Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Workshop: Envolvente do edifício João Marcelino www.homegrid.pt [email protected] 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Organização 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Agradecimentos O apoio institucional 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Agradecimentos Os media partners 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Agradecimentos Os patrocinadores 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Agradecimentos Os parceiros deste workshop 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Índice 14:30 - 16:00 1ª parte • • • • • Introdução Ventilação e sistemas de aquecimento e arrefecimento adequados a uma Passive House Apresentação dos parceiros Análise das alterações dos sistemas no PHPP 9 Debate 16:00 - 16:30 Intervalo 16:30 - 18:00 2ª parte • • • • Prática: Desenho de um sistema de ventilação Prática: Colocação de válvulas, ajustamento, filtros Prática: Execução de curvas com isolamento Debate 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação João Marcelino • Engenheiro Civil, licenciado pela Univ. de Coimbra em 1990, mestrado em Estruturas (PE) pela Univ. de Coimbra em 2003. • Criou a Homegrid em Dezembro 2009. • Membro fundador e presidente da Direcção da Associação Passivhaus Portugal. • Certified Passive House Designer e formador Passive House. • Certifier. 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação Prestamos um serviço integrado e personalizado de concepção-(re)construção que procure tornar o empreendimento autónomo, a nível energético, hídrico e alimentar. Trabalhamos através de uma rede de parcerias estabelecidas numa lógica Win/Win. 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação • Formação e Eventos • Edifícios Passive House • Certificação Passive House • Oferta de soluções • Consultoria e Investigação Vale I&DT Vale Inovação 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação Associação Passivhaus Portugal Foi criada em Novembro de 2012 Objectivos gerais: • Disseminar (promover e desenvolver) o conceito Passive House em Portugal; • Definir um caminho credível que contribua para a independência energética e sustentabilidade de Portugal; A Associação Passivhaus Portugal é filiada no iPHA www.passivhaus.pt 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação Climacom Norberto Presa Departamento de Engenharia 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação Latento Rui Rigueira Engenheiro Mecânico 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação armacell 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação armacell Diogo Nunes Sales representative 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Antes de começarmos… Qual o assunto que mais lhe interessa: 1. Sistemas de ventilação 2. Sistemas de aquecimento 3. Sistemas de arrefecimento 4. AQS – Águas quentes sanitárias 5. Bombas circuladoras eficientes 6. Isolamento eficiente 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Antes de começarmos… Qual a sua área de actividade? 1. Projecto/consultoria 2. Construção/acompanhamento e fiscalização 3. Prescrição/comercial 4. outras 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Antes de começarmos… Qual a sua área de actividade? 1. Projecto/consultoria 2. Construção/acompanhamento e fiscalização 3. Prescrição/comercial 4. outras 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Antes de começarmos… Quem está a projetar / construir uma Passive House? 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Porquê a Passive House 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Porquê Passive House fonte: Pinwheel Builds 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Redução das necessidades de aquecimento e arrefecimento 90% Passive House Edifício existente Passive House – poupança de energia fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Redução das necessidades de aquecimento e arrefecimento …mesmo quando comparada com os novos edifícios. 