteceu nos outros ciclos, não foi
possível a organização da área técnica para obtenção dos dados
- (3.5) Proporção de casos de gestantes com VDRL positivos tratados. Não houve acordo entre
as áreas técnicas sobre a extração e análise dos dados.
- (4.1) Proporção de usuários classificados com o código 3 em relação ao total de primeiras
consultas. Devido aos problemas decorrentes da implantação do SISREDE, a coordenação da
área técnica achou prudente não realizar a análise de 2016, restringindo-se a análise ao ano de
2015.
- (7.1) Número de casos de óbitos evitáveis nas UPA. Por indicação da área técnica será o total
de óbitos e não apenas os evitáveis.
- Todas as taxas de Mortalidade por causas externas serão analisadas apenas pelo Nível Central
e referentes ao ano de 2015.
As Fichas de Qualificação...blá blá blá – anexo x
A anualização dos dados dos indicadores.... blá blá blá – anexo y
7
2- ANÁLISE DO NÍVEL CENTRAL INICIAL
A análise realizada pelo nível central, antes do envio para os distritos, por indicador, foi a
seguinte:
Bloco 1: Atenção Materno Infantil
2.1.1-Razão de Mortalidade Materna: Responsável pela extração: Nayara, Patrícia e Sônia
Lansky; Data de extração dos dados: 26/09/16. Responsável pela análise: Sônia Lansky e
Nayara.
A razão de mortalidade materna em Belo Horizonte mostra uma tendência de queda de 66,0
em 1998 para 28,5/100.000 NV em 2015, com uma redução de 56,8%, provavelmente
decorrente da melhoria das condições de vida da população e da assistência à saúde. Em 2015
ocorreram 09 óbitos maternos de mulheres residentes em Belo Horizonte, sendo 6 óbitos
maternos obstétricos diretos e 3 maternos obstétricos indiretos. Ocorreram, portanto, 09
óbitos maternos obstétricos por causas diretas e indiretas, ou seja, que compõem a Razão de
Morte Materna, na sua totalidade considerados óbitos evitáveis. A diversidade de problemas
identificados na análise dos óbitos maternos aponta a necessidade de ações de prevenção da
morbimortalidade materna desde o pré-natal, assim como o controle de intervenções
desnecessárias na atenção ao parto. São necessários ajustes profundos na qualidade da
atenção integral baseada em evidências científicas, identificação de riscos e ação oportuna,
com garantia de continuidade do cuidado à saúde da mulher para prevenir essas mortes.
Também é necessária a revisão do modelo assistencial, com implementação de protocolos
assistenciais para promoção da fisiologia do parto e nascimento, evitando-se as intervenções
desnecessárias e a morbimortalidade materna evitável. Ações de prevenção da gravidez, com
abordagem da saúde sexual e planejamento reprodutivo para as mulheres, em especial para as
mulheres com maior vulnerabilidade social, poderiam impactar na prevenção dessas mortes,
assim como a atenção oportuna e qualificada à gestante de alto risco. As mortes por
síndromes hemorrágicas evidenciam a gravidade das hemorragias puerperais e a necessidade
de um trabalho sincronizado e rápido em equipe interdisciplinar e intersetorial nos serviços.
Registou-se 7 óbitos no 1º quadrimestre de 2016, número elevado quando comparamos com o
ano inteiro de 2015, quando ocorreram 9 óbitos maternos. A análise desses óbitos de 2016
apontam, principalmente, desafios na qualificação da atenção primária à saúde, na atenção ao
pré-natal e na vigilância em saúde após o parto. Até a presente data ocorreram no total 11
óbitos maternos, com um aumento da estimativa de razão de morte materna para o ano de
2016.
2.1.2- Taxa de Mortalidade Infantil. Data de extração dos dados: 20/09/2016. Responsáveis
pela extração e análise dos dados: Lenice Ishitani e Mayara Rocha.
Observou-se uma redução de 10,8% na taxa de mortalidade infantil (TMI) entre os anos 2008 e
2015. Os dados disponíveis para comparação com as taxas das demais capitais brasileiras,
Minas Gerais e o Brasil são os referentes ao ano de 2014. Belo Horizonte alcançou uma
redução de 17,5 % na taxa de mortalidade infantil entre os anos de 2008 e 2013, sendo maior
que a redução no Brasil (10,7%) e em Minas Gerais (13,53%), que, também, apresentaram
taxas de mortalidade infantil mais elevadas, de 11,34 e 12,9 por 1000 nascidos vivos,
8
respectivamente. Belo Horizonte saltou da sétima posição entre as capitais com menores taxas
de mortalidade infantil em 2012 para a quinta posição em 2013. Salientamos que a qualidade
da informação sobre mortalidade e nascimentos é muito heterogênea no estado de Minas
Gerais e no Brasil. As TMI estimadas para os DS, mostraram importante variação entre os anos
de 2008 e 2014 para um mesmo DS. No ano de 2015 os DS B, L, NE, No, N e VD apresentaram
taxas de MI superiores à do município. Os dados disponíveis para comparação da TMI com as
demais capitais brasileiras, e Minas Gerais e o Brasil são os referentes ao ano de 2013.
2.1.3- Número de óbitos potencialmente evitáveis em menores de um ano. Data de extração
dos dados: 26/09/16. Responsáveis pela extração e análise dos dados: Sônia Lansky e
Nayara.
Observou-se manutenção do número de óbitos evitáveis quando comparamos o 1º
quadrimestre de 2016 com o 2º quadrimestre de 2016. Desse modo, se não houver mudança
no contexto atual que impacta na mortalidade infantil espera-se também a manutenção da
taxa de mortalidade infantil de 2015 para o ano de 2016. A análise dos 127 óbitos infantis
evitáveis de 2015, ou seja, crianças com peso ao nascer acima de 1000g e sem malformação
congênita grave, aponta como principais causas 27,6% (n=35) a prematuridade; 13,4% (n=7) a
asfixia intraparto; 3,9% (5) infecções perinatais e 5,5% (7) demais infecções (pneumonia,
bronquiolite e diarreia). A qualificação da assistência no pré-natal, a implementação das boas
práticas na assistência ao parto e nascimento, fortalecimento da vigilância em saúde e da
atenção ao recém-nascido e à criança podem contribuir para a redução dessas mortes
evitáveis. Destacamos a intensificação de ações ainda não plenamente implementadas, como
a alta responsável de todos os recém-nascidos, a visita domiciliar em 72 horas após alta da
maternidade, o 5º dia de saúde integral, acompanhamento da criança e da família, em
especial, aquelas de maior vulnerabilidade.
2.1.4- Proporção de Gestantes com Captação precoce no pré-natal (1º trimestre). Data de
extração dos dados: 21/09/2016. Responsável pela extração e análise: Sandra. Observa-se
que houve uma redução importante na proporção de captação precoce no pré-natal no
primeiro quadrimestre de 2016 em relação a 2015. No entanto, observa-se um aumento
significativo deste indicador, no segundo quadrimestre de 2016, ultrapassando
significativamente o percentual de 2015 (próximo de 70%).
2.1.5- Número de óbito materno evitável. Data de extração dos dados: 26/09/2016.
Responsáveis pela extração e análise: Patricia, Nayara e Sônia Lansky. A diversidade de
problemas identificados na análise dos óbitos maternos aponta a necessidade de ações de
prevenção da morbimortalidade materna desde o pré-natal, assim como o controle de
intervenções desnecessárias na atenção ao parto. São necessários ajustes profundos na
qualidade da atenção integral baseada em evidências científicas, identificação de riscos e ação
oportuna, com garantia de continuidade do cuidado à saúde da mulher para prevenir essas
mortes. Também é necessária a revisão do modelo assistencial, com implementação de
protocolos assistenciais para promoção da fisiologia do parto e nascimento, evitando-se as
intervenções desnecessárias e a morbimortalidade materna evitável. Ações de prevenção da
gravidez, com abordagem da saúde sexual e planejamento reprodutivo para as mulheres, em
9
especial para as mulheres com maior vulnerabilidade social, poderiam impactar na prevenção
dessas mortes, assim como a atenção oportuna e qualificada à gestante de alto risco. As
mortes por síndromes hemorrágicas evidenciam a gravidade das hemorragias puerperais e a
necessidade de um trabalho sincronizado e rápido em equipe interdisciplinar e intersetorial
nos serviços. Registrou-se 7 óbitos no 1º quadrimestre de 2016, número elevado quando
comparamos com o ano inteiro de 2015, quando ocorreram 9 óbitos maternos. A análise
desses óbitos de 2016 apontam, principalmente, desafios na qualificação da atenção primária
à saúde, na atenção ao pré-natal e na vigilância em saúde após o parto. Até a presente data
ocorreram no total 11 óbitos maternos, com um aumento da estimativa de razão de morte
materna para o ano de 2016.
2.1.6- Proporção de gestantes com 6 ou mais consultas de pré-natal. Data da extração:
21/09/2016. Responsável pela extração e análise: Sandra. Observa-se que na análise de 2015
e do primeiro e segundo quadrimestre de 2016, mantem-se valores percentuais semelhantes,
sem uma alteração significativa, posto que estão dentro de 5% de variação. Portanto, não
houve alteração significativa na proporção de gestantes com 6 ou mais consultas de pré-natal.
2.1.7- Média de atendimento de puericultura em menores de 02 anos. Responsável pela
extração, em setembro/16 e análise: Sandra Mitraud.
Estão previstas 7 consultas no primeiro ano de vida, duas consultas no segundo ano e, a partir
de 24 meses uma consulta anual até 19 anos. Assim, nos dois primeiros anos de vida estão
previstas 9 consultas. O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança, com
ações de prevenção e promoção da saúde são cruciais para a saúde atual e futura da criança.
Considera-se que os índices atuais de atendimento estão baixos em decorrência de diversos
fatores: desconhecimento da necessidade de registrar o CID Puericultura ou marcar o motivo
puericultura na dispensa do prontuário, problemas no SISREDE, baixa captação das crianças do
território, não valorização da puericultura, etc. A EAAB tem sido uma boa estratégia para
qualificar a assistência no pré-natal e puericultura.
2.1.8- Proporção de crianças com idade até 03 meses e 29 dias em aleitamento materno
exclusivo. Responsável pela extração e análise: Sandra Mitraud. A prevalência de aleitamento
materno em todo Brasil vem aumentando, em decorrência da implantação de política nacional
de incentivo ao aleitamento materno na década de 80, cujo objetivo é proteger, promover a
apoiar o aleitamento materno por meio de um conjunto de ações: na Atenção Hospitalar
implantou-se a Iniciativa Hospital amigo da criança – IHAC, houve fortalecimento da Atenção
primária, controle na publicidade (restrição de propaganda), divulgação e campanhas de
incentivo (semana mundial da amamentação, dia da doação do leite), ampliação da rede
nacional de bancos de leite, dentre outros. Mais recentemente, publicada portaria que proíbe
em revistas cientifica a propaganda de formulas infantis. A evolução da prevalência, no Brasil,
de aleitamento materno exclusivo de 0 a 4 meses foi 3,6% (1986), 40% (1996), 38,6% (2006) e
51% (2008). Até os 6 meses, a OMS considera este indicador muito bom na faixa de 90 a 100%,
bom de 50 a 89%, razoável de 12 a 49% e ruim de 0 a 11%. O Brasil conta com 215 Bancos de
Leite e 145 Postos de Coleta. Em BH a prevalência de aleitamento materno aos 4 meses subiu
de 22,9 em 1999 a 50,1 em 2008. Os dados atuais de atendimento mostram melhoria dos
índices de aleitamento exclusivo aos 4 meses. BH tem 5 Maternidades considerados IHAC. Na
10
atenção primaria, nas duas últimas décadas houve ampliação do acesso e melhoria da
assistência. BH tem uma ação inédita: Um Posto de coleta na URS e 18 Centros de Saúde que
são Unidades de coleta de leite humano. Foi também implantada a Estratégia Amamenta,
Alimenta Brasil com formação de 42 tutores com objetivo de qualificar a assistência no prénatal e na puericultura.
Bloco 2: Atenção às Condições Crônicas
2.2.1- Percentual de egressos de internação por Diabetes Mellitus acompanhados pela APS.
Análise: Juliana, em 28/09/16.
"Esse indicador é composto a partir dos dados sobre acompanhamento dos usuários,
informados pelos Centros de Saúde. Dessa forma, as análises distritais e de nível central só
serão possíveis nas etapas finais da rodada do monitoramento quadrimestral, ou seja, após o
retorno das informações de nível local que dizem o número de pessoas acompanhadas na
unidade."
2.2.2- Percentual de casos novos de Doença Renal Crônica que iniciaram a hemodiálise na
internação, acompanhadas no Centro de Saúde.
Não foi extraído/analisado no Terceiro Ciclo.
Bloco 3: Atenção às Doenças Infectocontagiosas
2.3.1- Percentual de cura de casos novos de tuberculose, com confirmação laboratorial, em
residentes. Data de extração dos dados: 19/09/2016. Responsáveis pela extração e análise:
Fernanda Cristina e Juliana Veiga. Com o intuito de apresentar dados mais atuais, definimos o
período anualizado de 05/2015 a 04/2016, o ano fechado de 2015. Lembrando que os dados
de 2015 e 2016 ainda são parciais, sendo que a avaliação do ano de 2015, encerra-se em
setembro de 2016. Essas datas foram possíveis graças aos esforços dos profissionais de todos
os níveis em inserir a notificação no sistema em tempo oportuno. Fizemos também uma força
tarefa para atualização do banco, principalmente no que tange o encerramento oportuno dos
casos. De acordo com os Protocolos do Ministério da Saúde, para TB o ideal é a extração de
dados com intervalo de 1 ano. As metas brasileiras continuam as mesmas: mínimo 85% de cura
e máximo de 5% de abandono. Infelizmente, BH ainda continua aquém do esperado, não
conseguindo alcançar a meta de cura e ultrapassando o percentual de abandono. Várias são as
prováveis causas para o não alcance das metas, tais como: elevado número de óbitos,
transferências e abandono de tratamento, perfil dos pacientes (grande parte usuário de álcool
ou outras drogas, elevado número de pacientes em situação de rua), desorganização dos
processos de trabalho (no período da epidemia da dengue, os casos de TB não foram
priorizados por muitas equipes de saúde, cancelamento dos treinamentos de TB para os
profissionais da APS, déficit de ACS para realização da estratégia do tratamento diretamente
observado - TDO). Devido às particularidades da Tuberculose, em relação ao encerramento
dos casos, e as determinações do Ministério da Saúde para tabulação dos dados desses
indicadores não é possível anualizar o agravo. A análise de encerramento é feita com o ano
11
fechado e só podemos afirmar com fidelidade os dados de 2014; o que não será uma análise
real e atual das condições de saúde e qualidade da assistência. Portanto, os dados do período
anualizado continuarão na planilha para efeitos de treinamento e comparação com o período
anterior.
2.3.2- Percentual de abandono de casos novos de tuberculose, com confirmação laboratorial,
em residentes. Data da extração:19/09/2016. Responsáveis pela extração e análise dos
dados: Fernanda Cristina e Juliana Veiga. Com o intuito de apresentar dados mais atuais,
definimos o período anualizado de 05/2015 à 04/2016, o ano fechado de 2015. Lembrando
que os dados de 2015 e 2016 ainda são parciais, sendo que a avaliação do ano de 2015,
encerra-se em setembro de 2016. Essas datas foram possíveis graças aos esforços dos
profissionais de todos os níveis em inserir a notificação no sistema em tempo oportuno.
Fizemos também uma força tarefa para atualização do banco, principalmente no que tange o
encerramento oportuno dos casos. De acordo com os Protocolos do Ministério da Saúde, para
TB o ideal é a extração de dados com intervalo de 1 ano. As metas brasileiras continuam as
mesmas: mínimo 85% de cura e máximo de 5% de abandono. Infelizmente, BH ainda continua
aquém do esperado, não conseguindo alcançar a meta de cura e ultrapassando o percentual
de abandono. Várias são as prováveis causas para o não alcance das metas, tais como: elevado
número de óbitos, transferências e abandono de tratamento, perfil dos pacientes (grande
parte usuário de álcool ou outras drogas, elevado número de pacientes em situação de rua),
desorganização dos processos de trabalho (no período da epidemia da dengue, os casos de TB
não foram priorizados por muitas equipes de saúde, cancelamento dos treinamentos de TB
para os profissionais da APS, déficit de ACS para realização da estratégia do tratamento
diretamente observado - TDO). Devido às particularidades da Tuberculose, em relação ao
encerramento dos casos, e as determinações do Ministério da Saúde para tabulação dos dados
desses indicadores não é possível anualizar o agravo. A análise de encerramento é feita com o
ano fechado e só podemos afirmar com fidelidade os dados de 2014; o que não será uma
análise real e atual das condições de saúde e qualidade da assistência. Portanto, os dados do
período anualizado continuarão na planilha para efeitos de treinamento e comparação com o
período anterior.
2.3.3- Incidência de Sífilis congênita em menores de um ano. Data da extração: 23/09/16.
Responsável pela extração e análise: Solange Nonato. A sífilis congênita ainda representa um
grande desafio para a saúde pública, pela sua alta incidência e pelas sequelas perinatais. Em
Belo Horizonte foram registrados no período de 2008 a 2015, 1102 casos e incidência variando
de 1,8 a 9,2 por 1000 nascidos vivos. Em 2015, com relação ao acesso ao pré-natal, 81,4% das
mães das crianças com sífilis congênita realizaram pelo menos uma consulta de pré-natal,
11,5% não realizaram nenhuma. No mesmo ano, dentre aquelas que fizeram o pré-natal,
63,7% tiveram o diagnóstico de sífilis durante o pré-natal e 21,1% no momento do parto.
Quanto ao tratamento do parceiro apenas 13,6% tiveram o parceiro tratado, 64,4% não o
tiveram e para 22,03% das gestantes essa informação é ignorada/em branco. O aumento do
número de casos da sífilis congênita demonstra a necessidade de ações mais efetivas para seu
controle, como educação em saúde para a população, por tratar-se de uma doença evitável,
desde que seja feito o diagnóstico precoce e tratamento adequado para a gestante infectada e
seu (s) parceiro(s). No entanto, esse aumento pode representar melhoria da notificação de
casos ao longo dos anos, atribuída a melhorias na vigilância deste agravo, sensibilização dos
12
profissionais, melhorias de acesso das gestantes ao pré-natal. Ainda assim, sabe-se que ainda
há subnotificação de casos.
2.3.4- Percentual de gestantes com diagnóstico de sífilis realizado durante o pré-natal. Data
da Extração: 23/09/2016. Responsável pela extração e análise: Solange Nonato. A inclusão da
sífilis na gestação como agravo de notificação compulsória em 2005, justificou-se pela sua
elevada taxa de prevalência e elevada taxa de transmissão vertical, que varia de 30 a 100%
sem o tratamento ou com tratamento inadequado. De 2008 a agosto de 2016 foram
notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) 1897 casos de sífilis
em gestantes residentes em Belo Horizonte. O aumento gradual no número de casos deve-se
provavelmente a melhoria da notificação, acesso ao pré-natal e diagnóstico da doença.
Durante a assistência pré-natal, conforme o Programa Nacional de Humanização do Pré-Natal
e Nascimento, a identificação precoce das gestantes portadoras de sífilis e o seu pronto
tratamento são as principais medidas na prevenção da transmissão vertical. Em 2015 o
percentual de gestantes notificadas pelas unidades básicas de saúde foi de 51,5%, variando no
período de 2008 a 2015 em 32,4%. Ou seja, indica que em cerca da metade das gestantes com
sífilis o diagnóstico está acontecendo no momento do parto, com perda de oportunidades para
prevenção da sífilis congênita.
Bloco 4: Saúde Bucal
2.4.1- Proporção de usuários classificados com o código 3 em relação ao total de primeiras
consultas. Extração dos dados: Sandra Mitraud. Análise dos dados: Ana Pitchon. O
acompanhamento deste indicador tem como principal objetivo alertar as equipes para a
importância de promovermos a equidade no acesso a saúde bucal, concentrando os esforços
na captação de pessoas mais vulneráveis, e que mais necessitam de cuidado. Este é um
movimento de inversão da lógica de acesso aos serviços de saúde bucal, aonde a demanda
livre deixa de ser a ordenadora do acesso. Por meio do acompanhamento deste indicador
podemos avaliar a efetividade das ações implementadas para inversão desta lógica, e realizar
as iniciativas capazes de promover maior equidade na atenção. O percentual de usuários
classificados com o código 3 que acessaram os serviços de saúde bucal em 2015 (4,10%)
apresentou queda em relação a 2014 (5,64%). Esta variação pode significar os movimentos
ainda incipientes para inversão da lógica de acesso. Utilizando-se pouco o levantamento de
necessidades como ferramenta para o planejamento das agendas, assim como a identificação
de indivíduos com polarização das doenças bucais nos grupos populacionais mais vulneráveis.
A identificação/captação de indivíduos que apresentam polarização das doenças bucais, e que
não acessam voluntariamente os serviços, precisa ser incrementada. Outro ponto a ser
considerado nesta análise é a implantação do módulo de saúde bucal no SISREDE. A
informatização, iniciada nos distritos Pampulha e Oeste, foi ampliada para todos os centros de
saúde a partir do segundo semestre de 2015. Essa transição afetou o registro dos dados e os
indicadores de acompanhamento da saúde bucal. Muitas unidades ficaram com produção
zerada no mês de dezembro, e os extratores de dados do SISREDE para a área ainda estão em
fase de construção.
13
Bloco 5: Promoção à Saúde
2.5.1- Percentual de acompanhamentos das condicionalidades da saúde das famílias
beneficiárias do Programa Bolsa Família. Extração dos dados: Sandra Mitraud. Análise:
Magda. Para a análise do 1º e 2º Quadrimestre de 2016 foram avaliados os resultados do
primeiro semestre de 2016 que se referem aos dados digitados no período de Janeiro a
Dezembro de 2016. Os dados extraídos dos relatórios quantitativos do sistema Web do
Programa Bolsa Família/MS foram consolidados pelo Datasus em 05/07/2016. O percentual de
acompanhamento das condicionalidades da saúde no município no primeiro semestre do
referido ano foi de 90%. Houve um decréscimo de 2% de acompanhamento em relação ao
segundo semestre do ano de 2015. Os percentuais estratificados por distrito sanitário foram:
Centro-Sul (93%), Leste (93%), Noroeste (89%), Nordeste (93%), Venda Nova (90%), Pampulha
(91%), Oeste (96%), Norte (80%) e Barreiro (96%). A maioria dos distritos superou a meta de
87% exceto o distrito Norte. A partir do primeiro semestre de 2016, passou-se a utilizar o CNES
da Instituição Hospital Municipal Odilon Behrens (HOB) para segregar as famílias que mudaram
de município da base de cada distrito. Esta separação foi realizada com o objetivo de não
comprometer o percentual de acompanhamento de cada distrito, bem como o pagamento da
bonificação dos Agentes comunitários de saúde (ACS). Apenas seis por cento (6%), destas
famílias foram acompanhadas porque mudaram para outro município após a coleta das
condicionalidades. Nesta vigência, foi construído um fluxo, juntamente com a secretaria de
Políticas Sociais para viabilizar o acompanhamento dos beneficiários em situação de rua
vinculados no CNES da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte (SMS). O percentual
de acompanhamento que no segundo semestre de 2015 foi de 2% aumentou para 78% no
primeiro semestre de 2016. As dificuldades enfrentadas pelo município foram: falta da
referência técnica distrital do Bolsa Família nas gerasas e gerepis, mudanças de digitadores do
Bolsa Família nos distritos oeste, norte e Pampulha, redução do quadro de funcionários
administrativos em toda a rede, defasagem do fluxo intersetorial via NIR, número elevado de
famílias residentes em áreas de ocupação e famílias não localizadas com endereços
desatualizados no CadÚnico e Sisrede. Diante do quadro acima, as principais ações planejadas
para o segundo semestre de 2016 foram rever o processo de acompanhamento, definir e
pactuar o papel das Referências Técnicas Distritais da Saúde; pactuar o fluxo mensal com a
GGPTR para envio de cadastros atualizados no CadÚnico para tratamento das famílias não
localizadas vinculadas nos CEM, aprimorar o processo de acompanhamento das populações
específicas como a população das áreas de invasão, população em situação de rua, entre
outras; validar os fluxos para discussão e o manejo intersetorial dos casos mais complexos dos
beneficiários do Bolsa Família.
2.5.2- Número de participações de atividades físicas/práticas corporais (Academia da Cidade,
NASF, Lian Gong e outros pontos da rede). Extração (30/09/2016) e análise: Rony Las Casas.
Houve um aumento no número de participações quando comparado o primeiro quadrimestre
de 2016 (458.538) com o segundo (521.015), entretanto vale ressaltar que neste período
existiram alterações nos sistemas de informações e falhas na rede (intranet) que prejudicaram
o lançamento destes dados.
Para melhorar o indicador e qualificação dos dados é necessário investir ainda mais no
gerenciamento das ações de promoção de saúde nos níveis central, distrital e local. Nesse
14
sentido a gestão central está realizando o planejamento estratégico e o plano de
monitoramento das ações relacionadas, fazendo convergir as metodologias que podem
contribuir para o enfrentamento das DCNT (DCV, Neoplasia, Diabetes e Respiratórias) que são
as que mais matam e que são umas das principais causas de mortalidade na nossa capital
mineira. O trabalho no nível central está baseando nas melhores aposta e evidências (Best
Buys) e inclui também algumas estratégias, como: discussão das diretrizes e elaboração de
síntese operativa sobre ações da Academia da Cidade; aproximação de profissionais do NASF
com parceiros da Academia da Cidade, Lian Gong e outras práticas corporais para
potencialização das ações existentes; inclusão de reflexões sobre empoderamento, autonomia
e auto-cuidado do cidadão nos espaços de prática de Atividade Física; busca de maior
integração entre as diversas práticas de promoção de saúde existentes nos territórios da
Atenção primária à Saúde (APS) com as ações de atividade física e práticas corporais (ex:
grupos de alimentação e nutrição, prevenção de quedas, abordagem de dores crônicas, saúde
na escola, dentre outros); estímulo à construção coletiva e intersetorial da promoção da saúde
para além das Unidades de Saúde e Academias da Cidade; busca de oportunidade nos espaços
da gestão para as discussões relacionados à Promoção da saúde e os Determinantes e
Condicionantes Sociais de Saúde, inclusive nas reuniões sobre a Gestão do Cuidado no
Território (GCT). Ao verificar os dados separadamente informados pelas áreas técnicas da
Academia da Cidade, do Lian Gong e do NASF, observa-se que a produção informada não
corresponde à capacidade operacional dos serviços e infere-se que a quantidade de
atendimentos e a qualidade dos mesmos pode ser potencializada. Com a integração da
Coordenação Técnica agregando os representantes do Lian Gong, Nasf, Academias da Cidade e
PRHOAMA espera-se que haja um trabalho mais integrado entre as políticas e
consequentemente o alcance de melhores resultados. Uma ação relacionada à melhora do
indicador e que pode ser potencializada a partir do maior apoio pelo nível central e maior
envolvimento do nível local é o aumento da inclusão dos usuários portadores de quadros
crônicos e complexos nos grupos realizados nos centros de saúde pelo NASF e educadores
físicos nas horas dedicadas ao trabalho nos centros de saúde ou espaços da comunidade. Além
disso pode contribuir no cuidado aos usuários que procuram os centros de saúde com maior
freqüência e que são conhecidos como “hiperutilizadores”. No caso específico da prática de
Lian Gong, o que se espera com maior investimento no acompanhamento do indicador é uma
possível a expansão do número de usuários nas turmas existentes, seja pelo convite
sistemático à comunidade, seja pela inclusão dos profissionais ACS e ACE à atividade, como
orientado pelo gabinete da SMSA BH. Estes dados do primeiro e segundo quadrimestre de
2016 demonstram que utilizamos apenas parte do potencial tático dos distritos no
enfrentamento das condições e do cuidado integral (macropolíticas), assim como das Unidades
de Saúde com os planos de enfrentamento (micropolíticas) e o aproveitamento das
tecnologias de prevenção de doença e promoção de saúde. Acreditamos que um olhar
conjunto sobre os processos de trabalho da promoção da saúde, envolvendo a tríade (Gestão,
Trabalhador e Usuário) contribui para o fortalecimento da rede SUS-BH e a conquista de uma
melhor qualidade de vida para todos.
15
Bloco 6: Ações de Prevenção em Saúde
2.6.1- Percentual de pessoas com diabetes fumantes. Extração: Sandra Mitraud. Análise:
Estela, Juliana e Lenice.
"Esse indicador, calculado a partir dos dados extraídos do SISREDE, mostra que a prevalência
de diabéticos fumantes, em Belo Horizonte, é baixa (3,85% e 3,76%, respectivamente, no 1º e
2º quadrimestre de 2016) quando comparada com o percentual de diabéticos fumantes do
VIGITEL (10,5 % (IC95% _______) em 2014). Essa prevalência baixa pode ser devido à adesão
do usuário ao estilo de vida saudável diante do diagnóstico de diabetes. Entretanto, é
importante destacar essa população com essa sobreposição de fatores de risco e sensibilizar a
equipe na priorização desses usuários para aconselhamento sobre riscos do tabagismo e
estratégias para parar de fumar. A justificativa para esse recorte é o maior risco cardiovascular.
A análise da série mostra uma aparente redução dessa prevalência, no entanto, para essa
análise deve ser considerada a qualidade do registro (sub registro).
Percebe-se, em 2015, maior prevalência nos distritos Centro-Sul (6,2%), Oeste (6,0%) e
Barreiro (5,9%) e baixa prevalência na Leste (3,6%) e Noroeste (3,8%). Lembramos que essa
baixa prevalência também pode estar associada ao baixo registro do tabagismo no protocolo
de Atendimento de Diabetes (SISREDE). ”
Bloco 7: Atenção às Urgências
2.7.1- Número de casos de óbitos evitáveis nas UPAs. Considerando o número total de
atendimentos no período de Janeiro a Outubro de 2016 - 550.502 atendimentos, o total de
número de óbitos - 894, representa uma taxa de mortalidade de 0,16%, demonstrando
satisfatório potencial de resolução de urgências e emergências clínicas pelas unidades de
pronto atendimento – UPAS/SUS-BH.
2.7.2- Percentual de desistência de solicitação para atendimento nas UPAs. Este indicador
demonstra aumento significativo de procura pelos serviços de pronto atendimento no período
das doenças sazonais, em especial dengue e doenças respiratórias - meses de fevereiro a maio.
Desta forma a espera para atendimento resulta em desistência, especialmente em casos de
pacientes que procuram as UPAS por motivos que poderiam ser atendidos nas unidades
básicas.
Bloco 8: Eventos Sentinela
2.8.1-Taxa de Mortalidade por causas externas em crianças (0 a 9 anos). Data da Extração:
20/09/2016. Responsáveis pela extração: Lenice Ishitani e Mayara Rocha/ Lúcia Paixão.
Responsável pela análise: Lúcia Paixão.
Verificou-se, no município, uma tendência de redução (26%) das taxas de mortalidade por
causa externas, entre os anos de 2010 e 2015, na faixa etária de 0 a 9 anos. A taxa do período
anualizado do 2º quadrimestre de 2016 foi semelhante à do ano de 2015. A distribuição dos
óbitos por faixa etária foi semelhante, sendo 10 meninas e 9 meninos. A principal causa foram
os acidentes de trânsito (8), sendo seis óbitos como ocupante de automóvel e dois por
atropelamento. Foram também causas: inalação de conteúdo gástrico ou alimento (3), quedas
16
(2), impacto pela queda de uma televisão (1), queimadura (1) e uma causa indeterminada.
Quanto à cor da pele eram 11 pretos ou pardos e 8 brancos.
Na comparação com Minas Gerais e com o Brasil, observou-se que, em 2014, o risco de morrer
por causas externas foi menor para as crianças residentes em Belo Horizonte. Na análise por
DS de residência, observou-se maior número de casos (3) nos DS Leste, Nordeste e Norte.
2.8.2-Taxa de Mortalidade por causas externas em adolescentes (10 a 19 anos). Data da
Extração: 20/09/2016. Responsáveis pela extração: Lenice Ishitani e Mayara Rocha/ Lúcia
Paixão. Responsável pela análise: Lúcia Paixão.
Observou-se, aumento na taxa de óbitos por causas externas entre 2010 e 2011 (26%). A partir
daí houve redução em todos os anos até 2015 (18,7%). O período anualizado, correspondente
ao 2º quadrimestre de 2016 apresentou um aumento em relação ao ano de 2015 (9 casos). A
maioria são do sexo masculino (70%), cor da pele parda ou preta (74%) e as principais causas
da morte são os homicídios (70%), acidentes de trânsito (14%), outros acidentes ( 6%),
suicídios( 6%). Os adolescentes residentes em Belo Horizonte apresentam um maior risco de
morrer por causa externa quando comparada a taxa do município com a de Minas Gerais e
menor risco na comparação com o Brasil como um todo.
Os DS Norte e Leste apresentaram as maiores taxas e superiores à da taxa de BH, por outro
lado o DS Centro Sul apresentou a menor taxa para essa faixa etária.
2.8.3- Taxa de Mortalidade por causas externas em adultos jovens (20 a 29 anos). Data da
Extração: 20/09/2016. Responsáveis pela extração: Lenice Ishitani e Mayara Rocha/ Lúcia
Paixão. Responsável pela análise: Lúcia Paixão.
Entre os adultos jovens (20 a 29 anos) houve uma variação da taxa de mortalidade por causas
externas no período analisado: aumento entre 2010 e 2012, redução em 2013, aumento em
2014 e uma redução significativa em 2015(29,7% de redução em relação a 2014). Entretanto
no período anualizado (2º quadrimestre de 2016) foi verificada novamente elevação da taxa
(17%).
Foi observado também nesse grupo o predomínio de óbitos por causa externa em indivíduos
de cor da pele preta ou parda (72,7%). As mortes nos adultos jovens (20 a 29 anos) decorreram
principalmente de homicídios (64 %). Os acidentes de trânsito corresponderam a 17% e os
suicídios a 9,4 % (aumento em relação à análise de 2014-5%). As mortes por acidentes de
trânsito foram principalmente como motociclista, ocupante de automóvel ou pedestre. Na
comparação com Minas Gerais e com o Brasil, observou-se que, em 2014, o risco de morrer
por causas externas foi menor para os adultos jovens residentes em Belo Horizonte, na
comparação com as taxas de Minas Gerais e do Brasil.
Os DS Norte, Venda Nova e Nordeste apresentaram as taxas mais elevadas e maiores que a do
município.
O DS Centro sul também apresentou a menor taxa do município para essa faixa etária.
2.8.4- Taxa de Mortalidade por Síndrome Respiratória Aguda (SRA) em 60 anos e mais. Data
de Extração:12/09/2016. Responsável pela extração: Carla. Responsável pela análise (19/09):
Cristina Sartini
17
Em 1999, o Ministério da Saúde (MS) e a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA),
implementaram na cidade a vacinação contra a gripe influenza, priorizando a população idosa.
A partir de 2010, diante do risco mundial de uma pandemia de gripe, o vírus influenza A
(H1N1) pdm 09 foi incluído na composição da vacina. Desde então, houve um aumento do
percentual anual de idosos vacinados, atingindo e até ultrapassando, como em 2016, a meta
estabelecida pelo MS (80%). Apesar da média geral de vacinação nos últimos anos ter sido de
87,5% do total previsto, sendo considerada satisfatória, continua havendo um aumento da
mortalidade por IRA em pessoas com 60 anos ou mais residentes em Belo Horizonte.
Observou-se que em 2016, houve um aumento de 27,2% na taxa de mortalidade por IRA na
cidade, comparando-se à taxa de 2010. No último ano, houve um aumento de 1,88% da taxa
de mortalidade em relação ao estado de Minas Gerais, e uma queda de 4,7% em relação ao
país no mesmo período.
Analisando as taxas de mortalidade por IRA em idosos, nos distritos sanitários de maio de 2015
a abril de 2016, em relação ao ano anterior, observou-se um aumento da taxa nos distritos
Centro Sul (11,12%), Norte (9,0%), Venda Nova (7,2%), e Nordeste (4,88%). Houve redução da
taxa de mortalidade nos distritos Noroeste (6,25%), Oeste (4,5%), Barreiro (4,92%) e Pampulha
(9,2%). No distrito Leste, uma das áreas mais antigas da cidade, a taxa de mortalidade
manteve-se estável em relação ao ano anterior.
O distrito Centro Sul possui 9.938 pessoas com 80 anos ou mais, considerados idosos frágeis, e,
portanto, mais susceptíveis a desfechos clínicos adversos. Neste distrito, a despeito de ser
onde se concentra a maior renda per capta do município, existem muitos idosos, clínica e
socialmente vulneráveis, residindo em áreas consideradas de baixo risco social, portanto sem
cobertura da ESF. No distrito Norte, assim como em Venda Nova, onde a população idosa não
é tão expressiva, continuam sendo altas as taxas de mortalidade por IRA, possivelmente estão
relacionadas às condições de vulnerabilidades socioeconômicas, nas quais vivem grande
parte dos idosos.
Neste cenário, deve também ser considerado que as condições climáticas durante o período
analisado em Belo Horizonte foram especialmente favoráveis às infecções de vias aéreas, além
das condições inerentes ao processo de envelhecimento como a imunossenescência e as
comorbidades que tendem a aparecer com o avançar da idade. Diante desse panorama,
reforça-se a importância da identificação precoce, do acompanhamento, da imunização e do
tratamento dos pneumopatas crônicos especialmente nas condições agudas.
18
3- ANÁLISE DISTRITAL INICIAL
Bloco 1: Atenção Materno Infantil
3. 1.1- Razão Mortalidade Materna
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 04/10/2016. Responsável pela extração: Leise
Amaral e Márcia Viottti e Fernanda. Responsável pela análise: Leise Amaral e Márcia Viotti.
A Razão de mortalidade quando analisada num pequeno número populacional não reflete
estatisticamente a qualidade da atenção à saúde da mulher. A ocorrência de um óbito
materno em determinada região, deve sim, suscitar reflexões e analises para evitar que casos
semelhantes voltem a ocorrer. Tivemos no DISAB em 2016, dois óbitos maternos, sendo um
deles de causa inevitável (encefalite herpética), e o outro considerado como evitável
(pielonefrite devido ITU durante a gestação) e que teve relação com atendimento prestado no
pré-natal. Isto nos mostra uma fragilidade de atendimento no controle da gestante e do seu
pré-natal. Por este motivo, torna-se necessário maior atenção na condução do pré-natal,
necessidade de reciclagem dos profissionais que realizam o atendimento à gestante e atenção
ao protocolo básico de solicitação dos exames, visando uma melhor vigilância da população
adscrita.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 10/10/2016. Gláucia e Regina. Data Análise:
18/10/2016. Responsável pela análise: Comitê Distrital de prevenção ao óbito Maternoinfantil. MATERNO: O Distrito Centro Sul apresentou em 2015 e 2016 (até o momento)
respectivamente, um óbito materno com ocorrência até 42 dias após o parto (entram na taxa
de mortalidade materna), ambos relacionados a hipertensão. Não ocorreu grande alteração
em relação ao número de óbito dos últimos anos e nem em relação à causa básica.
Necessitamos buscar ações que promovam, previnam e tratem com segurança a Hipertensão
arterial, evitando esses óbitos. Um óbito materno é um “evento sentinela”, pois é uma
violação dos direitos humanos dessas mulheres. Em análises epidemiológicas os óbitos
maternos são evitáveis em 92 % dos casos. 2015 (C.S N. S. de Fátima): Mulher moradora em
área muito elevado risco, não planejou a gestação. Engravidou em situação de risco:
Obesidade / Depressão / Portadora de traço falciforme. Durante a gestação evoluiu com
elevação de pressão arterial e na ocasião do parto deu entrada na maternidade com aumento
de níveis pressóricos e evoluiu para quadro de Tromboembolismo. Em relação ao
acompanhamento dessa gestante verificou-se dificuldade, da mesma em comparecer às
consultas de pré-natal de alto risco devido à distância entre o local e a sua residência. Ainda é
um desafio a comunicação entre a Unidade Básica de Saúde, Pré-natal de alto risco e
maternidade de referência para qualificar a atenção à saúde da mulher durante a gestação.
Após discussão com a unidade, observamos também que existia uma importante
vulnerabilidade socioeconômica que dificultou o atendimento precoce e oportuno que poderia
mudar o desfecho clínico. Anualizado - Setembro 2015 a agosto de 2016 - (C. S. N. S. de Fátima
e Santa Rita de Cássia): - 2015 (C.S. de N.S. de Fátima) : O caso acima. - 2016 (Santa Rita de
Cássia): A gestante era residente de área baixo risco sem patologias prévias, porém apresentou
doença hipertensiva durante trabalho de parto com complicações decorrentes de Hellp
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Sindrome. O diagnóstico precoce e o tratamento da Hellp Sindrome ainda são um desafio no
campo da medicina. Tivemos um outro óbito materno, porém tardio (>42 dias após o parto,
não entra na taxa. Não contabilizado nesta análise) no Centro saúde Santa Lúcia, residente em
área de risco. A gestante era hígida antes da gestação, evoluiu para aumento dos níveis
pressóricos no final da gravidez e na ocasião do parto apresentou Sindrome Hellp. Esteve
internada no CTI do Hospital que realizou o parto. Necessitou de hemodiálise, recebeu alta em
boas condições. Não foi realizada a alta responsável, devido a um contratempo envolvendo a
assistência social da maternidade Hilda Brandão. A puérpera faleceu em sua residência e o
diagnóstico do IML foi Edema agudo do pulmão. O caso foi discutido no comitê de prevenção
ao óbito materno, a partir dele foram levantadas propostas de assistência a puérpera de risco
após a alta da maternidade. A Santa Casa intensificou as ações de alta responsável da gestante
e do RN após o acontecido. ERRATA: Comunico-lhes que ocorreu uma falha na contagem do
número de óbitos maternos
que entram na taxa de mortalidade do Distrito Centro Sul/ 2016. O erro ocorreu devido a
digitação incorreta da data do óbito no resumo do caso (Digitado como: 24/04/16 e o óbito foi
em 24/02/16). O parto da gestante em questão ocorreu em 05/02/16.
Diante desta constatação faço a errata abaixo a ser corrigida no 3º Ciclo de Monitoramento do
Distrito Sanitário Centro Sul:
- Bloco 1 - 1.1 - Razão de mortalidade materna: É NO 1.5 !!!
1º quadrimestre 2016: 1 óbito (Santa Lúcia)
Anualizado (09/15 a 08/16): 3 óbitos
Na análise desse bloco, avaliamos o caso como óbito materno tardio (> 42 dias) e na realidade
é um óbito com ocorrência < 42 dias (entrará na TX de mortalidade de BH).
- DS LESTE: anotação de que a análise será feita apenas pelo nível central
- DS NORDESTE: Este indicador será analisado a partir de número absoluto de casos. Observase uma diminuição progressiva dos números de casos de óbitos de 2010 (4) a 2012 (2) e uma
elevação em 2013(3). De 2013 a 2014 manteve o número absoluto de 3 casos. Já em 2015
conseguimos uma redução para 2 casos. Em 2016 até o presente momento não registramos a
ocorrência de Óbitos Maternos no DISA NE. No ano de 2015 tivemos um total de 2 casos de
óbitos maternos na regional Nordeste (1 caso São Gabriel e 1 caso Nazaré). Considerando a
anualização permanece a ocorrência de 1 caso de óbito materno pertencente ao CS Nazaré (1
caso de 2015), classificado como Óbito Obstétrico Direto. Esta análise ainda não está
concluída, pois podem haver flutuações devido ao pequeno número absoluto de casos. Todos
estes dados foram levantados baseados na Planilha de Controle de Casos Distrital, Planilha
Gestora de Casos do Município e apresentações da Comissão Perinatal.
- DS NOROESTE: Em 2015, o Comite de Prevenção de Obitos do Distrito investigou, discutiu e
encaminhou para os centros de saúde quatro casos de óbitos maternos:
- O primeiro caso teve como causa do óbito a Síndrome HELLP. A gestante não era
acompanhada pela Unidade básica de saúde, possuía convenio médico e não foi possível
resgatar informações sobre pre natal.
- O segundo caso a gestante apresentou hemorragia subaracnóidea no 5º dia pós-parto.
Realizou o pré-natal no centro de saúde e não apresentou intercorrências. Procurou CS no 4º
dia pós-parto para Teste do Pezinha, com queixa de dor abdominal, mas não foi avaliada pela
20
equipe. Em casa iniciou com leve cefaleia e no dia evoluiu com piroa da cefaleia, dispneia;
procurou HC na noite deste dia, sendo admitida em PCR.
- O terceiro caso, a causa do óbito foi gravidez ectópica. Paciente com 28 anos, 7 gestações,
dependente química e sem residência fixa. Os profissionais de saúde relataram dificuldade de
acompanhamento da paciente devido recusa da mesma.
- No quarto caso, a causa básica do óbito foi atonia uterina. A paciente apresentou diabetes
gestacional e doença hipertensiva especifica da gravidez. O pre natal foi realizado no convenio
medico, a paciente não era acompanhada pela unidade básica de saúde. Não teve nenhuma
consulta em CS da SMSA.
No segundo quadrimestre de 2016, não houve ocorrência de óbito materno em residente do
DS Noroeste. Paulo Correa e Olga Pellucci
obs: NA - 2015 - Não se aplica realizar o cálculo da razão de mortalidade materna pelo fato do
"n" ser pequeno, e não representar uma razão real das mortes maternas quando se usa o
distrito sanitário como unidade de análise. Assim, a análise deve ser baseada no número
absoluto de mortes maternas evitáveis, que consegue traduzir melhor o monitoramento a
nível local dos distritos e unidades de saúde.
- DS NORTE: Análise apenas pelo nível central
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 06/10/2016. Responsável pela extração: Aline
Castro
Análise do Distrito: 06/10/16. Responsável pela análise: Aline, Patrícia, Gabrielea, Evádne e
Regina. No Município, a razão de mortalidade materna mostra uma tendência de queda de
73,81 em 2010 para 28,06 em 2015. Na Oeste, a razão de mortalidade materna também
apresenta uma tendência de redução, de 79,96 em 2010 para 70,99 em 2014. Em 2015 a razão
de mortalidade materna na Oeste foi zero (0), sendo o melhor resultado dos últimos anos.
Provavelmente, este resultado decorre da permanente vigilância da saúde materna, maior
qualificação e valorização da assistência ao pré-natal, parto e puerpério. A captação precoce
da gestante e o acompanhamento adequado deste pré-natal, juntamente com a melhoria da
comunicação entre as maternidades e os CS, através de fóruns com profissionais de ambas as
áreas, qualificou o atendimento integrado da gestante e o reconhecimento rápido das
situações de risco. Permanece como desafio a vigilância da gestante das áreas do baixo risco,
sem cobertura pelo Programa de Saúde da Família, as gestantes que realizam o pré-natal na
saúde suplementar e a necessidade de melhor comunicação entre os CS e o pré-natal de alto
risco.
- DS PAMPULHA: Data de extração dos dados: 06/10/16. Responsável pela extração: Rita
Sibele. Análise do Distrito: 10/10/2016. Responsável pela análise: Rita Sibele e Silvânia.
Os dados foram extraídos considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012,
com a alteração dos limites regionais foram incorporados a Pampulha, três unidades básicas
de saúde/área de abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano).
A análise dos óbitos maternos subsidia o planejamento, gestão e a avaliação das políticas e
ações de saúde direcionadas a atenção ao pré-natal, parto, puerpério e planejamento familiar.
21
O número de óbitos ocorridos na Pampulha (2) no período analisado é pequeno o que não
permite análises de tendência.
A Pampulha realiza, desde 1998, a investigação dos óbitos de mulheres em idade fértil (10 a 49
anos), por meio da análise dos prontuários ambulatoriais e hospitalares e de entrevista com
profissionais e familiares.
Em 2011 e 2012, ocorreram um óbito materno a cada ano e nos demais anos não houve
registro de óbito materno na Pampulha.
- DS VENDA NOVA: “De acordo com orientações da Comissão Perinatal, este indicador não é
de análise distrital, nem local, apenas de análise municipal.”
3.1.2-Taxa de Mortalidade Infantil
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 28/09/2016. Responsável pela extração:
Silvana, Márcia Andrade e Kelly GERASAB. Data Análise: 05/10/2016. Responsável pela
análise: Márcia Andrade de Almeida. O Distrito Sanitário Barreiro conseguiu atingir TMI
menor que 10 por 1.000 nascidos vivos somente nos anos de 2013 e 2014. Em 2015 a TMI foi
10,5. O do município foi 10,1 e do Estado de MG foi 11,4. Por Centro de Saúde não se calcula
taxa de mortalidade por área de abrangência, o numerador é muito pequeno, por isto o
levantamento é feito por número absoluto de óbitos em < de 1 ano. Neste indicador, entram
os casos evitáveis (investigados pelo Comitê de Prevenção de Óbito, exceto os fetais) e não
evitáveis (más formações congênitas incompatíveis com a vida ou de prognóstico reservado,
que são excluídos pelo Comitê), não é um bom indicador para avaliação da qualidade de
serviço prestado pelo nível local, sendo mais importante trabalharmos com os óbitos evitáveis
no item 1.3.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 10/10/2016. Gláucia e Regina. Data Análise:
17/10/2016. Responsável pela análise: Comitê Distrital de prevenção ao óbito Maternoinfantil. A taxa de mortalidade infantil do Distrito Centro Sul em 2015 foi menor (8,1%) quando
comparada a do Município (10,1%). Retrospectivamente observamos uma redução na taxa de
mortalidade do Distrito Centro Sul em relação ao ano de 2013 (9,23%) e de 2014 (10,2%).
Observou-se que o distrito Centro Sul apresenta a segunda menor taxa de mortalidade
comparativamente com os demais distritos de Belo Horizonte. Verificamos que o número de
óbitos em menores de 1 ano em 2015 foi inferior (24) ao ano de 2014(27). A distribuição de
óbitos na regional centro sul alterou sua dinâmica. Os centros de saúde Carlos Chagas, Nossa
senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima e Padre Tarcísio apresentaram queda no número
de óbitos nesta faixa etária. Enquanto os Centro de Saúde Menino Jesus, Tia Amância e
Oswaldo Cruz apresentaram aumento na ocorrência de óbitos respectivamente 1 para 4; 1
para 3 e nenhuma ocorrência para 1 óbito. Em 2015, dos 24 óbitos infantis, tivemos, 11
crianças má formadas; 9 crianças menores de 1000g e 4 maiores de 1000g (evitáveis). Em
relação a classificação por período dos óbitos, 58%(14) ocorreram no neonatal precoce, 17%(4)
no neonatal tardio e 25%(6) no período pós-neonatal. Os óbitos ocorridos pós neonatais
tiveram como causas má formação em 3 casos, prematuridade em 2 casos e causa externa
(inalação) para 1 caso. Em relação aos óbitos neonatais (18), segundo a localidade 50%
22
ocorreram em maternidades públicas e 50% em maternidades particulares. A maternidade
referência Santa Casa foi cenário da assistência 55,5%(5) dos partos. O parto vaginal
correspondeu a 44,5% dos partos e a cesárea 55,5%.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 27/09/2016. Responsável pela extração: Daniela
Malacco. Data Análise do Distrito: 13/10/2016. Responsável pela análise: Tássia, Luciana,
Marcos e Laura. Observa-se que as taxas de Mortalidade infantil do distrito leste se mantêm
acima da de Belo Horizonte, contudo, verifica-se uma queda de 12,7% desde 2012. Apesar da
taxa ser considerada baixa, menor que 20, há de se considerar os valores acima de 20 em
determinados territórios; Mariano de Abreu 25,6 e Pompéia com 21,5, e o Boa Vista com o
valor muito próximo de 19,2, e o São Jose Operário, que apesar de apresentar taxa de 14,3, é
um valor acima do Distrito. Comparando com a taxa de anualização (05/15 a 04/16), os 4
Centros de Saúde apresentaram queda. Dos seis casos ocorridos no Mariano de Abreu, 3 estão
relacionados a prematuridade, com idade gestacional abaixo de 29 semanas. A mortalidade
infantil é considerada um indicador tanto de saúde quanto das condições de vida, devido à
grande vulnerabilidade que as crianças menores de um ano apresentam frente às alterações
sociais e econômicas e das intervenções da saúde. Portanto, a monitorização e quantificação
dos óbitos infantis é fundamental, sobretudo devido à evitabilidade da grande maioria destes.
- DS NORDESTE: O Comitê de Prevenção de Óbitos Materno, Fetal e Infantil investiga desde
2002 os óbitos fetais, perinatais e infantis potencialmente evitáveis por se tratar de eventos
sentinela. Cada distrito é responsável pela investigação dos óbitos ocorridos nos centros de
saúde sob sua responsabilidade. O Comitê Distrital da Nordeste atualmente é composto por
membros da GEREPI e da GERASA. Todos os casos enviados pelo Comitê Central são
investigados a nível ambulatorial, domicíliar e hospitalar. A síntese dos dados levantados
embasa as discussôes, as análises e conclusões da evitabilidade dos casos pelo Comitê de
Óbito Distrital. Após a conclusão e certificação da DO são propostas as ações assistenciais para
melhoria do atendimento em todas as instâncias. O indicador Nº Absoluto de Óbitos
potencialmente evitáveis em menores de 1 ano foi consolidado a partir da Planilha de Controle
de Casos de Óbitos Infantis Distrital. Nestes cálculos não são computados os casos de óbitos
fetais, óbitos em menores de 1 ano com peso menor de 1000 g (neoprecoce e neotardios),
malformações congênitas graves, casos de outros municípios e de outros distritos. Os critérios
de investigação dos casos foram modificados durante os anos. Até 2012 eram considerados
como potencialmente evitávéis os óbitos neonatais com peso ao nascer maior ou igual 1500 gr
e todos os pós-neonatais que não tinham malformação congênita grave. A partir de 2013
passou a ser considerado como potencialmente evitável os óbitos neonatais com peso ao
nascer maior ou igual a 1000 g e todos os óbitos pós-neonatais que não tinham malformação
congênita grave. Já em 2015, todos os casos neonatais passaram a ser investigados
independente do peso ao nascer, excluindo as malformações congênitas graves. Tal fato
aumentou muito o nº de casos investigados pelo Comitê Distrital. Em 2015 totalizamos a
ocorrência de 17 casos de óbitos potencialmente evitáveis em menores de 1 ano. Ao
considerarmos a anualização proposta (mai/2015 a abr /2016) totalizamos 16 casos.
Entretanto ainda não foi possível a conclusão de todos os casos de óbitos ocorridos até o
presente momento. Considerando tal fato o Comitê Distrital optou por realizar a análise
considerando o mesmo período de análise do Comitê de Óbitos Municipal (2015). Observou-se
um aumento no número de casos de óbitos potencialmente evitáveis em menores de 1 ano
23
quando comparamos o 2º quadrimestre de 2015 (3) com o de 2º quadrimestre de 2016 (4). A
análise caso a caso de 2015 aponta como principais causas de mortalidade: asfixia intraparto
(29,41%), prematuridade (17,64%) infecções perinatais e demais infecções (23,52%).
Ressaltamos que ainda está em processo de investigação 1 caso do ano de 2015 do CS Vila
Maria devido a atrasos no envio da investigação hospitalar. Considerando os problemas
identificados na síntese das investigações observamos uma prevalência de problemas na
assistência ao pré-natal totalizando 62,5%. Tal dado enfatiza a necessidade de rever processos
de trabalho e a manutenção de uma vigilância em saúde constante. Quanto a classificação dos
óbitos potencialmente evitáveis em 2015 (17) ocorreram (41,17%) no período Neonatal
Precoce (0 a 6 dias), (52,94%) no período Neonatal Tardio (7 a 27 dias) e (5,88%) no período
pós-neonatal (28 dias de vida ou mais). Na anualização no Distrito NE destacam-se com o
maior número de casos algumas UBS como: Gentil Gomes (4) Vila Maria (3), Efigênia Murta
(2).
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 07/10/16. Responsável pela extração: Maria
Helena. Análise do Distrito: 11/10/16. Responsável pela análise: Maria Helena.
A taxa de mortalidade infantil (TMI) estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu
primeiro ano de vida e reflete as condições de desenvolvimento, acesso e qualidade de
recursos
Em 2015, a TMI foi de 10,6 óbitos em menores de um ano por mil nascidos vivos, sendo menor
que a taxa observada em 2014 (14,0 obitos infantis por mil nascidos vivos). Dentre as causas
básicas registradas, destacam-se: óbitos por doença da membrana hialina, afecções
respiratórias, anomalias congênitas e afecções do período neonatal. Em comparação com os
dados do quadrimestre anterior, houve uma diminuição desta taxa.
A taxa de mortalidade infantil em 2015 foi de 10,6 óbitos por mil nascidos vivos no DS
Noroeste e de 9,7 óbitos infantiis/mil nascidos vivos no período de maio/15 a abril/16.
Dentre 31 óbitos infantins registrados em 2015, 8 óbitos ocorreram devido a anomalias
congênitas, 2 por prematuridade, 3 devido a doença da membrana hialina e 11 por demais
causas perinatais.disponíveis para atenção à saúde. Reforça a importância do pré-natal e
puericultura adequados. Maria Helena 2016
OBS: Na lista enviada pela Referência do Gerepi (Maria Helena) pode-se verificar
nominalmente quem foram os óbitos.
* Observar que a análise por área de abrangencia é com número absoluto.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 17/10/2016. Responsável pela extração: Renata
Lara. Análise do Distrito. Data: 18/10/2016. Responsável pela análise: Guylaine C Scoffoni.
Considerando-se que este indicador reflete o número de óbitos de menores de um ano de
idade por mil nascidos vivos, e que a taxa manteve-se, praticamente, no mesmo patamar do
ciclo anterior, percebe-se que as condições de desenvolvimento socioeconômico e infraestrutura ambiental, bem como o acesso e a qualidade dos recursos disponíveis para a atenção
à saúde materna e população infantil ainda são deficientes em nossa regional, não
conseguindo proporcionar adequado acompanhamento com vinculação de qualidade da
família à rede, predominantemente da população mais vulnerável, população esta numerosa
nesta regional.
24
Uma parte não negligenciável destes óbitos é evitável seja pelo adequado acompanhamento
do binômio mãe-filho quanto da adequada monitorização dos casos de risco.
A análise levanta a questão de que quanto mais precoce é o óbito, mais tende a indicar a
fragilidade na atenção pré-natal e assistência ao parto e ao nascimento refletindo de forma
decisiva no resultado do indicador. Analisamos que persistem fragilidades no processo de
trabalho da APS e estrutura da rede de atenção à saúde, com fragmentação do atendimento
nos diversos níveis de atenção e falhas no monitoramento durante todo o ciclo da gravidez,
puerpério e acompanhamento no primeiro ano de vida. A fragmentação é observada de forma
importante no atendimento das atenção básica-urgências pediátricas na UPA Norte com falta
de equipes completas de profissionais e da contra-referência dos casos atendidos para a
atenção primária..
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 19/09/2016. Responsável pela extração: Aline Castro
Análise do Distrito: 03/10/16. Responsável pela análise: Aline Castro, Gabriela, Evádne, Aline,
Patríca e Regina. Em BH, observou-se uma redução de 10,8% na TMI entre os anos de 2008 a
2015. Na análise geral do indicador, observa-se que o Distrito Oeste teve a menor TMI do
Município no ano de 2015 e mantém, nos últimos anos, uma linha de tendência decrescente
de 10,91% em 2010 para 6,96% em 2015. Os 30 óbitos ocorridos no ano de 2015 no distrito
Oeste geraram uma taxa de mortalidade infantil de 6,96 % por mil nascidos vivos.
Estratificando este valor, 83,3% (25) correspondem a óbitos no período neonatal (0 a 28 dias
incompletos) e 16,7% (5) no período pós-neonatal (28 a 364 dias de vida completos). As
literaturas que documentam a mortalidade infantil e seus componentes, de certa forma, são
unânimes em considerar que as mortes ocorridas no período neonatal geralmente estão
associadas às afecções perinatais, às anomalias congênitas, aos problemas relacionados ao
parto, à deficiência na qualidade dos serviços disponibilizados durante o pré-natal e no
período neonatal e a determinantes socioeconômicos. Por sua vez, os óbitos pós-neonatais
têm como principais causas as doenças infecciosas e respiratórias como: gastrenterites,
pneumonia e gripes, agravadas pela desnutrição. Essas mortes descrevem as condições sociais,
econômicas e culturais de uma família ou comunidade, pois estão ligadas diretamente ao tipo
de moradia, condições de higiene, renda, escolaridade, qualidade de saneamento básico, etc.
(TELAROLLI JUNIOR, 1997; ROUQUAYROL; ALMEIDA FILHO, 1999). A concentração de óbitos no
período neonatal demonstra a necessidade de maior investimento no acompanhamento e
qualificação da assistência ao pré-natal e aos cuidados ao recém-nascido nos centros de saúde,
e em estratégias de vinculação da gestante acompanhada pela saúde suplementar aos CS.
- DS PAMPULHA: Data de extração dos dados: 06/10/16. Responsável pela extração:
Edson/Leonardo. Análise: 10/10/16. Responsável pela análise: Edson/Gabrielly/Leonardo.
Os dados foram extraídos considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012,
com a alteração dos limites regionais foram incorporados a Pampulha, três unidades básicas
de saúde/área de abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano).
Em 2012 (10,13) e 2013 (8,29), o CMI apresentou um aumento em relação aos anos 2010 e
2011, provavelmente devido a incorporação das áreas de abrangência. Ao anlisarmos o
período de 2010 a 2015, os dados apresentam ligeiro aumento, sendo que em 2012 atingiu a
taxa de 10,13.
25
Os CMI da Pampulha apresentaram valores menores quando comparados a Belo Horizonte .
Houve grande variabilidade entre os CMI das àreas de abrangência da Pampulha em 2015,
variando de zero (Dom Orione) a 16,95 (Serrano). Em relação ao dado anualizado, a variação
foi de zero ( Dom Orione e Itamarati) a 31,75 (São Francisco), seguindo-se o São José (18,35) e
Serrano (12,05). Chama atenção os dados do CS São Francisco e CS São José, quando
comparamos as informações de 2015 e a anualizada. As duas unidades apresentaram elevação
em suas taxas. No CS São José, a mudança na área de abrangência, com redução da população,
pode justificar esta alteração. O CS São Francisco possui uma população pequena, portanto,
qualquer alteração no número de óbitos causa grande impacto na taxa de mortalidade. Será
necessário avaliar mais profundamente os fatores relacionados a esse aumento. Observação:
O CS Padre Tiago iniciou sua atividades em junho de 2016.
O número de óbitos infantis ocorridos nas áreas de abrangência da Pampulha é pequeno o
que limita a análise dos coeficientes. Entretanto, a análise destes óbitos é importante, pois
contribui para a avaliação das ações de saúde e implementação de medidas que visam reduzir
os óbitos evitáveis.
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 06/10/2016. Responsável pela extração:
Luciana. Análise do Distrito: 11/10/2016. Responsável pela análise: Vânia e Luciana
A taxa de mortalidade infantil estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu
primeiro ano de vida. Reflete, de maneira geral, as condições de desenvolvimento
socioeconômico e infra-estrutura ambiental, bem como o acesso e a qualidade dos recursos
disponíveis para atenção à saúde materna e da população infantil. Costuma-se classificar da
taxa como alta (50 mil ou mais), médio (20 a 49) e baixo (menos de 20), parâmetros estes que
necessitam revisão periódica, em função de mudanças de perfil epidemiológico. Valores abaixo
de 10 por mil são encontrados em vários países, mas deve-se considerar que taxas reduzidas
podem estar encobrindo más condições de vida em segmentos sociais específicos. Em Venda
nova, temos 4 CS com taxas de mortalidade alta (50 ou mais), 7 CS com taxa como médio (20 a
49) e 5 com taxas baixas, sendo 1 destes com valor menor que 10. Temos que levar em
consideração que dos 44 óbitos que tivemos em 2015, apenas 12 eram evitáveis, pois muitos
destes 44 foram óbitos em crianças com baixo peso (peso abaixo de 1000g) e com
malformações congênitas graves.
Todos os casos de óbito são concluídos pelo Comitê de óbito Distrital e encaminhados para os
CS com orientações por escrito e discussão presencial com os profissionais sempre que
necessário. É importante que todo o caso de óbito fetal e infantil seja discutido pela equipe,
com o intuito da prevenção de novos óbitos e organização do serviço. Portanto para isto os
gerentes e profissionais têm que ter conhecimento destes óbitos na sua área de abrangência.
Para a prevenção dos óbitos, é importante o seguimento do protocolo de pré-natal da SMSA
com solicitação dos exames como por exemplo VDRL, Urina rotina e outros, o tratamento
adequado da ITU com o controle desta infecção, o tratamento adequado das gestantes com
sífilis e do (s) seu (s) parceiro(s), diagnóstico precoce e tratamento adequado das gestantes
com Diabetes, início precoce do pré-natal com busca ativa das gestantes faltosas,
acompanhamento das gestantes que estão no PNAR e na rede suplementar pelas ESF e demais
profissionais dos CS, acompanhamento e busca ativa com trabalho intersetorial para as
gestantes usuárias de drogas e/ou em trajetória de rua, busca ativa e acompanhamento das
26
gestantes adolescentes, realização de grupos de gestantes nos CS para esclarecimento das
dúvidas e orientações sobre sinais de piora, aleitamento materno e outros; orientações de
planejamento familiar para todas as mulheres em idade fértil, principalmente adolescentes e
mulheres que tiveram óbitos de filhos devido a doenças graves como malformações e outras.
Captação precoce das gestantes e orientações também para seus familiares para que estes
possam dar apoio ás gestantes.
3.1.3-Número de Óbitos potencialmente evitáveis em menores de 1 ano
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 04/10/2016. Responsável pela extração: Márcia
Andrade e Kelly GERASAB. Data Análise: 05/10/2016. Responsável pela análise: Márcia
Andrade de Almeida. Os casos evitáveis são os óbitos neonatais em RN com peso de
nascimento maior ou igual a 1000g e todos os óbitos pós neonatais independentes do peso de
nascimento. Eles aparecem em número absoluto e não em taxa, já que são em menor número.
Em 2015 tivemos um aumento do número de óbitos no Distrito do Barreiro, em 2014 tivemos
8 casos e 2015 foram 15 casos. Análise dos casos por categorias : - Neo precoce, óbito com
menos de 7 dias de vida - tivemos 5 casos: falha no pré-natal (1), Problemas de assistência na
maternidade (2), DPP - pré-natal pelo convênio (1), gestante com problemas graves de saúde +
PNAR
(1),
RNPT
com
asfixia
grave
(1)
- Neo tardio, óbitos com 7 a 27 dias de vida- tivemos 5 casos: mãe com problemas sociais +
rejeição ao concepto (2), Prematuridade - pré-natal+H92 pelo convênio (1), DPP, não
encontramos falhas na assistência (1), Mãe rejeitando concepto + falha no C. S. (1)
- Pós neonatais, 28 dias de vida a < de 1 ano - tivemos 5 casos : Gestante com problemas de
saúde graves + PNAR (2 ), problema na alta responsável (1), falha no pré-natal do C. S (1), Mãe
recusando acompanhamento do RN no C. S+
chegou em PCR no C. S.
(1)
Conclusão: Temos casos que são acompanhados pelo convênio que não temos acesso à
qualidade da assistência, DPP sem causas aparentes, gestantes encaminhadas ao PNAR com
alto grau de complexidade, Mães que rejeitam a gestação. Mas ainda encontramos falhas na
assistência ao pré-natal e falhas na assistência ao parto. Sendo assim, temos que melhorar a
nossa assistência de pré-natal, seguindo o protocolo adequadamente. Perceber a rejeição
materna para tentar reverter este processo. Melhorar o vínculo das gestantes com a ESF. Fazer
visitas domiciliares logo após nascimento, busca ativa.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 17/10/2016. Responsável pela extração:
Margareth. Data Análise: 17/10/2016. Responsável pela análise: Comitê Distrital de
prevenção ao óbito Materno-infantil. Em relação aos 24 óbitos infantis, tivemos: 11 crianças
mal formadas (Aparecida: 4, Cafezal: 1, Oswaldo Cruz: 1, Fátima: 2, Santa Lúcia: 1, Menino
Jesus: 2); 9 crianças menores de 1000 g (Fátima:3, Tia Amancia:1, São Miguel:1, Menino
Jesus:2, Oswaldo Cruz: 2); os evitáveis - ≥ 1000g corresponderam a 4 crianças (Cafezal: 1,
Conjunto Santa Maria:1, Padre Tarcísio:1, Santa Rita:1). A prematuridade foi causa principal de
óbito para menores e maiores de 1000g (13 casos) sendo que destes 13 casos, 8 casos eram
moradores de baixo risco, todos prematuros. Segundo a assistência pré-natal destes 13 casos a
média de consultas pré-natal foram 5 consultas e a idade gestacional teve média de 25
27
semanas ao nascer. Em relação aos óbitos evitáveis observamos uma queda no número
comparativamente ao ano anterior, de 9 óbitos para 4. A prematuridade foi a causa primária
para 3 casos e tendo como causa básica Polihidramnia, Trabalho de Parto Prematuro e Pré
Eclâmpsia e 1 caso foi devido a inalação gástrica (causa externa). Para estes óbitos a
vulnerabilidade social se apresentou 50% na população de baixo risco e 50% na de risco.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 13/10/2016. Responsável pela extração: Tássia,
Luciana, Marcos e Laura. Data Análise do Distrito: 13/10/2016. Responsáveis pela análise:
Tássia, Luciana, Marcos e Laura. O número de óbitos potencialmente evitáveis, ou seja,
crianças com peso ao nascer acima de 1000g e sem malformação congênita grave apresenta
aumento de 20% em relação a 2013 e 75% a 2014. O aumento de 2014 para 2015 acompanhou
a realidade de Belo Horizonte, que foi de 19%. A região que pertence ao Centro de Saúde
Mariano de Abreu foi reposnsável por 25% da totalidade dos óbitos, seguido por C.S Marco
Antônio de Menezes com 15% do total de casos. Esse é um dado que deve ser observado
concomitante ao número de consultas de puericultura em menor de 1 ano de idade, captação
precoce de gestantes e número de consultas de pré-natal a fim de verificar relação do
aumento na TMI. O Centro de Saúde Mariano de Abreu apresenta uma das maiores taxas de
captação precoce de gestante, acima do distrito, mas com baixo número de consultas de prénatal. É importante observar que os óbitos infantis evitáveis funcionam como evento
sentinela, e devido a diversidade do território, precisam ser analisados isoladamente a fim de
verificar as vulnerabilidades de cada região.
- DS NORDESTE: O Comitê de Prevenção de Óbitos Materno, Fetal e Infantil investiga desde
2002 os óbitos fetais, perinatais e infantis potencialmente evitáveis por se tratar de eventos
sentinela. Cada distrito é responsável pela investigação dos óbitos ocorridos nos centros de
saúde sob sua responsabilidade. O Comitê Distrital da Nordeste atualmente é composto por
membros da GEREPI e da GERASA. Todos os casos enviados pelo Comitê Central são
investigados a nível ambulatorial, domicíliar e hospitalar. A síntese dos dados levantados
embasam as discussôes, as análises e conclusões da evitabilidade dos casos pelo Comitê de
Óbito Distrital . Após a conclusão e certificação da DO são propostas as ações assistenciais para
melhoria do atendimento em todas as instâncias. O indicador Nº Absoluto de Óbitos
potencialmente evitáveis em menores de 1 ano foi consolidado a partir da Planilha de Controle
de Casos de Óbitos Infantis Distrital. Nestes cálculos não são computados os casos de óbitos
fetais ,óbitos em menores de 1 ano com peso menor de 1000 gr(neoprecoce e neotardios)
,mal formações congênitas graves, casos de outros municípios e de outros distritos. Os
critérios de investigação dos casos foram modificados durante os anos. Até 2012 eram
considerados como potencialmente evitávéis os óbitos neonatais com peso ao nascer maior ou
igual 1500 gr e todos os pós-neonatais que não tinham malformação congênita grave. A partir
de 2013 passou a ser considerado como potencialmente evitável os óbitos neonatais com peso
ao nascer maior ou igual a 1000 g e todos os óbitos pós-neonatais que não tinham
malformação congênita grave . Já em 2015, todos os casos neonatais passaram a ser
investigados independente do peso ao nascer ,excluindo as mal formações congênitas graves .
Tal fato aumentou muito o nº de casos investigados pelo Comitê Distrital. Em 2015 totalizamos
a ocorrência de 17 casos de óbitos potencialmente evitáveis em menores de 1 ano. . Ao
considerarmos a anualização proposta (mai/2015 a abr /2016) totalizamos 16 casos .
Entretanto ainda não foi possível a conclusão de todos os casos de óbitos ocorridos até o
28
presente momento. Considerando tal fato o Comitê Distrital optou por realizar a análise
considerando o mesmo período de análise do Comitê de Óbitos Municipal (2015). Observou-se
um aumento no número de casos de óbitos potencialmente evitáveis em menores de 1 ano
quando comparamos o 2º quadrimestre de 2015 (3) com o de 2º quadrimestre de 2016 (4). A
análise caso a caso de 2015 aponta como principais causas de mortalidade: asfixia intraparto
(29,41%) ,prematuridade (17,64%) infecções perinatais e demais infecções ( 23,52%).
Ressaltamos que ainda está em processo de investigação 1 caso do ano de 2015 do CS Vila
Maria devido a atrasos no envio da investigação hospitalar. Considerando os problemas
identificados na síntese das investigações observamos uma prevalência de problemas na
assistência ao pré-natal totalizando 62,5% . Tal dado enfatiza a necessidade de rever processos
de trabalho e a manutenção de uma vigilância em saúde constante. Quanto a classificação
dos óbitos potencialmente evitáveis em 2015 (17) ocorreram ( 41,17% ) no período Neonatal
Precoce (0 a 6 dias),( 52,94% ) no período Neonatal Tardio ( 7 a 27 dias) e (5,88% ) no
período pós-neonatal ( 28 dias de vida ou mais). Na anualização no Distrito NE destacam-se
com o maior número de casos algumas UBS como: Gentil Gomes (4)Vila Maria (3) , Efigênia
Murta (2).
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 13/10/16. Responsável pela extração: Olga
Pellucci. Análise do Distrito: 13/10/16. Responsável pela análise: Olga Pellucci e Paulo
Correa.
Em 2015 foram investigados, discutidos e enviados pelo Comite de Prevenção de Óbitos do
Distrito 33 de obitos infantis para os centros de saude, sendo 23 casos evitáveis (70%), 5 (15%)
casos não evitaveis e 5 (15%) casos até o momento ainda em investigação.
Dos 23 casos de óbitos infantis evitáveis, 15 (65%) deles tiveram como causas do óbito
associadas à prematuridade, sendo todos com peso ao nascer menor que 1.500g (sendo 12
com menos de 1.000g). Dentre outras causas de óbitos ocorridas, destacam-se: Síndrome de
Fanconi (1 caso), Síndrome de Moya-Moya (1 caso) e cardipoatia congênita (2 casos).
As investigações dos casos de óbitos infantis evitáveis também mostraram:
- 2 casos (gemelares) com demora no agendamento para o PNAR (realizaram PN no CS Dom
Cabral, mas só conseguiram o agendamento no PNAR após 8 semanas da solicitação);
- 4 casos com gestação não planejada;
- 4 casos com recusa para a entrevista domiciliar, sendo destes, 2 casos que fizeram PN na
rede particular.
O Comitê de Prevenção de Óbitos observa uma demora na devolução dos casos encaminhados
aos centros de saúde para realização da investigação domiciliar e ambulatorial.
Resaltamos que há um prazo do Ministério da Saúde, para encerramento dos casos
investigados.
Verificar uma forma do comitê realizar a discussão dos casos com as equipes das unidades
básicas. Paulo Correa e Olga Pellucci
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 10/10/16. Responsável pela extração: Aline Reis /
Pena. Análise do Distrito. Data: 10/10/16. Responsável pela análise: Aline Reis / Kátia /
Pena. Foram identificados na área adstrita do Distrito Norte, no período de maio/2015 –
abril/2016, 17 óbitos < 1 ano potencialmente evitáveis, sendo, 13 em 2015, e 04 em 2016.
29
Dos óbitos investigados, 17 óbitos identificados 09 óbitos foram neonatais precoce e 8 pósneonatal.
Dos óbitos neonatais precoce 04 ocorreram devido fatores diretamente relacionados à
prematuridade, 03 por sepse e, 02 por asfixia.
Dos óbitos pós-neonatais 02 ocorreram por sepse tardia, 02 por fatores relacionados à
prematuridade (choque refratário), 01 por meningite, 01 por aspiração leite.
Considerando-se o número de nascidos vivos no período de maio/2015 – abril/2016, e os
óbitos potencialmente evitáveis em < 1 ano ocorridos no referido período, na área adstrita do
Distrito Norte, identifica-se fragilidades no processo de trabalho da APS e da estrutura da rede
de atenção à saúde e, no manejo obstétrico, diante da potencialidade assistencial em foco.
Ressaltamos como fatores a serem trabalhados para mudança do quadro identificado os
aspectos que listamos a seguir:
a) Abordagem em saúde sexual e reprodutiva, especificamente nos grupos mais vulneráveis da
população.
b) Vigilância à saúde da gestante e puérpera, através de ações de captação de mulheres até a
12º semana de gestação na vigência da gestação promovendo acesso ao pré-natal de acordo
com o protocolo da PBH, que a vinculação seja efetiva, que sejam oferecidos meios para a
realização e obtenção dos resultados dos exames em tempo oportuno, estratificação de risco e
monitoramento durante todo o ciclo grávido puerperal. Que o encaminhamento ao Pré-natal
de alto risco seja responsável e oportuno e o seguimento pela APS seja preservado para todas
as gestantes.
c) Apoio laboratorial, promovendo a realização dos exames com fornecimento dos resultados
em tempo oportuno.
d) Cumprimento do protocolo assistencial da criança e do adolescente.
e) Manejo obstétrico baseado em evidências científicas e diretrizes do Ministério da
Saúde/Rede Cegonha.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 30/09/16. Responsável pela extração: Gabriela.
Análise do Distrito: 22/11/16. Responsável pela análise: Aline Castro, Gabriela, Evadne, Aline,
Patríca e Regina. No Município, assim como no Distrito Oeste observa-se uma tendência de
aumento do número de casos de óbitos evitáveis de 74 no ano de 2010 para 127 em 2015. No
Distrito Oeste, observou-se um aumento de 11 casos em 2010 para 15 em 2015, sendo a
grande maioria relacionada à assistência ao pré-natal, à prematuridade e suas complicações.
Mais de 90% destes óbitos ocorreu no período neonatal, o que reforça a afirmativa acima.
Parcela expressiva destes casos foi relacionada a mães que fizeram pré-natal na saúde
suplementar e no pré-natal de alto risco e, em sua maioria, não foram acompanhadas nos
nossos CS. É necessário estabelecer fluxo de informações entre saúde suplementar/pré-natal
de alto risco e os CS para melhorar a vigilância das gestantes durante o pré-natal e,
conseqüentemente, reduzir os óbitos evitáveis por falha de assistência nesse período. É
necessário que a UBS fortaleça seu empoderamento sobre estas gestantes que, mesmo em
área de baixo risco, estão sob vigilância da unidade. Criar estratégias de abordagem via
telefone, ACS ou na sala de vacina para vincular esta gestante ao CS. Para tal, há que se
garantir equipes completas. Discutir com pré-natal de alto risco contra-referência da gestante
à UBS, além de garantir o acompanhamento da mesma na unidade de forma compartilhada ao
30
acompanhamento no PNAR. Nos CS com maior área de população de elevado risco, há casos
relacionados à falha da assistência no pré-natal, principalmente devido a condições individuais
da gestante, com baixa adesão ao acompanhamento e elevado absenteísmo às consultas.
Nesses casos, é necessário investimento contínuo em acompanhamento multidisciplinar e
busca ativa para fortalecer o vínculo da gestante com maior vulnerabilidade social ao prénatal. A ampliação da discussão dos casos de óbito tem caráter educativo, a fim de mostrar
nós críticos que podem ser alvo de ações pelas unidades básicas, em conjunto com o comitê
distrital. Há necessidade de investimento na captação precoce da gestante no pré-natal, a fim
de evitar condições preveníveis que possam impactar na saúde da criança, e também no
prototocolo de atendimento de puericultura, para que seja possível intervir em tempo hábil
nas crianças em situações de risco. Ações de educação permanente que fortaleçam o
conhecimento e seguimento dos protocolos de pré-natal e puericultura por todos os
profissionais envolvidos na assitência ao binômio mãe-criança fortalecerão os elos da cadeia
de vigilância. A elevação do número de óbitos evitáveis no último ano analisado sinaliza a
necessidade de repensar estratégias de melhor acompanhamento do binômio mãe-criança no
município e no nosso Distrito. Vale ressaltar as mudanças ocorridas no conceito do indicador,
a partir de 2013, reduzindo de 1500 gramas para 1000 gramas o peso de nascimento, para fins
de investigação, o que pode estar parcialmente relacionado ao aumento de casos a partir de
2013.
- DS PAMPULHA: Data de extração dos dados: 10/10/16. Responsável pela extração:
Edson/Leonardo. Análise: 10/10/16. Responsável pela análise:Edson/Gabrielly/Leonardo.
Os dados foram extraídos considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012,
com a alteração dos limites regionais foram incorporados à Pampulha, três unidades básicas
de saúde/área de abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano).Observação: O centro de
saúde Padre Tiago iniciou sua atividades em junho de 2016, recebendo partes das areas de
abrangência dos centros de saúde Ouro Preto e São José.
Na Pampulha o número de óbitos infantis evitáveis variou de três (2011 e 2014) a nove (2010).
Em 2015, ocorreram 26 óbitos infantis na Pampulha. Oito evitáveis, sendo um na área do Dom
Orione, dois na área do Itamarati, um na área do Jardim Alvorada, dois na área do Santa
Amélia, um na área do Santa Terezinha e um na área do Trevo.
O Comitê Distrital de Investigação de Óbito investigou 20 óbitos infantis, sendo 8 classificados
como evitáveis. Apesar do número de óbitos ter sido pequeno, óbitos evitáveis são eventos
sentinela de situações que não poderiam ocorrer. O Comitê distrital de Investigação de óbitos
acompanha sistematicamente esses óbitos e realiza discussões com as unidades no intuito de
propor medidas de evitabilidade.
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 07/10/2016. Responsável pela extração:
Luciana. Análise do Distrito: 07/10/2016. Responsável pela análise: Luciana e Vânia. O Comitê
de prevenção de óbitos Materno/fetal e infantil BH define como potencialmente evitáveis os
óbitos neonatais de crianças com peso ao nascer maior ou igual a 1000 g e todos os óbitos pósneonatais de RN, independente do peso ao nascer, excluído os RN com malformação
congênita grave/complexa. A investigação possibilita identificar vulnerabilidades sociais e as
fragilidades da assistência à saúde a fim de propor medidas que podem implicar na redução da
mortalidade infantil.
31
Em 2015 tivemos 12 casos de óbitos evitáveis:
-1 caso ainda não concluído;
- 4 de prematuridade extrema (dois destes devido a ITU na gestação);
-1 corioamniotite também devido a ITU;
-1 devido a Síndrome de aspiração meconial;
- 3 devido a asfixia perinatal;
-1 devido a doença renal policística;
-1 devido a septicemia pós-operatória para correção de malformação cardíaca.
Em relação a estes casos também, tivemos:
- 3 casos de gravidez não planejada (um destes gravidez na adolescência);
- 1 caso não houve encaminhamento ao PNAR;
- 1 não houve orientação quanto aos métodos contraceptivos;
- 2 não houve seguimento do protocolo da SMSA (intervalos grandes entre as consultas e não
realização dos exames como preconizados);
- 2 o Pré-natal aconteceu na rede suplementar;
- 1 não houve busca ativa da paciente faltosa às consultas de PN.
Sendo assim é importante que as ESF fiquem atentas aos prazos e protocolos, ao pré-natal de
gestantes adolescentes, ao controle e tratamento de ITU na gestação, ao encaminhamento
oportuno ao PNAR, busca ativas das gestantes faltosas e acompanhamento adequado no prénatal, inclusive, as do PNAR e rede suplementar.
No 1º quadrimestre de 2016 houve 5 casos de óbitos e um dos dois casos de óbitos no 2 QD de
2016 ainda não foi concluído, pois a investigação hospitalar não chegou, mas ao analisarmos a
DO constatamos que o óbito é devido a cardiopatia congênita, pós-operatório de correção da
cardiopatia congênita e choque séptico refratário e na parte II síndrome de Down. Na
assistência no pré-natal a gestante foi encaminhada ao PNAR e a medicina fetal e
acompanhada adequadamente por estes serviços. Ao recebermos a investigação hospitalar
iremos propor medidas de prevenção do óbito, caso seja constatado algum problema na
assistência. O outro caso do 2º quadrimestre/2016 não tem informações da assistência no prénatal, pois, foi realizado em rede privada. Na DO as causas do óbito são: na parte I
a coagulação intravascular disseminada;
b necrose intestinal difusa;
c trombose mesentérica ; e na parte II Prematuridade.
Todos os casos de óbito são concluídos pelo Comitê de óbito Distrital e encaminhados para os
CS com orientações por escrito e discussão presencial com os profissionais sempre que
necessário. A captação precoce das gestantes e o acompanhamento adequado no pré-natal é
de extrema importância para a prevenção dos óbitos evitáveis.
3.1.4- Proporção de gestantes com captação precoce no pré-natal (primeiro trimestre)
-DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 03/10/16. Responsável pela extração: Fernanda
Sampaio. Data Análise: 04/10/16. Responsável pela análise: Fernanda Sampaio, Leise Amaral
e Márcia Viotti. A captação precoce da gestante é um dos pilares básicos para oferecer uma
assistência de qualidade durante o pré-natal. Observando os dados dos anos anteriores
podemos concluir que o DISAB, embora tenha melhorado a captação precoce na maioria das
unidades, vem mantendo a média anual distrital em torno de 60%, o que se mantém no
32
primeiro semestre deste ano. Esta média está muito abaixo da parametrização de alerta da
SMSA que é de 78%. Das 20 UBS do DISAB somente duas (Miramar e Lindéia) atingiram esta
meta. O diagnóstico precoce da gestação é o primeiro entrave para aumentar a captação
precoce da gestante. Neste aspecto o papel do ACS é de suma importância pois ele é o
profissional que está em íntimo contato com a família e é de sua atribuição orientar a mulher a
procurar a unidade de saúde assim que houver a suspeita de gravidez. Vale lembrar a
importância da otimização da presença da usuária na unidade realizando o teste rápido neste
momento. O profissional que atende a mulher em idade fértil deve estar atento para a
possibilidade de gravidez mediante um atraso menstrual. Ressaltamos que é fundamental o
registro dos atendimentos no protocolo correto para que o indicador possa ser fidedigno.
-DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 10/10/2016 por Gláucia e Regina. Data
Análise: 17/10/2016. Responsável pela análise: Clarissa, Margareth, Sílvia e Sônia. Observouse em 2014 captação precoce de gestantes (até o 1º trimestre) em 81,75% das gestantes
cadastradas no SIS pré-natal. Comparativamente em 2015 verificou-se um decréscimo na
captação (62,36%). Os fatores que podem ter influenciado nesta redução podem ser relativos
ao registro tardio no protocolo de pré-natal e ao diagnóstico tardio da gestação. Na Regional
Centro Sul existe uma parcela importante de mulheres que são acompanhadas pela saúde
suplementar e buscam a unidade básica apenas para realizar a inscrição no SIS pré-natal.
Houve redução na captação precoce no pré-natal no ano de 2016 quando comparamos com os
anos anteriores. Esta redução foi maior no 1º quadrimestre e pode ter sido devido à epidemia
de dengue que priorizou agenda para o agudo. O distrito centro sul apresentou um percentual
de captação precoce de pré-natal no segundo quadrimestre (65,08%) inferior à do município
(68,05%). O ano de 2016 apresentou uma particularidade em relação a dificuldade de acesso
ao sistema de informação ocasionando registro manual dos dados que podem não ter sido
inseridos na sua totalidade no sistema oficial de informação. Na análise por área de
abrangência deste indicador, no 2 º quadrimestre identificamos que os Centros de Saúde
Menino Jesus (91%), Nossa Senhora Aparecida (83,67%) e Tia Amância (107,14%) alcançaram o
parâmetro de alerta estabelecido pelo nível municipal (78%). Os Centros de Saúde Padre
Tarcísio (75,86%) e São Miguel (73,71%) alcançaram um percentual maior que o Distrital e
Municipal. O Centro de Saúde Carlos Chagas apresentou o menor percentual de captação
(25%) e provavelmente pode ser explicado pelo perfil epidemiológico atendido: população de
risco e usuárias de drogas ilícitas.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 27/09/2016 Responsável pela extração: Daniela
Malacco. Análise do Distrito: 14/10/2016. Responsáveis pela análise: Francisco, Alessandra e
Tássia. Observa-se melhora débil, mas constante no número de captações precoce. Apesar
disso podemos dizer que o numerador é generoso, pois possibilita maior número de gestantes
captadas no pré-natal a entrarem na estatística, melhorando-a. Mesmo que o ideal seja uma
captação realmente precoce, algo como 10 semanas no máximo, aceita-se até 12 semanas no
máximo. Além disso, o uso de números do ano anterior dividido por três fragiliza os
indicadores. Depreende-se que é necessário que se reformulem os indicadores e seus métodos
de coleta de dados. Quanto à atividade na unidade, nem todas as candidatas submetem-se ao
teste rápido de gravidez por questões várias, e a busca ativa tem suas limitações, que
aumentam com a resistência pessoal de algumas gestantes, com a falta de atualização ou da
informação cadastral (fator crucial que favorece a perda de dados). Necessário se faz um
33
upgrade na busca ativa e na qualidade técnica do ACS, enquanto se esmera na melhoria do
cadastro.
- DS NORDESTE: A captação precoce das gestantes contribui para melhores resultados
perinatais e tem sido tema recorrente das discussões do Comitê de Óbitos da Nordeste e mais
recentemente nas discussoões nas reuniões de micro. Observa-se melhora dos resultados
desde 2010, o que pode ter acontecido pela melhor captação pelas equipes e pela melhoria na
qualidade do registro das informações no prontuário eletrônico.Os dados do primeiro e do
segundo quadrimestre deste ano estão abaixo do indice de 2015, mas ocorre que neste
período o municipio de Belo Horizonte vivenciou uma situação epidemica, fato este, que pode
ter comprometido o processo de trabalho no que tange a captação.Percebe-se uma grande
preocupação na captação das gestantes pelas UBS mas que ainda não se refletiram na
melhoria dos dados neste dois primeiros quadrimestres em algumas unidades.
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 29/09/16. Responsável pela extração: Glenda
Alves. Análise do Distrito: 10/10/16. Responsável pela análise: Glenda , Érica, Maria Lúcia.
O indicador verifica a captação oportuna (até 90 dias) de gestantes pelo enfermeiro ou médico
de saúde da família ou ginecologista na área.
O percentual preconizado como alerta é a proporção é abaixo de 78%, segundo ficha de
qualificação.
A proporção por centro de saúde está relativamente baixa e pode estar ligada a demora ou
falta de priorização no do atendimento da gestante com positividade do teste rápido ou do
exame laboratorial mesmo sabendo que para gestantes a vaga é "zero", ou seja tem que ser
atendida com prioridade absoluta.
Vale a pena que as equipes se debrucem sobre algumas questões:
- Existe algum trabalho por parte das equipes para as mulheres que iniciam o pré-natal?
- As equipes percebem a importância da captação imediata?
- As equipes planejam suas agendas para espaços de vaga zero?
- Todos os membros das equipes estão preparados para esse tipo de atendimento?
É importante que as equipes estejam esclarecidas que o sis prenatal pode ser aberto
imediatamente ao teste rápido, mesmo que depois o beta HCG apresente resultado negativo
fazendo- se o fechamento se necessário.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 29/09/2016. Responsável pela extração: Renata
Lara / GEREPIN. Análise do Distrito. Data: 10/10/16 Responsável pela análise: Aline Reis /
Kátia / Pena. Considerando tratar-se de gestantes atendidas na rede SUSBH (dados extraídos
SISRED/SISPRENATAL), que excluem todas as gestantes atendidas na rede suplementar de
saúde, as limitações do indicador e a parametrização do alerta (<78%, SUS-BH), quando
comparado ao do último ano estabelecido.
Das 19 unidades de saúde que compõem o Distrito Norte apenas 03 unidades ficaram acima
da parametrização do alerta, atingiram a meta estabelecida, das restantes destaca-se 06
unidades que pioraram seu indicador, 06 que tiveram um pequeno incremento e 04 que o
incremento foi expressivo, mas se encontram aquém da meta.
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- DS OESTE: Data de extração dos dados: 23/09/16. Responsável pela extração: Katia Bicalho
Análise do Distrito: 23/09/16. Responsável pela análise: Kátia, Gabriela, Evádne, Aline, Patríca
e Regina. Percebe-se um aumento gradual na proporção de gestantes com captação precoce
no pré-natal (1º trimestre) no período de 2014 ao 2º quadrimestre de 2016 em BH. O
Município apresentou uma proporção de 68,05% e o Distrito Oeste de 66,72% no 2º
quadrimestre de 2016, ambos abaixo do parâmetro esperado para este indicador que é >78%.
Entre as unidades do Distrito Oeste ocorreu uma variação de 92,60% a 43,50% no 2º
quadrimestre de 2016. São necessários esforços para ampliação desta proporção de captação
precoce da gestação, tendo em vista que esta ação qualifica a atenção ao pré-natal,
implicando em ações em tempo oportuno no acompanhamento do binômio mãe-filho,
impactando também em outros indicadores Materno-infantil.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Maria Helena/Imaculada. Análise do Distrito:
11/10/2016. Responsável pela análise: Lena/Imaculada. Os dados foram extraídos
considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012, com a alteração dos
limites regionais foram incorporadas à Pampulha, três unidades básicas de saúde/área de
abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano).
Os denominadores mensais do indicador não estão disponíveis na intranet, não sendo possível
o cálculo do indicador anualizado. Houve um incremento nos dados da Pampulha, a partir de
2010, com a implantação do SISREDE (prontuário eletrônico). No período em análise o
percentual de gestantes captadas no primeiro quadrimestre variou de 56,98% (2010) à 79,16%
(2014). Curva de tendência linear ascendente. No ano de 2014, foram captadas no primeiro
quadrimestre, 79,2% das gestantes da Pampulha, valor muito próximo ao de BH (79.95%).
A partir de 2015 estamos trabalhando esse indicador considerando captação precoce da
gestante quando a 1ª consulta é realizada até 90 dias de gestação - 1º trimestre.
Em 2015 a captação precoce das gestantes da Pampulha, 63,47%, foi superior a média de BH
(62,88%).
Em 2016 notamos uma melhoria desse indicador em BH, no 1º quadrimestre (58.27%) e no 2º
quadrimestre (68,05%). Na Pampulha obtivemos percentual acima da média da cidade no 1º
quadrimestre (59,69%) e no 2º quadrimestre (69,13%).
Analisando as áreas de abrangência, em 2016, 1º e 2º quadrimestre o percentual variou de
37,9% (CS São José) a 84,6% (CS Itamarati). Ressaltamos que a média de captação precoce
melhorou do 1º para o 2º quadrimestre. Tivemos na Pampulha, em média, uma melhora de
9,40% do 1º para o 2º quadrimestre de 2016, sendo que a área de abrangência em destaque
foi do CS São Francisco, com um percentual de melhora de 38,1%.
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 30/09/2016. Responsável pela extração:
Luciana / GEREPI. Análise do Distrito: 04/10/2016. Responsável pela análise: GERASA Lilian.
Observamos em Venda Nova que a captação precoce de gestantes para o início do pré-natal
está baixa em todos os anos informados e na avaliação por quadrimestre. O valor estipulado
para a Parametrização do Alerta é < 78%. Ou seja, não atingimos ainda, uma captação precoce
para o pré-natal em, pelo menos 78% das gestantes. Se compararmos 2014 com 2015,
registraremos uma melhora de quase 3%, mas ainda aquém da meta esperada. Quando
analisamos esta informação por Centro de Saúde, verificamos a mesma realidade: taxas abaixo
35
da meta esperada. Algumas unidades estão mais próximas da meta, outras menos, com o valor
mais alto de captação em 2015 de 69,9% (CS Mantiqueira) e o menor de 53, 1% (CS Venda
Nova). Para a análise do período anualizado, observamos melhora da captação no segundo
quadrimestre de 2016, sendo que algumas unidades estão com valor acima da parametrização,
inclusive com quase 100% de captação (CS Santo Antônio e CS Venda Nova). Porém, mantém
algumas unidades com valor abaixo da meta, assim como a análise feita para o ano de 2015.
Uma das reflexões que fazemos sobre este indicador é a dificuldade que as equipes têm de
iniciar o pré-natal no primeiro trimestre de gestação. Podemos citar algumas causas para esta
dificuldade: gestação na adolescência, gestações não planejadas e/ou não desejadas,
transitoriedade de pacientes na área de abrangência da equipe, uso prejudicial de álcool e
outras drogas, mulheres em situação de rua, entre outros.
3.1.5- Número de Óbito Materno evitável
- DS BARREIRO: Responsável pela extração: Comitê de Prevenção de óbito materno, fetal e
infantil - BH Vida. Data Análise: 04/10/2016. Responsável pela análise: Leise Amaral e Márcia
Viotti. O óbito materno quando considerado como evitável, geralmente tem como causa a
uma falha assistencial durante algum período do pré-natal/parto/puerpério. Por este motivo,
torna-se necessário maior atenção na condução do pré-natal, necessidade de reciclagem dos
profissionais que realizam o atendimento à gestante e atenção ao protocolo básico de
solicitação dos exames, visando uma melhor vigilância da população adscrita.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 14/10/2016. Responsável pela extração:
Margareth. Data Análise: 17/10/2016. Responsável pela análise: Comitê Distrital de
prevenção ao óbito Materno-infantil. Analisando o período entre 2010 a 2015, observamos
um decréscimo do número de óbitos maternos evitáveis no município de Belo Horizonte. Em
2016 identificou-se uma elevação no número de óbitos maternos (11) em relação ao ano de
2015 (9). O Distrito Centro Sul apresentou um óbito em 2015 (CS Nossa Senhora de Fátima) e
um 2016 (CS Santa Rita de Cássia), ambos relacionados a hipertensão. Observa-se que óbito de
2015 corresponde a mulher residente em área muito elevado risco sem planejamento
reprodutivo, além disso paciente apresentava comorbidades prévias: obesidade, depressão,
hipertensão, portadora de traço falciforme. Em relação ao acompanhamento desta gestante
verificou-se a dificuldade em comparecer as consultas de pré-natal de alto risco devido a
distância entre o local e a sua residência. Ainda é um desafio a comunicação entre a Unidade
Básica de Saúde, Pré-natal de alto risco e maternidade de referência para qualificar a atenção
a saúde da mulher durante a gestação. Após discussão com a unidade, observamos também
que existia uma importante vulnerabilidade socioeconômica que dificultou o atendimento
precoce e oportuno que poderia mudar o desfecho clínico. Em relação ao óbito ocorrido no
Centro de Saúde Santa Rita de Cássia, a mulher era residente de área baixo risco sem
patologias prévias, porém apresentou doença hipertensiva durante trabalho de parto com
complicações decorrentes de Hellp Síndrome. O diagnóstico precoce e o tratamento da Hellp
Síndrome ainda são um desafio no campo da medicina, necessitamos buscar ações que
promovam, previnam e tratem complicações referentes a esta patologia.
36
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 13/10/2016. Responsável pela extração: Tássia,
Luciana, Marcos e Laura. Análise do Distrito: 13/10/2016. Responsáveis pela análise: Tássia,
Luciana, Marcos e Laura. As causas evitáveis de óbitos materno, fetal e infantil estão
relacionadas e são reduzíveis por ações de imunoprevenção, por adequada atenção à mulher
na gestação, no parto e ao recém-nascido; por ações adequadas de diagnóstico e tratamento e
por ações de promoção e atenção à saúde. Observa-se no Brasil um declínio do número de
casos de mortes maternas evitáveis. Na Leste, em 2014, houve 1 registro de morte materna no
Centro de Saúde Horto, já em 2015 não foi identificado morte materna, e a projeção para 2016
é a manutenção da inexistência de casos relacionados a morte materna na regional. No
Protocolo de Acompanhamento de Pré-Natal é importante que a gestante seja captada no 1º
trimestre de gestação, com no mínimo, 1 consulta neste período, 2 consultas no 2º trimestre e
3 consultas no 3º trimestre para ser considerada "acompanhada". Acredita-se que a oferta de
uma Rede de Atenção integrada, composta pela Atenção Primária à Saúde, Maternidade de
Referência e Ambulatório de Pré-Natal de Alto Risco (PNAR) favorece o cuidado no período
gestacional e a redução da mortalidade materna.
- DS NORDESTE: Este indicador será analisado a partir de número absoluto de casos. Observase uma diminuição progressiva do números de casos de óbitos de 2010 (4) a 2012 (2) e uma
elevação em 2013(3). De 2013 a 2014 manteve o numero absoluto de 3 casos. Já em 2015
conseguimos uma redução para 2 casos. Em 2016 até o presente momento não registramos a
ocorrência de Óbitos Maternos no DISA NE. No ano de 2015 tivemos um total de 2 casos de
óbitos maternos na Nordeste ( 1 caso São Gabriel, e 1 caso Nazaré). Considerando a
anualização permanece a ocorrência de 1 caso de óbito materno pertencente ao CS Nazaré
(1caso de 2015), classificado como Óbito Obstétrico Direto. Esta análise ainda não está
concluída, pois podem haver flutuações devido ao pequeno número absoluto de casos. Todos
estes dados foram levantados baseados na Planilha de Controle de Casos Distrital, Planilha
Gestora de Casos do Município e apresentações da Comissão Perinatal.
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 13/10/16. Responsável pela extração: Olga
Pelucci. Análise do Distrito: 13/10/16. Responsável pela análise: Olga Peluci.
* Não houve óbito materno evitável no 2º quadrimestre de 2016
O único óbito materno evitável presente nos dados anualizados ocorreu no Centro de Saúde
Ermelinda:
Tratava-se de uma paciente acompanhada por equipe multiprofissional deste centro de saúde.
Portadora de multiplas comorbidades, resistente ao acompanahmento agendado pelo centro
de saúde e não adesão ao tratamento de Diabetes.
A Equipe da unidade responsável pelo cuidado da gestante esteve muito empenhada em seu
plano de cuidados.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 11/10/16. Responsável pela extração: Pena.
Análise do Distrito. Data: 11/10/16. Responsável pela análise: Pena. No período anualizado
não foi identificado óbitos maternos.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 06/10/2016. Responsável pela extração: Patrícia.
37
Análise do Distrito: 06/10/16. Responsável pela análise: Aline, Patrícia, Gabriela, Evádne e
Regina. Segundo o comitê de óbitos materno-infantil do Distrito Oeste não houve casos de
óbitos maternos de residentes do distrito em 2015. Em 2016 ocorreram 2 óbitos maternos, um
no primeiro quadrimestre acompanhada no CS e no PNAR, evoluindo a óbito por questões
relacionadas à assistência ao parto. O outro, no segundo quadrimestre assistida pela rede
suplementar está ainda em investigação. O desafio é manter a assistência de qualidade,
através de ações continuadas de educação e treinamento e da vigilância ativa de eventos
sentinela, com reconhecimento das situações de risco na gestação e no parto, com pronto
manejo.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Rita Sibele. Responsável pela análise: RitaSibele
e Silvânia. Os dados foram extraídos considerando a delimitação da regional no ano analisado.
Em 2012, com a alteração dos limites regionais foram incorporados à Pampulha, três unidades
básicas de saúde/área de abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano).
A análise dos óbitos maternos subsidia o planejamento, gestão e a avaliação das políticas e
ações de saúde direcionadas a atenção ao pré-natal, parto, puerpério e planejamento familiar.
O número de óbitos ocorridos na Pampulha (2) no período analisado é pequeno o que não
permite análises de tendência.
A Pampulha realiza, desde 1998, a investigação dos óbitos de mulheres em idade fértil (10 a 49
anos), por meio da análise dos prontuários ambulatoriais e hospitalares e de entrevista com
profissionais e familiares.
Em 2011 e 2012, ocorreu um óbito materno a cada ano e nos demais anos não houve registro
de óbito materno na Pampulha.
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 04/10/2016. Responsável pela extração:
GERASA Lilian. Análise do Distrito: 30/09/2016. Responsável pela análise: GERASA Lilian.
Observamos em Venda Nova a ocorrência de 1 óbito materno evitável no primeiro
quadrimestre de 2016, sendo que a ocorrência do último se deu em 2013. Ou seja, tivemos um
espaço de, aproximadamente, 3 anos sem ocorrência de óbito materno evitável no distrito.
Ressaltamos que durante esses anos, houveram outros óbitos maternos, porém classificados
pelo Comitê Municipal de Óbitos Maternos como não-obstétricos ou óbitos maternos
provavelmente inevitáveis. Destacamos informações para o óbito ocorrido no primeiro
quadrimestre de 2016, o qual a mulher era residente na área do CS Lagoa. A causa do óbito foi
Sepse de Foco Abdominal, secundária a cesareana. Este óbito foi considerado como evitável,
devido a ações de adequada atenção à mulher durante o parto. No que diz respeito ao
acompanhamento de pré-natal na Atenção Primária, sabemos que foi uma gestante captada
precocemente e por ser hipertensa, foi encaminhada ao Pré-Natal de Alto-Risco.
Consideramos um Alerta a este caso, de acordo com a Parametrização colocada para este
indicador que é maior ou igual a 1.
3.1.6- Proporção de gestantes com 6 ou mais consultas de pré-natal
38
- DS BARREIRO: Dentro dos ciclos de vida o período gestacional é de extrema importância no
impacto da morbidade materno-infantil. Apesar de notarmos uma melhora no
acompanhamento do pré-natal na maioria das UBS, a baixa assistência de pré-natal é visível
nos índices aqui observados, pois estão abaixo da parametrização de alerta da SMSA que é
75%, exceto as UBS Bairro das Industrias e Vila Cemig. É prioritária a implementação de ações
visando melhorar este indicador, o que pode ser feito através do incremento na busca ativa;
flexibilização da agenda para marcação de consulta de pré-natal; melhor monitoramento das
gestantes encaminhadas para o pré-natal de Alto Risco; estreitamento do vínculo entre
gestante e ESF; sensibilização da gestante sobre seu envolvimento e adesão ao pré-natal,
dentre outras.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 10/10/2016 por Gláucia e Regina. Data
Análise: 17/10/2016. Responsável pela análise: Comitê Distrital de prevenção ao óbito
Materno-infantil. Na análise do ano de 2015, observamos que a proporção de gestantes
acompanhadas no pré-natal no Distrito Centro Sul (73,98%) é superior a do município (66,24%)
e se aproxima do parâmetro de alerta municipal (75%). O percentual deste indicador se
manteve estável entre 2014(75,31%), 2015(73,98%) e primeiro quadrimestre de 2016(75,31%),
mas observou-se um decréscimo no segundo quadrimestre de 2016(65,88%). O motivo dessa
diminuição no acompanhamento das gestantes ainda precisa ser investigado. O número de
gestantes residentes captadas (denominador) apresenta grande variação entre as Unidades
Básicas da Centro Sul oscilando entre 7 (Centro de Saúde Carlos Chagas) a 177 (Centro de
Saúde São Miguel Arcanjo) mulheres.Os centros de saúde com número elevado de gestantes
exigem da equipe de saúde gestão mais qualificada para manutenção da vigilância destas
mulheres o que implica diretamente no percentual deste indicador. Verifica-se que 8 (66,66%)
centros de saúde do distrito apresentam proporção superior a apresentada pelo município.
Vale destacar que o Centro de Saúde Carlos Chagas e Oswaldo Cruz apresentam os menores
números absolutos de gestantes do território, associado ao menor percentual de gestantes
acompanhadas, respectivamente 57,1% e 55,6%. Acreditamos que o motivo esteja relacionado
ao perfil epidemiológico do centro de saúde: população de rua, usuárias de drogas ilícitas e
baixo risco. O Sistema Saúde em Rede não tem cobertura universal e abrange apenas as
gestantes atendidas na rede SUSBH. Portanto, não serão contabilizadas no indicador as
mulheres que realizarem pré-natal em serviços fora da rede municipal de saúde, pré-natal de
alto risco e atendimentos na rede suplementar.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 27/09/2016. Responsável pela extração: Daniela
Malacco. Análise do Distrito: 14/10/2016. Responsável pela análise: Francisco, Alessandra e
Tássia. Observa-se queda progressiva e importante no número de gestantes que completam
seus pré-natais. A busca ativa tem suas limitações, que aumentam com a resistência pessoal
de algumas gestantes, com a falta de atualização ou da informação cadastral (fator crucial que
favorece a perda de dados), e com atendimentos que não foram nem registrados e nem
realizados no protocolo de pré-natal, ou o foram sem técnica, ou códigos, ou números
corretos. São realidades repetitivas que, apesar de difíceis, podem ser contornadas. Como já
há protocolos e um sistema operacional, o que pode ser mudado é o processo de trabalho.
Capacitações repetidas e sistemáticas e um sistema chamativo podem fidelizar as gestantes.
O processo de trabalho, que deve ser de conhecimento de toda a equipe, assim como técnicas
de abordagem à cliente grávida, deverá tomar nova feição e tornar-se atrativo à gestante. O
39
modus operandi para essa abordagem deve ser construído e padronizado na governança
interna e individualizado para cada USB, fazendo com que a equipe se torne simpática e
agradável no atendimento, sem prejuízo para o atendimento. Só assim a usuária grávida
sentir-se-á acolhida calorosamente e permanecerá no serviço. As competências profissionais
positivas e as falhas negativas de cada um dos atores no atendimento devem se somar de
modo a se obter um resultado positivo. A medicina complementar não pode ser inimiga, mas
aliada do serviço público, e referencias e contra referencias entre esses universos pode ser
instituído de forma protocolar, uma vez que se conquistou a simpatia da gestante.
- DS NORDESTE: É importante salientar que as 6 consultas asseguram a cobertura de atenção
pré-natal, de forma a haver seguimento durante toda a gestação, em intervalos periódicos,
preestabelecidos, sendo assim percebe-se um baixo indice nestas ações, visto que os dados de
55.93% no primeiro quadrimestre e de 53,89 % no segundo quadrimente do ano de 2016 estão
abaixo do de 2015, ressaltando ainda que este ultimo também já se encontra abaixo do que
recomendado pelo Ministério da Saúde. A melhoria da qualidade da assitência no pre-natal
ainda se esbarra em obstáculos como os subregistros e neste ano pela epidemia vivenciada no
primero semestre e ainda pela alta rotatividade dos profissionais que podem interferir na
qualidade dos registros. Ações têm sido realizadas pelas UBS no sentido de qualificar a busca
ativa e os registros. Isto é percebido através dos dados de algumas unidades que ultrapassam
os indices de 2015.
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 29/09/16. Responsável pela extração: Glenda e
Érica. Análise do Distrito: 05/010/16. Responsáveis pela análise: Glenda, Maria Lúcia e Érica.
O Indicador preconizado pela SMSA como de acompanhamento do Pré-Natal (PN) tem
parâmetro diferenciado do indicador do Rede cegonha não permitindo análise comparativa.
O percentual de alerta para este indicador é <75% e apenas 6 unidades apresentam
percentuais acima deste valor.
Sabe-se que um dos problemas que refletem no indicador é o registro inadequado e, como
exemplo, podemos citar: atender a gestante em outros protocolos do SISREDE que não o do
PN, pois assim este atendimento não será contemplado no indicador.
Entretanto, mesmo com essas considerações há um baixo acompanhamento das gestantes em
nossa rede.
As questões que devemos refletir para atingir a meta são as seguintes:
- Há desconhecimento do protocolo de PN por parte dos profissionais?
- Há falta de oferta de consultas nas agendas das equipes, mesmo sabendo que para as
gestantes deveríamos ter "vaga zero"?
- Todos os profissionais atendem no Protocolo de PN?
- As equipes estão capacitados para o atendimento da gestante? Essa pauta é tratada nas
reuniões de equipe?
- As equipes conhecem realmente as gestantes de seu território? Existe acompanhamento e
monitoramento das mesmas por parte das equipes e do ACS?
- Durante as reuniões de equipe são acatadas as demandas do ACS? O ACS sabe do seu papel
com relação ao cuidado e responsabilidade sanitária com relação às gestantes de sua
microárea?
Observamos também que há uma unidade de saúde com índice superior a 100% nos
parecendo um bom indicador, entretanto devemos analisar com mais profundidade pois estes
40
percentuais estão ligados a uma baixa captação no quadrimestre de acordo com dados de
nascidos vivos no período (maio a agosto).
O acompanhamento das gestantes no PN sugerem deficiências na assistência pré-natal seja na
organização do processo de trabalho ou no acompanhamento efetivo, mas também
insuficiente qualidade da informação.
Ações de matriciamento e o uso das ferramentas da Gestão Clínica podem contribuír para a
melhoria deste indicador.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 29/09/2016. Responsável pela extração: Renata
Lara / GEREPIN. Análise do Distrito: 18/10/2016. Responsável pela análise: Maíra Amaral.
A partir da análise dos dados, pode-se inferir as seguintes situações: 1.Registro inadequado
dos dados relativos ao pré-natal no protocolo específico do SISREDE : 1.1 Desconhecimento do
protocolo e dos dados a serem preenchidos durante o atendimento. 1.2 Dificuldade de acesso
ao SISREDE, por limitação do parque tecnológico e instabilidade frequente do sistema
(principalmente no 2º quadrimestre/2016), gerando registros apenas manuais/prontuário
físico. 2. Dificuldade na captação e acompanhamento das gestantes nas UBSs: 2.1 Captação
tardia da gestante para início do pré-natal. 2.2 Fragilidades no processo de trabalho referente
à busca ativa das gestantes faltosas ao pré-natal (ausência de ACS na área, centralização do
atendimento no especialista GO, etc). 2.3Regiões com população em condição de grande
vulnerabilidade, dificultando a adesão ao pré-natal de acordo com o preconizado. 2.4 Parcela
da população acompanhada na saúde suplementar (gestantes que migram para a saúde
suplementar e adesão tardia das que perderam a cobertura de saúde suplementar).
2.5Proximidade com o Hospital Sofia Feldman, levando as gestantes a realizarem o
acompanhamento de pré-natal nessa unidade por facilidade de acesso.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 23/09/16. Responsável pela extração: Katia Bicalho.
Análise do Distrito: 06/10/16. Responsável pela análise: Kátia, Aline, Patrícia, Gabriela, Evádne
e Regina. O Município apresentou no 2º quadrimestre de 2016 uma proporção de gestantes
com 6 ou mais consultas de pré-natal de 64,98% e o Distrito Oeste de 72,6%, ambos abaixo do
parâmetro institucional (75%) sendo que nas unidades ocorreu uma variação de 116,20% e
44,40%%. Percebe-se um aumento deste indicador de 2014 para o 2º quadrimestre de 2016 no
Distrito Oeste, tendo ocorrido em 2015 uma queda desta proporção em relação a 2014 e 2016.
O acompanhamento conforme preconizado no protocolo de pré-natal permite o diagnóstico e
condutas adequados e em tempo oportuno. Este indicador é influenciado pelo período de
captação da gestante, pelas gestantes que são acompanhadas na rede suplementar com
inclusão tardia SUS, ou desvinculação ao pré-natal no CS para atendimento na rede
suplementar ou PNAR. Crítica ao indicador: este indicado pode apresentar variações
importantes em virtude de utilizar no denominador os dados de 2015 dividido por 3
distorcendo a concentração variável de gestantes a termo por quadrimestre no numerador. O
indicador analisado anualmente permite a correção dessas distorções.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Maria Helena/Imaculada. Análise: 14/10/2016.
Responsável pela análise: Lena e Gabrielly. Os dados foram extraídos considerando a
41
delimitação da regional no ano analisado. Em 2012, com a alteração dos limites regionais
foram incorporadas à Pampulha, três unidades básicas de saúde/área de abrangência (Jardim
Alvorada, São José e Serrano).
Houve um incremento nos dados da Pampulha, a partir de 2010, com a implantação do
SISREDE (prontuário eletrônico). Considerando o período pós informatização encontramos um
baixo percentual de gestantes acompanhadas variando de 21,41% (2010) à 41,8% (2012). A
curva de tendência linear deste período apresenta leve padrão ascendente.
No ano de 2014, foram acompanhadas, 36,5% das gestantes da Pampulha, valor próximo ao de
BH (37,11%). Em 2015 a média foi de 73,6%, superando a de BH (66,24%).
Em 2016 tivemos uma queda nesse indicador no 1º QD (66,9%) e no 2º QD (61,1%), ficando
inferior a média de Belo Horizonte.
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 29/09/2016. Responsável pela extração:
Luciana GEREPI. Análise do Distrito: 30/09/2016. Responsável pela análise: Lilian GERASA
Observamos que em Venda Nova a proporção de gestantes com 6 ou mais consultas de prénatal está acima da Parametrização que é maior que 75%. Se observarmos cada Centro de
Saúde separadamente, podemos verificar que algumas unidades estão acima da meta,
inclusive com mais 90%. Por outro lado, verificamos unidades que esttão, aproximadamente
15% abaixo do esperado. Neste indicador, temos um ponto dificultador que é o registro
adequado das consultas no prontuário eletrônico e no Protocolo específico de Pré-Natal. Na
ocorrência de problemas no sistema, a consulta não registrada naquele dia "fica perdida".
Outro ponto dificultador é a dificuldade de adesão ao pré-natal adequado de algumas
gestantes. Unidades que possuem maior número de gestantes usuárias de álcool e outras
drogas, ou estão em situação de rua e vulnerabilidade, possuem mais dificuldade de adesão ao
pré-natal. Chamamos atenção à forma de elaboração do indicador, pois o fato de realizar 6
consultas de pré-natal, não reflete a qualidade do mesmo. Reforçamos a importância de que
essas consultas sejam devidamente distribuidas entre os três trimestres da gestação e
tentando garantir uma continuidade e linearidade nos cuidados do pré-natal. De acordo com
orientações na Ficha de Qualificação, não se aplica realizar para este indicador, o cálculo
anualizado.
3.1.7- Média de atendimento de puericultura em menores de 2 anos
- DS BARREIRO: Este indicador expressa o número médio de atendimentos de puericultura
(Acompanhamento de Crescimento e Desenvolvimento), realizados pela ESF e pediatra para
criança menor de 2 anos em determinado local e período.
A Parametrização do alerta é
valor menor que 5,4. No numerador é o número de crianças menores de 2 anos cadastradas
(oficial) como residentes na Área da ESF, atendidas em com diagnóstico de puericultura ou CID
Z00.1, Z76.1 ou Z76.2) ou motivo de atendimento puericultura na tela da dispensa. No
denominador é o número de menores de 2 anos cadastradas (oficial) como residentes na área
da ESF mesmo local e período. É recomendado, no mínimo, 7 consultas no primeiro ano de
vida, duas consultas no segundo ano. Este indicador reflete o adequado acompanhamento e
promoção da saúde das crianças com menos de 2 anos de vida. O Barreiro está abaixo da
42
média de Belo Horizonte em 2015 (Barreiro- 2,78 e de BH- 3,22). Nota-se uma discreta
melhora da média de atendimentos de 2014 (2,04) para 2014 (2,78). As causas para este
indicador estar muito aquém do esperado são: os cadastros incompletos, prontuários
duplicados, crianças que fazem controle parcial no C. S. porque tem convênio, médico que faz
atendimento e não coloca o CID no diagnóstico e enfermeiro que não coloca o motivo de
atendimento puericultura na tela da dispensa, crianças que são cadastradas inicialmente como
RN e depois é realizado novo cadastro com o nome do registro , problemas no SISREDE, baixa
captação das crianças do território, não valorização da puericultura, a não informação do óbito
na cadastro oficial, etc. Comparando os dados dos centros de saúde de 2014 com 2015 todos
os centros de saúde tiveram melhora neste indicador. O C. S. que apresentou o pior indicador
foi o Diamante - 1,14 e o melhor foi o Vila CEMIG-4,9.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 10/10/2016 por Gláucia e Regina. Data
Análise: 17/10/2016. Responsável pela análise: Comitê Distrital de prevenção ao óbito
Materno-infantil. Em 2015, o Distrito Centro Sul obteve média de 4,9 atendimentos de
puericultura, acima da média municipal (3,2%). Neste mesmo período, a Centro Sul alcançou
média superior de atendimentos comparado aos demais distritos sanitários do município. Os
Centros de Saúde Conjunto Santa Maria, Tia Amância e Santa Lúcia contribuíram
positivamente no desempenho deste indicador, embora o distrito não tenha alcançado a
média superior a seis (06) atendimentos nos dois primeiros anos de vida da criança. Os dados
do 2º quadrimestre de 2016 não são suficientes para estabelecer comparações considerando
que os dados distritais dos quadrimestres anteriores não foram disponibilizados. Ocorre ainda
que a média encontrada de 5,4 atendimentos neste mesmo período foi elevada devido ao
resultado apresentado pelo C.S. Tia Amância (17,3 atendimentos). Os fatores que dificultaram
o melhor desempenho do indicador estão associados a: 1) Sub registro: Dificuldade de acesso
ao SISREDE comprometendo a inserção de dados no sistema de informação oficial; falta de
registro no protocolo da criança com diagnóstico de puericultura ou inserção do motivo de
atendimento. 2) Comunicação, ainda incipiente, da alta responsável realizada pelas
Maternidades e Hospital infantil de referência. 3) Atualização do cadastro de crianças menores
de 2 anos como residentes na área da Equipe de Saúde da Família. 4) Necessidade de
fortalecimento das ações do quinto dia Saúde Integral: Dificuldade de realizar visita domiciliar
em até 72hs após a alta da mãe e bebê da maternidade, espaço inadequado para realização
dos procedimentos e orientações, e dificuldade de marcação na agenda do profissional para o
desenvolvimento das ações programadas na primeira semana de vida do bebê. 5) Pouca
agilidade na busca ativa de crianças faltosas aos atendimentos.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 28/09/2016. Responsável pela extração: Daniela
Malacco. Análise do Distrito Data: 13/10/2016. Responsável pela análise: Luciana do Carmo
Pinto. A média dos atendimentos de puericultura em menores de 2 anos é extraída a partir do
número de atendimentos de puericultura das crianças menores de 2 anos cadastradas na área
da ESF dividido pelo número de crianças menores de 2 anos cadastradas na área. O número
preconizado de consultas até o primeiro ano de vida são 7, somando-se a este, mais 2
consultas até completar o segundo ano de vida. Verifica-se que a Leste ofertou uma média de
consultas de puericultura em crianças menores de 2 anos de 3,30, em 2015. Ao realizar o
comparativo entre o primeiro e segundo quadrimestre de 2016, identifica-se uma média de
3,25 e 4,0, respectivamente. É necessário dizer que houve queda do número de crianças
43
cadastradas em 2015 (3.223) e 2016 (1.074, nos 2 primeiros quadrimestres). De acordo com a
parametrização do alerta, a Leste ainda se encontra abaixo do preconizado, entretanto, é
preciso dizer que ainda se tem dificuldades em relação ao registro no SISREDE, seja por
dificuldade de acesso ao mesmo e/ou dificuldade de registro na tela de diagnóstico e tela de
dispensa, incluindo também, à insuficiência da qualidade da informação.
- DS NORDESTE: De 2012 a 2014, observamos que o indicador "Média de atendimento de
puericultura em menores de 02 anos" manteve-se numa média de 2,5, valor muito abaixo do
que é preconizado. Em 2015, tivemos uma discreta melhora do indicador. A análise dos
quadrimestres de 2016 (1º e 2º) sinalizam um possível aumento do indicador. Uma vez que os
dados são extraídos do SISREDE, esse indicador é sensível ao uso correto do sistema e seus
recursos (uso do protocolo da Criança, informação do CID adequado, etc.), o que pode explicar
os resultados tão baixos. Percebe-se que muitos atendimentos são realizados, mas não são
registrados adequadamente. A não realização da consulta de enfermagem no 5º dia também
leva os baixos resultados do indicador, pois é a consulta que dá início ao acompanhamento da
puericultura. A grande rotatividade de profissionais na Atenção Primária, principalmente de
médicos, pode dificultar a capacitação para o uso dos recursos do SISREDE, impactando
negativamente na alimentação dos indicadores. A organização do processo de trabalho da
unidade para o atendimento à demanda programada também pode influenciar os resultados.
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 29/09/16. Responsável pela extração:
Glenda/Érica. Análise do Distrito: 05/10/16. Responsáveis pela análise: Glenda e Maria Lúcia e
Érica. Todos as unidades apresentaram uma média de atendimento de puericultura em
menores de 2 anos abaixo do valor considerado como alerta pela SMSA (igual a 5,4).
Ao analisar os registros no SISREDE percebemos que foram realizadas consultas no protocolo
correto, entretanto, não foi informado o CID e também não foi marcada na aba de produção o
motivo de atendimento "PUERICULTURA".
Mesmo que fosse possivel considerar as consultas realizadas no protocolo da Criança sem o
CID, ainda assim o nº médio de consultas estaria abaixo do preconizado conforme determina
o protocolo (10 consultas no 2 primeiros anos de vida).
Torna-se necessário aprofundar a análise da situação no nível local para verificar se está
havendo oferta insuficiente de consultas pelas equipes em agenda garantida, ou absenteísmo
nas consultas, ou os dois casos.
Em caso de baixa oferta de consultas em agenda das equipes é necessário avaliar se todos os
profissionais das equipes atendem crianças e se estão capacitados para tal.
Em caso de absenteísmo, avaliar se o assunto puericultura/ saúde da criança é tratado em sala
de espera, em grupos operativos, ou em quaisquer outros fóruns, se há ações de motivação
para reduzir perdas de consultas. Algumas estratégias podem ser desencadeadas nas unidades
de saúde para atingimento da meta prevista:
- Avaliar e fazer busca ativa das crianças faltosas,
- Realizar capacitação a todos os profissionais,
- Estudo do protocolo da criança
- Ações de matriciamento pelo profissional de apoio (pediatra).
44
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 04/10/2016. Responsável pela extração: Renata
Lara / GEREPIN. Análise do Distrito. Data: 17/10/2016. Responsável pela análise: Guylaine C
Scoffoni. Percebe-se um impacto positivo nos dados deste indicador, refletindo a melhora na
sensibilização das equipes neste tema e melhor captação das crianças para puericultura
através da Alta responsável e ações do quinto dia, questão evidente segundo a ótica do
distrito. Entretanto, segundo a parametrização, ainda está em estado de alerta (< a 5,4). A
análise revela que alguns fatores ainda prejudicam bastante sua representatividade, entre eles
o comprometimento da captação das famílias das áreas descobertas, a instabilidade do
SISREDE no ultimo quadrimestre (levando a registros em prontuário de papel) e ainda, quando
no Gestão, registros inadequados do CID (não sendo considerados no indicador se incorretos)
ou em local diferente do Protocolo da Criança. Além dos fatores citados existe um número
considerável de puericulturas efetuadas por professores e alunos da residência da UNIFENAS,
que não acessam o sistema em todos os atendimentos, seja por dificuldade de adesão, pelo
número grande de alunos em várias salas de forma simultânea, o que torna inviável o registro,
a inconsistência do sistema no contexto atual, dentre outros motivos.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 23/09/16. Responsável pela extração: Katia Bicalho.
Análise do Distrito: 06/10/16. Responsável pela análise: Kátia, Aline, Patrícia, Gabriela, Evádne
e Regina. Percebe-se um aumento gradual da média de atendimentos de puericultura em
menores de 2 anos de 2014 para 2º quadrimestre de 2016. O Município apresentou, no 2º
quadrimestre de 2016, uma média de 3,84 e o Distrito Oeste de 3,99, ambos abaixo do
parâmetro de 5,4. Nas unidades do Distrito ocorreu uma variação de 8,26 a 1,5. Acredita-se
que há um sub-registro destes atendimentos no Sistema SISREDE em virtude da realização
freqüente do atendimento de agudo concomitante a consulta de puericultura e ser registrado
na dispensa apenas o CID do agudo e não informar na dispensa a realização da puericultura.