75% Passive House Edifício novo Passive House – poupança de energia fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Como funciona a Passive House Envolvente de elevada qualidade Fornecimento constante de energia activo passivo Porquê Passive House? fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Passive House – conforto e qualidade do ar interior 100 • Temperatura entre 20ºC e 25ºC 90 assimetria de temperatura radiante < 4,2ºC estratificação de temperatura < 2ºC 80 De acordo com a ASHRAE Standard 55 • Humidade relativa entre 30% e 70% (ideal 40% e 60%) 60 50 • Concentração máxima de CO2 de 1000 ppm 40 30 • Taxa de renovação mínima de ar de 0,3 rph 20 10 14 fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Humidade relativa [%] 70 16 18 20 22 24 26 28 temperatura [ºC] 30 32 0 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS O que é a Passive House? A Passive House é um conceito construtivo que define um padrão que é eficiente sob o ponto de vista energético, confortável, economicamente acessível e ecológico. foto: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS O que é a Passive House? • 1970’s – 1980’s Experiências das casas super-isoladas e das casas solares passivas • 1988 Projecto de investigação: Passive House Preparatory Research Project • 1991 Construção das primeiras Passive Houses em Darmstadt • 1996 Fundação do Passivhaus Institut em Darmstadt 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Como funciona a Passive House figura: A.R.T. Architects 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 • Envolvente cuidada • Ventilação adequada • Tirar o máximo partido do sol Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Envolvente do edifício – isolamento térmico Zonas climáticas definidas pelo Passivhaus Institut figura: PHI figura: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Envolvente do edifício – isolamento térmico Valores de U de referência da envolvente opaca Climate zone 1 Arctic 2 Cold 3 Cool-temperate 4 Warm-temperate 5 Warm 6 Hot 7 Very hot figura: PHI figura: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Valor de U 0.09 W/(m²K) 0.12 W/(m²K) 0.15 W/(m²K) 0.25 W/(m²K) 0.50 W/(m²K) 0.50 W/(m²K) 0.25 W/(m²K) Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Envolvente do edifício – isolamento térmico Valores de U em Portugal Zona da envolvente Paredes Cobertura Pavimento Valor de U 0.26 W/(m²K) 0.22 W/(m²K) 0.42 W/(m²K) Zona da envolvente Paredes Cobertura Pavimento Valor de U 0.29 W/(m²K) 0.23 W/(m²K) 0.41 W/(m²K) figura: PHI figura: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Envolvente do edifício - evitar pontes térmicas A regra do lápis, aplicada a todas as plantas e cortes. figura: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Envolvente do edifício - janelas Passive House fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Envolvente do edifício - a estanquidade ao ar Definir a camada estanque em toda a envolvente do edifício. Evitar trocas de ar casuais e descontroladas com o exterior: • Infitrações • Exfiltrações figura: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Envolvente do edifício - a estanquidade ao ar Ex. 4 (1 minuto) Problema: Qual a situação mais gravosa sob o ponto de vista da ocorrência de patologias, infiltrações ou exfiltrações? infiltrações 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 exfiltrações Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Garantir a estanquidade ao ar Resolução: A situação mais grave são as exfiltrações (saída do ar para o exterior). As infiltrações poderão provocar correntes de ar (desconforto e maiores necessidades de aquecimento). As exfiltrações poderão originar condensações no interior do componente construtivo. 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Ventilação Porque é necessária a ventilação? figura: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS A qualidade do ar interior Na Passive House a qualidade do ar interior sobrepõe-se à conservação energética, porque está em causa a saúde dos ocupantes do edifício. fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS O sistema de ventilação Exemplos de marcas com sistemas certificados: figura: Nilan 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS O sistema de ventilação Ex. 5 (2 minutos) Problema: Calcule o custo anual de funcionamento de uma unidade de ventilação com recuperação de calor numa moradia. Dados: Autil = 134 m2 Pédireito= 2.5 m taxa de renovação de ar = 0.3 h-1 Consumo eléctrico = 0.24 Wh/m3 Custo electricidade = 0.21 €/kWh 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS O sistema de ventilação Ex. 5 (2 minutos) Problema: Calcule o custo anual de