Crítica: A ficha de qualificação não define como numerador e denominador o número de
crianças com dois anos completos. Sendo assim, as consultas deste indicador incluem todas as
crianças menores de dois anos e que, portanto, não teriam ainda as 9 consultas (conforme
preconizado pelo protocolo). O ideal seria que este indicador tivesse como objeto as crianças
com dois anos completos e as consultas de puericultura realizadas em neste período.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Maria Helena/Imaculada. Análise: 14/10/2016.
Responsável pela análise: Lena. Gabrielly e Leo. Considerando o número preconizado de 9
consultas de puericultura nos primeiros 2 anos de vida, a média de consultas da Pampulha é
baixa e variou de 2,38 (2012) a 2,02 (2013). A curva de tendência linear deste período
apresenta padrão descendente.
Nos anos de 2014 e 2015, a média de atendimentos de puericultura da Pampulha foi de 2,10 e
3,18 valores próximos aos de BH (2,27% e 3,22%).
Em 2015 notamos uma melhora nesse indicador. Analisando as áreas de abrangência, a média
variou de 0,6 (CS Santa Amélia) a 3,8 (CS Dom Orione).
Em 2016 houve melhora nesse indicador na Pampulha, em todas as áreas de abrangências
quando comparamos o 2º QD (3,4) com o 1º QD (2,8). Destaca-se a área do CS Dom Orione
que manteve 6,9 nos dois quadrimestres, média de atendimento superior a de BH (3,84),
seguido das áreas dos CS São José (5,2) e CS Jardim Alvorada (4,5).
Alerta: < 5,4 atend.
45
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 02/10/2016. Responsável pela extração:
Luciana GEREPI. Análise do Distrito: 07/10/2016. Responsável pela análise: Luciana e Vânia
GEREPI e GERASA. Conforme a parametrização de alerta da média de atendimento de
puericultura em menores de 2 anos é de < 5,4%, observamos que em Venda Nova todas as
unidades apresentam índices abaixo do preconizado e que o número de consultas de
puericultura em Venda Nova está abaixo do preconizado (7 consultas), o que impacta no
resultado Distrital. O registro das consultas de puericultura realizadas pelos enfermeiros, pelos
médicos de família e comunidade quanto pelos pediatras é primordial, o que nos leva a refletir
se os devidos registros e a utilização dos protocolos estabelecidos pela SMSA estão sendo
utilizados de forma correta, bem como se a agenda da criança está sendo seguida para o
acompanhamento adequado do crescimento e desenvolvimento. Será organizado uma roda de
conversa no distrito sobre a puericultura e a importância desta com os profissionais de saúde
até o final do 1º semestre de 2017. É importante que a agenda de puericultura seja
acompanhada pelos gerentes dos CS a cada semestre e que as consultas sejam intercaladas
entre os enfermeiros, pediatras e médicos de família e comunidade; além da realização do 5 º
dia de saúde integral.
3.1.8- Proporção de crianças com idade até 03 meses e 29 dias em aleitamento materno
exclusivo
- DS BARREIRO: O indicador leva em consideração como numerador o total de crianças
menores de 4 meses, atendida no protocolo da criança, por médico de família, pediatra ou
enfermeiro, no período avaliado que tem como opção assinalada o aleitamento exclusivo,
enquanto o denominador se refere ao total de crianças menores de 4 meses, atendida no
protocolo da criança, por médico de família, pediatra ou enfermeiro, no período avaliado, que
tenha alguma informação no campo "alimento que recebe", no período avaliado. Este fato
limita o denominador a população que tiveram alguma informação sobre alimento que recebe.
Neste caso, é necessário considerar que os valores estão superestimados e que há necessidade
de correção para o próximo ciclo. A Parametrização do alerta é valor maior que 75%.
- DS CENTRO SUL: Os dados deste indicador do Distrito Centro Sul estão inconsistentes e até o
momento estão sob avaliação do analista impossibilitando sua análise.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 27/09/2016. Responsável pela extração: Daniela
Malacco. Análise do Distrito: 13/10/2016. Responsável pela análise: Luciana do Carmo Pinto.
O percentual de crianças em aleitamento materno exclusivo é dado pelo número de crianças
menores de 4 meses (3 meses e 29 dias) em aleitamento materno exclusivo atendidas dividido
pelo número de crianças menores de 4 meses atendidas. Em 2015 o percentual da Leste
correspondeu a 74% de crianças em aleitamento materno exclusivo; nos primeiros dois
quadrimestres de 2016, apresentamos 72 e 85%, respectivamente. Lembrando que houve
queda no número de crianças cadastradas. Conforme a parametrização, que define o alerta
(<75%), verifica-se um aumento gradativo do percentual de aleitamento materno exclusivo na
regional. Identifica-se que ao ultrapassarmos a parametrização de alerta de um quadrimestre e
superarmos a mesma em 10% no segundo quadrimestre, sugere-se que esta conquista se deve
46
à melhoria dos cadastros no SISREDE (informação ampliada de como realizar o registro de
forma adequada para contabilizar os dados) e à realização efetiva das oficinas da Estratégia
Amamenta Alimenta Brasil, a qual está ocorrendo em todas às unidades básicas de saúde,
com participação de todas as categorias profissionais, a fim de disseminar os conhecimentos e
compartilhar experiências exitosas, e também a identificação dos dificultadores.
- DS NORDESTE: Não realizado
- DS NOROESTE: informa que o indicador está em revisão pelo nível central
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 03/10/2016. Responsável pela extração: Renata
Lara / GEREPIN. Análise do Distrito: 17/10/2016. Responsável pela análise: Guylaine C
Scoffoni
Observa-se que o percentual do ultimo quadrimestre excedeu a parametrização de alerta que
é de 75%. Tal resultado é fruto da sensibilização das mães para o aleitamento materno, feita
no pré-natal, ações no pós-natal imediato sobretudo relacionadas à maternidade de referência
(Sofia Feldman) que se destaca na promoção deste tipo de aleitamento e nas ações do quinto
dia, puerpério e puericultura. O indicador, mesmo assim, está sub informado. Segundo a
observação a nível distrital o número de crianças em aleitamento materno exclusivo nessa
faixa etária é bem maior, entretanto, o resgistro desta informação em local inadequado no
prontuário (fora do prontuário da criança aba evolução) gera repercussão negativa no
resultado final do indicador. OBS: levar em consideração que a análise foi feita levando em
conta o valor do dado fornecido pelo sistema, entretando, há informação que os percentuais
estão acima do esperado porque o denominador está limitado a crianças que tiveram alguma
informação sobre alimento que recebe. Não foi corrigido em tempo hábil.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 23/09/16. Responsável pela extração: Katia Bicalho.
Análise do Distrito: 06/10/16. Responsável pela análise: Kátia, Aline, Patrícia, Gabriela, Evádne
e Regina. Percebe-se um aumento da proporção de crianças com aleitamento materno
exclusivo de 2014 para 2º quadrimestre de 2016 de quase 10 pontos percentuais. O Município
apresentou, no 2º quadrimestre de 2016, uma proporção de 93,79% e o Distrito Oeste de
77,10%, ambos acima do parâmetro que é 75%. A proporção Distrital no 2º quadrimestre foi
de 87% e nas unidades do distrito ocorreu uma variação de 168,40 % e 23,10 %.
Crítica ao indicador: este indicado pode apresentar variações importantes em virtude de
utilizar os dados de 2015 dividido por 3 para o denominador distorcendo a proporção de
crianças em aleitamento materno exclusivo até 3 meses e 29 dias por quadrimestre no
numerador.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Maria Helena/Imaculada. Análise: 14/10/2016.
Responsável pela análise: Lena e Gabrielly. Em 2015 a Pampulha alcançou a média de 77,60%,
superando a média municipal 75,09. Em relação as áreas de abrangência houve uma variação
de 60,00% (CS Santa Amélia) a 91,70% (CS Padre Maia).
Analisamos os dados de 2016 e observamos uma queda desse indicador na Pampulha.
Obtivemos no 1º e 2º quadrimestres a média de 60,50% e 72,40% respctivamente. Entretando
destacamos a Área do CS São Francisco que apresentou melhora no indicador de 50,0% do 1º
47
para o 2º quadrimestre. Segue o CS Santa Amélia e o Cs Ouro Preto com melhora de 33,4% e
31,3% respectivamente. Alerta: < 75%
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 05/10/2016. Responsável pela extração:
Luciana. Análise do Distrito: 07/10/2016. Responsável pela análise: Vânia e Luciana. O
percentual de crianças em aleitamento materno em Venda Nova está baixo, assim como o
resultado da cidade. Deve-se também a falta de registro deste dado como a ausência de uma
orientação ao aleitamento materno em todos os momentos (pré-natal, recepção, sala de
vacina, consultas de puericultura, etc) por todos os profissionais. O plano de ação do distrito
para o fortalecimento do aleitamento materno em Venda Nova inclui as oficinas da Estratégia
Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB) nas unidades de saúde (planejamento de uma oficina
mensal- responsáveis tutoras regionais da EAAB), rodas de conversa sobre aleitamento
materno no distrito e nos CS (uma por semestre- responsável referência técnica do
aleitamento materno da GERASA) e melhoria dos registros de aleitamento materno nos CS e a
realização do 5º dia de saúde integral. Matriciamento das equipes para a captação precoce das
gestantes e conversa com estas sobre a importância do aleitamento materno.
Bloco 2: Atenção às Condições Crônicas
3.2.1- Percentual de egressos de internação por Diabetes Mellitus acompanhados na APS
- DS BARREIRO: "Esse indicador é composto a partir dos dados sobre acompanhamento dos
usuários, informados pelos Centros de Saúde. Dessa forma, as análises distritais e de nível
central só serão possíveis nas etapas finais da rodada do monitoramento quadrimestral, ou
seja, após o retorno das informações de nível local que dizem o número de pessoas
acompanhadas na unidade."
- DS CENTRO SUL: Este Indicador tem outro prazo para análise: O Distrito Sanitário repassou os
casos de internação hospitalar para as UBSs. Tão logo as UBS façam a auditoria destes casos e
devolvam para o Distrito, a análise será providenciada.
- DS LESTE: Análise do Distrito: 27/09/2016. Responsável pela análise: Nadja Maria. Os
indicadores de percentual de egressos de Diabetes Melittus apresentam alta potencialidade
para avaliar o cuidado aos usuários portadores de doenças crônicas-DC, mas com as limitações
já explicitadas na ficha de qualificação dos indicadores da SMSA-BH. No período analisado o
Distrito Leste apresentou poucos casos de egressos de DM (9 casos). Esses números não
permitem uma análise detalhada, das 14 APS do Distrito Leste somente 09 tiveram muitos
poucos casos de egressos de DM. Essa situação limita, mas permite algumas analises e
reflexões da prática para melhoria da qualidade e efetividade do cuidado aos portadores de
DM pelas Equipes de Saúde da Família – ESF das APS: Observamos que dos 14 Centros de
Saúde- CS da Leste somente 09 CS tiveram egressos de DM, sendo que o CS Marco Antonio de
Menezes apresentou 4 casos de DM para o período avaliado. Este indicador nos chama a
atenção para o monitoramento constante dos pacientes com DM, seguindo os parâmetros de
48
segurança definidos pelas evidencias cientificas, anualmente. Sabemos que vínculo é
fundamental para a garantia do monitoramento e adesão destes pacientes ao tratamento e a
melhora do autocuidado. Pacientes diabéticos idosos com insuficiência familiar têm
dificuldade de adesão ao tratamento adequado e com a realização dos cuidados necessários
ao portador de DM. Observamos que os critérios priorizados para garantia do cuidado
adequado para os pacientes portadores de DM ainda não são rotina dentro das equipes de
PSF. Podemos ainda pensar que o registro em prontuário ainda é um fator que impacta
negativamente nesse indicador. O envelhecimento da população belo-horizontina é uma
realidade, sendo assim é urgente a construção de políticas públicas e organização da APS para
os cuidados com os pacientes com doenças crônicas, em especial DM , sensibilizando gestores
e trabalhadores para a qualificação desse cuidado.
- DS NORDESTE: O indicador de egressos hospitalares internados com diagnóstico de Diabetes
Mellitus que foram acompanhados pelo Centro de Saúde nos 6 meses anteriores a internação
permite avaliar o acesso do paciente diabético na atenção primária, continuidade do cuidado e
longitudinalidade da assistência prestada. Estima-se que em 2025 5,4% da população Mundial
será diabética, sendo de grande valia o fomento de ações que minimizem complicações e
intercorrências decorrentes dessa condição, dentre elas o acompanhamento contínuo e
periódico dos casos diagnosticados com DM baseando esse acompanhamento e assistência
nas melhores recomendações clínicas disponíveis. O DISANE apresentou 22 casos de egressos
hospitalares identificados pelo Nível Central. Todavia o número real de usuários foram 21, pois
1 egresso pertencia ao Distrito Sanitário Noroeste e 1 egresso não possuía cadastro oficial
e/ou informado na área de abrangência do Centro de Saúde Leopoldo Crisostomo, Segundo
busca ativa da ESF não foi possível identificar pelo endereço informado pelo nível central
devido à falta de dados, segundo informação do Centro de Saúde. Alem dos egressos enviados
pelo nível Central, um egresso foi encaminhado pelo Distrito Norte, pertencendo a área de
abrangência do Centro de Saúde Goiânia. Os egressos hospitalares do distrito pertencem aos
seguintes Centros de Saude Goiania (5), Vila Maria (2), Conjunto Paulo IV (2), Olavo Albino (2),
Marivanda (1), São Gabriel (2), Alcides LIns (2), Leopoldo Crisóstomo (2), Cachoeirinha (1), São
Marcos (1) e São Paulo (2). O percentual de egressos hospitalares acompanhados pelo distrito
e pelo Centro de Saúde foi possível após a realização de auditoria clínica em prontuário físico e
eletrônico pela ESF, que informou através do envio das planilhas de auditoria os dados de
acompanhamento de cada egresso nos 6 meses anteriores à data da internação. Por meio da
realização de auditoria clínica pode-se avaliar além do acompanhamento dos egressos
hospitalares a qualidade da assistência prestada aos usuários, assim como dificultadores para
implementação de assistência continua e qualificada. O percentual total de usuários
acompanhados pelos Centros de saúde no DISANE foi de 54.55%. Os percentuais de egressos
hospitalares acompanhados pelos Centros de Saúde foram os seguintes: Olavo Albino (50%),
Vila Maria (100%), Marivanda (100%), Goiania (60%), São Gabriel (50%), Conjunto Paulo IV
(0%), Leopoldo Crisóstomo (100%), Alcides Lins (50%), Cachoeirinha (0%), São Marcos(100%) e
São Paulo (50%)."
- DS NOROESTE: OBS: "Esse indicador é composto a partir dos dados sobre acompanhamento
dos usuários, informados pelos Centros de Saúde. Dessa forma, as análises distritais e de nível
central só serão possíveis nas etapas finais da rodada do monitoramento quadrimestral, ou
49
seja, após o retorno das informações de nível local que dizem o número de pessoas
acompanhadas na unidade."
OBS: Email com a planilha foi enviado ao nivel local em 14/10/16, apenas das unidades que
tem paciente com egressos, com data de retorno prevista para o dia 28/10/16.
Unidade com egressos: Bom Jesus, Dom Cabral, Dom Bosco, Elza Martins, Ermelinda, Glória, J.
Filadélfia, J. Pinheiro, Padre Eustáquio, Pedreira, Pindorama, Santos Anjos, São Cristóvão.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 19/10/2016. Responsável pela extração: Ana
Letícia Anjos. Análise do Distrito: 19/10/2016. Responsável pela análise: Ana Letícia Anjos e
Maíra Amaral. Ao analisar a informação distrital de 52,38% de acompanhamento dos egressos
por diabetes melitus pensamos na fragilidade da assistência prestada aos diabéticos nas UBS's.
Mas devemos considerar também a forma como é gerado o indicador. Particularmente no
distrito norte ponderamos as seguintes limitações do indicador: 1 - A definição de
acompanhamento do indicador (usuário com pelo menos 01 atendimento médico ou do
enfermeiro no protocolo eletrônico de diabetes/ SISREDE), deveria considerar informações
clínicas do usuário. 2 - Difícil acesso ao SISREDE nos centros de saúde, devido à limitação do
parque tecnológico e instabilidade frequente do sistema, principalmente no 2º
quadrimestre/2016. 3- Falta de capacitação dos profissionais médicos e enfermeiros no uso
dos protocolos do SISREDE, levando a registros de atendimentos em protocolos que não o
específico do diabetes. 4 - Rotatividade dos profissionais das equipes de saúde da família,
dificultando o vínculo e acompanhamento dos usuários. 5-Acompanhamento de uma parcela
dos usuários diabéticos na rede privada/saúde suplementar. 6 - Limitações do auto-cuidado
do usuário e apoio familiar. 7 - Vínculo frágil com os profissionais da equipe de saúde da
família.
- DS OESTE: O diabetes é considerado problema de saúde pública prevalente, em ascendência,
podendo se considerar uma epidemia na população mundial (estima-se que a população
mundial com diabetes seja da ordem de 387 milhões e que alcance 471 milhões em 2035).
Condição onerosa do ponto vista social e econômico apresenta grande impacto na
morbimortalidade – complicações cardíacas, cerebrovasculares, vasculares periféricas,
oculares, renais, neuropáticas, podendo acelerar a morte e causar incapacidades. A
internação por diabetes e suas complicações é considerada condição sensível à atenção
primaria (problemas de saúde para os quais a efetiva ação da atenção primária diminuiria o
risco de internações), sendo que estudos nacionais apontam este agravo dentre as 10
principais causas de internação (Perpetuo IHO, Wong LR – 2007). Analisando a listagem de
egressos hospitalares de residentes do distrito sanitário oeste, no segundo quadrimestre de
2016, foram observados 17 casos de internações com diagnóstico de diabetes mellitus,
contemplando 10 áreas de abrangência (centro de saúde), com 1 a 3 casos cada.
- DS PAMPULHA: Data de extração dos dados: 29/09/2016. Responsável pela extração:
Natalia e Camila. Análise do Distrito: 11/10/2016. Responsável pela análise: Camila, Natalia,
Shirley, Silvania. No período de maio a agosto de 2016 o percentual de egressos hospitalares
acompanhados pelas unidades básicas de saúde da Pampulha foi de 80% (8 casos). Das 14
unidades básicas de saúde, 06 tiveram egressos no período analisado (C.S Confisco, Padre
50
Maia, Santa Amélia, Santa Rosa, Santa Terezinha e São José). Um dos egressos não
acompanhados pela unidade básica, esta em acompanhamento no serviço privado.
- DS VENDA NOVA: Não realizado
3.2.2- Percentual de Casos Novos de DRC que iniciaram HD na internação acompanhados no
Centro de Saúde – NÃO MONITORADO NESTE CICLO
Bloco 3: Atenção às Doenças Infectocontagiosas
3.3.1- Percentual de Cura de casos novos de Tuberculose, com confirmação laboratorial, em
residentes na área do DS.
- DS BARREIRO. Data de extração dos dados: 10/11/2016. Responsável pela extração:
Luciene Lima (GEREPI-B). Data Análise: 11/10/2016. Responsável pela análise: Luciene Lima
(GEREP-B) / Leonardo Loureiro (GERASA-B). O aumento da tuberculose como epidemia,
ocorre principalmente devido às falhas nas ações de prevenção; diagnóstico tardio e
tratamento inadequado. Estudos indicam que se ampliando o tratamento supervisionado,
conhecendo os riscos individuais de abandono, promovendo uma assistência efetiva ao
paciente, e a descoberta precoce de casos bacilíferos, ocasiona o aumento nos percentuais de
cura. A OMS e Ministério da Saúde, preconizam que para redução da epidemia da TB, o ideal é
o aumento das taxas de cura maiores que 85%, nesse contexto, o Distrito Sanitário Barreiro
(DISAB) apresenta no período de 2010 a 2013 percentuais oscilantes de cura de casos novos
com a forma pulmonar, sendo 2010 (66,67%), 2011 (75,00%), 2012 (68,29%), 2013(77,42%). O
ano de 2014 para a forma pulmonar e pulmonar + extrapulmonar o DISAB apresentou um
percentual de 73,68%, valor semelhante aos de BH, MG e Brasil. Os desafios são grandes para
o alcance das metas e ciente disso, desde 2010, o Grupo técnico de tuberculose/hanseníase,
composto por integrantes da GEREPI, GERASA, Farmácia Distrital, NASF, farmacêuticos e
assistente social, realiza reuniões mensais com o principal objetivo de planejamento e
execução de ações conjuntas com as ESF visando a organização dos serviços para a melhoria
51
assistencial e o controle dessas doenças no território. Consideramos um grande desafio a
organização do trabalho das ESF dos Centros de Saúde, para a ampliação das ações de busca
ativa, identificação e exame dos sintomáticos respiratórios para a descoberta precoce dos
casos bacilíferos e interrupção da cadeia de transmissão, exames dos contatos dos casos
pulmonares bacilíferos, bem como a adesão do paciente ao tratamento que é a principal
estratégia para o encerramento por cura e melhoria desse indicador.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 14/10/2016. Responsável pela extração:
Simone Palmer. Data Análise: 14/10/2016. Responsável pela análise: Lígia e Simone. Meta:
85%. Este indicador expressa a efetividade do tratamento de casos novos de TB pulmonar, ou
seja, bacilíferos, que mantém a transmissão da doença. Para a vigilância e controle da
tuberculose é preciso considerar: I. Diagnóstico precoce dos casos através do aumento de
captação e exames de Sintomáticos Respiratórios; II. Avaliação de contatos de todos os casos
pulmonares e extrapulmonares; III. Tratamento Diretamente Observado para Equipes que
possuem ACS; IV. Registro adequado e em tempo oportuno da assistência prestada. Os dados
deste ciclo de monitoramento apontam para as dificuldades e particularidades de cada
Unidade de Saúde do Distrito Sanitário Centro Sul. A análise da série histórica, em especial dos
últimos 2 anos (2014 e 2015) registram uma queda no Percentual de cura de 71,8% de 2014
para 60,4% em 2015. Entretanto houve maior captação de casos novos em 2015, sendo 53
casos novos pulmonares com diagnóstico laboratorial, enquanto em 2014, o número de casos
com mesmos critérios, eram de 39. O cálculo do percentual por área de abrangência torna-se
relativo, já que o número absoluto dos casos em análise varia de 1 a 12 casos entre os Centros
de Saúde. Isto permite inferir na questão da qualidade da captação de casos novos
considerando que 1% da população são sintomáticos respiratórios e, destes, espera-se que 4 %
sejam bacilíferos. Em 2014 as Unidades com maior número de casos foi o Centro de Saúde
Carlos Chagas seguido do Centro de Saúde Santa Lúcia e Centro de Saúde Santa Rita de Cássia,
com percentual de cura de 50%, 66,7% e 66,7% respectivamente. Já em 2015 destacam-se o
Centro de Saúde Carlos Chagas, Centro de Saúde Nossa Senhora Aparecida e Centro de Saúde
São Miguel Arcanjo, com percentual de cura de 33,3%, 71,4% e 66,7% respectivamente.
Observa-se que nestes 2 anos de análise, o percentual de cura do CS Carlos Chagas é inferior
aos demais pelo número de abandonos, em especial, dos pacientes que vivem em situação de
rua. Questões importantes são levantadas pela equipe desta Unidade e que precisam ser
compartilhadas com a Rede Assistencial de BH no que diz respeito a notificações de pacientes
em situação de rua que são direcionadas ao CS Carlos Chagas, sem a identificação real dos
pontos de fixação dos mesmos. A análise de 2016 permite a visualização de casos atuais por
área de abrangência. O percentual de abandono sempre será maior que o percentual de cura,
já que casos de abandono se encerram após 31 dias sem a tomada da medicação e os casos
em tratamento serão encerrados em 6 meses no mínimo. Na mesma medida, o ano anualizado
de maio de 2015 a abril de 2016 não poderá ser comparado com anos anteriores em que os
casos já foram encerrados. O tempo de encerramento para o tratamento de TB é de até 9
meses. Assim casos de 2016 iniciados em março e abril terão seu encerramento até outubro e
novembro do mesmo ano, respectivamente. O Comitê Distrital de TB vem avançando na
qualificação dos processos locais de trabalho e faz-se necessário o investimento no aumento
de captação de Sintomáticos Respiratórios, no registro e envio das informações mensais de
pacientes em tratamento seja na Unidade, bem como na rede privada. É preciso ainda manter
52
um fluxo, em tempo oportuno, das informações da assistência prestada na rede secundária e
na rede hospitalar.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 29/09/2016 Responsável pela extração: Liliane
Pires. Análise do Distrito: 05/10/2016. Responsável pela análise: Liliane e Nadja. O Programa
Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) define como meta de qualidade de assistência
85% de cura e até 5% de abandono para os casos de tuberculose. Belo Horizonte apresentou,
nos anos de 2010 a 2014, percentuais em torno de 70% e 15% de cura e abandono
respectivamente, distanciando dos parâmetros do MS. O Distrito Sanitário Leste, no ano
fechado de 2014 e no período anualizado de maio/2015 a abril/2016, apresentou os
percentuais de cura de 64,2% e 46,8% e, abandono de 17% e 11,3% respectivamente.
Analisando estes números, o encerramento dos casos por cura ficou aquém da meta e o
abandono extrapolou o parâmetro. Estes percentuais tornam-se desafio para as equipes de
saúde. Alguns dos casos com tratamento iniciado no período anualizado (maio/2015 a
abril/2016) ainda estão sem fechamento ou apresentam outras formas de encerramento que
não cura e abandono (óbitos, transferência, mudança de diagnóstico, falência de tratamento)
o que podem explicar o baixo percentual de cura. Estes motivos são uma explicação viável
quando analisamos o comportamento da Leste na série histórica de 2010 a 2014. Trabalhar
com estratégias que aumentem a adesão do paciente ao tratamento é fundamental. Hoje, as
equipes de saúde, adotam ações nesta linha, como a gestão do caso, ampliação do acesso,
construção de plano terapêutico, empoderamento do doente transformando-o em ator de seu
tratamento, fortalecimento de vínculo entre o usuário e a equipe de saúde, e transformação
dos familiares em parceiros.
Diante do diagnóstico da tuberculose em população com vulnerabilidades sociais, usuários de
drogas, situação de rua, estas ações ainda se mostram insuficientes, apontando, claramente,
para a necessidade de extrapolar o universo da saúde , criando redes de cuidado
intersetoriais.
- DS NORDESTE: Ao analisarmos o percentual de cura dos casos novos de Tuberculose,
considerando o ano completo de 2014, observamos que foram diagnosticados 51 casos novos
com confirmação laboratorial (Baciloscopia/ Cultura/ TRM-TB positivos). Deste total, 34 casos
realizaram o tratamento e obtiveram cura (66.67%). Considerando o preconizado pelo
Ministério da Saúde, meta de 85% de cura, verificamos que a cada ano que se segue nosso
percentual de cura se distancia do percentual almejado. Ao analisarmos por área de
abrangência, verificamos que o Centro de Saúde Alcides Lins diagnosticou um maior número
de casos de Tuberculose. Este C.S teve 5 casos de cura, correspondendo a quase 15% do total
de casos de cura do DISANE. Outros C.S não apresentaram casos de cura, entretanto não
podemos afirmar que eles não tiveram casos diagnosticados, pois estão inseridos no
denominador (51 casos), situações de encerramento por óbito, transferência e abandono.
- DS NOROESTE: Data Análise: 07/10/2106. Responsável pela análise: Gilvana Urbano
"A análise do indicador de cura de casos novos de tuberculose com confirmação laboratorial
no ano de 2014 (último ano fechado disponível) mostra que houve redução no percentual de
cura em relação ao ano anterior.
53
Essa redução foi em decorrência do elevado número de óbitos, transferências e aumento do
número de abandonos. Não alcançamos a meta de cura que é de 85%.
Em relação ao período anualizado (05/2015 a 04/2016) o percentual calculado não é o real
pois os dados ainda são parciais e temos muitos casos em aberto. Gilvana Urbano outubro/2016"
- DS NORTE: Análise do Distrito: 19/10/2016. Responsável pela análise: Cláudia Macêdo, Ana
Letícia Anjos e Aline Sebastião. "Não foi percebido uma melhora dos indicadores de cura e
abandono para a TB no Distrito Norte e isto se deve a fatores já citados na análise realizada
pelo nível central como a epidemia de Dengue e a particularidade da TB em relação ao
encerramento dos casos; acrescento ainda a pouca visibilidade da TB nos processos de
trabalho das unidades básicas frente a outros agravos. Informo que a GERASA e o GEREPI têm
se empenhado neste objetivo, realizando visitas de discussão de casos e sensibilização dos
profissionais da UBS para este agravo. Citamos, como avanço:
1- a consolidação de 01 profissional de referência por unidade básica de saúde (comitê
distrital norte), profissional este que será o elo entre a Unidade e o GEREPI/GERASA
2- a melhoria na percepção da importância da planilha de sintomáticos respiratórios como
ferramenta para controle da TB, visto que atualmente a quase totalidade dos postos enviam a
planilha mensalmente porém percebemos a necessidade da qualificação desta planilha ou
seja, melhorar a captação do sintomático.
3- Melhoria da articulação com a UPA Norte sobre os casos lá diagnosticados, através da
planilha de monitoramento da TB (MOT).
Como pontos estagnados, citamos:
1- A circulação das informações geradas pelas equipes para o Distrito: ainda é precário o
empoderamento dos profissionais na valorização do preenchimento correto e envio das
informações produzidas durante o atendimento.
2- O acompanhamento dos casos: os mesmos são diagnosticados mas percebe-se que em
algumas unidades, as equipes não estão conseguindo acompanhar todo o tratamento e ás
vezes, só detectam o abandono após a solicitação do GEREPI para o envio da situação de
tratamento.
3- O não registro qualitativo do atendimento no prontuário eletrônico. ou o registro no
prontuario eletronico e não envio da ficha ao Gerepi
4- O fluxo de envio das informações: ainda ocorre o desencontro entre o envio e a chegada das
informações ao GEREPI
Para promover a melhoria do indicador de abandono, acreditamos que Projeto de Ações
Contingenciais de Enfrentamento ao Abandono de Tratamento da Tuberculose, financiado
pelo Ministério da Saúde e acompanhado pela Secretaria de Estado da Saúde de MG será de
fundamental importância pois nos permitirá entender como estamos realizando as ações do
Programa da tuberculose, identificar os problemas e nos auxiliar na busca pelas soluções"
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 28/09/2016. Responsável pela extração: Adriana.
Análise do Distrito: 29/09/2016. Responsável pela análise: Adriana, Evadne, Rita, Lenise, Aline,
Patríca e Regina. No ano de 2015 o município de Belo Horizonte apresentou um percentual de
cura de casos de tuberculose, bacilíferos, de 63,03% e o Distrito Oeste 77,27%. Este percentual
54
é também um dos melhores do Município. Embora a OMS preconize como parâmetro 85% de
cura o Distrito Oeste registrou o maior percentual dos últimos 4 anos, indicando uma melhora
no monitoramento dos casos. Apesar desta melhora, é clara a necessidade de incremento
estabelecendo maior vínculo Paciente – Unidade proporcionando maior adesão ao
tratamento.
A melhoria deste indicador está associada a sensibilização da equipe nas buscas de
sintomáticos respiratórios, avaliação de contatos e acompanhamento do tratamento através
do TDO.
Os casos exigem o empenho da equipe com um trabalho multidisciplinar além da participação
da família e comunidade. As maiores dificuldades para a adesão ao tratamento estão
associadas a dependência de álcool e drogas, exigindo o envolvimento de outros setores.
Analisando os dados anualizados (05/2015 a 04/2016) das 13 unidades que tiveram casos
encerrados por cura, 4 conseguiram 100%, ultrapassando a meta da OMS.
- DS PAMPULHA: Data de extração dos dados: 29/09/2016. Responsável pela extração:
Shirley. Análise: 11/10/2016. Responsáveis pela análise: Camila, Natalia, Shirley e Silvania.
Os dados foram extraídos considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012,
com a alteração dos limites regionais foram incorporadas à Pampulha, três unidades básicas de
saúde/área de abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano).
O percentual de cura de tuberculose variou no período analisado de 50%(2011) a 92,86%
(2015). Em 2015, o percentual de cura foi superior ao índice de Belo Horizonte (63,03%) e
maior que o preconizado pelo Ministério da Saúde (85%). Os dados de 2015 são preliminares,
ainda temos um caso aguardando encerramento. O dado anualizado apresentou percentual de
cura de 54,55%, porém, vários casos de 2016 ainda não foram encerrados, o que
comprometeu a informação.
Nas areas de abrangência, no ano de 2015 os dados variaram de 0,00% (Confisco) a 100,00%
(Dom Orione, Jardim Alvorada, Padre Maia, Santa Rosa, Santa Terezinha, São José, Serrano e
Trevo). Os Centros de Saúde Itamarati, Ouro Preto, Santa Amelia e São Francisco não
notificaram nenhum caso de TB no ano de 2015. O dado anualizado das unidades de saúde
apresentam a mesma variação encontrada no ano de 2015.
Observamos que este indicador vem apresentando melhora ao longo dos anos e acreditamos
ser reflexo dos investimentos que o distrito tem feito através do Comitê Distrital de
Tuberculose, com o acompanhamento de todos os casos notificados independente do local de
tratamento. Avaliamos que as unidades não estão homogeneas e temos tratado cada uma de
forma diferente, conforme o desafio apresentado.
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 25/09/2015. Responsável pela extração:
Eliane. Análise do Distrito: 28/9/16. esponsável pela análise: Eliane e Lilian.
Observamos que o percentual de cura está abaixo da meta esperada pelo Ministério da Saúde,
quando avaliamos o distrito com um todo. Mas se observarmos as unidades separadamente,
verificamos que algumas atingiram a meta, inclusive com 100% de cura dos casos.
Identificamos uma variedade de perfis de pacientes em tratamento, o que acreditamos que
influencia diretamente nos dados de cura e abandono. Um exemplo são os usuários de álcool e
55
outras drogas, ou pessoas em situação de rua, que com frequência não realizam
adequadamente o tratamento.
3.3.2- Percentual de abandono de casos novos de Tuberculose com confirmação laboratorial,
em residentes na área de abrangência do DS.
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 10/10/2016. Data Análise: 11/10/2016.
Responsável pela análise: Luciene Lima (GEREPI-B) / Leonardo Loureiro (GERASA-B). O
indicador de abandono avalia a efetividade do tratamento dos casos de tuberculose. O alto
percentual de abandono, mantém a cadeia de transmissão da doença elevando a incidência da
mesma no território, além de aumentar o risco de ocorrência de cepas de M. tuberculosis
resistentes às drogas de primeira linha, fato que vem aumentando consideravelmente no
Brasil e como exemplo podemos citar dois casos de tuberculose multi-droga-resistente de
residentes do DISAB, um com diagnóstico em 2015 e outro com diagnóstico em 2016. A meta
estipulada pela OMS e Ministério da Saúde para redução da epidemia da doença é um
percentual menor que 5% de abandono de tratamento. O Distrito Barreiro ainda não alcançou
esta meta, apesar dos esforços e execução das ações do Programa de Controle da Tuberculose
pelas Equipes de Saúde da Família. Os percentuais de abandono no período de 2010 a 2013
são oscilantes sendo: 2010 (16,67%), 2011 (21,88%), 2012 (12,20%), 2013 (6,45%) e no ano de
2014 para a forma pulmonar e pulmonar + extrapulmonar um percentual de 13,68, valores
que estão entre a média apresentada também por BH, MG e Brasil. Visando a melhoria
assistencial e redução dos índices de abandono, a GEREPI e GERASA, realiza reuniões com as
ESF para discutir dados e ações em relação aos casos de tuberculose. Os casos com maior
complexidade são discutidos pelo Grupo Técnico Distrital de Tuberculose com apoio da
GEAS/SMS. Os motivos relacionados ao abandono são individuais, complexos e diversificados.
Consideramos que o maior desafio é implicar o sujeito no conhecimento, aceitação da doença
e responsabilização e adesão ao tratamento.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 14/10/2016. Responsável pela extração:
Simone Palmer. Data Análise: 14/10/2016. Responsáveis pela análise: Lígia e Simone. Meta:
5%. Este é um indicador que expressa os desafios para a equipe de saúde no tratamento dos
casos novos e bacilíferos e as suas implicações na cadeia epidemiológica da Tuberculose,
favorecendo a transmissão e o risco do aumento de casos de TB DR (TB Droga Resistente). Nos
anos de 2014 e 2015, o Distrito Sanitário Centro Sul registrou o percentual de abandono de
20,5% e 24,5%, respectivamente. Em números absolutos estes dados representam 8 e 13
casos, sendo que o Centro de Saúde Carlos Chagas se destaca em função dos pacientes em
situação de rua. Sabe-se que a pessoa em situação de rua tem 44 vezes maior risco de adoecer
por TB em um contexto de vida onde o autocuidado é negligenciado com baixa adesão ao
tratamento e exposição ao uso de álcool e outras drogas. Há um número de pacientes em
situação de rua, atendidos em Pronto Atendimento, que são referenciados para o CS Carlos
Chagas, entretanto não tem ponto de fixação na área de abrangência da Centro Sul. Esta
questão tem colaborado para que o percentual de abandono desta Unidade seja mais elevado
que o real. Em 2014 o percentual de abandono do CS Carlos Chagas foi de 37,5% e em 2015 se
eleva para 44,4%. Há necessidade de acordar com a Gestão da Assistência e da Vigilância a
56
pactuação de fluxo e de georreferenciamento, com o objetivo de que estes pacientes tenham
o tratamento adequado, mesmo diante de todos os desafios vivenciados por esta população.
Em áreas de risco elevado, o número de casos de abandono tem maior expressividade em
relação aos casos que residem no baixo risco. É importante ressaltar que os casos novos do
baixo risco são, em sua maioria, TB extrapulmonar e que não tem critérios para análise neste
indicador. Para análise local de todos os Centros de Saúde sugerimos que sejam resgatados e
avaliados todos os casos de abandono, lembrando que pacientes que reingressam após
abandono para novo tratamento exigem maior vigilância sob o risco de tornar-se TBDR. Casos
isolados e complexos são discutidos no Comitê Distrital de TB com estabelecimento de
estratégias de evitar novos abandonos. Avalia-se que avanços nos processos locais da
assistência e vigilância são consequências do empenho das referências locais na qualificação
do cuidado e no investimento na educação permanente dos profissionais.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 29/09/2016. Responsável pela extração: Liliane
Pires. Análise do Distrito: 05/10/2016. Responsável pela análise: Liliane e Nadja. O Programa
Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) define como meta de qualidade de assistência
85% de cura e até 5% de abandono para os casos de tuberculose. Belo Horizonte apresentou,
nos anos de 2010 a 2014, percentuais em torno de 70% e 15% de cura e abandono
respectivamente, distanciando dos parâmetros do MS. O Distrito Sanitário Leste, no ano
fechado de 2014 e no período anualizado de maio/2015 a abril/2016, apresentou os
percentuais de cura de 64,2% e 46,8% e, abandono de 17% e 11,3% respectivamente.
Analisando estes números, o encerramento dos casos por cura ficou aquém da meta e o
abandono extrapolou o parâmetro. Estes percentuais tornam-se desafio para as equipes de
saúde. Alguns dos casos com tratamento iniciado no período anualizado (maio/2015 a
abril/2016) ainda estão sem fechamento ou apresentam outras formas de encerramento que
não cura e abandono (óbitos, transferência, mudança de diagnóstico, falência de tratamento)
o que podem explicar o baixo percentual de cura. Estes motivos são uma explicação viável
quando analisamos o comportamento da Leste na série histórica de 2010 a 2014. Trabalhar
com estratégias que aumentem a adesão do paciente ao tratamento é fundamental. Hoje, as
equipes de saúde, adotam ações nesta linha, como a gestão do caso, ampliação do acesso,
construção de plano terapêutico, empoderamento do doente transformando-o em ator de seu
tratamento, fortalecimento de vínculo entre o usuário e a equipe de saúde, e transformação
dos familiares em parceiros. Diante do diagnóstico da tuberculose em população com
vulnerabilidades sociais, usuários de drogas, situação de rua, estas ações ainda se mostram
insuficientes, apontando claramente para a necessidade de extrapolar o universo da saúde,
criando redes de cuidado intersetoriais.
- DS NORDESTE: Ao analisarmos o percentual de abandono dos casos novos de Tuberculose,
considerando o ano completo de 2014, observamos que foram diagnosticados 51 casos novos
com confirmação laboratorial (Baciloscopia/ Cultura/ TRM-TB positivos). Deste total, 9 casos
iniciaram o tratamento e abandonaram (17,65%). Considerando o preconizado pelo Ministério
da Saúde, meta de 5% de abandono, verificamos que a cada ano que se segue nosso
percentual de abandono se distancia do percentual almejado. Em 2014 tivemos o percentual 3
vezes maior que a meta preconizada. De acordo com a série histórica 2012 a 2014,
observamos que em 2012, ocorreram 6 casos (9,68%) de abandono e 4 casos (8,51%) em 2013
(redução de 33,33%). Entretanto 2014 tivemos um aumento significativo do percentual de
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abandono ao tratamento, com 50% de aumento comparando 2013 e 2014. Ao analisarmos por
área de abrangência, verificamos que o Centro de Saúde Goiânia apresenta um maior número
de casos de abandono, com percentual 33,33% do total de casos de abandono do DISANE.
- DS NOROESTE: Data Análise: 07/10/2016. Responsável pela análise: Gilvana Urbano.
Os dados analisados em relação ao percentual de abandono de casos novos de tuberculose,
com confirmação laboratorial mostram que ultrapassamos o percentual de 5% que é a meta
preconizada pelo Ministério da Saúde.
No estudo de cada caso de abandono, provavelmente a meta não alcançada tem relação com
o perfil dos pacientes, sendo a maioria usuários de drogas, etilistas e em situação de rua, o que
dificulta o tratamento e a realização do TDO.
- DS NORTE: Análise do Distrito: 19/10/2016. Responsável pela análise: Cláudia Macêdo, Ana
Letícia Anjos e Aline Sebastião. Não foi percebido uma melhora dos indicadores de cura e
abandono para a TB no Distrito Norte e isto se deve a fatores já citados na análise realizada
pelo nível central como a epidemia de Dengue e a particularidade da TB em relação ao
encerramento dos casos; acrescento ainda a pouca visibilidade da TB nos processos de
trabalho das unidades básicas frente a outros agravos. Informo que a GERASA e o GEREPI têm
se empenhado neste objetivo, realizando visitas de discussão de casos e sensibilização dos
profissionais da UBS para este agravo. Citamos, como avanço:
1- a consolidação de 01 profissional de referência por unidade básica de saúde, profissional
este que será o elo entre a Unidade e o GEREPI/GERASA
2- a melhoria na percepção da importância da planilha de sintomáticos respiratórios como
ferramenta para controle da TB, visto que atualmente a quase totalidade dos postos envia a
planilha mensalmente porém percebemos a necessidade da qualificação desta planilha ou
seja, melhorar a captação do sintomático.
3- Melhoria da articulação com a UPA Norte sobre os casos lá diagnosticados, através da
planilha de monitoramento da TB (MOT).
Como pontos estagnados, citamos:
1- A circulação das informações geradas pelas equipes para o Distrito: ainda é precário o
empoderamento dos profissionais na valorização do preenchimento correto e envio das
informações produzidas durante o atendimento.
2- O acompanhamento dos casos: os mesmos são diagnosticados mas percebe-se que em
algumas unidades, as equipes não estão conseguindo acompanhar todo o tratamento e ás
vezes, só detectam o abandono após a solicitação do GEREPI para o envio da situação de
tratamento.
3- O não registro qualitativo do atendimento no prontuário eletrônico.
3- O fluxo de envio das informações: ainda ocorre o desencontro entre o envio e a chegada das
informações ao GEREPI
Para promover a melhoria do indicador de abandono, acreditamos que Projeto de Ações
Contingenciais de Enfrentamento ao Abandono de Tratamento da Tuberculose, financiado
pelo Ministério da Saúde e acompanhado pela Secretaria de Estado da Saúde de MG será de
fundamental importância pois nos permitirá entender como estamos realizando as ações do
Programa da tuberculose, identificar os problemas e nos auxiliar na busca pelas soluções.
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- DS OESTE: Data de extração dos dados: 28/09/2016. Responsável pela extração: Adriana.
Análise do Distrito: 29/09/2016. Responsável pela análise: Adriana, Evadne, Rita, Lenise,
Aline, Patríca e Regina. No ano de 2015 o município de Belo Horizonte apresentou um
percentual de abandono de casos tuberculose, bacilíferos, de 14,85%. O Distrito Oeste
apresentou um percentual de 6,82, sendo um dos menores registrados dos últimos 5 anos.
Mesmo não atingindo o parâmetro estabelecido pela OMS (menor que 5%), verifica-se uma
diminuição do abandono, apontando para uma melhoria significativa do acompanhamento dos
casos. Os desafios são muitos, posto que o abandono do tratamento está associado a
pacientes com dependência de drogas lícitas e ilícitas. Inúmeros esforços e ações conjuntas
com o Comitê Distrital de Enfrentamento da Tuberculose e Hanseníase Oeste têm sido
realizados. O Comitê reúne, mensalmente, com o objetivo de verificar o tratamento e a adesão
dos pacientes (se necessário são realizadas recomendações ao centro de saúde). Visitas
conjuntas da GEAS, GERASA, GEREPI com os CS também são realizadas visando à melhoria do
acompanhamento e adesão ao tratamento de tuberculose, dos residentes na área de
abrangência do DS Oeste. Além disto, estabelecera parcerias com o Consultório de Rua e NASF
e o sistema prisional, possibilitando um melhor acompanhamento de pacientes notoriamente
resistentes ao tratamento.
- DS PAMPULHA: Data de extração dos dados: 29/09/2016. Responsável pela extração:
Shirley. Análise: 11/10/2016. Responsável pela análise:Camila, Natalia, Shirley e Silvania. Os
dados foram extraídos considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012,
com a alteração dos limites regionais foram incorporadas à Pampulha, três unidades básicas de
saúde/área de abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano).
O número de abandono na Pampulha variou de 3,23% (2014) a 21,43 (2011). Em 2015 o
percentual foi de 7,14%, menor que o de Belo Horizonte (14,75%) , porém, acima do
preconizado pelo Ministério da Saúde (5%).
O dado anualizado apresentou 9,09% de abandono, superior ao ano de 2015, ressaltamos que
estes dados são preliminares e casos precisam ser encerrados para uma informação mais
fidedigna.
Em 2015, o único caso considerado como abandono da Pampulha ocorreu na área de
abrangência do C.S. Confisco. Trata-se de uma mudança de diagnóstico.
Os dados de abandono da Pampulha tem apresentado flutuação ao longo dos anos e isto pode
ser explicado pela mudança no perfil dos pacientes em tratamento de TB.
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 25/09/2015. Responsável pela extração:
Eliane. Análise do Distrito: 28/9/16. Responsável pela análise: Eliane e Lilian. Observamos
que o percentual de abandono está acima da meta estipulada pelo Ministério da Saúde em
50% das unidades. Mas se observarmos o período anualizado, apenas 4 possuem pacientes
que abandonaram o tratamento. Assim como no indicador acima, identificamos uma
variedade de perfis de pacientes em tratamento, o que acreditamos que influencia
diretamente nos dados de cura e abandono. Uma situação específica nos chama atenção neste
período do monitoramento que são os pacientes que, durante o tratamento, ficaram privados
de liberdade e estão sob os cuidados do Sistema Prisional. Nestes casos, há dificuldade do
retorno da informação, tanto pelos familiares, quanto pelo próprio serviço. Assim, estes casos
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ficam encerrados como abandono. Outro exemplo são os pacientes que informam um
endereço de Venda Nova, mas não residem na área e não conseguimos o verdadeiro
endereço, fazendo com que o caso fique no endereço informado na notificação. Destacamos
outro ponto que é o período definido para a Anualização. Os dados do período anualizado
estão abaixo do esperado, pois os casos com diagnóstico da doença em abril, ainda não
concluiram o tratamento.
3.3.3- Incidência de Sífilis Congênita em menores de um ano.
- DS BARREIRO: Responsável pela extração: Maria Eugênia Dias. Data Análise: 07/10/2016.
Responsável pela análise: Leise Amaral, Marcia Viotti e M. Eugênia Dias. O parâmetro
estabelecido pelo Ministério da Saúde e OPAS para o controle da doença é taxa de incidência
igual ou menor que 0,5% de casos em 1.000 nascidos vivos. Baseado nestes critérios, vemos
que somente 2 UBS atingiram esta meta, mas, percebemos que não houve nenhuma
notificação de caso no período. Isso pode ser atribuído ao fato de que estas unidades têm
muitas usuárias realizando seu parto em serviço de saúde suplementar, sendo alto o índice de
subnotificação nestes serviços. Por ser a sífilis uma doença sexualmente transmissível evitável
e de fácil tratamento, a existência de casos de sífilis congênita é resultado de falha no
diagnóstico e tratamento dos casos existentes. Isso se deve à baixa oferta do exame de VDRL
para a população sexualmente ativa e vulnerável à DST, desconhecimento de status sorológico
para a sífilis, não realização de exame para controle de cura pós-tratamento, dificuldade de
captação e tratamento concomitante das parcerias sexuais. Com o objetivo de
incrementarmos nossa meta, tem sido realizada a investigação de 100% dos casos notificados,
afim de identificar nós críticos e interromper a cadeia de transmissão. Torna-se urgente
implementar melhoras nas ações de educação sexual, com incentivo ao uso de preservativos;
conscientização da população da importância do tratamento adequado e dos riscos/sequelas
da doença; além de reciclagem dos profissionais da saúde que assistem essa população.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 14/10/2016. Responsável pela extração:
Simone Palmer. Data Análise: 14/10/2016. Responsáveis pela análise: Gabriela e Simone.
Meta: 0,5 por mil nascidos vivos. Este indicador permite a interpretação do risco de ocorrência
de sífilis congênita (SC) por transmissão vertical do Treponema pallidum, favorecendo a equipe
da APS estabelecer ações de prevenção e controle de sífilis congênita através da qualificação
do processo de captação, abordagem e cuidado no pré-natal. Para análise do 3º Ciclo de
monitoramento dos indicadores, os dados extraídos por períodos sequenciais apontam
aspectos relevantes dos territórios da Centro Sul, destacando características e contextos
específicos das Unidades de Saúde. Observa-se um aumento no número absoluto de casos de
SC no ano de 2015 em relação ao período anualizado de maio de 2015 a abril de 2016, de 15
casos para 20 casos, respectivamente, bem como da Incidência nos mesmos períodos, de 5,1
por mil nascidos vivos em 2015 para 6,9 por mil nascidos vivos entre maio de 2015 a abril de
2016. Ao analisar por territórios, é evidente o maior número de casos no Território 1 que é
constituído pelos Centros de Saúde Cafezal, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de
Fátima, Padre Tarcísio e São Miguel Arcanjo com 60% dos casos em 2015 e 55% dos casos no
período anualizado. O Território 2 registra 26,6% em 2015 e 30% no período anualizado,
60
destacando o Centro de Saúde Santa Lúcia com maior número de casos em ambos períodos.
Com menor percentual e número absoluto de casos está o Território 3, mesmo com os casos
do Centro de Saúde Carlos Chagas, que supostamente deveria se destacar em função de
pacientes em situação de rua. É importante citar que as notificações de Sífilis Congênita têm
como Fontes Notificadoras as Maternidades do SUS, onde nascem as crianças vinculadas com
as equipes de saúde da APS. Para a Centro Sul, cerca de 78,6% da população é de Baixo Risco, a
análise da incidência de SC para todo território é limitada pela subnotificação de possíveis
casos atendidos na rede privada. Para a maioria das equipes, o maior desafio tem sido a
captação, abordagem e adesão ao tratamento das parcerias sexuais. Embora, o acesso e o
diagnóstico (teste rápido e VDRL) sejam ofertados e a Penicilina esteja disponível para
gestantes e parceiros, ainda assim, há o aumento dos casos de gestantes com sífilis que se
reinfectam no período gestacional. Mesmo com o conhecimento dos nós críticos, a
participação de referências locais no Comitê Distrital tem sido muito positiva na construção
dos processos assistenciais qualificando o cuidado desde a captação precoce das gestantes ao
monitoramento da gestante, parceiros e criança após o parto. A Educação Permanente e a
aproximação da equipe do Distrito e da SMSA junto à APS, bem como o entendimento do
contexto e das particularidades de cada área de abrangência, permitirá uma análise coletiva e
o estabelecimento de estratégias para o enfrentamento e controle da Sífilis.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 23/09/2016. Responsável pela extração: Elffie de
Andrade. Análise do Distrito: 06/10/2016. Responsável pela análise: Elffie. Ao comparar a
incidência de casos notificados nas unidades básicas de saúde da Leste nos anos de 2014 e
2015 podemos perceber uma queda de 3,12%. Dentre os fatores que podem explicar a
diminuição da incidência destaca-se o diagnóstico precoce com tratamento adequado da
gestante e do parceiro. Porém apesar da queda a incidência de sífilis congênita nas unidades
de saúde da Leste ainda é elevada, considerando que a meta da OMS é de 0,5% para cada
1000 nascidos vivos, uma vez que existem métodos eficazes de baixo custo e fácil uso para
prevenção e controle da Sífilis Congênita. Vale a pena ressaltar que o número de notificação de
abortos e natimortos relacionados à Sífilis ainda é pequeno devido a subnotificação.
- DS NORDESTE: Percebe-se um elevado índice de Sífilis Congênita no Distrito NE no anualizado
de 2015/2016, que se manteve no 2º Quadrimestre de 2015/2016. A elevada Incidência de
Sífilis Congênita deve-se às dificuldades do acompanhamento e tratamento adequado das
gestantes com Sífilis pela assistência básica no pré-natal. Devemos ressaltar que o critério
diagnóstico de Sífilis Congênita é muito sensível, e que os profissionais da Maternidade Sofia
Feldman têm supranotificado casos de Sífilis Congênita baseando-se em dados laboratoriais,
sem valorizar evidências de tratamentos de sífilis realizados anteriormente.
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 06/10/16. Responsável pela extração: Flávia e
Maíra. Análise do Distrito: 13/10/16. Responsável pela análise: Flávia e Maíra.
A incidencia de Sifilis Congenita em menores de 1 ano, no 2º quadrimestre de 2016, tem como
numerador o número de casos notificados de sifilis congênita no periodo de maio a agosto de
2016 (6 casos) e o denominador o numero de nascidos vivos (NV) do mesmo período (n= 717).
As incidências anteriores referem-se a cálculos anuais, portanto a incidência do 2º
quadrimestre não pode ser comparada com as outras.
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A incidencia de 2015 é maior que a dos anos anteriores e se deve a vários fatores, tais como:
melhoria da assistência do pré-natal, parto e puerpério, aumento das notificações,
principalmente hospitalares.
As UBS não têm notificado casos suspeitos de Sífilis Congênita durante os atendimentos da
puericultura, provavelmente supondo que a rede de assistência ao parto já tenha notificado.
O Comitê Distrital de prevenção da Transmisssão Vertical da Sífilis, HIV e Hepatite Viral B e C,
que monitora e investiga junto às UBS, sugere que as ESF, ao identificar um RN suspeito de
Sífilis Congênita notifiquem e registrem no SISREDE as anotações do sumário de alta hospitalar
do RN e o acompanhamento feito pelas UBS.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 30/09/2016. Responsável pela extração: Dirce
Braga. Análise do Distrito: 18/10/2016. Responsável pela análise: Dirce Braga e Juliana
Pontes. Os dados apresentados referem – se aos casos notificados de sífilis congênita no
distrito sanitário Norte, que se enquadram nos critérios epidemiológicos para fins de vigilância.
Portanto, estes casos são criteriosamente investigados e analisados, visando detectar
problemas, bem como a adoção de medidas de intervenção para redução do referido agravo.
Na série histórica de 2010 a 2015, ocorreu significativo aumento de casos, a incidência foi de
2,22, em 2010, para 18,46 casos, em 2015, por 1000 nascidos vivos, respectivamente. Também
nos dados do 1º e 2º quadrimestre de 2016, verifica - se a tendência ao aumento na
incidência. Diante disso, considera- se como possibilidades para estes resultados, a melhoria
na notificação dos casos, pelas maternidades e uma fragilidade do exercício dos protocolos de
assistência a gestente.
Como sabemos, a prevenção da sífilis congênita pode ser realizada com ações relativamente
simples, de baixo custo e altamente eficazes. No entanto, ainda é necessário investir no
exercício dos protocolos de assistência a gestante, bem como na assistência a sífilis adquirida,
para que tenhamos uma eliminação sustentada da sífilis congênita.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 27/09/16. Responsável pela extração: Gabriela.
Análise do Distrito: 27/09/16. Responsável pela análise: Gabriela, Rita, Evadne, Aline, Patríca
e Regina. No Município de Belo Horizonte observa-se uma tendência de elevação da incidência
de sífilis congênita de 7,47/1.000 nascidos vivos (2014) para 10,11/1.000 nascidos vivos (2016).
No Distrito Oeste, observa-se esta mesma tendência aumentando de 5,92/1.000 nascidos vivos
(2014) para 7,40/1.000 nascidos vivos (2016). A meta do milênio da OMS, para 2015, era a
redução para 1 caso a cada 1000 nascidos vivos. O pleno funcionamento do comitê distrital
pode ter contribuído parcialmente para a melhoria da notificação, justificando o aumento de
casos. Entretanto, em análise pareada ao aumento expressivo do número de casos de sífilis
adquirida no mesmo período, pode-se inferir que existe um real aumento da incidência de
sífilis congênita no DISA-O.
Os dados da regional Oeste refletem o aumento da incidência e as dificuldades encontradas
pelo município. Observam-se duas principais dificuldades encontradas no enfrentamento da
prevenção de sífilis congênita: 1) abordagem do(s) parcerio(s) sexual(is) durante a gestação e
2) abordagem das gestantes em trajetória de rua. Em relação ao tratamento do parceiro,
condição indispensável para que o tratamento da gestante seja considerado adequado, notase a dificuldade na abordagem do mesmo tanto pela equipe de saúde, quanto pela própria
62
gestante, com mínima adesão ao pré-natal do Homem e com a permanência da possibilidade
de reinfecção ao longo da gestação. Em relação a gestantes com trajetória de rua ou
vulnerabilidade social, observa-se que o tratamento inadequado da sífilis (ou a detecção tardia
da doença) é parte da não adesão (ou adesão irregular) ao pré-natal, fruto da dificuldade de
comparecer à unidade ou da trajetória itinerante das mesmas. Observa-se que as maiores
incidências são encontradas nas unidades com maior população vulnerável. Na Oeste tem-se a
importante parceria do Consultório de Rua na abordagem destas gestantes.
O preenchimento da ficha de monitoramento de sífilis na gestante pelo profissional do CS é
fundamental para a detecção precoce e a vigilância das gestantes pelo distrito.
- DS PAMPULHA: Data de extração dos dados: 29/09/2016. Responsável pela extração:
Shirley.
Análise do Distrito: 11/10/2016. Responsável pela análise: Camila, Natalia, Shirley e Silvania.
Os dados foram extraídos considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012,
com a alteração dos limites regionais foram incorporadas à Pampulha, três unidades básicas de
saúde/área de abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano). No período analisado, a taxa
de incidência de sífilis congênita em menores de um ano apresentou tendência ascendente,
variando entre 0,81 (2011) a 6,23 (2014). Chama atenção o aumento da incidência de 59,07%
entre os anos de 2013 e 2014. Em 2015 na Pampulha foram notificados 14 casos, com
incidência 4,26 por 1.000 nascidos vivos, menor que a incidência de Belo Horizonte (9,20). A
incidência nas áreas de abrangência da Pampulha para o período anualizado variou de 0,00
(Dom Orione, Itamarati e São Francisco) a 13,89 (Jardim Alvorada).
A sífilis congênita é um agravo 100% evitável, desde que a gestante seja identificada e as
medidas recomendadas sejam tomadas. O Brasil, seguindo recomendações da Organização
Pan-Americana da Saúde (OPAS) /Organização Mundial da Saúde (OMS), tem como proposta a
eliminação da sífilis congênita, com meta de redução da incidência para ≤0,5 caso por 1.000
nascidos vivos (BRASIL, 2016).
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 13/10/2016. Responsável pela extração:
Luciana. Análise do Distrito. Data: 13/10/2016. Responsável pela análise: Lilian. Observamos
um aumento no número de casos de Sífilis Congênita em Venda Nova, quando comparamos o
1° quadrimestre com o 2° quadrimestre de 2016. Se fizermos uma análise por Centro de
Saúde, em relação ao número de casos em 2015, verificaremos que tivemos um registro, de
pelo menos 1 caso, em quase todas as unidades, exceto Andradas e Serra Verde. Uma outra
análise é possível de ser realizada, que é a Incidência Anualizada para cada Centro de Saúde.
Neste caso, aqui está o número de casos e incidência no período de maio de 2015 a abril de
2016. Levando em consideração este período de análise, verificamos que todas as unidades
possuem registro de pelo menos 1 caso de sífilis congênita. É válido ressaltar que este
indicador reflete a assistência ao pré-natal e adesão das pacientes ao tratamento. A sífilis
congênita ocorre devido ao não tratamento adequado da gestante, ou à não identificação da
sífilis na gestante. Entendemos as dificuldades que existem relacionadas ao tratamento do
parceiro e da própria gestante. Outra observação válida a ser destacada é que, nem todos os
casos notificados de sífilis congênita, serão de fato confirmada a doença. Os casos aqui
registrados são de casos notificados no SINAN, mas nem todos com confirmação da doença na
criança. Acreditamos que após as devidas investigações, este número possa diminuir.
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3.3.4- Percentual de gestantes com diagnóstico de sífilis realizado durante o pré-natal.
- DS BARREIRO: Responsável pela extração: Maria Eugênia Dias. Data Análise: 07/10/2016.
Responsável pela análise: Leise Amaral, Marcia Viotti e M. Eugênia Dias. No período de jan a
ago/2016 tivemos 29 casos de sífilis em gestantes no distrito do Barreiro, sendo que destes,
somente 3 casos, que correspondem a 10%, foram diagnosticados na maternidade, o que
mostra uma realidade diferente e muito melhor do que a identificada no município. Tivemos
como ação implementada no ano anterior, a criação de um cartão de controle do tratamento,
e acreditamos que isto possa ter impactado de forma positiva, junto a outras ações de
sensibilização e educação em saúde realizados junto às unidades. Apesar do diagnóstico da
sífilis na gestação estar num patamar satisfatório, ainda é grande a dificuldade no tratamento
das parcerias sexuais, provocando o risco de reinfecção e de sífilis congênita. Devemos manter
um olhar atento ao controle e realização dos exames da gestante durante o pré-natal.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 14/10/2016. Responsável pela extração:
Simone Palmer. Data Análise: 14/10/2016. Responsável pela análise: Gabriela e Simone.
Meta: 80%. O diagnóstico precoce de sífilis no período gestacional, depende da captação da
gestante no primeiro trimestre da gravidez que permite a abordagem e orientações quanto ao
autocuidado, em especial para Sífilis, cujos casos tem aumento em número e em notificações.
Este indicador permite medir o número de gestantes diagnosticadas com sífilis no pré-natal em
relação ao total de gestantes com o mesmo agravo no mesmo período e local. Algumas
estratégias são propostas para diminuir o número de casos de sífilis na gestação e dentre elas
tem destaque ações que possam identificar a sífilis em mulheres e homens antes mesmo de
uma possível gravidez. Observa-se uma melhora de captação no período pré-natal pelas
equipes das unidades básicas, considerando a necessidade do cumprimento das
recomendações relativas ao rastreamento e tratamento da vigilância da Sífilis na APS. No
processo de extração de dados foi importante identificar as gestantes diagnosticadas no prénatal até 30 dias antes do parto. Para qualificar esta informação foi preciso avaliar a data do
diagnóstico e a data do parto no banco do SINASC ou no SISREDE, já que na ficha do SINAN da
gestante não há registro da data do parto. Com os resultados, os dados do Distrito foram
diferentes dos dados disponibilizados pelo nível Central. Para 2015, de 25 gestantes
notificadas com sífilis, 75,8% foram diagnosticadas no PN, seja no PN habitual ou no PNAR. Já
no período de maio de 2015 a abril de 2016, de 42 gestantes notificadas com sífilis, 80,8%
tiveram seu diagnóstico no PN. Estas informações apontam para um aumento, em número
absoluto, de casos de sífilis em gestante e o empenho de diagnóstico no PN. Nos períodos
analisados, as unidades com maior número de casos foram o CS Cafezal, CS Santa Lúcia e CS
São Miguel Arcanjo, unidades onde há maior vulnerabilidade social com equipes da ESF. São
pacientes vinculadas ao SUS BH. Já nas unidades que atendem o Baixo Risco, o número de
casos é menor, porém há possibilidade de sub registro das gestantes atendidas na rede
privada. Há um investimento real das referências locais que participam do Comitê Distrital em
buscar precocemente estas gestantes e parceiros para tratamento e monitoramento. Porém o
tratamento das parcerias sexuais tem sido o maior desafio para a diminuição da sífilis
congênita, mesmo com acesso facilitado aos exames e a disponibilização da Penicilina. Outras
estratégias assistências e de vigilância em parceria com outros setores precisam ser pensadas
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pois, os casos de Sífilis Adquirida, Sífilis em Gestante e a Sífilis Congênita apresentam a cada
ano um aumento importante de casos.
- DS LESTE: Análise do Distrito: 06/10/2016. Responsável pela análise: Elffie. A Sífilis é um
problema de saúde pública que se adquirida durante a gestação pode causar aborto, morte
fetal, além de cegueira, surdez, deficiência mental e má formação fetal. Durante o pré-natal
(PN) há duas oportunidades de diagnóstico de diagnóstico de Sífilis na Gestante, na rotina de
exames da primeira consulta de PN e no início do terceiro trimestre, possibilitando o
tratamento e evitando a Sífilis Congênita. As Unidades Básicas da Leste tiveram em média 50%
do diagnóstico no momento do parto. Essa elevada porcentagem indica uma fragilidade da
Atenção Básica na captação das gestantes.
- DS NORDESTE: Percebe-se que cerca de 90% das gestantes notificadas por Sífilis tanto no
anualizado de 2015/2016, assim como no 2º quadrimestre de 2016, tiveram o seu diagnóstico
realizado no pré-natal. Este dado revela que os profissionais da assistência estão mais sensíveis
para o diagnóstico e notificação da Sífilis em Gestante. Contudo as gestantes apesar de serem
diagnosticadas no pré-natal, não são adequadamente acompanhadas e tratadas pelas USF's,
por vários motivos: Gestantes que não aderem ao pré-natal, captação tardia, usuárias de
drogas, moradoras de rua, população privada de liberdade, parceria sexual que não adere ao
tratamento, sexo desprotegido.
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados:11/10/16. Responsável pela extração: FÁVIA e
MAÍRA. Análise do Distrito: 13/10/16. Responsável pela análise: Flávia, Maíra.
Este Indicador aponta para a importância dos resultados das ações pactuadas e proconizadas
que ampliam e qualificam o acesso ao prenatal, parto e puerpério. No Distrito Noroeste, o
diagnóstico de Sífilis no PN anual não apresentou alteração e no 2º quadrimestre o que se
esperaria seria igual ou maior que o anual. Em 2015 foram 54 gestantes, sendo que 3 delas
não tiveram o diagnostico no PN (segundo as fichas de investigação de sifilis em gestante),
notificadas respectivamente pelo HOB e Hospital Sofia Feldmann por ocasião do parto. São
residentes das áreas de abrangência do C.S. Sao Cristóvão, Bom Jesus e Ermelinda.
Recomendamos incremento na captação precoce das gestantes, que as ESF tenham uma
listagem das gestantes acompanhadas tanto na UBS quanto as referenciadas para o Alto Risco,
para monitoramento e busca ativa das faltosas às consultas e exames. Também
recomendamos: identificação, abordagem, contato e registros de Nome, exames, tratamento
e situação dos parceiros (ex.: cumprindo pena em....) no prontuário da gestante.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 30/09/2016. Responsável pela extração: Dirce
Braga
Análise do Distrito: 19/10/2016. Responsável pela análise: Dirce Braga e Juliana Pontes.
O diagnóstico precoce e o tratamento adequado da sífilis em gestante e de sua parceria sexual,
implica diretamente na redução de casos de sífilis congênita. O diagnóstico quando realizado
na maternidade, pode representar alguma deficiência no processo de vigilância. Ao avaliarmos
o percentual de gestantes, do Distrito Sanitário Norte, que realizaram diagnóstico de sífilis no
pré -natal, verificamos que, nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2014 ocorreu uma média de 57%
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de identificação da doença no pré-natal. Nas análises de 2013 e 2015, verificamos uma média
de 29 %. Estes dados ainda não são os desejados, pois é recomendado que no mínimo 80% dos
diagnósticos de sífilis na gestante, sejam realizados no pré-natal. Além desta avaliação,
devemos considerar alguns fatores que limitam a interpretação deste indicador, como a sub
notificação dos casos, dificuldades no diagnóstico e a capitação tardia da gestante para o PréNatal e subutilização dos recursos, como os testes rápidos.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 29/09/16. Responsável pela extração: Gabriela.
Análise do Distrito: 22/11/16. Responsável pela análise: Gabriela, Rita, Evadne, Aline, Patríca
e Regina. Esse indicador reflete a porcentagem de gestantes com sífilis que receberam o
diagnóstico durante o pré-natal no CS. O Município tem apresentado melhoria no percentual
de gestantes diagnosticadas durante o pré-natal de 43,4% em 2010 para 62,3%. O Distrito
Oeste é o que apresenta o melhor percentual de acompanhamento deste indicador no
município (2016). Este resultado é fruto de ações conjugadas do comitê distrital de prevenção
à transmissão vertical e dos profissionais pré-natalistas. Os CS que não apresentaram 100% de
diagnóstico justificam-se pelo fato de muitas gestantes não realizarem o acompanhamento de
pré-natal no CS (rede suplementar, gestante em situação de rua, mudança para área de
abrangência no final do pré-natal, gestantes com mudanças freqüentes de endereço). São
necessários esforços conjugados de equipe multidisciplinar para abranger as pacientes com
baixa adesão ao pré-natal, população passível de receber o diagnóstico e tratamento ainda
durante a gestação. A obrigatoriedade na notificação para aplicação da penicilina benzatina,
instituída em 2016, contribuirá para melhoria deste acompanhamento.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Shirley, Natalia e Camila. Responsável pela
análise: Camila, Natalia e Shirley. Os dados foram extraídos considerando a delimitação da
regional no ano analisado. Em 2012, com a alteração dos limites regionais foram incorporadas
à Pampulha, três unidades básicas de saúde/área de abrangência (Jardim Alvorada, São José e
Serrano). Em 2015 a Pampulha notificou 31 casos de gestantes com diagnóstico de sífilis,
desses 17 (54, 83%) ocorreram durante o pré-natal nas unidades básicas de saúde, percentual
pouco acima do encontrado em Belo Horizonte (51,5%). Os centros de saúde Confisco e Trevo
fizeram o diagnóstico de sífilis no pré-natal em 40% e 60% das gestantes respectivamente. Os
centros de saúde Dom Orione, Itamarati, Jardim Alvorada, Santa Amélia, São José e Serrano,
diagnosticaram 100% das gestantes com sífilis durante o pré-natal, no ano de 2015.
Aproximadamente metade das gestantes da Pampulha tiveram o diagnóstico de sífilis no
momento do parto, com perda de oportunidades para prevenção da sífilis congênita.
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 05/10/2016. Responsável pela extração:
Luciana / GEREPI. Análise do Distrito: 06/10/2016. Responsável pela análise: Lilian.
Observamos em Venda Nova que, em média, 40% dos diagnósticos de sífilis em gestantes não
são realizados durante o pré-natal. As notificações mais recorrentes são de maternidades que
atenderam a gestante e, não havia registro de diagnóstico e tratamento da doença durante o
pré-natal. Se avaliarmos as causas, podemos citar que, nem todos os casos de sífilis em
gestante, identificado pela equipe, é notificado. Neste caso, quando a gestante procura a
maternidade e os exames são realizados, a notificação é feita por este serviço. Se analisarmos
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cada unidade, no ano de 2015, verificaremos que 7 Centros de Saúde realizaram o diagnóstico
de sífilis durante o pré-natal de todos os casos de Sífilis em Gestante, notificados no SINAN. Em
contrapartida, 3 Centros de Saúde tiveram notificação de Sífilis em Gestane no SINAN, porém o
diagnóstico não foi realizado no pré-natal. O Centro Saúde Jardim Leblon não apresentou
nenhum caso de Sífilis em Gestante neste período. Se analisarmos o período anualizado,
verificaremos que 5 Centros de Saúde identificaram no pré-natal, a Sífilis na Gestante, de 100%
dos casos notificados no SINAN. As outras unidades, ou não realizaram o diagnóstico de Sífilis
em Gestante no pré-natal, ou realizaram de algumas gestantes e as demais foram identificadas
fora da atenção primária. A fonte deste indicador é o SINAN, portanto, apenas as notificações
que entraram no sistema é que foram contabilizadas. Ressaltamos uma dificuldade na
extração dos dados que foi a forma de tabulação oferecida no extrator de dados, Tabwin. O
sistema esteve fora do ar por um tempo e, para que os dados fossem enviados em tempo hábil
às unidades, foi necessário contagem manual de caso a caso, o que aumenta a possibilidade de
inconsistência nas informaçãoes.
3.3.5- Proporção de casos positivos tratados. NÃO MONITORADO NESTE CICLO.
Bloco 4: Saúde Bucal
3.4.1- Proporção de usuários classificados com código 3 em relação ao total de primeiras
consultas. NÃO MONITORADO NO NÍVEL LOCAL
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 14/10/16. Responsável pela extração: Lea e
Carmen. Análise do Distrito: 14/10/16. Responsável pela análise: Lea e Carmen.
Observando a série histórica, houve aumento do acesso (nº de primeiras consultas), no
entanto não percebemos um aumento do código 3 no total do Distrito.
Avaliando as unidades separadamente observamos que o centro de saúde PPL ficou acima da
parametrização de alerta nos dados anualizados de maio de 2015 a abril de 2016 (maior que
13,5%).
No segundo quadrimestre de 2016, o CS Dom Bosco e Pedreira ficaram acima da
parametrização.
As unidades são muito reféns da demanda espôntanea, entretanto, há espaços coletivos onde
poderia haver atitudes mais pró-ativas no sentido de buscar ou descobrir pessoas com maior
risco de adoecer.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 29/09/16. Responsável pela extração: Andréa
Monteiro, Aline, Rosângela, Patrícia e Regina. Análise do Distrito: 29/09/16. Responsável
pela análise: Andréa Monteiro, Aline, Kátia, Rosângela, Patrícia e Regina. O Município
apresenta uma tendência decrescente da proporção de usuários classificados com o código 3.
Na Oeste, quando comparamos o período de 2010 (15,02%) a 2015 (4,5%) constatamos uma
queda de 10,52%. Os dados demonstram a continuidade e a persistência do trabalho realizado
pelas equipes de Saúde Bucal e refletem o esforço contínuo na captação das crianças código
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03 através do levantamento de necessidades odontológicas realizado nas Creches, UMEIS, PSE
e acompanhamento nos centros de saúde.
Apesar do decréscimo geral no distrito, algumas unidades tiveram um aumento do código 03,
o que pode estar representando um esforço contínuo na captação destes usuários com maior
necessidade de tratamento, principalmente nas áreas de maior risco.
Uma nova estratégia para potencializar ainda mais estes bons resultados seria o esforço de
uma maior captação de código 3 em adultos, ampliando este levantamento de necessidades
para todos beneficiários do Bolsa Família e Família Cidadã, trazendo estes adultos
principalmente de maior vulnerabilidade social para as unidades de saúde.
Importante é manter o acesso oportuno ao agendamento de consultas odontológicas,
priorizando as agendas para os códigos 3 e continuar realizando regularmente atividades de
educação em saúde bucal e levantamentos de necessidades de tratamento odontológico.
Essencial é acompanhar e ampliar as ações de escovação supervisionada nas escolas, UMEI,
EMEI e creches conveniadas e continuar monitorando os indicadores; qualificando cada vez
mais as reuniões das equipes para o matriciamento dos casos mais complexos. Além disto ter o
cuidado de manter todos os registros corretos e atualizados.
- DS PAMPULHA: Não analisado
- DS VENDA NOVA: Não Analisado
Bloco 5: Promoção à Saúde
3.5.1- Percentual de Acompanhamento das Condicionalidades de Saúde da Família
beneficiárias do PBF.
- DS BARREIRO: Responsável pela extração: GTIS/SMSA. Data Análise: 11/10/2016.
Responsável pela análise: Willian. O Distrito Sanitário Barreiro está com o percentual
satisfatório de acompanhamento das famílias pelo programa do bolsa família (PBF) por centro
de saúde, porém praticamente todas as unidades enfrentam o déficit de agentes comunitários
da saúde, dificultando os processos de trabalho das equipes. Ressaltamos a importância deste
profissional para o acompanhamento efetivo das famílias beneficiárias do PBF. Salientamos
que a cobertura integral de todas a micro áreas dos centros de saúde é um fator
preponderante para o trabalho do mesmo.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 10/10/2016. Gláucia e Regina. Data Análise:
14/10/2016. Responsável pela análise: Gláucia e Gesiene. Análise dos indicadores do
Programa Bolsa Família referente ao 1º Semestre de 2016. Na 1ª vigência do ano de 2016
conseguimos manter um resultado bastante satisfatório no acompanhamento do
cumprimento das condicionalidades da saúde das famílias pertencentes ao PBF de Belo
horizonte. Tivemos um percentual de acompanhamento de 82,68%, que foi maior do que a
média do Estado de Minas Gerais (79,5%), assim como, do Brasil (72,5%) na mesma época.
Ressaltamos, entretanto, que tais dados poderiam ter alcançado um resultado maior, se não
tivéssemos fatores que impactaram diretamente neste indicador, tais como: • Algumas
68
questões como a reposição de ACSs e o baixo número destes profissionais na nossa área por se
tratar de área onde 79% do território está localizada no baixo risco e não conta com este
profissional;• Dificuldades quanto à reposição dos ACSs são também sentidas pelo Distrito
Centro Sul, assim como, em outras áreas da cidade; • Pactuação com o Nível Central da SMSA
de que a população em situação de rua (grande parte localizada no Distrito Centro Sul) seria
vinculada às Unidades Básicas de Saúde e não mais no CNES da SMSA como ocorrido nos anos
anteriores; • O grande número de famílias não localizadas continua sendo um fator
dificultador, sendo que até o momento, temos 813 não acompanhadas, 64 parcialmente
acompanhadas, 32 localizadas e não acompanhadas e 78 não localizadas que estão no CNES
do CEM Centro Sul. Apesar dos dados acima impactarem negativamente nossa análise, o
resultado ainda é parcial, tendo como ponto positivo a possibilidade de o cenário poder se
alterar totalmente a partir da localização e acompanhamento dessas famílias no tempo
restante que ainda temos para fechamento da vigência 2016. Graças ao empenho das
Unidades Básicas de Saúde temos conseguido cada semestre através de planilhas
encaminhadas das UBS e de algumas estratégias criadas pelo Distrito para a localização destas
famílias e alterar significativamente este panorama apresentado. No final da vigência passada
contávamos com um total de 276 famílias no CNES do CEM e hoje temos apenas 78 famílias.
Outro fator importante é que estamos constantemente pensando em estratégias em relação à
localização e acompanhamento da população em situação de rua no Distrito, com o
estabelecimento de vínculo permanente, para a atenção à essas pessoas consideradas muito
vulneráveis.
- DS LESTE: Análise do Distrito: 10/10/2016. Responsável pela análise: Ângela e Kyssi.
Analisando as vigências anteriores percebemos que houve um aumento dos percentuais de
cobertura distrital. Constatamos que após a oficina realizada em novembro de 2015, houve
melhor entendimento dos ACS, em relação a qualificação das informações contidas no
formulário, que facilitou a digitação no banco de dados do bolsa Família. O envolvimento do
Gerente da unidade no acompanhamento junto aos ACS e digitadores, fazendo com que a
digitação terminasse em tempo hábil, colaborou para que o distrito localizasse as famílias que
foram digitadas como não localizada e direcionadas para novos endereços. Essas famílias,
portanto, se tornaram totalmente acompanhadas fazendo com que a cobertura distrital
atingisse o total de 93 % na 1ª vigência de 2016.
- DS NORDESTE: O DISANE (Distrito Sanitário Nordeste), no período de 2010 a 2014 manteve
média de 90% de acompanhamento, com exceção do ano de 2012 (73,78). Em 2015 o
acompanhamento foi superior à média dos anos anteriores (91,5%); este percentual foi
superado na primeira vigência de 2016 (93 %); foram 2 pontos percentuais a mais que o
município, 14 pontos percentuais a mais que Minas Gerais e 20 pontos percentuais maior que
o acompanhamento nacional. Nas Unidades Básicas o percentual de acompanhamento variou
de 80 (CS Ribeiro de Abreu) a 100% (Centros de Saúde Goiânia, Maria Goretti, Marcelo Pontel
e Nazaré); 19% das UBS acompanharam todas as famílias e 71,4% delas acompanharam acima
de 95% das famílias. Apenas uma unidade não atingiu a meta de 87%. Nesta unidade ficaram
11,2% das famílias sem informação. Observamos que a dificuldade de acompanhamento se
deve às famílias não localizadas (5,8% das famílias) devido à desatualização dos endereços no
CadÚnico e também à falta de Agentes Comunitários de Saúde em algumas áreas de várias
Unidades Básicas de Saúde.
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- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 05/10/16. "Responsável pela extração:
Cassius Catão Gomes". Análise do Distrito: 26/10/2016. Responsável pela análise: Elizete
Carvalho. Ao analisarmos os relatórios sobre o acompanhamento das famílias beneficiárias do
programa “Bolsa Família” pelas unidades de saúde (pelos ACS), podemos verificar uma
redução no acompanhamento de 9,0% em relação ao 2º período de vigencia- dezembro/15.
Conforme orientação da GTIS/GEAS extraimos os dados relativos a 1ª vigencia - 2016.
Esclarecemos que dois pontos contribuiram para este resultado: 1 - O auxiliar administrativo
contratado para acompanhar as atualizações, no âmbito do Distrito Sanitário, foi substituido e
todo o trabalho a ser realizado nos beneficiarios alocados no Centro de Convivência Carlos
Prates e CEM Padre Eustáquio ficou extremamente comprometido. Foram 454 familias
inseridas nestas unidades e que deveriam ser transferidas para as suas unidades de residencia.
Destas familias foi possivel acompanhar somente 266 o que corresponte 58%. No nível local,
especificamente no centro de Saúde Pedreira Prado Lopes, o profissional foi demitido e não
ocorreu substituição de forma imediata. Acreditamos que com a contratação do novo auxiliar
administrativo e sua devida capacitação, contribuirá para reverter em breve esse quadro.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 11/10/2016. Responsável pela extração: NC +
Márcia Moreira. Análise do Distrito: 17/10/2016. Responsável pela análise: Arthur Oliveiros.
De acordo com o Índice de Vulnerabilidades da Saúde (IVS), a Regional Norte figura como uma
das mais socialmente vulneráveis do município de Belo Horizonte. Tal situação evidencia de
maneira muito enfática a necessidade de um trabalho intersetorial no acompanhamento das
famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, na perspectiva da promoção de um
atendimento integral aos cidadãos e que vá de encontro às vulnerabilidades por eles
apresentadas, sejam no âmbito da saúde, da educação, da assistência social, dentre outros.
Apesar da situação socioeconômica ser a condição que inclui as famílias nos programas de
transferência de renda, é importantíssimo nos debruçarmos sobre as demais vulnerabilidades
dela decorrentes.
No que tange ao acompanhamento das famílias beneficiárias pela política de saúde, podemos
perceber que o município de Belo Horizonte tem uma média superior à apresentada pelo
estado de Minas Gerais e demais estados do Brasil. É importante, porém, buscarmos ampliar
mais nosso alcance no acompanhamento dessas famílias, que são consideradas as mais
vulneráveis dos territórios.
Percebemos, em relação ao terceiro quadrimestre do ano anterior (2015), um aumento de
cerca de 2% no acompanhamento das condicionalidades do BF (de 90% para 92%) em relação
ao primeiro quadrimestre de 2016. Porém, houve leve queda no acompanhamento (1,89%) no
segundo quadrimestre desse mesmo ano. Embora os dados de acompanhamento das
condicionalidades se mantenham com um resultado que julgamos positivo, sobretudo em
relação aos já citados dados do estado de Minas Gerais e de outros municípios do Brasil,
avaliamos que as dificuldades apresentadas no acompanhamento e alcance dos desejáveis
100% de famílias acompanhadas apresentam-se como impasses estruturais, da natureza
mesmo do trabalho e de sua organização administrativa e processual, haja vista que pouco
mudaram em relação à análise realizada no ano de 2015.
A dinamicidade da entrada e saída de usuários no Programa e a defasagem dos bancos de
dados utilizados para acompanhamento, sobretudo o CADÚnico, fazem com que essa
70
totalidade de acompanhamento seja extremamente maleável. Além do mais, os registros das
informações sobre as famílias beneficiárias nos bancos de dados disponíveis continuam não
traduzindo a realidade dos territórios, resultando em dificuldades no acompanhamento. Por
fim, a própria condição de extrema vulnerabilidade apresentada por algumas famílias gera
impasses (como dificuldades de acesso, negativa de acompanhamento, não localização...), o
que evidencia a já citada necessidade de articulação intersetorial. As equipes das UBS estão
sensibilizadas em relação ao atendimento a essas famílias e o Programa Família Cidadã ainda
surge como uma importante estratégia, demonstrando ser um diferencial no
acompanhamento e gestão de cuidados no território. Podemos entender que a leve
diminuição no percentual de famílias acompanhadas no primeiro quadrimestre desse ano em
relação ao segundo diz respeito aos entraves acima apresentados, sendo que a permanência
dos mesmos impasses nos processos de trabalho nos permite a leitura de que se tratam de
problemas estruturais, destacando a maleabilidade das informações de que dispomos para
planejarmos as ações de cuidados às famílias mais vulneráveis como um dos maiores desafios
do acompanhamento.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 06/10/2016. Responsável pela extração: Magda.
Análise do Distrito: 06/10/2016. Responsável pela análise: Heloísa, Aline Karine, Patríca e
Regina. Em BH o percentual de família inscritas no BF e acompanhadas no período entre 2011
a 2014 sofreu uma queda em relação aos anos anteriores. Em 2015 este percentual foi de
90,0% na primeira vigência do ano. Entre os distritos, a Oeste, juntamente com o Barreiro
apresentou o maior % de acompanhamento do Município. Na Oeste, o percentual de família
inscritas no BF e acompanhadas, na série histórica de 2010 a 2015, sempre esteve acima de
80%, com porcentagens superiores ao da média municipal, na maioria dos anos. Também vale
destacar um aumento progressivo deste percentual de 2014 até 2016, sendo que neste ano o
nosso Distrito apresentou o maior % de acompanhamento dos últimos 7 anos. Este aumento
mostra uma intensificação do envolvimento das equipes no acompanhamento das
condicionalidades da saúde.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Maria Helena/Imaculada. Análise: 13/10/2016.
Responsável pela análise: Lena e Ana Paula. Os dados foram extraídos considerando a
delimitação da regional no ano analisado. Em 2012, com a alteração dos limites regionais
foram incorporados a Pampulha, três unidades básicas de saúde/área de abrangência (Jardim
Alvorada, São José e Serrano).
No inicio de 2014, Belo Horizonte passou a utilizar o sistema do programa Bolsa Família
nacional, estando em fase de adaptação.
A gestão do programa Bolsa Família é intersetorial (Saúde, Educação, Assistência Social). Cabe
a Saúde acompanhar as crianças menores de 07 anos (Aleitamento, Vacinação e dados
antropométricos) e mulheres (07 a 49 anos e gestantes). Para o acompanhamento efetivo é
necessário a co-responsabilização familiar na atualização dos seus dados cadastrais.
No periodo analisado o percentual de famílias acompanhadas variou de 70,27% (2012) a
99,70% (2010). Na 1ª vigência de 2016 obtivemos um percentual de aconpanhamento das
famílias de 91,2%, superior a média de BH (90,1%). O CS Serrano teve o melhor percentual de
acompanhamento, 100.0% e o CS Trevo 79,3%, o percentual mais baixo, o que sugere uma
dificuldade de acompanhamento, provavelmente devido a área do Dandara. Todos os outros
centros de saúde tiveram percentual superior a 98,4 %.
71
Também temos dificuldade no acompanhamento de 264 famílias beneficiárias que se
enconram sem definição da área de abrangência.
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 13/10/2016. Responsável pela extração:
Pollyanne e Anne. Análise do Distrito: 13/10/2016. Responsável pela análise: Pollyanna e
Anne. A média estabelecida de acompanhamento das famílias do programa do distrito
sanitário de Venda Nova foi superior à média de Belo Horizonte, de Minas Gerais e do Brasil.
Em relação aos anos de 2012, 2013 e 2014 é notável uma melhora na média de famílias
acompanhadas, que pode refletir um trabalho de acompanhamento de perto do distrito com
as unidades básicas de saúde. Importante destacar essa evolução no dado a despeito de não
haver cobertura integral de todas as microárea no território de Venda Nova e da alta
vulnerabilidade social de algumas áreas, que dificulta o acompanhamento do ACS.
Outro ponto importante observado foi a homogeneidade dos dados entre as unidades do
distrito, consequência das reuniões semanais de gerentes, nas quais o Bolsa Família é pautado,
suscitando discussões e emponderamento dos envolvidos.
Vale ressaltar ainda, que a atuação do técnico do Bolsa Família foi de fundamental importância
para execução de uma metodologia que estabeleceu um fluxo de trabalho entre o Distrito e os
centros de saúde.
Parte desse resultado pode ser atribuída ao trabalho da Comissão de Cadastro composta por
GERSA, GEREPI, GERASA, com apoio do técnico do Programa Bolsa Família. Iniciamos oficinas
em maio de 2016 nos centros de saúde abordando os temas: consciência cidadã e
responsabilidade sustentável, cadastro no SISREDE, CADWEB, normatização do cadastro, e-sus,
visita domiciliar e Bolsa Família. O público alvo foram os Agentes Comunitários de Saúde,
gerentes, administrativos e enfermeiros, no intuito de incentivar a participação de todos neste
processo.
3.5.2- Número de participações de Atividades físicas/práticas corporais (academia da cidade,
NASF, Lian Gong e outros pontos da rede) de Belo Horizonte por quadrimestre
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 11/10/16. Responsável pela extração: Valéria
Alvarenga, Lorena, Marina de Oliveira. Data Análise: 11/10/16. Responsável pela análise:
Valéria Alvarenga, Lorena, Marina de Oliveira. Diante da análise dos dados consolidados foi
possível verificar a oscilação dos resultados dentre as 20 unidades básicas de saúde da
regional. Nesta perspectiva as seguintes constatações foram realizadas: É impossível
estratificar e distinguir os dados por unidade de saúde, uma vez que apesar dos respectivos
profissionais atenderem á todas as unidades de saúde, da regional, os mesmos continuam
registrando toda a sua produção na unidade polo, gerando inconsistência na análise dos
resultados, uma vez que nestas unidades polos a produção é superestimada e nas demais os
dados ficarão sempre inferiores à meta. Considerando, também, dificultadores locais como:
subregistros dos profissionais e o comprometimento da área física de algumas unidades para o
desenvolvimento das ações. Ressaltamos, ainda, nesta análise, que neste período em questão,
a forma de registro da produção, pela fonte primária, foi modificada, o que também
desestabilizou a obtenção adequada dos resultados, pois as equipes passaram por
treinamentos e adequação estrutural dos recursos e equipamentos para que esta digitação
72
ocorresse “in loco” e por profissional. Também é possível observar a limitação (gerentes e
equipes) quanto à relevância atribuída ao monitoramento, por meio de geração de relatórios
periódicos e contínuos que possibilitem uma análise sistematizada (quinzenal ou mensal) das
ações desenvolvidas e avaliação das metas estabelecidas para este fim.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 10/10/2016. Gláucia e Regina. Data Análise:
18/10/2016. Responsável pela análise: Fabrícia. O Distrito Centro Sul possui em seu território
05 Pólos de Academia da Cidade (com 01 expansão de horário no CS Tia Amância), 04 Pólos de
NASF e 23 Ofertas Lian Gong. Ao analisar os dados das Unidades é possível constatar que nos
dois quadrimestres de 2016 conseguimos alcançar a meta de número de participações em
atividades físicas – NASF, LIAN GONG e Academia da Cidade – respectivamente 20.153
participações no 1ºquadrimestre e 26.405 2º quadrimestre. Os Centros de saúde que
apresentaram resultados acima dos parâmetros foram Carlos Chagas, Santa Lúcia, São Miguel
Arcanjo e Tia Amância. Vale destacar que estas unidades possuem Pólos de Academia da
Cidade no seu território, contribuindo para a inserção de um maior número de participações.
Em abril de 2106 foram retomadas as atividades da Academia da Cidade do território do CS
Oswaldo Cruz, esta inicialmente contava apenas com 01 educador físico restringindo a oferta
das atividades no período que os dados foram coletados. Os Centros de Saúde que
apresentaram resultados abaixo do parâmetro foram Cafezal, Conjunto Santa Maria, Menino
Jesus, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Padre Tarcísio. Vale ressaltar que
estas Unidades não possuem Pólo de Academia da Cidade em seu território, mas possuem
grupos de Lian Gong e Atividades do NASF. Alguns desafios se apresentaram para as equipes
no processo de registro da produção mensal: - O processo de migração dos registros da
produção do NASF: anteriormente eram feitos manualmente e a partir de janeiro de 2016
passaram a ser feitos diretamente no sistema gestão, gerando sub registro das informações.
Os profissionais apresentaram dificuldades neste processo de mudança, de infraestrutura,
acesso a computadores e ao sistema gestão. - A produção das equipes está vinculada ao
Centro de Saúde de lotação dos profissionais, sendo assim, não é possível realizar a
estratificação dos dados por UBS, ocorrendo inconsistência das informações a respeito das
atividades que são realizadas em grupos operativos de promoção de saúde do NASF. O
processo de readequação das ofertas de NASF e Academia da Cidade ocorrido no primeiro
semestre de 2016 evidenciou a necessidade de maior aproximação entre gestor, equipes de
NASF, Academia de Cidade e PSF, promovendo o incremento das ofertas de promoção de
saúde para os usuários em todas as UBS de acordo com as necessidades do território.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 13/10/2016. Responsável pela extração: Sandra
GTIS/ RONY. Análise do Município: 13/10/2016. Responsável pela análise: Vanda. Este
indicador estima o número de participação pelas quais os usuários poderiam ser beneficiados
pela prática corporal / atividade física / exercício físico (Academia da Cidade e NASF) e pela
prática corporal em medicina tradicional chinesa (Lian Gong) visando à promoção da saúde,
prevenção de doenças e o autocuidado. O foco desse indicador está na expansão do acesso a
esse conjunto de práticas e não na frequência com que ela é realizada. Observa-se um
aumento no número de participações comparando com os anos anteriores. Os Centros de
Saúde que possuem uma Academia da Cidade de referência em sua área de abrangência (Alto
Vera Cruz, Boa Vista, Marco Antônio de Menezes, Mariano de Abreu, Paraíso e São Geraldo)
apresentam um número de participações maior se comparado aos Centros de Saúde que não
73
possuem. Desta forma, é interesse da gestão ampliar o número de academias para aumentar
as possibilidades de acesso da população. Em maio de 2016, na Regional Leste, tivemos a
abertura de mais uma academia no Alto Vera Cruz, o que justifica um aumento significativo
neste Centro de Saúde. Os registros da Academia da Cidade, NASF, Lian Gong e outros Pontos
da Rede, podem estar ainda subnotificados pela mudança da base de dados para o ESUS AD e
dificuldade de acesso dos profissionais aos equipamentos de informática e acesso ao SISREDE.
Um fator que poderia impactar neste indicador seria a formação de novos instrutores no Lian
Gong para aumentar o acesso a essa prática.
- DS NORDESTE: Se compararmos o primeiro quadrimestre de 2016 (46.755) com o segundo
(54.732) podemos observar que houve um aumento no número de participações em
atividades físicas. Em relação as participações em atividades físicas no NASF vemos uma
dificuldade, principalmente do Educador Físico, de se registrar essas produções, seja por falta
do computador, por falta de internet ou por falta do sistema operacional. Talvez essa seja a
explicação maior pelo número de atividades terem sido tão baixas. Sobre as participações do
Lian Gong, nos últimos dois meses foi pactuado com os instrutores a melhor forma de
registrar às atividades pois estava ocorrendo um desalinhamento do registro e
consequentemente uma perda da produção realizada. Temos alguns profissionais afastados da
prática devido a licença médica e outros inativos. A prática regular de exercícios físicos
acompanha-se de benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Auxilia
na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das
articulações. Com relação à saúde física, observamos perda de peso e da porcentagem de
gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição
do colesterol total e aumento do HDL-colesterol. Todos esses benefícios auxiliam na prevenção
e no controle de doenças, sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas.
Uma pessoa que deixa de ser sedentária e passa a ser um pouco mais ativa diminui o risco de
morte por doenças do coração. Isso mostra que uma pequena mudança nos hábitos de vida é
capaz de provocar uma grande melhora na saúde e na qualidade de vida. É importante
incentivar e ampliar as participações em atividades físicas, pois podemos considerar que a
inatividade física associada a dietas inadequadas, ao tabagismo, ao uso do álcool e outras
drogas são determinantes na ocorrência e progressão de doenças crônicas que trazem vários
prejuízos ao ser humano.
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 03/10/16. Responsável pela extração: Rony.
Análise do Distrito: 14/10/16. Responsável pela análise: Jussara, Érica, Maria Lúcia, Maíra.
O indicador demonstra o número absoluto de participações nas atividades de práticas
corporais nas academias da cidade, NASF e Lian Gong. É importante observar que o indicador
demonstra nº total de participações, não sendo possivel fazer análise individual por usuário.
Outro aspecto importante a se destacar é a variação das modalidades, pois há unidades com
grupos nasf diferentes, há academias com espaço físico para um maior nº de pessoas e outras
com espaço pequeno. Há locais em que as atividades de Lian Gong são realizadas em espaços
maiores, o que atrai maior nº de participantes. Ao realizar análises comparativas entre as
atividades físicas / práticas corporais das unidades básicas de sáude é importante verificar a
especificidade que cada uma possui. O indicador tem grande valor reflexivo na avaliação da
promoção de saúde. Ele nos diz do acesso de pessoas às práticas de atividades físicas, parte
importante para a qualidade de vida. É um indicador, que além de dizer do acesso, se bem
74
analisado, diz se a oferta desse serviço está impactando na melhoria da qualidade de vida da
população em geral, com hábitos saudáveis. O indicador pode nos mostrar se o serviço
abrange populações que usam menos os serviços de saúde, ou se esses serviços conseguem
atender população com estratificação de risco mais complexas. Outra reflexão a se fazer é se
esse dispositivo absorve pessoas com necessidade de um Projeto Terapêutico Singular, por
exemplo, pois estas práticas são utilizadas para ampliar a abordagem clínica. As práticas
corporais podem ser um recurso para hiperutilizadores ou com cronicidades de difícil
resolução no CS. É importante que as equipes de saúde estejam atentas para estabelecer
parcerias com os profissionais que trabalham com as práticas corporais, pois um trabalho
conjunto estimula o protagonismo e a autonomia dos indivíduos sobre as escolhas de modo de
vida saudáveis. As equipes do centro de saúde juntamente com os profissionais de práticas
corporais podem utilizar-se das estratégias de grupos terapêuticos para potencializar o
cuidado trabalhando questões que não estejam centradas apenas no conhecimento dos
profissionais, mas que valorizem o saber popular com a intenção de promover o encontro, a
reflexão crítica dos modos de vida, a corresponsabilização pelo cuidado e ampliação da
autonomia.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 11/10/2016. Responsável pela extração: NC +
Márcia Moreira. Análise do Distrito: 17/10/2016. Responsável pela análise: Cláudio Eduardo
/ Karine Lage. Ao analisarmos o número de participação de atividade física do primeiro
quadrimestre de 2016 (76.844 participações) em relação ao segundo quadrimestre de 2016
(81.427 participações) observamos que houve aumento no número de participações. Quando
observamos os números de participações por Centro de Saúde, percebemos que 09 unidades
das 19 apresentam números significativamente superiores às demais. Isso sé dá porque essas
unidades contam com um polo de Academia da Cidade em sua área de abrangência, o que
amplia a possibilidade de acesso da população à atividade física. Essa análise nos mostra a
importância de se ampliar o número de Academias da Cidade para os Centros de Saúde que
ainda não contam com esse serviço em sua área de abrangência.
É importante ressaltar que o quantitativo de participações em atividades físicas/práticas
corporais encontra-se abaixo do real, isso porque uma grande parte dos profissionais do NASF,
bem como os profissionais Educadores Físicos (em suas 10hs de atuação na unidade de saúde)
apresentam dificuldades de registrar suas produções, seja por falta de computador disponível,
falta de internet / sistema operacional, entre outros.
A dificuldade de registro também se dá com instrutores de Lian Gong, seja pelos motivos
acima citados ou por atuarem muitas vezes em espaços fora da Unidade de Saúde
(prejudicando produção diária e como consequência produção mensal). Existem ainda,
dificuldades de se encontrar locais apropriados para a prática, bem como, instrutores que não
iniciaram grupos.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 07/10/2016. Responsável pela extração: Rony.
Análise do Distrito: 10/10/16. Responsável pela análise: Andréa, Sara, Aline, Patrícia e Regina.
Em BH houve um grande aumento na participação em atividades físicas de 2010 a 2014, o que
trouxe grandes benefícios a saúde da população. Na Regional Oeste o número de praticantes
de atividade física também tem aumentado de 2010 a 2015, passando de 9.312 (com apenas 1
75
academia implantada) para 105.354 (com 6 academias em funcionamento), o que demonstra
o investimento do distrito na prática orientada e regular de exercícios físicos, visando à
promoção a saúde, prevenção de doenças e qualidade de vida aos nossos usuários. O Lian
Gong e o NASF também representam importantes espaços para a prática de atividades físicas,
colaborando para a melhoria da saúde da população, reforçando ainda mais os investimentos
do distrito em promoção de saúde. Neste 3° ciclo de monitoramento foram realizadas 31.103
atividades físicas no 1º quadrimestre e 38.622 no 2º quadrimestre de 2016. O Distrito Oeste
acredita na importância desses espaços (Academias da Cidade, NASF e Lian Gong), para
promoção de saúde e melhora a cada dia da qualidade de vida da população, com proposta de
ampliação do número de Academias da Cidade ainda em 2016. Para melhorar o indicador e
qualificação dos dados é necessário investir ainda mais no gerenciamento das ações de
promoção de saúde no nível local, incluindo novos usuários nas atividades.
- DS PAMPULHA: Análise do Distrito: 14/10/2016. Responsável pela análise: Anderson e
Lena.
Observamos um aumento de participações em todas as áreas de abrangência, quando
comparamos o 1ºQD e o 2ºQD de 2016. Este aumento se deve em parte ao trabalho de
sensibilização sobre a importância do registro adequado das atividades que vem sendo feito
junto aos profissionais. Destacamos o CS Dom Orine com um aumento mais signifigativo
devido a inauguração de uma Academia na área de abrangência.
- DS VENDA NOVA: Responsáveis pela extração: Marcos e Natália GERASA. Análise do Distrito:
10/10/206. Responsável pela análise: Natália e Marcos GERASA. Se compararmos o primeiro
quadrimestre de 2016 (54.533) com o segundo (60.666) podemos observar que houve um
aumento no número de participações em atividades físicas. Em relação ao anual podemos
observar que houve uma queda no número de participações a partir de 2013. Para atingirmos
o mesmo número de participações de 2015 precisariamos de mais 56.476 participações em
atividades físicas no 3º quadrimentre.
A prevalência de mais participações em atividades físicas se dá nos centros de saúde onde
funcionam as Academias da Cidade, pois há mais possibilidades de oferta da atividade. Nesse
intuito vemos a importância de ampliar as Academias da Cidade nos outros centros de saúde
onde ainda não há e também nos Centros de Saúde onde já existem pois somente 1 academia
referência não comporta a população adstrita do território.
Em relação as participações em atividades físicas no NASF vemos uma dificuldade,
principalmente do Educador Físico, de se registrar essas produções, seja por falta do
computador, por falta de internet ou por falta do sistema operacional. Vale ressaltar que no
mês de agosto Venda Nova passou a registrar todas as suas produções de atividades físicas no
TAS (Módulo de atividade Coletiva). Talvez essa seja a explicação maior pelo número de
atividades terem sido tão baixas. Vale ressaltar também que apenas a Academia da Cidade
Lagoa tem ponto de rede e link. Uma ampliação desses links e ponto de rede nas demais
academias facilitaria o processo
Sobre o Lian Gong temos 3 centros de saúde que não tem profissionais treinados para a
prática e 1 Centro de saúde onde a profissional está aguardando as aulas de manutenção para
76
poder iniciar as atividades. Há também a dificuldade de se achar local apropriado para a
prática.
A prática regular de exercícios físicos acompanha-se de benefícios que se manifestam sob
todos os aspectos do organismo. Auxilia na melhora da força e do tônus muscular e da
flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações. Com relação à saúde física,
observamos perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial
em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol
(o "colesterol bom"). Todos esses benefícios auxiliam na prevenção e no controle de doenças,
sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas. Uma pessoa que deixa de
ser sedentária e passa a ser um pouco mais ativa diminui o risco de morte por doenças do
coração em 40%! Isso mostra que uma pequena mudança nos hábitos de vida é capaz de
provocar uma grande melhora na saúde e na qualidade de vida. Já no campo da saúde mental,
a prática de exercícios ajuda na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso,
melhora o fluxo de sangue para o cérebro, ajuda na capacidade de lidar com problemas e com
o estresse.
A atividade física pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no
ambiente de trabalho quanto no familiar.
Assim como a Academia da Cidade é de suma importância ampliar as participações de
atividades físicas no NASF e no Lian Gong pois podemos considerar que a inatividade física
associada a dietas inadequadas, ao tabagismo, ao uso do àlcool e outras drogas são
determinantes na ocorrência e progressão de doenças crônicas que trazem vários prejuízos ao
ser humano.
Bloco 6: Ações de Prevenção em Saúde
3.6.1- Percentual de pessoas com diabetes fumantes
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 29/09/2016. Responsável pela extração: Silvana
e Leonardo. Data Análise: 10/10/2016. Responsável pela análise: Silvana, Leonardo e
Marina. No Barreiro, a prevalência de diabéticos fumantes, calculado a partir dos dados do
SISREDE, é de 5,9 % e 5,0% (ano 2015 e 2º quadrimestre de 2016, respectivamente); com uma
variação de 0 a 9,4% entre os centros de saúde. Em comparação com os dados de Belo
Horizonte (3,76 % no 2º quadrimestre de 2016), o distrito Barreiro mostrou um percentual
mais elevado. Os centros de saúde com as maiores prevalências, no 2° quadrimestre de 2016,
são os seguintes: Túnel de Ibirité (9,4%), Vila Cemig (8,6%), Bairro das Indústrias (7,2%),
Mangueiras (7,1%) e Barreiro de Cima (6,8%). Para esses CS sugere-se implementação de
medidas para fortalecimento das ações do Controle do Tabagismo, como por exemplo :
implementação de grupos e atendimento individual nos Centros de Saúde: BDI, Vila Cemig e
Mangueiras; otimização dos grupos de tabagismo com aumento do número de participantes;
maior mobilização para inscrição dos profissionais nos cursos de capacitação de “Abordagem
Intensiva” e “Abordagem Breve”; ampliação de ações intersetoriais (exemplo: público
adolescente jovem em escolas); entre outras. Os Centros de Saúde Itaipu (0%), Diamante
77
(1,1%), Carlos Renato Dias (2,7%) e Santa Cecília (3,0%) apresentaram os percentuais mais
baixos, o que pode estar associada ao baixo registro do tabagismo no protocolo de
Atendimento de Diabetes (SISREDE).
- DS CENTRO SUL: Data Análise: 14/10/2016. Responsáveis pela análise: Raquel Mendes,
Manuella Pagy e Fabricia Voieta. De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que no
Brasil o tabagismo seja responsável por 200 mil óbitos por ano e por cerca de 6 milhões mortes
em todo o mundo. Sendo assim, as ações de prevenção e controle do tabagismo devem ser
intensificadas pelas equipes de saúde por meio de estratégias educativas de abrangência
intersetorial. O indicador de Percentual de pessoas fumantes com Diabetes Mellitus
demonstra a prevalência atual do tabagismo entre pessoas com diabetes no SUS-BH nos nove
Distritos Sanitários. O sistema gera uma listagem de usuários fumantes, entre pessoas com
diabetes atendidas e identificadas com fatores de risco, dentre eles, a condição de fumante,
através dos dados inseridos no SISREDE. De acordo com os dados fornecidos pela SMSA, o
percentual de pessoas fumantes com Diabetes Mellitus em Belo Horizonte é baixo – 3,85% e
3,76%, respectivamente, no 1º e 2º quadrimestre de 2016 – considerando o parâmetro de
alerta <4,0 e >5,5. Já no Distrito Centro Sul a prevalência é de 4,23% e 4,43%, respectivamente,
no 1º e 2º quadrimestre de 2016, sendo este valor considerado dentro do parâmetro
esperado. Observa-se que, no mesmo período, o município de Belo Horizonte apresentou
baixa prevalência de fumantes com diabetes atendidos pelas Equipes. No ano de 2015 o
Distrito Centro Sul apresentou alerta com o percentual de 6,2% de alta prevalência de
fumantes com diabetes atendidos pelas Equipes. Neste contexto, ao compararmos os dados
de 2015 com os dois quadrimestres de 2016, fica evidente que houve redução no percentual
de fumantes com diabetes em atendimento no Distrito. Estes resultados podem estar
relacionados à diminuição do registro feito pelos profissionais no SISREDE das informações
referentes aos fatores de risco no protocolo de diabetes. Outro ponto a ser explorado em
relação aos dados apresentados é o incremento das ações de Controle e prevenção ao
tabagismo que ocorreram no ano de 2016 pelas equipes de PSF, NASF e Academia da Cidade.
Em relação aos dados do 1º e 2º quadrimestre de 2016, apresentados pelos Centros de Saúde
da Centro Sul, 50% das Unidades estão dentro dos parâmetros de alerta. O restante das
unidades apresentou percentual abaixo de 4,0, demonstrando que possivelmente os registros
destes usuários no SISREDE não estão sendo feitos de forma adequada. Vale destacar que o
Centro de Saúde Santa Rita de Cássia apresentou o maior percentual de fumantes com
diabetes atendidos, o que demonstra uma melhora no registro das informações no SISREDE,
bem como a importância de fortalecer ações educativas, preventivas e grupos de controle do
tabagismo priorizando os usuários com diabetes atendidos nesta unidade.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 30/09/2016. Responsável pela extração: Daniela e
Lucas. Análise do Distrito: 13/10/2016. Responsável pela análise: Bruna Mascarenhas. Este
indicador é calculado considerando as pessoas com diabetes que apresentam registro de
serem fumantes na avaliação de fatores de risco realizada no protocolo de diabetes. Observase redução de prevalência na Regional Leste quando comparado ao ano de 2015 (3,48%) ao
quadrimestre maio/16 a agosto/16 (2,23%). O registro insuficiente do diagnóstico de diabetes
dentro do protocolo de DM e da marcação do fator de risco ”tabagismo”, a ampliação do
programa de tabagismo destinado aos usuários do SUS-BH, o que inclui o fornecimento regular
78
das medicações e a integração de profissionais dos NASFs e das Academias da Cidade, podem
ter contribuído para a queda da prevalência observada.
- DS NORDESTE: O tabagismo aumenta os níveis glicêmicos, agravando o diabetes melitus,
aumentando o risco de complicações potencialmente fatais como infarto agudo do miocárdio,
acidente vascular encefálico, insuficiência renal e neuropatia periférica. Segundo a Pesquisa
Nacional de Saúde (IBGE, 2013) a prevalência do tabagismo na população adulta, a partir de 18
anos, é de 14,7 %, sendo que o parâmetro utilizado para os diabéticos no cálculo deste
indicador é de 4 a 5,5%. As baixas taxas encontradas na Regional Nordeste, poderiam se dever
às ações de prevenção e educação em saúde, mas podem refletir a baixa qualidade do registro
da informação por parte dos profissionais que atendem os pacientes diabéticos, uma vez que a
informação do tabagismo como fator agravante deva ser adequadamente inserida no
prontuário eletrônico do SISREDE.
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 13/10/16. Responsável pela extração: Maria
Helena. Análise do Distrito: 14/10/16. Responsável pela análise: Maria Helena
Os principais grupos de DCNT (doenças crônicas não transmissíveis) que são as doenças
circulatórias, câncer, respiratórias crônicas e diabetes tem fatores de risco em comum
modificáveis (tabagismo, álcool, inatividade física, alimentação não saudável). O número de
diabéticos está aumentando em virtude do crescimento e do envelhecimento populacional, da
progressiva prevalência de obesidade e sedentarismo. A doença aterosclerótica constitui a
principal causa de morte em diversas populações, sendo que o acometimento dos territórios
arteriais coronariano, cerebral e dos membros inferiores são os que mais contribuem para a
morbi-mortalidade dos portadores de DM. Estudos epidemiológicos apontam o DM e o
tabagismo como importantes fatores de risco para Doença Arterial Periférica. A doença
cardiovascular (DCV), incluindo a doença arterial coronariana (DAC), acidente vascular cerebral
(AVC) e doença arterial periférica (DAP), é importante causa de morte em populações,
especialmente na diabética. O fumo aumenta a morbi-mortalidade cardiovascular. Deve-se
aumentar o acesso do fumante aos métodos eficazes para cessação de fumar pois é altamente
necessário.
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 06/10/2016. Responsável pela extração: Renata
Lara. Análise do Distrito: 10/10/2016. Responsável pela análise: Ana Letícia Anjos. Esse
indicador, calculado a partir dos dados extraídos do SISREDE, mostra que a prevalência de
diabéticos fumantes, no distrito norte, é baixa 3,2 %, comparada com os parâmetros do alerta
do indicador (< 6% a > 8%). A análise nos mostra que a grande maioreia das UBS's apresentam
alerta no indicador. Essa prevalência baixa pode ser devido ao fato que o indicador depende
do uso do SISREDE, que deve ter uma boa qualidade de registro, mas pode apresentar algumas
inconsistências. A alta rotatividade de profissionais ou falta de capacitação pode acarretar em
registro incompleto do protocolo de diabetes e atendimento do diabético em outros
protocolos. E a população que não acessa os serviços de saúde, já que a informação está
baseada em banco de dados de pessoas atendidas. O indicador não permite conhecer a
prevalência em momentos anteriores, mas nos permitiu identificar que houve aumento dos
registros dos atendimentos no protocolo do diabetes. A melhora nos registros foi pontual, mas
nos sinaliza que os profissionais se empenharam na melhoria do registro. Ações como
79
Programa de Combate ao Tabagismo, Academia da Cidade e Lian Gong auxiliam na melhoria
do indicador.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 29/09/2016 e 30/09/2016. Responsável pela
extração: Andréa Monteiro. Análise do Distrito: 29/09/2016 e 30/09/2016. Responsável pela
análise: Andréa, Aline, Sara, Patrícia e Regina. O Município apresentou em sua série histórica
um percentual de diabéticos fumantes variando de 4,57(2010) até 3,76 (2Q de 2106). O
Distrito Oeste, de 2010 a 2014 apresentou um percentual de diabéticos fumantes acima dos
parâmetros estabelecidos para o município de Belo Horizonte (< 4 % ou > 5 %). Em 2015 o
indicador se aproximou do parâmetro estabelecido (5,86) e no 1º e 2 º quadrimestre de 2016
este percentual ficou dentro dos parâmetros institucionais (4,89). Vale destacar a importância
de continuar investindo na capacitação e sensibilização dos profissionais, reforçando a
importância tanto no cuidado com a assistência quanto com os registros. A manutenção dos
grupos antitabagismo; a sensibilização dos usuários utilizando todos os espaços disponíveis
como a sala de espera; os grupos operativos; o conselho local; as consultas individuais; a
ampliação de ações de educação continuada e garantia da medicação são fundamentais para o
cuidado destes pacientes. Uma observação pertinente é a que este indicador não permite
conhecer a prevalência em momentos anteriores, tendo em vista que o campo para o registro
da condição de tabagismo é alterado após a mudança do status no SISREDE.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Maria Helena/Imaculada. Esse indicador,
calculado a partir dos dados extraídos do SISREDE, mostra que a prevalência de diabéticos
fumantes, no distrito Pampulha (6,7% e 0,3%, no 2º quadrimestre). Essa prevalência baixa
pode ser devido à adesão do usuário ao estilo de vida saudável diante do diagnóstico de
diabetes. Entretanto, é importante destacar essa população com essa sobreposição de fatores
de risco e sensibilizar a equipe na priorização desses usuários para aconselhamento sobre
riscos do tabagismo e estratégias para parar de fumar. A justificativa para esse recorte é o
maior risco cardiovascular.
A análise da série mostra uma aparente redução dessa prevalência, no entanto, para essa
análise deve ser considerada a qualidade do registro (sub-registro).
Percebe-se, em 2016, maior prevalência no CS Sao Francisco, e baixa prevalência no CS Santa
Amélia (0,3%). Lembramos que essa baixa prevalência também pode estar associada ao baixo
registro do tabagismo no protocolo de Atendimento de Diabetes (SISREDE).”
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 09/10/16. Responsável pela extração: Anne.
Análise do Distrito: 10/10/16. Responsável pela análise: Natália e Marcos. Sabemos que o
hábito de fumar estimula a produção de hormônios que causam a redução dos vasos
sanguíneos que, por sua vez aumentam a pressão arterial, sobrecarregando o coração,
facilitando assim o surgimento de lesões coronárias e cerebrais, retinopatia (complicação
crônica do diabetes que afeta os vasos da retina, com sangramentos, descolamento de retina e
em graus mais graves, cegueira), nefropatia (acometimento dos rins pelo diabetes, levando a
perda de proteína pela urina, com consequente inchaço e insuficiência renal com necessidade
de diálise e transplante) e, principalmente, doenças cardiovasculares que, segundo o
Ministério da Saúde, representam a primeira causa de óbitos no Brasil.
80
A nicotina interfere na ação da insulina, elevando os níveis de glicose no sangue. O cigarro
também diminui o apetite, além de piorar o olfato e paladar, podendo interferir no controle
adequado da alimentação, dificultando ainda mais o controle da diabetes. O diabético e
fumante, tem quatro vezes mais chances de ter um ataque do coração e 50% mais de chances
de ter um derrame do que um diabético não fumante.
Podemos analisar que o Distrito Venda Nova tem uma prevalência de diabéticos fumantes
maior se compararmos com BH em todos os anos, apesar de estarmos dentro da
parametrização do alerta que é entre < 6% e > 8%. Se compararmos somente o segundo
quadrimestre de 2016, VN aparece com a prevalência de 5,23% , com isso, faz-se necessário a
reaproximação dos técnicos do Distrito Sanitário com os profissionais responsáveis pelos
grupos de tabagismo na estratégica de serem multiplicadores nas unidades, captar de forma
precoce usuários na tentaiva de inserí-los nas atividades de prevenção proposta pela SMSA,
como estratégia para uma maior adesão e melhora dos índices.
Bloco 7: Atenção às Urgências: Não analisado pelo nível local
Bloco 8: Eventos Sentinela
3.8.1- Taxa de Mortalidade por Causas externas em crianças (0 a 9 anos)
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 11/10/16. Responsável pela extração: Fernanda
Sampaio e Silvana Andrade. Data Análise: 11/10/16. Responsáveis pela análise: Fernanda
Sampaio, Maria Inês Bino, Sara Vieira e Silvana Andrade. Observa-se que no Distrito Barreiro
em 2010 e 2013 houve um número significativamente maior que o habitual de óbitos por
causas externas em crianças de 0 a 9 anos. Nos demais anos a flutuação não é significativa.
Analisando os óbitos de 2010, percebemos que a distribuição das causas foi homogênea (um
óbito por acidente de trânsito, um por queda, um por obstrução do trato respiratório por
objeto, um por exposição à combustão, um por tempestade cataclísmica e um por agressão
por meio de afogamento). Já na análise de 2013, observamos que a causa de 50% dos óbitos
nesta faixa etária foi acidente de trânsito. A divisão foi: três óbitos por acidentes de trânsito,
um por asfixia de conteúdo gástrico e dois não esclarecidos quanto ao fato e intenção. A causa
do óbito que ocorreu em 2015 (que é o mesmo da anualização de 05/15 a 04/16) foi asfixia por
alimento. A criança pertencia à área de abrangência do Centro de Saúde Túnel de Ibirité. Notase que os óbitos por causa externa na faixa etária de 0 a 9 anos são, no geral, devido a
acidentes e é de suma importância que a análise dos óbitos em crianças seja feita caso a caso
por Centro de Saúde. O óbito ocorrido em 2015 foi analisado pelo Comitê de Óbitos do Distrito
Barreiro juntamente com a unidade em questão e levantados possíveis pontos de intervenção
para evitar novos casos por esta causa.
- DS CENTRO SUL: não realizada a análise
81
- DS LESTE: não realizou a análise
- DS NORDESTE: não realizou a análise
- DS NORTE: não realizou a análise
- DS OESTE: não realizou a análise
- DS PAMPULHA: não realizou análise
- DS VENDA NOVA: não realizou análise
3.8.1.1- Número de mortes por causas externas em crianças (0 a 9 anos)
-DS BARREIRO: igual ao 2.8.1
- DS CENTRO SUL: não realizada a análise
- DS LESTE: compreendeu que a análise seria feita apenas pelo Nível Central
- DS NORDESTE: não realizou a análise
- DS NORTE: não realizou a análise
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 20/09/16. Responsável pela extração: Aline Castro.
Análise do Distrito: 03/10/16. Responsável pela análise: Aline Castro, Cristina, Evádne, Aline,
Patríca e Regina. No Município, na série histórica de 2010 a 2015 observa-se uma tendência de
manutenção das taxas de mortalidade, na faixa etária de 0 a 9 anos, entre 9,71 (2010) e 8,70
(2015). Comparando com os demais distritos observa-se uma pequena variação de 0 a 3 casos
por Distrito, tendo a Oeste 2 casos no ano de 2015. No anos de 2010, 2011 e 2014 não
ocorreram casos de óbitos por causas externas no nosso Distrito, nos anos de 2012 e 2013
ocorreu 1 óbito em cada ano e em 2015 ( 2) óbitos nesta faixa etária, 1 por acidente de
trânsito e o outro por obstrução mecânica do aparelho respiratório.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Rita Sibele. Os dados foram extraídos
considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012, com a alteração dos
limites regionais foram incorporados à Pampulha, três unidades básicas de saúde/área de
abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano). Em 2015, foi registrado um óbito por causa
externa nessa faixa etária (Jardim Alvorada). Na Pampulha, o número absoluto de óbitos, na
faixa etária de 0 a 9 anos, variou de um (2010,2013 e 2015) a três (2014). De qualquer forma,
causas externas são evitáveis e qualquer óbito representa uma perda para a família e a
sociedade.
- DS VENDA NOVA: não realizou análise
3.8.2 – Taxa de Mortalidade por Causas externas em adolescentes (10 a 19 anos)
82
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 11/10/16. Responsável pela extração: Fernanda
Sampaio e Silvana Andrade. Data Análise: 11/10/16. Responsáveis pela análise: Fernanda
Sampaio, Maria Inês Bino, Sara Vieira e Silvana Andrade. Analisando as taxas de mortes por
causas externas em adolescentes (10 a 19 anos) no Distrito Barreiro, observa-se uma
diminuição entre 2011 e 2015, que passou de 72,21 para 44,60 óbitos/100.000, demonstrando
uma queda de 38,2%. Em 2015, a taxa de morte por causas externas em adolescentes (10 a 19
anos), no Distrito Barreiro e em Belo Horizonte, foi de 44,60 e 52,53 respectivamente, ou seja,
o Barreiro apresentou uma taxa menor que BH, nesse ano. Por outro lado, em 2014, a taxa do
Barreiro foi maior que a de Minas Gerais e do Brasil, o que equivale a dizer que nesse ano, os
adolescentes do Barreiro apresentavam um maior risco de morrer por causas externas quando
comparada com o estado e o país. A distribuição dos tipos de causas de mortes externas em
2015 foi: os homicídios (13 mortes/61,9%), acidentes de trânsito (04 mortes/19%), queda
acidental de árvore (01 mortes/4,8%), suicídio (02 mortes/9,5%) e intenção indeterminada (01
mortes/4,8%). Dos 21 casos ocorridos em 2015, houve uma distribuição homogênea entre os
Centros de Saúde, sendo que em alguns não aconteceram mortes, o que não significa dizer
que nessas Unidades há um menor risco de morte por causas externas em adolescentes, já
que, no geral, o número de mortes por Centro de Saúde é pequeno. Para uma melhor análise
da distribuição por UBS, é importante considerar uma série histórica. Entre 2011 e 2015
morreram 141 adolescentes no Distrito Barreiro, sendo que os Centros de Saúde que
apresentaram o maior número de casos foram: Bairro das Indústrias e Independência (cada
um com 14 mortes), Santa Cecília e Vila Cemig (cada um com 10 mortes), Mangueiras e
Milionários (cada um com 9 mortes). Importante destacar que o Centro de Saúde deve analisar
cada caso individualmente, avaliando critérios relacionados ao usuário, à comunidade, à
família e fatores sociais.
- DS CENTRO SUL: não realizada a análise
- DS LESTE: não realizada análise
- DS NORDESTE: não realizou a análise
- DS NORTE: não realizou a análise
- DS OESTE: não realizou a análise
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração e análise: Rita Sibele. Análise do Distrito:
03/10/16. Responsável pela análise: Aline Castro, Cristina, Evádne, Aline, Patríca e Regina. No
Município, analisando a série histórica de 2010 a 2015 observa-se uma tendência de
manutenção das taxas de mortalidade, na faixa etária de 10 a 19 anos, variando entre 51,38
(2010) e 53,99 (2015). Comparando com os demais distritos a Oeste apresentou a maior taxa
de mortalidade do Município em 2015 (54,6%). Nos anos de 2010 e 2011 chamam a atenção
por encontrarmos um menor número de casos em relação aos outros anos (12 e 17 casos
respectivamente). A causa de maior prevalência de óbitos, em 2015, foi agressão por arma de
fogo correspondendo 13 (54.1 %) casos, seguida por 4 (16.6%) por acidente de transito e 1
(4.1%) óbito por suicídio e 6 (25%) de outras causas. É importante ressaltar que a maioria
destes jovens reside em área de risco elevado. Também, chama a atenção o número de
83
suicídios, por ser um agravo evitável, fazendo-se necessária uma abordagem deste usuário, em
tempo oportuno, e com os devidos encaminhamentos para a saúde mental.
- DS VENDA NOVA: não realizou análise
3.8.2.1-Número de mortes por causas externas em adolescentes (10 a 19 anos)
- DS BARREIRO: ver análise do item anterior
- DS CENTRO SUL: não realizada a análise
- DS LESTE: compreendeu que a análise seria feita apenas pelo Nível Central
- DS NORDESTE: não realizou a análise
- DS NORTE: não realizou a análise
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 20/09/2016. Responsável pela extração: Aline Castro
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração e análise: Rita Caetano. Os dados foram
extraídos considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012, com a alteração
dos limites regionais foram incorporados à Pampulha, três unidades básicas de saúde/área de
abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano). O numero absoluto de obitos na faixa
etaria de 10 a 19 anos na Pampulha, variou de 7 (2010) a 24 (2013). Em 2015, foram
registrados 14 óbitos nesta faixa etária na Pampulha. As causas externas são evitáveis e
qualquer óbito representa uma perda para a família e a sociedade. ""
- DS VENDA NOVA: não realizou análise
3.8.3 - Taxa de Mortalidade por Causas externas em adultos jovens (20 a 29 anos).
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 11/10/16. Responsável pela extração: Fernanda
Sampaio e Silvana Andrade. Data Análise: 11/10/16. Responsável pela análise: Fernanda
Sampaio, Maria Inês Bino, Sara Vieira e Silvana Andrade. Analisando as taxas de mortes por
causas externas em adultos jovens (20 a 29 anos) no Distrito Barreiro, observa-se uma variação
crescente e decrescente ao longo dos anos, chamando a atenção o ano de 2015, que mostrou
uma queda acentuada (61,62 mortes/100.000 adultos jovens). Em 2015, a taxa de morte por
causas externas em adolescentes (10 a 19 anos) no Distrito Barreiro e em Belo Horizonte, foi
de 61,62 e 77,86 respectivamente, ou seja, o Barreiro apresentou uma taxa menor que BH,
nesse ano. Por outro lado, em 2014, a taxa do Barreiro foi maior que a de Minas Gerais, Brasil
e Belo Horizonte, o que significa que nesse ano os adultos jovens do Barreiro apresentavam
um maior risco de morrer por causas externas, quando comparado com o estado, o país e Belo
Horizonte. A distribuição dos tipos de causas de mortes externas em 2015 foi: homicídios (23
mortes/69,7%), acidentes de trânsito (05mortes/15,1%), suicídio (03mortes/9,1%) e
fato/intenção indeterminada (02mortes/6,1%). Dos 56 casos ocorridos de janeiro de 2015 a
abril de 2016, o Centro de Saúde Vale do Jatobá apresentou 11 mortes, representando 19,6 %
84
do total de mortes. Analisando a série histórica de 2011 a 2015, nota-se 305 mortes por causas
externas em adultos jovens, sendo que os 05 primeiros centros de saúde que apresentaram o
maior número de casos foram: Milionários e Vale do Jatobá (cada um com 25 mortes),
Bonsucesso e Lindéia (cada um com 24 mortes), Barreiro de Cima (20 casos); representando
estes 38,7% do total de casos. Importante destacar que o Centro de Saúde deve analisar cada
caso individualmente, avaliando critérios relacionados ao usuário, à comunidade, à família e
fatores sociais.
- DS CENTRO SUL: não realizada a análise
- DS LESTE: não realizou análise
- DS NORDESTE: não realizou a análise
- DS NORTE: não realizou a análise
- DS OESTE: não avaliado
- DS PAMPULHA: não realizou análise
- DS VENDA NOVA: não realizou análise
3.8.3.1- Número de Mortes por causas externas em adultos jovens (20 a 29 anos)
- DS BARREIRO: ver análise no item anterior
- DS CENTRO SUL: não realizada a análise
- DS LESTE: compreendeu que a análise seria feita apenas pelo Nível Central
- DS NORDESTE: não realizou a análise
- DS NORTE: não realizou a análise
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 20/09/2016. Responsável pela extração: Aline Castro.
Análise do Distrito: 03/10/16. Responsável pela análise: Aline Castro, Cristina, Evádne, Aline,
Patríca e Regina. No Município, analisando a série histórica de 2010 a 2014 observa-se uma
tendência de manutenção das taxas de mortalidade, na faixa etária de 20 a 29 anos, variando
entre 105,87 (2010) e 110,81 (2014). Em 2015 observou-se uma queda expressiva da taxa de
mortalidade de 26,47% em relação ao ano de 2014. Comparando com os demais distritos a
Oeste apresentou a quarta maior taxa de mortalidade do Município em 2015 (67,1%). No
período de 2010 e 2013 o Distrito Oeste apresentou uma tendência crescente da taxa de
mortalidade de 105,87 (2010) para 110,81 (2014). Em 2015 houve uma expressiva redução
desta taxa para 79,40 em relação aos outros anos. Dados de 2015 apontam que prevalece
como causa de óbito a agressão por arma de fogo/objetos cortantes ou penetrantes, 21
(53,8%), por acidentes de trânsito foram de 6 (15,3%) casos, seguido de 6 (15,3%) casos de
suicídio e 6 (15,3 %) por outras causas. Ao avaliar os dados sob a ótica do IVS (Índice de
Vulnerabilidade à Saúde) podemos afirmar que dos 21 óbitos por arma de fogo / objetos
85
cortantes ou penetrantes (60%) estão relacionados com as áreas de risco muito elevado e
elevado.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração e análise: Rita Caetano. Os dados foram
extraídos considerando a delimitação da regional no ano analisado. Em 2012, com a alteração
dos limites regionais foram incorporados à Pampulha, três unidades básicas de saúde/área de
abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano). O número absoluto de óbitos nesta faixa
etária variou de 20 (2010) a 38 (2012) e em 2015, foram registrados 25 óbitos por causa em
residentes na Pampulha. Em relação aos centros de sáude, o numero absoluto de óbitos na
faixa etária de 20 a 29 anos variou entre zero (Itamarati e São Francisco) e quatro (Santa Rosa
e São José), em 2015. As causas externas são evitáveis e qualquer óbito representa uma perda
para a família e a sociedade.
- DS VENDA NOVA: não realizou análise
3.8.4 – Taxa de Mortalidade por Síndrome Respiratória Aguda (SRA) em 60 anos e mais
- DS BARREIRO: Data de extração dos dados: 13/10/16. Responsável pela extração: William.
Data Análise: 13/10/16. Responsável pela análise: Raquel Ferraz. O monitoramento do
estado de saúde da população idosa tem grande importância uma vez que, seguindo a
tendência mundial, pode se observar o envelhecimento da população no Distrito Barreiro. A
Síndrome Respiratória Aguda está entre as principais causas de internação hospitalar e óbito
entre os idosos. Entre as áreas de abrangência destacam-se os centros de saúde Regina e
Santa Cecília com as maiores taxas de mortalidade e o centro de saúde Milionários com as
menores taxas. Não houve registro de nenhum óbito por SRA na área de abrangência do
centro de saúde Pilar. Diante desse cenário, destaca-se a importância das ações de prevenção
das SRA como a vacinação dos idosos, atendimento multidisciplinar e ações voltadas para a
população idosa com vistas a melhorar das condições de vida e saúde e ampliação do acesso
desta população ao diagnóstico precoce, acompanhamento e tratamento dos distúrbios e
afecções do aparelho respiratório, com maior atenção aos idosos portadores de doenças
crônicas.
- DS CENTRO SUL: Data de extração dos dados: 13/10/2016. Karine e Clarissa.
Data:13/10/2016. Responsáveis pela análise: Karine e Clarissa. Os dados de mortalidade
foram retirados do SIM em 29/09/2016 e a população acima de 60 anos utilizada foi retirada
do sistema intranet. Observa-se que a taxa anualizada de Mortalidade por SRA, em > de 60
anos, na regional Centro Sul se mantém abaixo da taxa encontrada no Brasil (279,68) e em
Minas
Gerais
(262,02).
Observou-se em 2016 um início precoce das doenças respiratórias principalmente na região
sudeste. Neste contexto, Belo Horizonte iniciou a vacinação já com registro de casos positivos
de H1N1pan e óbitos associados a este diagnóstico, o que pode explicar maior número de
casos de SRA em comparação ao período anterior. A Regional Centro Sul apresenta 19,17% de
idosos acima de 80 anos. Esse grupo é considerado frágil, devido a susceptibilidade de
desfechos clínicos desfavoráveis, contribuindo com o número de óbitos. Outra particularidade
do distrito é relativa a vulnerabilidade social classificada, com expressiva quantidade, como
86
baixo risco, sem cobertura de Equipe de Saúde da Família (ESF). Nesse contexto, ainda é um
desafio o acompanhamento dos pacientes do baixo risco devido a não utilização de
serviços/equipamentos ofertados pela rede SUS, o que pode impactar na identificação precoce
do diagnóstico e no inicio oportuno de tratamento.
- DS LESTE: Data de extração dos dados: 28/09/2016. Responsável pela extração: Daniela
Malacco. Análise do Distrito: 10/10/2016. Responsável pela análise: Laura e Lucas. Ao
comparar a incidência de casos notificados no período de 05/15 a 04/16, 96 óbitos, ao mesmo
período de 2014, 93 óbitos, podemos perceber que houve um aumento de 10.72 % dos óbitos
por SRAG no distrito leste. Porém apesar deste aumento relativo, o número absoluto de óbitos
relacionados ao ano anterior, foi de apenas 3 casos. O que se percebe também que os casos
ocorrem mais no período de abril a maio relacionados a estação do ano. Com o incremento
das vacinas de Influenza e Pneumocócica tem havido quedas nos números correlacionados.
- DS NORDESTE: O indicador de taxa de mortalidade por síndrome respiratória aguda nos
indivíduos de 60 anos e mais na Regional Nordeste teve um aumento entre 2010 a 2011. A
partir desse período, nota-se uma tendência de queda. Essa redução na taxa pode se dever,
em parte à implantação da vacina contra a gripe na população idosa, a despeito do importante
aumento do número de pessoas nessa faixa etária. Por outro lado, a partir de 2015 e 1 e 2º
QD/2016 observamos um aumento expressivo no número de óbitos. Acompanhando esse
cenário tivemos um aumento no número notificações de casos graves de SRA. Outro fator que
pode ter contribuído para a elevação dos óbitos foi o aumento da população idosa frágil em
algumas áreas de abrangência, devido a construções de diversos empreendimentos
imobiliários oriundos do Programa Minha Casa Minha Vida. Quando se calcula este indicador
por centro de saúde, observam-se grandes variações na taxa de mortalidade entre as unidades
(de zero a 733), uma vez que o número de óbitos por área de abrangência é pequeno. Além
disso, percebe-se que os centros de saúde com maior número de óbitos estão nas áreas de
abrangência do Programa Minha Casa Minha Vida.
- DS NOROESTE: Data de extração dos dados: 11/10/16. Responsável pela extração: Maria
Helena. Análise do Distrito: 11/10/16. Responsável pela análise: Maria Helena.
O número de óbitos por SRA em idosos acima de 60 anos, foi de 27 ( maio a agosto de 2016)
entretanto, este número pode ser parcial pois pode haver declarações de óbitos que não
estão no banco de dados. O indicador reforça a importância da vacinação por influenza nos
idosos. Faz-se necessária a rápida identificação e tratamento de infecções respiratórias
superiores evitando as complicações. Deveria constar também nestes dados as DPOC
infectadas, CID J44-0. As equipes devem ter especial atenção aos idosos frágeis pois dos 27
óbitos, 22 foram na idade acima de 80 anos.É importante que as equipes verifiquem como está
a assistência ao idoso em seu território e para isso é importante realizar diagnóstico de área
como por exemplo: As equipes sabem quantos são os idosos no seu território? As equipes
conhecem estes idosos? O ACS faz visitas frequentes a estes idosos? Há discussão de casos nas
equipes ou grupos operativos para os idosos do território? A equipe monitora o estado de
saúde dos idosos frágeis? A incorporação por parte das equipes do monitoramento e
acompanahmento dos idosos de sua área constitui aspecto fundamental para subsidiar a
melhoria do estado de saúde desta parcela da população.
87
- DS NORTE: Data de extração dos dados: 14/10/2016. Responsável pela extração: Dirce
Braga. Análise do Distrito: 20/10/2016. Responsável pela análise: Kátia Rios e Elzira
Marques. O Distrito Norte apresentou o indicador de mortalidade por SRA (Síndrome
Respiratória Aguda), sendo todos os óbitos por pneumonia identificada como bacterianas J15, e como pneumonia por outros micro-organismos não especificados- J18. Considerando o
número de óbitos por área de abrangência, do Distrito Norte, observa-se a taxa de
mortalidade proporcional em áreas de maior vulnerabilidade, com risco socioeconômico alto.
Existem fatores que agravam este indicador como: insuficiência familiar, grande número de
egressos hospitalares que não apresentam suporte familiar, ausência do programa de maior
cuidado em algumas unidades, onde apresentam alto risco social.
Diante desta avaliação podemos considerar que o indicador reflete em forte influência da
Norte de apresentar o IVS (Índice de Vulnerabilidade Social) de elevado e muito elevado risco.
Destacando o programa de vacinação no ano de 2015 para campanha contra influenza,
podemos considerar como boa cobertura vacinal no Distrito Norte, logo, não interferindo no
indicador.
- DS OESTE: Data de extração dos dados: 22/09/2016. Responsável pela extração: Aline Castro.
Análise do Distrito: 29/09/16.Responsável pela análise: Aline Castro, Delu, Adriana, Evádne,
Aline, Patríca e Regina. No Município, analisando a série histórica de 2010 a 2015 observa-se
uma tendência crescente de SRAG variando entre 209.97 (2010) e 255.15 (2015).
Comparando com os demais distritos a Oeste apresentou a terceira menor taxa de
mortalidade do Município em 2015 (234.87). Segundo o CENSO/2010 o Distrito Oeste possui
uma população de 309.447 habitantes, destes 37.467 correspondem há 60 anos e mais (12%).
Analisando os dados apresentados, foi observado um expressivo aumento no número de
óbitos entre os anos de 2014 e 2015 (69,39%). Dados extraídos do SIM-BH Oeste revelam que
as doenças do capítulo 10 (CID-10) correspondente ao Aparelho Respiratório, dentre elas a
Síndrome Respiratória Aguda, aparece como a 3º causa de óbito na faixa etária de 60 anos ou
mais. Este dado aponta para necessidade de investimento nas ações de promoção e prevenção
à saúde do idoso, entre elas intensificação na cobertura vacinal nesta faixa etária bem como o
diagnóstico e tratamento precoces.
- DS PAMPULHA: Responsável pela extração: Rita Sibele; Responsáveis pela análise: Rita
Sibele e Silvânia. Os dados foram extraídos considerando a delimitação da regional no ano
analisado. Em 2012, com a alteração dos limites regionais foram incorporados à Pampulha,
três unidades básicas de saúde/área de abrangência (Jardim Alvorada, São José e Serrano). No
período analisado, a taxa de óbitos por SRA teve tendência crescente, variando de 129,33
(2011) a 288,33 (2015). Os dados de população utlizados foram IBGE 2010, considerando-se a
população das áreas incorporadas à Pampulha. Em relação às áreas de abrangência, a taxa de
mortalidade por SRA em 2015, variou de zero (São Francisco, São José e Trevo) a 480,9 (Santa
Terezinha).
- DS VENDA NOVA: Data de extração dos dados: 13/10/2016. Responsável pela extração:
Lúcia.
Análise do Distrito: 14/10/2016. Responsável pela análise: Diego e Rodrigo. Avaliando a taxa
anualizada dos óbitos por SRA em pessoas com 60 anos e mais, constatamos que a incidência
em Venda Nova está um pouco acima da brasileira. No Distrito de Venda Nova as áreas de
88
abrangência do CS Santo Antonio e do CS Jardim Europa são as com os maiores coeficientes, e
são expressivamente maiores que as de outras áreas, talvez por serem mais antigas e,
conseqüentemente, com maior percentual de idosos na sua população. Contrastando com as
áreas anteriores temos as do CS Rio Branco e do Serra Verde com incidência um pouco menor
que a metade comparada a de Venda Nova. Pensamos que por serem áreas mais novas e com
uma população com melhor qualidade de vida. Comparando os percentuais Distritais de 2015
com o de 2016, observamos que houve pequeno aumento da taxa de mortalidade por SRAG.
Algumas áreas apresentaram flutuação significativa da taxa e devemos analisar tal situação.
Como o número absoluto de óbitos é baixo, há a possibilidade de realização de auditorias para
averiguação das ações que foram e/ou poderiam terem sido realizadas para minimizar o total
de óbitos, tais como: avaliação de cobertura vacinal e a participação destes usuários em algum
tipo de práticas de promoção à saúde entre elas lian gong e academia da cidade. Também
acreditamos que a série histórica está pequena para uma conclusão mais assertiva, porque a
base populacional – área de abrangência – é pequena, ocasionando flutuações na taxa com
pequeno aumento do número de óbitos.
4 – ANÁLISE DOS CENTROS DE SAÚDE (cada letra do alfabeto corresponde a um CS)
Bloco 1: Atenção Materno Infantil
4.1.1-Razão de Mortalidade Materna
4.1.2- Taxa de Mortalidade Infantil.
4.1.3- Número de óbitos potencialmente evitáveis em menores de um ano.
- DS BARREIRO
a) Responsável: Selmária S. Mourão- Data: 22/11/2016 - O caso do óbito em questão
talvez pudesse ter sido evitado com o acompanhamento da mãe durante o pré-natal.
A mãe e sua família omitiram a gravidez durante todo o tempo para a ACS e ESF. Não
houve em nenhum momento, durante a gestação, qualquer registro no prontuário da
mesma relacionado à gestação.
b) Prontuário físico não localizado no Centro de Saúde (usuária residindo na área do C. S.
Milionários). Através do que pôde ser visualizado pelo SISREDE, sugere-se que a
mesma não tenha feito pré-natal conforme protocolo (mínimo de 1 consulta no 1º
TRI, 2 no 2º TRI e 3 no 3º TRI). Sem registro sobre todos os exames realizados e
também sobre exame físico da gestante. Alguns atendimentos manuais? Equipe fez
busca ativa quanto ao número adequado de consultas e resultado de exames? No
registro da investigação hospitalar, houve relato da mãe não ter tido problemas
durante a gestação, porém não foi registrado se houve alguma infecção não tratada.
Como foi detectada infecção do RN, não se pode descartar hipótese de infecção
materna (ITU não tratada). Fabiana Ribeiro, 14/11/16.
c) A equipe procura realizar visita domiciliar ou consulta até p 15° dia de vida. Facilidade
de agendamento das consultas de Puericultura. Já sai da consulta com a proxima
89
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
agendada; ações educativas sobre cuidados como bebê tambem contribuiram com a
inexistencia de óbito evitável. Ricardo Salles, 14/11/16
Adriana Magalhães da Costa Siqueira 28/10/2016. Foram registrados três óbitos de
menores de um ano sendo dois em 2015 e um em 2016. Um dos óbitos foi neonatal
precoce, onde a mãe foi submetida a cesariana por DPP com 36 semanas; o RN
recebeu diagnóstico de sepse precoce e prematirudade; neste caso foi avaliado que a
gestante teve uma ITU que foi tratada mas não foi acompanhada a fim de se verificar
cura ou reinfecção, apesar de que neste caso a prematuridade foi devida a
hemorragia materna, deve-se dar o feedback aos profissionais pre-natalistas a fim de
evitar que outros casos de ITU na gestação passem despercebidos ou sem o
acompanhamento preconizado.O outro caso ocorreu em uma família que possui
convênio e não fez pre natal na UBS - mãe 40 anos, hipertensa, com IIC submetida a
cerclagem por duas vezes, teve amniorrexe prematura (25/26semanas) e o parto
evoluiu nascendo RNPT extremo com 715g evoluindo com choque séptico assistência na maternidade e UTI sem falhas detectadas, pre-natal sem informações
mais detalhadas (fez 9 consultas). O caso deste ano foi um óbito neonatal tardio (7
dias), parto ocorrido em Maternidade em Contagem-MG. Lá foi dado o endereço do
pai da criança, que é morador da AA do CSCRD, mas a mãe nunca morou nem fez prenatal na UBS.
Não houve óbito no período.
A Unidade de Saúde realiza o acompanhamento de Pré-Natal de acordo com o
protocolo da SMSA, com busca ativa das gestantes faltosas às consultas. O acesso é
facilitado mediante agendamento das consultas diretamente na recepção ou com o
profissional médico e enfermeiro. A Puericultura é realizada de conforme o protocolo,
com a verificação e atualização sistemática dos cartões de vacinas. Orientação para
prevenção de acidentes domésticos durantes as consultas. Dalva e Sirlândia 09/11/2016
Analisamos que todo óbito infantil merece uma atenção especial e investigação.
Neste caso em questão, de acordo com investigação do Comitê de Óbito Infantil, não
foi identificado falhas no atendimento do pré-natal, nem no atendimento da UPA, na
Maternidade e na UTI. Fabiano, Rodney, Leandro. 25/10/16.
No periodo anualizado, houve um óbito evitável em< 1 ano. Mãe epilitica em uso de
carbamezapina. Insuficiencia familiar. Não aceitação da visita da ACS e do
acompanhamento da unidade. Suspeita de drogadização dos pais. No dia do óbito
mãe chegou dopada por medicação na unidade e com o bebe em parada
cardiorespiratória. Rafaela Sardi de Almeida. 07/11/2016
Percebe-se que o atendimento compartilhado de puericultura entre enfermeiras,
médicas da equipe e pediatra contribuiu para este indicador
Apesar de não ter ocorrido nenhum óbito na área do CS Mangueiras, temos clareza da
importância de melhorar nossa vigilância, garantindo a realização do Pré-Natal e da
Puericultura conforme o protocolo. Garantir vacinação das gestantes e de 100% das
crianças, fazendo busca ativa das crianças com atraso.
Equipe mantendo-se vigilante com acompanhamento ao pré-natal e visita do 5º dia.
Colegiado gestor e Gerências 31/10/2016
Dois óbitos neonatal, sendo 1 prematuro e outro prematuro extremo. Ambos
realizavam acompanhamento na rede de convênio e particular. No primeiro caso,
ocorreu a óbito pós 22 horas de vida com peso ano nascer de 3390kg. Mãe com
histórico de ITU de repetição em uso de profilaxia, sendo indicado internação
hospitalar para tratamento e com recusa da genitora. Criança foi encaminhada ao CTI,
apresentou PCR, por suspeita de sepse. No segundo caso, trata-se de um óbito
neonatal que ao nascer pesou 1430kg. A mãe entrou em trabalho de parto com
30s34d devido a amniorexe prematura, posição fetal pélvica, realizado Cesária. RN
90
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
nasceu hipotônico. Foi necessária reanimação. Encaminhado para UTI. Apresentou
doença da membrana hialina, suspeita de sepse precoce, prematuridade, baixo peso,
hemorragia pulmonar, choque refratário e icterícia. Foi avaliada a importância da
vinculação e acompanhamento das gestantes, mesmo das que optam em realizar o
acompanhamento via convênio e particular, a fim de manter orientações,
sensibilizações e vigilância no pré-natal.
Tivemos um óbito materno infantil, que está em fase de fechamento na investigação
domiciliar. Criança nasceu com prematuridade, segundo informação da equipe.
Realizou a primeira consulta na UBS e foi encaminhado ao Pré-Natal do HJK. UBS
continuou seu acompanhamento no domicílio. KARINA FONSECA - 10/11/16
Não ocorreu neste período nenhum óbito infantil potencialmente evitável. Para que
este dado permanece zerado devemos trabalhar com foco em um pré-natal de
qualidade e acompanhamento da criança em seu primeiro ano de vida. Responsáveis:
Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane e Claudionice. 16/11/2016
No período analisado, nossa unidade teve um óbito infantil. Foi realizado pré-natal no
CS Túnel de adolescente de 14 anos de uma gravidez não planejada. Na investigação
do óbito não teve dificuldade de realizar consulta e exames de pré-natal, no 8º mês
foi encaminhada para PNAR no HJK não chegou realizar a consulta devido entrar em
trabalho de parto antes. RN nasceu pré termo com 1520 gramas, Apgar 5 e 8 ficando
internado na UTI por 40 dias. Recebeu alta no dia 18/04/16 e faleceu dia 03/05/16.
Não houve comunicação do HJK para alta responsável, o ACS responsável comunicou
o nascimento, porém no momento da alta estava de férias. Não houve procura dos
pais e familiares para vacinação e consulta no CS. De acordo com laudo do IML óbito
compatível com aspiração alimentar (Leite). A equipe é engajada na busca ativa de
faltosos às consultas com os enfermeiros, pediatra e generalista, (controle do
comparecimento às consultas). Crianças de alto risco são priorizadas nas consultas e
inclusive seu agendamento da puericultura é diferenciado, (Vaga zero para alta
responsável a pedido da maternidade). Temos pediatra na unidade, se necessário
encaminhamos crianças para a upa e, ou especialidade a fim detectar /tratar possíveis
futuras causas de óbitos. Análise feita por Enf. Andreia, Leonardo, Paulo e G. Denise
Dia:7/11/16
Não houve ocorrência de óbitos maternos neste período. Renata Teixeira. 08/11/16.
A unidade não analisou este indicador
Análise: O óbito em menor de um ano ocorrido em nossa área de abrangência foi
considerado como evitável, a gestante foi encaminhada para PNAR devido diversas
comorbidades. Foi realizado parto por cesárea com 37 semanas, extração difícil
devido placenta prévia, aderências e obesidade. RNTP – GIG com asfixia grave,
encaminhado ao CTI, evolui com choque grave, óbito com 6 horas de vida. Cibele
Cardoso em 03 de novembro 2016.
Não se aplica, Bruno César Saldanha, 08/11/16
- DS CENTRO SUL
a) Não houve óbitos evitáveis na área de abrangência da UBS. Acreditamos que o fato se
deve às orientações que são passadas para as mães durante o pré-natal; ações do
quinto dia e consultas de puericultura, além do acompanhamento e busca realizada
através dos ACS. Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA:
11/11/2016
b) Este indicador ainda se mantém como zero, para esta unidade de saúde, no período
analisado. A equipe está sensibilizada quanto a este indicador e atenta para os casos
91
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
de novas gestantes e para atender mediante protocolo de pré-natal, o que qualifica o
atendimento prestado. Análise: Shirley P Almeida, 10/11/2016
Tivemos óbito em menor de um ano neste período, do baixo risco, de família não
vinculada à Unidade. Jalda 11/11/2016
A área de abrangência do C.S é considerada na sua maioria de baixo risco.
É um território onde as mulheres têm acesso a planos de saúde e consultas
particulares dificultando o acompanhamento na UBS. Quanto às mães trabalhadoras
da AA, iniciam a puericultura no local de residência. 11/11/2016. Maria Bernadete
Miranda.
Apesar do número de óbitos potencialmente evitáveis ser zero, a mortalidade infantil
foi alta nesta área de abrangência (5 casos) sendo o maior do Distrito Centro-Sul. Este
fato nos remete a importância de mantermos as ações de vigilância às gestantes,
como as planilhas de acompanhamento, grupos de gestantes e ações de
planejamento familiar. Solange Beirão 11/11/2016
Apesar de o CS NS de Fátima ter apresentado 01 caso de óbito em menor de 01 ano, a
assistência ao PN é tratada como prioridade por todas as ESF, embora até pouco
tempo não ter ginecologista na Unidade. Uma das médicas da Unidade é
representante no Comitê Distrital de Investigação de Óbitos e todos os casos que
chegam à Unidade são investigados, exceto os usuários pertencentes à área de Baixo
Risco que não são acompanhados ou que recusam receber a Equipe para a
investigação.
Nesse caso, especificamente, a paciente é moradora de uma área de alto risco, fez
pré- natal regularmente com 8 consultas, sendo a última consulta com 40 semanas e
foi encaminhada para a maternidade de referência. A causa do óbito teve como fator
a alteração cardíaca congênita, embora inevitável, serve para atentarmos e
reavaliarmos os processos internos para a melhoria da prestação do serviço. Algumas
medidas importantes são: garantir as Ações do Quinto Dia Saúde Integral e
atendimento conforme protocolo da SMSA pelas 04 ESF. Simone Couto/ESF/07/11 /
2016
Não temos registro de óbitos potencialmente evitáveis em menores de um ano, mas
consideramos importante manter visita domiciliar do ACS pós-parto, 5º dia de saúde
integral e seguir protocolo de puericultura. Sirlene - 27/10/16
Análise: A unidade apresentou uma queda na taxa de óbitos potencialmente evitáveis
em menores de um ano, tendo sido o último óbito em área de baixo risco com
assistência privada. Com relação à assistência prestada nessa UBS na área maternoinfantil podemos ressaltar algumas ações que têm apresentado êxito, como:
priorização da 1ª consulta de pré-natal; quadro clínico de equipe de saúde da família
completa para atendimento; busca ativa pelos ACS das gestantes faltosas; realização
da abordagem de 5º dia do binômio mãe-bebê; aumento da co-responsabilização das
gestantes na adesão ao pré-natal; profissionais de apoio (saúde mental, ginecologia,
serviço social, NASF, pediatria e etc) engajados nos atendimentos dessas demandas
quando necessário; ações coletivas na abordagem materno-infantil, como grupos de
planejamento familiar, grupos de gestantes, grupos da abordagem à criança que chia.
11/11/2016 - Vanessa, Isabella, Karla, Michele, Liliane, Lúcia e Camila.
Não ocorreu nenhum caso de óbito evitável em menor de um ano, mas ações de
vigilância à saúde desde o pré-natal, até o acompanhamento da puericultura são
essenciais para a manutenção deste dado. A falta de ACS em algumas áreas dificulta a
busca ativa. A contra referência dos casos de internação CGP (alta responsável), e dos
serviços especializados CEM e URS's permitem o conhecimento e acompanhamento
das crianças com intercorrências de Saúde. A implantação do check list de
atendimento a criança em uma das ESF permite a identificação de riscos, bem como a
utilização de arquivo rotativo para acompanhamento das crianças faltosas na
92
puericultura, permitem a vigilância à saúde. Discussão nas reuniões de equipe dos
casos mais complexos clinicamente e de riscos como negligência e violência. Busca
ativa se necessário. Reuniões periódicas com pediatras e ESF para discussão de
protocolo e casos clínicos qualificam a assistência e alinham as condutas dos
profissionais. Alessandra/ Regina/ ESF/ 14/11/2016
j) Tivemos um óbito infantil pós-neonatal, potencialmente evitável, de criança com 2
meses de idade por causa externa (inalou conteúdo gástrico). O óbito é
potencialmente evitável através de ações educativas e de conscientização, como
ações mais eficientes de orientação na puericultura. Neste caso específico, a equipe
considerou mais uma fatalidade, por se tratar de mãe esclarecida e cuidadosa. A
equipe estava emocionalmente envolvida por ser a criança neta de uma trabalhadora
da unidade. O problema não se configurou em termos de acesso, pois o bebê realizou
a primeira consulta com enfermeira com uma semana de vida e mais duas consultas
com pediatra com 1 e 2 meses de idade. Ana 11/11/2016
k) Foi realizado o curso de gestante com participação multiprofissional, realizar algumas
alterações para maior adesão das gestantes e companheiros ao curso. Realizar
consultas de puericultura conforme o protocolo institucional. Anita/09/11/16
l) Não temos registro de óbito nesta faixa etária, mas precisamos continuar vigilantes
na qualidade da atenção. ELIANA MIRANDA,16/11/2016
- DS LESTE
a) As equipes avaliam que um óbito evitável em menor de um ano é um dado
extremamente relevante, no entanto, é necessário avaliar esse dado dentro de suas
peculiaridades. O lactente que evoluiu para óbito nasceu com um problema
respiratório grave e fazia acompanhamento com pneumologista e fisioterapia
respiratória na URS Saudade. Era morador de um barraco com pouca infraestrutura
situado em um beco e com pouquíssima ventilação. Todos os fatores citados acima
corroboram para esse desfecho trágico. Tatiane Caetano. Data: 20/10/2016
b) O óbito referido indica uma má formação que acarretaria a morte da criança. Patricia
Roberto / 11/11/2016.
c) 08/11/16. Em análise com as equipes, percebemos que dos 3 óbitos evitáveis ,2 são
de pacientes que vieram de outro município no final de gestação: uma de Betim e
outra de Ibirité, pré-natal tardio com 25ª e 28ª semana respectivamente. Detectado
pelo Pompeia VDRL positivo e tratamento imediato, porém provavelmente ineficaz
(sem necropsia dos 2 casos para confirmar). E o terceiro óbito também é de um caso
importado, pois a gestante foi atendida e hospitalizada na Santa Casa e não era
moradora do Pompeia, a gestante deu o endereço da mãe, que pertence a nossa área
de abrangência. Não fez nenhuma consulta de pré-natal no C. S. Pompeia. SOLANGE E
EQUIPE
d) Trata-se de território com grande rotatividade de moradores, fato que diminui vínculo
com a ESF e dificulta busca ativa das ACS, no caso específico gestante nova no
território, criança com cardiopatia grave não tendo recebido alta hospitalar. Apesar
das características do território observa-se diminuição de nº de óbitos evitáveis se
comparado aos anos anteriores. Edna do Maia 14/11/16
e) A equipe analisa que as condições de vida, o acesso a informação e aos serviços de
saúde melhoraram, bem como a vigilância dos ACS´s. Estes fatos contribuíram para
um resultado satisfatório deste indicador. A equipe informa que realizar a visita
domiciliar no 5˚ dia da mãe e RN. Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes
Taveira, Luciana de Carvalho Mariosa, Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira
Costa 08/11/16
93
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
O indicador foi avaliado pelas equipes, que relatam a influência dos fatores sociais
como riscos para as crianças menores de um ano, reconhecem os óbitos e possíveis
fragilidades no atendimento tais quais o não cumprimento do calendário de pré-natal
e puericultura, percebem que é preciso melhorar o acompanhamento, principalmente
os dos bebês de risco, as equipes fizeram as investigações de óbito, porem nestes
momentos percebe-se uma dificuldade no levantamento dos dados, devido a
resistência dos familiares e reviver a perda. É preciso ter um controle mais efetivo dos
arquivos de puericultura e busca dos faltosos. Em comparação com o período anterior
percebemos um aumento no número de casos em 100%, esta constatação deixa toda
a equipe em alerta e temos como proposta para mudar este senário o uso dos dados
colhidos nas investigações de óbito como norteador do trabalho, afim de evitar erros
repetidos, seguir o calendário de pré-natal e puericultura conforme o preconizado pela
SMSA, responsável: as 5 equipes e a gerencia e início em primeiro semestre de 2017.
Dado não informado na base de dados, impedindo análise.
ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
Os óbitos ocorridos foram de crianças acompanhadas cujo pré-natal foi acompanhado
no sistema privado não tendo a unidade conhecimento prévio do caso.
Apesar dos dados estarem zerados, isso não nos desobriga de estarmos sempre
vigilantes. Buscando melhorias no pré-natal com busca ativa precoce no 1º trimestre
e controle neonatal. Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
Marcílio Amaral. 18/10/16: Não houve nenhum óbito infantil, mostrando redução em
relação a períodos anteriores, o que sugere que os esforços desempenhados, bem
como o cumprimento da agenda da criança no 1º ano de vida garantiram um bom
resultado.
Ocorreu um registro equivocado na planilha: não teve óbito na nossa área de
abrangência nesse período. Vera Lucia de Oliveira 10/11/2016
O dado representa uma melhoria no trabalho de promoção e prevenção de agravos,
consolidando o papel de vigilância em saúde realizado pela atenção primária. Mateus
Figueiredo - 08/11/16
As ESF interpretam este indicador como resultado das ações desenvolvidas no PN,
Puerpério e Puericultura: Captação precoce, boa vinculação das gestantes com as
ESF, cadastro do RN e cumprimento assistencial da agenda do RN. Regina Cele de
Souza, 10/11/2016
- DS NORDESTE
a) A equipe tem a clareza da necessidade de melhora no indicador; e principalmente das
ações no pré-natal e acompanhamento do RN. Garantindo o atendimento no 5 dia de
vida; temos pactuado que o atendimento será realizado sempre que o RN chegar a
unidade na sala de vacina ou através do ACS. Um fato que implica bastante neste
indicador é a captação precoce da gestante. A população da área de abrangência não
compreende a necessidade deste início precoce no acompanhamento; estamos
realizando um trabalho com as mulheres em idade fértil da área de abrangência. Cibele
01/11/16
b) As ações desenvolvidas pelas ESFs junto aos profissionais de apoio para prevenção da
mortalidade infantil em < de 1 ano são: realização sistematica de consultas de
puericultura de acordo com o calendário proposto, sendo realizado busca ativa das
crianças mensalmente; atendimento pela equipe de saúde do centro de saúde das
crianças em situações agudas agravos à saúde com assistência local,
encaminhamentos quando necessários as outras redes de atenção e buscas ativas
para reavaliações posteriores em tempo oportuno, a fim de garantir a qualidade e
integralidade do cuidado; discussões de casos em reuniões de ESF e matriciamentos
94
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
com NASF e serviço social de crianças que enfrentam adversidades com interferências
na saúde no âmbito familiar e social. Joanna D'arc Ventura 08/11/16
As EFSs têm -se organizado de forma a potencializar o acompanhamento das gestantes
desde da captação precoce para o pré -natal, como para o acompanhamento das
crianças de acordo com os protocolos do SUS-BH. Ações foram feitas a partir de
sensibilização e capacitação dos ACSs e ESFs para visitas domicilares melhor
qualificadas , incentivo ao aleitamento materno , realização de visitas domicialres
imediatemente após o parto e garantia de consulta do quinto dia já vinculada à
equipe.Alguns desafios se destacam para as ESFs como : vaga em aberto de pediatra na
unidade ,crianças mais vinculadas aos convênios de saúde com recusa de
acompanhamento ou visita domicilar ,gestantes com moradia transitoria na casa de
familiares que residem na área de abrangência. Maria Lúcia Pujoni- 16-11-2016.
O centro de saúde do Conjunto Paulo VI não apresentou casos de óbitos
potencialemnte evitáveis em menores de 1 ano, no 3º quadrimestre de 2016, bem como
em todo este ano. Certamente, este dado é o reflexo do conjunto de ações articuladas
entre as ESF, distrito sanitário e gerência local. Este indicador é o produto de várias
ações, entre outras: garantir a consulta de puericultura dentro do protocolo
institucional, bem como utilizar do matriciamento de nosso pediatra, em casos de
matriciamento; busca ativa realizada pelos ACS, quando preciso; conhecimento amplo
e profundo da rede de atenção complementar e encaminhamentos devidos, quando
necessário; garantir as ações do 5º dia e que todas essas ações sofram a vigilância do
gerente local. Raphael, 09/11/2016
Este indicador reflete a ocorrência de fatores vinculados à gestação e ao parto, entre
eles, o peso ao nascer, as condições de acesso aos serviços de saúde e a qualidade da
assistência pré-natal, ao parto e ao recém-nascido. A saúde perinatal é influenciada
pela competência obstétrica e neonatal, mas também pelas fatores relacionados a
qualidade do acompanhamento ao pré-natal, parto e `a assistência ao RN. Ter o
pediatra, ginecologista e o médico da SF articulados neste cuidado propicia a melhoria
da assistência e a preparação para os momentos a seguir. Cláudia 10/11/16
As equipes de Saúde da Família tem trabalhado para acompanhar todos os Pré-Natais e
as Crianças após o nascimento, realizando busca-ativa,mantendo planilhas manuais
atualizadas, realizando agendamentos.Outras ações é melhorar ações do 5º dia,
atendimento pela enfermeira após o nascimento até o 5º dia de vida, realizar teste
rápido de sífilis em todas as gestantes no primeiro contato e captação precoce desta
gestante. Data: 07/11/16 .Hellen
Análise, Nome, dd/mm/aa
Não houve óbitos registrados noterceiro quadrimestre. A equipe tem se empenhado
para manter esta taxa de mortalidade zerada. É realizado busca ativa das gestantes que
faltam ao pré-natal e busca ativa das crianças faltosas na puericultura. Cristiana e
wederson 01/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
A mortalidade infantil (MI) , apesar da diminuição nas últimas décadas , ainda é um
problema de saúde pública nos países em desenvolvimento e sua redução é prioridade
por se tratar de uma ocorrência quase sempre evitável. a MI reflete a qualidade dos
serviços de saúde e dessa forma as intervenções dirigidas a sua redução , dependem de
mudanças estruturais relacionadas a condições de vida da população e de ações diretas
definidas pelas políticas públicas de saúde. No brasil a taxa de mortalidade infantil tem
reduzido nas últimas décadas , os indicadores demonstram queda da taxa nos anos
entre 2000 e 2015 de 29,02 para 13,82. Ao analisar as causas , observa-se que a medida
que diminuiu o numero de doenças infecciosas e parasitárias , doenças respiratórias e
desnutrição , principais causas relacionadas a mortalidade pós-neonatal , aumentaramse as afecções do período perinatal como prematuridade , a asfixia durante o parto e as
infecções neonatais.Enf. Mariana Barbosa , 28/10/16
esse dado reflete a qualidade do atendimento das equipes, que garatem assistencia de
puericultura as crianças conforme o protocolo alem do atendimento agil em relação ao
95
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
atendimento ao agudo. grande parcela de contribuição é o apoio do pediatra tanto no
atendimento como no matriciamento mensal com as equipes. Raquel, 15/11/16
Acreditamos que as açoes do 5º dia desenvolvidas pelas equipes e a concientização das
mães contribuem para este resultado, bem como a oferta de atendimento aos quadros
agudos em horário integral também refletem este resultado. Análise feita por Nara e
Rildo, enfermeiros de equipes e pelo gerente José Antonio.
A equipe tem se empenhado em melhorar o indicador com foco nas ações realizadas no
acompanhamento do pré natal e do RN, através de uma melhor captação através das
ACS e no atendimento no 5 dia de vida a partir da alta responsável através do ACS e
ou na sala de vacina através das auxiliares de enfermagem; sendo o atendimento
realizado no domicilio ou assim que o RN chegar na sala de vacina o auxiliar do setor
informa ao enfermeiro da equipe ou o responsável no momento para dar início as
avaliações conforme o protocolo da criança.Priscilla Barbosa, 09/11/2016
Gerente Marluce, Enfermeira Laura. 09/11/2016. A equipe vem trabalhando
sistematicamente na implementação de ações voltadas para um melhor
acompanhamento das gestantes e crianças em nossa unidade de saúde. Várias ações
vêm acontecendo no sentido de potencializar a regularidade no monitoramento da
saúde das gestantes e crianças (rodas de conversa, construção de agenda, padronização
de planilha de monitoramento, atualizações e discussão de protocolos, ações pontuais
como: blitz em sala de espera, construção de grupo de referência para discussão do
processo de trabalho em cada ciclo de vida e outros). Sendo assim, continuamos na
discussão e construção continua de caminhos que proporcione sempre um atendimento
eficaz as nossas gestante e crianças.
A alta responsável contribui para o acompanhamento das crianças de maior risco . As
ações do 5ºdia e o atendimento da demanda espontânea em tempo integral também
realizados pelas equipes favorecem para melhorar este indicador. A busca ativa, pelos
ACS, dos faltosos nas consultas de puericultura contribui e muito para melhora o
acompanhamento as crianças menores de um ano. Os casos de maior vulnerabilidade
são acompanhados rigosamente e como todos os profissionais estão cientes da
necesidade de atendimento rápido estes casos tem o acesso facilitado. 08/11/2016
Adirley, Marilia e Jacqueline
A análise foi realizada com cada ESF do C.S. São Gabriel. As 4 ESFs fizeram a análise
de que esse dado 0 deve-se: 1) A nova organização do centro de saúde de facilitação e
desburocratização do acesso de crianças ao agendamento de puericultura. 2) Existência
de arquivo rotativo de puericultura e na sala de vacina. 3) A existência de
matriciamento de saúde da criança coordenado pela pediatra, o que tem proporcionado
também um educação permanente dos profssionais. 4) Acompanhamento e busca ativa
realizado pelas ACSs e sala de vacina. 5) Modelo de assistência multiprofissional
(enfermeiro, médico e pediatra) adotado pela SMSA. 6) Vigilância em saúde realizada
por toda a equipe assistencial. 7) Planejamento com o responsável pela criança das
datas de retorno em consulta. Alessandra gerente, 10/11/16.
Mantemos a vigilância aos nossos bebes, com agenda 0 para puericultura, prioridade
sempre que possivel no atendimento ao agudo, busca ativa do acs, apesar de áreas
descobertas. Inciamos com ações do 5º dia na UBS. A equipe verde realiza esta ação
no domicilio, pois a sua área é próxima à unidade, não necessita de transporte na
maioria das vezes. Sorângela, 11/11/16
Verifica-se que após o empenho das ESF's em melhorar este indicador houve
realmente melhora substancial nos casos de óbitos evitáveis na unidade de saúde. O
caso de óbito evitável em questão trata-se de R.C.N que forneceu na D.O o endereço
do C.S.S.P, porém a mãe não residia na area de abrangencia desta unidade de saúde
nem durante a gestação e nem após o nascimento da criança até o óbito (e sim
CSProvidencia e Santa Luzia). Conforme investigado pela ESF, a mãe (FSFN) passou
a relatar que mora na area de abrangencia após o óbito da criança, sendo que está
grávida novamente e atualmente morando no bairro Tirol, mas optou por realizar o
acompanhamento do Pré-Natal da atual gestação aqui no CSSP. Logo, a análise mostra
96
que houve melhora significativa no acompanhamento do Pré-Natal e na Puericultura,
porém a vigilância deve ser contínua às crianças menores de 1 ano, pois casos como o
citado acima acontece diariamente na unidade, a mãe opta por fazer o
acompanhamento do pré-natal em um lugar mas reside em outro, e isso dificulta o
acompanhamento e busca ativa. Diante dessas dificuldades, para que a qualidade do
acompanhamento da mãe e da criança pela atenção primária não se perca é necessário
constantes investimentos em ações de promoção da saúde tais como: a captação
precoce da gestante ainda no 1º trimestre de gravidez, a garantia do acompanhamento
da gestação com no mínimo 7 consultas à gestante, o encaminhamento responsável das
gestações de alto risco, retomada do Grupo de Gestantes, estímulo ao aleitamento
materno exclusivo nos primeiros meses de vida, a captação precoce dos recémnascidos através das visitas domiciliares dos ACS, a realização da captação precoce da
mãe parturiente e do recém-nascido ainda na sala de vacinação com encaminhamento
de ambos à avaliação do 5º DIA, busca ativa pelos ACS das crianças faltosas à
Puericultura e cumprimento do protocolo de atenção à criança obedecendo os
intervalos entre as consultas. KENIA RIBEIRO GABRIEL - 10/11/2016
s) A melhoria na qualidade do acompanhamento do pre natal tem contribuido para evitar
o óbito de ciranças abaixo de um ano, principalmente do recem nascido. Ainda é um
desafio a captação de gestantes no primeiro trimestre devido a falta de comunicação da
gestação , por negà-la, ou memso falta de dissernimento da gestante em porcurar a
assistencia no seu tempo devido. A puericultura realizada pelas equipes tem
contribuido para alcançar este indice, apesar da ausencia do profissional pediatra.
Nosso inidcador tem demonstrado queda em coparação aos outros ciclos. Isto expressa
o empenho da equipe em conhecer e acompanhar todas as crianças desta faixa etária.
Vanessa Vida, 13/10/16.
- DS NOROESTE
a) Manter as ações preconizadas para crianças menores de 1 ano. 27/10/16- Maria
Judith da Silva Rios
b) Não foram identificados óbitos potencialmente evitáveis em menores de 01 ano no
período. Gerente Anderson Portes, 03/11/2016.
c) No ano de 2016, o CS Carlos Prates não registrou óbito em menores de 1 ano. Esse
dado reflete o bom acompanhamneto do pré-natal e a eficácia da vigilância a saúde
da criança (avaliação do crescimento e desenvolvimento, busca ativa das crianças em
situação de risco, atualização de cartão vacina, prevenção de acidentes) Alessandra,
Gabriel 27/10/16
d) Apesar da não ocorrência de óbito evitável no período, cabe mencionar a investigação
da equipe e o acompanhamento feito à mãe de um óbito não evitável ( gestação
gemelar e um dos fetos com má formação , identificada intrauterino). Este obito teve
consequencias psíquicas importantes para a mãe (com tentativa de autoextermínio,
sendo acompanhada pela equipe e pela psicologa. A paciente fez pré-natal pelo
convenio, veio ao centro de saúde a procura de segunda opinião com a equipe 2 e
acabou vinculando de forma satisfatória. Juliana, Angela e Carmem em 11/11/16
e) A UBS tem se empenhado em disponibilizar ações de acompanhamento de pré-natal
e puericultura, como prioridade, além de realizar vigilância à saúde de gestantes e
crianças menores de 1 ano no território. 31/10/2016 Silvana Ferreira de Andrade e
Souza
f) Não houve óbitos em menores de 01 ano, no período avaliado. Necessária
repactuação com as equipes de ações que garantam acesso e qualidade de
acompanhamento do pré-natal. Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
97
g) Análise: Pre-natal em convenio, mãe doença hipertensiva específica da gravidez,
parto prematuridade extrema e RN veio a óbto por Sind. Ang. Resp. Nome Renata
Mello, 26/10/16
h) Análise, Nome, dd/mm/aa
i) Não houve no período casos de óbitos evitáveis. A equipe manteve discussão da
vigilância e cuidado a saúde das crianças menores de 1 ano. Rosimeyre, 07/11/16
j) A criança em questão, era moradora de área de baixo risco, acompanhada pelo
convênio (rede suplementar); não tendo registro de atendimento na unidade de
saúde. Érika Santos, 24/10/16.
k) A UBS tem se empenhado em disponibilizar ações de acompanhamento de pré-natal
e puericultura, como prioridade, além de realizar vigilância à saúde de gestantes e
crianças menores de 1 ano no território. 31/10/2016 Vânia Gonçalves Novais
l) Embora não tenha ocorrido óbitos evitáveis no ultimo quadrimestre, os obitos
indicados do ano, foram de dois RN com crdiopatia grave congenita e avalido plo
comite de obitos como não evitáveis
m) Análise, Nome, dd/mm/aa
n) Foi realizada discussão nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e 01/11/2016. A equipe
ponderou que as gestantes que vão para o PNAR, perdem em parte o vínculo com a
equipe. Muitas gestantes têm convênio médico e optam por fazer o pré-natal no
convênio. Ao nascer as crianças também vão para o convênio. Alguns moradores não
recebem o ACS para fazer o cadastro. Concluímos que precisamos ter uma vigilância
maior sobre as gestantes. Adriana 01/11/16
o) Realizado sensibilização da equipe por membros do comitê distrital de óbitos
materno infantil, em relação à importância da investigação e preenchimento das
fichas. Maria Isabel Luiz 01/11/2016
p) A equipe do C Saúde São Cristóvão analisou os três casos de óbito potencialmente
evitáveis em menor de 01 ano em sua área adscrita sendo 01 caso da equipe PSF
Verde (Ezequias Alcântara Martins Valente) e um caso de gemelar pertencente à
equipe Vermelha. Após discussão dos casos, equipe aponta para a necessidade de
analisar os 3 casos como evento sentinela para identificar seus determinantes e para
a proposição de ações interventivas que possam contribuir para melhorar o indicador.
Análise: equipe PSF/SB/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
a) Análise, Nome, dd/mm/aa
b) Demosntra a necessidade manter a qualidade da assistência ao pré-natal e à
puericultura.
c) Análise: Tem havido melhora na condição social, com redução de casos de
desnutrição, por exemplo, e também melhora da assistência. O pré-natal tem uma
boa adesão e acompanhamento da criança. É preciso manter a vigilância e assistência
sempre constantes. Dulce, 09/11/16
d) O CS Etelvina Carneiro, assim como outros, tem se empenhado, cada vez mais, em
captar precocemente as gestantes, afim de iniciar um Pré - Natal eficaz, com geração
do SIS PRÉ-NATAL e com um número de consultas ideal, o que cria e fortalece um
vínculo afetivo e de confiança, entre a gestante e os profissionais que as assistem.
Assistência essa que se pauta no Protocolo da PBH, com a implementações de ações
educativas e de promoção à saúde. O Grupo de Gestantes (único, para todas as
equipes), as ações de vigilância, com busca ativa às gestantes faltosas, às consultas e
os atendimentos pré-natais, em domicílio, quando a gestante está incapacitada de se
locomover até ao CS têm fortalecido significadamente tal vínculo e praticamente
98
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
"abortado" as faltas, às consultas. Em 2015, houve registro de 01 óbito em menores
de 1 ano; já, em 2016, não houveram óbitos. Isso pode sugerir uma melhora na
assistência ao pré natal, no puerpério e na puericultura, resultando de uma maior
abrangência, vigilância e acompanhamento das ESF.
Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília. Data: 09/11/2016.
A aplicação efetiva das ações do 5º dia se mostra extremamente relevante nessa
situação. A identificação precoce dos riscos pré e peri-natal é essencial para a
execução de intervenções em tempo hábil para prevenção de danos. O
acompanhamento rigoroso e sistematico da Puericultura conforme protocolo
municipal auxiliará na identificação de riscos/vulnerabilidades das crianças e famílias
com abordagem das situações de risco e intervenções precoces. Responsável: Denise
Camargos - Data 07/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Impedir que ocorram mortes em menores de um ano também é uma ação da Atenção
Primária a Saúde. Afinal, orientar as mães sobre os acidentes mais comuns em cada
faixa etária e também empoderá-las sobre as ações frente as situações de emergência
são assuntos que devem ser abordados nas consultas de puericultura. Além disso, é
fundamental garantir atendimento adequado as crianças de acordo com o protocolo
institucional, incluindo a busca ativa dos faltosos. Data: 08/11/2016 Responsável:
Equipe do Centro de Saúde Guarani.
Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: Mesmo diante da situação da unidade sem casos, existe a fragilidade na
assistência ao pré-natal ainda e na assistência à saúde criança; o excesso de
população por ESF gera sobrecarga de trabalho, o quê dificulta o devido
acompanhamento das gestantes e dos menores de 1 ano e equipes de PSF
incompletas.
Análise, Nome, dd/mm/aa
De acordo com a analise houve reducao da mortalidade no periodo de maio 2015 a
abril 2016 e esclareco que esta melhora esta relacionada a presenca de profissionais
comprometidos em desenvolverum trabalho multiprofissional com atividades em
sala de espera .,relaciona-se tambem a presenca dos profissionais de
apoio(Ginecologista e Pediatra com orientacoesespecificas desde o pre-natal ao
acompanhamento de puericultura).E importante e necessario a vigilancia continua
com busca ativa dos ACS das criancas ate o 5 dia como tambem a pactuacao de fluxos
e comunicacao adequada de referencia e contra referencia com todos os niveis da
rede., tendo em vista a alta responsavel (UPA,Hospitais) e tambem o vinculo de
confianca entre o usuario e a ESF. Andrea Moreira R Brito BM 41168-3
Luciana, Maria do Carmo e Claúdia 10/11/16 Análise: Vulnerabilidade e situações da
familia com relação a escolaridade, renda, uso abusivo de álcool e drogas ;falta de
articulação das ESF em operacionalizar a prática e adesão aos grupos operativos;
inicio precoce de vida sexual ativa, recursos materiais e físicos inadequados e
insufiicientes, sistema de informação deficiente, equipe incompleta, rotatividade de
profissionais; atendimento pediátrico frágil.
O número de óbitos evitáveis trata-se de um sinal de alerta para os trabalhadores.
Precisamos qualificar a assistência pré-natal ampliando e sistematizando a
abordagem a gestante. O número em questão, mesmo sendo pequeno, trata-se de
evento sentinela para toda a equipe, servindo como fonte de aprendizado para o
atendimento. Flávia/Georgia/ Camila/Sibele/Maira/Luciana (31/10/16)
Análise, Nome, dd/mm/aa
Neste indicador, não obtivemos nenhum dado. Cléris Blanco de Souza. 03/11/2016
Neste indicador, não obtivemos nenhum dado. CamilaVieira 03/11/2016
99
p) Gestante iniciou pre natal no centro de Saúde que é cadastrada e procurou CS
Primeiro de Maio com Gestacao avançada e sifilis não tratada. Nívia e Lauriana enf
10/11/16
q) Redução da taxa de mortalidade infantil em menor de um ano comparando com a
série histórica de Maio/2015 a abril/2016, o que pode demonstrar melhora na acões
relacionadas ao Prénatal, Aleitamento materno e Puericultura. Isabella de Aguiar
Melo Cardoso, 23/09/2016
r) Consideramos que a vulnerabilidade do território, baixa escolaridade, drogadição,
violência, faixa etária das mães, gravidez indesejada e absenteismo, dentre outros
fatores de risco contribuiram para a ocorrência dos óbitos. SILVANA 22/11/16
s) Sensibilização das ESF e ACS com enfoque nas fragilidades presentes no processo de
trabalho das ESF da Unidade de Saúde, melhorando a captação precoce de gestantes
e puérperas com acompanhamento mensal (consultas, marcação de exames; visitas
domiciliares) pelas ESF para fortalecimento do acesso e do vínculo, conforme
protocolos estabelecidos; verificação das condições de vida familiar com priorização
das áreas de maior risco na área de abrangência, garantia de realização de exames
solicitados em tempo hábil; Ações de promoção de saúde (sala de espera, grupos de
gestantes, grupo de puérperas, aleitamento materno, saúde sexual e reprodutiva,
investigação de violência contra crianças e gestantes etc); investigação de possíveis
óbitos; alimentação do sistema de informação. (Avilmar Carvalho e ESF) (09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Após análise verificou-se que o Centro de Saúde Betânia atingiu a meta esperada para
este indicador, uma vez que não consta mortalidade infantil na área de abrangência.
b) ZERO. Devemos manter atendimento adequado ao pré-natal, puerpério e
puericultura, buscando estratégias através da intersetorialidade para atendimento a
adolescente grávida em uso de drogas. Manter a consulta do 5º dia (visita domiciliar)
e acompanhamento mensal do ACS.
c) Não houve obito infantil em menor de um ano neste quadrimestre . Avaliamos que
podemos atribuir esta questão as açoes específicas de assistencia ao RN, a gestante
no pré natal e também a maternidade de referencia. A atenção a criança conforme o
protocolo com açoes de responsabilização , vinculo e do 5º dia/saude intengral, tem
sido avaliado pela equipe como um fator importante de qualificação da atenção as
crianças . A planilha de acompanhamento e monitoramento da criança na sala de
vacina e a atenção das equipes com seus instrumentos rotativos ou cadernos de
acompanhamento são fundamentais para que as buscas ativas aos faltosos façam
parte da rotina. Avaliamos também que as discussões dos obitos realizadas
constituem procedimentos educativos para as equipes.
d) Na avaliação da investigação do número de óbitos em menores de 1 ano no C.S.
Conjunto Betania , verificamos que não houve óbitos no quadrimestre de 2016. Para
que esta taxa se mantenha é importante que as equipes continuem com a assitência
de qualidade ao pré -natal através da vigilância ativa de eventos sentinela para que
em situação de risco na gestação , parto e puerpério , o manejo da mesma seja
rápido.
e) O Centro de Saude Havai não teve obito potencialmente evitavel em menor de 1 ano,
no ano de 2015 e nem no segundo quadrimestre de 2016.
f) O índice foi zero. O acesso à puericultura e a aplicação dos protocolos favorecem o
acompanhamento da criança com a possibilidade de intervenção em tempo hábil.
g) Análise: Em relação ao de 2015 conseguimos melhorar esse indicador, o desafio
consiste em manter o indicador zerado, através da manutenção de ações do PSF tais
100
como: Realização de PN de qualidade com no mínimo 06 consultas e exames
preconizados, sensibilizando as gestantes quanto a importância do acompanhamento
do PN e da criança ;acompanhamento da criança <2 anos conforme protocolo de
puericultura , avaliar situação vacinal em todas vindas da criança ao CS ; Promover
ações de saúde em vilas e comunidade sobre higiene e nutrição.
h) Em relação aos óbitos em menores de 1 ano ,comparando o ano de 2014 não foi
registrado nenhum o obito ,já no ano de 2015 ,corresponde ao 2º e 3 º ciclo de nossa
análise tivemos 5 óbitos.Assutador . Pergunta : Como a Unidade de saúde tem
trabalhado na tentativa de evitá-los? Porque isto está acontecendo?
Analisando mais profundamente o problema, o Centro de Saúde Palmeiras trabalha
100 % de cobertura , abrange: Bairro Palmeiras, Bairro Betânia e Havaí e uma
imensa área ainda em expansão do Bairro BURITIS ,posssuímos 25 setores
censitários ,dentre estes 15 de MR e ER e 10 setores de BAIXO RISCO (Buritis) ,na qual
temos imensas difIculdades de acesso aos moradores e vigiância e sem cobertura de
ACS (falta 11 ACS no quadro de RH da unidade). Analisando detalhadamente os 5
óbitos para a SMSA compreender a necessidade de rever esta cobertura de 100% da
população que venho pedindo desde o 1º ciclo e o impacto negativo sobre os
indicadores e desempenho da equipe que descrevemos:de 3 óbitos ocorridos todos
são de moradores do Baixo risco e fizeram acompanhamento na rede suplementar convênios, na qual a UNIDADE NÃO TEM NENHUMA GOVERNABILIDADE DE
MONITORAMENTO OU FORMA DE ACOMPANHAR A QUALIDADE DO PRÉ NATAL
RECEBIDO. Outro óbito foi de uma adolescente, dependente quimica-usuária de
drogas ilicitas - encaminhada ao pré Natal de Alto risco - SANTA CASA E A ESF fez a
vigilância e acompanhamento em conjunto. Esta gestante está gravida novamente no
ano de 2016, continua depedente quimica apesar dos esforços da ESF, psicologa,
Ginecologista, gerente, e foi encaminhda novamente ao PNAR. Em relação ao 5º
óbito ,uma gestante de 44 anos, que inicou infelizmente o pré natal no 5º mês ,
realizou apesar de tardiamente iniciado o pré natal ,5 consultas foi orientada sobre o
parto ,(mãe de dois filhos, 3ª gravides),RN diagnosticado com cardiopatia congênita,
evitável? Perguntam,mas porque de uma captação tão tardia? área descoberta de
agente comunitário de saúde a mais de 3 anos temos 21 micros páreas - 11 estão
descobertas, ficando a vigilância extremamente comprometida. .O Centro de saúde
tem trabalhado sistematicamente na prestação de uma assistencia de qualidade ao
Pré Natal buscando a identificação de riscos potenciais , garantia de acesso
,tratamento das doenças e garantia de imunização materna recomendada.As
gestantes do Baixo risco tem cadastro oficial e informado conosco para imunização
e algumas cadastram no SISPRE NATAL para serem acompanhdas no Hospital Sofia
Feldmann
i) Não identificamos óbito em crianças menores de 01 ano na Unidade,isto é resultado
das ações de vigilância da saúde materna, valorização do pré-natal,ações do 5º dia,
busca ativa das crianças faltosas á puericultura e prioridade das visitas domiciliares
pelo ACS.
j) Ocorreram dois óbitos
k) 02 ÓBITOS PERTENCEM A ÁREA CONSIDERADA DE BR E DEVIDO A CAUSAS
PERINATAIS. PRE NATAL REALIZADOS NA SAÚDE SUPLEMENTAR.
l) No CSVentosa ocorreram 4 óbitos em menor de 1 ano em 2015. Sendo que dois
obitos aconteceram devido malformação congenita graves e em outros dois casos as
gestantes foram acompanhadas apenas na saúde suplementar. Percebe-se a
necessidade de realizar a puericultura conforme o protocolo. Ações adotada pelo
CSV: manter agendamento facilitado de consultas de puericultura na recepção,
captação precoce com atendimento facilitado imediato no 5° dia, acompanhamento e
101
m)
n)
o)
p)
busca ativa de todos os menores de 1 ano; orientações individual e em grupo durante
o pré-natal e puericultura.
No centro de Saúde Vila Imperial em 2016 tivemos 1 caso obito evitável no 1º
quadrimestre, já no 2º quadrimestre não obtivemos casos. O fato de não
apresentarmos casos recentes não nos exime de investir na melhoria da qualidade
dos serviços prestados na unidade de saúde e atenção ao pré-natal de alto risco à
mãe durante a gestação e a seu filho recém-nascido bem como melhoria dos
determinantes sociais.
No ano de 2014 ( assim como no periodo de maio 2014 a abril 2015 - anualizado)
ocorreram 06 óbitos em menores de 1 ano na AA do CSVL, em valor absoluto . Estes
óbitos foram classificados como não evitáveis, todos por causas perinatais (
malformações congênitas, causas maternas, etc.). Apresentando necessidde maior
rigor no acompanhamento do pré-natal e fortalecimento do vínculo das gestantes da
AA ao serviço de saúde de referência, mesmo àquelas moradoras em áreas de baixo
risco e que não utilizam integralmente os serviços públicos de saúde.Em 2015 foram
03 óbitos em menor de um ano na AA do CSVL e em 2016 01 obito no segundo
quadrimestre continuando a aparecer para os gestores os sinais de alerta em relação
a vigilancia ao territorio. Apontando para necessidade de sensibilização e
treinamentos para serviços ,incluindo cadastro, ações de imunização, prevenção e
promoção de saúde com qualificação da atenção a saúde da gestante, ações de
educação permanente e treinamentos dos profissionais para utilização correta dos
protocolos. Aponta para a necessidade de maioer sensibilização das Equipes para
manter a vigilância e qualificação da atenção pré-natal, do parto,puerperio e os
cuidados com o recém nascido e a qualificação do acesso a todos os protocolos e
serviços. Questões e desafios importantes vivênciados na pratica
apontam a necessidade vigilância. Frente aos dados apresentados pela GEREPIO
podemos observar que das 17 Unidades, 7 estão comeste indicador com alerta,
representando 40% e colocando este indicador com necessidade de planejamento de
intervenção em parceria com o Distrito e Secretaria.
O número de óbito menor de um ano igual a 01 em 2015 e igual a 2 em 2016, abaixo
do parametro zero, aponta para necessidade de alerta para serviços incluindo
cadastro, ações de imunização, prevenção e promoção de saúde com qualificação da
atenção a saúde da gestante, ações de educação permanente e treinamentos dos
profissionais para utilização correta dos protocolos. Aponta para a necessidade de
maioer sensibilização das Equipes para manter a vigilância e qualificação da atenção
pré-natal, do parto, puerperio e os cuidados com o recém-nascido e a qualificação do
acesso a todos os protocolos e serviços. Apontam também necessidade de vigilância
sobre sistema de informações e registros.Frente aos dados apresentados pela
GEREPIO podemos observar que das 17 Unidades, 7 estão em alerta neste indicador
representando 40% e colocando este indicador com necessidade de planejamento de
intervenção em parceria com o Distrito e Secretaria.
Número de óbitos potencialmente evitáveis no CSWL em 2016 = zero. Apesar da
aparente tendência a aumento de número de casos de mortes evitáveis no Município
e na regional Oeste do ano de 2010 a 2015, não tivemos nenhum óbito evitável em
menores de 1 ano na área do CSWL nem no ano de 2015 e nem no período
anualizado. Manter este desempenho permanece um desafio, principalmente porque
o IVS da população da área de abrangência do CS Waldomiro Lobo é de elevado e
muito elevado risco (cerca de 95% da população). Existem questões sócio-econômicas
e ambientais importantes com reflexo nesta população. Há enorme empenho da
equipe na organização do acesso ao binômio materno-infantil, com esforço para a
abordagem oportuna a todos os casos necessários.
102
- DS PAMPULHA
a) No Centro de Saúde Confisco não ocorreram óbitos evitáveis em menores de 1 ano.
Este dado reflete o empenho das equipes no desenvolvimento de ações voltadas para
a saúde materno infantil. Igor Rezende Gomes, 01/11/16.
b) Neste ano de 2016 o CSDO não registrou óbitos evitáveis, o que reflete a eficácia das
ações direcionadas para atenção da gestante e da criança, contudo, ocorreu 1 caso no
ano de 2015, devidamente investigado e que segundo conclusão, tratou-se de uma
gravidez não programada que poderia ter sido evitada a partir de um planejamento
famliar. Oferecemos o planejamento familiar a toda população, contudo, alguns
pacientes não demonstram interesse nesta modalidade de consulta. O nosso desafio
é sensibilizar a população para a importância do planejamento familiar e para
construção e adesão às propostas elaboradas. Manayá e Maria Lúcia, 07/11/2016.
c) Infelizmente tivemos óbitos. Estamos em momento de construção e organização de
nossos processos de trabalho, qualificando a assistência ao PN e puericultura.
d) Na área de abrangência da Unidade não houve óbito nesta faixa etária, o que
demonstra o trabalho desenvolvido pelas EQPSF, porém acreditamos que a vigilância
e acompanhamento deve ser mantido incrementado para que possamos melhorar
outros indicadores dentro do bloco materno infantil. Júnia Ribeiro 28/10/16
e) Não foram registrados casos de óbitos na Unidade de Saúde o que expressa o
envolvimento das equipes na vigilância à saúde materno infantil. Eliane - 10.11.16
f) Análise, Nome, dd/mm/aa
g) Na área de abrangência da Unidade não houve óbito nesta faixa etária, o que
demonstra o trabalho desenvolvido pelas ESF, porém temos em nossa área de
abrangência uma população de baixo risco que não utiliza o SUS, assim como microáreas de ESF sem ACS que dificultam a assistencia de acordo com o protocolo.
Acreditamos também que as ações de vigilância devem ser contínuas para melhorar
demais indicadores. Diógenes, Patrícia e Melissa. 09/11/16.
h) na área de abrangencia da UBS houve um caso de obito em menor de um ano em
2015, o caso foi discutido com a equipe de PSF , gerente , ginecologista e comite de
morte infanti i Silvana Silvania ,danila e Marianal
i) Informo que estes óbitos estão relacionados aos usuários da região do Castelo área
de Baixo risco, onde a grande maioria dos usuários realizam o acompanhamento
através de planos particulares. Como estratégia de melhoria apontamos a realização
de cadastro de todas as crianças recem nascidas que procuram a unidade para
vacinação e outros serviços
j) No centro de Saúde não houve casos de óbitos pelo fato de que mesmo com a
demora á procura das gestantes as equipes fizeram um bom acompanhamento , o
que impediu que houvesse os óbitos. E as gestações de alto risco foram bem
acompanhadas e controladas, ate o nascimento da criança. Fernanda ,Luana e Valter
10/11/2016
k) No Centro de Saúde Confisco não ocorreram óbitos evitáveis em menores de 1 ano.
Renata Nunes 16/11/16
- DS VENDA NOVA
a) O acompanhamento desde as consultas de pré natal juntamente com as consultas
de puericultura melhoram o índice de óbitos evitáveis. Ter o apoio de pediatra
juntamente com o médico da equipe faz com que os protocolos sejam seguidos
103
b)
c)
d)
e)
f)
corretamete e a assistência seja prestrada de forma integral. Fernanda Dias Vieira,
27/10/16
Análise: A realização das consultas de puericultura, ações efetivas no quinto dia de
saúde integral, orientações realizadas por toda a ESF quanto à importância do prénatal, quanto aos cuidados com a criança, a importância da vacinação e do
aleitamento materno favorecem a diminuição do número de óbitos de crianças
menores de um ano.Beatriz F.C.Fernandes 26/10/16
Responsavel : Ana Eliza Miranda de Padua. Data: 24/10/2016 Análise: não houve
óbitos em menores de 1 ano. Consideramos que isso se deve a intensificação de ações
como, captação precoce de gestantes, ações do quinto dia, puericultura dentro do
preconizado, busca ativa de faltosos na vacina e orientações às gestantes e mães.
A ausencia de obitos em menores de 1 ano demostram que as ações realizadas estão
adequadas. Responsáveis: Andréa Regina de Paula Nacif, Rosilene da Cruz Ferreira
Abreu, Jacqueline Vieira de Sousa, Ana Cristina Faria. 28/10/2016
Vamos manters as ações desenvolvidas ao longo do ano, portanto, as equipes do
Centro de Saúde Jardim Europa, continuará realizando as puericulturas, conforme
protocolo da prefeitura de Belo Horizonte, além de manter as consultas de controle
para doenças respiratórias com a pediatra da Unidade e ações de prevenção e
promoção da saúde coordenadas pela equipe do NASF para as crianças menores de 1
anos em situação mais vulnerável. Talita Munick Viiera Gomes. 01/11/16
Foi registrado um Óbito infantil na área de abrangencia da equipe 02. Criança que
não residia na área ( morava no bairro Rio Branco aonde não compareceu a nenhuma
consulta pela equipe) 04 anos que fazia acompanhamento no Hospital da Baleia.
Quando fomos notificados para fazer a investigação do caso, a família já não residia
no endereço informado. Não conseguimos localiza-los. Foi registrado um Óbito
infantil na área de abrangencia da equipe 02 .Criança de não residia na área ( morava
no bairro Rio Branco aonde não compareceu a nenhuma consulta pela equipe) 04
anos que fazia acompanhamento no Hospital da Baleia. Quando fomos notificados
para fazer a investigação do caso, a família já não residia no endereço informado. Não
conseguimos localiza-los.
a UNIDADE teve 01 caso de óbito potencailmente evitável: Alice Martins Rodrigues,
Data de Nascimento:16/03/2013, cuja morte foi por infecção generalizada após
infecção irinária grave, onde tentaram hemodiálise sem sucesso. A criança fez todos
os controles de puericultura no Centro de Saúde Rio Branco. Em Janeiro/2016 teve
internação por pneunomia e crise convulsiva. Havia agendado no CSRio Branco em
11/03/2016, conforme registro em prontuário e não compareceu. Foi cadastrada na
área do CSJardim Leblon, na equipe 02, em março/2016 e foi a óbito em 14/03/2016,
onde estava internada. Por isso não houve consultas no CSJardim Leblon. Após o
óbito a família retornou para AA de abarng~encia do CSRio Branco. A meta das
Equipes são agendar consultas prévias aos portadores de doenças cronicas para
acompanhamento nas equipes e ainda as seguintes medidas sugeridas pelas equipes
para melhoria do indicador: Captação precoce da gestantes no território pelas ações
das ACS, teste rápido na demanda espontânea da unidade, agilidade na marcção das
consultas de pré natal, vigilância rigorosa ao comparecimento as consultas de prénatal agendas, busca ativa das pacientes faltosas, realizar visitas ás gestantes que
estão em atendimento na rede suplementar.realizar todas as consultas do protocolo,
acompanhar a gestante que estiver no PNAR.Realização de todas as consultas do
protocolo para a puericultura. Priorizar RN de mães adolescentes, em situação de
vulnerabilidade social, parto prematuros .Busca ativa das crianças faltosas as
consultas. Manter rigorosamente a consulta do 5 dia.
Respon´savel: Silvana Marques do Nascimento e Equipes data: 03/11/2016
104
g) Márcia Renata Reis 24/10/2016- As taxas dos óbitos infantis evitáveis indicam
problemas relacionados com a assistência materno-infantil, que não podem se
restringir as ações realizadas no período do parto e pós-parto. É necessário o
desenvolvimento de ações de caráter preventivo, antes mesmo da mulher engravidar,
tais como: planejamento reprodutivo e garantia de acesso aos serviços de saúde.
Apesar de não ter ocorrido óbito por causa evitável na área de abrangência deste
centro de saúde, este dado é importante para análise da equipe como um todo, para
reforçarmos as ações já ofertadas no centro de saúde, e discutirmos estratégias para
enfrentamento das possíveis causas evitáveis;
h) Não houve mortes evitáveis em menores de 01 ano no período analisado na área de
abrangência. Pode-se atribuir esse resultado ao acompanhamento adequado no pré
natal, ao controle de puericultura e às ações de saúde integral do 5º dia de vida (
teste do pezinho, vacinação precoce , busca ativa do ACS, avaliação do RN) e ainda ao
Programa Alta Responsável no qual a criança é referenciada ao Centro de Saúde após
alta da Maternidade ou internações. Suely Imaculada, 28/10/2016
i) Foi registrado um óbito fetal na área de abrangência da equipe 01. O pré –natal
estava sendo acompanhado pela equipe última consulta com registro em 01/07/2016.
No dia 17/07/2016 gestante deu entrada na maternidade com 37 semanas
gestacional já sem atividade fetal com causa mortis indeterminada. Agendado duas
visitas domiciliares e duas consultas na unidade para preenchimento do formulário de
complemento da investigação domiciliar dos óbitos infantis e fetais investigados, mas
a paciente não aguardou a equipe no domicílio e não compareceu na unidade. É
sabido que as condições socioeconômicas do território saúde do Centro Minas Caixa
são precárias aumentando assim o risco de morte para este grupo e analisando os
últimos casos ocorridos na área de abrangência é notório que a freqüência está
relacionada à realidade socioeconômica classificada como elevado risco, segundo o
índice de Vulnerabilidade Social aplicado pela Secretaria Municipal de Saúde. Sendo
assim a unidade deverá potencializar ações de promoção da saúde para esse público
como a Gestão Clínica, incentivo ao aleitamento materno exclusivo nos primeiros
meses de vida e monitoramento constante prevenindo e intervindo coletivamente em
situações de risco. Além disso, a captação precoce dos recém-nascidos através das
visitas domiciliares dos ACS e na sala de vacinação faz com que qualquer situação de
risco seja de imediato encaminhado às Equipes de Saúde da Família para atuação.
Consideramos fundamental aprimorar o controle mais efetivo do arquivo de
puericultura e intensificar a busca ativa das crianças faltosas às consultas. Manter
rigorosamente o calendário de acompanhamento preconizado pela SMSA. E também,
estimular as equipes para se responsabilizarem pelo monitoramento da alta
responsável priorizando as crianças de risco. Aline de Fátima Gaspardine da Silva –
11/11/2016. Foi registrado um óbito fetal na área de abrangência da equipe 01. O pré
–natal estava sendo acompanhado pela equipe última consulta com registro em
01/07/2016. No dia 17/07/2016 gestante deu entrada na maternidade com 37
semanas gestacional já sem atividade fetal com causa mortis indeterminada.
Agendado duas visitas domiciliares e duas consultas na unidade para preenchimento
do formulário de complemento da investigação domiciliar dos óbitos infantis e fetais
investigados, mas a paciente não aguardou a equipe no domicílio e não compareceu
na unidade. É sabido que as condições socioeconômicas do território saúde do Centro
Minas Caixa são precárias aumentando assim o risco de morte para este grupo e
analisando os últimos casos ocorridos na área de abrangência é notório que a
freqüência está relacionada à realidade socioeconômica classificada como elevado
risco, segundo o índice de Vulnerabilidade Social aplicado pela Secretaria Municipal
de Saúde. Sendo assim a unidade deverá potencializar ações de promoção da saúde
para esse público como a Gestão Clínica, incentivo ao aleitamento materno exclusivo
105
j)
k)
l)
m)
n)
o)
nos primeiros meses de vida e monitoramento constante prevenindo e intervindo
coletivamente em situações de risco. Além disso, a captação precoce dos recémnascidos através das visitas domiciliares dos ACS e na sala de vacinação faz com que
qualquer situação de risco seja de imediato encaminhado às Equipes de Saúde da
Família para atuação. Consideramos fundamental aprimorar o controle mais efetivo
do arquivo de puericultura e intensificar a busca ativa das crianças faltosas às
consultas. Manter rigorosamente o calendário de acompanhamento preconizado pela
SMSA. E também, estimular as equipes para se responsabilizarem pelo
monitoramento da alta responsável priorizando as crianças de risco.
Aline de Fátima Gaspardine da Silva – 11/11/2016
No segundo quadrimestre de 2016 não houve nenhum óbito potencialmente evitável
em menor de um ano na área de abrangência do Centro de Saúde Nova York. A
captação precoce da gestante para início do pré-natal, as consultas em número
adequado e de qualidade, bem como a agenda flexível para o atendimento à
gestante, além da realização sistemática das consultas de puericultura são
fundamentais para o crescimento infantil saudável. O fortalecimentos das ações de
saúde é capaz de minimizar o risco que a vulnerabilidade socioeconômica acarreta à
saúde da criança. Regiane, 03/11/2016
As ESFs realizam o acompanhamento pré -natal, com orientações as
gestantes,realizam a busca ativa das gestantes nas faltas as consultas ao pré-natal. Na
sala da vacina as mães são orientadas a marcarem a primeira consulta de puericultura
com a pediatra e demias profissionais.Abordagem do 5 dia na sala de vacina, com
orientaçoes e encaminhamentos necessários.Gerente Synara Batista 31/10/16.
O Centro de Saúde realiza consultas de acompanhamento e crescimento às crianças
das áreas adscritas com as enfermeiras e Pediatra. Os casos agudos são prontamente
atendidos pelas equipes e quando necessário referenciado para a Unidade de Pronto
Atendimento. Outros fatores positivos são as ofertas de vacinas do PNI, tendo com
isso a prevenção de diversas doenças. Adalberto, 24/10/2016
Consideramos que o acompanhamento dos pré natais, puericultura, ações do 5º dia,
vacinação e vinculação de mãe/filho à equipe de saúde da familia, com grande apoio
do pediatra, tem surtido resultados. Mesmo diante das dificuldades sócio econômica
e culturais da população adscrita conseguimos evitar óbitos de crianças menores de
01 ano em função do bom acompanhamento da equipe. RAQUEL SARDI 18/10/16.
Desde a efetivação de nossa ginecologista em 2013, temos melhorado,
paulatinamente, nossos indicadores relativos à saúde da Mulher e de Pré Natal, pois
conseguimos uma interação muito importante entre as ESF e a GO. Assim,
conseguimos envolver toda a unidade em prol da melhoria no atendimento e nos
registros das ações realizadas. Há hoje um grande empenho na captação precoce das
gestantes, no acompanhamento do PN e de todas as outras ações que envolve o pré natal. Essas ações geram resultados positivos que reverberam em muitos outros
indicadores, inclusice neste em questão.Doriana Ozólio 27/10/2016
O Serra Verde não apresentou nenhum registro de óbito potencialmente evitável em
menor de um ano em 2016. Esse resultado pode gerar várias hipóteses explicativas.
Inicialmente, por se tratar de causas que teoricamente são sensíveis à atenção à
saúde oportuna e de boa qualidade, pode ser levantada a hipótese de que a
população vem experimentando melhoria no desempenho da unidade de saúde. Tal
hipótese se sustenta no notório aprimoramento de oferta, cobertura e utilização das
ações e serviços vinculados a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA). Sabemos que a
condição socioeconômica desfavorável da população está diretamente relacionada ao
maior risco de morte para este grupo e analisando os últimos casos acontecidos na
nossa área de abrangência, percebemos que a frequência está intimamente
relacionada aos estratos socioeconômicos classificados como elevado risco, segundo
106
o Índice de Vulnerabilidade Social da SMSA. Por isso, acreditamos que devemos
intensificar às ações de saúde da nossa política municipal, garantindo a equidade e
integralidade das mesmas. Como exemplo podemos citar: o planejamento familiar e a
disponibilização dos diversos métodos de anticoncepção, pré-natal com o
acolhimento imediato da gestante, garantia de atendimento aos protocolos,
intensificação das ações do enfermeiro na assistência, acompanhamento especial,
desde o nascimento, para as crianças consideradas mais vulneráveis (as residentes em
áreas de risco da cidade, com baixo peso ao nascer, filhos de mães adolescentes e/ou
mães com baixo nível de instrução), participação de equipes multidisciplinares (NASF),
utilização de recursos da rede complementar como a oferta do PNAR (Pré-Natal de
Alto Risco) as gestantes com indicação mas, garantindo a vinculação e
acompanhamento concomitante da Equipe de Saúde da Família.
p) Nota-se que não tivemos obitos em menores de um ano no periodo avaliado, o que
demonstra a efetividade das atividades realizadas pelas equipes e pelo
acompanhamento desse publico pela unidade, apesar de termos grande parte da
população com alto indice de vulnerabilidade social. acrescento a isso a efetividade
da vacinaçao no primeiro ano de vida. Alex Veloso Mendes 20 de outubro de 2016
4.1.4- Proporção de Gestantes com Captação precoce no pré-natal (1º trimestre).
- DS BARREIRO
a) Responsável: Selmária S. Mourão Data: 21/11/2016. Entendemos a necessidade de
obtermos resultados melhores nesse indicador, considerando a sua relevância.
Esforços estão sendo feitos nesse sentido, como por exemplo a oferta do teste rápido
em todo o horário de funcionamento da Unidade, facilidade no acesso às agendas,
com marcação diretamente na recepção e em qualquer horário. Enfrentamos
problemas relacionados à falta de sensibilização das mulheres quanto à necessidade
de iniciar precocemente o pré-natal, bem como problemas familiares e sociais que
levam algumas dessas mulheres a esconderem a sua gravidez.
b) Essa porcentagem pode ser pelo fato da mulher realizar exame de Beta HCG
particular ou por convênio e a equipe não ter conhecimento da confirmação da
gestação; em visitas domiciliares, falta de relato da mulher para o ACS de que a
mesma estaria gestante; gravidez confirmada, porém sem busca ativa da equipe para
início do pré-natal; mulher realizando pré-natal particular ou por convênio. Fabiana
Ribeiro, 14/11/16.
c) Facilitamos o acesso ao agendamento de pré-natal. Melhoramos a captação das
gestantes até o 1° trimestre com a ajuda das ACS, mas a falta de 5 ACS dificulta o
acompanhamento mais sistemático nas áreas descobertas. Capacitamos através da
ginecologista os profissionais para qualificar o atendimento do Pré-Natal. Ricardo
Salles 14/11/16
d) Adriana M.C. Siqueira 28/10/2016. Tanto no 1º quanto no 2º ciclo de monitoramento
a UBS teve uma captação de 77%, quando a meta da SMSA é de 78%. Neste
quadrimestre, houve uma queda significativa para 64% assim como a média distrital.
Tal fato pode estar ligado à epidemia de dengue vivida este ano de forma muito mais
intensa que nos anos anteriores, o que causou uma dificuldade em manter as
atividades programadas; a saída de diversos profissionais médicos e uma certa
dificuldade de se obter uma reposição imediata também pode ter comprometido a
captação; dificuldade para se implantar a realização do teste rápido de gravidez; um
grande nº de usuários com convênios também é um fator que influencia os
indicadores da nossa AA.
107
e) Na área observamos número considerável de gestantes que iniciam o pré-natal no
serviço particular e só vem fazer o pré-natal na unidade devido perda do convenio ou
devido não ter direito ao parto através do serviço particular
f) A Unidade disponibiliza a realização do diagnóstico precoce de gravidez, mediante
oferta de Teste Rápido e BHCG. Realiza busca ativa das usuárias faltosas e orientação
quanto à importância da realização do Pré-Natal conforme preconizado. A
participação das gestantes nas atividades propostas é incentivada e facilitada através
do fornecimento de Declaração de Comparecimento, quando necessário.
g) Observamos que apesar dos esforços, houve uma diminuição da captação precoce da
gestante. Um grande dificultador desta captação é o diagnóstico precoce destas
gestantes. Muitas escondem a gestação e procuram a UBS tardiamente. Outro fator
dificultador é a vulnerabilidade da população adscrita bem como a alta rotatividade
dos moradores devido ao grande número de residências de aluguel acarretando em
atraso para início do acompanhamento na UBS. Fabiano, Rodney, Leandro, Cristiana e
Kenya.
h) Obtivemos um percentual de captação precoce das gestantes abaixo do esperado.
Sabemos que vários fatores influenciam esse percentual.. Entendemos o papel da ACS
como fundamental para o aumento do mesmo e que a influência de ausência dessa
profissional em 6 MA é impactante. Também a negação, não aceitação e não
planejamento da gestação, principalmente em adolescentes é um fator fundamental.
Outro fator impactante é a situação sócio econômica que leva muitas gestantes a
migrarem tardiamente do plano de saúde para o SUS, ou migrarem próximo ao parto
de cidades de menores recursos para BH, ficando em residência de parentes
próximos, muitas vezes os pais. Rafaela Sardi de Almeida. 07/11/2016
i) Avalia-se como satisfatório o resultado deste indicador, porém o objetivo é
alcançarmos a meta de 100%. Alguns dos fatores que dificultam a captação precoce
são: 1) usuárias que demoram a buscar o serviço de saúde devido a uma suposta
negação da gravidez; 2) usuárias que utilizam o convênio para a realização do prénatal.
j) Analisamos que apesar de ter melhorado nosso indicador em relação ao ano anterior,
reconhecemos que precisamos melhorar nossa captação precoce das gestantes,
envolvendo todos os atores nesse processo, qualificando os profissionais e garantindo
vaga para as consultas. Ressaltamos que alguns fatores estão dificultando no geral
todos os nossos indicadores, como a existência de 5 (cinco) áreas descobertas de ACS,
há mais de 3 anos. Excesso de população para apenas 4 ESF, consequentemente
excesso de demanda para a nossa oferta de consultas. Além da característica
excepcional de ter 5 ocupações na área, com questões sociais graves. Alta
rotatividade de profissionais, ressaltando a necessidade de treinamento e capacitação
contínua.
k) Fortalecer a captação da busca ativa das gestantes (ACS, orientações na CLS, sala
espera, situações de gestantes em PNAR e em convênio dificultam análise de dados.
Colegiado gestor e gerência 31/102016
l) Para alcançarmos a melhora deste indicador é necessário o envolvimento de toda
equipe saúde da família, em especial o ACS, durante as visitas de acompanhamento.
Abordar este tema nos grupos existentes na Unidade, como o de planejamento
familiar e o de puericultura. Além de trabalhar juntamente com a CLS para captação
das gestantes. Paulene Simões e Grazielle Souza - 18/11/2016.
m) Indicador abaixo do parâmetro esperado. Discussão com a equipe que informa que
temos grandes áreas de invasão, com alta vulnerabilidade social. Alguns fatores
associados: adolescentes grávidas que escondem a gestação, alta rotatividade da
população onde, muitas vezes, as gestantes já chegam com PN para início tardio.
Atualmente, a unidade não está organizada para vaga zero de Pré-Natal, sendo a
108
n)
o)
p)
q)
r)
s)
organização de pré-natal sendo feita a partir da disponibilidade de vagas na agenda
do enfermeiro para primeira consulta. KARINA FONSECA - 10/11/16
Este indicador encontra-se abaixo do recomendado dado a importância do primeiro
trimestre da gestão. Tendo em vista que neste período que ocorre os problemas mais
graves para a mãe e para a criança. E necessário aumentar este indicador melhorando
a captação destas gestantes. Responsáveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane
e Claudionice. 16/11/2016
O que dificulta a captação precoce de gestantes são as pacientes que ocultam a
gravidez. Mudança de gestantes para dentro da área de abrangência, áreas
descobertas sem ACS, sistema "fora do ar” constantemente este ano, gestantes de
convênio que procuram o serviço somente quando descobrem que o plano de saúde
suplementar não cobre o parto ou perdem emprego como consequência o convênio.
Notamos que estamos próximos ao valor preconizado, porém é possível melhorar
com orientações aos ACS, discussão com os grupos existentes na unidade alertando
sobre o acesso sem restrição de horário para teste rápido de gravidez e abertura do
SIS Pré-natal. Análise feita por Enf. Andreia, Leonardo, Paulo e G. Denise
Dia:07/11/16
Houve uma melhora do percentual de captação precoce de quase 5% em relação a
2015. Entretanto, ainda estamos abaixo da média parametrizada pela SMSA que é de
78%. Atribuímos parte da dificuldade na melhoria do índice à falta de Agentes
Comunitários de Saúde em 3 micro áreas há mais de 2 anos. RENATA TEIXEIRA.
14/11/2016
A unidade não analisou este indicador
Análise: O indicador da Unidade está abaixo da meta proposta pela SMSA que é de
78% e, além disto, houve uma queda dos números do ano de 2015 para 2016, no
quadrimestre analisado. No levantamento anual do indicador, na presente data, o
dado está bem melhor, Equipe 1 90%, Equipe 2, 71,1% e Equipe 3 83,3%. Há relato
das Equipes de dificuldade de captação precoce devido questões sociais (ex.
gestantes que não querem revelar a gravidez), mudança de usuárias para área de
abrangência com período gestacional maior que 120 dias.
O CS Vila Pinho apresentou o percentual de crescimento habitacional e áreas de
invasão, o que dificulta o cadastramento e principalmente o acompanhamento do
indicador citado, Bruno César Saldanha, 08/11/16
- DS CENTRO SUL
a) Considerando o parâmetro de 78%, observa-se uma piora significativa em relação ao
ano anterior. Não consideramos que há uma demanda reprimida, pois além dos
quatro médicos das ESF atenderem, a ginecologista de apoio ampliou sua agenda de 1
para 02 vezes por semana; porém deve-se considerar como dificultador as mudanças
frequentes de áreas das gestantes. Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de
castro DATA: 11/11/2016
b) Observamos um decréscimo nesse indicador, considerando o dado anualizado que foi
de 66,70 % (8/12) e o dado do 2º QD2016 que foi de 25,0% (1/4). Vale ressaltar que o
perfil populacional do CS Carlos Chagas, em sua maioria, é de adultos, idosos
residentes no Baixo Risco (sem cobertura de SF) e, quanto a população em situação
de rua, o perfil é em sua maioria de homens e adultos. Ademais, observamos a
dificuldade em captação precoce de gestante em situação de rua, considerando a
característica migratória dessa população, bem como em relação a característica das
gestantes residentes no baixo risco, que muitas vezes se apresentam como
residentes, mas são trabalhadoras na área e residentes em outros territórios. Foram
109
c)
d)
e)
f)
g)
realizadas estratégias como capacitação e sensibilização dos enfermeiros para
realização do teste rápido de gravidez. Sensibilização de toda equipe para ofertar o
teste rápido de gravidez, para que seja oportunizado a realização desse exame a
todas as mulheres com suspeita de gravidez, principalmente aquelas que estão em
situação de rua, para identificação de gravidez o mais precocemente possível. No
entanto, um elemento dificultador para a realização dessa ação foi a falta de teste
rápido de gravidez durante esse último período. Análise: Shirley P Almeida Data:
10/11/2016
Este indicador correspondeu a um período em que os profissionais tiveram acesso
precário ao SISREDE devido à grande instabilidade do sistema. Desta forma muitos
atendimentos foram registrados apenas no prontuário de papel, fato que pode ter
deturpado este indicador. No ano anterior obtivemos 70,2% de captação precoce.
Vamos continuar monitorando esta captação na Unidade, tendo em vista que uma
maior estabilidade do prontuário eletrônico atualmente vai permitir uma informação
mais próxima da realidade. Vamos incentivar uma melhoria desta captação através de
novas discussões e sensibilizações com as equipes e ACS. Jalda 11/11/2016
A maioria das gestantes da nossa área de abrangência tem plano de saúde, porém há
uma demanda crescente de trabalhadoras da área, que são orientadas quanto a
importância de virem às consultas de pré-natal e puerpério para o fechamento do
pré-natal. Com isso estamos conseguindo atingir melhores índices. A oferta de teste
rápido de gravidez contribui para essa melhoria. 11/11/2016 - Maria Bernadete
Miranda.
Percebemos uma melhora neste indicador. A realização dos exames rápidos, o acesso
imediato a primeira consulta, a sensibilização dos ACSs para orientação das mulheres
nas visitas domiciliares foram ações que auxiliaram na melhora deste indicador.
Solange Beirão - 08/11/2016
Observamos que houve uma melhora importante na captação precoce das gestantes,
que subiu em 2015 de 50,7% para 65,4 % no segundo quadrimestre de 2016. Estamos
na média do Distrito Centro sul, mas ainda abaixo do parâmetro mínimo de 78%
preconizado para esse indicador.
É claro para a Equipe que este indicador tem a intenção de avaliar a qualidade do
acesso das gestantes ao serviço de saúde o mais precocemente possível, com a
finalidade de identificar e tratar em tempo hábil possíveis doenças e complicações.
Um dos grandes desafios é a captação precoce dessas gestantes considerando que
trabalhamos com uma população vulnerável, apesar de todo acesso à informação,
planejamento familiar e distribuição de preservativos na Unidade, geralmente não
planejam a gravidez. Sendo assim, muitas vezes escondem e demoram aceitar a
gravidez postergando o diagnóstico e a procura pelo pré-natal. Uma vez que, no
primeiro trimestre ainda não é possível identificar a gravidez, a não ser que a
gestante procure pelo serviço, muitas gestantes só procuram o atendimento para
primeira consulta já no segundo ou terceiro trimestre. Diante desse fato, o indicador
fica pior, como se a gestante tivesse dificuldade em iniciar precocemente o pré-natal
por falta de acesso, o que não condiz com a realidade.
Priorizamos sempre o atendimento às gestantes. Quando há suspeita de gravidez
ofertamos o teste rápido o mais precocemente (exceto quando está em falta, como é
o caso atualmente). Se positivo, a enfermeira da equipe já faz a primeira consulta de
pré-natal imediatamente ou no máximo na mesma semana. Na Unidade é consenso a
importância e a necessidade da captação precoce das gestantes, embora sempre
estejamos reavaliando, discutindo e alinhando com as equipes medidas que garantam
a prioridade do atendimento. Simone Couto/ESF/07/11/2016
Indicador abrange todo atendimento no SISREDE que gerou o SIS-prenatal. Agumas
gestantes fazem pré- natal na saúde suplementar e buscam o C.S. apenas para
110
inclusão no Sistema. Também não temos cobertura de ACS para toda área de
abrangência para busca ativa e captação precoce. Sirlene - 27/10/16
h) A unidade apresentou 75,86% de proporção de gestantes captadas no 1º trimestre,
ou seja, abaixo do desejado e abaixo do valor atingido na última análise de
indicadores. Alguns pontos dificultadores foram: epidemia de dengue no 1º semestre,
com priorização de atendimento ao agudo; oscilação do sistema informatizado com
registro manual em alguns momentos; mulheres com gestações não planejadas com
resistência de início ao pré-natal; influência da violência externa e tráfico de drogas
com famílias que não podem circular na área da UBS. Um ponto favorável é o fácil
acesso ao teste pregnosticon que ocorre em todo o horário de funcionamento da
unidade e funciona através de demanda espontânea.11/11/2016 - Vanessa, Isabella,
Karla, Michele, Liliane, Lúcia e Camila.
i) Apesar dos dados terem aumentado neste ciclo (64,3%) quando comparado com o
anualizado 2015 (62,7%), ainda estamos abaixo do percentual distrital de 2015 que foi
de 70% e longe de atingirmos a meta de 78% proposta pelo município.
O perfil da população com alto índice de vulnerabilidade, gestantes adolescentes e
muitas vezes sem suporte familiar levam ao início tardio do pré-natal. A equipe tem
feito algumas ações para melhorar estes dados. Os ACS são atores importantes nesta
captação. A disponibilização do teste rápido de gravidez e o de sangue sem
agendamento prévio também facilitam a captação. A equipe tem trabalhado com
agenda livre para o início precoce do pré-natal, além de disponibilização de encaixe
nas agendas dos ginecologistas. Melhorando assim o acesso e a vigilância em saúde.
Alessandra/Regina/ESF/14/11/2016
j) Nos indicadores do quadrimestre anterior, quando foi considerada captação precoce
aquela feita dentro do primeiro quadrimestre de gestação, conseguimos 74,5% de
captação, porém quando consideramos o primeiro trimestre e não quadrimestre,
neste mesmo período nossa taxa passa para 55,4% e em 2016 nossa captação ficou
em 46,15%, evidenciando a dificuldade em fazer esta captação precocemente; porém
é difícil explicar uma queda tão expressiva, num curto período. O C. S. Santa Rita
precisou, no primeiro semestre de 2016, dar prioridade total à dengue, o que pode
ter interferido neste resultado. As equipes relatam a dificuldade em captar as
gestantes, sobretudo antes que os sinais da gravidez se tornem visíveis, neste
momento possibilitando uma abordagem daquela gestante que não procurou o
serviço de saúde. Há mulheres que negam ou escondem a gestação, protelando o
início do pré-natal. Na unidade há agenda facilitada para gestantes, tanto para
consultas quanto para exames de patologia clínica. Não há, neste momento,
demanda reprimida para PN. Precisamos ainda descobrir outros motivos e
dificuldades que explicam este início tardio do PN de quase metade das mulheres de
acordo com este indicador. Na última auditoria clínica feita, com dados do ano de
2015, encontramos 70% de captação precoce em uma das equipes e 80% nas outras
duas; nas gestantes da área de baixo risco (sem PSF) a captação foi de 40%. A
auditoria usou o prontuário físico, portanto pode haver também problemas de
registro no SISREDE. Em nossa área de abrangência temos o ambulatório da Igreja do
Carmo, que realiza vários atendimentos em parceria com universidades e há um
número considerável de gestantes da área que opta por fazer lá seu pré-natal e vem
ao Centro de saúde apenas para cadastro do SIS PN, como forma de garantir o parto
no sistema público. Há ainda outras, principalmente moradoras da área de baixo risco
e trabalhadoras da área, que realizam o PN em serviço particular ou pelo convênio, e,
do mesmo modo, vêm à unidade para obter o SIS PN. Desse modo essas gestantes
entram no denominador do indicador mas não são computadas no numerador, pois,
de fato, não se consultam na unidade. Elas não costumam vir no início da gestação,
mas somente quando começam a se preocupar com o parto. O fato de que muitas
111
gestantes realizam o pré-natal no ambulatório de saúde da Igreja do Carmo dificulta o
controle pelas ESF's e justifica, em parte, o registro tardio do SIS Pré-natal. Ainda
assim consideramos que é possível e necessário melhorar este indicador com ações
de vigilância e orientação por parte dos ACS. Ana 11/11/2016
k) A fim de melhorar a captação precoce das gestantes, ofertamos durante acolhimento
e avaliação de risco o teste rápido HCG, facilitando a abertura o SISPRENATAL; além
da melhoria do registro correto em prontuário eletrônico. Análise: Anita 09/11/16
l) O indicador está bom, mas há necessidade de um olhar mais atento da equipe para
melhorá-lo. Temos gestantes que só procuram a unidade para ter o número do
SISPRENATAL, fazem o pré-natal no convênio e o parto na rede pública. Na área de
elevado risco, apesar de monitoramento constante, oferta do HCG, elas procuram
tardiamente a unidade para iniciar o pré-natal. A equipe tem investido muito na
captação precoce. ELIANA MIRANDA 16/11/2016
- DS LESTE
a) As equipes julgam que o indicador de 59,2% de captação de gestantes no primeiro
trimestre é insatisfatório, mas, avaliam que é necessário analisar a complexidade
social do território, principalmente no que se refere aos elevados índices de gravidez
na adolescência que, muitas vezes, se mantém por algum tempo escondida e o alto
índice de dependência química. É importante ressaltar a perda de dados nos meses
de julho e agosto em virtude de problemas com o SISREDE. As equipes avaliam que é
necessário programar ações de planejamento familiar, com foco na redução da
gravidez de adolescentes e na sensibilização dos ACS para captação precoce. Tatiane
Caetano. Data: 20/10/2016
b) Isso se deve a um investimento das equipes nessa captação precoce, com busca ativa,
grupo de gestantes, cadastro atualizado. Patricia Roberto 11/11/16
c) 08/11/16. Consideramos o dado um avanço nas ações de qualificação da assistência
pré-natal na área de abrangência da unidade, enfrentado de maneira interdisciplinar,
buscando a captação precoce das gestantes através de instrumentos como o teste
rápido de gravidez e a vigilância em saúde na área pelos ACS. Percebemos que no ano
anterior tivemos um dado de 60,7%.Mas precisamos manter vigilantes. Solange e
equipe
d) Observa-se excelente captação de gestante no 1º trimestre, devido ao
comprometimento das ESF e equipe de apoio na captação precoce em qq setor da
unidade, priorizando atendimento, ressalto o trabalho do ACS realizando busca ativa
e a importância da inclusão de testes rápidos de gravidez favorecendo a captação
precoce. Edna 14/11/2016
e) A porcentagem das gestantes captadas no primeiro trimestre encontra-se próxima
aquela atingida pelo Distrito Sanitário Leste. A equipe reconhece a necessidade de
melhorar este indicador para que seja atingido os 100 %.Geralda Margarida dos
Santos, Denise Mendes Taveira, Luciana de Carvalho Mariosa , Raquel Magalhães e
Silva, Carla Valéria Moreira Costa 08/11/16
f) A unidade avalia que o valor encontrado, mostra que há um bom resultado na
captação precoce da gestante ainda no primeiro trimestre do pré-natal. As equipes
promovem ações que favorecem o êxito do indicador: promovendo palestras com
grupos operativos de gestantes, disponibilizando atendimento integral no horário de
funcionamento da unidade para captar e acolher a mulher com quadro clínico
suspeito de gravidez, para que pré-natal possa ser iniciada quanto antes, realizamos
busca ativa nestes casos, início precoce do pré-natal com primeira consulta com
112
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
enfermeira de cada equipe, com intenção de agilizar o acompanhamento. Douglas
Aparecido Fernandes Silva, 11.11.16.
A equipe avalia este indicador como um medidor do acesso ao serviço. No entanto,
deparamos com algumas situações que a própria gestante esconde da família e dos
profissionais, por se tratarem de mulheres mais jovens e que não desejavam estar
grávida naquele momento, deixando para começar o pré-natal tardiamente. Temos
realizado o teste rápido para início imediato do pré-natal, o exame de sangue BHCG é
colhido sem agendamento prévio, isso tem facilitado a captação precoce. Proposta:
Melhor utilização do teste rápido para início precoce do pré-natal, abordagem de sala
de espera para sensibilização da população e educação em saúde, utilização dos
acadêmicos de enfermagem nesta atividade, elaborado pelos gerentes em parceria
com enfermeiras e coordenadora do estágio, início no primeiro semestre de 2017.
A captação precoce tem sido alvo de intenso trabalho no CS, inclusive com melhora
no indicador, porém ainda baixos. A captação tem sido feita no domicilio pelos
agentes, e as equipes já possuem cadastro de Bhcg solicitados para busca ativa e
início precoce, porém ainda verificamos as ações insuficientes.
ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
Dentre as variáveis que tem contribuído para um número satisfatório de captação das
gestantes no primeiro trimestres, ressaltamos o envolvimento do ACS no Comitê de
aleitamento materno, onde a saúde da gestante e puérpera é discutida
constantemente e principalmente a importância de se promover o aleitamento
materno já no início da gravidez. Acreditamos que o compromisso do ACS com o
aleitamento acaba ampliando o seu olhar para a mulher gestante fazendo com que
ele seja mais preciso e atencioso quanto aos primeiros sinais de gravidez. Também
colocamos a disponibilidade das ESF em atender a gestante em horários diversos
ampliando o acesso da mesma ao serviço. Ressaltamos também a busca ativa e a
insistência das ESF com as gestantes assim que, comprovada a gravidez fortalece o
vínculo com o serviço.
Observa-se melhora dos indicadores, isso se deve ao empenho das equipes na
capacitação precoce e o investimento nas ações de grupos de educação em saúde.
Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
Marcílio Amaral - 17/10/16: Esse indicador não teve variação significativa em relação
a períodos anteriores. Importante ressaltar que a UBS recebeu sede nova em meados
de 05/16 e por um bom tempo não tivemos com manter todos os atendimentos
informatizados devido a problemas no modem/link
82% considerando a instabilidade do sistema gestão entendo como uma boa
captação, porque acredito que tenha sido melhor. Vamos manter o foco na captação
precoce, discutir sempre na reunião de equipe para sensibilização do ACS e garantir
que não falte vagas na agenda. Vera Lucia de Oliveira 07/11/2016
A captação precoce de gestantes no primeiro trimestre é um grande desafio,
principalmente em área de alta vulnerabilidade como a do Taquaril, com
predominância de um número considerável de adolescentes grávidas, pessoas em
situação de extrema vulnerabilidade social e familiar, apesar disso, consideramos o
resultado satisfatório.
O bom resultado obtido se deve ao atendimento em tempo oportuno `a mulher com
suspeita de gravidez: Solicitação e realização do teste de gravidez sem agendamento
e garantia da 1ª consulta de PN precocemente. Regina Cele de Souza , 10/11/2016
- DS NORDESTE
113
a) Encontramos na unidade uma dificuldade muito grande para captar as gestantes neste
ínicio de gestação. As gestantes não julgam importante realiza este acompanhamento; a
equipe tem avaliado o vínculo com esta comunidade para melhorarmos a adesão. Outro
fator que impacta neste indicador na nossa avaliação é o uso adequado do Gestão pelos
profissionais que acabam não gerando um dado fidedigno a realidade da unidade.
Cibele 01/11/16
b) Morte Infantil tem associação direta com as condiçoes de vida da população e
qualidade da assistencia à saúde. Embora a área do CS Cachoeirinha seja na sua
maioria áreas de médio e baixo risco, ocorre um fenomeno novo, identificado nos
últimos anos, que são as maes em uso abusivo de alccol e outras drogas. Este fator
prejudica no acompanhamento do pre-natal, nas frequencias às consultas. Observa-se
no entanto que estas mesmas maes, na maioria delas, cuidam bem dos seus filhos,
quando tem apoio familiar, situação observada por uma das ESF que possui um grande
número de mulheres nesta situação. A equipe disponibiliza atendimento oportuno para
a puericultura das crianaças, realiza busca ativa das crianças faltosas às consultas e
mantem registro das crianças por agente comunitário de saúde, atraves de planilha de
registro dos atendimentos às crianças menores de 1 ano de idade. Marolina A B Santos
07/11/16
c) As ESFs realizam a captação precoce das gestantes através das seguintes ações: oferta
e realização imediata do teste rápido de gravidez para todas as mulheres que procuram
o centro de saúde com suspeita de gravidez; agendamento de consulta de pre-natal para
todas as mulheres que apresentam resultado positivo para teste rápido de gravidez;
captação de gestantes em domicilio pelos ACSs com orientações a cerca do inicio do
pre-natal. Apesar dos serviços disponiveis para captação precoce de gestantes, as ESFs
ainda enfrentam desafios quanto a sensibilização e suporte psicológico de algumas
mulheres que recusam iniciar o pre-natal precocemente. Joanna D'arc Ventura
08/11/16
d) Houve melhora na captação precocedas gestantesque avaliamos como resultado da
sensibilização de toda equipe da unidade em todas as portas de acesso ao serviço. O
teste rápido de gravidez realizado na unidade tem facilitado esta captação mas
percebemos com de grande importância o entendimento da equipe da unidade enquanto
prioridade a identificação e disponibilidade do prénatal para as gestantes. Os ACSs
mencionam enquanto dificuldade encontrada para esta captação, gestantes jovens, sem
parceiro fixo, residentes na casa dos pais , que naõ querem revelar aos seus familiares a
gravidez. Elas , em muitas situações conseguem aderir o prénatal com a gravidez se
encontra em estado bem adiantado , quando fisicamente já é detectada.M. Lúcia
Pujoni-16-11-2016.
e) Esta unidade mostrou melhora significativa na proporção de gestantes com captação
precoce no pré natal. Os dados do 3º quadrimestre mostram avanços quando
comparado aos dados anteriores da própria unidade e um valor superior a média do
distrito. Alguns pontos foram fundamentais para alcançarmos esses números, dentre
eles: melhorias na captação das equipes, garantia da continuidade da assistência,
acompanhamento minucioso da gestante de alto risco, sensibilização dos registros e
vigilância da efetivação da busca ativa dos faltosos. Certamente o conjunto das ações
impactaram positivamente nos bons resultados deste indicador. Raphael, 09/11/16
f) A organização do processo de trabalho no atendimento à gestante,puérpera e recémnascido desde 2012 parece refletir no resultado desse indicador. A constante
dialogação e aprimoramento do fluxo interno, desde a captação precoce da gestante,
bem como os desdobramentos até o 1º ano de vida da criança, junto aos profissionais
envolvidos neste cuidado, tem permitido a construção de ações de intervenção,
contribuindo para um melhor funcionamento dos recursos disponíveis na rede de
assistência, para promover a saúde e a qualidade da assistêcia à mulher e a criança.
Cláudia 10/11/16
114
g) A ESF tem conhecimento que temos que melhorar este indicador, utilizando os teste
rápidos de gravidez, atender com agenda 0 todas as mulheres com BHCG positivo e
teste rápido positivo.Divulgar testes rápidos de gravidez, rodas de conversa em escolas
sobre a importancia do planejamento familiar e de iniciar o Pré-Natal precoce.Data:
07/11/16. Hellen.
h) A otimização dos processos de trabalho voltados para a captação precoce de gestantes
para o pré-natal é fundamental e impacta diretamente sobre a saúde do concepto
repercutindo, sobretudo, na qualidade de vida após o nascimento. No entanto,
permanece como desafio às ESF´s, uma vez que muitas mulheres preferem não
anunciar a gravidez antes do 3ª mês, ou gestantes em situação de rua ou outra
vulnerabilidade social (como tivemos um caso de difícil resgate) ou aqueles que
realizam acompanhamento no sistema suplementar rejeitando quaisquer mecanismos
de busca das equipes para ações de promoção da saúde. A captação precoce dos RN´s,
ainda no 5º dia tem sido um esforço comum das equipes na unidade. O agendamento
imediato da consulta de puericultura à admissão da criança na sala de vacinas, a
disponibilização às ESF´s da listagem de altas das maternidades emitida pela
GERASA, o contato da Alta Responsável, as planilhas manuais de controle do
gestantes fazem parte do rol de ações rotineiras da unidade. Temos a execução de
grupos operativos com mães de crianças menores de 1 ano com a inserção de
acadêmicos das diversas áreas de formação que atuam na unidade. Ainda, caminhamos
para o estabelecimento de agendas eletrônicas de todos os profissionais para facilitar os
processos de agendamento na recepção quando na procura espontânea da puérpera.
Anar 17/10/2016
i) As ESF's tem conhecimento de que é preciso melhorar este indicador, porém o desafio
é contínuo, uma vez que as gestantes tendem a esconder a gravidez por nãoter sido
planejada. As ESF's tem disponibilizado oteste rápido de gravidez no primeiro contato
com mulheres que apresentam sinais e sintomas de gravidez. Outro desafio é captar
gestantes que optam pelo pre-natal na rede particular e convênios, pois as mesmas não
criam vínculo com o CS, algumas procuram o CS tardiamente para abrir o SIS PRENATAL quando o parto será realizado na rede SUS. Na avaliação da equipe gravidas
de 2ªgestação também procuram o CS tardiamente. Os ACS term sido orientados a
manter um vínvulo melhor com as gestantes em idade fértil.Cássia e cristiana 01/11/16
j) A captação das gestantes esta sendo feita muito tarde, ao discutir com a equipe
concluimos que esta captação é um desafio para toda a equipe ,visto que as gestações
muitas vezes não são planejadas. Além disto vários planos de saúde cobrem só as
consultas e o usuário vem à unidade para serem cadastrados para o parto pelo
SUS.Todos os ACS se comprometeram em melhorara a captação e estarem mais
atentos às mulheres em idade fértil. Divulgar amplamrnte o grupo de palnejamento
familiar.
k) Análise, Nome, dd/mm/aa
l) A captação precoce das gestantes é de suma importância para garantir um atendimento
de qualidade e também para identificar adequada e precocemente quais as pacientes
com mais chance de apresentar uma evolução desfavorável. A proporção da captação
precoce da UBS Maria Goretti (71,8%) apresentou melhora em relação ao ano anterior
(64,1%) , mas sabemos que ainda precisa melhorar mais. Enf.Tatiana Moraes ,
28/10/16
m) o esforço das esf na garantia dos fluxos e protocolos tanto da gestante quanto do rn
refletem esse dado. Atividades de vigilância nos casos mais delicacdos e de dificil
adesão assim como treinamentos, reciclagem dos profissionais, garantia de consultas
conforme ciclo de vida, busca ativa de faltosos e empenho do acs nas buscas. Raquel,
15/11/16
n) A unidade matém porta aberta e vaga Zero para as gestantes, inclusive na saúde bucal,
oferendo várias atividades que facilitam a entrada e o atendimento durante o pré-natal.
Este ano percebemos uma redução do número de gestantes e um aumento do número
de gestantes adolescentes, o que faz com que elas procurem tardiamente a centro de
115
o)
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q)
r)
s)
t)
saúde para início do pré-natal e também o uso da iniciativa privada.Análise feita por
Nara e Rildo, enfermeiros de equipes e pelo gerente José Antonio.
As ESF está sempre sistematizando a forma de captação da gestante através de uma
melhor supervisão das ACS e de uma supervisão mensal das gestantes que foram
captadas e estão sendo acompanhadas no pré natal. Mas temos um grande número de
gestantes que são captadas pela unidade de saúde, porém optam em realizar o
acompanhamento de pré-natal no particular ou em outro ponto da rede como o hospital
Sofia feldman. E isto dificulta o acompanhamento conforme o protocolo, já que para
ela ganhar este bebe ela precisa de um primeiro atendimento na unidade de saúde para
se gerar o SIS Pré-natal, gerando este número ela não retorna mais na unidade
promovendo um corte no acompanhamento da ESF e uma piora no indicador. Mas
mesmo diante deste problema a ESF realiza acompanhamento mensal através das
visitas domiciliares realizadas pelo ACS para realizar busca de informações sobre o
acompanhamento da gestante no particular ou em outro ponto da rede. Temos também
o uso incorreto dos protocolos de Pré-Natal pela Enfermagem e Médicos o que
interfere na produção e análise dos dados quando este profissional desconhece o
mesmo ou não passou por um treinamento., Priscilla Barbosa, 09/11/2016
Gerente Marluce, Enfermeira Laura. 09/11/2016 . A equipe vem discutindo meios para
melhorar a captação precoce das gestantes - treinamento e sensibilização de toda a
equipe no Centro de Saúde vem acontecendo, com a divulgação interna e na
comuidade sobre a importância da captação precoce, os equipamenos disponíveis no
serviço para este fim (teste rápido, e agenda aberta ) , bem como a abordagem do tema
em todos os atendimentos na unidade e através dos ACS no domicilio.
Gestantes residentes em area de invasão,vindas de outros municipios já no segundo
trimestre de gestação, gestantes que iniciam o pré-natal na rede privada e a area
descoberta de ACS contribuem para piora deste indicador. Percebemos que temos que
respeitar o desejo e disponibilidade das pessoas. Adirley, Marilia e Jacqueline
10/11/2016
A análise foi realizada com cada ESF do C.S. São Gabriel. As 4 ESFs fizeram a análise
de que esse dado 91,6 deve-se: 1) A nova organização do centro de saúde de facilitação
e desburocratização do acesso de gestantes ao agendamento de pré-natal. 2)
Acompanhamento efetivo e buscas ativas realizadas pelas ACSs. 3) Arquivo rotativo
de pré-natal. 4) Modelo de assistência multiprofissional (enfermeiro, médico e
ginecologista) adotado pela SMSA. 5) A existência de matriciamento de saúde da
mulher coordenado pela ginecologista, o que tem proporcionado também um educação
permanente dos profssionais. 6) A existência de teste rápido de gravidez na
Classificação de Risco durante todo o horário de funcionamento da unidade. 7)
Vigilância em saúde realizada por toda a equipe assistencial. 8) População
conscientizada da importância do pré-natal, o que tem diminuído o absenteísmo.
Segundo as ESFs esse índice não é 100% devido os seguintes fatores: 1) Início do prénatal na rede privada e abertura tardia do SIS Pré-Natal. 2) Negação da gravidez por
parte de gestantes que não planejaram a maternidade ou identificação tardia da
gravidez. Alessandra gerente, 10/11/16.
O numero insuficiente de ACS no territorio tem prejudicado a captação das gestantes;
realizamos a testagem rápida no momento da procura, agendamos prontamente a
primeira consulta assim como os exames. Outro dificultador são as mulheres
provenientes de outros municipios com gestação já avançada.
As ESF's apresentam como dificultador o fato de muitas gestantes esconderem a
gravidez não assumindo isso nas visitas domiciliares, outro dificultador é a gestante
que opta por fazer todo o pré-natal em convênio e deseja apenas o parto pelo SUS
realizando apenas uma consulta de pré-natal para receber o número do SIS-Pré-Natal,
outro dificultador é que a gestante pode optar onde deseja realizar o seu
acompanhamento de pré-natal mesmo sendo ofertada as consultas e todo o
acompanhamento pela rede. Concomitante a isso, há também o uso incorreto dos
protocolos de Pré-Natal pela Enfermagem e Medicos o que interfere na produção e
116
análise dos dados. É necessário salientar também o investimento por parte dos ACS na
busca ativa das gestantes que após a 1ª gestação não se vinculam e não se
responsabilizam tanto com o acompanhamento do Pré-natal, muitas agentes se
queixam que buscam muito as gestantes e que elas mesmo após saberem da gravidez
optam por comparecer tardiamente à consulta ou mesmo na remarcação da consulta de
pré-natal voltam a faltar. Os grupos de gestantes de antigamente agora dificillmente
possuem um público maior que seis gestantes participantes, mesmo incluindo todos os
semestres de gestação. Além da busca ativa, a unidade oferta a testagem rápida para
suspeita de gravidez durante todo o horário de funcionamento e com teste positivo já
agenda a primeira consulta de pré-natal com a enfermeira da ESF, a fim de captar
precocemente esta gestante. KENIA RIBEIRO GABRIEL - 10/11/2016
u) A unidade básica disponibiliza diáriamente muitos testes de gravidez, no intuito de
capata-las o mais breve possível, de forma a realizar o exame no momento da
demanda. Isto garante a captação precoce, no entanto outros fatores prejudicam a esta
mesma captação: negação da gravidez, falta de dissernimento e conhecimento da
gravidez, principalmente adolescentes, insuficiencia familia e ausencia na primeira
consulta de pré-natal. Associado a estas condições pode ocorrer demora na busca ativa
da gestante por parte da equipe. Vanessa Vida 13/10/16
- DS NOROESTE
a) Inicialmente rever com a equipe o uso do protocolo de pre-natal para identificação de
problemas no registro; averiguar o quantitativo de gestantes que chegaram para AB
depois do 1º trimestre; rever estratégias para captação da gestante. 20/10/16 Maria Judith Rios
b) Gerente Anderson Portes, 03/11/2016.
O Centro de Saúde Califórnia apresentou percentual de captação de 52%, o que
representa um percentual ruim, abaixo da média do Distrito. Em discussão com a
equipe, um dos aspectos identificados que podem ter colaborado para o percentual
apresentado, deve-se à atendimentos realizados fora do SISREDE. Bem como o fato
de que em algumas ESF´s que atendem à população do “baixo risco” (ESF 05 e ESF
06), existe a situação de que muitas gestantes procuraram a unidade de saúde apenas
para a abertura do SISPRENATAL, após o 1° trimestre da gestação, pois realizam as
consultas em rede privada e o parto na maternidade pública. Como propostas de
intervenção, o Centro de Saúde Califórnia tem mantido a intensificação do Cadastro
Vinculado ao Domicílio, de forma a minimizar a existência de cadastros incompletos.
Para intensificar a captação precoce das gestantes, as Enfermeiras irão utilizar da
supervisão com as ACS para a busca ativa e agendamento precoce para abertura do
Sis Pré-natal, bem como ofertar o teste rápido para gravidez nas diversas
oportunidades de acolhimento das usuárias. Ficou pactuado ainda a possibilidade de
ações de Educação Sexual nas escolas e as ACS avaliarão a possibilidade de
questionamento sobre a DUM nas Visitas Domiciliares, para as mulheres em idade
fértil. Para 2017, a Gerência realizará ampla discussão com a equipe sobre a Saúde
Materno-Infantil (protocolos e fluxos) e será feita uma rediscussão da agenda da
Ginecologia (identificação das "situações prioritárias" e oferta de matriciamento para
as ESF´s).
c) A proporção de gestante com captação precoce no pré-natal no CSCP encontra-se
abaixo da média Distrital. Esse dado reflete a característica da maior parte da
população adscrita do território, que é o baixo risco (75% do território). As gestante
tem mais acesso a acompanhamento de pré natal nos serviços
conveniados/particulares, dispensando em geral o acompanhamento de consultas na
UBS. Temos um percentual significativo de gestantes que fazem apenas uma consulta
117
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l)
de pré-natal na UBS para inscrição do SISPRENATAL como garantia de acesso ao parto
na rede SUS mas realiza o acompanhamento nos serviços conveniados/particulares.
A parametrização de alerta é menor que 78% portanto, pelo bom desempenho
alcançado no peíodo , manteremos as ações em vigência. O pequeno percentual de
não acompanhamento se deve a inclusão tardia no Pre Natal. Outro fator importante
e que não estamos com rotina de exclusão das gestantes que são enviadas ao alto
risco. Angela, Carmem em 11/11/16
As equipes disponibilizam oferta de atenção ao pré-natal imediata à demanda das
mulheres, além do monitoramento do território para captação precoce desse grupo.
31/10/2016 Silvana Ferreira de Andrade e Souza
O desabastecimento do teste rápido interfere na captação precoce das gestantes.
Muitas gestantes adolescentes buscam tardiamente o início do pré-natal. Duas
microáreas sem cobertura de ACS causam dificuldade na captação das gestantes.
Pode haver sub-registro no sistema, devido à instabilidade do SISREDE.
Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
Análise: Equipe não soube explicar motivo de dados tão ruins, pois afirmam que a
captação precoce aumentou muito após introdução do teste rápido, com
agendamento imediato do pre-natal e abertura do SIS PN, a única justificativa
pensada foi o número reduzido de ACS na UBS, gerando cadastro desatualizado.
Nome Renata Mello, 26/10/16
A captação fica comprometida devido: A mudança de novas gestantes para a aréa de
abrangência do Centro de Saúde, gestantes que realizam o pre natal via convênio e
comparecem na atenção primaria apenas para o cadastro no sispré natal e realização
de parto via SUS, presenças de cadastros ainda irregulares durante a primeira
consulta, usuárias que omitem, negam ou desconhecem da gestação.
Manter as ações de vigilância adequadas, com a capatação precoce das gestantes e
acompanhamento regular do pré natal. As ações do quinto dia, vacinação e
acompanhameto regular da puericultura com bsuca ativa dos faltosos
Jayne G. Silva e Enfermeiros da Unidade, 24/10/2016
Segundo os dados levantados de produção no sisred e demais sistemas o percentual
da unidade está acima de 75%. Sempre tivemos um ótimo indicador de captação.
Portanto desconhecemos este índice. Realizado avaliação dos indicadores este
semestre juntamente com as equipes para identificar bons resultados.
Rosimeyre 07/11/16
Analisamos que o Centro de sáude, por possuir uma grande área de baixo risco,
muitas gestanteso procuram , apenas para a abertura do SISPRENATAL, para
poderem realizar o parto em hospitais públicos.
Há muitos convênios que cobrem somente atendimento de pré-natal, entretanto não
cobrem o parto. Isso faz com que as gestantes sejam captadas tardiamente.
Outro fator que interfere no indicador, são o grande número de gestantes moradoras
da área de baixo risco, que não possuem cadstro oficial, o que impacta negativamente
no indicador.
Érika Santos, 24/10/16.
Apesar da unidade disponibilizar oferta suficiente para adequada atenção ao prénatal, é comum no território, as mulheres procurarem atendimento na iniciativa
privada. 31/10/2016 Vânia Gonçalves Novais
Todas as enfermeiras e medicos Eugenio, Brenda e Danielle. O numero de gestante
captdas no 1º trimestre com percetual acima de 100 /° justifica-se, em parte, pela
carecteristcia do territorio com alto pop de baixo risco que por vezes faz o pré natal
com medico de convenio e recorre ao CE para ter o SIS e ter a possibilidade de parto
na rede, pricipalmente se for de risco. Outro fator é o grande numero de prontuarios
118
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p)
informados, pois na intenção de captar a gestante faz o primeiro atendimento e
depois verifica que não é moradora do territorio.
Análise, Nome, dd/mm/aa
De acordo com discussão realizada nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e
01/11/2016. Nestas oportunidades foram colocadas algumas questões como: muitas
gestantes que moram na nossa área realizam o pré-natal no convênio, portanto vem
aqui somente para pegar o SIS-Prénatal a qualquer tempo. A falta do teste rápido
dificulta a captação precoce. Tivemos ainda muitos problemas no Gestão o que
prejudicou o registro do atendimento.
Adriana 01/11/16
Apesar da ações de priorização do PN, houve uma queda na captação das gestantes.
Ocorreram problemas de acesso ao gestão, dificultando os registros. Reforçaremos
as anotações no prontuário, uso do protocolo e nova sensibilização para toda equipe.
M. Isabel Luiz 01/11/16
O indicador reflete o gradual esforço de toda equipe em melhorar a captação das
gestantes. A equipe analisa que as ações implementadas apontaram para uma
melhora do indicador (maio a agosto= 77%) apresentando um número acima do
percentual distrital e muito próximo do percentual preconizado (78%). No entanto,
identifica ser necessário manter o empenho na captação. A equipe identifica também
alguns fatores que interferem na captação oportuna: 1) considerável número de
gestantes em situação de rua que não respondem às buscas ativas no primeiro
trimestre de gravidez; usuárias acompanhadas pela Saúde Suplementar moradoras
das áreas de baixo risco (com predominância nas Equipes Vermelha e Amarela).
Análise: equipe PSF/SB/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
a) Os dados nos mostram que nossa captação está dentro do esperado. Naiara, Irene,
Luciana, 28/10/16
b) Captação precoce de gestantes: houve melhora comparado ao indicador de 2015.