funcionamento de uma unidade de ventilação com recuperação de calor numa moradia. Dados: Autil = 134 m2 Pédireito= 2.5 m taxa de renovação de ar = 0.3 h-1 Consumo eléctrico = 0.24 Wh/m3 Custo electricidade = 0.21 €/kWh 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Custos da Passive House Os custos de investimento (envolvente do edifício) poderão ser maiores numa PH, podendo ser ligeiramente mais cara (até 5%) do que um edifício convencional. Padrão Passive House Por outro lado, os consumos de energia para aquecimento e arrefecimento são extremamente baixos, logo, os custos de energia são quase insignificantes, gerando poupanças significativas ao longo da operação da Passive House. Mas poderá uma Passive House não ter um custo inicial acrescido? fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Factores que influenciam os custos de construção Dimensão Mercado Calendário Tecnologia do edifício fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Funcionalidade Custos de construção Forma Qualidade Localização Qualidade da envolvente do edifício Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Poupanças energéticas vs Esforço exigido elevado reduzido elevado reduzido Planeamento Projecto base Projecto execução Construção fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Necessidades de aquecimento Problema: Qual a potência que o sistema de fornecimento de calor (biomassa, gás, eléctrico, etc.) deverá ter para satisfazer as necessidades de aquecimento numa Passive House com 150 m2 de área útil, no pico do inverno? a) 1,5 kW b) 5 kW c) 10 kW d) 24 kW 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Necessidades de aquecimento Ex: sala (24 m² área útil), carga máxima de aquecimento: 240 W … convidar alguns amigos para o aquecimento da casa… 3 x 80 W 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Necessidades de aquecimento Ex: sala (24 m² área útil), carga máxima de aquecimento: 240 W 4 x 60 W 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Necessidades de aquecimento Ex: sala (24 m² área útil), carga máxima de aquecimento: 240 W 8 x 30 W 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Necessidades de aquecimento Aquecimento para todo o edifício 1,5 kW 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Arrefecimento passivo ... é a soma de várias pequenas contribuições: • Sombreamento fixo • Sombreamento operável • Eficiência eléctrica: utilização da luz do dia, iluminação artificial • Eficiência eléctrica: computadores, impressoras, telefones, etc. • Eficiência de AQS: perdas de calor em cada tubagem • Massa térmica da construção • Ventilação através das janelas • Ventilação nocturna através das janelas fonte: PHI • Ventilação nocturna através da ventilação mecânica – bypass no recuperador de calor 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Ventilação natural cruzada fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Bypass de verão - exemplo Ar de exaustão Ar extraído Ar exterior Ar insuflado fonte: PHI 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Arrefecimento activo Exemplo para o clima Mediterrânico Edifício existente Necessidades de pico significativas Passive House Necessidades contínuas a um nível muito inferior 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Arrefecimento activo – bomba de calor mini-split • Potência nominal > 2 kW • Arrefecimento (aquecimento) descentralizado para atingir os parâmetros de conforto para o ar • Menores emissões sonoras • Menor potência de consumo Unidade Interior/Evaporador Tubagem para Linhas Refrigerantes e Wiring Unidade Exterior/ Condensador 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Graph: PHI Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação Climacom Norberto Presa Departamento de Engenharia 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Norberto Presa – Apresentação no Curso Passive House Morais Moreira – Diretor Comercial Variáveis: - Caudal de ar renovado - Instalação (Mural/Tecto) - Controlo de Humidade - Controlo de CO2 http://youtu.be/Uh6XtwO6Tp8 VPL é para quem quer ventilação com recuperação de calor altamente eficiente (activa-B.C.) e conforto de aquecimento e arrefecimento. A energia do ar de extracção é utilizada para aquecer ou arrefecer o ar de entrada VPL15 – Caudal de ar mínimo 325 m3/h VPL28 – Caudal de ar mínimo 1000 m3/h Opcionais -EM BOX -(CO2 Controlo opcional) - Outros O VP 18 é para quem quer ventilação e recuperação de calor altamente eficiente, produção de água quente sanitária e aquecimento de conforto (só através do ar) O VP 18 EK é para qualquer pessoa que queira uma recuperação de calor altamente eficiente, uma extraordinariamente alta produção de água quente sanitária e aquecimento ambiente ELÉCTRICO e aquecimento/arrefecimento do ar de conforto. Função solar- Com a ajuda de um elemento de aquecimento extra, a unidade pode ser ligada a um painel solar, gasóleo, gás ou outra fonte de combustível, para aumentar a produção de água quente Distribuição do ar e acessórios Esclarecimentos Obrigado www.districlima.pt Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação Latento Rui Rigueira Engenheiro Mecânico 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 EFICIÊNCIA MELHORADA Acumulação térmica, produção de Água Quente Sanitária e apoio à climatização Ordem dos Arquitetos Funchal, 14 de novembro 2016 Definições O que significa Caloria? Caloria (símbolo: cal) é uma unidade de medida de energia que não pertence ao Sistema Internacional de Unidades. Historicamente, a definição de calorias era a quantidade de energia necessária para elevar em 1 grau Celsius a temperatura de 1 g de água (o calor específico da água é, por definição, igual a 1). No Sistema Internacional de Unidades, uma caloria é: 1 caloria = 4,1868 J = 1,16×10-6 kWh Existem dois tipos de Calor: O Calor Sensível e o Calor Latente Calor sensível: provoca apenas a variação da temperatura do corpo. A quantidade de calor sensível (Q) que um corpo de massa m recebe é diretamente proporcional ao seu aumento de temperatura. Logo, é possível calcular a quantidade de calor sensível usando a seguinte fórmula: Q= m .c . DT Calor latente: provoca algum tipo de alteração na estrutura física do corpo. É a quantidade de calor que a substância troca por grama de massa durante a mudança de estado físico. É representado pela letra L. É medido em caloria por grama (cal/g). Para calcular o calor latente é necessário utilizar a seguinte expressão: Q= m .L Calor Acumuladores LATENTO • Sistemas solares para todo o ano • Acumuladores em Polipropileno • Coletores Solares Capacidade de 500 Litros (equivalente a 1000lts) Acumulador de energia LATENTO XW Acumulador Solar de estratificação LATENTO XXL Acumulador de inércia LATENTO XP Acumulador de inércia com serpentina Solar LATENTO XP Acumulador Solar de estratificação para Bomba de Calor LATENTO XXL Todos os acumuladores LATENTO dispõe de… Ligações flexíveis para fácil instalação junto da parede Isolamento de Alta Qualidade – em poliuretano – o que representa a melhor eficiência possível Tanque em Polipropileno Construção compacta Produção instântanea de Água Quente – Higiénico – Não proporciona o desenvolvimento da bactéria Legionella Permutadores Permutador Solar Permutador de Apoio (serpentina combinada) Permutador Água Quente Phase Change Material / Material Latente Material latente - PCM • Ponto de fusão: 65 ºC • 4 vezes mais absorção de energia do que a água durante a mudança de fase • Previne a evaporação e a condensação A Caixa de Ar • Encontra-se entre o material latente e a tampa • Ajusta a expansão térmica da água • Funciona como um excelente isolante térmico • Melhora o valor do isolamento do acumulador O acumulador LATENTO como combinado O acumulador LATENTO como combinado O acumulador LATENTO como combinado O acumulador LATENTO como combinado Vídeo IVT LATENTO Referências Park Hotel, Brandenburg (Germany) playmobil (Malta) Referências França Irlanda Referências Bilbao (Espanha) • 300 l AQS por dia • 200 m² piso radiante • Aquecimento de Piscina • 1 Acumulador LATENTO 500l • 22 m² Coletores solares • Caldeira gasóleo: 22 KW • Total de redução energética : 73 % Referências Moradia, Fafe (Portugal) Referências Paços Ferrara Hotel, Paços de Ferreira (Portugal) Referências CATI – Centro Apoio à Terceira Idade São Mamede de Infesta (Portugal) Referências Referências Referências Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação wilo 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Passive House - WORKSHOP 4 24-11-2016 • Bruno Caramelo • Manager Field Services & Head of Service Centerde projectos • M +351 93 4009170 • [email protected] • www.wilo.pt Bem vindo! 