Análise: Muitas mães fazem acompanhamento em planos de saúde e buscam o
serviço tardiamente, às vezes apenas para abrir um SISPRENATAL para o parto em
maternidade pública. Dulce, 09/11/16
c) Visivelmente, comparando-se os anos de 2014, de 2015 e de 2016, houve um
aumento significativo (46,7% - 58,3% - 60,4%) no número de gestantes captadas, até
o final do 1° trimestre de gestação. Tal aumento, se deve, à atuação das ACS''S, em
especial, que têm se dedicado, diariamente, não só em captar e realizar visita
domiciliar, assim como aprender noções básicas de pré-natal, para instruir, mais
facilmente, as gestantes de suas áreas de abrangências. As condições como áreas
descobertas por ACS, a falta do especialista em Ginecologia, na unidade, e o grande
período sem médicos nas ESF permanecem; entretanto, nehum desses entraves é
maior que o desejo de ajudar/cuidar. Mesmo quando não há médico na equipe, a
enfermeira garante todas as consultas de PN, uma vez que duas enfermeiras
residentes, em Enfermagem Obstétrica, pelo HSF, tem auxiliado nos atendimentos,
juntamente com a enfermeira da ESF. Assim sendo, a vigilância à saude das gestantes
é garantia, com o agendamento precoce das consultas posteriores e a
multidisciplinaridade no Grupo de Gestantes. Responsáveis: Gracielle e Maria
Cecília. Data: 09/11/2016.
d) Verifica-se falhas no processo, uma vez que 100% destas mulheres deveriam ser
captadas para realização do Pré natal, com identificação e abordagem precoce dos
riscos. O processo de investigação / vigilância realizado pelos ACS´S, com
119
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levantamento de informaçoes que propiciem o conhecimento da situação de vida
usuária necessita ser abordado e pactuado na equipe. A ampliação do acesso deve ser
continuamente discutido e revisto por toda a equipe do Centro de Saúde. Sendo fator
interveninete negativo nesse processo a presença de áreas descobertas pela ausencia
do ACS. Observa-se piora nos dados quando comparados com o ultimo quadrimestre
e avalia-se que isso é reflexo da instabilidade e inoperância do Sistema de Informação
(GESTÃO) nos últimos meses, impedindo a equipe de lançar os dados no prontuário
do paciente. Responsáve: Denise Camargos - Data: 07/11/16
Temos muitas gestantes em nossa área que possuem convênio e não realizam pré
natal no Centro de Saúde. Sandra/ Fernanda / Nathalia . 25/10/2016
Manter a captação precoce de todas as gestantes da área de abrangência da unidade
é uma ação primordial para assegurar um pré-natal de qualidade que garanta o bem
estar da mãe e do recém-nascido. Por meio, principalmente, das visitas domiciliares
as Agentes Comunitárias de Saúde devem captar todas as gestantes existentes nas
residências, facilitando o acesso ao pré-natal na unidade. Além disso, a equipe de
saúde da família deve facilitar o acesso das gestantes a unidade aumentando assim o
vínculo e consequentemente a adesão ao pré-natal. Data: 08/11/2016
Responsável: Equipe do Centro de Saúde Guarani.
Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: 03 Microáreas descoberta por ACS; excesso de população por ESF; grande
número de gestantes em acompanhamento na rede privada e/ou conveniada;
equipes de PSF incompletas (falta de 01 Aux. Enfermagem, por aposentadoria na
Equipe 01 ); e falta de 03 ACS por exoneração.
1.4 - Gestantes moradoras de ocupações (referente ao Anexo Zilah) que demoram a
realizar a busca pela consulta (ocupação irregular que não tem cadastro oficial,
descoberta de ACS, sem acesso para busca ativa); Falta de ACS para cadastro das
gestantes e captação das mesmas; falta de co-responsabilização das gestantes com a
necessidade do início precoce do pré-natal; necessidade de sensiblização do ACS para
a captação precoce da gestante e orientação para a consulta precoce; planejamento
familiar inadequado; deficiência da promoção á saúde para orientação sobre a
importância do início precoce do pré-natal.
De acordo com a analise houve reducao da mortalidade no periodo de maio 2015 a
abril 2016 analisando e comparando com a taxa do periodo anterior houve uma
discreta melhora do indicador de 53,5 % para 68,3%porem ainda ficando abaixo da
meta prevista .de 75%. Relato que esta taxa pode estar relacionada ao cadastro
incompleto da gestante por existirem areas descobertas de ACS, grande rotatividade
de profissionais,e falta de conhecimento dos mesmos e treinamento adequado para
preencher o protocolo de pre-natal. Andrea Moreira Rocha de Brito BM 41168-3
Luciana, Maria do Carmo e Luciana 10/11/16Análise: Comunicação dentro da unidade
frágil, alta rotatividade das famílias na área de abrangência , vínculo ainda insuficiente
das ESF com a população, equipe incompleta, grupos operativos frágeis e com baixa
adesão
A captação precoce determina a melhoria do atendimento ao PN. A nossa captação
precoce mantem-se acima de 70% o que determina o empenho da equipe em buscar
e ofertar acesso para a paciente em momento oportuno. Flávia/ Georgia/ Luciana/
Maira/ Camila/ Sibele (31/10/16)
Análise:
- Matriciamento limitado, devido à falta do Ginecologista de apoio;
- Pouco investimento na atualização dos protocolos de assistência e vigilância à saúde
da mulher e cuidados com o pré-natal;
- Capacitações e treinamentos além de insuficientes, não contemplam toda a equipe
multiprofissional;
120
- População em área de extrema vulnerabilidade e condições sociais fragilizadas
- Limitações na contra-referência da Maternidade de referência;
m)
n)
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q)
r)
Responsável: Carolina Medeiros
Data: 10/11/16
Análise: Mesmo considerando a alta vulnerabilidade à saúde da população o
indicador foi maior do que 80% em todos os anos avaliados indicando uma captação
adequada. É fundamental utilizar prontuário eletrônico no atendimento da gestante.
Monitorar preenchimento correto dos dados pelo link "busca ativa". Realizar
treinamentos e discussões sobre preenchimento no SISRED. Sensibilizar os
profissionais sobre a importância da captação das gestantes no primeiro
quadrimestre. Cléris Blanco de Souza. 03/11/2016
Neste indicador obtivemos um resultado de 54,1%, enquanto em período avaliado
anteriormente obtivemos 69,9%, o que evidência uma queda na captação, com piora
do dado, o que evidencia uma queda da equipe em relação a busca ativa e uma
deficiência de acesso da gestante a ESF. Avalia-se que trabalharemos algumas ações
nas equipe e aguardamos para avaliar resultados posteriores. Camila Vieira
03/11/2016
Houve uma atençao maior quanto a captação dessas gestantes por parte das ESF e
ESB. Mas ainda é preciso que os ACS se aprorpiem mais do território. Nívia 09/11/16
De acordo este Indicador, observamos um aumento de 14,2 % na série histórica
analisada, o que nos leva a inferir na possibilidade de melhora na assistência prestada
às mulheres em idade fértil. Assim, tanto a busca ativa realizada pelos profissionais da
ESF como a procura pelo Pré-natal através da demana espontãnea, como também a
ampliação de acesso ao Pré-natal, tem melhorado significativamente em nossa
Unidade Básica de Saúde, inclusive ultrapassando a meta de <78% de gestantes
captadas precocemente. Isabella de Aguiar Melo Cardoso, 23/09/2016
Consideramos que a vulnerabilidade do território, baixa escolaridade, drogadicção,
violência, faixa etária das mães, gravidez indesejada, absenteismo nas consultas,
subregistros, registros manuais por profissionais sem acesso ao sistema por falta de
liberação de senha pela secretaria e falta de treinamento contribuem
desfavoravelmente para o alcance da meta. SILVANA 22/11/16
Sensibilização das ESF enfocando as fragilidades do processo de trabalho, com
direcionamento para a reorganização das agendas dos profissionais da Unidade de
Saúde; atendimento no protocolo correto; melhoria da captação precoce de
gestantes e puérperas pelos ACS de cada micro-área de abrangência para
acompanhamento mensal (consultas, visitas domiciliares) das ESF; fortalecimento do
acesso e do vínculo, conforme protocolos estabelecidos; priorização das áreas de
maior risco na área de abrangência, garantia de realização de exames solicitados em
tempo hábil; Ações de promoção de saúde (sala de espera, grupos de gestantes,
grupo de puérperas, aleitamento materno, saúde sexual e reprodutiva, investigação
de violência contra crianças e gestantes etc); qualificação dos registros para que seja
refletido corretamente o indicador. Ressalta-se a importância de se ter ESF
completas, principalmente com relação aos ACS. (Avilmar Carvalho e ESF)
(09.11.2016)
- DS OESTE:
a) De acordo com os registros do Gestão, verifica-se que no 2º quadrimestre de 2016 o
Centro de Saúde Betânia manteve um percentual de 69,6% equivalente ao Distrito
Oeste portanto 8,4% abaixo do parâmetro esperado. Já nos Registros físicos a
121
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
percentagem neste período é de 72,7% o que representa 5,3 abaixo do esperado.
Atribuímos esse sub-registro aos problemas de acesso ao gestão. Identificou-se
também duas gestantes que migraram do convêno para UBS.
63,3%. Manter a sensibilização dos agentes comunitários quanto a importância da
orientação nos domicilios do início precoce do pré-natal . Manter agenda de pré-natal
aberta facilitando acesso a usuária. Muitas gestantes oriundas da rede suplementar
terminam o pré natal no SUS impactando negativamente o indicador.
Este indicador de captação precoce constitui um desafio para a equipe. Como se
trata de unidade com população de risco elevado e muito elevado e area onde há
grande concentração de cortiços e prostituição, avaliamos que as usuárias escondem
a gravidez ou tentam interromper a gestação, .A gestante tem porta aberta e quando
realizam o teste de urina e está positivado a recomendação é que seja realizado o
sisprénatal e os pedidos de exames. Há um hiato temporal entre a realização do teste
rapido e o sisprenatal verificado em 01 equipe . Percebemos que alguns profissionais
abrem o sispré natal, somente apos o resultado do BHCG.vamos investir nesta
mudança de comportamento.
No 2º quadrimestre de 2016 a taxa subiu de 68,7% em 2015 para 90.6% o que
demonstra uma captação excelente. Para que esta taxa se matenha será necessário
que a equipe fique atenta a marcação precoce do pré-natal oferecendo teste rápido
assim que a mulher chegar a unidade com queixa de atraso menstrual. Melhorar
acesso na agenda da primeira consulta e abrir o sisprenatal pois a capactação se dá
neste momento . Realizar o cadastro oficial das gestantes da área de abrangência .
Utilizar e preencher adequadamenteo prontuário eletronico no protocolo de pré
natal. Como o sistema de saúde na rede não é universal e abrange apenas as
gestantes do SUSBH, não são contabilizadas na área do C.S. as mulheres que realizam
pré natal fora da rede. Na área de abrangencia desta unidade existe uma
porcentagem considerável de gestantes que usam a rede suplementar. Temos
também uma área de invasão com algumas que não são cadastradas oficialmente.
O Centro de Saude Havai teve a proporção de captação precoce de gestantes para o
pre-natal no primeiro trimestre de gravidez de 82,4%, no segundo quadrimestre de
2016.Portanto apresenta proporção de captação maior do que a de Belo Horizonte
que foi de 68,05% e a da Regional Oeste que foi de 66,72%, no mesmo periodo
analisado.
2014 81%, 2015 83% e 2016 ate outubro 72%.O acesso à agenda durante todo
período de funcionamento da unidade para as gestantes tem favorecido esse
indicador.
Análise: Esse indicador piorou em relação ao ano de 2015 ficando abaixo do esperado
temos como desafio alcançar a gestante em tempo hábil que as vezes desconhece a
relevância do inicio precoce do PN .Vamos manter a sensibilização da ESF
principalmente do ACS quanto a importância da orientação nos domicílios do inicio
precoce do PN , Manter agenda de PN aberta facilitando o acesso ao serviços
ofertados .
Analisando o indicador em relação ao 1º e 2º ciclo que considerava a captação no 1º
QUADRIMESTRE (120dias) e agora mudou para o 1º TRIMESTRE(90 dias) o que vai
impactar nos resultados., Apresentamos uma queda em relação as indices dos ciclos
anteriores na qual obtivemos 88% e agora de 73,9% ,abaixo da meta esperada.
Sabemos que o principal objetivo da captação precoce é a identificação de riscos
potenciais ,objetivando diminuir o risco obstetrico. A unidade de saúde tem tido
dificuldades para melhorar este indicador porque está ligado diretamente com o
trabalho de visita do ACS na comunidade e na vinculação desta ao serviço de saúde .
Estamos com 11 micro áreas descobertas impactando diretamente no trabalho. A
equipe busca medidas apesar da falta do ACS para melhorar a captação precoce. Ex
122
de uma ação: Temos como prioridade que toda mulher que procura a unidade
relatando suspeita de gravidez ,é oferecido o teste rápido de gravidez e se confirmado
já é atendido pela enfermeira da equipe a qual é vinculada. De acordo com a consulta
é pedido os exames de pré natal,ou para confirmar a gestação ,realiza exame
laboratorial ,que será feito no dia seguinte. a partir daí incia-se a vigilância a está
gestante.Sabemos que quanto mais cedo inicarmos o pré natal ,maiores são as
vantagens e segurança oferecida a mãe e o filho. A realização também dos testes
rápidos e exames podem detectar possíveis riscos e doenças que podem ser
transmitidas da mãe para o feto.
i) O centro de saúde está em alerta neste indicador . Verificamos que há uma captação
tardia da gestante , seguimento do pré-natal no centro de saúde após inicio em plano
de saúde, falta de registro no gestão devido falhas no sistema e fazer uso do
protocolo adequado.
j) o indicador aumentou de 66, 2 em 2015 para 68, 9% até o 2º quadrimestre de 2016.
Além disto, houve mudança no indicador, considerando agora a captação até 90 dias
de gestação, e não mais 120 dias.
k) No CSSM, este indicador demonstrou um incremento de 3,5% na captaçao de
gestantes no primeiro trimestre de gestaçao, em relacao ao ano de 2015. Atribuimos
este resultado à: menor rotatividade da equipe médica, menor tempo em que
equipes de PSF ficaram sem médicos generalistas, acesso facilitado ao teste rapido
de gravidez pela equipe de enfermagem. Fazemos uma ponderaçao no que diz
respeito à migraçao de mulheres que iniciam o pre natal na rede privada e que no
decorrer de sua gestaçao, migram para o SUS. Este movimento "da a impressao"de
captaçao tardia.
l) O Distrito apresentou em sua série histórica um aumento gradual na proporção de
gestantes com captação precoce no PN (1º Trimestre) de 61,22% (2014) até 68,5%
(2ºQ 2016), e o CSSJ obteve um percentual de captação acima do DISAO na ordem
de 69,9%, mas inferior ao parâmetro (> OU = 78). Portanto, torna-se necessário criar
estratégias de captação precoce das gestantes, possibilitando assim, melhorar este
indicador e promover assistência de qualidade no período gestacional: 1- Divulgação
amplamente na comunidade a oferta do teste rápido de gravidez pela UBS e
disponibilização de horários alternativos para a realização dos mesmos; 2Reorganização do processo de planejamento/ programação das ESF junto aos ACSs
buscando a captação precoce das gestantes. 3- Reorganização, pactuação e
monitoramento das agendas dos apoios; 4-Desenvolvimento de ações de educação
em saúde na comunidade para as mulheres em idade fértil, principalmente as
adolescentes, visando a sensibilização destas para o início precoce do pré-natal; 5Intensificação da digitação de cadastro Censo BH social das gestantes e atualização
dos mesmos pelos ACS's; 6- Ampliação da cobertura do PSF para a área considerada
de BR.
m) Análise: o CSVentosa está com 57% de captação de gestantes até o final do 1º
quadrimestre. Percebe-se que houve dimuição do numero de captação comparada
ao ano passado. Trabalhamos com adequada oferta de exames de gravidez e
agendamento imediato na recepção do pré-natal, busca ativa e oferta de consultas de
pré-natal a todo o momento pela ESF. Para que consigamos superar esta média a
unidade de saúde propõe uma abordagem mais qualificada dos ACS e demais
profissionais de saúde, capatando assim o mais precoce possível estas gestantes.Criar
livro na sala de enfermagem para o acompanhamento e captação precoce das
gestantes. Dificuldades: pouca adesão ao pré-natal pelas gestantes do baixo risco
devido ao uso de saúde suplementar, pouco vínculo e não cobertura do PSF para este
público.
123
n) O Centro de Saúde Vila Imperial no ano de 2015 alcançou a proporção de 67,2% de
gestantes captadas no primeiro trimestre. A proporção do centro de saúde no 2º
quadrimestre foi 86,4 superando a média proposta pela meta de captação municipal
de 78%. Para que consigamos manter e superar esta média a unidade de saúde
propõe uma abordagem mais qualificada dos ACS e demais profissionais de saúde,
resgatando assim o mais precoce possível estas gestantes, como também reforço no
acesso facilitado ao agendamento a primeira consulta de pré-natal e disponibilização
de testes rápido.
o) Ainda hoje a proporção de captação precoce de gestantes possui um parâmetro alto(
<78) para a realidade das Unidade,(CSVL 61,3%) principalmente para onde existe
baixo risco . Com a sensibilização que realizamos neste terceiro ciclo resgatamos a
proposta de fortalecer o papel de vigilancia dos agentes comunitários de saúde,
ampliando e facilitando o acesso da gestante, buscade qualificação dos cadastros,
como também melhorar a qualidade dos registros de atendimentos nos istemas de
informação. Frente aos dados apresentados pela GEREPIO podemos observar que das
17 Unidades , 16 estão com problemas neste indicador representando 94% e
colocando este indicador com necessidade de planejamento de intervenção em
parceria com o Distrito e Secretaria.
p) 81,4% de captação em 2014 e 67,9% de captação em 2015 representa um alerta
importante. Alguns desafios são endereço errado no cadastro e perder a gestante
que não realizava as consultas subsequentes adequadamente de acordo com o
protocolo, gestantes de convênios que não completam pré-natal e aquelas com
questões de risco,drogas ou doenças que acabam não estabelecendo vínculos e não
realizam as consultas necessarias . Apontam também necessidade de vigilância sobre
informações e registros. Connhecimento adequado de lidar com o protocolo. E ainda
qualificação da busca ativa e vigilância. Os problemas no sistema. tambem
representam desafios a este indicador.
Frente aos dados apresentados pela
GEREPIO podemos observar que das 17 Unidades ,16 estão com problemas neste
indicador representando 94% e colocando este indicador com necessidade de
planejamento de intervenção em parceria com o Distrito e Secretaria.
q) Proporção de gestantes com captação precoce no pré-natal ( 1º trimestre) no CSWL
no 2º quadrimestre de 2016: 52,4%. Existe um empenho contínuo das ESF em
reconhecer e registrar precocemente todas as gestantes identificadas. De 2010 a
2015 que trabalhamos com o indicador de captação no primeiro quadrimestre,
percebemos uma elevação contínua na curva de captação das 3 equipes de PSF,
chegando a 100% em duas das 3 ESF em 2016. No entanto, neste ano, estamos
recebendo a informação da captação no primeiro trimestre. No ano de 2015
obtivemos a proporção de 64,8% e no segundo quadrimestre de 2016 a proporção de
52,4%. Neste segundo quadrimestre enfrentamos as seguintes dificuldades : falta de
kit para teste rápido de gravidez, problemas técnicos importantes para acesso ao
gestão, longos períodos de licença médica de duas das 3 enfermeiras das ESF.
Acreditamos que os fatos acima tenham impactado para redução da proporção de
captação das gestantes neste período. Além disto, reconhecemos como característica
da área de abrangência, cuja população tem boa proporção de adultos e idosos, que
as gestantes filhas de moradores da área de abrangência retornam à casa de seus pais
para acesso ao Centro de Saúde para acompanhamento de pré-natal, vindas de
outros locais , já com gestação adiantada ( muitas vezes inclusive com problemas
médicos a serem resolvidos), às quais damos acesso mas temos como reflexo o
impacto neste indicador de captação precoce e de acompanhamento, assim como
impacto em indicadores de puerpério e de puericultura, pois assim que têm suas
questões resolvidas, retornam aos seus locais de origem, interferindo nos indicadores
de acompanhamento.
124
- DS PAMPULHA
a) A proporção de gestantes com captação precoce no pré-natal encontra-se abaixo do
índice preconizado. Entretanto, observamos uma melhora expressiva em relação à
série histórica analisada anteriormente. Desta forma, devemos aperfeiçoar as ações
para a melhoria deste indicador. Igor Rezende Gomes, 01/11/16.
b) A proporção de gestantes captadas precocemente nesta UBS, melhorou
consideravelmente do ano de 2015 para 2016, o que se relacioana com a maior oferta
de testes rápidos para as mulheres e agendamento imediato de consultas de prénatal a partir de um resultado positivo. Além disto, todos os profissionais foram
treinados, os insumos estão sendo garantidos e um trabalho de sensibilização foi feito
de forma conjunta nesta unidade para a importância da captação precoce não
disperdiçando nenhuma oportunidade da paciente com o profissional. Maior eficácia
das Buscas Ativas realizadas peloas ACS´s. Manayá e Maria Lúcia, 07/11/2016.
c) Houve variação negativa entre os quadrantes. No entanto, percebe-se uma melhora
acentuada em relação ao ano de 2015. A equipe está sensibilizada para a captação.
d) Observado uma melhora na captação de 2015 para 2016, porém manteve o mesmo
valor do 1º para o 2º quadrimestre. Percebe-se que as usuárias adolescentes e as
gestantes multíparas são as que comumente procuram a Unidade tardiamente.
Ações: Sensibilizar toda a Equipe da Unidade, para a importância do pré natal para a
saúde da gestante e do filho. Ampliar a oferta de teste rápido para a gravidez e inicio
de pré natal imediatamente se positivo. Júnia Ribeiro 28/10/16
e) Houve melhora na captação em relação a 2015, mantendo o valor tanto no 1º quanto
no 2º quadrimestre. Temos percebido que gestantes que anteriormente tinham
planos de saude tem procurado mais a unidade neste ano. Propomos melhoria na
sensibilização da equipe da unidade para melhoria do indicador. Cristina, Fernanda,
Juguimar, Alessandra e Vanessa. 10/11/16
f) Verificamos redução no índice de captação precoce de gestantes de 88% para 70%
provavelmente devido a 02 ACS com recomendação médica. O quadro de ACS já é
reduzido: das 10 microáreas tres estão descobertas e das sete restantes duas com
recomendação médica dificultando as visitas de rotina já que os cinco ACS estão
cobrindo toda área (bolsa família, cadastramento, visita domiciliar, visita com o NASF.
Eliane 10.11.16
g) Análise, Nome, dd/mm/aa
h) Identificamos como possíveis causas do baixo índice o número de gestantes
acompanhadas com cadastro não vinculado devido à área de baixo risco e microáreas
de ESF sem ACSs. Além da demora da própria gestante em iniciar o PN principalmente
gestantes adolescentes e adultas jovens e gestantes vindas de outros municípios com
gestação avançada ou da rede particular. Outro fator dificultador para o
acompanhamento adequado é número de usuários adscritos às ESF acima do
preconizado. Diógenes,Melissa e Patrícia. 09/11/16.
i) observamos um aumento neste indicador na ordem de 14,3%, devido as ações de
vigilancia desenvolvidas pelas equipes de PSF no territorio, vaga zero para pre
natal,busca ativa e atendimento pela equipe multiprofissional,como ainda temos
áreas descoberta sem ACS e uma pop descoberta por ser de baixo risco
encontraremos dificuldade para ampliar este perentual. 11/11/2016 Silvana,
Mariana,Silvania e Daniela.
j) Observamos um aumento neste indicador em relação a 2015. Durante este último
período realizamos a priorização das consultas de pré natal pelas ESF, otimização da
agenda do profissional Ginecologista e além disso podemos destacar as ações de
125
vigilância em saúde desenvolvidas pela unidade. Uma outra estratégia que stá sendo
utilizada e a realização do cadastro de todas as gestantes inclusive das residentes do
Bairro Castelo, que em sua maioria são áreas sem cobertura de PSF
k) Com a melhora significativa de 38,1% em relação ao ano anterior, observamos
empenho das equipes do Centro de Saude , com relação a proporção de com
captação precoce no Pre Natal. com percentual de 92.9%. Luana , Fernanda E Valter
08/11/2016
l) Com o envolvimento da recepção no melhor atendimento as gestantes, conseguimos
melhorar a captação precoce. Além disso, o teste de urina sempre disponivel na sala
de medicação, com as mulheres podendo procurar precocemente facilita o inicio do
acompanhamento. Renata Nunes 16/11/16
- DS VENDA NOVA
a) Nossa captação precoce no pré-natal do primeiro trimestre caiu este ano, temos que
melhorar este dado com as equipes de saúde da família e ginecologista. Fernanda
Dias Vieira. 27/10/16
b) Análise: Oferecer a possibilidade de realização do teste rápido de gravidez, priorizar o
agendamento do BHCG, o fortalecimento do vínculo entre a família e a ESF favorecem
a captação precoce da gestantes. Porém é grande o número de adolescentes que
engravidam e são resistentes em iniciar o pré-natal no primeiro quadrimestre e isso
ainda é um desafio para as Equipes. As quatro microáreas descobertas por ACS's na
Unidade é um grande dificultador na captação das gestantes precocemente.Beatriz
F.C.Fernandes 26/10/16
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Pádua. Data: 24/10/2016. Análise: avaliamos que
o percentual apresentado pelo centro de saúde é satisfatório, apesar de estar abaixo
do alcançado pelo município. Enfatizamos ainda que houve melhora do indicador em
comparação ao último ano, de 60,6% para 69,36%. Consideramos ainda que os
pontos dificultadores estão relacionados, em sua maior parte, com as usuárias que
por vez escondem a gravidez ou não dão devida importância ao início precoce do prénatal, mesmo contando com orientações dos profissionais.
d) Este dado demostra a deficiência na captação precoce das gestantes devido a alguns
fatores: área de divisa com outro município, alta vulnerabilidade social, rotatividade
de moradia, coitarca precoce, falta de informação a respeito da sexualidade.
Responsáveis: Andréa Regina de Paula Nacif, Rosilene da Cruz Ferreira Abreu,
Jacqueline Vieira de Sousa, Ana Cristina Faria. 28/10/2016
e) As equipes do Centro de Saúde Jardim Europa , irá manter o trabalho ja realizado
pois elas priorizam o pré-natal, realizam busca ativa, fazem planejamento familiar e
trabalham conforme fluxos e protocolos da PBH, no entanto, várias gestantes são
acompanhadas pela rede privada ou convênio e só comparecem para o pré-natal
próximo do parto porque precisam do SIS- pré-natal para ter o parto pelo SUS. Além
disso, várias mulherres esxondem a gravidez do ACS ou descobre a gravidez
tardiamente portanto inicia o pré-natal tardio. As equipes do Centro de Saúde Jardim
Europa irão melhorar o trabalho já realizado, sensibilizando as ACS sobre a captação
da gestante no primeiro trimestre, intenesificando a busca ativa dessas mulheres, no
enatnto não é um trabalho fácil, pois elas priorizam o pré-natal, realizam busca ativa,
fazem planejamento familiar e trabalham conforme fluxos e protocolos da PBH, no
entanto, várias gestantes são acompanhadas pela rede privada ou convênio e só
comparecem para o pré-natal próximo do parto porque precisam do SIS- pré-natal
126
para ter o parto pelo SUS. Além disso, várias mulherres escondem a gravidez do ACS
ou descobre a gravidez tardiamente portanto inicia o pré-natal tardio.
f)
A proporção de captação precoce da gestante apresenta diferenças significativas. A
média de 4 equipes é superior à 80 % .Analisando estas equipes nota-se claramente a
organização do processo de trabalho, ACS mais atuantes, seguem e registram todos
os atendimento indicados nos protocolos, o que sera a nossa meta para manter e
aperfeicoar o indicado Nas demais equipes temos dificuldades em relação á
organização e processo de trabalho, ACS pouco participativas, Enfermeiros e técnicos
com dificuldades de relacionamento. Saliento que uma equipe já esta encaminhada
para atendimento sócio-funcional.
Análise,: EQUIPES E Silvana Marques do Nascimento 03/11/2016
g) Márcia Renata Reis 24/10/2016- Não atingimos a captação precoce preconizada pelo
MS, porém achamos que deveria continuar disponibilizando teste rápido de gravidez
para as pessoas, sem burocratizar ( deixar testes com acs se necessário elas
ofertariam ao mulheres no domicilio, o qual ajudaria na captação precoce da
gestante); em nossa unidade o pré-natal tem portas abertas para o agendamento o
que facilita para a gestante iniciar o quanto antes o pre natal.
h) Verificamos que houve uma melhora perceptível do indicador e estamos próximo de
sair do valor estipulado de alerta menor que 78%. Citam-se fatores que dificultam
atingir essa meta como gestação na adolescência, gestação não planejada ou
desejada, transitoriedade dos paciente nas AA's das equipes. Mas um fator que
consideramos importante e não sabemos como aborda-lo é a gestante que faz uso do
sistema privado de saúde. Como captá-las? Isto tem sido um grande desafio.
Acreditamos que esse fator contribui para não alcance da meta estabelecida, Suely
Imaculada, 27/10/2016;
i) Observamos dificuldade na captação precoce das gestantes devido às características
gerais da população, tais como: vulnerabilidade social, presença de gestantes
adolescentes que iniciam tardiamente o pré-natal e a captação das gestantes que
residem em áreas sem cobertura de agente comunitário de saúde, por mais que
exista um esforço da equipe em realizar tal cobertura a vinculação com o profissional
fica comprometida. Vivenciamos durante o ano de 2016 vários toques de recolher na
região do aglomerado onde estão concentradas as gestantes que mais utilizam o
Centro de Saúde o dificultou na captação precoce e no próprio acompanhamento do
pré-natal. Outros fatores que podem ter influenciado no indicador foram às
constantes quedas no sistema SISREDE durante o primeiro semestre de 2016 e a falta
de profissional médico na unidade durante o período de contratação. Vale ressaltar
que gestantes oriundas da rede particular também impactam neste indicador, pois
muitas chegam à unidade para iniciar o pré-natal já no segundo ou terceiro trimestre
de gestação para serem encaminhadas para o parto em maternidade do SUS. As
equipes de saúde da família vêm buscando alternativas para melhorar o indicador de
captação precoce no pré-natal através da disponibilização do teste rápido às
mulheres em idade fértil com relato de atraso menstrual durante todo o horário de
funcionamento da unidade, o acolhimento imediato às mulheres com teste de
gravidez positivo e a busca ativa dos agentes de saúde das gestantes de sua área de
abrangência. Outras alternativas estão sendo incorporadas tais como manter o
acompanhamento pela equipe por meio de consultas médicas e de enfermagem,
visita domiciliar, ações educativas do período gestacional, amamentação e puerpério,
de forma individualizada de acordo com o grau de risco e as necessidades da
gestante.
Aline de Fátima Gaspardine 18/112016
127
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
A proporção de gestantes com captação precoce no pré-natal (1 trimestre) no
segundo quadrimestre de 2016 na área de abrangência do Centro de Saúde Nova Yor
foi de 50,81%. Ou seja, apenas cerca da metade das gestantes que realizaram prénatal na Unidade neste período iniciaram o acompanhamento no primeiro trimestre.
A captação precoce para o início do pré-natal é fundamental para a manutenção da
saúde da gestante e do bebê e ações como a disponibilidade do teste de gravidez, a
captação da gestante pelo agente comunitário de saúde durante a visita domiciliar,
bem como a agenda flexível para a primeira consulta de pré-natal podem constibuir
muito para a melhora do indicador. Regiane, 03/11/2016
A área de abrangência deste Centro de Saúde Piratininga é caracterizada por alta
vulnerabiidade social, com baixa renda, e número elevado de gestação na
adolescência, com negação e dificuldade em adesão ao pré-natal.Muitas das
mulheres desconhecem a gestação nos três primeiros meses de gestação.Temos
dificuldade de captar as gestantes antes do 1 trimestre.Melhorar a captação de
gestantes com divulgação de teste rápido de gravidez.synara 31/10/16.
A captação precoce das gestantes para o início do pré-natal é de fundamental
importância para um acompanhamento adequado. O Centro de Saúde utiliza de
várias estratégias para que isto aconteça, tais como agenda livre para realização do
teste de gravidez laboratorial, disponilização do teste rápido de gravidez, orientações
feitas pelas ACSs para o início precoce do pré-natal, etc. Porém, tivemos vários
fatores negativos que impediram as captações preconces, tais como, gravidez na
adolescência, gravidez indesejada, etc. Adalberto, 24/10/2016
Sabemos que existem gestantes que são captadas tardiamente devido ao grande
número de áreas descobertas por ACS, mas não concordamos com o percentual
apresentado e atribuimos este número a possíveis erros de registro e falta de sistema;
sendo necessário uma auditoria interna para averiguação destes erros. RAQUEL SARDI
19/10/16.
Acredito que a melhora na captação precoce ocorreu devido a vários fatores:
realização de capacitações com as ESF, qualificação do cadastro, trazendo
informações mais fidedignas, aumento dos registros profissionais e nos protocolos
adequados, e fixação do profissional GO, efetivo, e com um perfil de atendimento
integral da paciente, estabelecendo vinculações entre as usuárias. Doriana Ozólio
27/10/2016
A finalidade principal da assistência pré-natal é garantir a saúde da mãe e do bebê
durante toda a gravidez e o parto, identificando situações que possam aumentar o
risco de desfechos desfavoráveis. Portanto, a abordagem de cada gestante tem que
ser baseada no risco gestacional, nas características da população rastreada, na
prevalência das doenças mais comuns e na avaliação das evidências disponíveis.
Atualmente, com a mudança no panorama das doenças, como o aumento da
prevalência de diabetes e das doenças sexualmente transmissíveis, é fundamental o
envolvimento de todos para garantir a captação precoce das gestantes. A equipe tem
buscado melhorar este indicador através da disponibilização do teste rápido as
mulheres em idade fértil com relato de atraso menstrual durante todo o horário de
funcionamento da unidade, do acolhimento imediato as mulheres com teste de
gravidez positivo e da busca ativa das agentes comunitárias as gestantes da área de
abrangência. Consideramos como limitações a inclusão tardia das gestantes que
perdem a cobertura de saúde, gestações não planejadas e não desejadas.
O indice demonstra o papel importantissimo do ACS no reconhecimento precoce da
gestação na população no qual são responsaveis, apesar de termos 3 micro areas
descobertas, esses estao conseguindo desempenhar um otimo trabalho. Junto a isso
tambem o fato de estarmos com uma ginecologista na unidade, favorece a procura
precoce por parte da população que encontra-se gravida. Além disso cita-se o
128
melhora do atendimento e da captação por parte das equipes de PSF.Alex Veloso
Mendes 20 de outubro de 2016
4.1.5- Número de óbito materno evitável.
- DS BARREIRO
a) Indicador não analisado pela unidade
b) Não houve casos de óbito materno evitável no período analisado. Fabiana 14/11/16.
c) Capacitação dos profissionais para atendimento do Pré Natal dentro do protocolo
E a busca ativa contribuiram para o óbito materno evitável zero. Ricardo Salles,
14/11/16
d) Adriana M.C. Siqueira, 28/10/2016. No período analisado não houve óbito materno.
e) não houve óbito no período
f) A Unidade de Saúde realiza o Pré-Natal conforme o protocolo, com visitas
domiciliares de ACS, enfermeiro e médico, quando necessário, avaliação em tempo
hábil dos resultados de exames preconizados e encaminhamento para PINAR, se
indicado. Dalva e Sirlândia - 09/11/2016
g) Não foi constatado nenhum óbito materno evitável na área de abrangência do
C.S.Independência. Tal fato pode indicar uma boa assistência à saúde da mulher,
principalmente no atendimento durante pré-natal. Fabiano, Rodney, Leandro,
Cristiana. 25/10/16.
h) Não houve no periodo nenhum óbito materno evitável. Temos, porém que estar
sempre alertas à cada gestante de nossa área, captando precocemente e
monitorando o pré natal. Rafaela Sardi de Almeida 07/11/2016
i) Percebe-se o comprometimento da equipe em relação ao atendimento
compartilhado ,fazendo parte deste processo todos os funcionários da unidade.
j) Apesar de não ter ocorrido nenhum óbito na área do CS Mangueiras, temos clareza da
importância de melhorar nossa vigilância, garantindo a realização do Pré Natal
conforme o Protocolo. Garantir consulta de puerpério no máximo em 40 dias. Manter
cartão vacinal da gestante atualizado. . Monitorar através da visita do ACS as
consultas da gestante no PNAR e no convênio.
k) este dado reflete ao ano de 2015 (convênio). Ações de monitoramento e
acompanhamento ao Pre natal e PNAR, inclusive com orientações CLS e junto ACS .
Colegiado gestor e gerência 31/10/2016
l) Não houve obito materno evitável no período. Paulene Simões e Grazielle Souza 18/11/2016
m) Não tivemos obito materno evitável. Apesar disso, é importante desenvolver ações
para garantir o acompanhamento adequado da mulher na gestação, parto e puerério.
KARINA FONSECA 10/11/16
n) Não ocorreu neste periodo nenhum obito materno potencialmente evitavel. Tivemos
o falecimento de uma gestante cadeirante que devido a seu quadro de deficiencia e
outras condições cilinicas pre-existentes evolui para o obito, permanecendo viva a
criança. Mas para que este dado permaneça zerado devemos trabalhar com foco em
um pré-natal de qualidade. Responsaveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane e
Claudionice. 16/11/2016
o) No período analisado, nossa unidade não teve nenhum óbito materno. A equipe é
engajada na busca ativa de gestantes, controle do comparecimento à consultas,
quando necessário encaminhamento para o pré natal de alto risco e divulgação da
Maternidade de referência. Enfatizamos os sinais de alarmes para doenças que
129
p)
q)
r)
s)
podem levar ao óbito no periodo de gestação (Eclampsia, HAS, Diabetes nao
controlada, Sindrome HELP, etc.) , os exames diagnósticos laboratorias estão
disponíveis. inclusive a acesso a testes rápidos na unidade..... Não há MA 98 ,
portanto a cobertura do PSF é 100%, apesar do deficit no quadro de funcionários dos
ACS na unidade. Análise feita por Enf. Andreia, Leonardo, Paulo e G. Denise
Dia:07/11/16
Não houve ocorrência de óbitos maternos neste período. Renata Teixeira. 08/11/16.
A unidade não analisou este indicador
Análise: Não houve registro de Morte Materna a Área de Abrangência do CS Vila
Cemig. Para a evitar a ocorrência de Morte Materna na Área de Abrangência é crucial
que a Equipe mantenha o acompanhamento regular das gestantes em Consultas de
Pré-Natal, Grupos Operativos, Busca Ativa, acompanhamento em VD. É necessário
consolidar o acompanhamento das gestantes encaminhadas para PNAR pela ESF e
aumentar a captação de adolescentes para Planejamento Familiar com o fim de evitar
gravidez nesta faixa etária de risco.
Não se aplica, Bruno César Saldanha, 08/11/16
- DS CENTRO SUL
a) Observa-se que não houve nenhuma morte materna de forma evitável. Isto se deve à
qualidade das ações das equipes de saúde das famílias.
Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA: 11/11/2016
b) Este indicador ainda se mantem como zero, para esta unidade de saúde, no período
analisado. A equipe esta sensibilizada para que este indicador possa se manter como
zero, estando atentos em atender mediante protocolo de pré-natal, o que qualifica o
atendimento prestado. Análise: Shirley P Almeida. Data: 10/11/2016
c) Não tivemos óbito materno no período avaliado. Jalda 11/11/2016
d) Apesar de não ter havido nenhum óbito na AA do CSMJ propomos a continuidade
no atendimento e vigilância à saúde da mulher, tais como o uso dos protocolos da
PBH, incentivo às gestantes ao inicio precoce do PN e adesão ao mesmo .
11/11/2016. Maria Bernadete Miranda.
e) Mantivemos o mesmo número de óbitos maternos ( 0 ) mas a Equipe necessita ficar
sempre atenta para prevenir qualquer óbito . Temos trabalhado com um
monitoramento mais efetivo das gestantes mesmo as em acompanhamento no pré
natal de alto risco, já tendo sido implementado o grupo de gestantes realizado
mensalmente com participação de todas as equipes possibilitando um vigilância mais
eficaz . Solange ( 09/11/2016 )
f) A paciente que evoluiu para óbito materno teve uma gravidez não planejada e
apresentava comorbidades prévias: depressão, obesidade severa, HAS, portadora de
traço falciforme e com DM gestacional. Foi devidamente acompanhada pela ESF,
conforme reunião realizada entre o comitê de óbito materno e a Equipe. A paciente
recebeu 10 consultas de pré-natal e foi captada precocemente. Recebeu assistência
conforme protocolos e encaminhada ao Pré Natal de Alto Risco.
O óbito ocorreu em ambiente hospitalar onde a paciente estava internada há mais de
2 dias, sendo a causa da morte. Simone Couto/ESF/07/11/2016
g) Não registramos nenhum óbito materno evitável no período. Manter oferta de prénatal conforme protocolo da SMSA-PBH Sirlene - 27/10/16
h) Com relação à assistência prestada nessa UBS na área materno-infantil podemos
ressaltar algumas ações que tem apresentado êxito, como: priorização da 1ª consulta
de pré-natal; quadro clínico de equipe de saúde da família completa para
atendimento; busca ativa pelos Agentes Comunitários de Saúde das gestantes
130
i)
faltosas; realização da abordagem de 5º dia do binômio mãe-bebê; aumento da coresponsabilização das gestantes na adesão ao pré-natal; profissionais de apoio (saúde
mental, ginecologia, serviço social, NASF, pediatria e etc) engajados nos atendimentos
dessas demandas quando necessário; ações coletivas na abordagem materno-infantil,
como grupos de planejamento familiar, grupos de gestantes.
11/11/2016 - Vanessa, Isabella, Karla, Michele, Liliane, Lúcia e Camila.
Tivemos um caso de morte materna no 2º quadrimestre, o qual foi inesperado pois a
gestante havia sido acompanhada regularmente no pré natal. Mas complicações na
maternidade com internação no CTI e alta sem comunicação não nos apontaram para
possível morbimortalidade. Ressaltamos ainda que a usuária foi avaliada um dia antes
do óbito e não apresentava nenhuma intercorrência. Este caso reforça a importância
de garantir a contra referência de internações das gestantes ( alta responsável)
permitindo assim o conhecimento e acompanhamento da puérpera e do RN. A
implantação do check list de atendimento a gestante em uma das ESF permite a
identificação de riscos, bem como a utilização de arquivo rotativo para
acompanhamento das gestantes faltosas, auxiliam na vigilância à saúde. Discussão
nas reuniões de equipe dos casos mais complexos. Reuniões periódicas com
ginecologistas e ESF para discussão de protocolo e casos clínicos qualificam a
assistência e alinham as condutas dos profissionais.
Alessandra/Regina/ESF/14/11/2016
Na área de abrangência do C. S. Santa Rita de Cássia houve um óbito materno em
2016, de gestante residente em área baixo risco, sem patologias prévias, que
apresentou doença hipertensiva durante trabalho de parto com complicações
decorrentes de Hellp Sindrome, segundo investigação do óbito. Não há passagem
dessa gestante pela rede SUS BH; fazia pré natal particular.
Ainda que a morte materna na área do C. S. Santa Rita de Cássia não tenha relação
direta com a assistência pública na rede SUS-BH, consideramos importante melhorar
o monitoramento da hipertensão arterial das gestantes, ação que também vem de
encontro à necessidade detectada na auditoria clínica realizada em todas as equipes
em 2014 e repetida em 2016.
Ana 11/11/2016
k) Neste quadrimestre não tivemos morte materna, a equipe continua os esforços para
ações de prevenção desse agravo. Ações como o agendamento das consultas das
gestantes em tempo hábil para gerar o indicador até a anotação correta das ações
nos prontuários necessitam ainda de melhorias. Bem como o treinamento do
profissional enfermeiro no pré-natal, para implementar a consulta de pré-natal
destes profissionas da APS. Foi fornecido o curso de gestante, com boa adesão no
período avaliado. Seá agendada a vinda da referência distrital para sensibilização dos
profissionais para vigilância e prevenção. Anita, 09/11/16
l) O indicador está bom, mas continuamos a qualificar o atendimento no pré-natal.
ELIANA MIRANDA,16/11/2016
j)
- DS LESTE
a) As equipes avaliam que houve uma boa assistência às gestantes e puérperas, uma vez
que não foram registrados óbitos maternos no período avaliado. Vale ressaltar a
necessidade de mantermos o monitoramento periódico das ações de assistência ao
pré-natal e puerpério, assim como, garantir o início do acompanhamento pré-natal
em tempo hábil, com vistas a proporcionar uma assistência de qualidade às gestantes
em risco habitual e detectar precocemente as mulheres com fatores de risco, tendo
131
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
em vista que estamos inseridos em uma região de alta vulnerabilidade social. Tatiane
Caetano. Data: 20/10/2016
O dado se refere a um bom acompanhamento da gestante ao longo do pré-natal.
Patricia Roberto 11/11/16
08/11/16. Constatamos que o indicador é resultado das ações de vigilância das
equipes de saúde da família, dos profissionais de apoio e a melhoria do acesso aos
serviços de saúde. Estar vigilante com mulheres de risco (baixa escolaridade,
adolescentes, drogaditas, extrema pobreza) e aquelas que tem indicação para o
PNAR. Solange e equipe
Analisamos o comprometimento das ESF e equipe de apoio no acompanhamento e
captação precoce em qualquer setor da unidade, priorizando atendimento das
gestantes com readequação das agendas, ressalto o trabalho do ACS realizando busca
ativa e discutindo casos graves, observa-se a agilidade em encaminhar para PNAR,
bem como o acompanhamento pelo ESF. Edna Deus Maia, Fernanda Enfer e Maria
Cristina Ginecologista 14/11/2016
A equipe destaca a importância da captação precoce das gestantes e que a
porcentagem de 75% das gestantes captadas no primeiro trimestre contribuiu para o
resultado satisfatório deste indicador. A equipe informa realizar a visita domiciliar no
5˚˚ dia da mãe e RN. Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes Taveira, Luciana
de Carvalho Mariosa, Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira Costa 08/11/16
Neste período, vemos que as equipes foram vigilantes no acompanhamento dessas
gestantes, detectando indicativos precoces para o encaminhamento ao PNAR. São
atendidas as gestantes e acompanhadas no período de até 42 dias, pós-parto.
Valorizando e reforçando a importância de consulta rotineiras, tanto para a mãe
quanto para o RN. Douglas Aparecido Fernandes Silva. 11.11.16
Após a discussão dos indicadores com as equipes, foi constatado que o indicador é
resultado das ações de vigilância das equipes de saúde da família, dos profissionais de
apoio e a melhoria do acesso aos serviços de saúde, neste âmbito cabe ressaltar que
possuímos residentes em saúde da família e ginecologista com amplo acesso. Mesmo
o indicador sendo muito bom, não podemos deixar de planejar as ações, focadas
principalmente na realidade de cada micro área. Estar vigilante com mulheres de risco
(baixa escolaridade, adolescentes, drogaditas, extrema pobreza) e aquelas que tem
indicação para o PNAR, prazo imediato/continuação das ações.
Dado zerado na base de dados o que pode indicar
ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
A alta taxa de captação repercute com certeza no indicador positivo. Salientamos
ainda que o acompanhamento sistemático dos casos de pré-natal de alto risco
contribui para um indicador positivo. Além da atenção da equipe quanto ao
cumprimento do protocolo da saúde da gestante.
Isso reflete o investimento que tem sido feito na melhoria da qualidade a assistência
pré-natal e empenho das equipes no monitoramento das gestantes. Eunice da Silveira
Andrade. 12/11/2016.
Marcilio Amaral - 18/10/16: Novamente não tivemos caso de mortalidade materna. A
análise se mantem: a garantia de portas abertas e agendas livres para gestantes
garantiram um bom vínculo entre usuário e ESF. Isso possibilita a detecção precoce de
fatores de risco com o consequente encaminhamento ao Pré-natal de alto risco.
Avalio que temos uma boa qualidade no pré-natal, atendemos dentro do protocolo da
mulher, sempre atentos aos riscos sendo encaminhado ao PNAR quando preciso.
Vera Lucia de Oliveira 10/11/2016
De encontro ao que foi colocado na análise do indicador de óbitos em < de um ano,
esse resultado representa uma melhoria da qualidade de vida e acesso a serviços de
saúde de qualidade de maneira oportuna.
132
n) As ESF interpretam este indicador como resultado das ações desenvolvidas no PN, e
Puerpério: Captação precoce, boa vinculação das gestantes com as ESF, cumprimento
da agenda do PN, Gestão da Clínica. Regina Cele de Souza, 10/11/2016
- DS NORDESTE
a) A equipe percebe a importância rotineira nessa população. São sistematizadas visitas
domiciliares para as gestantes de forma a garantir a continuidade da assistência ao
pré-natal e, sempre que necessário, realização da busca ativa das faltosas. Cibele
01/11/16
b) A gestante é prioridade zero para a equipe do Centro de Saúde Cachoeirinha. O
agente de saúde, os profissionais da recepção e equipe técnica são orientados a
ofertar atendimento para a mulher gestante em tempo oportuno. Todos estes
esforços são para diagnóstico precoce da gravidez e acompanhamento da mulher no
pré-natal. Entretanto, muitas mulheres omitem a informação de suspeita de gravidez,
especialmente no primeiro trimestre. A oferta de teste rápido de gravidez tem
contribuído para aumentar o diagnóstico precoce da gravidez. A equipe está
sensibilizada para atender a demanda da mulher para diagnostico da gravidez e inicio
do oportuno do pré-natal, bem como do seu acompanhamento. Ainda ocorre a
situação em que a gestante inicia o PN na rede particular e depois faz a opção por ser
acompanhada no SUS. Marolina A B Santos 07/11/16
c) Para a prevenção de morte materna evitável a equipe de saúde (ESFs e apoios)
desenvolve um conjunto de ações que visam promover a qualidade da assistência no
pré-natal e no puerpério. Apresentamos algumas ações realizadas: -captação precoce
das gestantes e início oportuno do pré-natal; orientações durante consultas de prénatal sobre prevenção de doenças infectocontagiosas (sífilis, HIV, toxoplasmose,
rubeola, zika vírus, hepatite B) e não infecciosas (obesidade, hipertensão arterial,
diabetes mellitus) durante a gestação; realização de consultas de pré-natal com
periodicidade mensal até 36 semanas, após essa semanal, com avaliação de riscos
para saúde fetal e materna; orientações rotineiras às gestantes sobre potenciais
riscos e serviços de referências para atendimentos de urgência; busca ativa com
periodicidade mensal de gestantes faltosas às consultas de pré-natal; atendimento
ginecológico da puérpera até 15 dias pós-parto. Joanna D'arc Ventura e Helen Pires
10/11/16
d) Percebemos que houve melhora significativa no vínculo e acompanhamento das
gestantes principalmente na visita melhor quallificada dos ACSs.A área de baixo risco
e as gestantes vinculadas aos planos de saúde são ainda desafios para o
acompanhamento da unidade.Gestantes residentes em outros municípios que a partir
de residência temporária em casa de familiares que moram em nosso território
procuram o nosso serviço mas tem dificuldade em manter o vínculo devido a
necessidade oa retorno ao município de origem trazem para as ESFs dificuldade para
o seu acomapnhamento em conssonância ao que é preconizado. A sensibiçlização da
gestante e familiares da importância do acompanhamento ao prénatal e a
disponibilidade da equipe para o aceso da gestante aos serviços de saúde em
qualquer momento de necessidade é um frente de trabalho constante a ser realizada
. O entendimento de toda equipe da unidade, da gestante enquanto prioridade de
acesso aos serviços, é fundamnetal para a realização desta meta. Maria Lúcia Pujoni 16-11-2016
e) O Centro de Saúde do Conjnunto Paulo VI apresentou 0 casos de óbitos materno
evitáveis, este ano. Apesar de ser um território, quase em sua totatlidade, formado
por usuários de alto elevado risco, segundo o índice de vulnerabilidade social (ivs),
133
conseguimos zerar este indicador. Certamente este resultado é reflexo de um
trabalho diário, realizado por toda a Unidade, de captação precoce, disponibilidade
de teste rápido, busca ativa, sensibilização de agenda e garantia de agenda. As ações
articuladas, em todas as variáveis que impactam a saúde materno infantil, tem sido as
responsáveis pelos bons resultados, desta unidade, neste indicador. Raphael,
09/11/16
f) A estreita relação com a assistência de saúde dispensada à gestante e ao recémnascido durante o período pré -parto e a qualidade atendimento imediato à criança
no nascimento e à puérpera, operando de forma articulada, produz qualidade na
assistência e contribui para a redução da motalidade perinatal, infantil e materna.
Cláudia 09/11/16
g) A ESF tem trabalhado para manter todas as gestante em rigoroso controle de
consultas,atividades para uma captação precoce, acompanhamento das gestante de
alto risco em paralelo com o Alto Risco, otimização dos exames agenda 0.Ações do 5º
dia.Acompanhamento pela Alta responsável.Data 07/11/16 Hellen.
h) A otimização dos processos de trabalho voltados para a captação precoce de
gestantes para o pré-natal é fundamental e impacta diretamente sobre a saúde do
concepto repercutindo, sobretudo, na qualidade de vida após o nascimento. No
entanto, permanece como desafio às ESF´s, uma vez que muitas mulheres preferem
não anunciar a gravidez antes do 3ª mês, ou gestantes em situação de rua ou outra
vulnerabilidade social (como tivemos um caso de difícil resgate) ou aqueles que
realizam acompanhamento no sistema suplementar rejeitando quaisquer
mecanismos de busca das equipes para ações de promoção da saúde. Tem-se ainda
aquelas mulheres que procuram outros equipamentos públicos com porta aberta
para a demanda espontânea como o caso do Hospital Sofia Feldman e Hospital das
Clínicas para inicar o pré-natal. O agendamento eletrônico da primeira consulta na
recepção ainda é um processo em evolução, uma vez que o estabelecimento e
implantação das agendas eletrônicas não tem sido exitosas devido aos problemas
recorrentes do acesso ao SISREDE. No entanto, quando no anúncio do desejo de
marcar a primeira consulta, a equipe é acionada pelo administrativo da recepção e a
usuária é prontamente agendada para a enfermeira. A disponibilização dos testes
rápidos é outro fator que corrobora para a captação precoce da gestante. Anar Maro,
17/10/2016.
i) Não houve registro de óbito de morte materno na área de abrangência do CS. A
unidade possui agenda de pré-natal com todos os generalistas , enfermeiros e com a
ginecologista. Os profissionais são orientados a fazerem o acompanhamento da
gestante em pararelo com o auto-risco.A equipe entende que é preciso melhorar as
ações do 5º dia bem como o registro no SISRED. Cristiana , Cassia e wederson
01/11/16
j) Mônica Carolino 27/10/2016
k) Análise, Nome, dd/mm/aa
l) A mortalidade materna evitável em quase sua totalidade, constitui-se um dos
indicadores mais sensiveis da qualidade de vida e atenção a saúde numa população.
Em relação as causas diretas da morte materna , pode-se dizer que , de maneira geral
, estas podem ser previnidas com um bom acompanhamento de pré-natal , realização
de consultas e exames adequados. Isto é fundamental , para maior conhecimento do
desenvolvimento da gestação parto e puerperio. No Centro de saude Maria Goretti ,
no ano de 2016 a taxa foi zero , o que indica qualidade na assistêmcoa as gestantes
desde a captação precoce ao pré-natal até diagnósticos precoces de vulnerabilidade
da gestante e acionamento de medidas que evitem a ocorrência da morte materna.
Mariana Barbosa , 28/10/16
134
m) A equipe sempre esta atenta aos casos de gestantes informados pelo acs alem das
mulheres que procuram o serviço espontaneamente. porem ha dois fatores que
contribuem para que esse dado: as gestantes que realizam prenatal em rede de
convenios e particular e aquela que não querem expor a situação de gestação. apesar
desses dois motivos , a equipe esforça-se na busca desse grupo de mulheres. Raquel,
15/11/16
n) Neste período na~tivemos nenhuma morte materna nesta área. Temos uma agenda
aberta para atendimento ás gestantes. O pré-natal é realizado de forma intercalada
po médicos e enfermeiros, além de acompanhado pelas equipes a nível domiciliar As
gestantes faltosas ás consultas são buscadas e reagendadas. Análise feita por Nara e
Rildo, enfermeiros de equipes e pelo gerente José Antonio.
o) A ESF vem garantindo a continuidade da assistência ao pré natal e a realização da
busca ativa das faltosas através da supervisão mensal realizada pela gestora da
unidade em conjunto as ESF com o intuito de manter todas as gestantes
acompanhadas através do protocolo de pré natal, acompanhar as consultas realizadas
conforme a periodicidade do protocolo, acompanhar as ações da equipe para uma
captação precoce, o acompanhamento das gestante de alto risco, a otimização dos
exames através de uma agenda aberta, as ações do 5º dia e o acompanhamento
através Alta responsável. Priscilla, 09/11/2016
p) Gerente Marluce, Enfermeira Laura. 09/11/2016 A equipe vem trabalhando
sistematicamente na implementação de ações voltadas para um melhor
acompanhamento das gestantes em nossa unidade de saúde. Várias ações vêm
acontecendo no sentido de potencializar a regularidade no monitoramento da saúde
das gestantes (rodas de conversa, construção de agenda, padronização de planilha de
monitoramento, atualizações e discussão de protocolos, ações pontuais - blitz, sala de
espera, construção de grupo de referência).
q) O Fato de todos os profissionais da equipe estarem capacitados para o atendimento
de pré-natal e a vinculação das gestantes ao centro de saúde e à maternidade
favorecem este indicador.A equipe do CS está ciente da necessidade de
acompanhamento da puérpera e assim se empenha para este atendimento até a data
limite.
r) A análise foi realizada com cada ESF do C.S. São Gabriel. As 4 ESFs fizeram a análise de
que esse dado 0 deve-se: 1) Facilidade de comunicação entre os profissionais
envolvidos na assistência à gestante, o que tem agilizado a tomada de decisões para
os encaminhamentos dos casos necessários para o Alto Risco, que tem realizado
agendamentos ágeis. 2) Acompanhamento efetivo e buscas ativas realizadas pelas
ACSs. 3) Arquivo rotativo de pré-natal. 4) Modelo de assistência multiprofissional
(enfermeiro, médico e ginecologista) adotado pela SMSA. 5) Vigilância em saúde
realizada por toda a equipe assistencial. 6) Planejamento com a gestante das datas de
retorno em consulta. Alessandra gerente, 10/11/16.
s) A qualidade do PN na Unidade tem melhorado a cada dia. Atraves da auditoria de
prontuário e arquivo rotativo é possível um acompanhamento sistemático às
gestantes. Novamente é necessário um esforço enorme para realizar busca ativa
devido à insuficiencia de ACS.
t) O CS investe na captação precoce e no acompanhamento sistemático da gestante
ofertando os grupos de gestante e planejamento familiar para,
respectivamente, todas as gestantes e mulheres das ESF's, além disso há um controle
sistemático pelas ESF's das gestantes de sua àrea de abrangência através de planilhas
de monitoramento com fechamento do puerpério. Os casos de gravidez de alto risco
são encaminhadas de imediato ao Pré-natal de alto risco; além disso a implantação da
vinculação das unidades de saúde à hospitais/maternidades através do relatório de
alta hospitalar colaborou na busca ativa à gestante e recém-nascido. O dificultador
135
relatado pelas ESF's são as gestantes que optam por realizar o acompanhamento do
pré-natal apenas no convênio ou em outra unidade que lhe convém por questões
particulares, aquelas que no momento do fechamento do puerpério não residem
mais na área de abrangência e ou não comparecem à consulta mesmo após busca
ativa. KENIA RIBEIRO GABRIEL - 10/11/2016
u) Pre natal realizado com empenho e efetitividade por parte das equipes, gestantes
orientadas quanto as intercorrencias possiveis na gestação, encaminhamentos
reponsaveis durante as intercorrencias e pre parto. Capcitação interna das
equipes.Vanessa Vida
- DS NOROESTE
a) Continuar implementando ações de acompanhamento das gestantes da AB
b) Gerente Anderson Portes, 03/11/2016. Análise: Em discussão na Unidade,
identificamos 02 óbitos maternos evitáveis, referente às ESF´s: ESF 01 e ESF 03. Nos
dois casos, o óbito ocorreu na maternidade, devido à complicações no momento do
parto. No caso da gestante acompanhada pela ESF 03, a mesma foi devidamente
acompanhada conforme o protocolo de Pré-natal, inclusive com apoio da
Ginecologista e referenciamento para o Pré-natal de alto risco. Já a gestante
vinculada à ESF 01, apresentou fragilidade no vínculo e acompanhamento do Prénatal com a equipe (com grande absenteímo às consultas agendadas, mesmo com
busca ativa pela ACS), não realizou os exames de rotina conforme solicitado e teve
intercorrências no momento do parto na maternidade.
c) Não houve registro de óbito materno evitável no 2° QD 2016 no território do CSCP.
Demonstrando a eficácia das ações de saúde da mulher/ pré natal Alessandra,
Gabriel,27/10/16
d) Análise, Nome, dd/mm/aa
e) O indicador está contemplado nas ações de vigilância e "consulta zero" para as
gestantes. 31/10/2016 Silvana Ferreira de Andrade e Souza
f) No período avaliado não houve óbitos maternos na área de abrangência. Necessário
manter acompanhamento adequado do pré-natal com garantia de agenda para a
gestante. Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
g) Análise: Nome Renata Mello, 26/10/16
h) Análise, Nome, dd/mm/aa
i) Análise, Nome, dd/mm/aa
j) Análise, Nome, dd/mm/aa
k) O indicador está contemplado nas ações de vigilância e "consulta zero" para as
gestantes. 31/10/2016 - Vânia Gonçalves Novais
l) Julio, todas as enfermeiras e medicos Brenda , Daniele e Eugenio. O caso de morte
materna se refere á caso de ma~e que esteve na unidade com o filho RN com 12 dias
de vida para vacina, após alta do HCL . No momento mãe não relatou queixa com seu
estado . Na investigação do obito soube-se que após parto ela retornou ao HCL
queixando dor abdominal e foi encaminhada para atendimento no PA daquele
hospital mas negou-se. A equipe avalia necessidade de melhorar a ação do quinto dia,
com elaboração de roteiro de anaminese para os profissionais da sala de vacina
investigar saúde da ma~e. ACS deverá fazer controle da data provavel de parto e
informar a equipe quando aocntecer. Prioridade em marcação das agendas de
enfermeiro e medico quando registro de queixa.
m) Análise, Nome, dd/mm/aa
136
n) Análise realizada nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e 01/11/2016 . Discutida a
necessidade do acompamento sistemático de todas as gestantes do território.
Adriana 01/11/16
o) Mantivemos sem óbito materno.Manteremos ações priorizando a Saúde da
Mulher.M.Isabel Luiz 01/11/16
p) Não houve registro de Óbito Materno no Centro de Saúde São Cristóvão no período
referido. Equipe avalia a importância do desenvolvimento de ações por todos os
profissionais envolvidos garantindo a qualidade de atenção à saúde da mulher.
Análise: equipe PSF/SB/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
a) Análise, Nome, dd/mm/aa
b) Demosntra a necessidade manter a qualidade da assistência ao pré-natal e à
puericultura.
c) Análise: O acompanhamento do pré-natal tem uma boa adesão das mães, sendo uma
assistência realizada na unidade, e mesmo em planos privados (com
conhecimento/acompanhadamento sempre das ESF) com interesse do paciente.
Dulce, 09/11/16
d) Morte materna é a morte de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o
término da gestação, independente da duração ou da localização da gravidez. É
causada por qualquer fator relacionado u agravado pela gravidez ou por medidas
tomadas em relação a ela. Nesse quadrimestre (maio a agosto/2016), não houve
óbito materno. Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília. Data: 09/11/2016.
e) A unidade, apesar de não ter apresentado nenhum caso, necessita estar atenta aos
processos de cuidado em saúde, dando atençao àquelas mulheres em idade fértil,
acompanhando em todo seu ciclo de vida, com enfase no planejamento familiar, no
pre natal e puerperio eficazes e eficientes. Para isso, faz -se necessario o treinamento
continuo e sistematico da equipe, a construcao de um processo de cuidado baseado
em indicadores que retratem as peculiaridades da comunidade assistida. Responsáve:
Denise Camargos - Data: 07/11/16
f) Análise, Nome, dd/mm/aa
g) Evitar que ocorram mortes maternas se configura como das umas atribuições
primordiais da Atenção Primária a Saúde, afinal elas podem ser evitadas. Manter a
captação precoce das gestantes e a garantia de acesso ao pré-natal de qualidade,
incluindo a realização da busca ativa quando necessário, são acões dos profissionais
da atenção primária que devem ser realizadas rotineiramente. Data: 08/11/2016
Responsável: Equipe do Centro de Saúde Guarani.
h) Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: Uso inadequado do protocolo de pré-natal da SMSA; grande número de
gestantes em acompanhamento de pré-natal na rede privada e conveniada; as ESF
não conseguem acompanhar as gestantes da rede privada ou conveniada devido ao
excesso de demanda / excesso de popuação por ESF no C.S.Heliópolis; equipes de PSF
incompletas (falta de 01 Aux. Enfermagem na Equipe 01 por aposentdoria); e falta de
03 ACS, por exoneração.
i) Análise, Nome, dd/mm/aa
j) A redução neste Indicador pode ser explicado se formos analisar a seguinte váriaviel :
Vigilancia a saude da gestante e puerpaas,estas mulheres captadas precocemente
com ate(120 dias de gestacao)e que tenham acesso ao pre - natal conforme protocolo
e vinculacao ao servico. A esta paciente e oferecido e orientado realizar exames em
tempo oportuno com estratificacao de risco e tambem monitoramento em todo o
137
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
ciclo gestacional.Outro fator responsavel pela reducao e a melhoria dae comunicacao
entre o nivel primario e terciario tendo em vista a contra referencia da gestante de
risco para acompahamento da ESF,Existe necesidade que os profissionais
permanessam sendo treinados e mantenham atendiimento no protocolo correto
como tambem se atentarem ao fechamento do (SIS- pre-natal)somente ao final da
gravidez. Busca de sensibilizacao dos profissionais e cobranca da melhora do sistema
de informacao para registro adequado e apropriado da informacao.Andrea Moreira
Rocha de Brito BM 41168-3
Luciana, Maria do Carmo e Claúdia, 10/11/16Análise: Vulnerabilidade e situações de
risco da familia com relação à nível de escolaridade, renda, uso abusivo de álcool e
drogas; falta de vínculo dos usuários com equipe; baixa edesão em grupo operativo;
inicio precoce de vida sexual ativa, distibuição de preservativos de forma
indiscriminada; recursos materiais e físicos inadequados e insufiicientes, falta de
capacitação; sistema de informação deficiente, rotatividade de profissionais, Equipe
incompleta
A ausência de óbitos materno demonstra a preocupação da equipe em qualificar a
assistência. É necessário manter a vigilância nas gestantes. Flávia/ Georgia/ Luciana/
Maira/ Camila/ Sibele (31/10/16)
Análise, Nome, dd/mm/aa
Neste indicador, não obtivemos nenhum dado. Cléris Blanco de Souza. 03/11/2016
Neste indicador, não obtivemos nenhum dado. Camila Vieira 03/11/2016.
Melhora na atenção a Gestantes tanto pela ESF quanto da ESB .
O fato de não ter ocorrido óbito materno em nossa área de abrangência pode
demonstrar a qualidade do nosso Pré-natal, além de bom vínculo das gestantes com
os profissionais que compõem a nossa Equipde de Saúde. A captação adequada
(precoce) das gestantes pelos profissionais da equipe na unidade,assim como na
demanda espontânea, favorece o devido acompanhamento da gestante podendo
evitar o óbito materno. Deve-se pontuar que a gestante deve ser priorizada tanto no
atendimento na unidade como na marcação de consultas e exames laboratoriais.
Isabella de Aguiar Melo Cardoso, 23/09/2016
Análise, Nome, dd/mm/aa
A análise mostra que a UBS não apresentou nenhum caso de morte materna nos
últimos anos. Gestão Clínica, profissionais capacitados, matriciamento e comunicação
efetiva com a maternidade de referência (Sofia Feldman) com garantia da referência e
da contra-referência proporciona transferência e recepção segura do cuidado em
tempo hábil, fortalecendo o vínculo. A atenção aos processos do cuidado na saúde da
mulher, principalmente em mulheres em idade fértil e a priorização das gestantes no
atendimento, marcação de consultas e exames. (Avilmar Carvalho e ESF) (09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Verifica-se que o Centro de Saúde Betânia atingu a meta esperada para este
indicador, uma vez que não tivemos casos de óbitos maternos no período analisado.
b) ZERO. O desafio é permanecer sem óbitos maternos através da captação precoce das
gestantes até o primeiro trimestre de gestação, qualificação do pré-natal com
atendimento adequado e a tempo do puérperio, garantindo número de consultas
conforme preconizado. Manter a agenda aberta com acesso facilitado a gestante e
puérpera. A contratação de mais uma ginecologista seria de grande importância e
melhoraria bastante o agendamento pois temos apenas uma para o atendimento de 6
ESF's (aproximadamente 20 mil pessoas cadastradas).
138
c) Não houve Óbito materno evitavel nesta unidade no2º quadrimestre. A
unidade,embora tenha população de elevado e muito elevadorisco, presta uma
assistencia ao pré natal qualilficada . Há uma planilha/ caderno de acompanhamento
das gestantes tanto no pré natal como no atendimento do puerperio Avaliamos que a
rede de assistencia / maternidade de referencia presta um bom atendimento as
usuárias , tem proximidade relacional com a unidade e proximidade geografica .A
vigilancia à gestante e as ações de acompanhamento implementadas pela equipe ,
com ações de busca ativa, agendamento prioritario e atenção imediata, estão
corroborando para os resultados favoráveis. Avaliamos também como fator
importante a proximidade e com o consultorio de rua
d) Análise: O Centro de Saúde Conjunto Betania não registrou nenhum óbito materno
neste quadrimestre de 2016 porém a equipe deve continuar atenta em vigilância em
saúde materna e ao pré natal. É muito importante que se melhore o fluxo entre as
maternidades, saúde complementar e pré natal de alto risco com as unidades básicas
de saúde.
e) O Centro de saude Havai não teve obito materno evitavel durante a gestação ou ate
quarenta e dois dias após o termino da gestacao associado a fatores da gravidez, no
periodo analisado.
f) Índice zero. O acesso à agenda da ginecologia durante todo o horário de
funcionamento da unidade favorece o acesso da gestante ao atendimento pré-natal
contribuindo para um melhor atendimento.
g) Análise: o desafio consiste em manter o indicador zerado , através da manutenção de
acões do PSF tais como : Captação precoce da gestante no 1º trimentre da gravidez ;
qualificação do PN conforme o protocolo da PBH e garantir o acompanhamento da
gestante ate o puérperio ( com o minimo de 06 consultas conforme preconizado),
mantendo agenda livre com o acesso facilitado.
h) Em relação ao indicador de óbito materno permanecemos com indice zero nos 3
ciclos,o que é muito bom ,mas não significa que não devemos continuar trabalhando
na busca da melhoria da assistencia ao pré natal ,porque a morte de uma mulher
fertil promove um impacto na família ,na comunidade e na sociedade. O centro de
saúde tem uma área de abrangência e uma cobertura de 100% , como já descrevi na
abordagem aos óbitos infantis evitáveis que não tem como monitorar as ações da
rede suplementar de assitência e podem impactar negativamente nos indicadores
.Como analise Distrital " É necessário estabelecer fluxo de informações entre saúde
suplementar/pré-natal de alto risco e os CS para melhorar a vigilância das gestantes
durante o pré-natal e, conseqüentemente, reduzir os óbitos evitáveis por falha de
assistência nesse período."
A unidade tem
investido em ações de planejamento familiar,assistência pré natal adequada e
atender de acordo com as diretrizes do protocolo da SMSA . Uma equipe que procura
através dos matriciamentos e capacitações qualificar-se para atendimento a gestante
e vigilância puerperal.O desafio vai ser continuar mantendo estes indices.
i) Não há registro de morte materna neste período, mas consideramos importante
manter as ações desenvolvidas pelas ESF como garantir o pré-natal para todas as
gestantes,vigilancia as gestantes no pré-natal de alto risco e usuárias da saúde
suplementar.
j) Não ocorreram óbitos maternos no período. A Unidade percebe a necessidade de
manter a vigilância nos casos de pré-natal.
k) No CSSM, náo ocorreram mortes maternas evitáveis no periodo em analise
l) Análise:Análise: Não ocorreu nenhuma morte materna no CSVentosa em 2015.
Provavelmente, este resultado decorre da permanente vigilância da saúde materna.
Várias ações tem sido adotadas para não haver óbitos maternos: fácil acesso ao prénatal com agendamento imediato na recepção, teste de gravidez ofertado e realizado
139
m)
n)
o)
p)
no CS, captação precose das gestantes, acompanhamento do pré-natal, busca ativa
das faltosas além do grupo de gestantes. Dificuldades: pouca adesão ao pré-natal
pelas gestantes do baixo risco devido ao uso de saúde suplementar, pouco vínculo e
não cobertura do PSF para este público.
a razão de mortalidade materna do Centro de Saúde Vila Imperial no último ano
(2015) foi 0 (zero). Para que o Centro de Saúde continue mantendo esta razão é
necessário que continuem mantendo a vigilância sanitário na àrea de abrangência
compreendendo ampliação do acesso ao pré-natal captando o maior número de
gestantes precocemente, acompanhamento de pré-natal e de puerpério de acordo
com o protocolo municipal.
Não foram registrados óbitos maternos na AA do CSVL nos últimos 05 anos.
Entretanto isso não nos exime de fortalecer a vigilância da saúde, principalmente das
gestantes que fazem o pré-natal na rede suplementar ou na atenção secundária PNAR
No Centro de SaúdeVista Alegre este indicador igual a zero aponta para os avanços
da Atenção Primária ,com maior qualificação na vigilancia pelas ESF,melhor
comunicação entre maternidade e Unidade Basica ampliando qualificação no
atendimento e pré- natal de alto risco, e no monitoramento das situações de risco.
No entanto este indicador merece vigilância qualificada pois é muito sensível . Não
podemos esquecer de monitorar possíveis problemas de registros, e da necessidade
de manter a vigilância para prevenção e necessidade de qualificar cada vez mais as
investigações de óbito. Manter maior vigilância no acompanhamento do pré natal,
possível necessidade de qualificar atendimentos e cuidado dentro do protocolo pré
natal e puerperio.Manter vigilância sobre informações e registros.
Número de óbitos maternos evitáveis na área do CSWL em 2016: zero. A facilitação
do diagnóstico precoce de gravidez ( utilização do teste rápido), a priorização do
acesso das gestantes ao atendimento de pré-natal, ações de vigilância e
monitoramento mensal através do acompanhamento das ESF, vigilância de resultados
críticos, encaminhamento oportuno de casos ao PNAR, acompanhamento de
puerpério, ações educativas, planejamento familiar são rotinas no cotidiano da APS.
Ocorreu melhora do fluxo de informações entre APS e Maternidades de referência.
Entretanto, como a população da área de abrangência é de 7490 habitantes, qualquer
caso promove grande alteração na taxa local. Permanece o desafio de manter a
qualidade do acompanhamento de pré-natal, em tempo oportuno nos casos
necessários, em área de área com IVS predominante de elevado e muito elevado risco
(aproximadamente 95% da população da área). Permanece ainda o desafio de
acompanhar as gestantes que realizam acompanhamento na rede suplementar e nos
serviços de pré-natal de alto risco. Acrescento ainda que os serviços de PNAR não
tem integração no SISREDE através do prontuário eletrônico, impedindo a
visualização do acompanhamento no PNAR.
- DS PAMPULHA
a) Não houve mortalidade materna evitável no Centro de Saúde Confisco no período
analisado. Este indicador reflete a qualidade da assistência prestada pelas equipes de
saúde. Igor Rezende Gomes, 01/11/2016.
b) Não há registros de mortalidade materna evitável nesta UBS no período analisado, o
que reflete a eficácia das ações voltadas para a mulher/gestante. Manayá e Maria
Lúcia, 07/11/2016.
c) Não houve óbitos maternos
140
d) Na área de abrangência da Unidade não houve óbito materno, o que demonstra o
trabalho desenvolvido pelas EQPSF, porém acreditamos que a vigilância e
acompanhamento deve ser mantido incrementado para que possamos melhorar
outros indicadores dentro do bloco materno infantil. Júnia Ribeiro 28/10/16
e) Não houve registro de obito materno evitavel nesta UBS.Cristina, Fernanda, Juguimar,
Alessandra e Vanessa. 10/11/16
f) Não foram registrados casos de óbito materno na Unidade. Eliane 10.11.16
g) Análise, Nome, dd/mm/aa
h) Entendemos que diversos fatores tais como: captação precoce da gestante, fácil
acesso ao pré-natal e a qualidade da assistência prestada pelos profissionais, diminui
a probabilidade de mortes maternas. Porém, temos em nossa área de abrangência
uma população de baixo risco que não utiliza o SUS, assim como micro-áreas de ESF
sem ACS que dificultam a assitencia de acordo com o protocolo. Além de usuários que
residem em outras áreas e informam endereços da AA do CSSA. Diógenes, Melissa e
Patrícia.09/11/16.
i) na área de abrangência da Unidade não houve óbito materno, o que demonstra o
trabalho desenvolvido pelas EQPSF, porém acreditamos que a vigilância e
acompanhamento deve ser mantido incrementado para que possamos melhorar
outros indicadores dentro do bloco materno infantil. Silvana, Silvania,daniela e
Mariana
j) Não houve registro de óbitos maternos evitáveis no Centro de Saúde Santa Terezinha
k) Não houve registro de óbito materno evitavel no Centro de Saúde , o que mostra boa
capacitação das equipes.Fernanda , Luana 09/11/2016
l) Não há registros de mortalidade materna evitável nesta UBS no período analisado.
Renata Nunes 16/11/16
m) Análise: A adoção de medidas que visam melhorar a qualidade da atenção à saúde da
mulher corroboraram para que a UBS não apresentasse casos de óbitos maternos
evitáveis.Visando um funcionamento eficiente dos serviços prestados, tem sindo
acessível ás mulheres atividades como: orientações quanto ao planejamento familiar,
assistência durante pré natal e puerpério conforme recomendação de protocolos
vigentes e prevenção de complicações (referenciando quando necessário).CASSIA
QUINTAO, VANESSA, LUCIANA, JESSICA E JULIO.03/11/2016
n) Análise: Não há casos de mortes maternas na UBS, dado revela cuidado com a saúde
da mulher, sendo necessário garantir a assitência adequada com ações de
planejamento familiar, atendimento de pré-natal, assistência ao parto e pós parto.
ENI DA SILVA BRAGA - 19/10/16
- DS VENDA NOVA
a) O dado nos mostra que houe uma queda comparando com o último dado de captação
das gestantes precocemente. As equipes relatam que esta tendo muitas gestantes
chegando tardiamente na unidade para iniciar as consultas de pré-natal. Foi realizado
uma conversa com os profissionais das equipes de saúde da família incluindo os ACSs
para que fiquem mais atentos com todas as possíveis supeitas de gravidez e
inicialização precoce das consultas de pré-natal. Fernanda Dias Vieira. 27/10/16
b) Análise: A possibilidade da gestante poder realizar os exames laboratoriais sem a
necessidade de agendamento prévio, bem como o diagnóstico precoce da gravidez
(teste rápido) e a priorização de marcação das consultas de pré-natal são fatores que
favorecem a não ocorrência de mortes maternas. Beatriz F.C.Fernandes 26/10/16
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Padua. Data: 24/10/2016 Análise: Destacamos
que a taxa de mortalidade materna no período de setembro/2015 a agosto/2016 foi
141
zero. Consideramos que ações como, pré-natal bem realizado, captação precoce das
gestantes, número de consultas e acompanhamento concomitante do pré-natal
habitual com PNAR, contribuíram para esse resultado satisfatório.
d) A ausência de óbito materno demonstra que as ações realizadas em prol da saúde da
mulher tem sido adequadas. Responsáveis: Andréa Regina de Paula Nacif, Rosilene
da Cruz Ferreira Abreu, Jacqueline Vieira de Sousa, Ana Cristina Faria. 28/10/2016
e) Vamos manter as ações desenvolvidas ao longo do ano que foram: priorizar o préntal,conforme protocolo da prefeitura de Belo Horizonte, realizar a busca ativa da
gestante faltosa, manter o acompanhamento das gestantes pelos ACS. Talita Munick
Viiera Gomes. 01/11/16
f)
Realizamos neste período 2 investigaçoes de óbitos em mulheres em idade fértil,
sendo descartado a hipótese de morte materna.
As medidas sugeridas pelas equipes para a manutenção do indicador, concentram-se
em: Captação precoce da gestantes no território pelas ações das ACS, teste rápido na
demanda espontânea da unidade, agilidade na marcação das consultas de pré natal,
vigilância rigorosa ao comparecimento as consultas de pré-natal agendas, busca ativa
das pacientes faltosas, realizar visitas às gestantes que estão em atendimento na rede
suplementar.realizar todas as consultas do protocolo, acompanhar a gestante que
estiver no PNAR.
Não ocorreu nenhum óbito materno evitável na área de abrangência. Por isso
manteremos a vigilância sobre as gestantes da área de abrangência. Silvana Marques
do Nascimento e Equipes
g) Márcia Renata Reis 24/10/2016- Tivemos 1 óbito materno classificado como evitável,
é imprescindível para as equipes a discussão deste óbito para reforçar as estratégias
adotadas pelas equipes para enfrentamento desse problema. Faz necessário a revisão
periódica de protocolos.A análise é pertinente, mas no caso do óbito materno
ocorrido, não teve relação com as ações do CS. Foi um problema na maternidade.
h) Não ocorreu óbito materno no C.S Mantiqueira no período indicado. Acreditamos que
tal fato se dá a prestação de uma assistência de qualidade ao PN, parto e puerpério
com cumprimento dos protocolos estabelecidos pela SMSA e facilidade de acesso aos
serviços de saúde, Suely Imaculada, 27/10/2016
i) Os dados estatísticos apontam que o Centro de Saúde Minas Caixa não apresentou
casos de óbito materno evitável. A equipe considera como pontos positivos a
utilização adequada do Protocolo de Pré-natal e puerpério, a promoção de ações
educativas relativas à saúde da mulher, o planejamento reprodutivo, a
responsabilidade do cuidado da gestante por parte das equipe de saúde da família ,
profissionais capacitados para o atendimento às gestantes e a vinculação das
gestantes com as equipes de saúde da família e o agendamento precoce das
gestantes ao PNAR. Durante um período do ano de 2016 contamos com a atuação da
ginecologista de apoio como suporte às equipes que também foi considerado
importante para o desenvolvimento da atenção à saúde das gestantes e a qualificação
do pré-natal na unidade
j) O número de óbito materno evitável na área de abrangência do Centro de Saúde
Nova York no período de Setembro/2015 a Agosto/2016 foi zero. Acreditamos que
este valor seja reflexo de algumas ações realizadas na Unidade, tais como: busca ativa
das gestantes faltosas pelos agentes comunitários de saúde, flexibilidade nas agendas
dos profissionais para atendimento às gestantes, em especial àquelas faltosas às
consultas, busca ativa para agendamento de puerpério. A qualidade do pré-natal, e
puerpério associada à assistência adequada durante o parto beneficiam a saúde da
mulher, o que leva à diminuição de problemas relacionados ao período gestacional.
Regiane, 03/11/2016.
142
k) As ESFs realizam os acompanhamentos rigorosos dos PN, com atendimento conjunto
junto ao PN de alto risco de todas as pacientes encaminhadas.Realizam busca ativas
de todas as faltas.Synara 31/10/16
l) A avaliação do número de óbito materno evitável é um dos instrumentos de análise
do acompanhamento à mulher. A unidade oferta às gestantes consultas de pré-natal
de risco habitual são feitas pelas enfermeiras e médicos generalistas, os de risco
relativo, pela ginecolista e alto risco no PNAR. Adalberto, 24/10/2016
m) Devido acompanhamento satisfatório das gestantes não tivemos óbitos maternos no
período analisado. RAQUEL SARDI 19/10/16.
n) A usuária BGL, DN: 21/04/1993, realizou todo o PN nesta unidade, sendo
diagnosticada e tratada, assim como seu parceiro, durante o PN, nesta unidade.
Foram realizadas 10 consultas de PN, e acompanhamento do RN, que nasceu a termo,
em 21/06/2015, e não apresentou nenhuma sequela referente a doença. A
notificação foi feita em 02/12/2014, pelo generalista da ESF.
o) Embora as estatísticas mostrem a ausência de mortalidade materna por causas
evitáveis no último ano na área de abrangência do Serra Verde, entendemos que
devemos manter sempre a vigilância. Isso, porque, a mortalidade feminina por
complicações evitáveis associadas a gravidez, ao parto e ao puerpério, ainda hoje,
ocorrem por possíveis falhas de atuação dos serviços de saúde e permitem identificar
as fragilidades da rede de atenção à saúde e do processo de trabalho. O Cumprimento
do protocolo de pré-natal e puerpério, a promoção da vinculação e a
responsabilização do cuidado da gestante, a promoção de ações educativas relativas a
saúde da mulher, em particular a saúde sexual e o planejamento reprodutivo são
exemplos de ações que buscamos para manter os dados apresentados deste
indicador.
p) Nota-se que não tivemos caso de morta materna, o que demonstra a efetividade da
vigilancia em saude feita pela unidade. Tambem ao fato de se iniciar o pre natal o
quanto antes, além de termos uma ginecologista na unidade, o que favorece uma
intervençao rapida e precisa devido ser uma especilista.Alex Veloso Mendes 20 de
outubro de 2016
4.1.6- Proporção de gestantes com 6 ou mais consultas de pré-natal.
- DS BARREIRO
a) Responsável: Selmária S. Mourão. Data: 21/11/2016. Avaliamos ser esse um bom
resultado. Atribuímos esse percentual principalmente à facilidade de acesso às
consultas subsequentes, onde a gestante já sai do consultório com a próxima consulta
agendada. Dessa forma, a Unidade cumpre o protocolo, vincula a gestante e facilita o
seu retorno à consulta.
b) Pré-natal no convênio, particular, PNAR ou HJK, procurando o Centro de Saúde em
atendimentos pontuais; atendimento manual por SISREDE inoperante; falta do
cadastro vinculado da gestante pelo ACS; registro inadequado pelo profissional que
atende no SISREDE; absenteísmo da gestante sem busca ativa da equipe. Fabiana
14/11/16
c) Apesar da busca ativa permanente de gestante faltosa e de melhorar a participação
no grupo de gestantes, ainda estamos aquém do pretendido. Tivemos problemas com
registro por falta de sistema que acessa o prontuário eletrônico e nas áreas de risco
há grande rotatividade de usuários com difícil adesão. Ricardo Salles, 14/11/16
143
d) Adriana M.C. Siqueira, 28/10/2016. Em relação aos 1º e 2º ciclos analisados, onde a
UBS teve 33% de acompanhamento pré-natal, poder-se-ia considerar um avanço o
indicador de 45,8%, apesar da meta da SMSA ser 75%. Entretanto, considerando-se a
redução na captação precoce, provavelmente esta melhora neste indicador possa não
expressar a realidade, em face dos problemas que dificultaram a captação precoce
poderem também contribuir para um acompanhamento inadequado. A organização
do serviço para estar pronta a atender em casos de epidemia sem deixar de prestar a
assistência adequada aos ciclos de vida ainda precisa ser melhor estruturada; além da
sensibilização dos profissionais das ESF em especial os generalistas que não assumem
seu papel como médico dos ciclos de vida, muitas vezes deixando o pre-natal a cargo
dos enfermeiros e de uma ginecologista que está na UBS para ser APOIO - matriciar,
atender compartilhadamente, atender os casos de risco "médio" - maior que o
habitual mas menor que o Alto Risco.
e) falta de atendimento pelo profissional no protocolo de pre natal; início tardio do pré
natal na unidade devido ter iniciado pré natal no serviço particular. Marcia Mariano
08/11/16
f) O início tardio do Pré-Natal em alguns casos dificulta a realização das 6 consultas,
conforme protocolo.Os principais motivos podem ser gravidez não planejada,
negação do fato, baixa escolaridade, baixo poder aquisitivo ( dificultando o acesso aos
serviço de saúde).Dalva e Sirlândia - 09/11/2016
g) Identificamos uma baixa porcentagem de gestantes com 06 consultas ou mais de prénatal. Após discussão com a equipe, identificamos que um dos fatores dificultadores é
a grande rotatividade de moradores do bairro. Muitas gestantes chegam à unidade
com gestação avançada, outras iniciam o pré-natal e migram para outras regiões.
Além disso, há também a questão das gestantes que são encaminhadas ao PNAR que
apresentam resistência em fazer o pré-natal em dois serviços. Outro fator são as
gestantes que têm convênio e comparecem à unidade somente para abertura do
SISPRENATAL. Além disso, foi levantado a possibilidade de utilização inadequada do
protocolo para gerar os indicadores. Fabiano, Rodney, Leandro, Cristiana, Poliana.
25/10/16.
h) Houve uma melhora desse indicador e pelas observações de dados de periodos
posteriores estamos melhorando mais. O percentual ainda encontra-se aquém do
pretendido, porém ações vem sendo realizadas para essa melhora. Uma melhora do
monitoramento do PNAR , a volta do grupo de gestantes, uma busca ativa mais
sistematizada das faltosas, podem contribuir nessa melhora. Rafaela Sardi de Almeida
07/11/2016
i) Apesar da oferta adequada de vagas de pré-natal nas equipes e do ginecologista,
acredita-se que a falha seja secundária ao um grande absenteísmo devido a opção da
paciente de não dar continuidade ao PN na unidade .
j) Analisamos que na área da unidade existem questões sociais e culturais que
influenciam na realização do PN (ex: mulheres escondem a gravidez, mulheres que
não compreendem a importância de fazer o PN desde o início). Adequação da
agenda e flexibilidade de encaixe para garantir as consultas. Durante a consulta,
reageandar o retorno, não mandar para a recepção. Esclarecer com todos os
profissionais sobre o calendário de marcação.
k) Este indicador analisado implicou em ações voltadas para busca ativa de gestantes
faltosas (ACS), inserção precoce e mais breve possível da captação com garantia de
retorno na agenda dentro do prazo e premissas do protocolo; refinamento do
denominador de cadastro (gestantes de saúde suplementar x SUS) e monitormanento
gestantes em PNAR. Houve melhora em relação ao ano 2014/15 (44%). Colegiado
Gestor e Gerência 31/10/2016
144
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
t)
Foi avaliada a importância de captação e vinculação da gestante no primeiro trimestre
de gestação. Para tal, será necessário o envolvimento de toda equipe saúde da
família, principalmente do ACS, durante as visitas de acompanhamento. Busca ativa
das gestantes faltosos e reagendamento das consultas. Garantir o protocolo de
assistência ao Pré-Natal.
Indicador abaixo do parâmetro esperado. Como o indicador considera não o número
absoluto de 6 consultas, mas 1 no primeiro trimestre, 2 no segundo trimestre e 3 no
terceiro trimestre, analisamos que nosso indicador de inicio tardio no pre natal
interfere neste indicador diretamente. Portanto, importante reforçar as ações de
garantia de inío precoce no Pré-Natal, além de seguir o protocolo de acordo com o
preconizado para atendimento e acompanhamento do Pré-Natal.
KARINA FONSECA - 10/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Este indicador encontra-se abaixo do recomendado, garantir o minino de seis
consultas de pré-natal e fundamental para adequado acompanhamento da gestante.
Apesar de o numero de consultas não garantir a qualidade do atendimento, as
consultas regulares possibilitam a detecção de algum problema e uma intervenção
em tempo habil. E Necessario amentar este indicador melhorando garantindo a
consulta de pre-natal dentro da rotina do atendimento dos profissionais.
Responsaveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane e Claudionice. 16/11/2016
O que prejudica o indicador são gestantes provenientes de outras áreas de
abrangência que ingressam na equipe já com a gestação avançada, gestantes que vão
para o pré natal de alto risco e não registramos seu acompanhamento posterior,
gestante que oculta a gravidez da familia, falta as consultas, atendimento manual,
devido ao sistema estar fora do ar. Há uma diferença entre atendimento dos
profissionais de cada equipe puxando este indicador para baixo. Neste peiodo
analisado não contamos com presença de ginecologista na unidade. Para aumentar o
número de consultas por gestantes, promovemos grupo de gestantes, afim de
melhorar o vínculo. Realizamos busca ativa. Proposta de monitorar gestantes com
PNAR mensalmente com profissionais ESF. Avaliar atendimento dos profissionais
verificando possibilidade de capacitação dos mesmos. Aguardamos lotação de um
Ginecologista. Análise feita por Enf. Andreia, Leonardo, Paulo e G. Denise
Dia:07/11/16
Mesmo estando abaixo dos 75% da parametrização da SMSA, houve um aumento de
6% em relação a 2015. Todavia, é importante ressaltar que dois fatores interferem
neste percentual, primeiro a instabilidade do Gestão e a qualidade dos equipamentos
que afetou diretamente os dados de produção devido a dificuldade dos profissionais
em registrar todos os atendimentos no Sistema e, em segundo, a rotatividade de
profissionais na Unidade, fato este que dificulta o vínculo do usuário com a ESF.
A unidade não analisou este indicador
Proporção de Gestantes com 6 ou mais consultas de pré-natal
O Centro de Saúde Vila Cemig teve o indicador acima da meta proposta pela SMSA
que é de 75%. Muito importante a participação de toda a Equipe para o
acompanhamento das consultas realizadas e busca ativa das faltosas.
O CS Vila Pinho apresentou o percentual de crescimento habitacional e áreas de
invasão, o que dificulta o cadastramento e principalmente o acompanhamento do
indicador citado, Bruno César Saldanha, 08/11/16
- DS CENTRO SUL
145
a) Considerando o parâmetro de 75%, apesar do dado da unidade estar próximo do
parâmetro, precisa ser melhorado. Observa-se como ponto falho a captação tardia,
que faz com que a gestante não realize as 6 consultas preconizadas.
Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA: 11/11/2016
b) Observamos um decréscimo nesse indicador, em relação ao quadrimestre anterior. As
causas da baixa adesão ao pré-natal podem ser variadas, principalmente
considerando o perfil da população vinculada à equipe de SF, que são pessoas em
situação de rua. Destacamos como fatores: falta de adesão da gestante adolescente
em situação de rua, que tem característica migratória, e que apesar de permanecer
na área de abrangência dessa unidade, possui cadastro oficial e residência em outros
terrítórios, transitando entre o domicílio de residência e a rua; baixa vinculação das
gestantes ao CS; busca ativa pouco efetiva devido a dificuldade de localizar gestante
em situação de rua; dificuldade de realizar busca ativa das gestantes residentes no
baixo risco, muitas vezes apresentam-se como residentes, mas são trabalhadoras na
área e residentes em outros territórios, e devido a falta de ACS tanto da equipe de
PSF população de rua quanto da equipe de PACS para realizar todas as ações
necessárias junto aos domicílios de risco no baixo risco; grande rotatividade dos
profissionais da Unidade e, outros. Apesar das causas apontadas acima, algumas
estratégias foram implementadas como: sensibilização de toda equipe para busca
ativa de gestante em situação de rua, em parceria com outras equipes e
equipamentos (equipe de consultório na rua, técnicos da abordagem centro-sul,
coordenadores do centro pop leste e Barro Preto). Em relação à gestante de baixo
risco, os ACS equipe de PACS foram sensibilizados para busca ativa e reconhecimento
daquelas que verdadeiramemte residem em nossa área de abrangência e
sensibilização das mesmas quanto a importância do seguimento do pré-natal.
Análise: Shirley P Almeida. Data: 10/11/2016
c) Observamos um decréscimo no percentual de gestantes acompanhadas com 6 ou
mais consultas de pré-natal em relação ao ano de 2015 ( de 74,3% para 64,3%) . Não
temos observado uma piora no acompanhamento das gestantes, mas a instabilidade
do SISREDE no 1º semestre do ano pode ter contribuído para falsear este indicador, já
que muitos atendimentos ocorreram em prontuário físico. Nesta época ocorreu
também um período de licença prolongada de uma generalista , que pode ter
contribído para esta piora do indicador.
d) Propomos continuarmos empenhando na melhoria dos registros dos atendimentos
do pré-natal, assim como na busca ativa das gestantes faltosas.
Solicitamos uma atenção especial ao sistema Gestão, que nos impossibilitou por
diversas vezes concluir e registrar os atendimentos desta forma saindo da
governabilidade da equipe. Incluiremos na rotina de pré-natal uma consulta com a
assistente social da UBS, para que a gestante possa receber orientações específicas e
também nos ajudar na busca ativa para a realização da consulta de puerpério.
11/11/2016 - Maria Bernadete Miranda
e) Um importante problema identificado no acompanhamento do pré natal nesta
Unidade é a população flutuante (mudanças constantes de endereços devido a
relacionamentos instaveis, pessoas vindas do interior e grande BH hospedadas em
pensões localizadas na Área de Abrangência para atendimento na Unidade e
trabalhadores do bairro), além da população de baixo risco que procura a Unidade
para abertura do SIS-Pré-Natal para seguimento na atenção terciária - Solange Beirão
- 08/11/2016
f) Houve melhora nesse indicador, tornando-se o melhor valor para este indicador do
Distrito Centro Sul (65,9 %). Em 2015 nosso indicador foi de 70,8 % e no segundo
quadrimestre de 2016 foi de 82,1%. Essa melhora pode ser explicada pela contratação
da ginecologista para a Unidade depois de aproximadamente 3 anos sem essa
146
profissional e também pela contratação e vinculação da generalista da Equipe 01 em
que a médica da equipe ficou de licença desde nov. 2014, com longos períodos sem
médico na ESF1. Simone Couto/ESF/07/11/2016
g) Podemos pensar nesta baixa adesão ao pré-natal porque algumas usuárias não
possuem direitos trabalhistas, portanto faltam às consultas programadas; falta de
cobertura de ACS na área de abrangência, na equipe transitória tem apenas um, para
realizar busca ativa e captação. Sirlene - 27/10/16
h)
O indicador da UBS caiu drasticamente: 91,4% (2015) para 55,7% (2º QD 2016),
podemos ressaltar alguns pontos dificultadores: mudanças de área abrangência pela
gestante no meio do pré-natal; violência externa; gestantes encaminhadas ao prénatal de alto risco ou que tem assistência suplementar; alto índice de atendimento
manual devido às oscilações do sistema informatizado. Obs.: gestantes PNAR
deveriam entrar no indicador da UBS.
11/11/2016 – Vanessa, Isabella, Michele, Liliane, Karla, Lúcia e Camila
i) Apesar da pequena variação positiva neste quadrimestre 74,4% em relação ao
anualizado 2015 71,3%, avaliamos que um dos fatores que interferem neste
indicador é a captação precoce da gestante. A falta de ACS em algumas áreas dificulta
a busca ativa. A importância do vínculo construído entre a equipe e a gestante
também contribuem positivamente.
Alessandra/Regina/ESF/14/11/2016
j) Em 2015 tivemos 64% das gestantes com seis ou mais consultas de PN. No segundo
quadrimestre de 2016 foram 75% das gestantes, percentual um pouco superior ao do
Distrito (73,98%) e bem superior ao Município (66,24%), que contrasta com o baixo
percentual de captação precoce. Na auditoria clínica feita no PN de 2015
encontramos uma grande diferença entre o pré-natal das gestantes de baixo risco
(sem PSF) e das gestantes de área de risco (com PSF) e mesmo entre as equipes. Na
área de baixo risco, o número de consultas variou de 0 a 9 (média= 3/moda=2);
equipe 1 variou de 5 a 17 (média=10/moda=7); equipe 2 variou de 2-16 (média=7,5/
moda=5); equipe 3 variou de 5 a 13 (média=9,5/ moda=9). Fica claro que a assistência
é melhor nas áreas cobertas pelo PSF, mesmo quando há oferta de consultas com
ginecologista. Ana 11/11/2016
k) No Centro de Saúde São Miguel Arcanjo, a maioria das gestantes faz seis consultas ou
mais durante a gravidez, porém não conseguimos seguir o protocolo: as consultas são
realizadas pelo profissional médico (generalista ou GO). É preciso melhorar a
captação no primeiro trimestre, agendar as consultas subsequentes de acordo com o
protocolo, treinar as enfermeiras que, apesar de experientes se afastaram da consulta
de pré-natal, e necessitam de atualização para a garantia da qualidade da consulta.
Há necessidade de iniciar o trabalho de matriciamento do ginecologista para os
generalistas e enfermeiros do CS. Anita 09/11/16
l) Muitas gestantes voltam para o interior. É necessário melhorar o registro no gestão,
mas tivemos muitos problemas com o sistema neste período; há dificuldade de
liberação do trabalho para vir à unidade, principalmente quando trabalha em casa de
família. ELIANA MIRANDA 16/11/2016
- DS LESTE
a) As equipes avaliam que o percentual de 78% é satisfatório, no entanto, serão
implementadas novas ações de busca ativa com vistas à captação precoce das
gestantes e acompanhamento compartilhado das pacientes que são encaminhadas
147
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
para o pré-natal de alto risco, porque essas pacientes muitas vezes têm dificuldade
para realizar o pré-natal em dois serviços ao mesmo tempo, o que impacta em nosso
indicador. Tatiane Caetano. Data: 20/10/2016
Esse índice favorável deve-se à boa assistência ao pré-natal prestada pelas equipes,
envolvendo todos os profissionais. Patricia Roberto 11/11/16
09/11/16.infelizmente observamos uma queda neste índice do ano anterior de 74,2
para 71%. As equipes têm insistido no acompanhamento e monitoramento das
gestantes de forma a assegurar o mínimo preconizado de 6 consultas. Porém, temos
uma parte significativa de gestantes acompanhadas pelos planos de saúde ou vinda
de outro município já em adiantado estágio da gravidez. Ressaltamos, ainda, que
temos pacientes jovens em situação de vulnerabilidades sociais que apresentam
dificuldade em aderir ao controle do pré-natal. Solange e equipe
Observa-se que unidades com território de muito elevado risco social há uma rotativa
importante de usuários diminuindo adesão ao PR, bem como apresenta absenteísmo
elevado principalmente em gestante adolescentes, analiso que as quedas frequentes
do sistema gestão pode ter prejudicado este dado, devido ao atendimentos manuais,
mas ressalto a importância de realizamos avaliação detalhada mais detalhada sobre o
indicador. Edna 14/11/2016.
Como são disponibilizadas consultas em número suficientes, a baixa proporção de
gestantes com 6 ou mais consultas é devido a oscilação destas gestantes durante o
pré-natal entre o setor de saúde pública e privada. Outro fator que observamos é a
cultura do atendimento centralizado na pessoa do médico ginecologista devido ao
perfil das usuárias. Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes Taveira, Luciana de
Carvalho Mariosa, Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira Costa 08/11/16
Entendemos que a unidade faz boa captação destas gestantes, porem este
acompanhamento se dissolve ao longo da gestação, por motivos diversos:
abortamento espontâneo, migração da gestante para outros serviços de saúde,
acompanhamento no PNAR; Douglas Aparecido Fernandes Silva. 11.11.16
As equipes consideram este indicador aquém do desejável, assumem que é preciso
investir no controle mais efetivo das faltosas, e ofertar as consultas dentro do
protocolo da SMSA. Os profissionais reconhecem que é preciso melhorar também as
consultas do puerpério, propõe o fortalecimento da visita do 5ºdia pelo ACS e pela
enfermeira da equipe, além da alimentação adequada do arquivo rotativo. Cabe dizer
que a instabilidade do sisrede dificulta o lançamento dos dados gerando um indicador
subnotificado. Proposta: Melhorar os registros mesmo quando houver ausência do
sistema, fazer a auditoria dos prontuários como rotina periódica para nortear o
planejamento, manter arquivo rotativo bem alimentado, responsabilidade das ESF
com fomentação pela gerencia, início no primeiro semestre de 2017.
Dado que precisa ser melhorado, porém muito influenciado pelo indicador anterior
do início tardio no pré-natal. ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
O esforço coletivo de todos os profissionais da unidade para atender a gestante tem
nos feito obter êxito quanto ao número de consultas ofertadas. Também pontuamos
que o zelo das ESF e gestão quanto ao cumprimento do protocolo de atendimento a
gestante e puérpera tem sido um ponto de referência importante quanto a oferta das
consultas. Tanto generalistas, quanto enfermeiros e ginecologista de apoio trabalham
atentos ao protocolo. A oferta de atendimento multidisciplinar através de encontros
programados para gestantes fortalece o vínculo entre elas e o serviço.
Isso se deve ao fato de a maioria das gestantes terem convênio e não realizarem
todas as consultas na unidade devido convênio. E principalmente ao fato de
diminuição do poder aquisitivo onde as mesmas perdem o convênio e migram para o
sus tardiamente. Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
148
k) Marcílio Amaral- 17/10/16 - A princípio temos uma melhora nesse indicador com
relação aos períodos anteriores. Apesar da mudança para a sede nova, o que seria de
esperar uma melhora mais significativa nesse indicador, os problemas no modem e
link foram limitadores;
l) Novamente registro a instabilidade do sistema gestão como causa principal desses
dados não serem confiáveis. De qualquer forma, 50% não é um bom resultado e
precisamos intensificar ações para melhorar esses resultados. Vera Lucia de Oliveira
07/11/2016
m) O dado desse indicador não representa a realidade da unidade no que diz respeito ao
número de consultas de gestantes no pré-natal. O fato de termos trabalhado com
uma unidade não informatizada (anexo Taquaril), onde a ginecologista atende por
mais de um ano, fez com que esse indicador apresentasse essa queda.
n) A garantia das agendas protegidas para PN , vigilância e busca ativa das faltosas,
vinculação , cumprimento das agendas bem como a captação precoce das gestantes.
- DS NORDESTE
a) Nossa equipe tem melhorado a atualização do cadastro das usuárias. A equipe
percebe a importância rotineira nessa população. São sistematizadas visitas
domiciliares para as gestantes de forma a garantir a continuidade da assistência ao
pré natal e sempre que necessário realização da busca ativa das faltosas. Cibele
01/11/16
b) O CSC tem se mantido vigilante no acompanhamento do pre-natal com vista a ofertar
assistencia à saúde de qualidade. É um grande desafio melhorar o acompanhamento
da agestante, especialmente porque são várias situaçãoes que podem impactar no
acompanhamento da gestante. Marolina A B Santos 07/011/16
c) O centro de saúde apresenta um bom indicador de acompanhamento das gestantes
em consultas de pré-natal, devido algumas ações sistemáticas e conjuntas realizadas
pelas ESFs, equipes de apoio e gerência: - captação precoce e início oportuno do prénatal; adequação da agenda dos profissionais de acordo com a demanda/número de
gestantes; busca ativa mensal das gestantes faltosas às consultas de pré-natal
realizadas pelas ESFs e serviço social; promoção de vínculo entre gestantes e
profissionais da saúde durante os atendimentos e grupo de gestantes. Joanna D'arc e
Helen Pires 10/11/16
d) Houve um decréscimo deste indicador em relação ao ano de 2015.Avaliamos que
algumas situações ocorreram esta ano: como equipe descoberta em relação ao
profissional médico, mudança em duas ocasiões de profissional médico de uma
mesma equipe, profissionais recém contratados sem conhecimento dos protocolos
dos SUS-BH , acesso ao SISREDE deficitário, além da epidemia de dengue significativa
que aconteceu na área de abrangência este ano, que demandou da equipe grande
volume de atendimentos. Houve significativo prejuízo dos registros dos
atendimentos. Diante da situação, já realizamos imediatamente à chegada de duas
médicas recém contratadas para 2 ESFs, matriciamento com a ginecologista da
unidade de todo protocolo de pré-natal, com envolvimento de todos os generalistas e
enfermeiras, momento este, também para cada equipe rever seus processos de
trabalho , retificar e atualizar ações. Enquanto oportunidade, a unidade possui uma
generalista que é também ginecologista e uma ginecologista de apoio. Em momento
149
recente, fizemos uma capacitação dos ACSs realizada pela generalista Dra. Mônica
direcionada para a visita do ACS à gestante e ao recém-nascido. Esperamos que estas
ações impactem de forma positiva não só os processos de trabalho como os
indicadores. Um dos desafios é a continuidade e constância destes processos de
educação permanente realizados com os recursos existentes na equipe da Unidade.
Maria Lúcia Pujoni- 16-11-2016.
e) A proporção de gestantes com 6 ou mais consultas de pré-natal melhorou
significativamente, em comparação ao dado anterior. Anteriormente estávamos com
48, 4% e saltamos para 62,6%, mesmo com uma tendência a queda, quando levamos
em consideração os dados do distrito. Acredito que os resultados poderiam ter sido
melhores pois, o ano de 2016, foi um ano de uma grande epidemia e, possivelmente,
houve subregistros das consultas realizadas. A análise dessa melhora é semelhante ás
observações feitas em outros dados; são reflexos de condutas alinhadas,
programadas e sistematizadas. Mesmo não contando com o médico ginecologista por
todo ano, a unidade conseguiu avançar nesta proporção de gestantes. As condutas
adotadas para assegurar essa proporção de gestante são: captação precoce, consultas
de pré-natal garantidas, altas responsáveis, entre outros. Há muito a melhorar e,
certamente, a unidade vai trabalhar para isso. Raphael, 09/11/16.
f) Parece que o resultado deste indicador reflete as ações de intervenção e
aprimoramento junto aos profissionais que acompanham a mulher na sua gestação
de acordo com o protocolo. Temos nos esforçado no desdobramento da assistência
desde a suspeita da gravidez, identificado em qualquer setor na unidade, e sua
inserção o mais breve com registros no sistema de acordo com o protocolo. Cláudia
10/11/16
g) As ESF tem trabalhado para melhorar estes indicadores, contudo neste último
semestre tivemos graves problemas com nosso sistema de informação, realizamos
várias consultas de Pré-natal sem conseguirmos registrar, tem gestante que vem de
outo município no final da gestação e/ou muda para outro município e continua o
pré-natal conosco. Estamos mantendo nossa planilha manual atualizada.Data:
07/11/16, Hellen.
h) Este dado é reflexo das ações empenhadas desde o pré-natal. A otimização dos
processos de trabalho voltados para a captação precoce de gestantes para o pré-natal
é fundamental e impacta diretamente sobre a saúde da mulher durante a gestação e
no pós-parto. Assim, temos a identificação precoce das intercorrências ou agravos.
No entanto, permanece como desafio às ESF´s, uma vez que muitas mulheres
preferem não anunciar a gravidez antes do 3ª mês, ou gestantes em situação de rua
ou outra vulnerabilidade social (como tivemos um caso de difícil resgate) ou aqueles
que realizam acompanhamento no sistema suplementar rejeitando quaisquer
mecanismos de busca das equipes para ações de promoção da saúde. O
agendamento eletrônico da primeira consulta de puérperio na recepção ainda é um
processo em evolução, uma vez que o estabelecimento e implantação das agendas
eletrônicas não tem sido exitosas devido aos problemas recorrentes do acesso ao
SISREDE. No entanto, quando no comparecimento da mãe com o bebê nas ações do
5º dia, a equipe da sala de vacinas aciona a ESF e a usuária é prontamente agendada
para a enfermeira e/ou médico. A disponibilização às ESF´s da listagem de altas das
maternidades emitida pela GERASA, o contato da Alta Responsável, as planilhas
manuais de controle do gestantes fazem parte do rol de ações rotineiras da unidade.
Anar Maro, 17/10/2016.
i) O indicador aponta o esforço das ESF's para atender o Pré-natal dentro do protocolo
e registro no SISRED. Mantemos a proporção de 77.8% no ultimo quadrimestre para
75.4% neste quadrimestre, ocorreu um leve declinio no registro eletrônico devido a
instabilidade do SISRED o que gerou vários atendimento registrados manualmente.
150
j) Indicador sensível à açâo da atenção primária
k) Análise, Nome, dd/mm/aa
l) O acompanhamento adequado do pré-natal (mínimo de 6 consultas) irá garantir uma
gravidez saudável e um parto sem riscos tanto para a mãe quanto para o neonato. A
UBS Maria Goretti apresentou diminuição na proporção de gestantes com 6 ou mais
consultas. Em 2015 – 50,5% e 2º quadrimestre de 2016 – 32,3%.
Dentre os fatores que contribuíram para tal destacamos: • A epidemia de Dengue no
primeiro semestre de 2016;
• A falta do profissional ginecologista há quase 2 anos e, em consequência, as
gestantes são referenciadas após 36 semanas à Faculdade de Ciências Médicas
(Feluma), não havendo o registro do atendimento no gestão (prontuário eletrônico).
Outro fato que também ocorre é que a gestante inicia o pré-natal na UBS, mas
quando fica sabendo que não há o ginecologista, acaba não comparecendo mais e
procurando atendimento particular ou de convênios. Percebe-se que culturalmente
as pessoas associam o pré-natal ao médico ginecologista. Tatiana Moraes, 28/10/16
m) esse número reflete o bom trabalho da ESF no acompanhamento pré-natal e
puerpério, com identificação dos casos mais delicados, direcionamento para
especialidades e ou maternidades em tempo hábil de forma que não ocorra danoa
gestante-puérpera Raquel, 15/11/16
n) Entendemos que este dado é positivo em função dos critérios rígidos do protocolo,
tendo em vista que muitas gestantes procuram a unidade tardiamente e muitas sem
endereço fixo (vindas do interior, alugue e outros) e várias questões em relação ao
registro e acesso ao SISRED. Análise feita por Nara e Rildo, enfermeiros de equipes e
pelo gerente José Antonio.
o) AA ESF vem garantindo a continuidade da assistência ao pré-natal e a realização da
busca ativa das faltosas através da supervisão mensal realizada pela gestora da
unidade em conjunto as ESF com o intuito de manter todas as gestantes
acompanhadas através do protocolo de pré-natal e de acompanhar as consultas
realizadas conforme a periodicidade do protocolo, acompanhar as ações da equipe
para uma captação precoce, o acompanhamento das gestante de alto risco, a
otimização dos exames através de uma agenda aberta, as ações do 5º dia e o
acompanhamento através Alta responsávelCibele 01/11/16
p) Gerente Marluce, Enfermeira Laura. 09/11/2016 .Acreditamos que este indicador é
reflexo da captação precoce que não está dentro da meta esperada para o centro de
saúde. Reflete ainda o perfil da população, que muitas vezes procura a unidade
apenas para possuir um número de SIS pré natal, dando continuidade ao seu pré natal
nas unidades particulares ou na maternidade de referência. Acreditamos ser
necessário construir estratégias mais eficazes no sentido de sensibilizar essas
gestantes sobre a importância da continuidade do pré natal no centro de saúde
concomitando com os demais serviços. Estamos otimizando a utilizanção das
planilhas de monitoramento para busca ativa das gestantes faltosas em tempo hábil o
que nos permitirá um acompanhamento sistemático dessas pacientes. Identificamos
ainda que pode haver dificuldade na habilidade dos profissionais na hora do registro
correto no sistema. Treinamentos já vêm sendo discutidos para melhorar este
problema.
q) A facilidade de acesso as consultas de enfermagem intercalada com a do
ginecologista e mesmo com a equipe desfalcada de generalista as consultas de prénatal são realizadas garantindo o acompnhamento das gestantes. Algumas gestante
preferem realizar o pré-natal na maternidade Sofia Feldman, outras mudam de
bairro, outras que são encaminhadas para o alto risco têm dificuldades de fazer o
acompanhamento também no CS, além da dificuldade de acesso ao gestão são
151
r)
s)
t)
u)
fatores que justificam o indicador não atingir os 100%. 08/11/2016 Marilia, Adirley e
Jacqueline.
A análise foi realizada com cada ESF do C.S. São Gabriel. As 4 ESFs fizeram a análise de
que esse dado 67,56 deve-se: 1) Realização de atendimento manual devido à
inoperância do sistema Gestão. 2) Encerramento do SIS Pré-Natal por aborto,
mudança de endereço, ou início ou transferência do acompanhamento para a rede
privada. 3) Encaminhamento de gestantes para o Alto Risco e falta de comunicação
entre as bases de registro. 4) Absenteísmo das gestantes e dificuldade de adesão. 5)
Início tardio de alguns casos. 6) Gestante que procura a UBS só para abrir o SIS PréNatal e depois procura o Sofia Feldman para realizar o pré-natal. Alessandra gerente,
10/11/16.
Grande dificultador: em um territorio que deveria ter 20 ACS possuimos hoje apenas
13, isto impacta no acompanhamento, além da autodeclaração de endereço que
vincula a gestante a nossa área mas moram em outro lugar. hoje possuimos tres
gestantes que residem em outros municipios. Gestantes também possuem planos de
saúde muitas vezes não aceitam visitas do acs.
A análise deste indicador aponta para a necessidade de cadastro atualizado das
gestantes, uso correto e cumprimento do Protocolo de Pré-Natal, pois a ausência da
aplicação destas ações impacta diretamente na qualidade da informação. As ESF
apresentam como dificultador o fato de muitas gestantes esconderem a gravidez não
assumindo isso nas visitas domiciliares o que atrasa o início do acompanhamento do
Pré-Natal, outro dificultador é a gestante que opta por fazer todo o pré-natal em
convênio e deseja apenas o parto pelo SUS, outro dificultador é que a gestante pode
optar onde deseja realizar o seu acompanhamento de pré-natal. Concomitante a isso,
há também o uso incorreto dos protocolos de Pré-Natal pela Enfermagem e Medicos
o que interfere na produção e análise dos dados. É necessário salientar também o
investimento por parte dos ACS na busca ativa das gestantes que após a 1ª gestação
não se vinculam e não se responsabilizam tanto com o acompanhamento do Prénatal, muitas agentes se queixam que buscam muito as gestantes e que elas mesmo
após saberem da gravidez optam por comparecer tardiamente à consulta ou mesmo
na remarcação da consulta de pré-natal voltam a faltar. KENIA RIBEIRO GABRIEL 10/11/2016
Indicador aponta o esforço realizado pelas equipes no cuidado da Mulher. Apesar
destes esforços ainda enfrentamos um alto indice de absenteismo no exame
preventivo e muitas em pre natal. Alem do fato da omissão de informações como
abortos e gestações não planejadas. Um desafio para toda unidade. Vanessa Vida
01/11/16
- DS NOROESTE
a) O indicador não representa o esforço e o trabalho realizado pelas equipes. Algumas
gestantes ou chegam tardiamente ou dão continuidade ao pré-natal em outro setor,
público ou privado. O denoninador representa um quantitativo questionável, o que
compromete o indicador.
b) Gerente Anderson Portes, 03/11/2016. Análise: O percentual de gestantes
acompanhadas no Centro de Saúde Califórnia, no período avaliado foi identificado
pela equipe como bom. Porém, a equipe identificou alguns fatores que desfavorecem
o Indicador analisado, tais como: acompanhamento da gestante pelas ESF´s (número
de consultas) fora do preconizado pelo Protocolo de Pré-natal, Dificuldade de acesso
da população da ESF 04 ao Centro de Saúde, devido à barreira geográfica que dificulta
o acesso das usuárias ao serviço, gestantes das ESF´s: 05 e 06 que eventualmente
152
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
realizam a abertura do Sis Pré-natal na UBS e as consultas pelo Plano de Saúde
Suplementar. Como propostas de intervenção, será mantida a agenda de
matriciamento da Ginecologista com os profissionais (Médicos Generalistas e
Enfermeiras) para capacitação em serviço, com possibilidade de rediscussão da
agenda da Ginecologia na Unidade, sensibilização dos profissionais que realizam o
Pré-natal para a adequada inserção dos dados (registro) no SISREDE com articulação
com o Gerepi-NO de forma a explicitar os mecanismos adequados de utilização do
SISREDE para a adequada geração do Indicador, busca ativa das gestantes faltosas
pelas ACS, acompanhamento/monitoramento das gestantes referenciadas para o Prénatal de Alto Risco.
A proporção de gestantes com 6 ou mais consultas de pré natal no CSCP está abaixo
de 75%, que é refletido da baixa porcentagem de gestantes com captação precoce,
além do registro inadequado do atendimento a gestante em outros protocolos que
não o de pré natal.
A parametrização de alerta: < 75% . No caso do Dom Bosco o percentual abaixo tem
sido relacionado pelas equipes por diferentes razões entre elas a questão da rigidez
do calendário para que seja caracterizado as consultas no tempo de acordo com o
protocolo.Nem sempre as agendas dão conta desta rigidez.Acontece da conulta só ser
agendada fora do prazo estipulado pelo protocolo.Tentamos sempre estar adequados
a este critério, ja discutido com as equipes mas ainda não conseguimos atingir o
cumprimento do indicador.
Angela, Carmem, e representantes das equipes de PSF.11/11/16
A unidade realiza acompanhamento superior a 6 consultas, inclusive considerando os
dois últimos meses de gestação, que requerem número maior de atendimentos. O
registro do período em análise foi prejudicado pela dificuldade de acesso ao SISREDE.
31/10/2016 Silvana Ferreira de Andrade e Souza
O acompanhamento à gestante tem sido realizado satisfatoriamente, conforme
protocolos. A unidade está sem o profissional ginecologista desde janeiro de 2016,
mas as equipes tem conseguido manter oferta adequada de consultas de pré-natal.
Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
Análise: Ainda temos grande número de absenteismo em consultas na UBS e a busca
ativa ainda é problema pelo nº reduzido de ACS e por não encontrar o morador no
domicílio. Nome Renata Mello, 26/10/16
O indicador abaixo do parâmetro esperado pode estar realacionado a equívocos em
registro no protocolo correto, dificuldade de acesso ao sistema de gestão, registros
manuais, gestantes faltosas, irregularidades nos cadastros, áreas descobertas de
ACS's dificultando as busca ativas e monitoramento, gestantes que fazem
acompanhamento simultaneamente com a rede privada, encaminhamentos para pré
natal de alto risco.
Jayne G. Silva e Enfermeiros da Unidade, 24/10/2016
Avaliamos como ótimo o indicador. Atribuimos a discussão de processos realizado na
unidade. A garantia da prioridade da gestante nas agendas dos profissionais.
Rosimeyre 07/11/16
Existe um grande número de gestantes que só procuram o centro de sáude para obter
o número do SISPRENATAL; muitas gestantes da área de baixo risco que não possuem
cadastro oficial; gestantes que faltam as consultas de pré-natal, apesar da busca ativa
realizada pela equipe, impactando negativamente no indicador. Érika Santos,
24/10/16
A unidade realiza acompanhamento superior a 6 consultas, inclusive considerando os
dois últimos meses de gestação, que requerem número maior de atendimentos.
31/10/2016 Vânia Gonçalves Novais
153
l)
m)
n)
o)
p)
Julio, todas enfermeiras e medicos Brenda, Daniele e Eugenio. Cadastro infoirmado,
numeros de gestantes captadas maior do que as que são acompanhadas em função
de opção de conultatas em rede privada-convenios de saúde. Verifica-se que quando
não se dá baixa na gestação anterior o sistema naõ faz registro adequado. Proposta
de cuidado no registro dos atendiemntos no protocolo. Manter vigilancia nas faltosas
com busca ativa. Moradoras de outro municipio que fazem cadastro na casa de
parentes e depois vão embora.
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise realizada nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e 01/11/2016. Muitas
gestantes acompanhadas no convênio e algumas no PNAR, o que prejudica o registro
adequado. Identificamos ainda o registro inadequado dos profissionais e problemas
no gestão o que contribuiu para o baixo percentual de consultas. Tivemos também
problemas com o equipamento na sala do ginecologista. Adriana 01/11/16
Houve um aumento considerável neste indicador, sinalizando que a equipe está
atenta ao protocolo e anotações no prontuário.M.Isabel Luiz 01/11/16
A equipe avalia a necessidade de melhorar as ações independente do contexto
explicado pelas características do território como : população flutuante, número
significativo de usuárias gestantes em situação de rua e uso abusivo de alcool e outras
drogas além do número considerado de gestantes que fazem o acompanhamento
pela rede suplementar. Identificamos também, que muitas consultas ofertadas às
gestantes foram registradas no protocolo do Adulto e não no protocolo do Pré Natal.
A equipe avalia que o Protocolo de Adulto contempla melhor a avalição da Gestante e
sugere estudo de adaptações no protocolo de Gestante. Análise: equipe PSF/SB/Acad.
Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16Análise, Nome, dd/mm/aa
- DS NORTE
a) nosso acompanhamenteo está menor que o esperado, isso se deve ao fato de
gestante que migram para o plano de saúde , são encaminhadas para o PNAR, CS
próximidade da maternidade Sofia Feldman onde preferem acompanhamento devido
acesso , e pouco vigilancia pelas equipes de saúde da família.
b) 2-Gestantes com 06 consultas ou mais de PN= Esse indicador ainda precisa ser
melhorado e não teve melhora significativa comparado ao ano de 2015.
c) Análise: Muitas mães fazem acompanhamento em planos de saúde e buscam o
serviço tardiamente, às vezes apenas para abrir um SISPRENATAL para o parto em
maternidade pública. Não realizando todas as consultas na unidade. Dulce, 09/11/16 .
d) A proporção de gestantes com 06 ou mais consultas de pré-natal apresentou curva
descendente, comparando-se 2014 e 205 (50,7% para 41,2%) e curva ascendente de
2015, para 2016 (41,2% para 75,6%). O aumento foi bastante significativo e se deve a
vários pontos, como à atuação das ACS'S, que tem captado e realizado as visitas
domiciliares, de modo a fornecer melhores instruções, também a respeito de seus
direitos, às gestantes, à assistência pautada no Protocolo da PBH, com a
implementações de ações educativas e de promoção à saúde, o Grupo de Gestantes,
as ações de vigilância, com busca ativa às gestantes faltosas, às consultas, os
atendimentos pré-natais, em domicílio, quando a gestante está incapacitada de se
locomover até ao CS, a manutenção de todo o cuidado pré-natal, na unidade, pela
enfermeira, quando não há médico na equipe e, principalmente, à junção do HSF e os
CS do Distrito Norte, com a "aquisição" dee duas enfermeiras residentes, em
Enfermagem Obstétrica, pelo HSF, que auxiliam nos atendimentos, juntamente com
a enfermeira da ESF. Assim sendo, a vigilância à saude das gestantes é garantia e o
número de consultas realizadas normalmente é superior a 06, mesmo quando o pré154
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
natal é iniciado tardiamente.
Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília;
Data:
09/11/2016.
O dado revela o sub registro no sistema de atendimento, caracterizado pela
dificuldade de acesso ao Sistema, que se mostra sobrecarregado constatemente; pela
rotatividade dos profissionais e o baixo nível dos treinamentos ofertados para a
utlização das ferramentas disponíveis no SISREDE. Cita-se a ausência do profissional
ACS com diversas áreas descobertas, prejudicando o processo de vigilância, busca
ativa e captação precoce das gestantes e puerperas. A ampliação do acesso deve ser
continuamente discutido e revisto por toda a equipe do Centro de Saúde.
Responsável: Denise Camargos - Data: 07/11/16
Índice baixo diante do esperado para a unidade, acreditamos que este índice pode
estar relacionado a dificuldades de acessar o sistema de gestão. Muitas vezes as
consultas são lançadas fora das datas preconizadas pelo protocolo de gestante.
Entram também para esta contagem as gestantes encaminhadas para o pre natal de
alto rsito que não serão mais computadas para o gestão deixando desta forma uma
lacuna no atendimento e fechamento do protocolo de gestante.Temos também uma
não continuidade das pacientes que foram captadas por opção das mesmas Há muitas
faltas das mães nas consultas de puerpério marcadas na unidade. Fernanda/ Nathalia
/ Sandra 25/10/2016.
Acompanhar todas as gestantes da área de abrangência, ofertando-as um pré-natal
de qualidade é atribuição primordial da Atenção Primária a Saúde. É fundamental que
todas as gestantes sejam atendidas de acordo com o protocolo institucional e que
aconteça a busca ativa das faltosas. Algumas gestantes continuam solicitando o
número do SIS para realizar o pré-natal na Maternidade Sofia Fieldman ou porque seu
plano de saúde não garante a cobertura ao parto. Dessa forma, fica constando que a
gestante não é acompanhada na unidade. É importante que se estreite o vínculo com
tais gestantes para que assim o acompanhametno aconteça no Centro de Saúde.
Pode-se inferir também, que os números indicam registro no protocolo inadequado,
pois por meio de algumas auditorias realizadas em prontuários de gestantes,
observou-se que a unidade oferece um acompanhmento muito melhor do que os
números mostram. Além disso, merece destaque os atendimentos manuais realizados
diariamente pelos residentes e estagiários e que não são computados. Data:
08/11/2016 Responsável: Equipe do Centro de Saúde Guarani.
Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: Registros inadequados no protocolo de pré-natal; não adesão ao protocolo
de pré-natal; equipes de PSF incompletas (falta de 01 Aux. Enfermagem na Equipe 01
por aposentdoria); e falta de 03 ACS por exoneração.
1.6 Manutenção do agendamento adequado das gestantes; oferta adequada para a
demanda; preservação do vínculo dos profissionais com as gestantes; . Sucesso do
grupo de gestantes.
Observou-se que houve melhora significativa em relacao a taxa anterior com o
indicador dentro da meta estabelecida,devido a adesão das gestantes ás orientações
fornecidas pela ESF ,e pela presença da ginecologista de apoio com correta utilização
do protocolo e busca ativa das gestantes faltosas as consultas de pre-natal,.outro
fator que influencia é o acesso das usuarias ao servico de qualquer ponto da rede
que ela esteja ate mesmo com parceria entre unidades de ESP. BM 41168-3
Análise: Registro correto e sensibilização das equipes com relação a anotação no
gestão e no prontuário físico, não atendimento com dispensa no protocolo
Mesmo mantendo uma boa captação das gestantes, precisamos qualificar a
assistência na manutenção das consultas. Precisamos qualificar as anotações no
155
prontuário eletrônico. Vale lembrar que em julho e agosto o CSJG viveu dias de muita
instabilidade no sistema. Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/ Camila/ Sibele (31/10/16)
m) Análise:
- Proximidade da unidade com a maternidade de referência e possibilidade de
realizarem o pré natal direto na maternidade;
- Matriciamento limitado, devido à falta do Ginecologista de apoio;
- Capacitações e treinamentos além de insuficientes, não contemplam toda a equipe
multiprofissional;
- Pouco investimento na atualização dos protocolos de assistência e vigilância à saúde
da mulher e cuidados com o pré-natal;
- Vigilância à saúde da gestante e puérpera insuficiente.
n)
o)
p)
q)
r)
s)
Responsável: Carolina Medeiros
Data: 10/11/16
Análise: Ocorreu uma variação na proporção de gestantes acompanhadas no prénatal em virtude da alta rotatividade profissional (principalmente médicos
generalistas) tendo sido as gestantes encaminhadas para acompanhamento em
outros serviços da rede (e.g: Maternidade Sofia Feldman). Identificados atendimentos
manuais e inserção de dados incorretos. Para melhorar o acompanhamento é
necessário realizar reuniões e discussões sobre registro de atendimento correto no
protocolo de pré natal do SISRED. Organizar arquivos ou planilhas de
acompanhamento da gestante, aumentando a vigilância à saúde da gestante e
puérpera. Capacitar profissionais de acordo com o protocolo e sobre a importância do
cuidado no pré-natal. Cléris Blanco de Souza. 03/11/2016
Neste indicador obtivemos um valor de 73,4%, no período anterior o valor obtido foi
de 84,2%, dentro do período analisado. Ao analisar este indicador em conjunto com
outros indicadores, proporção de gestantes captadas até o primeiro trimestre e
proporção de gestantes acompanhadas no pré natal, observamos uma queda no
valor, assim como nos outros indicadores, uma vez que ele são
interligadose.Relacionamos estes resultado, com uma falha de registro durante a
captação precoce da gestante e numero grande de atendimento manual, uma vez que
possuímos vários alunos de estágios e ausência do ginecologista na unidade, que
auxiliava a ESF nas consultas de pré natal.
Dificuldade de vincular gestantes usuáias de drogas em se tratando de área muito
vulnerável
A redução neste Indicador (PROPORÇÃO DE GESTANTES 6 OU MAIS CONSULTAS DE
PRÉ-NATAL) em 10,5% considerando o Ano de 2016 para 2014 e em 12,8% em relação
ao Ano de 2016 pode ser explicado se formos analisar as seguintes váriavies: tempo
de gestação das gestantes na época que foi coletado os dados; inconstância no
SISREDE de forma a impossibilitar o registro e alimentação do Indicador; absenteísmo
nas consultas; transferência do Pré-natal para outros serviços (PNAR e particular),
dentre outras variáveis. Isabella de Aguiar Melo Cardoso, 23/09/2016
Análise, Nome, dd/mm/aa
Conhecimento pela ESF de todas as gestantes de suas micro-áreas; elevar a proporção
de acompanhamento e cobertura das gestantes no pré-natal de acordo com o
protocolo pela SMSA com a reorganização das agendas dos profissionais envolvidos;
atendimento no protocolo correto; Registros eficientes e qualificados proporcionando
informações precisas; priorização das gestantes no atendimento, marcação de
consultas e exames; Sensibilização das ESF enfocando as fragilidades do processo de
trabalho na Unidade de Saúde, melhoria da captação precoce de gestantes (Unidade
de Saúde; ACS); ESF ser facilitadora para o fortalecimento do acesso e do vínculo.
Gestão clínica. Ações de promoção de saúde (sala de espera, grupos de gestantes,
156
grupo de puérperas, aleitamento materno, saúde sexual e reprodutiva, investigação
de violência contra gestantes). (Avilmar Carvalho e ESF) (09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Observa-se que na análise de 2015 e segundo quadrimestre de 2016 o C.S. Betânia
teve uma alteração de 7% a menos comparado ao desempenho do Distrito Oeste,
sendo que em 2015 22% a menos que o esperado e 2016 29%. Tal indicador aponta
para necessidade de um maior investimento das equipes no acompanhamento do
pré-natal. Na análise deste indicador verifica-se que a queda no acompanhamento do
pré-natal em parte atribuiu-se a licença médica da ginecologista e generalistas da
ESF1 e ESF2. Verificou-se que duas gestantes realizaram o pré-natal no convênio e
migraram para a UBS visando o parto.
b) 64%. Os principais fatores que ocorrem no centro de saúde e impactam este indicador
são: início tardio do pré-natal (dificuldade de captação); atendimento em prontuário
manual devido a instabilidade do SISREDE; alto absenteísmo; apenas 1 ginecologista
para 6 ESF's gerando dificuldades de agendamento; gestantes que iniciam o PN na
rede privada e terminam no SUS. A contratação de mais uma ginecologista seria de
grande importância e melhoraria bastante o agendamento. A Unidade pode também
aumentar as ações de sensibilização às gestantes por meio do ACS e ESF, pontuando a
importância do acompanhamento regular do pré-natal.
c) Conforme nos foi informado, neste quadrimestre este indicador está a valiando as
consultas de prenatal , sem considerar o protocolo , ou seja as consultas de pré natal
a qualquer tempo. Isto nos causou estranheza, uma vez que a qualificação deste
indicador está relacionada a realizaçao das consultas em tempo oportuno .Então
neste quadrimestre excluiu-se as condiçoes anterioes de avaliação com 06
consultas de prénatal, conforme o protocolo ou seja 01 no primeiro trimestre ,02 no
segundo trimestre e 03 no terceiro trimestre. O fato de não atingirmos a meta deste
indicador mesmo com estas" facilitaçoes" , conforme discutido com a equipe, pode
estar relacionado aos problemas que tivemos neste quadrimestre com a conexão
com SISREDE , que alimenta o indicador .Chegamos a esta conclusão, porque sempre
tivemos mais de 06 consultas de pré natal, durante a gestação de nossas usuárias.
então entedemos que este fato, fora da nossa governabilidade, comprometeu a
meta.
d) No centro de saúde a taxa de gestantes acompanhadas com mais de seis consultas
em 2015 foi de 54% e no 2º quadrimestre de 2016 foi de 60% abaixo do parâmetro
que é de maior ou igual a 75%. Este baixo acompanhamento se dá principalmente
pela falta de ginecologista há mais de um ano e que até o momemto não tem
reposição. O desconhecimento ou o não uso do protocolo por alguns profissionais.
Gestantes acompanhadas pela rede suplementar e a dificuldade de contra referencia
com as mesmas. Gestantes encaminhadas para o alto risco o que também não se tem
esta contra referencia.
e) O Centro de Saude Havai esta acompanhando a tendencia do municipio de Belo
Horizonte e das regionais, que estao abaixo do parametro (75%),quanto a proporção
de gestantes com 6 ou mais consultas no pre-natal.
f) 2014 64%, 2015 85%, 2016 ate outubro 115%. A captação da gestante precocemente
e o acompanhamento da mesma pela equipe influencia na quantidade de consultas
de pré-natal e na qualidade do mesmo.
g) Análise: Nosso indicador precisa melhorar temos como desafio a assistência de PN às
trabalhadoras da AA, com grande evasão, por mudança de emprego ou retorno ao
interior do Estado, levando a não acompanhamento adequado do PN. Também
existem gestantes que iniciam o PN no período de carência do convenio e apos o fim
157
desse migram para saúde suplementar , também aquelas que querem realizar o
parto humanizado na maternidade Sofia Feldman e vem ao SUS apenas em busca do
SIS PN .Ações : Captação precoce da gestante, Sensibilização às gestantes do BR e
trabalhadoras da AA em todas as consultas para retorno às consultas agendadas ;
Busca ativa das gestantes faltosas.
h) analisando o indice anterior de 67% e neste ciclo atual com 71% ,tivemos um ligeiro
aumento de 4% que se compararmos com o indice de captação73,9% está proximo
da realidade entre captação X acompanhamento.Podemos ter ainda os indices
alterados para menos devido a ocorrencia de partos antes do periodo de 37 semanas
e os registros no Sistema Gestão nos meses do 2º trimestre de 2016 e até hoje estão
subnotificados devidos as constantes falhas deste sistema . Os profissionais
realizaram muitos registros manualmente devido a falta de acesso ao sistema,o que
comprometeéu os resultados . NAs reuniões de matriciamento temos discutido a
importância dos registros e da garantia do acesso da gestante ao pré-natal,bem como
acesso aos teste rapidos de de toxopalsmose. O atendimento a gestante é prioridade
para toda a equipe do Centro de saúde que conta com uma agenda programada e
protegida. Sabemos que a insuficiência de consultas de pré natal está fortemente
relacionada ao óbito neonatal,por isso as ESF realizam um acompanhamento
gestacional mais assíduo na busca por identificar precocemente e previnir
ocorrências lesivas para a própria e para o recém-nascido.
i) Neste indicador o centro de saúde está em alerta e verificamos que o início do prénatal em plano de saúde e seguimento no centro de saúde, mudança de endereço
para outros municipios ou outros bairros, encaminhamento para pré-natal de alto
risco sem acompanhamento no centro de saúde , seguimento do pré-natla em plano
de saúde após início no centro de saúde ,falhas no gestão.
j) de 67% em 2015, subiu para 116% até o 2º quadrimestre de 2016. A Unidade têm
conseguido melhorar o acompanhamento a partir da garantia de agenda em todas as
consultas previstas subsequentes até o final da gestação, de forma a também
monitorar as faltas. Percebe-se que pacientes de outras AA procuram a unidade para
seu acompanhamento pré-natal.
k) Em 2015, 61,8% das gestantes fizeram 6 ou mais consultas de pre natal. Ja no periodo
analisado, este indice subiu para 90%. Atribuimos este Atribuimos este resultado à:
menor rotatividade da equipe médica, menor tempo em que equipes de PSF ficaram
sem médicos generalistas, e à reserva de vagas na agenda da Ginecologista para
consultas de pre natal.
l) Análise: Percebemos que apesar deste indicador ser ainda preliminar é necessário o
registro adequado e qualificado dos dados e do acompanhamento de acordo com o
protocolo. Consideramos que o CSV consegue acompanhar mais do que este
indicador mostra por isso é necessário sensibilizar os profissionais para o registro
adequado destes dados. A alta rotatividade de profissional médico prejudica o
registro adequado e o acompanhamento do pré-natal fatisfatoriamente. Infelizmente,
no Centro de Saúde Ventosa possui um profissional que atende pouco no sistema o
que prejudica diretamente este indicador. Fizemos algumas abordagens a respeito do
registro adequado porém ainda sem sucesso, mas estamos empenhados em
sensibilizá-lo. Acreditamos que uma atenção ao pré-natal adequada pode reduzir a
mortalidade mediante detecção e tratamento de doenças maternas, nutrição
materna, vacinação, aconselhamento, que contribuiriam para reduzir o número de
mortes por partos prematuros, baixo peso ao nascer, síndrome de sofrimento
respiratório e problemas maternos. É importante ressaltar que o acompanhamento
de gestantes na rede particular faz com que não consigamos atingir uma maior
proporção de acompanhamento como dito anteriormente possuímos uma
considerável porcentagem de população de baixo risco.
158
m) no Centro de Saúde Imperial no ano de 2015 a proporção de gestantes
acompanhadas no pré-natal com 6 ou mais consultas foi de 78,6% e no 2º
quadrimestre 2016 obteve 94,7%. Apesar de estarmos acima da média geral regional
e municipal, vale ressaltar que o investimento na captação de gestantes e
acompanhamento das mesmas faz se por um movimento contínuo na unidade,
trabalhando com a importãncia do registro qualificado dos dados e acompanhamento
de acordo com protocolo da PBH. É importante ressaltar que o acompanhamento de
gestantes na rede particular faz com que não consigamos atingir uma maior
proporção de acompanhamento.
n) Indice de 74,5% em 2015 e de 98% no 2º QD de 2016 apontam otimismo. No entanto
dentro do contexto dos demais indicadores de atenção materno infantil, precisamos
manter alerta para os desafios apresentados pelo sistema dificultando o registro,
problemas com os cadastros associados a fatores como a captação tardia da
gestante, o encaminhamento ao PNAR sem o devido contrar referênciamento, e o
fato de muitas das gestantes da AA realizarem o PN na rede suplementar, que
associado aos demais indicadores podem impactar negativamente este indicador.Na
roda de conversa sobre este terceiro monitorameno a Equipe sugeriu que fosse
realizada uma adaptação da ficha BGES para o ACS acompanhar a gestante do alto
risco e manter a informação /acompanhamento atualizado na Equipe. Frente aos
dados apresentados pela GEREPIO podemos observar que das 17 Unidades , 14 estão
com problemas neste indicador representando 82% das Unidades e colocando este
indicador com necessidade de planejamento de intervenção em parceria com o
Distrito e Secretaria.
o) 59% em 2015 representa um pequeno avanço e 66% em 2016 também, apesar de
não alcançar o parâmetro. Desafios como cadastro, protocolos, registros, vínculo
continuam precisando ser enfrentados. Devido as caracteristicas do território as
pessoas mudam muito de endereço dificultando a concretização deste protocolo de
atendimento. E ainda precisamos manter alerta para os desafios apresentados pelo
sistema dificultando o registro, associados a fatores como a captação tardia da
gestante, o encaminhamento ao PNAR sem o devido contrar referênciamento, e o
fato de muitas das gestantes da AA realizarem o PN na rede suplementar, que
associado aos demais indicadores podem impactar negativamente este indicador.
Frente aos dados apresentados pela GEREPIO podemos observar que das 17 Unidades
, 14 estão com problemas neste indicador representando 82% das Unidades
colocando este indicador com necessidade de planejamento de intervenção em
parceria com o Distrito e Secretária.
p) Proporção de gestantes com 6 ou mais consultas de pré-natal na área do CSWL no 2º
quadrimestre de 2016: 72,2%. No ano de 2015 tivemos 51,4% das gestantes com 6
ou mais consultas de pré-natal e no 2º quadrimestre de 2016 72,2%. Tem sido
realizado trabalho com as equipes de PSF a fim de monitorar e qualificar o
acompanhamento do pré-natal . Apesar das dificuldades por se tratar de um
indicador anualizado, pode ser que esta melhora venha a ser reflexo deste trabalho,
apesar de todas as dificuldades com as quais lidamos neste 2º quadrimestre de 2016:
falta de kit para teste rápido de gravidez, problemas técnicos importantes para acesso
ao gestão, longos períodos de licença médica de duas das 3 enfermeiras das ESF e as
questões das gestantes que chegam tardiamente à área de abrangência. Além disto,
segundo a Ficha de Qualificação dos Indicadores, são “Responsáveis pelas
informações: Dados preenchidos pelos profissionais dos Centros de Saúde e serviços
de referência de gestação de alto risco” e , de forma geral, não encontramos
registros nos prontuários eletrônicos referentes ao Serviço de pré-natal de alto risco.
O Município fornece o atendimento e as consultas realizadas no pré-natal de alto
159
risco não são contabilizadas nos indicadores. Aguardaremos a finalização do ano para
confirmação dos dados e nova avaliação.
- DS PAMPULHA
a) O Centro de Saúde Confisco apresentou queda da proporção de gestantes com 6 ou
mais consultas de pré-natal. Após uma rápida auditoria por amostragem, percebemos
que este dado não reflete a informação encontrada nos cartões das gestantes.
Acreditamos que devemos melhorar o preenchimento dos dados nos sistemas de
informação. Assim como implementar ações que contribuem para a captação precoce
da gestante o que facilitará o número mínimo de 6 consultas de pré-natal. Igor
Rezende Gomes, 01/11/16.
b) A proporção de gestantes com 6 ou mais consultas registradas caiu bastante nesta
UBS, em virtude de algumas situações: - Licença de saúde prolongada do
Ginecologista, - Licenças de Saúde das profissionais das ESF, - Concessão de Férias
prêmio para os profissionais da unidade de forma escalonada, contudo, com
consequência para o atendimento, tendo em vista, o número de recursos humanos
reduzidos de profissionais lotados no CSDO, além disto, dificuldade de registros em
geral, relacionados a limitações profissional e do sistema que não apresentou
estabilidade em muitos momentos. Manayá e Maria Lúcia, 07/11/2016.
c) As equipes já prestavam assistência de boa qualidade. No entanto, havia falhas na
forma de registro e monitoramento dessas mulheres. Implantamos instrumentos e
realizamos algumas ações que impactaram positivamente.
d) Observou uma queda neste indicador que se deve ao fato de licenças médicas
frequentes da ginecologista, sem aviso prévio impossibilitando que as Equipes se
organizassem para suprir essa demanda, havendo reagendamentos de consultas
seguidos de novas licenças. Outro apontamento são as gestantes encaminhadas ao
PNAR, que apesar da vigilância e do acompanhamento pelos ACS's e oferta de
consulta na Unidade, a maioria mantem o acompanhamento somente no PNAR, pelo
fato de colocarem como dificuldade manter acompanhament em duas unidades.
Acreditamos que no próximo quadrimestre haverá uma melhora neste indicador uma
vez que todo o acompanhamento do pré natal está sendo realizado pelas ESF com a
saida da ginecologista. Júnia Ribeiro 28/10/16
e) Houve melhora na captação em relação a 2015, mantendo o valor tanto no 1º quanto
no 2º quadrimestre. Temos percebido que gestantes que anteriormente tinham
planos de saude tem procurado mais a unidade neste ano. Propomos melhoria na
sensibilização da equipe da unidade para melhoria do indicador. Cristina, Fernanda,
Juguimar, Alessandra e Vanessa. 10/11/16
f) Verificamos melhoria no acompanhamento à gestante (de 77,3% para 83,3%) e
destacamos o envolvimento maior das enfermeiras e à presença de nova médica na
ESF1 que realiza atendimento ginecológico em contraste com a médica anterior
(PMMB) que não tinha treinamento efetivo para acompanhamento às mulheres.
Eliane 11.11.16
g) Análise, Nome, dd/mm/aa
h) Identificamos como possíveis causas do baixo índice, gestantes com planos de saúde
tanto nas áres de baixo risco quanto nas áreas cobertas pela ESF, gestantes que
procuram a UBS apenas para abrir o SIS pré-natal, ESF sem ACS para realizar a
captação precoce e demora da própria gestante em iniciar o PN principalmente
gestantes adolescentes e adultas jovens. Além da dificuldade das gestantes
encaminhadas ao PNAR de realizarem o acompanhamento paralelo na UBS uma vez
160
que as mesmas alegam transtornos pessoais em comparecer em ambas consultas.
Diógenes, Patrícia e Melissa. 09/11/16.
i) observamos um aumento na ordem de 16,6%, neste indicador, devidos as ações
desenvolvidas no territorio pelas equipes de PSF, busca ativa, e reflete diretamente o
indicador anterior pois quanto mais cedo captamos , mais consultas serão realizadas
pelas gestantes e dentro do protocolo, capacitação de toda equipe quanto aos
indicadores materno infantil.11/11/2016. Silvana, silvania, daniela e mariana.
j) Houve uma piora neste indicador, porém observamos que a captação no 1º
Quadrimestre está aumentando, porém o acompanhamento está deficitário. Tem
sido pactuado com as ESF uma priorização dos atendimentos de pré natal, porém
encontramos dificuldade no acompanhamento das gestantes do Baixo risco que
procuram a unidade para geração do SIS e dão continuidade ao pré natal em serviço
particular
k) Observamos demora por parte das gestantes, em iniciar o Pré Natal. Principalmente
as adolecentes , vulneráveis, como usuarias de drogas. Nos anos de 2015 e 2016
houve uma melhora do acompanhamento das euipes com essas pacientes.Contudo
temos que continuar melhorando nosso processo de trabalho, aprimorando os
conheciemntos para ofertar sempre indicadores positivos. Valter , Luana e Fernanda
09/11/2016
l) Em discussão com a equipe, acreditamos que há um preenchimento errado dos dados
durante o atendimento, causando então esse número inferior de consultas de prenatal. Renata Nunes 28/10/16
m) Análise: Atualmente na UBS, todas as equipes de ESF possuem médicos e enfermeiros
capacitados para realizarem o pré natal, além de um ginecologista de apoio. As
agendas dos profissionais são esquematizadas e organizadas para o atendimento das
6 consultas previstas ou mais quando necessário.Observa-se a importância de
aprimorar anotação por equipe, do cronograma de consultas previstas durante o
acompanhamento de pré natal, preencher no cartão da gestante a próxima consulta
em que deverá comparecer e orientar ACS a realizar busca ativa de gestantes
faltosas.CASSIA QUINTAO, VANESSA, LUCIANA, JESSICA E JULIO.03/11/2016
n) Análise: O acompanhamento das gestantes melhorou, mas o Trevo tem a
particularidade da dificuldade de acesso às usuárias do Dandara, o que inviabiliza a
realização de busca ativa e a realização do pre-natal adequado. As ESF além de
realizar a busca ativa das faltosas, realizam o monitoramento do atendimento
ofertado dentro do número de consultas preconizado pela SMSA com registro de
exames no sistema. Outras dificuldades: dificuldades de aceitação da gestação, falta
de cosncientização das gestantes da importância das consultas de pré-natal, baixa
adesão se deve a muitos cadastros de gestantes em endereços informados, o início do
pré natal na UBS e depois mudança de endereço ou cidade, continuidade do
tratamento na rede particular, acompanhamento no PNAR, o sistema SISREDE
frequetemente fora do ar.. ENI DA SILVA BRAGA - 19/10/16
- DS VENDA NOVA
a) Não é um dado satisfatório para a unidade pois o ideal é que a gestante tenha mais
de 6 consultas de pré-nalta realizadas. Este índice de 74,5 deve ser revisto e
melhorado. Olhando os dados podemos perceber que talvez estas gestantes estão
chegando tardiamente no Centro de Saúde o que levaria a um número menor de
consultas realizadas. Fernanda Dias Vieira. 26/10/16
161
b) Análise:Preencher adequadamente o SIS Pré-Natal; Capacitação do SISREDE para
correta utilização do Protocolo; Busca Ativa e Monitoramento das Gestantes Faltosas,
do Alto Risco e da Rede Privada.
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Pádua. Data: 24/10/2016. Análise: avaliamos que
o percentual de gestantes acompanhadas está acima do desejável, onde atingimos o
valor de 76,4% sendo o preconizado maior que 75%. Um fator que avaliamos como
dificultador é a exigência do número de consultas padronizado dentro de cada
trimestre da gestação. Na maioria dos casos, as gestantes são atendidas em mais de
seis consultas, porém, fora do cronograma trimestral. A maior dificuldade se encontra
na captação precoce.
d) Captação tardia das gestantes, dificuldade no acesso ao Gestão devido a inssuficiencia
de equipamentos e consultórios, equipe incompleta de ACS's, gestação indesejada
pricipalmente em adolescentes.
e) Iremos manter nossas ações, tomando cuidado com o registro e com a qualidade das
consultas de pré-natal, sempre seguindo fluxos e protocolos. No entanto há gestantes
que realizam o acompanhamento do pré-ntal em rede privada e procuram o Centro
de Saúde somente para abrir o sispré- natal para garantir o parto em rede
pública.Talita Munick Vieira Gomes 01/11/16.
f) Em relação ao quadrimestre ANTERIOR o indicador mostrou- se melhor, o esforço de
conscinetizar as equipe da importância da utilização do protocolo e registro de
atendimentos realizados no protocolo correto. Realizar busca ativa das faltosas,
principalmente ds gestantes e das mulheres em situação de vulnerabiidade. Silvana
Marques do Nascimento e Equipes
g) Ludmila Guadanini, 24/10/20416- Acreditamos que esse índice está acima do
preconizado pelo MS, devido ações conjuntas das equipes da ESF, que
sistematicamente fazem o diagnóstico da área de abrangência de modo a readequar
as agendas dos profissionais de forma a atender da melhor forma possível a
necessidade da população adscrita na área.
h) O C.S Mantiqueira encontra-se acima da taxa de parametrização de 75%.
Acreditamos que se deve aos seguites fatores: seguimento dos protocolos
estabelecidos pela SMSA, acessibilidade as agendas de PN dos profissionais, busca
ativa das gestantes faltosas, profissionais capacitados e presentes, Suely Imaculada,
27/10/2016
i) A equipe pontua que apesar do índice apresentado ser acima da média do Distrito e
do Município, o baixo índice de acompanhamento das gestantes reflete algumas
dificuldades encontradas no dia a dia. Podemos exemplificar com as gestantes que
iniciam o pré-natal na unidade e depois mantém acompanhamento pelo convênio ou
o contrário. Acreditamos também, que este dado é subnotificado (subregistro) devido
a erros dos profissionais no preenchimento de todo o SIS Pré Natal. Outra questão
apontada trata-se das gestantes que são encaminhadas para o pré-natal de alto risco
e que muitas vezes não têm disponibilidade de realizar o acompanhamento em dois
serviços. Avaliamos que existe uma necessidade permanente de melhorar esse
indicador e propomos discussões no matriciamento de saúde da mulher,
investimento na busca ativa das pacientes faltosas, preenchimento adequado do SIS
Pré-Natal pela equipe e capacitações constante dos profissionais sobre o
Protocolonormatizado pela Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte. A
equipe almeja chegar aos 100% de acompanhamento das gestantes durante o pré
natal.
j) A proporção de gestantes com 6 ou mais consultas de pré-natal na área de
abrangência do Centro de Saúde Nova York no ano de 2015 foi de 84,1%. Acreditamos
que isto deva-se principalmente à falta do registro da consulta no sistema, tendo em
vista falhas constantes no sistema de rede, o que acaba por impossibilitar o
162
k)
l)
m)
n)
o)
p)
lançamento dos dados. As Equipes de Saúde da Família realizam algumas ações que
facilitam a elevação deste indicador, tais como: captação precoce das gestantes pelo
agente comunitário de saúde durante a visita domiciliar, flexibilização das agendas
para atendimento à primeira consulta de pré-natal, busca ativa das gestantes
faltosas. Podemos considerar que para a maior elevação do indicador seja ainda
necessária a sensibilização do profissional para o lançamento dos dados da consulta
no protocolo. Regiane, 03/11/2016.
Alem da resistencia em realizar o pre natal em alguns casos,trata-se de uma area de
alto e elevado risco (vila), com grande numero de gravidez na adolescencia, e gravidez
relacionada a conflitos (alta vulnerabilidade social). Mesmo diante deste cenario
desfavoravel, e realizada busca ativa das gestantes . O protocolo d pre natal utiilizado
nesta UBS possibilita a oferta de 13 consultas de PN e 1 de puerperio.Precisamos
organizar as consultas d e acordo com os protocolos da SMSA.Synara 31/10/16.
O Centro de Saúde Rio Branco teve uma proporção de gestantes acompanhadas com
6 ou mais consutas de pré-natal maior que o parametrizado. Acreditamos que
diversos fatores contribuíram para este dado, dentre eles podemos destacar as
equipes completas durante todo o ano, suporte da ginecologia, entre outros. O
indicador ainda não foi melhor devido à algumas dificuldade para a captação precoce
de algumas gestantes. Adalberto, 24/10/2016
Em decorrencia do indicador de captação precoce de gestantes apresentado,
concluímos que o mesmo problema pode estar acontecendo também com este
indicador. Sabemos que as gestantes captadas tardiamente terão um número de
consultas de pré natal reduzido. RAQUEL SARDI 19/10/16.
Apesar da captação precoce ser alta, muitas gestantes de nossa área de abrangência
realizam o PN na rede suplementar, dificultando o acesso às informações dessas
gestantes. Outro fator importante é a migração dessas usuárias para outras AA
durante a gravidez, interrompendo o PN na unidade de origem, ou ainda a situação
inversa, inicia-se o PN em outra AA, inclusive outro município, e finalizam o PN em
nossa unidade. Outra situação é o encaminhamento para o PNAR, fato que ocorreu
com certa frequencia neste semestre, inclusive com quadros de Zika. E ainda temos
que considerar que pode haver falhas nos registros por inoperância do sistema,
havendo apenas o registro manual no prontuário físico. Doriana Ozólio 27/10/2016
O pré-natal é dotado de importância na medida em que contribui para a promoção e
prevenção da saúde da gestante e do bebê, contribuindo com a qualidade de vida,
minimização de riscos e agravos à saúde. É o período onde são executadas ações
visando manutenção da saúde, direcionam-se ações abrangendo realização de
procedimentos, exames, condutas, ações educativas em saúde contemplando amplos
aspectos da saúde da mulher em seu ciclo gravídico puerperal, estendendo o cuidado
também ao contexto familiar e social da gestante. Consideramos fundamental
continuar melhorando o nosso desempenho neste indicador, apesar de
apresentarmos um índice superior à parametrização de alerta. Todas as ações
adotadas em monitoramentos anteriores como promoção e facilidade de acesso ao
pré-natal, geração imediata pelo profissional enfermeiro do número do SISPRENATAL
através do atendimento no protocolo no Sisrede, cumprimento do protocolo da
SMSA, vinculação e responsabilização do cuidado e monitoramento dos agentes
comunitários para alertar a equipe das gestantes ainda desconhecidas e realizar
monitoramento constante das consultas realizadas para realizar busca ativa imediata
das faltosas.
Observa-se que grande parte das gestantes ainda não comparecem as consultas
agendadas, apesar de se fazer busca ativa e as mesmas se comprometerem a vir.
Outro problema que temos é a grande vulnerabilidade social por parte dessa
população, onde muitas vezes nao comparece a unidade visto nao dispor de dinheiro
163
para pagar passagem. Informo ainda que devido a unidade apresentar ao longo
desse ano a falta de internet ou sistema para registro no prontuario eletronico, esses
dados nao condiz com a realidade presenciada. Assim precisamos aumentar essa
vigilancia quanto ao numero de consultas no pre natal. e melhorar o sistema de
registro para que funcione adequadamente e o profissional possa registrar no
mesmo. Alex Veloso Mendes 20 de outubro de 2016
4.1.7- Média de atendimento de puericultura em menores de 02 anos.
- DS BARREIRO
a) Responsável: Selmária S. Mourão. Data: 21/11/2016. A Unidade busca priorizar a
assitência ao menor de 2 anos, seguido a "agenda da criança". Nesse sentido, o
acesso às consultas é facilitado, onde a primeira consulta é agendada diretamente na
recepção e a qualquer hora. As consultas subsequentes são agendadas pelo
profissional médico ou enfermeiro ao final de cada atendimento. Atribuimos esse
resultado abaixo do esperado ao fato de que após a criança completar 1 ano de vida,
as mães não percebem a importância da continuidade do acompanhamento e poucas
são atendidas no período de 1 a 2 anos de idade.
b) Atendimento manual, fora do protocolo sugerido pela PBH ou sem diagnóstico;
criança consultando em convênio ou particular; faltosos sem busca ativa ou criança
sem acompanhamento por falta de interesse/orientação dos responsáveis. Fabiana
14/11/16
c) Como temos populaçao para 6 equipes com predominancia de elevado e muito
elevado risco, o número de crianças ultrapassa a nossa capacidade assistencial.
Ricardo Salles, 14/11/16
d) Adriana M.C. Siqueira,28/10/2016. No 1º ciclo=1,8 no 2º ciclo=1,6 e neste 2,53
consultas de puericultura em menores de 2 anos. Apesar de uma aparente melhora,
ainda está longe dos 5,4 preconizados pela SMSA, onde o ideal seriam 9 consultas,
intercaladas entre generalistas , pediatra e enfermeiros. Mas , aqui cabe a mesma
análise do indicador precedente: o generalista entender e assumir o seu papel e
entender como otimizar o apoio do Pediatra.
e) ausência do médico especialista em pediatria há cerca de 2 anos na unidade tem feito
com que as família optem por realizar a puerciultura através de convenio particular;
Falta de numero adquado de consultórios limita o atendimento do enfermeiro
fazendo com que o número de vagas disponibilizadas por este profissional seja
escassa; falta de atendimento no protocolo da criança com devido cid de puericultura
no diagnóstico. Marcia Mariano 08/11/16
f) As crianças desta faixa etária são acompanhadas pelos médicos e enfermeiras da
Unidade. Um quantidativo considerável de usuários realizam o acompanhamamento
de suas crianças no setor privado. Recusa de mães ao atendimento realizado pelos
enfermeiros, optando por comparecer preferencialmente às consultas com médicos.
As consultas de Pediatria são realizadas em outra Unidade de saúde, o que pode
ocasionar o que registro da produtividade deste profissional seja contabilizado em
outra unidade. Dalva , Sirlândia, Bruno - 09/11/2016
g) Observamos que conseguimos alcançar uma média maior que a média do município,
porém julgamos que ainda podemos melhorar. Estabelecemos uma planilha para
acompanhamento e monitoramento das consultas de puericultura. Além disso, foi
164
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
feito todo um trabalho de conscienteização e sensibilização dos profissionais, que
vem gerando bons resultados. Fabiano, Rodney, Leandro, Poliana. 25/10/16.
Houve uma melhora desse indicador, porém continuamos abaixo do pretendido. O
atendimento dentro do protocolo , a colocação correta do CID, busca ativa dos
faltosos, atendimento compartilhado com o NASF, manutenção do grupo de
puericultura, cadastro oficial das crianças da área são ações que podem melhorar
esse indicador. Rafaela Sardi de Almeida 07/11/2016
Uma das principais causas para um baixo indicador está ligado, quanto ao possível
registro inadequado das consultas de puericultura, por parte de alguns profissionais ;
e a migração para convênios.
Analisamos que o nosso indicador pode melhorar. Ressaltamos que na Equipe 1
temos muitas crianças que fazem acompanhamento pelo convênio. Através de
Monitoramento das consultas através do arquivo rotativo, busca ativa ACS dos
faltosos. Verificar se todos os profissionais estão fazendo o registro corretamente.
Criar grupo de puericultura em parceria com o NASF. Açoes educativas em sala de
espera sobre a importância da puericultura, não trazer as crianças apenas no agudo.
o indicador apontou questões referentes ao processos internos de trabalho, com
garantia e mudança nas agendas com horários flexíveis, busca ativa de faltosos,
captação sala de vacina, grupos de puericultura, visitas 5º dia, sensibilização ACS e
Controle Social. Objetivo de garantia das 09 consultas preconizadas pelo MS e
protocolo .Houve melhora em relação ao dado de 2014 (1,7%) - C.Gestor e Gerência
31/10/2016
Avaliamos que é necessário o registro do atendimento conforme o protocolo; manter
o cadastro atualizado e realizar busca ativa dos faltosos e garantir o
acompanhamento da puericultura. Paulene Simões e Grazielle 18/11/16.
Este indicador ficou um pouco abaixo do parâmetro esperado. Atualmente, temos um
grande número de crianças que vêm em atendimento com quadros agudops na
pediatria da unidade, não realizando acompanhamento com a equipe de saúde da
família. Importante reforçar papel do pediatra na unidade e resgate de vinculo das
crianças com as ESF
KARINA FONSECA - 10/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Este indicador encontra-se abaixo do recomendado dado a importancia dos dois
primeiros anos de vida da criança. Neste periodo a criança esta em plena
consolidação de seus processos de desenvolvimento fisico e mental, o controle de ser
rigoroso para detetar alguma situação que necessite de uma intervenção imediata.
Quadro Vacinal, crescimento, desenvolvimento deve ser acompanhados em cada
atendimento. Esta consultas devem ser prioridade nas agendas dos profissionais.
Devendo garantir uma media superior a 5,45 consultas para cada criança.
Responsaveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane e Claudionice. 16/11/2016
Absenteismo devido a não valorização dos pais quanto a importância da consulta de
controle , atendimento manual, devido ao sistema estar fora do ar. Investir no grupo
de puericultura do NASF, sensibilizando os pais da importância da puericultura para
um bom desenvolvimento da criança. Busca ativa dos ACS, controle de agendamento
de consultas, possibilidade de agendamento de consulta na sala de vacina e/ou teste
do pezinho. Análise feita por Enf. Andreia, Leonardo, Paulo e G. Denise Dia:07/11/16
As ações para melhoria desse indicador já haviam sido implementadas com o
aumento do vínculo da ESF com os usuários, sensibilizando as mães desde o pré-natal
sobre a importância do acompanhamento na Puericultura, tornando-as
corresponsáveis pelo cuidado. Com isso, conseguimos obter uma melhora nesse
índice. RENATA TEIXEIRA. 09/11/2017.
A unidade não analisou este indicador
165
s) O indicador do Centro de Saúde Vila Cemig está um pouco menor do que a meta
estabelecida pela SMSA de 5,4 consultas e teve um aumento se comparado ao ano de
2015. Necessário manter organização no agendamento das consultas e implementar
Busca ativa das crianças faltosas. Cibele Cardoso - 03 de Nov de 2016
t) O dado apresentado a principio nos parece ser devido ao um possível erro na
identificação de atendimento no protocolo correto, pois, a equipe está realizando de
forma categórica e ajustando estes atendimentos para acompanhar ao máximo.
Bruno César Saldanha, 08/11/16
- DS CENTRO SUL
a) Observa-se que o número de atendimentos de puericulturas de crianças em menores
de 2 anos está muito aquém do esperado. Isto se deve a alguns fatores, dentre eles:
atendimento da criança realizado em outro protocolo (que não o de puericultura);
oscilação da rede de informática, havendo subregistros; quando a mãe retorna ao
trabalho, é muito comum não trazer as crianças, devido a dificuldades de liberação
pelo patrão; esquecimento da data da consulta; algumas não consideram importante,
só procuram por consulta quando tem queixas; e ainda a falta de cobertura de
profissional, nas férias .
Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA: 11/11/2016
b) Observamos que houve um decréscimo desse indicador no 2º QD2016 (15/5=3), nesta
UBS, considerando que o dado anualizado 2015 ficou em 4,0 (60/15). Destacamos
algumas causas possíveis desse decréscimo: baixo índice de gestante em situação de
rua, sendo que no período de gestação ou logo após o parto elas buscam retornar ao
domicilio e território de origem; gestantes residentes no baixo risco, que muitas vezes
apresentam-se como residentes, cadastram e realizam o pré-natal nesta UBS, mas
que são trabalhadoras na área e residentes em outros territórios, trazem as crianças
para acompanhamento tanto aqui como próximo ao domicílio; perfil da população de
rua; perfil da população residente e cadastrada nesta UBS em sua maioria são de
adultos e idosos. Análise: Shirley P Almeida. Data:10/11/2016
c) Embora tenha ocorrido um decréscimo neste último dado em relação à 2015 ( 7,3%) ,
esta média do 2º quadrimestre encontra-se acima do esperado, de 6 consultas /ano.
Temos que considerar para este último período ainda o sub registro e a ausência de
pediatra na Unidade, além da licença médica prolongada de uma generalista no
período. Podemos inferir que boa parte destes atendimentos foram realizados
também pela enfermagem das ESF e estágios de Enfermagem, o que contribuiu para
melhorar nossos dados. Jalda 11/11/2016
d) Considerando que o grande número de trabalhadoras da AA não reside na área,
normalmente após o parto elas voltam para seus bairros/cidades de origem,
dificultando o acesso e o retorno das mesmas para a consulta de puerpério e
consultas de puericultura da criança, onde em sua maioria será realizada na sua área
de residência. Sugerimos a sensibilização das gestantes para aumentar o vínculo e
salientar a importância da consulta de puerpério e acompanhamento do recémnascido, também com a ajuda da assistente social na consulta que realizará com todas
as gestantes. 11/11/2016 - Maria Bernadete Miranda
e) Este indicador teve um impacto importante nesta Unidade devido a ausência de
profissionais, principalmente médicos, nos últimos doze meses. O Centro de saúde
encontra-se sem pediatra desde março de 2016 e várias crianças têm sido
encaminhadas para atendimento em outros Centros de Saúde ou para atendimento
por acadêmicos (FELUMA e UFMG ) que não registram este atendimento no SISREDE Solange Beirão - 08/11/2016
166
f)
Observamos uma melhora do indicador de atendimento de puericultura em 2016
(6.5) em relação a 2015 (4.6) acima da média do distrito CS. Consideramos que o
baixo indicador pode ser explicado pelas seguintes situações: crianças nascidas na
área de abrangência do Baixo Risco e que não procuram o nosso serviço por terem
convênio; falta de anotações em prontuário eletrônico do atendimento de
puericultura em decorrência da dificuldade de acesso em 2016 ao SISREDE
ocasionando falta de alimentação do indicador; alto absenteísmo das crianças às
consultas de puericultura por motivos diversos (retorno precoce das mães ao trabalho
informal em função da crise econômica brasileira, mães não amparadas pela licença
maternidade, mães solteiras e/ou abandonadas pelos companheiros, baixa
compreensão das famílias quanto à importância da puericultura); reduzido apoio dos
empregadores e da família à mulher com criança menor de 2 anos. Simone
Couto/ESF/07/11/2016
g) Nem todas as crianças menores de 2 anos que são cadastradas no C.S. realizam
puericultura na unidade porque possuem plano de saúde. O ACS realiza a visita
domiciliar para saber se a criança está ou não sendo acompanhada na purericultura
de algum serviço de saúde. Sirlene - 27/10/16
h) A UBS apresentou média semelhante à anterior (5,5%), acima da média distrital e
municipal. Alguns problemas se assemelham, como: crianças atendidas na rede
suplementar; violência externa; falta de co-responsabilização da família no
acompanhamento da puericultura; ainda que não ocorra em 100% dos casos, há uma
iniciativa de busca ativa de puericultura; cultura da população de buscar atendimento
apenas em casos agudos; dificuldades de registro no sistema informatizado como já
citado anteriormente.11/11/2016 – Vanessa, Isabella, Liliane, Karla, Lúcia e Camila
i) Ainda mantemos baixa a média de atendimento com uma pequena variação de 6,1
para 5,8 no 2ºQD/16. Precisamos avaliar como está o registro das equipes. Avançar na
busca ativa. Sensibilizar as mães sobre a importância do acompanhamento. Percebese a dificuldade do acompanhamento principalmente nas mais vulneráveis como as
beneficiárias do bolsa família. Nível Distrital: : Pactuar a contra referência das
crianças com todos os serviços de nível secundário, terciário e conveniados do SUS.
Nível Central: Efetivar a contratação]o dos ACS aprovados no último concurso.
A implantação do check list de atendimento a criança em uma das ESF permite a
identificação de riscos, bem como a utilização de arquivo rotativo para
acompanhamento das crianças faltosas na puericultura, permitem a vigilância à
saúde. Discussão nas reuniões de equipe dos casos mais complexos clinicamente e de
riscos como negligência e violência. Busca ativa se necessário.
A contra referência dos casos de internação CGP (alta responsável), e dos serviços
especializados CEM e URS's permitem o conhecimento e acompanhamento das
crianças com intercorrências de Saúde. Ainda mantemos baixa a média de
atendimento com um pequena variação de 6,1 para 5,8 no 2ºQD/16. Precisamos
avaliar como está o registro das equipes. Avançar na busca ativa. Sensibilizar as mães
sobre a importância do acompanhamento. Percebe-se a dificuldade do
acompanhamento principalmente nas mais vulneráveis como as beneficiárias do
bolsa família. A implantação do check list de atendimento a criança em uma das ESF
permite a identificação de riscos, bem como a utilização de arquivo rotativo para
acompanhamento das crianças faltosas na puericultura, permitem a vigilância à
saúde. Discussão nas reuniões de equipe dos casos mais complexos clinicamente e de
riscos como negligência e violência. Busca ativa se necessário. A contra referência dos
casos de internação CGP(alta responsável), e dos serviços especializados CEM e URS's
permitem o conhecimento e acompanhamento das crianças com intercorrências de
Saúde. Alessandra/Regina/ESF/14/11/2016
167
j)
Média de consultas superior à média do Distrito e à do Município. Melhorou em
relação a 2015, quando a média foi 5,8. Ana 11/11/2016
k) As consultas de puericultura são agendadas pela equipe de PSF. O ACS, ao entregar a
data da consulta ou da ação de busca ativa, afirma junto ao responsável a importância
do comparecimento à consulta. É preciso verificar junto aos profissionais que realizam
este atendimento a qualidade do registro conforme protocolo. Anita, 09/11/18
l) Indicador está bom, mas precisamos continuar com a captação precoce dos RN'S,
ações do 5º dia, visitas domiciliares. ELIANA MIRANDA ,16/11/2016
- DS LESTE
a) As equipes avaliam que houve uma melhora substancial nesse indicador, que passou
de 2,8 em 2015 para 5,2 em 2016, no entanto, acreditam que é necessário manter as
ações que foram implementadas em 2016 (conscientização das mães durante o prénatal, busca ativa das crianças faltosas, etc.), porque a cultura da cura ainda prevalece
sobre a da prevenção, principalmente nas comunidades com baixa renda e pouca
escolaridade. Tatiane Caetano. Data: 20/10/2016
b) Todos os profissionais atendem puericultura, ofertando um número satisfatório de
consultas, refletindo num bom indicador. Patricia Márcia 11/11/16
c) 09/11/16.Após análise de dados, vimos que nosso indicador, ainda está longe do
parâmetro preconizado de 9 consultas no total. Sendo necessário orientar as mães e
familiares quanto a importância das consultas no 1º e 2º ano de vida, uma vez que
disponibilizamos de agenda para todos os profissionais de acordo com o protocolo.
Porém temos que ser mais efetivos na busca ativa de faltosos e na captação precoce
destas crianças e principalmente das crianças com critérios de risco. Além disso
acreditamos que ainda lançamos errado as informações nos protocolos, não
lembrando de "condição de saúde /puericultura". Solange e equipe
d) Observa-se que estamos bem aquém do desejado, mas não difere das outras
unidades em geral, há de se observar quedas frequentes do gestão e impossibilidade
de registro manual pelos profissionais, observa-se absenteísmo importante após o
sexto mês bem como absenteísmo e falta de busca ativa de nossa parte no segundo
ano. Edna 14/11/2016.
e) Observamos que a média de consultas de puericultura em menores de 2 anos
encontra-se muito abaixo do preconizado pelo protocolo (09 consultas) e também
abaixo da média do Distrito Sanitário Leste. Todos os profissionais possuem agenda
protegida para realização da puericultura. A equipe salienta que pode ter havido subregistro devido as dificuldades de acesso ao prontuário eletrônico (SISREDE) para
registro das consultas. Outro fato é o modo de viver nas grandes cidades onde as
mães trabalhadoras deixam os filhos em creches e escolas. Enquanto saudáveis as
mães não consideram importantes as consultas de acompanhamento. Destacamos
também que de acordo com o perfil socioeconômico é facilitado o acesso aos
convênios, o que afasta as crianças dos atendimentos dos serviços ofertados pelo
SUS. Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes Taveira, Luciana de Carvalho
Mariosa, Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira Costa 08/11/16
f) Vemos que as equipes ofertam consultas de puericultura, com agendas protegidas
para enfermeiros, generalistas e pediatras. No entanto, o absenteísmo ocorre na
agenda destes profissionais. Muitas crianças, residem em área de baixo risco, e
familiares optam por realizar as consultas de puericultura no convênio. Acredita-se
também que há preenchimento inadequado dos campos nos protocolos do sistema
SISREDE. Douglas Aparecido Fernandes Silva. 11.11.16
168
g) Na análise deste dado percebemos um incremento de aproximadamente 100% no
número de consultas, sendo que este dado não traduz a realidade vivenciada, temos
crianças que seguem corretamente o calendário de consultas e crianças que não
comparecem às consultas agendadas , mesmo após busca ativa e reagendamento,
possuímos equipe completa com 2 pediatras que atendem consultas de puericultura
diariamente além do atendimento das equipes, a rotina de consultas é embasada no
que preconiza pelo protocolo da SMSA. Proposta é preciso investir mais com as
gestantes da importância das ações de prevenção da puericultura, como um espaço
para apoio ao desenvolvimento e crescimento da criança, melhorar a busca ativa e
aproximar as equipes da população. Responsável: Equipes, Prazo: primeiro semestre
de 2017.
h) Dado ainda abaixo do esperado porem com subida importante em relação a última
avaliação, fruto das conversas e mudanças negociadas.
ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
i) Aumentar o número de consultas de puericultura para crianças menores de 2 anos é a
nossa próxima meta. Avaliamos que fortalecer o binômio mãe e filho é necessário
para o engajamento da mãe no cuidado com o filho bem como a flexibilização do
profissional para ofertar as consultas. Temos como proposta sensibilizar as ESF
quanto a necessidade desta flexibilização que possa possibilitar a mãe comparecer as
consultas. Manter o monitoramento e acompanhamento dessas crianças e fazer
busca ativa dos faltosos contribuirá para atingirmos a meta.
j) A oferta de consultas para a realidade local atende aos parâmetros preconizados.
Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
k) Marcílio Amaral - 17/10/16 - Esse indicador apresenta uma melhora significativa em
relação aos períodos anteriores, sendo que a mudança para a sede nova e unificação
de todos os trabalhadores foi fator decisivo. Ainda assim esperamos melhora para o
próximo período, lembrando dos problemas com o modem/link;
l) Novamente temos que considerar a instabilidade do gestão. Nessa faixa etária temos
um número considerável de pais que fazem convênios para os filhos. É certo que
precisamos melhorar esse indicador e, principalmente clarear essa informação de
quantos nessa faixa etária estão na saúde suplementar. Vera Lucia de Oliveira.
07/11/2016
m) Esse dado não corresponde a realidade da unidade, o fato do Anexo do Centro de
Saúde, onde a pediatra da unidade atende, permanecer sem informatização por mais
de um ano fez com que esse indicador apresentasse essa queda.
n) Entendemos que a média de puericultura alcançada reflete algumas dificuldades
ainda existes por parte dos profissionais na utilização correta do protocolo da criança,
e a instabilidade do SISREDE neste Quadrimestre. Regina Cele de Souza , 10/11/2016
- DS NORDESTE
a) A equiep reconhece a dificuldade em vincular as crianças na rotina da puericultura;
principalmente pela questão das crianças ficarem com cuidadores; fato que dificulta a
vinda da criança a unidade. Outro fato que avaliarmos é as informações corretas no
gestão; principalmente o CID. Cibele 01/11/16
b) O acompanhamento da pré-natal é um grande desafio para as equipes do CSC. Em
2015 o acompanhamento das gestantes foi muito abaixo do preconizado. Esta
informação provocou a equipe para entender as razões do baixo acompanhamento
do Pré-natal. Ainda não finalizamos a coleta de dados, mas em uma análise preliminar
foi identificado que as mulheres encaminhadas para PNAR não são registrados os
atendimentos do prontuário eletrônico, inclusive as gestantes atendidas no HOB.
169
Também foi identificado muitos atendimentos na UBS fora do sistema/realizados por
preceptores da UNIFENAS e UFMG. Ainda foram encontradas gestantes que iniciaram
o atendimento da rede SUS e migraram para a rede privada ou o contrário. Os
problemas são muitos, entretanto o exercício que as equipes têm realizado é o
registro do atendimento clinico das gestantes em uma planilha. O mais importante é
saber a trajetória da gestante durante o pré-natal. Marolina A B Santos 07/11/16
c) As puericulturas são realizadas até os 2 anos de vida das crianças. Nos primeiros 6
meses o acompanhamento é mensal, intercalando entre pediatra, enfermeiro,
generalista. No 2º semestre de vida o acompanhamento é trimestral e após o 1º ano
de vida até os 2 anos também trimestral. As ESF fazem busca ativa dos faltosos e as
crianças de maior risco são acompanhadas com periodicidade menor, 2 em 2 meses
ou até mensal s/n. Busca-se durante todo este acompanhamento vincular a família ao
centro de saúde. Gláucia Simões 08/11/16
d) Houve um decréscimo considerável deste indicador desde a aposentadoria da
pediatra da unidade e consequente vaga em aberto até o momento deste
profissional. Outra dificuldade encontrada é que: não há homogeniedade de
acompanhamento das profissionais enfermeiras das equipes `da puericultura .As ESFs
que ficaram descobertas de profissionais médicos , a epidemia de dengue, a
deficiência de acesso ao SISREDE , o atendimento de pediatria fora da unidade de
saúde ( seja pelos convêncios _ àrea de baixo risco - seja pelos serviços contratados FELUMA ) impactam este indicador de forma negativa ). Uma frente de trabalho a ser
implementada semelhante ao que foi realizado em relação ao prénatal é o
matriciamento do protocolo do atendimento à criança. No início do ano passado
trabalhamos com as equipes a organização e parâmentros da atenção amterno
infantil . O atendi mento da criança pelos motivos já mencionados ainda é um desafio
mas enquanto oportunidade em nosso quadro de profissionais um dos generalistas
também é pediatra o que tem contribuído e gera possibilidades para o serviço.M.
Lúcia Pujoni- 16-11-2016.
e) Como todos os outros, o centro de saúde do Conjunto Paulo VI, apresentou melhora
neste indicador. No entanto, o desafio de melhorar este indicador, é colocado
diariamente ás ESF. A melhora dos resultados refletem o trabalho que vem sendo
feito e, toda unidade, reflete sobre como podemos avançar neste indicador.
Aparentemente, o absenteismo, aumenta a partir do 4º mês; essa situação pode ser
explicada pelo fato de muitas mâe voltarem a trabalhar neste período e algumas não
entenderem a importância de manter o acompanhamento, mesmo quando a criança
não apresenta sintomas. Raphael, 09/11/16.
f) Este é um indicador que causa bastante deconforto. Percebemos que o resultado em
todas as unidades é baixo. Esta unidade vem hà mais de 3 anos monitorando e
acompanhando todas as crianças vinculadas na unidade, através da organização do
processo de trabalho, que inclui o monitoramento sistemático com referência no
protocolo de acompanhamento da criança. Esta é uma ação que inicia no pré-natal e
temos visibilidade deste acompanhamento através de planilha compartilhada no
sistema, para o registro de todos os profissionais que atendem a criança, permitindo
que estes vsualizem rapidamente as ações necessárias, para cada um de acordo com
os registros na planilha eletrônica. Fazemos o monitoramento semanal,
acompanhamos referenciados ao protocolo da criança e assim mesmo todos os anos
o resultado deste indicador para todas as unidade é muito baixo. O cálculo do
indicador é baseado no nº de crianças menor de 2 anos cadastradas na área da
equipe e acompanhadas de acordo com o protocolo sobre o nº de crianças menores
de 2 anos cadastrados oficialmente na área da equipe. Ora, se na área existir crianças
que são acompanhadas por convênio, vai refletir no resultado. Aqui, temos a
170
visibilidade das crianças que estão sendo assistidas pelos convênios. Enfim, temos
que ter maior clareza sobre os pontos que envolvem este indicador. Cláudia 10/11/16
g) AS ESF reconhecem as dificuldades de vincularem as crianças durante todo período
de puericultura, em reuniões de equipe enfatizamos a importância de registrar todo
atendimento no gestão no protocolo certo e com o CID adequado, organização pela
equipe da planilha manual, busca do faltosos.Dificuldades a serem resolvidas
atendimento pelas faculdades e o gestão fora do ar com frequencia.Data: 07/11/16,
Hellen.
h) A otimização dos processos de trabalho voltados para a captação precoce de
gestantes para o pré-natal além de contribuir para outros indicadores, é fundamental
para permitir o maior número possível de consultas em tempo hábil. No entanto,
permanece como desafio às ESF´s, uma vez que muitas mulheres preferem não
anunciar a gravidez precocemente, ou gestantes em situação de rua ou outra
vulnerabilidade social (como tivemos um caso de difícil resgate) ou aqueles que
realizam acompanhamento no sistema suplementar rejeitando quaisquer
mecanismos de busca das equipes para ações de promoção da saúde. Tem-se ainda
aquelas mulheres que procuram outros equipamentos públicos com porta aberta
para a demanda espontânea como o caso do Hospital Sofia Feldman e Hospital das
Clínicas para inicar o pré-natal. E, as gestantes devidamente captadas pelas ESF que
são encaminhadas ao Pré-natal de Alto Risco, onde não se faz o registro eletrônico
dos atendimentos realizados. Temos ainda o sub registro dos atendimentos pelas ESF.
O agendamento eletrônico da primeira consulta na recepção ainda é um processo em
evolução, uma vez que o estabelecimento e implantação das agendas eletrônicas não
tem sido exitosas devido aos problemas recorrentes do acesso ao SISREDE. No
entanto, quando no anúncio do desejo de marcar a primeira consulta, a equipe é
prontamente acionada pelo administrativo da recepção e a usuária é prontamente
agendada para a enfermeira/generalista. A disponibilização dos testes rápidos é outro
fator que corrobora para a captação precoce da gestante. Anar Maro, 17/10/2016.
i) Embora tendo apresentado melhora neste indicador a equipe percebe que existe um
absenteísmo significativo nas consultas de puericultura, muitas mães deixam de
comparecer com os filhos após o 4º mês, quando voltam a trabalhar e os filhos ficam
em creches ou por conta de cuidadores. Outro problema é que muitas mães acham
desnecessário trazer os filhos para consulta quando eles estão aparentemente
bem.Wederson 04/11/16
j) Este indicador e um reflexo da captação , mas estamos nos comprometendo à
melhorar a busca ativa de faltosas , melhorar o registro atender sempre no protocolo.
para 2017 faremos atendimento compartilhado das gestantes ,que foi uma
experiência muito positiva em 2015.Mônica Carolino-27/10/2016
k) Análise, Nome, dd/mm/aa
l) O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança desde o seu
nascimento é de suma importância para a promoção da saúde , prevenção de
doenças e principalmente , construção de vínculo entre a equipe de saúde da família
e família/comunidade. Outro fator dificultador para um resultado desfavorável é o
absenteísmo. Percebemos uma participação importante da mãe até o 4 º mês de vida
da criança, período que acaba a licença maternidade e a partir daí a criança é trazida
com menor frequência as consultas de puericultura porque a mesma voltou a
trabalhar e deixa a criança com babá ou creche.
Analisando o indicador e comparando com ano anterior (2014 – 2,45), podemos
perceber uma melhora importante, pois contamos com o retorno da pediatra
afastada no ano anterior e que contribui muito para um resultado melhor. (2015 –
4,89). A captação precoce do recém-nascido ainda no 5º dia de vida tem sido um
desafio para a equipe. Durante a realização do teste do pezinho e vacinas, o
171
m)
n)
o)
p)
q)
r)
responsável é orientado pela técnica de enfermagem a fazer o agendamento da
primeira consulta de puericultura imediatamente na recepção. O agendamento é
realizado o mais rápido possível com a enfermeira da equipe portanto sem garantir
que esta consulta aconteça nos primeiros 10 dias de vida.
Dispomos de um instrumento manual que auxilia no controle das crianças e
acompanhamento de puericultura, porém não está sendo alimentado
adequadamente, por isso precisamos melhorar este registro e propor novas ações
para garantir um melhor acompanhamento das crianças menores de dois anos. Enf.
Thais Oliveira , 28/10/16
percebe-se que as gestantes captadas tem alcançado o numero estimado de
consuultas conforme planilha de acompanhamentos da equipe porem o que
contribuiu para esse dado, foi a alimentação incorreta dos dados no gestão pelo
profissional e a inoperancia do proprio sistema para que possa ser alimentado o
prontuario Raquel, 15/11/16
Os profissionais recenhecem que existe um abscenteísmo importante nas consultas
de puericultura e atribuem isto a dificuldade das mães em relação a liberação pelas
empresa em que elas trabalham. Estas não aceitam atestado de comparecimento.
Outra questão é pelo fato de termos a classificação de risco que é aberta para
atendimento, sendo que estas mães trazem seus filhos quando necessitam de
atendimento agudo.
A ESF ao realizar um diagnóstico sobreo acompanhamento de crianças de 0 a 2 anos
verificou que muitas mães desconhecem o que é puericultura e muitas crianças fazem
acompanhamento no particular, porém diante destas situações a equipe reconheceu
as dificuldade para vincular as crianças na rotina da puericultura; Outro fato que
avaliamos foi na baixa na produção no atendimento a puericultura que está sendo
realizado de forma incorreta; principalmente em relação ao CID. Diante dos
dificultadores a equipe sistematizou o acompanhamento da puericultura junto a
pediatria e ao acompanhamento domiciliar das ACS através de uma planilha
sistematizada para controle de todas as crianças atendidas nesta unidade de saúde
através do protocolo da puericultura. Priscilla Barbosa.09/11/16
Gerente Marluce, Enfermeira Laura. 09/11/2016 Acreditamos que em relação a e este
indicador ainda existam algumas ações que não estão acontecendo . Primeiro o
registro no sistema pode está acontecendo de forma incorreta. Segundo a realização
das ações do 5º dia não ocorrem sistematicamente pelo enfermeiro e o
consequentemente não existe o registro no sistema. Muitas vezes ocorren na sala de
vacina aproveitando a oportunidade da realização do teste do pezinho ou das vacinas.
Outro fato diz respeito o atendimento da criança na demanda aguda não retornando
para a consulta de puericultura. Iniciamos as discussões e algumas estratégias já
foram identificadas - treinamento dos ACS e auxiliares de enfermagem para
monitoramento da data provavel do parto para precoce agendamento de consulta
pelo enfermeiro até o 5º dia; implantação de agenda aberta para atendimento ao
recém nascido por qualquer enfermeiro que estiver na unidade aproveitando os
momentos em que a mãe procura o serviço; manter a vigilância por meio da busca
ativa dos faltosos. Construçao de calendarios de puericultura, socialização dos dados
com todo a equipe.
Ainda não conseguimos seguir rigorosamente a agenda da criança, mas realizamos
consultas mensais até 1 ano de vida intercaladas com pediatra, enfermeira e
generalista, depois com 1a3m e depois de acordo com a necessidade da criança.
Adirley e Jacqueline, 08/11/2016
A análise foi realizada com cada ESF do C.S. São Gabriel. As 4 ESFs fizeram a análise de
que esse dado 4,15 deve-se: 1) Dificuldade de registro devido à inoperância do
Gestão. 2) Atendimento manual dos estaagiários da Pediatria da UNIFENAS. 3)
172
Absenteísmo em crianças maiores de 1 ano, devido à estabilização da saúde da
criança, e retorno da mãe ao trabalho, procurando atendimento para a criança só em
episódios agudos. 4) Falta de capacitação continuada para atendimento nos
protocolos do sistema Gestão, atribuição de diagnósticos, etc. 5) Acompanhamento
inicial ou transferência para a rede privada. Alessandra gerente, 10/11/16.
s) Ainda precisamos melhorar a assistência, sensibilizando a equipe a observar o
protocolo, principalmente no agendamento na recepção. Percebemos a sua não
observancia, ofertando consultas em periodos fora do protocolo, prejudica o
indicador e nao garante a boa assistencia. O matriciamento com a pediatra é
fundamental, mas é necessário maior sensibilização.Sorângela, 11/11/16
t) A análise aponta para necessidade de atualização contínua do cadastro das crianças
da àrea de abrangência das ESF, conjuntamente com a necessidade do uso correto do
Protocolo de Saúde da Criança e o seu cumprimento de acordo com os intervalos de
consultas preconizados no mesmo. A ausência de Pediatra na unidade de saúde é um
dificultador, pois quando é necessário a avaliação da criança pelo Pediatra, esta é
encaminhada para atendimento em outro Centro de Saúde ou para a Ciências
Médicas, o que impacta negativamente na assistência infantil ( mães que não se
responsabilizam em levar a criança a outro lugar para dar continuidade no cuidado,
perda de vínculo com a unidade de saúde, falta de contra-referencia, dentre outros).
A agenda do médico generalista se mostra insuficiente para atender conforme o
protocolo realizando todos os acompanhamentos das crianças de sua área de
abrangência sem o apoio do Pediatra, e o recurso das consultas de Pediatria
disponibilizadas em outros serviços da rede é insuficiente e não responde a
necessidade das famílias que por muitas vezes faltam as consultas agendadas
externamente.O CSSP ainda dispõe de estagiários da Enfermagem da UFMG que
realizam o acompanhamento da criança no território, no entanto, muitas vezes não
há computador disponível para realizarem o registro dos atendimentos no sistema,
ficando apenas no manual, mesmo após vários investimentos por parte da equipe e
desta gerência. As ESF's também realizam o controle e análise do acompanhamento
do crescimento e desenvolvimento das crianças através de planilhas que são
alimentadas após cada atendimento. São realizadas buscas ativas as crianças faltosas
pelo ACS, no entanto relatam que a insuficiência familiar e/ou a falta de
corresponsabilização dos responsáveis pela criança em trazê-las à consulta ainda é
um grande dificultador. KENIA RIBEIRO GABRIEL - 10/11/2016
u) Este indicador apresentou um aumento em relação a periodo equivalente ao periodo
do ano passado. A pauta constante de reflexão sobre o tema em capacitações e
reuniões tem surtido efeito no registro e no acompanhamento pelas equipes. Ve-se a
importancia de uniformizar informações e constante revisita aos protocolos, para
garantir um atendimento mais qualificado. Vanessa Vida 01/11/16
- DS NOROESTE
a) 1) Há que se considerar que muitas crianças cadastradas na AB não fazem controle de
puericultura na unidade o que interfere no indicador. 2) rever com a equipe as
estratégias de acompanhamento e controle das crianças menores de 2 anos.
20/10/2016
Maria Judith Rios
b) Gerente Anderson Portes, 03/11/2016. Análise: Em discussão com as equipes, foram
apontados alguns fatores que podem ter colaborado para o resultado ruim
apresentado, tais como: registro inadequado no SISREDE no momento do
atendimento, crianças com cadastro inadequado no SISREDE, profissional Pediatra de
apoio que não utiliza o Gestão para realizar os atendimentos (subregistro dos
173
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
atendimentos, não gerando o Indicador). Diante do exposto, a equipe identifica como
possibilidades de intervenções: manutenção da escala das ACS na Unidade para
atualização contínua do Cadastro, de forma a minimizar a existência de cadastros
incompletos, bem como cadastramento dos usuários (população) do baixo risco,
busca ativa das crianças faltosas, organização de um arquivo rotativo para melhor
controle das crianças menores de 02 anos de vida, Monitoração das ações do quinto
dia pela Enfermeira ou Auxiliar de Enfermagem na Sala de Vacina de forma a ofertar
as orientações e intervenções necessárias.
A média de atendimentos de puericultura em menores de 2 anos no CSCP está abaixo
do limite de alerta proposto pela SMSA. Este dado reflete o registro inadequado de
atendimento no protocolo da criança, o perfil da população de baixo risco (75%) que
recorre ao acompanhamento nos serviços conveniados/particulares. Analisamos que
não há déficit de oferta de consultas de puericulta e sim baixa demanda pelo
atendimento.
A parametrização de alerta é < 5,4. Olhando o dado de 2015 a média anual está
próxima da média do quadrimestre. Discutimos se dentre as causas estariam os casos
onde não foi informado o CID e também não foi marcada na aba de produção o
motivo de atendimento "PUERICULTURA".
Um dos pontos avaliados está relacionado ao perfil epidemiologico e demografico da
população do centro de saúde.
As equipes acabam por privilegiar os adultos e idosos em suas agendas, deixando
poucas ofertas a esta população, ou então encaminhando somente para a pediatria ,
que não da conta de fazer as consultas dentro do preconizado pelo protocolo,
sozinha. Angela, Carmem, Laila .11/11/16
A unidade disponbiliza consultas de puericultura em número suficente para absorver
a demanda. Há de se considerar 60% de população de baixo risco na AA, com o
número elevado dessa buscando a iniciativa privada. 31/10/2016 Silvana Ferreira de
Andrade e Souza
Ausência de duas ACS nas equipes pode dificultar o acompanhamento. O baixo
número de atendimentos pode estar relacionado ao registro da consulta fora do
SISREDE. Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
Análise: Equipe faz uma boa sensibilização para a importância da
puericultura,disponibilidade de agenda, aproveitando sala de vacina e grupos para
cobrar a consulta. Mas mesmo assim ainda temos um alto índice de absenteismo.
Nome Renata Mello, 26/10/16
O indicador pode estar realcionaldo a elevados indices de absenteísmo, falha nos
cadadastros devido a áreas descobertas de ACS's em algumas equipes, falha nos
registros e atendimentos em protocolos equivocados que não o da criança, registro
manual devido à dificuldade de acesso ao sistema de gestão, crianças que realizam o
atendimento no sistema privado. Jayne G. Silva e Enfermeiros da Unidade,
24/10/2016
Atribuimos este indicador baixo a falta de profissional pediatra e generalista neste
período. Porém já iniciamos discussão com as equipes e já estamos reorganizando o
acompanhamento das crianças com base no protocolo. Rosimeyre 07/11/16
Muitas famílias não dão sequência ao acompanhamento de puericultura, por não
acharem importante; mesmo com a sensibilização realizada pela ESF. Muitas crianças
atendidas estão com enderço informado e alguns profissionais não registram o CID
especifico na hora do atendimento. Érika Santos, 24/10/16
A unidade disponbiliza consultas de puericultura em número suficente para absorver
a demanda. No entanto, parte da população recorre à iniciativa privada e o registro
feito pela pediatra costuma apresentar falhas por dificuldades pessoais, além das
dificuldades ocorridas com o SISREDE. 31/10/2016 Vânia Gonçalves Novais
174
l)
m)
n)
o)
p)
Verifica-se erro de registro em protocolo. A unidade ficou muito tempo sem pediatra.
Dificuldade ao lançar CID no atendimento. Há cadastro oficial mas mora em outro
lugar, em caso de avós por ex. Sugestão capacitar medicos para atendimento em
protocolo e atenção no CID.
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise realizada nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e 01/11/2016. Identificamos
o registro inadequado das consultas no sistema. Problemas no gestão o que
prejudicou o registro. Algumas crianças acompanhadas no convênio. Adrian 01/11/16
Houve um aumento neste indicador em relação ao período anterior , porém
continuamos abaixo da média esperada. Reforçaremos com a equipe o protocolo e
registros no prontuário. Sensibilização da importância da puericultura para pais e
responsáveis no PN e em todos os momentos presentes no CS. Busca ativa dos
faltosos. .M.Isabel 01/11/16
A equipe avalia positivamente todo esforço implementado para melhoria deste
indicador (Em 2015= 3,4 e 2016=4,9). Ainda não alcançamos a meta preconizada e a
equipe identifica que um dos motivos pode ser explicado pelo não registro no Sisrede
no protocolo correto.Outro fator a ser considerado é a insuficiência de Agentes
Comunitários de Saúde em 3 das 4 ESF sem a devida reposição. Análise: equipe
PSF/SB/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
a) Considerando a meta e a médias das outras Unidades, os dados mostram que os
atendimentos de puericultura estão dentro do esperado.
b) 3-Média de puericultura= O número esperado de puericultura para os menores de 02
anos é de 09 consultas.
c) Análise: Muitas mães optam por fazer um plano de saúde "mais barato" para garantir
consultas de pediatria para os filhos, e vão ao centro de saúde com menor frequência.
Consultas agendadas com enfermagem e generalista muitas vezes há falta. Há a
cultura da "consulta do pediatra". Atualmente o CS conta apenas com estágio de
pediatria e muitos atendimentos são feitos fora do sistema e não sõa compuitados na
produção atualmente. Dulce, 09/11/16 .
d) A média de atendimento de puericultura, em menores de dois meses, mantém-se
baixa, porém com uma evolução discreta (2014 =-1,7%; 2015 = 1,9%; 2016 = 2,13%).
Acreditamos que a captação precoce das gestantes, pelas ACS'S, o Grupo de Gestante,
a introdução de uma Tutora do Projeta Amamenta e Alimenta Brasil, em uma das
equipes, além da experiência daquela, com neonatologia, e o vínculo das puérperas
com as enfermeiras tem auxiliando na informação e entendimento das mães, quanto
à necessidade de acompanhmento multiprofissional, mesmo com ausência de
pediatra, na unidde. Entretanto, ainda ha´alguns fatos, que impossibliam um umento
efetivo, neste indicdor. Sao eles: a falta de atualização ou informação correta do
endereço residencial do usuário, a existência de áreas com insuficiente cobertura
e/ou qualidade da informação no SISREDE, além do atendimento de algumas crianças,
sem evoluçao/regisro no protocolo específico e registro do CID, porém, nao
especifico, por alguns profissionais. Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília;
Data: 09/11/2016.
175
e) O dado apresenta melhora gradual, entendendo-se como fator importante a
sensibilização da equipe quanto ao cuidado e seu registro em prontuário.
Responsável: Denise Camargos. Data: 07/11/16
f) A primeira consulta é marcada automaticamente pela equipe com a pediatra de
apoio, no entanto algumas consultas não dão continuidade por falta de agendamento
futuro ou por falta de comparecimento da mãe. Muitas dão continuidade do
atendimento das crianças na rede particular. Fernanda / Nathalia / Sandra
25/10/2016
g) Acompanhar o crescimento e desenvolvimento de todas as crianças menores de 2
anos é função da Atenção Primária a Saúde. É fundamental que o atendimento
aconteça de acordo com o protocolo institucional e que a equipe realize a busca ativa
dos faltosos. Afinal, por meio dessas consultas é possível detectar precocemente
possíveis acometimentos infantis e assim realizar as intervenções necessárias.
Observou-se que as crianças da unidade são atendidas rotineiramente, mas o registro
ainda não está acontecendo de forma adequada. Data: 08/11/2016. Responsável:
Equipe do Centro de Saúde Guarani.
h) Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: Grande número de crianças realizam puericultura na rede privada ou
conveniada; as ESF não conseguem acompanhar as crianças da rede privada ou
conveniada devido ao excesso de população por ESF no C.S.Heliópolis; registros
inadequados no protocolo da criança; sobrecarga de trabalho devido ao excesso de
população por ESF; equipes de PSF incompletas (falta de 01 Aux. Enfermagem na
Equipe 01 por aposentdoria) ; e falta de 03 ACS por exoneração.
i) 1.7 - Estrutura física inadequada (referente ao anexo ziláh) dificultando o
atendimento dos profissionais; exacerbação dos casos agudos devido alta
vulnerabilidade e risco social (principalmente referente ao Anexo Zilah) dificultando a
agenda programada. -Alta demanda de crianças menores de 2 anos; Falta de ACS
(dificultando busca ativa, orientações, agendamentos, entre outros). Alto
absenteísmo nas puericulturas.
j) Foi observado que taxa relacionada a este indicador referente a unidade esta abaixo
do que foi parametrizado como alerta de <5.4, avaliamos porem que houve uma leve
melhora comparada ao periodo anterior. A equipe da unidade entende que um dos
motivos da baixa captação das familias pode estar relacionado com a existencia de
duas micro areas descobertas por ACS, sendo que estas areas possuem um maior
indice populacional e um indice de vulnerabilidade social elevado e sendo as areas
mais distante da UBS. Outro fator importante mencionado pela equipe seria a falta de
registro dos atendimentos realizados pelos profisionais no sitema devido a
instabilidade da rede como tambem a necessidade de treinamento para profissionais
novos e antigos da unidade que resistem em acessar o sistema para preenchimento
de forma adequada. Finalmente um ultimo fator importante a resaltar seria o número
de criancas atendidas por professores e alunos da Faculdade UNIFENAS, que não
acessam o sistema em todos os atendimentos realizados , por dificuldade de adesão
como tambem , por um numero grande de alunos para atendimento simultaneo o
que torna inviável o registro.Andréa Moreira Rocha de Brito BM 41168-3
k) Luciana, Claúdia e Maria do Carmo 10/11/16 Não registro de atendimento pelo
profissional pediatra no gestão e dispensa de acordo com protocolo, rotatividade de
profissionais, equipe incompleta, recursos materiais e físicos insuficientes, sistema de
informação deficiente.
l) O número de consultas de puericultura nos mostra que precisamos qualificar a busca
ativa e a efetivação do protocolo da criança. Vale ressaltar que nos meses de julho e
agosto tivemos intesa instabilidade do sistema. Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/
Camila/ Sibele (31/10/16)
176
m) Análise:
- Pouco investimento na atualização dos protocolos de assistência e vigilância à saúde
da mulher e cuidados com o pré-natal;
- Capacitações e treinamentos além de insuficientes, não contemplam toda a equipe
multiprofissional;
- Matriciamento limitado, devido à falta do Ginecologista de apoio;
- Vigilância à saúde da gestante e puérpera insuficiente.
Responsável: Carolina Medeiros. Data: 10/11/16
n) Análise: Alta rotatividade dos profissionais (médico generalista e pediatra de apoio),
sendo as crianças encaminhadas para outros serviços; subregistro ou registro
inadequado dos atendimentos no Prontuário Eletrônico; instabilidade do Sistema
Gestão, sendo as consultas registradas em prontuário físico. Organizar o processo de
trabalho e planejar o atendimento da criança conforme o protocolo. Sensibilizar todos
os profissionais para alimentar o SISRED de forma correta. Cléris Blanco de Souza.
03/11/2016
o) Neste indicador obtivemos um valor de 4,89, com melhora importante referente aos
anos anteriores, 2014 2,5, 2015 4,2. Acreditamos que este resultadoestá diretamente
relacionado as discussões dos indicadores anteriores e a melhora de registro e de
dispensao ao atender no protocolo de puericultura. Camila Vieira 03/11/2016
p) Equipe descoberta de Pediatra desde julho/16 devido a férias premio de servidor
municipalizado com intenção de aposentar. Ainda há uma necessidade de
potencilaizar profissional do NASF e SB na sensibilização do aleitamento materno
exclusivo. Nívia Maria Gerente 09/11/16Nívia 10/1116
q) A equivalência deste Indicador nos Anos de 2014 e 2016 (4,5) mostra que, embora
perdemos em 2015 uma Pediatra atuante na Unidade devido à Exoneração, o acesso
à Puericultura continua se mantendo, com os profissionais da ESF assumindo este tipo
de atendimento em suas agendas semanais. Vale ressaltar que sabemos a
necessidade de aumentar este Indicador, lembrando que precisamos de um SISREDE
estável para alimentar adequadamente o nosso banco de dados. Isabella de Aguiar
Melo Cardoso, 23/09/2016
r) Análise, Nome, dd/mm/aa
s) Abertura de agenda dos profissionais (Médicos e Enfermeiros), com acesso ao
protocolo de puericultura; registros corretos e qualificados, evitando-se o subregistro; fortalecimento das ações na 1ª semana de vida; busca ativa pelos ACS;
readequação das agendas dos profissionais para ampliação da oferta (consultas,
exames, VD); fortalecimento do vínculo; Ações de promoção de saúde (sala de espera,
grupos de gestantes, grupo de puérperas, aleitamento materno, saúde sexual e
reprodutiva, investigação de violência contra gestantes e crianças), Capacitação dos profissionais para atendimentos mais qualificados às crianças, acompanhamento das
cianças e adolescentes de acordo com o calendário de consultas previstas; controle
do cadastro para acompanhamento domiciliar das crianças (famílias)
cadastradas.(Avilmar Carvalho e ESF) (09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Na análise de 2015 verifica-se que a percentagem foi 2,9 apresentando uma
percentagem de 2,5 inferior ao parâmetro e em 2016 caiu para 2,7. Identifica-se onze
crianças que estão sendo acompanhadas pelo convênio de saúde. Além deste fator, a
ausência de pediatras na UBS neste período e licenças médicas das generalistas
impactaram neste indicador. Outro fator identificado foi a dificuldade de registrar o
atendimento devido a problemas no SISREDE.
177
b) 3. Apesar deste indicador conter dados inconsistentes, não podendo ter uma análise
apropriada no momento, não impede a sensibilização dos profissionais quanto a
importância do registro adequado no sistema de informação da PBH (SISREDE). A
unidade pode também qualificar a busca ativa dos faltosos a puericultura, pois o
absenteísmo é alto. É pertinente também manter o arquivo rotativo com os dados das
crianças atualizado.
c) Destacamos a necessidade de rever este indicador, pois embora, a media. seja de
crianças até 02 anos , o indicador teria que apontar as crianças com 02 anos
completos , e a avaliação inclui de RN até 02 anos . Alem deste problema do
indicador, verificamos também o problema de conexão do SISREDE ,no quadrimestre
avaliado o que impediu varios lançamentos de dados no sistema. Inferimos que há
necessidade de relacionar a listagem de crianças com 02 anos completos para assim
avaliarmos o numero de consutas por criança e validarmos o indicador. esclarecemos
que esta unidade faz acompanhamento sistematico das crianças conforme o
protocolo, com busca ativa e levantamento de consultas registradas em caderno
proprio para acompanhamento monitorado .
d) O C. S. está na parametrização de alerta que é < 5,4 . Houve aumento da taxa de 3,30
em 2015 para 3,95 no segundo quadrimestre de 2016 .No C.S.Conjunto Betania,há
um grande número de pacientes que realizam suas consultas no sistema conveniados
.É necessário que os profissionais fiquem atentos ao preenchimento correto no
protocolo para atendimento de puericultura. Há uma queda frequente do sistema
gestão. Outro fator que influencia na baixa taxa é atendimento de puericultura feito
pelos acadêmicos do UNIBH que não utilizam o gestão e também atendimento do
agudo associado à puericultura. A taxa de atendimento é muito semelhante ao do
município.
e) O Centro de Saude Havai acompanha a tendencia do municipio e da regional oeste,
quanto a media de atendimento de puericultura em menores de 2 anos ,ou seja,esta
aquem do parametro que é de 5,4%.Ressaltamos que neste indicador é medido, a
media de atendimentos conforme calendario especifico, que requer registro de
categorias distintas em periodos especificos, portanto, podem ter ocorrido varias
consultas de puericultura com pediatras ou enfermeiros, em outros meses diferentes
daquele que compunham a normatização do calendario, e que entao nao foram
computados na media do indicador,mesmo tendo sido realizadas.Alem disto, uma das
pediatras da unidade, teve licença medica prolongada neste periodo.
f) 2014 3.0 20154.2 e 2016 ate outubro 4.2. Esse índice deve-se provavelmente a um
subregistro no sistema das crianças atendidas pela equipe.
g) Análise: Esse indicador está abaixo do esperado a equipe tem como desafio melhorar
as ações do PSF, iremos sensibilizar os profissionais quanto ao registro adequado no
sistema de informação ; qualificar o atendimento a criança seguindo o protocolo ;
Melhorar a busca ativa das crianças que não compareceram as consultas; manter o
arquivo rotativo das crianças menores de dois anos atualizado .Outro problema que
enfrentamos são das crianças que utilizam a unidade apenas para a aplicação de
vacinas mas que precisam do cadastro oficial devido a bonificação do ACS ,
prejudicando o indicador em questão , uma vez que essas crianças realizam o controle
de puericultura na rede suplementar.
h) Em relação aos indices de cobertura de atendimento de puericultura em menores de
2 anos na qual o indicador tem como calculo o N.º DE ATENDIMENTOS DE
PUERICULTURA DAS CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS CADASTRADAS NA ÁREA sob
N.º DE CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS CADASTRADAS NA ÁREA., observamos que
no 1º e 2º ciclos 1,9% e no 3º ciclo um aumento para 3,6 a média de consultas
ofertadas as crianças cadastradas. Posso afirmar queestes indices não refeletem de
maneira alguma a relaidade do atendiemnto oferdado as cr. da área de
178
i)
j)
abrangência.Pergunta: porque ainda uma cobertura tão baixa tendo uma boa
captação de gestantes ? o que a unidade tem feito para melhorar estes indices?
Voltemos novamente a seguinte reflexão : - O Centro de Saúde Palmeiras trabalha
100 % de cobertura , abrange: Bairro Palmeiras, Bairro Betânia e Havaí e uma
imensa área ainda em expansão ,do Bairro BURITIS ,posssuímos 25 setores
censitários ,dentre estes 15 de MR e ER e 10 setores de BAIXO RISCO (Buritis) ,na qual
temos imensas difIculdades de acesso aos morador e NÃO TEM COBERTURA DE
ACS,MAS É 100% DE COBERTURA!!! como o BAIXO RISCO PROCURA
INTEGRALMENTE A UNIDADE DE SAÚDE PARA VACINAÇÃO DE SUAS AS CRIANÇAS
,ESTAS SÃO CADASTRADAS OFICIALMENTE(aqueles pais que retornam para fazerem o
cadastro oficial com as ACS existentes ) COMO NO INFORMADO(recepção)
,exemplos:- Micro área 1(BURITIS) temos 41 crianças cadastradas oficialmente
,destas 30 são menores de 1 ano e 22 no cadastro informado ; micro 13 (Buritis)
temos 34 crianças menores de 2 anos sendo destas 14 menores de 1 ano cadastradas
oficialmente e no informado ainda tem 23 crianças menores de 2 anos.
- micro
area 18 (buritis) cadastro oficial 47 cr. menores de 2 anos ,sendo 26 menores de 1
ano e cadastradas no informado 9 cr.menores de 2 anos, sendo 6 destas menores de
1 ano. AINDA podemos relatar esta situação em 7 micro áreas com um numero
grande de crianças cadastras que estão impactando diretamente ,,negativamente e
prejudicialmente no indicador de atendimento a puericultura pelo Centro de Saúde.
L15mas como não tem registro ,o que é avaliado infelizmente é o registro do
SISREDE(que tem comprometido os registros atualmente devido aoas constantes
problemas). não tem com deixar de cadastrar as crianças do BAIXO RISCO porque
para realizar a imunização ou outro procedimento , depende deste cadastro. è
preciso corrigir a distorção de cobertura de 100% para que possamos vislubrar a real
situação de cobertura da undade em relação a puericultura . A equipe tem discutido
nos matriciamentos de pediatria e se empenhado para melhorar o acompanhamento
ofertando muito mais de 9 consultas ,apesar destes indices não refletirem a realidade
do trabalho que temos tentado ,com esforço realizar.As agendas de todas as ESF médicos e enfermeiras - são programadas e tem vagas garantidas para prestação da
puericultura semanalmente. Acreditamos que a organizaçao das agendas das ESF,
com adequado tempo de atendimento as necessidades da criança e da família tem
contribuido para uma assitencia acriança de qualidade .A garantia das ações do 5º dia
a todas as crianças acompanhadas no pré natal e muitas mães do baixo risco que vem
vacinar suas crianças ,também tem atendimento no 5º por parte das enfermeiras
para esclarecimento de dúvidas ou quando as auxiliares percebem alguma alteração
que precisa de avalição ,orientação.(ex.cr.ictericia).Apesar da falta de 11 ACS temos
nos esforçados para captar através da sala de vacina e do compromisso das ACS
existentes na cobertura das gestantes da área de abrangência.
Neste indicador o centro de saúde encontra-se em alerta e verificamos que o
absenteísmo das mães nas consultas de puericultura no centro de saúde , falhas no
gestão e registro incorreto das consultas e seguimento da puericultura em plano de
saúde após início no centro de saúde são motivos para o baixo índice. Nossas
propostas são busca ativa das crianças faltosas nas puericulturas. Sensibilizar mães ,
ACS e equipe da importancia da puericultura no desenvolvimento e crescimento das
crianças seguindo o protocolo da PBH. Melhorar oferta de vagas de puricultura na
agenda dos profissionais . Registro correto das consultas de puericultura no gestão.
Acompanhar e registrar no prontuário eletrônico as crianças menores de 2 anos que
estão sendo atendidas na puericultura no plano de saúde .
houve queda do indicador de 2015 (3,7) para 3,3 até o 2º quadrimestre de 2016.
Porém algumas circunstâncias merecem destaque: a grande epidemia de dengue no
1º semestre de 2016 , que comprometeu os atendimentos em grupos de puericultura,
179
e a saída de uma pediatra da Equipe a partir de janeiro de 2016, sem reposição até o
momento.
k) Atribuimos o baixo indice de acompanhamento dos menores de 2 anos em
puericultura à: Falta de pediatra na unidade há cerca de 1,5 ano, não utilizaçao do
protocolo da criança, com atribuiçao do CID adequado,para registro das consultas de
puericultura, SISRede muito instavel e indisponivel no periodo analisado. Avaliamos
tambem que o CSSM estava com uma populaçao que aumenta aceleradamente em
funçao do crescimento vertical ppte no Bairro Camargos, Além disso, a equipe medica
estava incompleta no primeiro semestre de 2016 e uma enfermeira entrou em licença
maternidade o que causou reduçao da oferta de vagas para puericultura. Como a
populaçao estava aumentada e a equipe náo dimensionada para seu atendimento,
náo tinhamos oportunidade de fazer busca ativa de todas as criancas faltosas ou nao
agendadas. Cabe salientar que um percentual nao mensurado de crianças é
cadastrada na unidade para atendimento na sala de vacinas, no entanto, fazem
acompanhamento de saúde na rede complementar.Adotavamos um protocolo
interno com programaçao de 11consultas no primeiro ano de vida.
l) Análise: CSV apresentou no ano de 2015 aumento considerável de puericultura em
relação ao ano de 2014. Em relação ao indicador Média de atendimentos de
puericultura foi verificada uma inconsistência nos dados. Como exemplo, a presença
de crianças maiores de 2 anos nos dados extraídos. Também, identificamos que a
ficha de qualificação não define como numerador e denominador o número de
crianças com dois anos completos. Sendo assim, as consultas deste indicador incluem
as crianças menores de dois anos e que, portanto, não teriam ainda as 9 consultas
(conforme preconizado pelo protocolo). Apesar de ser uma média considerada baixa
tendo em vista que o preconizado seriam 9 consultas até os dois primeiros anos de
vida pode-se ressaltar que este número foi maior do que a média da Oeste (3,54) e do
Município (3,5). Percebemos que é necessário o registro adequado e qualificado dos
dados e do acompanhamento de acordo com o protocolo. O acompanhamento do
crescimento e desenvolvimento, do nascimento até os 2 anos de idade, é de
fundamental importância para a promoção à saúde da criança e prevenção de
agravos, identificando situações de risco e buscando atuar de forma precoce nas
intercorrências. É importante ressaltar que o acompanhamento das crianças na rede
particular faz com que não consigamos atingir uma maior proporção de
acompanhamento. Acreditamos no Sub-registro destes atendimentos de casos
agudos concomitantes com as consultas de puericultura. Criamos a agenda da criança
de puericultura e colocamos em todos os novos cartões de vacina para reforçarmos
ainda mais o acompanhamento infantil.
m) no Centro de Saúde Vila Imperial a média de acompanhamento de puericultura foi de
3,4%, valor este aquém da média regional (3,5%) e média esperada pelo munícipio de
5,4. Precisamos estabelecer ações para melhor acompanhamento das crianças
menores de 2 anos: alimentação adequada do sistema de informação, capacitação
dos profissionais médicos e enfermeiros para qualificação no atendimento à crianças
e garantia de consultas de forma oportunas para o grupo de crianças cumprindo as 9
consultas até 2 anos de idade conforme padronizado.
n) A media de consultas de puericulturas consideradndo o ano de 2015, para o CS Vila
Leonina, foi de 5,3 e 5,6 para 2016. Está proximo do parâmetro de <5,4 e abaixo da
meta de 09 consultas até 2 anos de idade. Avaliamos que desafios como equívocos
nos registros de atendimentos ( atribuição de protocolo por ex.) e atendimentos
manuais não registrados nos formulários próprios, o que aconteceu não raras as vezes
com os pediatras da unidade, principalmente no ano de 2015, por problemas
estruturais impactam neste indicador. Também cadastro atualizado e sistema sao
fatores importante. Período de redução da oferta de consultas em puericultura
180
devido a perda de um pediatra .Na roda de conversa e senssibilização realizda sobre
este terceiro ciclo, medicos da Unidade destacaram que no GESTÃO, no protocolo de
puericultura não existe codigo de dispensa da puericultura, conforme printe da
página anexada a este monitoramento e ponderaram como isto incide no resultado
negativo deste indicador. Além disto observamos nos dados apresentados pela
GEREPIO que das 17 Unidades , 16 estão com problemas neste indicador
representando 98% das Unidades e colocando este indicador com necessidade de
planejamento de intervenção em parceria com o Distrito e Secretária.
o) A media de 4,1 em 2015 e projeção de 5,0 para 2016 aponta um avanço em relação
aos dados anteriores , sem alcançar as 9 consultas até 2 anos de idade, continua
sinalizando inconsistência de registro , sub-registro e/ou registro inadequado dos
atendimentos no sistema. Outra questão muito recorrente é o registro manual
realizado pelo pediatra e alguns generalistas, devido a problemas no Gestão. O
cadastro incompleto também contribui com o prejuizo de registro deste indicador ou
necessidade de unificação de cadastro em tempo oportuno. Pode também estar
apontando necessidade de capacitação no protocolo criança e necessidade de
sensibilização dos ACS para busca ativa e, atualização de cadastros e informações.
p) Média de atendimentos de puericultura em menores de 2 anos na área de
abrangência do CSWL em 2º quadrimestre de 2016 = 5,39. Realizamos orientações
aos profissionais para a importância do registro do CID na dispensação dos pacientes.
No ano de 2015 obtivemos a média de 4,2 atendimentos de puericultura em menores
de 2 anos e a média de 5,39 no segundo quadrimestre de 2016, o que já “esbarra” no
parâmetro que é de 5,4%. Acreditamos alcançar a meta até o final do ano.
- DS PAMPULHA
a) O Centro de Saúde Confisco aumentou a média de atendimentos de puericultura em
menores de 2 anos. A Unidade também apresenta índice superior a média Regional.
Todavia, ainda apresenta um número baixo de atendimento a menores de 2 anos.
Acreditamos que a rotatividade das famílias e os atendimentos que não são
devidamente preenchidos nos sistemas de informação também contribuem para a
queda deste indicador. igor Rezende Gomes, 01/11/16.
b) O CSDO apresentou melhora neste indicador com relação ao ano de 2015. E tem se
configurado como umas das melhores médias deste atendimento na Pampulha, o que
se deve, especialmente, ao fato de termos um especialista fixo há bastante tempo
nesta unidade, e de perfil responsável, e colaborativo. Manayá e Maria Lúcia,
07/11/2016.
c) Aparecida Campos, 28/10/16. O indicador nos mostra que a assistência à criança não
está adequada. Para tanto, já realizamos discussão e elaboramos o plano de trabalho.
Várias mudanças já foram realizadas e percebemos que as equipes, agora, estão se
apropriando. Uma das ações foi identificar, localizar e qualificar a assistência
ofertada. No plano de trabalho identificamos os responsáveis por cada ação. Assim,
percebemos que houve melhoria e esperamos que estejam refletidas nas próximas
avaliações.
d) Houve melhora neste indicador. Entretanto, acreditamos que pode ser melhorado
com o acompanhamento mais efetivo de toda Equipe, principalmente de todos os
ACS's nas visitas mensais, principalmente relacionadas as mães de crianças maiores
de 01 ano que acreditam que a criança não precisa de acompanhamento de acordo
com o protocolo e muitas delas são mães trabalhadoras. Júnia Ribeiro. 28/10/16
e) Houve uma pequena queda neste indicador, que pode ser explicado pela ausência
prolongada de profissional de nivel superior em umas equipes. Acreditamos que apos
181
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
a normalização do quadro de profissionais haverá melhora do indicador. Cristina,
Fernanda, Juguimar, Alessandra e Vanessa. 10/11/16
Observamos pequeno aumento no acompanhamento aos menores de 2 anos (de 2,2
para 3 consultas) todavia está bem aquém do desejado. É necessário maior
envolvimento de toda equipe, recomposição dos ACS e especialmente a presença da
pediatria pois a pediatra da Unidade se aposentou em abril/2016 e ainda não foi
substituída.Eliane 11.11.16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Identificamos como possível causa do percentual baixo o grande número de crianças
atendidas na puericultura, porém com cadastro não vinculado, profissional que
realiza atendimento no protocolo inadequado do sistema eletrônico ( ex. demanda
espontânea), grande número de atendimento somente na urgência não fazendo o
acompanhamento de puericultura adequadamente, falta de ACS nas ESF para realizar
a busca ativa dos faltosos e grande número de crianças que fazem acompanhamento
na rede particular. Diógenes e Nathália. 09/11/16.
este indicador tem sido analizado pelas equipes e apesar de tentarmos agendar
conforme o protocolo,as mães costumam faltar as consultas com as enfermeiras,
alguns generalistas não realizam este atendimento.Seria importante intensificar a
busca ativa das crianças nesta faixa etária, capacitação para os generalistas ,criar
grupos de puericultura.11/11/2016 Silvana ,Silvania ,Daniela e Mariana.
Mesmo a unidade apresentando indice superior a media Regional, acreditamos que
pode ser melhorado com acompanhamento mais efetivo . Tivemos uma melhora com
relação ao ano de 2015. Acreditamos que falha nos regitsro de informaçãoee o
preenchimento manual do prontuario, contubuem para que esses indicadores não
sejam devidamente computados. Valter , Fernanda 10/11/2016
Identificamos no São José uma queda significativa dos atendimentos em puericultura
após o primeiro ano de vida. Isso tanto pela família que não procura mais o
atendimento de controle, e apenas o atendimento agudo, quanto pelos profissionais
que enfatizam o primeiro ano de vida e não buscam os faltosos após essa data.
Renata Nunes 28/10/16
Análise:Conforme recomendação, a unidade procura atender o número preconizado
de 9 consultas até o segundo ano de vida. Atualmente, as crianças de 0 a 8 meses são
acompanhadas em grupos operativos realizados pelo NASF, no quinto dia de vida são
realizadas as atividades propostas, além de terem acompanhamento mensal,
intercalado com médico e enfermeiro de ESF e pediatra de apoio.Os profissionais
buscam acompanhar o crescimento e desenvolvimento, desde o nascimento,
executando ações de promoção à saúde da criança e prevenção de agravos,
identificando situações de risco e buscando atuar de forma precoce nas
intercorrências CASSIA QUINTAO, VANESSA, LUCIANA, JESSICA E JULIO.03/11/2016
Análise: Dificuldade em seguir o protocolo, pela falta do Pediatra na UBS. Distância da
UBS do CS Itamarati onde são disponibilizadas poucas vagas com Pediatra.; pela
distância estalecer melhor comunicação entre Pediatra e ESF's, falta de
consicentização das mães da importância das consultas de pueircultura,
principalmente depois de 1 ano; falta de flexibilidade de agendas para marcação das
consultas, necessidade de cadastrar crianças de 0-2 anos do Dandara para melhor
monitoramento do indicador, manter disponibilidade de agenda de puericultura e
agendamento das consultas subsequentes, busca ativa dos faltosos, grupos
operativos multiprofissional (NASF. ESF).
- DS VENDA NOVA
182
a) O índice aumentou mas não o esperado. A pediiatra que atende na unidade não tem
muita propriedade do sistema de registro (Gestão), foi treinada mas, não coloca todas
as consultas no sistema portanto seu registro de consultas é muito abaixo do que
realmente é feito no Centro de Saúde Andradas. Tenho agenda diária de pediatra com
10 consultas dia, o que gera 50 consultas semanais. Não tem fila de espera ou
dificuladade para agendamento. Fernanda Dias Vieira, 27/10/16
b) Análise: A média de acompanhamento está abaixo do esperado e preconizado.
Acredita-se que há o uso indevido do protocolo, falta de registro do sistema, pois há
dificuldade de acesso ao sisred pelas equipes ( o sistema cai com freqüência). As
equipes perceberam grande necessidade de sensibilização das mães quanto a
importância da puericultura .Realizar busca ativa dos faltosos e aproveitar os
momentos da criança em quadros agudos no Centro de Saúde para realização da
consulta de puericultura.Beatriz F.C.Fernandes 26/10/16
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Pádua. Data: 24/10/2016. Análise: a média de
consultas está abaixo do preconizado, porém ocorreu aumento de 1,11% no último
quadrimestre. Identificamos alguns pontos causadores, tais como: falta de registro no
SISREDE, absenteísmo, micro áreas com um número grande de famílias que contam
com plano de saúde e lentidão do gestão.
d) A puericultura é realizada por enfermeiros e médicos seguindo o protocolo da
Secretaria Municipal de Saúde. Embora o Centro de Saúde não tenha atualmente
pediatra em seu quadro funcional, as crianças são atendidas de acordo com a faixa
etária do protocolo, com consultas alternadas entre os profissionais, mesmo com
estrutura física insuficiente. Ressaltamos que o fato da Atenção Primária manter
porta aberta para realização de pré-natal de gestantes residentes em outro
município, após o parto estas retornam ao município de origem onde será realizada a
puericultura da criança.
Responsáveis: Andréa Regina de Paula Nacif, Rosilene da Cruz Ferreira Abreu,
Jacqueline Vieira de Sousa, Ana Cristina Faria. 28/10/2016
e) O Centro de Saúde Jardim Europa ficou sem 1 médico geenralista de PSF por 9 meses
, o que dificultou a realização das puericulturas conforme protocolo. Além disso os
acadêmicos de medicina de pediatria da FAMINAS atendem manual pois não tem
acesso ao prontuário eletrônico. Apesar disso, também iremos melhorar o registro
das equipes.
f) Em relação ao quadrimestre anterior o indicador apresentou melhora significativa.
Analiso que com a implantação das ações implantadas obtivemos sucesso. Uma das
ações mais impactantes no dado foi a sensibilização dos profissionais a registrarem
corretamente o atendimento.Análise: Silvana Marques do nASCIMENTO e Equipes data:03/11/2016.
g) Ludmila Guadanini, 24/10/20416-As equipes têm conhecimento da importância deste
indicador, as vagas são ofertadas. Ocorre um absenteísmo grande principalmente,
depois que as mães retornam ao trabalho ( retornam da licença maternidade); Deve
haver busca ativa dos faltosos às consultas, visitas domiciliares pelos ACS para
sensibilização dos familiares da importância das consultas. Já no pré-natal tem que
ser feito a sensibilização dos pais e familiares da importância da puericultura.
h) Média de atendimentos de puericultura em menores de 02 anos maior que a média
municipal. A equipe considera como pontos positivos o agendamento de acordo com
o protocolo de saúde da criança logo após cada atendimento, a captação das crianças
com consultas em atraso no momento da vacinação, a presença de equipe completa
proporcionando o cumprimento da agenda da criança. Suely Imaculada, 28/10/2016.
i) Observamos dificuldade na adesão às consultas de puericultura,este fato pode estar
relacionado à falta de percepção da necessidade do acompanhamento da criança
saudável por parte das mães, o que denota ainda a preocupação com a doença e não
183
com a prevenção. Muitas mães optam também pelo acompanhamento das crianças
em clínicas particulares ou por médicos de convênio o que dificulta a captação por
parte das equipes de saúde da família e do pediatra da unidade. A equipe entende
que este indicador pode ser melhorado com a sensibilização da importância da
Puericultura ainda nas consultas de pré-natal, a busca ativa aos faltosos e
intensificação do envolvimento dos agentes comunitários de saúde na abordagem à
saúde da criança. Outro fator dificultador e o atendimento por parte do pediatra da
unidade em prontuário manual o que interfere diretamente nos dados computados.
Aline de Fátima Gaspardine 18/11/2016
j) Este indicador reflete em parte o acompanhamento das crianças menores de dois
anos em rede particular ou convênio. Isto porque é notável o número de pais
residentes na área de abrangência do Centro de Saúde Nova York que optam por
acompanhar os filhos desta forma. Além disso é necessário verificar se as informações
dos atendimentos de puericultura realizados na Unidade estão sendo registradas no
protocolo correto. Deve haver busca ativa dos faltosos às consultas, visitas
domiciliares pelos ACS para sensibilização dos familiares da importância das
consultas. Já no pré-natal tem que ser feito a sensibilização dos pais e familiares da
importância da puericultura. Análise: A puericultura é realizada por enfermeiros e
médicos seguindo o protocolo da Secretaria Municipal de Saúde
Propostas: sensibilizar e incentivar a gestante, durante todo o pré natal, para
realização da puericultura da criança logo após o parto, captação precoce, busca
ativa dos faltosos e realização da triagem neonatal.
k) Trata-se de uso excessivo do protocolo da criança no atendimento ao caso agudo,
uma vez que o profissional medico não pode atender no protocolo demanda
espontanea.Isto gera o aumento do indicador.Synara 31/10/16.
l) A média de atendimento de puericultura em menores de 2 anos do Centro de Saúde
Rio Branco ficou bem aquém do preconizado, mantendo a mesma tendência da
Regional de Venda Nova. Não vemos como dificultador a falta de oferta e sim uma
cultura da população de que, se a criança não está doente não precisa consultar.
Adalberto, 24/10/2016
m) A falta de padronização no agendamento de puericultura nas equipes tem causado
baixa adesão por parte dos usuários. Algumas equipes não agendam a próxima
consulta no mesmo dia do atendimento - o que entendemos dificultar o retorno da
criança/mãe. Segundo as equipes, as mães deixam de trazer a criança regularmente
após os primeiros meses, por entenderem que a criança está bem de saúde, mesmo
com as orientações sobre a importância da puericultara. A falta de sistema acarreta
em registro manual - que não é computado para fins de indicadores. RAQUEL SARDI
19/10/16.
n) A baixa aderência ao aleitamento materno exclusivo constitui um sério problema de
saúde pública, sendo necessário programar estratégias para melhoramento dos seus
índices. Sabemos que a amamentação é influenciada por vários fatores: história
familiar, estado emocional da nutriz, apoio familiar, influência da mídia, mas, também
que a atuação e incentivo dos profissionais de saúde são fundamentais para
demonstrar as vantagens da amamentação exclusiva nos primeiros meses
considerando que ela previne a mortalidade infantil, promove a saúde física, mental e
psíquica da criança e da mulher que amamenta. Apesar de estarmos neste
quadrimestre com um índice abaixo da parametrização de alerta, percebemos que
houve uma melhora significativa em relação ao ano de 2015. Consideramos que para
modificar este cenário, seria imprescindível capacitar os profissionais lotados nos
PSF´s, melhorar a atuação deste programa em ações de promoção, proteção e apoio
ao aleitamento materno e divulgar ações de apoio ao aleitamento materno em
184
diversos setores da saúde, atuando em todos os momentos de acolhimento dos
binômios mãe e filho.
o) Nota-se que esse dado não condiz com a realidade, visto que todas as consultas
preconizadas agendadas. O problema é que sem sistema na unidade, o que
aconteceu ao longo de todo esse ano e anos anteriores, não tem como fazer o
registro no prontuario eletronico e portanto o indice extraido é inferior a realidade.
Temos tambem o fato d e termos apenas um pediatra de 4 horas para atender uma
população de aproximadamente 12 mil crianças. Ressalto que tambem há o problema
da vulnerabilidade social onde os pais deixam em ultimo plano a vinda da criança a
unidade para realizar puericultura, visto a cultura que está sadia e nao precisa de
atendimento naquele momento. Assim precisamos melhor o sistema de registro para
que funcione adequadamente, além de conscientizar a populaçao quanto as açoes de
puericultura e o quanto é importante. Procurar termos mais um pediatra, ou
ampliação da carga horaria do que já esta na unidade visto ser muitas crianças para
um so profissional. Alex Veloso Mendes 20 de outubro de 2016
4.1.8- Proporção de crianças com idade até 03 meses e 29 dias em aleitamento materno
exclusivo.
- DS BARREIRO
a) Responsável: Selmária S. Mourão- Data: 21/11/16- Apesar do percentual da Unidade
estar próximo ao esperado, entendemos que se faz necessário intensificar as ações
mães ainda no período gestacional, no sentido de orientar e sensibilizar, bem como
realizar de forma mais efetiva as ações na primeira semana de vida da criança.
b) Falta de desejo da mãe em amamentar; ansiedade da mãe e família quanto a
introdução alimentar precoce; falta de incentivo e orientação profissional quanto à
importância do AME; falta de registro no protocolo e/ou campo adequado no
SISREDE; registro manual do atendimento. ACS relatam que atualmente não existe o
campo para registro da informação em sua ficha de acompanhamento. Fabiana
14/11/16
c) Estamos dentro do percentual recomendado, realizamos orientações individuais e
coletivas constantes para melhorar ainda mais o indicador. Ricardo Salles 14/11/16
d) Adriana M.C. Siqueira, 28/10/2016. O Centro de Saúde desenvolveu ações para
melhora deste indicador após o 2º ciclo (houve uma queda do 1º para o 2º ciclo),
resultando em melhora considerável no 3º ciclo, mesmo com as dificuldades
relatadas.
e) Indicador não analisado pela unidade.
f) O aleitamento materno exclusivo até o 6º mês ou mais é incentivado pelos
profissionais das ESF e Ginecologista. O retorno das mães ao trabalho pós 4 meses
pode contribuir para o aleitamento misto.Dalva e Sirlândia - 09/11/2016
g) Observamos um bom percentual de crianças em aleitamento materno exclusivo. Tal
fato pode ser fruto do trabalho realizado pela equipe e acadêmicos da PUC para
185
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
sensibilização da importância do aleitamento materno exclusivo para saúde da
criança. Fabiano, Rodney, Leandro. 25/10/16
Houve uma melhora nesse indicador. Porém, de acordo com analise distrital houve
um viés no denominador. Deve ser dado maior enfoque ao aleitamento materno por
todos os profissionais da unidade e em momentos especificos de atendimento
individual ou coletivo das gestantes. Rafaela Sardi de Almeida 07/11/2016
Percebe-se que este indicador precisa ser melhorado e que, provavelmente, seu
resultado está atrelado ao indicador 1.6. Além disso, o fator social mostra-se
relevante na medida em que a lactante vê-se obrigada a retornar ao trabalho, muitas
vezes informal, antes dos quatro meses de vida do RN.
Apasar do indicador estar superior a 100%, analisamos que pode estar
superestimado. Precisa verificar se todos os profissionais estão cientes do
preenchimento deste campo no SISREDE. Manter a orientação e o estímulo ao
aleitamento materno nas consultas e no Grupo de Gestante. Definir estratégias para
visita do 5 dia, com treinamento de auxiliares de enfermagem.
Apesar de tendências históricas de dimunição gradativa deste indicador(fatores
sociais, econômicos, estilo de vida,etc) Equipe aponta como estratégia de ação tanto
no pré natal, quanto na puericultura, orientar e incentivar a amamentação exclusiva
(criação de grupos, palestras, visitas tecnicas, etc). Trabalho também com ACS nas
visitas domiciliares como propulsor e acompanhamento desta prática junto as
puérperas. Melhora em relação ano 2015 (10,4%) Colegiado gesto e gerência
31/10/2016
Após discussão com a equipe, foi salientado a importância de manter as orientações
durante as atividades coletivas, bem como assistencia na sala de vacina e nos
atendimentos individuais de puericultura, com o o bjetivo de melhorarmos o
aleitamento materno exclusivo em crianças até 6 meses.
Indicador acima do parâmetro eperado . Temos um grupo de gestante permanente
em parceria com a empresa RIMA na comunidade, fortalecendo as ações de educaçaõ
em saúde para as gestantes o que impacta diretamente no preparo das mães para a
garantia do aleitamento materno adequado.
KARINA FONSECA
10/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Este dado encontra-se satisfatório, nesta faixa etária e alto o número de mães que
garantem a amamentação de seus filhos. E necessário que este indicador permaneça
alto pois a sabemos o quanto isso influencia na saúde da criança e de sua mãe.
Infelizmente após os quatro meses e muito grande o número de mães que não
conseguem permanecer em amamentação exclusiva, principalmente por questões de
trabalho. Responsáveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane e Claudionice.
16/11/2016
Entendemos ter havido erro na definição da alimentação durante o atendimento nos
protocolos da criança. Justificamos que, orientamos aleitamento materno. Durante o
atendimento é necessário a classificação correta da dieta. Análise feita por Enf.
Andreia, Leonardo, Paulo e G. Denise Dia:07/11/16
As ações para melhoria desse indicador já haviam sido implementadas com o
aumento do vínculo da ESF com os usuários, sensibilizando as mães desde o pré-natal
sobre a importância do acompanhamento na Puericultura, desta forma, conseguimos
um acréscimo de 16% em relação ao percentual anterior, ficando acima da média
parametrizada. RENATA TEIXEIRA. 14/11/2016.
A unidade não analisou este indicador
O indicador do Centro de Saúde Vila Cemig maior do que a meta estabelecida pela
SMSA de 75% e teve um aumento se comparado ao ano de 2015. Cibele Cardoso - 03
de novembro de 2016
186
t) Apesar do percentual não estar fora do preconizado, o fato de não ter apresentado
índice ainda maior, provavelmente se dá, devido a múltiplos fatores como as
questões sociais como a volta precoce ao trabalho bem como as áreas descobertas e
informação inadequada fornecida.
- DS CENTRO SUL
a) Dados ainda imprecisos
b) Apesar do dado anualizado de 2015 ter sido disponibilizado (60/15 - 4) e o dado do 2º
QD 2016 informado ser de 1/1,66 - 60%, não é possível fazer uma análise,
considerando a informação de que esses dados estão inconsistentes e de que estão
sob avaliação do analista. No entanto, se observarmos os números absolutos do dado
anualizado de 2015 em relação ao 2º QD 2016, evidencia-se que houve um
decréscimo, sendo que as causas possíveis podem ser: subregistro; dificuldade no
entendimento do conceito de aleitamento materno exclusivo; baixo índice de
gestante em situação de rua, sendo que no período de gestação ou logo após o parto
elas buscam retornar ao domicílio e território de origem; gestantes residentes no
baixo risco, que muitas vezes apresentam-se como residentes, cadastram e realizam o
pré-natal nesta UBS, mas que são trabalhadoras na área e residentes em outros
territórios, trazem as crianças para acompanhamento tanto aqui como próximo ao
domicílio; perfil da população de rua; perfil da população residente e cadastrada
nesta UBS em sua maioria são de adultos e idosos. Análise: Shirley P Almeida.
Data:10/11/2016
c) Análise, Nome, dd/mm/aa
d) Análise, Nome, dd/mm/aa
e) A Unidade tem trabalhado com o incentivo a amamentação e tem sido uma Unidade
coletora de leite. No último ano devido a falta do profissional pediatra dentre outros
problemas de RH médico, o processo perdeu um pouco da sua força, mas estamos
aguardando a situação se estabilizar e a realização da oficina Amamenta Brasil em
10/11/2016 para retomar a discussão - Solange Beirão - 08/11/2016
f) O baixo indicador pode ser explicado pelas seguintes situações: falta de anotação em
prontuário eletrônico dos atendimentos de puericultura no Sistema Sisrede por
dificuldades de acesso em 2016 que ocasionam falta de alimentação do indicador;
retorno precoce das mães ao trabalho informal em função da crise econômica
brasileira (mães não amparadas pela licença maternidade, mães solteiras e/ou
abandonadas pelos companheiros); alto absenteísmo das crianças às consultas de
puericultura; baixa compreensão das famílias quanto à importância do aleitamento
exclusivo e da puericultura; reduzido apoio dos empregadores e das famílias à mulher
lactante. Simone Couto/ESF/07/11/2016
g) Dados ainda imprecisos
h) Dado inconsistente: 5,4% em 2015 e 107% no 2º QD 2016. Entretanto, podemos
ressaltar que diversas ações têm sido feitas nessa UBS com relação ao aleitamento
materno: capacitação da equipe; grupos de gestantes; Estratégia Amamenta Alimenta
Brasil.
11/11/2016 – Vanessa, Isabella, Liliane, Karla, Lúcia e Camila
i) Melhorar este indicador é um desafio. O perfil da população com alto índice de
vulnerabilidade favorece ao desmame precoce, muitas mães trabalham em atividades
não regulamentadas e por necessidade retornam ao trabalho antes dos 3 meses.
Muitas não tem o interesse em amamentar.
A abordagem sobre o aleitamento nas consultas de pré natal, contribuem para a
desconstrução de mitos, orienta quanto a importância e incentiva à essa prática.
187
A oficina amamenta Brasil trouxe reflexão para toda a equipe. Além de
esclarecimentos e alinhamentos sobre alguns conceitos.
As ações do "Quinto Dia" permitem abordagens capazes de prevenir o desmame
precoce, além dos cuidados essenciais com o RN. Alessandra / Regina / ESF / 14 / 11
/ 2016
j)
Dados ainda imprecisos
k) Dados ainda imprecisos
- DS LESTE
a) As equipes avaliam que houve uma melhora substancial nesse indicador e atribuem
essa melhora às ações que foram implementadas pelas equipes sobre a importância
do aleitamento materno e acreditam que após a sensibilização ocorrida pela oficina
da estratégia amamenta, alimenta Brasil, todos os funcionários da unidade
reconhecem essa importância.
b) Nossa unidade é referência em aleitamento materno, com posto de coleta de leite
humano em atividade, incentivando o aleitamento exclusivo. Patricia Roberto
11/11/16
c) 09/11/16. A equipe avalia como muito baixo este indicador. O mesmo mostra a
dificuldade hoje em captar as crianças precocemente e garantir o acompanhamento
de acordo com o protocolo, tbm reflete a nossa assistência no 5 dia integral, na
puericultura com 09 consultas e talvez na informação inadequada no protocolo.
Percebemos que somos uma unidade coletora de leite humano com todas as
atribuições necessárias para este fim. Mas que infelizmente não estamos conseguindo
fazer uma diferença desta importância com as mães. Vamos investir mais pesado em
propostas para garantia de melhoria deste indicador. Solange e equipe
d) Em analise pediatra e generalista informa erro no sistema gestão impossibilitando de
gerar este indicador, mas observa-se que apesar das orientações durante o pré-natal
e puericultura pouca sensibilização das mães em relação a amamentação exclusiva
apesar do perfil social de nossas usuárias. Edna e Glória 14/11/2016.
e) A equipe deseja manter e vem investindo em capacitações e realização de grupos
com gestantes para incentivar o aleitamento materno exclusivo. Como a população é
predominantemente classificada como baixo risco espera-se um grande percentual de
mães inseridas no mercado de trabalho, o que limita a amamentação exclusiva.
Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes Taveira, Luciana de Carvalho Mariosa,
Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira Costa 08/11/16
f) Importante ressaltar a necessidade de redefinir novas estratégias para
acompanhamento e incentivo as mães para realizar aleitamento materno. É possível
que o desconhecimento dos profissionais na utilização dos protocolos, interfira neste
indicador. Douglas Aparecido Fernandes Silva. 11.11.16
g) Sabendo da importância do aleitamento materno exclusivo na formação e
desenvolvimento da criança temos investido em ações multiprofissionais na
sensibilização das famílias para o incentivo da alimentação materna exclusiva, vimos
melhora neste indicador ao longo do tempo, porém ainda percebemos possibilidade
de melhoria, para isso realizamos recentemente a oficina da estratégia amamenta
alimenta Brasil e pretendemos iniciar as ações propostas durante a oficina para
melhoria no atendimento e do indicador por consequência, prazo em janeiro de 2017.
188
h) Dado preocupante, sobretudo em se tratando de uma população de risco social alto.
Necessita maior abordagem com as famílias.
ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
i) Comparando o índice de 79% em 2016 ao índice de 18,8% em 2014/2015 avaliamos
que nossa ação para o fortalecimento do aleitamento materno tem surtido efeito e
que estamos no caminho assertivo para atingirmos a meta de 100%. O fortalecimento
do binômio mãe e filho é nosso alvo para conseguirmos que em 2017, 85% de nossas
crianças possam ter o aleitamento materno exclusivo durante os 3 primeiros meses
de vida.
j) Apesar do bom índice precisamos melhorar nosso desempenho com ações de
promoção ao aleitamento materno. Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
k) Marcílio Amaral - 18/10/16: o indicador apresenta uma melhora significativa em
relação a períodos anteriores. Ao nosso ver a maior utilização do protocolo da
criança, inclusive pela pediatra da unidade é o principal fato;
l) Novamente temos que considerar a instabilidade do sistema gestão. Nessa faixa
etária temos um número considerável de pais que fazem convênios para os filhos. É
certo que 72,7% revela que precisamos melhorar esse indicador e, principalmente
clarear essa informação de quantos nessa faixa etária estão na saúde suplementar.
Vera Lucia de Oliveira. 07/11/2016,
m) Esse dado representa uma evolução nesse indicador, se compararmos a última
avaliação realizada, mas ainda passível de melhora tendo em vista a importância do
aleitamento materno.
n) O dado reflete a necessidade de investimento das ESF em ações para manutenção do
AME e também registro correto do tipo de alimento recebido em campo estruturado
no Protocolo da Criança. Regina Cele de Souza 10/11/2016
- DS NORDESTE
a)
b) O acompanhamento da puericultura é um grande desafio na nossa unidade de saúde.
As equipes têm feito um grande esforço para ofertar consulta de puericultura
conforme protocolo da SMSA, entretanto existe um alto absenteísmo à consultas,
sobretudo se a criança esteve na UBS com queixa aguda no mês de retorno. Ainda se
observa que algumas famílias têm acesso á rede privada, e dispensam o atendimento
da UBS. Cerca de 20 % da população da área de abrangência do CSC é de baixo risco.
O plano de ação para melhoria do acompanhamento da puericultura do CSC
comtempla as seguintes ações: 100% das crianças atendidas no SIRED; Grupo de
puericultura; busca ativa das crianças faltosas às puericulturas; planilha de registro de
acompanhamento das crianças de 0 a 2 anos; realizar ação do 5º dia, instituir os 10
passos da alimentação saudável para as crianca e por último, manter o o cadastro das
crianças atualizado. Marolina A B Santos 07/11/16
c) O índice de aleitamento materno tem melhorado de forma significativa de acordo
com os indicadores do sisrede em algumas das equipes da unidade . Houve uma
melhora geral .avaliamos que a intervenção junto aos ACS s e a equipe de
enfermagem para a consulta do quinto dia e a proposição da visita imediatamente à
chegada da mãe em casa tem sido um fator importante para esta conquista.M . Lúcia
Pujoni-16-11-2016.
d) O acompanhamento da pré-natal é um grande desafio para as equipes do CSC. Em
2015 o acompanhamento das gestantes foi muito abaixo do preconizado. Esta
informação provocou a equipe para entender as razões do baixo acompanhamento
189
do Pré-natal. Ainda não finalizamos a coleta de dados, mas em uma análise preliminar
foi identificado que as mulheres encaminhadas para PNAR não são registrados os
atendimentos do prontuário eletrônico, inclusive as gestantes atendidas no HOB.
Também foi identificado muitos atendimentos na UBS fora do sistema/realizados por
preceptores da UNIFENAS e UFMG. Ainda foram encontradas gestantes que iniciaram
o atendimento da rede SUS e migraram para a rede privada ou o contrário. Os
problemas são muitos, entretanto o exercício que as equipes têm realizado é o
registro do atendimento clinico das gestantes em uma planilha. O mais importante é
saber a trajetória da gestante durante o pré-natal.
e) A ESF reconhece a importancia desde a Gestação informar para a gestante a
importancia do aleitamento materno e seus benefícios, e reconhecer no pós parto
imediato as dificuldades que a gestante possa ter neste processo.O ACS tem papel
fundamental no reconhecimento de possíveis problemas e juntamente com a equipe
oferecer esclarecimentos e soluções na tentativa de manter o aleitamento materno o
maisor tempo possível.
f) A captação precoce dos RN´s, ainda no 5º dia tem sido um esforço comum das
equipes na unidade. O agendamento imediato da consulta de puericultura à admissão
da criança na sala de vacinas, a disponibilização às ESF´s da listagem de altas das
maternidades emitida pela GERASA, o contato da Alta Responsável, as planilhas
manuais de controle do gestantes fazem parte do rol de ações rotineiras da unidade.
Temos a execução de grupos operativos com mães de crianças menores de 1 ano com
a inserção de acadêmicos das diversas áreas de formação que atuam na unidade.
Ainda, caminhamos para o estabelecimento de agendas eletrônicas de todos os
profissionais para facilitar os processos de agendamento na recepção quando na
procura espontânea da puérpera. Mecanismos de busca ativa de faltosos são
adotados pelas equipes, mas não são suficientes. Os fatores sociais influenciam
diretamente o indicador (filhos de mães adolescentes e/ou usuárias de drogas, mães
que trabalham fora e deixam suas crianças em creche, situação de rua). As planilhas
de controle manual são instrumentos que auxiliam, mas ainda há equipes que não as
adotaram. Existem ainda a cultura de que somente o pediatra deve acompanhar o
estado de saúde da criança, colaborando para a ausência às consultas quando
agendadas para outro profissional. A unidade não possui pediatra há mais de 1 ano.
Muitas das crianças são encaminhadas para puericultura nas ofertas das escolas de
Medicina, onde não há a utilização do SISREDE, perdendo assim, o registro do
atendimento. Anar 24/10/2016
g) Precisamos definir estratégias para enfrentamento do problema. A avaliação precoce
do enfermeiro como ação do 5º dia, registro adequado e sensibilização da equipe
para acolher a nutriz quando em dificuldade com a amamentação, implantação de
grupo de gestantes com enfoque na orientação e preparação para o aleitamento
materno, captação precoce na sala de vacina no dia do teste do pezinho.
h) Muitas crianças são cadastradas na unidade mas só fazem a vacina e o controle e
todo realizado fora , nos planos de saúde.Outro fator que interfere neste indicador , e
quando a criança e atendida no agudo e os médicos fazem a medição de peso ,altura
e orientam alimentação.No dia da puericultura elas não vem.Faremos uma ação de
sensibilização dos médicos para atendimento dentro do protocolo correto.
i) Análise, Nome, dd/mm/aa
j) O aleitamento materno é um ato de fundamental importãncia para garantir uma
melhor proteção , promoção e desenvolvimento das crianças. A amamentação
exclusiva para crianças até o sexto mês de vida é a estratégia que mais previne
mortes infantis , além de promover a saúde física , mental e psiquica da criança e da
mulher que amamenta , segundo o Ministério da saúde (2009). A baixa adesão ao
190
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
aleitamento materno exclusivo (AME) constitui um sério problema de saúde pública,
sendo necessário implantar estratégias de melhoramento dos seus índices.
Atribuímos este resultado baixo no Centro de Saúde Maria Goretti (indicador de 2014
– 13%) a falta de informação quanto ao uso correto do sistema (gestão) e seus
recursos, e ao sub registro dos atendimentos realizados. A proposta de ação para
melhoria do indicador é reforçar com a equipe a orientação à gestante e a mãe,
durante o pré natal e durante as consultas de puericultura, quanto aos benefícios da
amamentação, as desvantagens do uso de leites artificiais ou outros tipos de
alimentos, desfazendo os mitos que elas trazem e incentivando a prática da
amamentação exclusiva, prevenindo e tratando as possíveis complicações que
possam surgir estando próximo das mães durante a gestação e após o parto,
contribuindo dessa forma para a formação da autoconfiança e sucesso da
amamentação.
Outra proposta que melhora o indicador é o agendamento precoce da primeira
consulta de puericultura na sala de vacina. É imprescindível a avaliação do recémnascido e da mãe o mais precocemente possível para o sucesso da amamentação.
Thais Oliveira , 28/10/16
a qualidade das orientações durante o pre natal, 5º dia e puericultura pelo
enfermeiro e medico refletem esse dado. a equipe se desdroba para que a mãe tenha
todo apoio possivel para que se mantenha em aleitamento materno. para alem disso,
as mães que tem dificuldade na amamentação ou entram em desmame, são
assistidas pelos enfermeiros para que sintam se segurar para manter o aleitamento
materno ate 4 meses. Raquel, 15/11/16
Apesar de não termos neste capo informações referente ao aleitamento materno,
sabemos que este índice é muito baixo em relação ao esperado. Estamos
estruturando ações que visam sensibilizar os profissionais para abordagem junto ás
mães nas consultas e nos cursos de gestantes. O 5º dia também e a visita do
enfermeiro no domicílio também representam ações importantes para melhorar esta
condição e o indicador. anállise feita pelos enfermeiros Rildo e Nara e pelo gerente
José Antonio Calixto.