2 Para Si Com Perícia Com apróximadamente 7,500 Wilo preocupa-se com o nosso planeta azul e Pessoas uma vida melhor. Presente TodoPioneering o Mundofor You. Isto é o que em chamamos 3 at a glance 2014 EUR 1,234.7 million EUR 477.1 million 0.3 percent 2014 EUR 66.1 million EUR 111.2 million 7,425 employees 56,8 % 24,2 % 16,3 % 2,7 % 4 Pioneering for You with worldwide presence Subsidiaries 5 Production sites Wilo Campus Dortmund – 2020 SMART Factory with two floor production @factory 5.1 supply chain LEED Gold Concept Investment > 100 Mio.€ High Efficiency Sustainability Trendsetting Benchmark for the Industry 6 Industry Water Management Building Services - Soluções para todos os segmentos de mercado - Gama de potências até 4.000 KW e 40.000m³/h 7 HVAC HVAC Water Supply Water Supply Drainage & Sewage Water Supply Water Supply Drainage & Sewage Drainage & Sewage Drainage & Sewage Edifício Residencial 1 5 8 3 6 11 13 9 7 2 10 12 4 1 Jet WJ 8 2 TWI5-SE 3 Silent Master 4 TWI 5 Drain System 6 Confort -COR 7 Stratos ECO 8 Wilo-Safe 9 Star-Z 15 TT 10 11 12 13 Drain Lift CON Stratos TWU Drain Lift S Edifício de Serviços 1 2 6 8 7 3 4 9 5 10 1 KS 9 2 Rain System 3 Confort Vario COR 4 Stratos D 5 IL-E 6 TOP-Z 7 Stratos 8 BL 9 Drain Lift M 10 Drain Lift WS Gestão Municipal de Água 4 6 5 2 12 3 1 7 11 8 9 10 1 2 3 KM ASP NPG 4 Confort COR 5 EMU Port 6 Drain Lift WS 7 FA 8 Megaprop 9 10 11 12 RZP FA KPR CCSystem 10 Industria 7 9 11 14 13 6 12 6 2 3 8 4 5 9 7 10 1 1 WiloSub TWU 8 11 2 WiloDrainLift L 3 Wilo-ComfortVario COR 3 4 Wilo-Economy CO-1 MVI/ER 5 WiloStratos D 6 Wilo-Crono Line-IL-E 7 WiloCronoBloc-BL 8 Wilo-Stratos 9 WiloCronoLine-IL 10 11 12 13 14 WiloEMU FA WiloVeroNorm-NP Wilo-ComfortVario COR 4 WiloEconomy MHI Wilo-ComfortVario COR 1 WILO – OEM (Fabricantes de equipamentos) 12 História: tecnologia de aquecimento 13 Tecnologia de aquecimento • No inicio tínhamos o fogo… 14 Tecnologia de aquecimento • Era Romana: Hipocausto 15 Tecnologia de aquecimento • Era Romana: Hipocausto Conduta de aquecimento na parede Parede exterior Parede interior Chão Cave de Câmara de aquecimento combustão Canal de evacuação de cinzas 16 Pilares Tecnologia de aquecimento • Século 17. Aquecimento com lareira num castelo Século 18 - 19. Máquina de vapor 2ª metade século 18. Parte do calor era utilizada para aquecer os pisos de escritórios. 17 Tecnologia de aquecimento • Século 19. Conduta horizontal Chaminé Câmara de combustão Porta Salamandra em ferro 18 Salamandra de tijolo Porta para as cinzas Conduta vertical Parede da salamandra Tecnologia de aquecimento • Século 19.: aquecimento gravitacional 19 Tecnologia de aquecimento • 1929: patente para bomba de circulação, Wilhelm Opländer Bomba de circulação, ano de construção 1927 HP Tipo DN 67 / 0.25 kW extracto da patente 1929 (Arquivos-Wilo) 20 Bombas de Rotor Húmido Para Circuitos de Retorno de Água Quente Sanitária Star-Z NOVA Stratos-Z Stratos ECO-Z Star-Z 15 TT Top-Z Star-ZD 21 A bomba para AQS com menor consumo 22 Star-Z NOVA Star-Z NOVA Ligação: 15 (Rp ½”) Star-Z NOVA A e Star-Z NOVA C Ligação: 15 (Rp ½”) c/ válvula de corte e de retenção Star-Z NOVA A com válvula de retenção e válvula de corte. A versão C inclui também um relógio programador > Star-Z NOVA > Star-Z NOVA A > Motor de reserva Star-Z NOVA 23 Wilo-Star-Z NOVA Bomba de AQS O novo standard de conforto para água quente em casas unifamiliares. • Consumo muito baixo de potência: 2 a 4.5w (novo motor síncrono) •Materiais de alta qualidade: impulsor em INOX •Chumaceira dupla •Campo de aplicação alargado com água calcária: até 20ºdH (35.6 ºf) •Motor flexível: compatível com todos os corpos de bombas convencionais •Conexão eléctrica fácil e rápida 24 Nova tecnologia de motor •O novo standard para recirculação eficiente de AQS em casas unifamiliares. Nova tecnologia de motor síncrono 2 – 4,5 watts de consumo até 80% de poupança energética * Antiga Wilo-Star-Z 15 compared to Wilo-Star-Z 15. * Em* comparação com a Wilo-Star-Z 15 25 25 Nova Wilo-Star-Z NOVA Novos materiais •Bomba de recirculação de AQS de elevada eficiência, com impulsor em aço inoxidável e duas chumaceiras, para casas unifamiliares. − Protecção fiável contra a corrosão − Cumpre os standards higiénicos mais elevados − Longa vida útil 26 26 Motor de reserva •Motor de reserva flexível − compatível com todos os modelos habituais Evolução Star-Z 15 27 27 Star-Z