O centro de saúde é uma unidade de saúde referência da coleta de leite humano. E
anualmente a equipe responsável por este projeto de coleta de leite humano realiza
uma sensibilização a toda ESF em relação a prática do Aleitamento Materno exclusivo
nos primeiros 6 meses de vida, nas visitas domiciliares pelos ACS, em sala de espera,
consultas médicas e de enfermagem, sala de vacinas, grupo de gestantes; realizar as
ações do 5º DIA com ênfase na importância do aleitamento materno exclusivo. Mas
também temos como ponto dificultador a falta de registro no sistema de produção
que informa sobre o aleitamento materno. A ESF realiza esta sensibilização desde a
gestação até o pós parto e a inserção da criança na puericultura. Priscilla 09/11/2016
Análise, Nome, dd/mm/aa
Durante as consultas de pré-natal, na abordagem das ações do 5º dia, e nas consultas
de puericultura os profissionais orientam quanto a importância do aleitamento
materno exclusivo, estimulam as mães a não introduzirem aleitamento artificial, mas
muitas precisam retornar ao trabalho. Ainda não temos banco de leite na
unidade.Jacqueline 10/11/2016
Análise, Nome, dd/mm/aa
Sabemos que o nosso indicador está muito ruim neste quesito. Esperamos que com
as medidas adotadas para atendimento de 5º dia tenha um bom impacto neste
indicador com o atendimento ao binomio mãe-filho pela equipe verde e a vinculação
do teste de pezinho e atendimento do enfermeiro na unidade para as outras equipes.
A capacitação de ACS e auxiliares de enfermagem também vem sendo fomentada e
estimulamos a participação de todos os profissionais para o Sentido do Nascer.
191
r) Investir e sensibilizar os profissionais (Enfermeiro/Médico) quanto ao uso e
preenchimento correto do protocolo de saúde da criança; incentivar a prática do
Aleitamento Materno exclusivo nos primeiros 6 meses de vida nas visitas domiciliares
pelos ACS, em sala de espera, consultas médicas e de enfermagem, sala de vacinas,
grupo de gestantes; realizar as ações do 5º DIA com enfase na importância do
aleitamento materno exclusivo. As ESF percebem uma dificuldade maior na
manutenção do aleitamento materno em mulheres a partir do segundo filho que
partem para o uso dos alimentos industrializados em detrimento do aleitamento
materno exclusivo. KENIA RIBEIRO GABRIEL-10/11/2016
s) A ausencia do pediatra na unidade, somado ao preconceito em relação ao
acompanahmento de outros profissionais que não seja o pediatra, dificultam este
acompanhamento. Porém houve um aumento em relação a média do ultimo ano.
Novamente observa as constes revisitas a este tema, aimportancia do resgistro e ao
empenho das equipes.Vanessa Vida 01/11/16
- DS NOROESTE: Não avaliaram
- DS NORTE
a) Devido ao acompanhamento sisstemático de toda a equipe, orientações realizadas
pelos acs, consulta do 5º dia que fortalecem o aleitamento materno.
b) 4- Aleitamento materno exclusivo em menores de 04 meses: Esse indicador é
considerado muito bom pela OMS (90 a 100).
c) Análise: A importância do aleitamento materno exclusivo nem sempre é considerada
por muitas mães, devido as dificuldades enfrentadas e até mesmo falta de desejo.
Não há incentivo em maternidades privadas e mesmo no HRTN. Relato de mães que
retornaram das maternidades e consulta particular de pediatria com bebê recebendo
complemento! Mas nos surpreende que esse índice esteja tão melhor. Bom sinal. O
trabalho de educação as mães é realizado. Dulce, 09/11/16 .
d) Comprarando-se os resultados alcançados nos dois últimos anos (2015 = 77,7% e
2016 = 83%), percemos um leve aclive na curvatura do gráfico, e isso se deve, ainda
muito, ao culto às fórrmulas. Essas, muitas vezes, são indicadas precocemente pelos
profissionais de saúde, "entendidas como de melhor qualidade, pelos menos
informados e até mesmo como uma forma de "status". A IBFAN (Rede Internacional
em Defesa do Direito de Amamentar), tem atuando, monitorando, as proibição das
propagandas, exposições diretas e promoções dessas fórmulas; entretanto ainda não
é o suficiente. O aleitamento materno exclusivo, até os 06 meses de vida, tem sido
trabalhado, desde o início da gestação, no Grupo de Gestantes, no atendimento das
enfermeiras das ESF, juntamente com as residentes do HFS e também nas consultas
de puericultura e nas VD realizadas pelos ACS"s. Além do real uso da fórmulas, pontos
como a falta de atualização ou informação correta do endereço residencial do
usuário, a existência de áreas com insuficiente cobertura e/ou qualidade da
informação no SISREDE, além do atendimento de algumas crianças, sem
evoluçao/regisro no protocolo específico e o não preenchimento do campo "Leite
Materno Exclusivo" também contribuem para esse aumento pouco significativo no
percentual de menores de 03 m e 29 d. Mas as ações como melhoria na capacitação,
para as ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, assim como o
atendimento da residentes em obstetrícia, a ação do 5° dia ser contada como vaga
zero e a atuação dee um tutor do Projeto Amamenta e Alimenta Brasil, tem já
mostrado um maior horizonte a se alcançar.
Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília; Data: 09/11/2016.
192
e) A unidade identifica falhas no processo de orientação, sensibilização e condução das
gestantes quanto ao aleitamento materno, caracterizadas pela ausência de ações
coletivas de educação em saúde, acesso dificultado para abordagem especifica do
aleitamento e desconhecimento dos pontos de apoio disponiveis na Rede SUS BH . A
utilização inadequada das ferramentas do SISREDE também se mostra relevante no
processo gerando subregistro das informações.Avalia-se que isso é reflexo da
instabilidade e inoperância do Sistema de Informação (GESTÃO) nos últimos meses,
impedindo a equipe de lançar os dados no prontuário do paciente. Responsável:
Denise Camargos. Data: 07/11/16
f) Há nas consultas informações e orietnações no pós parto sobre aleitamento materno
e seus benefícios a criança, de acordo com nossos controle físico a maioria das
crianças se alimentam com leite materno excluisivo com pequenas exceçoes.
Exemplo: mãe com depressão pós parto; pre maturo etc. Fernanda / Natália e Sandra
25/10/2016
g) Orientar e incentivar as puérperas da unidade a manter o aleitamento materno
exclusivo nos seis primeiros meses de vida da criança é função de todos os membros
da Equipe de Saúde da Família. Essa orientação se inicia durante o pré-natal,
perpassando pela visita do 5º dia e se estendendo a consulta puerperal e as consultas
de puericultura. Além disso, é fundamental que as Agentes Comunitárias de Saúde
orientem as puérperas sobre a importância do aleitamento durante as visitas
domiciliares mensais. Outro item relevante levantado pela equipe é a importância
do registro de forma correta no prontuário eletrônico, pois algumas vezes o registro
inadequado ou a falta de inforamção ainda acontece. Data: 08/11/2016
Responsável: Equipe do Centro de Saúde Guarani.
h) Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: Registro adequado no prontuário da criança; incentivo / orientação sobre o
aleitamento materno durante as consultas de pré-natal e puericultura.
i) Falta do Acs para registro adequado dos dados; indisposição materna para o
aleitamento materno exclusivo, apesar das orientações, retorno da puérpera rápido
ao trabalho (muitos casos de autônomas); mães que não se co-responsabilizam pela
necessidade do AME, demanda excessiva para o profissional de saúde, que acaba por
se descuidar das orientações necessárias para a mãe, baixo incentivo familiar para o
AME ( vínculo familiar irregular).
j) A ESF avalia que o indíce alcançado atingiu as expectativas comparado á
parametrização de 75% , porem esta atividade exercida pela equipe multiprofissional
é um trabalho constante de sensibilização e orientação aos pacientes nas salas de
espera do serviço como tambem nas consultas individuais com o pediatra de apoio da
unidade. A equipe deve estar sempre atenta ao registro adequado do atendimento no
sistema relacionada a informação "alimento que a crianca recebe" devido aos erros
de acesso , não sendo realizado o registro e orientação correta sobre o aleitamento
. Outro fator importante apresentado é a questão sócio -econômica da familia que as
vezes dificulta o aleitamento materno exclusivo ,como tambem o treinamento de
novos profissionais no sistema, e finalmente pensando na melhoria continua deste
indicador devemos orientar as mães profissionais liberais (faxineiras manicures e
etc, ) que ao retornarem para o trabalho precocimente, antes do término da licença
maternidade as mesmas devem se organizar e planejar formas de manterem o
aleitamento materno por pelo menos seis meses para assegurar uma imunidade
adequada a seus filhos . Andréa Moreira Rocha de Brito BM 41168-3
k) Análise: Não registro de atendimento pelo profissional pediatra no gestão e dispensa
de acordo com protocolo, rotatividade de profissionais, equipe incompleta, recursos
materiais e físicos insuficientes, sistema de informação deficiente, não registro das
ações do 5 dia integral.
193
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
O dado demonstra o incentivo de toda a equipe para a sensibilização das mães
quanto a importãncia do aleitamento materno. Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/
Camila/ Sibele (31/10/16)
Análise:
- Matriciamento limitado, devido à falta do Ginecologista de apoio;
- Pouco investimento na atualização dos protocolos de assistência e vigilância à saúde
da mulher e cuidados com o pré-natal;
- Capacitações e treinamentos além de insuficientes, não contemplam toda a equipe
multiprofissional;
- População em área de extrema vulnerabilidade e condições sociais fragilizadas
- Limitações na contra-referência da Maternidade de referência; Responsável:
Carolina Medeiros. Data: 10/11/16
Análise: O baixo percentual de crianças em aleitamento materno exclusivo até os 4
meses de vida pode ser um reflexo do registro inadequado dos profissionais de saúde
no Prontuário Eletronico; existência de condições de vulnerabilidade na área de
abrangência (exemplo: usuário de drogas, gestantes adolescentes) relacionadas a
desmame precoce. Realizar ações educativas de orientação e estímulo ao aleitamento
materno exclusivo. Fortalecer atividades de orientações nutricionais da gestante e
criança. Sensibilizar os profissionais para orientação adequada e estimulo ao
aleitamento materno. Cléris Blanco de Souza. 03/11/2016
Neste indicador obtivemos um valor de 96,9% dentro do período avaliado, em
período anterior obtivemos um valor de 83,1% Este resultado alcançado condiz com
nossa realidade e com o processo de trabalho instalado no Centro de Saúde Novo
Aarão Reis, uma vez que temos na unidade um ambulatório de amamentação, além
disso as ESF realizam visitas domiciliares para incentivar o aleitamento materno e
somos posto de coleta de leite humano. A equipe da unidade foi treinada para que o
dado seja alimentado corretamente, o que é evidenciado com a melhora do
resultado. Camila Vieira 03/11/2016
Equipe descoberta de Pediatra desde julho/16 devido a férias premio de servidor
municipalizado com intenção de aposentar. Necessidade de capacitar e sensiblizar
mais as equipes enquanto a importancia do aleitamento materno exclusivo.
O aumento em 16,8¨% neste Indicador demonstra a importãncia da vinculação da
gestante ao Pré-natal, à Puericultura e principalmente aos profissionais atuantes na
Unidade Básica de Saúde que estão a cada dia reforçando os benefícios desta
prática.IConseguimos ultrapassar a meta para este indicador que é no mínimo de 75%
de crianças de com idade até 03 meses e 29 dias em aleitamento materno
exclusivo.Isabella de Aguiar Melo Cardoso, 23/09/2016
Análise, Nome, dd/mm/aa
Sensibilização das ESF/ ACS para melhoria da captação das crianças da área de
abrangência; qualificação dos registros; ampliação da cobertura; atendimento
compartilhado (ESF + NASF + ODONTOLOGIA); Ações de promoção de saúde (sala de
espera, grupos de gestantes, grupo de puérperas, aleitamento materno). Captação e
fortalecimento das ações na primeira semana de vida; Suporte e assistência ás
possíveis dificuldades das mães em aleitamento. Capacitação dos profissionais para
atendimentos mais qualificados às crianças durante as consultas e visitas domiciliares.
(Avilmar Carvalho e ESF) (09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Verifica-se que em 2015 o aleitamento materno exclusivo foi de 70,50% estando
abaixo do esperado em 4,5. No entanto, cabe ressaltar os problemas do SISREDE e a
falta do pediatra na unidade neste período.
194
b) 78,3%. Apesar do indicador está ligereiramente acima da meta, o incentivo ao
aleitamento materno continua sendo um grande desafio para equipe e ainda
contamos com o sub-registro. A garantia da oferta de puericultura é imprescindível
para melhorar este indicador.
c) Observamos que atingimos a meta neste quadrimestre. Percebemos que houve
ajuste neste indicador, com estratificaçao da população até 04 meses. Neste
sentido,os esforços da equipe de conscientização das gestantes no pré natal sobre a
importancia do aleitamento, a atenção as maes e rn no 5º dia saude integral , a visita
domiciliar da equipe, a parceria com a maternidade de referencia com capacitações
para os profissionais , visita das gestantes e alta responsável .todo este investimento
da gestão e dos profissionais corroborou para que este indicador fosse bem avaliado
d) O C. Saúde Conjunto Betania está com 76% de crianças com aleitamento materno
exclusivo sendo que o parametro é de >75% .
e) Nossa unidade não atingiu o parametro de 75% de proporção de crianças com idade
de ate 3 meses e 29 dias em aleitamento materno exclusivo, no segundo
quadrimestre de 2016.Entretanto,considerando o ano todo de 2015 a unidade atingiu
uma proporção ate maior do que a do parametro, o que nos faz ter como hipotese
sub-registro, tendo em vista, as dificuldades do sistema gestao no segundo
quadrimestre de 2016.Outra hipotese, associada a este assunto refere-se ao retorno
de diversas maes ao mercado de trabalho, devido a crise economica atual, nao
possibilitando o aleitamento materno exclusivo.
f) Índice de 23%. O índice revela que apesar das orientações individuais e em grupo o
desmame precoce permanece alto. Intervenções familiares e da comunidade se
destacam como motivadores para o desmame.
g) Este indicador está dentro do parâmetro desejado , o desafio consiste em mante-lo
acima da media ,intenficando as açoes do PSF no PN ,orientando a gestante sobre a
amamentação ; durante a puericultura incentivar o aleitamento materno; captação
precoce e acompanhamento de mães que apresentam maior risco de desmame.
h) A prevalência de crianças atendidas de até 4 meses em aleitamento materno
exclusivo subiu de 84,8% nos dois primeiros ciclos para 100% no 3º ciclo. Acreditamos
que a melhoria do indicador deve-se a capacitação de 3 membros das ESF
(Enfermeiras) terem feito o treinamento ofertado pela MOV sobre aleitamento
materno, o reforço das ações do 5º dia , a captação pela sala de vacina das mães
com problemas para amamentar,discussão no matriciamento de pediatria desde o 1º
ciclo sobre o registro correto no sistema Gestão .
Mesmo com este indice alto estamos consideramos que este indicador precisa ser
melhor discutido.
i) Em 2015 este indicador estava abaixo da meta . Em 2016 este índice está acima do
esperado devido ações de um acompanhamento mais atento das equipes às
gestantes em relação ao aleitamento materno. As equipes vão continuar com as
ações procurando aumentar cada vez mais sua vigilância .
j) houve diminuição do percentual de 80 em 2015 para 71,40% até o segundo
quadrimestre de 2016, fato preocupante. Uma hipótese seria de que a diminuição de
grupos de puericultura no primeiro mês de idade afetou o indicador.
k) Constatamos um incremento de quase 100% na quantidade de crianças em AME ate
os 3 meses de idade. Isto pode estar relacionado, além da maior adesao por parte das
maes e manter o AME, também pode ser relacionado à melhora do registro desta
açao em prontuario eletronico.
l) Análise: Este indicador melhorou muito em relação ao ano de 2014. Estamos com
87,3% de crianças em aleitamento materno exclusivo. Pela ficha de qualificação o
denominador deveria contemplar apenas as crianças menores de 4 meses. O que
podemos pensar a respeito deste dado?
195
m)
n)
o)
p)
Isto se deve realmente ao baixo índice de aleitamento materno: as condições de vida
da população ou ao registro correto? O incentivo ao aleitamento materno durante as
consultas e os grupos operativos continua sendo um grande desafio em saúde
pública, considerando-se o alto índice de desmame precoce. Estes problemas podem
ser minimizados através de ações sistematizadas de incentivo ao aleitamento
materno desde o pré-natal, nos grupos de orientações direcionadas a este tema,
como também durante no pós-parto e na puericultura, o teste do pezinho e vacinas,
captação precoce e acompanhamento de mães que apresentam maior risco de
desmame (baixa renda, adolescentes, baixa escolaridade).Na prática cotidiana,
percebe-se falta de motivação das mulheres para a manutenção da amamentação e
introdução precoce de formulas infantis, concomitante ou em substituição ao leite
materno. Somos o Centro de Saúde que participou da estratégia Amamenta e
Alimenta Brasil.
no Centro de Saúde Vila Imperial a média de crianças em aleitamento materno
exclusivo foi 53,2% no ano de 2015 evoluindo para 56,3% no 2º quadrimestre 2016,
mesmo assim ficando aquém a média regional de 77,1% e meta municipal de 75%.
consideramos que o percentual alcançado pelo centro de saúde deixa muito a
desejar, sendo considerado um dos nossos maiores desafios. Por isso temos como
missão a elevação desse percentual trabalhndo na captação precoce e atendimento
adequado no pré-natal, ação do 5º dia, avaliação de condições socioeconomicas,
ações educativas para gestante e puerperas.
Percentual de aleitamento materno exclusivo , em crianças atendidas e com idade até
4 meses, quando comparamos os anos de 2015 (71,8%) e 2016 ( 100%), parametro
igual ou superior a 75%, podem estar sinalizando alguma inconsistência nos dados.
Mas o caminho apontado por este indicador sugere que ações foram e devem
continuar a ser implementadas com objetivo de incentivar o aleitamento materno
no pré-natal, avaliação do 5º dia de nascimento, na puericultura, sala de vacinas e etc.
Problemas de registro nos atendimentos e falhas na extração dos dados podem ter
impactado este indicador. Os ACS nesta Unidade já estão sendo sensibilizados sobre
a forma correta de registrar estes dados e importância de conhecer as gestantes e as
crianças por faixa etaria dividindo até 4 meses;até 7meses; até 1 ano; até 2 anos.
Percentual de aleitamento materno exclusivo , em crianças atendidas e com idade até
4 meses, quando comparamos os anos de 2015 (66,4%) e 2016 ( 105%), parametro
igual ou superior a 75%, podem estar sinalizando alguma inconsistência.Sinalizam a
necessidade de discutir com as as Equipes para procurar sensibilizar e estimular o
aleitamento materno exclusivo e cuidados com o cadastro. Necessidade de
qualificação do registro de número total de crianças até 4 meses.Os ACS nesta
Unidade já estão sendo sensibilizados sobre a forma correta de registrar estes dados
e importância de conhecer as gestantes e as crianças por faixa etária .dividindo até 4
meses;até 7meses; até 1 ano; até 2anos.
.Proporção de crianças com idade até 03 meses e 29 dias em aleitamento materno
exclusivo no segundo quadrimestre de 2016 no CSWL = 84,2%. O parâmetro
esperado é de mais que 75% das crianças nesta faixa etária em aleitamento materno
exclusivo . As equipes trabalham continuamente com o incentivo ao aleitamento
materno com a comunidade e durante o período de acompanhamento do pré-natal e
puericultura. O indicador de 84,2% reflete o que os profissionais experimentam no dia
a dia.
- DS PAMPULHA
196
a) O indicador apresentou variação negativa nas duas últimas séries históricas
analisadas. A Unidade implementará estratégias que contribuam para o aleitamento
materno exclusivo. Igor Rezende Gomes, 01/11/16.
b) Neste quesito, os dados apresentaram uma queda com relação ao período de
avaliação anterior, e algumas ações já estão em andamento, tais como: -treinamento
dos profissionais em tudo que se relaciona com o universo materno infantil; socialização dos dados para discussão, sensibilização do profissional e tracejamento
de novas estratégias de ação. Manayá e Maria Lúcia, 07/11/2016.
c) Aparecida Campos, 28/10/16. Os dados também melhoraram em relação ao ano
anterior mas houve uma variação negativa entre o primeiro e segundo quadrimestres.
A assistência ao PN e puerpério acrescidas às ações do 5º dia proporcionaram o
avanço.
d) Houve uma melhora neste indicador, porém acreditamos que possamos melhorá-lo
com trabalho mais efetivo com a gestante durante o pré natal desde a abertura do SIS
Pré Natal, passando pelas ações do 5º dia e durante todo o acompanhamento da
puericultura. Júnia Ribeiro 28/10/16
e) Nota-se uma melhora significativa deste indicador, o que demonstra que as ações
propostas anteriormente surtiram efeito. A equipe está sensibilizada para manter a
vigilancia a fim de manter e melhorar este indicador. Cristina, Fernanda, Juguimar,
Alessandra e Vanessa. 10/11/16
f) Verificamos grande queda nesse indicador (de 91,7 para 42,9) provavelmente devido
a ausência da pediatra e ao acompanhamento rotineiro dos ACS (alem do número
reduzido estiveram bastante envolvidos com a Dengue no primeiro semestre). Eliane
11.11.16
g) Análise, Nome, dd/mm/aa
h) Identificamos que houve uma melhora desse indicador em relação ao quadrimestre
anterior mas precisamos intensificar o incentivo ao aleitamento materno através de
ações educativas para as gestantes orientando sobre a importância do aleitamento
materno exclusivo. Diógenes. 09/11/16
i) identificamos uma melhora deste indicador o que demostra que as ações
desenvolvidas pelas equipes de Psf surtiram efeito, a equipe esta sensibilizada para
manter este dado em linha ascendente, Silvana Silvania ,mariana e
Daniela.11/11/2016
j) Identificamos uma melhora no inicador com aperfeiçoamento das buscas ativas dos
ACS, capacitação dos Auxiliares de Enfermagem. Além disso, com a qualificação do
registro de produção dos ACS, foi possível ter um dado mais apurado.
k) Tivemos uma melhora de 50 % em relação aos dados de 2015, apresentando uma
porcentagem de 91,7% em 2016, referente a proporção de crianças com idade de até
03 meses e 29 dias com aleitamento materno exclusivo; Contudo continuaremos a
realizar incentivo e orientação da importancia desde o Pre Natal e a puericultura.
Valter e Fernanda 10/11/2016
l) Observamos um aumento no indicador, possivelmente pelo treinamento de toda a
equipe de ACS quanto a importancia do aleitamento materno exclusivo. Renata
Nunes 28/10/16
m) Análise: Na UBS, são mantidas orientações e ações sistematizadas de incentivo ao
aleitamento materno.São prestadas instruções individuais e em grupos durante o prénatal, no pós-parto (ações do quinto dia de vida) e puericultura; e acompanhamento
de mães que apresentam maior risco de desmame. Afim de melhorar os dados,
torna-se essencial o aprimoramento de grupos operativos durante o pré natal e após
nascimento para as mães, encorajando o aleitamento materno exclusivo conforme
faixa etária recomendada, desmistificando mitos e tabus quanto ao aleitamento,
197
realizando dinâmicas instrutivas e esclarecendo as possíveis complicações da mama
puerperal. CASSIA QUINTAO, VANESSA, LUCIANA, JESSICA E JULIO.03/11/2016
n) Análise: Dados demonstram melhora em relaçao ao último quadrimestre, mas ainda
há necessidade de aprimoramento das ações educativas para gestante e famílias,
enfatizando as orientações sobre a importância do aleitamento materno, dando
suporte às dificuldades que as mães venham a apresentar. Iniciado a coleta do banco
de leite humano e grupo de gestantes enfatizando o aleitamento materno, orientar a
amamentação precocemente desde o inicio do pre-natal, manutenção e divulgação
do grupo de gestante por toda equipe da UBS, abordar a técnica de amamentação em
consuta de pueircultura mesmo que não seja uma demanda da mãe.ENI DA SILVA
BRAGA - 19/10/16.
- DS VENDA NOVA
a) Tivemos na unidade um grande empenho das equipes para aumentar este índice que
era muito ruim 9(14,10). Mas ainda temos que aumentar este dado visto a
importância do aleitamento materno exclusivo nos 6 primeiros meses de vida da
criança e também o benefício para a mãe. Fernanda Dias Vieira, 27/10/16
b) Análise: As Equipes procuram orientar efetivamente as gestantes durante as
consultas de pré-natal/Sala de vacina/visitas e Açoes do 5º dia acerca da importância
do aleitamento materno exclusivo, porém algumas questões culturais e sociais
relacionadas à população da área de abrangência ainda são desafios. Muitas crianças
são cuidadas pelas avós enquanto as mães trabalham, o que acaba dificultando a
manutenção do aleitamento exclusivo.Beatriz F.C.Fernandes-26/10/16
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Pádua. Data: 24/10/2016. Análise: o percentual do
aleitamento materno exclusivo teve aumento considerável em relação ao ano de
2015, de 12,30% para 57,14%. Avaliamos que podemos melhorar nossas ações de
orientação junto as mães em todos os momentos da assistência, porém, entendemos
que temos um complexo problema a ser enfrentado, no que se refere ao desejo da
mulher e a mídia muitas vezes pouco efetiva como parceira.
d) Ausencia de médico pediatra no quadro funcional da unidade, deficiência na
orientação às nutrizes principalmente pelo fato de não comparecerem ao primeiro
atendimento juntamente com o recém nascido, falta de grupo de gestantes para uma
melhor orientação das mesmas.
Consideramos que ainda é baixa a abordagem
dos profissionais quanto ao preparo das mamas e do aleitamento materno nas
primeiras consultas de pré-natal, devido às expectativas da gestante em relação ao
seu quadro clínico e desenvolvimento do feto. O baixo estímulo social para a
amamentação também é um fator negativo para o alcance do aleitamento materno
exclusivo na faixa etária analisada, envolvendo tabus e preconceitos (flacidez das
mamas, a visão mãe de que tanto a qualidade quanto a quantidade do leite materno
é insuficiente para o sustento e desenvolvimento de seu filho.)
e) È preciso melhorar o registro sobre amamentação nas consultas do Centro de Saúde
Jardim Europa, pois a equipes é muito envolvida com a questão da amamentação,
que é estimulada nas consultas de vários profissionais da Unidade ( fonoaudiólogo,
pediatra, assistente social, médicos generalistas e enfermeiros), além disso existe um
cantinho, exclusiva, para a amamentação no Centro de Saúde Jardim Europa, onde é
estimulado e trabalhado a importâmcia dessa prática.Talita Munick Vieira
Gomes.01/11/2016
f) Manter o cadastro atualizado dos usuários, incentivar o aleitamento materno
exclusivo desde o pré -natal e durante as consultas de puericultura, melhorar a rede
para facilitar o registro adequado.
198
g) Ludmila Guadanini, 24/10/20416-Apesar de todo esforço das equipes em manter o
aleitamento materno exclusivo, este indicador ainda está aquém do desejado,
estamos em constante trabalho com os profissionais para orientá-los e sensibiliza-los
sobre a importância do Aleitamento materno
h) A unidade apresentou melhora da proporção de crianças menores de 4 meses de
idade em aleitamento materno exclusivo. Atribui-se esse resultado à melhora da
vigilancia à saúde materno-infantil, tais como sensibilização da gestante durante os
atendimentos do pré natal, acompanhamento mensal do recém nascido e o
envolvimento dos profissionais da unidade enfatizando a importância do aleitamento
exclusivo em todas as oportunidades e a melhora do registro no SISREDE pelos
profissionais que realizam os atendimentos. Suely Imaculada, 28/10/2016.
i) É de conhecimento de todas as equipes de saúde da família que o aleitamento
materno proporciona a alimentação mais saudável e segura para a criança. É um
alimento que protege a criança contra a mortalidade infantil, previne infecções e
estabelece o vínculo entre a mãe e o neonato. É o único alimento capaz de suprir
todas as necessidades da criança até seu sexto mês de vida. Infelizmente o Centro de
Saúde Minas Caixa está com um índice abaixo da parametrização de alerta.
Identificamos como pontos dificultadores o fato das mães via de regra retornarem ao
trabalho antes dos 6 meses de vida da criança, bem como os aspectos sócio
econômicos e culturais das progenitoras. A equipe considera o aleitamento materno
exclusivo importante para a saúde e desenvolvimento das crianças. Outro fator
imprescindível é a capacitação de todos os profissionais das unidades básicas de
saúde na importância do aleitamento materno exclusivo.
j) O leite materno é sabidamente o melhor e mais completo alimento para as crianças
até os seis meses de idade. É de responsabilidade dos profissionais que acompanham
as gestantes orientarem-nas quanto aos benefícios do aleitamento materno. Além
disso, a cada consulta de puericultura isso deve ser reforçado com a mãe. Este
indicador mostra que precisamos realizar ações para incentivar a amamentação, visto
que pouco mais da metade das crianças com até 3 meses e 29 dias estavam em
aleitamento materno exclusivo. Com certeza é grande o desafio para os profissionais,
pois envolve além de tudo questões culturais e familiares. Regiane, 29/10/2016.
Criação de "grupo de gestantes e familiares" para abordagem de temas relacionados
à pre-natal, alimentação, amamentação, saúde bucal, parto, planejamento familiar e
busca ativa de puérperas faltosas.
k) A área de abrangência apresenta alto indice de vulneralbilidade, maioria de mulheres
com quadro de baixa renda, "chefes de familia", necessitando de um retorno
prematuro ao trabalho, afim de garantir a sustentabilidade da familia, na maiora das
vezes, numerosa.Mesmo diante deste quadro desfavoravel, aa ESfs abordam, desde
o pre natal, a importancia e os beneficios do aleitamento materno exclusivo. Durante
a puericultura e abordado e incentivado o aleitamento materno, em relaçao ainda ao
fortalecimento do vinculo mae-filho. A sala de vacinas trabalha em conjunto com as
ESF, orientando e incentivando a pratica.Synaar Btaista 31/10/16
l) O aleitamento materno é uma das formas de prevenção de doenças em crianças
menores de 6 meses de idade, é importe as equipes dar orientações as mães com
objetivo de reforçar esta informação. Os dificultadores para adesão do aleitamento
materno exclusivo estão os mitos de que o leite é fraco, as mamas ficarão flácidas
devido a amamentação, etc. Apesar do Centro de Saúde Rio está com uma cobertura
boa de aleitamento materno exclusivo, é importante que seja reforçado as
orientações para que este indicador seja melhorado ainda mais. Adalberto,
24/10/2016
m) Segundo as equipes, o percentual de aleitamento não corresponde à realidade
vivenciada pela unidade. A orientação é dada tanto pela equipe de saúde da familia
199
quanto pelo pediatra e seguida pela maioria das mães. Acreditamos que o registro
necessário para este indicador nem sempre é realizado da forma correta no sistema
ou registrado manualmente. Realizamos um levantamento junto às equipes e
constatamos que na maioria dos casos o registro em relação ao aleitamento não é
realizado. Muitos profissionais relataram que não sabem nem onde deve ser feito o
registro. Iniciaremos uma sensibilização sobre a importância do registro e um
levantamento da necessidade de treinamento. RAQUEL SARDI 19/10/16.
n) Acredito que esse dado não reflete a realidade, apesar de muitas mulheres
abandonarem precocemente o aleitamento. O abandono do aleitamento exclusivo
pode ocorrer devido a vários fatores como necessidade de retorno ao trabalho, e em
muitos casos, esse trabalho não é formalizado, retirando portando da mãe o direito a
licença maternidade; outro fator a ser considerado á a cultura midiática do leite fraco
e da facilidade de acesso a fórmulas lacteas. Acredito porém, que o percentual de
lactantes é maior do que o apontado, e se dá devido a cultura do subregistro; o
profissional faz todas as orientações, mas não as registra. Doriana Ozólio 31/10/2016
o) A baixa aderência ao aleitamento materno exclusivo constitui um sério problema de
saúde pública, sendo necessário programar estratégias para melhoramento dos seus
índices. Sabemos que a amamentação é influenciada por vários fatores: história
familiar, estado emocional da nutriz, apoio familiar, influência da mídia, mas, também
que a atuação e incentivo dos profissionais de saúde são fundamentais para
demonstrar as vantagens da amamentação exclusiva nos primeiros meses
considerando que ela previne a mortalidade infantil, promove a saúde física, mental e
psíquica da criança e da mulher que amamenta. Apesar de estarmos neste
quadrimestre com um índice abaixo da parametrização de alerta, percebemos que
houve uma melhora significativa em relação ao ano de 2015. Consideramos que para
modificar este cenário, seria imprescindível capacitar os profissionais lotados nos
PSF´s, melhorar a atuação deste programa em ações de promoção, proteção e apoio
ao aleitamento materno e divulgar ações de apoio ao aleitamento materno em
diversos setores da saúde, atuando em todos os momentos de acolhimento dos
binômios mãe e filho.
p) Nota-se que há uma subnotificação dessa informação e o motivo é a falta de sistema
funcionante na unidade, visto que somos a unidade que mais tem problemas dentro
da cidade quanto a questão de sistema. Assim esse indicador não condiz com a
verdade vivenciada. Informo ainda que essa unidade é uma das unidades coletoras de
Leite Humano, sendo que é o Centro de Saúde que mais coleta leite humano na
cidade. Assim posso afirmar categoricamente que o aleitamento materno exclusivo
nessa faixa etaria é amplamente incentivado por todos os servidores. Precisamos
assim melhorar o sistema de internet e Sisrede da unidade. Alex Veloso Mendes 20
de outubro de 2016.
Bloco 2: Atenção às Condições Crônicas
4.2.1- Percentual de egressos de internação por Diabetes Mellitus acompanhados pela APS.
- DS BARREIRO:
a) Responsável: Andréia V. Rabelo e Selmária S. Mourão - Data: 21/11/2016. Do total de
pacientes internados, 3 estão sendo acompanhados na Unidade em atendimentos
pós alta hospitalar pelos médicos generalistas e clinico de apoio. Um deles não é
200
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
usuário SUS (atendido pela saúde suplementar). Entendemos a importância desse
acompanhamento, se trata de casos graves, sendo um deles associado a dependência
química.
A análise dos prontuários identificou dificuldade de adesão ao tratamento nos dois
casos. Porém os mesmos foram acompanhados. Fabiana Ribeiro, 14/11/16.
Unidade não calculou e analisou o indicador
Adriana M.C. Siqueira, 28/10/2016. Não houve registro de internações de pacientes
portadores de DM. A população cadastrada no SISREDE em 2015 foi de 808 usuários e
em 2016, 880. Foram atendidos no protocolo de Diabetes, em 2015, 420 usuários. Tal
diferença provavelmente se deve ao fato de muitos destes pacientes poderem ter
sido atendidos no protocolo do adulto ou de hipertensão, o que subestimaria o dado.
Os dois pacientes egressos hospitalares são acompanhados nesta unidade em
consulta médica ou de enfermagem. Marcia Mariano. 08/11/16
Pacientes egressos hospitalares são notificados por planilha enviada por e-mail e
acompanhados pela equipe de saúde da família, através de consultas com médico e
enfermeiro da equipe. Sirlândia e Verônica 09/11/2016.
Verifica-se que a paciente estava acompanhada pela ESF, uma vez que, considerando
o ano anterior à data de internação, a mesma compareceu à 5 consultas na unidade.
Deve-se ressaltar que no ano de 2015 foi realizada a avaliação dos pés e
encaminhamento para oftalmologia, mas a paciente não entregou a guia de
referência para o agendamento da consulta e realização da fundoscopia. A última
internação da paciente decorreu de encaminhamento para cirurgia geral para
realização de colecistectomia. Porém o procedimento não foi realizado devido ao
descontrole glicêmico.
No período analisado tivemos 3 egressos de internação por DM. Um da equipe 1, um
da equipe3 e um da equipe 4. O caso da equipe 1 não teve acompanhamento nos 6
meses anteriores a internação. O último atendimento registrado foi em 11/03/2015 e
a internação em 08/06/2016. Ao conversarmos com a equipe detectamos a
necessidade urgente de um maior acompanhamento dos casos crônicos, trata-se de
uma equipe com uma demanda muito elevada e risco socioeconômico acentuado,
porém devemos rever a forma de acompanhamento da sua demanda programada. O
caso da equipe 3 foi e está sendo bem acompanhado pela equipe. Foram feitas 3
consultas com o médico da equipe nos 6 meses anteriores, foram pedidos exames e
passou por avaliação odontológica. Paciente passou duas vezes pelo atendimento
agudo na unidade por outros motivos. Veio no final de 2015 do CSCRD. O caso da
equipe 4 veio para nossa unidade após a internação. Internação em 18/08/2016,
inclusão na unidade em 30/08/2016. Veio do Centro de Saúde Vale do Jatobá onde
havia passado por consultas nos 6 meses anteriores, porém pelo histórico não
demonstra muita adesão ao tratamento, não tendo realizado exames pedidos. Vem
sendo acompanhada na unidade e chama atenção no histórico à adesão da paciente à
dança sênior e uma melhora da adesão ao tratamento. Deverá ser acompanhada de
forma mais sistemática. Rafaela Sardi de Almeida 08/11/2016
Percebemos que nosso acompanhamento tem sido efetivo após mudança no
processo de trabalho, como: implantação do acesso avançado em todas as equipes,
melhorando o acesso e o atendimento em tempo oportuno.
Os 2 pacientes foram acompanhados, 1 delas foi diabetes gestacional e foi
encaminhada para PNAR. Mas era acompanhada na unidade no protocolo de PN. O
outro caso teve várias consultas realizadas, em outros protocolos, mas fora do
protocolo diabetes. Não localizamos na planilha o 3º paciente.
Indicador não analisado pela unidade
Trata-se de paciente de 73 anos, que realizou penectomia total em março de 2016,
devido recidiva de neoplasia. Paciente portador de cardiopatia, HAS, DM e DPOC.
201
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
Apresentou PNM e insuficiência respiratória, sendo necessário a hospitalização.
Usuário está sendo acompanhado pela ESF e CEM-B (Cardiologista), através de
atendimento individual e visitas domiciliares. Usuário idoso, apresentando
dificuldades de entendimento e suporte familiar atual precário. Equipe Saúde da
Família acompanhando o caso.
não tivemos egressos de internações por DM. Importante manter acompanhamento
dos pacientes de acordo com protocolo preconizado. apesar de não termos egressos,
de acordo com a discussão das equipes, estamos com 5 micro áreas descobertas de
agentes de saúde, o que está dificultando muito o acompanhamento adequado dos
pacientes com DM dessas áreas descobertas. KARINA FONSECA - 10/11/16
Neste período tivemos apenas um paciente que se enquadra nesta situação, o mesmo
foi encaminhado pela nossa equipe para internação devido complicações do Diabetes,
tendo seu acompanhamento restabelecido logo após sua alta. O mesmo pertence a
equipe esmeralda. Devemos garantir o acompanhamento de todos os pacientes que
retornam de internação e que apresente em seu histórico diabetes tendo em vista as
consequências da doença e as graves sequelas. No caso de paciente o quadro clinico
descontrolada e a insuficiência familiar ocasionaram a perda dos dedos dos pés por
amputação. Responsáveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane e Claudionice.
16/11/2016.
Não houve egresso nesse período. Analise feito pela G. Denise e Enf. Paulo 16/11/16
O C.S. teve dois casos de internação hospitalar por Diabetes e, apesar da
complexidade dos casos, ambos são devidamente acompanhados pela UBS. RENATA
TEIXEIRA. 14/11/2016.
A unidade não analisou este indicador
A Unidade teve um egresso hospitalar por Diabetes Mellitus que foi atendido pela
Equipe logo após alta. As Equipes. As Equipes estão conscientes quanto à necessidade
de atendimento imediato aos egressos hospitalares e as ACS trazem a informação
assim que a recebem.
O dado apresentado se encontra abaixo do esperado e acompanhado após egresso
hospitalar, Bruno César Saldanha. 10/11/16
- DS CENTRO SUL
a)
b)
c)
d)
Não foi identificado nenhum paciente para este indicador nesta área de abrangência.
Não foi identificado nenhum paciente para este indicador nesta área de abrangência.
Não foi identificado nenhum paciente para este indicador nesta área de abrangência.
Trata-se de paciente gestante portadora de Diabetes cuja a internação ocorreu para
trabalho de parto. A paciente foi devidamente acompanhada pela UBS e no PN de
Alto Risco do HC durante todo o pré-natal. 11/11/2016 Maria Bernadete Miranda
e) Tivemos a internação de uma idosa por diabetes e é caso conhecido da Equipe,
acompanhado na Unidade, mas com questões sociais importantes. O caso é de alta
vulnerabilidade social e já foi encaminhado para a assistente social, a ACS faz o
acompanhamento do uso dos medicamentos, mas devido a sua recusa em
permanecer com os familiares e à institucionalização, sua situação de saúde é
agravada. Tendo dificuldade no auto cuidado devido à idade, esta idosa mora sozinha
e a equipe trabalhou com a família que mora próximo a sua residência o auxílio na
insulinização, o que vem ocorrendo diariamente.. Trata-se de usuária com precárias
condições financeiras e a família por orientação da AS tem procurado o INSS para
benefícios. Solange Beirão -08/11/2016
f) Não foi identificado nenhum paciente para este indicador nesta área de abrangência.
g) Não foi identificado nenhum paciente para este indicador nesta área de abrangência.
202
h) Não foi identificado nenhum paciente para este indicador nesta área de abrangência.
i) Neste último quadrimestre o CS teve um caso de egresso de internação por DM.
Usuário que é bem acompanhado pela equipe. Este caso foi auditado pela equipe em
2014 e em 2016 utilizando ferramentas do Gestão Clínica. Conforme anexo.
Na análise do caso feita pela equipe foram levantados vários pontos em relação ao
usuário que levam ao insucesso do tratamento. Apesar de hiper utilizador do serviço
não empoderou da doença, tem dificuldade de adesão ao tratamento, falta suporte
familiar, portador de sofrimento mental. A equipe desenvolve algumas ações que
facilitam o acompanhamento de casos mais complexos como este, mas a garantia de
sucesso no tratamento não depende só dos profissionais. Trabalha com a lista de
problemas do paciente, o que facilita na condução do caso e auxilia no atendimento
por outro profissional. A participação da equipe no Gestão da Clínica melhorou o
olhar e condução destes casos. Implantação do check list para o atendimento dos
pacientes com DM. Discussão nas reuniões de equipe de todos os casos de DM de
difícil controle, busca ativa se necessário. Alessandra Tristão. 11/11/2016
j) Usuário não adere ao tratamento, não realizou os exames solicitados em dezembro
de 2015 e não compareceu aos agendamentos com a equipe do NASF. Ficou preso
em 2015 e retornou ao sistema prisional recentemente. O usuário comparece a
unidade só quando apresenta alguma queixa clínica ou necessita renovar a receita. A
equipe já tentou por diversas vezes abordar o usuário da importância da adesão ao
tratamento e uso regular da insulina. Já realizamos busca ativa e agendamentos sem
sucesso. Houve falha em não termos encaminhado para avaliação oftalmológica/
odontológica e exame dos pés. Ana 11/11/2016
k) Análise21/11/2016 houve uma paciente jovem que apesar de possuir consultas com
dois especialistas da rede, de fato não esteve em consulta médica na APS de janeiro a
julho do ano corrente. Comuniquei a médica generalista e auxiliar de enfermagem
para realização de busca ativa da usuária. Nome: Anita 21/11/16
l) Não foi identificado nenhum paciente para este indicador nesta área de abrangência.
- DS LESTE
a) Os dois egressos de internação hospitalar são pacientes acompanhados pela ESF. A
primeira paciente além de ser diabética, fazia tratamento para SIDA com
infectologista, era acompanhada por endocrinologista e recebia acompanhamento da
equipe 04 e dos profissionais do NASF. Essa paciente evoluiu para óbito em outubro
de 2016. O outro paciente é portador de várias comorbidades, além do diabetes, o
paciente é hipertenso, asmático e tem hipotireoidismo e apesar de todo o
investimento da equipe, o mesmo tem dificuldade de adesão ao tratamento.
b) Análise, Nome, dd/mm/aa
c) 10/11/16. Segundo informação enviada pelo distrito leste, não tivemos egresso por
internação com complicaçoes da diabetes ,mas sabemos da importancia do controle
mais próximo destes pctes e fazemos grupos quinzenais de orientação com equipe . E
atendimento destes ,dentro do previsto no protocolo.
d) Visualiza-se o comprometimento e a capacidade de resolutividade e coordenação do
cuidado das ESF no acompanhamento de casos graves, bem como intervenções
evitando internação dos mesmos.
Ressalto o papel do ACS em
realizar busca ativa e comunicação dos casos que requeira atenção da ESF.
Edna 16/11/2016
e) Dos 03 casos de egressos hospitalares de internação por DM, 02 possuem vínculo
com as ESF e 01 pertence a área de abrangência da unidade , porém o paciente não
possui vinculo com a unidade e não possui nenhum registro de atendimento no
SISREDE. Ressaltamos que 01 dos usuários faz acompanhamento com a equipe de
saúde Mental, a equipe já tentou por várias vezes realizar abordagem familiar mas o
203
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
paciente se recusa a utilizar os medicamentos . O outro paciente é idoso, reside com
sua esposa também idosa, que não adere ao tratamento bem como os cuidados
necessários e não aceitam intervenção familiar. Geralda Margarida dos Santos, Denise
Mendes Taveira, Luciana de Carvalho Mariosa , Raquel Magalhães e Silva, Carla
Valéria Moreira Costa 08/11/16
Apesar dos esforços desenvolvidos pelas equipes, com objetivo de prestar boa
assistência de saúde para estes perfil da população, vê-se que os egressos
hospitalares identificados neste QD, trata-se de paciente de dificil controle e difícil
acompanhemnto, onde alguns deles tem o auto cuidado fragilizado, assim como o
núcleo familiar. Um destes egressos trata-se de paciente que acompanha com a
equipe de saúde mental, este motivo interfere diretamente na compreenssão do auto
cuidado. Douglas Aparecido Fernandes Silva. 11.11.16
As doenças crônicas são de grande impacto tanto no ambito coletivo quanto
individual, sendo agravadas por internações decorrentes de agudizações, para evitar
que o quadro crônico evolua de maneiras desfavoravel é necessário um
monitoramento sistematico dos usuários portadores de patologias crônicas, entre
estas patologias destaca-se o DM que tem uma peculiar capacidade de piora
exponencial do quadro, no dado analisado tivemos uma paciente da equipe 02 que
apresentou esta evolução negativa, a equipe já está ciente do acontecido e fará
auditoria no prontuario afim de compreender o ocorrido e evitar novas evoluções
semelhantes.
XXXX ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
Dos três casos apresentados apenas 1 é paciente do CSPA. O paciente Wellington
Inacio Santana é paciente psiquiátrico sem suporte familiar e com baixa adesão ao
tratamento. A equpe tem feito esforços mas ainda não obteve exito.
Apesar de não ter tido nenhum caso de egresso, estamos vigilantes no controle dos
pacientes crônicos. Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
Marcílio Amaral - 18/10/16: Caso relativo a usuário com péssimo suporte familiar.
Usuário diabético já com diversas sequelas: retinopatia, amputação membros
inferiores entre outros. Além disso possui tbm outras patologias. Esse usuário é
acompanhado através de visitas domiciliares, com inserção de assistente social no
caso. Ao longo dos últimos tempos a ESF tem se esforçado para tentar dar uma
assistência adequada ao usuário, no entanto as questões familiares são frágeis e ha
grande falta a exames e consultas especializadas. Segundo caso trata-se de idoso em
acompanhamento domiciliar por essa UBS e também pela geriatria HCUFMG.
Realizadas 05 VD esse ano pelo PSF, encaminhamento ao nefro em 09/16, bem como
solicitada reavaliação a nutricionista e fisioterapeuta do NASF. Sem registro de
encaminhamento a retinopatia diabética.
Trata-se de paciente de 43 anos, da equipe vermelha, que não adere ao tratamento. É
usuário de álcool e só vem a unidade com queixas agudas e geralmente com alto
índice glicêmico. Já abandonou por sua conta o uso de insulina e quando consulta um
novo profissional costuma negar a doença. Vera Lucia de Oliveira. 03/11/2016
Mateus Figueiredo - 08/11/16. O ideal é que não tivéssemos egressos hospitalares
em virtude de complicações do diabetes. Esses casos são acompanhados de perto
pelas ESF, que realizam busca ativa e procuram de maneira longitudinal estabelecer o
melhor plano terapêutico aos usuários.
Os egressos identificados nas área de abrangência para análise do indicador não
residem efetivamente no endereço cadastrado, gerando dificuldades no
acompanhamento assistencial. Contudo os demais pacientes crônicos da AA que
receberam acompanhamento integral dentro dos Protocolos estabelecidos, não
apresentaram internação no quadrimestre avaliado.
204
- DS NORDESTE
a)
b) As duas pacientes identificadas foram acompanhadas pelas equipes de saúde da
familia; uma diabetes gestacional; a outra idosa com comorbidades que foi a óbito em
01/10/16. Identificamos que a rotatividade de profissionais nas equipes de saúde da
família é um dificultador na organização da assistência. As equipes estão organizando
os pacientes portadores de DM para verificação de atendimentos seguindo o modelo
da Gestão Clinica viabilizando melhora no acompanhamento. Cibele 24/10/16
c) Em 2016 o CS Cachoeirinha teve 4 internaçãoes por complicação da diabetes. Dentre
estes pacientes, 2 são usuários de alccol e outras drogas. Situaçãoes que prejudicam
na adesão ao tratamento do diabetes. Os dois casaos são de difícil acompanhamento
sendo inclusive discutido na reunião de matriciamento coma endocrinologista do
CEM-NE. Um paciente estava em acompanhamento irregular no CEM- Metropolitano.
Foram agendadas diversas consultas, entretanto o mesmo não tem comparecido. A
unidade de saúde tem investido no acompanhamento do paciente diabético atraves
de encontros de matrciais com a endocrinologista do CEM-NE e Gestão clinica. A
planilha de de registro clínico do diabético está implantada na UBS.
d) No centro de saúde as equipes fazem o acompanhamento dos diabéticos adscritos à
sua equipe periodicamente. Os usuários tem consulta garantida de acordo com a
classificação de sua doença. A equipe foi qualificada através da ferramenta da gestão
clínica e utilizam sempre a reunião de equipe para discutir os casos mais complexos.
Falta muitas vezes a participação da família e a co-participação do usuário em seu
tratamento. Gláucia Simões 07/11/16
e) A Unidade possui um elevado número de diabéticos em seu território incluindo a area
de baixo risco , onde este acompanhamento é dificultado pela não cobertura pelo
ACS. Duas das quatro EFSs da unidade possuem uma acompanhamento e agenda
sistemática para este acompanhamento já há alguns anos ,o que tem gerado bons
resultados neste acompanhamento . Estas equipes os profissionais já trabalham na
unidade há vários anos o que é muito facilitador pois conhecem bem os usuários do
território a elas vinculados.Enquanto desafio saõ os usuários em controle nos planos
de saúde e que se apresentam com demandas nem sempre condizentes com o nosso
protocolos .De qualquer maneira o serviço tem oferecido e ampliado o acesso destes
usuários. M. Lúcia Pujoni -16-11-2016
f) O centro de Saúde do Conjunto Paulo VI apresentou 2 egressos hospitalares, segundo
o último dado. Um dos casos, trata-se de um diagnóstico recente, seguido de
internação. O outro, refere-se a um usuário de difícil adesão. Diante disso, já reuni
com a equipe responsável pelos dois casos e cobrei busca ativa e acompanhamento
dentro dos protocolos institucionais. A unidade assume a responsabilidade de
atentar-se a estas informações para que possamos cercar este usuário.
g) Asim que a pessoa sai de alta hospitalar, o agente comunitário em visita desdobra o
caso e marca o acompanhamento na unidade. Sugerimos o sistema de notificação
para a equipe de alta hospitalar. Se possível uma lista mensal. Entendemos que se
não fomos notificados, então não tivemos nenhum caso de internação por diabetes.
h) Apesar do indicador estar zero, temos usuários que foram internados na nossa área
de abrangência, dentre eles acamados, a equipe conhece a importância de priorizar
as visitas e quando este chega até a UBS de priorizar o atendimento dele.
i) A organização das portas de entrada na unidade para as diversas demandas foi um
ponto que impactou positivamente sobre o controle do estado de saúde de doentes
crônicos. A programação da agenda de acordo com os critérios de retorno para
avaliação e acompanhamento do diabético é uma prática adotada com êxito por
205
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
todas as equipes. Ou seja, todo indivíduo diabético captado pelas portas de entrada
do agudo e/ou via escuta, tem seus retornos médicos e de enfermagem agendados.
Ensaios de métodos de Gestão Clínica também tem sido empreendidos pelas equipes,
embora ainda não uniformes para todas. As planilhas manuais também são
mecanismos importantes adotados para o devido controle dos pacientes. Outro fator
importante foi o incremento no cardápio de ações coletivas de promoção da saúde
elaboradas pelas equipes de PSF em parceria com o NASF, residentes e os acadêmicos
das diversas áreas de formação e a integração efetiva da unidade com a Academia da
Cidade. 24/10/2016 Anar
NoCS houve registro de 04 casos de egressos por DM, sendoque 03 destes pacientes
estavam sendo acompanhados pelas ESFs. Um paciente foi captado no atendimento
de demanda aguda, sendo encaminhado para UPA para propedêutica, entrou como
caso novo.
Os dois pacientes diabéticos que foram internados não são acompanhados aqui na
unidade, não realizam os exames ,um deles perdeu a consulta especializada marcada
sob regulação.
Análise, Nome, dd/mm/aa
O paciente portador de diabetes geralmente é hospitalizado pela necessidade de
tratamento por uma agudização clínica. Apesar de constituir um fator de extrema
importãncia, após a alta hospitalar a continuidade dos cuidados clínicos é geralmente
negligênciado. A sequencialidade do cuidado ao paciente portador de diabetes é
considerado atributo essencial do bom funcionamento do sistema de saúde. No ano
de 2016 não foram registrados nenhum caso de internação por diabetes do Centro de
Saúde Maria Goretti, mesmo com esse dado é preciso mantermos vigilantes para
melhor captação, acompanhamento e tratamento aos pacientes portadores de
diabetes. Enf. Mariana
o usuário em questão ja é conhecido ha varios anos pela pouca adesão. a equipe faz
busca rotineiramente , agendamento de consultas e solicitação de exames mas o
paciente so comparece quando entra em quadro agudo. a piora do quadro tem como
agravante a drogadição. Raquel, 15/11/16
Apesar do indicador estar com valor igual a zero, os profissionais acredita que houve
casos principalmente este ano em que houve falta de medicamentos e materias,
insumos para os pacientes diabéticos. Análise feito pelos enfermeiros rildo e Nara e
pelo gerente José Antonio.
Na unidade de saúde é realizado o acompanhamento dos diabéticos da nossa área de
abrangência conforme classificação da diabetes tendo consulta garantida. Mas é
necessário melhora o acompanhamento do teste de microfilamentos e qualificar mais
a equipe, melhorar o acompanhamento da equipe de saúde bucal aos diabéticos. O
caso de internação foi acompanhado pela ESF responsável dentro de todo o protocolo
e diretriz do diabético, porém temos uma dificuldade muito grande em relação a
mudança nos hábitos de vida e dificuldade de adesão ao tratamento. Priscilla,
11/11/16
Gerente Marluce, Enfermeira Andréia. 09/11/2016 A equipe de saúde vem realizando
acompanhamento periódico dos diabéticos de acordo com a estratificação de risco de
cada usuário. Além disso várias estratégias de monitoramento estão sendo
construídas e o envolvimento de toda equipe multiprofissional .. Ainda estamos
discutindo uma nova programação para reimplantação do grupo de diabéticos, com
novo formato.
Apesar das agendas protegidas para este grupo ainda é dificil o acompanhamento
devido a rotatividade de profissional médico (LM, Ferias, paralisação, faltas,etc) e a
adesão do paciente ao tratamento.Com a parceria do laboratório que encaminha os
resultados alterados por e-mail facilita o atendimento em tempo hábil. Jacqueline
206
s)
t)
u)
v)
08/11/2016. Sabemos que tem pacientes que não aderem de maneira satisfatória ao
tratamento proposto, somente se preocupam quando começam surgir as
complicações. A ferramenta Gestão Clinica onde priorizamos os mais graves e os
faltosos contribuiu positivamente. Jacqueline e Adirley 11/08/2016
Com a implantação da Gestão Clínica em Diabetes houve melhora no
acompanhamento dos pacientes, melhorando de forma sistemátiica a análise e o
acompanhamento destes. Os dois casos internados foram acompanhados na unidade,
sendo necessário intensificar ações para definição de pacientes que tem maior
dificuldade de controle, sejam estas por falta de entendimento ou por algum
problema social. Glauber, gerente adjunto, 10/11/16.
Dos casos relatados, identificamos uma. Não há mais atendimento compartilhado nos
moldes do gestão clinica na unidade. Esta pratica qualificava muito o atendimento ao
diabético mais grave.Acreditamos que este dado não corresponde à realizada pois
somente a equipe amarela possui 80 pacientes insulinizados e com média de dois
encaminhamentos para UPA devido a descompensação.
No denominador um dos pacientes diabéticos em questão ( FFS) não pertence ou
pertenceu à area de abrangencia do CSSP, ele é acompanhado pelo CSN o qual está
vinculado. O outro paciente diabético em questão após sua alta hospitalar foi
acolhido pela ESF, resistente ao tratamento proposto, mas em acompanhamento
nesta unidade. Logo, o percentual de egressos de internação por DM acompanhados
pelo CSSP é de 100%. Esta análise permite a verificação de efetividade da busca ativa
pelas ESF aos egressos hospitalares com melhoria continua do acompanhamento
assistencial dos pacientes com DM. Além disso, os investimentos das ESF's em colocar
na rotina a Gestão Clínica e as Auditórias Clínicas em DM que são ferramentas
imprescindíveis ao acompanhamento dos casos de DM do terrritório.As agendas dos
profissionais são parametrizadas conforme diretrizes da SMSA garantindo o
acompanhamento dos DM e os protocolos são disponibilizados no computador de
cada sala. Ainda assim existem dificultadores como a necessidade constante do
estímulo ao uso correto, registro no sistema e do cumprimento do protocolo durante
todos os atendimentos, a continuidade da Gestão Clínica no cotidiano de trabalho. O
CSSP realiza atendimentos dos usuários em finais de semana previamente agendados,
em formato de circuito, com atendimento multiprofissional. KENIA RIBEIRO GABRIEL 10/11/2016
A internação hospitalar deve-se principalmente a insuficinecia familiar e a não adesão
do usuário ao tratamento, levando muitas vezes a descompensação e a necessidade
da internação. Entretanto observa-se que apesar das dificuldades de
acompanhamento a unidade conseguiu seguir o protocolo preconizado e assistir o
usuário devidamente. Rube´ns Gualberto representando eq. 2 24/10/16
- DS NOROESTE
a) Análise, Nome, dd/mm/aa
b) Gerente Anderson Portes, 03/11/2016. Análise: Na planilha enviada não há casos
registrados do C. S. Califórnia.
c) O CSCP não teve egresso de internação por DM no período avaliado. Camila,
Alessandra, Camillo e Bárbara 27/10/16.
d) O acompanhamento da diabetes é um desafio para os profissionais de saúde, na
qualificação do cuidado.Uma das maiores queixas, se refere a baixa adesão aos
tratamentos, a despeito de numero de consultas levado, atividades coletivas, material
instrutivo e abordagem multiprofissional. Precisamos aprofundar com outros
recursos de conhecimento para apoiar as equipes . A auditoria é um recurso
207
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
importante e qualifica as ações.Neste indicador tivemos um caso de egresso
hospitalar por motivo diabetes.Trata-se de caso em que a paciente se encontrava
grávida, sendo acompanhada pelo pre nantal de alto risco, apos diagnóstico de
diabetes, feito na unidade.Consideramos que o instrumento de auditoria clínica para
diabetes não esta adequado quando se trata de diabetes gestacional.
Angela, Carmem, Laila 11/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
As auditorias em prontuários são realizadas de forma pontual e os atendimentos nem
sempre são realizados no protocolo adequado. O protocolo do diabetes é
considerado extenso e de difícil manejo; as equipes não tem o hábito de trabalhar
com o banco de dados dos egressos hospitalares. Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa 25/10/16
Análise: Dos 3 pacientes que internaram 2 deles já não estavam em controle na UBS
pois haviam mudado de área, Nome Renata Mello 27/10/16
As ESF iniciaram o trabalho de auditória clínica, realizam a busca ativa dos usuários,
realização de grupos para atendimento e orientação dos diabeticos
No último monitoramento já haviamos identificado muitos pacientes com exames
alterados de glicemia de jejum. Realizamos levantamento destes pacientes junto com
a organização do processo de trabalho da assitência farmacêutica. Apresentamos
para as equipes os indicadores de acompanhamento dos diabéticos. Avaliamos
algumas deficiências neste acompanhamento, atribuimos parte deste a
disponibilidade da agenda para atendimento dos pacientes crônicos. Não é possível
atender com base no protocolo proposto.
Rosimeyre 07/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa. De todos os usuarios acompanhados apenas um teve
internação ´por complicação do diabetes. Trata-se de usuario com resistencia a
adesão de tratamento, recusando orientações e propedeutica.
Análise, Nome, dd/mm/aa. Heleodora-Luzia 11.11.16
Realizamos discussão nos dias 27, 31 e 01/11 com as equipes e identificamos que dos
dois casos elencados: um não mora no território e o outro morou aqui na casa de
familiares por um tempo e já retornou ao seu domicílio, não havendo registro de
atendimento nesta unidade. Adriana 01/11/16
Observamos que há necessidade de atendimento no protocolo do DM e uma
fragilidade nas anotações do prontuário. M.Isabel 01/11/16
A equipe analisou o indicador e procedeu à avaliação do caso identificado pela
equipe Azul . Trata-se de paciente idoso, analfabeto, com hiposuficiência familiar,
residente em pensão e com histórico anterior de baixa adesão ao tratamento. Antes
da internação, mantinha comportamento arredio e resistente às orientações e não
aceitou proposta de medicação na unidade diariamente.Por outro lado, identificamos
também, a necessidade de melhorar os registros e o uso correto do protocolo.
Análise: equipe PSF/SB/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
a) Análise, Nome, dd/mm/aa
b) O inidicador demonstra que a equipe precisa acompanhar melhor os usuários
portadores de DM, na vigilância de complicaçõe e acompanhamento de casos mais
graves e que evoluem para internação.
208
c) Os diabético são prioridade no acompanhamento das equipes, tem sido inclusive
feitos grupos operativos de educação e acompanhamento. Bom que não estão
ocorrendo internações, e casos mais complexos acompanhados com projetto
terapêutico singular. Dulce 10/11/16
d) Para encontrarmos o número total de egressos, por DM, no 2° quadrimestre, de 2016,
devemos utilizar a fórmula (numerador dividido pelo denominador, sendo esse
resultado multiplicado por 100). Neste CS, nenhum paciente acompanhado, com
diagnóstico de DM. foi internado e/ou recebeu alta hospitalar, sendo direcionado a
manter seu controle na unidade de saúde. Nosso numerador, ou seja, dados do
prontuário eletrônico de DM, SISREDE e/ou auditoria foi igual a zero, entretanto,
nosso denominador, que equivale ao banco de egressos ou laudos, pela Cental de
internação foi igual a 01. Isso, mostra-nos claramente que os dados estão
subnotificados ou o atendimento ao paciente não foi realizado em protocolo
adequado. Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília; Data: 09/11/2016.
e) A unidade, apesar de não ter apresentado nenhum caso, necessita estar atenta aos
processos de cuidado em saúde, dando atenção aos pacientes afetados por esta
doença pela sua repercussão negativa em sua morbi-mortalidade. Cita-se a ausência
do profissional ACS com diversas áreas descobertas, prejudicando o processo de
vigilância, busca ativa e captação precoce dos casos. Responsável: Denise Camargos.
Data: 07/11/16
f) Usuário acompanhado pela equipe e pelo Hospital das Clinicas que realiza suas
consultas regularmente. O Centro de Saúde se responsabiliza pelas medicações
específicas de uso para o controle da diabetes e acompanhamento clínico quando
necessaárioSandra 25/10/2016
g) Acompanhar todos os usuários diabéticos residentes na área de abrangência do
Centro de Saúde Guarani é função de todos os integrantes da equipe de saúde da
família, incluindo os profissionaos do NASF. Deve-se oferecer sempre um cuidado
integral e de qualidade para esses usuários se atentando para os riscos peculiares que
a diabetes pode causar. Esse cuidado deve ser intensificado quando esses usuários
retornam de uma internação hospitalar. Data: 08/11/2016 Responsável: Equipe do
Centro de Saúde Guarani
h) Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: O paciente portador de DM requer acompanhamento peródico, Existem 03
Microáreas descobertas por ACS; equipes de PSF incompletas (falta de 01 Aux.
Enfermagem na Equipe 01 por aposentadoria); o excesso de população por ESF gera
sobrecarga de trabalho, o quê dificulta o devido acompanhamento . Ainda existe o
paciente em acompanhamento na rede privada e/ou conveniada.
i) Análise, Nome, dd/mm/aa
j) Análise, Nome, dd/mm/aa
k) Análise: Vulnerabilidade e situações da familia com relação a escolaridade, renda, uso
abusivo de álcool e drogas; falta de vínculo dos usuários com equipe; baixa edesão
em grupo operativo; recursos materiais e físicos inadequados e insufiicientes, falta de
capacitação; sistema de informação deficiente, equipe incompleta, rotatividade de
profissionais e falta medicação.
l) O numero demonstra que a equipe tem realizado um movimento de vigilância com os
pacientes . Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/ Camila/ Sibele (31/10/16)
m) Análise, Nome, dd/mm/aa
n) Não houve registro de egressos hospitalares por diabetes. Cléris Blanco de Souza.
03/11/2016
o) Análise, Nome, dd/mm/aa
209
p) Instabilidade do SISREDE, fragilidade na capacitação dos profissionais médicos e
enfermeiros quanto ao uso dos protocolos , equipe incompleta que dificulta o vínculo
e acompanhamento dos usuários. Nívia 09/11/16
q) Em relação à este Indicador, verificamos que o mesmo nos dá "indícios"de como está
o acompanhamento de nossos usuários com diagnóstico de DM e se, dentre aqueles
que foram internados no período avaliado, eles foram devidamente atendidos nos
últimos seis meses antes da internação pelo menos uma vez no Protocolo de DM
(evoluídos adequadamente pelo médico e/ou enfermeiro no SISREDE). Isabella de
Aguiar Melo Cardoso, Gerente, 06/11/2016.
r) O centro de Saúde Saõ tomás vem fazendo ações de captação de diabeticos e temos
a GestãoClinica que possibilita as equipes de PSF ter maior controle dos usuários
com doenças crônicas.SILVANA 22/11/16
s) Atendimento pelos profissionais da ESF nos protocolos corretos; qualificação do
registro para melhoria do indicador; ações de promoção de saúde (grupos de
tabagismo, grupos de hipertensos e diabéticos); sensibilização de toda a ESF,
principalmente os ACS no processo de captação dos usuários da AA; GESTÃO CLÍNICA:
atendimento compartilhado com outros recursos de apoio (Odontologia, NASF);
NECESSIDADE DE EQUIPES COMPLETAS, principalmente ACS.(Avilmar Carvalho e ESF)
(09.11.2016)
- DS OESTE:
a) O paciente egresso de internação hospitalar no 2º QD de 2016 foi acompanhado
pela unidade de saúde de acordo com o protocolo de auditoria clínica em diabetes.
b) Verificamos que as internações por diabetes se dão nos usuários que não aderem de
forma adequada ao tratamento proposto pela equipe.
c) Avaliamos que tivemos 02 egressos hospitalares, sendo os 02 de equipe que
realizaram treinamento no gestão clinica em diabetes Avaliamos que trata-se deum
egresso não frequentava a unidade, pois tratava-se de usuário com convenio que até
então, não era acompanhado pela unidade . O outro usuário é conhecido na unidade
, utiliza o serviço, porém, não adere ao projeto terapeutico individual e constitui um
desafio para a equipe de saude da familia, e apoios da unidadade. este caso traz
ainda o desafio da gravidez da usuária que foi internada durante eo primeiro
trimestre gestacional . trata-se de um caso que teremos que acompanhar junto com o
PNAR
d) No 2º quadrimestre de 2016 não houve casos de egressos de internação por Diabetes
Mellitus no centro de saúde.
e) Índice zero. Esse valor representa um acompanhamento intensificado da equipe no
cuidado e orientação dos pacientes portadores de Diabetes.
f) Tivemos 01 caso de internação por Diabetes Mellitus , paciente oriunda de outra UBS
, com pouco vinculo com a ESF e adesão ao tratamento proposto , porém está
participando do Grupo do NASF sobre alimentação saudável e vindo as consultas
agendadas.
g) O centro de saúde Palmeiras não teve registro de internação por diabetes mellitus
nos 3 ciclos avaliados.Em relação a este resultado acreditamos que os fatores que
contribuem sejam: por trabalharmos com agendas organizadas, programadas
garantindo as consultas dos pacientes, o apoio diagnostico oferecido que comunica
a equipe os resultados criticos e permite a rapida busca ativa do paciente evitando
com isto o agramento do quadro clinico,a relaização de ações e encaminhamentos
de acordo com o protocolo de diabetes.
h) não houve casos reportados
210
i)
j)
Não se aplica ao CSSM
Análise: O Centro de Saúde Ventosa teve 1 internações por Diabetes Mellitus.
Diagnóstico recente de DM, paciente de baixo risco, pouco vinculo na unidade. Mas
agora este usuário esata sendo acompanhado pela unidade, pelo NASF (farmaceutica
e nutricionista) e pela rede complementar. Estamos ainda readequando as doses
medicamentosas, orientamos em relação aos riscos e solicitado exames.
k) não se aplica
l) registrado dois casos de egresso hspitalar por DM. Trata-se de 1 usuário
acompanhado . Temos evoluido muito na capacidade das equipes em trabalhar
conjuntamente com esta patologia complexa e que depende enormemente da
coloboração do próprio usuário e de sua familia.temos que manter a vigilância e
investir na educação permanente da equipe, com foco multiprofissional.
m) registrado três casos de egresso hspitalar por DM. Trata-se de usuário sem vinculos
estabelecidos. Temos buscado evoluir na capacidade das equipes em trabalhar
conjuntamente com esta patologia complexa e que depende enormemente da
coloboração do próprio usuário e de sua familia.temos que manter a vigilância, os
registros adequado e investir na educação permanente da equipe, com foco
multiprofissional.
- DS PAMPULHA
a) O Centro de Saude São Confisco teve 2 pacientes diabéticos internados no período
analisado. Um paciente é devidamente acompanhado pelo Centro de Saúde e o outro
paciente mantém seu acompanhamento na rede privada. Igor Rezende Gomes,
01/11/16.
b) Nesta UBS, não há registros de egressos por DM acompanhandos. Manayá e Maria
Lúcia, 08/11/2017.
c) Não tivemos egresso hospitalar por DM
d) Não tivemos nenhum caso de internação hospitalar por DM. Júnia Ribeiro 31/10/16
e) Não tivemos egresso hospitalar por DM. Cristina, Fernanda, Juguimar, Alessandra e
Vanessa. 10/11/16
f) Verificamos 01 caso de internação por DM após tratamento prolongado para
conjuntivite. Paciente morador de área de Baixo Risco sem cobertura de PSF
acompanhado pela clínica da Unidade e iniciou uso de insulina durante
internação.Eliane 11.11.16
g) Análise, Nome, dd/mm/aa
h) No 2º QD/2016 houve 02 egressos de internação por DM sendo ambos os casos
acompanhados pela Unidade. O acompanhamento de 100% dos egressos de
internações reflete a qualidade da assistência prestada pelos profissionais como a
adequada cobertura de captação de diabéticos e a adequada qualidade da
informação no SISREDE. Diógenes. 10/11/16
i) Na UBS tiovemos 3 casos de egresso com DM um deles é acompanhado pela equipe
de PSF, e não adere ao tratamento proposto, os outros dois pacientes não sabemos
onde são acompanhados ou se pertencem a área de baixo risco. Silvana, Daniela,
Mariana e Silvania.
j) No Centro de Saúde Santa Terezinha, observamos apenas 01 caso de egresso de
internação por DM, estando o usuário em acompanhamento pela ESF
k) No Centro de Saúde São Francisco não ha regisrtro de nenhum caso de egressos por
DM, Valter e Fernanda
l) O Centro de Saude São José apresentou 01 paciente internado após avaliação médica.
Renata Nunes 27/10/16
m) Análise, Nome, dd/mm/aa
211
- DS VENDA NOVA
a) O Centro de Saúde não teve dados de egressos de internação por diabetes. Fernanda
Dias Vieira, 28/10/16.
b) O Centro de Saúde apresentou três pacientes egressos por diabetes, porém um não
pertence a área de abrangência do centro de saúde Céu Azul, outro encontra-se
internado no Hospital das Clínicas fazendo tratamento de CA e adquiriu diabetes na
internação devido a imunossupressão, e a terceira paciente é acompanhada pela ESF.
Beatriz F.C Fernandes 26/10/16
c) O CS não teve dados de egressos de internação por diabetes. Responsável: Ana Eliza
Miranda de Pádua Data: 24/10/16
d) O CS não teve dados de egressos de internação por diabetes.
e) O CS apresentou dois pacientes egressos. Um pertence a área descoberta da equipe
01, essa microárea está descoberta há mais de 2 anos, o que dificulta o
acompanhamento e busca ativa. Essa equipe também ficou 9 meses sem médica
devido a licença maternidade e rescisão de contrato da mesma. O outro não
comparece as consultas agendadas. Talita Munick Vieira Gomes 01/11/2016.
f) O Centro de Saúde apresentou 4 egressos de internação por diabetes. Uma usuária
veio do interior, gestante com 29 semanas, não havendo atendimento nesta unidade
para controle de DM antes da primeira consulta de pré natal (diagnóstico há 3 anos) ,
e a paciente retornou para o municipio de origem após o parto.
Outra usuária vem sendo acompanhada desde 2005 como portadora de DM desde
2010, no entanto por diversas vezes não aderiu ao trtamento correto. Em 2016
internou para realização de ultra-som e biopsia no pancreas, por suspeita de CA, a
qual foi descartada. Atualmente, está em acompanhamento pelo endrocrino, equipe
e nasf. No terceiro caso, a usuária veio recente do interior para conseguir uma
cirurgia, devido a Colelitiase. Teve apenas um atendimento na equipe( No
acolhimento), com o médico Dr. Jose Roberto que solicitou
esofagogastroduodenoscopia, segundo ACS Rosangela, a usuária está aguardando a
Cirurgia e depois retornará para sua cidade de origem. O quarto caso é de uma
usuária de baixa aderência terapeutica, e está sempre com glicose elevada.
g) Do total dos egressos de internação por DM, somente 66% dos usuários diabéticos
foram acompanhados. Na análise dos dados pode-se observar a falha do registro no
sistema GESTÂO, ficando alguns dados sem serem preenchidos ou registrados,
dificultando a avaliação do acompanhamento destes casos. Há também falha no
encaminhamento destes pacientes para a Atenção Primária, vindo estes usuários
procurar o serviço apenas com sumário de alta, sem contra referência oficial.
Vários fatores influenciam nos dados, tais como, identificação tardia, falta de
comprometimento do usuário em seu autocuidado, demanda excessiva de usuários,
principalmente os que hiperutilizam em detrimento daqueles que tem pouco acesso,
situações de epidemia, comprometendo a agenda, dificuldades de espaço físico para
atendimentos multiprofissionais (NASF- Equipe), Falta de definição de fluxo interno
de usuários insulino dependente para o NASF favorecendo o cuidado em rede,
dificuldades de captação precoce de egressos hospitalares, necessidade de discussão
do propósito da agenda aberta.
h) O CS apresentou dois pacientes egressos. Um paciente com baixa adesão ao
tratamento, falta às consultas, não usa medicamentos corretamente. O outro
paciente recém chegada na área, morava na Bahia, não fazia acompanhamento.
Iniciou medicação após diagnóstico há 2 meses.
212
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
O CS apresentou um caso de egresso por DM. A paciente fazia controle de
hipertensão no CS. A internação segundo relato do prontuário eletrônico foi devido a
Trombose Venosa Profunda.
Necessita melhorar a gestão do cuidado do diabetes / Cumprindo indicadores.
O CS Piratininga apresentou um egresso hospitalar. O paciente pertence a micro área
descoberta há 4 anos. Alta rotatividade de médicos da saúde da família na ESF. No
Geral as ESFs estão se organizando para melhorar o cuidado oferecido aos pacientes
diabéticos. Estratégias: grupos de diabeticos, com matriciamento de outros
profissionais (farmaceuttico, nutricionista), alem de médico generalista e enfermeiro,
com objetivo de tirar dúvidas e reafirmar orientaçoes. Busca ativa aos DM faltosos em
consultas de controle. Atendimento compartilhado da gestão clínica em DM, gestao
de cuidados em casos de pacientes criticos. Synara 31/10/16.
O Centro de Saúde Rio Branco teve duas internações nos últimos seis meses, de
pacientes portadoras de diabetes mellitus. Observamos que nos dois casos, houve um
acompanhamento parcial das usuárias. Um dos casos a causa principal da internação
foi devido a um AVC em uma paciente com diagnóstico recente de DM. O outro caso
é de uma usuária que faz acompanhamento com médico fora da rede SUS. Ve-se
necessário o acompanhamento regular, conforme o protocolo, de todos os paciente
portadores de diabetes, para diminuir os riscos de morte e complicações. Adalberto,
01/11/2016.
Tivemos apenas um egresso, que na época de sua internação estava de passagem
pelo centro de saúde (residia nos EUA). Após a internaçao foi acompanhado pela
equipe. Atualmente mora na área do CS Santa Terezinha. Percebemos que as equipes
não tem um controle do número de diabéticos, principalmente pela falta do ACS em
todas as equipes e pelo número elevado de usuários cadastrados que torna inviável
fazer o acompanhamento de toda população. Mesmo os pacientes que são
acompanhados pelas equipes não são atendidos de acordo com as recomendações do
protocolo/síntese operativa de diabetes, isto é relatado em algumas equipes sendo
que em outras equipes relatam atender pelo protocolo. Disseram também que
discutem casos de diabéticos na equipe, mas com NASF somente quando estão
associados a outros fatores e/ou necessitam de intervenção. Relatam que o tempo de
reunião com a equipe do NASF é muito pequeno para se discutir todos os casos e que
a saída da nutricionista da equipe fez muita falta para o acompanhamento e controle
da doença. De modo geral existe pouca participação da odonto nas reuniões, embora
exista uma boa interação e a equipe procura os profissionais da odonto e discutem os
casos quando necessário. RAQUEL SARDI 19/10/16.
O CS não teve dados de egressos de internação por diabetes. Doriana Ozólio
31/10/2016
Usuária residente do Munícipio Santa Luzia.
O Centro de Saúde Venda Nova apresentou 2 pacientes egressos hospitalares por
Diabetes. Estes a ESF oferece o acompanhamento porém são resistentes em seguir as
orientações e não comparecem as consultas agendadas. Cada ESF do CS possui em
media 470 usuários que são diabéticos, sendo que o quantitativo maior está na
equipe esmeralda com um total de 521 diabéticos conhecidos. Esses pacientes na sua
grande maioria são acompanhados na unidade, porem nota-se que infelizmente
muitos não são atendidos segundo a recomendação do protocolo/ síntese operativa
de diabetes; além disso temos um grande numero de usuários que não comparecem
as consultas, apesar das diversas buscas ativas, além daqueles usuários que não
aderem a terapia medicamentosa. Os casos mais graves são trabalhados junto a
equipe do NASF e da odontologia. Inclusive atualmente todos os usuários que são
diabéticos após passarem por consulta medica são encaminhados automaticamente a
odontologia.
213
4.2.2- Percentual de casos novos de Doença Renal Crônica que iniciaram a hemodiálise na
internação, acompanhadas no Centro de Saúde. NÃO ANALISADA NESTE CICLO
Bloco 3: Atenção às Doenças Infectocontagiosas
4.3.1- Percentual de cura de casos novos de tuberculose, com confirmação laboratorial, em
residentes.
- DS BARREIRO
a) Responsável: Selmária S. Mourão - Data: 21/11/16. O tratamento de TB é um grande
desafio às Unidades de saúde pelo fato de acometer em grande parte, usuários
dependentes de uso de drogas. Dessa forma, esse passa a ser também um problema
social. Vários esforços foram feitos buscando o tratamento eficaz desses usuários
incluindo TDO, facilidade de acesso aos exames e consultas, etc. Porém apesar de
tudo, tivemos um caso de abandono em que não foi possível concluir o tratamento.
b) Não foram identificados casos de TB. Necessita-se sensibilização para a vigilância da
TB em nosso território com a identificação dos SR e diagnóstico dos pacientes.
Fabiana Ribeiro, 14/11/16.
c) Acompanhando o paciente durante todo o tratamento. Teste rápido para detecção
precoce, o treinamento da equipe e o TDO sugere um controle da doença na nossa
area de abrangencia
ELISA, VIVIAN, RICARDO
27/10/16
d) Adriana M.C. Siqueira,28/10/2016. No 1º e 2º ciclos o caso de TB acompanhado na AA
foi diagnósticado como abandono, ficando longe do ideal. Analisar um caso
isoladamente parece não fazer sentido, mas um caso não tratado ou tratado
inadequadamente pode se tornar fonte infectante de outras pessoas. Neste ciclo, não
houve casos novos na UBS.
e) o número de pessoas sintomáticas respiratórias é muito abaixo do esperado na
unidade e os casos podem não estar sendo diagnosticados adequadamente. Marcia
Mariano 08/11/16
f) Os casos de tuberculose são acompanhados sistematicamente pelas equipes de saúde
da família e equipes de apoio da unidade como o NASF (Nùcleo de Apoio à Saúde da
Família). Através de atendimentos individuais, visitas domiciliares e acompanhamento
de tratamento supervisionado pelo agente comunitário. Verônica e Dalva
09/11/2016
g) Diagnóstico realizado na rede hospitalar e referenciada à UBS onde manteve o
tratamento com necessidade de acompanhamento pela atenção secundária
(pneumologista). Realizado tratamento supervisionado até final do tratamento.
Recebido alta por cura. Fabiano, Rodney e Leandro, 25/10/16.
h) Tivemos no periodo 1 caso novo que obteve cura. Nesse caso é interessante
pensarmos as ações para diagnóstico precoce da TB e tratamento e acompanhamento
adequado do paciente e dos contatos, diminuindo com isso a ocorrencia de novos
casos. Rafaela sardi de Almeida 07/11/2016
i) Percebemos que nosso acompanhamento está sendo efetivo.
j) Analisamos que o tratamento completo e a cura somente acontecem, se o paciente,
a família e a equipe estão envolvidos em todo o processo. Garantindo o tratamento
supervisionado do paciente pelo ACS em domicílio. Facilitando o agendamento com a
famacêiutica para orientação. Estreitando os laços, vínculos do paciente com a
214
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
t)
equipe.Fazendo Visita domicliar periódica pela equipe. Garantir a acolhimento do
paciente pela equipe, orientando ao paciente sobre a importância do tratamento e da
data da cura.
Não tivemos casos de TB
Não houve casos no periodo avaliado. Paulene Simões e Grazielle Souza - 18/11/16.
Não tivemos casos encerrados neste período. Etamos com um caso pendente de
encerramento que esta sendo acompanhado pelo centro de saúde e GEREPI-B.
KARINA FONSECA - 10/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
No periodo indicado tivemos a constatação e acompanhamento e cura de um usuario
da equipe safira. Durante todo periodo seu tratamento foi acompanhado por diversos
profissionais. O fato do usuario tambem ser esclarecido e cooperativo ajudou
efetivamente para a cura. Devemos garantir o acompanhamento e tratamento de dos
os
Não houve registro de casos novos de TBC neste período.Analise feito pela G. Denise
e Enf. Paulo 16/11/16
O Centro de Saúde necessita aumentar a sensibilização das equipes proporcionando
maior captação de acordo com o preconizado pelo protocolo.
.
RENATA TEIXEIRA.
08/11/16.
A unidade não analisou este indicador
Não houve casos de abandono de tratamento de TBC no período analisado no CS Vila
Cemig. A Equipe realiza o acompanhamento sistemático dos casos diagnosticados
primando pela criação de vínculo, Busca Ativa e pelo atendimento compartilhado com
o farmacêutico do NASF.
Não se aplica.Bruno César Saldanha. 10/11/16
- DS CENTRO SUL
a) Consideramos que obtivemos um índice considerável de cura, tal situação se deve ao
tratamento supervisionado, ao profissional de referência pela condução do caso.
Facilidade de acesso aos medicamentos, bem como a manutenção do abastecimento
dos mesmos. Entretanto, acreditamos que a captação dos sintomáticos respiratórios
ainda está baixa.
Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA: 11/11/2016
b) Ao analisar esse indicador observamos que o percentual de alta por cura em 2014 foi
de 50%, em 2015 33,3% e no período de 05/2015 a 04/2016 foi de 25 %, evidenciando
um decréscimo nesse indicador. Algumas análises possíveis foram: o perfil da
população atendida pela equipe SF que são pessoas em situação de rua, que
apresentam alta vulnerabilidade para a TB, que apresentam grande dificuldade em
aderir ao tratamento. Porém, isso por si só não explica, pois a equipe tem
acompanhado esse indicador, desenvolvendo estratégias de acompanhamento até a
resolução por cura. O fato novo que temos evidenciado é a notificações de pacientes
em situação de rua que são direcionadas ao CS Carlos Chagas, apesar de não
pertencerem ao território do CS Chagas, pelo simples fato de estarem em situação de
rua, a despeito da descentralização da Política Municipal para População em situação
de rua. Muitas vezes, esses casos têm histórico de atendimento e acompanhamento
em outras unidades e distritos. Outro fato constatado foi de que nessas notificações
não foram registrados os pontos de fixação dos mesmos, impossibilitando a busca
desses usuários para inserção e acompanhamento no tratamento. Outro aspecto a
considerar é em relação ao conceito que adotamos quanto a sintomático respíratório,
que para população de rua é considerado qualquer tempo de tosse, com isso
215
c)
d)
e)
f)
g)
h)
identificamos precocemente os casos de TB, aqueles com + ou ++. Outras estratégias
implementadas para captação de novos casos são: realização de ações de saúde junto
ao centro pop Barro Preto e Leste, Projeto Miguilim com abordagem ao tema sobre
tuberculose; sensibilização de toda equipe do centro de saúde para investigação de
sintomáticos respiratórios quando os usuários nos procuram na unidade, bem como
sensibilização de ACS, profissionais da equipe de consultório na rua e técnicos do
centro de referência especializado em assistência social (técnicos da abordagem) para
identificação de sintomáticos respiratórios considerando o critério: qualquer tempo
de tosse. Além disso, contamos com o apoio desses equipamentos tanto para o
acompanhamento do tratamento quanto para a busca ativa de faltosos. Análise:
Shirley P Almeida. Data: 10/11/2016
Embora o número de casos novos de TB da AA ainda seja aquém do esperado, temos
observado um maior comprometimento da equipe na identificação de sintomáticos
respiratórios e no acompanhamento e notificação do tratamento. Jalda 11/11/2016
Indicador do CSMJ está com 100% de cura e ZERO de abandono.
Continuaremos atentos aos sintomáticos respiratórios para captação precoce e
diagnóstico dos casos suspeitos.
Continuar acompanhando e registrando os casos diagnosticados e buscando os
faltosos.
Captar e notificar os casos que só vêm ao CS buscar medicamentos e que são
atendidos em outros serviços de saúde.
A SMSA deverá garantir a reposição dos ACS para proporcionar um melhor trabalho
na captação e acompanhamento dos casos positivos.18/11/2016 Maria Bernadete
Miranda
A análise deste indicador é semelhante a análise dos casos de abandono. A Unidade
tem dificuldades no acompanhamento dos casos de TB da área de baixo risco que são
normalmente acompanhados por outros profissionais e portanto sem vínculo com o
Centro de Saúde. Tivemos casos de óbito, paciente transferido para outra Unidade e
um caso que não conseguimos encerrar devido a dificuldade acima relatada - Solange
Beirão - 10/11/2016
O indicador foi de 75% de cura. Considerando que não alcançamos a meta de 85%
para o indicador, tal fato aponta para a subnotificação e ao não acompanhamento
dos sintomáticos respiratórios;
a falta de preenchimento do livro de sintomáticos respiratórios assim como falta de
atualização do livro de acompanhamento de paciente com TB.
A primeira amostra do exame de BAAR não está sendo colhido no momento da
captação do Sintomático Respiratório, os pedido são entregues aos pacientes para
retornarem no dia posterior à consulta, perdendo a oportunidade de se garantir uma
amostra.
Outro fator é que o laboratório está sem a disponibilidade do TRM - teste rápido
molecular, sendo realizado somente a baciloscopia do escarro - BAAR.
Simone Couto/ESF/07/11/2016
Dos 03 casos diagnosticados no período, conseguimos acompanhar até a cura de 02
pacientes. Estes foram acompanhados pela enfermeira de referência para TB e
assistente social, que trabalharam a vinculação do usuário à Equipe com satisfatória
adesão ao tratamento.
Sirlene - 27/10/16
11/11/2016 – Vanessa, Isabella, Marianna, Liliane, Karla, Lúcia e Camila
A unidade apresentou 2 casos novos com cura. Devido à participação de um
profissional no comitê de TB, estamos conseguindo uma melhora no
acompanhamento dos casos, além de discutir e buscar alternativas para a cura de
100% dos pacientes.
216
i)
O resultado de 100% de cura neste período retrata o empenho das ESF na busca ativa
dos sintomáticos respiratórios, do diagnóstico precoce, bem como a avaliação dos
contatos. A aproximação da referência local das ESF com troca de informações tem
ajudado na organização deste processo.
Ainda tem sido um desafio garantir a realização do TDO. O perfil da nossa população
com alto índice de vulnerabilidade, usuários de álcool e outras drogas e muitas vezes
sem suporte familiar dificultam a garantia do tratamento. A falta de ACS em algumas
áreas também interferem neste resultado .Alessandra/Bernadete/ESF/14/11/2016
j)
A UBS Santa Rita teve 03 casos de Tuberculose diagnosticados neste período. Dois
destes foram encerrados por cura. Temos como desafio sensibilizar a equipe para
captação dos sintomáticos respiratórios assim como, fazer o diagnóstico de TB e
seguir com este paciente vinculado à UBS até conseguirmos a alta por cura. Ana
11/11/2016
k) Na Unidade São Miguel foram diagnosticados neste período 06 casos de tuberculose.
Destes, 04 encerraram o tratamento por cura. Acreditamos que a captação precoce
do sintomático respiratório e vigilância no acompanhamento dos casos positivos
contribuiram para o sucesso no tratamentos destes pacientes. Nome: Anita,
09/11/16
l) APESAR DO INDICADOR ESTAR BOM, TEMOS QUE TER 100% DE CURA E 0% DE
ABANDONO COM REGISTROS CORRETOS INCLUSIVE PELA OCASIAO DA ALTA.
APÓS A CRIAÇÃO DO COMITÊ DISTRITAL DE TRANSMISSÃO VERTICAL HOUVE UM
MELHOR CONTROLE DOS REGISTROS E NOTIFICAÇÕES.
ELIANA MIRANDA 16/11/2016
- DS LESTE
a) As equipes avaliam que as estratégias que foram utilizadas para atender os pacientes
portadores de tuberculose, tais como o TDO e o atendimento compartilhado entre as
equipes e o NASF surtiram um efeito positivo, pois temos que considerar que a
comunidade do Alto Vera Cruz tem um perfil bastante diferenciado, com muitos casos
de pacientes de grande vulnerabilidade social, seja pelas condições precárias de
subsistência, pela baixa escolaridade e/ou pelo uso de drogas ilícitas, fatores esses
que impactam substancialmente na adesão ao tratamento.
b) Os casos diagnosticados de TB da nossa área de abrangência tiveram o
acompanhamento adequado da equipe, porém, com baixa adesão do usuário ao
tratamento, levando ao abandono de um caso, mudança de área de abrangência ; o
outro caso está sendo acompanhado pela atenção terciária devido à falência de
tratamento. Patricia Roberto 11/11/16.
c) 10/11/16. Analisando a informação dos dados,no ano tivemos 02 csos de tb e todos
02 tiveram alta ,o que pode ter acontecido é que não deu tempo de "fechamento"
pelo distrito ,pois uns dos pctes iniciou tto em março/16 com alta em setembro/16.
d) Observa-se comprometimento da equipe na captação de sintomaticos respitatórios e
capacitação / treinamento de todos os profissionais para diagnósticos precoce bem
como sensibilização dos mesmos sobre a importância do tratamento diretamente
observáveis. Ressalta a busca ativa imediata dos contatos e casos de cultura / BAAR
positivo. Edna e Natalia 14/11/2016
e) No total foram 05 pacientes que iniciaram o tratamento de tuberculose no período
de 05/15 à 04/16; 04 pacientes obtiveram cura e 01 abandonou o tratamento. Existe
217
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
registro da dispensação do medicamento para o paciente em situação de abandono
no sexto mês de tratamento. Após busca ativa foi informado por familiares que este
passou a residir no município de Santa Luzia. Houve somente o registro de 02 casos
como cura junto ao GEREPI-L o que leva as equipes a pensarem em uma melhor
organização para informar a Gerência de Epidemiologia a real evolução dos casos e
em tempo hábil. Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes Taveira, Luciana de
Carvalho Mariosa , Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira Costa 11/11/16
A TB ainda hoje é uma doença muito mistificada. Vemos que as equipes ofertam os
atendimento aos casos suspeitos, e também aos sintomáticos respiratórios, portanto,
a oferta de atendimento e diagnóstico precoce se mantém ao longo de todo o
período de funcionamento da unidade de saúde, porém, ainda encontramos alguma
resistência da população na procura por tratamento. Após a definição do diagnóstico
da TB, a equipe faz um trabalho de acolhimento e sensibilização do paciente para que
não ocorra abandono do tratamento. Douglas Aparecido Fernandes Silva. 11.11.16
No ano de 2016, tivemos 2 casos que receberam alta por cura. Embora não tenhamos
nenhum caso de abandono, tivemos 3 óbitos porem, 2 deles associados a
comorbidades, precisamos melhorar a captação de sintomáticos respiratórios e para
isso estamos investindo em capacitação dos profissionias, encaminhando para os
treinamentos da SMSA e fazendo sensibilização periodica. Acreditamos que por se
tratar de uma área de alta vulnerabilidade social e ao número de usuários de droga
lícitas e ilícitas, provavelmente encontraremos mais casos com BAAR positivo com a
expansão do SR. Agora com as equipes completas temos investido e proposto ações
para a captação de sintomáticos respiratórios e efetivação do TDO, tais propostas já
em andamento, importante dizer que também disponibilizamos a planilha de SR em
todos os consultórios afim de melhorar o dado.
Temos conseguido atingir nossas metas (próximo do valor esperado) em relação aos
sintomáticos respiratórios, porém neste último ano tivemos aumento na taxa de
abandono, com uma paciente abandonando o tratamento por 4 vezes no período
avaliado. ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
O esforço da unidade por meio do Comitê de Vigilância tem sido o de captar o
sintomático respiratório durante todo o ano. Para tanto temos sensibilizado a todos
os trabalhadores quanto aos sinais para captação precoce dos mesmos. O
acompanhamento deste paciente através da dose supervisionada tem aumentado a
eficácia do tratamento.
Continuar com ações de prevenção e controle. Eunice da Silveira Andrade.
12/11/2016.
Marcílio Amaral - 17/10/16 : A princípio entendemos que a vigilância aos
sintomáticos respiratórios se mantem, mas nesse quadrimestre com um ligeira
redução no número de casos diagnosticados.
Não ter nenhum caso novo nesse período é um dado preocupante pois deveríamos
ter, no mínimo, 3 casos novos. Vera Lucia de Oliveira 03/11/2016
Mateus Figueiredo - 08/11/16. Esse dado pode ter duas interpretações: melhoria da
qualidade de vida das pessoas associada a ações integrais de vigilância em saúde na
atenção primária, mas tambem pode representar uma subnotificação presente em
casos que são desconhecidos em virtude da vulnerabilidade social encontrada na área
de abrangência do Taquaril.
A Equipe da Unidade de estruturou para a assistência aos portadores de TB,
investindo no diagnóstico precoce , acompanhamento sistemático dos casos e
oferecimento do T D O em 100% dos casos refletindo no sucesso do indicador. Regina
Cele de Souza 10/11/2016
218
- DS NORDESTE
a) Nossa população vive em aglomerados na comunidade; muitos em condições
precárias. Estamos realizando capacitações continua na equipe para sensibilizar na
captação dos casos. As ACS"s tem realizado busca ativa de casos novos durante as
vidsitas domiciliares. Mas reconhecemos que podemos melhorar a captação. Cibele
01/11/16
b) Os profissionais da Unidade de Saúde estão capacitados para o diagnóstico e
tratamento de casos de Tuberculose. As Equipes de Saúde da Família se esforcam
para realizar o tratamento TDO de 100% dos casos, avaliação dos contatos e
envolvimento da família no tratamento do paciente. Entretanto ocorrem situaçãoes
que dificultam a conclusão do tratamento, internação hospitalar ( caso ESF 04 );
prisão do paciente ( caso ESF 02 ). Marolina A B Santos 08/11/16
c) As equipes acompanham seus usuários diagnosticados com tuberculose, fazem TDO e
contam com o acompanhamento do farmacêutico. Quando o usuário doente assume
seu tratamento e deseja tratar-se o acompanhamento transcorre com mais eficiência
e o sucesso no tratamento acontece. Gláucia Simões 07/11/16 A cada sintomatico
respiratorio que é acolhido na unidade solicita-se o TRM,alem de ser atendido em
consulta medica. Após confirmação do caso,é agendada nova consulta para avaliação
e prescrição da medicação adequada,alem da avaliação realizado pelo farmacêutico
da unidade e o enfermeiro da equipe. As consultas subseguentes são agendadas de
acordo com a disponibilidade do paciente,para que não haja falta. São solicitados
exames como teste rapido para Sifilis,HIV e Hepatites,raio X de torax e cultura de
escarro. Quando necessario e disponivel no serviço o usuario é encaminhado aos
profissionais do NASF para acompamhamento. Helen Pires 10/11/16
d) As equipe da unidade esta´apta a realizar o diagnóstico e tratamento do usuaprio
com TBC. A rotatividade de profissionais médicos durante os últimos anos é um
dificultador, mas o treina mento da rede , o protocolo a sensibilização da equipe , a
disponibilidade do distrito e referêcnias técnicas da SMSA inclusive epara reuniões
para discussão de casos tem melhorado muito para o enfrentamento dos desafios do
tratamento e adesão ao mesmo pelos usuários .
e) Este indicador reflete o resultado do trabalho interdisciplinar realizado neste centro
de saúde. O trabalho em conjunto da ESF com o farmacêutico e o serviço social,
garante que as chances de cura aumentem. Mesmo se tratando de uma comunidade
de alto elevado risco e, em algumas microáres, com precárias condiçoes de moradia,
a unidade vem colhendo os frutos do acompanhamento que vem sendo feito. Os
esforços serão contínuos para que os indicadores continuem avançando e,
especialmente, o usuário tenha seu acompanhamento sendo realizado com sucesso.
Raphael, 11/11/16.
f) O acompanhamento interdiciplinar tem sido importante no acompanhamento dos
casos. Além disso a preparação dos profissionais envolvidos no cuidado, através das
capacitações foram muito importantes para o alinhamento das ações.
g) As ESF precisam ficar atentos aos casos que são suspeito e solicitarem o BAAR/TRM e
monitorarem estes casos, inclusive os outros moradores, não estamos atingindo as
metas de sintomático respiratório, por este motivo temos que sensibilizar as ESF
.Data : 07/11/16 Hellen
h) Análise, Nome, dd/mm/aa
i) A ESF tem clareza da necessidade de melhorar o indicador. No período anualizado o
CS atingiu 60% de cura dos casos registrados, o abandono do tratamento e mudanças
recorrentes de endereço pelos pacientes dificulta a busca ativa e o acompanhamento
para encerramento dos casos. É necessário melhorar o registro do sintomáticos
respiratórios.Cristiana, 04/11/16
219
j) Análise, Nome, dd/mm/aa
k) Análise, Nome, dd/mm/aa
l) No Brasil , a tuberculose é um sério problema da saúde pública , com profundas raízes
sociais. Segundo o Ministério da Saúde , o Brasil ocupa o 17° lugar entre os 22 países
responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo. Do total de casos
novos de tuberculose estimados pela OMS , menos da metade são notificados.
Observa-se que em nossa UBS o número de notificação de TB também é baixo. Isso
pode-se dever a baixa investigação dos sintomáticos respiratórios , causando
subnotificação dos dados. Como também , a melhoria da qualidade de vida da
população que reflete significativamente na diminuição das doenças
infectocontagiosas. Alguns casos de pacientes com TB podem não ter atingido a cura
devido situações de encerramento por óbito , transferência ou abandono. Maiara
Magalhães , 29/10/2016
m) A identificação de casos novos ocorre por meio de informação trazida por acs,
consultas agendadas e em atendimento ao agudo. os casos são identificados e
encaminhados a equipe responsavel para realização de propedeutica. a equipe está
treinada e tem olhar vigilante na identificação dos casos. Raquel, 15/11/16
n) Neste período pelos nossos registros tivemos 3 casos novos, mas não tivemos cura de
nenhum caso. Estes usuários encontran-se em tratamento.Percebemos que no
primeiro semestre de 2016 não tivemos nenhum caso confirmado de TB na Unidade,
neste período houve grande atenção voltada para a Dngue. Entendemos que este
indicador não reflete nossa realidade desta unidade neste período uma vez que são 3
pacientes em tratamento e nehum finalisou. Uma das dificuldades que temos
encontrado é a realização do TDO em áreas descobertas de ACS. ( dos 3 casos que
estão em tratamento 2 estão sem cobertura de ACS) Análise feita pela farmaceutica
Rachel e pelo gerente José Antonio.
o) Ao analisar o dado verificamos que todos os casos novos se concentraram em uma
microárea, mais localizada em um beco onde a comunidade vive em precarias
condições de moradia e social, porém todos os casos foram acomapnahdos pela
equipe ESF e que a equipe esta alerta em relaçao aos sintomaticos respiratorios,
porém a uma necessidade grande de melhorias neste acompanhamento realizado
pelESF, farmaceutico e ACS e uma necessidade de sensibilização da comunidade aos
cuidados, PRISCILLA, 11/11/201.6
p) Gerente Marluce e Enfermeira Andréia. 09/11/2016 A equipe vem seguindo
sistematicamente as orientações do Protocolo de Tuberculose com acompamento
sistemático de todos os usuários potadores de TB. Todos com portadores de TB tem
através de tratamento supervisionário pelo ACS diariamente, consultas,
agendamentos programados e avaliação de comunicantes e monitoramento.
q) A equipe do CS solicita exames dos sintomaticos respiratórios e é feita a busca ativa
dos resultados. A presença da farmacêutica na equipe é fundamental para o
acompanhamento. A alta responsável e o encaminhamento dos outros serivços
favorecem este indicador. Apsear do empenho da equipe em captar os sintomáticos
no atendimento diário sabemos que muitos pacientes procuram os serviços de
urgência. Adirley e Jacqueline 08/11/2016
r) A análise foi realizada com cada ESF do C.S. São Gabriel. As 4 ESFs fizeram a análise de
que esse dado 2 deve-se: 1) Assistência multiprofissional, apoio efetivo da
farmacêutica e das auxiliares de enfermagem que atendem na farmácia. 2)
Acompanhamento efetivo e busca ativa das ACSs. 3) O indicador não é melhor devido
à dificuldade no fluxo assistencial para o diagnóstico precoce. Alessandra gerente,
10/11/16.
220
s) Estamos muito atentos à captação dos sintomáticos; a equipe registra os dados, faz a
coleta do material na unidade. Os casos notificados são referentes a abril e agosto
deste ano. O caso de abril foi tbc pleural
t) A análise deste indicador mostra que a equipe da unidade está atenta aos
sintomáticos respiratórios, mesmo sendo ainda necessário melhorar a captação dos
mesmos. Quando detectados e confirmados os casos de tuberculose, mesmo que
notificados fora da unidade, as equipes disparam todo o processo de busca ativa,
atendimento e tratamento adequado do paciente e seus contatos com vistas a cura.
O registro adequado das informações no prontuário eletrônico e o uso correto do
protocolo possibilitam um melhor acompanhamento do paciente em toda rede.
KENIA RIBEIRO GABRIEL - 10/11/2016
u) O indicador mostrar que a equipe está atenta aos casos de sintomaticoa respiratórios,
porém em virtude do número elevado da população ainda temos que melhor nossa
captação. O tratamento da tuberclose tem sido um grande desafio, devido suas
peculiaridades. A sensibilização do paciente já melhorou muito, porém ainda
precisamos melhorar ainda mais. A falta de ACS associado as dificuldades do
tratamento incrementam a busca ativa, o monitoramento e mesmo a cura. è
necessário continuar com a sensibilização das equipes e motivação das mesmas para
que continuem empenhado e superem os desafios. Vanessa Vida 06/11/16.
- DS NOROESTE
a) Aplicação de todas as recomendações do protocolo e apoio da família - Judith Rios
b) Gerente Anderson Portes, 03/11/2016. Análise: Em discussão com a equipe, percebese a mesma sensibilizada para a busca ativa e realização de dose supervisionada pelo
ACS (quando necessário) e muitos profissionais participaram de capacitações
ofertadas. Percebe-se melhoria do
acompanhamento ao usuário com TB e a equipe identifica a necessidade de
intensificar os sintomáticos respiratórios nos diversos atendimentos ofertados.
c) No ano de 2014 o percentual de cura foi 100%, mostrando a eficácia do
acompanhamento e tratamento do usuário pela ESF. PROPOSTAS: aumentar a
captação de sintomático respiratório na Unidade (capacitar os profissionais das
equipes - incluindo os ACS's- para identificação destes usuários, reforçar os critérios
de identificação conforme o protocolo, introduzir o tema na pauta nos espaços de
dicussão local). Camila, Alessandra, Camillo e Bárbara 27/10/16.
d) O numero de casos identificados mostram que a equipe esta atenta a identificação de
casos novos.Se considerarmos dos 6 casos , 1 abandono , podemos afirmar que
alcançamos a meta de cura que é de 85%.
Angela, Carmem e Laila em 11/11/16
e) Todos os usuário em tratamento para tuberculose são adequadamente monitorados
por equipe multidisciplinar, de acordo com o Protocolo, objetivando a conclusão
exitosa do tratamento. 31/101/16 Silvana Ferreira de Andrade e Souza
f) Há dificuldade de adesão dos pacientes ao TDO ;as equipes estão sensibilizadas para
a identificação dos sintomáticos respiratórios; a ausência de 2 ACS dificulta a
realização do TDO.
Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
g) Análise: O acompanhamento do pct com TBC tem sido priorizado na UBS, com
capacitação de todos os profissionais, atendimento multidisciplinar e realização de
tratamento supervisionado. Nome Renata Mello, 26/10/16
221
h) Jayne G. Silva e Enfermeiros da Unidade, 24/10/2016; - Captação dos casos
respiratórios assintomáticos, monitoramento dos casos de TB, juntamente com
membros da ESF e NASF e Tratamento Diretamente Observado. (TDO).
i) O acompanhamento dos casos de TB identificados são priorizado na agenda dos
profissionais, o tratamento é supervisionado pelo ACS. Os pacientes são
acompanhados pelo farmacêutico. Com a rotatividade de profissionais médicos,
mantivemos o investimento em capacitações de atualização dos profissionais novos.
Nest simenstre um enfermeiro capacitado.
Rosimeyre 07/11/16
j) Todos os usuários com TB comprovada são acompanhados através do TDO, tem as
consultas médicas de acompanhamento agendadas com prioridade. Além, do
acompanhamento mensdo farmacêutico da unidade, que explica a importância do
tratamento sem interrupções e os efeitos colaterais da medicação. Érika Santos,
24/10/16
k) Todos os usuário em tratamento para tuberculose são adequadamente monitorados
por equipe multidisciplinar, de acordo com o Protocolo, objetivando a conclusão
exitosa do tratamento. As equipes mantém vigilância ativa para captar casos novos.
31/10/2016 - Vânia Gonçalves Novais
l) Análise, Nome, dd/mm/aa
Dois usuarios completaram o tratamento com alta por cura. Dois estão em
acompanhemento na unidade e um outro está em tratamento no Eduardo de
menezes por abandono de tratamento na unidade
m) Análise, Nome, dd/mm/aa
Heleodora- Luzia 11.11.16
n) Análise realizada nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e 01/11/2016. Constatamos
ainda que a redução na cota de raio x dificulta o diagnóstico e acompanhamento dos
pacientes. Adriana 01/11/16
o) No 2º quadrimestre /16 teve um caso de cura.M.Isabel 8/11
p) A equipe identifica a necessidade de implantar estratégias mais efetivas para
melhoria do indicador .Análise: equipe PSF/SB/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data:
11/11/16
- DS NORTE
a) Observa-se a fragilidade do dado uma vez que temos poucos sintomáticos
respiratórios implicando diretamente no dado.Naiara, Irene, Luciana, 28/10/16
b) Análise, Nome, dd/mm/aa
c) Análise: O centro de saúde esta localizado em uma área onde predomina a utilização
de álcool e outras drogas. Logo há casos novos, entretanto, o fechamento por cura
não foi alcançado o que demonstra a presença no indicador de abandono. Dulce,
10/11/16
d) No CS Etelvina Carneiro, não houveram casos novos de tuberculose diagnosticados,
com confirmação laboratorial, que obtiveram cura no período avaliado. Mas esse
resultado não exclui o surgimento de casos novos, ele pode incubrir uma
subnotificação. Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília; Data: 09/11/2016
e) A unidade apresenta identificação frágil dos sintomáticos respiratórios ao avaliarmos
as caracteriscticas populacionais da área. A identificação e captação deste usuário
revela-se falha e insuficiente, sugerindo subnotificação dada a situação
epidemiologica do país e nível social, economico e cultural da comunidade assistida.
Responsável: Denise Camargos. Data: 07/11/16
222
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
Baixo número captados de sintomáticos respiratórios, podendo haver maior número
de TB em nossa área. Fernanda, Nathalia e Sandra 25/10/2016
Análise, Nome, dd/mm/aa
Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: Após os profissionais médicos e enfermeiros realizarem o treinamento na
SMSA sobre Tuberculose, o acompanhamento mensal dos casos de TBC / busca ativa
dos faltosos / registro dos dados tem melhorado nesta unidade; a instituição do
Comitê de Tuberculose, com profissional de referência na unidade (Enfa. Eliane),
também ajuda bastante a condução dos casos de Tuberculose nas ESF.
Análise, Nome, dd/mm/aa
Ao analisar este indicador, a equipe se preocupa com a quantidade de sintomaticos
respiratorios que aparecem na unidade ser reduzida porem a equipe relata que
deve-se buscar constantemente meios para sensibilazar a equipe de ACS da unidade
pois não temos informação de nenhum caso recente de TBC na UBS, porem
percebemos que ainda estamos diagnosticando pacientes nas areas proximas a nossa
unidade , o que levanta um alerta sobre a busca em areas limitrofes destes usuarios
que podem estar contaminados . É importante um trabalho de conscientização de
todos os profissionais da nossa Unidade Básica de Saúde , independente da categoria
profissional, na identificação de sintomáticos respiratórios. Desta forma talvez
possámos identificar mais casos de suspeitos de TBC para adequada definição
diagnóstica e tratamento. Andrea Moreira Rocha de Brito BM 41168-3
10/11/16, Luciana Maria do Carmo e Claúdia,dificulade de notificacar em tempo
hábil, busca ativa ainda insuficiente, dificuldade ce comunicação entre os
profissionais da unidade, adesão moderada ao rtratamento, rotatividade de usuários
na área de abrangência, equipe incompleta, captação precoce ainda pequena
O numero mostra que todos os casos notificados foram acompanhados e tiveram alta
por cura. Isto demonstra que a equipe tem realizado um movimento de vigilância com
os pacientes. Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/ Camila/ Sibele (31/10/16)
Análise:
- Ausência de referência profissional para o Programa à nível local;
- Dificuldades de monitoramento à nível local (pacientes trabalham em horário
comercial, etc.);
- Insuficiência de treinamento/capacitação da equipe multiprofissional;
- Déficit na busca de sintomáticos respiratórios.
Responsável: Carolina Medeiros. Data: 11/11/16
Dados que indicam déficit na busca de sintomáticos respiratórios porque a área é alta
vulnerabilidade. Cléris Blanco de Souza. 03/11/2016
Como se trata de um indicador novo, não analisado anteriormente, não é possivel ter
parâmetros dos anteriores. Mas ao observar o número de casos de abandono e
observamos que o mesmo é zero, entendemos que os casos captados estão sendo
bem acompanhados através das ESF. Camila Vieira 03/11/2016
A vulnerabilidade da AA do CsScom presença de numero grande de pesoas com
trajetoria de rua, ususarios de alccol e outras dorgas, condiçoes precarias de moradia
dificulta a vinculação com usuarios. Nívia 11/11/16
Ao analisar este indicador, percebemos que ainda estamos diagnosticando e tratando
poucos usuários com TBC em nossa área de abrangência. Era para se esperar um
número maior de usuários portadores de TBC em nossa área. Assim, torna-se
importante um trabalho de conscientização de todos os profissionais da nossa
Unidade Básica de Saúde , independente da categoria profissional, na identificação de
sintomáticos respiratórios. De forma, talvez possámos identificar mais casos de
suspeitos de TBC para adequada definição diagnóstica e tratamento. Isabella de
Aguiar Melo Cardoso, 23/09/2016.
223
r) Análise, Nome, dd/mm/aa
s) Olhar diferenciado de todos os profissionais das ESF para a identificação e busca ativa
de casos suspeitos (sintomáticos respiratórios): indivíduos com tosse por tempo igual
ou superior a três semanas para identificação de casos bacilíferos, interrompendo a
cadeia de transmissão e redução da incidência de tuberculose a longo prazo; facilitar
o acesso dos SR identificados para a coleta do exame de escarro; atingir o percentual
de 100% de casos identificados diagnosticados, notificados o e tratados. (Avilmar
Carvalho e ESF) (09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Em 2015 tivemos um caso de TB que manteve acompanhamento e cura. Equipe
saúde da família irá manter as ações de captação dos sintomáticos respiratórios
objetivando tratamento, cura e a não disseminação da doença.
b) 5 curas em 6 casos. Para continuar garantindo a cura dos casos é importante a equipe
esteja sensibilizada para estar sempre atenta aos pacientes de sua área de
abrangência. A sensibilização do ACS é de grande importância devido ao TDO. É
importante também reforçar o alerta ao sintomático respiratório para que o
diagnóstico seja precoce. Houve um óbito de um paciente em situação de rua e
drogadito. Foram feitas várias tentativas de tratamento mas as condições do paciente
dificultavam muito o TDO, busca ativa e acompanhamento da ESF.
c) Avaliamos que os casos tratados na unidade evoluiram para a cura ,portanto com
tratamento efetivo pela unidade, a qual supervisona e monitora os casos
notificados,e aqueles transferidos. Os casos que são notificados como moradores da
area e evoluiram para obito , sem previo conhecimento da equipe interferem no
indicador , trazendo a meta para baixo , sem que a equipe possa realizar qualquer
interferencia.
d) O Centro de Saúde não teve nenhum caso de TBC no 2º quadrimestre de 2016.
e) Nossa Unidade, teve um percentual de 100% na cura dos casos novos de tuberculose.
Estando portanto acima do parâmetro que é de 85%. Este resultado demonstra o
empenho da equipe no acompanhamento e assistência prioritária dos pacientes de
tuberculose.
f) Índice zero. Não apresentamos nenhum caso de TB no ano devido à população de
3.046 habitantes.
g) Em 2015 tivemos 01 caso de tuberculose diagnosticado na Unidade, paciente etilista e
tabagista pesado, foi diagnosticado com TB em 05/02 na Unidade, encaminhado a
UPA indo a óbito no Hospital Eduardo de Menezes em 07/02/15 .
h) Neste 3º ciclo até a presente data não tivemos casos novos de TB e nos ciclos
anteriores tivemos 1 caso com 100% de cura . Apesar de nã obter casos ,avaliamos
qeu precisamos intensificar ações de captação e exames de sintmáicos respiratórios
,pricncipalmente nas áreas de levado risco
i) O centro de saúde não teve casos novos de TB no quadrimestre de 2016
j) 1 caso (33, 33%)
k) Obtivemos cura em 100% dos casos de tuberculose
l) No ano de 2015 o Distrito Oeste apresentou um percentual de cura 77,3% embora a
OMS preconize 85% de cura. O CSSJ apresentou 03 casos, sendo 02 usuários com
cura e 01 transferido local de tratamento para o estado da Bahia. Portanto,
consideramos que o CSSJ alcançou 100% cura. Para conseguirmos a manutenção
deste índice é necessário a capacitação e atualização dos profissionais para o
224
m)
n)
o)
p)
q)
atendimento em TBC; realização do TDO,; identificação e busca ativa de pacientes
faltosos e egressos hospitalares; profissional de referência para monitoramento e
contato com Comitê Distrital e Nível Central de TBC.
No Centro de Saúde Ventosa tivemos 9 casosde tubertulose no ano de 2015 com
percentual de cura de Tuberculose em 2015 foi de 89% e no Distrito Oeste 77,27%,
valor acima do preconizado pela OMS que é de 85% de cura. O CSV possui o maior
numeros de casos diganosticas com tuberculose por esta razao foi escolhido pela
SMSA para o acompanhamento sistemático dos casos e estudo. A prosposta é fazer
discussoes dos casos com a equipe da SMSA que melhor condução de todos os casos.
No segundo quadrimestre de 2016 tivemos 1 caso de cura em TB, o que representa
100% uma vez que a unidade apresentava apenas 1 usuário em tratamento. O
Percentual de cura estipulado pelo município compreende 100% dos casos. Portanto,
para que consigamos manter a manutenção das metas propostas é necessário um
trabalho multidisciplinar de vigilância aos casos existentes como também
rastreamento de sintomatico respiratório afim de eliminar a transmissão.
Em 2015 no CSVL houveram quatro novos casos com 75% de cura. Não alcançamos o
parametro de 85%. de cura, indicando alerta para este indicador. A analise aponta
para a necessidade manter e reforçar a postura vigilante de toda a equipe quanto à
detecção de sintomáticos respiratórios. Sensibilizar e reforçar as orintações à
comunidade sobre a necessidade de prevenção das doenças inferctocontagiosas e
sobre a importância do tratamento completo, principalmente da TB. A manutenção
do trabalho do CSVA com o COMITE de TB para a qualificação dos cuidados e
vigilância .
Em 2015 no V.C.Vista Alegre houve 1 caso novo com 100% de cura,parâmetro de
85%. de cura. A analise aponta para a necessidade manter e reforçar a postura
vigilante de toda a equipe quanto à detecção de sintomáticos respiratórios.
Sensibilizar e reforçar as orintações à comunidade sobre a necessidade de prevenção
das doenças inferctocontagiosas e sobre a importância do tratamento completo,
principalmente da TB. A manutenção do trabalho do CSVA com o COMITE de TB para
a qualificação dos cuidados e vigilância. Não podemos deixar de ficar vigilantes
principalmente porque pode acontecer inconsistencia de dados e subnotificação .
Percentual de cura de casos novos de tuberculose, na área de abrangência do CSWL
em 2016 = 100%. Ocorreram 2 casos novos de TBC na área do CSWL com 100% de
cura. A equipe desenvolve trabalho contínuo de vigilância e acompanhamento, com
reconhecimento da importância do TDO e da avaliação oportuna dos sintomáticos
respiratórios. Entretanto, lidamos com grandes dificuldades frente a condições
socioeconômicas da população, elevado IVS e grande relação de casos com álcool e
outras drogas.
- DS PAMPULHA
a) O Centro de Saúde Confisco reconhece a importância da TB no âmbito da saúde
pública e desenvolve suas ações de acordo com os protocolos assistenciais vigentes,
inclusive mantendo interlocução com as referências técnicas municipais. Igor Rezende
Gomes, 01/11/16.
b) Realizamos atendimento de casos de TB de acordo com protocolo da PBH,
renconhecendo a importância de ações específicas direcionadas para estes casos.
Neste sentido, inclusive traçamos estratégias de intervenção lenvando em
consideração também o contexto envolvendo cada paciente. Manayá e Maria Lúcia,
08/11/2016.
225
c) Aparecida Campos, 03/11/16. As Equipes estão muito atentas aos sintomáticos
respiratórios. Realiza o acompanhamento de acordo com os protocolos estavelecidos
pelo MS.
d) A Unidade desenvolve as ações assistenciais conforme os protocolos, vigilância por
toda a Equipe, busca ativa dos usuários faltosos e seus contatos e sensibilização do
ACS e do Usuário sobre a importância do tratamento supervisionado. Júnia Ribeiro
31/10/16
e) As equipes da unidade acompanharam os csasos de tuberculose de acordo com o
protocolo do Ministério da Saúde e PBH, com tratamento assistido pelo ACS e busca
ativa do paciente pela equipe quando necessário. Cristina, Fernanda, Jugmar,
Alessandra e Vanessa. 10/11/16
f) O acompanhamento dos pacientes com TB é feito de acordo com o protocolo e conta
com o envolvimento de todos os profissionais da Unidade. Eliane 11.11.16
g) Análise, Nome, dd/mm/aa
h) Considerando que o Indicador se refer à casos novos e formas Pulmonar e Extra
Pulmonar, esclarecemos que nossos 3 casos foram : 2 na forma EXTRAPULMONAR e
1caso de TRANSFRENCIA( não é caso novo), tivemos então ZERO nesse indicador.
i) a s equipe de psf acompanharam os casos de TB conforme protocol do Ministerio da
Sáude porem houve um caso que o usuário esta cadastrado na área desta UBS ,mais
por problema ligado ao uso de drogas e violencia não pode frequentar o C S Santa
Rosa, o mesmo encontrava-se em situação de rua silvana Mariana,silvania e daniela
j) Não observamos nenhum caso novo na unidade em 2016. Com relação ao indicador
tivemos 02 casos sendo 01 caso com Cura e 01 caso que evoluiu para óbito
(Leonardo, Márcia)
k) Com o acompanhamento e ações como vigilancia conforme o preconizado, atentamos
aos casos suspeitos, para uma melhor assistencia. Não ouve casos de TB em nossa
área. 10/11/2016. Valter e Fernanda
l) O Centro de Saude tem feito o acompanhamento de acordo com o protocolo do
Ministerio da Saude. Cada dia mais investimos no tratamento supervisionado,
envolvemos ACS e auxiliares de enfermagem de toda a unidade nesse
acompanhamento. Renata Nunes 27/10/16
m) A tuberculose é uma doença infecciosa com olhar diferenciado de toda equipe. As ESF
realizam acompanhamento de acordo com o protocolo do Ministerio da Saude
buscando aprimorar o diagnostico precoce, o tratamento supervisionado, e equipe
multiprofissional
n) Análise: A UBS faz acompanhamento dentro do protocolo dos usuários diagnosticados
com TBC. Inclusive com o a acompanhamento supervisionado peo ACS (ampliar
cobertura de ACS no Dandara). Solicitação dos exames necessários e investigação dos
contatos, investigar os sintomaticos respiratórios..ENI DA SILVA BRAGA - 19/10/16
- DS VENDA NOVA
a) Foi diagnosticado 2 casos de TB com 100% de cura. O trabalho da equipe de saúde da
família, NASF juntamente com uma referência de TB na unidade mostra que o
paciente tem um tratamento mais eficaz com suporte assistencial adequado.
Fernanda Dias Vieira, 28/10/16
b) Análise:Ressaltamos que não atingimos o 100% de cura, devido a constante
rotatividade de nossos usuários. A falta do profissional acs em áreas descobertas e
elevado risco e vulnerabilidade.As ESF ficam impossibilitadas de realizarem o
acompanhamento mensal e a supervisão ao tratamento .Beatriz F.C.Fernandes
26/10/16
226
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Pádua. Data: 24/10/2016. Análise:Observamos
que no ano de 2014 houveram dois casos confirmados de tuberculose, onde
obtivemos exito com cura em ambos os casos. Apesar do indicardor mostrar um caso
de abandono, o que refletiu a falta de comunicação , uma vez que houve a falta de
resgistro de alta por cura do paciente.
d) Todos os pacientes captados foram tratados através do acompanhamento mensal e
TDO com eficiência. Responsáveis: Andréa Regina de Paula Nacif, Rosilene da Cruz
Ferreira Abreu, Jacqueline Vieira de Sousa, Ana Cristina Faria. 28/10/2016
e) Em 2014 não tivemos caso de tuberculose. Foi realizado reuniões com médicos e
enfermeiros para conscientização e sesibilização desses profissionais com relação a
tuberculose e para intensificar a busca de sintomáticos respiratórios nas consultas
agendadas desses profissionias e até mesmo no horário de acolhimento desses
profissionais, apartir dessas ações que iniciaram em 2014, os pacientes com
tuberculose do Centro de Saúde Jardim Europa estão muito bem acompanhados e
controlados, no enatanto, há pacientes usuários de drogas e etilistas graves que as
equipes realizam busca ativa , realiza o tratamento diretamente observado, e os
mesmos apresentam dificuldade no tratamento.Talita Munick Vieira Gomes
01/11/2016
f) Percentual de cura de 66, 66 % de confirmação laboratorial mostra uma grande
preocupação das equipes, em relação as curas comprovadas por laboratório. Não
conseguimos 100% dos casos , devido a um paciente que mudou-se de belo
Horizonte. Analise: Silvana Marques do Nascimento e Equipes 03/11/2016
g) Maria Bernadete Dias- 25/10/2016- Em 2014 houve um caso de um usuário de drogas
que não aderia ao tratamento. Houve envolvimento de diversos setores, tais como
GEAS, GERASA, sem sucesso. Tentamos envolver a família que também não conseguiu
influenciar o familiar.
h) Análise: Consideramos que o percentual de cura dos casos novos no ano de 2014
foram satisfatorios, tivemos o alcance de 100% conforme meta preconizada pelo
Ministerio da Saude .Por outro lado vimos que os dados referente ao Distrito e
Municipio, indicam que de forma geral temos muito a avançar de maneira
significativa com a necessidade de cada vez mais implementarmos novas praticas ,
viabilizarmos a participação e envolvimentos de todos ( equipe, paciente e familiares
)ofertando e garantindo a supervisão do TDO,contribuindo para o alcance da cura da
tuberculose. SUELY IMACULADA 31/10/2016
i) Analisando o indicador podemos observar que o Centro de Saúde Minas Caixa
alcançou 50% de cura dos casos acompanhados, vale ressaltar que os outros dois
casos se tratam do mesmo paciente que iniciou o tratamento em 17/04/2014
abandonou. Permaneceu internado de 04/10/14 até 05/11/14 onde reiniciou o
tratamento. Evoluiu para óbito em 30/04/2015. Mesmo obtendo 50% de adesão ao
tratamento podemos afirmar que os resultados são reflexos da intensificação da
vigilância dos sintomáticos respiratórios para a identificação precoce da doença, o
tratamento diretamente observado (TODO) realizado pelo agente comunitário de
saúde em domicílio como estratégia de melhorar a adesão ao tratamento, o exame
dos contatos diretos, a disponibilização da medicação pelas unidades básicas de
saúde, a garantia de busca ativa,atendimento médico mensal e a realização de
capacitações que ocorrem periodicamente para os profissionais que estão envolvidos
com os cuidados da população são instrumentos fundamentais para que possamos
atingir o 100% de cura dos casos de tuberculose.
Aline de Fátima Gaspardine 21/11/2017
j) No Centro de Saúde NovaYork é pequeno o número de pacientes diagnosticados com
tuberculose, sendo 0 em 2014. A principal possibilidades a ser analisada é o fato dos
227
k)
l)
m)
n)
o)
p)
profissionais estarem pouco sensibilizados para realização do diagnóstico diferencial
da tuberculose com outras doenças respiratórias. Regiane, 30/10/2016.
Realizado busca ativa e acompamhamento de todos portadores de TB por TDO pelos
ACS.As Esfs monitoram e controlam todo otratamento.Synara Batista31/10/16
No ano de 2014 o Centro de Saúde Rio Branco teve 4 casos de tuberculose notificado,
dos quais 3 tiveram alta por cura e 1 caso foi por abandono. No caso do abandono
trata-se de uma moradora de rua que teve o caso notificado no HJK. Um dos grande
entraves para o acompanhamento dos usuários portadores de tuberculose é a
situação de morador de rua, pois estes não dispõe de um local fixo para a realização
da dose supervisionada e normalmente não vincula à unidade. Foram realizadas ações
junto às ACSs para a realização das doses supervisionadas e dado garantias de
agenda para a realização de consultas de acompanhamento da tuberculose tanto
pelos médicos quantos pelas enfermeiras. Adalberto, 22/11/2016
Foi feito acompanhamento e busca ativa de todos os pacientes que realizaram BAAR
na unidade e também dos que fizeram o exame em outros pontos da rede. A planilha
de exames de BAAR e TRM realizados tem nos auxiliado na busca e acompanhamento
dos casos. RAQUEL SARDI 19/10/16.
Houve um envolvimento de toda a equipe, médicos, equipe de enfermagem e ACSs,
garantindo que o usuário fosse acompanhado em todo o tratamento, sendo
realizandas buscas ativas quando necessário e a supervisão da administração das
doses medicamentosas. Também realizamos os registros clínicos no gestão e nos
livros de acompanhamento do Ministério da Saúde, Doriana Ozólio 31/10/2016
A tuberculose é, certamente, uma das mais antigas doenças que afligem a
humanidade. No cenário brasileiro, vem se firmando como uma das principais causas
de morbimortalidade, atingindo indistintamente diversas faixas etárias e classes
sociais. Ter uma prática de saúde participativa, coletiva e ao mesmo tempo integral,
permanentemente vinculada à realidade da comunidade, assistida por uma equipe
multiprofissional cujos objetivos de trabalho transcendem e ultrapassam as fronteiras
das Unidades de Saúde é um passo importante que, espera-se, possa mostrar impacto
sobre o problema em pauta. Por isso, entendemos que a capacitação periódica para
profissionais dos centros de saúde com enfoque na captação do usuário Sintomático
Respiratório (SR), diagnóstico precoce dos casos, tratamento, Tratamento
Diretamente Observado (TDO) e exame de contatos; maior ênfase ao TDO como
estratégia de fortalecimento da adesão ao tratamento e fortalecimento de parcerias
com as equipes da saúde mental e assistência social, são fundamentais.
Observa-se que 100% dos casos diagnosticados foram curados, isso se deve ao otimo
desempenho das equipes que fazem um acompanhamento adequado, bem como a
farmaceutica da unidade que acompanha diretamente esses usuarios.O
sucesso que estamos tendo em relação a questão da cura dos pacientes se deve ao
tratamento diretamente observado realizado pelos ACS, bem como pelo atendimento
facilitado a esses usuarios, ou seja, em qualquer momento que vierem a unidade
são atendidos seja pelo medico, seja pelo enfermeiro. Outra forma do sucesso é
o inicio do tratamento assim que diagnosticado, isso facilitou bastante com a
introdução do teste rapido para TB. Outro fator importante é o treinamento matriciamento de TB que fora realizado para enfermeiros e médicos
Não se pode esquecer tambem dos ACSs que fazem o tratamento diretamente
observado, isso favorecendo em muito a adesao e a tomada da medicação
adequadamente. Alex Veloso Mendes 20 de outubro de 2016
228
4.3.2- Percentual de abandono de casos novos de tuberculose, com confirmação laboratorial,
em residentes.
- DS BARREIRO
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
Indicador não analisado pela unidade
Não tivemos casos de abandono de TB. Fabiana Ribeiro, 14/11/16.
Não tivemos casos de abandono de TB
Adriana M.C. Siqueira,28/10/2016. Como não houve novos casos, também não houve
abandono.
Não houve casos de tuberculose em tratamento; mas quando temos pacientes estes
são acompanhados e realizado a supervisão do tratamento pelo agente comunitário;
enfermeiro e médico. Marcia Mariano 08/11/16
A equipe do CS se esforça em trabalhar a prevenção e a sensibilização da própria
equipe e de sua comunidade sobre a importância do diagnóstico precoce e
tratamento adequado a fim de evitar novos contágios e aumento do quadro de
usuários infectados. Verônica e Dalva. 09/11/2016
A unidade não apresentou nenhum caso de abandono de tratamento de Tuberculose.
Fabiano, Rodney e Leandro; 25/10/16.
Não houve casos de abandono de tratamento. Devemos focar em um TDO bem
realizado e a quebra da corrente de contaminação da doença. Rafaela Sardi de
Almeida 07/11/2016.
Percebemos que nosso acompanhamento está sendo efetivo.
Acreditamos que não houve casos de abandono ao tratamento, pois todos pacientes
com TB são de conhecimento da equipe, são acolhidos e orientados com frequência,
evitando assim o abandono do tratamento. Implicando o sujeito no conhecimento,
aceitação da doença e responsabilização e adesão ao tratamento. Os contatos
familiares também são avaliados e envolvidos no tratamento.
Não tivemos casos de abandono de TB
Não houve casos no período avaliado. Paulene Simões e Grazielle Souza - 18/11/16.
Não tivemos casos de abandono de TB. Apesar disso, ações de vigilância do paciente
com diagnóstico de TB são importantes para manutenção deste indicador zerado.
karina fonseca - 10/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Tivemos um caso de abandono de tratamento que não entrou no período avaliado,
mas por uma situação especifica e por pouco tempo pois logo conseguimos que o
usuário retornasse ao tratamento. Trata-se de um senhor idoso, de origem e cultura
indígena e portador de sofrimento mental, além de apresentar um quadro de
insuficiência familiar, somada ao um conflito jurídico com seus filhos. O mesmo
retorno ao tratamento de forma adequada mas veio a falecer nos meses
subsequentes por causas externas. Responsáveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana,
Cristiane e Claudionice. 16/11/2016.
Não houve abandono de tratamento, pois não houve registro de casos novos de TBC
neste período. Analise feito pela G. Denise e Enf. Paulo 16/11/16. RENATA TEIXEIRA.
08/11/16.
A unidade não analisou este indicador
Não houve casos de abandono de tratamento de TBC no período analisado no CS Vila
Cemig. A Equipe realiza o acompanhamento sistemático dos casos diagnosticados
primando pela criação de vínculo, Busca Ativa e pelo atendimento compartilhado com
o farmacêutico do NASF.
Não se aplica. Bruno César Saldanha. 10/11/16
229
- DS CENTRO SUL
a) O caso de abandono em questão, se refere a um usuário alcoolista. Já foram
realizadas várias busca-ativas, sensibilizações com familiares, porém, sem sucesso.
Sabe-se que o alcoolismo é um fator prejudicial à adesão ao tratamento.
Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA: 11/11/2016
b) A incidência de TB na população de rua é muito maior que na população geral.
Pesquisas apontam taxas de incidência de tuberculose de 1.576 casos por 100 mil
habitantes a 2.750/100 mil entre pessoas que vivem nas ruas, sendo que na
população geral, a taxa é de 28 por 100 mil habitantes. Isso significa que a incidência
de casos de tuberculose na população de rua pode ser até 70 vezes maior em relação
à média nacional. Assim, o Centro de Saúde Carlos Chagas se destaca por atender as
pessoas em situação de rua, que possuem um risco 44 vezes maior de adoecer por TB
em um contexto de vida onde o autocuidado é negligenciado com baixa adesão ao
tratamento e exposição ao uso de álcool e outras drogas. Observa-se que pacientes
em situação de rua, atendidos em Pronto Atendimento, que são referenciados para o
CS Carlos Chagas, muitas vezes não tem ponto de fixação na área de abrangência do
mesmo. Esse fato tem contribuído para que o percentual de abandono desta Unidade
seja mais elevado que o real. Em 2014 o percentual de abandono do CS Carlos Chagas
foi de 37,5% e em 2015 se eleva para 44,4%. Porém, observa-se que n o período de
05/2015 a 04/2016 o percentual foi de 37,5%, ou seja, uma diminuição no percentual
de abandono. Outro aspecto que contribui para o abandono é a constante migração
dessa população pela cidade, dificultando a localização do mesmo durante a busca
ativa. Além disso, a própria dificuldade da equipe em realizar a busca ativa, desses
usuários, devido a falta de ACS (três microáreas descobertas há mais de um ano, sem
reposição). Alguns destes pacientes ficam em albergues e pontos fixos e, em sua
maioria conseguem aderir ao tratamento e atingir a cura. Porém encontramos
dificuldades em relação ao acompanhamento quando esses usuários deixam de
frequentar o Albergue ou mudam o local de fixação.Análise: Shirley P Almeida. Data:
10/11/2016
c) Também observamos que embora no período avaliado não tenhamos constatação de
abandono ao tto. Temos muita dificuldade em realizar o TDO, por resistências do
paciente ou até mesmo dificuldades do ACS em encontrá-lo no horário estabelecido
diariamente. O fato de muitos pacientes serem ainda usuários de drogas também
dificulta a adesão ao tto. Jalda 11/11/2016
d) Indicadores do CSMJ estão com 100% de cura e ZERO de abandono.
Continuaremos atentos aos sintomáticos respiratórios para captação precoce e
diagnóstico dos casos suspeitos.
Continuar acompanhando e registrando os casos diagnosticados e buscando os
faltosos.
Captar e notificar os casos que só vêm ao CS buscar medicamentos e que são
atendidos em outros serviços de saúde.
A SMSA deverá garantir a reposição dos ACS para proporcionar um melhor trabalho
na captação e acompanhamento dos casos positivos.18/11/2016 Maria Bernadete
Miranda
e) A Unidade tem tido dificuldade de acompanhar os pacientes com TB moradores da
área de baixo risco. È uma população que não faz o tratamento no Centro de Saúde e
portanto não tem vinculo com a Equipe..Na área coberta pela EPSF temos
dificuladade de adesão de alguns usuários, principalmente os pacientes com uso
abusivo de alcool e outras drogas. No caso de abandono identificado da Unidade, a
usuária já está realizando novos exames para reinserção no programa - Solange
Beirão - 09/11/2016
230
f)
Nesse período tivemos 4 pacientes em tratamento sendo que 3 com acompanhados
cujo encerramento foi por cura. De acordo com o SISREDE somente em 1 caso não
consta informações de acompanhamento: foi encaminhado para a especialidade no
Hospital Eduardo de Menezes (HEM).
Em discussão com a ESF foi relatado quanto à dificuldade do paciente em manter o
acompanhamento nesta UBS devido ao diagnóstico associado ao HIV e ao medo de
exposição do caso. O acompanhamento pelo HEM não é registrado no nosso sistema
de informação, portanto não alimenta o indicador. Simone Couto/ESF/07/11/2016
g) A Unidade Oswaldo Cruz atende a um grande número de moradores de rua. Garantir
o acompanhamento e vigilância de casos de Tuberculose se torna muito dificil. Este
caso de abandono se trata de morador de rua.
Sirlene - 27/10/16
h) 11/11/2016 – Vanessa, Marianna, Isabella, Liliane, Karla, Lúcia e Camila
A unidade teve 2 casos novos que abandonaram o tratamento. Um dos casos era
referente a morador em situação de rua, e o outro a paciente é usuária de álcool e
outras drogas. Porém a segunda paciente reiniciou o tratamento e está seguindo de
forma correta, com boa perspectiva de cura.
Pontos positivos: mudança do BAAR para o TRM-TB.
Fatores dificultadores: Atualmente TRM-TB em falta, profissionais resistentes em
solicitar o exame para todos os sintomáticos respiratórios; co-responsabilização dos
usuários em relação aos contatos, apesar da busca ativa.
i) Apesar de não termos tido nenhum caso de abandono neste período, este indicador é
de grande desafio para as equipes. O perfil da nossa população com alto índice de
vulnerabilidade, usuários de álcool e outras drogas e muitas vezes sem suporte
familiar e o números de áreas descobertas pelo ACS dificultam a garantia do
tratamento.
j) Este caso tem sido discutido com o Distrito e a SMSA pela dificuldade de adesão da
paciente usuária de drogas, que recusa terminantemente o tratamento. Enviado
também ao Conselho Tutelar, visto que envolve uma criança como contato. Ana
11/11/2016
k) Apesar das ações de vigilância da Unidade, estes 02 pacientes não aderiram ao
tratamento por motivo de errância e mudança de endereço. Até o grupo familiar não
sabe informar sobre a localização atual destas pessoas. Importante salientar que são
usuários de alcool e outras drogas.
Análise : Anita data 17/11/16
l) SEM PACIENTES NÃO HÁ COMO TER ABANDONO. ELIANA MIRANDA ,16/11/2016
- DS LESTE
a) As equipes avaliam que houve um grande empenho de todos (equipes e NASF) no
sentido de manter um acompanhamento adequado dos casos de tuberculose, tendo
em vista que a AA do Alto Vera Cruz é endêmica nessa patologia e conseguiu
acompanhar todos os casos de forma efetiva sem nenhum abandono.
b) Por mais que equipe da unidade junto com o nível distrital tenham tentado, não
houve adesão da usuária ao tratamento. Patricia Roberto 11/11/16.
c) 10/11/16 .Nosso índice mostra que não houve abandono do tratamento de
tuberculose em nossa unidade de saúde. Isto se deve ao bom vínculo do paciente com
a unidade em geral, registro correto do tratamento assim como seu
acompanhamento e finalização.Solange e equipe
d) Ressaltamos que a capacitação do protocolo de tuberculose e sintomaticos
respitatórios de todos os profissionais para diagnósticos precoce bem como
231
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
sensibilização dos mesmos sobre a importância do tratamento diretamente
observável foi fundamental neste resultado. Ressalta os resultados positivos das
buscas ativas imediata dos contatos e casos de cultura / BAAR positivo.
Edna e Natalia 14/11/2016
O caso de abandono iniciou o tratamento no C.S Horto e a ESF não conseguiu dar
seguimento ao tratamento, pois o usuário mudou-se para o município de Santa
Luzia . A equipe analisa que deve agilizar o repasse das informações ao GEREPI-L
para que seja realizada busca ativa ao paciente pelo atual município de residência.
Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes Taveira, Luciana de Carvalho Mariosa ,
Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira Costa 11/11/16
Este caso em especial, o paciente nos informou endereço que não corresponde a sua
residência. Fizemos várias busca ativas, porém sem sucesso. Douglas Aparecido
Fernandes Silva. 11.11.16
No ano de 2016, tivemos 2 casos que receberam alta por cura. Embora não tenhamos
nenhum caso de abandono, tivemos 3 óbitos porem, 2 deles associados a
comorbidades, precisamos melhorar a captação de sintomáticos respiratórios e para
isso estamos investindo em capacitação dos profissionais, encaminhando para os
treinamentos da SMSA e fazendo sensibilização periódica. Acreditamos que por se
tratar de uma área de alta vulnerabilidade social e ao número de usuários de droga
lícitas e ilícitas, provavelmente encontraremos mais casos com BAAR positivo com a
expansão do SR. Agora com as equipes completas temos investido e proposto ações
para a captação de sintomáticos respiratórios e efetivação do TDO, tais propostas já
em andamento, importante dizer que também disponibilizamos a planilha de SR em
todos os consultórios afim de melhorar o dado.
Temos conseguido atingir nossas metas (próximo do valor esperado) em relação aos
sintomáticos respiratórios, porém neste último ano tivemos aumento na taxa de
abandono, com uma paciente abandonando o tratamento por 4 vezes no período
avaliado. ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
O único caso de abandono no período registrado foi revertido no segundo semestre e
o paciente permanece em tratamento.
O caso de abandono refere-se a um usuário que mudou para outro município
desconhecido, não sendo possível busca ativa. Eunice da Silveira Andrade.
12/11/2016.
Marcilio Amaral - 17/10/16: Usuário em situação de rua, que foi diagnosticado e
abandonou tratamento. Realizado busca ativa, mas o mesmo já não ficava mais na
nossa área de abrangência. Posteriormente o mesmo procurou o CS Horto e retomou
o tratamento.
Esse dado é diretamente dependente do outro, se não tivemos casos novos,
consequentemente não teremos abandono. Vera Lucia de Oliveira 04/11/2016
A equipe tem buscado dentro das possibilidades acompanhar de maneira
supervisionada todos os casos, favorecendo assim ao não abandono do tratamento.
A Equipe da Unidade de estruturou para a assistência aos portadores de TB,
investindo no diagnóstico precoce , acompanhamento sistemático dos casos e
oferecimento do T D O em 100% dos casos refletindo no sucesso do indicador. Regina
Cele de Souza 10/11/2016
- DS NORDESTE
a) No tratamento estamos realizando o tratamento supervisionado de todos os casos.
Este caso não residia na área , ficou na casa de familiares e depois voltou para o
interior. Cibele 01/11/16
232
b) Nota-se que o esforço dos profissionais tem refletido no dado, embora tenhamos
clareza que situações acontecem de abandono do tratamento de TB que são muito
complexas e outras que fora na nossa governabilidade. Marolina A B Santos 08/11/16
c) As equipes acompanham seus usuários diagnosticados com tuberculose, fazem TDO e
contam com o acompanhamento do farmacêutico. Quando existem outros fatores
externos como a drogadição, alcoolismo a co-participação do usuário é
comprometida. O ACS tem um papel fundamental neste cuidado, pois eles conhecem
bem sua área, seus usuários e quando são bem aceitos no TDO o acompanhamento
tende a ter sucesso, mas quando o usuário é resistente ao tratamento não assimila a
gravidade do problema ou não dá a devida importância a cura fica comprometida e o
abandono é sempre um grande risco. Gláucia Simões 07/11/16
d) A unidade realiza o TDO. Houve uma melhora de adesão ao tratamento. Percebemos
um melhor amadurecimento da equipe para lidar com os desafios que deparamos
com as situações complexas e recusas dos usuários (usua´rios de alcool e drogas,
desestruturação familiar, entre outros). As discussões de casos e reuniões com os
usua´rios tem sido fundamentasi para pactuações, entendimentos e êxitos n
estetratamento. Portanto ressalto aqui novamente como muito positiva a
disponivbilidade de profissionais técnicos das diversas instâncias para discussão com
as equipes da unidade.Maria Lúcia Pujoni - 16-11-2016.
e) O centro de Saúde do Conjunto Paulo VI apresentou 0 casos de abandono no
tratamento de TB. As equipes são sensibilizadas a agir prioritariamente em casos de
suspeita de TB ou seu devido tratamento. Mesmo com a dificuldade de adesão, por
parte de alguns usuários, por se tratar de um território com número elevado de
alcoolatras, usuários de drogas e pessoas inseridas em ambientes com insuficiência
familiar, conseguimos chegar a este excelente resultado. Como é um usuário que
requer um olhar multiprofissional, acionamos as ESF, juntamente com o serviço social
e farmácia, para elaborarmos o melhor projeto terapêutico a este usuário. Raphael S.
Abou-yd, 11/11/16.
f) O acompanhamento interdiciplinar tem sido importante no acompanhamento dos
casos. Além disso a preparação dos profissionais envolvidos no cuidado, através das
capacitações foram muito importantes para o alinhamento das ações.
g) Sensibilizar as equipes para atentarem para casos suspeitos e solicitarem os exames
necesários.Data: 07/11/16,Hellen
h) Reconhecemos a necessidade de otimizar nossos processos de trabalho para a
detecção de novos casos de tuberculose. A adoção das medidas de rastreamento para
todos os sintomáticos respiratórios que chegam à unidade ainda permanece como
desafio. Estamos rediscutindo o processo e reconhecendo as fragilidades que não
permitem a identificação de casos novos.
i) Ao analisarmos o percentual de abandono dos casos novos de TB, tivemos na área de
abrangênciado CS 3 casos registrados, 01 paciente mudou da área de abrangência e
até o momento sem registro de atendimento nogestão em outro CS. Outra paciente
mudou-se para o exterior sem concluir o tratamento. E apenas uma paciente
permanece na área de abrangência do CS, microárea de alta vulnerabilidade e
violência, paciente recusa vir até o CS e nãorecebe o ACS para visita. As equipes tem
intensificado a busca ativa dos casos novos e acompanhamento dos casos contato.
Cristiana e Wederson 04/11/16
j) Análise, Nome, dd/mm/aa
k) Análise, Nome, dd/mm/aa
l) Uma das principais preocupações com respeito a tuberculose é a redução das taxas
de abandono no tratamento. No Brasil , a taxa de abandono ainda é alta , situa-se em
17%. Existem vários fatores associados ao abandono do tratamento , tais como :
aspectos sociodemográficos , uso de drogas/alcool , aspectos realcionados aos
233
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
t)
u)
serviços de saúde e ao tratamento da doença , ocorrência de outras doenças e o
cuidado em saúde. entretanto , o indicador da UBS encontra-se zerado , divergindo
do que se é esperado. Pode-se entender desse modo , que como ocorre
subnotificação na notificação dos casos de TB , ocorra também , menor
acompanhamento/tratamento e possível abandono. Porém , ainda existe a
possibilidade de que a taxa seja baixa , pois os indices de contaminação por TB no
Brasil diminuiram. Maiara Magalhães , 29/10/16
A vigilância das equipes, assim como acompanhamento pelo profissional
farmaceutico e TDO pelo acs, refletem esse dado. Raquel, 15/11/16
Conforme registro e avaliação das equipes e farmacéutica, neste período tivemos 3
casos novos e que ainda estão em tratamento, não tivemos abandono. Análise feita
por Rido Nara, enfermeiros do PSF, Rachel, farmacéutica e José Antonio gerente .
11/11/2016.
A ESF deve melhorar a detecção precoce dos novos casos de tuberculose através do
rastreamento dos sintomáticos respiratórios que chegam à unidade. E melhorar a
sensibilização do usuário em relação a doença e ao seu tratamento para que não haja
abandono. O caso em questão foi de um usuário de droga que morava em nossa área
e mudou-se sem a equipe conseguir rastrear o mesmo em outro local,Prisiclla
11/11/2016
Gerente Marluce e Enfermeira Andréia. 09/11/2016 Apesar de todo o esforço da
equipe com envolvimento da comunidade até o momenTo não conseguimos adesão
completa ao tratamento de um usuário específico. Várias ações intersetoriais já foram
realizadas inclusive com envolvimento do distrito sanitário e outros níveis. Entretanto
a equipe vem discutindo e buscando outras parcerias e outras estratégias que nos de
melhores resultados.
Intensificamos as ações em relação ao acompanhamento dos casos pelo ACS e demais
membros da equipe. A Atuação do farmacêutico, da enfermagem e do ACS é de
fundamental importância para garantir o vinculo com a unidade. As orientações ao
paciente e aos familiares também contribui para melhorar este indicador. Adirley e
Jacqueline 08/11/2016
A análise foi realizada com cada ESF do C.S. São Gabriel. As 4 ESFs fizeram a análise de
que esse dado 1 deve-se: 1) Paciente que misturou o acompanhamento na rede
pública e privada, e o médico da rede particular não preencheu o formulário de alta
por cura para envio ao GEREPI. 2) Dificuldade de adesão ao acompanhamento
ofertado pelo SUS. 3) Abandono do tratamento por parte do usuário devido a outras
vulnerabilidades. Alessandra gerente, 10/11/16.
Apesar das dificuldades para a supervisão de tratamento, estes casos foram
acompanhados corretamente. O vinculo das familias com as equipes facilitou muito. A
contribuição do farmaceutico qualifica a assistencia ao paciente em tratamento,
esclarecendo sobre efeitos colaterais e auxiliando na vigilância. Sorângela, 14/11/16
A analise deste indicador expressa a efetividade no acompanhamento dos casos
novos de tuberculose detectados, o que mostra que a equipe da unidade está atenta,
realizando o acompanhamento periódico dos pacientes e o tratamento
oportunamente. No entanto, o paciente em situação de rua, o paciente que não está
em liberdade (sistema prisional) e o que é resistente ao tratamento continua sendo
necessário o investimento em novas estratégias de promoção da saúde para que se
alcance as metas desejadas. O incremento da Assistente Social e do ACS no processo
de acompanhamento dos pacientes melhorou o vínculo e a responsabilização do
usuário com o seu tratamento. KENIA RIBEIRO GABRIEL - 10/11/2016
Este indicador não corresponde a desistencia e sim paciente ainda em
acompanhamento. Foram realizadas buscas ativas e o mesmo já retornou ao
trartamento. Trata-se de um equipe com apenas uma AC S e com dificuldades de
234
acompanhamento por sua area ser bem distante do Centro de saúde, depender de
transporte, entre os fatores já citados. Vale a pena ressaltar que a equipe, mesmo
com tantas dificuldades se empenha em não desistir facilmente de seus pacientes.
Temos muito que melhorar, mais faltam recursos que poderiam facilitar esse
monitoramento, como enfretamos recentemente a ausencia de transporte por mais
de 15 dias. Vanessa Vida 06/11/16.
- DS NOROESTE
a) Aplicação de todas as recomendações do protocolo e apoio da família - 27/10/16
Maria Judith da Silva Rios
b) Gerente Anderson Portes, 03/11/2016. Análise: Em discussão com a equipe, sabe-se
de um único caso de TB que abandonou o tratamento no período avaliado, por se
tratar de usuário de drogas ilícitas, com frágil vínculo com a ESF e "flutuante" no
território (devido ao uso de drogas ilícitas, muda-se frequentemente do território).
Caso foi discutido com o Gerepi-NO e referenciado inclusive para a Vigilância
Sanitária.
c) O CSCP não teve nenhum caso de abandono no ano de 2014, mostrando a eficácia do
acompanhamento - principalmente o TDO - e tratamento do usuário pela ESF.
Camila, Alessandra, Camillo e Bárbara 27/10/16.
d) O caso de abandono trata-se de paciente etilista, irmão de funcionária do centro de
saúde, só ficou em tratamento por um breve periodo, resistente ao tratamento . Foi
residir em outro local, não identificado nem pela irmã.
Angela, Carmem e Laila em 11/11/16
e) As ações previstas para a equipe no Protocolo de acompanhamento são realizadas
inclusive com os registros devidos.
31/10/2016 Silvana Ferreira de Andrade e
Souza
f) Há dificuldade de adesão dos pacientes ao TDO ;as equipes estão sensibilizadas para
a identificação dos sintomáticos respiratórios; a ausência de 2 ACS dificulta a
realização do TDO
Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
g) Análise: O acompanhamento do pct com TBC tem sido priorizado na UBS, com
capacitação de todos os profissionais, atendimento multidisciplinar e realização de
tratamento supervisionado, gerando criação de vínculo Nome Renata Mello,
26/10/16
h) Jayne G. Silva e Enfermeiros da Unidade, 24/10/2016; i) Não houve abandono no período. Rosimeyre 07/11/16
j) Devido ao monitoramento criterioso, e o esclarecimento do usuário sobre a
importância do tratamento, não há casos de abandono. Érika Santos, 24/10/16
k) As ações previstas para a equipe no Protocolo de acompanhamento são realizadas
inclusive com os registros devidos.
31/10/2016 - Vânia Gonçalves Novais
l) Análise, Nome, dd/mm/aa
trata-se de morador que saiu do territorio e não comunicou mudança
m) Análise, Nome, dd/mm/aa
Heleodora- Luzia 11.11.16
n) Análise realizada nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e 01/11/2016. Não tivemos
casos de abandono, manter o acompanhamento sistemático dos casos de
tuberculose. Adriana 01/11/16
o) Houve 1 caso de abandono no quadrimestre,que com o empenho da equipe foi
retomado o tratamento.M.Isabel 07/11/16
235
p) A equipe avalia que algumas condições específicas como no caso de usuário de álcool
e outras drogas, ser morador em situação de rua , fragilidade ou inexistência de
vínculos familaires tem contribuído para uma baixa adesão ao plano de cuidados
levando ao abandono de tratamento. Identifica também que há dificuldade em
acompanhar os casos em áreas sem cobertura de Agente Comunitário de Saúde.
Análise: equipe PSF/SB/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
a) NA
b) Análise, Nome, dd/mm/aa
c) Análise: O centro de saúde esta localizado em uma área onde predomina a utilização
de álcool e outras drogas. Esse é um dos fatores predisponentes para o abandono do
tratamento. Destaca-se também a pouca capacitação dos profissionais, a deficiência
nos registros. Houve saída de profissional que era referência em TB. Dulce, 10/11/16
d) Houve um novo caso de Tuberculose, com confirmação laboratorial, em que o
paciente abandonou o tratamento, no período avaliado. Isso expressa que não houve
uma efetividade no tratamento, que as metas pactuadas, visando redução da
transmissão para novos pacientes e que a redução da ocorrência de novos casos
podem não ter sido atingidas.. As transferências (entre unidades de tratamento)
devem ocorrer de forma responsável e preferenciamente com confirmação do
paciente ao local de destino. O registro das informações é fundamental, pois
interferem diretamente no desfecho do tratamento, assim como o acompanhamento
do paciente pela ESF/ACS, sendo, às vezes necessário até o TDO (Tratamento
diretamente observado).
PS: Busca ativa já realizada e paciente
acompanhada, mais de perto, durante esse "segundo tratamento".
Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília;
Data: 09/11/2016
e) A unidade apresenta identificação frágil dos sintomáticos respiratórios ao avaliarmos
as caracteriscticas populacionais da área. A identificação e captação deste usuário
revela-se falha e insuficiente, sugerindo subnotificação dada a situação
epidemiologica do país e nível social, economico e cultural da comunidade assistida. A
não ocorrência do Abandono sugere um acompanhamento atento da equipe nos
casos especificos, apesar da realidade apresentada. Responsável: Denise Camargos.
Data: 07/11/16
f) Realizamos um bom acompanhamento do caso.
g) Análise, Nome, dd/mm/aa
h) Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: Acompanhamento mensal dos casos de TBC / busca ativa dos faltosos /
registro dos dados; resistência do usuário ao tratamento mesmo diante das tentativas
da Equipe.
i) Análise, Nome, dd/mm/aa
j) Ao analisar este indicador, a equipe relata ser importante um trabalho de
conscientização de todos os profissionais da nossa Unidade Básica de Saúde ,
independente da categoria profissional, na identificação de sintomáticos respiratórios
e da coleta imediata do material para realização do teste rápido molecular, desta
forma, talvez possamos identificar mais casos de suspeitos de TBC para adequada
definição diagnóstica e tratamento. Andrea Moreira Rocha de Brito BM 41168-3
k) 10/11/16, Luciana Maria do Carmo e Claúdia,dificulade de notificacar em tempo
hábil, busca ativa ainda insuficiente, dificuldade ce comunicação entre os
profissionais da unidade, adesão moderada ao rtratamento, rotatividade de usuários
236
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
na área de abrangência, equipe incompleta, captação precoce ainda pequena,
tratamento longo e muitos efeitos colaterais indesejáveis. Vulnerabilidade das
famílias.
O numero demonstra que a equipe tem realizado um movimento de vigilância com os
pacientes . Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/ Camila/ Sibele (31/10/16)
Análise, Nome, dd/mm/aa
Área de abrangência com micro áreas descobertas de Agente Comunitário de Saúde.
Grande vulnerabilidade social e de saúde. Rotatividade da equipe e de profissionais
médicos. Cléris Blanco de Souza. 03/11/2016
Neste indicador não temos nenhum caso de abandono.
Comitê local de TB, captação de sintomaticos respiratorios, inicio precoce de
tratamento de TB.,
Embora tenhámos apenas dois casos positivos de TBC, esses casos NÃO abandonaram
o tratamento e tiveram CURA. Ou seja, tivemos o percentual de 100% de CURA. Isso
demonstra a vinculação dos usuários com a Unidade Básica de Saúde e o
adequado/incansável acompanhamento dos pacientes pela nossa Equipe de Saúde.
Isabella de Aguiar Melo Cardoso, 23/09/2016.
Análise, Nome, dd/mm/aa
Monitoramento constante pelas ESF dos casos identificados e certeza da realização
do TODO (tratamento diretamente observado) para fortalecimento do vínculo e
adesão ao tratamento e também para prevenção do aparecimento de cepas
resistentes, redução dos casos de abandono e aumento da proporção de cura.
(Avilmar Carvalho e ESF) (09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Em 2016 não tivemos casos novos, mas a equipe ESF manterá as ações de captação
dos sintomáticos respiratórios. Consideramos imortante o reforço destas ações para
captação de sintomáticos visando diagnóstico precoce de TB e o respectivo
tratamento.
b) Não houve
c) Não tivemos abandono de tratamento na a rea de abrangencia da unidade . O
tratamento diretamente observado (TDO) é realizado em todos os casos. O
monitoramento dos casos de tb é realizado atentamente pela referencia em TB,
ESF,NASF e gerencia
d) Análise: Em relação ao indicador de TB, casos de abandono na área de abrangência do
C.S., o índice é zero. Apesar do índice zero a equipe vê a necessidade de melhorar a
captação de sintomáticos resporatórios em todos os ambientes do centro de saúde
assim como em visitas domiciliares.
e) O Centro de saude Havai, obteve um percentual de 0% de abandono de tratamento
de tuberculose. Belo Horizonte teve um percentual de 14,8% e a regional oeste de
7,1% de percentual de abandono. O resultado positivo de nossa unidade é
consequencia do esforço da equipe de acompanhamento intensivo dos pacientes com
TB.
f) Índice zero. Esse valor se deve à inexistência de novos casos de TB.
g) Não tivemos casos novos em 2015 que abandonaram o tratamento.
h) Não tivemos abandono com o caso no 1º ciclo
i) O centro de saúde não teve casos novos de TB no quadrimestre de 2016 ,portanto
sem percentual de abandono
j) 01 caso (33%). Apesar de já estar sendo realizado gerenciamento do caso (Caso
conhecido, cujo paciente não tem dificuldade de acesso -mora em frente a Unidade-,
237
k)
l)
m)
n)
o)
p)
recebe visitas periódicas mas ACS não consegue realizar TDO pois o mesmo não
permanece na residência com regularidade. Paciente é portador de dependência de
álcool, tem apresentado recaídas e outras co-morbidades
Não tivemos abandono de casos de pacientes em tto de tb, no periodo em questao.
No Centro de Saúde Ventosa no ano de 2015 tivemos 1 caso de abandono - paciente
já com rescindiva de TB que não aceita o T.D.O. Observa-se que o conseguimos
diminuir os casos de abandono mas mesmo assim o que abandonou o tratamento
refere-se a população vulnerável- alcóolatra, que apresentam maior dificuldade de
adesão ao tratamento, apesar do imenso esforço das equipes. O indicador esta
dentro do desejável , temo como desafio a manutenção de todas ações que levam a
este resultado.Tivemos 1 caso de abandono apesar de todo o esforço e empenho das
equipes para resgatá-los. Foram realizadas abordagens familiares, reunião distrital,
TDO e facilidade ao acesso às consultas e abordagem multidisciplinar.
no Centro de Saúde Vila Imperial nos ultimos anos não há registros de casos de
abandonos. Mesmo com a ausência de casos a unidade trabalha com vigilãncia e a
captação sintomáticos/respiratórios. É importante que as equipes estejam atentas as
subnotificações. Por isso é necessário uma capacitação e reciclagem permanente dos
profissionais enfatizando um olhar mais apurado para entrada de novos casos e
condução/manejo dos mesmos.
Em 2015 no CSVL há registro de quatro casos com 01 registro de abandono. Por ser
um indicador muito sensível, com parâmetro de 85% de cura, um caso de abandono
representa 25% do total de casos, indicando alerta para este indicador. Todos os
profissionais envolvidos na assitência foram capacitados e estão e atentos à questão
da TB ( gerente, médicos, equipe de enfermagem, ACS, saúde bucal, etc.). Os
pacientes que abandonam são aqueles envolvidos com uso e abuso de drogas lícitas e
ilícitas. Apesar da dificuldade em promover a adesão dos pacientes resistentes ao
tratamento, mantemos nossa vigilância, principalmente para os sintomáticos
respiratórios.A Equipe sugere trabalhar o sintomatico respiratório para prevenção e
diagnóstico oportuno para ser associado na avaliação deste indicador. Na vigiância do
território a eficiência do monitoramento se qualifica com o diagnóstico em tempo
oportuno.
Em 2015 no Vista Alegre não há registro de de abandono. Todos os profissionais
envolvidos na assitência foram capacitados e estão atentos à questão da TB ( gerente,
médicos, equipe de enfermagem, ACS, saúde bucal, etc.). Os pacientes que
abandonam são aqueles envolvidos com uso e abuso de drogas lícitas e ilícitas.
Morador de rua.Apesar da dificuldade em promover a adesão dos pacientes
resistentes ao tratamento, mantemos nossa vigilância, principalmente para os
sintomáticos respiratórios.Não podemos deixar de ficar vigilantes principalmente
porque pode acontecer inconsistência de dados e subnotificação . Na vigiância do
território a eficiência do monitoramento se qualifica com o diagnostico em tempo
oportuno.
Percentual de abandono na área do CSWL em 2016 = zero. Felizmente não tivemos
casos de abandono de tratamento de TBC em 2015 e nem no período anualizado em
2016. No momento, temos a impressão de que o número de casos de TBC na área de
abrangência do CS Waldomiro Lobo vem caindo lentamente ao longo do tempo,
apesar das características locais.
- DS PAMPULHA
a) Não houve abandono do tratamento de TB na área de abrangência do Centro de
Saúde. Igor Rezende Gomes, 01/11/16.
238
b) As equipes do CSDO, estão atentas aos tratamentos propostos para TB e
acompanham cada caso, sempre, fazendo intervenções em casos de abandono,
traçando estratégias para adesão do tratamento e com apoio do Distrito Sanitário
Pampulha para facilitar e viabilizar a adesão terapeutica proposta. Manayá e Maria
Lúcia, 08/11/2016.
c) Aparecida Campos, 03/112/2016. Não houve abandono ao tratamento. Houve grande
esforço e parceria com a comunidade, distrito e SMSA. Conseguimos criar vínculo com
o paciente e a atuação da ACS foi de suma importância no caso acompanhado pela
unidade.
d) A Unidade de Saúde realiza atividades de busca de casos faltosos, contatos e
abandonos, através de intervenções como visitas domiciliares e sensibilização de
familiares. Em casos mais dificies de adesão do usuário contamos primeiramente com
a intervenção da equipe multiprofissional e, também, com o apoio da GEREPI. júnia
Ribeiro 31/10/16
e) O acompanhamento ao paciente em tratamento foi realizado rigorosamente pela
equipe, além das ações educativa para o paciente e familiares, evitando o abandono
ao tratamento. Cristina, Fernanda, Jugmar, Alessandra e Vanessa. 10/11/16
f) Verificamos grande participação de toda a equipe (ACS, auxiliar de enfermagem e
enfermeiras) na busca ativa dos pacientes faltosos seja através de visita domiciiar e
telefone. Eliane 11.11.16
g) Análise, Nome, dd/mm/aa
h) Consideramos que as ações de vigilância e assistenciais foram eficazes para zerar esse
indicador. Diógenes, Nathália, Carmelita e Mariza. 10/11/16.
i) o acompanhamento dos usuários com TB , esta sendo realizado pelas equipes de PSF
com rigor, neste caso especificamente foi realizada reuniões e elaboradas estrategias
de acompanhamento e medicação supervisionada para este paciente, na unidade
vizinha, onde o mesmo permanece na maior parte do tempo em situação de rua.
j) Não observamos nenhum caso novo na unidade
k) Não houve abandono do tratamento de TB na área de abrangência do Centro de
Saúde. Fernanda , 10/11/16.
l) O Centro de Saude tem feito o acompanhamento de acordo com o protocolo do
Ministerio da Saude. Cada dia mais investimos no tratamento supervisionado,
envolvemos ACS e auxiliares de enfermagem de toda a unidade nesse
acompanhamento. Renata Nunes 27/10/2016
m) Analise:A tuberculose é uma doença infecciosa com olhar diferenciado de toda
equipe. As ESF realizam acompanhamento de acordo com o protocolo do Ministerio
da Saude buscando criaçao de vinculo e amparo das referencias distritais e da
secretariaCASSIA QUINTAO, VANESSA, LUCIANA, JESSICA E JULIO.03/11/2016
n) Análise: Segundo os dados a UBS tem incentivado as ações para melhorar a adesão ao
tratamento, sendo um trabalho constante que deve ser intensificado. Nao houve
abandono , os tratamentos seguem o protocolo da SMSA, e pela preocupação do
serviço não foi observado abandono do tratamento nem netse ano e em outros
anos.Medidas: investigação dos contatos e busca ativa dos faltosos, consultas
intercaladas e periódicas com médicos, enfermeiros e farmaceuticos.ENI DA SILVA
BRAGA - 19/10/16
- DS VENDA NOVA
a) Nenhum abandono. Apesar de poucos casos diagnosticados estamos conseguindo
acompanhar a progressão do tratamento durante todo período. Fernanda Dias Vieira,
28/10/16
239
b) Análise:O percentual de abandono corresponde a 01 caso confirmado de Tb, mas
ressaltamos que o paciente já retomou o tratamento e esta sendo acompanhado
conforme protocolo pela ESF.Avaliamos a necessidade de maior vigilância e
monitoramento e sensibilização aos pacientes quanto a tratamento.Beatriz F.C
Fernandes 26/10/16
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Pádua. Data: 24/10/2016. Análise:Avaliamos que o
caso de abandono colocado para unidade na verdade foi devido a falta de
comunicação entre o Centro de Saúde e o Distrito, tendo em vista que ao
recuperarmos o histórico do paciente verificamos que houve cura da doença, porém
sem envio de registro de alta por cura.
d) Pacientes com pouca adesão ao tratamento apesar da orientação da importancia do
mesmo. Responsáveis: Andréa Regina de Paula Nacif, Rosilene da Cruz Ferreira Abreu,
Jacqueline Vieira de Sousa, Ana Cristina Faria. 28/10/2016
e) Acreditamos que nesse ano ocorreu subnotificações dessa doença portanto,foi
realizado reuniões com médicos e enfermeiros para conscientização e sesibilização
desses profissionais com relação a tuberculose e para intensificar a busca de
sintomáticos respiratórios nas consultas agendadas desses profissionias e até mesmo
no horário de atendimento da demanda espontânea, desses profissionais, a partir
dessas ações que iniciaram em 2014, os pacientes com tuberculose do Centro de
Saúde Jardim Europa estão muito bem acompanhados e controlados, no enatanto, há
pacientes usuários de drogas e etilistas graves que as equipes realizam busca ativa , o
tratamento diretamente observado, e os mesmos apresentam dificuldade no
tratamento.Talita Munick Vieira Gomes 01/11/2016
f) O Centro de Saúde Jardim Leblon obteve um indicador ruim de apenas 33% em
relação ao quadrimestre anterior, porém as referências da Tuberculose são muito
envolvidas e estão sempre sensibilizando as equipes no acompanhando dos TDO's e
monitoramento dos novos casos. Apesar desse esforço não foi possível alcançar bom
exito, devido falta de adesão dos usuários, por mudança de A.A. .
Analise: Maria Rosilene Xavier Matos e Equipes 03/11/2016
g) Maria Bernadete Dias- 25/10/2016- As dificuldades no tratamento ocorrem
principalmente no usuário de álcool e outras drogas, dificultando o TOD. Há uma
relação dificultosa no acompanhamento multiprofissional deste usuário, visto que
devido a fissura na utilização das mesma diminuem a adesão ao tratamento. Há
também dificuldades no acompanhamento familiar que não conseguem infuenciar o
usuário. No caso em questão foram envolvidos diversos setores da SMSA, com gestão
do caso, envolvendo profissionais da GEAS, GERASA e CSL. Foi investido ainda na
capacitação de profissionais, contudo não foram suficientes para a conclusão do caso.
h) Análise: Avaliamos que os percentuais de abandono da unidade no ano de 2014
foram satisfatórios, dos casos acompanhados todos finalizaram o tratamento, porém
se analisarmos este percentual referente ao Municipio, é possivel identificar que
mantém com elevadas taxas , em desacordo ao preconizado pelo Ministerio da Saúde
que e de 5% .Desta forma temos que melhorar a atenção prestada ao paciente ,
assumirmos o compromisso de ofertar o TDO possibilitando a interação e coresponsabilidade e aprendizado por parte de todos obtendo uma melhor adesão e
garantindo a cura. SUELY IMACULADA 31/10/2016
i) Por ser uma doença de alta transmissibilidade e diante do aumento de casos de
tuberculose no cenário atual devemos nos atentar. A alta vulnerabilidade social
associada a fatores de risco como o uso abusivo de álcool e outras drogas age como
dificultadores do controle da doença a nível local. O Centro de Saúde Minas Caixa
alcançou 50% de cura dos casos acompanhados, vale ressaltar que os outros dois
casos se tratam do mesmo paciente que iniciou o tratamento, abandonou e
posteriormente reiniciou o tratamento. Infelizmente o caso evoluiu para óbito em
240
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
30/04/2015. O abandono do tratamento desse paciente impactou diretamente no
percentual de pacientes que obtiveram cura, mas é perceptível que as equipes se
empenham no acompanhamento dos casos para que se obtenha 100% de cura.
O número de casos novos de tuberculose com confirmação laboratorial que
abandonaram o tratamento na área de abrangênciia do Centro de Saúde Nova York
em 2014 foi igual a zero. Houve dois casos da doença nesse ano na Unidade, porém
ambos os pacientes eram usuários de drogas e já tinham histórico de abandono de
tratamento. Regiane, 30/10/2016
Realizado busca ativa e acompamhamento de todos portadores de TB por TDO pelos
ACS.As Esfs monitoram e controlam todo otratamento.Synara Batista31/10/16
No ano de 2014 o Centro de Saúde Rio Branco teve 4 casos de tuberculose notificado,
dos quais 3 tiveram alta por cura e 1 caso foi por abandono. No caso do abandono
trata-se de uma moradora de rua que teve o caso notificado no HJK. Um dos grande
entraves para o acompanhamento dos usuários portadores de tuberculose é a
situação de morador de rua, pois estes não dispõe de um local fixo para a realização
da dose supervisionada e normalmente não vincula à unidade. Adalberto, 28/10/2016
Tivemos um caso de abandono nesse período. O paciente iniciou tratamento baseado
na avaliação clínica em outro ponto da rede, onde iniciou o tratamento intensivo com
RIPE. Foi referenciado ao centro de saúde para continuar o tratamento empírico com
RI, pois não havia nenhum exame laboratorial. Devido a melhora significativa do
quadro, o paciente abandonou o tratamento. A equipe realizou busca ativa e realizou
os exames BAAR e TRM, ambos com resultados negativo, não havendo, então, a
necessidade de continuidade do tratamento. RAQUEL SARDI 19/10/16.
Houve contato telefônico solicitando busca ativa para notificação realizada no
Risoleta Neves, de paciente com diagnóstico confirmado de tuberculose. No entanto,
o endereço fornecido é o do Hospital Risoleta Neves, e o nome informado não consta
em nosso cadastro. Esse fato ocorre com regularidade, pois o usuário não é morador
de nossa área de abrangência e o endereço fornecido é o local de atendimento, este
sim localizado em nossa área de abrangência. Como não conseguimos identificar a
localização do paciente, o caso consta como da unidade, infelizmente. Doriana Ozólio
31/10/2016
Uma das principais preocupações com respeito à tuberculose é a redução das taxas
de abandono de tratamento. Isso, porque, o abandono leva ao não rompimento da
cadeia de transmissão, pois as pessoas com Tuberculose (TB) que não aderem à
terapêutica continuam doentes e permanecem como fonte de contágio. Além disso, o
abandono leva à resistência medicamentosa e à recidiva da doença, as quais impõem
dificuldades ao processo de cura, aumentando o tempo e o custo do tratamento. Na
análise deste indicador gostaríamos de destacar que dentre os três casos registrados,
dois enquadram-se numa situação específica que são os pacientes que, durante o
tratamento, ficaram privados de liberdade e estão sob os cuidados do Sistema
Prisional. Não conseguimos em nenhum dos casos, do retorno da informação, tanto
pelos familiares, quanto pelo próprio serviço. Assim, estes casos ficaram encerrados
como abandono.
Observa-se quenao tivemos casos de abandono, isso se deve ao otimo desempenho
das equipes que fazem um acompanhamento adequado, bem como a farmaceutica
da unidade que acompanha diretamente esses usuarios. Não se pode esquecer
tambem dos ACSs que fazem o tratamento diretamente observado, isso favorecendo
em muito a adesao e a tomada da medicação adequadamente. Alex Veloso Mendes
20 de outubro de 2016
241
4.3.3- Incidência de Sífilis congênita em menores de um ano.
4.3.4- Percentual de gestantes com diagnóstico de sífilis realizado durante o pré-natal.
- DS BARREIRO
a) Responsável: Selmária S. Mourão e Andreia Rabelo (enf).- Data: 22/11/2016 Verificamos nesse resultado um esforço da Unidade no sentido de identificar
possíveis casos de sífilis numa situação de risco que é a gravidez. Porém ainda é um
grande desafio para a equipe, a adesão ao tratamento por parte do parceiro.
b) No periodo analisado tivemos 100% de tratameno das gestantes diagnósticadas.
Sugerindo uma boa vigilancia. Fabiana 14/11/16
c) A capacitação realizada pela ginecologista para as equipes permitiu o nivelamento de
informações garantindo o cumprimento do protocolo, solicitação de VDRLpara todas
as gestantes e monitoramento dos casos assegurando o diagnóstico feito em todos os
casos pela UBS.
ELISA, VIVIAN, RICARDO
27/10/16
d) Adriana M.C. Siqueira, 28/10/2016. Apesar de a UBS ter feito o diagnóstico pre-natal
de todos os casos de sífilis em gestantes, ainda é preocupante ter mulheres
engravidando com sífilis ou adquirindo sífilis durante a gestação; a pouca participação
dos parceiros no pre-natal também dificulta o tratamento do casal, o que pode fazer a
recidiva da doença ou ainda mais grave, a sífilis congênita para o RN.
e) Indicador não analisado pela unidade
f) A equipe do CS realiza o pré-natal de acordo com o protocolo da SMSA realizando as
consultas preconizadas e os exames necessarios. A gestante é acompanhada por toda
a equipe de saúde da família e equipe de apoio, inclusive equipe de odontologia e
NASF. Verônica e Dalva 09/11/2016
g) Observamos que houve casos de sífilis em gestante que não foi identificado durante o
pré-natal. É rotina da unidade solicitar VDRL conforme protocolo, porém devido à
migração frequente dos usuários, há casos em que as gestantes chegam à unidade em
fase final de gestação, o que dificulta o diagnóstico. Além disso, algumas gestantes
não realizam os exames conforme solicitado. Fabiano, Rodney e Leandro, 25/10/16.
h) Temos um percentual de 0% de casos de sifilis diagnosticados em gestantes nesse
periodo. Sabemos porém que essa não é a relidade que enfrentamos. A Sifilis , tornase uma realidade a que devemos estar sempre atentos principalmente no Pré Natal.
A identificação da sifilis durante o PN e o tratamento realizado de forma correta
levam à eliminação da siflis congenita.Rafaela Sardi de Almeida 07/11/2016
i) Todos os profissionais da unidade solicitam o VDRL de acordo com o que é
perconizado pelo Ministério da Saúde. Entretanto, não temos acesso ao registro dos
exames das gestantes cujo pré-natal é realizado nos convênios.
j) Analisamos que apesar de ter atingido 100%, ainda precisamos melhorar os fluxos
internos para garantir que o diagnóstico de Sífilis continue sendo feito na unidade
durante o PN. Garantindo que as gestantes façam os exames conforme o protocolo
durante o Pré Natal. Garantir acesso imediato as gestantes para solciitar exames.
Oferecer o Teste rápido, em casos de gestantes que não fizerem os exames conforme
o protocolo, antes de ir para a maternidade.
k) Apesar de obtivermos casos neste indicador, mantemos estratégia de monitoramento
e acompanhamento do PN, informações junto ao Controle Social da prevenção,
promoção de treinamentos internos com referências técnicas em assistência
l) Não houve casos no periodo avaliado. Paulene Simões e Grazielle Souza - 18/11/16.
242
m) O indicador não mostra o número absoluto dos casos de sífilis diagnosticados. Porém,
os que foram diagnosticados foram durante o Pré-Natal, o que é importante para
melhor propedêutica da gestaçaõ e nascimento do bebê.
KARINA FONSECA - 10/11/16
n) Análise, Nome, dd/mm/aa
o) Garantimos que os casos de gestantes portadoras de sífilis fossem todos tratados
durante o pré-natal. Fato importante uma vez que desta maneira diminuímos as
possibilidades de problemas futuros para a mãe e a criança. Com tudo e evidente que
ainda estamos longe do adequado de levarmos em conta o acompanhamento e
tratamento do parceiro. Assim entendemos que ainda podemos neste aspecto.
Responsáveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane e Claudionice. 16/11/2016.
p) Realizamos teste para sífilis em todas nossas gestantes neste período. Analise feito
pela G. Denise e Enf. Paulo 16/11/16
q) O Centro de Saúde deve estar sempre atento para casos novos, com identificação
precoce e tratamento adequado garantindo a cura, redução do abandono e
acompanhamento dos contatos. A disponibilização dos medicamentos e informações
adequadas pelo farmacêutico ampliam este vínculo no tratamento.
RENATA TEIXEIRA. 08/11/16.
r) A unidade não analisou este indicador
s) Análise: o indicador da Unidade está aquém do esperado. As Equipes relatam que o
baixo índice pode estar relacionado ao registro inadequado pelos profissionais.
t) A provável falha técnica no cumprimento do protocolo levou ao declive da meta
estabelecida. Bruno César Saldanha 10/11/16.
- DS CENTRO SUL
a) Neste período das 08 gestantes acompanhadas na Unidade 07 destas foram
diagnosticadas com a sífilis.
Os profissionais da Unidade acreditam que pode estar havendo: - Banalização do uso
de preservativos; - Aumento de bailes funkes; - Promiscuidade; - Não tratamento dos
parceiros; - Desabastecimento temporário da penicilina benzatina.
Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA: 11/11/2016
b) Observamos que, das duas gestantes apenas uma foi diagnóstica durante o PN.
Algumas possibilidades de análise, utilizando outros indicadores, como proporção de
gestantes captadas no 1º trimestre, em que observamos um decréscimo nesse
indicador, considerando o dado anualizado que foi de 66,70 % (8/12) e o dado do 2º
QD 2016 que foi de 25,0% (1/4). Vale ressaltar que o baixo número de gestantes se
relaciona ao perfil do CS Carlos Chagas, em sua maioria adultos, idosos residentes no
Baixo Risco (sem cobertura de SF) e quanto a população em situação de rua o perfil
são em sua maioria homens e adultos. Ademais, observamos a dificuldade em
captação precoce de gestante em situação de rua, considerando a característica
migratória dessa população, bem como em relação a característica das gestantes
residentes no baixo risco, que muitas vezes se apresentam como residentes, mas são
trabalhadoras na área e residentes em outros territórios. Análise: Shirley P Almeida.
Data: 10/11/20116
c) Neste período observado não tivemos casos de sífilis diagnosticado durante o prénatal. Jalda 11/11/2016
d) Continuaremos a seguir o protocolo de PN onde está preconizado o pedido de VDRL
para diagnóstico e acompanhamento dos casos. Com a oferta do Teste Rápido de
243
Sífilis na unidade percebemos um ganho substancial, pois com o diagnóstico precoce
ações imediatas são tomadas.18/11/2016 Maria Bernadete Miranda
e) A maior dificuldade do acompanhamento das gestantes com sífilis no Centro de
Saúde é que algumas não tem parceiro fixo, ou se recusam a informar o nome do
mesmo. No caso não acompanhado, a gestante fez o tratamento adequadamente
com as 3 doses de benzetacil (7.200.000 ) mas não houve o tratamento do parceiro
pois a mesma não tinha relacionamento estável. Solange Beirão/ Elham Ballout
09/11/2016
f) Em relação a esse indicador o CS Nossa Senhora de Fátima apresentou melhora,
aumentando de 33 % em 2015 para 50 % em 2016. Apesar disso, longe da meta de 80
% para este indicador. Tivemos 3 casos de sífilis que foram discutidos, diagnosticados
e tratados, sem repercussão de sífilis congênita.
Com relação a este indicador trata-se de doença muito grave, passível de prevenção e
tratamento.
Em 2014, tivemos 4 casos e em 2015, 3 casos.
Concluímos que nossas equipes estão seguindo o protocolo, diagnosticando e
tratando adequadamente nossas gestantes. Mas, devido à gravidade das sequelas de
sífilis congênita não tratada, entendemos que as equipes de neonatologia das
maternidades optam por tratar os RNs mesmo que não confirmados, quando as
gestantes apresentam a doença no último trimestre. O registro da produção também
é um desafio pela falta de infraestrutura e de acesso a computadores e ao Sistema
GESTÃO. Simone Couto/ESF/07/11/2016
g) Das 03 gestantes de nossa área de abrangência, 01 gestante foi diagnosticada com
sífilis na maternidade. Este caso tratava-se de moradora da área de baixo risco e que
não realizou o pré-natal na UBS, portando não foi captada e nem acompanhada pelo
ACS. Sirlene - 27/10/16
h) 11/11/2016 – Vanessa, Isabella, Liliane, Karla, Marianna, Lúcia e Camila
3/3=100%
Apresentamos 100% de cura para casos de gestantes diagnosticadas com sífilis no
período indicado. Podemos ressaltar as ações para captação precoce de gestantes,
busca-ativa das faltosas, sensibilização para tratamento dos parceiros, grupos de
planejamento familiar.
Propostas: intensificar ações de educação sexual e reprodutiva, sobretudo nas
escolas. Implantação do teste rápido para todas as primeiras consultas de gestantes e
manter livre demanda da testagem rápida para população, conforme rotina da
unidade; sensibilização dos profissionais da UBS com apoio da equipe da UFMG
(Iniciação à Atenção Primária a Saúde).
i) Apesar da meta ser de 80% e o CS ter atingido 100% ainda é um desfio. As equipes
tem se empenhado na captação das gestantes e diagnóstico precoce.
Um desafio é a captação precoce da gestante no 1º trimestre da gestação, a
vulnerabilidade, a adolescência , o uso de drogas e a falta de estrutura familiar são
fatores que influenciam no início tardio do pré natal.
Fazer o diagnóstico não garante o tratamento e ações de sensibilização e busca ativa
também não são suficientes para garantir o tratamento, muitas vezes o parceiro não
é tratado levando a reinfecção e consequente infecção do RN.
Nível Local: Disponibilizar o teste rápido para a população; Disponibilizar o
preservativo; Garantir a realização do teste rápido da gestante e se possível do
parceiro na 1ª consulta de pré-natal; Coordenar o cuidado da gestante que estiver no
PNAR; Fazer busca ativa se necessário; Fortalecer relação da referência local com as
ESF; Fazer discussões sobre o tema, com os adolescentes nas escolas e em espaços
coletivos; Levar o tema da Sífilis para ser discutido na CLS; Repasse imediato de
resultado crítico para a equipe afim de agilizar a busca ativa.
244
Nível Distrital: O Comitê Distrital tem sido muito importante no processo de
educação, troca de experiências e apoio ao nível local; Fortalecer o apoio
institucional/referência técnica através de rodas de conversa com ESF. Nível Central:
Garantir o fornecimento da medicação. Garantir cobertura ACS em todas as áreas.
Alessandra/Bernadete/ESF/14/11/2016
Duas gestantes que chegaram à Maternidade positivas para sífilis, tratam- se
possivelmente de reinfecção por parceiros diferentes.
Quanto às outras duas pacientes foram tratadas conforme o protocolo.
Todas as ações de assistência voltadas para o enfrentamento das doenças infecto
contagiosas ainda representam desafios para as equipes da Unidade.
Ana 11/11/2016
j) A sistematização das ações de diagnóstico e enfrentamento somente foram
estruturadas a partir da implementação do Comitê Distrital de Transmissão Vertical;
houve adoção de medidas de vigilância e registro de todas as gestantes e seus
parceiros com infecção;
sensibilização da equipe sobre a importância do diagnóstico precoce e tratamento;
realização do teste rápido ao iniciar o pré-natal de todas as gestantes;
acompanhamento puerperal e de mãe tratada devido a sifilis.
Nome: Anita, 09/11/16
k) O VDRL É ROTINA DO PN. NÃO SE JUSTIFICA CASOS NÃO DIAGNOSTICADOS E O NÃO
TRATAMENTO; EVITANDO ASSIM A SIFILIS CONGÊNITA; A NEGATIVA DO PARCEIRO
EM NÃO TRATAR, DIFICULTAM O CONTROLE. ELIANA MIRANDA ,16/11/2016
- DS LESTE
a) As equipes avaliam que é necessário investir na captação de gestantes em tempo
hábil para iniciar o pré-natal precocemente, mas analisam que em regiões de alta
vulnerabilidade social como o Alto Vera Cruz, vários fatores podem interferir nesse
indicador, tais como: alto número de gravidez na adolescência e necessidade de
manter essa gestação escondida; o grande número de população flutuante que
permanece no bairro por pouco tempo e que muitas vezes chega em fase tardia do
pré-natal; o grande número de gestantes usuárias de drogas ilícitas, etc. Para que
esse indicador fosse analisado de forma mais fidedigna, seria necessário saber quem
foi essa gestante para entender em que condições ela chegou para iniciar o pré-natal.
b) 10/11/16 . Em análise aos dados, juntamente com as equipes percebemos que as 05
gestantes com sífilis da nossa área ,02 fizeram o acompanhamento em uma"
Instituição Carcerária ", 01 paciente era importada de Ibirité chegou na nossa unidade
com 28 semanas de gestação, mas iniciou e terminou o tratamento juntamente com o
parceiro. E outra paciente era moradora de rua e chegou no nosso abrigo e na nossa
unidade com 37 semanas e não foi tratada .E a quinta paciente não fez nenhum prénatal e não era da nossa área de abrangência. Continuamos atentos e percebemos
que estamos diante de uma epidemia e temos que definir ações para prevenção e
assistência mais pontuais. Principalmente por que a nossa área de abrangência tem
vários polos de vulnerabilidade social e além disso temos também um abrigo de
moradores de rua com 31 núcleos familiares. Solange e equipe
c) Salienta-se a importância da realização de teste rápido / exames de pré-natal com
prioridade na assistência, bem como avaliação dos resultados assim que disponível.
Analisa-se a boa qualificação bem como a utilização do protocolo de pré-natal.
245
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
Neste território observa-se um aumento gradativo de casos de sífilis bem como a falta
de adesão dos parceiros para o tratamento. Edna e Natalia 14/11/2016
Conforme registro no Gestão, duas pacientes estão acauteladas na Penitenciaria
Estevão Pinto (PIEP) e são acompanhadas pela equipe responsável pela população
privada de liberdade (PPL). Atualmente a equipe da PPL esta lotada no C.S. Santa Inês.
Outras duas pacientes (ESF's 01 e 04) não possuem nenhum vínculo com a unidade e
possuem registro de atendimento no SISREDE em outras unidades. As ESF’s
informam que estas usuárias não residem nos endereços referidos. A paciente com
endereço da área de abrangência da ESF 04, segundo moradores é moradora de rua.
Outra paciente (ESF 02) iniciou o tratamento no pré-natal e não cumpriu a prescrição
médica, mas completou o esquema após o nascimento da criança. A equipe informa
que houve várias tentativas de abordagem para adesão ao tratamento inclusive com a
abordagem pela Assistente Social da unidade, porém sem sucesso. Uma paciente da
ESF 01 iniciou o pré-natal no segundo trimestre de gestação, sendo que a paciente e
o parceiro receberam tratamento. Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes
Taveira, Luciana de Carvalho Mariosa, Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira
Costa 11/11/16
As equipes percebem que ocorrem falhas na captação e acompanhamento desse
caso. As gestantes que pertencem a nossa área de abrangência são acompanhadas
conforme protocolo de pré-natal da SMSA, porém nos últimos meses a dificuldade em
realizar alguns exames laboratoriais dificultaram e/ou atrasaram a realização do
exame VDRL. Douglas Aparecido Fernandes Silva. 11.11.16
As equipes percebem o aumento no número de VDRL positivo em nossa área de
abrangência, com maior número de gestantes com VDRL positivo. Nos deparamos
com alguns problemas que impactam nesse indicador, que é o início da atividade
sexual precoce desprotegida, uso de drogas, múltiplos parceiros, percebemos que
este cenário é compatível com o vivenciado em todo o País que se encontra em uma
epidemia da doença. As equipes têm monitorado a solicitação de VDRL e fazemos
busca ativa de todos os resultados críticos. Para o ano de 2017 iremos intensificar a
parceria com as escolas e utilizaremos da força de trabalho dos acadêmicos para
promover educação em saúde do cunho sexual além de ampliar a oferta do teste
rápido que já neste ano apresentou resultado satisfatório, implementação das
equipes com supervisão da gerência, início em fevereiro de 2017.
O dado não reflete o real, pois todas as 5 gestantes deste período foram identificadas
no pré-natal da unidade. O que pode ter havido (estamos verificando) foi a falta da
notificação pela ESF. ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
A situação tem nos preocupado pois o aumento pode estar acima do dado
apresentado. Temos sensibilizado os profissionais quanto a solicitação do VDRL e
acompanhamento e monitoramento dos casos. Contudo avaliamos que é necessário
capacitarmos mais profissionais para a execução do teste rápido para
disponibilizarmos durante todo o funcionamento da unidade.
Tem aumentado o número de casos de sífilis, porém conseguimos realizar tratamento
adequado. Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
Marcilio Amaral - 17/10/16: Tivemos 03 gestantes com diagnóstico de sífilis na
gestação. Uma dessas gestantes compareceu a unidade para agendar o pré-natal. Não
compareceu a consulta agendada. Uma semana depois retorna com história de ter
ido a Maternidade Hilda Brandão, onde recebeu diagnóstico de ITU e foram
solicitados exames. Usuária orientada a retornar em 23/03, que também não
acontece. Em 09/05 recebemos comunicação de sífilis. Realizada busca ativa e usuária
não encontrada. Vizinhos relatam que a mesma não mora no endereço. Cerca de 20
dias após a usuária comparece a unidade e relata estar tratando da sífilis. Recebe
novas orientações, novos pedidos de exames e tem retorno agendado. Usuária não
246
comparece. Nova busca ativa e confirma que a mesma não reside no endereço
fornecido.
k) Esse dado é muito importante e sinaliza, nesse momento, que as mulheres estão se
prevenindo adequadamente. Seguimos o protocolo com a solicitação do exame de
VDRL e confiamos que a ausência de diagnostico reflete a realidade.
l) Esse dado é preocupante diante das graves consequências da sífilis na gestação, mas
também representa uma captação oportuna realizada pela equipe.
m) O caso identificado como não tratado no PN deve-se a gestante com
aproximadamente 24 semanas proveniente de outro Município.
- DS NORDESTE
a) A equipe tem realizado um trabalho de vigilãncia nas gestantes da área de
abrangência; além de capacitação da equipe com a ginecologista que tem realizado
um trabalho de matriciamento. Cibele 01/11/16
b) A unidade de saúde tem identificado um número expressivo de casos de gestantes
em uso abusivo de alcool e outras drogas. Nota-se uma associação entre o drogas e a
sífilis. Identificamos também que os parceiros não tem tido adesão ao tratamento da
sifilis e baixa adesão ao uso de preservativos. Marolina e Hugo 11/11/16
c) Temos como protocolo solicitar o exame de VDRL para todas as gestantes na 1a.
Consulta. Fazemos o teste rapido para sifilis de todas as mulheres que manifestem tal
desejo. Ofertamos na consulta para coleta de citopatologico o teste rapido para
sifilis,hepatites e HIV. Acompanhamos e solicitamos de acordo com protocolo de pré
natal a retestagem de todas as gestantes para sifilis e HIV. Helen Pires 10/11/16
d) A Unidade cumpre o protocolo do SUS-BH no atendimento do pré-natal . Há uma
preocupação com a efetivação dos exames pelas gestantes e ja´na primeiro contato
com a enfer meira todos os exames são solicitados. Usua´rias com situação de vida
complexa são feitas busca ativa pelos ACSs, para realização dos exames . Precisamos
ainda ampliar a disponibilidade do teste rápido com ampliação de profissionais
capacitados.
e) Os aumento do número de casos de sífilis no município é uma preocupação de nossa
unidade , um problema de saúde pública e um desafio a todos nós, gestores e
servidores públicos. Alguns fatores dificultam o diagnóstico e tratamento da sífilis e é
onde nós, servidores, devemos agir e atuar, dentre elas, a adesão e o preconceito do
parceiro tem sido determinante no insucesso de alguns tratamentos. No pré natal,
ofertamos o teste rápido e solicitamos o VDRL, com o objetivo de termos o
diagnóstico precoce e iniciarmos o tratamento. Contamos com o matriciamento da
ginecologia e da sensibilização do parceiro. Raphael, 11/11/16
f) A vigilância dos sintomáticos respiratório continua sendo realizada mesmo que não
tivemos nenhum caso registrado. Neste período tivemos um caso que foi iniciado o
tatamento empírico, mas foi identificado ser morador do bairro Tupi. O caso foi
encaminhado a este CSaúde.Qto às gestantes com VDRL, não tivemos nenhuma com
resultado positivo. O pedido de rotina segundo o protocolo continua sendo realizado
durante o pré natal.
g) Os casos de Sífilis estão aumentado entre a população, precisamos divulgar mais os
testes rápidos para sífilis e instituir para todas as gestantes que iniciarem o Pré-natal
o teste rápido, com a finalidade de captação precoce, monitorar tratamento de
parceiros e aplicação de todas das doses. Intensificar grupos de planejamento familiar
e Prevençaõ de DST inclusive nas escolas.
h) Reconhecemos a necessidade de otimizar nossos processos de trabalho para a
detecção de novos casos de tuberculose. A adoção das medidas de rastreamento para
247
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
todos os sintomáticos respiratórios que chegam à unidade ainda permanece como
desafio. Dos casos antigos identificados não tivemos abandono em virtude do
acompanhamento estreito dos casos e familiares, inserção da Assistente Social e dose
supervisionada.
No CS Goiânia tivemos um registro considerável de gestantes com diagnóstico de
Síflis. A ESF tem realizado oatendimento deo pré-natal dentro do protocolo,
solicitando o VDRL conforme estabelecido. Um grande dificultador é sensibilizar o
parceiro da importânica do tratamento para não reinfectar a gestante. Wederson e
Cristiana 04//11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa
Os profissionais de saúde responsáveis pelo atendimento as gestantes solicitam o
VDRL na primeira consulta de pré-natal , bem como na 29 a 32ª semana de gestação.
Sabemos da importância da detecção e tratamento oportunos da infecção na
gestante , bem como de seus parceiros sexuais portadores de sífilis , considerando
que a infecção pode ser transmitida ao feto levando a graves complicações. No
Centro de Saúde Maria Goretti no ano de 2015 tivemos um número considerável de
gestante com diagnóstico de sífilis, em relação ao ano de 2014, portanto isso nos
remete que precisamos melhorar nossas orientações e concientização para as
relações sexuais seguras e que a equipe está desenvolvento um bom trabalho no prénatal pois tem feito o diagnóstico para oportunizar o tratamento em tempo oportuno.
Enf. Tatiana Moraes.
O aumento no numero de casos de gestantes portadora de sifilis no ultimo ano nos
aponta a necessidade de melhorar as orientaçoes e vigilância,tanto no pre natal
quanto em consultas de rotina na saude da mulher. Raquel, 15/11/16
Os profissionasi reconhecem estes casos de gestantes com sífilis, pois fizeram visitas
domiciliar pra busca ativa. Informaram que acreditam que o número é ainda maior
com registro de um caso de sífilis congênita que está sendo acompanhado pela
equipe. Enfermeiros Rildo e Nara e José Antonio gerente. 11/11/2016.
A ESF levanta um grande desafio no acompanhamento do parceiro sexual que em
alguns casos não adere ao tratamento ou o faz parcialmente reinfectando a gestante,
o paciente em situação de rua que dificilmente completa o tratamento. Grande
dificuldades de sensibilizar as gestantes e parceiros na prevenção.Porém os casos de
Sifilis identificados são notificados, acompanhados e tratados pelas ESF,Prisilla,
11/11/2016
A equipe vem atendendo as gestantes e realizando as consultas de pré natal em
concordância com o Protocolo da Prefeitura de Belo Horizonte e consequentemente
mantendo o acompanhamento dos exames complementares. Atualmente estamos
discutindo implantação de intensificação de estratégias específicas para melhorar a
captação da população em geral por meio de ações que permitam o diagnóstico
precoce de sífilis, como a utilização sistematica do teste rápido.
O acompanhamento das gestantes e a solictação dos exames de rotina tem
contribuido para melhorar este indicador, o desafio é a captação precoce do parceiro.
A equipe está atenta a todos os exames alterados informados por e-mail pelo
laboratório e imediatamente as gestantes são agendadas para iniciar o tratamento.
Jacqueline 08/11/2016
A análise foi realizada com cada ESF do C.S. São Gabriel. As 4 ESFs fizeram a análise de
que esse dado 3 deve-se: 1) Falta de fluxo para realização de teste rápido de doenças
infecto-contagiosas na Classificação de Risco durante todo o horário de
funcionamento da unidade. 2) Falta de adesão das mulheres gestantes ao uso de
preservativo nas relações sexuais com seus parceiros. Alessandra gerente, 10/11/16.
248
s) É muito preocupante o recrudescimento da sifilis em nosso meio. O
acompanhamento sistemático da equipe, checagem da realização dos exames atraves
das auditorias, tem propiciado a intervençao mais precoce. Mas novamente
apontamos a busca ativa muito prejudicada para gestantes fora da área de
abrangencia ou com inicio de PN tardio. A falta da medicação especifica durante
algum tempo também dificultou o tratamento.
t) A equipe da unidade está atenta ao rastreamento e captação precoce dos casos de
Sifilis em gestante e na população em geral, ofertando e realizando a testagem rápida
de HIV e Sífilis rotineiramente durante os atendimentos a mulher e gestante, além
dos exames de Pré-Natal. Os casos de Sifilis identificados são notificados,
acompanhados e tratados pelas ESF. Permanece o desafio do acompanhamento do
parceiro sexual que em alguns casos não adere ao tratamento ou o faz parcialmente
reinfectando a gestante, o paciente em situação de rua que dificilmente completa o
tratamento e o paciente privado de liberdade. KENIA RIBEIRO GABRIEL - 10/11/2016
u) A sifilis tem se apresentado como um desafio para todo o municipio, no Centro de
Saúde tem sido alarmante o número de casos notificados. De um lado mostrar
atenção e o bom desempenho das equipes na realização do pre natal. Entretando
demonstra que ainda estamos tendoo dificuldades de sensibilizar as gestantes e
parceiros na prevenção. Este fato é preocupante e nos mobilizou ea pensar ações de
vigilância e de promoção que pudessem alertar a população quanto a esta doença,
como de intensificar o monitoramento do pre natal e ações de acompanhamento
mais intensos dos casos diagnosticados. Fato que nos chamam atenção o tabu que
ainda cerca as questóes sexuais. Parceiros e esposas que rejeitam em falar sobre o
assunto, bem como o tratamento. Algo ainda muito velado. Outro aspecto que
dificulta muito nossa ação e mais um desafio para a equipe.Vanessa Vida 06/11/16
- DS NOROESTE
a) A gestante em questão era irregular no pré-natal, várias buscas ativas sem sucesso,
Irmão relatou que não morava na AB da unidade.
27/10/16
Maria Judith da Silva Rios
b) Gerente Anderson Portes, 03/11/2016. Análise: Observa-se que todas as gestantes
identificadas com VDRL positivo foram tratadas junto com os companheiros. E os
casos foram monitorados sistematicamente pelas ESF´s.
c) No CSCP 100% das gestantes com diagnóstico de sífilis foram identificadas ainda no
Pré-Natal, demonstrando eficácia no acompanhamento Pré Natal conforme o
protocolo institucional.
Camila, Alessandra, Camillo e Bárbara 27/10/16.
d) Manter a vigilancia dos casos e o acompanahemnto das equipes.
Angela, Carmem e Laila. Em 11/11/16
e) A equipe segue o Protocolo previsto para o monitoramento de sífilis. 31/10/2016
SilvanaFerreira de Andrade e Souza
f) A equipe percebe um aumento dos casos de sifílis na população de adolescentes e
adultos jovens. É necessário manter acompanhamento adequado das gestantes e
tratamentos de parceiros. As equipes tem mantido vigilância de todos os casos de
sífilis.
Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
g) Análise: A gestante com exame + sifilis realizou PN em rede privada, na UBS todas as
gestantes acompanhadas no PN realizaram exames conforme protocolo. Nome
Renata Mello, 26/10/16
249
h) Jayne G. Silva e Enfermeiros da Unidade, 24/10/2016;
i) Em outubro 2016 fizemos uma discussão da assistência ao pré-natal e sinalizamos
preocupação com os indices de sífiles identificados no pré natal. Refoçamos a nova
orientação do segundo exame de VDRL que será realizado durante o pré-natal.
j) A todas as gestantes captadas que realizam a primeira consulta na ubs são solicitadas
todos os exames de pré-natal, incluíndo o exame para diagnóstico de sifílis. Caso,
essas gestantes não retornem para a próxima consulta, uma busca ativa é realizada.
No período analisado não houve ocorrência de gestantes com sífilis.Érika Santos,
24/10/16.
k) A equipe segue o Protocolo previsto para o monitoramento de sífilis e consegue
acompanhar seus casos satisfatoriamente. 31/10/2016 Vânia Gonçalves Novais
l) Análise, Nome, dd/mm/aa
todas gestantes identificadas VDRL foram tratadas junto com os companheiros. As
ações são realizadas são realizadas para identificação precoce de todas com garantia
do tratamento em tempo oportuno A abordagem tem sido qualificada pela equipe
nas situações identificadas
m) Análise, Nome, dd/mm/aa
Heleodora- Luzia 11.11.16
n) Análise realizada nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e 01/11/2016. O
acompanhamento e monitoramento das gestantes com sífilis tem sido sistemático.
Adiana 01/11/16
o) Não houve registro de casos diagnosticados no quadrimestre M. Isabel 08/11/16
p) A equipe avalia que embora tenha alcançado a meta mínima ( 80%) há um número
expressivo de gestantes em situação de rua nas proximidades da área de abrangência
do CS São Cristóvão o que impacta na melhora do indicador.
Análise: equipe PSF/SB/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
a) 1-Tuberculose: Esse indicador apona a necessidade de ampliar o diagnóstico de TB na
área (subnotificação).
b) Análise: A alta incidência do uso de álcool e outras drogas e a promiscuidade
aumentam os casos de DST/AIDS. Dulce, 10/11/16
c) Neste CS, não houve um percentual de gestantes com diagnóstico de sífilis efetivado
durante o pré-natal. Este é um indicador que avalia a qualidade do pré-natal, assim
como a inclusão de insumos, a adesão e as dificuldades de abordagem das gestantes e
seus parceiros sexuais. Essa baixa tão considerável no indicador, pode estar ocultando
uma cobertura não eficaz do pré-natal, o que a contrário, pensaríamos, em um
primeiro moemtno. Sabemos de mulheres que tiveram o diagnóstico de gravidez,
durante o acompanhamento do pré-natal, assim, como recebemos RN para aplicação
de Penicilina, para completar 10 dias, uma vez que a mulher não fez pré-natal, neste
ou outra unidade, e vieram, com seus filhos, encaminhadas pelas instituições onde
ocorreram os partos. Em todas as discussões multidisciplinares, não conseguimos
perceber que alguma gestante tenha sido acompanhada e que seu resultado de VDRL
não tenha sido observado e/ou acompanhado. Responsáveis: Gracielle e Maria
Cecília; Data: 09/11/2016
d) Dada as caracteristicas da população assistida, o resultado é preocupante. A
identificação e captação desta usuária no período do Pré Natal é falha uma vez que
observa-se taxas elevadas de incidência de Sífilis. A não solicitação do exame e
250
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
averiguação sistemática dos resultados, em tempo hábil, prejudica o tratamento
correto e precoce do caso. A abordagem ineficiente dos parceiros é um fator
relevante que dificulta o processo de tratamento e cura da gestante VDRL+.
Responsável: Denise Camargos. Data: 07/11/16
As gestantes idetifficadas com sífilis são notificadas, tratadas e acompanhadas na
unidade e buscamos o tratamento, notificação e acompanhamento do parceiro/os se
resultado reativo. Fernanda; Nathalia e Sandra
Análise, Nome, dd/mm/aa
Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: Assistência pré-natal com vigilância a DST / Adesão ao protocolo
institucional; vigilância dos exames realizados pelas gestantes.
Análise:3,2,1 - Vulnerabildiade social exacerbada; População com perfil diferenciado,
de difícil manejo.
-Existência de ocupação irregular na área dificultando acompanhamento e vínculo.
- Sobrecarga dos profisisonais de saúde, com inúmeras responsabilidades-Dificuldade
dos profissionais em registrar e investigar os sintomáticos respiratórios. 3,4: Alta
vulnerabilidade Social; aumento do número de casos na população (aumento no
índice nacional); alta rotatividade das gestantes, principalmente das residentes nas
ocupações (referente ao Anexo Zilah), infrequência das pacientes no pré-natal;
dificuldade com busca ativa das pacientes faltosas, principalmente nas ocupações,
além da falta de ACS´s.
Ao analisarmos este indice a equipe relata que é importante se fazer o diagnostico
precoce da doença e o tratamento adequado para gestante e seu parceiro ou
parceiros o que implica diretamente na reducao da incidência. Quando a captação e
os exames de rotina não são realizados em tempo habil a gestante acaba descobrindo
a doença no momento de sua internação o que demonstra fragilidade no processo de
acompanhamento e vigilancia desta mae e consequentemente todos os riscos para o
bebe.Outro fator importante da busca e redução de casos é a sensiblização de todos
os profissionais envlvolvidos no atendimento da unidade afim de evitar a captaçcao
tardia destas gestantes.Andrea Moreira Rocha de Brito BM 41168-3
Análise, Nome, dd/mm/aa10/11/16. Luciana, Maria do Carmo e Clúdia,
vulnerabilidade social, baixa adesão nos grupos de planejamento familiar, dificuldfade
dos parceiros em procurar atendimento médico, subnotificação, busca ativa
insuficiente, rotatividade de moradores, registro no gestão frágil,
O numero demonstra que a equipe tem realizado o monitoramento dos casos de
sífilis através do exame durante o PN . Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/ Camila/
Sibele (31/10/16)
Análise:
- Matriciamento limitado, devido à falta do Ginecologista de apoio;
- Capacitações e treinamentos além de insuficientes, não contemplam toda a equipe
multiprofissional;
- População em área de extrema vulnerabilidade e condições sociais fragilizadas
- Limitações na contra-referência da Maternidade de referência;
- Dificuldade de captação precoce das gestantes e baixa vinculação às equipes de
saúde.
- Falta de conhecimento atualizado dos protocolos de assistência e vigilância à saúde
da mulher e do homem;
Responsável: Carolina Medeiros. Data: 10/11/16
Área com grande vulnerabilidade social, econômica e cultural. Cléris Blanco de Souza.
03/11/2016
Este indicador, traz muito a realidade em que vivemos em nossa área de abrangência.
Uma área de alta vulnerabilidade social onde os casos de DST vem aumentando
251
o)
p)
q)
r)
significativamente. Além disso, estamos com uma captação alta de DST após
implantação dos testes rápidos como rotina das enfermeira da unidade. Camila Vieira
03/11/2016.
:AA com grande número de usuáriosem situação de vulnerabilidade social, numero
de população de rua. Baixo número de ações de Educação Sexual com incentivo a
prática sexual segura. Necessidade de adesão dos profissionais a capacitação em
saúde sexuaal e reprodutiva.Nívia 11/11/16
Se formos analisar o aumento em 26,7% de gestantes diagnosticadas com sifílis
durante o Pré-natal comparando com o Ano de 2014 (40%), dois aspectos nos chama
atenção: trata-se de uma melhoria de nossa assistência e/ou de uma aumento
epidemiológico de casos de sifílis em nossa área de abrangência? Independente do
que podemos inferir, o importante é que mais gestantes estão sendo diagnósticas e
possivelmente tratadas, possibilitando menores riscos ao feto. Talvez o início da
atividade sexual precoce; a rotatividade de parceiros ; a falta de adesão da gestante
aos métodos de prevenção de DSTs e ao planejamento familiar tenham sido fatores
para o aumento do número de casos, assim com a dificuldade na adesão ao
tratamento específo por parte da gestante e seu parceiro. Isabella de Aguiar Melo
Cardoso, 23/09/2016
Identificamos o aumento na incidência no território; que pode estar relacionado a
ampliação de acesso da população ao diagnóstico da doença, com a realização de
testes rápidos na Unidade. Identificamos tambem melhoria na notificação dos casos
novos.
No entanto, ainda precisamos investir na sensibilização das usuárias para o
tratamento e ações de prevenção. Silvana 22/11/16
Atingir o percentual de 100% dos casos notificados, diagnosticados e tratados.
Garantia de realização dos exames; utilização dos testes rápidos; tratamento
oportuno dos casos. Qualificar o atendimento dos profissionais durante o pré-natal.
Elevar a proporção de acompanhamento e cobertura das gestantes no pré-natal de
acordo com o protocolo pela SMSA; qualificação dos registros; Gestão clínica da
mulher. Ações de promoção de saúde (sala de espera, grupos de gestantes, grupo de
puérperas, aleitamento materno, saúde sexual e reprodutiva).(Avilmar Carvalho e
ESF) (09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Na análise deste indicador de 67% identificamos que a gestante diagnosticada na
maternidade Odete Valadares realizou o pré-natal nesta UBS e foram solicitados cinco
exames de VDRL sendo que os dois primeiros deram resultados negativo e as outras
três solicitações a usuária recusou-se a realizar apesar das várias visitas dos ACS's
visando a realização do mesmo. Sendo assim, a ginecologista optou por encaminha-la
para MOV com 29 semanas de gestação e a mesma não compareceu á consulta,
matendo a conduta de não realizar o exame até o fim da gestação. Conclui-se que,
neste caso, a usuária em questão foi responsável pelo diagnóstico no pós parto e da
sífilis congênita no RN.
b) 100%. Diante do crescente número de casos de sífilis é de grande importância a
vigilância da equipe para que a gestante realize todos os exames no tempo oportuno.
Deve ser sempre avaliado se os exames foram coletados e busca ativa das gestantes
faltosas ou com exames pendentes.
c) Avaliamos que neste quadrimestre tivemos 02 casos de sifilis congenita sendo os o2
de nascidos no mês de agosto. Uma gestante de alta vulnerabilidade, caso de alta
complexidade ,um desafio . Esta criança inclusive encontra-se abrigada .A outra
252
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
gestante foi acompanhada no pré natal, porém avaliamos somente uma consulta com
a ginecologista . Esta questão da sifilis congenita tem-nos provocado discussão em
equipe uma vez que as gestantes da unidade diagnosticadas tem tratamentoem
100%dos casos , o que nos remete com cautela na avaliação as possibilidades:falha
no pré natal .Avaliamos que necessitamos de uma discussão ampliada sobre esta
questão, necessitamos aprofundar a discussão sobre a vigilancia epidemiologica
destes casos e avaliação do tratamento para estes casos,referente aos parceiros. Esta
é uma questão que ,seguramente ,precisamos aprofundar e temos que avaliar
também, a questão do tratamento no parto, já para a criança infectada. Nestes 02
casos houve tratamento ,para as gestantes .
O Centro de Saúde Conjunto Betania, não teve no 2º quadrimestre de 2016 nem um
caso de gestante com diagnóstico de sífilis.
O Centro de Saude Havai teve um percentual de 100% do diagnóstico de sifilis em
gestante, feito na própria unidade de saúde, durante o pré-natal.Que demonstra a
atenção e precisão técnica da equipe, quanto ao acompanhamento integral do prénatal.
Índice zero. Esse valor se deve a inexistência de gestantes com sífilis durante o prénatal.
Análise : Nosso indicador está abaixo do parâmetro recomendado ,analisamos que
das cinco gestantes da AA com o diagnostico de sífilis : 01 era do baixo risco e fez o
PN na Saúde Suplementar ; 01 moradora de rua drogadita não realizou o PN e a
ultima também usuário de droga , sem parceiro fixo com difícil adesão ao PN e
resistência ao tratamento.
Em relação ao 1º e 3º ciclo não tivemos casos,mas no 2º ciclo uma gestante oriunda
do Munícipio de Ribeirão das Neves que estava sendo acompanhada lá , chegou no
final da gestação (36 semanas) . Realizado consulta no 1º dia de entrada na Unidade
. atendida pela ginecologia e com o historico de tratamento de sífilis ,mas não do
companheiro providenciado o teste rápido que deu positivo Esta gestante Informou
que veio morar e assim que teve o filho na MOV voltou para a Cidade Natal .Tratamos
da mãe e pai ,mas não deu tempo de terminar o tto a tempo da criança
nascer.Dúvidas: devemos cadastrar gestantes no final de gestação oriundas de
cidades vizinhas que para terem um parto em maternidades de BH ,dão endereços de
parentes? Podemos continuar cadastrando ou podemos atender com endereço de
onde veio (micro área 97)para evitar o impacto negativo para os indicadores de BH
que também não receberam por este pré natal? A falta expressiva de ACS no
Palmeiras impede a confirmação dos endereços fornecidos por estes usuários.
Infelizmente o Centro de Saúde assume a reponsabilidade de um pré natal
inadequado, ruim ,sendo que foi o outro Munícipio responsável pela falta de
compromisso e assistência adequadas a gestante ,isto precisa ser repensado pelos
Distritos e GEAS e propor uma solução para as unidades de saúde .
O centro de saúde não teve casos de gestantes com diagnóstico de sífilis no pré-natal
no quadrimenstre de 2016.
67% dos casos. Existe nº significativo de gestantes na AA da Unidade que, apesar de
procurar a Unidade em alguns momentos, fazem o acompanhamento pré-natal na
rede suplementar.
Todas as gestantes tiveram a sifilis diagnosticada no pre-natal.
Percebemos que existe ainda casos de sífilis em gestantes no CSV.No CSV tivemos 3
casos de gestantes com diagnosticado na unidade em 20015. Conseguimos atingir a
meta de 100%. Todas foram diagnosticadas na unidade.
no 2º quadrimestre 2016 não foram apresentados casos de gestantes com sifilis no
pré-natal, porém não podemos deixar de continuar de desempenhar ações sobre
253
conscientação de controle às DSTs com finalidade de diagnosticar e tratar o mais
precoce possível afim de evitar evento sentinela.
n) Este indicador aponta um avanço nos processos de trabalho e responsabilidade com a
notificação desta doença. Indica que estamos interagindo com o caminho proposto
.Os dados apresentam preocupação das Equipes em realizar a notificação e buscar
diagnóstico para informação na Rede e vigilância.Ainda precisamos avançar em
relação a analise de dados quadrimestrais , pois estes são muito importantes para
ajudar as Equipes a realizar o monitoramento em um território vivo que requer
ações em tempos mais reais. Em relação aos dados apresentados pela GEREPIO
também este indicador , das 17 Unidades , 6 ou seja 35% das Unidades ainda
enfrentam desafios para realizar notificação devidadmente ,o que aponta fragilidade
para este indicador, sugerindo necessidade de vigilância, ações em parceria
Unidade,Distrito e Secretária
o) Este indicador aponta um avanço nos processos de trabalho e responsabilidade com a
notificação desta doença. Indica que estamos interagindo com o caminho proposto
.Os dados apresentam preocupação das Equipes em realizar a notificação e buscar
diagnostico para informação na Rede e vigilância. Ainda precisamos avançar em
relação a analise de dados quadrimestrais , pois estes são muito importantes para
ajudar as Equipes a realizar o monitoramento em um território vivo que requer
ações em tempos mais reais. Em relação aos dados apresentados pela GEREPIO
também este indicador , das 17 Unidades , 6 ou seja 35% das Unidades ainda
enfrentam desafios para realizar notificação devidadmente ,o que aponta fragilidade
para este indicador, sugerindo necessidade de vigilância, ações em parceria
Unidade,Distrito e Secretária
p) Incidência de sífilis congênita em menores de 1 ano na área do CSWL = 23,7%.
Tivemos dois casos de sífilis congênita no período anualizado de maio/2015 a
abril/2016, ambos com identificação em período de pré-natal. Percebemos número
considerável de casos de sífilis identificados em adultos na área de abrangência,
apesar de esforços realizados pela equipe para orientações à comunidade.
- DS PAMPULHA
a) A Unidade apresentou queda deste percentual em relação ao período analisado
anteriormente. Devemos garantir que as gestantes realizem o exame, mas
principalmente que realizem adequadamente o tratamento. Igor rezende Gomes,
01/11/16.
b) 100% dos diagnósticos de Sífilis nas gestantes da área de abrangência desta UBS
foram feitos durante o pré-natal, o que reflete boas práticas voltadas para o controle
e diagnóstico deste agravo.
c) Aparecida Campos, 03/11/16. Acreditamos que as ações estão integradas e a equipe
está vigilante.
d) Observou-se uma queda neste indicador que pode estar relacionada a um dos
indicadores do Bloco Materno Infantil em que houve uma diminuição do número de
consultas realizadas pelas gestantes durante o pré natal, levando a um
acompanhamento menos eficaz e realização tardia dos exames conforme protocolos.
Júnia Ribeiro 31/10/16
e) Apesar dos profissionais solicitarem os exames preconizados durante o pré natal, esse
dado demonstra que houve absenteísmo na realização dos mesmo, sendo necessário
maior empenho na busca ativa das faltosa, além de reforçar a importância de
realização do teste rápido no momento da consulta . Outro fato importante que vale
ressaltar é a existência de uma gestante que realizou o exame de VDRL conforme
254
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
preconizado no protocolo da PBH com resultado negativo em todos os exames
durante o pre natal, realizado, porém no momento do parto na maternidade,
apresentou resultado positivo. Cristina, Fernanda, Jugmar, Alessandra e Vanessa.
10/11/16
Não detectamos nenhuma gestante com sifilis no período na Unidade. Além do teste
rápido a Unidade segue o protocolo do PN com relação à realização de exames no
prazo. Eliane 11.11.16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Consideramos que as ações de vigilância e assistenciais foram eficazes para o
diagnóstico de 100% das gestantes com sífilis. Diógenes, Nathália, Carmelita e Mariza.
10/11/16
apesar da solicitação de exames conforme protocolo no pre natal, a captação precose
da gestante tem de ser ampliada, utilização dos testes rapido duranta a consulta de
pre natal e mais agilidade nos resultados de exames, contato do laboratorioquando
exame critico, propiciando a busca ativa e tratamento precose
Observamos um aumento do indicador devido a ampliação da realização dos testes
rápidos e busca ativa das gestantes e início do tratamento assim que reeebemos o
resultado laboratorial. Além disso, realizamos uma ampliação da busca ativa pelos
ACS e otimização do atendimento de todos os pacientes com diagnóstico de Sifilis
O Centro de Saude disponibiliza testes rapidos e pre natal de acordo com o
protocolo, mas ainda temos que intensificar a importancia da continuidado do
tratamento nas getantes . Fernanda 10/11/2016
No Centro de saude São José realizamos teste rápido para sifilis, hepatite e HIV já na
primeira consulta de pre-natal, possibilitando o diagnostico rapido e o tratamento
precoce. Renata Nunes 27/10/16
A unidade disponibiliza testes rapidos e pre natal de acordo com o protocolo, mas
diante do caso apresentado vamos intensificar as açoes CASSIA QUINTAO, VANESSA,
LUCIANA, JESSICA E JULIO.03/11/2016
Análise: O percentual revela a necessidade de aprimoramento das ações voltadas à
promoção da saúde sexual e reprodutiva da mulher. Pode estar relacionado ao não
cumprimento das recomendações relativas ao número adequado de tratamento,
sendo necessário melhorar o acompanhemento de pré natal. Para tanto deve-se
garantir o acesso ao PN no inicio da gravidez (antes do terceiro mês), manter o
acompanhamento do PN, realização do teste rápido ao longo da gestação,
notificação adequada dos casos positivos, realização de busca ativa para realizar
tratamento adequado, maior atenção com as usuárias de álcool e drogas (intensificar
busca ativa), tratar e acompanhar o parceiro sexual, insentificar o uso de
preservativo. ENI DA SILVA BRAGA - 19/10/16
- DS VENDA NOVA
a) Realizado 1 diagnóstico no pré-natal o que nos mostra a importância das consultas e
dos exames realizados, somente com este acompanhamento podemos diangosticar
precocemente, tratar e impedir que a criança seja uma vítima da doença. Fernanda
Dias Vieira, 28/10/16
b) Em análise vimos , que os dados refletem o não compromentimento da gestante e/
ou parceiro com o pré-natal. E na maioria das vezes a dificuldade é ainda maior, por
serem adolescentes e residirem em áreas de maior risco social , impossibilidanto
assim busca ativa e acompanhamento da ESF. Beatriz F.C Fernandes 26/10/16
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Pádua. Data: 24/10/2016. Análise: avaliamos que
o índice permaneceu estável com um caso notificado e consideramos que toda
255
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
equipe está sensibilizada para se manter vigilante e conseguir assim, diagnosticar a
doença durante o pré-natal. Bem como, notificar imedidamente os casos novos.
Todos os pacientes captados foram tratados através do acompanhamento mensal
com eficiência. Responsáveis: Andréa Regina de Paula Nacif, Rosilene da Cruz Ferreira
Abreu, Jacqueline Vieira de Sousa, Ana Cristina Faria. 28/10/2016
Há um grande problema do parceiro da mulher em aderir ao tratamento de sífilis, é
necessário realizar uma sensibilização a nivel nacional pois as equipes realizam busca
ativa do parceiro e tratam as gestantes conforme protocolo e fluxos da PBH. Talita
munick Viiera Gomes, 01/11/2016
É perceptivel na prática diária o esforço das equipes para fechamentos dos casos,
porém não alcançado 100% devido abandono por mudança de área do parte dos
usuários. Análise: Silvana Marques do Nascimento e Equipes 03/11/2016
Maria Bernadete Dias- 25/10/2016- Percebemos um aumento acentuado de casos de
sífilis na área de abrangência do CS, visualizados em todas as faixas estárias. A
Unidade de Saúde oferta de forma adequada, quantitativo suficiente de
atendimentos para garantir um número adequado de consultas de pré-natal.
Também estamos identificando e realizando o tratamento destas gestantes. O
principal problema neste casos estão ocorrendo quanto ao tratamento dos parceiros,
ou dos multiparceiros, causando reinfecção nas gestantes.
Analisando o dado de 2015 , vimos que 1 caso foi notificado e tratado
adequadamente.
Ao analisarmos este indicador nos deparamos novamente com aspectos sócios
culturais predominantes no território de saúde que impactam diretamente tais como,
o início da atividade sexual precoce desprotegida, uso de drogas, múltiplos parceiros,
a falta de adesão ao tratamento por parte do parceiro,
As ações de planejamento familiar e prevenção de DSTs são realizadas mensalmente,
além das consultas individualizadas quando existe a demanda por parte dos usuários.
O acompanhamento do pré-natal conforme protocolo instituído pela Secretaria
Municipal de Saúde auxilia no diagnóstico precoce e tratamento da adquira sífilis. A
revisão laboratorial indicada no pré-natal também garante o monitoramento da
gestante. Outro fator favorecedor são os atendimentos as gestantes usuárias de
drogas e moradora de rua com porta aberta a qualquer momento, criando vínculo
com a unidade e com a equipe de saúde da família.
A partir do ano de 2015 é notável o aumento do número de casos de sífilis na área de
abrangência do Centro de Saúde Nova York, especialmente em mulheres. Os
profissionais estão bastante sensibilizados para a realização do diagnóstico precoce e
notificação da doença, especialmente nas gestantes. Acredita-se que o indicador
apresenta-se zerado porque a gestante foi notificada provavelmente pela
Maternidade, embora sejam raros casos como esse. Regiane, 30/10/2016.
Oferecer teste rápido com adequado tratamento.Realizar busca ativa das gestantes
com falta as consultas.
No ano de 2015, o Centro de Saúde Rio Branco teve uma gestante com diagnóstico de
sífilis, sendo esta tratada. Tem-se obervado um aumento dos casos de sífilis, na
população em geral, assim como em gestantes. Adalberto, 01/11/2016
Tivemos registro de duas gestantes com VDRL positivo no ano de 2015. Helena do
Carmo Gomes e Débora Ferreira de Jesus. As duas foram diagnosticadas após os
exames solicitados na primeira consulta de pré natal. As equipes realizaram busca
ativa das pacientes e de seus parceiros. Nos dois casos os tratamentos foram
realizados ainda durante a gestação. Sendo que no caso da Helena foi necessário um
novo tratamento. Nesta época era necessário a notificação para liberação da
medicação, uma vez que devido a falta do medicamento, este estava sendo liberado
apenas para o tratamento das gestantes com sífilis. No entanto, ao tentar localizar as
256
notificações, não conseguimos localizar a notificação de Débora Ferreira de Jesus.
Portanto, acreditamos que apesar do diagnostico e tratamento realizado no centro de
saúde, a notificação só foi feita na maternidade. Já acrescentamos na planilha do
monitoramento quadrimestral como proposta a sensibilização sobre a importância da
notificação.
n) A usuária BGL, DN: 21/04/1993, realizou todo o PN nesta unidade, sendo
diagnosticada e tratada, assim como seu parceiro, durante o PN, nesta unidade.
Foram realizadas 10 consultas de PN, e acompanhamento do RN, que nasceu a termo,
em 21/06/2015, e não apresentou nenhuma sequela referente a doença. A
notificação foi feita em 02/12/2014, pelo generalista da ESF.
o) É consenso entre estudiosos que a medida mais eficaz para prevenção da Sífilis
Congênita consiste na realização do rastreamento da mesma, durante o pré-natal,
através do teste de VDRL que deve ser realizado o mais precoce possível, e depois
deve ser repetido no decorrer da gestação. A realização do pré-natal de forma
incompleta ou inadequada seja pelo início tardio ou por falta de comparecimento às
consultas também representa importante fator para explicar diversos casos de sífilis
congênita. É fundamental também, além de uma a abordagem terapêutica adequada
a gestante com sífilis um atendimento eficaz a respectiva parceria sexual.
Acreditamos que o aumento no número de casos de sífilis diagnosticados durante o
pré-natal tem relação direta com melhorias na cobertura da assistência ao pré-natal /
execução do protocolo de pré-natal e com ampliação do tratamento e melhoria na
qualidade da informação referente à sífilis na gestante. Por isso, buscaremos
melhorar o nosso desempenho neste indicador por ele expressar a qualidade do prénatal, uma vez que a sífilis na gestação deve ser diagnosticada e tratada.
p) Em primeiro momento digo que o dado do numerador encontra-se equivocado, pois
o enfermeiro da unidade fez a notificação da gestante que consta como não feita na
unidade, porem não temos controle dessa notificação assim que deixa a unidade.
Portanto há um erro nesse dado. Por outro lado, na escrita do item 3.4, nao esta claro
que a notificação deveria ter sido feita no centro de saude, pois fala em diagnostico
de sifilis durante o pre natal, nao citando o local onde se deve fazer a notificação. Se
queriam esse dado em relação ao centro de saude deveria estar explicito, portanto há
um outro erro de semantica nessa expressão. Diante dos fatos, temos a informar que
todas as pacientes ( quatro no total) foram notificadas e acompanhadas durante o pre
natal nessa unidade, conforme dados colhidos no gestão e com os enfermeiros da
unidade. Lembro que em muitos momentos, infelizmente essa unidade ficou sem
internet e isso inviabilizou todos os registros dos atendimentos feitos as usuarias,
inclusive o registro de realização das notificações. Porem o problema de internet na
unidade é alem de nossa governabilidade. Mas posso afirmar categoricamente que
todas as pacientes foram notificadas, pois isso é de praxe na unidade e nao se inicia o
tratamento sem fazer a notificação. Onde chegamos a notificar em duplicidade,
quando o diagnostico dá por exemplo em clinica particular ou em outro
estabelecimento de saude. Isso tudo para evitar esse transtorno que ocorreu com
uma das nossas usuarias. Assim temos que melhorar o sistema de internet da
unidade, além disso melhorar o sistema de controle de entrega e recebimento de
fichas de notificação das doenças de notificação obrigatoria, pois por varios
momentos essas acabam se desviando do caminho final. Alex Veloso Mendes 25 de
outubro de 2016.
Bloco 4: Saúde Bucal
257
4.4.1- Proporção de usuários classificados com o código 3 em relação ao total de primeiras
consultas.
- DS LESTE
a) De acordo com a análise da equipe odontológica, observa-se pelo indicador que os
serviços odontológicos estão respondendo às necessidades da população de forma
resolutiva. No entanto, o resultado do indicador deve ser analisado com cautela e
prudência em relação à região onde o CSAVC está inserido, pois se trata de
comunidade com constante presença de população flutuante, que muitas vezes inicia
e não termina o tratamento.
b) A equipe ampliou a oferta de primeiras consultas favorecendo uma melhora do
indicador, embora reconhecemos que temos que investir em ações que favoreçam a
captação do código 3. Patricia Roberto 11/11/16;
c) 10/11/16 .Considerando que a odontologia do C.S.Pompeia possui um acesso
sistematicamente aberto, ou seja, o acolhimento é feito diariamente ,que possuímos
em nossa área de abrangência ,um abrigo para moradores de rua e mais 11 escolas,
entre creches....temos uma possibilidade de grande captação de pacientes de código
03.Além disso ,a equipe de saúde bucal apresenta uma boa integração com as ESF,
participando dos grupos operativos ,campanhas ,fazendo esta captação. A
capacitação dos ACS em saúde bucal tbm auxilia na identificação e captação dos
pacientes de código 3.Portanto o número ampliando de cod. 3 ,nos diz sobre acesso e
captação .Solange e equipe de saúde bucal
d) Analisa-se pequena oferta de primeira consulta, mas deve-se em consideração que o
ano analisado a equipe estava incompleta durante aproximadamente 4 meses (falta
de dentista de apoio e licença médica do dentista de 8 horas).
Pequena oferta de momentos para captação de usuários de código 3.
Edna + ESB 14/11/2016.
e) Tendo em vista a mudança da unidade para um imóvel adaptado e sem condições de
abrigar a odontologia, os profissionais foram alocados nos C.S Boa Vista, C.S. Marco
Antônio de Menezes e C.S. Paraíso. Desta forma, o acesso foi dificultado, acarretou
aumento do absenteísmo, prejudicando a avaliação do indicador. Carla Valéria
Moreira Costa 08/11/16
f) Vemos que a captação e a identificação desses pacientes com código 3 é um grande
desafio para a nossa equipe de odontologia. A demanda da nossa unidade ainda é
voltada para os atendimentos de urgência, isso dificulta e prolonga a oferta da
primeira consulta com o dentista, consequentemente, diminui a possibilidade do
levantamento das necessidades da população. Douglas Aparecido Fernandes Silva.
11.11.16
g) Este indicador de fato é um desafio para a equipe, este ano já fizemos 3 reuniões para
discutir processos de trabalho afim de melhorar e ampliar o acesso, acreditamos que
com as mudanças realizadas este indicador irá apresentar melhora na próxima
analise, temos um absenteísmo elevado na consulta subsequente e maior procura
para atendimentos de urgência, a equipe reconhece a necessidade de investir na
busca ativa e melhorar o trabalho de prevenção e promoção de saúde. As mudanças
já foram realizadas, aguardaremos resultados para reavaliação.
h) A proporção de códigos 3 no CSNH tem sido sempre alta, refletindo muito o perfil
populacional (grande vulnerabilidade social) associada a ações que visam manter
equidade e exatamente apontar tais pacientes.
ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
i) Avaliamos que este indicador pode ser melhorado através da integração da ESB com a
ESF para agilizar a busca ativa e tratamento dos casos indicados. Pretendemos
258
também melhorar a integração da ESB com as escolas para melhor eficácia na
programação da codificação nas escolas.
j) A realidade local não implica em usuários com códico 3 significativo. Portanto reflete
em baixo percentual. Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
k) Marcílio Amaral - 18/10/16: Esse indicador aumenta em relação ao periodo anterior (
de 3,7 para 5,09. A princípio entendemos que esse aumento é positivo pois reflete
um melhor acesso dos usuários ao serviço, principalmente os usuários com maior
necessidade de tratamento. No momento as duas ESB's encontram-se completas, e o
equipamento foi todo trocado, possibilitando uma melhor condição de trabalho (
além da área física da sede nova).
l) Análise, Nome, dd/mm/aa
m) O dado reflete talvez uma parcela pequena de usuários código 3 que procuram a
unidade para avaliações odontológicas. Diante do quadro de vulnerabilidade social da
área do taquaril, acreditamos que o número de codigos 3 pode ser muito maior que a
captada, porem nos falta recursos humanos suficientes, bem como estratégias de
busca ativa que ropam a dificuldade de adesão caracteristicas desses usuários.
n) Avaliamos o resultado satisfatório para o período em função da realização efetiva de
1ª consultas , possibilitando uma análise positiva do acesso `a Saúde Bucal e
diminuindo gradativamente a incidência de Cód.3 . Regina Cele de Souza ,
10/11/2016
- DS NOROESTE
a) Análise, Nome, dd/mm/aa
b) Gerente Anderson Portes, 07/11/2016. Análise: A ESB tem se organizado
sistematicamente no levantamento e atendimento dos usuários com Codigo 03, e
percebe-se uma diminuição deste evento nas últimas análises realizadas. Existe ação
sistematizada da ESB, com parceria importante com a TSB nas escolas, para
identificação precoce destes casos, bem como oferta de ações de promoção em
Saúde Bucal para as crianças e adolescentes. Todavia, os cinco casos de evento
sentinela identificados, referem-se às crianças residentes em área de abrangência da
ESF 01, território caracterizado por elevada vulnerabilidade social e frágil adesão às
ações de promoção e prevenção em Saúde Bucal. Cirurgião Dentista de referência da
ESF 01, articulará parceria com a equipe de forma a ampliar a oferta das ações de
promoção e prevencão em Saúde Buca no território.
c) A proporção de usuários classificados com o código 3 em relação ao total de primeiras
consultas no CSCP no período do 2º QD 2016 foi 12,7, abaixo da parametrização de
alerta. O anualizado de 2015 e 2016 teve números bem menores (4,8). Esse aumento
pode estar associado a: subregistros; no 2º quadrimestre uma ESB precisou diminuir o
acesso da população às primeiras consultas devido à superlotação da agenda e
problemas nos equipamentos (cadeira), atendendo prioritariamente as urgências,
entre outros.Maria do Carmo, Iara, Carla, Camila e Alessandra, 27/10/16.
d) Pelo resultado alcançado podemos afirmar que a equipe prioriza os casos
recomendados pelo protocolo.
Angela, Carmem , Laila e equipe de odontologia; Em 11/11/16
e) A equipe realiza levantamento de necessidades para toda demanda espontânea e
grupos prioritários de acordo com o Protocolo. A diminuição da oferta dos insumos
tem limitado o atendimento aos usuários. Silvana Ferreira de Andrade e Souza
31/10/2016.
f) A equipe considera que existe uma diminuição de usários classificados como código 3.
Estes usuários , segundo a equipe, possuem baixa adesão ao tratamento
259
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
odontológico. Há necessidade de planejar ações para realização do inquérito
odontológico, com objetivo de intensificar a identificação da população que
apresenta código 3.
Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
Análise:Observa-se que a UBS ampliou o acesso em relação ao ultimo ano, embora
ainda temos alguns momentos que a agenda fica mais reprimida. A equipe tem
trabalhado com priorização da demanda.Nome:Renata Mello 27/10/2016
A propoção de atendimento a usuários do código 3 esta condizente com a realizada
populacional da área adscrita, visto que é realizada busca ativa desses individuos em
todas as escolas municipais e estaduaís, nas campanhas de vacinação, atividades
coletivas e através da demanda espontnea.
O acesso à UBS é facilitado em diferentes datas e horarios de atendimento, além de
atendimentos de urgência e referencias dentro da Unidade através de
encaminhamentos de médicos, enfermeiros e outros profissionais da ESF.
Usuários classificados como codigo 3 e com idade abaixo dos 6 anos são classificados
como evento sentinela e monitorados pela equipe através de visitas domiciliares,
ligações e relatórios enviados para família e escola.
Os demais pacientes com a mesma classificação possuem horários para consultas de
retorno reservados e mais próximos.
De fato este indicador nos mostra a precariedade das condições que vivem várias
famílias nesta comunidade. É um dado que incomoda a equipe porém nenhuma
estratégia ainda foi pensada para uma captação precoce. Quando identificado um
evento, este é priorizado e discutido entre a equipe de Odontologia com a equipe de
saúde da família, e pensado estratégias para intervenção.
Rosimeyre 07/11/16
O código 3 é prioridade para atendimento odontológico, sendo garantido ao usuário
classificado com código 3 atendimento imediato. É necessário avaliar se todos os
usuários com código 3 estão sendo atendidos com a prioridade devida. Contudo, no
CSJM existe um trabalho preventivo de longa data, que acompanha anualmente todos
os usuários de 01 a 18 anos, o que contribui para uma melhor saúde bucal. kátia
Soares, 24/10/16
A equipe realiza levantamento de necessidades para toda demanda espontânea e
grupos prioritários de acordo com o Protocolo. A diminuição da oferta dos insumos
tem limitado o atendimento aos usuários. 31/10/2016. - Vânia Gonçalves Novais
Análise, Nome, dd/mm/aa
A equipe de odontologia faz levantamento das necessidades e codificação nas creches
e em todas a s escolas do territorio. Fazem aação de sensibiliazação em sala de espera
com divulgação dos cuidados em saúde bucal. Há ação permanente de sensibilização
junto as ESF no encaminhamento dos usuarios para avalição. O territorio tem a
caracteristica de baixo risco da pop com numero baxa de codificação 3. Analise
realizada com dentistas Bruno e Renata
Análise, Nome, dd/mm/aa
A equipe percebe melhora na captação de códigos 3 (abaixo de 5%) considerando-se
a melhora gradativa do acesso ao serviço. Hoje a participação da equipe de
odontologia nas várias atividades multidisciplinares tem melhorado bastante a
consciência do usuário no quesito saúde bucal. Gilmar Volmir/Vanessa Duarte e
demais esb. 28/10/2016.
Observamos um aumento neste indicador, como consequência do incremento de
atividades para levantamento de necessidades. M.Isabel 08/11/16
A equipe avalia que o número de usuários que possuem código 3 na área de
abrangência do centro de saúde advém da alta rotatividade no território que possui
um expressivo número de pensões e quartos para uso diário além de grande número
de usuários em situação de moradia nas ruas. Muitos dos tratamentos codificados
260
com código 3 pertencem a estas populações que sendo intinerante chega e sai do
território não se vinculando ao tratamento Análise: equipe PSF/SBAcad. Cidade /Nasf
e gerência. Data: 11/11/16
- DS OESTE:
a)
b) Índice 18,6. Após realizar uma adequação no fluxo de atendimento da ESB obtivemos
uma melhora significativa nesse parâmetro.
c) A proporção anulizada do período de 09/13 a 08/14 de 5,59% (62 casos)) apresentou
um aumento em relação ao periodo de 09/14 a 08/15 de 5,89% (81 casos).
Aavaliando a origem desde aumento observamos que foi resultado de uma grande
área de invasão no setor 396, na qual construindo o com perfil de sáude desta
população de severos problemas de sáude e no que se refere a saúde bucal a maioria
não tinha acesso a serviços odontologicos. Avaliamos que este aumento como
positivo ,pois demonstra a ampliação e facilidade de acesso , a organização das
agendas facilitando a priorização destes pacientes , monstrou-se importantes a fim
de aumentar a resposta ás necessidades da população até os de maiores
complexidades. Consideramos que a Unidade de saúde deva estar voltada para a
resolução das necessidades da população e que garanta saúde ,considerando os
princípios de equidade e integralidade, não podemos pensar que foi negativo o
aumento dos casos com codigo 3. Avaliamos tabém que a participação das ESB 1 vez
por mês nas reuniões das ESF favorecem a captação dos pacientes ,discussão dos
casos de evento sentinela e o compromisso de toda a equipe com a Saúde Bucal da
população. A participação dos CD nos matriciamentos de - SM,Pediatria, gerencial
tem contribuido para a integração ,discussão e participação da odontologia na
promoção e vigilância a saúde.
- DS PAMPULHA
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
Análise, Nome, dd/mm/aa
Manayá e Tânia, 09/11/2016.
NÃO ANALISAR A NÍVEL LOCAL.
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa
Observamos no ano de 2016 um aumento significativo de crianças em idade escolar
que foram codificados como Código 3, diante desse fato, realizamos ampla discussão
com os as escolas e ampliamos a realização das atividades de promoção à saúde
relacionadas a odontologia
k) Análise, Nome, dd/mm/aa
l) Observamos que o indice de usuarios em codigo 3 tem aumentado anualmente. Hoje
trabalhamos com o levantamento de necessidades em campanhas de vacinação e nas
escolas, aumentando assim a captação de casos codigo 3. Renata Nunes 27/10/16
m) Análise, Nome, dd/mm/aa
n) Dentista Cristiana e ASB Esher - 08/11/16
261
- DS VENDA NOVA: Não realizou a análise
Bloco 5: Promoção à Saúde
4.5.1- Percentual de acompanhamentos das condicionalidades da saúde das famílias
beneficiárias do Programa Bolsa Família.
- DS BARREIRO
a) Responsável: Selmária S. Mourão. Data:21/11/2016. O percentual alcançado de 100%
no acompanhamento das familias é mais um esforço da equipe no sentido de
qualificar o trabalho de digitação (feito diretamente pelo ACS); cobertura das
microáreas sem ACS por outras ACSs, priorizando assim o acompanhamento das
familias beneficiadas.
b) Observa-se um percentual adequado das condicionalidades da saúde. Fabiana
Ribeiro, 14/11/16.
c) Apesar do déficit de 5 ACS numa unidade que aguarda a implantação de 2 ESF,
realizamos mutirões e retornamos ao domicilio até concluir o acompanhamento
d) Adriana M.C. Siqueira, 28/10/2016. No 1º ciclo a UBS tinha 163 famílias beneficiárias
do PBF e foi acompanhada 100%; no 2º ciclo, foram acompanhadas também100% e
neste período avaliado , o acompanhamento foi de 99%. Apesar de acima das médias
do DISAB, MG e Brasil, não se deve considerar satisfatório, visto que são famílias tidas
como vulneráveis e que portanto, necessitam acompanhamento de perto.
Especialmente, que em números absolutos, houve uma redução do nº de famílias
beneficiárias para cerca de 100 famílias (98/102, conforme a vigência analisada), o
que justifica menos ainda a queda de 100 para 99%. Desde 2014, o quadro de ACSs
está incompleto , então, isto também não pode ser levantado como causa.Já a
"flutuação" das famílias - mudanças durante a vigência, famílias que não estão
recebendoo benefício e recusam prestar as informações aos ACSs. Há também que se
reavaliar algumas famílias beneficiárias que já não atendem aos critérios do
programa, ação esta que não está na nossa governabilidade.
e) indicador não analisado pela unidade
f) As famílias beneficiárias do Bolsa Família são acompanhadas em visitas domiciliares
pelos agentes comunitários de saúde mensalmente, onde as demandas são ouvidas e
junto as equipes buscado soluções pertinentes. Caso haja necessidade as famílias são
acompanhadas pela assistente social da unidade e outros profissionais. Verônica e
Dalva 09/11/2016
g) Observa-se que 100% das famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família tiveram
acompanhamento das condicionalidades da saúde. Tal percentual pode ser explicado
devido à constante sensibilização dos ACS bem como o estímulo que estes recebem
para acompanhamento. Fabiano, Kamila, Rodney; e Kenya 07/11/16.
h) A nossa meta nesse indicador é sempre 100%. Mas além do alcance dessa meta
devemos analisar o perfil das famílias beneficiárias, que são as de situação de risco
social maior de nossa unidade. O acompanhamento dessas familias necessita ser
melhor qualificado e monitorado de forma constante. Rafaela Sardi de Almeida
07/11/2016
i) Percebemos que o acompanhamento da nossa equipe, principalmente os Agentes
Comunitários de Saúde, têm sido efetivo.
262
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
t)
Analisamos alguns fatores que dificultam o acompanhamentos das condicionalidades
do BF. A unidade está com um déficit de 5 acs , dificulrtando o acompanhemnto
integral. A população culturalmente não tem o hábito de pesar e medir as crianças ou
procurar a unidade para isso, apenas procuram em situação de urgência, passando
mal.
Equipe organizada para acompanhamento deste indicador, com ações e
planejamentos claros e responsabilidades compartilhadas
Avaliamos que devido a 4 áreas que estavam descobertas por profissionais ACS's,
houve o empenho da categoria para alcançar satisfatoriamente os valores deste
indicador. Paulene Simões e Grazielle Souza. 18/11/16
percentual ADEQUADO PARA O PARÂMETRO ESPERADO. Apesar de 5 microáreas
descoberats foi realizado o acompanhamento de todas as famílias na primeira
vigência de 2016 KARINA FONSECA - 10/11/16.
Análise, Nome, dd/mm/aa
Apesar de apresentarmos um bom acompanhamento neste indicador e evidente que
este ainda se encontra precario pois passamos a maior parte de periodo com quatro
micro-areas sem agentes de saúde, fato que limita nosso serviço uma vez que e o
agente de saúde que realiaza este controle. Assim adotamos como estrategia descolar
os agentes de outras areas para cobrir as micro-decobertas. Responsaveis: Marcos
Leandro, Marilia, Cristiane, Joana e Claudionice. 16/11/2016.
O ACS faz um acompanhamento rigoroso das famílias assistidas no PBF, com
supervisão da equipe e dos relatórios enviados pelo Distrito. Analise feito pela G.
Denise e Enf. Paulo 16/11/16
100% de famílias inscritas no Bolsa Família acompanhadas, apesar de estarmos com 3
áreas descobertas há mais de 2 anos. Há um grande empenho das Agentes
Comunitárias de Saúde e da Gerência da UBS para que todas essas famílias sejam
acompanhadas. RENATA TEIXEIRA. 14/11/2016.
A unidade não analisou este indicador
As Agentes Comunitárias de Saúde têm se esforçado no acompanhamento das
condicionalidades de saúde.
O percentual apresentado vei de encontro ao que programos sendo de grande
importancia a manutenção deste indicador. Bruno César Saldanha 10/11/16.
- DS CENTRO SUL
a) Realmente, os dados do CS Cafezal estão abaixo do esperado, segundo os
profissionais, alguns dos fatores são:
a falta de computadores para tais lançamentos, e dos usuários que não comparecem
para a pesagem das crianças .
Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA: 11/11/2016
b) Observa-se ao longo da série histórica uma melhora no acompanhamento do Bolsa
Família, sendo que em 2015 foi de 100%. O dado do QD 2016 apresenta-se como 70,4
%, sendo um resultado parcial. No entanto, algumas considerações importan tes
quanto a esse indicador, que tem impactado no processo de trabalho, são: a falta de
ACS (equipe SF para população em situação de rua incompleta há mais de dois anos,
estamos com três microáreas descobertas, das 04) requerendo a aplicação do fator
de correção; Transferência de pessoas em situação de rua, do CNES da SMSA, para o
C.S. Carlos Chagas, muito embora grande parte dessas pessoas não pertencerem ao
CS Carlos Chagas, o que tem exigido um esforço maior da equipe, em um momento
em que contamos com apenas 01 ACS. A transferência desses usuários para o CNES
do C.S. Carlos Chagas exige da equipe entrar no SISREDE para verificação dos últimos
263
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
atendimento realizados , identificação do UBS que registrou os atendimentos. Outras
dificuldades: dificuldade de localização de usuárias em situação de rua, vinculada a
equipe de saúde da família para população de rua, devido a característica dessa
população de serem itinerantes. Análise: Shirley P Almeida. Data: 10/11/2016
O percentual de acompanhamento das condicionalidades observado no 1º semestre
de 2016, de 95,05%demonstra um envolvimento satisfatório das equipes no
acomapanhamento destas famílias. Lembrando que estamos com uma microárea sem
ACS onde ocorreu a tentativa de cobertura pelas demais ACS da ESF. Um grande
dificultador deste acompanhamento se deve também à usual migração das familias,
observada dentro e fora da Área de Abrangência da Unidade. O envolvimento das ESF
no acompanhamento destas famílias e registro dos dados tem reforçado junto aos
ACS a importância desta atividade.Jalda 11/11/2016
Em novembro/2016 já atingimos o percentual de 100% de acompanhamento do Bolsa
Família. 18/11/16 Maria Bernadete Miranda
A equipe tem acompanhado os beneficiários do Bolsa Família na rotina da Unidade e
tem sido realizados Mutirões aos sábados para garantir o acompanhamento das
famílias que tem dificuldades para comparecer ao C.de Saúde nos dias de semana.
Algumas famílias não atualizaram os dados da composição familiar na Gerencia do
Bolsa Família e ficam portanto com o acompanhamento parcial- Solange Beirão 08/11/2016
A UBS mantém um bom desempenho no acompanhamento das famílias inscritas no
programa Bolsa Família, com o adequado registro das condicionalidades no banco de
dados do programa.
Simone Couto/ESF/07/11/2016
Mantivemos 100% de acompanhamento das condicionalidades de saúde das famílias
beneficiárias do Programa Bolsa Família. Temos como desafio buscar o
acompanhamento dos moradores de rua que foram posteriormente atribuídos ao CS
Oswaldo Cruz. Esta vinculação obedeceu à territorialização do equipamento onde foi
realizado o cadastro no CADÚNICO. Esta pactuação foi orientada pela GEAS
alterando o fluxo anterior que vinculava estes usuários a um CNES fictício. Durante
muitos anos estes usuários permaneceram sem registro de acompanhamento.
Sirlene - 27/10/16
11/11/2016 – Vanessa, Isabella, Liliane, Karla, Lúcia e Camila
Obtivemos uma leve queda no percentual de acompanhamento das famílias
beneficiárias, tendo passado de 100% para 98,6% na última análise, ainda assim
muito acima da média municipal, estadual e nacional. Podemos atribuir como
justificativa para essa queda algumas mudanças no quadro de beneficiários, como:
mudanças de endereço, atualização cadastral, dentre outros. Podemos ressaltar como
ponto positivo um técnico no distrito responsável pelo PBF e por dar apoio às UBS.
Um dos pontos dificultadores é a baixa co-responsabilização das famílias no
acompanhamento.
Propostas: sensibilização dos ACS para que o sistema seja alimentado no decorrer da
vigência, sem aguardar a aproximação do fim do período.
Manter um bom resultado neste indicador tem sido um grande desafio, a falta de ACS
e a vulnerabilidade da população dificultam o acompanhamento das famílias. Tem
sido feitas reuniões periódicas com os ACSs para redivisão das áreas descobertas na
tentativa de melhorar o acompanhamento das famílias inscritas no programa Bolsa
Família e a vigilância à saúde.
Outra questão é a dificuldade das famílias em trazer os menores de 7 anos ao Centro
de Saúde para a medida dos dados antropométricos.
Alessandra/Carlos/Alexandre/Maria Tereza Rodrigues/ESF/14/11/2016.
264
j)
A unidade apresentou um bom percentual de acompanhamento. Porém é preciso
muita cobrança sobre os ACS já que eles não vêem efetividade nesta ação para a
saúde daquelas pessoas. Por ser repetitivo passa a ser quase uma tarefa burocrática.
Ana 11/11/2016
k) Análise: houve uma diminuição do acompanhamento no CS. As áreas descobertas
pela falta de reposição de 5 ACS, o que comprometem em muito as ações de
promoção e prevenção em saúde. Foi feito um mutirão para acompanhamento das
crianças em dois momentos no mês de outubro para minimizar a baixa cobertura.
Nome: Anita 09/11/16
l) INDICADOR BOM APÓS ACOMPANHAMENTO E EMPENHO RIGOROSO DA GERENCIA E
DA ENFERMEIRA JUNTO AOS ACS'S E CONSEQUENTE CONCIENTIZAÇÃO DAS FAMILIAS
NO CUMPRIMENTO DAS CONDICIONALIDADES.ELIANA MIRANDA 16/11/2016
- DS LESTE
a) Esse indicador reflete o trabalho incessante dos Agentes Comunitários de Saúde para
cumprir as condicionalidades do programa Bolsa Família, tendo em vista que essas
famílias dependem financeiramente desse recurso e o não cumprimento das medidas
poderá acarretar em bloqueio do benefício.
b) Esse bom indicador reflete o acompanhamento dos ACS e equipe no monitoramento
dos usuários beneficiários. Patricia Roberto 11/11/16
c) 10/11/160.Em análise com a equipe e com os ACS, percebemos que fomos assertivos
no acompanhamento do Bolsa Família, pois conseguimos acompanhar 100% das
famílias. Acreditamos que isso se deve ao empenho dos ACS, no acompanhamento
pelas equipes e pelo entendimento de todos da importância deste acompanhamento.