NOVA Desenho da Wilo-Star-Z NOVA Carcaça motor Impulsor Rotor Junta Tampa Porca de latão Chumaceira Junta Isolamento Camisa Corpo 28 28 Flange de alumínio Estator Instalação fácil e rápida − Graças às reduzidas dimensões, a Wilo-Star-Z NOVA cabe em qualquer espaço − O novo conector WILO permite uma conexão eléctrica fácil e confortável – sem ferramentas 29 29 Apta para águas duras • > Campo de aplicação mais amplo, para AQS até 35 °f Água muito dura mais de 300mg/L Água dura de 150 a 300mg/L Água moderadamente dura De 75 a 150mg/L Água macia menos de 75mg/L Note-se que existem outra unidades para medir a dureza da água. Salientando-se o grau americano (USº), tal que 1 USº = 1 mg/l CaCO3, o grau francês (ºf), tal que 1 ºF = 10 mg/l CaCO3 e o grau alemão (dHº), tal que 1 dHº = 17,8 mg/l CaCO3 30 30 Recirculação de AQS 55ºC 60ºC 31 Poupança água com bomba de AQS Volume DN15: 0,2 l/m Volume em 15 m de tubagem DN15: 3l Caudal AQS (60ºC) instantâneo para chuveiro: 0,1 l/s Tempo para escoar a água na tubagem: t = 3l / (0,1 l/s) = 30 segundos 32 Poupança água com bomba de AQS Star-Z NOVA Star-Z NOVA Volume DN15: 0,2 l/m Volume em 15 m de tubagem DN15: 3l Caudal AQS (60ºC) instantâneo Star-Z NOVA: 0,07 l/s Tempo para escoar a água na tubagem: t = 3l / (0,07 l/s) = 43 segundos 33 Obrigado pela sua atenção ! 34 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Apresentação armacell Diogo Nunes Sales representative 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 ISOLAMENTO TÉRMICO ARMAFLEX 4ª Conferência Passive House Portugal AVEIRO NOVEMBRO 2016 ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Sumário 1. Armacell - Quem somos? 2. Life Cycle Assessment 3. Certificação e Qualidade do Ar Interior 4. Declarações Ambientais do Produto (EPD) 5. O Isolamento térmico e o Armaflex 6. Legislação do Sector: R.E.C.S. 7. Eficiência Energética 8. Soluções de Suportes / Acessórios 9. Instalar o Armaflex ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Armacell 23 fábricas em 16 países em 4 continentes; 2.600 colaboradores ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Filosofia Armacell ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Filosofia Armacell A Armacell, através dos seus centros de desenvolvimento encontra-se numa busca constante para reduzir: Matéria prima utilizada nos processos de fabrico Nível de consumo energético e perdas de sistemas Grandes tendências do mercado: Maior interesse no controlo da corrosão sob o isolamento Maior interesse em aplicar a espessura adequada para melhor eficiência energética ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Processo de fabrico do isolamento Característica quase única entre os materiais de construção: Contribuem para uma maior poupança energética do que aquela despendida no seu processo de fabrico. Life Cycle Assessment O isolamento Armaflex em espuma elastomérica de célula fechada apresenta uma poupança energética cerca de 140 vezes superior à energia despendida no seu processo de fabrico, incluindo transporte do material e desperdícios. ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. EPDs - Environmental Product Declarations Oferecem análise transparente, independente e reproduzível dos impactos ambientais para produtos de construção Proporcionam informação detalhada com dados e números sólidos, funcionando como um “passaporte de sustentabilidade” Os EPDs formam a base para o desenho de edifícios ecológicos de acordo com sistemas de certificação como LEED, BREEAM ou DGNB ou outras normas nacionais. Objectivo: Com as declarações ambientais de produto, pretendemos criar um nível único de transparência para o isolamento Armaflex. ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Qualidade do ar interior Um bom isolamento térmico deve garantir: Adequado controlo de condensação Diminuição das perdas energéticas - máxima poupança energética Ao mesmo tempo que garante a qualidade do ar interior. Os isolamentos Armaflex de célula fechada, isentos de pó e fibras e com protecção activa Microban® são ideais para garantir uma melhoria da qualidade do ar interior. A certificação GREENGUARD monitoriza a presença de cerca de 10.000 compostos orgânicos voláteis nos materiais de construção. ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Para que serve o isolamento térmico? Vários estudos sugerem que cerca de 40% da energia gerada nos equipamentos é desperdiçada quando os edifícios e sistemas não estão dotados com os isolamento térmico adequado. Manter a temperatura de um sistema Evitar condensações, prevenir a corrosão nos equipamentos Minimizar as perdas energéticas Reduzir os consumos de combustíveis, aumentar a eficiência dos sistemas ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Principais características do isolamento Condutibilidade térmica λ W/(m.K) = 0,040 / 0,033 AF/Armaflex Resistência à difusão do vapor de água µ ≥ 7.000 / 10.000 AF/Armaflex Reacção ao fogo = BL-s3,d0 / BL-s1,d0 Curva plana da longevidade das propriedades => Solução de longo µ ≥ 10.000 λ 20ºC ≤ 0,037 W/(m.K) ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Pensar a longo prazo ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Soluções Armaflex vs limites de aplicação -200 ºC -50 ºC 0 ºC ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. +150 ºC Legislação do Sector: R.E.C.S. O Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços - R.E.C.S. - define a utilização de espessuras de isolamento mínimas em função do tipo e localização da instalação. Portaria n.º 349-D/2013 de 2 de dezembro ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. R.E.C.S. – Espessuras Regulamentares (1) ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Fluxo de calor: AF/Armaflex e SH/Armaflex Todos os cálculos foram efectuados através do programa ArmWin AS. ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Fluxo de calor: AF/Armaflex Pressupostos de cálculo: T amb.: +24 ºC Tfluido: +7 ºC Diâmetro tubagem: 28 mm Tubagem: aço inox Taxa de utilização: 70% Custo energ.: 0,098 €/Kwh (gerador a electricidade) Retorno em cerca de 1 ano! ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Fluxo de calor: Imagem Térmica Imagem retirada de apresentação Passive House. ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Protecção do ponto crítico da abraçadeira Evita a formação de condensados, evitando assim eventuais problemas de corrosão na tubagem Cancelamento de pontes térmicos nos locais de fixação Imagem Térmica ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Importância escolha da solução de suporte Abraçadeira a esmagar o isolamento Abraçadeira aplicada directamente à tubagem ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Problemas dimensionamento / instalação Condensação em toda a superfície Dimensionamento Condensação nos pontos de união Instalação ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Acessórios Armaflex Adesivos Armaflex 520, HT 625, SF990, etc. Cintas Auto-adesivas Pintura Armafinish Dissolvente Caixa de ferramentas ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Armacell – Informação sobre aplicação Manuais de instalação Canal do youtube Vídeos de instalação www.armacell.com ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Programa de Cálculo ArmWin Programa de cálculo disponível online: Cálculo de espessuras mínimas para controlo de condensação Cálculo de perdas por fluxo de calor Cálculo de temperatura à face do isolamento (…) ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Obras de referência The Oslo Opera House (Oslo, Norway) London Underground Jubilee Line (London, UK) Olympic Village (London, UK) COLOMBO Commercial Center (Lisbon, Portugal) LNG plant in Yemen The Empire State Building (New York, USA) Sears Tower (Chicago, USA) ISS (NASA International Space Station) ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Armaflex: Parte Prática ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Contactos Armacell Portugal Obrigado pela atenção ARMACELL – MAKING A DIFFERENCE AROUND THE WORLD. Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Debate 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016 Workshop 2: SISTEMAS E EQUIPAMENTOS Índice 14:30 - 16:00 1ª parte • • • • • Introdução Ventilação e sistemas de aquecimento e arrefecimento adequados a uma Passive House Apresentação dos parceiros Análise das alterações dos sistemas no PHPP 9 Debate 16:00 - 16:30 Intervalo 16:30 - 18:00 2ª parte • • • • Prática: Desenho de um sistema de ventilação Prática: Colocação de válvulas, ajustamento, filtros Prática: Execução de curvas com isolamento Debate 4ª Conferência Passivhaus Portugal 2016 Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, 24 Novembro 2016