Além tbm de uma melhor digitação, mais ágil; facilitando o retorno das famílias não
localizadas. E percebemos também que o apoio distrital foi mais efetivo, trazendo
tranquilidade para a equipe para tirar as dúvidas necessárias. Solange e equipe
d) Considera-se um excelente acompanhamento e comprometimento dos ACS, levandose em conta que no período analisado havia ausência de três ACS no território, devido
licença médica e área descoberta. Ressalto ainda o aumento significativo de novos
usuários no território. Edna e Simone (A.S) 14/11/2016
e) Pelos dados podemos observar que a unidade vem acompanhando os beneficiários
do Programa Bolsa Família de forma efetiva. Os Agentes Comunitários têm realizado
um trabalho intenso, atendendo inclusive áreas descobertas consideradas áreas de
"baixo risco". O cadastramento de usuários para recebimento do benefício Bolsa
Família realizado com o endereço do Distrito Leste, dificulta o acompanhamento dos
usuários, uma vez que se trata de endereço do DISTRITO LESTE, não sendo possível
encontrar tais usuários. Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes Taveira,
Luciana de Carvalho Mariosa, Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira Costa
11/11/16
f) O programa bolsa família passou por períodos de irregularidade no repasse aos seus
beneficiários. Algumas famílias entenderam isto de forma errada, e pararam de fazer
o acompanhamento devido. Em diversas tentativas os ACS nos sinalizam que a
própria família deixa de aderir ao programa. A não disponibilização de alguns
endereços também foram algumas justificativas encontradas. Douglas Aparecido
Fernandes Silva. 11.11.16
g) No ano de 2016 o CS Mariano de Abreu atingiu mais de 90% de acompanhamento.
Temos enfrentando algumas dificuldades, tais como a ausência da família durante a
visita do ACS, descumprimento de condicionalidades por parte da família, micro áreas
265
h)
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n)
descobertas, mudança de território. Estamos trabalhando junto com os ACS’s e
estagiário a correta forma de digitar e a insistência na busca ativa.
O CSNH tem um dos maiores cadastros de Bolsa Família da cidade e tem tido todo o
cuidado para garantir o cumprimento de condicionalidades bem como o seu informe.
ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
Temos conseguido monitorar 100% dos beneficiários, contudo o sistema não
contempla as múltiplas condições de organização familiar dos beneficiários. Sempre
ficam beneficiários que não cumprem as condicionalidades mas permanece no
sistema aguardando a avalição do Programa Bolsa Família.
Este indicador se deve ao bom acompanhamento dos ACS e equipes. Eunice da
Silveira Andrade. 12/11/2016.
Marcílio Amaral - 18/10/16 : Houve pouca alteração em relação ao período anterior,
mas com aumento do percentual de acompanhamento. Esse resultado reflete o
esforço dos ACS's no acompanhamento dessas famílias, inclusive nas áreas
descobertas desses profissionais.
Esse dado de 94% já é positivo. Mas nesse periodo visitamos na verdade 100% das
familias, não conseguimos fazer o registro a tempo. A equipe se empenha nesse
acompanhamento e os ACS fazem diversas buscas com o objetivo de garantir 100% do
acompanhamento. Vera Lucia de Oliveira. 03/11/2016
Mateus Figueiredo - 08/11/16. Consideramos o dado de acompanhamento do bolsa
família na unidade satisfatório apesar da falta de ACS em algumas micro áreas. Alem
disso é observado a rotatividade considerável de usuários na área o que dificulta o
acompanhamento.
O resultado alcançado reflete o acompanhamento sistemático das condicionalidades
do BF. Regina Cele de Souza, 10/11/2016
- DS NORDESTE
a) As famílias beneficiárias do BF na unidade possuem acompanhamento mensal
articulado com o processo de trabalho da equipe. Existe um pequeno "comitê" na
unidade que acompanha mensalmente os dados e acompanhamentos das famílias do
bolsa, bem como as intercorrências; propomos ações durante todo o ano para
acompanhamento e monitoramento das famílias garantindo a assistência integral.
Cibele 24/10/16
b) As famílias beneficiadas do Bolsa Família são prioridade para acompanhamento de
toda equipe do Centro de Saúde, especialmente do agente comunitário de saúde. A
equipe tem empreendido grandes esforços para este acompanhamento como vemos
o resultado. Entretanto ocorrem dificuldades para este acompanhamento por
dificuldade em encontrar a família. Marolina A B Santos 07/11/16
c) O acompanhamento dos usuários do BF é realizado semestralmente pela equipe de
PSF, desempenhando papel articular os ACS. Estes usuários são priorizados
principalmente nos agendamentos e acompanhamentos na saúde bucal, na
puericultura, pré-natal. As famílias de maior risco são conhecidas pelas equipes e caso
tenham condicionalidades não cumpridas os casos são discutidos em equipe e
acionados outros parceiros como por exemplo a assistente social da unidade. Temos
4 áreas descobertas de ACSs sendo um grande dificultador para as equipes, mas
apesar de toda dificuldade sempre é realizado busca ativa nestas áreas. Gláucia
Simões 11/11/16
d) A ESF acompanha os usuários do Programa Bolsa Família. Estes usuários devem ser
priorizados no acesso ao atendimento da unidade. De acordo com os ACSs 100% são
acompanhados, mas ainda é um desafio usua´rios que naõ são encontrado e mudam
266
e)
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p)
da A.A. Um dificultasdor deste acompanhamento são as áreas descobertas por falta
dos ACSs e e a area de baixo risco.
O ator protagonista deste acompanhamento é o ACS. Acredito que o resultado de
98%, se deve ao empenho destes profissionais, em conjunto com toda a ESF. A
unidade apresenta 3 áreas descobertas, mas essas áreas também foram
contempladas. A unidade realiza algumas programações aos sábados, para facilitar
este acompanhamento. Raphael, 14/11/16
Este resultado reflete o empenho da equipe de ACS´s. Ainda que temos muitos
usuários que participam do programa e são moradores do Baixo Risco. O contato com
estes tenão comparecemm sido através do telefone e solicitação para comparecer à
unidade. Muitos não comparecem refletindo no resultado do indicador.
O acompanhamento do Bolsa Família é uma prioridade, a equipe reconhece as
famílias como usuários prioritários, os ACSs verificam se estes usuários estão
morando na área e realiza o seu acompanhamento pricipalmente no caso de gestante
e criança.Data:07/11/16, Hellen
Análise, Nome, dd/mm/aa
O indicador mostra o empenho da ESF, principalmente do ACS em realizar o
acompanhamento das familias PBF, temos três áreas descobertas e ainda assim o
resultado foi satisfatório. Duas vezes no semestre as equipes se organizam de
maneira a ofertar atividades aos sábados possibilitando uma outra porta de entrada
para as familias com dificuldade de comparecer ao CS. Nestes sábados há o
envolvimento de toda equipe multiprofissional. Wederson 04/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa
Consideramos o nosso bom desempenho e acompanhamento dos beneficiários do
bolsa família, ao trabalho incesante e de qualidade dos ACS, mesmo com 3 micro
áreas descoberta de ACS, os que estão na unidade se dividiram para cobrir e garantir
o acompanhamento destas famílias. Sabemos que ainda temos muito desafios
mesmo temdo um indicado de 100%, pois ainda temos dificuldade de alimentar o
sistema e algumas nuances de usuários que mudam e chegam para a área de
abrangência.
O alto indice de acompanhamento das condicionalidades da saúde das famílias
beneficiárias do bolsa familia, se deve ao esforço e acompanhamento dos usuários
pelas agentes comunitárias de saúde que insistentemente os buscam para atualizar
dados. Ha ainda uma porta extra como o atendimento dessas familias em alguns
sábados permitindo mais uma alternativa de acesso aquelas familias que não são
encontradas com facilidade durante a semana ( seja pelo emprego ou outros
compromissos) e consequentemente refletindo tal resultado. Raquel, 15/11/16
As equipes reconhecem o esforço dos agentes comunitários pra acompanhamento,
tendo em vista as 4 áreas descobertas de ACS que temos. O acompanhamento tem
sido feito de forma sistemática e semanal com cobertura das áreas sem agentes
comunitários.
O acompanhamento dos usuários do BF é realizado semestralmente pela equipe de
PSF, através da supervisão da enfermeira da equipe em relação ao desempenho do
papel dos ACS. Estes usuários têm agenda 0 no acompanhamentos na saúde bucal, na
puericultura, pré-natal. , Priscilla, 11/11/2016
Gerente : Marluce 10/11/16 A equipe vem realizando sistematicamente o
companhamento através de planilhas e visitas domiciliares feito pelos ACS.
Entretanto, encontramos dificuldades em encontrar algumas famílias para realizar
este acompanhamento, principalmente de comparecer ao Centro para avaliação.
267
q) Duas Areas descobertas de ACS prejudicaram este indicdor. Apesar do empenho de
outros ACSs para realizar o acompanhamento nestas áreas, não conseguimos atingir a
meta.
r) Houve alteração do digitador do BF com melhoria da inserção dos dados no sistema e
melhor orientação das ACSs quanto ao levantamento dos dados . Glauber 11/11/16
s) O esforço dos agentes comunitários para manter este indicador é notavel: 7 áreas
descobertas, somente na equipe amarela, área de dificil acesso faltam 3 acs; o
monitoramento pela acs responsável também auxilia muito a equipe. Infelizmente
não está sob a nossa governabilidade modificar esta situação. Sorângela 14/11/16
t) A análise deste indicador mostra o empenho e a efetividade do trabalho das ESF,
principalmente das ACS e Assistente Social, na busca ativa aos beneficiários do Bolsa
Família para cumprimento das condicionalidades, ofertando os serviços de saúde para
a melhoria da qualidade de vida dessas famílias. A realização de ações de Promoção
da Saúde voltadas às familias beneficiárias periodicamente e até em finais de semana
foi determinante para a melhoria deste indicador, sendo possível captar o maior
número possível de famílias e inserí-las no acompanhamento das ESF. KENIA RIBEIRO
GABRIEL - 10/11/2016
u) O indicador mostra ao empenho da equipe, em particular das ACSs, em manter o
devido acompanhamento destas familias. Verificar-se ainda algumas dificuldades do
sistema. Tivemos que refazer todo nosso registro pois o sistema não salvou os dados
lançados. Estes fatos de retrabalho dificultam o trabalho e por vezes não diz da
realidade acompanhada. Mesmo alterando que o usuário não pertence a area de
abrangencia, muitas vezes ele reaparece em outra sistuação. Apesar destes
complicadores o indice alcançado foi excelente. Vanessa Vida 06/11/16
- DS NOROESTE
a) O acompanhamento pelas Agentes comunitárias tem sido efetivo
b) Gerente Anderson Portes, 07/11/2016. Análise: O dado ofertado referente ao
acompanhamento das famílias cadastradas no Programa Bolsa Família está ruim,
conforme avaliação da equipe e ACS. Porém, existem problemas no sistema com a
exclusão de famílias que não estão morando mais na área de abrangência, gerando
informações inadequadas no Indicador de acompanhamento e ainda a Unidade
encontra-se desde Março de 2016 com diversas microáreas "descobertas", num total
de: 06 microáreas descobertas, o que dificulta o acompanhamento adequado das
famílias inscritas no programa. Outro agravante é uma recente "área de invasão" no
território, sem cobertura definida de ESF, dificultando ainda mais o
acompanhamento.
c) O percentual de acompanhamento das condicionalidades da Saúde das famílias
beneficiárias do Programa Bolsa Família - foi de 100% no CSCP. Este dado representa
a efetividade do acompanhamento pelas agentes comunitárias de saúde das famílias
mais vulneráveis do programa.e do território e mostra uma melhora no
accmmpanhamento em relação ao ano de 2015. Importante continuar o
acompanhamento sistematizado das famílias beneficiárias. Alesssandra - 27/10/16
d) O acompanhamento das famílias beneficiárias do PBF é atividade definida como
prioridade para as Equipes de Saúde da Família, bem como a digitação, por auxiliar
administrativo responsável, dos dados associados às condicionalidades no programa
específico. Tais atividades são monitoradas pela gerência.
Angela, Carmem e Laila em 11/11/16
e) As equipes realizam acompanhemento às famílias conforme determina o Programa
31/10/2016 Silvana Ferreira de Andrade e Souza
268
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A Unidade de Saúde tem aprimorado o acompanhamento das famílias cadastradas no
Programa Bolsa Família, conseguindo acompanhar quase 100% das famílias na última
vigência . O monitoramento intensivo do acompanhamento ao longo do semestre,
com discussões junto aos ACS, é importante para a melhoria do índice . A falta de
cobertura por ACS de 02 microáreas dificulta o acompanhamento e causa sobrecarga
no trabalho para as outras ACS que dão cobertura à estas áreas. A constante mudança
de endereço de usuários também dificulta o acompanhamento.
Rodrigo Cadaval Pessoa - 25/10/16
Análise: Estamos com déficit muito grande de ACS com 7 áreas descobertas por falta
do profissional e ainda 1 em desvio de função e 1 em LM prolongada desde final de
2015. Este ano tambem o sistema apresentou muito problema. NomeRenata mello
27/10/2016
A Unidade conta com areás descobertas de ACS's o que prejudica o acompanhamento
das famílias, também não dispomos de Equipamentos CRAS que ajudam a promoção
das famílias, falhas nos registros de monitoramento e banco de dados das famílias
constando na relação de familias que não mais residem na aréa e gestante que já
tiveram o parto.Jayne Silva e Enfermeiros, 27/10/2016
O bolsa família é uma atividade acompanhada regularmente pelo gerente , ACS e
digitador, mantendo vigilalancia das famílias e registro correto dod dados.
Rosimeyre 09/11/16
Ao final da 1ª vigência do Bolsa Família no ano de 2016, o acompanhamento foi de
quase 100% das famílias. Como o dado pega um período entre as duas vigências fica
dificil realizar uma análise mais criteriosa. Érika Santos, 24/10/16
As equipes realizam acompanhemento às famílias conforme determina o Programa
31/10/2016 Vânia Gonçalves Novais
O percetual de acompanhamento está acima da media distrital. As ESF tem cuidados
no monitoramento das familias com acompanhamento junto ao ACSe fazendo busca
ativa quando ausente. Ofertam ações no final de semana para aumentar as
possibilidades de acesso e vinculo. A unidade está com numero menor de ACS e tem
area não coberta por PSF. Há participação da unidade nas reunio~es do NIR para
estrategias em relação as familiares que quebram as condicionalidades.
24/11/16-Julio, Ana Lucia, Alessandra, Marcela, Paula
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise realizada nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e 01/11/2016. Continuar
priorizando o acompanhamento dos beneficiários do Bolsa Família . Adriana 01/11/16
Houveram alguns contratempos como a falha na funcionalidade do sistema, além de
famílias em área de BR sem ACS, contudo a equipe conseguiu acompanhar um grande
número das famílias. M.Isabel 7/11/16
Analisando os dados, a equipe do CS São Cristóvão identifica alguns fatores que
podem interferir no indicador. A unidade está com um déficit de 08 ACS sendo que
somente neste ano, 02 ACS mudaram de Regional e 01 ACS está de licença médica
prolongada.Tal fator causou impacto no acompanamento do Bolsa Família.Outro
fator a ser considerado diz respeito às atividades de digitação do Bolsa Família que
estão direcionadas para dois estagiários: 01 no turno da manhã e 01 no turno da
tarde. Nos últimos três meses , foi muito alto o quantitativo de auxiliares de
enfermagem em Licença Médica sendo necessário deslocar os estagiários para
atividades de recepção o que causou atraso na digitação. Análise: equipe PSF/SB
/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
269
a) Dificuldades do digitador, acesso a rede fragilizada, demora para entrega de dados
pelo ACS, familias pouca comprometidas. Naiara, Irene, Luciana, 28/10/16
b) Análise, Nome, dd/mm/aa
c) Análise: O acompanhamento do bolsa família é realizado por todas as agentes
comunitárias e é prioridade como ação das ACS. Entretanto, o relatório sempre é
atualizado, informado ao GEREPI, solicitado à família proceder atualização com a
Regional quando necessário, mas muitas vezes o relatório continua com erros no mês
subsequete. Dulce, 10/11/16
d) O percentual de famílias beneficiárias do PBF totalmente acompanhadas foi igual a 93
%, mas esse valor poderia ser maior, se os pacientes não tivessem restrições em
receber os ACS's, em casa, se trouxessem os filhos para serem pesados e medidos,
toda vez que se solicita e que essas crianças tivessem uma assiduidade melhor às
aulas, se os cartões de vacinas desses, estivessem, sempre em dia, se todos os dados
das gestantes cadastradas estivessem em dia. Responsáveis: Gracielle e Maria
Cecília; Data: 09/11/2016
e) A equipe apresenta maior entedimento sobre importancia do acompanhamento das
familias beneficiárias, no entanto, a baixa supervisão por parte dos enfermeiros,
devido sobrecarga das agendas e, mais impactante ainda nesse resultado, é o fato da
unidade possuir quatro áreas descobertas, o que explica a dificuldade em
acompanhar todas as famílias da área de abrangencia. Responsável: Denise
Camargos. Data: 07/11/16
f) Muitas vezes o ACS não encontra as famílias para realizarem o acompanhamento
e/ou a familia se recusa a pesar e medir suas crianças ocasionando acompanhamento
parcial ou família não encontrada no domícilio.
g) Manter o acompanhamento das famílias inscritas no Programa Bolsa Família é uma
das atribuições da Atenção Primária Saúde, afinal são famílias vulneráveis. Cabe aos
Agentes Comunitários de Saúde realizar visitas mensalmente às famílias inscritas
nesse programa e manter sempre o cadastro atualizado. A existência de duas microáreas sem Agente Comunitário de Saúde dificulta esse acompanhamento, mas não
impede pois os demais agentes tentam sanar tal ausência. Percebe-se que a unidade
precisa intensificar esse acompanhamento visto que o objetivo é atingir 100% . Data:
08/11/2016 Responsável: Esquipe do Centro de Saúde Guarani.
h) Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Análise: Número elevado de famílias vulneráveis que demandam o devido
acompanhamento das ESF, além de uma articulação intersetorial para o
enfrentamento das necessidades de saúde apresentadas.
i) Análise, Nome, dd/mm/aa
j) Ao analisar o percentual de acompanhamento das condicionantes de saúde das
familias beneficiarias do programa Bolsa Familia esclareçco que segundo a equipe é
importante ressaltar a dificuldade de atingir as metas pela dinamicidade de entrada e
saida dos usuários para acompanhamento, fazendo com que essa totalidade de
acompanhados seja muito maleável.Outro fator é que as familias nao correspondem a
realidade do territorio resultando na dificuldade de acompanhamento. Relata -se
ainda a condiçcao de extrema pobreza(IVS)que geram dificuldade de acesso e procura
pelos serviçco devido a distancia. Finalmente é importante lembrar que o
acompanhamento das familias é uma ferramenta estrategica para o serviço do
cuidado no territorio e que devemos ter em mente que os processos de trabalho nos
permitem analisar a maleabilidade das informações para podermos executar acões de
busca na qualidade de asistencia e consequentemente melhora do indice de
acompahamento das familias. BM 41168-3
k) Luciana, Maria do Carmo e Claúdia 10/11/16 Alta rotatividade das familias da área de
abrangência, muitas moradias de aluguel, dificuldade de encontrar usuário em casa,
270
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
equipe incompleta com falta de ACS, sistema de informação para digitação das bolsas
lento.
O numero demonstra um valor próximo ao adequado. Temos realizado
sistematicamente ações com os ACS para qualificar o acompanhamento dos
beneficiários . Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/ Camila/ Sibele (31/10/16)
Registros insuficientes em decorrência da instabilidade do sistema; microáreas
descobertas por licenças médicas e readaptação funcional sem reposição.
Responsável: Carolina Medeiros. Data: 23/11/16
O número indicado mostra um acompanhamento adequado das famílias inscritas no
Programa Bolsa Família, mesmo com equipes incompletas, sem ACS. Cléris Blanco de
Souza. 03/11/2016
Este indicador com resultado de 88% das familias acompanhadas no 1º semestre de
2016 , mostra que não apresentamos resultado melhor, apesar de ter atingido a
meta, devido a termos duas áreas descobertas de ACS e a deficiência de
administrativo e estagiário para lançamentos dos dados, o que gera queda no
indicador. Camila Vieira 03/11/2016
Sensibilização dos ACS sobre a importância do acompanhamento de familias
beneficiarias do Progrma Bolsa Familia . Dificuldade de equipes descobertas por ACS
em áreas de grande vulnerabilidade. Nívia Maria 11/11/16
Em comparação ao 2º Ciclo de Monitoramento realizado em 2015, houve um
aumento percentual de 5% de famílias acompanhadas pelos Agentes Comunitários de
Saúde. Contudo, as instabilidades, inconstiências e erros do Sistema Eletrônico, aliado
com a falta de dois profisssionais ACS nas microáreas das ESF 03 e 04, podem ser
considerados fatores que comprometeram nosso indicador no Ano de 2016 .Isabella
de Aguiar Melo Cardoso, Gerente CS Providência, 06/11/2016
Análise, Nome, dd/mm/aa
Aumentar a proporção de acompanhamento e cobertura das famílias beneficiárias do
PBF pelos ACS com o mínimo de 01 visita semestral. Treinamento dos ACS para
registros qualificados das condicionalidades. Desenvolvimento com as famílias
beneficiárias de ações e programas de promoção à saúde (sala de espera, grupos de
gestantes, grupo de puérperas, aleitamento materno, odontologia, grupo de
tabagismo, etc); cadastro da unidade atualizado. (Avilmar Carvalho e ESF)
(09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Verifica-se que a unidade de saúde atingiu 100% de acompanhamento do bolsa
família, o que vem acontecendo ao longo dos anos.
b) 100%. O CS deve continuar focado em manter o acompanhamento em 100%
mantendo sensibilização das ESF's, especialmente dos ACS's. O desafio é manter as
ações para que as equipes consigam continuar acompanhando todas as famílias
inscritas.
c) o numero de familias acompanhadas pela unidade é o mais mais altosdo distrito
oeste, e o acompanhamento tem sido satifatorio com percentual em100% . Houve
uma redução do numero de familias incritas no bolsa familia,da unidade neste ultimo
semestre. Há facilidade no acesso para pesar e medir as crianças inscritas no bolsa
familia, com divulgação junto a diversos espaços sociais
d) Análise: O número de famílias inscritas no Programa Bolsa Família acompanhadas
pelo Centro de Saúde Conjunto Betania é de 100% do total das famílias. Este índice
vem se mantendo e está acima da média distrital.
271
e) O parametro de percentual de familias inscritas no bolsa familia a serem
acompanhadas é de no minimo 89,5%. O centro de Saúde Havai tem o percentual de
100% de acompanhamento na primeira vigencia de 2016, o que é resultado do
empenho da equipe para adequada cobertura, atenção e acompanhamento destas
familias.
f) Índice de 97%. REALIZAMOS O GRUPO DESTINADO AOS BENEFICIÁRIOS DO BOLSA
FAMÍLIA COM FOCO NA PREVENÇÃO ,PROMOÇÃO E SE NECESSÁRIO NO
TRATAMENTO DOS MENBROS DA FAMILIA.
g) No CS Noraldino de Lima 100% das famílias inscritas no Bolsa Família , foram
acompanhadas . O desafio consiste em manter esse resultado.
h) Em relação a este indicador tem sido um desafio para as ESF mantê-los em 100% nos
3 ciclos tend oem vista o numero de áreas descobertas de visia do ACS. Temos
dificuldades de acesso a alguns moradores que possuem bolsa familia ,mas usam a
rede suplementar para atendimento e quando soicitados não comparecem a unidade
de saúde.
i) Todas as familias inscritas no Bolsa familia estão acompanhadas pela Unidade,sendo
asssim atingimos 100% de cobertuta.
j) 100% de familias acompanhadas. As listagens nominais são acompanhadas pelas ESF
(ACS) e gerência. As Equipes agendam momentos de pesagem coletivas e avaliação
dos cartões de vacina semestralmente, este esforço coletivo tem mostrado bons
resultados.
k) Acompanhamos 98% dos beneficiarios. A totalidade não foi atingida devido ao
falecimento da responsavel por uma das familias e por familias não localizadas.
l) O Percentual de família inscritas no BF e acompanhadas apresenta-se excelente, a ESf
reconhece a importância de acompanhar este grupo e a população sabe de seus
direitos e deveres. Tentamos realizar visitas e informações correspondentes para
100% das famílias beneficiárias. Os motivos para a busca de maior percentual de
acompanhamento são: a vulnerabilidade das pessoas/famílias beneficiárias; o recurso
financeiro para os beneficiários ativos encontrar-se disponível para saque nas
instituições financeiras; e, o compromisso da saúde para com a equidade do SUS/BH.
O CSV faz um trabalho intenso para o acompanhamento adequado às familias
beneficiárias do Programa Bolsa Família.
m) o Centro de Saúde Vila Imperial na 1ª vigencia de 2016 alcançou 100% de
acompanhamento Este percentual caracteriza como muito acima da média municipal
de 89,64%. Para que a unidade de saúde continue mantendo o percentual já
apresentado é necessario a continuidade do acompanhamento sistemático das
famílias, desenvolvendo ações de promoção à saúde para grupo prioritário.
n) O acompanhamento das familias beneficiárias do PBF, no CSVL, alcançou 99%,
parametro 89,49%. Temos um elevado número de familias inscritas no programa,
algumas quase intinerantes, prejudicando o vínculo com a equipe e seu
acompanhamento. Temos também algumas familias inscritas que não aceitam o
acompanhamento sistemático.O sistema possui particularidades que só permitem
acompanhamento parcial. Como as familias mudam muito de endereços estas não
permitem o acompanhamento total. Este monitoramento é importante para o vínculo
do ACS com as familias e o monitoramente dos indicadores de aleitamento materno,
acompanhamento cartão de vacina e gestantes além de atualização dos cadastros.
Todos os indicadores deste monitoramento se caracterizam como importante
instrumento de gestão e vigilância do território independente se a meta foi ou nao
alcançada.
o) O acompanhamento das familias beneficiárias do PBF, no Vista Alegre, alcançou
100%, parâmetro 89,49%. Temos um elevado número de familias inscritas no
programa, algumas quase intinerantes, prejudicando o vínculo com a equipe e seu
272
acompanhamento. Temos também algumas familias inscritas que não aceitam o
acompanhamento sistemático.O sistema possui particularidades que só permitem
acompanhamento parcial. Como as familias mudam muito de endereços estas não
permitem o acompanhamento total. Este monitoramento é importante para o vínculo
do ACS com as familias e o monitoramente dos indicadores de aleitamento materno,
acompanhamento cartao de vacina e gestantes além de atualização dos cadastros.
Todos os indicadores deste monitoramento se caracterizam como importante
instrumento de gestão e vigilância do território independente se a meta foi ou nao
alcançada.
p) Percentual de Acompanhamento das Condicionalidades do Bolsa Família = 99%.
Apesar do percentual de acompanhamento do bolsa família acima do parâmetro de
89,46%, o acompanhamento das famílias representa sempre um grande desafio pois
uma das características da área de abrangência é que ocorrem mudanças frequentes
de endereços dos indivíduos.
- DS PAMPULHA
a) A equipe do Centro de Saúde Confisco entende que as famílias benefiárias necessitam
de uma atenção especial, devido a vulnerabilidade que estão condicionadas. Desta
forma, a Unidade melhorou o percentual de acompanhamento em relação ao período
analisado anteriormente. Igor Rezende Gomes, 01/11/16.
b) O CSDO não atingiu 100% BF na 1ª vigência de 2016 em razão da impossibilidade de
encontrar algumas famílias no horário de trabalho dos nossos ACS´s, com casos
sabidos de usuários que fornecem endereço da área de abrangência mas não moram.
Além disto, o reduzido número de ACS´s também contribui para a dificuldade de
atingirmos os 100% embora, esta UBS sempre priorize tudo que se relaciona a BF.
Manayá e Maria Lúcia, 08/11/2016.
c) Aparecida Campos, 03/11/16. Ficamos acima da meta estipulada. Há um grande
empenho dos ACS. Importante colocar sobre o novo fluxo implantado pela GERASA-P
que impactou positivamente no monitoramento às famílias.
d) Observamos que a equipe tem conseguido manter o acompanhamento e vigilância
das famílias beneficiárias, bem como a sensibilização da equipe quanto às
condicionalidades que reforça o acesso e o desenvolvimento das famílias vulneréveis
nas áreas de saúde, educação e assistência social. Júnia Ribeiro 01/11/16
e) Observamos que há resistência de algumas famílias em serem acompanhadas, além
da dificuldade de encontrá-las em horário comercial na residência. Outro fato é que
em algumas famílias nem todos os beneficiários residem no endereço cadastrado (ex.
a avó mora no endereço cadastrad somente com algumas crianças da família
beneficiária). Cristina, Fernanda, Jugmar, Alessandra e Vanessa. 10/11/16
f) Verificamos que apesar da ausência de 05 ACS (vagas descobertas e recomendação
médica) e grande número de bolsistas em área de Baixo Risco, sem acompanhamento
de equipe, a Unidade tem conseguido fazer o acompanhamento de praticamente
todas as famílias. Eliane 11.11.16
g) Análise, Nome, dd/mm/aa
h) O CSSA de forma semelhante ao qurimestre anterior atingiu a meta de cadastramento
do Programa Bolsa Familia devido ao empenho da Equipe de ACSs juntamente com o
serviço de assistencia social, no qual conseguiu-se cadastrar inclusive as familias das
microáreas onde não há ACS para cobertura por entendermos que se trata de um
programa prioritário. Rosana/Diógenes - 26/10/16.
273
i)
Observamos que a equipe tem acompanhado as familias beneficiarias ,apesar das
dificuldades para encontra-las e da falta de ACS para cobertura das áreas de baixo
risco, Silvana Daniela,Mariana e Silvania.
j) Observamos que a equipe tem acompanhado as familias beneficiarias ,apesar das
dificuldades para encontra-las e da falta de ACS para cobertura das áreas de baixo
risco, porém temos realizado vários multirões na ára do Baixo risco a fim de resolver
tal situação (Leonardo, Márcia)
k) Tivemos melhora do percentual, em relaçao ao periodo anterior. Isso se deve ao
empenho dos ACS´s . Contudo ainda temos dificuldade em entrar em contatos com
algumas familias em relação ao horario em que elas nao estao em casa para atender
as ACS´s. 11/11/2016 Valter
l) Iniciamos a sensibilização de toda a equipe de saude da familia, assim, medicos,
enfermeiros, auxiliares e ACS recon hecem as equipes beneficiarias do bolsa familia,
garantindo o acompanhamento dessas familias em suas necessidades especiais:
acompanhamento de cartão de vacina, de peso, atendimentos de promoção a saude.
Renata Nunes 27/10/16
m) Analise: Realizar o acompanhamento das famílias do Programa Bolsa-Família, por
meio da garantia dos serviços da Atenção Básica que visam ao cumprimento do
calendário básico de vacinação e ao acompanhamento do crescimento e
desenvolvimento da criança menor de sete anos, ao seguimento do calendário de
pré-natal da gestante, da assistência pós-parto, bem como à realização da vigilância
nutricional por meio de busca ativa e acompanhamento sistematico da equipe,
assistente social e Gerente. CASSIA QUINTAO, VANESSA, LUCIANA, JESSICA E
JULIO.03/11/2016
n) Análise: O CS ainda não atingiu a meta de acompanhamento, esse dado relaciona-se
às particularidades territoriais do assentamento do Dandara o que dificulta o acesso
às famílias. Sugestão: ações educativas das famílias inscritas, pesar e medir a cada 6
meses, acompanhar todas as famílias verificando o cartão de vacinas,
acompanhamento das gestantes.Um problema parte da população que se coloca
como moradora do Dandara não são encontradas em domicílio (feito pela Sec.
Assistência Social distrital), baixa adesão aos mutirões e demais ações feitas pela UBS.
ENI DA SILVA BRAGA - 19/10/16
- DS VENDA NOVA
a) Meta de acompanhamento do Bolsa Família atingida. Fernanda Dias Vieira, 28/10/16
b) Análise:O indice de famílias acompanhadas no Programa Bolsa Família é de 99%,e
prevemos como fatores dificultadores: Como difícil acesso do ACS as famílias
inscritas por residirem em áreas de extrema vulnerabilidade e risco
social.Cadastramento de dados de beneficiários são divergentes com relação a
composição familiar.E ressaltamos que o CS encontra-se com 04 microareas
descobertas dificultando o acompanhamento/monitoramento a muitas
familias.Beatriz F.C Fernandes 26/10/16
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Pádua. Data: 24/10/2016. Análise: O percentual de
acompanhamento do centro de saúde Copacabana, está pouco abaixo de 100%,
porém, todos os esforços estão sendo realizados para atingir o percentual máximo. O
principal dificultador é a ausência de ACS em uma micro área, além de micro área de
baixo risco sem cobertura de ACS e número muito elevado de pacientes em uma
micro área. Contamos com um estagiário de nível médio como referência do
acompanhamento do bolsa, além do empenho dos ACS.
274
d) Analisamos acompanhamento integral das familias pelo Centro de Saúde, cadastro
atualizado pelas ACS's. O processo de trabalho utilizado para alcançar a meta se deu
através da agilidade da digitadora (estagiária) em imprimir mensalmente os mapas
para ACS's preencherem. Organização administrativa com priorização da atuação da
digitadora para executar as tarefas do Programa Bolsa-família. Orientação da gerente
e da digitadora para que ACS's entreguem em tempo hábil os mapas devidamente
preenchidos para digitação dos dados. Encaminhamento ágil à GEREPI de planilhas de
alteração de endereço e de desvinculação de famílias. Acompanhamento diário do
sistema do Programa Bolsa-família após a digitação dos mapas para verificação e
possíveis pendências.Responsáveis: Andréa Regina de Paula Nacif, Rosilene da Cruz
Ferreira Abreu, Jacqueline Vieira de Sousa, Ana Cristina Faria. 28/10/2016
e) Vamos continuar com as ações de prevenção e promoção da saúde das crianças do
bolsa família, e continuar pesando e medindo as crianças e gestantes conforme
demanda espontânea e nos finais de semana, conforme necessidade. Sensibilizar e
capacitar as Acs sobre a importância de acompanhar as familias beneficiárias do Bolsa
Familia. Talita Munick Viiera Gomes e André (estagiário) Talita Munick Viiera Gomes.
03/11/16
f) O Centro de Saúde Jardim Leblon tem conseguido há dois anos consecutivos 100% de
acompanhamento das condicionalidades. Conseguimos sensibilizar as ACS e todos
profissionais do Centro de Saúde. Mostra a participação efetiva dos envolvidos e
equipes para atender os requisitos no acompanhamento do Bolsa Família. Análise:
Silvana Marques do Nascimento e Equipes -003/11/2016
g) Ana Maria Braz Esteves- 27/10/2016- O trabalho multidisciplinar foi bem sucedido.
1% representa déficit no sistema e falta de empoderamento das famílias.
h) O Centro de Saúde realiza um acompanhamento sistemático do Programa , mesmo
com dificuldades encontradas como a violência urbana que dificulta em alguns
momentos o acesso a estas famílias e existências de microáreas descobertas devido a
licenças maternidade (2) e 1 ACS em desvio de função .Suely Imaculada; dia 28/10/16
i) O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda, direcionado às
famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o País, de modo que
consigam superar a situação de vulnerabilidade e pobreza. A principal caraterística de
grande parte da população cadastrada no Centro de Saúde Minas Caixa é a pobreza,
várias famílias têm como fonte de renda somente o valor que recebem pelo
programa. Sendo assim foi realizada sensibilização da equipe de agentes comunitários
da unidade sobre a importância do acompanhamento de todas as famílias que
recebem tal benefício com o envolvimento de outros membros da equipe
multiprofissional como os enfermeiros, nutricionista e a assistente social que dão
suporte necessário para o acompanhamento das famílias durante as vigências em que
o sistema está aberto para as atualizações. Sendo assim, conseguimos atingir100% de
cobertura e é desejo da equipe manter tal índice nas condicionalidades dos
beneficiários do programa nas próximas vigências.
j) Este indicador reflete o esforço coletivo e envolvimento de todos os profissionais
envolvidos no processo do Programa Bolsa Família na Unidade - equipes de saúde da
família, assistente social, digitadores, gerente bem como o apoio distrital na análise e
registro das informações. Regiane, 30/10/2016.
k) As microáreas descobertas são realizadas pelos acs do Centro de Saúde Piratininga,
isto eleva o indicador Synara BATISTA 31/10/16
l) O acompanhamento das condicionalidades de saúde das família do PBF demanda de
um grande esforço da equipe, em especial os agentes comunitários de saúde.
Fazemos o possível para que todas as famílias sejam acompanhadas em tempo hábil
para com isso atingirmos a maior cobertura possível. Adalberto, 24/10/2016
275
m) Em todas as vigências do Bolsa Família, a equipe do CS Santa Mônica sempre atingiu
100% do acompanhamento, devido ao trabalho criterioso que é feito em cima deste
indicador. Nesta vigência não atingimos os 100% esperados, possivelmente devido a
inclusão de novos usuários no momento de fechamento do sistema. RAQUEL SARDI
20/10/16.
n) Apesar da unidade possuir 5 MA descobertas, o que dificulta a identificação e o
acompanhamento dessas famílias, conseguimos, mediante o empenho de todos os
ACS, fazer mutirões e alcançar a meta proposta. Doriana Ozólio 31/10/2016
o) O Programa Bolsa Família é o principal programa social brasileiro de redução da
pobreza e das desigualdades da transferência de recursos monetários para as famílias
que vivem em estado de extrema pobreza. Um aspecto inovador do programa
consiste em sua proposta de combater a transmissão de pobreza entre gerações, pelo
cumprimento de condicionalidades educacionais e de saúde por parte dos seus
beneficiários. A equipe do Serra Verde desenvolve a algum tempo um
acompanhamento multidisciplinar dos beneficiários do programa, com atuação não
só dos agentes comunitários de saúde mas, também dos enfermeiros e da assistente
social. Com isso, desejamos manter o acompanhamento de 100% das
condicionalidades dos beneficiários do programa, nas próximas vigências.
p) Analisando os dados, nota-se que a unidade desempenhou um otimo trabalho, pois
conseguiu um percentual excelente. Isso se deve ao esforço de todos os ACS e do
digitador. Lembro que estamos com 3 micro areas descobertas e no periodo de
apuração estavamos com 5 areas descobertas devido licenças medicas.Notamos que
o sistema precisa ser melhorado, visto que familias que são canceladas voltam
continuadamente, apesar de se fazer tudo que é necessário para sua exclusão e
mesmo assim as familias retornam. Deveria ter mais integração entre o sistema da
assistencia social e o sisrede usado na saude, pois se no sisrede da saude constar que
o usuario nao mora é porque nao mora mesmo, assim a assistencia nao deveria
aceitar esse endereço para o usuario. Caso houvesse erro o mesmo deveria procurar
o ACS para regularizaçao. Alex Veloso Mendes, 20 de outubro de 2016
4.5.2- Número de participações de atividades físicas/práticas corporais (Academia da Cidade,
NASF, Lian Gong e outros pontos da rede).
- DS BARREIRO
a) Responsável: Selmária S. Mourão. DN: 21/11/2016. O baixo resultado alcançado pela
Unidade nesse período de deve basicamente a 2 fatores: 1- As atividades de práticas
corporais foram realizadas por educadores físicos da academia da cidade, lotados no
CS Milionários e a produção foi registrada nesta Unidade.2- As práticas de Lian Gong
foram interrompidas durante alguns meses devido à falta de local para a realização
das mesmas.
b) Observa-se uma boa participação nas atividades coletivas. Importante ressaltar a
importancia do registro oportuno e adequado dos profissionais ao final das atividades
coletivas. Fabiana 14/11/16
c) Não temos academia da cidade. A produção do Lian Gong da Fisioterapeuta e praticas
corporais do Educador fisico são realizadas no Milionários, ou seja não temos ainda
local apropriado para a atividade fisica.
276
d) Adriana M.C. Siqueira, 28/10/2016. No 1º ciclo, foi contabilizada a participação de
1469 usuários nas atividades de promoção e neste ciclo, apenas 474. O fato de na AA
não ter academia da cidade, de a lotação dos profissionais NASF ser em outra
Unidade do pólo, a mudança da forma de registro, que passou a ser pelo e-SUS e
SISREDE, demandando treinamento / capacitação dos profissionais são fatores que
podem contribuir para o baixo nº de participantes em relação a ciclos anteriores.
Mas, o subregistro dos profissionais, por problemas no sistema/rede/ambiente
atrelados à falta de sensibilidade de que os recursos dependem dos registros de
produção contribuem em muito para esse registro tão baixo.
e) a parceria com academia da cidade promove e incentiva a adesão às práticas de
promoção a saúde. Marcia Mariano 08/11/16
f) O Centro de Saúde oferece duas vezes por semana o Lian Gong coordenado por uma
agente comunitária com grande adesão por parte da população. Temos ainda
parceria com as Academias da Cidade do Diamante e Parque das águas, nas quais os
usuários da unidade conseguem realizar prática de atividade física com orientação
adequada. Oferecemos ainda grupos de nutrição e alimentação saudável
semanalmente, grupo de combate ao tabagismo, oficinas e salas de espera sobre
diversos temas. Além de dança sênior e oficina de canto coordenadas pela
fonoaudiologa do NASF. Oferecemos grupos de coluna, prevenção de quedas e
reabilitação. Temos ainda uma educadora física que realiza prática de atividades de
qualidade de vida com os trabalhadores da unidade. Verônica e Dalva 09/11/2016.
g) Observa-se um baixo número de participações em Atividades físicas/corporais no
C.S.Independência. Um dos fatores dificultadores é a falta de estrutura física para
realização das mesmas. A área de abragência do Centro de Saúde Independência não
possui academia da Cidade. Tínhamos um espaço cedido pelo CRAS Independência,
porém houve fechamento da sede do CRAS devido à frequentes arrombamentos e
falta de segurança e o CRAS Independência passou a funcionar em espaço cedido pelo
CRAS Petrópolis, local distante para acesso dos usuários, o que dificulta a adesão dos
mesmos. O Lian Gong era realizado em um salão cedido pela Igreja, mas este espaço
foi solicitado devido à reforma da mesma. O Lian Gong é relaizado pela fonoaudiologa
do NASF no CRAS Petrópolis, porém devido à dist|ância do mesmo da maior parte das
área de abrangênicia do Independência a adesão maoir é dos usuarios do CS
Mangueiras. Além disso, pode estar havendo falta de registro de forma
sistematizada dos profissionais envolvidos nestas atividades. Fabiano, Nádia, Eda,
Milene e Kenya. 07/11/16.
h) Ao analisarmos esse dado percebemos uma inconsistencia entre as unidades que
possuem academia da cidade e as que, como nós, não possuem. Os números
relatados, no nosso caso referem-se principalmente ao Lian Gong e dança senior.
Essas atividades estão muito fomentadas em nossa unidade e a produção de nosso
polo é registrada por nós. Incentivamos a pratica das atividades nas academias
próximas, mas não temos como mensurar a paticipação de nossos usuários nesses
locais. Rafaela Sardi de Almeida 07/11/2016
i) Apesar das indicações e orientações dadas por todos os membros das equipes sobre a
importância a da atividade física, acreditamos que o fator cultural influencia
sobremaneira no baixo índice medido, bem como a unidade e desprovida de espaço
físico adequadonecessitando ocupar espaços físicos cedidos pela comunidade. Para
além disso não temos profissionais do NASF, Educadores físicos e Academia da
Cidade, lotados nesta unidade.
j) Analisamos que apesar do número de participação nas atividades ser alto, ainda pode
melhorar. Garantindo o fornecimento das informações das atividades para os
profissionais nos consultórios e para os ACS, para poderem divulgar e encaminhar os
277
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
t)
pacientes. Divulgar em sala de espera, através de cartazes. Manter a participação da
Educadora física no matricamento do nasf.
Esse número reflete uma tendência a aumento das participações nas atividades em
relação ao ano de 2014 (em torno de 26.000/ano) apesar da diminuição de horários
da academia da cidade, mas com aumento de oferta de outras atividades a nível local
(ex Liang Cong no bairro, entre outras).
Ofertamos Liang Gong na Academia da Cidade e também na UBS. Há boa adesão dos
usuários referenciados pelo Centro de Saúde nas atividades corporais e físicas.
Paulene Simões e Grazielle Souza. 18/11/16.
Atualmente temos duas profissionais que realizam a prática do Lian Gong na unidade
em dois dias diferentes. Uma questão muito prejudicial à unidade é que NÃO TEMOS
ACADEMIA DA CIDADE no centro de saúde Pilar, o que impacta diretamente no baixo
número de atividades realizadas quando comparadas à outras unidades do Barreiro.
KARINA FONSECA - 10/11/16
tras);
Na analise deste indicador certas questoes devem ser consideradas. Primeiramente
não existe em nossa area de abragencia nenhum espaço publico ou em parceria que
possibilite a realização do Lian Gong em nossa area. Assim nosso usuarios são
obrigados a se deslocarem para area C.S. Vila Pinho, no parque ecologico, assim
muitos moradores deixam de comparecer devido a distancia. Outro fato a ser
considerado e que a academia da cidade a qual nossa unidade de saúde encontra-se
referenciada esta localizada na area de abragencia de outra unidade de saúde, em um
bairro que não pertence a nossa area de abragencia e com uma importante barreira
geografica pois os moradores necessitam atravessar duas grande e movimentada
avenidas para acessar o equipamento. Recentimente tivemos a implatação de duas
academias a ceu aberto que sem duvida contribuira para as açoes de promoção.
Devemos informa tambem que nossa unidade não e polo de NASF, assim as
produçoes mesmo as referentes aos nossos pacientes vao para a cede do polo onde o
profissional esta lotado. Responsaveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane e
Claudionice. 16/11/2016.
O CS conta com Academia da Cidade, Lian Gong tendo um divulgação efetiva para
nossos usuários.
Analise feito pela G. Denise e Enf. Paulo
16/11/16
Podemos notar um aumento importante no número de usuários participantes de
Atividades Coletivas como resultado de um esforço conjunto das equipes do NASF,
Academia da Cidade e Centro de Saúde.
indicador não analisado pela unidade
Este indicador não é fidedigno à realidade, uma vez que os profissionais geram os
dados não a partir do endereço do usuário, mas de acordo com a lotação dos
profissionais ou localização do serviço.
O dado apresentado se encontra num patamar considerado muito bom e dentro do
que programado anteriormente. Bruno César Saldanha 10/11/16
- DS CENTRO SUL
a) A nossa equipe do NASF é lotada no CS São Miguel Arcanjo; e a enfermeira que fazia
Lian Cong está em licença médica.
Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA: 11/11/2016
b) Ao analisar os dados referente ao 1º QD (3611) em relação ao 2º QD (4608),
observamos um aumento no quantitativo das atividades, sendo que alguns fatores
que tem contribuido para esse resultado, destacamos: O CSCarlos Chagas possui um
278
c)
d)
e)
f)
g)
h)
polo de Academia da Saúde com 2 educadoras físicas; uma fisioterapeuta do NASF
que conduz o LIAN GONG, na própria unidade, em uma área coberta; a integração da
equipe de NASF à toda equipe do CS. Carlos Chagas, realizando reuniões de
matriciamento, ações educativas, ações de grupo, sensibilização e mobilização dos
profissionais para encaminhamento dos usuários para essas atividades. Além disso, a
equipe de NASF conta com um consultório e acesso a micro para registro das
atividades.Todos esses fatos, são considerados pela equipe como pontos positivos,
que tem contribuido para esse resultado. A dificuldade existente é a área da
Academia da Saúde que é pequena e não comporta muitas pessoas, isso tem sido um
fator limitador para a expansão e inserção de novos usuários. Análise:
Shirley P Almeida. Data: 10/11/2016.
Em nossa Unidade, temos 2 instrutoras de Lian Gong, mas não temos ainda Academia
da Cidade em atividade. (Iniciamos recentemente com um grupo de ginástica com a
coordenção de uma Educadora Física da Academia da Cidade do CS Tia Amância).
Observamos entretanto que os indicadores do 1º e 2º quadrimestres relativos ao Lian
Gong estão bastante aquém do número de participantes desta atividade.
Descobrimos que estávamos utilizando um fluxo antigo para o envio dos dados de
produção, e desta forma eles não foram contabilizados. Fizemos um resgate desses
dados junto ao Distrito e obtivemos então o nº de 86 participantes no 1º
quadrimestre e de 96 no 2º quadrimestre. Neste ano temos obtido uma maior adesão
à prática de Lian Gong, com a participação expressiva e constante dos ACE e ACS da
Unidade. Uma maior constância na frequência e horário das atividades por parte das
instrutoras tem possibilitado uma maior adesão dos usuários nos 2 turnos em que são
oferecidas. Jalda 11/11/2016
O dado analisado refere-se apenas ao Lian Gong. 18/11/2016 Maria Bernadete
Miranda
Nesta Unidade temos o Lian Gong 4 vezes na semana sendo dois dias no período da
manhã e 2 dias at tarde o que facilita o acesso aos usuários. Não temos Academia da
Cidade e os moradores da área frequentam a Academia do Centro de Saúde Carlos
Chagas ou do CRAS Vila Fátima . As atividades de promoção realizadas pelo NASF são
computadas no Centro de Saúde Nossa Senhora de Fátima onde os profissionais são
lotados. A ausência de uma Academia da Cidade na área e de profissionais do NASF
lotados na Unidade, interferem no nosso indicador. - Solange Beirão - 08/11/2016
O CS Nossa Senhora possui atividades de Liang Gong e Pólo de NASF. No entanto, não
tem Academia da Cidade o que impacta negativamente no indicador devido a
restrição de dias, 2 X semana, de atividade realizadas pela profissional educadora
física do NASF e consequentemente menor número de e, participantes. O registro da
produção também é um desafio pela falta de infraestrutura e de acesso a
computadores e ao Sistema, gestão. Simone Couto/ESF/07/11/2016
A Academia da Cidade Oswaldo Cruz retomou as atividades no dia 02/05/2016, após 1
ano e 5 meses sem atividades em função de não haver um local adequado.
Atualmente o Polo funciona em local aberto tendo restrições nos dias de chuva e sol
forte. Sirlene -27/10/16
11/11/2016 – Vanessa, Isabella, Liliane, Karla, Lúcia e Camila
Tivemos um tímido aumento no número de participações: de 315 para 322. Podemos
ressaltar um vínculo muito efetivo entre os participantes do Lian Gong com a
instrutora (Cirurgiã dentista). Um ponto favorável é a geração de dados
informatizados. Pontos dificultadores: A produção das equipes está vinculada ao
Centro de Saúde de lotação dos profissionais, sendo assim, não é possível realizar a
estratificação dos dados por UBS, ocorrendo inconsistência das informações a
respeito das atividades que são realizadas em grupos operativos de promoção de
saúde do NASF.
279
i)
Apesar de ter ocorrido um aumento de mais de 30% na participação das atividades de
promoção à saúde, ainda existem desafios. Os profissionais ainda encontram
dificuldade para lançar os atendimentos devido à falta de estrutura e disponibilidade
de computador bem como dúvidas quanto ao manuseio do programa da Academia da
Cidade. A ausência de ônibus circulando na comunidade nestes últimos meses
também podem ter interferido neste dado. No caso do Lian Gong muitos usuários do
baixo risco não têm cadastro na unidade ocorrendo um déficit no registro da
produção. Um outro fator que poderia contribuir para o aumento deste dado seria a
produção do NASF, a maior parte dos atendimentos dos profissionais do NASF é nesta
unidade, porém os dados de produção são lançados no CS Tia Amância/unidade Polo.
Alessandra/Carlos/Alexandre/Maria Tereza Rodrigues/ESF/14/11/2016.
j) Neste período analisado não contávamos com Academia da Cidade. Em números de
participantes se deve apenas aos 2 grupos de prática de Lian Gong. Há outros
pequenos grupos de atividades físicas na unidade, devido ao pequeno espaço físico,
porém são conduzidos por profissionais do NASF, cuja lotação é em outra unidade e
por conseguinte a produção é computada para a unidade de lotação.
Ana 11/11/2016
k) Análise: houve uma redistribuição com diminuição dos profissionais do NASF. Esse
redimensionamento impactou sobretudo no número de usuários que aguardam a
consulta de psicologia do NASF ou ações coletivas desse profissional que não são
abrangidos por outro profissional da rede. Em relação às atividades de LIANG GONG
não houve ampliação de ações.
Nome: Anita 09/11/16
l) SENSIBILIZAÇÃO DA EQUIPE QUANTO AO INCENTIVO A PRÁTICA DE ATIVIDADES
FISICAS E A MELHOR QUALIDADE DE VIDA DOS NOSSOS USUÁRIOS PROFISSIONAIS
COMPETENTES E COMPROMISSADOS (EDUCADORES FISICOS E INSTRUTORES DE LIAN
GONG) ,ELIANA MIRANDA ,16/11/2016
- DS LESTE
a) O número de atividades físicas realizadas pelas Academias da Cidade do Centro de
Saúde Alto Vera Cruz refletem um investimento das equipes em divulgar e
encaminhar pacientes de várias faixas etárias para as diversas modalidades de
Promoção da Saúde ofertadas pela Unidade.
b) Esse indicador refere-se ao registro adequado das atividades coletivas e do incentivo
das equipes em atividades de promoção à saúde. Patricia Roberto 11/11/16
c) 10/11/16. A nossa unidade tem uma boa participação da comunidade nas atividades
de promoção, que podemos ainda implementar .Não temos a academia da cidade na
nossa área por isso nosso número de atividades está menor em relação a outras
unidades.Temos 4 turmas de Liang Gong ,grupos pelo Nasf : dor cronica","grupo de
alimentação saudável para crianças /adultos e servidores ", "grupo das mulheres ", e
outros....
d) Observa-se pequeno números de participantes, mas deve-se levar em consideração
que as áreas que não possui academia da cidade fica prejudicada neste indicador.
Ressalto que profissional de nível médio (Auxiliar de Enfermagem) não tem acesso
direto ao gestão para informar a produção do grupo de caminhada realizada pelo
mesmo. É necessário avaliar casos de subnotificação de dados bem como o período
avaliado foi de licença médica e férias dos profissionais envolvidos no grupo.
Edna 14/11/2016
e) A unidade encontra-se em imóvel alugado e adaptado provisoriamente para abrigar
o Centro de Saúde Horto, sem estrutura física para abrigar as atividades de promoção
280
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
à saúde. As ações são realizadas em espaços da comunidade/equipamentos sociais. A
unidade não possui Academia da Cidade dentro do seu território sendo os usuários
encaminhados para a Academia da Cidade do C.S Marco Antônio de Menezes. As
atividades de Lian Gong atualmente são realizadas pela enfermeira do PSF 04 e
também pela educadora física do NASF, mas ainda em espaços cedidos pela
comunidade, e como a área de abrangência é muito grande, dificulta a frequência de
usuários que residem longe do local da realização das atividades. Ressaltamos que
durante o período analisado tivemos problemas de acesso ao SISREDE o que pode ter
ocasionado o sub-registro. As ações de promoção da saúde vem sendo realizadas e
nota-se a adesão aos grupos de Lian Gong. Geralda Margarida dos Santos, Denise
Mendes Taveira, Luciana de Carvalho Mariosa , Raquel Magalhães e Silva, Carla
Valéria Moreira Costa 11/11/16
A unidade destaca um bom resultado na promoção de atividades que melhoram a
qualidade de vida de seus frequentadores. A academia da cidade, junto ao NASF,
Liang Gong e equipes de ESF desenvolvem ações de promoção a saúde ao longo do
ano, com objetivo de educar a população quanto a práticas de atividades físicas.
Douglas Aparecido Fernandes Silva. 11.11.16
A academia do Mariano de Abreu foi pioneira em Belo Horizonte e reconhecida como
espaço de promoção em saúde pela comunidade, apesar de ter um espaço físico
deficiente, visto que funciona junto o espaço BH cidadania. Realizamos o Liang Gong
na praça em frente ao Centro de saúde 2 vezes por semana, temos divulgado e
incentivado a participação dos nossos usuários embora já tenhamos um bom número
de usuários frequentes, iniciamos no mês de agosto o grupo de Zumba que conta com
número crescente de participantes tendo inclusive que ser mudado o local das aulas
afim de contemplar mais alunos.
Não temos Academia da Cidade em nossa área de abragência e nem instrutor de Lian
Gong, desta forma temos baixa produtividade relacionada a participação de
ativididades físicas. Temos, porém, um grupo de atividades físicas e de dor crônica
com excelente resposta para os parcipantes (média de 40 pessoas). ANDRÉ LUIZ DE
MENEZES, 09/11/16
Em discussão e monitoramento constante com o professor da Ac. Da Cidade Paraíso,
percebemos claramente que o número de usuários varia de acordo com a oferta de
professor. Durante o ano de 2016 tivemos redução de dois para apenas um professor
o que repercutiu no número de alunos participantes. Também ressaltamos que não
possuímos Liang Gong na unidade por falta de pessoas capacitadas para ministrar as
aulas. Diante do nosso quadro avaliamos que o número é positivo pois nossa oferta
tem sido reduzida.
Este índice refleta à falta de registro porque as ações coletivas são realizadas em
grande número. Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
Marcílio Amaral - 18/10/16: Não temos parâmetro em relação a períodos anteriores.
No entanto o número de participantes é bastante significativo, com perspectivas de
melhoras. Agora,com a sede nova, estamos ampliando as nossas atividades fisicas na
própria unidade.
Esse dado revela claros problemas de registro: Temos um grupo de caminhada 4
vezes na semana em torno de 50 pessoas por vez. Inscrito temos mais de 100 pessoas
nesse grupo. Não temos no momento realizado o grupo de Lian Gong mas na
Academia da Cidade em torno de 30% dos usuários são da nossa área de abrangência.
Vera Lucia de OLiveira 03/11/2016
Mateus Figueiredo - 08/11/16. O dado presente no indicador está aquém da realidade
da unidade, pois oferecemos o Lian Gong duas vezes por semana com uma
participação regular de cerca de 10 a 12 pessoas por grupo, dessa forma temos que
rever o registro de participação para buscar entender o por que desse número
281
n) Entendemos que o registro das atividades realizadas e o número de participantes está
precário para o período analizado. A unidade desenvolve 3 dias de prática de Lian
Gong por semana com um total de 30 participantes em média a cada dia, o que não
reflete o dado do indicador. Regina Cele de Souza , 10/11/2016
- DS NORDESTE
a) A equipe reconhece a dificuldade de adesão da comunidade as ações; principalmente
pela distãncia do espaço fisico onde é realizado as atividades. Temos iniciado a oferta
de grupos menores nos espaços da unidade. Cibele 01/11/16
b) A euipe do CSC tem clareza da necessidade de ampliar a oferta de atividade de
promoção de saúde. Para o terceiro quadrimestre estão planejadas ações semais de
promoção de saúde para diabéticos, hipertensos, crianças, obesos e sobrepesos. No
primeiro semestre houve prejuizo na oferta de serviços de promoção de saúde em
função da epidemia de de dengue. Ainda tivemos ausencia da fisioterapeuta POR LM,
carga horária apenas de 10 horas semanais e mudança da logica do estágio da
fisioterapeuta, que não pode ser realizado se não houver o fisioterapeuta na UBS.
Estas situações prejudicaram a oferta de atendimentos coletivos da fisioterapia para a
comunidade. Marolina A B Santos 07/11/16
c) Temos um grupo já consolidado dá prática de lian gong e de atividade física com a
educadora física do NASF. Este grupo encontra-se 2 vezes por semana. Os
profissionais da unidade são estimulados a encaminhar usuários para o grupo já
existente e queremos formar no próximo ano mais 1 grupo de lian gong, com o outro
profissional capacitado aumentando a oferta e buscando uma maior participação do
público masculino. Gláucia Simões 11/11/16
d) Temos consolidada a prática do Lian Gong, onde tem-se ampliado a demanda de
usuários por esta atividade. Um limitador é o espaço físico, que não é coberto e a
perda de duas monitoras por pedido de transferência das mesmas. Temos buscado
um melhor espaço no território e incentivado a grupos pelos profissionais do Nasf
Tabagismo, nutrição entre outros.
e) O centro de saúde do conjunto Paulo VI apresentou melhora neste indicador, em
relação ao quadrimestre anterior. Mesmo assim, apresentamos um número baixo,
mas os motivos são claros pra todos nós. Geograficamente, o conjunto paulo VI fica,
relativamente distante das atividades coletivas que são ofertadas, como academia da
cidade, por exemplo. Outro fator que inviabilza esse deslocamento é a falta de
recurso financeiro de grande parte de nossos usuários, para este custear seu
transporte. Dessa forma, a idéia da unidade é ofertar as atividades no território, como
o Lian Gong. Raphael S. Abou-yd 14/11/16
f) Análise, Nome, dd/mm/aa
g) Não temos academia da Cidade contudo, incentivamos os usuários a realizar
atividade de promoção a saúde, temos um educador físico que realiza atividade em
local da comunidade e tem um grupo de 50 pessoas 2x semana, temos Lian Gong e
outras atividades relaizads pelo NASF(grupo de postura , dentre outros)
.Data:07/11/16, Hellen
h) A programação semestral de dias de Chamada Nutricional já faz parte da rotina da
unidade. Nestas datas, previamente programadas, as equipes se organizam para
realizar ações diversas de promoção da saúde com as famílias do PBF, dentre elas a
antropometria de todas as crianças e gestantes. Nestas datas o CS tem sua equipe
multidisciplinar empenhada somente para esta ação. Envolve-se a nutricionista do
NASF, ACS, Serviço Social, aux. de enfermagem, médicos, enfermeiras e acadêmicos
das diversas instituições de ensino. Todas as famílias recebem convites
282
personalizados e na ausência de alguma nesta data, mecanismos de busca ativa são
realizados pelas ESF.
i) O CS possui um grupo de Lian Gong com atividades duas vezes por semana, grupo de
Educação Alimentar e outras atividades desenvolvidas pelo NASF e os Educadores
fisícos com as atividades da Academia da Cidade. Temos uma participação
significativa, mas a equipe entendemos que este indicadro precisa ser melhorado.
Wederson 14//11/16
j) O que dificulat o acompanhamento são os beneficiarios que nõa moram na área de
abrangencia fazem que a familia fique parcialmente acompanhada .Muitos
beneficiários com endereço incorreto.Mônica 27/10/2016.
k) Análise, Nome, dd/mm/aa
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
t)
a unidade possui um grupo ja bastante solido de liang gong. a atividade é relizada na
unidade para os acs e no salão da igreja para os usuários. as equipes sempre
encaminham usuários para esse grupo, enfatizando a importancia da prevenção e
promoção de saude. papel fundamental no grupo tem a educadora fisica do NASF que
é dedicada e tem uma ótima relação com os usuários, estimulando a pratica dessas
atividades. Raquel, 15/11/16
Os profissionasis tem clareza da importancia destas atividades como prevenção e
promoção á saúde. Temos alguns dificultaderes para ampliar muito este número em
função da falta de espaço físico e hora de profissionais disponível pra esta atividade.
estamos negociando o espaço de uma Igreja para ampliar, porém este espaço é
descoberto.
A equipe saude da familia tem clareza que deve-se melhorar as atividades e ampliar
as açoes de promoção em saúde na unidade de saúde, apesar de termos alguns
grupos realizados pela ESF, educador fisico e NASF, e a academia da cidade Priscilla,
11/11/16
Análise, Nome, dd/mm/aa
Os educadores fisicos incrementaram as atividades na academia da cidade
estimulando a procura pelos os usuários. A participação destes profissionais nas
reuniões de equipe também contribuiu para efetivação dos encaminhamentos para a
academia. A retomada do Lian Gong e os grupos da fisioterapia contribuiram
para melhorar a qualidade de vida dos nossos usuários. 11/11/2016 Adirlei e
jacqueline
A baixa participação nas atividades físicas oferecidas na academia da cidade se deve a
dois fatores: inicialmente a academia funcionava no Parque Belmonte, sendo o local
afastado do bairro São Gabriel, e pelo fato da Igreja local possuir um grupo de
atividades físicas.
Não possuimos academia da cidade em nossa área de abrangência, aguardamos
ansiosamente a resolução desta situação, pois o desejo da população é grande.
Possuimos grupos com os academicos de fisioterapia e Nasf para dor crônica e
coluna, mas com público limitado. Não possuimos pessoa capacitada para realizar o
Lian Gong pois as três capacitadas nos últimos anos saíram da unidade.
A capacitação de novos instrutores do Lian Gong, a ampliação da oferta de Grupos do
NASF, a existência de uma Academia da Cidade na àrea de abrangência que articula as
ações conjuntamento com o C.S, aliada aos encaminhamentos realizados pelos
profissionais das ESF e divulgação das práticas na Comissão Local de Saúde, Colegiado
Gestor e reuniões de ESF é que permitem a ampliação da participação dos usuários
nestes ambientes de prática de atividades físicas e corporais. KENIA RIBEIRO GABRIEL
COSTA - 10/11/2016
Este dado não expressa o número efetivo de usuários que praticam atividades fisicas,
lian gong e grupos de NASF. Há uma subnotificação e erro de registro, no qual tenho
283
cobrado dos instrutores e profissionais o preenchimento das planilhas e instrumentos
adquados de monitoramento e acompanhamento dos usuários. Com a epidemia de
dengue, onde muitas atividades tiveram que ser adiadas e licença médica prolongada
de um instrutor de lian gong, este registro ficou defasado. Outro fator complicador é
a falta de espaço fisico na unidade e na comunidade para realização das atividades.
Tem sido um desafio. Buscar espaços comuitários que atendam nossas necessidades e
da população.Creio que os proximos indicadores serão mais proximos a realidade da
unidade. Vanessa Vida 06/11/16
- DS NOROESTE
a) A unidade realiza somente o Lian Gong e não possui academia na sua AB.
01/11/16
Maria Judith da Silva Rios
b) Gerente Anderson Portes, 07/11/2016. Análise: O C.S. Califórnia é o que apresenta o
segundo maior número de participantes nas atividades de promoção em saúde da
Noroeste. Existe grande apoio da Gerência para oferta de tais ações, com destaque
para o Lian Gong realizado por dois profissionais no território, em dias e horários
diferentes, QVU para os usuários recentemente implantado e dois turnos de
academia da cidade. Observa-se grande adesão dos usuários. Outro dispositivo no
território de grande adesão dos usuários são as Rodas de Terapia Comunitária,
ofertadas semanalmente no território da ESF 04. A oferta destas atividades serão
mantidas e intensificadas (quanto à participação de usuários) em 2017, com o apoio
da Gerência e Comissão Local de Saúde no território.
c) No CSCP é realizado o Lian Gong 4 vezes por semana por 02 profissionais. Não
possuimos academia da cidade. Avaliamos que é uma atividade que contribui para a
promoção da saúde e tem efeito direto na qualidade de vida. Importante aumentar a
divulgaçao e sensibilização dos profissionais e população a prática do Lian Gong.
Alessandra e Camila 27/10/16.
d) Aatividade fisica é um os pontos fortes desta unidade. Temos turmas do Lian Gong
diariamente a mais de 15 anos ( anteriormente como grupo de convivencia).É uma
grande vitrine para nós.Estamos em processo de implantação da academia da cidade,
e temos sido referencia para atividades coletivas como o pilates.
Angela, carmem e Laila em 11/11/16
e) A atividade é aberta à população e é disponível para todos que queiram participar. O
que limita as participações é o limite do espaço físico. 31/10/2016 Silvana Ferreira de
Andrade e Souza
f) A Academia da Cidade Coqueiral possui espaço físico inadequado e reduzido para a
prática de atividades físicas.
Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa - 25/10/16
g) Análise: A academia da Cidade contribui com quase 95% do volume de atividades,
avaliamos ampliação da oferta de Lian Gong para outros locais em nossa AA e ocupar
mais as academias a ceu aberto de nossa AA com a participação de academicos Nome
Renata mello 27/10/2016
h) Apesar do bom indice , 7215, a unidade apresenta muitas dificuldades para a
realização dos trabalhos e coloca que: Grande demanda da população com turmas
acima do limite; trabalho no Polo dePromoção da Saúde Realizado com seriedade e
excelente qualidade, mantendo a frequenca regular dos usuários; Cerca de 30% dos
usuários atendidos não pertenciem a área de cobertura do C.S.Glória; Polo em divisa
de outro municipio; Polo com infra estrutura e com espaçõ físico pequeno e
insuficiente para atender a demanda da população; sala de avaliação física adapata e
improvisada ( escura e quente); sistema de alarme inoperante; grande infrequencia
284
de usuários aos sábados; grande distancia do Polo ao CSGlória .
Jayne Silva e Educadoras Fisica, 27/10/2016
i) A Unidade de saúde promove o Lian gong, porém a adesão e participação é pequena.
Atribiuimos o fato à disposição da área de abrangencia(acessoa) em relação a
unidade. Vários usuários participam no área do C.S.Glória e Pindorama. Apesar do
Educador físico ser lotado nesta unidade o mesmo atende na academia do Ciame, e a
produção é lançada junto a unidade de saúde Pindorama.
j) Como os profissionais do NASF são estão lotados no CSJM, este indicador não registra
todas as participações de usuários em atividades de promoção da saúde. Outro fator
que impacta negativamente este indicador, é que muitas vezes não há computador
ou sala disponível para que os profissionais lancem no SISREDE as atividades
desenvolvidas pelos profissionais. Érika Santos, 24/10/16.
k) A atvidade é aberta à população e é disponível para todos que queiram participar. O
que limita as participações é o limite do espaço físico. 31/10/2016. Vânia Gonçalves
Novais
l)
Os numeros registrados não correspondem ao volume de oferta de atividades de
promoção. Esse numero está condizente com os atendimentos de lian gong do
quadrimestre. As atividades ofertads pelo Nasf são subnotificadas em função que
muitos atendiemntos realizados não são registrados em protocolo especifico , pois os
profissionais não tem acesso a esses protocolos no sisrede. A coordenação reconhece
e sugere que a equipe faça registro em papel, porem não há confirmação se essa
produção é registrada.
24/11/16-Julio Grazielle, Livia, Patricia, Karina, Neire
m) Análise, Nome, dd/mm/aa
n) Análise, Nome, dd/mm/aa
o) Avaliamos que mesmo não tendo Academia da Cidade e apenas um instrutor de Lian
Gong, podemos ofertar mais horários da prática. M.Isabel 02/11/16
p) Analisamos que apesar das reestruturações de RH que se fizeram no decorrer do
ano principalmente do segundo semestre de 2016 , as atividades físicas /práticas
corporais conseguiram efetivar suas propostas de trabalho e se adequar ao novo
contexto.Não houve descontinuidade das ações de promoção e prevenção de saúde.
As novas propostas de reestruturação se aproximaram mais do PSF se integrando
efetivamente no contexto da unidade passando a participar e serem incluidos no
Projeto Terapêutico Singular dos usuários.
Análise: equipe PSF/SB/Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
a) Naiara, Irene, Luciana, 28/10/16
b) 1-% de acompanhamento do bolsa família: O indicador segue a média municipal. 2- nº
de práticas corporais= Esse número vem crescendo em todo municípo.
c) Análise: A prática de atividade física realizada pelos usuários e trabalhadores do SUS,
desenvolvida pelo Programa academia da Cidade junto às praticas corporais e ao
NASF, vem apresentando um número considerável de adesão dos participantes. O
empenho dos profissionais no desenvolvimento de atividades para a promoção da
saúde e na responsabilização do usuário nesse processo tem sido um fator
fundamental para o comprometimento dos mesmos nas ações desenvolvidas. Dulce,
10/11/16
d) No segundo quadrimentre, deste ano, foram 255 participações em grupos de
Atividades Físicas/Práticas Corporais (Academia da Cidade, NASF, Lian Gong e outros
285
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
Pontos de Rede); isso auxilia na avaliação do acesso e a tendéncia do município
(crescimento ou declínio) a aderir cada vez mais às práticas corporais.
Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília;
Data: 09/11/2016
A servidora instrutora do Lian Gong está lotada na unidade, mas realiza as atividades
em dois locais diferentes:em local próximo ao serviço e juntamente com o CS Jardim
Felicidade. Dois dias da semana, o Lian Gong é realizado com a comunidade dos dois
centros de saúde, no enatnto, no resultado final, a produção é contabilizada apenas
para o CS Jardim Felicidade. Um fator dificultador a uma maior adesão pela
comunidade é a falta de espaço adequado para realização das atividades tanto na
unidade quanto nos seus arredores. Responsável: Denise Camargos. Data: 07/11/16
Realizamos em nossa unidade o Lian Gong 2 vezes por semana , colocando o mesmo
no gestão. Este número não corresponde a realidade do Centro de Saúde. Sandra
25/10/2016
Ofertar cuidados integrais a saúde da população implicam também em propiciar
ações de promoção da saúde. Por isso ofertar atividades corporias como o Lian Gong
em todos os centros de saúde é função da equipes de saúde da família. Além de
propiciar tais atividades é fundamental divulgar e incentivar a participação dos
usuários da área de abrangência com o intuito de melhorar a saúde da população.
Data: 08/11/2016 Responsável: Esquipe do Centro de Saúde Guarani.
Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02. Data: 10/11/2016.
Maior divulgação com a ESF sobre indicações e encaminhamentos dos pacientes para
a realização de atividades físicas e práticas corporais. Orientar ao ACS para
divulgação.
Falta de ACS´s nas microáreas; ausência dos pacientes durante o convite para a
avaliação/pesagem dos beneficiários; ausência dos beneficiários no domicílio durante
as visitas do ACS para monitoramento, baixa capacitação do ACS para adequado
acompanhamento dos beneficiários, alta rotatividade dos beneficiários, dificuldade
da busca ativa nas ocupações da área.
Esclareço que a equipe informa que ao analisar os indices comparativamente aos
outros serviços , é importante mencionar o periodo longo de descontinuidade das
açoes nesta unidade devido a licença medica da gerencia anterior e a rotatividade
das substituiçcoes durante onovo processode seleção do gerente atual causando um
enfraquecimento da pactuação ao estabelecida com a equipe foi feito proposta de
grupos de Lian Gong com duas intrutoras ja treinadas na unidade que nao
conseguiram desenvlover o projeto sem apoio, porem leva -se em consideraçao
tambem que alguns centros de saude contam em sua area de abrangencia com um
polo de Academia o que amplia o acesso da populaçao a atividade fisica.Outro
dificultador na unidade é area ficica disponivel e o acesso do usuario ao serviço
devido a distancia de sua residencia ja mencionado por muitos em convites pela
unidade.As atividades praticas encontram-se abaixo do real e ideal para esta
população que tanto almeja melhoria na qualidade de vida.È importante mencionar
que os Educadores Fisicos e profissionais do NASF buscam incessantemente em
minha unidade formas de trazer o usuario para próximo da UBS, porem existe
dificuldade de registro de suas ações ,digo produção por falta de acesso ao sistema
(falta de equipamento-computador, Internet ou a carga horária muito
reduzida).Andréa Moreira Rocha de Brito BM41168-3
Luciana, Claúdia e Maria do Carmo, 10/11/16, Houve aumento do número de
partticipantes , porém ainda reduzido; Pouca divulgação dos profissionais para os
usários, articulação frágil dos profissionais da academia da cidade com os demais
profissionais da unidade de saúde,
286
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
O número não confere com o real. Observamos uma desorganização do profissional
para anotação dos participantes. Temos um número expressivo de participantes das
atividades . Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/ Camila/ Sibele (31/10/16)
Limitações na estrutura física da unidade; áreas no território com difícil acesso para a
população; ausência de academia da cidade dentro da área de abrangência da
unidade;
Responsável: Carolina Medeiros
Data: 23/11/16
Apresantamos um bom resultado, mesmo com a dificuldade de acesso dos usuários
da área de abrangência que moram distantes da academia da cidade e do local onde é
realizado o Lian Gong. . Cléris Blanco de Souza. 03/11/2016
Este indicador apresantamos um bom resultado, devido termos em nossa área a
Academia da Cidade, com um grande número de alunos do território e termos dois
instrutores de Lian Gong que fazem as práticas efetivamente. Camila Vieira
03/11/2016
espaço fisico do CS inadequado para praticas de atividades corporais e de promoção
de saúde.
Em virtude da desmotivação da ex-instrutora de Lian Gong do CS Providência e depois
a falta de outro profissional treinado para o desenvolvimento desta atividade,
podemos dizer que praticamento no Ano de 2016 não tivemos esta atividade
oferecida aos usuários do nosso Centro de Saúde Providência. Os usuários que estão
fazendo Lian gong são alunos de profissionais que não são lotados em nossa Unidade,
dificultando a interação entre eles e as ESF, mesmo que as práticas ocorram em nossa
área de abrangência (Parques). Quanto à Academia da Cidade, temos uma demanda
significativa para as atividades lá desenvolvidas, principalmente para o turno da noite.
Isabella de Aguiar Melo Cardoso, Gerente CS Providência, 06/11/2016.
Verificamos que a produção esta lançada no Centro de Saúde São Bernardo e Campo
Alegre e por isso a produção da Unidade está tão baixa. Silvana 22/11/16.
Incentivar e sensibilizar os profissionais (NASF à criação de novos grupos para a
realização de práticas de hábitos saudáveis (atividade física e práticas corporais);
qualificação dos registros de atividades coletivas para melhoria do indicador;
capacitação de 01 profissional para o desenvolvimento da prática do Lian Gong na
Unidade de Saúde (temos apenas 01 profissional capacitado).(Avilmar Carvalho e ESF)
(09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Na análise do indicador verifica-se que a unidade atingiu 75% de participação em
atividades físicas em relação ao parâmetro. No entanto, na área de abrangência do
Centro de Saúde Betânia não existe equipamento público para exercício desta prática,
tais como praças, academias da cidade, parques, dentre outros. Os equipamentos
públicos existentes ficam distantes na U.B.S, o que dificulta o acesso e adesão á
prática de atividades físicas. Além disso, na unidade não existe espaço adequado para
esta prática. O conselho Local de Saúde tentou, nos últimos seis anos, que um terreno
público localizado á rua Canoas, 555, bairro Betânia, fosse disponibilizadoe para este
fim, no entanto não obteve sucesso. Temos uma educadora física, de 12 horas
semanais, que desenvolve atividades físicas no parque Jacques Cousteau, que se
localiza em outra área de abrangência. Os usuários portadores de doenças crônicas
são encaminhados para esta atividade e para academia da cidade localizada no bairro
cinquentenário, mas muitos alegam dificuldades de acesso aos locais. Além desta
atividade, a educadora física desenvolve atividades com os servidores do centro de
287
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
saúde, após o expediente de trabalho. O NASF que atende nossa unidade também
atende outras duas UBS e realiza grupos de promoção de saúde, porém pelo mesmo
dificultador citado anteriormente, não existe grupo de atividade física na área de
abrangência do C.S. Betânia. Além disso, vale ressaltar que na área de abrangência do
C.S. Betânia existem diversas academias de musculação, quadras de esportes
coletivos, dentre outros espaços particulares que possibilitam que os usuários
cadastrados nesta unidade pratiquem atividade física fora dos equipamentos
públicos, o que reduz a participação dos mesmos com os profissionais da unidade.
113. A área de abrangência não possui academia da cidade apesar de termos uma
grande procura por atividades físicas por parte dos pacientes. São realizados vários
grupos dentro da Unidade e em alguns espaços fora também (igrejas, centros sociais).
Pode estar ocorrendo um sub-registro devido a escassez de computadores e espaço
físico na Unidade. Acreditamos que este número seja muito maior. Um computador a
mais na Unidade ajudaria muito para que o NASF e instrutores de Lian Gong tivessem
mais facilidade para registrar os atendimentos.
o numero de participação em atividades fisicas não está dentro das expectativas da
unidade . Isto se deve ao fato de que a area de abrangencia ainda não possui
academia da cidade , neste quadrimestre avaliado. Avaliamos que o espaço
disponivel que temos na unidade está sendo utilizado pela comunidade e pelo
educador fisico na medida dentro das possibilidades ofertadas .
O Centro de Saúde C. Betania está com o numero de participantes em atividades
fisicas abaixo do parametro que o quadrimestral < 508 .O Centro de Saúde Conjunto
Betania , acredita e valoriza as questões vinculadas a promoção da saúde . Em relação
a oferta de praticas corporais e atividade fisica , atualmente o centro de saúde conta
com 1 equipe de NASF dividida em 3 centros de saúde, 1 instrutora de Lian Gong e 1
educadora física que atende na academia da cidade de outra unidade.
O parametro do número de participação de atividades fisicas por unidade é de 6097 ,
o Centro de Saude Havai teve um numero de participações de 13.231 no ano de 2015
e 6737 participações no segundo quadrimestre de 2016. O que demonstra um
número bastante significativo de participação da população de nosso territorio em
atividades fisicas.
Índice de 53. Esse valor se deve à inexistência de academias da cidade na área de
abrangência e ao subregistro no sistema das atividades realizadas.
Análise: A pratica de Lian Gong dos usuários da AA de abrangência do CS Noraldino de
Lima vem aumentando gradativamente, após a sensibilização constante dos usuários
quanto a importância e impacto em sua saúde . Não possuímos academia da cidade .
Os dados sugeridos para análise referem-se a do 1º ciclo de 2014 na qual obtivemos
uma participação de 10736 em relação ao período de 10/15 ao 1º quadrimestre de
2016 de 11826 participações demons- trando um crescimento gradativo dos
usúarios nas praticas e adesão a atividades fisicas. As ESF , NASF e toda equipe do CS
vem buscando incentivar e ofertar em horários diversos e em locais como parques as
atividades de Lian gong ,o que pode ser justificado para o aumento das participações.
O centro de saúde tem indice de participação em atividades fisícas acima do
parametro < 508 no quadrimestre de 2016.
633 participações registradas. A mudança de forma de acompanhamento do
consolidado das atividades coletivas do Lian Gong em 2016 dificultou registro real nos
primeiros meses. As atividades realizadas pelo NASF ficam registradas como produção
de sua Unidade de lotação (o pólo é lotado no CS Palmeiras). Não existe Academia da
Cidade na AA da Unidade.
Em nossa área de abrangencia, naõ há academia da cidade. O Liang Gong é oferecido
duas vezes por semana para a população do Santa Maria. Uma instrutora desistiu de
ministrar a prática há cerca de 3 anos.
288
l)
m)
n)
o)
p)
q)
O CSSJ FICOU ABAIXO DA MÉDIA DO MUNICÍPIO E CONSIDERMOS QUE ESTE FATO
PROVAVELMENTE PODE SER DEVIDO À PROXIMIDADE DA ACADEMIA DA CIDADE DO
CSVL, POIS O REGISTRO DA FREQUÊNCIA DESTES USUÁRIOS NA ATIVIDADE FÍSICA
FICA REGISTRADA NESTE CENTRO DE SAÚDE. QUANTO A PRÁTICA DO LIANG GONG
TEMOS DOIS PROFISSIONAIS QUE REALIZAM DOIS GRUPOS DE ATIVIDADES
SEMANALMENTE, TOTALALIZANDO 4 GRUPOS/SEMANAIS. PROPOSTAS DE
INTERVENÇÃO PARA MELHORIA DO INDICADOR: 1- SENSIBILIZAR E CAPACITAR OS
PROFISSIONAIS NO REGISTRO ADEQUADO PARA AS ATIVIDADES REALIZADAS. 2 INSERIR PROFISSIONAL PRÓPRIO DA UBS NAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA
EQUIPE DO NASF.
Percebe aumento do numero de participantes nasa atividades físicas pois existe
insentivo constante dos profissinais para esta atividade oq eu trouxe grandes
benefícios a saúde da população. Além da academia da cidade o CVS oferece o Liang
Gong 3 vezes na semana e este grupo está consodlidado na unidade. Além disso o CSV
possui a equipe do NASF o qual esta ativamente promovendo diversas atividades de
promoção de saúde .
no ano de 2015 o Centro de Saúde Vila Imperial teve um número de 107 participantes
em atividades físicas, evoluindo para 479 participações no 2º quadrimestre 2016. No
CSVI não possuímos Academia da Cidade, sendo este um fator que contribuiente por
não atingir a meta de 508 participaçoes propostas pelo munícipio.
No CSVL esta meta foi atingida porque é um Centro de Saúde que possui acadêmia da
cidade, Lian Gong, e NASF. Apesar disto é um indicador que para ser compreendido
com maior qualificaçõa de resultado quadrimestral de promoção de saúde necessita
qualificação de registros, principalmente do NASF e Lian Gong , e avaliação dos
impactos no cuidado aos pacientes crônicos das Equipes. Em relação aos dados
apresentados pela GEREPIO também este indicador , das 17 Unidades , 10 ou seja
62% das Unidades ainda enfrentam desafios para realizar atividades fisicas,praticas
corporais,o que aponta fragilidade para este indicador, sugerindo necessidade de
ações em parceria Unidade,Distrito e Secretária.
No C. s. Vista Alegre esta meta não foi atingida principalmente porque é um Centro de
Saúde que não possui acadêmia da cidade. Possui problemas no registro do Lian
Gong e NASF. Além disto é um indicador que para ser compreendido com maior
qualificaçõa de resultado quadrimestral de promoção de saúde necessita qualificação
de registros, principalmente do NASF e Lian Gong , e avaliação dos impactos nos no
cuidado aos pacientes crônicos das Equipes. Em relação aos dados apresentados pela
GEREPIO também este indicador , das 17 Unidades , 10 ou seja 62% das Unidades
ainda enfrentam desafios para realizar atividades fisicas,praticas corporais,o que
aponta fragilidade para este indicador, sugerindo necessidade de ações em parceria
Unidade,Distrito e Secretária.
Número de participação de atividades Físicas/Práticas Corporais ( Academia da
Cidade, NASF, Lian Gong e outros Pontos da rede) de Belo Horizonte por
quadrimestre = 78. A área de abrangência do CSWL não possui equipamentos como
Academia da cidade, praças, área de lazer.
- DS PAMPULHA
a) Análise, Nome, dd/mm/aa
b) Tivemos um aumento de quase 4 vezes no número de participantes com relação ao
primeiro quadrimestre de 2016, o que pode ser atribuído a inauguração da academia
289
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
da cidade e as ofertas da Dança Senior na Igreja Divina Providência e o Lian Goong na
área física do CRAS, além do trabalho de divulgação destas ofertas de forma mais
sistematizada nesta UBS e encaminhamentos realizados pelas referências
especializadas do CEM. Manayá e Maria Lúcia, 08/11/2016.
Aparecida Campos, 03/11/16. Não possuímos Academia da Cidade e temos certa
dificuldade na vinculação dos usuários às atividades desenvolvidas, como no Lian
Gong e Dança Senior. O espaço físico é um problema para a unidade.No entanto,
percebe-se um aumento se compararmos os quadrimestres.
O resultado apresentado comprova o aumento, mesmo que pequeno do número de
participações. Atualmente, mantemos a atividade 1 vez por semana. Não temos
academia da cidade, apesar de termos grupos de atividade física 3 vezes por semana,
porém não foram computados tais dados. Júnia Ribeiro 01/11/16
Os resultados monstram um aumento na participação da população nas atividade no
último ano. Esse fato pode ser justificado pelo início das atividades da academia da
cidade no BH cidadania do bairro Ouro Preto e aumento na oferta de outras
atividades, além da melhoria na divulgação. Porém ainda percebemos a dificuldade
no acesso de alguns paciente aos locais onde ocorrem as ativades, pela distância e
por não ser uma região plana a área de cobertura da unidade de saúde. Cristina,
Fernanda, Jugmar, Alessandra e Vanessa. 10/11/16
Verificamos aumento de participações nas atividades físicas/práticas corporais na
Unidade. Como não possuímos Academia da Cidade nossa atividade está concentrada
no Lian Gong. Eliane 11.11.16
Análise, Nome, dd/mm/aa
A Unidade de Saúde Santa Amélia apresentou um aumento significativo no número
de participação de atividades físicas/práticas corporais em relação ao quadrimestre
anterior. Esse aumento deve-se à melhora do registro adequado das atividades pelos
profissionais e acreditamos que é possível melhorar mais. A Unidade não posuui
Academia da Cidade. As ações de Lian Gong são realizadas 02 vezes por semana pela
ASB e há um grupo de atividade física coordenado pela Educadora Física na própria
UBS também 02 vezes por semana. Diógenes, Nathália e Edivania - 26/10/16.
observamos uma adesão significativa da pop na participação das atividades fisicas/
praticas corporais, melhor registro da produção por parte dos educadores fisicos .
Observamos um aumento muito inespressivo do número de usuários que participam
das atividades de Promoção à Saúde na unidade. Realizamos agora, uma ampliação
dos grupos com criação de novos grupos como (Atividade Física) e estamos
observando um aumento da participação dos usuários. (Leonardo, Márcia)
Tivemos aumento de adesão , em relção ao quadrante anterior. Este aumento se deve
ao trabalho de sensibilização sobre a importância das atividades na população,
melhorando a qualidade de vida,. Contamos com educadores fisicos, Liang Gong.
Frernanda
Ampliamos as turmas de Lian Gong, garantindo a possibilidade de o usuário optar
pela manhã ou a tarde. Além disso, conseguimos mais 01 educador físico para a
academia da cidade, possibilitando ampliação de turmas. Renata Nunes 27/10/16
Analise: Ações de promoção e proteção da saúde são fundamentais para a
reorientação dos modelos assistenciais, sendo uma estratégia de articulação
transversal que objetiva a melhoria na qualidade de vida e a redução dos riscos à
saúde, por meio da construção de políticas públicas saudáveis, que proporcionem
melhorias no modo de viver. Temos o privilegio de contar com Academia da Cidade
ao lado da UBS e termos dois grupos de Lian Gong, fortalencendo as atividades de
promoçao a saude CASSIA QUINTAO, VANESSA, LUCIANA, JESSICA E
JULIO.03/11/2016
290
n) Análise: Há grupo de Lian Gong na área do Trevo com boa adesão.Não há academia
de Cidade. É feita a divulgação dos grupos para os usuários através de apresentações
nas reuniões de Comissão Local de forma a aumentar o público, mas é preciso
intensificar a divulgação para a população e para os profissioanis da UBS. ENI DA
SILVA BRAGA - 19/10/16
- DS VENDA NOVA
a) Temos o Lian Gong todos os dias pela manhã na unidade, com 2 isntrutores que se
revezam. Portanto estamos oferecendo para a população práticas para melhorar a
saúde física e mental. Fernanda Dias Vieira, 28/10/16.
b) Análise: O Centro de Saúde conta com Academia da Cidade há quase dois anos e
nesse trimestre tivemos maior empenho das equipes com encaminhamentos
qualificado. A prática do Lian Gong é realizado 03 vezes por semana, mas ainda
necessitamos ampliar o espaço para novas inscrições. Ainda temos um grupo de
Dançaterapia e alongamentos que acontecem 01 vez por semana, ministrados pela
educadora física e fisioterapeuta, tendo excelente participação e satisfação dos
usuários. Beatriz F.C Fernandes 26/10/16
c) Responsável: Ana Eliza Miranda de Pádua. Data: 24/10/2016. Análise: avaliamos que
o número de usuários participantes de atividades físicas praticamente manteve-se o
mesmo. Não contamos com equipamentos institucionais como academia da cidade e
CRAS.Contamos apenas com uma profissional de LIANG GONG e uma profissional
educadora física do NASF, sendo esta com carga horária de 10 hs semanais.
d) Falta de registro das atividades realizadas. Avidades desse C.S.: Projeto Peso Legal,
Lian Gong (janeiro/16), Zumba, Forró, grupo de caminhada. Completando a
informação sobre o indicador Número de participação de Atividades físicas / Práticas
Corporais (Academia da Cidade, NASF, Lian Gong e outros Pontos da Rede) de Belo
Horizonte relato que desenvolvemos o Projeto Peso Legal multidisciplinar que visa a
prevenção, a promoção e a recuperação de saúde relacionados à obesidade e suas
complicações. Estrategicamente esse projeto atua em cinco eixos. Eixo 1- Educação:
palestras em escolas, igrejas e outro espaços comunitários do bairro. Eixo 2- Projeto
Caminhar: grupos de caminhada, aulas de ritmos, de zumba e de forró. Eixo 3Acompanhamento familiar: visitas domiciliares para famílias com vários casos de
obesidade, especialmente infantil. Eixo 4- Acompanhamento multiprofissional por
médicos, enfermeiros e fisioterapeutas. Eixo 5- Pesquisa científica desde de 1º de
novembro de 2014.
Relato que realizamos o Lian Gong até o dia 21/01/16 devido às licenças médicas
prolongadas e programação para aposentadoria da auxiliar de enfermagem que o
aplicava. Esta prática foi reiniciada, no Clube SESC - Venda Nova, em outubro/16 por
outra auxilar de enfermagem.
Além dessas atividades divulgamos a Academia da Cidade e encaminhamos usuários
quando há adesão dos mesmos. Responsáveis: Andréa Regina de Paula Nacif,
Rosilene da Cruz Ferreira Abreu, Jacqueline Vieira de Sousa, Ana Cristina Faria.
28/10/2016
e) Vamos manter as atividades do Lian Gong, onde há uma participação efetiva da
comunidade. Precisamos melhorar o registro de algumas atividades desenvolvidas
pelo NASF e pelo educador físico do NASF, no enatanto, infelizmente a área de
abrangência do Centro de Saúde Jardim Europa não possui Academia da Cidade. Talita
Munick Vieira Gomes 03/11/2016.
f) percentual de Acompanhamento das condicionalidades da saúde das famílias.
291
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
O Centro de Saúde Jardim Leblon tem conseguido há dois anos consecutivos 100% de
acompanhamento das condicionalidades. Conseguimos sensibilizar as ACS e todos
profissionais do Centro de Saúde. Mostra a participação efetiva dos envolvidos e
equipes para atender os requisitos no acompanhamento do Bolsa Família. Análise:
Silvana Marques do Nascimento e Equipes -003/11/2016
Ana Maria Braz Esteves- 27/10/2016 Considerando o número absoluto de pessoas
realizando atividades físicas o dado está expressivo, mas considerando o número da
população total do bairro, esse número deveria melhorar, visto que a maior parte da
população não é participativa. A falta de espaço físico, o número redusido de
profissionais, horário não acessível para a população, falta de interesse e segurança
local disponível.
A Unidade não possui Academia da Cidade em sua área de abrangência, não tem
instrutor de Lian Gong que saiu em transferência há mais de 2 anos, não tem
educadores físicos no NASF. Tudo isto é reinvidicação desta Unidade e que
certanmente impactou no indicador..O s fisioterapeutas do NASF tem feito atividades
corporais, apesar da falta de espaço físico no Centro de Saúde as atividades tem
acontecido no CRAS, o acreditamos ter acontecido é que o registro da produção vai
para "Atividades Coletivas de Reabilitação e tratamento" e não de práticas corporais.
Análise, Nome, dd/mm/aa
O valor apresentado neste indicador é reflexo da falta de Academia da Cidade na área
de abrangência do Centro de Saúde Nova York, da falta de instrutor de Lian Gong,
bem como da ausência do profissional educador físico na equipe do Nasf. Outro fator
a ser levado em consideração é a falta de registro dos grupos realizados pelo Nasf, já
que estes ocorrem com periodicidade definida e são bastante frequentados pela
população. Regiane, 03/11/2016.
Baixa adesão dos usuários para atividades fisicas e práticas alternativas.Synara Batista
31/10/16
A única atividade realizada no Centro de Saúde Rio Branco é o Lian Gong. Nos meses
de maio, junho e julho esta atividade esteve suspensa devido a mudança de instrutor
e de local de realização. Observamos que há uma boa participação e procura do
usuários. Não ficou claro para nós o quantitativo de 92 (número de participantes ou
de participação), uma vez que temos aproximadamente 70 participantes efetivos.
Adalberto, 24/10/2016
As equipes do CS incentivam bastante aos usuários a participação de atividades
físicas. Por sua vez os profissionais da Academia da Cidade e os instrutores de Lian
Gong se empenham no incentivo e motivação para continuidade da atividade. Tanto
que a acadêmia está trabalhando com totalidade da sua capacidade de atendimento e
os grupos de lian gong estão bastante cheios. RAQUEL SARDI 20/10/16.
Toda a unidade tem se empenhado em divulgar e encaminhar os usuários para as
atividades de promoção de sáude, e estamos conseguindo criar entre os profissionais
uma "cultura " da promoção da saúde e de prevenção de agravos, e isso impacta
positivamente na participação dos usuários em todas as atividades propostas.
Doriana Ozólio 31/10/16
A atividade física apresenta diversos efeitos benéficos ao organismo, sendo
recomendada como uma estratégia de promoção da saúde para a população. Este
indicador estima o número de participação pela qual o usuário poderia ser
beneficiado pela prática corporal na Academia da Cidade e pela prática corporal do
Lian Gong visando à promoção da saúde, prevenção de doenças e o autocuidado. Esse
indicador é relevante para o planejamento e monitoramento das ações de prevenção,
promoção e autocuidado realizadas no território, subsidiando processos de gestão e
avaliação de políticas de saúde. O fato de possuirmos uma Academia no nosso
292
território e termos dois instrutores do Lian Gong favorecem muito o bom
desempenho neste quesito.
p) Nota-se que a populaçao tem uma boa adesao às práticas de atividades fisicas,
praticas corporais disponibilizadas pela unidade à ela. Isso favorece em muito a
prevenção de doenças e melhora a qualidade de vida da população. Percebe-se que
somos uma das unidades que há maior participação da população, apesar de
encontrarmos problemas principalmente quanto ao espaço fisico para realização das
praticas de lian gong. Alex Veloso Mendes 20 de outubro de 2016
Bloco 6: Ações de Prevenção em Saúde
4.6.1- Percentual de pessoas com diabetes fumantes.
- DS BARREIRO
a) Responsáveis: Selmária S. Mourão e Sergio (farmaceutico NASF)- Data: 22/11/2016 De acordo com o parâmetro informado, entendemos que a Unidade está acima do
recomendado. Mas avaliamos que ainda não temos informações e conhecimentos
suficientes para avaliar esse resultado. O CS procura atender todos os usuários
diabéticos dentro do protolcolo e esperamos ter contemplado nesse indicador, a
maioria dos diabéticos atendidos.
b) A análise do indicador demonstra um percentual consideravel de usuarios fumantes.
Observa-se a necessidade de ampliação das ações para controle do tabagismo em
nosso territorio. Fabiana Ribeiro, 14/11/16.
c) Intensificar a divulgação do grupo de tabagismo. Reforçar as orientações dentro e
fora do grupo quanto aos riscos para a saude do diabetico, especialmente o cardiovascular. LILIAN, CAROLINA,RICARDO 27/10/2016
d) Adriana M. C. siqueira, 28/10/2016. No 1º ciclo, tínhamos 11,32%, no 2º ciclo, 11,36%
e neste ciclo, 2,7%, que pode estar relacionado a um subregistro dos profissionais no
SISREDE ou à queda do nº de tabagistas desde que se iniciou na UBS o grupo de
cessação do tabagismo, que teve e tem grande procura.
e) observado um baixo percentual de captação; sendo necessário maior investimento
por parte dos profissionais para alimentar este dado. Marcia Mariano 08/11/16
f) A unidade realiza acompanhamento sistemático dos usuários com diagnóstico de
diabetes, incentivando a cessação do tabagismo e o controle da doença, através do
tratamento medicamentoso e mudança de hábitos de vida. Promove e incentiva o
ambiente livre do tabaco. A unidade oferece o grupo de cessação do tabagismo, além
do grupo de nutrição e grupos operativos de doenças crônicas. Verônica e Dalva
09/11/2016
g) Observa-se que o percentual de diabetes fumantes está próximo da média do
município. No entanto, por estar localizado em uma região de alto índice de
vulnerabilidade social, a incidência de tabagismo e uso de outras drogas é mais
elevado. Na unidade já existe o grupo de tabagismo estruturado com equipe
multidisciplinar (psicólogo, farmacêutica, generalista, assistente social e odontologia),
porém não temos os dados do ano anterior para avaliar a efetividade do grupo.
Acreditamos que este percentual tende a declinar no próximo semestre devido à
implementação de novos grupos. Fabiano, Poliana, Nathália; 26/10/16.
h) Dado relativamente baixo. Pode estar ocorrendo inconsistencias no registro. Porém
esse número pode estar realmente mais baixo devido à conscientização que vem
293
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
t)
ocorrendo nos últimos anos dos maléficios do tabaco. São realizados grupos
antitabagismo na unidade , tendo uma procura e uma adesão grandes. Rafaela Sardi
de Almeida 07/11/2016
Analisando a situação, associamos o indicador zero a não realização de registro no
SISREDE sobre tabagismo, no local adequado no protocolo de Atendimento de
Diabetes.
Analisamos que nosso indicador está ruim e precisa melhorar. Garantindo a
capacitação de mais profisisonais para orientação breve e realizaçao de mais grupos
de tabagismo por ano.
Esse dado apresenta uma tendência a manutenção da média em relação aos anos
anteriores, apesar da rotatividade médica e incremento de ações de abordagem
rápida e oferta de grupos de tabagismo para os usuários.
A agenda dos profisisonais médico e de enfermagem estão organizadas para o
atendimento do paciente diabetico e hipertenso, além das atividades de grupo
ofertadas pelas equipes e NASF, como o grupo de tabagismo. Paulene Simões e
Grazielle Souza - 18/11/16.
Temos um percentual importante de diabéticos fumantes, quando comparado às
outras unidades do distrito Barreiro, portanto importante garantir ações que
estimulem a cessação do tabagismo, além de ofertar à população espaços de
atividades físicas e lazer, pois já se sabe que ajuda no combate ao tabagismo.
Atualmente, temos um grupo de tabagismo acontecendo na uidade, porém com baixa
adesão de usuários. karina fonseca 10/11/16
A unidade não analisou este indicador
Dados os problemas que a diabetes traz ao organismo, este quadro so se torna mais
grave quando associado a tabagismo. Aparentemente um pequeno numero de
diabeticos são fumantes mas entendemos que este grupo possui potencial de
adoecimento muito elevado e por tanto devem receber especial atenção e seu
acompanhamento. Responsaveis: Marcos Leandro, Marilia, Joana, Cristiane e
Claudionice. 16/11/2016.
Na analise percebemos um percentual alto, porém atribuimos ao registro correto no
SISREDE, apesar de termos atividade antitabagismo e conscientizações constantes aos
diabéticos. Analise feito pela G. Denise e Enf. Paulo 16/11/16
O C.S.Urucuia apresentou um índice abaixo da média do Distrito Barreiro, mas ficou
aquém em relação a parametrização da SMSA.
A unidade não analisou este indicador
O índice da Unidade é um dos mais altos do Distrito Barreiro, podemos inferir que o
registro dos profissionais está adequado no Protocolo de Diabetes e que o número de
fumantes está realmente aumentado.
Apesar de apresentar um percentual um pouco acima do apresentado por Belo
horizonte, a equipe consegue realizar atividades como abordagem breve, em grupo e
individual dos usuários na UBS, sempre que levantados na consulta ou em outro
momento o usuário é direcionado ao grupo ou atendimento individual. Bruno César
Saldanha 10/11/16.
- DS CENTRO SUL
a) Observa-se que há um percentual maior do que o esperado (<4), pois houve um
aumento no número de registros de casos, bem como maior captação através dos
grupos.
Gerente Adjunta Verônica Pedersane Nunes de castro DATA: 11/11/2016
294
b) Observamos que, comparando os dados do ano anterior 2015 (2,27%) com os dados
do 2º QD 2016 (1,75%) houve um decréscimo no caso de fumantes identificados. Isso
pode ser devido ao baixo registro das informações no SISREDE, falha na investigação e
busca ativa de fumantes. Algumas possíveis análises quanto a esse resultado podem
ser: rotatividade dos profissionais que atendem a demanda espontânea e
acolhimento, principalmente, enfermagem, o que requer sensibilização e capacitação
desses profissionais para investigar e registrar esses dados no SISREDE. Análise:
Shirley P Almeida. Data: 10/11/2016.
c) A escolha deste indicador como um balisador das ações de prevenção em saúde vem
alertar a equipe para a importância de não só identificar e registrar o paciente
tabagista, mas também de sensibilizá-lo quanto aos prejuízos para a sua saúde.
Entretanto, a anotação da existência deste vício no prontuário eletrônico ocorre
possivelmente muito aquém do observado ou esperado. Importante ressalvar ainda a
subnotificação devido a instabilidade do SISREDE e consequente uso do prontuário de
papel. Jalda 11/11/2016
d) A população assistida pelo CSMJ tem como característica residir em outra área de
abrangência e/ou ter plano de saúde. Devido ao parâmetro de alerta ser menor que
6%, avaliamos que pode estar ocorrendo problemas no registro de atendimento aos
pacientes dentro do protocolo específico. Maria Bernadete Miranda/18/11/2016
e) Acreditamos que ainda há problema de registro neste indicador e que o mesmo não
retrata a realidade. Como ação, o Centro de Saúde tem realizado grupos de cessação
de tabagismo, mas a nossa oferta ainda é bem inferior à nossa demanda. A adesão ao
grupo já chegou a ser de 50%, no último grupo atingiu somente 30%. Solange Beirão 08/11/2016
f) O percentual de pessoas fumantes com Diabetes Mellitus no CS NS de Fátima (4.4)
está dentro do parâmetro esperado, próximo do indicador do distrito (4.66). Muitas
vezes percebe-se a falta de registro das informações de tabagismo no protocolo de
diabetes no SISREDE pelos profissionais. Na unidade é ofertado o grupo de tabagismo
com ações de controle e cessação do tabagismo realizado pelo NASF com o apoio das
ESF. Na UBS tem estágios da Enfermagem e Odontologia da UFMG que realizam
atividades de promoção à Saúde com abordagem ao tema do tabagismo.
Simone Couto/ESF/07/11/2016
g) O C.S.Oswaldo Cruz já modificou o percentual deste indicador para 5,38, sendo a
média do município 6,80 e do distrito centro sul 9,35. Está abaixo das duas médias,
mas houve boa melhora na captação. Realizamos neste ano duas rodas de conversa
com a equipe abordando o tabagismo e diabetes para instrumentalizar mais a equipe
para melhorar o indicador. Sirlene - 27/10/16
h) Apresentamos uma diminuição no percentual de pessoas com diabetes que fumam:
6,39% (2015) para 4,8% (2ºQD 2016). Levantamos a possibilidade de a queda ter
ocorrido devido aos registros inadequados no SISREDE, ressaltando que durante o
período analisado a rede da PBH oscilou muito e dificultou os registros necessários.
Vanessa, Isabella, Liliane, Lúcia, Karla e Camila/11/11/2016.
i) Neste quadrimestre tivemos uma redução no dado de percentual de diabetes
fumantes (4,29) quando comparado com o dado de 2015 (6,32). O registro em
prontuário eletrônico parece ser o fator que mais contribuiu. Apesar de já estar
instituído na unidade o grupo de tabagismo, identificamos que ele não contribuiu
para a diminuição deste dado, pois a maioria dos participantes não tem diabetes.
Temos uma fila de espera de usuários interessados em participar do grupo, mas só
estamos conseguindo realizar dois por ano devido à disponibilidade da agenda do
NASF. Alessandra/Regina/ESF/14/11/2016
j) Para se fazer uma análise deste indicador é preciso saber os números absolutos, para
se ter ideia do percentual de registro do dado sobre tabagismo entre os diabéticos.
295
Em relação à análise no período anterior do registro, pelos números absolutos, ficou
evidenciado que o registro varia muito de um local para outro e é, em geral, muito
baixo. Ana Prado, Cristiane - 10/10/16
k) Há um sub registro da informação nos prontuários sobre o tabagismo, com
necessidade de melhoria da qualidade dos registros para que contenham a
informação sobre diabetes e tabagismo. Anita, 09/11/16
l) O indicador melhorou, pois fizemos parte da implantação do Projeto Anti-Tabagismo,
com sensibilização dos trabalhadores e depois dos usuários. Iniciamos a "UNIDADE
SEM TABACO", mas ainda há muito o que fazer através do grupo de tabagismo e
sensibilização constante da equipe. ELIANA MIRANDA 16/11/2016.
- DS LESTE
a) O percentual de 2,3 % de pessoas com diabetes e fumantes não reflete a realidade do
Centro de Saúde Alto Vera Cruz porque se encontra aquém do verificado pelas
equipes e do esperado pela literatura. Acreditamos que possa haver uma
subnotificação de dados.
b) As equipes têm registrado adequadamente dentro do protocolo de diabetes o que
refletiu na melhora desse indicador. Patricia Roberto 11/11/16.
c) 11/11/16 . Percebemos a importancia de melhorar os registros nos protocolos de
atendimentos,pois temos apenas o percentual de 1.15 % ,que não corresponde a
realidade de diabéticos tabagistas.Nesse sentido, faz-se necessário investir na
qualidade dos registros nos protocolos.Além disso realizamos 03 grupos por ano de
antitabagismo ,o que favorece a oferta de apoio ao grupo de diabéticos .Solange e
equipe
d) Nota-se provável subnotificação dos dados, provavelmente devido a alta rotatividade
de profissionais e falta de conhecimento do protocolo por parte dos mesmos, saliento
ainda que durante o período avaliado a falta de acesso ao gestão compromete os
dados.
Edna 14/11/2016
e) Trata-se de um novo indicador, tendo em vista que anteriormente avaliávamos os
casos de fumantes hipertensos e/ou diabéticos. Ressaltamos que durante o período
analisado tivemos problemas de acesso ao SISREDE o que pode ter ocasionado um
sub-registro.Geralda Margarida dos Santos, Denise Mendes Taveira, Luciana de
Carvalho Mariosa , Raquel Magalhães e Silva, Carla Valéria Moreira Costa 11/11/16
f) Embora a unidade oferte o tratamento para tabagismo, ainda há déficit no
preenchimento dos campos obrigatórios do protocolo de atendimento ao diabético,
que favorecem a subregistro destes dados. Douglas Aparecido Fernandes Silva.
11.11.16
g) Acreditamos que este dado de fato encontra-se subnotificado, por ser um indicador
novo e também devido a instabilidade no sisrede que em muito dificultou a
alimentação adequado dos bancos de dados, tem sido uma tematica frequente nas
reuniões de equipe a cessação do tabagismo reforçamos que o atendimento
individualizado é ofertado por todas as equipes e o grupo será retomado no primeiro
semetre de 2017.
h) Acreditamos haver subnotificação neste dado. Ao longo de 2015/16 fizemos auditoria
em DM nas 4 ESF o que melhorou muito o acompanhamento dos pacientes diabéticos
bem com o a captação dos indivíduos fumantes e encaminhamento para grupo de
tabagismo.
ANDRÉ LUIZ DE MENEZES, 09/11/16
i) Acreditamos que este número possa ser maior diante do número de usuários que
ficam na lista de espera pelo grupo de controle ao tabagismo. A abordagem ao
296
tabagista ainda está muito atrelada a época de oferta do grupo de controle ao
tabagismo. A abordagem fora deste período ainda é tímida.
j) Controle adequado e incentivo por parte dos profissionais no sentido da inadequação
do tabagismo principalmente em diabéticos. Eunice da Silveira Andrade. 12/11/2016.
k) Marcílio Amaral - 18/10/16: Para garantir uma interpretação epidemiológica desse
indicador é necessária a utilização sistemática dos protocolos específicos (no caso o
protocolo de diabetes). Para além disso é importante identificar no protocolo o
tabagismo como fator de risco. Na prática, como os usuários no geral possuem mais
de uma patologia, o atendimento aos mesmos é realizado pelo Protocolo do Adulto, e
não separado por patologias. A princípio entendemos que esse indicador se encontra
subdimensionado.
l) Informação importante e dado preocupante. Apesar do programa do controle do
tabagismo, capacitação da equipe e da disponibilização dos medicamentos ainda
temos um bom número de DM fumante. É fato que a medicação ficou bastante
instável nesse período o que pode ter contribuido na manutenção desse indicador.
Vera Lúcia de OLiveira 03/11/2016
m) Mateus Figueiredo - 08/11/16. Pensando nas complicações do tabagismo no diabetes,
esse indicador nos preocupa muito, mas ao mesmo tempo temos um diagnóstico real
da situação, o que nos impõe a necessidade de buscar estratégias de intervenção
n) O dado expõe a necessidade de melhoria da utilização do Protocolo DM e o
preenchimento adequado dos fatores agravantes (Tabagismo) no Prontuário
Eletrônico do Usuário. Regina Cele de Souza, 10/11/2016
- DS NORDESTE
a) Na unidade tivemos uma alta rotativide de servidores, fato que compromete o uso
adequado do protocolo. Além do uso adequando do Gestão para registro
adequado.Cibele 01/11/16
b) Os profissionais do CSC estão orientados quanto à importancia do registro no
protocolo de diabetes, se o paciente é fumante. Entretanto observa-se que a
prevalencia está abaixo de 4%, podendo indicar subnotificação. A unidade de saúde
mantem funcionando o grupo de tabagismo no entanto no 1º semestre houve
descontinuidade da ação por falta do farmaceutico no polo do NASF. Marolina A B
Santos 07/11/16
c) Os profissionais da unidade buscam utilizar o protocolo de diabetes no sistema, mas
nem sempre preenchem os dados completos. Acredita-se um sub-registro neste item.
Os portadores de diabetes são incentivados a participar do grupo de cessação de
tabagismo que existe no centro de saúde. Com alguns usuários já conseguimos
sucesso na participação e na cessação do uso do tabaco, mas ainda temos muito a
fazer. Percebemos uma melhora na taxa do ano de 2015 1,47% para 1,03% deste ano
de 2016, acreditamos também já ser resultado do trabalho realizado nos grupos de
cessação do tabagismo. Gláucia Simões 16/11/16
d) Houve uma pequena redução (baixo registro?), mas o indicador esta dentro do
parâmetro esperado na população. A unidade de saúde oferece oferta de grupo para
a cessação do tabagismo muito inferior à necesssidade do território. Este ainda não
foi disponibilizado novo grupo até o momento.Necessitamos de maior número de
profissionais médicos treinados.
e) Este Centro de Saúde apresentou uma queda significativa do número de diabetes
fumantes, de 4,17% para 0,85%, do último ano até agora. Este ano tivemos o início do
grupo de combate ao tabagismo e, certamente, esta atividade impactou diretamente
na melhoria dos resultados. Raphael, 15/11/16.
297
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
t)
Foi avalido que até o momento não havia uma conscientização do registro no
protocolo sobre se o pcte é diabético ou não. Entendemos que aqueles pctes que
foram registrados, podem ter elevado o resultado do indicador. Foi acordado este
registro e o encaminhamento dos pacientes diabéticos fumantes, para as oficinas de
antitabagismo.
Precisamos avaliar como está este registro no sistema gestão, muita rotatividade
profissional o que compromete o registro.
Análise, Nome, dd/mm/aa
Em análise ao indicador constatamos que os profissionais que atendem o paciente
diabético não realizam o registro conforme protocolo. Entedemos que é preciso
melhorar o indicador sensibilizando a equipe para realizar o registro de acordo com o
protocolo a todo paciente diabético.
Análise, Nome, dd/mm/aa
Análise, Nome, dd/mm/aa
Para os diabéticos, ou para qualquer usuário portador de outras doenças crônicas, os
malefícios do cigarro são ainda maiores, visto que, o tabagismo contribui para o
agravamento das doenças, dificultando o seu controle. O fumo estimula a produção
de hormônios que causam a redução dos vasos sanguíneos que, por sua vez,
aumentam a pressão arterial, sobrecarregando o coração, facilitando assim o
surgimento de lesões coronárias e cerebrais, retinopatia, nefropatia e,
principalmente, doenças cardiovasculares. Além disso, sabe-se que o cigarro pode
causar resistência à insulina e, consequentemente, aumento do nível glicêmico.
A taxa encontrada para esse indicador em nossa UBS (3,46%) se encontra abaixo do
parâmetro. Porém, acreditamos que pode ter ocorrido uma subnotificação desse
dado. O registro, no prontuário eletrônico, do tabagismo como agravante do diabetes
ainda é falho. Maiara Magalhães, 28/10/16
A unidade possui grupo de tabagismo e os usuarios independente da condição clinica
é encaminhado pelas equipes. Esse dado não reflete a realidade e possivelmente o
preenchimento de forma insatisfatoria do prontuario eletronico em relação a esse
atendimento é a causa do baixo percetual. Raquel, 15/11/16
Acreditamos que este indicador não reflete a realidade, pois muitos profissionasi não
registram no campo certo esta informação no protocolo de diabetes. A unidade
possui grupo de tabagismo em atividade com a participação de vários profissionais.
É necesario ralizar uma reavaliação de todos os diabeticos para verificar a
classificação e o grau de cada um com o intuito de avalair os registros e saber que são
fumantes, Priscilla, 11/11/2016
Análise, Nome, dd/mm/aa
Ainda não conseguimos sensibilizar os profissionais para atentar ao registro durante o
atendimento. Jacqueline 11/11/2016
Registro insuficiente no prontuário dos pacientes além da não atribuição correta de
diagnósticos. A unidade iniciou grupos de tabagismo somente neste ano devido a
falta de profissionais capacitados. Alessandra 11/11/16
Há subregistro deste dado. Precisamos ampliar a discussão com as equipes, inclusive
odontologia. Não houve grupo de tabagismo este ano devido à desmobilização de
profissionais importantes para a organização e falta de medicamentos.
O C.S oferta o Grupo de Tabagismo a cada quadrimestre, porém ainda não é
suficiente para atender toda a demanda. Além disso são realizados atendimentos
individuais através de consultas agendadas na rotina. Os profissionais do NASF, das
ESF, os ACS e Assistente Social ofertam outras práticas de vida saudável como a
Academia da Cidade, Lian Gong, Grupos de Fumantes Anônimos e etc que também
surte efeitos positivos. KENIA RIBEIRO GABRIEL - 10/11/2016
298
u) O indicador apresenta um aumento de casos de diabéticos tabagistas em proporção
aos dados do ultimo ano, tal aumento decorre da melhoria dos registros em função
das ações da gestão clinica dos diabestes. Apesar do número relativamente alto, a
unidade tem ofertado periodicamente grupos de controle de tabagismo. Éum
tratamento dificil, e depende muito do paciente. Entretanto temos conseguido bons
resultados, não só devido a alguns pararaem de usar o tabaco, como pela redução de
danos em muitos casos. Mas uso abusivo de drogas, como o tabaco, ainda é um
grande desafio que requer muito empenho da equipe, até menos entre os
profissionais que fazem uso de tabaco. 06/11/16
- DS NOROESTE
a) Há possibilidade de sub registro.
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
01/11/16
Maria Judith da Silva Rios
Gerente Anderson Portes, 07/11/2016. Análise: O número apresentado reflete o
subregistro e a perda da oportunidade de realizar a "abordagem breve" ao fumante
portador de diabetes pelos profissionais. A Equipe do NASF possui Grupo para
Cessação do Tabagismo que esteve suspenso por um período, devido à baixa adesão
dos usuários e falta de insumos. Porém, Gerência rediscutirá com a Equipe do NASF a
possibilidade de retomar o grupo, uma vez que todos os Médicos Generalista já se
encontram capacitados para abordagem do fumante e prescrição.
O percentual registrado no último quadrimestre de pessoas com diabetes fumantes
do CSCP foi de 0,6%. Importante a sensibilização do usuários sobre o aumento dos
riscos a saude acarretados pelo tabagismo principalmente quanto associado a DM.
Acreditamos haver um subregistro deste dado.
Alessandra e Camila 27/10/16.
Não tenho dados para analisar.Qual o parametro?.Temos grupo para cessação de
tabagismo em atividade e equipes treinadas para encaminhar e tratar.
Angela, Carmem e Laila em 11/11/16
Parâmetro acima do esperado, chamando a atenção da equipe para a implementação
de ações anti-tabagismo. 31/10/2016 Silvana Ferreira de Andrade e Souza
A Unidade possui Grupo de Cessação de Tabagismo em atividade, coordenado pelos
profissionais do NASF. Médicos e enfermeiros da Unidade estão capacitados sobre o
Programa Anti-Tabagismo. A intervenção breve tem sido aplicada pelos profissionais
em consultas individuiais e em grupos de promoção de saúde. Há sub-registro da
informação nos protocolos de Diabetes.
Rodrigo Otávio Cadaval Pessoa 25/10/16
Análise: dado sub registrado. As ESF na grande maioria não atende no gestão pelo
protocolo de Diabetes, não ficando registrado a questão do tabagismo Nome: Renata
Mello, 27/10/2016
A alta rotatividade de médicos generalistas pode contribuir para equivocos nos
registros e falhas nos protocolos, além de falta de treinamento dos mesmos. O
protocolode diabetes também é um instrumento extenso e pouco prático para o
preenchimento durante a consulta, com tempo delimitado. As aréas descobertas de
ACS também geram falhas nos cadastros e consequentemente nos registros de
protocolos. As dificuldades de acesso no sistema gestão também contribuem para
que os atendimetos manuais e sem registros para banco de dados.
Jayne Silva e Enfermeiros, 27/10/2016
299
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
Concluído este semestre mais um grupo de tabagismo. Realizado neste semestre
capacitação para 3 novos médicos generalistas e um enfermeiro.
Rosymeire - 07/11/16
Este dado pode não refletir a realidade do número de diabéticos fumantes da
unidade. Pois, os profissionais , às vezes, não atendem no protocolo de diabetes, e
muitas outras não registram a condição de fumante do usuário. Érika Santos,
24/10/16.
É preciso revisar os registros feitos pela equipe e estimular as ações já realizadas.
31/10/2016 Vânia Gonçalves Novais
Há o reconhecimento de baixa atenção ao fumante diabetico. Nos grupos de
tabagismo reconhe a demanda do tabagista que deseja realizar tratamento para de
fumar sem que haja restição a quem não tem doença cronico.
Análise, Nome, dd/mm/aa
Heleodora -Luzia - 11.11.16
Análise realizada nas reuniões das equipes, dias 27, 31, e 01/11/2016. Verificado que
não estamos fazendo o registro adequado no sistema. Necessidade de classificar os
pacientes diabéticos no atendimento. Adriana 01/11/16
Avaliamos que há um sub registro neste dado, justificado pelos médicos pela
polipatologias apresentados no momento da consulta.M.Isabel 7/11/16
A equipe avalia a necessidade de maior investimento em ações de promoção e
prevenção ao tabagismo e retomada dos grupos operativos .
Análise: equipe PSF/SB /Acad. Cidade /Nasf e gerência. Data: 11/11/16
- DS NORTE
a) Nayara, Irene, Luciana 28/10/16 Conscientização dos profissionais que atendem para
acaptção do diabético fumante, busca ativa pelos ACSs
b) A situação demonstra que existe o problema de registro desta informação no
prontuário eletrônico.
c) Análise: O grande número de usuários aguardando atendimento no grupo de
tabagismo é um dos dificultadores para o êxito da interrupção do uso do tabaco.
Fazer registro em prontuário próprio. Dulce, 10/11/16
d) A baixa percentagem de pessoas com DM e que são fumantes pode estar relacionada
com uma subnotificação, notificação incompleta dos campos de avaliação dos fatores
de risco, notificação feita em protocolo distinto do específico para DM. Mas também
podemos supor uma boa adesão aos Grupos de tabagismo ofertados.
Responsáveis: Gracielle e Maria Cecília;
Data: 09/11/2016
e) O dado revela sub registro no sistema de atendimento, caracterizado pela dificuldade
de acesso prejudicado pela precariedade do parque tecnológico; pela rotatividade dos
profissionais, com demora excessiva na reposição do servidor e o baixo nível dos
treinamentos ofertados para a utilização das ferramentas disponíveis no SISREDE. A
ausência do profissional ACS com diversas áreas descobertas, prejudicando o
processo de vigilância, busca ativa e captação destes usuários. Responsável: Denise
Camargos. Data: 07/11/16
f) acreditamos haver uma subnotificação dos diabéticos fumantes na unidade. Fernanda
/ Nathalia e Sandra 25/10/2016
g) O registro inadequado no protocolo do diabético referente ao tabagismo é um fator
que evidencia uma subnotificação de usuários fumantes residentes na área de
abrangência do Centro de Saúde Guarani. Data: 08/11/2016 Responsável: Equipe do
Centro de Saúde Guarani.
300
h) Responsável: Fernanda Gomes Pereira Faustino + ESF 01 e 02.
Data:
10/11/2016.
Análise: Utilização incorreta dos protocolos
institucionais Adulto e Demanda espontânea; registro inadequado/incompleto das
informações nos protocolos específicos; falta de registro dos profissionais do NASF
que realizam o grupo de abordagem ao tabagismo; sobrecarga de trabalho devido ao
excesso de população por ESF no C.S.Heliópolis.
i) Fragilidade do funcionamento do SISREDE,Registros inadequados, falta de capacitação
dos profisisonais gerando dúvidas quanto ao registro adequado, população atendida
fora do sisrede.
j) A equipe relata que o número reduzido de pacientes no serviço se deve a
sensibilizaçao dos usuarios pela equipe multiprofissional com realização de grupos
operativos que orientam sobre todos os efeitos do uso do cigarro ,cachimbo, ou
charuto que são drogas que no primeiro momento passam uma sensaçao de imenso
prazer porem causam muitos maleficios ao corpo humano principalmente ao
pulmão.No Centro de saude Jaqueline 2 existe um profissional treinado para orientar
e prescrever a medicação aos pacientes acompanhados pelo serviço onde se observa
um número consideravel de usuarios, sabemos que o indice deve ser
melhoradocomo tambem nossos registros no sistema porem a instabilidade do
mesmo prejudica o acesso.Andréa Moreira Rocha de Brito BM 41168-3
k) Dúvidas na confiabilidade do dado se foi preenchimento correto no gestão; muitos
profissionais tem dificuldades e desconhecimento no uso do gestão, baixa adesão
nos grupos de tabagismo, fatores sociais e culturais da populaçõa atendida que
facilita o uso do tabaco, parcela importante da população fumante não acessa o
centro de saúde.
l) O numero demonstra um baixo valor. Temos realizado sistematicamente grupos para
os usuários com desejo de parar de fumar. Já tivemos na unidade 2 grupos
funcionando concomitantemente . Flávia/ Georgia/ Luciana/ Maira/ Camila/ Sibele
(31/10/16)
m) Monitoramento à nível local limitado; Falta de conhecimento atualizado dos
protocolos; Registros insuficientes; Falta de treinamento/capacitação da equipe
multiprofissional.
Responsável: Carolina Medeiros
Data: 23/11/16
n) Alta rotatividade de profissionais e não utilização do registro de atendimento do
hipertenso e diabéticos nos protocolos específicos do Sistema Gestão. Cléris Blanco
de Souza. 03/11/2016
o) Este dado do obtido neste indicador não condiz com a realizadade, uma vez que
acreditamos ter um número muito maior de pacientes diabetes que são fumantes.
Através deste dado evidenciamos nosso lançamento de dados incorretos no SISREG.
Camila Vieira 03/11/2016.
p) Ainda não acontece devidamete o registro no protocolo de diabetes. Um dos fatores
da falta de registro está ligada a inconsistencia do SISREDE, mas também a falta de
captação por parte das equipes devido a despreparo destas. Nivia 10/11/16
q) Comparando com o percentual do Ano de 2015 (10,4%), a diminuição deste indicador
em praticamente 7% nos leva a inferir que os profissionais do CS Providência estão
desenvolvendo diversas ações assistenciais impactantes na diminuição da prevalência
do tabagismo em nossa área de abrangência. A ampliação do acesso ao tratamento
para o Tabagismo, juntamente com a presença de uma equipe multiprofisional em
nossos grupos, tem possibilitado que mais usuários diabéticos deixem de fumar,
reduzindo os fatores de risco presentes nas doenças crônicas. Isabella de Aguiar
Melo Cardoso, Gerente CS Providência, 23/09/2016
301
r) Mantivemos a proposta desta ação e identificamos uma melhora do
registro.Sensibilizar e treinar os profissionais a utilizar as ferramentas para o registro
de dados. Aprimorar o diagnóstico de tabagistas nos grupos de diabéticos e
hipertensos, visando identificar e orientar os usuários que desejam parar com uso do
cigarro. Silvana 22/11/16
s) Capacitação dos profissionais das ESF; atendimento pelos profissionais das ESF nos
protocolos corretos (hipertensão e diabéticos); qualificação dos registros para
melhoria do indicador; Ações de promoção de saúde (grupos de tabagismo, grupo de
hipertensos e diabéticos); Sensibilização das ESF, principalmente os ACS no processo
de captação dos usuários na área de abrangência. Necessidade de se ter equipes
completas, principalmente ACS; atendimento no protocolo correto; ampliação da
oferta e registros dos grupos no protocolo correto. (Avilmar Carvalho e ESF)
(09.11.2016)
- DS OESTE:
a) Verifica-se que o percentual de fumantes diabéticos no C.S Betânia foi de 2,8% no 2º
quadrimestre de 2016, sendo 2% inferior ao Distrito Oeste. Na análise do indicador
percebe-
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